Lajeado, fim de semana, 31 de dezembro e 1º de janeiro de 2017
Ano 14 - Nº 1752
Avulso: R$ 3,50
Fundado em julho de 2002
Fechamento da edição: 19h
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Lajeado, fim de semana, 31 de dezembro e 1º de janeiro de 2017
Ano 14 - Nº 1752
Avulso: R$ 3,50
Fundado em julho de 2002
Fechamento da edição: 19h
Prefeitos eleitos assumem em meio à dificuldade. Momento exige responsabilidade com os gastos
Os novos chefes dos Executivos terão desafios semelhantes. O momento de instabilidade no país representa um obstáculo para os gestores nos próximos quatro anos. Os mandatários enfrentarão restrições financeiras e a descrença da população com a classe política. Com dificuldade de obter novas receitas, a obrigação é garantir eficiência por meio do corte de despesas, sem que isso signifique redução nos serviços prestados aos cidadãos.
Páginas 4,5 e 6


Não dá para reduzir secretarias sem ver a qualidade e o resultado dessa redução

LITORAL



Empresários do Vale do Taquari aproveitam a temporada de verão no litoral para fazer negócios e apostar no empreendedorismo. Páginas 14 e 15

IMPACTO ECONÔMICO Mínimo passa para R$ 937
Governo publica decreto autorizando reajuste de 6,4% no valor do salário mínimo. Para Dieese, aumento abaixo da inflação do período trará prejuízos para a economia, pois impacta no poder de compra. Página 11

Diretor Geral Adair G. Weiss
Diretor de Conte˙do Fernando A. Weiss
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REDA« O
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Os artigos e colunas publicados não traduzem necessariamente a opinião do jornal e são de inteira responsabilidade de seus autores.
Tiragem média por edição: 6.000 exemplares. Disponível para verificação junto ao impressor (ZH Editora Jornalística)
Fundado em 1º de julho de 2002 Vale do Taquari - Lajeado - RS EXPEDIENTE
INDICADORES ECONÔMICOS
MOEDACOMPRAVENDA
Dólar Comercial3,23,2
Dólar Turismo3,23,4
Euro3,433,43
Libra1,231,23
Peso Argentino15,8515,86
Yen Jap.1,161,16
Cotação do dia anterior até 17:45h, Valor econômico.
ÍNDICEMÊSÍNDICE MÊS(%) ACUMULADO ANO(%)
ICV Mes (DIEESE)10/160,375,74
IGP-DI (FGV)10/160,136,22
IGP-M (FGV)10/160,166,65
INPC (IBGE)10/160,176,36
INCC10/160,175,78
IPC-A (IBGE)10/160,265,97
Salário Mínimo/2016 R$ 880,00
TAXAS E CERTIFICADOS (%) MÊS ÍNDICE MÊS (%) ACUMULADO ANO (%) TJLP7,5
Selic14.25%(meta)
TR 12/16 0,18492,0125
CDI (Mensal)11/161,036812,7333
Prime Rate12/163.253,25 (Previsto) Fed fund rate12/160.500,25 (Previsto)
///Ouro (dólar) – Onça Troy – USD 11,569 cotação do dia 30/12/16
BOLSAS DE VALORES PONTO VARIAÇÃO (%) FECHAMENTO
Ibovespa(BRA)20220
Dow Jones (EUA)1976-0,27
S&P500(EUA)2249-0,41
Nasdaq(EUA)5382-0,91
DAX30(ALE)11480,26
Merval(EUA)16912,48

cotação do dia anterior até 17h45min
Petróleo (dólar)/Brent Crude – barril – USD 53,77 em 30/12/2016


Gilberto Soares gilberto@agea.com.br
“Nunca a natureza diz uma coisa e a sabedoria outra.”
JUVENAL,poetasatírico romano,67d.C-138d.C
Aopulência é um legado duvidoso dos novos ricos à história. Quando predomina, encobre a singeleza do detalhe com suas joias imensas, carros espalhafatosos e arquitetura de ostentação. Assegura a supremacia do supérfluo sobre o essencial.
Cidades mais antigas guardam lições às mais novas. Bagé, por exemplo, tem mais de 170 anos; Lajeado completará 126. Minha terra natal, mundaréu de 4.095km², ignora seus cursos de água próximos e equilibra-se sobre a escassez. Camaquã, seu rio volumoso, dista cerca de 80km do centro – longe demais para abastecê-la. Para piorar, os arroios Gontan, Bagé, Piraizinho e Valente definham sob a agressão dos esgotos domésticos e defensivos agrícolas. Escrevi sobre um episódio que vivi anos atrás. Fi-lo para não esquecer o valor da harmonia. Vale a recordação.
BACIA. Eraumavezuma lindapiscinanaturalchamada Bacia.Seuformatoforaesculpidopelopacientecorrerdas águasdeumbeloarroio,no qualminhamãelavavaroupas ecoloriaopastiçaldasmargens,aoquará-las.Emoldurada

Daforçadagrana queergueedestrói coisasbelas...”
Sampa,músicade CaetanoVeloso
porumlajeadoproeminente, tinhaumaplataformarochosa daqualminhaturmaarriscava saltosestrepitososeinsanos.
Nãohaviacircoouparque dediversõesquelhefizesse sombranastardesdeverão. Pelamanhãeiníciodatarde,eu suportavaoirevirdasformalidadescomestoicismo.Depois, livre,partiaemdisparadapara oNiloimagináriodasmatinés dedomingo.Lá,criativocomo sóiacontecercomospiás,reeditavaasagitadasaventurasdas matinésdadécadade1960.
Dooloraofedor Tardede22deabrilde2011. EstouemBagéeresolvobulir namemória.Reencontrara Baciadaminhainfância.Entro nocarro,atravessoacidadee mergulhonotempo.
Opassardosanostornaram asdiferençasperceptíveis. Casasecasasondereinavao mato.Asfixiagradualdorecantolúdico,outroracheiodevida. Sintoarealidadepesarsobreas margensdoarroiomoribundo, adornadoporsacolasplásticas egalhosressequidos.
Comaexperiênciasensorial agravadapelocheiroinfecto, tentorecuperarnamemória oleveodorqueanunciavao verdevivoeaproximidadedas águasmurmurantesdomais refrescantedosbanhos.Caminhoatéumprecáriopontilhão. Dolugar,observoopachorrentolíquidoverdefluirdenso, pavoroso.Impossíveldefinir suaconstituição.Ousoafirmar quehádetudo,menosaágua emsuadefiniçãomaisclássica. Nãovejopássaros, oupessoas noentorno.Peixes,nenhum;
moscas,muitas.Parameu desconsolo,oespaçonoqualse celebravaavidaapodrecetal qualumtumor.
PobreBacia!
URBE RELAPSA. Lajeado está mais rica e opulenta. Impulsionada pela “força da grana que ergue e destrói coisas belas” –obrigado, Caetano – vê surgir um edifício colado uns aos outros. Paredões de concreto e vidro espetam o céu e dificultam a circulação de ar em alguns lugares. O abafamento acentua o cheiro dos esgotos tratados só no campo das ideias. Há poucos dias, centenas de peixes morreram no arroio Engenho. Culparam as folhas das árvores, o calor, a proliferação de algas e o equipamento fincado no lago para oxigenar suas águas. Erraram. O sujeito chama-se poluição e tem folha corrida assaz conhecida. Na urbe ostentação, o Engenho mata, as bocas-de-lobo exalam cheiros nauseabundos, o Taquari – no Centro – é um rio *Classe 4 e o avanço da imobilidade urbana compromete a urbanidade das pessoas. Carente de soluções, a Lajeado que amo reage como a triste Bacia: fede.
*OConselhoNacionaldoMeioAmbiente –Conama–classificaaságuasemclasses: Especial,1,2,3e4.Classe4éprópriaapenasparaharmoniapaisagística enavegação.

