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AH - Principal |26 de janeiro de 2017

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Lajeado, quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Ano 14 - Nº 1770

Avulso: R$ 2,00

Fundado em julho de 2002

Fechamento da edição: 21h

Lajeado completa 126 anos

Caderno especial e debate sobre o desenvolvimento da cidade marcam o aniversário

Omaior município do Vale chega aos 126 anoscombonsíndices de qualidade de vida, renda e emprego. Cresce em média milnovoshabitantesporano e se vê espremido em seus 90 quilômetros quadrados. A falta de um planejamento adequado aumenta os impasses e os desafios do poderpúblico.

Para marcar o 126º aniversário, o jornal A Hora elenca15temasqueimpactam na vida dos lajeadenses e são determinantes para as geraçõesfuturas.

Prefeito desde o dia 1º, Marcelo Caumo discorre sobre cada um deles, arrisca promessas, mas mantém cautela sobre os maiscomplexos.

PLANEJAMENTO URBANO: um dos principais pontos turísticos da cidade, o Parque do Engenho recebe especialistas em debate sobre o crescimento ordenado. Considerada símbolo de Lajeado, área sofre com a degradação ambiental resultante de anos de descaso

Escola é arrombada

duas vezes em três dias

Direção da Escola Estadual de Educação Profissional Estrela e 3ª CRE registraram novo furto na madrugada de ontem. Somadas, as duas ocorrências geram prejuízo de quase R$ 10 mil ao Estado. Primeiro, o prédio foi arrombado entre a noite de sexta-feira e a manhã de segunda-feira.

FONTE:CIH/UNIVATES

ANDERSON LOPES ARQUIVO
ANDERSON LOPES

EXPEDIENTE

Diretor Geral Adair G. Weiss

Diretor de Conte˙do Fernando A. Weiss

Diretor de OperaÁıes Fabricio de Almeida

REDA« O

Av. Benjamin Constant, 1034/201 Fone: 51 3710-4200

CEP 95900-000 - Lajeado - RS www.jornalahora.inf.br ahora@jornalahora.inf.br

COMERCIAL e ASSINATURAS

Av. Benjamin Constant, 1034/201

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Os artigos e colunas publicados não traduzem necessariamente a opinião do jornal e são de inteira responsabilidade de seus autores.

AINDICADORES ECONÔMICOS

Editorial

O descompasso nos hospitais

condição dos hospitais filantrópicos inspira preocupação. Responsáveis por mais de 80% dos atendimentos via SUS, as casas de saúde não conseguem pagar as contas. Nem o básico, o salário dos trabalhadores, está garantido.

O ano começa crítico para as 245 instituições do RS. Conforme cálculo da Federação das Santas Casas, o governo do Estado deve mais de R$ 180 milhões aos hospitais. As verbas são referentes a convênios para complementação dos serviços. Ao todo, são cinco meses de atraso.

Tiragem média por edição: 6.000 exemplares. Disponível para verificação junto ao impressor (ZH Editora Jornalística) Na rede

MOEDACOMPRA VENDA

Dólar Comercial3,173,17

Dólar Turismo3,113,30

Euro3,403,40

Libra3,953,95

Peso Argentino0,200,19

Cotação do dia anterior até 17:45h, Valor econômico.

ÍNDICEMÊS% MÊS % ACUMULADO ANO

ICV (Dieese)12/20160,166,16

IGP - DI (FGV)12/20160,837,15

IGP - M (FGV)12/20160,547,19

INPC (IBGE)12/20160,146,43

INCC12/20160,366,33

IPC-A (IBGE)01/20170,310,31

SALÁRIO MÍNIMO ANO: 2017 - R$ 937,00

TAXAS E CERTIFICADOS MÊS% MÊS % ACUMULADO ANO

TJLP ANO12/20167,50

SELIC META12/201613,00

TR 12/2016 0,182,01

CDI MENSAL11/20161,0412,73

OURO E PETROLEO FECHAMENTO DATAHORÁRIO

OURO

BOLSAS MUNDIAIS PONTOS % FECHAMENTO

IBOVESPA (BRA)65.840,080,00

DOWJONES (EUA) 20.073,610,81

S&P 500 (EUA)2.280,070,66

NASDAQ (EUA)5.648,630,85

DAX 30 (ALE)11.806,051,82

FSTE 100 (GRB)7.164,430,20

cotação do dia anterior até 17h45min

A lei estabelece que a forma de custear a saúde pública está sob responsabilidade das três esferas (União, Estado e municípios).

Uma norma que funciona no papel.

Quando não é cumprida, onera a ponta mais fraca. Em novembro passado, o Hospital Bruno Born (HBB) reduziu o quadro funcional devido aos problemas financeiros. Um corte drástico com o propósito de evitar fechar 2016 pior do que o previsto.

Nas cidades menores do Vale do Taquari, os hospitais conseguem se manter mediante aporte de recursos dos governos municipais. Em Bom Retiro do Sul, por exemplo, o prefeito destinou R$ 500 mil para a casa de saúde local, a fim de manter os serviços e atendimentos à população. A prática se repete em outras cidades, como Sério, Marques de Souza e Progresso, onde o recurso da

esfera municipal é crucial para a sobrevida dos hospitais. Nesse contexto, o já combalido serviço público de atendimento em saúde caminha a passos largos para um fim melancólico. Apesar das dificuldades, o SUS é a referência para milhões de brasileiros sem acesso a planos de saúde privados. Pelo sistema, famílias carentes, e até de classe média, têm a certeza de conseguir consultas e exames sem precisar pagar. Os diretores dos hospitais repetem essa afirmação desde os primeiros cortes anunciados pelo governador Sartori. Na região, apesar de todas as dificuldades, as casas de saúde contam com o apoio dos governos municipais e do voluntariado, que organizam

Comentários postados na página do facebook e no site do A Hora. Participe e deixe sua opinião

Sobrematéria“Semhoraextra,BaladaSeguraéreduzida”

Esta Balada Segura evita muitos acidentes e arrecada uma grana boa. Por que o governo não investe parte dessa arrecadação para continuar esse projeto que só traz benefícios à sociedade?

Paulo Cesar

Deveria continuar e aumentar os pontos de blitz! O dinheiro arrecadado até hoje foi parar onde?

Andriara Cassuli

Sobrematéria“Comunidadereclama decapoeiranasruas”

A ponte do bairro São Bento já é estreita, e agora até mato ta crescendo por cima dela. É uma vergonha.

Rose Breitenbach

Na entrada da cidade deveria ter um placa assim: “bem-vindos à selva”.

Rafael Plein

iniciativas para ajudá-las. Ações nobres, mas insuficientes para garantir a solução dos problemas. Parte do poder público estruturar um modelo para superar este momento. Mas não há um horizonte favorável, pois os discursos políticos seguem o mantra da crise nas finanças públicas. Com essa condição, as medidas apontadas pelo governo vão em uma mesma direção: aumentar impostos, reduzir investimentos e racionalizar os serviços básicos. Faltam entrar nesse hall a revisão no pagamento dos altos salários para o Judiciário, Executivo e Legislativo, o excesso de cargos de confiança nas instituições públicas e também uma análise sobre os programas de incentivos fiscais às grandes empresas.

Sobrematéria“Aterradoscondomínios”,nacolunadeFernandoWeiss

Mais e mais loteamentos, enquanto os anteriores estão jogados às traças, sem lixeiras, sem correios, mas, em compensação, ruas perfeitas para rally! E pasmem, para pedir uma lixeira, protocole na prefeitura, para pedir ruas melhores, faça abaixo-assinado.

E nem vou comentar a situação dos terrenos tomados pelo mato.

Thatiane Rodrigues

É lindo ver o progresso de Conventos. Espero que durante a liberação desses residenciais e de muitos loteamentos os órgãos competentes lembrem de ampliar os serviços por aqui também! Por exemplo: a falta de água, que já está virando uma constante; a falta de vagas na EMEI e, consequentemente, nas EMEFs, a ampliação da distribuição de fichas no atendimento do posto de saúde com a vinda de mais profissionais; a melhoria dessa rodovia ERS-421.

Sobrematéria“Alviazulapresentaelencoparatemporada”

Esperamos que se comprometam com o clube, com menos farras, e bebidas, e apresentem um bom futebol para conseguirmos novamente o acesso para a elite do Gauchão.

Estevão Seltenreich

Fundado em 1º de julho de 2002 Vale do Taquari - Lajeado - RS

martini.jornal@gmail.com lentem.wordpress.com

Movam-se, prefeitos. Precisamos de estradas!

Vale do Taquari quase foi desdenhado no Estado. Poucos sabem. Mas foi a insistência de empresários e políticos da década de 60 que garantiu o atual traçado da BR-386, passando por Lajeado. A via original cruzaria longe. E dá para imaginar a nossa região sem a rodovia federal? Não dá. Não fosse a 386 e estaríamos à mercê do desenvolvimento. Hoje, quase todo o escoamento da produção regional passa pela rodovia federal com limites em Canoas – na Região Metropolitana – e em Iraí – na divisa com Santa Catarina. A conquista do passado contrapõe com a atual acomodação. Aguardamos o término de uma duplicação de 33 quilômetros faz seis anos e são poucas as vozes contrárias a essa morosidade. Em Lajeado, a maior cidade do Vale, o ex-prefeito chegou ao constrangimento de tratar um precário acesso ao bairro Conventos como um grande feito. É pouco. Muito pouco. Precisamos de boas e duplicadas estradas. Com pedágio ou não. Carecemos de elevadas, passarelas e trevos seguros. Mas necessitamos, dentro em pouco, de acessos rodoviários para escoar nossa produção e aumentar os lucros dos arrojados empresários que ainda arriscam a pele nesta

crise, e que perdem em média 1% da receita global com imbróglios históricos nas rodovias.

