
Terça-feira, 9 de agosto de 2016

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Terça-feira, 9 de agosto de 2016

Radicada no Rio de Janeiro, Gabriela Munhoz, 32, comemora a boa fase. Na semana passada, celebrou a estreia do filme Vidas Passadas nas telas do cinema em todo o país. Em setembro, vem coroar o sucesso na terra natal com a apresentação da peça A Outra Casa, no Clube Tiro e Caça

“Gabriela Munhoz tem um ótimo desempenho mesmo se fragmentando em três papéis inteiramente distintos, conseguindo expandir a emoção necessária de cada uma deles, em três construções bastante sólidas em que a atriz aproveita bem o momento de cada personagem.”
Essa avaliação da atriz lajeadense tem a assinatura do crítico de teatro, Renato Mello, um dos mais renomados jornalistas especializados em cinema do país, e também criador e curador do Prêmio Botequim Cultural de Teatro. A breve análise se refere ao papel de Gabriela na peça dramática AOutraCasa, que será encenada no dia 2 de setembro, no Clube Tiro e Caça, em Lajeado. O espetáculo, lançado em 27 de fevereiro no Centro Cultural Justiça Federal, na capital do Rio
de Janeiro, concorre a diversos prêmios. Gabriela, por exemplo, concorre como atriz coadjuvante ao prêmio Botequim Cultural. Já a atriz gaúcha, Helena Varvaki, foi indicada como atriz protagonista ao prêmio Shell, Cesgranrio e também ao Botequim Cultural. A peça mostra a vulnerabili-
dade do ser humano diante dos transtornos da memória. Montado no Brasil pela primeira vez, o espetáculo é desenvolviodo por meio de um quebra-cabeça que envolve protagonista, público e personagens desde a primeira cena.
“Momento único”
A Hora – Como você se descobriu artista? Fale um pouco sobre sua história dentro da arte?
Gabriela – Eu comecei a fazer teatro com 8 anos de idade, com a Laura Peixoto, em Lajeado. Lembro até hoje quando viajamos para concorrer no Festival de Novos Talentos, de Machadinho, onde ganhei o prêmio Jovens Talentos, o meu primeiro. O nome do espetáculo era o Julgamento do Palavrão, direção da Laura. Foi maravilhoso. Depois fiz aula com Marcelo Aquino, também em Lajeado. Me apaixonei. Esperava a semana inteira pelo dia da aula de teatro. Foi uma paixão que despertou.
E como você chegou ao Rio de Janeiro?
Gabriela – Aos 16 anos, participei de outro festival em que o prêmio era uma viagem ao Rio de Janeiro para conhecer o Projac (estúdios da Rede Globo). Foi minha avó materna, Marli, quem me inscreveu nesse festival. Quando ganhei, eu podia escolher uma pessoa para vir comigo,eeuescolhiminhaavó.
Depois, aos 20 anos, eu decidi vir ao Rio de Janeiro de vez, com mochila nas costas para estudar e conhecer melhor esse mundo do teatro e do cinema.
muito difícil sobreviver de arte aqui no Brasil. Mas nunca faltou apoio da família.
Quais as principais dificuldades enfrentadas aí na capital carioca?
Gabriela – São muitas pessoas que vêm do Brasil inteiro para o Rio de Janeiro em busca do mesmo espaço. Há uma demanda muito grande de pessoas buscando a mesma coisa. E é muita gente boa. Aqui tem bastante oportunidades, mas é muita gente buscando. E tem a dificuldade de você chegar de outro lugar e ter que criar relações. O círculo de amizades e de contatos precisa ser construído.
É seu momento mais especial na carreira de atriz?
Gabriela – O reconhecimentodotrabalhoéamaioralegria. O reconhecimento é maravilhoso. Mas só vem com esse árduo trabalho diário. E o momento atual é muito especial. Estou muito feliz com tudo que está acontecendo. A indicação para o prêmio, a peça sendo apresentada em Lajeado, a abertura de novo restaurante, e um recente trabalho para a Olimpída. Tô trabalhandomuitoeplantando muitacoisa.Masperceboquejá estou colhendo alguns.
Estou muito feliz com tudo que está acontecendo.
A encenação conta a história de Juliana Smithton, uma neurologista que sofre um lapso de memória na apresentação para uma plateia de médicos de um novo remédio desenvolvido por ela. A partir disso, ela é impulsionada a rastrear sua lucidez por meio de embates com o marido, a médica, com as lembranças da filha desaparecida e consigo mesma.
Além de Gabriela e Helena Varvaki, atuam na peça os atores Alexandre Dantas e Daniel Orlean. O texto é de Sharr White, a tradução de Diego Teza, e a direçao da peça é de Manoel Prazeres. O espetáculo dura em torno de 90 minutos.
Como foi o apoio do restante da família?
Gabriela – Sempre tive muito apoio da família. Mas meus pais sempre deixaram claro que a carreira artística era instável, e que no Rio de Janeiro muitos buscavam isso. Portanto, eu encararia muitas dificuldadeseteriaqueralarbastante e encontrar formas de morar aqui. Daí comecei a trabalhar com produções, em áreas fora do teatro e como empresária no ramo da gastronomia. Pois é
O que esperar de A Outra Casa?
Gabriela – Quero muito que todos assistam à peça. A história é linda. O elenco tem atores muito legais. Pessoas que admiro faz muito tempo. A protagonista está maravilhosa. Acho que será um grande encontro. Muitos amigos queridos que não vejo faz muito tempo. Estou muito grata ao CTC por viabilizar. Eu espero todos lá, e depois quero tomar uma cervejinha com os amigos.


