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(Secultur)

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Oficinas, shows nativistas e eventos gastronômicos marcam programação nos municípios
Vale do Taquari
Uma parceria entre o Piquete Armada Nativa e a Secretaria de Cultura e Turismo (Secultur) de Lajeado realiza uma série de atividades referentes à Semana Farroupilha. Neste fim de semana, a programação ocorre no Parque do Imigrante.
A partir das 13h30min de sábado, haverá apresentação da Oclaje
e show com Lucas Piccinini e Tiago Kist.Programaçãocontaaindacom palco livre para invernadas e artistas regionais. A ervateira Ximango oferece erva-mate e água quente. Domingo haverá o encerramento do evento. Durante o fim de semana, ocorrem oficinas de Campeirismo, Pilchas e Danças Tradicionais.
Encantado
A quarta edição do Encontro Farroupilha ocorre na Praça da
Bandeira. Destaque do sábado será o tradicional colestão farroupilha, a partir das 13h30min. Outras atividades do dia serão a apresentações de danças birivas com o Grupo de Tropeiro de Dois Mundos, às 20h, e a Tertúlia Farrroupilha, a partir das 22h. No domingo, às 7h, ocorre o café campeiro. Ao meio-dia será servido almoço. A programação segue com apresentação de entidades tradicionalistas, a partir
das 20h, e show do Grupo Entrevero.
Com o tema “Rio Grande do Sul, história e tradições”, a programação Farroupilha segue, no sábado, com sarau nativista. Os corais municipais de Capitão e Progresso apresentam músicas gauchescas a partir das 19h. Evento ocorre no Salão Paroquial. No domingo, haverá festa cam-
peira na Cabeceira das Tocas.
Cruzeiro do Sul
O Parque Poliesportivo sedia a programação Farroupilha no fim de semana. A partir das 20h de sábado, ocorre jantar. Às 21h, serão realizadas apresentações das invernadas, seguidas de baileco. No domingo, ocorre missa crioula, às 8h30min. À tarde, a partir das 15h, ocorrem brincadeiras.

Considerado essencial para o desenvolvimento de projetos de educação ambiental, o Jardim Botânico completa 21 anos de fundação neste domingo. Para comemorar a data, o segundo Concerto da Primavera, organizado pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema), contará com o show do Grupo de Cordas do Sesi, que apresentará um repertório musical mesclando música erudita, MPB e canções pop. Também está prevista apresentação dos alunos da escola Alfredo Lopes.
Os organizadores esperam a presença de grande público durante. Fundado em 1995, o local recebe a cada fim de semana cerca de mil visitantes. No domingo, uma exposição de fotos relembra a história de mais de duas décadas do Jardim Botânico. No espaço, são realizadas atividades como trilhas ecológicas, eventos voltados para estudantes e associações, entre outros.
Segundo a chefe do Setor de Educação Ambiental da Sema, Márcia Andréia Borger Steffens, o local tem sido fundamental no processo de conscientização ambiental. “Ele é o centro de um programa voltado a educar os es-


Show eclético
Regente do Grupo de Cordas do Sesi, Sinésio Adolfo Fröder preparou um repertório especial para o show de domingo. Os 15 instrumentistas apresentarão o Concerto Grosso número 8 do maestro italiano Arcangelo Corelli. “Nós preparamos esse concerto especialmente para o aniversário. É uma peça muito agradável de se ouvir.”
Ele é o centro de um programa voltado a educar os estudantes sobre os cuidados com a natureza.
Andréia Ste ens Integrante da Sema

tudantes sobre os cuidados com a natureza.”
Além do potencial educacional, Márcia ressalta o impacto positivo do espaço para a sociedade. “É um lugar onde a natureza exala toda sua beleza.” De acordo com

a coordenadora, o acervo de plantas vem sendo catalogado desde o ano passado. Após o processo ser concluído, os visitantes poderão ter à disposição informações mais detalhadas sobre a fauna presente no lugar.
Com canções populares dividindo espaço com as eruditas, os músicos esperam mostrar arranjos modernos mesmo com instrumentos clássicos. “Temos como meta trazer um pouco de conhecimento, mostrando como as cordas podem apresentar música contemporânea de uma forma mais moderna”, esclarece Fröder. Com esse trabalho, o regente acredita ser possível aumentar a popularidade dos instrumentos. “Esperamos que o público se interesse mais por violino e veja ele de uma forma mais comum, mais popular, não tão distinta”, afirma Fröder.
Serviço
O quê: Concerto da Primavera
Onde: Jardim Botânico de Lajeado
Quando: domingo, 18, às 14h
Entrada: gratuita