A conta é simples: as operações de logística das empresas brasileiras consomem – em média – 13% do total de custos operacionais gerais. Só para se ter uma ideia, a média norte-americana é de 5%. E, como todos os números dessa conta fazem a diferença no resultado financeiro final, toda economia é bem-vinda.

Os prejuízos causados por uma malha rodoviária precária são difíceis de mensurar. E ao mesmo tempo são óbvios. É uma combinação de perdas, manutenção, avarias nos produtos, insegurança, tempo e distância percorrida. A CNT apontava R$ 46 bilhões perdidos em 2014 só com as deficiências no pavimento das estradas.

Por cima, empresários calculam economias de 10% com a manutenção dos veículos caso tivéssemos boas rodovias. Projetam menos gastos com combustível caso todas as estradas fossem duplicadas. Mas isso, por si só, seria uma economia tímida. O prejuízo, mesmo, está nas perdas pelo mau aproveitamento do tempo.

Um caminhão parado deixa de entregar produtos. Um vendedor com o carro estragado

não fecha pedidos. Atrasos para chegar aos destinos são prejuízos irrecuperáveis. E menos retorno financeiro para o empresário significa salários menores, poucas vagas de emprego, baixo retorno de impostos, escassos investimentos para aumentar a produção local e, claro, leite, pão e sorvete mais caros nas prateleiras dos supermercados. De novo, a conta é simples.

Prefeitos, sociedade e líderes regionais, movam-se. Precisamos de boas e duplicadas rodovias. O tempo passa, e as dificuldades só aumentam. Na ERS-130, onde já existe projeto técnico para duplicação – um dos poucos méritos dos últimos gestores –, são diversos terrenos invadidos às margens da pista. Além de garantir um teto decente para essas pessoas, é preciso se antecipar aos possíveis transtornos com desocupações de áreas. Já assistimos a essa novela. Por fim, cabe uma reflexão. Na BR-386, a motivação final para dar início ao projeto de duplicação foi a pior possível. Em 2008, só uma tragédia – a morte de 13 pessoas em acidente na ponte sobre o Arroio Concórdia, em Fazenda Vilanova, em 2008 – fez com que Estado e União enxergassem nossas necessidades. E hoje? Precisamos aguardar um novo fato trágico para só então agir?

Uma creche por ano em CCs

Em Lajeado,vagaemcrecheséassunto recorrente. O que poucos sabem é que gastamos o equivalente a uma creche por ano com salários de 30 assessores de vereador. É R$ 1,2 milhão a cada 12 meses.Nãoénadapessoal.Pelocontrário,sei demuitosCCsdacâmaracujaqualidade inspiraria a iniciativa privada. Mas isso são decisões pessoais de cada um. O que mepreocupaéacoerêncianahoradetorrarodinheirodocontribuinte.

Tiro Curto

– Ainda sobre rodovias: o Brasil tem 200 mil quilômetros de estradas, e dessas só 11 mil são duplicadas. Já dos oito mil quilômetros de rodovias estaduais, só 4,7 mil são pavimentadas e apenas 126 duplicadas;

– O prefeito de Estrela Rafael Mallmann deve participar de audiência na 2ª Vara Judicial de Estrela no dia 30, às 14h. Ele é réu em Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público (MP) referente ao serviço de táxis na cidade;

– O Ministério Público de Contas (MPC) solicita ao TCE uma auditoria operacional no sistema prisional do Estado. O objetivo é avaliar a estrutura dos presídios, o quadro de pessoal e o custo do sistema;

– O boicote arquitetado contra a Clínica Central nos últimos anos aindageraprejuízosfinanceirosparaaentidade.Algunsprofissionais médicos da área deviam se envergonhar;

– Na região, a possibilidade de árbitros esportivos de todo o RS criarem uma associação gaúcha da classe gera preocupação entre proprietários de empresas especializadas em arbitragem;

-–JoséMiguelCabreraTorres,conhecidocomoMiguelCabreraeapelidado de “Miggy”, é um jogador venezuelano de beisebol que atua pelo Detroit Tigers, na Major League Baseball. Na semana passada, esteveem ArroiodoMeio parafecharcontratodedivulgaçãodoproduto Bib’s, da Neugebauer;

–Namadrugadadeontem,bandidosinvadiramaprefeiturade Itapuca. Quase no mesmo horário, criminosos arrombaram a Escola Estadual Estrela. Faz poucos meses, até a delegacia de Lajeado foi alvo de meliantes. Ninguém escapa da violência. Boa quinta-feira a todos!

Atéqueosolnãobrilhe,acendamos umavelanaescuridão.

Confúcio

Cidade especula quem ficou milionário

Apostador ganhou sozinho R$

17,3 milhões. Nome do ganhador não foi revelado

Boqueirão do Leão

Oassunto nas rodas de conversa é o sortudo que faturou o prêmio de R$ 17,3 milhões da Timemania. Um apostador acertou sozinho as sete dezenas do concurso de loteria da Caixa Econômica Federal. A aposta foi realizada na lotérica Pé Quente, no centro. Na virada do ano, jogo da Mega-Sena realizado em Fazenda Vilanova premiou outro sortudo com R$ 36,8 milhões.

As dezenas, sorteadas em Santarém (PA), foram 01, 10, 11, 13, 36, 49 e 66, e o time do coração, o Rio Branco, do Acre. Outras 22 apostas acertaram seis dezenas e podem sacar R$ 12,4 mil. Mais 702 fizeram cinco dezenas e têm direito a R$ 556.

Maurício Fernandes é atendente da lotérica faz pouco mais de um mês. A notícia do prêmio o deixou feliz e, ao mesmo tempo, sem saber como agir. A mãe dele ligou ainda na noite, logo após o sorteio, e desde então as chamadas e manifestações por aplicativo de celular não param.

“Foi uma notícia muito boa. Não consegui nem dormir direito, só pelo fato de saber que a aposta foi feita em nossa lotérica. Estou no atendimento há pouco mais de um mês e custou a acreditar que o maior prêmio já pago na microrregião saiu para Boqueirão do Leão”, comenta.

As especulações em torno de quem é o milionário da cidade são grandes. O prêmio quase alçanca a estimativa de recei-

ta do município para este ano, que é de R$ 20,5 milhões – sendo R$ 3,8 milhões só para o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS). “Não sabemos se realmente é alguém daqui, até então ninguém se manifestou conosco. Muitas pessoas de fora fazem apostas então fica difícil saber”, relata Fernandes.

Sete anos apostando

Desde que a lotérica foi instalada em Boqueirão do Leão, faz pouco mais de sete anos, o vendedor de veículos, Darlei Jost, aposta. Costuma jogar com frequência da Timemania. Quando foi divulgado que o ganhador era do município, o celular não

parou de tocar, com amigos querendo conferir se era ele o ganhador.

“Todos meus amigos sabem que jogo na Timemania e logo me ligaram e mandaram mensagem. Eu sempre jogo os mesmos números, com duas cartelas. Fui conferir, mas infelizmente acertei apenas duas dezenas. Não foi dessa vez”.

Nestes anos como apostador, Jost calcula ter acumulado cerca de R$ 3 mil em prêmios. Mas o sonho de se tornar um milionário persiste. “Saber que a lotérica daqui fez um ganhador com prêmio tão expressivo me incentiva a manter as apostas”, comenta Darlei.

O QUE FAZER COM O PRÊMIO?

Apesar de não ter apostado na Timemania, o caminhoneiro Anor Rizetti, o “Nadi”, tem o sonho de faturar um prêmio milionário e continuar trabalhando no trecho, mas com um caminhão moderno e todo equipado para serviços pesados. “Se eu ganhasse uma bolada dessas eu iria numa revenda e comprava o melhor caminhão disponível, acoplava um guindaste e continuava trabalhando na remoção de madeira. É algo que gosto de fazer e não saberia viver de outra forma”.

O aposentado Valmor de Freitas acertou três dezenas na Mega da Virada, ampliando suas expectativas de

um dia se tornar milionário. “É muito dinheiro mesmo. Não consigo nem imaginar o que fazer primeiro. Mas ajudaria muitas pessoas, disso tenho certeza.” Celso Antoniolli é um apostador que faz uma fezinha toda semana. Muitos o apontaram como o ganhador dos R$ 17 milhões, mas garante que não foi. “Tinha um bilhete deste concurso, mas não foi dessa vez. Durante a manhã dessa quarta várias pessoas me ligaram e procuraram no serviço, sabiam que apostava na Timemania. É sem dúvida um ótimo prêmio, espero que o vencedor saiba aproveitar cada centavo”, comenta Antoniolli.

Escola Infantil Pequeno Mundo retoma atividades

Santa Clara do Sul

A Escola Municipal de Educação Infantil Pequeno Mundo retoma as atividades amanhã, 27, após um período de recesso para férias das funcionárias. O colégio inicia o ano letivo atendendo cerca de 230 crianças com idade entre 4 meses e 4 anos.