Carlos Cyrne Vice-reitor da Univates de Lajeado

“Dar atenção à infraestrutura de saneamento básico, ainda muito deficitária onde tem muito o que se fazer e precisam de muitos investimentos, não apenas municipais. Esperamos a continuidade e o avanço dos trabalhos desenvolvidos, principalmente nos setores de saúde e educação.”
nistrações enfrentarão restrições financeiras e a descrença da população com a classe política.
Reportagem, ThiagoMaurique
Vale do Taquari
EAuri
Spohr, pastor e assessor financeiro em Lajeado

“Os poderes Executivo e Legislativo precisam falar a mesma língua. Entrar em um acordo, sem rusgas políticas ou jogo de interesses. Isso desgasta a imagem dos políticos. Acredito que a nova gestão estará mais aberta ao diálogo, saberá ouvir mais os anseios da população.”
Tania Maria Alves, presidente da associação do bairro Conservas em Lajeado
Carlos Farias, presidente da associação do bairro Morro 25 em Lajeado
Aquiles Mallmann, vice-presidente da CDL Lajeado
“A principal reivindicação dos moradores são roçadas nos espaços públicos e investimento em áreas de lazer. Além do recolhimento de lixo e entulhos, que se acumulam em frente ao salão da comunidade e das residências. O atendimento em saúde e educação está adequado.”
“A estrutura de serviços básicos não supre a demanda diante do crescimento do bairro. Os moradores enfrentam longas filas para vagas na educação. Também sofremos com a ausência de médicos, a falta de policiamento ostensivo e de transporte público adequado.”
“Esperamos uma visão maior sobre o comércio, em especial nos momentos festivos, como no Natal. O governo poderia contribuir com uma decoração mais bonita, pois isso tem impacto no movimento de clientes. Lajeado é o polo comercial, mas estamos atrás de cidades vizinhas, como Estrela.”

leito para comandar a maior cidade do Vale do Taquari, o prefeito de Lajeado Marcelo Caumo foi o primeiro a tomar posse na região, em cerimônia realizada na sexta-feira, 30. A solenidade dos demais mandatários ocorre entre este sábado, 31, e o domingo, 1º de
janeiro. Ao comandarem cidades com realidades distintas, os novos chefes dos Executivos terão desafios semelhantes.
Sócio-fundador do Instituto Gamma de Assessoria a Órgãos Públicos (Igam), o advogado especialista em Direito Público, André Leandro Barbi Souza, alerta para o aumento das responsabilidades dos próximos gestores. Para ele, a
redução de verbas e a dificuldade de obter novas receitas obrigarão a um maior cuidado com as despesas.
Segundo Souza, os gestores devem estabelecer quatro eixos principais de ação para uma administração eficiente. O primeiro é desenvolver um trabalho com o quadro de servidores por meio do diálogo. “Não existe
gestão sem pessoas e se essa relação for conturbada pode gerar graves problemas.”
Conforme o advogado, também é preciso adaptar a legislação dos municípios. Segundo ele, a maioria da cidade tem leis formadas entre as décadas de 1960 e 1990. Para Souza, fazer uma varredura nos códigos de postura e tributários e alterar o que está defasado
evita burocracias desnecessárias. Outropontofundamentaldiante do cenário é uma readequação das estruturas de governo, de forma a reduzir o tamanho da máquina pública e melhorar a eficiência dos serviços prestados. Nesse quesito, destaca a necessidade de fazer uma avaliação correta sobre a utilidade de cada órgão público.

“Adaílton Cé
Presidente da Associação
Comercial e Industrial de Arroio do Meio
Renato Scheffler
Câmara de Indústria e Comércio de Teutônia

Tudo é urgente, mas a prioridade deve ser o tratamento do esgoto cloacal. É uma urgência de todos os municípios porque a situação atual é caótica. Por ser um custo muito elevado, será preciso parceria com o governo federal. A saúde e educação estão muito bem, assim como a indústria.”
“O principal é trabalhar na continuidade do bom relacionamento do poder público e as entidades. É preciso dar mais atenção para a questão da segurança e também de organização do trânsito, devido ao grande número de acidentes. São as duas coisas mais importantes no momento.”
Heitor Arno Thomas
Empresário em Santa Clara do Sul

“A cidade está se desenvolvendo com muita velocidade e preocupa a estrutura de atendimento a essa população. Os loteamentos estão crescendo, mas a lei ainda é frágil. Outro problema é a água, porque dependemos apenas de poços artesianos, cujos níveis caem a cada ano.”
Claudia Argiles Costa
Diretora administrativa da faculdade La Salle de Estrela

“Precisa continuar dando atenção às políticas sociais e às famílias carentes. Em especial, com programas como o de habitação popular e a instalação de novas empresas com aberturas de postos de trabalho. Acredito que o fundamental é a educação, a saúde e a segurança.”
Marcos Tonin
Presidente da Associação
Comercial e Industrial de Encantado

“Diante dos índices de criminalidade do município, a principal demanda é concluir o projeto de monitoramento no perímetro urbano. É um projeto em parceria entre a ACI e o Consepro. As tratativas estão bem avançadas para começar nos primeiros meses do ano.”
“Não dá para reduzir secretarias de qualquer forma, sem ver a qualidade e o resultado dessa redução”, alega. Para o advogado, os novos prefeitos deveriam esperar entre três e quatro meses antes de fazer os cortes. Dessa forma, garantiriam uma leitura correta sobre o tema.
O quarto eixo apontado pelo especialista é o investimento em tecnologia. Segundo Souza, as prefeituras ainda estão muito longe das ferramentas tecnológicas capazes de gerar diagnósticos e melhorar os processos da gestão.
“O prefeito tem que ter no seu computador e no seu celular tudo
o que está acontecendo, sejam os índices da educação, horas extras pagas ou as receitas que entraram na semana”, aponta. Lembra que as ferramentas para isso estão disponíveis, algumas de forma gratuita.
“Hoje, tem um sistema para a folha de pagamento, outro para a contabilidade, outro para a dívida ativa e nenhum deles dialoga”, alerta. Conforme o advogado, diantedaquedanasarrecadações, a eliminação de gargalos e do desperdício é fundamental para a retomada dos investimentos.
Doutora em Sociologia pela
O objetivo do Estado não é a obtenção do lucro e as suas ações devem se pautar pela garantia do bem-estar de todos os cidadãos.”
Cláudia Tirelli
Doutora em Sociologia pela UFRGS e professora do curso de Gestão pública da Unisc
UFRGS e professora do curso de Gestão Pública da Unisc, Cláudia Tirelli ressalta a pouca atenção dada aos planos de governo. Segundo ela, embora a existência de planejamento não resolva por si só os problemas públicos, a ausência indica indiferença com a qualidade de vida dos cidadãos.
“Dessa forma, ficam restritos a cortes de secretarias e de Ccs”, afirma. Para a socióloga, a retórica que compara a administração pública com uma empresa privada não faz sentido por se tratar de instituições com diferentes naturezas e objetivos.
“O objetivo do Estado não é a obtenção do lucro e as suas ações
devem se pautar pela garantia do bem-estar de todos os cidadãos”, assinala. Entre as funções do ente público, destaca as políticas redistributivas que amenizam os desequilíbrios sociais e espaciais provocados pelo mercado.
Cita como exemplo o Programa Luz para Todos, que levou eletricidade a áreas rurais empobrecidas. “Qual empresa privada gastaria milhões para levar energia elétrica a essas pequenas propriedades? Nenhuma, pois isso não é rentável.”
Para ela, outra questão que evidencia a necessidade do Esta-
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do é o aumento da violência letal no Brasil. O Atlas da Violência 2016, produzido pelo Ipea, mostra que o país atingiu seu ápice no número de homicídios, 29,1 a cada cem mil habitantes.
“A questão da segurança pública não se resolve apenas com a construção de mais presídios, nem é um problema que afeta somente grupos sociais periféricos”, lembra. Conforme a socióloga, a lógica de lucratividade do mercado não pode ser aplicada nos serviços públicos, sob pena de deixar a população mais vulnerável desassistida.
De acordo com Cláudia, a descrença da população brasileira com a classe política e as instituições trouxe graves efeitos negativos. Segundo ela, eliminou espaço para as mediações e para o estabelecimento de contratualidades que assegurem a vida em sociedade, remetendo a um estágio de barbárie civilizatória.
“Sem a mediação da política, recrudescem os sentimentos de ódio aos diferentes”, alerta. Para a socióloga, a luta contra a corrupção, o mote de toda a crítica ao governo Dilma, já foi utilizada outras vezes como bandeira para desestabilizar governos e promover rupturas institucionais no Brasil.
“Não estou defendendo a conivência com os usos indevidos da máquina e do dinheiro público, mas penso que precisamos refletir sobre o que se esconde por trás dessemanto,quaisinteressesestão colocados e a quem beneficiam.” Para ela, os efeitos desse cenário são muito danosos para a jovem democracia brasileira e permitem que grupos conservadores ganhem força, restringindo direitos da maioria em benefício dos próprios projetos e interesses.
SÁBADO, 31
A Hora – Qual a primeira ação a ser tomada no momento de entrar no gabinete após a posse?
Marcelo Caumo entrar no domingo com a equipe de governo, até para conhecer o território e levar alguns objetos pessoais ao local de trabalho. Nesse primeiro dia, nossa principal atividade será cumprimentar todos os servidores, algo que não fizemos no momento de transição até para não interferir na gestão que encerra. Vamos passar uma breve mensagem aos servidores, sobre a importância deles para Lajeado, e divulgar algumas medidas. As primeiras semanas serão de diagnóstico do que precisa melhorar e do que merece continuidade.
Como foi o processo de transição e a relação com a gestão que está saindo?