Participação dos estudantes foi o destaque da sétima edição
Mais de 20 mil pessoas participaram
Estrela
Com show do grupo Rock de Galpão, encerrou nessa sexta-feira à noite a 7ª edição da Feira do Livro. O tema deste ano foi “A leitura pede passagem” e contou com o escritor Eduardo Shinyashiki como patrono. As escritoras Tânia Martinelli, André Neves e Gláucia de Souza também participaram do evento conversando com o público, composto principalmente por estudantes.
Durante as palestras, os escritores contavam sobre processo criativo e incentivavam o hábito da leitura entre o público. Ao longo de três dias, o evento levou até a sede da Soges mais de 20 mil pessoas. Cinco livrarias participaram.
Lançado em 2007, o CD Rock de Galpão foi o início do projeto comandado pela banda Estado das Coisas em parceria com o percussionista Diablo Vegas. Com objetivo de revistar clássicos da música gaúcha, o grupo ganhou apoio de diversos ícones do tradicionalismo. Em entrevista ao A Hora, o vocalista Tiago Ferraz faz um balanço da trajetória do projeto.
A Hora – Uma das principais marcas do Rock de Galpão é a aproximação da música tradicional com abordagens mais modernas. Na sua avaliação, qual é o efeito dessa iniciativa na popularização da música e da cultura gaúcha?
Tiago Ferraz – Nossa prioridade é o "resgate" cultural da
música feita no “sul do Brasil”. Aproximamos o passado do presente, turbinamos a informação das nossas canções para chamar a atenção das gerações para que possam participar de um momento único e presenciarem juntas um pouco da cultura feita na nossa querência.
Durante feiras do tipo é comum ouvir sobre a dificuldade de aproximar a leitura do público mais jovem devido ao excesso de mídias e a internet. A música é outro setor que tem sido fortemente influenciado por esse cenário. Como produções locais podem atrair a atenção e atingir o reconhecimento necessário para ter continuidade?
Ferraz – A grande mídia do centro sempre ignorou a música produzida por aqui e acredito que seja o principal motivo de manter a continuidade de belos trabalhos produzidos no sul. Como se não bastasse, sofremos uma espécie de boicote interno, causado pela falta de atenção e comprometimento da arte produzida na Região Sul. Nós mesmos não sabemos nos valorizar. Acredito que uma das soluções seja a necessidade de conceituar, explicar para a comunidade a importância de incentivar o que é produzido por aqui, em todas as vertentes da arte. Gerar emprego para que essas pessoas possam qualificar os seus serviços. Valorizamos muito qualquer coisa que vem do centro do país, pagamos caro por isso e a nossa cultura é desvalorizada sem maiores precedentes.

Casas e propriedades agrícolas abandonadas evidenciam o êxodo rural na localidade conhecida pelas geadas e pelos primatas. Menos de 20 famílias ainda moram no local.
Oagricultor Acemar Maria dos Santos, 77, é um dos moradores mais antigos de Macaco Branco. Na década de 1970, quando chegou à localidade para trabalhar na lavoura de fumo, surpreendeu-se com a quantidade de macacos em meio ao mato fechado. “Era que nem passarinho.” Embora seja um dos habitantes mais antigos, desconhece a origem da denominação da comunidade. “Macaco tem aqui até os dias de hoje. Mas não me lembro de ter visto um branco”, estranha. Quem esclarece essa questão é o professor de História, Eleno Ogliari. A palavra branco teria surgido por causa das constantes geadas no local. “O pessoal dizia que estava tão frio que iria branquear os macacos. O nome pegou.”

