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AH - Conexão| 25 e 26 de março de 2017

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Páscoa na Praça atrai famílias no domingo

Crianças terão degustação de balas e chocolates na praça Flores da Cunha

Um espaço público decorado por cerca de cem voluntários espera as famílias para as atividades deste domingo, a partir das 15h, no lançamento da programação Páscoa na Família.

A Rua de Eventos e a praça Flores da Cunha terão troca-troca de livros, mateada com ervateira Ximango e show infantil “O agito com moinhos”.

No espaço, ocorre feira especial de artesanato, reabertura da exposição Paisagem Cultural Tupi Guarani, na Casa do Museu e distribuição de balas e chocolates da Neugbauer. O que mais chama atenção é a decoração entre as árvores e pequenos arbustos.

Mais de 700 casquinhas de ovos foram pintados, 500 cenouras e 500 corações de cerâmica espalham pelo lugar. Em meio as trilhas de pegadas deixadas pelo coelho, casinhas com personagens da família de coelhinhos, guirlandas e a Via Sacra.

Carla Caroline Schroeder, diretora de Cultura, diz que a Páscoa ganhou mais espaço para celebração em comunidade. Conta que nesta segunda edição haverá maior participação popular. A ideia surgiu no grupo Conversando Sobre Turismo. A discussão era a cerca de levar mais famílias aos espa-

ços públicos. “Levá-las às praças, para entretenimento sadio.”

No ano passado, não teve um dia especial para abertura, como

o que as famílias aguardam neste domingo, diz Carla. “A abertura vai ter show infantil, o que atrai as famílias.”

Dedicação para enfeitar

Entre os voluntários responsáveis pela decoração, grupos de saúde mental do Hospital São José e Associação de Artesãs. As 100 pessoas que ajudaram nos trabalhos decorativos ficaram durante um mês confeccionando materiais, muito deles doados pelo comércio local.

Segundo a presidente da Associação das Artesãs, Celi Ely Sche-

rer, 59, a participação do grupo de 14 integrantes foi fundamental. Há dois anos faz parte da equipe, mas a inspiração para o artesanato veio antes.

Celi é a responsável pela confecção das cenourinhas pequenas. Centenas estão espalhadas pela praça. “Eu praticamente costurei todas elas, mas gurias ajudaram para enchê-las.” Afirma que a participação comunitária contribuiu para o crescimento da cidade. “Acho gratificante. É bom quando a turma colabora.”

A associação participa todos os anos das decorações de Natal e Páscoa na cidade. Para ela, a prática é terapêutica. “Parece que tenho de fazer alguma coisa e isto me deixa bem.”

Agenda de Páscoa

Dias 2 e 9 de abril - Passeios com o Cedelinho e oficinas de máscaras – Praça Flores da Cunha – às 14h, 15h, 16h e 17h.

Dias 8 e 15 de abril – Feira Especial do Produtor e de Artesanato – Rua de Eventos – das 8h às 11h30min.

Dias 12 e 13 de abril – Feira do Peixe – quadro esportiva nos fundos da Sec. De Educação –9j às 18h.

Dia 14 – Encenação da Via Sacra – Forqueta – 20h

Praça está decorada com ovos e cenouras. Casinhas do coelho proporcionam interação com as crianças
Celi Ely Scherer afirma que o engajamento comunitário fez a diferença
FOTOS ANDERSON LOPES

LIÇÃO DE EMPREENDEDORISMO

Osvaldo Bergamaschi conta “Uma vida de histórias”

Autobiografia será lançada sábado. O livro apresenta facetas e batalhas do empresário que saiu de Relvado montado num burro branco

Reportagem, CarolinaChaves

Lajeado

Avida de um dos comerciantes mais antigos de Lajeado agora está impressa em livro.

Osvaldo Bergamaschi, 86, lança este sábado, às 18h, no Clube Sete de Setembro, sua autobiografia.

Intitulada “Uma vida de histórias”, a obra traz um resumo das vivências de quem sempre esteve disposto a recomeçar.

O livro foi escrito ao longo de três anos, depois de muita insistência dos netos, e vontade particular de continuar ativo. “Eles queriam saber como saí da roça, e eu resolvi contar.”