Caumo – Montamos uma equipe de transição, assim como o atual governo. Ambas tiveram uma relação bem profunda. Conforme os secretários foram sendo escolhidos, as equipes combinaram um diálogo com os titulares do atual governo. Tudo isso fluiu de forma muito tranquila. A relação com o Luís Fernando é cordial e pretendemos manter a mesma cordialidade durante nossos atos de governo. Mesmo que a gestão dele tenha encerrado, muita coisa que fica dependerá do atual prefeito, seja uma prestação de contas ou a necessidade de uma assinatura em algum processo.
Vocês já têm o diagnóstico das finanças municipais?
Caumo – Conversei na quarta-feira com o contador do município. A equipe concursada é toda muito qualificada. O orçamento previsto para 2016 não se realiza, mas o grau de endividamento da folha é algo perfeitamente administrável. O que nos assusta é a redução da capacidade de investimento com recursos próprios. Até 2012, todos os investimentos eram com dinheiro do município. É um desafio retomar essa capacidade. Apostamos no enxugamento de Cargos em Comissão (CCs), secretarias, análises e fiscalização dos contratos.
•Arroio do Meio – 10h, na Câmara de Vereadores
•Paverama – 10h, na Associação dos Servidores da Prefeitura
•Pouso Novo – 13h, na Câmara de Vereadores
•Santa Clara do Sul – 16h, no Clube Centro de Reservistas
•Sério – 9h, na Câmara de Vereadores
•Teutônia – 9h, na Associação da Água
•Travesseiro – 19h, na Escola Estadual
Monsenhor Seger
A redução de Ccs e secretarias tem sido o discurso principal da maioria dos novos prefeitos. Essas medidas são suficientes? Esses cortes podem afetar o serviço público e as demandas de uma população em franco – Precisamos encontrar o ponto de equilíbrio. Vamos iniciar o governo com uma equipe muito enxuta. A lei passou com 120 cargos e acredito que vamos começar o ano com 30. Antes de entrar com todos, vamos fazer o diagnóstico, ver quais pontos carecem de mais atenção e com isso vamos ocupando os demais cargos. Mas essa redução é apenas uma ação. Não pretendemos parar nessa ação. A gestão e a negociação dos contratos é outra medida que dá um impacto favorável na retomada dos investimentos.
Qual foi a principal dificuldade para montar o secretariado?
Caumo – O primeiro passo foi entender o resultado das eleições. A comunidade indicou a renovação total das equipes. Na campanha falávamos sobre o equilíbrio entre o técnico e o político, mas na montagem demos muito mais prioridade aos técnicos. Acho que o respaldo que recebemos nas ruas mostra que vamos iniciar acertando. O maior desafio foi fazer toda uma estrutura entender a importância de colocar pessoas novas. Mas foi coerente com o nosso discurso de campanha.
O PP é um partido tradicional de Lajeado, com nomes históricos que ficaram de fora da próxima gestão. Como o partido reagiu a essa composição de governo?
Caumo – Tivemos a tranquilidade de saber que era a decisão certa. Houve uma tentativa de argumentação e sempre vamos manter o diálogo. Mas a escolha foi planejada e tínhamos convicção que esse era o caminho. O fato de termos logo enfrentado esse problema foi importante. Hoje temos uma equipe animada e interessada em levar adiante esse projeto.
DOMINGO, 1º
•Anta Gorda – 10h30min, no Clube
Comercial Carlos Gomes
•Arvorezinha – 9h, no Auditório Municipal
•Bom Retiro do Sul – 9h, no auditório da prefeitura
•Boqueirão do Leão – 18h, no Ginásio Municipal
•Canudos do Vale – 9h, no Salão Comunitário
•Capitão – 9h30min, na Câmara de Vereadores
•Coqueiro Baixo – 10h, na Câmara de Vereadores
•Doutor Ricardo – 10h, no Cras no
centro
•Encantado – 18h, na Câmara de Vereadores
•Estrela – 18h30min, na Soges
•Fazenda Vilanova – 9h, na Câmara de Vereadores
•Forquetinha – 9h30min, na Câmara de vereadores
•Ilópolis – 10h, na Câmara de Vereadores
•Imigrante – 20h, no Ginásio Esportivo do Município
•Mato Leitão – 9h, na Seubv
•Muçum – 10h, na Câmara de Vereadores
•Nova Bréscia – 9h30min, no Auditó-
rio da Prefeitura
•Putinga – 9h, na Câmara de Vereadores
•Poço das Antas – 10h, no Auditório da Prefeitura
•Relvado – 10h, no Esporte Clube Relvado
•Roca Sales – 9h, na Sociedade Rocasalense
•Tabaí – 10h, na Câmara de Vereadores
•Taquari – 19h, na Câmara de Vereadores
•Vespasiano Corrêa – 10h, no Ginásio da Escola Municipal Esperança
•Westfália – 20h, na Casa da Oase
Aúltima ação do presidente do Legislativo, Heitor Hoppe, do PT, foi autorizar o pagamento do 13º salário de 2016 para dez parlamentares. O petista, no entanto, negou o reembolso retroativo de 2015 do benefício, que não foi pago no ano passado pelo ex-chefe da câmara, Carlos Ranzi (PMDB)
Com a decisão de Hoppe, mais de R$ 60 mil dos cofres do município foram destinados para os parlamentares Ildo Salvi (REDE), Antônio Schefer (PMDB). Delmar Portz (PSDB), Waldir Gisch (PP), Carlos Kayser (PP), Lorival Silveira (PP), Círio Schneider (PP), Djalmo da Rosa (PMDB), Élio Lenhardt (PT) e Adi Cerutti (PSD).

