
Quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
Espetáculo do Centro de Patinação Lajeado teve participação de 70 patinadores
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Quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
Espetáculo do Centro de Patinação Lajeado teve participação de 70 patinadores


Duas horas de apresentação no Clube Sete de Setembro marcaram noite de sábado
Lajeado
Oespetáculo de integrantes do Centro de Patinação Lajeado, no sábado passado, uniu diferentes gerações de praticantes e amantes do esporte. A apresentação foi a primeira exclusiva com estudantes da escola e teve duas horas de duração. Ao todo, foram 21 músicas, interpretadas por cerca de 70 patinadores com idades entre 3
e 70 anos.
Entre o repertório organizado pela professora Andréa Esperon, clássicos da disco music, músicas populares e da jovem guarda. Responsável pela coordenação e pelas coreografias, ela também se apresenta neste sábado, 12, em Santa Clara do Sul
O evento tem como tema os clássicos da Disney e ocorre no Ginásio de Esportes. Ele inicia às 20h, com entradas ao custo de
R$ 8. Assim como em Lajeado, as exibições serão complementadas com elementos alusivos ao tema e bonecos baseados nos personagens.
A apresentação foi a segunda desde que Denise Scheeren, 35, resolveu voltar aos patins, faz dois anos. Ela conheceu o esporte aos 9 anos. Segundo ela, com o passar do tempo, a rotina exigida pela prática perdeu espaço para atividades profissionais, mas indica o esporte para pesso-
as de diferentes idades.
Mãe e filha sobre patins
Uma das motivações para ela voltar ao esporte veio de casa. A filha Emilly, 7, patina faz 2 anos e meio e serviu de inspiração para a mãe.
De acordo com Denise, a possibilidade de praticar um esporte em conjunto e ter uma aproximação com a filha estão entre as
recompensas da decisão. “É algo maravilhoso. Depois da apresentação de sábado, ela me abraçou e isso me deu muita satisfação. Ela me vê praticando e se motiva também.”
Ela ressalta a necessidade de valorização do esporte e elogia a abertura de espaços adequados para a prática. Segundo Denise, entre os principais benefícios do esporte, estão o desenvolvimento da motricidade e melhor controle emocional, como da ansiedade.

