
Terça-feira, 5 de julho de 2016
O dia ensolarado atraiu centenas de pessoas às margens do Rio Taquari no domingo
Boqueirão do Leão
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Terça-feira, 5 de julho de 2016
O dia ensolarado atraiu centenas de pessoas às margens do Rio Taquari no domingo
Boqueirão do Leão
Página 4


Atrações culturais e gastronômicas deram o tom do evento realizado no fim de semana
Odia quente e ensolarado levou dezenas de pessoas às margens do Rio Taquari em Estrela em mais um Arte na Escadaria. Mais uma vez, o público pôde conferir apresentações artísticas, fazer empréstimo de livros e visitar bancas com produtos variados.
A cultura do veganismo foi um dos destaques de domingo, com duas bancas oferecendo produtos naturais. Enquanto a família Surya vendia material de higiene e cosméticos naturais, na banca ao lado, a nutricionista Michelle Hunecke comercializava bolos sem ingrediente de origem animal.
Junto com a mulher Jéssica e o filho Gael, de 1 ano e 8 meses, Odilon Surya explicava aos
visitantes sobre a produção dos cosméticos. Segundo ele, ter um espaço como o Arte na Escadaria tem sido fundamental para divulgar a cultura vegana. “O evento é muito bom, pois é diferente de outros lugares. Aqui as pessoas param para conversar e entender sobre o produto. É mais intimista.”
Entre os itens, estão desodorantes, enxaguantes bucais, shampoos, entre outros. “Tudo completamente natural e produzido por nós”, garante Odilon. Além dos cosméticos, livros e revistas também são vendidos pelo casal. A opção por uma vida natural levou Odilon e Jéssica a deixarem a carreira como cientistas sociais para se dedicar exclusivamente à produção e venda dos produtos. Já a nutricionista Michelle aliou a formação acadêmica com a mudança nos hábitos alimentares.
A preocupação com os maustratos de animais foi o incentivo para ela mudar os hábitos.
A recepção dos produtos vem surpreendendo positivamente a nutricionista. “Muita gente é des-
O evento é muito bom [...]. É mais intimista
Odilon Surya Vendedor
confiada no início, mas elas estão vendo que não precisa de leite e ovo para o bolo ficar gostoso.”
Espaço para músicos locais
Além do espaço culinário, a música também se fez presente durante o Arte na Escadaria. Cantando sucessos do pop rock nacional, o estrelense Régis Silva foi um dos que cativou o público. As apresentações durante o evento vem garantindo o reconhecimento do artista. “Na primeira vez que me apresentei um pessoal passou, me escutou e gostou, e me contrataram.”
A possibilidade de reconhecimento e de negócios faz o músico projetar oferecer mais ao público nas próximas edições. “Pretendo produzir um CD e disponibilizar para a venda aqui mesmo. Por enquanto é
mais mostrar o trabalho.” Para as composições, Silva promete mesclar o pop reggae e blues. “Voltei a estudar guitarra agora e quero colocar elementos de blues nas minhas próximas músicas.”
O que é o evento
O Arte na Escadaria é uma realização de um grupo de moradoras de Estrela que pretende fazer com que a população tome o espaço público. As atividades são organizadas pelo Facebook e são realizadas no primeiro domingo de cada mês, na rua Arnaldo Diel, à beira do Rio Taquari, em frente da antiga Polar.