Todos assinaram um requerimento produzido por Schefer no dia 19 de outubro passado. Eles também exigiam a quitação do 13º salário de 2015, além de 1/3 de férias referente ao mesmo perío-
do. Hoppe, no entanto, optou por apenas pagar o valor de 2016, sem atender as demais solicitações. No entanto, diante da negativa dele em atender toda a reinvindicação dos colegas de plenário, alguns parlamentares pretendem ingressar na Justiça para receber
os valores do ano passado. Schefer e Portz já confirmaram tal intenção. O primeiro, inclusive, avisou que faria isso durante o pronunciamento na câmara.
Só Sérgio Kniphoff (PT), Sérgio Rambo (PT), o próprio Hoppe e Carlos Ranzi optaram por não re-
ceber os valores este ano. Eloede Conzatti (PT), que reassumiu a cadeira após quase quatro anos como secretária de Educação, também abriu mão do valor.
Ranzi, em 2015, também enfrentou pressão dos colegas para pagar o benefício naquele ano. Ele optou por não pagar. Apesar de negar o 13º no ano passado, o próprio peemedebista recebeu R$ 12 mil em 2014, valor referente aos anos de 2013 e 2014, que não haviam sido pagos pelos respectivos presidentes.
A autorização de Hoppe causou uma situação curiosa. O vereador Carlos Kayser, do PP, também é servidor concursado na Secretaria de Planejamento de Lajeado, onde atua como fiscal. Com isso, vai receber dois 13º salários custeados com recursos do município. O parlamentar não foi reeleito e, em 2017, já foi confirmado pelo futuro prefeito, Marcelo Caumo, como novo diretor do Departamento de Trânsito.
O reinício do pagamento do 13º salário aos vereadores ocorreu a partir de 2014, após parecer favorável do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Antes disso, o depósito dos valores estava suspenso desde 2009, após a Justiça de Lajeado deferir uma liminar solicitada por meio de uma ação civil pública ajuizada por quatro promotores do Ministério Público local.
Lajeado
O prefeito Luís Fernando Schmidt e o vice Vilsinho Jacques realizaram, nessa sexta-feira, as últimas atividades como chefes do Executivo, no mandato 2013/2016.
Durante o dia, visitaram a
obra do Instituto Federal Sul-Rio Grandense (IFSul). A inauguração do instituto está prevista para janeiro. No momento, estão sendo feitos alguns acabamentos. Logo, serão iniciadas as aulas no câmpus.
A dupla ainda vistoriou os veículos da Secretaria de Agri-
cultura e Urbanismo (Saurb), expostos para a comunidade no Parque Professor Theobaldo Dick. Ao todo, 11 caminhões, quatro retroescavadeiras, uma carregadeira, um trator de esteira, uma escavadeira Poclain, quatro tratores pequenos e automóveis foram adquiridos nos
quatro anos dea gestão.
Às 11h, no saguão do gabinete, foi realizado ato de instalação da foto de Schmidt na galeria de prefeitos de Lajeado. Pouco antes, ele recebeu a visita da diretora de Finanças da Fundação Hospitalar Getúlio Vargas. Suzana Guatimozim entregou uma
placa ao chefe do Executivo, em reconhecimento ao trabalho realizado na UPA e na saúde de Lajeado. Outras pessoas foram recebidas no gabinete, entre secretários, assessores e populares, que cumprimentaram o prefeito e o vice pelo trabalho realizado.

Vale do Taquari
Prefeitos eleitos de três cidades da região definiram os últimos nomes para composição das equipes de governo. Em Estrela, o secretariado completo foi anunciado nessa sexta-feira, 30.
Em Teutônia, o cenário é diferente. Algumas pastas serão absorvidas por outras para contenção de despesas. A mesma situação ocorre em Santa Clara do Sul. Das sete secretarias, o próximo governo reduziu três e manterá quatro grandes áreas.
A composição do secretariado de Estrela foi anunciada na manhã dessa sexta-feira, pelo prefeito reeleito Rafael Mallmann. Das 11 repartições, cinco secretários permanecem com as mesmas atribuições.
Além desses, o atual titular da Administração e Recursos Humanos,HenriqueLagemann,ocupará a Secretaria da Fazenda. Diferente da situação de outros municípios, em Estrela não houve redução de secretarias.
O mecanismo foi adotado por alguns municípios do Vale como mecanismo para conter despesas. Da atual composição, permanecem nos cargos os secretários da Educação, Marcelo Mallmann; da Saúde, Elmar Schneider; da Agricultura, José Adão Braun; de Esportes e Lazer, Julio Saldanha; e do Meio Ambiente e Saneamento Básico, Hilário Eidelwein.
O prefeito eleito, Jonatan Brönstrup, definiu nesta semana os titulares da Saúde, Assistência Social e Planejamento. O próprio tucano será o responsável pela Secretaria de Saúde. Ele manterá a atual secretária, Marlene Metz, como sub-secretária. Ela trabalha no setor em cargo de comissão faz mais de 12 anos e tem um amplo conhecimento da área. A partir do início da gestão,


a pasta vai agregar a Assistência Social e Habitação.
Posse dos eleitos de Santa Clara do Sul e Teutônia ocorre neste sábado. Eleitos de Estrela assumem no domingo
Ricardo Wagner será o gestor da Secretaria de Planejamento. O indicado é empresário.
O prefeito eleito Paulo Cezar Kohlrausch e o vice Fabiano Immich definiram a equipe de governo. A administração municipal terá quatro secretários. Ana Paula Mallmann ficará responsável pela Administração, Planejamento e Fazenda. Educação, Cultura, Turismo e Juventude será gerida por Mauro Heinen. Edson Mallmann comandará Obras, Agricultura e Meio Ambiente. Saúde e Assistência Social terá Iara Kohlrausch como gestora. O chefe de Gabinete será Estevão Heisler e o coordenador de Comunicação, Rafael Simonis.

Fazenda: Henrique Azambuja Lagemann. Formado em Administração e pós-graduado em Gestão Pública, foi secretário de Administração e Recursos Humanos.

Agricultura: José Adão Braun. Presidiu a Acsurs. Ocupa a função de secretário da Agricultura desde janeiro de 2013.

Educação: Marcelo Augusto Mallmann. É mestre em História. Desde janeiro de 2013, ocupa a função de secretário.

Esportes e Lazer: Julio Saldanha Pereira. Graduado em Educação Física, foi coordenador de Esportes e das escolinhas da secretaria.

Meio Ambiente e Saneamento Básico: Hilário Eidelwein. Atuou como secretário de Agricultura e Meio Ambiente de Estrela por dez anos. Está no cargo desde 2013.

Saúde: Elmar André Schneider. Foi vereador e deputado estadual por dois mandatos. Desde 2013 exerce o cargo de secretário da Saúde.

Administração e Recursos Humanos: Jônatas dos Santos. Jornalista, graduado em Gestão Pública e pós-graduando em Gestão de Pessoas e Liderança.

Planejamento e Desenvolvimento
Econômico: Paulo Ricardo Finck. Empresário formado em Gerência Administrativa. Atuou no processo de fusão da CDL com a Acie.

Cultura e Turismo: Marcelo Braun. Empresário e agricultor. Vereador reeleito, foi o líder do governo na Câmara.

Obras Públicas: Cristiano Nogueira do Rosa.Graduando em Gestão Pública. Foi reeleito vereador para o 3ºmandato.

