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Festividade termina hoje com a Magia das Águas. Evento
As atrações de Natal chegam ao fim. Depois de um mês de programação, da qual se estima uma participação de 30 mil pessoas, as festividades encerram a partir das 20h no Parque Princesa do Vale, com o show do grupo nativista Alma Crioula. Em seguida, sobe ao palco a banda Alma Nova. Em meio às atrações, ocorre o último sorteio de um Fiat Mobi mais cinco vales-compras no valor de R$ 700 da Campanha Estrela Premiada.
A expectativa do produtor cultural da Secretaria de Cultura e Turismo, Douglas Daroit, é que cerca de 2,5 mil pessoas prestigiem. A noite coroa, diz, a melhor edição do Natal na Praça. “Foi um ano de testes, pois saímos da praça e viemos para o parcão. Mas também foi a hora de confirmar o evento.”
Os pontos altos foram a abertura do Natal e as apresentações de Kleiton e Kledir, Comunidade Nin-Jitsu e Família Lima. Nessa última, foi registrada a presença de cerca de sete mil pessoas. A área coberta instalada no Parque Princesa do Vale teria facilitado o comparecimento do público, que também pôde prestigiar os artistas locais. “No ano passado, chegamos a cancelar 80% dos shows por causa da chuva. Agora não foi mais necessário.”

Na sexta-feira passada, 50 atores locais fizeram a encenação do nascimento de Jesus. Peça foi organizada pelo CTG Estrela do Rio Grande
Em dias sem atrações artísticas, o número de visitantes ficava entre 1,5 mil e dois mil. Além dos moradores do Vale do Taquari, pessoas da Serra Gaúcha e do Vale do Rio Pardo visitaram a cidade para ver a decoração, iluminação e shows. “É algo inusitado que o público venha de locais tão distantes para conferir o que está sendo feito aqui.”
Para realizar o evento, o município investiu R$ 700 mil – R$ 250 mil a mais em relação a 2015. Desse valor, R$ 350 mil foram arrecadados por meio da Lei Rouanet e Lei de Incentivo à Cultura (LIC), com empresas do município, para shows e outras apresentações artísticas. A iniciativa privada também foi parceira na iluminação e
decoração. Feita ainda com recursos da câmara de vereadores e administração, e trabalho de mais de cem voluntários.
Presépio gaudério
As últimas atrações do Natal na Praça ocorreram na sexta-feira. Além do show de Lucas Piccinini e Tiago Kirst, o Parque Princesa do Vale sediou a apre-
sentação de Os Serranos e do teatro Presépio Gaudério.
A peça organizado pelo CTG Estrela do Rio Grande contou com a participação de 50 atores, sendo metade crianças. Eles encenaram o nascimento de Jesus de uma forma tradicionalista. “Foi uma mistura de culturas”, conta Daroit. O espetáculo teve efeitos especiais e show de fogos.

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ONatal, sem sombra de dúvida, tinha um “cheiro especial”, já na saída da primaveraparaaentradadoverão se pensava nele. Os meses de outubro e novembro são inesquecíveis, o perfume das cerejeiras nas matas é seguido pelo das marinelas ou olhos de pomba junto comasgabirobeiras,jáasovalheirastardias se manifestam em março. Essa embriaguez perfumante se segue à entrada de dezembro quando os vaga-lumes ou pirilampos e seu piscar anunciam a chegada da data mais esperada do ano; capturávamos esses e os colocávamos em um vidro de “compota” ou em copos, transformando-os em verdadeiros abajures vivos, tinha os grandões que “estalavam”, mas todos eram soltos depois.
Os últimos ninhos de pássaros eram descobertos, os tico-ticos tinham a preferência pelos “xaxins”; era também a época da “limpeza” e as paredes da casa eram lavadas e esfregadas ficando novinhas, pintar era caro demais; o cheiro da grama cortada anunciava a época dos presentes, contavam-se os dias em uma ansiedade angustiante. O pinheirinho de Natal tinha um ritual especial, seu tamanho era escolhido com mestria pelo meu pai, pois tinha que se acomodar certo no canto da sala; hoje felizmente está proibido o seu corte, mas o engraçado é que desfrutamos hoje dos pinhões dos pinheiros que meu pai plantou, bem não vamos discutir leis. A velha lata de querosene era, então, preenchida com areia e tijolos velhos para “firmar” o pé e absorver