Ontem de manhã, as 50 educadoras,seisserventesetrêsintegrantes do corpo diretivo da escola participaram de uma reunião na sede do SindicatodosServidoresPúblicosde Santa Clara do Sul (Siscla). O momento também serviu para organizar e planejar as atividades do ano. A direção é composta pela diretora Berenice Schwertner, vice

Michele Wickert e coordenadora pedagógica Suelize Bruch. De acordo com o secretário da Educação, Cultura, Desporto, Turismo e Juventude, Mauro Heinen, um dos objetivos do Executivo é aperfeiçoar o método de ensino e o atendimento prestado nos colégios do município, sobretudo na escola. Heinen citou a importância do

engamento dos professores para a melhoria constante do processo de ensino-aprendizagem. Segundo ele, a disciplina e a excelência no trabalho devem estar presentes no dia a dia escolar.

O prefeito Paulo Kohlrausch afirmou que as educadoras da Pequeno Mundo terão um papel fundamental dentro da missão do governo de

servir como suporte para o desenvolvimento da população. Ele frisou as principais metas na área da educação previstas no Plano de Governo, que são construir um centro educacional que sirva de referência, eliminar o déficit de vagas na escola e servir de suporte para o desenvolvimento da comunidade.

Bilhete premiado foi vendido na lotérica Pé Quente de Boqueirão do Leão
FELIPE NEITZKE

Escola é furtada duas vezes em três dias

Crimes

resultam

em quase R$ 10 mil

em prejuízos. Polícia Civil investiga os casos

A3ª Coordenaria Regional de Educação (CRE) confirma novo furto na Escola Estadual de Educação Profissional Estrela. Primeiro, o prédio foi arrombado entre a noite de sexta-feira e a manhã de segunda-feira. Agora, criminosos invadiram o imóvel na madrugada de ontem. A Polícia Civil investiga os casos. Além de diversos eletrodomésticos, talheres, panelas e chaleiras, foram levadas todas as ferramentas utilizadas no curso de Edificações. O prejuízo total das duas ocorrências policiais chega a R$ 10 mil. Foram R$ 3 mil no primeiro furto, e mais R$ 6,5 mil ontem. Conforme a diretora da escola, Ana Rita Berti Bagestan, um vigia ainda conseguiu impedir que outros equipamentos fossem levados pelos criminosos.

“Desta vez foi no canteiro de obras do curso em Edificações. Levaram todas as ferramentas. Teremos que adquirir tudo novamente para iniciar o ano. Também teremos que investir mais em segurança. Ao invés de acrescentar, teremos que repor”, lamenta a diretora.

No fim de semana, de acordo com professoras e funcionárias, duas portas foram arrombadas, e os criminosos deixaram a estrutura com os marcos quebra-

dos. Uma delas na sala dos professores, e outra na cozinha.

Na ocasião, foram levadas uma jarra elétrica, liquidificador, batedeira, torradeira, cafeteira, chaleira, cinco térmicas, cinco panelas, um conjunto com facas, garfos e colheres, um assoprador de folhas, um espelho e ainda um relógio. Todo o material havia sido adquirido por meio do Conselho de Pais e Mestres (CPM) da escola.

Os bandidos também conseguiram furtar um micro-ondas comprado pelo Estado, e quebraram alguns vidros que dão

acesso ao canteiro de obras. Eles queriam, possivelmente, levar o lava-jato. Mas não conseguiram. O retorno dos alunos está agendado para o início de março.

R$ 25 mil de prejuízos em 2016

De acordo com a coordenadora da 3ª CRE, Greicy Weschenfelder, os prejuízos causados à escola ainda não foram completamente contabilizados. Por ora, a direção estima a necessidade de investir cerca de R$ 10 mil para repor todo o material levado pe-

los criminosos no fim de semana e também ontem.

Em 2017, explica Greicy, a 3ª CRE já gastou cerca de R$ 15 mil com furtos registrados em outra escola do Vale do Taquari, a Monsenhor Scalabrini, em Encantado. O valor supera em R$ 505 o prejuízo acumulado durante todos os meses de 2016.

“No ano passado, nós calculamos um prejuízo de aproximadamente R$ 25 mil com furtos registrados em oito das 88 escolas atendidas pela nossa coordenadoria. É um número que consideramos alto, e que muita nos

preocupa. Afinal, a escola deve ser a transformadora da sociedade, e se justo ela é saqueada, algo está muito errado”, resume Greice.

Os crimes de 2016 foram registrados em escolas estaduais de Cruzeiro do Sul – uma em São Rafael –, em três educandários de Taquari e outros quatro instalados em Estrela. Greicy prefere não especificar quais materiais e objetos foram levados desses locais. “Parte desse prejuízo é ressarcida pelo Estado. Mas é dinheiro que deveria ser gasto com novos investimentos, infelizmente.”

CIPAVES COMPROVAM PROBLEMA

Faz duas semanas, Greicy esteve na sede do A Hora para informar sobre o diagnóstico das Comissões Internas de Prevenção de Acidentes e Violência Escolar (Cipaves) realizado no ano passado em 80 escolas estaduais da região. De acordo com os dados contabilizados, foram 51 ocorrências de furtos e arrombamentos em 2016.

Câmara repassa R$ 75 mil para Clínica Central

A câmara de vereadores fará aporte de R$ 75 mil para o Centro Regional de Tratamento e Recuperação do Alcoolismo (Central). A organização acumula R$ 79 mil em pendências financeiras. O problema foi relatado ao Legislativo na terça-feira à tarde. Durante o encontro, pediram R$ 150 mil para ajudar as finanças da instituição.

Segundo o presidente da Central, Nadir Malfatti, todos os documentos e balanços foram apresentados. “Nossa dívida aumenta

todos os dias. Em dezembro, houve poucas internações e tivemos dificuldade para pagar o 13º dos funcionários.”

Os problemas financeiros iniciaram em 2015. A clínica não conseguiu renovar o alvará da Vigilância Sanitária. A dificuldade se estendeu por meses. Com isso, recursos dos convênios com os hospitais não foram pagos. Empréstimos foram contraídos para bancar custos de manutenção dos serviços.

O valor solicitado ao Legislativo ajudará a custear pendências adquiridas naquele período. De

acordo com Malfatti, sem esse aporte, os trabalhos poderiam ser interrompidos.

A intenção é ajustar as finanças e fazer a receita superar as despesas. “Queremos ter reserva de recursos. Precisamos disso, para no fim do ano, por exemplo, ter condições de pagar o 13º dos funcionários.”

A Central busca atualizar o valor do convênio junto com o Executivo e, com isso, ampliar as vagas oferecidas. O processo está em tratativas. Durante os próximos meses, a clínica pretende criar o Conselho

Consultivo. O colegiado será formado por entidades públicas, privadas e clubes de serviço. O obje-

tivo é promover a participação da comunidade de forma opinativa ou colaborativa.

Prédio da escola está localizado na rua Coronel Müssnich, quase no centro. Alarme não funcionou no fim de semana
ANDERSON LOPES
Lajeado
Central está em tratativas com o Executivo para atualizar valor do convênio

Painelistas

preservação das nascentes e mananciais da região.

– Publicitário e coordenador do Programa Viva o Taquari Vivo, projeto que reúne milhares de voluntários em ações de limpeza na bacia Taquari-Antas.

Alice Rauber Gonçalves –Professora do curso de Arquitetura e Urbanismo da Univates, é mestre em Planejamento Urbano e Regional pela UFRGS.

Caumo – Prefeito eleito para comandar Lajeado pelos próximos quatro anos, é advogado e já exerceu o cargo de assessor jurídico de Lajeado.

Peixoto – Jornalista e ativista da ocupação dos espaços públicos, é idealizadora do eventoArtenaPraça,quereúne atividades artísticas e culturais nas praças de Lajeado.

Debate aborda planejamento urbano

No aniversário de 126 anos, Pensar Cidades discute crescimento desordenado

Lajeado

Odesafio de disciplinar o crescimento urbano em uma cidade cujo avanço populacionalchegaamil habitantes por ano em uma área de apenas 90 quilômetros quadrados será tema de mais uma edição do Projeto Pensar o Vale.

Seis especialistas e ativistas das áreas de arquitetura e urbanismo, desenvolvimento regional, meio ambiente, planejamento urbano e gestão debatem hoje as saídas para os gargalos do município. O evento ocorre a partir das 15h, no Parque do Engenho.

Entre os assuntos abordados, estão o déficit de saneamento básico. Riquezas naturais singulares, como arroios e o Rio Taquari, agonizam em meio à poluição desenfreada, fruto de uma rede de esgotamento sanitário quase inexistente.

O resultado do descaso pode ser percebido pelo odor que exala dos bueirosebocasdeloboedapéssima qualidade da água dos nossos mananciais.Asituaçãoétãograveque partedosarroiosquecortamacida-

de foi canalizada e tampada para diminuir o mau cheiro.

O avanço do concreto e do asfalto em detrimento da arborização na região central da cidade ainda provoca um fenômeno chamado de “ilha de calor”. O aumento da temperatura é agravado com o grande

número de veículos em circulação na cidade.

A verticalização da área central é inevitável diante do crescimento populacional. Porém, em todo o mundo, surgem iniciativas capazes de incluir pontos de vegetação em meio ao adensamento urbano.

Os debatedores abordarão a viabilidade de alternativas capazes de amenizar esse problema de forma sustentável.

No âmbito da mobilidade urbana, eles discutirão a prioridade dada aos carros em detrimento de transporte coletivo e alternativo,

em uma situação que penaliza os pedestres. A condição precária da maioria das calçadas e a falta de rampas tornam ainda mais difícil aacessibilidadedecadeirantesedemais deficientes.