Cavalgada marca a comemoração do dia nacional
Atividade alusiva ao Dia Nacional da Equoterapia, comemorado hoje, 9, ressalta o papel terapêutico da prática e a importância de torná-la mais conhecida. Durante a 1ª Cavalgada Equovita, nesta quinta-feira, 11, alunos da Apae utilizam cavalos de pau em referência ao projeto mantido pela entidade. O desfile inicia às 14h30min, no Parque do Imigrante. No município, a prática é mantida pela associação desde 2008, no Parque do Imigrante. Por semana, cerca de 20 praticantes são atendidos. Eles recebem o acompanhamento por até quatro anos.
A diretora da Apae, Ana Paula Müller, acompanhou a implantação do projeto no qual atuou por cerca de sete anos. Na época, lembra, foi preciso superar a limitação técnica e de espaço. Para atender o máximo de pessoas, houve um rodízio.
Ela, que participou de cursos para desenvolver a atividade, ressalta a busca de parcerias. Os cavalos são cedidos por uma cabanha, enquanto o espaço é emprestado. Com o projeto, afirma, foi possível aproximar as pessoas e desmistificar a técnica. “Muitas vão vendo que é um atendimento sério e tem bons resultados na prática.”
Hoje, as sessões são ministradas pela terapeuta ocupacional Cristiane Schneider. De acordo com ela, o atendimento é interdisciplinar e envolve, além da saúde, a educação e a equitação. Além dos benefícios físicos para os praticantes, destaca a importância da técnica para melhor controle psíquico, da autoconfiança e autoestima.
ONG tenta facilitar acesso
De acordo com a fisioterapeuta e equoterapeuta Olga Martins, além do desconhecimento sobre os benefícios do método