Natural de Relvado, Bergamaschi é filho de agricultores, o mais velho entre oito irmãos. Se criou na roça, mas não enxergava a construção da vida no campo. Depois de um plantio sofrido de milho, desistiu de vez da agricultura.

“Meu pai mandou que eu limpasse o terreno, para plantarmos. Fiz. Mas tinha muito inço, e passei o cultivo inteiro roçando. Quando estávamos no período de colher, um temporal levou tudo embora. Aí, eu falei que não queria mais trabalhar na roça. Dali em diante faria qualquer outra coisa.”

Aos 17 anos, num burro branco, saiu da cidade rumo a casa de um primo, em Anta Gorda. O parente era alfaiate, e lhe inspirou a seguir o mesmo caminho. Apesar de não gostar, o pai aceitou. Mandou que fosse procurar um tio, na própria cidade de Relvado, que tinha igual ofício.

Alfaiate de mãos cheias

Bergamaschi conta que na época era preciso trabalhar dois anos de graça, para então se tornar alfaiate. Na casa do tio, ganhava conhecimento, e o

Digo sempre que as mulheres me deram tudo. O que eu ganhei em Lajeado foi por conta delas.

Osvaldo Bergamaschi

Comerciante

necessário para a subsistência.

Passado os 24 meses, rumou à Charqueadas, distrito de Putinga, para abrir o próprio negócio. Passou a fazer fatiotas para os agricultores usarem nas festas da igreja.

E, acabou ficando famoso pelos belos cortes. Inquieto, decidiu ir para Putinga. “Aluguei uma sala, com duas peças. Uma era a casa, outra a empresa.”

Dividia o espaço e a cama de capim com um irmão.

Na cidade, ainda tinha a concorrência de outros dois alfaiates. Nada que lhe fez desanimar.

“De nove a dez meses, chegamos a trabalhar 18 horas por dia. De quando a energia elétrica era ligada, até quando era desligada.”

O sucesso foi tanto, que fez um dos concorrentes falir. Para diminuir as perdas, o outro alfaiate ainda lhe vendeu a casa. “Queria 35 mil contos. E era exatamente o que eu tinha em minha caixinha. Fechamos negócio.”

A residência era a aquisição necessária para casar com Alcinda. “Tinha colocado na minha cabeça que precisava ter

A família de Bergamaschi (e) foi a principal incentivadora para a elaboração do livro
CAROLINA CHAVES DA SILVA

Fim de semana, 25 e 26 de março de 2017

uma casa primeiro, e foi isso que fiz.” Aos seis meses de gravidez do primeiro filho, Antônio César, ela já precisou enfrentar a primeira batalha ao lado do marido.

Recomeçar

“Tenho como se fosse um filme na minha cabeça. Se me perguntarem cada detalhe, eu sei.” Bergamaschi se refere ao estouro da barragem de Putinga.

Era um sábado de sol, em que vestia um terno de linho branco, quando ouviu o responsável pela barragem gritar: “Fujam todos.” Pediu para a mulher não olhar para trás, apenas subir o morro atrás de sua casa.

“Calculo que a onda tinha cinco, seis metros. Conforme passava, levava tudo. Árvores, casas, inclusive a nossa.” A reconstrução da casa foi feita, não queria sair da memória. A cada chuva, ele tinha a impressão de um novo estouro.

Foi então que decidiu se mudar para Encantado. “Ela, como sempre, concordou. Acho que por isso estamos juntos até hoje.”

Com o início da decadência do ofício de alfaiate, optou por novos ramos. Comprou uma

Tenho como se um filme na minha cabeça. Se me perguntarem cada detalhe, eu sei”, referindo-se ao estouro da barragem de Putinga

loja, um cafezal e a casa onde a família morava. “Precisei começar tudo de novo.”

Com o empreendedorismo no sangue, e empréstimos bancários, comprou uma churrascaria. Não deu certo. No lugar, instalou um armazém. Viu que rendia, mas pensava além.

“Como eu não pudê estudar, queria que meus filhos fizessem faculdade, então decidi sair de Encantado.”

