

Para Coronel, feira deve ser multiplicadora
Poeta participou de encontro com patroninhos
Lajeado
Os visitantes do Parque do Imigrante puderam aproveitar a poesia e o conhecimento do patrono Luiz Coronel. Com quatro participações ao longo do dia, ele relatou sua experiência na produção literária e conversou com alunos da rede pública, escolhidos como patroninhos do evento. Para o escritor e poeta, as feiras do livro devem servir como estímulo para o desenvolvimento da cultura local e multiplicar o incentivo à produção e não devem ser trabalhadas como um evento isolado. De acordo com ele, o contato das crianças com livros e diferentes formas de cultura deve ser uma hábito mantido pelas famílias e complementado nas escolas.
Coronel demonstra preocupação quanto à qualidade das produções artísticas e do momento do setor frente às alternativas ligadas ao entretenimento. “A obra de arte tem, no fundo, o grande sonho ser um grande grito para a humanidade, mas a indústria cultural transforma isso em algo descartável como um copo de sorvete. A banalidade toma conta do mercado. Tudo é entreteni-

mento e pouco é literatura.”
Na avaliação do presidente da Academia Literária do Vale do Taquari (Alivat), Márcio Caye, o excesso do contato com as tecnologias têm influenciado no contato com os livros. Para o escritor, com a mudança de hábito das famílias, pouco mantém estímulos com atividades que não sejam digitais.
Pouco incentivo
De acordo com ele, mesmo com a existência de diferentes programas de apoio, as ferramentas ainda estão distantes dos escritores fora dos grandes centros. “Os escritores do interior fazem isso
pelo gosto pela literatura, não se vive disso. As publicações são bancadas por conta própria.”
O resultado do cenário é percebido na rotina de bibliotecas e livrarias, segundo a bibliotecária da Escola São Bento, Franciela Moura. Para incentivar a leitura entre os estudantes ela desenvolve campanhas para divulgar novas obras. “É muito triste dizer isso, mas é muito difícil atrair a atenção com livros que não tenham tanto apelo comercial ou elementos de interação.”
Ontem, seis livros foram lançados durante a feira. Na noite de hoje, o grupo faz o 29º Colóquio Literário da ALIVAT. Durante a
“Arte é um depoimento humano, trazendo sonhos e pesadelos da alma”
O poeta múltiplo, Luiz Coronel, acumula mais de 70 livros publicados e foi patrono de mais de 20 feiras do livro no estado.
A Hora – Como analisa o momento da produção literária e artística?
Luiz Coronel – O que inquieta o homem são os momentos de crise e inquietos, são neles que o artista mergulha nas aflições, nos sonhos e nas fantasias para criar. Há sempre no umbigo da criação, uma inquietação. Arte é um depoimento humano, trazendo sonhos e pesadelos da alma. É um depoimento de sua luta, de sua existência, um relato da existência humana.
– Como surgiu o convite para participar da feira do Livro de Lajeado? Já conhecia a cidade ou a região?
Luiz Coronel - Minha filha trabalhou aqui, tinha esta ligação. Fui patrono de mais de 20 feiras do livro. Deixo minha empresa com mais de 100 funcionários para ter este momentodeconvívio.Paraum escritor, acho isso essencial. O seu texto passa a ter rosto, ter
mãos e olhar.
– Mesmo com o reconhecimento pelo seu trabalho, estás em um setor que, no país não tem muito apoio e as taxas de leitura são baixos. Na sua avaliação, o que afasta um público maior deste hábito?
Luiz Coronel -Uma vez chegaram os livros em uma escola e uma funcionária questionou o motivo daquilo, se os professores não gostavam e os alunos também não. Seria preciso um acompanhamento sobre o entendimento da leitura. Hoje, com professores com um salário tão baixo e tanta crise profissional fica difícil exigir uma mobilização social mais culta, sendo que sua própria a tua própria profissão é desafiada.
A Hora – E como fica a leitura em meio a este contato tão grande com a internet e meios digitais?
Luiz Coronel - Me permita, uma frase de (José) Saramago: “Ainda é possível chorar sobre as páginas de um livro, não creio que seja possível chorar sobre uma tela de televisão”, acho que é um bom resumo
atividade, com início às 19h, eles tratam sobre o lançamento de livros regionais e uma proposta de aproximação com o trabalho de escritores locais.
Jovens Patronos
Entre os estudantes, João Benini, 8, foi escolhido pela escola como patroninho da feira do livro. O aluno da Escola São Bento começou a ler aos dois anos e destaca o interesse em temáticas
ligadas à animais e esporte Assim como ele, Jenifer Uhlmann, 10, representou a escola Vitus André Morschbacher, do bairro Universitário. Para ela, a atividade foi uma boa oportunidade de conhecer o autor. Apesar de gostar de poesia, ela não conhecia os textos de Coronel até a divulgação do evento. “É algo muito incrível por poder falar com eles e saber mais sobre o trabalho de cada um.”

