Lajeado, fim de semana, 25 e 26 de março de 2017 Ano 14 - Nº 1811
Avulso: R$ 3,50
Fundado em julho de 2002

Fechamento da edição: 19h de alimentos




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Lajeado, fim de semana, 25 e 26 de março de 2017 Ano 14 - Nº 1811
Avulso: R$ 3,50
Fundado em julho de 2002

Fechamento da edição: 19h de alimentos




Municípios que formam o G8 estão com dificuldades de alinhar a nova gestão. Cada Executivo paga R$ 2 mil por mês para o consórcio.
VIDA DE HISTÓRIAS

Oswaldo Bergamaschi, dono de comércio lajeadense fundado em 1973, lança autobiografia neste sábado.
TEMPO NO VALE
A Corsan não cumpre 85% dos itens que constam no contrato assinado em 2014. Não podemos


PREOCUPAÇÃO: apósumasemanadaPolíciaFederalanunciarirregularidadesnaproduçãodecarnes, indústrias do Vale sentem os prejuízos causados pela crise de imagem na cadeia Páginas 4 e 5

Página 12

Pela 11ª vez, centenas de voluntários percorrem às margens do Rio Taquari para recolher lixo. Iniciativa começa às 7h30min. Páginas 6 e 7

Diretor Geral Adair G. Weiss
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Os artigos e colunas publicados não traduzem necessariamente a opinião do jornal e são de inteira responsabilidade de seus autores.
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Gilberto
gilberto@agea.com.br
“Nãoseesqueçadequehá umamultidãodecrédulos, edeque,nestemundosujo, ametadedoquesefazé pensandoneles.”
Código dos Homens Honestos, Honoré de Balzac
Uma patologia singular une maus agentes públicos, empresários cavilosos e políticos profissionais para desfazer o benfeito no país. Esse mal grudado na história mantém a nação presa ao mito de Sísifo. Ou seja: carregar uma pedra montanha acima, vê-la rolar montanha abaixo para recomeçar o trabalho. Ad aeternum. Dessa vez, ao investigar mais um conchavo nacional, a Polícia Federal tocou uma ferida – parece septicemia –de alcance internacional. A notícia contaminou a economia e expôs dois partidos políticos beneficiados pela tramoia, empresários corruptores e fiscais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento traficantes de ética e honra.
FEITO. A trajetória brasileira até o seleto clube de líderes mundial no setor de alimentos é um feito épico. Coadjuvante, inexpressivo da rica Argentina emergente após a II Guerra Mundial, o Brasil penou sob a desconfiança de ser pobre e sem educação. Por anos, a criação de gado extensiva, de pouco apuro técnico-científico, predominou como modelo de produção de carne. O poder

Metade Norte do Rio Grande ligou o colono à indústria de transformação. Expansão do conhecimento, novos padrões e investimentos em genética mudaram tudo. Como consequência, a qualidade estabeleceu-se como piso e o setor avícola cantou de galo. A excelência chamou a atenção dos gigantes do setor – a Doux – instalou-se em Montenegro –, enquanto Perdigão e Sadia tomavam conta do mercado nacional. Por aqui, a Minuano dava aulas de versatilidade com o surpreendente galetinho Minu. Cresciam Avipal e Languiru. Já a Dália seguia uma seara própria com os suínos.
Apesardapirotecnia,aPF reveloupodressoboangu
concentrado na pecuária desprezou a criação de aves e suínos e foi inclemente a ponto de distorcer o verbete “colono” em uma expressão pejorativa.
A mudança operada nos minifúndios catarinenses e na
Ao ocaso da Argentina como “player” na produção de proteínas animal sucedeu-se o declínio da Metade Sul gaúcha. A fronteira, que ignorou o potencial da nova atividade, manteve-se semelhante aos hermanos. Até nos erros. Hoje, mais de 200 mil famílias criam frango. Sem essa atividade, grande parte dessas pessoas migrariam para as periferias dos grandes centros urbanos. Lugares refratários a quem tem as referências culturais ligadas ao meio rural. O vigor econômico do Vale do Taquari é garantido pela produção de alimentos. Setor dominado pela produção de proteína animal. Por isso, o impacto das últimas ocorrências vai afetar as comunidades regionais. Há que se prevenir; há que se tirar lições. Pensar a região como uma unidade conceitual é uma delas.
MÉTODO. A Lava-Jato criou um método para enfrentar o poder criminoso incrustado na administração pública. Está claro na exposição constante do juiz Sérgio Moro, no diálogo permanente com a sociedade e nos vazamentos seletivos. Medidas que conquistaram o apoio popular e mantiveram raposas conhecidas e poderosas à distância. A Polícia Federal repetiu o método. Acertou ao expor o conluio e errou ao apresentar suposições como indícios ou provas. Do papelão na carne ao ácido ascórbico, sobreveio um resultado funesto. Na quarta-feira, as vendas diárias de frango caíram de 73 milhões de dólares para – pasme! – 74 mil. E só a Coreia do Sul não suspendeu as importações.
RESPOSTAS. Apesar do pirotecnia, a PF revelou podres sob o angu. Salmonela na carne de peru exportada para Itália, o excesso de água no frango e a inacreditável salsicha de peru sem peru. Feito a observação, volta-se à rotina. Ao pé da montanha e com a gigantesca pedra sobre os ombros, o Sísifo que somos reinicia a escalada para esclarecer as dúvidas criadas pela ganância e turbinadas pelo açodamento. Chegar ao topo é uma certeza; manter a conquista no alto depende do quanto o Brasil quer purgar até extirpar o câncer travestido em corruptos e corruptores. É dureza! E nem toquei no mais recente escândalo no leite.