a água com que seria regado, seus espinhos perfuravam as mãos calejadas de meu pai, mas apenas se ouvia um leve blasfemar, a barba-de-pau cobria a lata com sua cor cinza celeste.
O cheiro característico do líquen entrava pelas narinas fazendo a adrenalina subir; (a barba-de-pau era colhida com uma taquara longa com a ponta rachada que se enrolava no torcer capturando as mechas pendentes das velhas gabirobeiras, camboatás e carrapichos. A cada puxão vinha uma braçada e às vezes um galho seco mais pesado para dar um “susto”).
Eram colocados tijolos nos dois cantos do triângulo e as “ripas” de madeira faziam o estrado onde as leivas de grama forquilha macia eram depositadas sobre a estrutura, mais barba-de-pau nas laterais e na frente e. por cima da gruta de Belém feita de lata dobrada com perfeição, tinha também uma espécie de musgo verde que não secava de jeito nenhum.
Se existia vida no planeta, ali, naquele canto sagrado, ela estava se materializando em louvor ao menino que nasceria. O pequeno lago era feito do velho pirex de cristal da nona enterrado na grama, a trilha dos pastores ovelhas e Reis Magos feita de areia, tudo rigorosamente conferido e a história de cada personagem revivida. As peças do presépio guardadas na velha caixa
de sapatos e as bolinhas de Natal pareciam emergir de um conto de fadas para serem penduradas uma a uma nos galhos espinhentos, o som de uma batendo na outra entoava a música peculiar ao evento. Tinha o Anjo da Guarda colocado sobre a gruta e a estrela na copa da árvore, os porta-velas eram acesos na noite do nascimento e suas velinhas vermelhas, amarelas, azuis e verdes uma raridade. A pequena grutinha acomodava Nossa Senhora, São José, o Menino Jesus, o burro e a vaca, curiosas e calmas as ovelhas ladeavam os pastores, os três Reis Magos vinham de camelo. Passávamos horas “abobados” em frente àquele oásis na sala, ali sonhos eram projetados, pedidos feitos e lágrimas derramadas, os presentes nem sempre chegavam, pisca-pisca era coisa de rico e coloridas só as lâmpadas velhas pintadas. A minha melhor tarefa era sete dias antes do Natal levar a farinha, o monopol, o polvilho e os ovos até a casa da dona Ada para serem fabricadas as famosas broas que só se comiam no Natal; na antevéspera, seguindo o ritual, as buscava quentinhas. A ordem era saborear aquela separada pela confeiteira e, se tivesse sorte, agraciado com uma bolacha confeitada, o pagamento dois cruzeiros (aqueles vermelhos) e pela estrada com a lata cheia seguia até em casa só cheirando.
Adriano Luis Turelli Spezia Consultor de vendas e escritor da Alivat adrispezia@yahoo.com.br

