
Quinta-feira, 19 de maio de 2016
![]()

Quinta-feira, 19 de maio de 2016
No Dia Nacional da Luta
Antimanicomial, usuários do sistema de saúde mental, famílias e servidores públicos foram às ruas. A manifestação quer chamar a atenção da sociedade sobre os avanços no atendimento às pessoas com doenças mentais. Na origem, o movimento está ligado à reforma sanitária, a qual integrou o documento para criação do SUS.
As ações visaram fortalecer os avanços na área da reforma psiquiátrica, que teve como diretriz a reformulação do modelo de atenção à saúde mental. Se antes os manicômios prendiam os doentes mentais e os excluíam do convívio social – muitas vezes mantendo-os em condições subumanas – hoje o tratamento se concentra em uma rede de atenção psicossocial, estruturada em unidades de serviços comunitárioseabertos,comoéocasodosCentro de Atenção Psicossocial (Caps). Ontem de manhã, um palco montado no meio da Praça da Matriz, em Lajeado, estava repleto de usuários do serviço. Em determinado momento, dependentes químicos em recuperação relataram dramas pessoais.
De acordo com a coordenadora da Saúde Mental da Secretaria de
Saúde de Lajeado, Josiane Hilgert Bandeira, os manicômios não foram completamente extintos e a situação atual do estado deixa todos inseguros. “Temos receio de que algumas práticas antigas possam retornar.”
Segundo a coordenadora, o Estado prevê ampliação do número de leitos no Hospital Psiquiátrico São Pedro e isso é preocupante. A luta, diz, é para que o cuidado dessas pessoassejafeitonascidadesdeorigem, perto dos familiares e amigos.
“Nostemosemnossoscoraçõesalgo que nos move a esconder a loucura, como se nós não tivéssemos as nossas próprias. Então temos que sempre reafirmar essa luta.”
Temos receio de que algumas práticas antigas possam retornar.
Josiane Hilgert
Coordenadora da Saúde Mental
A vida por um triz
Um dos usuários, J.K., 20, teve seis internações por conta do vício do crack. Esteve preso por roubos e assaltos na região. Viu o pai ser morto por seu tio, na frente da irmã menor de idade e, inclusive, tentou o suicídio.

Ele e mais 17 internos estão em recuperação no Centro Terapêutico São Francisco e pensa em conseguir um trabalho e continuar estudado. “Estando bem, minha família está bem. Quero ser um exemplo para minha irmã”, diz.
Para a psicóloga Márcia Raquel Azevedo, o apoio dos familiares é fundamental, mas muitas vezes os laços foram rompidos. Mesmo assim, é preciso compreensão da sociedade para com o dependente, pois está doente. “O crack é uma droga forte, mas o álcool acaba sendo mais perigoso, por ter mais fácil acesso e ser mais sedutor.”
Em um dos depoimentos feitos na praça, uma mulher, dependente de crack, emocionou o público ao relatar uma pequena parte do drama que passou ao viver na rua. Suja e doente, ela comia se lhe davam o que comer, mas o foco era conseguir dinheiro para comprar a pedra. “Hoje posso dizer que sou feliz e tive a ajuda de muitas pessoas. Sou muito grata a elas que salvaram minha vida.”

Caminhada Lokadeboa
Em Arroio do Meio, os serviços desaúdecomoCapseassistência social organizaram a Caminhada Lokadeboa pela rua João CarlosMachado,comcartazesedizeresdeapoioaosdoentesmentais. Para a psicóloga do Hospital São José de Arroio do Meio, Graziela Piassini, é preciso mais avanços. Para ela, falta melhorar a rede de suporte básico para atender as demandas. “O setor de Saúde Mental não está preparado. Até na hora da internação,
há resistência, mas, depois do tratamento, tratam o sujeito de forma normal.”
Conforme Graziela, é preciso ampliar a qualificação de profissionais para atuar na área. Afirma que a sociedade necessita diminuir o preconceito, pois todos podem adoecer. Segundo ela, odoentequeprocuraoCapsquer ajuda, não isolamento ou exclusão. “O diferente é só diferente, não é perigoso. A gente pode caminhar juntos”, conclui.