Estrela
Oplenário da câmara ficou lotado nessa segunda-feira, 7, para sessão solene em homenagem à professora Claudia Argiles Costa. Moradora do município desde setembro de 1989, Claudia recebeu o título de Cidadã Estrelense pela atuação na área da educação, em proposição do vereador Gerson Adriano da Silva.
Natural de Santana do Livramento, é casada com Júlio Cesar Salecker, com quem tem dois filhos, George Octávio, 18, e Mariana, 16. Graduada em Licenciatura Plena pela Faculdade de Pelotas (Ufpel), começou a lecionar na rede pública municipal em 1990, após passar em concurso.
No mesmo ano, iniciou as atividades como supervisora educacional na Secretaria da Educação, cargo que ocupou até o ano 2000. Em 2003, assumiu como secretária da Educação, Cultura e Turismo, função que ocupou até 2004.
No período em que esteve à frente da secretaria, Claudia trabalhou na modernização das áreas externas das escolas. Também foi responsável pela instalação dos bonecos Schuck e Ruth, do relógio Schwetner e pela conclusão da cobertura do Espaço Cultural Bertholdo Gausmann.
Em 2005, atuou na 3ª Coorde-
nadoria Regional de Educação, na assessoria de apoio logístico. Desde 2006, responde pela direção do colégio Santo Antônio. A partir de 2009, atua na direção administrativa da Faculdade La Salle, tendo papel decisivo na abertura do câmpus local.
Formação acadêmica
Além da graduação concluída na Ufpel, Claudia completou pós-graduação em Supervisão Escolar pela Faculdade Cândido Mendes, do Rio de Janeiro, em 2003. Em 2007, graduou-se bacharel deDireito,formando-senaprimeira turma do curso da Univates. Concluiu, em 2011, a pós-graduação MBA em Gestão Financeira na Faculdade La Salle.
A Hora – O que fez você escolher a cidade para morar e constituir família?
Claudia – Viemos em 1989, logo depois do casamento. Eu tinha 22 anos, meu marido, 24, e foi uma caminhada muito bonita. As pessoas diziam que era difícil se inserir na comunidade, considerada muito fechada na época, mas não sentimos isso. Tivemos momentos de dificuldades, em que questionávamos a possibilidade de sair. Mas eu sempre dizia que escolhi essa terra de coração e daqui não saio. Não temos como escolher onde nascemos, mas, sim, onde vamos viver. Sempre digo para os prefeitos cuidarem bem de Estrela, porque quero andar por muito tempo nessas ruas. É uma cidade organizada, bonita, que nos proporciona uma qualidade de vida diferente de outros lugares. Nós pertencemos a Estrela, não estamos aqui de passagem.
Por que decidiu ser professora?
Nós pertencemos a Estrela, não estamos aqui de passagem
Claudia Costa Professora
Claudia – Acho que todos nós somos professores. Lecionar é compartilhar experiências e nós fazemos isso em todos os momentos, seja aprendendo com os outros ou ensinando o que sabemos. É uma profissão muito gratificante. Tanto é que tenho outras formações, mas me intitulo como professora. Para mim, é uma profissão nobre de destaque e que precisa ser valorizada.
Sua atuação na Secretaria de Educação, Cultura e Turismo é muito comentada na cidade e tem momentos marcantes como a construção dos bonecos Ruth e Schuck e do relógio Schwetner. Como foi esse trabalho?
Claudia – O gosto pela cultura e pelo turismo faz parte de mim. Quando aqui cheguei, a cultura

alemã era muito forte. Junto com a comunidade evangélica, pensamos no festival do chucrute como um momento marcante, com grupos folclóricos que levam o nome de Estrela. Fizemos o projeto de colocar os bonecos Schuck e Ruth no trevo. Ficaram lindos como a cidade, para marcar esse festival. O relógio é em homenagem à primeira fábrica do tipo no município. O último que havia sido fabricado pelo senhor Schwetner estava em um município próximo e conseguimos adquirir e reformar. Escolhemos construir um monumento em uma rótula para expor essa obra de arte. Também duplicamos o número de prédios de escolas e creches municipais. Por meio de projetos junto ao governo federal, fizemos os primeiros projetos de cozinha central e as primeiras escolas municipais com recursos da União.
Após a secretaria, seu próximo desafio foi assumir a direção do colégio Santo Antônio. Como foi essa mudança?
Claudia – Eu tinha terminado uma etapa da minha vida e decidido trabalhar na área jurídica. Nessa época, meu filho estava no 1o ano do colégio Santo Antônio e as irmãs franciscanas anunciaram o encerramento as atividades. O pessoal se juntou para montar uma associação e era uma situação que nos assustava um pouco, por ser completamente diferente. Montamos um perfil comunitário de escola, em uma linha humanista, no qual o ser é o mais importante. No primeiro ano, o número de alunos reduziu. Então decidimos investir na transformação do prédio para não fechar. Pegamos todas as nossas reservas para melhorar o espaço e trazer novas metodologias interessantes aos alunos. Hoje, se tivesse aula noturna, os alunos ficariam de noite, pois não querem sair do colégio. Tínhamos uma situação financeira complicada e hoje temos uma escola superavitária, com número adequado de estudantes para garantir a qualidade de ensino. Mas só conseguimos porque existiram pessoas que trabalharam, e ainda se dedicam e se doam para a comunidade.
Outro momento importante foi a instalação da faculdade La Salle no município. Como foram as tratativas para isso?
Claudia – O poder público sempre demonstrou vontade de trazer o ensino superior para a cidade, pois faz com que se desenvolva cada vez mais. Foi feito o convite para a ede La Salle, tivemos tratativas com a associação, as irmãs franciscanas e a administração, para instalar no colégio Santo Antônio. Temos um uso compartilhado do espaço, mas com instituições distintas. Não temos problemas de relacionamento entre a escola e a faculdade, e, sim, um pensar coletivo. A faculdade foi e está sendo um marco de desenvolvimento e crescimento para a cidade e um sonho realizado.
Lajeado
Os atletas da Apae voltaram ontem de Campo Grande/MS. A equipe participou das Olimpíadas Especiais das Apaes – Edição Nacional e ganhou muitas medalhas.
A aluna Angélica Ebone conquistou o primeiro lugar na categoria bola, arco e fita. Camila Ebone venceu na categoria salto e solo. Roger Mallmann conquistou duas medalhas, 1º lugar no salto e 2º no solo. Sara Gabe e Sander Moreira ficaram com terceiro lugar no tênis de mesa.
Os jovens, que viajaram acompanhados pelas professores Magiela Dresch e Rogério Worm, foram recepcionados pelos colegas que esperavam com cartazes e dedicatórias. Hoje, às 14h30min, alunos e docentes desfilam no caminhão de bombeiros pelas ruas da cidade.
O trajeto inicia no quartel do Corpo de Bombeiros, desce pela Benjamin Constant, sobe a Júlio de Castilhos e retorna para a Apae pela Senador Alberto Pasqualini.
De acordo com a coordenação pedagógica da entidade, a conquista é motivo de muito orgulho, e reconhecer o esforço e dedicação dos atletas é essencial.
Food trucks somam praticidade com uma pitada de sofisticação