Literatura, poesia e educação foram os assuntos abordados por Coronel
MARCELO GOUVÊA

Participe deste espaço mandando e-mail: leitor@jornalahora.inf.br
O que os olhos veem...
“Uma imagem vale mais do que mil palavras.” Exageros descartados, dizem que Confúcio, muitos séculos antes de Cristo, sabia disso. Quem somos nós para duvidar? Assim considerando, passo a discorrer sobre duas escolhas feitas recentemente no campo das artes visuais.
Como encarte do jornal A Hora, em agosto deste ano, foi distribuído material sobre os 192 anos da colonização alemã no RS. Matérias abarcando desde a saída da Europa até a chegada e a instalação dos imigrantes no Vale do Taquari. Ao lado de textos, quadrinhos ilustram essa trajetória.
Não me deterei em opções textuais como o título Tempos Heroicos I: a epopeia da colonização alemã no Rio Grande do Sul, embora rendam bons debates. Sigo direto para a página 37. Nessa seção, Antônio Telmo de Oliveira (Téio) representa uma família alemã laborando. Mulher, marido, filho. O cachorro perto. Apa-
Erecem, então, “os índios, que baixavam em bando e agrediam e roubavam [...] mulheres e filhos” dos colonos. Morta a mãe com uma flechada. O guri em fuga. Um indígena no encalço. É certo que os colonizadores europeus lidaram com a resistência, muitas vezes belicosa, dos nativos, primeiros habitantes. Nos desenhos, no entanto, não há representação de indígenas vivendo em comunidade, com crianças brincando, adultos andando livremente, semblantes amenos e felizes. Faz falta?
Foi escolha mostrá-los somente como inimigos. A tradicional narrativa de rivalidade. Em uma sociedade com recorrentes discursos discriminatórios em relação às aldeias caingangues, por exemplo, valeria experimentar algo diferente?
Nesse sentido, cabe conferir a exposição de Sílvio de Farias na Casa de Cultura, em Lajeado Vários quadros com passagens do passado do município. Em uma das pinturas do antigo engenho, cujos vestígios estão no
Jandiro Adriano Koch
Estudante de História da Univates jandirokoch@gmail.com