Participe deste espaço mandando e-mail: leitor@jornalahora.inf.br
Um dos ônus mais pesados de se chegar aos 50 anos é ter tido de sepultar muitos parentes, vizinhos, colegas e amigos. Já participei de dezenas de velórios e enterros.
Mas, para mim, o mais impressionante dos funerais é a materialização do medo primitivo que todos temos de que os mortos levantem das sepulturas e ataquem os vivos.
Parece absurdo, mas não é.
Todos nós possuímos um processo de amnésia histórica conveniente, acompanhado da sensação de eterno presente. Não nos lembramos dos traumas primitivos da humanidade como a sequela psicológica causada pela convivência com cadáveres.
Criamos a cultura dos sepultamentos há quase 80 mil anos. E estamos no planeta a mais de quatro milhões de anos. Nossos antepassados aprenderamaduraspenasqueaputrefação dos corpos trazia mau cheiro, doenças e a morte. Assim, num primeiro momento, os cadáveres eram levados para longe dos acampamentos e abandonados a céu aberto.
O problema é que esses locais de
Seis vivências recentes me levam a partilhar o que segue. Dr. Luchese afirma: “Nunca vi nenhum ateu em leito de morte.”
Visitando três pessoas no leito da morte, experienciei algo impressionante. Depois de motivados a se entregar nas mãos de Deus e deixar que Ele faça o melhor, as três serenaram, sorriram e passaram a estar muito tranquilas. Agradeceram, pois agora, já sem medo da morte e de Deus, esperam encontrar-se face a face. Outra vivência. Três mães aflitas, em depressão pós-parto, falaram-me do desespero insuportável das visitas de curiosos nos primeiros dias do bebê. Cheias de dor, depressivas e o quarto cheio de pessoas o dia inteiro falando alto, falando de tudo principalmente do que não convém, cada um querendo pegar o nenê nos braços. “A gente não consegue descansar de dia, porque a casa está cheia de gente o dia todo e o nenê chora a noite inteira, pois fica com cólicas, pelo desajeito que foi submetido durante
desova de corpos acabavam atraindo insetos e animais carniceiros, que destruíam o corpo, dando um fim degradante ao morto. Além disso, esses depósitos de cadáveres contaminavam o solo, as águas e traziam todos os tipos de doenças. Assim, os homens primitivos começaram a temer os mortos. Por esses motivos, achou-se por bem descartar os cadáveres em covas profundas ou destruí-los pelo fogo. Era uma forma de higienização e uma garantia que o morto não voltaria ao mundodosvivos,embuscadevingança pelo abandono.
Existem rituais em nossos velórios que remetem a esses medos ancestrais. Em regiões de dispersão ítalo-germânica, alguns grupos fazem a despedida do defunto na residência do mesmo e, depois dos serviços fúnebres, o corpo é retirado de dentro da casa, sempre primeiro passando os pés pela porta que leva a rua. O motivo dessa ação é confundir o morto, para que ele não ache o caminho de volta ao lar. Outro procedimento estranho é a forma que fechamos os caixões. Os esquifes são parafusados antes de serem enterrados. A questão
o dia”. É cultural, é costume visitar a mãe dos recém-nascidos. “Ir olhar o nenê” pode ser cultural e um costume milenar até bom, desde que seja feito de jeito certo. Comadre! Compadre! Vizinha, amiga, mana, mãe, sogra e outros, se você “vai ver o nenê” e fica lá muito tempo, falando em voz alta, falando da vida alheia, fazendo perguntas sobre a mãe e o nenê, não respeitando horários, você não é visita. É torturadora.
Às mães que atendi, sugeri colocarem na porta uma plaquinha dizendo: visitas das 9h30min às 10h e das 16h às 16h30min. Uma sei que o fez e me ligou agradecida a encorajá-la em fazer isso. É claro que é conversa em toda a redondeza, diz ela. Mas eu e o bebê conseguimos repousar e meu filho agora dorme a noite inteira e eu estou melhorando.
Aprendi bem cedo que ao visitar doentes é falta de educação fazer qualquer pergunta. É comum as pessoas chegarem, dar a mão e perguntar: “Está tudo bem?” Se está no
João Timótheo
Esmerio Machado
Professor e pesquisador histórico jtimotheo@yahoo.com.br