Guaraná era luxo e mortadela servida na véspera com bolo.
A Missa do Galo começava à meianoite e lotava, era a oportunidade de ficar lá atrás se cutucando e subindo no “coro”, o nascimento do mestre era uma coisa fantástica, o canto das freiras e do padre fazia o coração bater acelerado e a emoção fluir.
Não sei com certeza se o Natal é alegre ou triste, porém, a sua luz tem a felicidade contida, pois com presentes ou sem presentes a alma vibra, o coração bate forte e seu espírito inunda os seres que buscam sua luz. O cheiro do Natal existe, e o cérebro comandado pelo espírito que habita o nosso templo carnal nos faz lembrar o perfume do amor, da paz e da verdadeira caridade; somos todos “dobrados” pela sua força divina e pela sua imponência, e o Cristo Menino invade nossas vidas transformando-as e anunciando a nova esperança de um mundo melhor e revigorado pela inabalável força do verdadeiro amor. “Bate o sino pequenino de Belém. Nasceu Jesus, nasceu Jesus...”.
Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
É perceptível quando mais um ano chega ao fim. Corre-corre, luzes de Natal, lojas movimentadas, presentes, trânsito intolerante, falta de paciência por parte de muitos, olhares atentos para as vitrinas e olhar vazio para a vida. E está tudo certo, ou quase...
Mas para onde todos correm? Porque correr tanto? Será que o mundo vai acabar? Que desespero é esse que se instala no ar? O que faltou resolver dentro de nós que agora a fuga é correr? Tudo por causa de uma data, 31 de dezembro, fim de mais um ano, (esse em especial pela numerologia 9 final de ciclo), começo de outro (ano 2017 pela numerologia 1 início, reco-
meço). E, na minha opinião, é aí que o bicho pega...começar de novo sem ter encerrado ciclos.
O que de fato começa a nos inquietar e incomodar a cada fim de ano é a nossa consciência. Ela traz à tona situações que ao longo do ano não resolvemos, atitudes que não tomamos, desperdício do tempo mal vivido, o choro que trancamos, o riso que não demos, o abraço que deixamos passar, a frase não dita, o perdão abafado no coração, a resposta que não veio, o emprego que queremos mudar e continua o mesmo.
Relacionamentos que não servem mais e insistimos, palavras mal ditas, palavras trancadas na garganta, frases incompletas, o sim que falamos quando na verdade era para dizer não, e assim por diante. O ano passou e não encerramos dentro de nós os ciclos, aqueles que não servem mais, aqueles que já estão pe-
Leila Jaqueline
Hermes Eggers
Terapeuta holística

Psicoterapeuta reencarnacionista
Practitioner de Barras de Access leila-hermes@bol.com.br
sados demais. Não adianta passar a virada do ano vestindo branco se não tivermos atitudes novas. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe o velho ir e abrace o novo sem medo de ser feliz. Deixe de ser quem era e se transforme em quem você realmente é. Descubra você. Conheça você. Empodere você. Tudo depende de uma atitude. Então comece agora. Este é o momento, não espere o fim de 2017 para encerrar ciclos que não se encaixam mais na sua vida. Feliz ciclo novo a todos nós!
'Bicicletação' reuniu 30 participantes e entregou mais de 600 presentes de Natal
FREDERICO
Estrela
Pelo segundo ano, o grupo de ciclistas Riders vai aos bairros da cidade para distribuir presentes às crianças carentes. Entre os itens, além de brinquedos, doaram roupas e utensílios domésticos.
Os 30 participantes percorreram cinco bairros: Oriental, Boa União, dos Estados, Imigrantes, Loteamento Popular e Centro. A pedalada foi equivalente a cerca de 20 quilômetros.
Um dos propósitos do grupo é a prática de exercícios físicos, além de provocar reflexão sobre o modo como a comunidade utiliza o trânsito. O uso da bicicleta frente ao aumento do número de veículos e consequente poluição se tornou alternativa sustentável.
De acordo com um dos organizadores, Paulo Sehn, entre os mais de 600 pacotes distribuídos, muitos tinham roupas e calçados.

“Fomos de bike, pois, além de fazer bem para a nossa saúde, fazemos o bem para o próximo. Não só pelos presentes, mas pela questão ambiental que é a filosofia do nosso grupo.”
Em 2015, o Papai Noel entregou as mercadorias de bicicleta, mas neste ano, em função da alta
temperatura, foi na carroceria de uma caminhonete. A cada entrega, voluntários e pais se emocionavam. “É algo que realmente não tem explicação. É preciso sentir mesmo. A reação de todos no grupo é de emoção.”
Conforme Sehn, para muitas dessas famílias, foi o único pre-
sente recebido no fim de ano. “Muitas vezes não temos a noção de que uma atitude tão simples pode provocar a realização de muitas famílias e crianças. Vimos isso nos pulos de felicidade das crianças correndo até o Papai Noel. Outras querendo o abraço da Mamãe Noel.”
Pedaladas solidárias
Este não é o único evento em que os participantes do grupo Riders despertam para a solidariedade por meio da bicicleta.
Neste ano ocorreu o 1° Pedal MTB Riders Estrela, que reuniu mais de 250 ciclistas do RS. O objetivo foi o mesmo: pedalar e promover a reflexão sobre o uso exagerado do automóvel.
Em outubro, no Dia da Criança, o grupo organizou um passeio ciclístico para arrecadar alimentos para entidades assistenciais. Mais de 150 ciclistas participaram e doaram 150 quilos de alimentos não perecíveis.
Para o próximo ano, mais dois eventos solidários e em prol do desenvolvimento sustentável estão programados.