Desenvolvimento Social, Trabalho e Habitação: José Itamar Alves. Pastor da Igreja Assembleia de Deus Pentecostal Unida do Brasil. Foi reeleito vereador em janeiro de 2014. Assumiu o Desenvolvimento Social, Trabalho e Habitação em 2015.

Devido à combinação de calor e umidade, nuvens carregadas se formam na região e oferecem condições para pancadas de chuva forte e temporais localizados.
Durante o sábado, o sol aparece por alguns intervalos, mas o tempo ainda não firma, podendo chover de forma irregular. Na virada de ano, há condições para chuvas isoladas, sendo que em alguns pontos do Vale o ano termina com muita chuva. O dia será quente e abafado com temperatura máxima de 32°C.
No primeiro dia do ano, o calor aumenta e à tarde será aba-

fada. Novas chuvas de verão podem ocorrer entre à tarde e à noite. A previsão é de que os termômetros registrem ainda mais calor no domingo, podendo chegar a 34°C.
Conforme a coordenadora do Centro de Informações Hidrometeorológicas (CIH) da Univates, Fabiane Gerhadt, as chuvas de verão serão comuns, resultantes do aquecimento do solo durante o dia.
Na segunda-feira, pouca coisa muda. Calor e umidade proporcionam chuvas isoladas e sensação de abafamento. A temperatura máxima pode chegar a 33°C.
Na tarde de ontem, as panca-
das de chuvas resultaram em granizo em algumas regiões. O fenômeno atingiu algumas lavouras de Santa Clara do Sul e Forque-
tinha. Os casos isolados são reflexo do choque entre as altas temperaturas e os ventos que carregam a frente fria.
Uma das tradições mais comuns da virada de ano, a queima de fogos ainda gera controvérsias. Problemas com animais de estimação e acidentes são recorrentes. Mesmo assim, a prática é cada vez mais popular.
De acordo com especialistas, o principal causador de acidentes é a combinação álcool e fogos. Na noite de Réveillon, é comum que os usuários bebam antes de queimar os artefatos, aumentando a insegurança.
O comandante do Corpo de Bombeiros de Lajeado, tenente Valdinei Rosa, chama a atenção para os cuidados a fim de evitar acidentes. “A primeira recomendação é não estourar os fogos muito próximo à mão, mantendo sempre uma distância mínima de 60 centímetros do artefato.”
Rosa destaca também a importância de os usuários escolherem um local aberto. “Eles não devem ser utilizados próximos a postes de luz ou árvores com copas grandes, pois isso pode ocasionar incêndios.”
Segundo os bombeiros, fogos de artifício são divididos em quatro categorias: A, B, C e D. As bombinhas estão enquadradas na primeira categoria e não produzem estampido. Podem ser vendidas a menores de 12 anos. Já os artefatos do tipo B, os chamados rojões, produzem estampido e só

podem ser comercializados para adolescentes a partir dos 16 anos. Os produtos das classes C e D não podem ser comprados por menores de idade e a queima deve ser autorizada.
Cuidados com animais
Donos de animais domésticos enfrentam problemas com os bichos de estimação em dias de festas com queima de fogos. Isso acontece porque o barulho deixa cães e gatos em estado de alerta, como explica a médica-veterinária, Charlyne Camargo. “Eles têm uma audição muito aguçada, então, qualquer barulho mais alto daquele que estão acostumados é um sinal de alerta.”
Charlyne garante que na maioria dos casos os efeitos podem ser minimizados deixando os animais em ambientes seguros e confortáveis. Outra alternativa é isolar cães e gatos em locais mais silenciosos.
Mesmo com as controvérsias e riscos, a busca por fogos de artifício cresceu neste ano. Os tipos mais procurados são os coloridos, cuja queima resulta em desenhos. O custo da caixa com seis rojões gira entre R$ 25 e R$ 30.
Proprietário de uma loja de fogos no centro de Lajeado, Alberto Raphael Schardong acredita que o futebol tem sido o grande incentivador das compras. “Depois do fim da Copa do Brasil e do Campeonato Brasileiro, as vendas aumentaram muito. Os gremistas, para comemorar; e os colorados, para esquecer”, brinca o colorado Schardong.
Além do futebol, o fato de o fim do ano cair em um fim de semana é apontado como um dos motivos para melhora nas vendas.
“Muitas pessoas optaram por não viajar, com isso, as comemorações ficam concentradas na cidade mesmo”, avalia Schardong.
Vale do Taquari
A instabilidae na economia deixou os consumidores receosos. Segundo comerciantes locais, os clientes têm pesquisado mais e optado por comprar alimentos e bebidas de marcas mais baratas.
Segundo projeção da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), os consumidores gaúchos devem gastar menos na compra de espumantes, cervejas, carne suína em comparação com 2015. Porém o volume de vendas deve permanecer próximo ao do ano passado.
O diagnóstico da Agas foi sentido nas últimas semanas pelo comerciante Paulo Degaspari.
Segundo ele, as vendas para o Réveillon caíram cerca de 30%. “Os clientes estão pesquisando bastante e pegando produtos mais em conta.” Para tentar manter as vendas, o comerciante busca negociar com fornecedores para oferecer produtos mais baratos. “Para o Ano-Novo eu me precavi com estoques de boa mercadoria a preços melhores. Hoje existe uma linha de bons produtos com preços baixos.”
Uma das alternativas encontradas pelas famílias para baratear a ceia de Ano-Novo é a divisão dos custos. Essa foi a saída encontrada pela embaladora Ana Maria Trindade, 55. “Temos uma família grande, então, cada um leva alguma coisa para ajudar.” Mesmo assim, ela afirma que deve gastar cerca de R$ 300 nas comemorações de Réveillon. Segundo ela, o valor é o mesmo do ano passado, porém, os produtos escolhidos são mais baratos.
Lentilha – Quilo varia entre R$ 4,98 e R$ 6,99
Espumante – Marcas mais acessíveis variam entre R$ 7,99 e R$ 60
Lombo suíno – Preço médio R$ 18,97 kg


País
Oficializado por decreto na sexta-feira, 30, o novo valor do salário mínimo ficou abaixo do aprovado pelo Congresso em em novembro e não cobre a inflação do último período. O valor foi reajustado em R$ 57, passando de R$ 880 para 937. A alta representa 6,4%, um valor abaixo da inflação projetada em outubro, que deve atingir 7,5% no fim deste ano.
Em novembro, o Congresso votou um reajuste para R$ 945,8, porém, o governo federal preferiu conceder um valor mais baixo.
Mesmo assim, a gestão Temer garante que o novo valor será fundamental para fortalecer o consumo interno e ajudar o país a sair da crise econômica. A previsão da equipe ecônomica é de uma injeção de R$ 38,6 bilhões na economia brasileira.
Na nota em que explica as razões do aumento, o governo afir-

