
Conferência
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Conferência
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Lajeado
Nos prédios 1, 11 e 17 da Univates, estações guardam as 120 bicicletas disponibilizadas para alunos, professores, funcionários e comunidade utilizarem no deslocamento dentro do câmpus. O Bicivates entrou em funcionamento no dia 18 de maio de 2014 com objetivo de incentivar o uso da bicicleta como meio de transporte.
Durante estes três anos, as bicicletas rodaram cerca de 30 mil quilômetros. Nesse período, elas foram utilizadas 16 mil vezes, uma média de 22 usos diários.
Os resultados são motivo de comemoração por parte dos idealizadores, como o gerente do Setor de Engenharia e Manutenção da Univates, o engenheiro Robledo Müller. “Não teremos um sucesso pleno imediatamente, mas que o projeto está exercendo seu papel eu não tenho a menor dúvida.”
Müller avalia a iniciativa como fundamental para que os usuários deixem, de forma gradativa, o carro em segundo plano. Apesar disso, ele ressalta a necessidade de trabalhos constantes para que a mudança seja efetiva.
“Não é de uma hora para outra que o projeto funciona de forma total. São necessárias constantes ações de marketing para reforçar essa mudança”, ressalta Müller. Entre elas, está o Dia Sem Carro, que ocorre duas vezes por ano na instituição.
Projeto de expansão
Para os próximos anos, Müller espera ampliar o atendimento, o que será possível apenas com a participação maior do poder público e do setor privado.
Entre os projetos, está a criação de estações fora da universidade. “Como temos a possibilidade do Univates e Você, e a comunidade em geral pode ter acesso às bicicletas, precisamos de pontos na cida-

de para que possam retirá-las ou devolvê-las.”
As primeiras conversas com o prefeito Marcelo Caumo animaram Müller, que diz ter visto disponibilidade por parte do gestor em participar do projeto. “Essas conversas já aconteceram, a gestão ainda é recente, mas me parece que o Marcelo tem essa intenção.”
Tratativas com setores da iniciativa privada também foram iniciadas, e Müller acredita que a parceria pode ocorrer. “Isso tudo é projeto, mas o Sicredi já contatou para saber como funciona.” Ele avalia que a vinculação das marcas com o projeto tende a trazer bons resultados. “As empresas querem se associar à questão da bicicleta porque tem uma questão de marketing indireto que vem com isso.”
Não teremos um sucesso pleno imediatamente, mas que o projeto está exercendo seu papel eu não tenho a menor dúvida.”
Robledo Müller
gerente de Engenharia
Estudante de Publicidade e Propaganda, Bruno Schneider, 22, é um entusiasta do uso das bicicletas. “Eu sempre pedalo muito. Logo que o Bicivates foi instalado peguei uma bicicleta e fui dando umas voltas pelo câmpus.”
Morador de Estrela , Schneider ainda precisa do carro para chegar às aulas. Mas isso não o impede de usufruir do proje -
to. “Sempre tento estacionar um pouco mais longe do prédio onde tenho aula e poder pegar a bicicleta e dar umas voltas.”
Ele elogia a manutenção e o cuidado com as bicicletas. “Nunca tem uma estragada ou com o pneu murcho. O programa incentiva muito bem o esporte e o bem-estar.” Conforme relata, muitos colegas deixaram o carro de lado graças ao projeto.

Enquanto grandes marcas veem o consumo cair, pequenas cervejarias abrem espaço nas geladeiras dos consumidores e estimam um crescimento gradativo para os próximos anos
Reportagem,
Eduardo Amaral
Vale do Taquari
Tradição que acompanha eventos sociais e esportivos, o consumo de cerveja no país é um dos maiores do mundo. O Brasil é o terceiro em produção da bebida. A crise econômica trouxe uma retração nas vendas das marcas mais famosas nos últimos anos.
Levantamento feito pelo Instituto da Cerveja do Brasil (ICB) mostra que as marcas famosas venderam 2% a menos em 2015 na comparação com 2014. No ano passado, os dados também foram negativos, com queda de 1,8% no volume de vendas. Em contrapar-
tida, um pequeno nicho começa a ganhar mais apreciadores.
Entre 2005 e 2015, o número de cervejarias artesanais passou de 46 em todo país para 372. O estudo do ICB aponta que uma microcervejaria é aberta no Brasil por semana. A representação no mercado global do produto ainda é pequena, representando apenas 0,7% do total consumido por ano.
Para o sommelier Eduardo Pelizzon, os cervejeiros apresentam produtos de alta qualidade. Ainda assim, avalia dificuldades para conquistar uma fatia maior de mercado. “Acho que o Brasil precisa de consistência, as empresas precisam crescer em processos e, claro, que temos problemas de

