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AH - Conexão| 12 e 13 de novembro de 2016

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Apama lança calendário para obter recursos

Depois de retirados das ruas e tratados, cães mostram beleza em fotos de estúdio

Lajeado

Esta é a terceira edição do calendário da Associação de Proteção aos Animais (Apama). A proposta iniciou para angariar recursos à associação e hoje toma proporções ainda maiores. O lançamento oficial ocorreu na quinta-feira à noite, no edifício do Diamond Center. Foram cinco mil unidades confeccionadas para venda a um valor de R$ 15. De acordo com a pre-

sidente da Apama, Ana Rita Silva Azambuja, a entidade terá um estande na Expovale. “As vendas serão feitas durante a feira. Na compra de 25 unidades, o valor fica a um preço de R$ 10.”

O calendário conta com uma série de fotos organizadas pela publicitária Keila Schmitd. O dinheiro arrecadado servirá para saldar despesas da entidade. A Apama tem um espaço para abrigar os abandonados, na localidade de Alto Conventos. Cerca de

300 cães disputam cada centímetro dos espaço. “Cada animal tem um custo alto para desverminação, castração e vacinação. Há casos que o gasto é elevado para salvar a vida deles.”

Em setembro, um gato foi encontrado sem a pata e com parte do corpo necrosada. Precisou de transfusão de sangue e o tratamento girou em torno de R$ 2 mil. “É um problema de todos, não só dos órgãos públicos. O custo mensal para manter o atendimento

é de R$ 10 mil.” Conforme a presidente, não basta apenas adotar o animal, a castração é imprescindível. “É impossível um município não ter um programa nesse sentido. Se esse cachorro adotado foge do pátio por um período, pode procriar e aumentar o problema.”

O objetivo futuro é a construção de uma clínica veterinária na Apama. Hoje, a entidade realiza programa de castração em bairros mais pobres e afastados. “Falta conscientização da população.”

Abandono é problema social

O cachorro foi domesticado há cerca de 15 mil anos. Conforme a presidente, a humanidade foi injusta ao domesticá-los sem planejamento tornando a vida insustentável com a expansão urbana. Hoje é comum encontrar cães pelas ruas, revirando lixo para sobreviver. Abandono e maus-tratos a animais são crimes previstos em lei federal, com detenção de três meses a um ano e multa.

O calendário da Apama 2017 será vendido por voluntários da entidade em estande na Expovale

Participe deste espaço mandando e-mail: leitor@jornalahora.inf.br

R e s i l i ê n c i a

Reação recuperadora perante a crise, pacto com o seu eu interior condicionando a flexibilidade do entendimento e da capacidade de exercer a lei do perdão.

Ê xodo por tempo determinado do trajeto projetado, período de correções e ajustes necessários ao retorno da rota correta.

S inais de nossa prepotência admoestada e reduzida ao recomeço de um caminho cuja humilde aceitação condiz com nossa condição de aprendizes.

I lusão contida, retorno ao real comando de si mesmo.

L iberdade de escolha.

I libada consciência de acertos perante os erros ou situações cuja ocorrência é o polimento necessário ao aprimoramento da alma aprendiz.

E ducação e sociabilização de nossa rebeldia.

Adriano Luis Turelli Spezia Consultor de vendas e escritor da Alivat adrispezia@yahoo.com.br

N egação do pessimismo, otimismo e repactuação de metas individuais e positivas.

C omando de si próprio na certeza de que a melhora é constante e atingível.

I luminaçãodapropostadevidacolocandoumnovocaminhoàsclaras.

A titude, consciência, certeza e absoluto poder de criar o novo.

“Habilidade de nos recuperarmos de situações adversas e críticas consolidando aprendizado com flexibilidade e mente positiva, visando objetivos definidos e confiança em um futuro melhor”.

O novo pregão e a morte social

No começo do mês de outubro, uma idosa atacou o corrupto, criminoso, deputado cassado Eduardo Cunha a golpes de bolsa, dentro do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. Enquanto a anciã o perseguia pelo saguão, golpeando-o sem clemência, a multidão estimulava a ação aos gritos de “pega ladrão”. Visivelmente desconcertado, o pulha não reagiu e fugiu.