terapêutico, os custos do serviço são obstáculos. Na área faz seis anos, se dedica desde 2014 à criação de uma ONG que facilite o acesso.
A organização foi instituída no mês passado e é sediada em Cruzeiro do Sul. Segundo ela, apesar da evolução, a equoterapia ainda precisa ser mais conhecida e acessível. “Hoje os médicos indicam mais, as pessoas já procuram, mas ainda é muito desconhecida. A ONG é
uma forma de tentar oferecer esse método para quem não tem condições de pagar.”
Programação estendida
Durante todo o mês, a Apae mantém atividades relacionadas à Semana da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, entre os dias 21 e 28. Além da Cavalgada Equovita, palestras, shows, desfiles e debates ocorrem entre os dias 10 e 26.
Amanhã – Show com a banda Barbarella na Apae (manhã e tarde)
11/8 – Às 14h30min, I Cavalgada Equovita no Parque do Imigrante
17/8 – 14h, palestra para pais com Sérgio Kniphoff e Liga da Pediatria da Univates no salão de eventos da Apae
18/8 – 14h, bate-papo para as famílias com a psicóloga Mônica Araújo da Apae Lajeado
22/8 – Ato simbólico na rua Júlio de Castilhos – faixa em comemoração à Semana da Pessoa com Deficiência
22/8 – A partir das 19h, Desfile de Modas Inclusivo no Teatro da Univates. É necessário se inscrever via internet para participar.
22/8 – 19h, palestra para profissionais com Dr. Sizínio Herbert no salão de eventos da Apae
23/8 – Encontro dos Profissionais das Apaes em Teutônia (sem aula e atendimento)
24/8 – Momento OFF Road – esportes radicais
26/8 – Brinquedos infláveis, das 8h30min às 11h e das 14h às 16h30min. Lanche especial (cachorro-quente) produzido pelo grupo de mães Saber Viver da Apae.

Evento garante ocupação do espaço público com participação da população em apresentações artísticas e exposições de artesanato.
Prestes a completar um ano de existência, o Arte na Escadaria teve uma nova edição nesse domingo, 7. Iniciado em 29 de agosto do ano passado, o projeto foi idealizado por um grupo de mulheres com objetivo de tomar o espaço público. Desde então, músicos, artesãos e diversos expositores têm um ponto de encontro. Uma vez por mês, se reúnem na rua Arnaldo Diel, às margens do Rio Taquari.
Uma das marcas dessa edição foi a inauguração do palco para as apresentações musicais. Até domingo, os artistas improvisavam. O espaço foi construído com mérito ao funcionário público aposentado Bitti José Itamar Horn. Músico e integrante de uma banda de rock, ele captou patrocínio e construiu junto com a mulher a plataforma de madeira que será usada durante os próximos eventos.
“A casa do artista é o palco e o reconhecimento é o aplauso, eu não podia aceitar ver os músicos tocando no chão”, afirma Horn. Para ele, a realização do evento mostra a capacidade de organização da população. “Isso tudo é feito sem o poder público, as gurias conseguem garantir um espaço para os artistas locais”, destaca quando refere-se às or-

ganizadoras Adriana Mallmann, Dolores Müssmich e Patrícia Feldens Pedotte.
Além de música e artesanato, atrações para o público infantil também são garantidas durante o Arte na Escadaria. No domingo, apresentações do mágico Carlos Ruschel cativaram as crianças. Comerciante por profissão, ele iniciou as apresentações de mágica como passatempo. “Sempre gostei de mágica, desde criança, mas comecei a me apresentar
cerca de dez anos atrás.”
O que começou como um brincadeira para os amigos ganhou importância na vida de Ruschel. “No início, fazia apresentações caseiras, os amigos sugeriram que eu levasse o show para um público maior”, relembra. O incentivo fez o comerciante investir na paixão da infância e transformar-se em artista. “Estudo muito sobre mágica e tenho um gasto alto para fazer cursos, workshops e comprar o material.”
As apresentações são para todos os públicos, mas Ruschel
ressalta o interesse maior das crianças. “Elas participam mais e prestam mais atenção, os adultos ficam mais desconfiados e são bem mais tímidos para participar do show. Com elas, é uma alegria só.”
O sucesso do mágico com o público infantil foi confirmado no domingo, com a participação de diversas crianças no show.
De acordo com Ruschel, o diferencial do trabalho está no prazer que sente ao executar. “Me divirto tanto quanto quem está assistindo. O mágico passa uma mensagem de alegria”, ressalta.
75 anos de disposição
Vestidodepalhaçoemontadoem sua bicicleta, Sérgio Leopoldo Horn circula pela rua Arnaldo Diel nos dias de evento. Aos 75 anos, ele fala com orgulho das atividades que realiza. “Eu sou o patinador e ciclista mais velho do país”, afirma. A idade não impede Horn de se arriscar mostrando equilíbrio em cima da bicicleta e rolando no chão, tudo para divertir as crianças. “Elas dão muita alegria, quando ficam maiores, reconhecemeapontamnarua'éoSergião o palhaço' e isso é gratificante.”