Parque do Engenho, registra-se a mão de obra escrava utilizada na propriedade.
É equívoco lembrar o negro apenas durante o período da escravidão? Sim. Mas apresentá-lo nesse contexto regionalmente, por ser raro, é importante. Apesar de o historiador José Alfredo Schierholt ter publicações afirmando a presença de cativos no Vale e das pesquisas acadêmicas nessa área, comumente se reproduz a ideia de que tudo em nossa volta foi erguido com o suor exclusivo de imigrantes. E há muito liquid paper nessa “história”. Encerrando, aponto para o leque de conversas possível a partir da arte e de artistas locais, possibilidade da qual usufruímos tão vagamente.
O que você espera?
sperar talvez seja o verbo mais demorado que há. É um tempo que acontece diferente. Cinco minutos na parada de ônibus quando estamos cansados e querendo muito chegar em casa, a espera pelo almoço quando se está com muita fome, a espera pela pessoa que gostamos... Aprendemos a esperar nossa vez de falar, a hora certa para sair da mesa e para perguntar algo que queremos saber, por mais que sejam esperas caras. É demorada a espera pelo final do turno de aula, pelos 18 anos, pela permissão para dirigir, pelo dia da formatura. Esperamos a concretização dos nossos planos, a realização de sonhos, a compra de algo que queremos muito. Esperamos pela última parcela e pela hora certa de tomar decisões. Esperamos, sentindo cada pedaço dessa espera, um contato de alguém que está longe e que queremos bem. Sentimos o peso da espe-
ra por notícias de alguém que está em uma cirurgia ou mesmo hospitalizado para algum tratamento. Esperamos, segundo a segundo, a dor passar depois de tomar um remédio. Só quem espera por um transplante, pela retirada de aparelhos ou pela liberdade de olhar o sol sabe o quanto custa esse tempo. Esperamos abraços, apertos de mão e palavras de apoio de nossos pais. Esperamos inventivo e segurança para poder arriscar. Esperamos colo quando ficamos com medo e que alguém nos ofereça um chá. Esperamos que alguém nos oriente quando perceberem que estamos perdidos. Esperamos o café esfriar um pouco para tomarmos o primeiro gole, guardando todo nosso desejo por ele. Esperamos por notícias boas, por surpresas, por elogios e reconhecimento. Esperamos ser esperados. Que alguém sinta nosso atraso, nosso tardar, nossa ausência, que sintam demorados os minutos de

Fernanda Nicaretta Psicóloga e mestranda em Psicologia Social e Institucional CRP 07/24198 a
nossa falta. Esperamos ter a chance de dizer uma última coisa às pessoas que gostamos, esperamos que elas vivam pra sempre. Só quem espera sabe quanto demora cada tempo. As esperas, talvez, dão a intensidade de cada conquista, de cada perda, de cada ausência. Mas, para além disso tudo, o que mais esperamos da nossa vida? Quais as esperas que carregamos conosco? Quais são essas que intensificam, que mantêm viva a certeza que algo está por vir, por chegar, por acontecer? Quais são as esperas que nos custam mais? Quais valem mais a pena? Feliz de quem tem o que esperar.
Languiru certifica outras 17 propriedades que participam de programa de qualidade
No fim do mês de julho, a Cooperativa Languiru certificou outras 17 propriedades rurais de associados que participam do Programa Boas Práticas na Fazenda (BPF). Na ocasião, foram reconhecidas propriedades com produção de leite em Teutônia, Westfália, Imigrante, Bom Retiro do Sul, Estrela, Fazenda Vilanova e Santa Cruz do Sul.
Iniciado em 2015, o programa desenvolvido pela Languiru já certificou 62 propriedades rurais com produção de leite. A iniciativa da cooperativa busca orientar os associados a adotarem procedimentos e controles que contribuem para aumentar a qualidade e a segurança do leite.
Qualidade
Para o coordenador do Setor de Leite do Departamento Técnico da Languiru, Fernando Staggemeier, essas propriedades certificadas podem ser consideradas a elite de produtores de leite da Languiru, que apresentam os melhores índices de qualidade. “Hoje, cerca de 20% da produção de leite captada pela Languiru já é proveniente de propriedades certificadas pelo Programa Boas Práticas na Fazenda, programa pioneiro entre as cooperativas gaúchas”, revelou. Acrescentou que as primeiras certificadas já estão em processo de renovação do BPF.

