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AH - Conexão | 20 e 21 de maio de 2017

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Rotary lança 22ª edição do Jovens Poetas

Estudantes

Lajeado

Alunos das 36 escolas públicas e privadas do município, do Neeja, e da Apae podem preparar suas poesias. Nesta segunda-feira, com apoio do A Hora , o Rotary Club de Lajeado-Engenho abre as inscrições para a 22ª edição do livro Jovens Poetas O lançamento do projeto ocorre às 19h30min, na sede da entidade, na Rua Bento Gonçalves, 165. São convidados a participar do evento representantes das escolas e autoridades educacionais.

Conforme a coordenadora do Jovens Poetas, Ana Cecília Togni, na segunda-feira, serão apresentadas as regras da iniciativa e datas importantes. “Reforçamos o convite. Porque neste dia os interessados poderão conhecer todos os detalhes.”

De antemão, ela informa que, assim como nos demais anos, estudantes a partir do 5º ano podem participar com poesias. Elas devem ser escritas de modo individual, e serão incluídas em algum dos três níveis

do 1º ao 4º participam com desenhos. Demais devem inscrever poesias

da literatura, mas é tão importante quanto”, ressalta. Ela acredita que o gênero textual auxilia as pessoas a colocarem suas angústias e sentimentos para fora. E, assim como qualquer outro tipo de texto, enriquece o vocabulário. Na leitura, propicia o conhecimento de outros costumes e culturas, sem sair de casa. Além de ser um propulsor para formação de opinião. “Quanto mais lê e escreve, mais analisa, discorda, avalia e torna-se um cidadão ativo”, considera.

22ª edição

do projeto, de acordo com o período letivo – 5º ao 9º ano, Ensino Médio, Neeja.

Cada escola pode inscrever até cinco textos, o Neeja, duas. Alunos do 1º ao 4º ano podem participar com desenhos. O próprio educandário deve definir o melhor, que ficará exposto na página de abertura da instituição no livro.

Tanto os desenhos quanto as poesias devem ser entregues ao

Quanto mais lê e escreve, mais analisa, discorda, avalia e tornase um cidadão ativo”

Rotary até o dia 14 de agosto. A previsão é que a obra seja lançado no dia 27 de outubro. O prefaciador do livro será um escritor da Alivat, ainda a ser definido.

“É uma oportunidade para os alunos expressarem sua poesia, hoje ainda um tanto inexplorada”, aponta Ana. Ela percebe que as escolas fazem bons trabalhos literários, mas acabam deixando a poesia de lado. “É menos valorizada do que o resto

O Projeto Jovens Poetas foi criado em 1997, na época em que Ana Cecília era presidente do Rotary Engenho. A inspiração surgiu a partir de algumas filhas de rotarianos, que tinham apreço pela escrita. “Queríamos propiciar que todos pudessem ter esta emoção de ver seus textos publicados.” Ideal mantido com vigor até hoje, tendo em vista que todas as escolas se empenham para participar do projeto. Anualmente, cerca de 280 trabalhos são publicados.

Coordenadora do Jovens Poetas
Ana Cecília Togni
Na 21ª edição, o livro teve cerca de 260 trabalhos. O lançamento do projeto 2017 ocorre nesta segunda-feira
ANDERSON LOPES/ARQUIVO

Amazônia transforma professora em guia turística

Aprendizado sobre a Região Norte foi base para pesquisas. Textos eram vendidos para jornalistas europeus e dinheiro repassado à escola

Reportagem, Carolina Chaves

Lajeado

Aos 84 anos, Noemia Werlang Beppler lembra com exatidão o dia em que largou a docência para aventura-se na Amazônia. Tranquila em casa, na cidade de Belém, capital do Pará, foi surpreendida por um motorista. Ele estava pronto para levá-la a uma agência de turismo, empresa de um austríaco.

“Disse não, eu não vou. Ele respondeu sim. O seu Henz está lhe esperando. Então, como eu conhecia o austríaco, fui.” Chegando lá, Henz lhe informou que um navio com 300 turistas alemães estava prestes a chegar na cidade, mas não havia ninguém que pudesse guiá-los, a não ser Noemia. Isso porque era uma das poucas fluentes na língua alemã em Belém. “Eu não tinha conhecimento suficiente da Amazônia para fazer isso. Estava há pouco tempo lá. Mas ele insistiu, me disse que uma guia faria um city tour comigo para que eu soubesse o que

Noemia é natural de Paverama. Morou em Lajeado durante a juventude. No início dos anos 90, mudou-se para a capital do Pará. Após 21 anos como
Noemia mostra aos turistas o matapi, usado para pescar camarão

falar. E também me deu um livro sobre a Amazônia.”