Escrevo em meio a uma das mais turbulentas fases que nosso país atravessa, num verdadeiro turbilhão político, social, econômico, moral e de gestão. O que estamos assistindo são diferentes lados políticos se digladiando em debates sobre a permanência no poder ou não; sobre a legitimidade de um processo de impedimento ou não; em meio a CPIs, processos judiciais, comissões de ética, mandados de prisão, condução coercitiva, etc. etc.
Enquanto isso, o país está literalmente parado! O Executivo às voltas com uma indefinição de permanência no poder, e de tudo fazendo para nele se manter, colocando a situação sobre a ótica de um golpe antidemocrático e puramente político. Isso tem feito com que os reais problemas do Brasil fiquem em segundo plano, em favor da busca pela permanência.
O Legislativo, num verdadeiro escambo, em que trocas de favores e oferta de cargos podem levar a decisões menos coerentes do que atender às suas próprias convicções. Em meio a isso, é obvio, aqueles que mantêm a postura, a decência e um mínimo de conduta ética procuram defender seus ideais, em busca do melhor para o país. Mas esse processo paralisa tudo o mais que deveria estar sendo discutido e votado.
O mais alto escalão do Judiciário sem tempo para julgar o que deveria estar sendo analisado, sendo obrigado a dar ênfase a atender dezenas de habeas corpus, mandados de segurança, ações preventivas, pedidos de análise de
Mario Elmir Berti PresidentedaFenacon
Nprocedimentos, entre tantas outras medidas legais, levando os ilustres membros da Corte a priorizar a emergência do momento, em detrimento de tantas outras medidas que afetam diretamente a vida das pessoas e das empresas.
Portanto, o que estamos assistindo é, vergonhosamente, a uma batalha pelo poder a qualquer custo, enquanto o país caminha para uma recessão violenta, a volta preocupante da inflação, a estagnação da economia e o desemprego atingindo níveis alarmantes.
Não há tempo suficiente para resolver os problemas do país, pois a crise política vem falando mais alto. E o que é pior, os ideais antagônicos têm levado a confrontos perigosos e descabidos, como se não fosse permitido às pessoas terem convicções diferentes umas das outras. E esse embate, infelizmente, vem sendo, de forma velada, incentivado por aqueles que têm voz. É a busca pela vitória, a qualquer custo, o que é extremamente perigoso e desaconselhável.
Que Deus derrame sobre nossos governantes a bênção da serenidade, do bom senso e da sabedoria para entenderem que foram eleitos para dar condições mínimas de qualidade de vida aos cidadãos brasileiros, e não para praticarem a política que prejudica nossos caminhos.
Participe deste espaço mandando e-mail: leitor@jornalahora.inf.br
ós somos animais. Primatas. Somos macacos que abandonaram as florestas e se humanizaram. Isso significa que aprendemos a viver de forma cooperativa, a fazer agricultura, a domesticar os animais, a cuidar dos doentes e a acreditar em deuses. Foi essa a forma que nossa espécie achou para sobreviver ao ambiente hostil do nosso planeta. Esse processo de humanização é a base daquilo que chamamos de cultura. É ela que nos contém e que nos reprime os instintos bestiais, servindo de freio ao incesto, ao assassinato, ao estupro e ao canibalismo. Assim, a humanização e a cultura nada mais são que processos magnos criados de contenção animalesca, ou seja, elas não são naturais, são artificiais. Esses freios comportamentais, materializados em discursos e punições dentro dos espaços da família, da religião, da escola e da lei, geram todo tipo de trauma psíquico, doença mental e nivelam nossos comportamentos, transformando-nos em uma massa de indivíduos amorfa e homogênea. Quase todos nós chegamos à nossa fase adulta mansos, domados à base de
gritos e violência física, como bichos castrados, com reações patéticas previsíveis, que permitem vivermos mais ou menos em paz uns com os outros. Entendo o funcionamento desse mecanismo de contenção e sua importância. Sem ele, a sociedade como conhecemos entraria em colapso. Mas essa compreensão traz outra questão devastadora: se nascemos animais, a humanização nos contém e a cultura nos molda, quem de fato somos? Como cada um de nós se comportaria sem a contenção imposta pela sociedade? Essa questão desde sempre me intrigou.
Dia desses, li um artigo sobre pervertidos sexuais e assassinos torturadores. Quem assinava a matéria era Helen Morrison, uma das mais renomadas psiquiatras forenses dos Estados Unidos. Ela tratava sobre a trajetória de Jeffrey Dahmer, um pervertido sexual, assassino sádico, estuprador e canibal, que entre 1978 e 1991 torturou, matou e devorou 17 homens e garotos, na cidade de Milwaukee, no estado norte-americano do Wisconsin.
O que mais me chocou no artigo foi a colocação por parte da articulista:
João Timótheo Esmerio Machado Professor e Pesquisador Histórico jtimotheo@yahoo.com.br