é por quê? Será que as toneladas de terra e concreto não são suficientes para selar os ataúdes?
Nossas ações sociais trazem ecos de um passado remoto. Nossos medos primitivos até são verbalizados. Existe uma máxima ameaçadora – e de mau gosto – que é o “olha que eu volto (do mundo dos mortos) para te puxar os pés de noite.” Normalmente os que ouvem essa temível advertência fazem caras de nojo, de espanto ou se benzem, mostrando o quanto ainda, dentro de cada um de nós, vive um ser limitado, preso a preconceitos e amedrontado pelo incompreensível, como os primitivos seres humanos do período paleolítico.
Era o que tinha que ser dito E assim foi.


hospital ou de cama é evidente que não está!
Por isso, é preciso estar atento em todos os momentos e em cada situação. Um padre velho me dizia: “Quando vais rezar com pessoas em estado grave, toque-as com ternura, reze o mínimo possível, voz firme e suave, palavras curtas, claras e positivas. Palavras motivadoras e de esperança. Abençoa e deixe a pessoa em paz.”
A cada pessoa que visito no leito da dor, lembro-me do padre Jerônimo, um sábio, santo e querido. E lhes digo: o resultado é fantástico.

OSalão Panorâmico do Clube Tiro e Caça (CTC) recebe, a partir das 20h, o lançamento da Feira Industrial, Comercial e de Serviços do Vale do Taquari (Expovale 2016). A solenidade ocorre a cerca de seis meses do início da programação da 20ª edição da maior feira de negócios da região.
Além de integrantes da comissão organizadora e patrocinadores, são esperados expositores e representantes da economia e política local. Até esta semana, a feira tinha 80% do pavilhão 1 vendido e 70% do pavilhão 2. O Salão do Automóvel é o espaço com maior comercialização, com cerca de 90% dos espaços já com expositor definido.
Durante a solenidade, os visitantes poderão conferir as projeções de programação, trajes oficiais das soberanas, campanha publicitária e um mapa com os estandes disponíveis.
Nessa terça-feira, 17, integrantes da comissão organizadora definiram detalhes da 20ª edição do evento. Segundo o presidente da Expovale 2016, Alex Schmitt, no total, o evento tem 70% dos estandes vendidos. Na avaliação dele, com o contexto econômico, a tendência deste ano é de manter os números aa última edição da feira, em 2014.
Também destaca a importância do evento para a melhoria do desempenho da economia local. Para ele, a diversidade de expositores demonstra o perfil econômico da região. “Me parece que a feira passa a ser uma ferramenta para criar um clima positivo de negócios.”
De acordo com o presidente, além das vendas realizadas durante a feira, ela exerce um papel importante para a aproximação de expositores e novos clientes. Outra característica é a possibilidade de apresentar novidades ao público.
O perfil da Expovale, segundo o presidente, reproduz parte do histórico de coletividade e diversidade econômica e cultural da região. De acordo com ele, a marca de 20 anos do evento reforça a necessidade de uma programação e desempenho marcantes para os visitantes.
Relembre
Na última edição, em 2014, a Expovale teve R$ 54 milhões em negócios, cerca de 12% da meta estabelecida. A circulação de público durante os dias de evento foi estimada em 140 mil pessoas.

INFORME COMERCIAL
Recentemente o Setor de Leite do Departamento Técnico da Cooperativa Languiru promoveu a palestra “Monitoramento de conforto e bem-estar em sistemas confinados free stall e compost barn”. O palestrante foi o médico-veterinário
Marcelo Cecim, especialista em Produção Animal e Comportamento Reprodutivo e professor do curso de Medicina Veterinária na Universidade Federal de Santa Maria. O evento, gratuito, ocorreu na sala de reuniões da Associação dos Funcionários da Languiru.
Comportamento do rebanho
Conforme Cecim, a melhor maneira para identificar se um sistema de criação é adequado é a observação dos animais. “Nos últimos anos, tenho visto e aprendido muito ao observar a vaca, procurando entender o que ela está tentando nos dizer. As 24 horas de uma vaca moderna estão divididas em cinco horas comendo, 12,5 horas deitada, três horas ordenhando, 1,5 hora presa, uma hora de convívio social, uma hora bebendo e nenhuma hora parada”, resumiu.
Conforme o palestrante, o maior desafio de hoje é possibilitar que o animal permaneça, no mínimo, 12,5 horas deitado. “É nesse momento que a vaca ru-