Todos essas questões são os sintomas de uma cidade cujo crescimento ocorre sem planejamento urbano. Aos 126 anos, Lajeado não tem um Plano Diretor que aponte para as próximas décadas. Uma carência que precisa ser solucionada de maneira urgente para que esses problemas não se tornem ainda maiores nas próximas décadas.

SAIBA MAIS

Debate Pensar o Vale –Planejamento Urbano

Data: hoje

Local: Parque do Engenho Horário: 15h às 17h

Mediação: Jornal A Hora – Diretor de Redação, Fernando Weiss

Gilberto Soares
Marcelo
Adriana Nunes Machado –Arquiteta e urbanista, é presidente da Sociedade dos Arquitetos e Engenheiros do Vale do Taquari (Seavat).
Diana Kunzel – Bióloga e empresária do setor de consultoria ambiental, é ativista em defesa do ambiente e da
Laura
Um dos cartões-postais do município, Parque do Engenho será palco das discussões sobre o Plano Diretor da cidade
FOTOS ARQUIVO A HORA

Boleto vencido pode ser pago em qualquer banco

Regra vale a partir de março

Um dos principais benefícios da chamada modernização do sistema será ao pagador, que não precisa mais ir ao banco emissor para quitar a dívida em atraso. A partir de março, o pagamento poderá ser feito em qualquer instituição financeira, agência ou outras formas como mobile e internet.

O anúncio emitido ontem pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) muda um sistema defasado desde 1993, quando o Banco Central alterou as cobranças, implementando a compensação eletrônica.

O BC determinou ainda que será preciso constar nos boletos de pagamento dados de CPF ou CNPJ do beneficiário e do pagador, com valor e data de vencimento. Segundo a Febraban, essa é uma forma de dar maior segurança, evitando fraudes dos códigos de barras.

A aplicação da nova plataforma será dividida por ondas de valores, sendo que a primeira inicia no dia 13 de março. O comprovante de pagamento terá informações de juros, multa ou descontos aplicados sobre o valor da cobrança.

O que melhora

Para a empresa, diminui a

inadimplência, eliminando ainda a necessidade de segunda via. A intenção é reduzir em vários aspetos as inconsistências na quitação das dívidas, evitando pagamentos com duplicidade.

A cobrança não registrada pode ser mantida, desde que seja acordada entre a empresa beneficiária e banco emissor do boleto. Mas boletos sem registros só poderão ser pagos na agência da instituição beneficiária que os emitiu.

ONDAS DE VALORES

•Valor igual ou superior a R$ 50.000

Implementação a partir de 13 de março

•Entre R$ 49.999,99 e R$ 2.000

A partir de 8 de maio

•Entre R$ 1.999,99 e R$ 1.000

A partir de 10 de julho

•Entre R$ 999,99 e R$ 500

A partir de 18 de setembro

•Entre R$ 499,99 e R$ 200

A partir de 23 de outubro

•Igual ou inferior a R$ 199,99

A partir de 11 de dezembro

Sistema de cobrança de boletos não era atualizado desde 1993

Languiru promove primeiro encontro do ano com líderes de Núcleo

No dia 10 de janeiro, ocorreu o primeiro encontro do ano com os líderes de Núcleo da Cooperativa Languiru. A reunião foi realizada na Associação dos Funcionários da Languiru e contou com a participação de representantes dos 57 Núcleos da cooperativa, distribuídos nos municípios da área de atuação, e com integrantes do quadro social. Foi coordenada pelo presidente Dirceu Bayer e pelo vice-presidente Renato Kreimeier. O assessor da administração da cooperativa, Mário Stockmann, apresentou números do desempenho econômico e financeiro da Languiru, e o engenheiro agrícola da Fábrica de Rações, João Dresch, falou sobre o mercado do milho.

Bayer ressaltou a importância da positividade. “Definitivamente esperamos que o ano de 2017 seja melhor, que as coisas ruins de 2016 fiquem paratrás.Opensamentopositivoatrai coisas boas”, frisou, apontando tendência de melhora do atual cenário, em especial para o setor de produção de alimentos. “Esperamos por reflexos positivos dessa reação do mercado. Além disso, há boas perspectivas para o milho brasileiro, com redução de preço desse insumo básico para a cadeia produtiva”, apontou.

Nesse contexto, Dresch trouxe mais informações sobre os índices de produção de milho e grãos. “O ano de 2016 foi atípico, com alto custo e a falta do produto no mercado, e precisamos do milho argentino para abastecer nossos plantéis. A partir

de uma grande safra que se desenha para este ano, havendo maior oferta de produto, estima-se a redução gradativa do valor da saca de milho. O RS está começando a colher sua produção de milho e estamos otimistas para este ano, superando as 20 mil toneladas na Languiru.”

A cooperativa está recebendo milho úmido na Unidade de Recebimento de Grãos no bairro Alesgut, em Teutônia; na Cooperval, em Cruzeiro do Sul; e na unidade da Camera, em Estrela. A umidade máxima de recebimento do milho não pode ser superior a 25%. Dresch também falou da tabela de preços do milho em grão para saco com 60kg, com associados da Languiru tendo a possibilidade de receber em 14, 30 ou 60 dias, enquanto que os produtores não associados recebem em 30 ou 60 dias. “Temos o mesmo tratamento para todos os produtores, associados ou não, sem diferenciação por volume entregue. A Languiru procura fazer o melhor preço, valorizando também o produtor”, concluiu, sugerindo acompanhamento dos produtores na leitura de umidade do produto e esclarecendo dúvidas pontuais.

Enfrentamento da crise

Bayer também respondeu questionamentos dos líderes e enalteceu o seu papel como interlocutores da Languiru junto às comunidades que representam. De maneira transparente e embasado em números e índices de desempenho da cooperativa no último exercício, o presidente falou do enfren-

tamento da crise. “Estamos fazendo nosso dever de casa, com reformas internas, adaptando a Languiru à nova realidade. Crescemos muito rapidamente e precisamos de agilidade e ferramentas de controle de todos os processos”, exemplificou.

Sobre os diferentes setores produtivos, destacou o cenário complicado para o mercado de carnes e as oscilaçõesnopreçodoleite.“Commesesmuito bons e outros meses muito ruins, no global, o segmento leite ainda foi o que teve melhor resultado em 2016. Com a instabilidade do mercado, a diversidade de negócios, mais uma vez, foi essencial para o desempenho econômico da Languiru. Entretanto, apesar de todas as dificuldades, não mexemos nos integrados de aves e suínos, sem redução drástica nos alojamentos, mantivemos a máquina a todo custo para não desestruturarmos esses segmentos”, explicou Bayer. “Muitas empresas no Brasil acabaram fechando e, quando tivermos uma situação mais favorável, a Languiru estará numa condição melhor por manter sua estrutura produtiva e não deixar a crise repercutir no produtor. Agradecemos aos associados produtores que, mesmo diante das dificuldades, se mantiveram firmes”, acrescentou.

Bayer ainda falou da preocupação da Languiru com a sustentabilidade da pequena propriedade, especialmente dos pequenos produtores de leite com dificuldades de produzir volumes que compensem a captação da matéria-prima. Nesse contexto, citou projeto liderado pela

cooperativa Languiru, com apoio da Emater, de Sindicatos de Trabalhadores Rurais, de Secretarias Municipais da Agricultura e da Sicredi Ouro Branco, que estuda alternativas para viabilizar a atividade desses pequenos produtores na sua área de ação. “O projeto está em fase de estudo e, após estruturado e concluído, os produtores interessados em participar deverão se inscrever junto ao Departamento Técnico da Languiru. Essa oportunidade de participar do programa será dada aos produtores associados à Languiru, bem como àqueles que queiram se associar tão logo o projeto esteja finalizado”, explicou, citando como exemplo a possibilidade de alteração estatutária para associação à Languiru também de produtores de milho.

Foco no resultado

Kreimeier falou da mudança de postura da Languiru. “Estamos felizes por termos sobrevivido ao ano de 2016, que nos exigiu muitas mudanças. Se antes o foco era no faturamento, hoje estamos mudando para foco no resultado, nos negócios, nos controles, no fluxo de caixa e no plano de negócios. É preciso muito profissionalismo para cuidarmos bem da Languiru”, disse.

O vice-presidente também lamentou o alto custo de produção, mas se mostrou otimista para 2017. “As perspectivas são melhores, principalmente pela redução do custo de produção. Porém, no atual cenário, o custo financeiro segue sendo um dos maiores entraves.”

Kreimeier ainda falou da necessidade do plano de negócios para o monitoramento da rentabilidade dos diferentes setores da cooperativa. “Precisamos vender melhor o nosso produto e 2017 será um ano para se colocar isso em prática, olhando cada setor com muita atenção e observando todos os detalhes. Precisamos ter foco no resultado com fluxo de caixa, e os bons desempenhos estão diretamente ligados à dedicação de nossos colaboradores e associados, aliado ao preço justo pago aos associados”, concluiu.

Desempenho

O assessor da administração, Mário Stockmann, apresentou o desempenho econômico e financeiro da Languiru até o mês de novembro. “O ano de 2016 foi terrível para a economia brasileira. Foi o pior momento da economia, com grande número de recuperações judiciais. Apesar disso, praticamente não tivemos problemas na Languiru com contas a receber“, enumerou.