Cunha pode estar rico, mas ele e sua família estão socialmente mortos. Não poderão usufruir da sua fortuna em paz. Por gerações, serão perseguidos, apontados por todos como ladrões e, se identificados, não conseguirão transitar pelos espaços públicos sem sofrer agressões. Ele condenou todos seus familiares e amigos diretos à execração pública eterna.

A morte social é muito antiga. A sociedade colonial portuguesa, para punição de crimes menores, usava dois instrumentos de suplício público: o tronco e o pelourinho.

Esse último era uma coluna de pedra ou madeira com argolas, construída na frente do Cabildo – a antiga prefeitura – onde os condenados eram dependurados e surrados com chicotes, varas, paus, látegos ou cordas.

Já, no tronco, o criminoso era preso em praça pública –como um animal – em uma estrutura de madeira, com buracos para as mãos, pés e cabeça. Preso pelo pescoço por dias, o meliante ficava ali, com uma placa de madeira que indicava a sua transgressão. Dependendo do crime, podiam ser diariamente surrados com varas ou sarrafos de madeira. Essas ações públicas brutais tinham um “caráter pedagógico”, pois todos viam o destino dos criminosos. Eram tempos em que as pessoas podiam ser condenadas por adultério, blasfêmia, bebedei-

ra ou arruaça.

Durante o ano de 2002, mergulhado nos documentos do Arquivo Público do Estado, procurava os processos de pena de morte na Província de São Pedro. As três últimas execuções ocorreram em Porto Alegre, no Largo da Forca, local próximo à atual Praça Brigadeiro Sampaio, no dia 3 de novembro de 1857. Ali ficavam o tronco, o pelourinho e o cadafalso. As execuções atraíam multidões de curiosos e sempre ocorriam na capital.

Nas sociedades colonial e novecentista brasileira, condenações ao tronco e ao pelourinho podiam ser piores que a morte. Ambas deixavam sequelas física – como amputações, castrações e mutilações – e cicatrizes de açoite, que marcavam o indivíduo para sempre, permitindo que fosse eternamente identificado com o crime que cometera.

O tronco desapareceu depois de 1860 em todo Brasil, sendo substituído por outra forma de punição e morte social menos cruel, mas ainda eficiente. Esse novo jeito chamou-se de pregão.

João Timótheo Esmerio Machado Professor e pesquisador histórico jtimotheo@yahoo.com.br

Funcionava assim: o criminoso era condenado a carregar por um determinado tempo – que podia chegar a dois anos – uma placa no pescoço, onde estava escrito palavras como ladrão, sodomita, herege, arruaceiro, pervertido, assim identificando o crime cometido pelo desgraçado. Caso a pessoa fosse pega na rua sem a placa, era mandada para o Cadeião Municipal.

Essas masmorras eram a sucursal do inferno na terra, fazendo o atual Presídio Central de Porto Alegre parecer um convento carmelita. Normalmente pessoas condenadas ao pregão, depois de cumprir sua pena, tinham de ir embora de suas comunidades, pois não conseguiam mais trabalho, casamento, crédito, sendo transformadas em indigentes, mendigos e sem-teto.

Hoje nós temos o nosso pregão. São os meios de comunicação. A televisão e, posteriormente a internet, mostrou a cara dos safados publicamente e, junto com seus semblantes de inocentes, escancarou seus crimes.

Hoje nós temos o nosso pregão. São os meios de comunicação. A televisão e, posteriormente a internet[...]

José Genoino e José Dirceu estão desaparecidos. Foram agredidos várias vezes nas ruas. Dirceu, inclusive, tinha conseguido um emprego de gerente de hotel em Brasília. Não deu certo. Foi hostilizado várias vezes. Hóspedes fugiram do local. Manifestações públicas quase quebraram o hotel. Foi demitido e, por segurança, voltou para a cadeia.

Isso serve ao pai da Isabela Nardoni, ao pai e à madrasta do Bernardo, aos gerentes da Boate Kiss, aos safados que venderam água contaminada e a todos os criminosos que sejam pegos pelo novo pregão.

Quem será o próximo a ser condenado à morte social?