Lanches deliciosos e rápidos. Quando se fala em comida de rua, logo se pensa em pastel, cachorro- quente, xis, churros. Um cardápio de clássicos. Mas uma nova onda, que surgiu nos Estados Unidos, chegou com tudo no Brasil e há cerca de três anos cresce no RS.
Na região, essa moda foi lançada pelo Gastronomia Livre, evento itinerante que reúne empreendedores de todo o estado, adeptos ao food truck. Em sua estreia no município, a atividade, que ocorreu junto com a programação oficial de Natal, reuniu mais de três mil pessoas na Praça Menna Barreto. De acordo com o empresário, Sérgio Pistor, que criou a ação há dois anos, o intuito é levar para o interior do RS a novidade que vem ganhando força em Porto Ale-
gre. Para ele, o principal objetivo dessa modalidade de gastronomia é unir preço acessível com uma pitada de sofisticação e praticidade. “A pessoa chega de bicicleta, estende uma toalhinha no chão, e vê o cozinheiro mexendo nas panelas. Isso que é legal”, comenta. Conforme Pistor, os food trucks surgiram para popularizar receitas que antes eram tidas como
A essência é oferecer comida boa e barata.
Sérgio Pistor Empresário
elitizadas, sem que o lugar ou o preço sejam um empecilho para o público. Segundo ele, há pessoas que não vão a restaurantes por achar caro ou não se sentir bem com certas formalidades e ambientes. Ele considera que o estímulo sensorial é um tempero extra. “A essência é oferecer co-
mida boa e barata. E sentir aquele cheirinho enquanto se espera também é bom”, pondera. A primeira edição estrelense do Gastronomia Livre foi acompanhada de uma grande expectativa, mas, de acordo com o organizador, os resultados foram mais do que satisfatórios.
De comida vegetariana a receitas de origem germânica, as opções eram variadas. O único fator que coincide no trabalho dos cinco cozinheiros que participaram do evento é o capricho no preparo. De acordo com Pistor, não era possível prever o resultado do evento, mas o histórico de sucessos dava confiança. Conforme o proprietário e cozinheiro do Food Truck Bruxelas Belgian Waffle, Jerônimo Godoy, de Porto Alegre, o investimento nesse tipo de negócio é tão extenso quanto em atividades convencionais. O forno, construído especialmente para assar massas de diferentes receitas, foi importado da Bélgica. Para Godoy, ter uma infraestrutura bem organizada é essencial, fatores técnicos nem sempre garantem o sucesso. Ele relata que a recepção do público do interior, às vezes, é mais gratificante do
que uma crítica especializada. Para a cheff Petra Krüger, especializada em cardápios para almoços e jantares particulares, é preciso mudar o conceito clássico de comida de rua. Para ela que em eventos como o Arte na Praça e o Gastronomia Livre monta sua cozinha ao ar livre, provar receitas diferentes é uma forma de conhecer novas culturas. Nessa edição foi influenciada por sua descendência e pela predominância étnica da região ao escolher o prato principal. Petra preparou uma comida típica alemã, o currywurst, que leva salsichas bierwurst grelhadas e molho com especiarias. Para ela, cozinhar em um evento que dura quase 12 horas abrange mais do que o preparo dos ingredientes. “É muito amor, a energia e a interação são tão bacanas que nem vemos o tempo passar.”