Em oito dias, o navio chegou. Noemia fez o passeio e depois foi dar adeus ao trabalho. “Falei para o Henz, cumpri o prometido. Agora chega. Ele disse: não. Em três dias chega outro navio, precisamos de ti. E aí, fui ficando. Foi onde me realizei.”

Do Sul para o Norte

Natural de Paverama, Noemia estava fazendo o curso de Contabilidade quando se casou. O marido era funcionário da Souza Cruz, e tinha uma função estável na empresa. Em 1970 foi convidado a ser gerente de transporte em Belém.

De mala e cuia, o casal se mudou de Lajeado para lá. “Fui tão feliz. Cheguei lá, vi toda aquela natureza, já gostei de cara”, conta Noemia. Na cidade, estudou Letras, onde aprendeu diferentes línguas e passou a lecionar. Até receber o convite do amigo, e desvendar as maravilhas do Norte. “Entrei de cabeça na Amazônia, e me apaixonei.”

Ensino e aprendizagem

Por 21 anos, trabalhou como guia de turismo. Em um certo ano, de outubro até março, chegou a receber 27 navios com estrangeiros. A maioria da Europa.

Um transatlântico desembarcou com quase cinco mil turistas de uma vez.

“As pessoas queriam conhecer a Amazônia. Ver de perto.” Pela capital do Pará, Noemia as levava a pontos turísticos, como o Parque Zoobotânico do Museu Paraense

Emílio Goeldi, onde são expostos artigos indígenas, e uma mostra da fauna e flora amazônicas. Além de ir a maior feira aberta da América do Sul, o Mercado Ver-o-Peso.

“Por lá, eu mostrava e explicava diversos utensílios usados pelos

paraenses, como o matapi – uma armadilha de pesca para pegar camarão.

A paixão de Noemia

De lá, eles seguiam para a paixão de Noemia: a Ilha de Marajó, o maior arquipélago fluviomarinho do mundo. Chegavam ao local de barco, pelo Rio Amazonas – que em alguns trechos chega a 12 quilômetros de largura, e tem quase 1/5 de toda a água de rio do mundo.

Conheciam os igarapés, outros rios menores, os açaizeiros, e as castanheiras com mais de 30 metros de altura, e alguns dos 123 tipos de fruta que nascem no Pará, dentro da Amazônia.

“Eles ficavam maravilhados. Gritavam de tanta felicidade. Diziam: Esse é o nosso pulmão. Não deixem desmatar.” Na ilha, deparavam-se com típicos caboclos. Descendentes do povo indígena, eles conservam costumes e características originárias.

Lá, a mata é preservada. Os moradores priorizaram a língua portuguesa, os costumes locais. Uma simplicidade que encanta”

Noemia Werlang Beppler ex-professora e guia de turismo

“Dormem nas redes. Tiram o alimento das árvores, do rio, sem desmatar. Lembro como se fosse hoje, um dia em que estava na ilha, vendo o sol nascer, as araras cobrindo uma árvore, quando avistei algumas crianças em cima de um búfalo. Me impressionei, como eram mansos, e conviviam em paz com eles”, relembra.

Noemia também procurava mostrar aos turistas a rica gastronomia paraense. “É a única totalmente brasileira. Sem nada importado.” Entre os pratos preferidos, e mais famosos, o pato no tucupi e a maniçoba.

Sabedoria para a vida

O conhecimento de tantos anos de trabalho chamavam a atenção de quem conhecia. Certa vez, ela começou a ser solicitada por jornalistas da Europa para auxiliar nas matérias com informações da Amazônia. Noemia então desenvolveu algumas pesquisas, e passou a vender aos jornalistas. O dinheiro retornava para crianças da Ilha de Santa Maria, que também faziam parte do seu roteiro de passeio. Hoje ela detém esse conhecimento e guarda na memória as lembranças desse belo período. Faz mais de 20 anos voltou a residir na região. Vive no bairro São Cristóvão, com a

cachorra Laica. Duas vezes por ano, visita a filha que ficou no Pará, e reforça o aprendizado adquirido.

“Lá, a mata é preservada. Os moradores priorizaram a língua portuguesa, os costumes locais. Uma simplicidade que encanta.” Para Noemia, seria muito importante que todos conhecessem tal realidade para ter consciência do quão rico é o Brasil.