Peça O Beijo é atração do Arte na Praça

Esta

será a 24ª edição do evento. Cerca de 60 artesãos irão expor seus produtos

Lajeado

OArte na Praça deste domingo será uma verdadeira mistura cultural. Realizado na Praça do Papai Noel, no bairro Americano, o evento contará com apresentações musicais, lançamento de obras literárias, comércio de artesanatos e a apresentação do espetáculo teatral O Beijo. A peça de Candy Bazanella e Vini Petry ocorre a partir das 14h. Em meio à interação com o público, o teatro provocará reflexões sobre o amor, o ser humano e suas relações. Antes, às 13h, será possível assistir ao show de MPB de Paulo Bottezini e a banda Pensamentos de Liesel, com Édipo Canepelle. Depois, às 16h, será a vez de Sandro Lucas e Ju Petry darem os acordes musicais. O encerramento fica por conta de Je-

rônimo e Cassiana Schuhl, às 17h.

Durante a tarde, ainda haverá o lançamento do fanzine Zine Raposa, de Tammy Moraes e Amanda Cantú. A revista aborda temas feministas, de forma simples, clara e acessível, por meio da revelação de histórias inspiradoras. Aline

Lenz e Laura Peixoto lançam um livro artesanal sobre causos de Natal.

Artesanato e alimentação

Quem prefere passear pela manhã pode conferir os produtos de cerca de 60 artesãos a partir das 10h. O foco desta

edição serão as lembranças de Natal. Discos e antiguidades também serão comercializados. Na área da alimentação, haverá novidades, como hambúrgueres gourmet e crepes. A Madame das Massas, participante de outras edições, volta ao evento. Comidas vegetarianas e alimentos orgânicos também estão no cardápio.

O Arte na Praça é realizado no segundo domingo do mês. Apesar da 20ª Expovale ocorrer em paralelo, a coordenadora do evento, Mônica Kirsheimer, acredita que o público cativo comparecerá. “A cidade se desenvolveu, e espera iniciativa diferentes. Há pessoas que sempre vão ao Arte, inde-

pendente das atrações. É um público que gosta de cultura, música boa e literatura.” A promoção de interatividade, reencontro com as pessoas e bem-estar também contribui para o sucesso do evento comunitário. O apoio é do Sesc e da Rádio Univates, presente neste domingo.

24ª edição
Teatro de rua conta a história de encontros e desencontros de um casal
Fanzine Zine Raposa será lançada neste Arte na Praça
FOTOS DIVULGAÇÃO

Lucidez e independência aos 103 anos

Há dois meses em lar de idosos, Aurora Amélia

Cruzeiro do Sul

Uma centenária desperta curiosidade no Repouso Bom Samaritano. Aos 103 anos, Aurora Amélia Schmitd gerencia suas próprias coisas, mantendo o quarto organizado. Ela escolhe as roupas que usa e vai sozinha ao banheiro, no meio da noite.

Mãe de sete filhos, tem 12 netos e sete bisnetos. Nasceu em 25 de junho 1913, quando o RS tinha ainda cerca de um milhão de habitantes. Governada por Borges de Medeiros, a população das grandes cidades passava para modernidade com uma herança administrativa colonial obsoleta.

Enquanto as cidades mais populosas do estado assistiam à expansão das redes de água e luz, a família Schmitd enfrentava as intempéries de uma vida rudimentar, sem água e energia elétrica. Aurora defrontava os maiores perigos para um recém-nascido, na localidade de Arroio Alegre, distante de hospitais ou médicos.

Com 10 anos de idade, ajudava os pais na roça. Ficava meio dia na escola e no outro período tratava os animais, plantava e colhia. “Era assim naquela época.” As brincadeiras giravam em torno do que se podia tirar da própria natureza. As bonecas eram de espigas de milho e os travesseiros e camas, de palha. A primeira grande mudança foi quando a família foi morar em Chapadão.

Coma voz fraca e pausada, Aurora compara as diferenças latentes no mundo com as mudanças do século. Algumas preocupações eram desnecessárias. As ferra-

mentas usadas na lida camponesa ficavam no campo. Não era preciso levar os implementos para dentro de galpões e chavear.

Em meados no século XX, Borges de Medeiros estatizava portos e ferrovias, mas os caminhos no Vale do Taquari ainda eram de trilhas e piquetes para carroças, em meio à vegetação.