O pessoal dizia que estava tão frio que iria branquear os macacos. O nome pegou
Eleno Ogliari
Pesquisa
No caminho até Macaco Branco, não há placas de sinalização. A localidade fica a cerca de dez quilômetros da área urbana de Boqueirão do Leão, no meio de Vila Schmidt e Quatro Léguas. Os próprios moradores têm dificuldades para afirmar onde começa uma e termina a outra.
Outrora populoso devido às plantações de fumo, Macaco Branco chegou a ter cerca de 200 moradores. Hoje menos de 15 famílias compõem a comunidade. “A maioria das terras era arrendada e as pessoas saíram daqui em busca de melhores salários”, relata o agricultor Flávio Brito, 53.
A quantidade de casas, fornos e galpões de fumo abandonados evidencia o êxodo dos moradores. Brito lamenta: “Ficaram só os mais velhos. Talvez daqui a


Flávio Brito se recorda dos tempos em que mais de 200 pessoas residiam na localidade. “Talvez daqui a alguns anos a comunidade vai sumir”, prevê.

alguns anos a comunidade vai sumir”, prevê.
Sem escolas, igreja ou comércio
No passado, Macaco Branco chegou a ter duas instituições de ensino. “Tinha mais de 40 crianças em cada sala de aula. Como era muito longe para se locomover, os antigos construíram duas escolas, uma em cada ponta da comunidade”, conta a moradora Salete de Oliveira.
Chamado de Felipe Holtz, um dos educandários fechou há cerca de 25 anos. O prédio foi demolido e no local estão plantados pinhos.
O prédio da outra instituição foi desativado. Hoje, uma família
mora no local.
Não há igreja ou comércio na localidade. Os moradores se deslocam até Quatro Léguas e Vila Schmidt para fazer compras ou ir à missa.
Campo do Macaco
Macaco Branco já teve um clube de futebol, o Esporte Clube União. O ex-morador Darci Pedro Ferrari, 65, se recorda da época em que a bola rolava todo o fim de semana. “O time era competitivo. Quando dava jogo, sempre iam parar uns três no hospital”, brinca.
A competência da equipe é confirmada por Santos. “Era difícil a gente perder uma partida.” Por

Reportagem e fotos:
Fábio Kuhn


15 anos, ele se responsabilizou por cuidar da sede conhecida nas comunidades vizinhas como “Campo do Macaco”.
Ironicamente, hoje as árvores tomam conta da antiga sede futebolística. Os jogos acabaram faz mais de uma década e o clube está apenas na memória da população.
Primórdios de Macaco Branco
O blog História Profissional fez uma pesquisa sobre as primeiras famílias a se instalarem em Boqueirão do Leão no século 19.
Sobre Boqueirão do Leão
*De acordo com o site da prefeitura de Boqueirão do Leão, os primeiros habitantes a se instalarem no local, por volta de 1800, foram açorianos. Entre eles, estava a família de Francisco de Almeida. Cerca de 120 anos depois, chegaram italianos e castelhanos;
*Boqueirão do Leão pertenceu à Vila Fão até 1920 e ao distrito de Progresso até 1949. Após, passou para Lajeado. A emancipação foi conquistada em plebiscito realizado no dia 20 de setembro de 1987;
*Segundo o blog História Profissional, nos primeiros 70 anos da colonização, Boqueirão do Leão era conhecido como Herval de São João. Em 1870, o nome Boqueirão doLeãofoiutilizadopelaprimeira vez em documentos oficiais;
*A palavra “boqueirão” significa uma abertura nas serras por onde passam os rios;
*O blog aponta duas hipóteses para a adição da palavra “leão” no nome da cidade. Na primeira (e mais aceita), os primeiros colonizadores teriam matado um animal selvagem parecido com um leão. A outra tese é que haveria uma família Leão entre os primeiros moradores;
*Localizada na divisa do Vale doTaquaricomodoRioPardo,Boqueirão do Leão é conhecido pela Festa da Polenta e pelas belezas naturais;

*Segundo o IBGE 2013, a população de Boqueirão do Leão é composta por quase oito mil pessoas.