Também enfatizou a importância do planejamento e de ferramentas de controle, mencionando a influência da variação cambial no desempenho econômico da cooperativa. “O custo do dinheiro cresceu muito, é mais do que o dobro comparado ao mesmo período do ano passado. O custo financeiro em 2016 cresceu e o ano foi ruim para investimentos”, explicou. Em contrapartida, Stockmann destacou o incremento positivo no fluxo de caixa da Languiru, fruto de diversas ações internas e do envolvimento com fornecedores. “A Languiru está inserida nesse universo da crise. Todas as ações desenvolvidas são fundamentadas, com decisões colocadas em prática que repercutem positivamente ao longo do ano. A crise chegou para mudarmos e nos adequarmos a um novo momento, uma nova realidade. Não é fácil, mas estamosnocaminhocerto.Muitas ações são antipáticas, repercutem de maneira negativa, mas nos dão resultado”, concluiu.

Bayer acrescentou que a geração de caixa da Languiru evoluiu de 2015 para 2016, e o patrimônio líquido, apesar do resultado, se manteve estável. “Temos um caixa melhor, apesar das reformas e dos investimentos realizados. Isso nos dá credibilidade diante dos agentes financeiros. No último trimestre de 2016, os resultados começaram a ser melhores e no momento em que a economia nos ajudar sairemos fortalecidos dessa crise. Apesar de tudo isso, ainda crescemos 12% no volume de negócios. Por isso, se mantivermos essa posição, estaremos muito melhores”, encerrou.

Primeira reunião do ano com representantes dos 57 núcleos da Languiru ocorreu no dia 10 de janeiro
LEANDRO AUGUSTO HAMESTER

Projeto inclui moradores na limpeza do município

Nossa Cidade, Meu Lar foca preservação e educação

Arroio do Meio

Aparticipação da comunidade na limpeza urbana e combate às pragas é o principal objetivo do Projeto Nossa Cidade, Meu Lar. Lançada ontem, a iniciativa contará com uma série de ações. A primeira delas ocorrerá em parceria com as agentes comunitárias de Saúde, e visa a conscientização dos moradores. Nos próximos dias, as 25 agentes devem entregar, de casa em casa, cerca de cinco mil panfletos sobre as formas de prevenção e combates aos insetos que mais têm avançado sobre as residências, como baratas e moscas. Uma forma de alerta e aconselhamento para quem não cuida do próprio pátio e lixo. “Queremos provocar essa reflexão neles. Mostrar que o bem-estar e a saúde preventiva estão totalmente ligadas a isso”, cita a vice-prefeita, Eluise Hammes. Ela afirma que a população é participativa, e tem contribuído com o trabalho de limpeza, por meio do armazenamento correto de alimentos, dedetização e capina.

Porém, ainda é preciso mais. Denúncias de terrenos baldios com falta de roçada chegam todos os dias ao Departamento de Meio

Ambiente, córregos sofrem com o depósito de lixo, e moradores ainda colocam entulhos nas ruas fora dos dias de recolhimento.

“Multar é possível, mas esse não é nosso objetivo. Queremos conscientizar as pessoas. Promover uma junção de esforços”, enfatiza o prefeito, Klaus Werner Schnack.

Olho atento

A agente comunitária do bairro Rui Barbosa, Solange de Carvalho Frölich, percebe a falta de cuidados. Os locais públicos, como praças, são os que mais contêm lixo espalhado. “Acabam deixando por lá, sem procurar um depósito.”

OUTRAS AÇÕES

Além da entrega de panfletos, o projeto inclui desinsetização do centro e do bairro Bela Vista, com foco ao combate de baratas.

“Foram os locais que mais recebemos reclamações da presença desses insetos”, afirma Schnack. Uma empresa especializada foi contratada para o serviço.

Em relação a borrachudos, o serviço técnico é feito pela Emater, que avalia a necessidade e efetividade

Áreas privadas com mato alto também são comuns vistas com frequência pela agente de Saúde. “Acho que uma ação como essa pode ajudar, principalmente nesta época do ano.”

Marcia Andreia de Oliveira e Fabiana Zambiazi são agentes no bairro Navegantes. Elas compartilham da opinião de Solange. “Falta bastante por parte dos moradores”, afirma Marcia. Ela conta que as pessoas costumam se envolver mais quando se trata do combate ao mosquito, mas depois relaxam, esquecem. “O material é uma ferramenta importante para envolvê-las. Depois disso, sempre participam mais”, considera.

antes da aplicação do produto cedido pelo município. Outros braços da iniciativa são a fiscalização de terrenos privados e roçadas em áreas públicas, o recolhimento semanal e mensal de entulhos, e o Projeto Jogue Limpo com Arroio do Meio. “Estamos agregando ações existentes a novos serviços. Ao longo do ano, incluiremos outros, e todos farão parte desse mesmo projeto”, conclui Eluise.

Iniciativa foi lançada ontem à tarde, na Secretaria de Educação. Ações comunitárias iniciam nos próximos dias
CAROLINA CHAVES

Produtor ganha 30 vezes menos por alimento vendido no mercado

Custo de produção sofre deflação, mas diferença não chega às gôndolas

Estado

Dados apresentados ontem pela Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) mostram que produtor ganha 30 vezes menos pelos alimentos do que os mercados.

Enquanto os gaúchos gastaram mais na hora de comprar alimentos, os valores pagos aos produtores tiveram deflação ao longo de 2016.

O levantamento aponta que o Índice de Inflação dos Custos de Produção (IICP) foi de 0,33%. Já o Índice de Inflação dos Preços Recebidos pelos Produtores Rurais (IIPR) foi 0,28% maior em 2016 do que no ano anterior. Paralelo a isso, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA)

acumulou alta de 8,61% no ano passado.

De acordo com a Farsul, a discrepância entre os valores pagos aos agricultores e o preço do produto final ocorre em razão de diversos itens como o custo de transporte. Para o economista Alfredo Meneghetti, os resultados apontam para necessidade de o governo interferir para evitar uma crise no setor do agronegócio. “As dificuldades são maiores para o pequeno produtor. É fundamental que o governo apoie, subsidiando eventualmente alguma produção.”

Na avaliação do economista, apesar de os custos terem crescido menos do que em 2015, os números ainda apontam para um cenário problemático. “Isso mostra que os custos seguem tendo um aumento superior ao que efetivamente foi pago ao produtor.”

Sentindo na pele

A diferença de custos e valores recebidos na comparação com o preço final dos produtos alimentícios é verificada no trabalho diário do agricultor Julião Jung, 52. Morador de Santa Clara do Sul, ele se dedica ao plantio de trigo, milho e soja.

Mesmo com a deflação medida pela Farsul, Jung garante ter visto os custos da produção crescerem. “Subiu muito os insumos da lavoura.”

Com um mercado interno desfavorável, a saída para os produtores rurais é investir nas exportações. Mesmo com queda no consumo do mercado externo, a taxa cambial tem garantido bons resultados. “O que nos dá uma segurança maior é a soja, porque o mercado externo ainda está aquecido”, afirma Jung.

Para ele, buscar o mercado internacional se tornou fundamental após os resultados negativos dentro do país. “Infelizmente, tivemos uma cotação de trigo péssima. Compra de produto por moinho foi pouca, e quase todo acabou sendo destinado para alimentação de animais.”

Investir em exportações é um dos caminhos apontados por Meneghetti para os próximos anos.

A afirmação do agricultor é explicada pela própria pesquisa da entidade, que aponta uma queda de 19% no valor dos fertilizantes. Em contrapartida, outros itens como sementes e agroquímicos seguiram a tendência de alta da economia brasileira, subindo cerca de 13%.

Jung reclama da falta de medidas para evitar prejuízos de produtores e consumidores. “Na verdade quem ganha mais é o intermediário, e quem paga é o produtor e o consumidor final.”

Na avaliação dele, as ações adotadas pelo novo comando da Casa Branca devem beneficiar os produtos brasileiros. “A política comercial de Trump retirando o país do acordo transpacífico pode abrir algumas oportunidades para o Brasil.”

Um dos resultados dessa política é a aproximação do mercado nacional com o asiático, especialmente a China. “O Brasil pode se aproximar da China e abrir um comércio com oportunidade muito grande”, avalia Meneghetti.

Uma das alternativas apontadas por ele é a criação de um sistema capaz de garantir o pagamento aos produtores. “Acho que teríamos de partir de um preço mínimo para o produtor e em cima disso ver um preço final.”

Alento no mercado externo
Enquanto o produtor ganhou menos pelo trigo em 2016, nos mercados preço do pão teve aumento no ano passado
ANDERSON LOPES

ALeidoAmor

Quinta – Mileide pede para Yara dar um recado a Helô. Ruty Raquel fala com Marina sobre Tiago. Pedro conta para Magnólia que Ciro foi preso. Yara leva Silvia para sua casa. Ciro afirma ao delegado que Magnólia matou Beth. Tião vai ao antigo apartamento de Marina. Salete encontra Gustavo em sua casa. Laura decide se encontrar com Pedro. Magnólia é levada para a delegacia. Helô vê Tiago falando com Laura sobre Pedro. Silvia ouve Misael ofendendo Ciro. Magnólia se assusta ao ver Ciro na delegacia. Antônio pede para conversar com Marina. Laura encontra Pedro.