Rastreabilidade da produção
O vice-presidente Renato Kreimeier destacou a histórica bonificaçãoporqualidadenopagamento doleiteaosassociadosdaLanguiru e a rastreabilidade da produção. “A qualidade é essencial em qualquer negócio, e esse é o diferencial dos produtos Languiru. Primamos pela qualidade desde a origem da matéria-prima, passando pela industrialização até chegar à mesa dos consumidores. É nesse quesito que o Programa Boas Práticas na Fazenda está focado. Juntos, estamos construindo uma marca forte, de uma cooperativa que valoriza as pessoas”, disse. Sobre o atual cenário político e econômico, Kreimeier foi enfático: “Cada um deve fazer a sua parte para superarmos as dificuldades. Oprofissionalismoéessencialpara o desenvolvimento.”

Reconhecimento
O presidente Dirceu Bayer reconheceu o empenho dos produtores rurais associados para obterem a certificação das propriedades. Da mesma forma, enalteceu a importância do trabalho dos profissionais do Departamento Técnico da Languiru na orientação aos associados da cooperativa, bem como a qualificação dos profissionais que atuam na Indústria de Laticínios. “São ações pontuais no dia a dia da cadeia produtiva do leite que garantem a qualidade do produto, aliando profissionalismo e tecnologia em todos os processos”, destacou, citando processos de análise da matéria-prima e do produto final realizados nos próprios laboratórios da Indústria de Laticínios da Languiru. Bayer também mencionou a rastreabilidade produtiva. “Existe um estudo de rastreabilidade do leite, que nos permite, inclusive, saber qual propriedade e qual animal forneceu determinada matéria-prima. Isso é a profissionalização também no campo, o que permite a sustentabilidade da atividade leiteira. Tudo isso somado contribui para a credibilidade da Languiru”, finalizou, parabenizando a todos os certificados e sugerindo a visitação desses produtores às unidades industriais da Languiru.
Propriedades certificadas
Nesta quinta etapa do programa BPF, foram certificadas as granjas Rutz e Lindemann, de Westfália; Meier, de Imigrante; Eidelwein, de Bom Retiro do Sul; Rodeio, Lenz, Birck, Diedrich, Sulzbach e Ströher, de Estrela; Kessler/Gass e Breunig, de Santa Cruz do Sul; Post, de Fazenda Vilanova; Planthold e Wasem, de Teutônia; além das propriedades Kist, de Santa Cruz do Sul, e da Fundação Agrícola Teutônia, de Teutônia.
O programa BPF
O Programa de Boas Práticas na Fazenda da Cooperativa Languiru avalia 53 itens das propriedades leiteiras. Entre esses, estão capacitação dos ordenhadores, destinação de dejetos, utilização
de drogas veterinárias, limpeza e manutenção de equipamentos, armazenamento do leite, bem-estar animal, qualidade da água, manejo sanitário e alimentação do rebanho.
Seu propósito é providenciar padrões mínimos para as operações nas propriedades rurais que fornecem leite cru à Indústria de Laticínios da Languiru, assegurando o fornecimento de um leite com mais qualidade e segurança de forma sustentável.
Com a Certificação BPF, o produtor recebe como bonificação o acréscimo de R$ 0,02 por litro de leite no período de um ano, até a próxima auditoria externa, realizada por empresa terceirizada. Mais informações sobre o programa podem ser obtidas com o Setor de Leite do Departamento Técnico da Languiru.