se perguntarmos a um heterossexual ou a um homossexual por que eles têm esse comportamento, eles terão a mesma resposta: eu nasci assim. Essa também é a mesma resposta que dará o estuprador pervertido assassino. Às vezes, caminhando pelo centro de Lajeado, fico pensando quem de fato são as pessoas. Fico imaginando quando vai emergir do fundo da alma de alguém outro Jeffrey Dahmer. Fique atento.
Você pode ser o sorteado e vai achá-lo.
Quem sabe, aquela pessoa que jurou dividir a cama com você por todas as noites da sua vida esteja apenas esperando o momento de lhe matar como um porco e lhe assar no forno com batatas.
Vivemos em uma sociedade que prega o respeito pelas opiniões divergentes. Contudo, não é difícil perceber, principalmente nas redes sociais, que quando ideias contrárias são expostas sobram ofensas. Como resultado, surgem julgamentos sem meios-termos e até amizades se desfazem. É uma lástima, pois conviver com aqueles que não pensam como nós é extremamente edificante, já que pode ampliar nossos horizontes e nos fazer enxergar por outro ângulo.
Um exemplo dessa falta de tolerância é o fato de que, muitas vezes, as pessoas quenãoapoiamahomossexualidadesão taxadas de “homofóbicas”. Mas é importante destacar que tal termo foi criado (em 1972) para descrever a patologia de psicopatas que assassinavam homossexuais. Em suma, homofobia é ferir o homossexual, seja com agressões físicas ou psicológicas. Usufruir o direito de expressar uma convicção contra a prática está bem distante disso. Chamar alguém de homofóbico se encaixa como crime de difamação, previsto no CPB, art. 139. Além disso, quem se opõe à homosse-
xualidade não é, necessariamente, preconceituoso. A definição de preconceito é “juízo, opinião ou sentimento concebido sem exame crítico, uma ideia formada antecipadamente e que não tem fundamento”. Se alguém acredita que a prática não é adequada, por infinitas razões, não se trata de “preconceito”, mas, sim, de “conceito”. É possível defender a tese de que a homossexualidade seja genética, mas também que seja comportamental, ocasionada por diversos fatores. Assim como um cidadão tem o direito de assumir-se homossexual, o outro tem o direito de não ser a favor de tal prática, desde que não falte com respeito para externar essa ideia. A liberdade de expressão é um direito garantido pela Constituição Federal.
No ano passado, o casal gay Dolce e Gabbana declarou que é contra a adoção de crianças por homossexuais. Seriam eles homofóbicos por pensarem assim? Logicamente que não. Trata-se apenas de uma opinião, com a qual ninguém é obrigado a concordar, somente a respeitar.
Mas esse assunto é apenas um dos
Bárbara S. Delazeri
Assessora de Comunicação http://www.barbarasdelazeri.wix.com/site
que fervem os ânimos. Se a pessoa defende as melhorias realizadas pelo governo do PT, é chamada de “alienada”, por outro lado, se fala contra, é “golpista”. Se o cidadão prega o veganismo, é “louco”, de outro modo, é “assassino”. Já se o assunto é diminuição da maioridade penal, quem se posiciona a favor, “quer punir crianças”, se contesta, está “defendendo bandidos”. #CalmaJovem. Que tal sermos mais amáveis e aplicarmos o famoso ditado “Nem oito nem oitenta”? A aceitação da ideia alheia é sinal de maturidade e promove boa convivência. Para podermos falar, precisamos aprender a ouvir.
Lutemos por um mundo onde ninguém seja perseguido, independente de qualquer fator, inclusive, sua opinião! A harmonia só poderá reinar quando o respeito prevalecer.