Terça-feira – Pedro discute com Magnólia. Ana Luiza, Pedro e o delegado veem as imagens da câmera do escritório. Helô fala o que viu antes do atentado e Pedro acredita que a mandante do crime seja Magnólia. Tiago fica encantado com Letícia. Ana Luiza e Elio ficam juntos no quarto de Vitória. Tião é ameaçado por Valdir. Magnólia
19h25min
Terça-feira – Leo e Gui discutem. Néia expulsa Gui e Gordo de sua casa. Yasmin reconhece o casaco de Léo na foto da pessoa que roubou a gravadora. Yasmin pergunta se foi a mãe quem roubou a gravadora. JF demonstra preocupação quando os amigos postam o clipe da banda. Gui tenta convencer JF a não desistir da banda. Lázaro fica magoado com as suspeitas de Diana. Lorena cobra o dinheiro a Alex. Haroldo e Gilda dispensam Marisa do aviso prévio. Gui avisa a
21h10min 18h
exige que Helô mude o depoimento que deu ao delegado. Vitória fica nervosa ao saber que Sílvia quer ter um neto. Pedro pede a moto de Tiago emprestada. Elio afirma ao delegado que todos os crimes que aconteceram em São Dimas estão interligados. Magnólia percebe Pedro a seguindo e prepara uma armadilha com Ciro.

Júlia que vai a Petrópolis com Gordo tentar recuperar as gravações no computador de Tainá. Marisa se faz de vítima para Nicolau. Lázaro diz a Diana que Néia pode ter sido a responsável pelo roubo da gravadora. Vanessa vê um cartaz no aeroporto com a foto de Júlia, que é procurada por tráfico. Nelson enfarta e Júlia o socorre.
Lorettaaceita sedivorciardeVittorio
Terça-feira – Alice informa a Sócrates que transferirá a conta da Arraial Pescados para a administração de Felipe. Sócrates prepara sua saída do país. Lenita encontra Eulália e consegue o telefone da enfermeira Laís. Loretta aceita se divorciar de Vittorio. Mario afirma a Damasceno que conseguirá desmascarar César e pede ajuda a Wagner. Mocinha finge gostar da companhia de Tanaka. Loretta desconfia do envolvimento entre Carol e César. Mesquita comunica a Ralf que ele deverá ser inocentado pelo assassinato de Massao. Gaetano aconselha Tanaka sobre Mocinha. Alice comenta com Patrick que acredita que César esconde algo. Mario conclui que César foi o mandante da explosão. Tanaka convida Mocinha para co-

memorar o Natal em sua casa. Alice decide se unir a Mario para investigar César.


Terça-feira – Manuela afirma a Joana querer conhecer Toninho. Lopes visita Rômulo antes da luta. Tita reclama com Ricardo sobre o comportamento em relação à Joana lo. Toninho se insinua para Bárbara. Ricardo questiona se Joana tem medo de Toninho.