Associados e familiares, com propriedades em sete municípios, receberam certificados no fim do mês de julho
Solenidade para entrega dos certificados ocorreu em evento na Sede Administrativa da Languiru, em Teutônia
Banda Linck lança o sétimo clipe musical
“Cê Sabe” pode ser visualizado no You Tube, Facebook ou baixado pelo SoundCloud
Lajeado
As situações mais inusitadas que podem acontecer no caminho até um encontro amoroso. Essa é a temática do clipe da música CêSabe.Ovídeode3min32seg foi lançado oficialmente pela Banda Linck na semana passada. Essa é a primeira produção em que os quatro integrantes da Linck – Stéfano Collet, Rike Teixeira, Vini Costa e Mois Tavares – são os atores. Há uma participação especial da estudante de Publicidade e Propaganda, Luiza Wendt.
As gravações foram feitas durante um mês, nas ruas de Lajeado, pela Maicon Schnorr Filmes. Conforme o site da Banda Linck, “a ideia principal é fazer com que as pessoas ouçam a canção e sorriam.”
O clipe pode ser visualizado no You Tube (linck_oficial), página oficial do Facebook. Interessados também podem fazer o download da música no site SoundCloud.
Sétimo clipe
Com estilo musical voltado ao pop rock e arranjos influenciados no reggae, a Banda Linck é de La-
jeado e tem quatro anos. O nome “Linck” foi escolhido em uma votação feita pela internet devido à sonoridade.
O clipe da música CêSabe é o sétimo da banda. A repercussão nos primeiros dias é comemorada pelos integrantes. No You Tube, a canção tem quase um mil visualizações e pelo Facebook foi compartilhada por mais de 70 pessoas.
O primeiro clipe da banda foi da música Brinca Comigo. Em 2013, o vídeo ganhou uma promoção estadual chamada Minha Banda no Teledomingo.


Gravação do videoclipe ocorreu nas ruas de Lajeado e teve os integrantes da banda como atores
Vídeos da Banda Linck
Brinca Comigo Bom Dia Cinderela Amanhã
Qualquer lugar
Estranha
Cê Sabe
Desfile cívico cultiva valores do município
Santa Clara do Sul
Os organizadores finalizam os preparativos para o desfile cívico, marcado para o dia 7 de setembro, com o tema “Cultivando Valores”. A saída ocorre às 14h15min, em frente ao Posto Gasóleo. Os participantes percorrem a avenida 28 de Maio até a rua Capitão Nicolau Klein, onde descem em direção ao ginásio. Para tanto, esses trechos terão o tráfego de veículos interrompido. Entre as atrações programadas,
estão a Banda Marcial da Escola EstadualGomesFreiredeAndrade, de Teutônia, e o grupo Artte Escola de Dança, de Lajeado. Haverá o desfile de estudantes, professores e soberanas,alémderepresentantes de entidades culturais, esportivas, sociais, ambientais e rurais. Cavalarianos também confirmaram participação.
Os responsáveis por entidades que ainda não enviaram os textos alusivos aos seus grupos devem encaminhar o material ao educação@santaclaradosul.rs.gov.br.

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Escolas estão entre os grupos que desfilarão no dia 7 de setembro
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Feira das Profissões chega à 16ª edição
Evento do Colégio Madre Bárbara tem participação de 14 universidades e 70 cursos
Lajeado
Estudantes e representantes de diferentes universidades se encontram durante a 16ª edição da Feira das Profissões, marcada para amanhã. A atividade faz parte do Programa de Orientação e Informação Profissional do Colégio Madre Bárbara, com foco nos alunos do Ensino Médio.
As atividades ocorrem no Ginásio Poliesportivo entre 19h30min e 22h. Neste ano, mais de 70 cursos ofertados por 14 universidades são apresentados. Os participantes ainda têm contato com expositores, ex-alunos, profissionais e estudantes de graduações e cursos técnicos.
Entre os expositores, ainda estão empresas de cursos profissionalizantes, idiomas e pré-vestibulares. No evento, desenvolvido desde 2001, é esperada a
participação de grupos de outras escolas, além de famílias dos municípios da região.
Segundo a coordenadora pedagógica, Simone Faleiro, a iniciativa é uma forma de esclarecer os jovens quanto às diferentes possibilidades de profissões, além de reduzir a ansiedade durante o processo de escolha.
Apesar de considerar o processo uma etapa individual, ela salienta o desenvolvimento de atividades que esclareçam sobre as profissões e o mercado de trabalho ao longo da formação. “Tentamos mostrar que, se for um profissional feliz em uma atividade, as chances de uma felicidade maior.”
De acordo com ela, a atividade é aberta à comunidade e deve atrair cerca de mil visitantes. Entre escolas da rede privada e pública, cerca de 20 estabelecimentos foram convidados.