Teutônia
Asonoridade e energia do rock, metalcore e heavy metal marcou a primeira edição do Germany Festival. O evento gratuito reuniu oito bandas no sábado, no Clube União, em Linha Germano. Foram arrecadados alimentos não perecíveis e produtos de limpeza que serão destinados ao Lar de Idosos Trindade, de Boa Vista. A organização registrou a presença de 400 pessoas.
A banda teutoniense Anty-horário foi a anfitriã do evento, com repertório composto pelo rock gaúcho. O trio da Jellyfish apresentou o grunge e agradou o público com som e letras agressivas. A cidade ainda esteve representada pela Plug, a estreante Born to Kill, Teutallica e Ettuonia. A Cacife, Bugs e Black Sabbath Cover-RS foram as convidados de Eldorado do Sul e Porto Alegre
O evento foi idealizado pelo professor de História, Ronaldo de Borba, 27. Com foco na informalidade, parceria e dedicação, a proposta era compartilhar da energia musical. “O resultado foi mais que o esperado. Muitos músicos amigos, que eu já não via fazia tempo, vieram. As bandas estavam animadas para expor o trabalho. Foi maravilhoso estar com o público.”
Moacir Peters, 41, também é professor de História e aprecia o underground. Para ele, a versatilidade do festival agradou por unir crianças, jovens e adultos, apreciadores do cenário underground, heavy e pop em um mesmo ambiente. A iniciativa provou a democracia e união quando o assunto é música. “Trouxe à tona o respeito pela cena, crianças, famílias das antigas. E, como sempre, é bacana rever velhos amigos da região, que sempre foram da cena e nunca saíram.”
Segundo Germany está no papel
Produto único
A próxima edição do Germany Festival está prevista para novembro. O local ainda será definido, mas algumas mudanças já foram definidas.
A organização busca artesãos diferenciados para diversificar o evento. Foram 43 expositores, dentre eles Zeledir Vila Real Oliveira, 59, de Porto Alegre. Ela trouxe produtos feitos a base de capim dourado, uma peculiaridade de Tocantins. “Só nasce por lá. É muito difícil de se encontrar.”
A copa e a infraestrutura no entorno do ginásio do evento serão modificadas.
Seis bandas já foram conta-
tadas e o cronograma deve encerrar com mais quatro. Além disso, a organização mantém a preocupação de garantir o cunho regional da festividade, com artistas de Lajeado e Teutônia. O estilo continuará sendo o rock and roll e suas vertentes.
Zeledir aponta que o capim é produzido uma vez ano ano, por volta de agosto e setembro. Para a produção de artigos, é utilizada