Tante dele fameie taliane le slevea bèstie in tea so terra, sia par doperar in tei laori, par copar e gaver la carne par magnar, par vender e anca arquante pegore par gaver la lana e cosí far straponte par scaldarse in tee note frede quando i ndea ntel leto riposar. La fameia de Nani e dela Filomena slevea insieme le pegore e le cavre. Co le cavre i gavea el late par bever quando scarsea quel dele vache e dele pegore, altro che la lana i fea i peleghi par doperar quando i se sentea co i ndea a caval. Ghenera pegore de arquante qualitá: de quele picoline, grande, co la lana loga e de quele co la lana curta. De di ste pegore le ndea magnar ntel protrèr e de note i le serea ntel staloto fato rento el mangheron, par via de que i cagni no le copessa. Le pegore, anca ciamade de agneli le ze bèstie co na mansità che lè fin bel de veder. Quan-

do picoline, i fioleti de Nani e dela Filomena tegnea in tei brassi le pegorete, ma co le restea pi grandote le deventea bischere e le fea salti e carere che lera fin bel de veder, però pi de na olta i ghe ga tocá scampar perche el pegoron el ga scominsià a correrghe drio quando el vedea che i ndea ciapar le pegorete. Pi de na olta el ga scornà sti fioleti, ma la pi bruta la ze tocada a Piereto nte na giornada, pena dopo mesdi quando el pegoron lo ga ciapá desprevenido e co na scornada el ga sbusá le braghe, lo ga tirá per aria e el ga cascà sora na rama de ortighe. Dopo tuto quel afano el ga prometesto a so pare che nol ndaria mia pi disturbar le pegore. Dele olte par imparar bisogna patir e questa fursi la ze tocada anca a ti che te sei drio leder ste righe. Fate furbo.
Luiz A. Radaelli-Lajeado-RS


Relação de temas ou de tarefas a serem abordados em uma reunião
Sigmund Freud
Sorteio de festas beneficentes (pl.)
"É melhor (?) que receber" (dito) Edgar Degas, pintor francês
Dito engraçado do comediante
(?)-se: livrar-se
Ivete Sangalo, cantor
Produto vendido em resmas
Apelido do lutador de MMA
Delson
Heleno
Cheio de (?): pretensioso
Protuberância nas costas do camelo
Corante usado por confeiteiros
Delatar; denunciar (gíria) Vanguarda
A parte anterior do navio
Tipo de açúcar cristalizado


Corrente que prende o navio à âncora
Ordem Bancária (abrev.)
Personagem principal das Cavalhadas (Folcl.) Órgão de rodovias Impedir (algo)
Itens do inventário (jur.) Acordo
Costa (?), país Descrente em Deus
Capacete de antigos guerreiros (pl.)
Coronel (abrev.)
Libido dos animais
Que não se manifestam (fem.)
Cruel; perversa Literatura (abrev.)
Substituta moderna da pena de escrever
Cidade paraense com nome de peixe
Capela campestre (pop.) Acreditar
Retumba (?)-íris, variedade de truta
Cirurgia de retirada da mama
"Flor de (?)", sucesso de Djavan
Curar (doença)
Tecla de micros
Pilha, em francês
Situação que irrita o indivíduo pontual
Adereços coloridos de festas
especiaiscomasaúde,poisoslimitesdoseucorpotendemaser forçados, podendo causar exaustão. Cuide de questões básicas, comoaalimentaçãoesonoequilibrados. Númerodasorte: 249


dobro de atenção com as finanças, principalmen-



21/07 a 20/08
As quadraturas que a Lua estabelece com Marte e Netuno sinalizam a importância de empreender maior controle sobre

3/ars — tas. 4/adam — pilé. 5/acará. 6/armada. rdem10/o do dia — pé de chumbo.

A Biblioteca do Sesc, de Lajeado, divulga o livro que foi Top da Semana. Mais informações sobre o espaço podem ser obtidas junto ao Sesc Lajeado (rua Silva Jardim, 135) ou pelo 3714-2266. No RS, o Sesc está presente nos 497 municípios com atividades sistemáticas em áreas como saúde, esporte, lazer, cultura, cidadania, turismo e educação. Dessa forma, desempenha o papel social assim como o Senac/RS o da qualificação profissional do Sistema Fecomércio-RS que atua em âmbito econômico, político e social pela constante qualificação e crescimento do setor terciário gaúcho.