Oginásio do Grêmio 5 de Junho sediou nesse sábado a 12ª Festa da Polenta. Organizada pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), a programação contou com música, culinária e ambiente típicos italianos.
O público somou 650 pessoas, pouco abaixo da edição anterior, mas dentro da expectativa. “Limitamos o número de fichas para proporcionar um ambiente aconchegante”, afirma o presidente da CDL,EduardoFernandes.
Para preparar o prato símbolo da festa, foram necessários 60 quilos de farinha de milho. Mais de 70 voluntáriossededicaramparaosucesso do evento. Foram consumidos 120garrafõesdevinho,oequivalentea550litros.
Desde a primeira Festa da Polenta, há 13 anos, Nelson Campiol ajuda no preparo da polenta, que requerváriashorasdecozimento.Em diferentes variações, desde brustolada, frita, até recheada e com croquete, a tradição gastronômica dos imigrantesfoirepresentada.“Tenho muitoorgulhoemparticipardafesta. Não podemos esquecer nossas origens e costumes. Apesar de encarar muita fumaça e ficar perto de forte calor, fico feliz em ajudar a
preparar o prato símbolo de nossa festa”,comentaCampiol.
Sorteio de moto
Durante a cerimônia de abertura, a Cooperativa de Crédito
Não podemos esquecer nossas origens e costumes
Nelson Campiol
Sicredi Vale do Taquari anunciou a doação de uma moto zero-quilômetro ao Hospital Dr. Anuar Elias Aesse. O presidente da Sicredi, Adilson Metz afirmou que é preciso diminuir as dificuldades que a casa de saúde enfrenta. “O hospital precisa de ajuda.”
Conforme o diretor do hospital, a motocicleta será utilizada em rifa beneficente, que deve arrecadar três vezes a mais o valor da moto. Em 2015, o lucro da Festa da Polenta já havia sido destinado ao hospital. “Passávamos por momento crítico, quando se cogitava fechar a casa de saúde, mas damos a volta por cima com ajudas desse tipo.” Neste ano, além do hospital, a CDL também é beneficiada.
A CDL de Boqueirão do Leão busca construir sua sede faz anos. Com o lucro de cada edição da Festa da Polenta, a entidade fortalece o sonho. No começo deste ano, o Executivo destinou um terreno de 900 metros quadrados em frente à nova Unidade Básica de Saúde (UBS).
De acordo com Fernandes, as obras vão iniciar até o fim de 2016. “Temos 57 empresas associadas e no ano passado ocorreu a fusão com a Associação Comercial e Industrial, justamente para dar possibilidade de concretizar o sonho.”
Vale do Taquari
AJornada do Sorvete 2016 ocorre nesta semana, nos dias 7 e 8, em Lajeado, no Weiand Hotel. A promoção é da Associação Gaúcha das Indústrias de Gelados Comestíveis (Agagel), com o apoio do governo de Lajeado. No total, 31 expositores de máquinas, produtos e serviços, vindos do RS, Santa Catarina, Paraná e São Paulo, estarão presentes. Em 2015, cerca de 200 pessoas prestigiaram o evento.
“Estamos com uma previsão muito boa de público e participação dos sorveteiros. Soma-se a isso a expectativa positiva da temporada de vendas que temos pela frente. Os empresários vão poder aproveitar as palestras e fazer contatos com fornecedores para se preparar para este bom momento da melhor forma”, afirma o presidente da Agagel, Daniel Greve.
A Jornada do Sorvete 2016 terá a presença do presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes (Abis), Eduardo Weisberg, entidade parceira da Agagel em suas atividades.
Programação
Aldo Baccarin, Alessandra Cesaro Dehnhardt, André Nunes de Nunes, Feliciano Almeida Neto e Ocimar Zanella Souza são os palestrantes do evento. As apresentações vão tratar sobre o cenário econômico do setor, as experiências dos profissionais, a rotulagem geral e os alergênicos, além de informações sobre administração e planejamento financeiro das