Conforme o site, Ludovico Kniephoff foi proprietário de uma área que se estende desde Macaco Branco, Matão, Quatro Léguas, Colônia São Paulo, municípios de Barros Cassal e Progresso Outro colonizador que tinha terras em Macaco Branco era José Antônio Ferreira, o “Zeca”. Ele se destacou como líder maragato e participou da Revolta Federalista.
Nas décadas passadas, Maca-
co Branco era uma localidade de Santa Cruz do Sul. Ela foi repassada para Boqueirão do Leão quando a cidade se emancipou de Lajeado


Sábado – Bento e Cícero se enfrentam. Cícero avisa a Tereza que todos correm perigo até que Martim seja encontrado.CíceroenfrentaEncarnação.Encarnaçãoreconheceo valor de Afrânio. Tereza e Germano analisam as pistas so-
Segunda-feira – Dalva anuncia a Iolanda e Doninha que Encarnação desapareceu. Beatriz teme pela segurança de Bento. Encarnação implora o perdão de Piedade. Bento procura pistas sobre Mar-
Sábado – Mario pede para Alice continuar a ser sua amiga. César temequeaconversaentreMarioeAlice tenha deixado a namorada abalada. Carolina cumprimenta Alice e César. Yumi decide voltar para Arraial com Bernardo. Carolina obriga César a revelar todos os seus planos. Lenita sugere que Chica e as caiçaras ajudem a preparar o luau para os motociclistas. Ralf convida Sirlene e o filho para ir a Arraial. César orienta Carolina a seduzir Mario. Mario ouve Gaetano reclamar de seu comportamento e fica arrasado. César provoca Mario.

bre o sumiço de Martim. Bento revela a Beatriz que Martim havia roubado o dossiê contra os de Sá Ribeiro. Santo conversa com sobre Carlos. Encarnação caminha até a fazenda de S
tim e Queiroz é alertado. Luzia telefona para Bento e pede que ele volte pra casa. Iolanda se comove com o estado de Encarnação. Carlos jura vingança contra Miguel.


Segunda-feira – Dora sente uma forte dor na barriga e Chica manda Tiago levar a mulher ao médico. Lenita vê Ralf pesquisando sobre o Japão. Yumi e Bernardo prestam socorro a Dora e Tiago. Peppino e Hideo criam um site para a padaria Pasta Pane com a história de Gaetano e Geppina e fotos antigas do casal. Elisa e Damasceno procuram por Filumena, nome verdadeiro de Geppina, no cemitério. O barco onde Alice está sofre uma pane. Damasceno descobre que a pessoa que ele procura é Geppina. Mario pega o barco de Chica para encontrar Alice.


Sábado – Tamara pede desculpas a Apolo por ter hostilizado Tancinha. Shirlei aconselha Tancinha. Bruna se desespera ao saber que Camila está viva. O médico avisa a Aparício que Camila sofreu traumatismo craniano. Henrique diz a Carmela que ela

jamais será modelo. Carmela descobre que Henrique e Penélope estão juntos. Tamara decide não tomar seus remédios para participar da Fórmula Rally. Carol diz a Nicolas que abandonará a escola. Fedora interrompe a inauguração da cantina de Tancinha.
Segunda-feira – Fedora acusa Beto de traição por ele estar ao lado de Tancinha. Aparício tenta tranquilizar Agilson e Lucrécia sobre o estado de saúde de Camila. O médico avisa à família de Camila que a vida dela não está mais em perigo. Fedora se incomoda com o sucesso da cantina de Francesca e Tancinha. Carmela conta a Beto que Henrique está namorando Penélope e arma para que o publicitário flagre o amigo com sua mãe. Carol confessa a Murilo que Afonso morreu e que ela cuida sozinha dos irmãos. Bruna planeja atentar contra a vida de Camila no hospital. Beto flagra Henrique com Penélope.