Palavras Cruzadas

PALAVRAS CRUZADAS DIRETAS

Quinta – Gui tenta proteger Júlia. Lázaro comenta com Ramon que Marisa é a pessoa indicada para aproximá-lo da banda. Gui pede ao delegado que Júlia faça o reconhecimento de Alex. Romildo e William oferecem dinheiro para Marisa ir ao hospital onde Alex está internado para ajudá-los a resgatar o bandido. Nicolau demonstra paixão por Luana. Nicolau fica tenso quando Haroldo avisa que Gilda marcou uma consulta médica para o filho. Yasmin esconde de Zac seu bom desempenho nas provas para não deixar de ter aulas com ele. Gui resolve continuar a terapia com Eva. Yasmin beija Zac. Lázaro pede a um amigo produtor que cancele o show de Léo. Diana fica surpresa por Juca ter colocado a banda 4.4 no lugar da apresentação de Léo.

Quinta – Sinhá e João Amaro comemoram a atuação de César contra Alice. Tanaka visita Mocinha. Ralf comenta com Vittorio que teme que Lenita se descontrole por causa da filha. Luzia e Neide chegam a Arraial do Sol Nascente para abençoar o casamento de Chica e Quirino. Flavinha revela a Lenita que foi adotada. Damasceno descobre que o ex-chefe de César foi enganado pelo vilão. Felipe questiona Sócrates sobre a suposta empresa investidora da Arraial Pescados. Luzia e Chica falam sobre suas visões com Alice.

– Joana chega para assistir ao jogo de Giovane e incentiva o namorado. Lucas tenta falar com Luiza sobre seu filho, mas Tânia o interrompe. Rômulo afirma a Sula que é apaixonado por Nanda. Ricardo e Caio disputam Tânia, que se irrita. Gabriel vence o primeiro jogo contra Giovane. Flávio entrevista Bárbara para o concurso Garota Carioca. Nanda olha para Renato e acredita ver Filipe. Gabriel provoca Caio, e Giovane o aconselha. Flávio convida Joana para participar do Garota Carioca.

Certificação que atesta quais produtos e serviços são mais ambientalmente amigáveis

Procria Base da sílaba, em português

Condição histórica de Bento Gonçalves

Área de atuação da CNI

Seguidor da doutrina de Ário (Teol.) (?) Boca, bairro de Buenos Aires

Água, em francês Tolo; imbecil Município do Grande Recife Acolhida

Na (?): entre quatro paredes Marcelo (?), líder do "CQC" (TV)

Arma branca mais larga que o punhal

Instituição beneficente para idosos "(?) Today", jornal dos EUA

Acha graça (?) Rossi, ator brasileiro

Organela das células vegetais responsável pela fotossíntese

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Peça do vestuário de muçulmanas (?) Marino, república europeia

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o aprendiz de Halt, o misterioso arqueiro, que muitos acreditam ter habilidades que só podem ser resultado de alguma feitiçaria. Relutante, Will aprendeu a usar as armas secretas dos arqueiros: o arco, a flecha, uma capa manchada e um pequeno pônei muito teimoso. Podem não ser a espada e o cavalo que ele desejava, mas foi com eles que Will e Halt partiram em uma perigosa missão: impedir o assassinato do rei. Essa será uma viagem de descobertas e aventuras fantásticas, na qual Will aprenderá que as armas dos arqueiros são muito mais valiosas do que imaginava.

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CDL Lajeado define comissão para decoração de Natal

Lajeado

Aornamentação natalina esteve em pauta na Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) Lajeado na manhã de terça-feira, 24. Na reunião entre representantes do comércio, governo municipal e de outras associações empresariais, a CDL reafirmou o compromisso de um trabalho integrado entre poder púbico e privado para o Natal de 2017.

O presidente Heinz Rockenbach ressaltou a necessidade do engajamento e da troca de ideias com outras organizações locais. “Queremos algo a mais para a cidade.” Já o prefeito Marcelo Caumo reforçou o desejo pela participação da comunidade: “A causa comunitária será um elo entre o governo e as entidades”.

A ideia é propor a participação de artesãos, clubes de mães e de idosos. A contribuição de detentas do presídio feminino, por meio de

uma parceria com a Associação Lajeadense Pró-Segurança Pública (Alsepro) e Conselho da Comunidade, também foi cogitada. O desejo é criar uma ornamentação que contemple diversos pontos da cidade. “Queremos fazer algo bonito, mas que esteja dentro do nosso alcance”, afirmou a primeira-dama, Aline Scapini Caumo.

Organização

Uma comissão liderada pela CDL Lajeado será responsável pelo contato com outros profissionais. Participaram do encontro Carlos Oliveira, Soraide Gräf, Douglas Sandri, Kiko Sulzbach, Léo Katz, Carlos Reckziegel, Miguel Arenhart e Giraldo Sandri.

Alunos do Ceat embarcam para Alemanha e Canadá

Um grupo formado por 20 estudantes do Colégio Evangélico Alberto Torres (Ceat) participa de intercâmbio na Alemanha e Canadá. A proposta é aperfeiçoar os conhecimentos em língua estrangeira. Desse grupo, 17 alunos estão na cidade alemã de Freiburg e serão acompanhados

pela professora do Ceat, Roseli Kussler, além de um representante da agência promotora do intercâmbio. Outros três, além da docente Maria Regina Schroeder, estão em Otawa. Durante um mês, os intercambistas ficarão hospedados em casas de família e terão a oportunidade de participar de passeios, atividades culturais e de lazer.

Reload Sindilojas

Festival traz palestra de Romulo Tevah

Lajeado

Como fazer o incomum e ficar na memória de quem cruza o seu caminho é o assunto da palestra de Romulo Tevah. O consultor abre a noite do Reload Sindilojas Festival 2017, no dia 21 de março, às 19h30min, no Clube Tiro e Caça. O evento promovido pelo Sindilojas Vale do Taquari tem como objetivo instigar o público a buscar a diferenciação, que fideliza clientes e alcança resultados. Tevah é consultor do Sebrae e auxilia no desenvolvimento de negócios. “Fazer o incomum se tornou mais do que um fator de diferenciação, mas de sobrevivência”, lembra.

Palestra de Tevah revela como fidelizar clientes com o diferencial nos negócios

Outras atrações

O Reload Sindilojas Festival 2017 tem o patrocínio de SafeWeb, Sicredi e Imojel, com o apoio de Fecomércio Sesc/ Senac e Sebrae. Os ingressos podem ser adquiridos na sede da entidade e, em breve, também no site do evento. Informações pelo 3748-5723 ou 3710-2080.

A 5ª edição do Reload está reformulada e será realizada em formato de festival. Com proposta multidisciplinar, une workshops, palestra e experiências diferenciadas. Temas relacionadas à gastronomia, arquitetura, marketing, RH, sustentabilidade e varejo, além de música, pilates no solo, Espaço Kids e food truck vão proporcionar um momento incomum e auxiliar na busca por um varejo mais criativo.

Grupo quer parceria entre poder público e privado para ornamentação natalina
CLARISSA JAEGER/DIVULGAÇÃO
Lajeado
Grupo de Lajeado participa de intercâmbio para aperfeiçoar língua estrangeira DIVULGAÇÃO
DIVULGAÇÃO

Colônia de Férias acaba nesta semana

Alunos da rede municipal participam de atividades

Criado para promover atividades no período do recesso escolar, o Projeto Colônia de Fé-

rias chega ao fim amanhã, 27, com uma visita ao Moinhos do Campo, em Linha Delfina. Desde o dia 16, um total 50 crianças e adolescentes participam das oficinas. No Loteamento Marmitt, as ações ocorrem no prédio da escola Criança Feliz. O outro grupo

se reúne na sede dos projetos da Smel, no antigo prédio da Polar. Os jovens desenvolveram oficina de Rugby e dia de piscina na Sociedade Rio Branco. O projeto tem o apoio da empresa Moinhos do Campo Tropical e da equipe do Centauros Rugby Clube.

Ação possibilita diversão aos adolescentes nas piscinas da Sociedade Rio Branco
DIVULGAÇÃO

Convênio firma ações de educação fiscal

Univates e OSL querem cidadãos conscientes

Lajeado

AUnivates e o Observatório Social de Lajeado (OSL) firmaram ontem um convênio que prevê a realização de ações voltadas à educação fiscal para a comunidade regional. A intenção é instrumentalizar o cidadão para o exercício da democracia participativa, potencializando a capacidade de participar e intervir no controle do gasto da máquina pública.

Vice-reitor da Univates e presidente da Fuvates, Carlos Cândido da Silva Cyrne acredita que a parceria entre as instituições tem o potencial de formar pessoas conscientes de sua responsabilidade no acompanhamento da aplicação dos recursos públicos, a começar pelos municípios.

Na Univates, as atividades serão desenvolvidas pelo curso de Direito

que possibilita trazer exemplos práticos sobre a temática fiscal.

“Temos inúmeros cases, nas mais variadas áreas. É uma ‘biblioteca’ rica que nos ajuda bastante.”

“Permitirá a aproximação dos alunos com a temática, fazendo com que despertem para a importância do controle social”, ressalta. Presidente do OSL, Fernando Arenhart afirma que a entidade tem três grandes áreas de atuação: transparência, bom uso do dinheiro público e educação fiscal.

Segundo ele, a organização sem fins lucrativos é interligada a 115 observatórios em todo o país, o

O próximo passo do convênio é a estruturação da metodologia de um curso previsto ainda para este semestre. Na Univates, as atividades serão desenvolvidas pelo curso de Direito e pelo projeto de extensão Interfaces.

De acordo com o coordenadoradjunto do Direito, Júnior Roberto Willig, o objetivo é formar alunos de todas as áreas da universidade para que eles organizem ações

com a comunidade, órgãos e escolas.