Carece muito uma legislação para que seja possível ter uma torneira local, distribuída apenas no município. Isso existe em toda a Europa.”
Marcelo Nolibos presidente da Confraria Ratz Bier
matéria prima, que é cara.”
Os problemas não se limitam ao alto preço do malte e do lupo, mas também à falta de uma lei que regule o trabalho dos microcervejeiros, como destaca o presidente da Confraria Ratz Bier, Marcelo Nolibos. “Hoje não existe uma legislação específica para cerveja artesanal. As regras são as mesmas para a Ambev e para mim.”
Nolibos defende uma política que permita aos produtores vender a bebida apenas nos municípios. “Quero algo parecido com o que acontece com os frigoríficos, onde o dono pode produzir uma linguiça, ser fiscalizado no município e vender só em Lajeado.” Ele usa o exemplo de outros países, que regulamentam as pequenas produções. “Carecemos de legislação para que seja possível ter uma
torneira local, distribuída apenas no município. Isso existe em toda a Europa.”
Outra regra contestada pelos cervejeiros é quanto à tarifação do produto, que segue as mesmas regras das grandes empresas. Dono da empresa Maniba, de Novo Hamburgo, Cristiano Maniba reclama dos entraves para expandir a empresa. “A produção consome 100% do tempo, mas investir no Brasil é um risco, porque a tributação é injusta.” Veterinário por formação, Maniba deixou a carreira de lado para se dedicar só à produção de cerveja. Para isso, teve que investir R$ 400 mil na compra dos equipamentos necessários. O desejo de produzir veio do consumo experimentado fora do país. “Quando descobri que dava para fazer cer-

veja em casa, eu enlouqueci. Na época, eu tomava muita cerveja importada, então, foi o que me motivou.”
Reação do mercado
Mesmo com as limitações apontadas por pequenos produtores, o crescimento nas vendas de cervejas artesanais acendeu o sinal de alerta nas grandes empresas. Não demorou muito para os conglomerados começarem a comprar pequenas cervejarias e incluírem bebidas especiais junto às tradicionais e conhecidas dos consumidores.
O que poderia parecer uma ação capaz de acabar com as pequenas cervejarias é visto por Nolibos como um estímulo. “As grandes cervejarias compraram empresas menores e isso ajudou na distribuição e na compra de insumos”, analisa o microcervejeiro que
evita o discurso de animosidade entre os diferentes consumidores.
“Tem espaço para todo mundo e todos os gostos.”
Criar nova cultura
Nolibos integra uma confraria que reúne cerca de 30 pessoas, as quais produzem cervejas dos mais variados tipos. Na sede do grupo, tabelas estão afixadas nas paredes com detalhes de como cada uma deve ser feita, respeitando padrões de coloração, maturação, amargor, entre outros.
Ele começou a beber cervejas artesanais após participar de uma edição do Beer Fest. O encontro com produtores e a possibilidade de entender melhor como a bebida é feita motivou Nolibos. Ele trocou de lado no balcão. Passou de apreciador a produtor.
Hoje Nolibos está envolvido na
organização da próxima edição do Beer Fest Vale, evento que ocor re no dia 20 no Clube Tiro e Caça, em Lajeado.