Segunda-feira – Caio disfarça para Bárbara seu interesse por Joana. Tita sente ciúmes de Ricardo com Tânia. Caio confessa para Joana que conheceuamãedela.CaiopercebequandoGabriel observa Joana. Juliana incita Lucas a grafitar a parede da academia. Joana sai com Caio, Gabriel e Giovane, e Bárbara se incomoda. Nanda afirma a Rômulo que não está pronta para se envolver com alguém. Ricardo ameaça demitir Lucas, que repreende Juliana. Caio revela a Bárbara que era amigo de Carmem.
Prato caipira feito com feijão, é típico do estado mais rico do Brasil
Peso que dá estabilidade ao navio (?)-coroado, avesímbolo da Nigéria
A presença do juiz, em relação ao jogo (fut.) Busca minuciosa do antivírus (Inform.)
Peça que aciona um mecanismo ou realiza uma função
Autor (abrev.)
A fase mais "problemática" da vida
Foco dos ladrões de caminhões
Quando é tarde para ser feliz (dito)
Boa informação (gíria)
Urdir (?), pecuaristas e produtores de soja: o trio do desmatamento (BR)
Marca do almofadinha O ponto de maior vibração no vôlei
Adequada Já (?): acabou (gíria)
Formato do bambolê Trecho de óperas (pl.)
Sede, em espanhol Aqui
Construção bíblica associada ao monte Ararat
Nêutron (símbolo)
Separa Cartão, em inglês
A lateral do corpo, da cintura à coxa
Amigo, em francês
Nome da letra "M" Enfeitar
Claridade natural noturna
Acredita
Pronome substituído por "vocês"
Direito frequentemente desrespeitado pelos paparazzi Ídolo esportista sul-


Uma (?): locução de protesto
Imposto Territorial Rural (sigla)
Lá; acolá Vão, em inglês "(?) é Brasileiro", filme Objeto do turista
Michele Obama, primeira-dama (EUA)
Ao (?): ao acaso (pop.)

equilibrado com que você lida com as demandas
tensos com Sol, Mercúrio e Marte, sugerindo o confronto com situações difíceis do passado que abalam sua autoconfiança. N sorte: 469


A relação tensa que a Lua estabelece com Sol, Mercúrio e Marte lhe traz o alerta de controlar as finanças, que ficam à mercê de uma postura impulsiva e focada no social. Procure usufruir o prazer com responsabilidade, optando por atividades gratuitas. Númerodasorte:307
Peixe achatado de água doce
Roupa de (?): obsessão da perua


Mercúrio e a quadratura com Marte sugerem um transbordamento emocional que interfere em sua capacidade de se relacionar. Númerodasorte:111

3/ace — ami — sed. 4/card — grou — pacu — vain. oscar14/ pistorius. 15/virado à paulista.
para mudar
maneira de pensar www.coquetel.com.br
Nas bancas e livrarias



fase, pois a tensão entre Sol, Lua, Mercúrio e Marte aponta prejuízos associados a falhas estratégicas.



e convém cultivar o máximo de diplomacia para lidar com os conflitos. Será um grande aprendizado conciliar as expectativas e fazer concessões. Númerodasorte:159

A tensão que se configura a partir do movimento lunar na área financeira sugere um momento de fragilidade para a tomada de decisões, pois seus impulsos afloram em detrimento do bom senso. Número dasorte:479
Peixes
21/01 a 20/02 21/02 a 20/03
Conflitos envolvendo interesses pessoais e coletivos são evidenciados pela tensão lunar, e convém estabelecer critérios para a interferência das pessoas em sua vida. Será preciso diplomacia para defender seu território, portanto, evite se portar de modo defensivo. Númerodasorte:741