“Não tinha nada, nem geladeira, nem luz, nem automóvel. Andávamos por quilômetros para ir à aula. O professor dava aula

para diversas idades, tudo na mesma sala. Crianças e adultos aprendiam ao mesmo tempo.”

Enquanto a seleção brasileira conquistava o primeiro título mundial, em 1958, a diversão da garotada era jogar no potreiro, com bola feita de meia e sabugo.

A família Schmidt trabalhava pela sobrevivência. Todos plantavam, todos usufruíam do plantio. O divertimento ficava por conta dos kerbs com vizinhos e parentes. Apesar do isolamento das

demonstra habilidades incomuns

grandes cidades, vivia com muita gente.

Um século depois, sentada em uma poltrona de napa, observa colegas desconhecidos. Com a chegada de dias mais quentes, se diz aliviada. “Gosto dos dias quentes de chuva”. Hoje divide o quarto com ou-

tra idosa. Durante o dia, prefere ficar sentada próxima às janelas. Andar pelos corredores da casa de repouso ficou agora mais fácil. O colega Egon Kamphorst, 74, deu-lhe um andador. “É para não forçar a coluna”, diz. A amizade com o colega foi facilitada porque o dialeto alemão é facilmente entendido.

Aurora nunca aprendeu a falar português. Seus pais e professores só falavam alemão. Devido a problemas de visão, enxerga apenas com um olho, mas faz questão de folhear o A Hora. A leitura fica por conta das fotografias.

Vida saudável

Estou cada vez pior, eu sei. Mas estou satisfeita. Quando ela chegar, ficarei de pé. A morte é uma questão de tempo, para todos nós.

Aurora Schmidt

A centenária sempre comeu de tudo. Não tinha alimentos que não gostasse. O ritmo que a vida impunha a deixava sempre em movimento. Trabalhou por quase quatro décadas sozinha, após a morte do marido. Nunca parou. Tinha como hábito tomar muita água. Não costumava beber álcool. Nunca fumou. Aos 90 anos ainda morava sozinha e fazia todas as tarefas domésticas.

Hoje ela consegue se locomover com certa facilidade. O andador serve mesmo é para evitar que a coluna fraqueje. É a prova de que é possível envelhecer com saúde.

“A humanidade não evoluiu”

Aurora Amélia traz no rosto as marcas de uma vida inteira sob o sol. Vive desde 1973 sem o marido. Diz que aprendeu muito em relação à humanidade, que para ela regrediu em consciência coletiva. “Antigamente os vizinhos se ajudavam.” Para ela, cada aniversário é um ano de vitória. “Estou cada vez pior, eu sei. Mas estou satisfeita. Quando ela chegar, ficarei de pé. A morte é uma questão de tempo, para todos nós.”

Andador é só uma prevenção. Aurora compartilha experiências de vida
ANDERSON LOPES

Resumo das novelas

Sábado – Pedro avisa a Magnólia que voltou para cuidar do pai e de Ana Luiza. Pedro avisa a Jáder que custeará o tratamento do pai. Pascoal sugere a Hércules que Mileide seja sua candidata a vice. Salete revela a Flavia que está sofrendo pelo mal que Jéssica lhe fez. O pedido de cassação de Venturini é aprovado no Senado. Camila ajuda Jéssica a fugir. Vitória entra em pânico ao ver Aline entrar em seu quarto no hospital, mas é tranquilizada pela chegada de Augusto. Isabela avisa a Tiago que ele corre perigo, ficando a seu lado. Magnólia conta a Tião que Tiago está com Isabela.

SolNascente

Sábado – Alice enfrenta Carol. Sinhá exige que César se desculpe com Massao. Ralf descobre que Milena não foi ao cursinho. Vittorio flagra Alice e Lenita conversando e fica intrigado. Dora é rude com o marido. Yumi repreende Ciça por ser preconceituosa com Tiago. Ralf e Kika procuram Milena. Massao arma uma cilada para César. Milena se encontra com uma amiga em São Paulo. Ralf fica preocupado com Milena. Alice estranha a demora de César para voltar à empresa. Alice e Mario ficam juntos na casa que alugaram. Sinhá se preocupa com o neto.