Evento apresenta novidades e tendências na produção de sorvetes do Rio Grande do Sul
empresas. As abordagens serão nos turnos da manhã. As tardes ficam reservadas para os negócios no salão de exposições. Com esse evento, a Agagel busca con-
Produto único
Quinta-feira, 7
8h – Credenciamento
tribuir com o desenvolvimento de marcas regionais e colabora com a expansão do setor, que investe em inovação, qualidade e variedade.
Vale do Taquari
Nos dias 6 e 20, a Univates recebe o evento Direito e Cinema, apresentando o filme Dúvida (2008), de John Patrick Shanley. Os encontros ocorrem na sala 300 do Prédio 1, das 19h20min às 22h30min.
Serão abordadas questões atinentes ao direito probatório, à ideia de verdade e às características do fato probando, especialmente no que diz respeito à formação da convicção judicial a partir de indícios, presunções
e máximas de experiência. O evento objetiva viabilizar a percepção das conexões entre o sistema social e o sistema do direito, destacando como o patrimônio cultural é inscrito e reproduzido simbolicamente. O valor da inscrição é de R$ 10 para acadêmicos, professores e funcionários da Univates e de R$ 20 para a comunidade externa. As inscrições podem ser realizadas pelo www.univates. br/sistemas/inscricoes/. Mais informações pelo 3714-7000, ramal 5541.
Estrela
dades no novo código de processo civil.
8h30min – André Nunes: Cenário econômico 2016
9h30min – Feliciano de Almeida Netto: Estratégias tributárias na sucessão dos negócios e do patrimônio
10h30min – Coffee Break
A organização busca artesãos diferenciados para diversificar o evento. Foram 43 expositores, dentre eles Zeledir Vila Real Oliveira, 59, de Porto Alegre. Ela trouxe produtos feitos a base de capim dourado,umapeculiaridadedeTocantins.“Sónasceporlá.Émuito difícil de se encontrar.”
10h40min – Ocimar Zanella Souza: O processo de coaching como mecanismo facilitador e otimizador da gestão familiar empresarial 12h – Almoço
14h às 18h – Visitação ao Salão de Expositores
Zeledir aponta que o capim é produzido uma vez ano ano, por voltadeagostoesetembro.Paraaproduçãodeartigos,éutilizada a fibra do produto.
20h – Jantar
20h30min – Show Trio Voz, Violão e Teclado
Sexta-feira, 8
8h15min – Assembleia Geral/Eleição (1ª chamada)
8h30min – Assembleia Geral/Eleição (2ª chamada/início)
9h20min – Alessandra Cesaro Dehnhardt: Rotulagem em sorvetes e informações nutricionais
10h30min – Coffee Break
10h50min – Aldo Bacarin: Sorvetes direcionadores da inovação 12h – Almoço
14h às 18h – Visitação ao Salão de Expositores
19h30min – Jantar Costelão

A Faculdade La Salle promove o curso Atualização em Processo Civil, com o instrutor Miguel do Nascimento Costa, professor especialista em Processo Civil. A qualificação tem como objetivo oportunizar a atualização dos profissionais na área e discutir as principais alterações e novi-
Serão quatro dias de formação em 19, 21, 26 e 28, com duas turmas. A primeira inicia às 13h30min e encerra às 17h30min e a segunda, das 18h às 22h. As inscrições estão abertas. O curso conta com o apoio da OAB de Estrela e de Lajeado
Bom Retiro do Sul
Nesta sexta-feira, o Sebrae/RS estará na cidade com uma unidade móvel prestando atendimento gratuito à comunidade. Os especialistas em pequenos negócios estarão esclarecendo
dúvidas sobre abertura de empresas, cursos e consultorias, gestão empresarial, serviços de apoio para Microempreendedor Individual e também orientações sobre acesso a crédito. Será no Parque Pôr do Sol, das 09h às 12h e das 13h às 17h.