21h10min

Terça-feira – Lucas e Chico Criatura tentam conter os cooperados. Bento se enfurece, e Piedade se assusta. Queiroz tenta atrapalhar o depoimento de Tereza. Martim pede para Sophie conter Miguel. Luzia ofende Tereza na delegacia. Queiroz avisa a Afrânio sobre o sumiço de Santo.
Tereza acusa Afrânio de ser o culpado pelo desaparecimento de Santo. Dalva enfrenta Tereza para defender Cícero. Carlos afirma a Afrânio que ninguém conseguirá provas contra eles. Olívia e padre Benício repreendem Luzia por incitar o povo a fazer justiça com as próprias mãos.
19h25min
Fedoraélevadapara umaclínicapsiquiátrica
Terça-feira – Fedora fica transtornada com o sumiço de Estelinha nas redes sociais e com a perda de seguidores. Adônis oferece beijar Shirlei para ela não revelar suas mentiras para a família dele. Carol recebe flores de Murilo. Fedora é levada para uma clínica psiquiátrica. Apolo devolve a casa onde moraria com Tancinha. Beto perde a conta de um cliente para Henrique. Edu planeja sabotar o rapel de Renan. Tancinha incentiva Francesca e Shirlei a irem à festa de despedida de Apolo. Francesca se interessa por Rodrigo. Rebeca fica nervosa ao ver Aparício como garçom em seu jantar com Agilson. Adônis fica nervoso ao ver Guto no coquetel de Apolo. Tancinha vai à festa de Apolo.


Produtorruraléatingidopor atiradormisteriosoàsmargens doVelhoChico

Depois de um encontro cheio de amor com Tereza (Camila Pitanga), Santo (Domingos Montagner) é pego de surpresa às margens do Rio São Fran-
cisco. Um tiro atinge o ombro do produtor rural. Corajoso, ele manda o criminoso sair do esconderijo: “Aparece, maldito! Aparece! Mofino! Covarde!”
Terça-feira – Cláudio implora para Araújo não mentir. Sandra foge do tribunal e Anastácia vence o processo. Araújo é preso, enquanto Sandra e Ernesto fogem da mansão. Anastácia recupera a fortuna. Cunegundes mente para ajudar Romeu, mas Mafalda fica desconfiada. Anastácia volta para a mansão. Ernesto ameaça Paulina para se esconder no dancing com Sandra.

Pancrácio se despede de seus personagens e Candinho o consola. Anastácia exige que Maria deixe de ser sua empregada. Ernesto ameaça denunciar Sandra.


Pianpianlaspuntatelcielo neroeoramaipienodestele. Grandacolaspuntamalava restandopipìcolacolasealsa finrivarsoralanostratesta. Ciaraeluzentelailuminala terracomesefussaelformaio soralatola.Sepolvederleso pianureelesoimponentemontagne,chesianca lastàaquatossentomila quilòmetrilontana,qua delaterralanepermete un’spetàcolomeraveioso ainostiòcii.Chisàquanteolte oramaitelaghèvardadaeper quelovuifartequestadomanda.Dandoeteseiadèsso,par vederlalunabisognachete vardiinsuntelcielo,mase comeparmiràcolopotessistar perunmomentochesiaintea luna,ndoelaterrastaria:lasu olazo?


Sicuramentendaressidir cheselavedarialazo,però
sariaungrandosbàglio.Come eluniversolèpianoetutolèa lamedèsimadimension,tela vedarialasucomefussastar quainteaterra.Ntelspasso cósmiconoghenèlasuolazo. Gràssiealalunaèchegavemo lequatrostaiondelano.Sianca lazeuncorpomortontel firmamento,lèquelache stabilisaelmovimento delaterra.Lasealontanadelaterraquatro sentìmetrialanoedechi arquantimiliardideanila gravitàdelaterranosaràmia pibonadetègnerlaelandarà viaparsempre.Masiancaquestovasucedere,noocoremia preocuparteperchenotesarai miaquaparveder.Quandosto momentorivar, nissunsavarà dirchetesei vivestoin questomondo. r,