Pelizzon é um entusiasta desse tipo de evento, por acreditar que eles têm a capacidade de aproximar o público dos produtores e criar uma nova cultura de consumo. “Um evento desse tipo tem uma equipe que conhece muito bem o produto, e até o próprio cervejeiro. Essa proximidade permite que ele tenha uma explicação muito grande sobre a cerveja.”
O sommelier ressalta também que festivais do tipo são uma oportunidade para quem quer conhecer os variados tipos de cerveja. “É uma chance de testar o seu paladar para aquilo que você vai achar bom ou ruim. Não existe cerveja para mulher, para jovem, existe cerveja para paladar.”
consumidor.
Você acredita que a produção artesanal ameaça as grandes marcas? Pelizzon – É um caminho sem volta, porque uma vez que você entra nesse mundo começa a viver não só a questão do paladar, mas é um estilo de vida. A pessoa começa a beber coisas de uma empresa pequena, de um amigo, é algo que tem um sentido. O mercado no Brasil ainda é muito pequeno para incomodar de forma econômica uma grande empresa, mas é possível acompanhar que
mercado de pequenos produtores. Ameaçar (as pequenas) acho que não vai porque tem um movimento muito forte. As pessoas perguntam ‘qual a melhor cerveja para ser tomada’, é aquela que você consegue ver a chaminé da fábrica, a mais fresca possível. Hoje tem uma ligação, que beira a paixão, de pessoas que são fãs de certas marcas, e aí há um lado negativo. Quando alguma grande empresa compra uma microcervejaria, você tem um legado de fãs ao redor, os quais a grande maioria não quer isso e dizem que eles estão se vendendo para o mercado econômico.


ocorreu nessa sexta-feira
Encantado
Integrar usuários da rede de saúde mental, familiares e profissionais da área por meio do esporte é o objetivo do Intermental. Cada município forma uma equipe de futebol de salão adulta mista para participar da competição. A programação, alusiva à comemoração do Dia da Luta Antimanicomial, ocorreu nessa sexta-feira no Salão Paroquial.
A 6ª edição do evento reuniu cerca de 400 pessoas de várias cidades do Vale do Taquari. A realização é do Hospital Beneficente Santa Terezinha (HBST) com apoio do Fórum Regional de Saúde Mental, 16ª Coordenadoria Regional de Saúde, além do patrocínio de empresas e pessoas físicas. Assim como ocorre na Olimpíada, o Intermental iniciou com a apresentação de todas as cidades. Cada equipe apresentou a bandeira ou símbolo e todos juntos cantaram o hino nacional. Logo após, houve alongamento e aquecimento com a professora de Educação Física de Arvorezinha, Larissa Barreto. Na sequência, ocorreram os jogos de futsal com equipes adultas mistas compostas pelos usuários, familiares e profissionais da rede de saúde mental do SUS. No fim da tarde, todos os atletas receberam uma medalha de participação.“Usamos o esporte

como uma forma de socialização e de inclusão, pois o esporte é saúde”, destaca a coordenadora de enfermagem do HBST, Dorli Maria Diehl.
Para o usuário do Centro de Atendimento Psicossocial (Caps) de Encantado, Giovani Bertoldi, 41, o evento é importante. “Há a integração de vários Caps e da Coordenadoria Regional de Saúde. Participei de todas as edições e fiz muitas amizades”, diz. Ele ressalta que o Caps tem um papel importante no sentido de as pessoas aprenderem que existem várias visões de mundo e terem um lugar de compartilhamento de experiências.
Segundo a coordenadora regional de saúde mental, Ariane Arenhart, a programação cresce
a cada ano promovendo saúde, integração e alegria. Ela destaca também ser finalidade do evento a criação de uma cultura do cuidar além dos manicômios. “Queremos, com eventos como esse, trazer para o concreto que o cuidado pode ser feito em liberdade em todas as cidades, contraponto os métodos de antigamente em que muitas pessoas ficavam nos hospícios”, comenta.
Participantes
Arroio do Meio, Arvorezinha, Bom Retiro do Sul, Boqueirão do Leão, Coqueiro Baixo, Cruzeiro do Sul, Dois Lajeados, Doutor Ricardo, Encantado, Estrela, Fazenda Vilanova, Lajeado, Muçum, Progresso, Relvado, Roca Sales e Teutônia.
A rede de saúde mental do SUS compreende as Unidades Básicas de Saúde (UBSs), Estratégias Saúde da Família (ESFs) e Centros de Atendimento Psicossocial (Caps). O HBST conta com nove leitos na unidade SUS para desintoxicação de álcool e outras drogas e também para doenças psíquicas. Esse fator influenciou o surgimento do Intermental.
Lajeado
Mais de 50 artesãos e vendedores de produtos alimentícios realizam,
neste domingo, o Arte na Praça. O evento tradicional ocorre a partir das 10h, na Praça do Papai Noel, e tem como tema o Dia das Mães.