Desfile de moda inclusiva vira noite especial às meninas
Vale do Taquari
Anoitedesegunda-feirafoiespecial para 16 pessoas, de diferentes idades, gêneros e deficiências, as quaisparticiparamdo1ºDesfilede Moda Inclusiva, realizado no TeatrodaUnivates,em Lajeado,eque abriu a programação da Semana da Pessoa com Deficiência. Entre elas, estavam as meninas Sitandra Clair de Lima Vargas, 8, Emanuele Rodrigues Castro, 6, e Bianca Inês Wermann, 6, aluna da escola Pedro Jorge Schmidt, todas de Estrela Estudantes de Moda, que cursa-
ram a disciplina de Ergonomia do Curso de Design de Moda da Univates, tiveram como atividade criar roupas pensando nas necessidades, sonhos e inspirações dos participantes.
Com uma deficiência que a impede de andar, Sitandra abriu o desfile. Entrou em uma cadeira de rodas vestida de bailarina. Emanuele estava com um vestido de princesa azul, inspirado no filme Frozen, enquanto Bianca Wermann vestia rosa, sua cor preferida.
ParaFabianadeLima,mãedeSitandra,foiumaexperiêncianunca
imaginada pela família e um orgulho para ela e para os irmãos da menina. Norberto Castro, pai deEmanuele,relataafelicidadeda menina ao saber que participaria do desfile. “Quando a vi de princesa, esqueci todos os problemas”, afirma, elogiando este tipo de iniciativa e, ao mesmo tempo, sugerindo que ocorra mais vezes. As pessoas que participaram do desfile representaram a Apae de Lajeado,Estrelae Cruzeiro do Sul; Secretarias de Educação de Estrela e Lajeado; Associação de DeficientesFísicosdeLajeado(Adefil);AssociaçãodePais,AmigosedePessoas
com Deficiências Visuais (Apadev); Associação dos Deficientes Audi-
tivos de Lajeado (Asla) e a Clínica Escola de Fisioterapia da Univates.

Eventofoielogiadoporfamiliaresdasmodelos

Evento regional ocorre amanhã, a partir das 19h30min. Organização espera mais de mil visitantes no ginásio do Madre Bárbara
VelhoChico 21h10min
Resumo das novelas

LucaseSophiepassamanoitejuntos
Quinta-feira – Luzia pede uma chance a Piedade. Os cooperados discutem com Miguel sobre suas novas ideias de plantio. Santo tenta se lembrar do que aconteceu após levar os tiros. Tereza fica preocupada com um aviso que rece-
be da curandeira. Afrânio pede a Martim para jantar com a família. Dalva fica com ciúmes de Cícero. Martim encontra Afrânio em seu quarto e Encarnação não deixa Iolanda atrapalhar a conversa dos dois. Santo volta para a casa.
HajaCoração 19h25min
Quinta-feira –PoliciaisinformamaNairque Apolo sofreu um acidente e está desaparecido. Apolo acorda pedindo ajuda e querendo falar com Tancinha. A polícia avisa a Nair que Apolo pode ter se perdido na mata. Murilo estranha a reação de Carol ao dizer que gostaria de pedi-la em namoro para seu pai. Giovanni ouve sobre as intenções de Bruna e Enéas de afastá-lo do Grand Bazzar. Lucrécia fica emocionada quando Camila diz que a ama. Rebeca se penaliza com o estado do barraco em que Aparício finge morar. Henrique percebe que Penélope, Dinalda e Leonora estão seguindo seu carro e desvia
Malhação
Quinta-feira – Jorjão fica decepcionado com Ricardo. Juliana e Martinha elogiam Belloto. Raimundo tenta convencer Joana a procurar o pai quando chegar ao Rio de Janeiro. Artur tenta impressionar Belinha. Gabriel desconfia dos meios que Caio utiliza para treinar ele e o irmão. Juliana enfrenta a professora e se retira da sala de aula. Tânia tenta ser delicada ao