É avaliada e controlada pelo Inmetro, por meio de testes
Doce à base de coco e ovos, oriundo da culinária portuguesa
Leandro (?), humorista brasileiro
O livro de editoras escolares
Fixa (uma poção)
"Fera (?)", sucesso do Rei
Tricerátopo ou velociraptor Deleite
"Parabéns (?) Você", música de aniversário
Conceito psicológico
Aranha fatal
(?) hora: sempre O crime intencional
Volume (abrev.)
Tendência do câmbio quando há déficit da balança comercial
Diz-se do aluno expulso da universidade Amigo, em italiano Imitar a voz do gato
Corte dianteiro e macio da carne bovina
Atitude típica da criança mimada
Galvão ou Milton Leite
Badala as horas

contra princesas (Lit.) pode adquirir carga elétrica
(?) I, papa nascido em Jerusalém
O xodó da vovó (fem.)
Recebe o esmalte
Componente distintivo e simbólico de bandeiras
Acenar, em inglês
Instrumento usado por viciados em heroína
Casas de banho de clubes
Remédio que hidrata (pl.) O meio
Foi trocada pelo quadro branco em escolas
dendê, ingrediente do vatapá
3/nod. 4/gozo. 5/âmbar — amico. 11/queijadinha.
Cair no (?) dos esquecidos: sumir da memória
Constela-

de semana, pois persiste o trânsito lunar na área de relacionamentos, tensionado tanto a Plutão quanto a Urano. Númerodasorte:267
namentos sugere um período de atritos que po-




zade, desencadeado pela dificuldade de conciliar interesses emocionalmente distintos. Númeroda


21/07 a 20/08
Aspectos tensos entre Lua, Urano e Plutão alertam para o risco de se as-




Premiação
Sena - 6 números acertados Não houve acertador
Quina - 5 números acertados 21 apostas ganhadoras, R$ 73.375,18
Quadra - 4 números acertados 2121 apostas ganhadoras, R$ 1.037,83



sugerindo um período em que a falta de objetividade compromete seu bom senso na tomada Númerodasorte:93
Aquário
21/01 a 20/02
Lua, Urano e Plutão tensionados evidenciam uma sobrecarga emocional que contribui para você relembrar fatos desagradáveis do passado. Númerodasorte:409
Peixes
21/02 a 20/03
Aspectos tensos entre Lua, Urano e Plutão lhe predispõem a adotar uma postura imatura diante dos desafios, como fugir das responsabilidades, por exemplo. Númerodasorte:221


Lajeado
Docile, indústria de doces sediada em Lajeado, participa do Encontro Nacional da Cadeia do Abastecimento (Enacab). O evento iniciou ontem em São Paulo se estende até esta quarta-feira, 10. Aempresacomemoraofuncionamento da nova unidade inaugurada no primeiro semestre na Região Nordeste, dessa vez, em Vitória de Santo Antão (PE), quadruplicando a capacidade produtiva na região. Para o diretor comercial, Alexandre Heineck, essa é mais uma oportunidade para reforçar os 25 anos de atuação da empresa. “É fundamental percorrermos diversos pontos do Brasil e do mundo com a participação em feiras durante a comemoração do nosso
DIVULGAÇÃO

Direção da Docile apresentou nova linha de produtos 1/4de século. Com esse calendário estratégico, reforçamos nosso portfólio, expandimos nossa rede de contatos e consolidamos a confiança que a Docile construiu no mercado”, comenta. Depois de tubo, twist, flor, carro, morango e ursinho, a linha de marshmallows da Docile ganha um novo for-
mato, o coração. A empresa, maior produtora de pastilhas e a segunda no ranking de balas de goma no Brasil, registra uma produção mensal de 2,2 milhões de quilos. Em seu portfólio, mais de 200 itens que podem ser encontrados em todo o Brasil e exterior.
Lajeado

O Sindicato dos Contadores e Técnicos em Contabilidade do Vale do Taquari (Sincovat) realiza hoje, 9, o curso Orientações sobre Operacionaliza-
ção do FGTS pelos Empregadores. Oeventoocorreàs14hnoAuditório CRCRS/Sincovat, na rua Wenceslau Bráz, 55, bairro São Cristovão. O ingressoserádoisquilosdealimentos não perecíveis. A atividade conta comoapoiodoSescon/RS.