mina e gera leite. Quanto mais ruminar, mais leite produzirá. Uma vaca parada, sem fazer nada, como se estivesse pensando, é uma vaca que não está bem. Pode estar com medo, com dor ou começando a desenvolver alguma doença”, exemplificou Cecim, acrescentando que uma vaca começa a dar sinais de que ficará doente dez dias antes.
Entre os sinais que podem representar algum problema, ele destacou a redução de alimentação, caminhada mais lenta e com orelha caída, entre outros. “Infelizmente não temos como medir isso. Talvez o primeiro sinal que nos permite medir que as vacas não estão contentes é aferindo a sua ruminação. O que as vacas esperam ter na vida para deitar, o que alegra uma vaca: rotina, ócio, cama seca, sombra, água morna e espaço”, explicou, acrescentando que um dos grandes desafios para a produção de leite na Região Sul é a umidade.
Cecim também exemplificou fatores que estressam a vaca: falta de tempo, excesso de calor, falta de água, más companhias e cama molhada.
Rentabilidade
“A vaca que está bem é a vaca que nos dá mais dinheiro. Não preciso, necessariamente, ter uma produção maior de leite
para ter um maior retorno financeiro. Além de focar na produção de leite de qualidade, o que aumenta a rentabilidade na produção é a vida produtiva do animal, medida por lactações. Hoje, os índices brasileiros são de 3,5 lactações por animal, enquanto que na Nova Zelândia chega a 6,6 lactações, e isso impacta diretamente em retorno financeiro”, afirmou Cecim.
Melhor sistema
O palestrante foi enfático: não existe mágica, tudo é um trabalho de observação. “Não se encantem com um sistema. Quem faz o sistema é quem cuida dele. O que mais importa é que o produtor observe o que a vaca nos diz. Cada caso é um caso.”
Para ilustrar seus pontos de vista, Cecim apresentou fotografias, com exemplos de free stall e compost barn, além de erros de manejo.
Coleira
Ao final da palestra, foi apresentada coleira que auxilia na coleta de dados de ruminação, atividade e ócio, 24 horas por dia, sete dias por semana, armazenando esses dados em uma memória interna.
“Os sensores possuem alta sensibilidade, captando o movimento do animal constantemente. Um software processa as infor-
mações coletadas pela coleira e emite alertas sonoros e visuais, além de oferecer relatórios detalhados”, frisou o representante
“O uso dessa tecnologia qualifica o trabalho com mais planejamento do que trabalho braçal. Assim se ganha mais dinheiro, mas precisa saber e usar a informação”, acrescentou, detalhando o funcionamento do pacote tecnológico voltado para o monitoramento de saúde animal e detecção de cio.
A Languiru, por meio das lojas Agrocenter, tem
da empresa Chip Inside, sediada no Polo de Inovações Tecnológicas e Sociais de Santa Maria, Leonardo Martins.
parceria com a Chip Inside para divulgar e tornar a coleira mais acessível para produtores associados, com a possibilidade de compra e aluguel dos colares. “É uma tecnologia nova à disposição dos produtores, com serviço de acompanhamento profissional, ferramenta tecnológica que busca facilitar a vida dos produtores”, concluiu Martins.


beneficiam
Arroio do Meio
ASecretaria de Saúde percorre até o fim do ano 13 colégios para desenvolver o projeto de Saúde Preventiva Bucal. Durante os encontros, que na primeira etapa beneficiam estudantes do nível A e 1º ano, são realizadas palestras e distribuídos kits odontológicos, contendo fio dental, escova e creme dental, além de uma cartilha lúdica com o título “Cuide dos seus dentes e ande sempre contente”. O trabalho é acompanhado pela dentista Juliana de Oliveira. Até dezembro serão atendidos 1,3 mil estudantes da rede municipal de ensino. Durante as palestras, Juliana fala sobre a importância do uso correto de creme e fio dental, escovação, controle e frequência no consumo de açúcares e carboidratos.