seu caminho da Peripécia. Tancinha fica encantada com o Rio de Janeiro. Rodrigo se oferece para ajudar Francesca na entrega de uma encomenda de frutas. Shirlei pede demissão, e Cris fica inconformada. Jéssica aparece na Peripécia e tenta fazer as pazes com Felipe. Tancinha fica admirada com a suíte do hotel que Beto reservou para ela e começa a pensar em Apolo. Rebeca e Aparício se beijam. O helicóptero alugado por Beto encontra Apolo.

falar com Ricardo sobre Manuela. Os alunos do terceiro ano do Dom Fernão encontram uma obra inacabada nos fundos da escola. Juliana filma um protesto dos alunos. Gabriel e Giovane se surpreendem com o treino de Caio. Juliana é suspensa. Joana chega à casa de Tânia.
23/8/2016 Terça-feira
Concurso nº 1534

1º sorteio
07-10-24-26-31-36
2º sorteio
06-13-21-25-29-50

18h

Quinta-feira – Não perca as emoções do penúltimo
Concurso nº 920
05-15-19-34-37-47-51
7 números acertados - Não houve acertador!
6 números acertados - 2 apostas ganhadoras, R$ 58.772,70
5 números acertados - 242 apostas ganhadoras, R$ 693,89
4 números acertados - 4416 apostas ganhadoras, R$ 6,00
3 números acertados - 40836 apostas ganhadoras, R$ 2,00
Quina
Concurso nº 4165
Sorteio
03-40-41-65-66
Quina - 5 números acertados Não houve acertador
Quadra - 4 números acertados
36 apostas ganhadoras, R$ 8.616,02
Terno - 3 números acertados 2698 apostas ganhadoras, R$ 172,88
Duque - 2 números acertados 80102 apostas ganhadoras, R$ 3,20
Eponina (Rosi Campos) flagra Zé dos Porcos (Anderson Di Rizzi) fazendo as malas e se espanta. O faz-tudo da fazenda explica que pretende ir embora no dia do casamento de Mafalda (Camila Queiroz) com Romeu (Klebber Toledo). “Num hei di vivê aqui vendu as filicidadi dela cum otru. É sufrimentu dimais preu”, diz o homem, com tristeza nos olhos.
A ex-solteirona diz que sentirá saudade do cuidador dos porcos e ele garante: “Nus dia du casamentu dela eu partu. Imbrenhu nessas mata. Ninguém há di vê eu otra veiz”. Será que Zé vai mesmo desistir do amor de Mafalda?


de Êta Mundo Bom!
Palavras Cruzadas

PALAVRAS CRUZADAS DIRETAS
www.coquetel.com.br© Revistas COQUETEL 2013
Projéteis usados pela polícia para dispersar multidões
Recusa coletiva como forma de protesto
Amigo, em francês Escaladores de montanhas
Condição do rio assoreado
Gabinete da administração universitária
Como se destacou Chiquinha Gonzaga “Centímetro”, em c.g.s.
Marca comum em roupas antigas
3, em algarismos romanos
Soldado (abrev.)
Soltou a voz (o gato)
Animais que compõem o atol
(?) Jorge, cantor Semelhante
Habilidade na realização de uma tarefa Instituição dedicada ao esporte mais amado do Brasil, localizase em São Paulo