A comunidade Concórdia de Forquetinha realiza nesta segunda-feira, a partir das 20h, culto crioulo. Após ocorre jantar. No dia 24, a comunidade evangélica de Arroio Abelha 2 promove baile de kerb, a partir das 22h, com animação da banda Renovação.
O Coral Unidos de Linha Bastos, de Marques de Souza, organiza encontro anual para o dia 25. As festividades iniciam às 10h com apresentação dos
cantos, seguidas de almoço e baile com a banda Novo Mundo. No mesmo dia, o Clube de Mães Esmeralda, de Baixo Canudos em Canudos do Vale, promove sua festa. Ao meio-dia terá almoço ao preço de R$ 20, seguido de jogos e baile com a Banda Viagem.
Ainda no dia 25, o grupo de idosos Alto Astral, da Vila Storck em Forquetinha, realiza seu baile anual no salão do Parque Christoph Bauer, com início às 13h30min e animação da Banda Renovação.
Progresso
O Coral Municipal, regido pelo professor Adriano Prediger, organiza a 2ª edição do Sarau Nativista para o dia 17. Haverá apresentação dos corais da cidade e do Coral Municipal de Capitão. O evento inicia às 20h no Salão Paroquial. Após os cantos será servido jantar ao preço de R$ 25.


Aparticipação em concurso de revista e o gosto pelas histórias clássicas dos quadrinhos de faroeste levaram Jonathan Nunes, 25, e Rafael Conte , 25, a criarem uma versão própria para o gênero western. Saint Alamo – Balas Não Sentem Culpa – é a primeira obra da dupla, projetada para ser lançada em duas partes, com três capítulos cada.
O projeto começou em 2014, com a inscrição de uma versão de até dois personagens e até três páginas. Antes de começar a produção, foram mais de três meses de debates sobre o roteiro inicial. Com o desenvolvimento do trabalho, surgiu o interesse por ampliar a história protagonizada pelo xerife Raymond Castle.
O enredo se passa entre os anos de 1878 e 1886. Filmes, livros e outras produções baseadas no período inspiram não só o cenário escolhido ou personagens, formados por animais humanoides. Referências estão presentes no nome de cada capítulo e em cenas presentes nas 80 páginas coloridas. A iniciativa teve a produção de capas variantes dos artistas Gabriel Andrade Jr. e Eduardo Vieira.
As ilustrações para o trabalho
chegam a exigir quatro horas de produção diária. Ao todo, cerca de 80% do material está pronto. O designer Nunes desenvolveu o roteiro para a história, enquanto Conte, programador, se dedicou à elaboração dos desenhos. Segundo eles, a opção por usar animais como personagens foi uma forma de diferenciar a publicação de outras séries do gênero.
Financiamento eletrônico
Sem apoio ou recursos, a dupla recorreu à internet para custear o projeto. Para a publicação da primeira parte, os valores de impressão são estimados em R$ 14 mil, segundo projeto lançado no site Cartase. A arrecadação eletrônica havia recebido pouco mais de R$
2,6 mil até o fim desta semana e encerra em outubro.
A opção pelo financiamento eletrônico foi uma forma de dar visibilidade ao projeto. Apesar de reconhecer a dificuldade para conseguir atingir a meta, Nunes vê na ferramenta uma maneira de superar a limitação de apoio do setor. “No país é complicado, são poucas editoras e elas preferem ir atrás de projetos que tenham retorno certo.”
Na campanha virtual, a dupla seguiu estratégias adotadas por projetos do gênero que tiveram sucesso no financiamento. Dependo do valor destinado, o apoiador pode ter desde agradecimentos no materialapôster,livroparacolorir ou a inclusão do animal de estimação como um figurante da história. As quotas iniciam em R$ 15.
Apesar da falta de incentivo à produção local, os autores destacam o papel das publicações para a disseminação do gênero. Segundo Conte, a diversidade de temas abordados nos quadrinhos permite uma abrangência maior de público, mesmo sem o reconhecimento merecido. “Falta as pessoas darem uma chance para os quadrinhos.”
Com o andamento do trabalho, a expectativa é atrair a atenção para as produções locais. A expectativa é lançar a primeira publicação até fevereiro de 2017 com valor estimado em R$ 30 a edição. As vendas serão feitas pelas redes sociais oficiais do projeto e em eventos do ramo.