Para escrever uma nova história

Chegando a Lajeado, em 1970, alugou um mercado onde hoje está instalada a Folhapé. A mulher ajudava, e também participava do Clube de Mães. “Sempre precisavam de alguma coisa, e eu me ofereci para comprar.”

Frequentes viagens a Porto Alegre, lhe fizeram conhecer fornecedores de barbantes, plásticos e tintas. Tudo usado para trabalhos artesanais, produzidos pelo clube.

loja em Relvado e deixou sob a administração do cunhado, já comerciante. “Confiei nele, mas ele colocou tudo fora.”

Em 1968, já com seis filhos, Bergamaschi perdeu, além da

Conhecimento que lhe rendeu uma nova, e definitiva ideia de empreendimento, depois de três anos à frente do armazém, sem lucros.

Certo domingo, foi à missa pela manhã, e viu um anúncio de venda de uma loja na Rua Julio de Castilhos, onde hoje funciona a Casa Americana. “Não via a hora de chegar segunda-feira para ver o preço.”

Consultou a imobiliária, mas não tinha condições. Foi direto ao dono, Ibraim Cadam. Um turco que vendia confecções. Por 2,4 mil cruzeiros fechou o aluguel.

Marcou para o dia 20 de agosto de 1973 a inauguração da primeira Loja Bergamaschi. “Chovia torrencialmente. Pensamos: será que abrimos. Resolvemos que sim, e foi um sucesso.”

Mulheres entravam na loja e diziam que Lajeado precisava de um comércio como aquele, conta.

Apaixonados pelas vendas

Desde o fim da década de 1970 na Rua Francisco Oscar Karnal, a Loja Bergamaschi ainda vende praticamente os mesmos artigos de antigamente, como pedrarias para artesanato, fantasias e tecidos.

E também recebe as clientes de sempre. Algumas que estavam no primeiro dia, ainda compram na loja.“Digo sem-

Comerciantelevoutrêsanosparafinalizaraautobiografia

A autobiografia

Depois de perder a audição, devido a um acidente, Bergamaschi encontrou no livro uma maneira de continuar trabalhando. “Eu fazia tudo na loja, e de repente tive que parar. Tive uma decepção sem tamanho.”

A partir do incentivo dos netos, decidiu começar a escrever. Com a ajuda da filha Helena, faz cinco anos, aprendeu a ligar e desligar o computador. Dia a dia, conheceu mais da tecnologia.

Até que conseguiu relatar sozinho, num arquivo de tex-

to, cada passo de sua trajetória. O escritor Augusto Darde foi responsável por dar os retoques finais na obra.

Onde, além da trajetória como empreendedor, conta sobre a relação com a família, os filhos, 12 netos e dois bisnetos.

Relembra, em 167 páginas, parte do que viveu e conquistou. Mesmo com as mãos tremulas e a dificuldade da visão um tanto embaçada, tem orgulho de ainda poder assinar, literalmente, a própria história.

pre que as mulheres me deram tudo. O que eu ganhei em Lajeado foi por conta delas.”

Bergamaschi acredita que o segredo está em atender bem, dar o melhor sorriso, e oferecer a amizade em troca. “Temos amigas, não clientes, nos 36 municípios

do Vale. Todas compram aqui.” Aos 84 anos, Adelina ainda é quem compra as mercadorias em São Paulo. A filha Helena administra, e leva a frente o sonho do pai, que ainda cuida da parte financeira, e do trabalho dos 12 funcionários.

Estouro da barragem de Putinga destruiu a casa de Bergamaschi
Bergamaschi – mais alto ao fundo – é o mais velho de oito irmãos
CAROLINA CHAVES DA SILVA

Homenagens e integração marcam os 25 anos da cidade

Aniversário teve atrações culturais, musicais e atividades cívicas

Santa Clara do Sul

Município de 5,6 mil habitantes realizou série de atividades culturais, musicais e cívicas ao longo de cinco dias. Os eventos marcaram o aniversário de 25 anos de emancipação política. A unidade móvel do Sesc, RecreArt, foi palco das apresentações.

As peças de teatro “O Homem Banda”, “A Princesa Engasgada” e “I-Mundo” foram apresentadas para alunos e comunidade. Houve show da Orquestra de Concertos de Lajeado (Oclaje), hora do conto com o escritor Kalunga, baile da terceira idade, sessão de cinema e brinquedos infláveis.