Tudo, em inglês
Excursão típica do turismo africano
Efeito de câmera fotográfica (?) de capote, prato alagoano
(?) Ben, postal de Londres
Instrumento que mede a umidade do ar
Ave de rapina cujo primeiro filhote a nascer costuma matar os irmãos mais fracos


O astral segue produtivo, e com resiliência você pode avançar com solidez. Com pressa, pode deixar escapar detalhes importantes e até falar demais. Pense a longo prazo, é hora de planejar a vida e produzir o futuro. Númerodasorte:751 na organização prática da vida também sinalizam a necessidade de se atualizar, adquirir mais conhecimento e pensar melhor. Está aberta a temporada de estudos. ções e das relações mais íntimas. Memórias, carências, desejo de amar. Número da


Maior desejo do glutão pessoa “expert” em um assunto Pisar em (?): ficar em situação difícil
“Falso”, na resposta de testes “(?) você!”, bordão de Fernando Vannucci
Riqueza do Brasil Império Elogio
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Chá, em espanhol
Você ainda vai questionar muito o seu valor próprio e do seu trabalho. Se não for por dinheiro, é pelas suas ambições criativas e o desejo de ocupar o seu lugar no mundo. Mas hoje é um dia para realizar.
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ças, em casa ou no trabalho. O dia tem um apelo introspectivo, mas você tem amparo emocional. Daí avalie o que fazer a partir dessas informações. Número da sorte: 111
Peixes
21/02 a 20/03
Tudo gira em torno da comunicação, o sol ingressou em Virgem, seu signo complementar que trata dos seus relacionamentos íntimos e profissionais. Nas próximas semanas, muita conversa para afinar a sintonia. Número da sorte: 637

Ane Decor House completa um ano de atividades
Com 12 colaboradores e lojas em Arroio do Meio e Santa Clara do Sul, a Ane Decor House completou um ano de atividade. A empresa oferece as linhas de cortinas e persianas, tecido e papel de parede, cama, mesa, banho e tapeçaria.
A Ane Decor House surgiu da antiga Catiane SG – empreendimento que iniciou as atividades em 2007 com duas sócias. Entretanto, em junho de 2015, com o término da sociedade, surgiu a nova empresa.
Os diferenciais da Ane Decor House são o bom atendimento, comprometimento, confiabilidade e ética. Para 2016, a meta é crescer 20% no faturamento total da empresa. Além de trazer novidades em produtos e investimentos nas duas lojas. Elas estão localizadas na rua Visconde do Rio Branco 1024 (Arroio do Meio – 3716-2111) e avenida 28 de Maio 1366 (Santa Clara do Sul – 3782-1623).


Técnico em Enfermagem
tem aula inaugural
Lajeado
A aula inaugural para a terceira turma do Curso Técnico em Enfermagem do Colégio Evangélico Alberto Torres (Ceat), de Lajeado, foi realizada na segunda-feira. A atividade contou com a fala do diretor geral, Rodrigo Ulrich, e palestra com a nutricionista do
O momento foi acompanhado pelo coordenador dos cursos técnicos, professor Romério Gaspar Schrammel, pela coordenadora do Curso Técnico em Enfermagem, professora Patrícia Miotto, e pelas docentes Ana Paula Klafki e Patrícia Rocha.

Conectado IoT na Univates
Na Univates, o conceito Internet das Coisas ganha destaque nos dias 2 e 3 de setembro, quando o Tecnovates recebeoeventoConectadoIoT. O tema está presente nos mais variados aplicativos de celular, como: apps que contam a distância percorrida na caminhada, nas pulseiras que cuidam do batimento cardíaco, assim como em sensores de carros e aviões. As inscrições variam de R$ 20 a R$ 370. Mais informações no www.conectadoiot.com.br.

Loja da Ane Decor House em Santa Clara do Sul
Loja da Ane Decor House em Arroio do Meio
Hospital Bruno Born, Ana Paula Warken.
Vale do Taquari
Alunos da terceira turma do curso participaram da aula inaugural
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