Três atrações artísticas prometem animar a tarde. Victor Gomes apresenta-se às 15h, seguido por Cristiana Pretto às 16h, e a banda
Pensamentos de Liesel, às 17h. Em caso de chuva, o Arte será adiado. Sesc de Lajeado, Geradores do Vale e Univates FM 95.1 apoiam o evento.
Mato Leitão
O Dia da Solidariedade, realizado no próximo sábado, 20, será marcado por diversas ações. Dentre elas, o lançamento da Campanha do Agasalho 2017, a venda de produtos da
agricultura familiar na Feira do Produtor e um passeio ciclístico com o Grupo Radicalizando. As ações ocorrem na rua Ervino Kuhn. A via será bloqueada para o trânsito entre 9h e 11h para facilitar o fluxo de pessoas.
Teutônia
Oevento Conexões é um momento de reflexão e empatia que ocorre no dia 26, às 19h30min, na Associação Pró-Desenvolvimento Languiru. Conta com a participação de vários artistas, entre eles, pessoas com deficiência.
Entre as atrações, estão o cantor Jonathan Girotto, menino de Cruz Alta com deficiência visual. Também se apresentam a Orquestra de Teutônia, Grupo Danças e Ritmos, do Centro Municipal de Ensino Fundamental Leonel de Moura Brizola (Cemef), Grupo Danças e Ritomos da Melhor Idade, Grupo de Capoeira Oxóssi, Harmonia Juvenil, Apae Teutônia, Performance Yoga Ce-

Evento tem como destaque a apresentação de dança de deficientes físicos
mef e Ballet Colégio Teutônia. A história do evento surgiu pela luta de Jones Sebastião Nunes, deficiente físico com paralisia cerebral. Ele não conseguia se locomover e o primeiro evento foi para mostrar ao público a evolução do jovem ao iniciar no mundo da dança.
Com o dinheiro arrecadado na primeira edição, Jones conseguiu comprar uma cadeira de rodas. A partir de então, todos os anos, voluntários se dedicam à realização do evento que tem na coordenação a professora de yoga e danças Sônia Lucia Gomes.
A cada edição, pessoas que precisam de cadeiras de roda ou equipamentos para apoio físico são beneficiadas.
Conforme Sônia, a ideia inicial do nome era remeter público e artistas às conexões sociais, de forma a aumentar a capacidade individual de cada um. Em 2005, o Conexões chegou a se apresentar no Teatro São Pedro, em Porto Alegre.
Há três anos, o show beneficente foi direcionado em prol do jovem José Luis da Costa, com Síndrome de Thévenard. Depois deste período de intervalo, o evento volta a ser realizado. Neste ano, pela primeira vez, o dinheiro arrecadado com os ingressos será revertido ao Hospital Ouro Branco.
Os ingressos estão à venda em
História de Jones
O menino Jones nasceu com uma deficiência que o impediu de caminhar ou mesmo coordenar os movimentos. A paralisia infantil chegou para desafiar a família, que já tinha problemas financeiros. Ao revelar muita força de vontade ao querer dançar, Jones conseguiu, por meio de diversos tipos de exercícios físicos, ter controle sobre movimentos básicos. Hoje consegue, inclusive, se levantar e dar alguns passos. Os estudos seguiram em paralelo à fisioterapia e à dança. Agora levar os colegas e amigos com outras diferenças e desafios físicos e mentais é a meta do jovem.
vários pontos da cidade, como no HOB e veículos locais de comunicação. O custo é de R$ 10 antecipado e R$ 15 no ato.