VelhoChico 21h10min

Terça-feira – Bento se revolta com a presença de Miguel. Queiroz avisa a Afrânio que Miguel está na fazenda de Santo. Santo anuncia que Miguel é seu filho. Piedade tenta tranquilizar Bento. Afrânio chega à fazenda de Santo. Luzia reclama de Miguel na frente de Isabel. Santo se emociona quando Bento se esforça para aceitar Miguel. Afrânio diz a Encarnação que pode ter que fazer de Carlos o seu herdeiro. Tereza discute com o pai por causa de Miguel. Carlos finge interesse nos problemas de Afrânio. Miguel reclama de Tereza para Santo. Cícero se declara para Tereza.
19h25min

Terça-feira – Adrianatentasedesculparaoperceber que Apolo a ouviu dizer a André que ele não seria um bom piloto. Carmela conta para Beto que Apolo quer ser piloto da Fórmula Rally. Tamara fica furiosa por Adriana não aceitá-la na equipe por conta de um acidente em que se envolveu. Nair comenta com Larissa que não gosta de Edu. Fedora decide comprar vários animais e fazer um vídeo para “turbinar” sua imagem nas redes sociais. Teodora coloca Aparício como chefe da faxina do Grand Bazzar. Bruna incentiva Camila a desistir de Giovanni. Beto procura Adriana para falar de Apolo.
Oquerolou:
Quando Tancinha (Marina Ximenes) cisma com uma coisa, não desiste fácil. A feirante botou na cabeça que vai aprender balé com Francesca (Marisa Orth), que sempre sonhou em ser uma bailarina profissional, e insiste em ter aulas. Francesca acha fofa a postura da filha, mas logo a desanima: “Cê não precisa realizar nenhum sonho meu, filha. Você já é um sonho realizado.” E não é que Tancinha insiste mais uma vez? “Me vai ensinar os balé ou vou ter que procurar outra professora?”, fala.


Terça-feira – Filomena aceita o pedido de Candinho, mas diz que só se casará depois que o bebê nascer. Zé dos Porcos tenta beijar Mafalda, que acaba caindo no chiqueiro. O detetive Jack entrega a Anastácia o endereço do pai de Candinho, e Pancrácio sente ciúmes. Tobias cozinha no lugar de Emma para Narcisa e Lauro. Olga se oferece para cuidar de Cláudio e Araújo agradece, comovido. Celso comenta com Maria que Quitéria pode ajudá-los a desmascarar Sandra. Ilde se oferece para dançar com um empresário. Severo decide dar sua casa para Diana.


Terça-feira – Ana implora para que Miguel não a deixe. Rodrigo se esconde no quarto de Luciana e ouve sua conversa com Samurai. Flávia desconfia da proximidade entre Roger e Marquinhos. Jorge flagra Rodrigo e Luciana juntos. Pedro vê Luciana e Rodrigo se beijando. Alina mostra para Krica o presente que comprou para Uodson. Uodson finge gostar do presente que ganhou de Alina. Arthur se envolve em uma briga e é suspenso do colégio. Pedro ameaça contar para Samurai que Luciana e Rodrigo estão juntos novamente.



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© COQUETEL 2016
PALAVRAS CRUZADAS DIRETAS www.coquetel.com.br© Revistas COQUETEL 2013
Trompa de (?), canal do ouvido
Nova-(?): conterrânea da atriz
Jennifer Lopez Alumínio (símbolo)
O do Inmetro garante a qualidade do produto
Armazém; mercearia
Que é próprio de alguém ou algo
Classificação do RR, em “garra”
Cantiga de melodia simples
Hábeis; capazes (fem.)
A urna usada em nossas eleições
Função do guru O astrorei
Tony Ramos, ator brasileiro
Artista que se expressa por meio de gestos
Hiato de “cueca” Cid (?), locutor
Fruto arredondado muito parecido com o tomate “(?) cala consente” (dito)
Ventura Isento de culpa
Concurso nº 1833
02-03-07-16-27-42
Premiação Sena - 6 números acertados Não houve acertador
Quina - 5 números acertados
Charme; glamour (ingl.)
(?) os pés no chão: ser realista
Difundir; propagar Vogais de “mole”
Grande pedaço (de bolo)