Cultura de fiscalização

Para o presidente do OSL, ainda falta no Brasil uma cultura de maior acompanhamento e fiscalização dos entes públicos. Faz um paralelo entre a administração privada, a organização familiar e o setor público, afirmando ser o mesmo princípio. “A administração pública não pode gastar mais do que arrecada e esse gasto deve ser responsável.”

TIAGO SILVA/DIVULGAÇÃO

Governo refaz convênio com hospital Sant’Ana

Investimento de R$ 500 mil garante serviços

Teutônia

Oprefeito Edmílson Busatto renovou o convênio do município com o Hospital de Caridade Sant’anna. Os repasses estão estimados em R$ 500 mil, divididos e depositados até julho. No segundo semestre, a expectativa é reajustar os recursos.

O investimento custeia cirurgias eletivas como colecistectomia, hemorroidectomia, hernioplastia inguinal e unilateral, umbilical e histerectomia abdominal. Para esse serviço, a casa de saúde receberá R$ 12 mil mensais, para cobrir gastos hospitalares e com profissionais.

Jornada foca segurança alimentar e inovação

Lajeado

A segurança alimentar e a inovação serão os assuntos principais da primeira Jornada Técnica do Setor Alimentício, Alimentaação RS. Marcado para os dias 18 e 19 de maio, no Hotel Weiand, o evento contará com palestras, rodadas de negócio e exposição.

Para o ambulatório, serão destinados R$ 21 mil, que complementam os custos com material, medicamentos e pessoal utilizados nos procedimentos de atenção básica e de baixa e média complexidade.

Um outro convênio assegura o atendimento do Plantão Médico 24 horas, ao valor mensal de R$ 64,8 mil destinados aos honorários médicos.

Conforme Bussato, um dos objetivos da gestão é aumentar os investimentos em saúde. “Essa área exige mais do que administração, mas também sensibilidade”, alega. Segundo o prefeito, é preciso equilibrar o investimento à realidade orçamentária do município.

Descaso do Estado prejudica

A diretora do hospital, Simone Diedrich, afirma que a verba é

toda empenhada no pagamento dos profissionais, materiais hospitalares, medicamentos e infraestrutura necessária para assegurar o atendimento à comunidade.

“Os convênios firmados com a prefeitura são de suma importância, principalmente diante da instabilidade nos pagamentos por parte do Estado e defasagem da tabela do SUS”, aponta.

A tabela chegou a ser compensada com o Incentivo Hospitalar (Ihosp). Entretanto, o complemento foi suspenso pelo Estado em 2015, gerando rombo no orçamento dos hospitais.

No Sant'Ana, a maioria dos pacientes é atendida pelo SUS, o que gera dificuldade financeira pelo déficit acumulado em cada procedimento. No ano passado, o reajuste salarial dos servido-

res, pago anualmente, teve de ser parcelado.

A cada aquisição de insumos e medicamentos, a preocupação aumenta. A cotação por lotes pode variar de um mês para outro. “Sempre tem essa instabilidade.”

Direção quer ampliar serviços

O hospital Sant’Ana oferta serviços de baixa e média complexidade.

Segundo Simone, há o interesse em oferecer um número maior de procedimentos eletivos, como cirurgias gerais e traumatológicas.

São esperadas cerca de 150 empresas, na maioria de pequeno porte. Além de obter conhecimento, os participantes terão a oportunidade de formar uma rede com os demais empresários do Vale, considera o diretor da Agea Propaganda e Marketing, Gilberto Soares.

A empresa organiza a jornada junto com a Associação Comercial e Industrial de Lajeado (Acil). “Esta distância entre as empresas é um dos piores problemas para nós. A jornada é um embrião para essa aproximação”, diz. A partir disso, será possível evoluir no ramo.

“Hoje há uma indústria com

PROGRAMAÇÃO

18/5

Manhã

•Protegendo o consumidor de riscos físicos, químicos e microbiológicos

•Cuidados higiênicos sanitários para evitar a contaminação microbiológica de alimentos

•Controle integrado de pragas

•Segurança de alimentos

Tarde

•Rotulagem de alimentos

•Como obter verbas do governo para projetos inovadores

•Financiamentos – como comprar equipamentos

qualidade, mas sem inovação.” Na jornada, serão apresentadas novidades nas áreas de equipamentos, serviços e insumos para o ramo. “Queremos apresentar essas possibilidades a eles.” A organização busca uma linha de financiamento para aquisição facilitada dos produtos expostos. Para participar, é necessário que os interessados inscrevam-se. Informações podem ser obtidas pelo eventos@ acillajeado.org.

Alimentos

Hoje, mais de 80% da economia local gira em torno dos alimentos. O setor também provoca o maior impacto social sobre a região. Porém, essa força ainda não é apresentada ao estado. O que pretende-se fazer através da jornada, explica Soares. “Queremos ocupar um espaço ainda desocupado no RS.” No futuro, a expectativa é que a região seja marcada por essa produção, e seja reconhecida como o Vale dos Alimentos.

•Como vender para as redes de supermercados

•Interação com fornecedores

19/5

Manhã

•Abertura

•Apresentação dos expositores

•Rodada de Negócios

Tarde

•Inovação com saúde

•Como produzir alimentos

mais saudáveis e inovadores

•Inovação em alimentos

•Inovação – A arte de fazer diferente

Município investirá R$ 100 mil mensais para manter atendimentos
JULIANO BEPPLER/DIVULGAÇÃO

Governo quer tratar dejetos de suínos

Proposta cria fonte de renda ao produtor e minimiza contaminação do solo e arroios

Westfália

Asuinocultura nacional registra crescimento constante para atender a demanda por proteína animal. Esse aumento vem acompanhado da maior concentração de animais na mesma granja e isso gera um volume maior de dejetos.

Preocupada com o desenvolvimento sustentável, além do manejo e destino correto dos resíduos, a Secretaria da Agricultura e Meio Ambiente elabora uma série de estratégias para manter e ampliar a criação de suínos no município. As medidas serão aplicadas com mais rigor após a mortandade de peixes no Arroio Boa Vista, causada por presença de fezes. Conforme o secretário, Vitor Ahlert, é preciso buscar alternativas para evitar a contaminação do solo e dos lençóis freáticos e, no futuro, criar uma nova fonte de renda ao produtor.

Entre as propostas a serem adotadas, estão a instalação de bebedouros ecológicos e a cobertura das fossas para diminuir o volume de dejetos. “A maioria ainda é aberta.”

A fiscalização para evitar o transbordo das estruturas será intensificada. O maior problema é registrado nas antigas instalações, onde o depósito de efluentes é feito de forma rudimentar.

Para construir novos espaços,

é exigido o tratamento do esterco direto na propriedade. “Reduz o volume, o custo com o transporte, consegue-se reaproveitar a água e no futuro criar uma nova fonte de lucro.” O incentivo para a produção de biogás e biometano não está descartado.

Para tentar aliviar o custo com o transporte de dejetos da propriedade às lavouras, o Executivo estuda terceirizar a contratação de caminhões-tanques para espalhar o esterco. “Hoje a produção está estagnada. Com esses incentivos, com foco na sustentabilidade e

Estado

Além do volume menor colhido, as exportações de tabaco também encolheram no ano passado. A redução foi de 2,87% em receita e 6,52% em volume. Ainda assim, o país manteve o posto de maior exportador mundial – cerca de 30% das vendas mundiais. O maior comprador continua sendo a União Europeia (41% do volume embarcado em 2016). O setor gerou US$ 2,12 bilhões de dólares. Foram exportadas 483 mil toneladas.

novas fontes de lucro, talvez voltemos a ter novos investimentos.”

Além da cadeia de suínos, o prefeito Otávio Landmeier destaca a necessidade de ajustar o tratamento dos dejetos oriundos da criação de aves e gado leiteiro. “Precisamos agregar valor. A compostagem do material é uma alternativa.”

Com auxílio técnico e financeiro, entende ser possível que os produtores investam na transformação dos resíduos. O projeto é desenvolvido com apoio da Associação de Desenvolvimento Rural

Sustentável. Outra preocupação é com o licenciamento ambiental. Estrela, Teutônia, Arroio do Meio, Colinas, Westfália, Bom Retiro do Sul e Imigrante mantêm 320 mil animais alojados em 1,8 mil propriedades. Dessas, apenas 487 mantêm a licença atualizada. Em Westfália, são produzidos por ano 65 mil suínos. Em 2010, o abate bateu recorde e chegou a 54 mil cabeças. Por animal, a média diária de dejetos varia entre quatro e sete litros, dependendo do ciclo produtivo.

PIONEIROS NA REGIÃO

A Cooperativa Languiru passou a produzir biogás na Unidade Produtora de Leitões Mundo Novo, em Bom Retiro do Sul. Desde 2014, a unidade de 80 hectares utiliza o biogás, produzido a partir dos dejetos suínos, no aquecimento dos chuveiros e na cozinha da unidade, substituindo gradativamente o gás de cozinha.

Segundo Tiago Feldkircher, engenheiro ambiental, são produzidos de 400 a 500 metros cúbicos de biogás na unidade – o suficiente para fornecer energia elétrica para 162 residências em um dia. Hoje, a planta consome apenas 10 metros cúbicos.

Em Westfália, a Granja Agrosuínos do Vale, por meio de centrífugas, separa os resíduos líquidos, que representam entre 95% e 97% dos dejetos sólidos.

Por ano, no Vale do Taquari, são produzidas 5,7 milhões de toneladas de dejetos de suínos, além de resíduos de bovinos, aves, equinos, ovinos e industriais.