Sábado
mantido em segredo. Joyce marca um encon tro com Irene e Eugênio fica tenso. Ivana pensa em Cláudio. Joyce humilha Ritinha. Cibele se recusa a contar seu plano para Shirley. Abel indica um carro valioso para Edinalva. Shirley conta para Cibele que Ruy pretende lhe pagar uma pensão. Eurico demonstra seu preconcei to com Nonato. Silvana leva suas joias para serem avaliadas. Rubinho avisa a Bibi que pre cisa viajar. Jeiza se prepara para uma grande operação policial fora do Rio de Janeiro. Joyce e Eugênio se surpreendem com Edinalva. Sil vana leva o relógio do pai de Eurico para ser penhorado com as joias. Ivana fica abalada quando Anita elogia a nova namorada de Cláudio. Simone conversa com Cláudio sobre a prima. Caio avisa que fará a cerimônia de casamento na casa de Heleninha. Silvana con segue pagar a dívida. Joyce afirma a Ivana que

Você tende a trabalhar com mais afinco que o habitual, buscando obter reconhecimento por suas realizações. Número da sorte: 119

Estabelecimento que vende calçados
Denise (?), diretora de TV
Cenário típico de histórias de terror Intervalo Grande caixa
Estado dos EUA Base de filmes
Quorum exigido para aprovação de lei ordinária

Sempre existe uma forma melhor de se dizer o que pensa. Ser sincero ao expressar o que sente nem sempre funciona. É tempo de ser cuidadoso ao falar para não ferir pessoas que lhe querem bem.

Você pode se sentir mais introspectivo que o habitual. O mundo exterior pode parecer mais estranho que nunca. É tempo de usar a intuição para se sentir motivado a mudar o

21/07 a 20/08

Você pode não se sentir estimulado a produzir um bom trabalho quando a rotina não aponta novas possibilidades. É tempo de criar as oportunidades que vão promover o seu crescimento. Número da sorte: 297

Virgem 21/08 a 20/09

Sábado – Gilda expulsa Marisa e Haroldo de sua casa. Júlia deixa claro para Mariane que não a quer perto de Gui. Yasmin e Zac reatam o na moro. Gordo não gosta de ver Diana com Lázaro. Léo e Stefany se beijam. Gilda afirma a Edith que não perdoará Haroldo. JF garante a Lorena que
elativo a quem nasce no RS Apêndice da xícara André (?), tenista
China e Índia, quanto ao número de habitantes
Iguaria baiana Saldar (a dívida) Imaterial Rente; raso
É retirado pela pedicure Ilha no golfo de Nápoles (Itália)
Órgão que realiza o censo demográfico Heroína do Antigo Testamento (Bíb.)
Entusiasmo excessivo na fala Rompe À la (?): à escolha no cardápio

Ou, em inglês Alimento do gado
em LBV A 7ª nota musical “Três”, em “trifásico” Poema, em inglês Unidade da hereditariedade
Osmar Prado, ator paulista República Árabe do Egito (sigla)

Desde que haja paciência para realizar o que saciará seus desejos, a insatisfação pode fazê-lo buscar coisas novas. É tempo de transformar seu descontentamento em desenvolvimento. Número da sorte: 187

21/01 a 20/02

laça acusam Thomas de traição. Joaquim leva Elvira ao jantar de comemoração no palácio e fica envergonhado. Piatã discute com Jacira. Idalina se surpreende ao saber por quem Cecília está apaixonada. Jacira e Piatã se reconciliam. Leopoldina, Wolfgang e Diara fogem de Elvira. Thomas viaja e instrui Nívea a vigiar Anna. Domitila acredita que Chalaça estragou seus planos. Chalaça e Peter comemoram o Dia do Fico. Piatã e Jacira passam a noite fora da aldeia. Domitila pede que Francisco organize seu encontro com dom Pedro. Avilez questiona Sebastião sobre o paradeiro de Thomas. Thomas procura Domitila.