“Ninguém deveria sair do Brasil, antes de visitar o nosso próprio país. Nós temos maravilhas. Aqui tem coisas lindas. As pessoas devem dar mais valor ao que é nosso, assim como eles fazem.”

guia, voltou ao Vale do Taquari
ANDERSON LOPES

A Força do Querer

Sábado sobre o casamento com Zeca. Zeca vê a ex-noi va e fica perturbado. Cibele vê Shirley saindo de um bar com um homem e conta para Dantas. Ritinha sente-se mal ao chegar do banho de mar. Dita comenta com Silvana que acre dita que Eurico procurará o relógio que foi do pai. Bibi decide o lugar para onde viajará com Rubinho. Jeiza consegue mais informações do esquema da facção criminosa. Heleninha e Caio recebem um cartão-postal do pai. Edinal va pede para Zeca transportar sua mudança. Eugênio decide se afastar de Irene. Jeiza e os policiais se preparam para a operação.

Ao atrair as atenções para si, é importante mostrar-se como exemplo a quem busca ser uma pessoa melhor. . Número da sorte: 278

A dispersão pode dificultar análise objetiva da realidade e

O bom da fantasia é vivê-la como fantasia. O problema é não conseguir separar o sonho do real. É tempo de compreender que a realidade pode ser tão boa, ou melhor, do que a fan-

21/07 a 20/08

Ao ouvir a intuição, você pode ir a lugares que nem mesmo a imaginação ousa alcançar. Assim pode avaliar o que contribuirá para a realização de seus sonhos. Número

RockStory

19h25min

Sábado – Júlia descobre que Salvatore está atrás do caderno que Mário roubou. Gordo co menta com Eva que acredita que Diana venderá sua parte na gravadora para puni-lo. Júlia diz a Ricardo que o caderno do mafioso deve estar com Alex. Ricardo e Júlia voltam ao Brasil. Léo apoia Almir, que finge ter sido atropelado para ficar perto de Néia. Nelson discute com Edith, e Glenda se aproveita da situação. Lázaro dá dinheiro para

Virgem 21/08 a 20/09

Agora é a hora de usar a inteligência intuitiva a favor dos bons relacionamentos. É tempo de observar sua intuição para conseguir prevenir algumas situações desgastantes. Número da sorte: 902

21/01 a 20/02

de beber o café preparado por Elvira. Licurgo confessa sua paixão por Elvira para Germana. Thomas descobre que Joaquim falou com Chalaça antes de ele ser deportado para Portugal. Piatã decide seguir Jacira. Ferdinando encontra a planta que procurava. Diara e Wolfgang ajudam pessoas escravizadas, fugidas da fazenda de Sebastião. Joaquim comenta com dom Pedro sobre sua conversa com Chalaça. Germana ameaça Elvira. Thomas diz a Domitila que Anna é sua prisioneira. Joaquim fala com o gerente do hotel onde Domitila está hospedada. Dom Pedro promove Joaquim. Chalaça promete se vingar de Domitila.

Falar alivia quando as pressões passam a prejudicar o seu bem-estar. Por isso, uma boa forma de minimizar tal situação é expressar o que sente. Número da sorte: 907

Peixes 21/02 a 20/03

A insegurança leva a mente a ficar dando voltas e fazendo com que você pense por si mesmo e pelos outros, produzindo preocupações. É tempo de não sufocar as pessoas com suas incertezas. Número da sorte: 152

LOTERIAS

18/5/2017

Concurso nº 1641

Quina

30-32-38-64-77 Dupla sena

Concurso nº 4386

A Escola Sesc de Educação Infantil (Sesquinho) de Lajeado está com vagas gratuitas para crianças com 4 anos de idade, completados até o dia 31 de março de 2017. Os pais ou responsáveis interessados devem realizar a inscrição até o dia 31 de maio. Informações completas sobre o regulamento e a documentação necessária para participar do processo seletivo podem ser obtidas pelo 3714-2266 e no edital, disponível em www.sesc-rs.com.br (Aba Educação/ Educação Infantil).

Para filhos de pessoas com renda familiar de até três salários mínimos, as inscrições devem ser realizadas pessoalmente no Sesc, sendo, nesse caso, vagas totalmente gratuitas. Mais informações podem ser obtidas no Sesc local (rua Silva Jardim, 135), no www.sesc-rs.com. br/lajeado e www.facebook.com/sesclajeadors.

O trabalho da Escola Sesc de Educação Infantil busca desenvolver a curiosidade, a criatividade, o senso crítico, a autonomia e as vivências em grupo. Por meio de diversas atividades, a criança desenvolve seus aspectos físicos, psicológicos, intelectuais e sociais, complementando a ação da família e da comunidade.

Em suas 19 escolas de Educação Infantil no RS, com equipe qualificada, atividades culturais, vivências de cidadania, integração com as famílias, educação corporal e educação para a saúde, o Sistema Fecomércio-RS/ Sesc oferece toda a infraestrutura para fazer a criança sujeito ativo de seu processo de conhecimento. Os Sesquinhos têm a Certificação de Qualidade NBR ISO 9001:2008.

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