As atividades iniciaram ainda em 2014, quando as auxiliares de saúde bucal realizaram visi-
tas às escolas, com escovações dentárias orientadas aos alunos. Quem necessita de consultas é
Progresso
Criado no ano passado, o Museu Nohemio Battisti participa, pela primeira vez, da Semana Nacional do Museu. Visitantes podem prestigiar a exposição de paisagens culturais do município até o dia 1o de julho ou
agendar exposição de filmes e visitas guiadas pelo 3788-1122.
O museu está localizado junto à biblioteca aos fundos do Centro Administrativo. As atividades, exceto a visita guiada, ocorrem no auditório. Programação está aberta à comunidade.
Em sua 14ª edição, a Semana
Nacional do Museu iniciou nessa segunda-feira, 16, e encerra no domingo, 22. Promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), a atividade tem como tema “Museus e paisagens culturais. Reúne 1,2 mil museus brasileiros com 3,7 mil atividades.
encaminhado ao posto de saúde de seu bairro para posterior tratamento.
Quatro dentistas
Para atender a demanda na área, foi contratado mais um dentista por concurso público. Hoje são quatro profissionais e duas auxiliares que atendem os pacientes nas unidades de saúde nos bairros (centro, Bela Vista, Navegantes, Aimoré e São Caetano), além da Unidade Móvel de Saúde, que percorre o interior. São oferecidos à comunidade procedimentos gratuitos como restaurações, extrações, limpezas, aplicação de selante e flúor, avaliações de lesões orais, entre outros. Interessados podem retirar fichas em sextas-feiras pela manhã, às 7h10min, no subsolo da prefeitura.

Atividades no museu municipal estão abertas para toda a comunidade

Após descobrir a verdade sobre o tratamento que Candinho (Sergio Guizé) recebia na fazenda, Sandra (Flávia Alessandra) encontra o pretexto que precisava para expulsar os caipiras da mansão. Na hora do almoço, com todos reunidos à mesa se fartando de comida, ela ataca: “Que bom que estão satisfeitos. Porque é a última refeição que farão aqui.”
Anastácia tenta apaziguar a situação, mas a loira prossegue: “Um momento, titia. Eu vou direto ao ponto. Vocês todos, da fazenda, vão terminar de comer, fazer as malas e voltar para o fim de mundo de onde vieram.” Cunegundes (Elizabeth Savala) é pega de surpresa. “Como si atrevi? Tá tocando nois daqui?”, pergunta. E Sandra não perde tempo em responder. “A senhora, seu marido, e todos mais. Saiam desta casa. Estão expulsos!”, brada.


Mesmo brigada com Romeu (Klebber Toledo), Mafalda (Camila Queiroz) não desiste de saber mais sobre o “cegonho”. A caipira aproveita um passeio com Maria (Bianca Bin) até a pensão de Camélia (Ana Lucia Torre) para perguntar sobre sua maior curiosidade. “Maria, vosmecê teve filha. Quem tem filha, pelo qui sei das coisa, qui já sei di muita, muita coisa...”, começa a jovem.
Quando Mafalda menciona o “cegonho”, no entanto, Maria não entende bem ao que a caipira se refere. “Pelo que sei, o cegonho é um pássaro de bico comprido. Deve realmente bicar doído”, responde, deixando Mafalda nervosa.


Quinta-feira – Martim se recusa a falar com padre Benício sobre sua família. Carlos Eduardo se enfurece ao constatar que não terá o apoio de Afrânio para sua candidatura. Olívia fica radiante ao saber que seu pai gostou de seu projeto de agricultura. Padre Benício chega ao sítio dos avós de Martim. Cícero segue Iolanda. Beatriz conta para Bento sobre as ameaças do prefeito e se assusta com a reação do vereador. Martim pede que padre Benício não conte sobre sua volta. Olívia admira Lucas. Bento pressiona o prefeito Raimundo na frente dos eleitores.
Quinta-feira – Lili insinua que o bebê é de Germano. Florisval e Rosângela comemoram com os filhos a notícia de seu casamento. Leila e Rafael ficam juntos e o rapaz propõe que os dois iniciem uma relação. Claudia avisa a Carolina que o pedido de adoção foi negado pelo juiz por causa do processo de Eliza. Carolina suplica a Eliza que retire o processo que move contra ela.


Concurso nº 1493

Concurso nº 879
7 números acertados-Não houve acertador!
6 números acertados-4 apostas ganhadoras, R$ 27.163,61
5 números acertados-244 apostas ganhadoras, R$ 636,15
4 números acertados-4011 apostas ganhadoras, R$ 6,00
3 números acertados-37461 apostas ganhadoras, R$ 2,00
Concurso nº 4086 06-28-31-33-71 17/5/2016 Terça-feira
Sorteio
Quina - 5 números acertados Não houve acertador
Quadra - 4 números acertados 41 apostas ganhadoras, R$ 6.637,38
Terno - 3 números acertados 3267 apostas ganhadoras, R$ 125,25
Duque - 2 números acertados 83367 apostas ganhadoras, R$ 2,69