Conflitos de relacionamento podem ser provocados pelo excesso de críticas. As relações devem ser de parceria, e não de competitividade. Número da sorte: 117
Peixes 21/02 a 20/03
O importante é não se envolver demais e discernir o que é seu do que é do outro. Na hora de decidir, talvez o melhor seja pesar, ponderando prós e contras. Número da sorte: 336
11/5/2017
Dupla sena
Concurso nº 1641 03-30-32-34-36-42
Quina
Concurso nº 4380 26-35-38-58-80
Ir a circos e teatros e ver artistas a muitos metros do chão impressiona não somente crianças. Acrobacias e exercícios desempenhados nas alturas também prendem a atenção de adultos. Se observar já é motivo de suspiros, conhecer essa modalidade de perto torna-se ainda mais interessante. Na Univates, aulas de artes circenses são oferecidas semanalmente.
As atividades ocorrem em segundas e terças-feiras, das 17h às 19h, sendo a segunda data reservada para a prática de crianças e adolescentes com idade entre 6 e 16 anos. Conforme o professor Maurício Radavelli, ainda que baseadas na utilização do tecido acrobático, as aulas também são marcadas por atividades de força e preparação física. “Fazemos aquecimento, dando atenção especial para os membros superiores, depois os alunos desenvolvem a técnica no tecido e finalizam com o treinamento físico”, explica.
No entanto, o desenvolvimento de exercícios nas alturas não acontece de forma imediata. Segundo Marcos Minoru, super-
visor das atividades, a evolução do atleta ocorre de forma lenta e perceptível. As atividades iniciam com a compreensão e prática de exercícios individuais, para depois serem unidas, formando, assim, uma série de acrobacias. Para esse momento, força, flexibilidade e concentração se tornam virtudes indispensáveis. “A arte circense é uma arte, isso o próprio nome diz. O legal disso é que ela propicia maior liberdade de atividade ao participante. Ela requer que cada artista explore sua expressão, seu movimento e sua identidade”, afirma Minoru.
A segunda-feira, dia 8, marcou a primeira aula de Raiza Halmenschlager. Depois de um ano de Pilates, a estudante de Arquitetura e Urbanismo buscava outras atividades e encontrou nos tecidos uma nova possibilidade. “É uma atividade diferente, exige bastante do praticante. A primeira impressão foi boa, gostei muito”, garante. Mais informações podem ser obtidas no www.univates.br/complexo ou pelo 37147000, ramal 5805.
Participe deste espaço mandando e-mail: leitor@jornalahora.inf.br
Chegando o Dia das Mães analisemos o quanto a maternidade tem sido um assunto bastante em foco, não é mesmo? São inúmeros os programas de TV, sites, blogs e marcas que consideram esse ciclo da vida um nicho de mercado um tanto quanto promissor.
De fato é, podemos dizer que a maternidade nunca foi tão discutida e desvendada como está sendo nos dias atuais. Porém, é necessário estarmos atentos às expectativas que estão sendo lançadas sobre a maternidade e sobre as mães.
Vende-se a roupa ideal para ser usada, a festa ideal para ser planejada, as brincadeiras que não podem faltar na infância, a maneira certa de se alimentar, entre outras tantas mil formas ideais de uma mãe se portar.
Todo cuidado é bem-vindo, toda ajuda e toda ideia, mas esse glamour cheio de comparações e essa ditadura sutil não enriquecem em nada, pelo contrário, só trazem expectativas frustradas e um desejo
Nunca gostei muito de fazer aniversário, e sei que outras pessoas compartilham desse sentimento. Primeiro porque eu não me sinto “fazendo” aniversário, me vejo forçada a ele. Como algo que nos atropela, o dia que marca mais um ano de nosso nascimento chega sem querermos, sem fazermos qualquer movimento para que aconteça. Precisamos aceitar que é aniversário e ponto. Mesmo que “aceitar” sugere uma ação, talvez refira algo mais passivo que “fazer”, enfim...
Confesso que fico feliz ao receber ligações e mensagens carinhosas, até porque elas, geralmente, vêm de pessoas que eu gosto. Procuro não pensar que muitas dessas pessoas só lembraram porque o Facebook as avisou. Tomo como irrelevante esse “detalhe”. Penso que poderiam ter sido avisadas e simplesmente ter ignorado o aviso, mas não, empenharam um tempinho em escrever uma
de impotência perturbador. Como mães, precisamos estar atentas à pressão que o mundo externo lança, mas, principalmente, à cobrança que temos sobre nós mesmas. Me diz se isso nunca aconteceu? Olhar para outra mãe achando-a mais bela, ler uma revista ou assistir a um programa e analisarmos o nosso comportamento de uma maneira tão dura a ponto de nos desgastarmos de um sentimento tão in-
[...]ao invés de lançarmos expectativas sobre as mães, permitamos que elas criem as suas a respeito da maternidade a partir das belas, ou não tão belas, vivências.
tenso, que é a maternidade. Como sociedade, ao invés de lançarmos expectativas sobre as mães, permitamos que elas criem as suas a respeito da maternidade a partir das belas, ou não tão belas, vivências.
E se vierem as frustrações? Como mãe, permita-se vivê-las! Elas nos fazem (re)pensar nosso comportamento e seguir adiante. Seja um piquenique frustrado, uns quilos a mais na balança ou até mesmo uma noite mal dormida, no fim, tudo vale a pena se é vivido com intensidade e amor. Mães, tenham expectativas sobre a maternidade, sobre seus filhos e sobre o futuro. Permitam-se sonhar, realizar, criar, sofrer e viver. Feliz Dia das Mães! Cheio de expectativas, frustradas ou não, nascidas em momentos de afeto e ternura.
mensagem. De forma virtual ou não, houve o desejo de felicitações, de expressar a passagem da data. Mas e depois disso, o que fica?
Penso que o me faz resistir às comemorações da data acredito ser só meu. Assim como acredito ser para as outras pessoas que compartilham esse sentimento comigo. Vejo-me incapaz, impotente frente à nova idade que chega, pois não consigo segurá-la, não consigo falar para que espere um pouco mais para se instalar. Uma passagem apertada, doída.
A data do aniversário, assim com outras em específico, parece sugerir certa (auto)avaliação. Uma avalanche de perguntas sobre o que fizemos, sobre os anos vividos e sobre aqueles que esperamos ainda viver. Perguntas criadas por nós mesmos diante da passagem para a próxima idade, geralmente de difíceis respostas. Uma cobrança disfarçada de reflexão.
O aniversário é uma aproxi -
Fernanda Nicaretta
Psicóloga e mestranda em Psicologia Social e Institucional CRP 07/24198