Aumento abaixo da inflação deve diminuir o poder de compra do brasileiro
ma que o novo valor terá “efeitos positivos na retomada do consumo e do crescimento econômico ao longo do ano”.
O otimismo da União encontra resistências entre especialistas. Eles acreditam que, com um reajuse abaixo da inflação, os trabalhadores não conseguiraã melhorar o consumo. Um dos críticos da medida é o supervisor do Dieese no RS, Ricardo Franzói. Na avalia-
ção dele, sem um reajuste salarial melhor, o cenário de crise deve ser aprofundado em 2017. “Se realmente não houver um estímulo via crescimento salarial a economia só vai afundar mais.”
Para Franzói, até a classe empresarial será prejudicada pelo aumento abaixo da inflação. “Os empresários veem salário como custo. Se baixar o valor do salário logo em seguida ele não terá tem
Cursos de Farmácia e Odontologia terão aulas noturnas no próximo semestre
Lajeado
Os cursos de Farmácia e Odontologia passam a oferecer, em 2017, algumas disciplinas e módulos no turno da noite, permanecendo estágios e atividades extraclasse durante o dia. A coordenadora do curso de Farmácia, professora Marinês Rigo, lembra que essa mudança garante aos estudantes a possibilidade de aliar o trabalho durante o dia com os estudos à noite.
“A proposta do curso ser noturno é uma demanda dos acadêmicos do curso e também dos estudantes que gostariam de fazer o curso”, conta Marinês.
Para Maurício Teixeira, coordenador do curso de Odontologia, a alteração garante também mais facilidade aos estudantes no processo de deslocamento até a instituição. “O perfil dos acadêmicos do curso de Odontologia é marcado por jovens das mais diversas cidades do Vale do Taquari”, lembra.
Os cursos de Farmácia e Odontologia são opções no Vestibular Complementar da Univates, que estará com inscrições abertas a partir do dia 2 de janeiro, pelo www.univates.br/vestibular ou no Atendimento Univates. A prova única de redação será aplicada no dia 29 de janeiro, domingo, das 13h30min às 16h. A seleção se destina a 42 cursos de graduação e tecnólogos.
eficaz no combate à crise
para quem vender.” O economista destaca que o aumento foi fundamental para garantir o crescimento econômico nos anos anteriores. “O salário subiu acima da inflação e isso não deixou de gerar empregos, ou seja, tem que olhar o salário pela demanda.”
O supervisor do Dieese gaúcho critica a política do ministro da Fazenda, Henrique Meireles, de manter a alta taxa de juros. Para ele, essa política favorece apenas
o setor financeiro do país, mas traz prejuízos para a área produtiva. “O setor financeiro está adorando essa política econômica de juros altos, e também grandes empresas que vivem de aplicações”, afirma o economista. Franzói tece duras críticas em relação a política econômica adotada por Meireles e prevê um cenário negativo para o país no próximo ano. “Esse ministro só olha para a taxa de juros, e fez isso mesmo no governo Lula. Assim a economia não vai crescer.”
Como alternativa para a atual política, Franzói defende o investimento em obras. “É preciso aumentar o gasto em infraestrutura, porque isso traz confiança e estabilidade de longo prazo.”
Outra saída é criar mecanismos de proteção para as classes mais pobres. “O governo precisa adotar política de proteção para quem ganha menos, mantendo uma estrutura mínima de consumo interno.”
A lei que amplia a lista de serviços sobre os quais o Imposto Sobre Serviços (ISS) foi sancionada pelo presidente Michel Temer, com vetos. Por meio da nova legislação, busca-se acabar com a guerra fiscal entre as unidades da Federação.
O ISS passa a ser cobrado também de serviços prestados via internet, caso, por exemplo, de pacotes de assinaturas que dis-
ponibilizam acesso a filmes, séries e músicas. Livros e noticiários ficam livres dessa cobrança. Segundo a nova lei, o ISS não poderá ser objeto de concessão de isenções, incentivos ou benefícios tributários ou financeiros, inclusive de redução de base de cálculo ou de crédito, nem de qualquer outra forma que resulte em “carga tributária menor que a decorrente da aplicação da alíquota mínima estabelecida”.



Enquanto a maioria dos visitantes aproveita as praias do litoral norte para descansar à beira-mar, outros tantos fazem do local das férias um ponto de negócios e empreendedorismo. Construtores e vendedores apostam suas fichas em um público seletivo, cuja demanda costuma perdurar por cerca de cinco meses por ano
Reportagem Rodrigo Martini
Vale do Taquari
“Eu cansei de ser sempre o primeiro e o último a sair da empresa. Era muito estressante. Agora, eu me dei o direito de ficar boa parte do meu tempo de trabalho usando chinelo, próximo à praia, e dormindo uma hora a mais todos os dias”.
O relato do empresário, Sérgio Reiter, 66, casado faz 38 e pai de três filhos, resume o sentimento e o sonho de muitos trabalhadores. Ele o tornou realidade após dar o primeiro passo, entre 1994 e 1995. Morador de Lajeado durante oito meses do ano, entre março e o fim de outubro, Reiter conheceu a orla da Praia Real – um balneário que pertence ao município de Torres – em 1989. Se apaixonou pela calmaria do local e construiu uma residência para receber a família e amigos.
Ele literalmente sempre se sentiu em casa. “Tu chuta uma moita e sai algum morador de Lajeado”,
brinca. O balneário, que tem mais de 20 quadras de orla, é conhecido como a “praia dos lajeadenses”.
Naquele fim de década de 1980, Reiter ainda era proprietário de uma olaria, vendida após a aposentadoria. Pouco tempo depois, resolveu investir naquilo que mudaria os rumos da vida. “Comecei a investir em construções. Fui
construindo uma coisa aqui outra ali. E então decidi apostar no litoral”, conta. Hoje, o que parecia quase um hobby consome quase metade do ano de Sérgio. Ele construiu e vendeu quatro sobrados na rua D, quase esquina com a rua Quatro, a pouco mais de três quadras do mar. Um dos imóveis foi comprado pela atual prefeita de Mato Leitão, Carmem Goerck.
Os demais foram vendidos para moradores de Morro Reuter e Sobradinho. Já na casa ao lado do conjunto de imóveis construídos por Reiter, veraneia o ex-candidato a prefeito de Estrela, Aloísio Mallmann. “Eu conheço todo mundo”, brinca.

Resolvi investir em algo que pudesse transformar em renda contínua.”
Sérgio Reiter empresário
Após vender os quatro primeiros sobrados, Reiter não parou. “Resolvi investir em algo que pudesse transformar em renda contínua. Então construi seis apartamentos, e hoje coloco eles para alugar. Venho para cá em novembro, e fico até fim de março tocando as coisas aqui na praia”, comemora.
Não é só isso. Reiter voltou a investir em novos imóveis e cons-
LAZER E TRABALHO: pessoas que optam por transferir o trabalho ao litoral

imóvel disponível. Está quase sempre lotado. E durante o ano, principalmente durante os feriados, é comum alugar para famílias que já conhecem e já ficaram nos sobrados”, conta.
A média da diária cobrada por Reiter fica em R$ 220 para um sobrado ou apartamento com três quartos. Já um imóvel com dois
local. “É um preço que está razoável”, comenta.
Percalços no negócio Nem tudo é “mar azul” na vida litorânea de Reiter. Hoje ele também segue construindo imóveis em Lajeado. E é por manter negócios semelhantes no Vale do Taquari e no litoral gaúcho que

SÓ NO VERÃO
A empresária Luciana Fritsch, 36, nascida em Porto Alegre, mas radicada faz 15 anos em Estrela, aposta – junto da irmã Vivian Tessari – em um negócio diferente. Ambas compraram um contêiner adaptado e instalaram uma franquia de bolsas da marca Nicole Lee, na av. Central do balneário de Atlântida, em Xangrilá.
ter mais qualidade de

“Aqui, o terreno acaba ficando mais barato, assim como a compra do material necessário para a construção. Mas o grande problema é a falta de mão de obra. Praticamente não há. E, quando acho, não é muito qualificada. Quase sempre, preciso custear a vinda de trabalhadores de Lajeado para cá, são mais caprichosos. E isso