Segunda-feira – Helô não consegue contar a Pedro que Letícia é sua filha. Magnólia revela a Tião que Venturini e Arlindo atentarão contra a vida de Isabela. Pedro sugere dar o presente de Letícia com Helô, para que ele se aproxime da jovem. Aline conta a Magnólia que Augusto visitou Vitória no hospital. Magnólia ameaça Augusto. Pedro se oferece para ajudar Tiago na tecelagem, sem que Magnólia e Ciro percebam. Tião presenteia Letícia com uma aliança de brilhantes e promete que a filha se casará com Tiago.

Segunda-feira – Alice se preocupa com o estado de César. O vilão afirma que se vingará de Massao. Tanaka insiste para César ficar no quarto de Alice. Damasceno encontra a faca que César usou para ferir Massao. Alice não consegue falar com Mario. Dora se arruma para sair e Chica se preocupa. Ralf encontra Milena em uma boate com Babi. Tiago vê Dora dançando com um homem desconhecido. Ralf obriga Milena a se alimentar. Dora discute com Tiago. Yumi percebe que está apaixonada por Tiago. Milena volta para casa e Vittorio tem uma conversa séria com a filha. Dora se recusa a sair com as caiçaras para pescar. Sirlene combina um encontro com Lenita. Chica teme que Dora acabe com seu casamento. Mario liga para Alice e César atende o telefone. Alice encontra Mario.

RockStory

Sábado – Leo e Diana vão embora. Gui pede a Biancaocontatodeumbomadvogado.Zacariasnão conta para Zuleica o que descobriu. Lázaro manda Ramon vigiar Zacarias. Gui conversa com Chiara sobreoirmão.LéoeDianaseencontramemummotel. Gui se preocupa ao saber que Júlia/Lorena pode ser presa. Diana afirma que não quer que Chiara tenha contatocomoirmão.Zacariaspensaemcontarpara GuisobreLéoeDiana.Júliaconsegueligarocelularde Alex e pede ajuda a Tom para desbloqueá-lo. Ramon observaacasadeGui.ZacariassondacomZuleicase deve contar para o pai o que descobriu sobre Diana. JF conta para Luizão que eles receberam uma multa do síndico. Léo compra um carro novo. Gui fala para Júlia/Lorena o que conversou com o advogado e ela pensa em se entregar à polícia.

Malhação

Segunda-feira – Gabriel discute com Giovane, e Joana percebe. Juliana consegue um emprego para Jabá.GiovaneeGabrieljogammal,eCaiorepreendea dupla. Nanda mostra para Jéssica e Belloto o anel que ganhoudeRômulo.GabrieleGiovanetiramumafoto comJoana.BárbaraouveTâniafalandodeJoanapara Manuela. Caio questiona Joana sobre a relação entre

Segunda-feira

Edith sugere que Júlia ligue para Gui. Vanessa conta para Diana que Gui foi ao encontro de Júlia e levou Zac. Nelson percebe o interesse de Júlia em Gui. Ramon não consegue fotografar Zac com Gui. Gui conta para o filho por que se afastou de Mariane. Júlia/Lorena questiona Edith sobre o relacionamento de Gui e Diana. Gui pede para reatar com Diana. Haroldo descobre queNicolautrancousuamatrículanafaculdade.Gilda estranha quando o filho termina o namoro com Duda. Diana decide se afastar de Léo. Zac questiona Zuleica sobreLázaro.JúliacontaparaGuioqueaconteceucom a irmã e afirma que não vai mais à polícia. William e Romildo captam o sinal do celular de Alex. Zac conta para Lázaro que viu Diana e Léo se beijando. Júlia procura Diana.

Tânia e Ricardo. Jabá tenta se entender com Juliana. BárbarausaafotoqueJoanatiroucomGiovaneeGabriel para maldizer a menina para Irene. Caio repreende Gabriel por tentar conquistar Joana.