do-lhe a uma postura resistente e até arredia a qualquer tipo de mudança que lhe tire da zona de conforto. Númerodasorte: 108
Capricórnio



Aquário
21/01 a 20/02
Ao adentrar a área de amizades, a Lua forma quadratura com Marte e Netuno, o que pede cuidado com o excesso de controle nos relacionamentos. Há que se estabelecer limites na exposição dos problemas pessoais, pois a especulação externa pode lhe desviar de suas prioridades. Número da sorte: 775
Peixes
21/02 a 20/03
Pressões no meio profissional tendem a lhe desestabilizar emocionalmente neste início de semana, pois a Lua forma quadraturas com Marte e Netuno entre a décima casa e seu signo. Númerodasorte:114
lunar na área comunicativa, pois as quadraturas dos desafios do cotidiano. As demandas devem ser conduzidas com equilíbrio emocional, a fim de que as melhores soluções sejam encontradas. Númerodasorte:852

Concurso nº 1889

Concurso nº 5139
24/12/2016 Sábado

Quina
Concurso nº 4267
15-20-31-33-39
Premiação
Quina - 5 números acertados Não houve
Recordações da Casa dos Mortos
por Dostoiévski
Recordações da Casa dos Mortos (1861) figura entre os principais livros de Dostoiévski. É considerado o romance que assinala o início de sua melhor fase, aquela que produziu livros marcados pela genialidade. Recordações da Casa dos Mortos representou um divisor de águas em sua obra, no sentido da procura de níveis mais
profundos da consciência do real e sua ambivalência. A experiência da vida no presídio, narrada em forma de romance, levou o autor a tratar de problemas relacionados com a culpa e a punição pelo crime, a própria realidade do mal em si e os limites da ação humana dentro da ordem social.
Páginas: 314





Oconsultório veterinário MeuVet leva a sério a ideia de que “prevenir é melhor que remediar”. Cães, gatos e equinos recebem um programa de saúde anual com protocolos preventivos e assistência veterinária. O Programa Grande Amigo (para equinos) e Programa Melhor Amigo (para cães e gatos) inclui visitas pré-agendadas, exames de sangue para triagem de saúde, protocolos de vacinação, desverminação, consultas extras, entre outras testes, que envolvem as particularidades de saúde e rotina de cada espécie, como protocolos antipulgas para cães, teste de fiv e felv para gatos, exame de claudicação para equinos, entre outros.
Segundo Gabriela Reiter, sócia da MeuVet, as pessoas esperam muito para levar seus animais a um veterinário. “Medicam por conta própria, temem os gastos.

No final, o animal pode ter a saúde comprometida e o tratamento adequado será multiplicado de valor pela falta de assistência no momento oportuno”, comenta. Para ela, prevenir é mais barato que tratar. “O programa permite que o veterinário tenha um acompanhamento real da saúde do animal, enquanto o proprietário fica mais seguro em contatar os médicos no menor dos sinais de anomalia.”
Também fica mais fácil acompanhar o pet, pois o veterinário saberá mais sobre o estilo de vida e fatores de risco de cada animal. “A maior vantagem do programa é que o reconhecimento das patologias na fase inicial melhora o prognóstico do tratamento. A assistência especial e o desconto em todos produtos e serviços da MeuVet são outras vantagens.”
A Construtora Diamond inaugurou o novo empreendimento comercial Diamond Tower no dia 14. O espaço comercial de alto padrão tem localização privilegiada. O projeto de nove andares disponibiliza 67 salas comerciais, que variam entre metragens de 57,58m², 74,57m² e 115,45m², para escritórios, consultórios, clínicas e negócios dos mais diversos nichos de mercado. O prédio fica na av. Benjamin Constant, na esquina com a rua Saldanha Marinho, em frente ao prédio do INSS. Dispõe de fachada com pele de vidro dourado refletivo e sistema de fechamento das janelas, que privilegia a acústica das salas. Além disso, há um hall com pé-direito duplo, dois elevadores de última geração, dois banheiros de uso coletivo por andar, fraldário e

Daniel, Hugo, Sidnei e Gustavo Schmidt na entrega do Diamond Tower
auditório para eventos. Segundo os proprietários, todas as salas foram entregues com piso porcelanato, esperas para split, portas de acesso em vidro e esperas de água e luz que se encaixam em praticamente todos os segmentos. Os aparelhos split têm local próprio para instalação, preservando a fachada em vidro. O projeto apresenta trêssubsolosdegarageme,noandar térreo, disponibiliza duas lojas com mezanino, hall com pé-direito duplo e acabamento em granito.