mação com o tempo que resta, um tempo que nos parece sempre curto. Ao mesmo tempo em que ganhamos maturidade com essa passagem, já que nossa vida é uma soma de experiências. Sabemos, também, que nosso corpo e algumas possibilidades “perdem”. Há certa dor em deixar algo para trás. A idade de antes nunca mais voltará, mesmo com tentativas de mantê-la viva.
O ritual da comemoração talvez possa ajudar, uma forma de simbolizar que houve uma passagem, que a partir daquele momento um novo tempo inicia. Uma forma de ensaio da nova resposta diante da pergunta “Quantos anos você tem?”.

Vale do Taquari
Para contribuir com as entidades que trabalham em benefício da comunidade, a Sicredi Vale do Taquari criou o Fundo Filantrópico, pelo qual destinará 2% das sobras líquidas anuais para apoiar projetos culturais e sociais da região. “A cooperativa já se diferencia por ter produtos bons e preços mais competitivos. Contempla os associados com a distribuição do resultado e agora dará uma atenção ainda maior à área social”, destaca o diretor-executivo Luiz Mario Leite Berbigier. Podem se candidatar as pessoas jurídicas sem fins lucrativos, legalmente constituídas, que sejam associadas da Sicredi VT e tenham movimentações financeiras regulares. Serão contemplados os projetos que visem a ampliação do acervo de bibliotecas ou que envolvam portadores de necessidades especiais, meio am-
Projeto destinará 2% das sobras líquidas anuais para auxiliar entidades

biente/sustentabilidade, inclusão social e educação financeira, projetos esportivos, creches, escolas e cooperativas escolares, bem como projetos culturais que desenvolvam folclore, música e teatro. Não é permitida a utilização dos recursos para patrocínios ou eventos.
As entidades interessadas
Na quinta-feira, 18, a partir das 8h, o Imec Supermercado reinaugura a loja do bairro Florestal. Com uma história de sucesso de 17 anos, se firmará como referência de qualidade e variedade de produtos na comunidade lajeadense e região.