Teutônia
Atradição trazida pelos imigrantes será eternizada no primeiro CD gravado pelo grupo. O lançamento ocorre neste domingo, às 19h, na Igreja Evangélica Martin Luther. O evento tem a participação do coral de Poço das Antas, Roca Sales, Vozes de Forqueta e o grupo da Terceira Idade. A realização enaltece a luta pela preservação do canto e
o pleito pelo título de Capital Nacional do Canto Coral.
Asgravaçõesiniciaramemmaio com a participação de 20 cantores, sob a regência de Martin Altevogt. Foram escolhidas 12 músicas, do repertório alemão e canções populares como o samba TiroaoÁlvaro, de Adoniran Barbosa. O grupo investiu R$ 15 mil na produção de mil cópias e teve apoio da iniciativa privada.
Conforme o secretário da Cultura e integrante do coral, Ariberto
Produto único
Capital Nacional
A cidade conta com 50 grupos, com média de 20 cantores. Desde janeiro, a Secretaria de Cultura investe R$ 100 mil na manutenção do canto, por meio de incentivo aos corais. O maior desafio é a renovação dos coralistas.
A organização busca artesãos diferenciados para diversificar o evento. Foram 43 expositores, dentre eles Zeledir Vila Real Oliveira, 59, de Porto Alegre. Ela trouxe produtos feitos a base de capim dourado, uma peculiaridade de Tocantins. “Só nasce por lá. É muito difícil de se encontrar.”
Zeledir aponta que o capim é produzido uma vez ano ano, por volta de agosto e setembro. Para a produção de artigos, é utilizada
Projeto Dó-Ré-Mi da Secretaria de Educação promove a música nas escolas municipais por meio de oficineiros. O Centro Cultural 25 de Julho também inspira a renovação por meio do Coral e Orquestra Jovem.

Magedanz, o álbum consolida o legado trazido pelos imigrantes. Além disso, a gravação individual serviu como autoafirmação para os coralistas. “Estamos co-
memorando uma conquista”, diz. Para integrar o coral municipal, o candidato deve participar de avaliação no início de cada semestre. Os ensaios ocorrem às quartas-feiras, no Sínodo, no Centro Administrativo. As apresentações ocorrem por meio de convite. São dois compromisso por ano.