Seção solene da Câmara de Vereadores, realizada no Clube Centro de Reservistas, homenageou os atuais e ex-gestores e legisladores que contribuíram para emancipação político-administrativa. De acordo com o prefeito Paulo Kohlrausch, primeiro presidente do Legislativo, a cidade evoluiu com a coragem de empreendedorismo e moradores.

O prefeito apontou que é agora está sendo feito um planejamento para 20 anos. “Se soubermos enfrentar as adversidades com humildade, sabedoria, respeito, excelência e coragem, teremos muito para crescer.”

Alunos recriam símbolos

Com o objetivo de homenagear Santa Clara do Sul pelos 25 anos de emancipação político-administrativa, alunos da Escola Municipal de Educação In-

fantil Pequeno Mundo recriaram símbolos em maquetes.

O material está exposto nos corredores e salas de aula, mostrando o desenvolvimento alcançado desde que Santa Clara do Sul se emancipou de Lajeado, em 20 de março de 1992. Orien-

tados pelas professoras, os estudantes contaram com o apoio dos pais para produzirem as miniaturas.

Entre os símbolos reproduzidos estão o pórtico de entrada, o monumento do combate vitorioso dos colonos santa-clarenses

sobre os Maragatos, a Igreja Matriz São Francisco Xavier, o Parque Multiesportivo Odilo Klein, praças e estufas de flores. Foram confeccionados banners, desenhos, pinturas, recortadas fotos do município, entre outras atividades. A escola recebeu a visita do secretário municipal de Educação, Cultura, Desporto, Turismo e Juventude, Mauro Heinen e do ex-vice-prefeito e líder da Comissão Emancipacionista, Ivo Wickert, que participaram do momento cívico.

O trabalho em conjunto, que viabilizou a produção das maquetes recebeu elogios do prefeito Paulo Kohlrausch, da direção da escola, professoras, colegas e pais. “Trata-se de uma forma de estimular as crianças a valorizarem os símbolos que fazem parte da história.”

Maquete feita por alunos da Escola Infantil Pequeno Mundo recria símbolos
Atuais e ex-prefeitos e vice-prefeitos foram homenageados em reunião solene. Da esquerda para direita: Inácio Herrmann, Fabiano Immich, Paulo Kohrausch, Ligia Schabach (esposa do ex-prefeito Renato Schabach), Ivo Wickert, Maristela Stoll (esposa do ex-vice-prefeito Airton Stoll) e Antônio Adams

ALeidoAmor RockStory

sequestraHelô

Sábado

armou contra a prefeita. Ciro ganha a confiança de Juninho. Laura aconselha Helô a perdoar Pedro. Marina propõe viajar com Tiago para Ilhabela. Letícia pede que Helô reate com Pedro. Luciane se interessa por Robinson. Misael se sente desconfortável na festa de Flávia. Ciro passa com Yara sua última noite em liberdade. A fuga de Magnólia é descoberta. Misael e Flávia terminam o relacionamento. Jáder comenta com Sansão que está interessado por uma mulher. Chega o dia do julgamento de Ciro. Magnólia sequestra Helô.

A Lua se harmoniza com Júpiter no circuito de amizades, evidenciando um dia propício às atividades em grupo, pois a ação coletiva tende a superar significativamente a individual. Númerodasorte:317

As energias aspectadas de Lua e Júpiter lhe fortalecem interiormente, beneficiando também a vida em famíostura amigável deixa

21/07 a 20/08

Momento de fortalecer os relacionamentos por meio da comunicação, pois Lua e Júpiter se articulam entre a sétima e a terceira casas, potencializando as afinidades e as ações conjuntas. Número da sorte: 798

telefone. Nicolau avisa a Gui que não poderá continuar na turnê e revela ao empresário que tem câncer. Gui fica sensibilizado com a notícia de Nicolau. Júlia vê Diana com Gui no quarto de hotel.

NovoMundo

Virgem 21/08 a 20/09

Sábado – Anna se desespera ao constatar que Joaquim não embarcou no navio, e Thomas comemora com o capitão o sucesso de seu plano. Perdido na ilha, Joaquim conhece os pi-

O trígono Lua-Júpiter lhe deixa confiante frente às relações interpessoais, fortalecendo o modo como você lança mãos de argumentos em defesa de suas ideias.