Seminário orienta sobre a gripe aviária PROGRAMAÇÃO

Ocorre hoje o encontro do segmento produtivo, autoridades e serviço veterinário oficial para discutir e mobilizar o setor avícola contra a influenza aviária. A doença, que já chegou ao continente (casos confirmados no Chile), preocupa especialmente pela questão econômica. Os países onde a enfermidade é registrada sofrem embargos e deixam de exportar.

O RS é o terceiro maior produtor e exportador de carne de frango do país. “Um bloqueio

das exportações seria uma catástrofe para o estado”, afirma o presidente da Associação Gaúcha de Avicultura, Nestor Freiberger. Ele vai apresentar um panorama da atividade no estado e os possíveis resultados no caso desse evento sanitário.

Segundo o presidente do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal do RS, Rogério Kerber, “essa perspectiva é motivo para união de todos e, especialmente dos produtores que precisam estar atentos às questões de biosseguridade das granjas.”

14h – Importância da Avicultura do RS e Recomendações ao Setor, Nestor Freiberger (presidente Asgav)

14h15min – Mercados e Importância do Status Sanitário, Francisco Sérgio Turra (presidente da ABPA)

14h45min – Impactos da Doença – ABPA

15h15min – O Papel dos Fundos Privados de Sanidade, Rogério Kerber (presidente do Fundesa)

15h40min – Orientações, Recomendações e Estrutura do Serviço Oficial do Estado, Marcelo Gocks (Seapi)

16h – Orientações, Diretrizes e Recomendações do Mapa/RS, Taís Oltramari Barnasque (auditora fiscal federal agropecuária)

16h30min – Debates, perguntas e encaminhamentos

Na maioria das propriedades, dejetos são armazenados em fossas a céu aberto, o que aumenta o risco de vazamento
GIOVANE WEBER/ARQUIVO
País

Internacional

Equipe estreia no Gauchão neste domingo, às 17h

Falta de poder ofensivo é o maior problema

Aderrota por 2 a 1 para o Tubarão, de Santa Catarina, no jogo-treino dessa terça-feira, 24, incomodou o treinador Antônio Carlos Zago. Mesmo destacando as dificuldades para entrosar o time no curto período de treinamento, ele não deixou de mostrar a insatisfação com a derrota. “Se vamos analisar o resultado, não tem como sair contente. Nunca gostei de perder nem no par ou ímpar.”

Na partida, dividida em quatro tempos de 30 minutos, Zago escalou três formações. Nos dois primeiros tempos, atuaram: Marcelo Lomba, Ceará, Eduardo, Ernando, Uendel, Rodrigo Dourado, Fernando Bob, D'Alessandro, Seijas, Diego e Roberson. A escalação é considerada titular, com exceção do goleiro Marcelo Lomba, que substituiu Danilo Fernandes, convocado para a aeleção brasileira.

Enquanto a formação considerada titular esteve em campo, o placar permaneceu 0 a 0. Apenas no terceiro tempo, a rede balançou com o gol de Alex Nemetz aos

17 minutos, colocando os catarinenses na frente. O Inter entrou com Keiller, Junio, Klaus, Neris, Artur, Charles, Eduardo Henrique, Andrigo, Gustavo Ferrareis (Aylon), Nico López e Brenner. No quarto tempo, Aylon empatou a partida aos 22 minutos, porém, os catarinenses voltaram a ter vantagem no fim do jogo, com o gol de Marcos Vinícius.

Dificuldade de entrosamento

Na coletiva após o jogo-treino, Zago destacou o pouco tempo

para preparar a equipe. “Disse no início da pré-temporada: Não vamos estar prontos na estreia do Gauchão. São 15 dias treinando enquanto as demais iniciaram os trabalhos em dezembro.”

Depois de 13 dias de pré-temporada, o Inter estreia neste domingo, 29, no Campeonato Gaúcho. Entre os problemas para entrosar a equipe, Zago lembrou as sucessivas trocas de comando do clube desde o ano passado. “Eu sou o quinto treinador do Inter em um ano. É difícil em dez ou 12 dias dar uma cara ofensiva à equipe.”

3ª edição do Só Elas deve reunir 500 pessoas

Corrida

Para superar as 423 inscritas nas provas de 2016, as 200 primeiras neste ano concorrem ao sorteio de um kit promocional. As inscrições podem ser feitas até o dia 16 de fevereiro pelo valedoesporte.com.br. A expectativa é que 500 mulheres participem tanto das corridas quanto da caminhada no dia 5 de março Em sua terceira edição, o percurso será de 5km para corrida e 3 km para corrida kangoo e caminhada.

A competição será dividida em dez categorias, de acordo com a faixa etária das partici-

INSCRIÇÕES

1º lote (até 6/2)

Corrida: R$ 55 por pessoa

pantes. São elas 16 a 19 anos, 20 a 24 anos, 25 a 29 anos, 30 a 34 anos, 35 a 39 anos, 40 a 44 anos, 45 a 49 anos, 50 a 54 anos, 55 a 59 anos e 60 anos ou mais. Além das inscrições individuais, os organizadores oferecem a possibilidade para grupos de dez ou mais pessoas com valores reduzidos.

Todo dinheiro arrecadado com as inscrições será revertido para a Liga de Combate ao Câncer de Estrela. O evento é organizado pela Secretaria de Esportes e Lazer e Vale do Esporte. Mais informações pelo esporteelazer.secretario@ estrela.rs.gov.br ou 3981-1045, 98178-3429 e 99893-3067.

Grupos com 10 ou mais inscritas: R$ 50 por pessoa

Caminhada: R$ 35 por pessoa

2º Lote (até 16/2)

Corrida: R$ 60 por pessoa

Grupos com 10 ou mais inscritas: R$ 55 por pessoa

Caminhada: R$ 40 por pessoa

3º lote (até 26/2)

Grêmio

Após vencer o Independiente de Valle, da Argentina, por 3X0, os garotos da categoria sub-13 do Grêmio passaram para as quartas de final do 37ª Efipan. O

jogo ocorreu na terça-feira, 24, e o placar foi aberto no fim do primeiro tempo com gol do atacante Valber.

Na segunda etapa o time treinado por André Mello ampliou a vantagem com mais um gol de

Valber. O placar foi fechado pelo reserva pedro, que entrou no lugar do goleador da noite. Com a vitória o time confirmou o quarto lugar geral da competição e confirmou a classificação para próxima fase.

Corrida: R$ 65 por pessoa

Grupos com 10 ou mais inscritas: R$ 60 por pessoa

Caminhada: R$ 45 por pessoa

Para grupos com 10 ou mais inscritas, o cupom de desconto deve ser solicitado pelo francis@valedoesporte. com.br, antes da inscrição.

Para o técnico, pouco tempo de treinamento prejudicou desempenho da equipe
RICARDO DUARTE/INTERNACIONAL

Adecisão da segunda divisão da Copa Soges de Futebol Sete ocorreu em dezembro. Após dez meses de campeonato entre 15 clubes, o campeão foi o Bud FC, de Estrela. Foram registrados 648 gols em 140 jogos, média de 4,62 por partida. A artilharia ficou com MoisésSeidl,doOsKururusGR, com 22 gols. A melhor defesa foi do Capote.

Clube premia os melhores da segundona

Disciplina: Os Kururus NC

Vice-campeão, Donos da Bola garantiu uma vaga na elite deste anoBud FC, de Estrela, foi o campeão após vencer o Donos da Bola nas duas partidas

Brasil herda medalha de bronze de Pequim

Atletismo

Com a decisão do Comitê Olímpico Internacional (COI) de desclassificar a equipe masculina da Jamaica no revezamento 4X100 metros das Olimpíadas de Pequim 2008, o Brasil se tornou medalha de bronze. A deliberação, divulgada ontem, foi tomada após o teste de Nesta Carter apontar positivo para a substância metilhexanamina, proibida pelo COI. Com isso, o velocista jamaicano Usain Bolt perdeu uma das nove medalhas de ouro olímpicas porque Carter era seu compa-

nheiro da equipe de revezamento. Assim, a equipe de Trinidad e Tobago fica com o ouro, seguida pelo Japão com o Brasil em terceiro lugar.

Com a confirmação oficial do COI, Vicente de Lima, que conquistou a prata na mesma prova em Sidney 2002, Bruno Lins, Sandro Viana e José Carlos Moreira, o “Codó”, se tornam medalhistas olímpicos. Eles fizeram a prova em 38'24'', contra 38'05'' dos japoneses e 38'06'' da equipe de Trinidad. Na época, os jamaicanos marcaram 37'01', quebrando o recorde mundial da prova.

Bolt perde posto

A medida do COI também muda a vitoriosa trajetória de Bolt, um dos maiores atletas olímpicos da

história. Nos jogos do Rio de Janeiro, em 2016, o jamaicano igualou o feito do finlandês Paavo Nurmi e do norte-americano Carl Lewis, que conquistaram nove medalhas de ouro. Porém, como a decisão do comitê é que toda a equipe devolva a medalha, Bolt perde o posto entre os maiores medalhistas da história do atletismo.

Goleiro menos vazado: Fernando Ely (Capote)
Artilheiro: Moisés Seidl, (Os Kururus GR), com 22 gols
Revelação: Willian Amorin (Donos da Bola)
Craque: Carlos Wagner (Bud FC)
FOTOS

Lajeado, Quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Jornalismo / redação: ahora@jornalahora.inf.br

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