ASicrediOuroBrancopromove no fim de semana a primeira edição do Natal da Cooperação. O evento terá uma série de atrações às crianças, concurso de decoração natalina e shows musicais. Ao mesmo tempo, arrecada donativos que serão doados para instituições beneficentes da região.
As atividades ocorrem no pátio da sede administrativa da Sicredi Ouro Branco, no bairro Languiru, e a entrada é gratuita. A programação começa hoje, com a abertura da carreta recreativa para estudantes do 1o ao 3o ano do Ensino Fundamental, das redes pública e privada. O espaço é disponibilizado por meio de parceria com o Sesc Lajeado, que oferece estrutura composta por jogos gigantes, brinquedos infláveis e pintura facial.
A brincadeira começa às 9h, com a recepção dos alunos, animada pela Trupe Viajantes dos Sonhos. Na sequência, ocorre a chegada do Papai Noel, a hora do Lanche, oferecido pelo Sicredi, e as atividades interativas. Durante a tarde, as turmas chegam a partir das 14h. As visitas agendadas encerram na sexta-feira, 11.
O ponto alto da programação ocorre a partir das 20h do dia 11, quando sobem ao palco o Coral Municipal, o Vocal em Cena e o Conjunto Instrumental do Co-
légio Teutônia.
Durante o encerramento, que ocorre no sábado, 12, as atividades começam mais cedo. Os portões abrem às 16h, e os shows começam às 17h30min. O primeiro a se apresentar é o músico Ricardo Petter, com um repertório interpretado por voz e violão. Em seguida, Vini Bilhar dá sequência à trilha sonora do evento.
Além da interação com o Papail Noel, o grupo teatral infantil do município apresenta a peça HistóriadaRealeza. Quem encerra o espetáculo é o grupo Xepa e Banda. As atrações servem apenas para chamar a atenção dos visitantes para o verdadeiro intuito do evento – recolher doações de brinquedos e livros infantis.
Iluminando o Natal
O concurso cultural de orna-
11/12 – Sexta-feira
mentação natalina, que integra o Natal da Cooperação, é uma iniciativa que visa mobilizar a comunidade local por meio da decoração das casas.
Uma comissão formada por representantes do Sicredi Ouro Branco analisa quesitos como instalação, criatividade, originalidade e o realce dos enfeites, tanto de dia quanto de noite. Entre os aspectos essenciais, estão a riqueza decorativa, independentemente do tamanho da estrutura, e a possibilidade de visualização a partir da rua.
A utilização de técnicas sustentáveis e materiais reaproveitáveis é um dos critérios mais importantes. Os resultados são divulgados no dia 23. Os três melhores colocados ganham uma cesta de Natal e um vale-compra no comércio local.

O Polo Olímpico de Treinamento Intensivo (Poti) é um curso gratuitodematemáticaoferecidopor instituições privadas a estudantes da rede pública de todo o país.
O objetivo é treinar interessados em participar da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) e da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM).
Entre os 14 polos presentes no Brasil,estáodeLajeado,ministrado na Univates. O centro de treinamento específico tem o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológi-
co (CNPq) e do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa).
Neste ano, o foco são os estudantes do Ensino Fundamental (do 5º ao 9º ano). As aulas semanais são baseadas em quatro temáticas: combinatória, teoria de números, álgebra e geometria. De acordo com a aluna do 9º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental João Beda Körbes, de Arroio do Meio, Júlia Scheeren, “Na sala de aula, os desafios são muito fáceis. Aqui ultrapassamos nossos limites e, por mais complicado que seja, é divertido”, pondera.
19h: brinquedos infláveis, espaço infantil e recepção ao público.
20h: Coral Municipal de Teutônia, Coral Vocal em Cena, Conjunto Instrumental do Colégio Teutônia, brinquedos infláveis, espaço infantil.
A organização busca artesãos diferenciados para diversificar o evento. Foram 43 expositores, dentre eles Zeledir Vila Real Oliveira, 59, de Porto Alegre. Ela trouxe produtos feitos a base de capim dourado, uma peculiaridade de Tocantins. “Só nasce por lá. É muito difícil de se encontrar.”
23h: fechamento do pátio.
Zeledir aponta que o capim é produzido uma vez ano ano, por volta de agosto e setembro. Para a produção de artigos, é utilizada a fibra do produto.
12/12 – Sábado
16h: brinquedos infláveis, espaço infantil e recepção ao público.
17h30min: Ricardo Petter – Voz e violão; Vini Bilhar – Voz e Violão; Peça infantil História da Realeza; Chegada do Papai Noel; Xepa e Banda; Brinquedos infláveis e espaço infantil.
23h: fechamento do pátio.
Teutônia
A Escola Municipal de Ensino Fundamental Professor Alfredo Schneider recebeu na quarta-feira passada, menção honrosa na premiação do Programa Consultoria para Educação de Qualidade. De acordo
com a diretora Karina Scholz, o destaque mostra como a gestão descentralizada, incorporando as famílias dá certo. “Uma pessoa fez a formação, mas a escola toda foi formada, a partir de pequenas ações, gestos, propostas e estímulos”, conclui.