Número da sorte: 297

Segunda – Caio demonstra raiva de Ricardo. Tita aceita voltar para a academia. Joana insinua para Tânia que esconde algo sobre Bárbara. Nanda pensa em Filipe. Juliana se apavora ao saber que um paciente da UTI morreu. Rômulo fica intrigado com um sonho que teve com Filipe. Luiza fica arrasada com a provocação de Martinha. Juliana é agressiva com Caio. Jéssica tenta convencer Martinha a desistir de Lucas. Bárbara e Manuela choram ao saber por Juliana que um homem morreu na UTI. Jabá aconselha Lucas a escolher entre Martinha e Luiza. Bárbara tenta humilhar Tânia. Sula incentiva Rômulo a falar com Nanda.

21/01 a 20/02

O período revela-se venturoso para os interesses pessoais, pois o trígono Lua-Júpiter sugere êxito em suas iniciativas. No âmbito familiar, porém, a quadratura com Marte sinaliza uma tendência a priorizar a atuação individual em detrimento da coletiva. Número da sorte: 639

Peixes 21/02 a 20/03

Lua e Júpiter se aspectam em trígono no circuito de crise, fortalecendo sua determinação frente aos recentes desafios da semana. Mas apenas o desejo de fazer acontecer não será suficiente para o sucesso, pois Marte tensionado é sugestivo de inconstância emocional. Número da sorte: 555

LOTERIAS

23/3/2017

Dupla sena

Concurso nº 1623

1º sorteio 2º sorteio

19-23-30-37-48-49

Quina

06-21-30-32-41-42

Concurso nº 4341

25-32-34-70-72

Herta Klein abrilhanta o Teatro Univates no dia 26 de abril, sábado, às 20h. A peça de teatro Simplesmente Herta apresenta uma senhora de origem alemã com antigos costumes e tradições. Ela ama a vida e vive conectada com as novas tecnologias.

A personagem principal é interpretada pelo ator Carlos Alberto Klein. O espetáculo é produzido e realizado pela Curto Arte Companhia de Teatro, que em 2017 com-

pleta 25 anos de atuação no RS. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro ou pelo Sistema de Ingressos da Univates. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 9h30min às 22h30min. No dia do evento, a bilheteria abre às 18h. O ingresso varia de R$ 20 a R$ 40. Em caso de dúvidas, contate o Teatro Univates pelo 3714-7000, ramal 5949, ou bilheteria@univates.br

JúliavêDiana

Corrente solidária

Lançada faz 14 anos, a Campanha de Mãos Dadas com a Saúde auxilia hospitais da região a custear despesas, realizar melhorias na infraestrutura e manter

falta de repasses dos governos estadual e federal.

As doações mínimas de R$ 5 por mêspodemserfeitaspelosassociados da Cooperativa Certel Energia. O valor é descontado da fatura de energia elétrica. Conforme o gerente de Relações Institucionais, Marco AurélioWeber,noanopassado,mais de R$ 320 mil foram doados. Destaca que é uma ação de continuidade, sem a incidência de impostos e 100% do valor arrecadado é reverti-

Hoje, apenas cerca de 10% dos usuários de energia da Certel contribuem com a campanha. “Buscamos incrementar essa participação. A união de esforços é essencial para superarmos

Segundo o diretor-executivo do Hospital Ouro Branco e presidente da Federação das Santas

Religiosos e Filantrópicos do Rio Grande do Sul, André Emilio La-

to da saúde, que começa pelo governo federal, que não reajusta a tabela de procedimentos do SUS, aliado à crise econômica do Estado, que extinguiu incentivos repassados aos hospitais, os recursos doados pelos associados da Certel são imprescindíveis para a manter o hospital.