Segundo Leonardo Taufer, diretor-presidente do Imec, a infraestrutura é projetada com foco em melhor atender o cliente do bairro Florestal, proporcionando maior oferta de serviço e produto. “Ampliamos o sortimento da loja, para que não seja mais um local de conveniência e, sim, de destino em todas as categorias e com grande ênfase nas áreas de perecíveis”, comenta.
Em seu novo formato, o local contará com um mix de dez mil itens, área total construída de 2.530m² –aumentando 50% seu espaço –, nove checkout's e estacionamento para 18 vagas cobertas, além das já existentes na lateral da loja. Terá dois acessos (pelas ruas Benjamin Constant e Julio F. Born), ar-condicionado, elevador, iluminação e layout modernos.
A reforma e ampliação faz parte do plano de investimentos em infraestrutura da rede, cujo objetivo é padronizar, melhorar, ampliar e modernizar as unidades, com foco em agregar comodidades, conforto e praticidade aos clientes.
O atendimento ocorrerá de segunda-feira a sábado, das 7h30min às 20h30min, sem fechar ao meio-dia.

Entre os dias 14 e 21, os cursos de Logística e Gestão Financeira da Univates realizam viagem de estudos para a Argentina, cujos objetivos principais são observar as práticas das áreas e compreender os processos.
e aptas devem inscrever seu projeto por meio do envio do mesmo, mais o preenchimento de formulário padrão para o coop0179_comunicacao@sicredi.com.br entre os dias 1º de maio e 30 de junho. A avaliação será realizada durante o mês de julho e a divulgação dos selecionados ocorrerá no período de 1º a 15 de agosto.
Lajeado
Na quarta-feira, a Rede Benoit inaugurou no bairro Fortaleza, em Blumenau, a loja número 215 e a segunda unidade na cidade. A primeira está instalada no centro. Durante a solenidade, foi realizado um coquetel e distribuídos brindes aos primeiros cem clientes que chegaram à loja.
A nova Loja Benoit está localizada na rua Francisco Valdrieck, 686, sala 1, no bairro Fortaleza. O contato pode ser feito pelo (47) 3323-2311.
A Scala Logística receberá os estudantes e professores para apresentar o caso da empresa, os processos de internacionalização, a sua atuação no Mercosul, entre outros temas relativos.
De acordo com Valmor Scapini, sócio-administrador da Scala Logística, a empresa tem o foco no desenvolvimento humano – que
é a sua base para uma logística perfeita – e acredita que, por meio de ações como essa, contribui com a formação do futuros profissionais.
Para os professores da Univates, a imersão no ambiente argentino proporcionará aos participantes viver e compreender as questões econômicas, culturais, políticas e sociais, por meio de estudos prévios, em aula, das observações e análises in loco ao longo da estadia nas cidades e, especialmente, pelas discussões que serão geradas após o evento, compartilhando conhecimentos, experiências e percepções pessoais.
Lajeado
O amor é demonstrado nos pequenos gestos, mas ainda dá tempo de reforçar o recado e garantir o presente de Dia das Mães no Shopping Lajeado. Até o domingo, o comércio estará repleto de ofertas especiais para que nenhum filho deixe a data passar em branco.
Neste ano, os comerciantes esperam os clientes com preços diferenciados e facilidades de
pagamento. São opções para todos os bolsos de filhos e tipos de mães, das modernas às mais tradicionais. Tem gastronomia, cultura, beleza, moda, cinema e toda a variedade de presentes que as mães merecem com o conforto de encontrar tudo em um só lugar.
Além das ofertas de Dia das Mães, o centro de compras oferece uma estrutura de segurança, diversão e comodidade para toda a família aproveitar.

Até o domingo, lojas estarão repletas de ofertas especiais
Lojas: das 10h às 22h Alimentação: das 10h às 23h Supermercado: das 9h às
Lojas: das 13h às 19h Alimentação: das 11h às 22h Supermercado: das 9h às