NEGÓCIOS ENTRE IRMÃS: Vivian e Luciana adaptaram um contêiner para vender bolsas e acessórios femininos
acaba onerando a obra.”
Segundo Reiter, um terreno na Praia Real varia de preço de acordo com a distância da área e do mar. Há exemplos de imóveis por R$ 60 mil, e alguns podem chegar a até R$ 200 mil, dependendo também do tamanho.
Susto no litoral
Reiter estava no balneário no fim de outubro quando uma forte ressaca invadiu quase todo o
litoral norte, causando série de destruições e prejuízos, principalmente na orla. “Foi um grande susto. A água parecia que ia invadir toda praia. Chegou a invadir algumas casas. Foi um grande volume, um grande susto.”
O empresário estava na praia a trabalho. Como de praxe, havia levado pintores e outros funcionários para pequenas obras de manutenção em alguns apartamentos já previamente alugados
naquela época. Hoje, todos os 12 estão locados. Mesmo com o susto e a maré atípica, Reiter garante que nada o fará abandonar a vida de “bicuíra”, nome dado aos moradores nativos dos balneários gaúchos. “Já estou acostumado a trabalhar de chinelo, dormir um pouco mais do que o normal. E sempre que estou um pouco estressado, dou uma voltinha na beira do mar e logo passa”, resume.
O ponto fica no mesmo local onde funcionava a boate Rock Point, famosa na década de 1990 e início dos anos 2000. Ao lado, dezenas de food trucks e outras lojas conceitos transformaram a área em um dos picos de maior movimento de jovens durante o verão no litoral norte. “A ideia surgiu como forma de unirmos trabalho e praia. Eu fico durante a semana em Estrela, e venho para cá sábado e domingo, onde trabalho durante a tarde, apenas. Pela manhã, costumo aproveitar o mar”, conta.
Além de pagar pelo conteinêr, as irmãs precisaram investir na adequação do ponto. “Como se trata de uma franquia de marca norte-americana, eles nos cobram uma série de detalhes. Na sexta-feira, uma equipe de inspeção pessoal de São Paulo veio aqui analisar”, comenta a empresária. As irmãs ficam no local até o fim do Carnaval, agendado para o último dia do mês de fevereiro. Após, pretendem levar o contêiner e a loja “móvel” para Lajeado, para dar seguimento ao negócio iniciado como uma séria aventura de verão. “Esperamos que dê certo, tanto aqui como em Lajeado”, finaliza.


APolícia Rodoviária Federal (PRF) estará com efetivo reforçado neste fim de semana do Ano-Novo. No estado, a corporação conta com o apoio da aeronave que foi importante no atendimento de acidentes durante o Natal. Na região, a 4ª Delegacia da PRF, responsável pelo trecho da BR386, estima aumento de 100% no fluxo médio de 25 mil veículos por dia.
Assim como ocorre no RS, dezenas de policiais da área administrativa que atuam na região devem apoiar os colegas que já trabalham nas rodovias federais.
Todos os radares e bafômetros serão utilizados neste período. Dimitrius Franco, agente da PRF no Vale do Taquari, confirma a estimativa de tráfego dobrado na BR-386.
“Há uma previsão de aumento no fluxo de cerca de 50% na sexta-feira, e 40% no sábado. Já no domingo a expectativa é de aumentar em 100%, durante o retorno do feriado”, estima o policial rodoviário.
O principal movimento de
veículos deve ser em direção ao litoral norte ou às praias de Santa Catarina. Para isso, os motoristas devem utilizar – principalmente – as BRs 386, 116 (sul) ou 448 e, por fim, a BR290 (Freeway).
Todas, conforme a regional da PRF, terão intensa movimentação. A expectativa é de que pelo menos 90 mil veículos circulem entre essas três rodovias.
Segundo a PRF, o melhor horário para viajar é após às 14h deste sábado. No domingo, no retorno, a sugestão do comando rodoviário federal é para
os motoristas deixarem os respectivos destinos pela manhã, para evitar congestionamentos durante a tarde e noite.
Na Freeway, a PRF e a Concepa informam que irão liberar o fluxo de automóveis pelo acostamento, na ida e na volta, caso o movimento esteja muito acentuado.
De sexta-feira até domingo, pelo menos 175 mil veículos devem utilizar a rodovia federal rumo ao litoral norte e praias de SC. Também está previsto intenso movimento em direção à Serra Gaúcha, pela BR-116.
Na Operação Viagem Segura de Ano-Novo de 2015, a PRF e as Polícias Rodoviárias Estaduais (PREs) contabilizaram 3,6 mil infrações, quase a totalidade por excesso de velocidade. Apesar dos índices, o resultado foi considerado satisfatório pelos órgãos de segurança, pois não houve registro de acidente fatal nas rodovias do Vale.
Durante aquele feriadão, os policiais rodoviários flagraram 87 condutores trafegando acima do limite de velocidade.
A PRF também contabilizou 27 acidentes na BR-386. Nas rodovias estaduais, foram nove ocorrências. Já em todo o RS, a Viagem Segura flagrou 766 motoristas sob efeito de álcool.
PATROCÍNIO:


Oataque tricolor é a principal dúvida para a próxima temporada. Além da busca por um jogador com perfil de goleador, o Grêmio enfrenta o assédio sobre o principal destaque do time, o atacante Luan.
Há cerca de um mês, o clube recebeu uma proposta de 15 milhões de euros pelo atleta (cerca de R$ 50 milhões). Por estar abaixo do teto estipulado para vender Luan, o negócio foi rechaçado.
A informação parte do vice de Futebol Odorico Roman, durante entrevista à rádio Gaúcha. Segundo ele, o volante Walace e o zagueiro Kannemann também foram procurados, mas o Tricolor barrou
a negociação.
Já em termos de contratação, Roman admitiu a sondagem do atacante Marinho, do Vitória. O contato foi feito com o empresário Jorge Machado, mas até o momento não houveretornosobreapossibilidade de contar com um dos artilheiros do Brasileirão.
Outro nome em tratativas para atuar na Arena é o centroavante Kayke. As bases salariais já foram acertadas, mas a assinatura não deve acontecer até a próxima semana. O atleta precisa ajustar a saída do Yokohama Marinos, do Japão. Já o ponta Fernandinho deve retornar ao Grêmio. Apesar disso, a situação não está definida. A direção trabalha com cautela sobre o
caso do jogador, que solicitou para continuar no Flamengo.
O lateral-direito do Grêmio, Edilson, foi submetido a uma artroscopia no joelho e vai passar as férias se recuperando. Apesar do procedimento, a equipe médica acredita que a pré-temporada do atleta não será prejudicada. Estima-se que ele fique 30 dias em recuperação.
Ao longo do segundo semestre, Edilson foi poupado de treinos com o resto do grupo em diversas ocasiões. Fazendo trabalhos específicos, o lateral garantiu participação nos jogos mais importantes do fim da temporada sem agravar a lesão.

Apesar da contestação da torcida, o meia Anderson mantém o prestígio fora do país. Nas últimas semanas, ele teria recebido três propostas, mas afirma querer ajudar o Inter a voltar para a série A. Os interessados em contar com o meia-esquerda seriam o Braga, de Portugal, o Middlesbrough, da Inglaterra, e um grupo de investimento da China. Esse último, inclusive, tentou comprar o jogador no início do ano. Na época, a oferta seria de
R$ 25 milhões, mas o presidente Vitorio Piffero rejeitou. Conforme o site do Globo Esporte, as propostas foram feitas ao jogador, sem interferência da direção. Diante da condição financeira atual, o clube pretende reduzir as despesas. Dentro disso, não é descartada uma negociação envolvendo o meia. Hoje, o salário de Anderson custa cerca de R$ 500 mil aos cofres colorados. Além disso, ele tem mais dois anos de contrato. No Inter desde 2015, soma 89 partidas, com seis gols.
Ouro na Olimpíada do Rio de Janeiro, o lateral-direito desperta atenção de clubes brasileiros e europeus. Para mantê-lo, a direção estipula como prioridade renovar o contrato com o jogador. A reunião deve ocorrer nas próximas semanas.
William foi chamado para o grupo principal pelo técnico Diego Aguirre e se firmou como titular durante a Libertadores de 2015. O vínculo, estendido no ano passado, vale até 2018. O lateral tem cem jogos com a camisa Colorada e marcou um gol.