Quinta-feira – Cunegundes confessa que jamais gostou de Candinho e Anastácia a expulsa de casa. Zé dos Porcos e Manuela comemoram as mudanças na fazenda. Tobias promete ajudar Emma a cozinhar para Narcisa e Lauro. Diana pede que Diva deixe sua casa. Anastácia agradece Eponina e Manuela por cuidarem de Candinho. Gerusa afirma saber que tem uma doença grave. Maria revela a Candinho que Filomena está grávida. Candinho questiona Filomena sobre a paternidade do bebê.


extravios. Por isso, certifique-se bem antes de dar como certo um pedido, uma comunicação importante. No amor, quanto menos conversa, melhor. Númerodasorte:118
hoje, mas ao fim da tarde essa onda ruim

Ação de reorganizar algo
Ente folclórico de pés invertidos

A rotina tira você do sério com algo que não estava no programa? Não permita que isso abale sua saúde. Divida tarefas e compartilhe responsabilidades. Será mais leve e mais fácil tocar o dia assim. Afetos em onda arrevesada, com desentendimentos no ar. Adie encontros. Númerodasorte:224

Cesto de pescadores


bras de uns e outros serão reveladas também, aos poucos, a partir de hoje – mas você, espírito nobre, ri de tudo. Amores andam oscilantes. Mostre suas qualidades. Númerodasorte:649


céus, que incide favoravelmente na sua vida material e financeira. É dia de somar conheci-
Conserto Que são dignos de apreço
Entidade estudantil (sigla)
Joaquim Barbosa e Ricardo Lewandowski, no julgamento do Mensalão (jur.)
Improviso do cantador nordestino
Drinque brasileiro famoso mundialmente
Tempero da moqueca capixaba

Nota do tradutor (abrev.)
Explorador comercial de navio mercante


destino de muita gente. O astral de hoje abre uma janela positiva para você interferir a favor da esperança, do trabalho concreto e da fé. Tipos esquisitos podem se achegar, tentando tirar você do eixo. Não conseguirão. Númerodasorte:369
Chefe de James Bond (Cin.)
Árvore popular brasileira originária de Alagoas, estado do qual é símbolo
Camarão (bras.) Obesidade
Tecido de roupas de quadrilhas juninas
Suportável; tolerável Mina, em inglês
O Sol se despede de Touro nestas próximas horas, mas você ainda tem uns dois dias para investir bastante nas suas relações familiares, na sua intimidade, enfim. Pequenas reformas em casa serão benéficas. Contatos importantes de trabalho. Surpresas no ar. Númerodasorte:555
Peixes
21/01 a 20/02 21/02 a 20/03
Júpiter e Netuno em oposição contam sobre a clareza que vem de se saber meio perdido, num mundo em que muitos parceiros, sócios e clientes se mostram certos e entusiasmados. Mas você não está assim; desiludido e distante, aprende a enxergar além do comum. Número da sorte: 574
17h
Quinta-feira – Ciça pede que Pedro se afaste dela. Vanda sente falta de Uodson. Ana confronta Ciça sobre Samurai, mas a menina sustenta a versão de que está com o rapaz por vontade própria. Samurai revela para Ana e Ciça que já providenciou o exame de DNA de Rodriguinho. Jéssica aceitar sair com Luan e Tainá. Filipe pensa em trabalhar na lanchonete com Jéssica e Jorge o apoia. Glauco e Cleyton incentivam Krica a se candidatar à vaga de garçonete. Filipe perde o emprego para Krica. Tito conforta Ana e Rodrigo questiona a mãe. Pedro tenta se aproximar de Ciça e Samurai o ameaça.

Aumentam durante períodos de inflação
Cidade da Grande Porto Alegre
Aluir; abalar
Código da França no endereço da internet (?) publica: bens do povo (lat.)
Robert Oppenheimer, físico dos EUA
“Dissolução”, em “lisina” Botequim
Sociedade Anônima (abrev.)
Celebração do aniversário de casamento
(?) falho: expressa o inconsciente
Problema climático agravado pelo desmatamento
Causa frequente de queixas no Procon Feitio do movimento do cavalo no xadrez
Agir como o fanfarrão
3/res. 4/mine. 6/esteio. 7/samburá. 16/palácio de ristal.c