Quarta-feira – Luan desconfia de que Uodson esteja interessado em Alina. Luciana afirma a Jéssica e Nanda que deseja esquecer Rodrigo. Filipe perde o celular e Nanda se preocupa com a mensagem íntima que enviou para o namorado. Bia repreende o comportamento de Rubem com Rafaela. Rodrigo propõe que ele e Luciana sejam amigos. Rafaela se assusta ao iniciar o período menstrual e Sueli a apoia. Rodrigo promove uma pesquisa para escolher o nome da banda dos meninos. Artur recebe a foto de Nanda no celular e Filipe se revolta contra a namorada.
19h25min


Quarta-feira – Fabinho pede que Jonatas assuma mais responsabilidades em seu projeto. Carolina demite Lu. Rafael consegue convencer Carolina a contratar Leila como estagiária, a fim de salvar o emprego de Lu. Cassandra prende Eliza no banheiro e furta o vestido da ex-florista. Cassandra pede a Carolina para não expulsá-la do concurso e promete fazer tudo o que a jornalista lhe mandar. Eliza se sensibiliza com a proximidade de Arthur.

Quarta-feira – Felipe exige que Melissa e Alex voltem com ele para Belarrosa. Alberto informa a Pedro que em breve chegará ao Brasil. Dorotéia recebe o resultado do exame de DNA de Melissa. Bento e Rosa se reaproximam. Bernardo descobre a identidade de seu pai biológico. Raul e Gema combinam de esperar um tempo até que possam ficar juntos. Felipe afirma a Melissa que pedirá a guarda de Alex. Emília conta para Gema que está namorando Bernardo. Felipe leva Alex para se consultar com Berenice. Bernardo revela a Vitória que é filho de Guillermo Ventura.
21h10min
Quarta-feira – Noé consegue pegar Romero. Lara pede a Dante que o namoro dos dois permaneça em segredo. Zé Maria exige que Romero revele o paradeiro de Tóia. Tóia pede ajuda a Dante para encontrar Romero. Orlando ouve quando Nelita afirma que Belisa e Cesário são filhos de Nonato. A família de Feliciano acredita que ele tenha morrido. Merlô alerta Adisabeba
A Regra

sobre Zé Maria ser um bandido. Zulu conta a Juliano que a facção teme perder seu dinheiro para Tóia, e o ex-lutador avisa a Dante. Atena ajuda Romero a fugir de Zé Maria.
Tudo indica que João Emanuel Carneiro havia criado pistas que apontavam Gibson (José de Abreu) como o Pai da facção da novela ARegra doJogo. No último bloco recebido pelo elenco nessa sexta-feira, as suspeitas ficam ainda mais fortes. Nos próximos capítulos, há cenas secretas. O mais misterioso é o de número cem, que vai ao ar na noite de Natal: são oito cenas restritas entregues apenas aos atores que participarão da gravação. Todas elas têm ligação com os Stewart e acontecem em cenários da família. O que acontece depois fica claro: Romero (Alexandre Nero) descobre a identidade do Pai e o chantageia pedindo a libertação de Tóia (Vanessa Giácomo) e Atena (Giovanna Antonelli), que estão presas pela facção.