21h
ALeidoAmor

Palavras Cruzadas

www.coquetel.com.br© Revistas COQUETEL 2013

Medidor usado pela blitz da Lei Seca Programa para tablet ou smartphone

A pessoa que faz vista grossa para tudo

Fósforo (símbolo)

Processo que define forma, brilho e cor de uma pedra preciosa

Ajuste de rádios Vitamina antigripal

Megabyte (símbolo)

Sobrenome chinês popular

O raciocínio lógico e sequencial

“Dois”, em “ambivalente” Sódio (símbolo)

Riscar

Estabelecimento que pode cobrar couvert artístico

Desculpa alegada pelo mau perdedor

“A educação começa no (?)” (dito)

Material comum de tampos de mesa

(?) de edição, setor de estúdios de TV

Deus muçulmano Prerrogativa

Compra na (?), meio de aquisição de imóveis

Esporte praticado nos Alpes

Infringe (?) Atala, chef brasileiro

Característica do malandro Moeda do Japão

Ramo das relações internacionais que lida com exportação e im-

(?) genética: base da Biotecnologia

HORÓSCOPO

jo de dar vazão à expansão contida nos últimos tempos. Aproveite o sábado. Númerodasorte:294

Banco Central (sigla)

Dar um (?): chamar a atenção

(?)-mail, informação de contato

A flor nacional do México

Você é do signo da paixão, mas tem uma vontade de liberdade batendo forte, e ela atravessa os relacionamentos íntimos. Então reflita, o que é que precisa liberar? Um pouco de vida social para inspirar vai bem. Númerodasorte:951

Aluno de instituição como a Aman (?) Mendes, ator carioca

Tecido de calças O perfil da campanha “Papai Noel dos Correios” Cantor

nordestino, secretário de Cultura da Paraíba

Rumina (fig.) Louça, em inglês

Bruno (?), cantor de “Grenade” (EUA)

lance de estar junto seja como uma aventura de ável, mas sempre tem como se divertir. O papo na relação vai ficando naturalmente mais sério, traga leveza. Númerodasorte:974

Máximo Divisor Comum (sigla)

Laura Cardoso: a Veridiana de “Flor do Caribe”

“(?) é...”, cartum dos anos 70 Acolá

3/lui. 4/alex — dial — dish — mars. 5/dália. dário.9/soli 11/complacente.

pensar

Nas bancas e livrarias

www.coquetel.com.br

portes, artes e encantamento por alguém: você é merecedor. Depois, nas mais simples atividades, a

Depois o coração amadurece e pode ficar mais tranquilo, confiante em amar e ser amado. Númerodasorte:147

Lajeado

Profissionais que atuam em restaurantes, estudantes da área gastronômica e demais interessados podem se inscrever no curso de educação continuada Noite do salmão e do bacalhau - 2ª edição, oferecido pela Univates. A proposta da atividade, que ocorre no dia 22, das 19h15min às 22h30min, é que os participantes desenvolvam

habilidades e técnicas para a elaboração de receitas com salmão e bacalhau.

A aula será ministrada por João Manoel Moraes da Silva, autor de livros como Culinária de Etnias: ComentárioseCitaçõesdeumEscritorGastrônomo. Entre os conteúdos abordados, estão: bacalhau às natas; bacalhau à Zé do Pipo; salmão assado ao molho bechamel; salmão ao molho mornay

com aspargos; e bacalhau à moda antiga.

As inscrições podem ser feitas até o dia 13 no Núcleo de Educação Continuada, sala 110 do Prédio 1 (rua Avelino Tallini, 171 - Lajeado/ RS), ou pelo www.univates.br/inscricoes/educacaocontinuada O investimento para participar é de R$ 138 à vista, ou parcelado em 1 + 1 de R$ 69, via boleto bancário. O valor inclui o custo dos

ingredientes utilizados na elaboração das receitas, avental e apostila com as receitas do curso. Estudantes dos cursos técnicos, de graduação e pós-graduação e diplomados de graduação da Univates recebem 10% de desconto.

Mais informações podem ser solicitadas pelos 3714-7011 ou 3714-7000, ramal 5336, ou pelo gastronomia@univates.br.

Energia vibrante pede festas, amantes e amigos. Viva a sua liberdade. Amanhã, a Vênus em Capricórnio entra em território fechado para poucos. Será melhor se tiver uma companhia gostosa. Númerodasorte:947

Peixes

21/01 a 20/02 21/02 a 20/03

Vai um pouco de ousadia aí? Sim, o período pede para sair da zona de conforto no amor. Experimentar uma novidade é bom. No sábado os amigos lhe chamam a interagir mais. Bom para firmar laços. Número dasorte:369

Curso ensina receitas com salmão e bacalhau

Capricórnio

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AH - Conexão| 12 e 13 de novembro de 2016 by Jornal A Hora - Issuu