Quadra - 4 números acertados 6930 apostas ganhadoras, R$ 361,53

2/7/2016 Sábado

Concurso nº 4121
01-17-20-50-75
Premiação Quina - 5 números acertados Não houve acertador
Quadra - 4 números acertados 54 apostas ganhadoras, R$ 6.300,54 Terno - 3 números acertados

para você mergulhar fundo nas emoções, senti mentos, memórias. Númerodasorte:987
(?) Rosa, compositor Pancada; batida
Pequena unidade do arquipélago
Jogada do vôlei
Fingido; enganoso
Nelson Dantas, ator brasileiro
Sistema de televisão em cores
Arma branca de dois gumes



Metal de moedas (símbolo)
2/it. 3/ace. 4/noel — ntsc. 7/empório. 8/inerente. 9/eustáquio.
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de amigos, de gente para quem deve alguma Númerodasorte:211




Clima astral impulsivo e intenso,

tilhados. Mais fortes ainda e capazes de mover você adiante, embalados no ritmo profundo da Lua nova em Câncer. Amizades e carinho em Númerodasorte:789
Sua rotina pode ter altos e baixos porque você trabalha e vive melhor num ritmo próprio, sem rigidez. Essa maleabilidade vira assunto mais importante agora – a Lua nova em Câncer pede que ajeite tudo melhor. Saúde reflete oscilações Númerodasorte:607
Peixes 21/02 a 20/03
Pode comemorar o belo presente astral de hoje. Sol e Lua se encontram no signo irmão de Câncer, renovando sua fé na humanidade e seus sonhos de um mundo melhor. E tem mais: conexões com gente de fora do seu círculo que o ajudarão nessa empreitada. Númerodasorte:557
Está confirmado para os dias 8 e 9 o II Workshop Sesc de Formação de Educadores, com a palestra e oficinas “O Lúdico na Educação Infantil e no Ensino Fundamental: Resgatando o prazer de brincar”.
As inscrições são limitadas e devem ser feitas pelo site do Sesc/RS www.sesc-rs.com.br (aba Educação > Cursos e Palestras). As atividades ocorrem no Teatro do Sesc Lajeado, no dia 8 (sexta-feira), das 18h30min às 22h;
e no dia 9, das 8h às 12h. As inscrições custam R$ 42 para comerciários com Cartão Sesc/Senac, R$ 52 para empresários com Cartão Sesc/ Senac e R$ 62 para demais interessados. Mais informações podem ser obtidas pelo
3714-2266 e na página www. facebook.com/sesclajeadors.
O workshop será ministrado pelo graduado em Educação Física pela Feevale Darci Orso. O palestrante também é doutor em Stress e Lazer pela Universidade de Leon
(Espanha) e especialista em Psicomotricidade pela UFRGS. Orso é autor de diversos livros, entre eles, Atividades Recreativas, Brincando de Rodas, BrincandoemPequenos Ambientes e Brincando comMaterialAlternativo.