Lagemann elenca melhorias na área física e aquisição de novos equipamentos, em especial, a construção do novo centro cirúrgico/obstétrico e da central de material esterelizado, em 2012, com os recursos doados. “Elevamos nossa complexidade e resolução, além de ampliar a área de abrangência e possibilitar a vinda de novos médicos para atender toda

Para o dirigente, essa colabo-

pírito associativo e comunitário que sempre marcou a trajetória de construção e evolução das comunidades no Vale do Taqua-

igrejas, associações comunitárias sociais e hospitais. Avalia a iniciativa da Certel de se colocar a favor da entidade como um gesto nobre. “Reforça o modelo cooperativista, de auxiliar não ape-

A união de esforços é essencial para superarmos as

efetuou melhorias na infraestrutura com as doações recebidas dos associados nasosassociados,mastodacomu-

Em 10 anos, R$ 216 mil arrecadados

Conforme a secretária da Associação Hospital de Marques de Souza, Reni Rother, o dinheiro foi investido em material cirúrgico, reformas de salas, piso, forro, leitos, instalação do PPCI, central de gerenciamento de resíduos, aquisição de roupas e demais melhorias.“Semaajudadacomunidade, prefeituras e empresas privadas, seria quase impossível manter o

Para o presidente da entidade, Marco Aurélio Lima Trindade, equi-frentados pela falta de incentivos estaduais que não são recebidos desde 2015 e também auxilia no

Hoje são em torno de 650 contribuintes cadastrados e seis mil clientes da cooperativa na área de atuação da casa de saúde. Por mês, são arrecadados R$ 2,1 mil.

Doações e contribuintes

Ouro Branco, de Teutônia

(R$ 99.989,50, com 21.801 contribuições)

São Salvador, de Salvador do Sul

(R$ 63.053,00, com 11.462 contribuições)

Associação Hospitalar, de Marques de Souza

(R$ 36.566,00, com 8.773 contribuições)

Dr. Anuar Elias Aesse, de Boqueirão do Leão

(R$ 17.441,00, com 2.408 contribuições)

São José, de Barão (R$ 10.722,00, com 2.326 contribuições)

São José, de Sério (R$ 7.467,00, com 1.949 contribuições)

Apae de Teutônia (R$ 24.559,50, com 8.246 contribuições)

Liga Feminina de Combate ao Câncer de Teutônia

(R$ 18.078,00, com 3.629 contribuições)

Associação Protetora dos Animais de Teutônia – Apante

(R$ 3.702,00, com 1.094 contr ibuições)

Corpo de Bombeiros Voluntários de Teutônia

(R$ 26.945,00, com 3.816 contribuições)

Corpo de Bombeiros Voluntários de Salvador do Sul e São Pedro da Serra

(R$ 19.010,00, com 4.243 contribuições)

+ de R$ 327 mil + de 69 mil

Doações Contribuintes

Como doar

Para colaborar, os associados podem contatar com o hospital, com a Certel, pelo telefone gratuito 0800 516300, ou preencher o formulário que consta no Jornal Choque.

Direção do hospital de Marques de Souza

Casa Di Paolo será o case de jantar

Líder Tratores participa da Expoagro

Vale do Taquari

Entre os dias 21 e 23, a Líder Tratores participou da 17º Expoagro Afubra, em Rincão Del Rey, no município de Rio Pardo. Reconhecida como a maior feira de agricultura familiar do país, a exposição agropecuária apresenta propostas tecnológicas, além de produtos e serviços para o campo. Como novidade, a New Holland trouxe toda a linha de tratores. Destaque para o modelo 7630, há 30 anos no mercado e apresentado na versão retrô. Segundo o gerente de vendas, Gabriel Cardoso, a empresa percebe a importância da feira como vitrine de negócios. “Cada vez mais, o evento se consolida nos vales do Rio Pardo

e Taquari. Expectativa alcançada e possibilidade de muitos negócios pós-feira”, comenta.

Durante a exposição realizou entregas para os clientes Cesar e Wilson Brok, de Encruzilhada do

resumo dos primeiros meses de sua gestão e dos projetos de desenvolvimento previstos para a

Sul e Paulo e Rodrigo Hermann, de Venâncio Aires. A Líder Tratores atua no mercado há mais de 40 anos e possui matriz em Cachoeira do Sul e filiais em Lajeado e Montenegro.