Os contabilistas são profissionais que anteveem situações e precisam ser proativos nas atividades em que estão envolvidos.
Frequentemente encontro situações em que os gestores estão mais preocupados com alguma medida governamental do que agir preventivamente, planejando e analisando alternativas dentro do cenário previsível.
O ano de 2017 promete ser de leve recuperação econômica. Mas isso não o tornará um ano menos penoso para os negócios em geral, pois os efeitos da recessão, do desemprego e do endividamento dos consumidores continuarão persistindo, exigindo um enorme esforço para empreender e gerir operações. Gerar lucros, nesse ambiente, continuará sendo um desafio.
Juros altos, tributação elevada, ambiente econômico instável, dólar elevado, pressão de reposição inflacionária nas remunerações, reajuste das tarifas públicas (energia, combustíveis e outros) deverão ser analisados em seus efeitos sobre os negócios.
É hora de agir ainda em 2016, prevendo-se, de imediato, ações de planejamento tributário, com objetivo de reduzir os custos de operações e vendas. É nisso que consiste o desafio do profissional contábil: deixar de simplesmente “calcular impostos” e tornar-se um efetivo “gestor de tributos”.
Planejamento tributário é o conjunto de ações que, respaldadas em lei (ou não vedadas pela lei), tornam mais econômica determinada atividade sujeita à incidência fiscal. Predominantemente, os profissionais de contabilidade estão envolvidos (ou deveriam estar) nessas ações.
Por exemplo: se a lucratividade do negócio é pequena, então a apuração dos impostos (PIS, Cofins, IRPJ e CSLL) sobre a base conhecida como “lucro real” pode ser mais interessante que a aplicação do regime “lucro presumido”. No planejamento tributário não se fazem generalizações, tais como “o Simples Nacional é
JÚLIO CÉSAR ZANLUCA
mais barato”, “o lucro real é burocrático”, ou o “lucro presumido tem menor fiscalização”, etc. Essas generalizações criam entraves ao bom planejamento, reduzindo as opções e bloqueando alternativas que poderiam ser mais condizentes aos negócios.
As opções de planejamento são muitas, destacando-se, em resumo:
1. A questão da opção pelo regime de tributação federal (Lucro Real, Presumido ou Simples Nacional);
2. A existência de incentivos e benefícios fiscais regionais (Sudam, Sudene);
3. Maneiras de organizar os negócios (holding, off-shore, produção descentralizada, grupo de sociedades, etc.);
4. Diferenças tributárias relevantes;
5. Tratamento diferenciado sobre créditos fiscais (PIS, Cofins, ICMS, IPI);
6. Diferenças tributárias sobre operações de serviços (ISS municipal) e outros tributos especiais (como ITR).
Enfim, cabe destacar que o planejamento fiscal não é ato fixo, formal. É contínuo, diário, sendo necessário seu acompanhamento e revisão pelos gestores, além de ser adaptado às mudanças tributárias que ocorrem quase diariamente no Brasil.
Contabilista: se sua empresa, organização, escritório ou atividade ainda não executa atividades de planejamento, ou se as realiza, porém, mantém um acompanhamento não muito regular, recomenda-se a implementação de estudos para viabilizar possíveis formas de economia fiscal.
Incluanolequedeserviçosdisponibilizados a seus clientes a gestão do planejamento fiscal – interaja, inove e busque soluções – afinal, 2017 está se aproximando, e o que você fará para torná-lo menos difícil a si e a quem depende de seus serviços?