Desde que comecei a escrever para o A Hora, em março de 2014, nunca tinha visto um ano tão ruim para as equipes de esportes coletivos do Vale do Taquari. Com poucos recursos, Lajeadense, no Gauchão, e Centauros, no estadual de Rugby, foram rebaixados para a segunda divisão. No futsal, a ASTF flertou com o rebaixamento, livrando-se de cair para a Série Prata apenas no quadrangular final. A Alaf fez uma campanha para esquecer na Liga Nacional, ficando entre os últimos colocados. Na Série Ouro, o time caiu na segunda fase, sem conseguir chegar à se-

mifinal. Espero que 2017 seja um ano melhor para todos e que possamos ver cenas como esta da foto de novo.
Após as festas de fim de ano, os municipais de futebol de campo começam a ganhar forma. O primeiro a iniciar será o de Progresso, com a rodada de abertura no dia 8 em Xaxim. Nove clubes participam.
* Em Arroio do Meio, a primeira reunião teve a presença de 11 clubes – Passo do Corvo, Guarany, União, Esperança Rui Barbosa, Amigos, Sete de Setembro, Forquetense, Cruzeiro, Bola Cheia, Palmense e Rui Barbosa. Próximo encontro será no dia 9 de janeiro.
* Travesseiro, Capitão, Coqueiro Baixo e Pouso Novo preparam a primeira edição da Taça Integração. A Copa integrará seis clubes – CE Travesseirense, GE São João, 7 de Setembro, Juventus, São José e CMD Pouso Novo.
* Organizado pela Acat, o municipal de Teutônia deve ter a participação de 12 equipes. Já a Taça da Amizade pode ter dez e contar com a participação de times de Boa Vista do Sul
Cristian Vaguetti (foto), goleiro da Alaf nesta temporada, assinou com o Guarany, de Espumoso a disputa da Série Ouro em 2017. Outro que permanece no time da Região Norte é o pivô Bipe, que defendeu as cores da Alaf em 2015.
Enquanto as equipes de futsal gaúcho buscam contratações, a Alaf, de Lajeado, e a ASTF, de Teutônia, esperam passar as festas de fim de ano para começar a definir a próxima temporada.

O fixo Carlão, que estava na Alaf, assinou com o São José Futsal, de São Paulo.
Com passagem vitoriosa pela Alaf em 2016, o pivô Bruno Petry acertou com o Atlântico, de Erechim
Ex-técnico da ASTF, Morruga é o nome mais cotado para ser auxiliar técnico da seleção brasileira de futsal.

Segundo o presidente do time lajeadense, Alexandre Heisler, a direção ainda trabalha para fechar as contas deste ano. Só depois discutirá 2017. “Como o campeonato começa só em abril, temos tempo para pensar o time com
Já o diretor da ASTF, Luiz Rückert, revela que antes da metade de janeiro não deve apresentar novidades. “Estamos correndo atrás de patrocínio para ver como podemos estruturar o projeto para o ano que vem.”
Natural de Muçum assinou por 3 anos
OAtlético-PR anunciou Felipe Gedoz para reforçar a equipe na disputa da Libertadores. Natural de Muçum, o meia atacante se destacou em 2014, jogando pelo Defensor do Uruguai. No campeonato continental daquele ano, marcou quatro gols e ajudou a levar o time às semifinais, sendo desclassificado pelo Nacional.
GedozatuavapeloBrugge,daBélgica, faz dois anos. Aos 23 anos, o gaúcho nunca jogou profissionalmente no Brasil. Ele passou pelas categorias de base de clubes gaúchos, mas logo foivendidoparaoUruguai.
Com passagens pela seleção bra-
sileira sub-21 e sub-23, Gedoz mostra satisfação em voltar ao Brasil, dessa vez para atuar como atleta profissional. Em entrevista durante a apresentação, disse que está realizando um sonho. “Estive muito tempo fora. Então, estou muito feliz em voltar ao meu país e espero mostrar meu futebol aqui.” Na coletiva, também realçou a experiência conquistada nos anos fora do Brasil. “O futebol uruguaio me tornou um pouco mais agressivo, com mais pegada. Também me ajudou na parte defensiva.” Entre as qualidades que o levaram ao Furacão, estão a velocidade e a finalização.
Nome: Felipe Gedoz da Conceição
Data de nascimento: 12 de julho de 1993
Local: Muçum
Posição: Meia-atacante
Número da camisa no Furacão: 10
Clubes em que atuou: Defensor-Uruguai (2012 a 2014), Club Brugge-Bélgica (2014-2016), seleção brasileira sub-21 e seleção brasileira sub-23.
Títulos conquistados: Torneio Internacional da China com a seleção brasileira (2014), Copa da Bélgica (2014–15), Campeonato Belga (2015–16) e Supercopa da Bélgica (2016).
Treze vitórias, seis empates e apenas uma derrota – aproveitamento de 75%. Essa foi a campanha do Lesionados na Copa CTC 100 Anos/Espaço3 Arquitetura. Em novembro, a equipe se sagrou campeã da Série Ouro da terceira divisão. Além da taça, o Lesionados teve o artilheiro (Ismael Wathier, o “Pitbull”), goleiro menos vazado (João Paulo Weiand), melhor goleiro (João Paulo Weiand), melhor meia-direita (Rodrigo Weiand Sbaraini) e melhor atacante (Pitbull).
Elenco
Alan Piovesana, Fábio Fernandes Cardoso, Gilmar Luís Becker, Ismael Evandro Wathier, Jeferson Luís da Silva, João Paulo Weiand, José Anilto Fermino, Leandro André Pretto, Mateus Henrique Zerves, Matheus Christt, Matheus Fagundes Duarte, Matias Henrique Buth, Rodrigo Weiand Sbaraini, Rossano Christ (treinador), Silvano Ogliari, Silvio Roberto Rodrigues, Tadeu Pretto e Yuri Adams.





Lesionados2 x 2Pampero
Lesionados7 x 1Coroas
Lesionados4 x 0
Lesionados3 x 0
Lesionados1 x 1No
Lesionados10 x 1Four
Lesionados1 x 1Galera
Lesionados0 x 0ADL 1411
Lesionados2 x 0S.O.S
Lesionados6 x 1Toca Água
Lesionados3 x 2Descontrole
Segunda fase
Lesionados3 x 1No Migué
Lesionados7 x 1Coroas
Lesionados7 x 0
Lesionados2 x 1Pampero
Lesionados1 x 2Galera
Semifinal
Lesionados2 x 2Pampero

ODepartamentodeEsportesdoClubeTiroeCaçaprorrogouoperíodode inscrições para o Torneio de Férias do CTC. Equipes têm até 16 de janeiro para confirmar a participação no campeonato, que movimenta o período deverão.Ocadastrodeveserfeitonositedaentidade.Ostimesdevemter, nomínimo,15atletase,nomáximo,20.

O Torneio de Férias iniciará no dia 17 de janeiro, a partir das 19h, com encerramentoprevistoparamarço.OsjogosserãorealizadosnocampoA, nas terças-feiras e quintas-feiras à noite. As equipes campeã e vice receberão troféus e medalhas. Também serão premiados o goleador e a defesa menosvazada.
Lesionados2 x 1Pampero

Lesionados5 x 4Galera
Lesionados2 x 2Galera
Campanha
– 13 vitórias – 6 empates – 1 derrota – 75% de aproveitamento – 70 gols marcados – 21 sofridos – 49 gols de saldo

Lajeado, fim de semana, 31 de dezembro e 1º de
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