Jovens Empreendedores estreia segunda-feira

Encantado

Sete escolas públicas e 35 estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental iniciam, segunda-feira o projeto Jovens Empreendedores. A iniciativa da ONG Parceiros Voluntários do município compreende a realização de dez oficinas profissionalizantes, um seminário com especialistas de diversas áreas de atuação e cinco visitas técnicas a empresas de vários segmentos. A primeira oficina ocorre se-

gunda, das 14h às 16h, na sala de cursos da Aci-e, entidade parceira do projeto e da ONG. O tema será 1º Emprego e Plano de Carreira. A professora voluntária é a especialista em gestão, Mardi Denise Rohr De Conto.

Ela falará aos estudantes sobre teste vocacional, postura profissional, como se portar na primeira entrevista, avaliará o perfil de cada um, entre outras práticas fundamentais para quem visa preparar-se para o

mercado de trabalho.

Para a coordenadora da Parceiros Voluntários de Encantado, Elisabete Bertella, o projeto é complexo porque atende a uma demanda social e visa incluir os jovens que, por vezes, não têm condições de pagar por um curso técnico, em atividades de capacitação.

Até junho, serão realizadas dez oficinas, totalizando 20 horas aula, e o seminário. Aos estudantes indicados pelas escolas será fornecido certificado de participação.

Vale do Taquari

Ocorre na terça-feira, dia 28, a reunião almoço do Sincovat na sede social a partir das 11h45min. Leomar Padilha, delegado da Receita

Federal em Santa Cruz do Sul e Auditor Fiscal, fala sobre o projeto Destinar. A entidade também organiza vários cursos até o fim do mês de abril. Dia 27, o tema será Tributação no Agronegócio; dia 28 – ICMS

Transporte rodoviário; 6 de abril –inicio do curso intensivo em departamento pessoal; dia 13 – alteração doSimplesNacionalpara2017edia 20 – Escrituração Contábil Digital. Todos os encontros iniciam às 8h.

cidade. Reservas devem ser feitas naAci-e,pelotelefone3751-2255,até terça-feira ao meio-dia.

Assembleia Geral

Antes, porém, da programação com Paulo Geremia, a diretoria da Aci-erealizaaAssembleiaGeralOrdinária, para fazer a prestação de contas do exercício de 2016 e o relatório deatividadesrealizadopelaentidade nomesmoperíodo.Aassembleiatem entrada franca e é exclusiva para associados. Inicia às 19h, em segunda e última chamada, no mesmo local.

Negócios em Pauta debate fluxo de caixa

Vale do Taquari

Fluxo de caixa é o tema a ser abordado durante o segundo workshop do projeto Negócios em Pauta. Promovido pelo Sindicato dos Contadores e Técnicos em Contabilidade do Vale do Taquari (Sincovat), em parceria com o Jornal A Hora, o evento acontece no dia 29 de março, a partir das 19h, na Câmara Municipal de Vereadores de Estrela (R. Dr. Tostes, 51 – Centro). O professor e pró-reitor de Administração da Univates,

Celso

Teutônia

No próximo dia 29 de março, às 11h45min, a CIC Teutônia realiza a primeira edição de 2017 do tradicional Almoço Empresarial. O evento ocorre no auditório 3 da entidade, com o tema “Riscos da atividade empresarial frente ao cruzamento de informações fiscais, econômicas e financeiras”. O palestrante será o conta-

Oto Roberto Moerschbaecher, é o convidado da noite. Debaterá com contadores, empresários e empreendedores sobre formas de manter a saúde financeira das organizações.

As inscrições podem ser feitas pelo e-mail negociosempauta@ sincovat.com.br ou pelo telefone (51) 3709.2798. A participação é gratuita e deve estar associada a uma empresa ou entidade. O cronograma do Negócios em Pauta segue até janeiro de 2018, discutindo temas relacionados à gestão e empreendedorismo.

dor Celso Luft, vice-presidente de Controle Interno do Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Sul (CRC/RS), membro do Colégio de Vogais da Junta Comercial do Estado do Rio Grande do Sul (Jucergs) e diretor do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis (Sescon/RS).

O investimento é de R$ 39 por participante associado à CIC e de R$ 49 para os demais interessados.

Família Brok, de Encruzilhada do Sul, recebeu a colheitadeira TC5070
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