(Tony Ramos) recebe uma mensagem e fica irado. Logo na sequência, um dos capangas solta as duas. Em conversa com Ascânio (Tonico Pereira), Romero mostra que está guardando um segredo: “Eu botei pra quebrar. Enquadrei todo mundo. Dei strike na roleta. Sou um novo homem.”
Quando está pronto para matar as duas, Zé Maria

Numa outra cena, Orlando (Eduardo Moscovis) conta a Atena que Romero descobriu quem é o Pai e que está chantageando a facção. Em diálogo com Romero, Tóia diz que precisa trabalhar porque seu dinheiro está acabando. Romero fala: “Não precisa
ter pressa, Tóia, qualquer coisa, aí, eu posso te sustentar por um tempo”. O autor, no entanto, escreveu uma observação antes da fala do ex-vereador e dá mostras de que ele pode ter feito um acordo com Gibson.


criam cenário astral onde tudo pode virar uma queda de braço. Númerodasorte:331

Modalidade do atletismo que teve origem na caça, apareceu nas Olimpíadas de 708 a.C.
Atriz brasileira de “Elysium”
Poder relacionado à figura do ditador
Tira de pano usada na tipoia
Narrativa como a de Hércules
De modo indubitável
Não, em francês
Hormônio liberado em momentos de perigo (Med.)
Área em que pretende atuar o estudante do Instituto Rio Branco
Baralho esotérico
Formato da cicatriz de Harry Potter (Lit.)
O efeito principal do chá emagrecedor
Navio que desencalha outro
Expressão de desaprovação do público
Pedra de Meca adorada pelos islâmicos
Cadeia montanhosa localizada no Mato Grosso e cercada de misticismo
Pegar no (?): trabalhar (bras.)
Parte do prego batida pelo martelo (?) Refaeli, modelo israelense Planta usada no fabrico do queijo
Pão, em inglês Ressoa
Intenção de praticar crime
Reduz a pó




sividade podem chegar a níveis altos. Número da sorte: 109
Que serve como substituto Cidade do Centro de Portugal
Hiato de “paetê” Próton (símbolo)
(?) laboratorial: é realizada pelo técnico





— non. 4/pain. 5/bread — caaba — cardo — uvise — zinco.

A Biblioteca do Sesc, de Lajeado, divulga o livro Top da Semana. Mais informações sobre o espaço podem ser obtidas no Sesc Lajeado (rua Silva Jardim, 135) ou pelo 3714-2266. No Rio Grande do Sul, o Sesc está presente nos 497 municípios com atividades sistemáticas em áreas como saúde, esporte, lazer, cultura, cidadania, turismo e educação. Dessa forma, desempenha o papel social assim como o Senac/RS o da qualificação profissional do Sistema Fecomércio-RS que atua em âmbito econômico, político e social pela constante qualificação e crescimento do setor terciário gaúcho.
tivo com Plutão e com Marte, indicando alguém que poderá fazer a ponte entre iniciativas pessoais e condições reais de executá-las. Número da sorte: 403
7/12/2015 Segunda-feira


Númerodasorte:560
Peixes 21/02 a 20/03
Colha os bons frutos que vêm de longe. Planos de viagem que só melhora em 10/12, se houver muitas negociações, se concentra no campo emocional. Númerodasorte:111

Concurso nº 3953
Concurso nº 1294 0205060708 1011 12 1314 1618202325

Quina - 5 números acertados Não houve acertador
Quadra - 4 números acertados 94 apostas ganhadoras, R$ 7.730,58
Terno - 3 números acertados 6492 apostas ganhadoras, R$ 159,90
A Guerra de Winston, de Michael Dobbs Churchill em um romance épico sobre traição durante a Segunda Guerra Mundial. Em um sábado, 1º de outubro de 1938, dois homens se encontram. Um é um senhor de idade, o outro tem 20 e poucos anos. Um se tornará o homem mais venerado de seu tempo, o outro será conhecido como o maior dos traidores. Winston Churchill encontrou Guy Burgess no momento em que o mundo estava prestes a explodir.
Páginas: 623




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ção reuniu colaboradores para assistiraumvídeocomdepoimentos de oito PCDs que representaram os demais colegas.
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