Como regra geral, todas as firmas de auditoria independente do Brasil e os contadores que atuam como auditores independentes devem trabalhar com a maior transparência possível, por meio da aplicação de metodologias de trabalho e procedimentos alinhados às técnicas de auditoria utilizadas no país, de forma a fornecer a segurança necessária aos usuários das informações contábeis auditadas.
Nesse contexto, a Revisão pelos Pares – compreendida como um procedimento de auditoria – é considerada elemento essencial de garantia da qualidade dos serviços de auditoria independente, pois se constitui em processo educacional, de acompanhamento e controle, que visa alcançar um desempenho profissional da mais alta qualidade, ao passo que permite a detecção de erros e irregularidades, promovendo a eficiência dos trabalhos de auditoria.
MARCOS A. C. DE ALMEIDA Contador-Gerente deControladoria daCompanhia Minuano te

A professora Maria Cristina Klafke Silveira, 49, tem motivos para comemorar. No dia 28 de julho, recebeu da Construtora Zagonel as chaves de seu apartamento O imóvel de Cristina pertence ao Parque Independência, na avenida Independência, 1810, proximidades da Unisc. Também foram entregues asunidadesdaTorreD,com32apartamentos. Ao todo, o Parque Independência terá 166 unidades, sendo 134 já entregues.
O 4º Encontro Estadual de Jovens Empresários ocorre nesta quinta-feira, 11, às 19h, no Centro Cultural Univates. A promoção é da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) Lajeado, com correalização da Univates. Os ingressos custam R$ 25 para associados da CDL Lajeado e Associação Comercial e Industrial de Lajeado (Acil), e R$ 35 para demais interessados. A atração principal será o diretor-presidente da Bebidas Fruki, Nelson Eggers. Também participam os empresários Laura Madalosso,

Eggers apresenta a trajetória da Fruki da Insecta Shoes, indústria de sapatosecológicos;HumbertoKoerbes,gerente operacional das Lojas Benoit; e RômuloFigurelliGomes,proprietário doEspaçoDellasBeautyBar,dePorto Alegre.Informaçõespelo3710-1299.
Esse procedimento é avaliado por meio do acompanhamento e controle de qualidade dos trabalhos feitos pelos auditores independentes registrados na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), ou seja, é uma auditoria independente realizada sobre trabalhos de auditoria.
O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e o Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon) instalaram, em 2001, o Comitê Administrador do Programa de Revisão Externa de Qualidade (CRE). O objetivo é avaliar os procedimentos adotados pelos contadores e firmas de
auditoria, com vistas a assegurar a qualidade dos trabalhos desenvolvidos por meio do atendimento das normas técnicas e profissionais estabelecidas pelo CFC e, quando aplicável, das normas emitidas por órgãos reguladores. Muito se evoluiu em termos técnicos contábeis e de auditoria o que leva as equipes que formam as firmas de auditoria independente buscarem um aperfeiçoamento constante das técnicas exigidas pelos órgãos reguladores e fiscalizadores da profissão. Por sua vez, as empresas auditadas tendem também a se preocupar mais com suas políticas de governança corporativa pois, além de respaldarem suas demonstrações contábeis, tornarão o trabalho das firmas de auditoria cada vez mais preciso e confiável.
Na minha opinião, a revisão externa da qualidade auxiliou e continua auxiliando nessa evolução, por meio de uma preocupação cada vez maior dos profissionais com os ditames legais vislumbrando a possibilidade de oferecer uma garantia mínima necessária aos investidores e a todos usuários das demonstrações contábeis que estas estejam livres de distorções relevantes, o que se traduzirá em aumento nos volumes de negociações de ações e obtenção de maiores retornos aos investidores.