Cada divisão do horóscopo chinês
5, em romanos
Resolve (problema)
Lajeado
Empresários driblam a crise e investem na expansão dos negócios. Os proprietários do Mercadão dos Óculos de Lajeado, Vilson Brauwers, 24, e Vanderlei Pohl, 36, inauguram hoje, a partir das 9h, uma filial na rua Osvaldo Aranha, 1313, centro de Venâncio Aires. “Obtivemos um incremento de 40% acima do esperado em comparação a março de 2015”, comemora Brauwers.
Pohl, também proprietário da Loja Sintonia da Moda, em Lajeado, aposta no diferencial para conquistar os clientes. “Promoções e facilidades no pagamento aliadas à qualidade no atendimento cativam o público.” Um dos grandes atrativos da ótica, por exemplo, é não fechar ao meio-dia.

Entre os produtos, são encontrados óculos da linha infantil com armações flexíveis e lentes de policarbonato, feitas de resina mais resistente à quebra e também mais fina e leve. “Também oferecemos óculos solares desse mesmo material para crianças.” Brauwers des-

No dia 20 de junho ocorre o último sorteio da promoção
Lajeado
O segundo sorteio da Complete Sua Sorte ocorreu ontem, na sede administrativa da Distribuidora Charrua. Os contemplados foram Jayme Lucas D'Avila, de Piratini, com um automóvel HB 20, Carlos
Diego Jantsch, de Paverama, e Patricia Hofstaetter, de Lajeado, com uma moto CG 160cc cada, e Silvane Antunes, de Arroio do Meio, com um minicarro. Os cupons não sorteados nas primeiras etapas continuam concorrendo até 20 de junho, data do último sorteio.

Aline destacou a importância do planejamento empresarial
Lajeado
taca ainda as promoções de armações para adultos por preços populares de R$ 19,90.
Em Lajeado, a loja está localizada na rua Júlio de Castilhos, 943, com atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h15min, e aos sábados, das 8h às 17h.
Cacis abre agenda de qualificação
A Câmara de Comércio, Indústria e Serviços de Estrela (Cacis) oferece curso para a classe empresarial do Vale do Taquari. Nos dias 23, 24 e 25, das 19h às 22h, ocorre o curso de Análise de Crédito e Negociação de Cobrança. A atividade será conduzida por Nirlei Maria de Azevedo da Silva, especialista em Finanças das Empresas. As inscrições podem ser feitas pelo 37121088 ou cacisestrela@cacisestrela.com.br.
Investimento em planejamento estratégico entrou em debate durante encontro empresarial da Associação Sul-Brasileira de Refrigeração (Asbrav). O assunto foi conduzido pela diretora administrativa e de Recursos Humanos da Bebidas Fruki, Aline Eggers Bagatini. “Adotamos a iniciativa de buscar qualificação em consultorias. Essa prática nos ajudou a conquistar bom resultado na equipe.”
Conforme Aline, desde 2002, quando começou a implantação do programa de qualidade, houve um salto grande na gestão. “Apostamos em discussão de novas ideias entre os profissionais que atuam na empresa e também durante os workshops que participamos.”
A Fruki conta hoje com sete linhas de produção automatizadas com capacidade para fabricar até 420 milhões de litros de bebidas por ano na fábrica localizada em Lajeado.
Lajeado
Como dimensionar o investimento em estoques e o giro ideal será tratado por empresários da região durante o curso Gestão e Prevenção de Perdas no Varejo. A qualificação ocorrerá nos dias 11 e 12 de julho na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL).
Os participantes serão orientados sobre o cálculo de GMROI, ferramenta que permite calcular o retorno de margem bruta sobre investimento em estoques. A atividade será conduzida pelo professor e consultor Frederico Amorim. Entre os assuntos debatidos, os métodos de controle e combate de perdas.
O Sindicato dos Contadores e Técnicos em Contabilidade do Vale do Taquari (Sincovat) promove no dia 24 a primeira reunião descentralizada da entidade neste ano. A atividade promete uma descontraída reunião no restaurante Comabem, às 19h15min, em Taquari. O encontro será conduzido pelo palestrante Fabiano Conte enquanto
os participantes debatem o tema “Relações humanas e comunicação”. As inscrições devem ser efetuadas até o dia 23 pelo sincovat@sincovat.com.br. O jantar custa R$ 25.
O evento tem o apoio da Associação dos Profissionais e Empresas de Serviços Contábeis de Taquari e Tabaí (Assoconta) e da delegacia regional do Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Sul (CRC-RS).