Teutônia
Os três anteprojetos para construção do centro cultural serão escolhidos na sexta-feira. Os alunos do curso de Arquitetura e Urbanismo da Univates, sob coordenação do professor Alex Brino, criaram 12 modelos. Ontem à noite, na Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CIC), o júri técnico conheceu as plantas e descrições. A partir de hoje, a comissão especial e geral vota pelo desenho da melhor infraestru-
tura.
O primeiro colocado receberá um notebook, o segundo, um tablet e o terceiro, uma impressora. Além disso, a Associação Recreativa Cultural Artística (Arca) certificará os acadêmicos que participaram pelo desempenho e colaboração. Os projetos estarão em exposição de hoje até sexta-feira. Toda comunidade pode votar. Embora a iniciativa da organização esteja em ritmo acelerado, depende do empenho da administração municipal. Segundo a secretária-executiva

“Projeto de teatro é sempre complexo”, Alex Brino
A Hora – Qual o principal desafio em fazer esse projeto?
Alex Brino – O fato de ser um projeto mais realista que tem e a possibilidade de ser construído, ou que vai discutir o modo de crescimento da cidade, isso, por si só, já é um grande desafio. O projeto de um teatro é sempre complexo, que envolve uma série de fluxos complicados de serem resolvidos e uma estrutura de grande porte. Temos que conciliar essas coisas com a escala da cidade.
A Hora – Como esse centro cultural foi projetado?
Brino – O projeto de um teatro é absolutamente particular. Tanto questões visuais quanto acústicas são completamente diferenciadas. Fora isso, existe técnica de backstage, que é o que possibilita a mudança de cenário ou a entrada de algum ator, espaço cênico. Tudo isso tem características muito específicas. Não só em questão de teatro convencional, como para música ou orquestra. Todos os aspectos foram contemplados.
A Hora – Quanto custa um teatro na proporção que Teutônia precisa?
da Arca, Maria Lúcia Blazoudakis, a área de 2,1 mil metros quadrados próximo à prefeitura, anunciada pela Secretaria de Cultura como doada, foi destinada à instituição por meio de acordo verbal. “Não doaram ainda. Apenas nos liberaram para que a planta fosse feita com base naquele terreno. Ainda não temos certeza se será naquele local.”
Outro impasse é o orçamento e forma de captação de recursos para tirar o projeto do papel. O local será municipal e atenderá alunos de música, dança, tea-
Brino – O investimento, mesmo entre os projetos selecionados para a etapa final, iria variar de acordo com decisões projetuais tomadas pelos alunos, mas de um modo geral sabemos que deve variar em torno de 3,5 a 4 cubis o metro quadrado. É um equipamento que exige investimento inicial alto.
A Hora – Quanto tempo os alunos levaram para concluir o projeto?
Brino – Foi de um semestre inteiro, que é habitual para os alunos de Arquitetura. São alunos se encaminhando mais para o fim do curso. Foi iniciado no fim de fevereiro e se estendeu até agora.
tro, exposições e apresentações. Segundo demanda da Arca, o local deve ter camarins, salas para oficinas, palco principal, biblioteca, secretaria e meza-
nino. Além disso, existe a preocupação quanto à estética do centro cultural e à acessibilidade para portadores de necessidades especiais.
Durante o primeiro semestre, oito aulas sobre as funcionalidades do Google foram ministradas a uma turma de Pedagogia com cerca de 15 estudantes. Eles deveriam montar projetos que continham o tema educação. Três propostas foram escolhidas. Para motivar os estudantes no processo de aprendizado, foi proposto um concurso. Nele, os partici-
pantes foram desafiados a pensar em um “problema” no ambiente escolar e utilizar como solução as ferramentas do Google. Daniele, Jéssica Müller e Natália Vian foram as vencedoras. Como prêmios, receberam três chromebooks e uma viagem a São Paulo, oportunidadeemqueapresentarão seus projetos.
O projeto de Daniele é intitulado “Do Lixo à Arte” e relaciona a arte com a sala de aula. “Criei esse pro-
jeto a partir do artista Vik Muniz, que faz sua arte pelo aproveitamento do lixo, restos de comida, pedras etc. A ideia é que a partir de ferramentas da internet as crianças busquem aprimorar seus conhecimentos. Para isso, fariam usodoClassroom,doGoogleAcadêmico, do Google Maps, do Youtube, dentre outras ferramentas”, completa a estudante. As acadêmicas viajam para São Paulo neste segundo semestre, com