Adair Weiss adairweiss@jornalahora.inf.br

da intolerância.
“Aignorância é a mãe do autoritarismo. E condenar alguém só pelo que se assiste na TV é muito perigoso”. Assim, o colega Ney Arruda terminou sua coluna de ontem, e dessa forma me permito começar a minha.
A forma como fora divulgada a Operação Carne Fraca deveria deixar uma lição à Polícia, Judiciário, Ministério Público, veículos de comunicação e ao próprio povo brasileiro.
O estrago de um notícia equivocada não respeita fronteiras. No caso da Carne Fraca, os brasileiros se deram um tiro no próprio pé. De forma imprudente a notícia foi multiplicada e compartilhada em todas as mídias. “Jogamos” ao mundo como se toda a carne brasileira estivesse com problemas. O prejuízo, no longo prazo, é incalculável. Só os tolos e inconsequentes acham isso saudável.
Ainda que a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), por meio de seu presidente, reconheceu um “erro de comunicação”, as penas se espalharam. Explicar e retomar o status de credibilidade entre os consumidores não será tarefa fácil. A essa altura ainda tem muita gente falando bobagem e multiplicando desinformação

sem precedente, no Brasil e no exterior.
Não se trata jamais de fechar os olhos para a sacanagem. A polícia e o ministério público devem seguir implacáveis aos desonestos e, igualmente, redobrar a prudência para não cometerem exageros ou equívocos na hora de divulgar assuntos tão delicados. O mesmo serve à imprensa.
A generalização e a “espetacularização” da Operação Carne Fraca causam preocupação ao Vale do Taquari. Somos uma região que produz alimentos e, não raras vezes, ficamos surpresos por alguns poucos maus
O projeto Negócios em Pauta, idealizado pelo A Hora e Sincovat, reúne o empresariado em Estrela, na próxima quarta-feira. Será às 9h30min, na câmara de vereadores, em espaço amplo e aconchegante.
Fluxo de Caixa – Como mantê-lo saudável? Essa será a provo-
cação a ser respondida pelo diretor financeiro da Univates, Otto Märschbacher.
O tema é pertinente ao momento vivido pela maioria das empresas, especialmente as pequenas e médias. A falta de capital de giro e de dinheiro em circulação no mercado causam desconforto aos
agentes financeiros das empresas. Os juros e empréstimos desproporcionais à capacidade de reação são o principal imbróglio de quem está com aperto financeiro. O workshop tem acesso gratuito, mas os interessados devem se inscrever pelo e-mail negociosempauta@sincovat.com.br.
empresários e agentes irresponsáveis insistindo na fraude. Mas de longe trata-se de “todo mundo”.
A notícia da Carne Fraca afetou, indiretamente, o Vale por meio da BRF. Em rede nacional, a marca utiliza seus funcionários para desfazer os equívocos. Aqui na região, a empresa mantém um rigoroso controle de qualidade e, igualmente, tem no endomarketing um forte aliado. Sua relação com a comunidade e a política de reconhecimento com premiação interna pela qualidade se fazem valer nesse momento. Ainda assim, os refle-

xos negativos da operação são esperados.
O país vive um momento singular em sua história no que tange ao ataque à corrupção. Existem méritos. Entretanto, o sentimento eufórico e desmedido preocupa. A generalização e desinformação crescentes nas redes sociais causam apreensão. E, quando a mídia tradicional comete o mesmo resvalo, literalmente, “se vai o boi com a corda”.
Se quisermos ser um país descente, temos de ser menos radiciais, mais equilibrados e inteligentes. Os extremismos na interpretação das circunstâncias beiram o fanatismo religioso de países inundados em guerras.
Por vezes, a ignorância parece invadir até mentes esclarecidas. Um contrassenso inaceitável em uma nação que se pretende democrática.
Me assusta quando ouço amigos ou conhecidos letrados sugerindo a volta da ditadura “para colocar ordem nas coisas”. Parece não lembrar dos abusos, da mordaça e das desordens muito maiores do passado. Estaríamos perdendo a razão, a memória e a capacidade de reflexão?
Realmente, preocupa esse movimento de justiceiros cegos e implacáveis, crescente no país.

Países exportadores já anunciaram embargo aos produtos brasileiros e mercado interno teve pequena retração

Essencial para economia gaúcha e do Vale, a venda de carnes começou a sofrer os impactos a ação deflagrada pela Polícia Federal (PF) na semana passada.
A ação colocou sob suspeita o produto brasileiro no mercado internacional.
Reportagem
EduardoAmaral
Vale do Taquari
Avenda de frango para fora do país representou 10,1% das exportações gaúchas no mês de fevereiro. O levantamento foi feito pela Fundação de Economia e Estatística (FEE) antes de a Polícia Federal (PF) deflagrar a Operação Carne Fraca, que denunciou o uso de propina para fiscais liberarem produtos impróprios para o consumo. Tão logo a ação foi anunciada, a indústria começou a sentir impactos como cancelamento
de exportações e princípio de uma retração no mercado interno. De acordo com a apuração, o dinheiro era usado para financiar, de forma irregular, o PMDB e o PP. Mesmo tendo como foco desvios “pontuais” em algumas empresas, como classificou a própria PF, a ação colocou sob suspeita toda a cadeia produtiva. Com isso, mesmo empresas que não tiveram nomes envolvidos na operação acabam prejudicadas.
No Vale do Taquari, a venda de carne de frango e suína está entre uma das principais atividades econômicas. Ao menos três empresas com fábricas em municípios da região vendem os pro-
“A fiscalização tem que ser maior, porque no Brasil já estamos com menos fiscais do que deveria.”
Ricardo Cimirro Representante do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais
(Anffa Sindical) no Vale do Taquari
dutos para fora do país. São elas Languiru, Minuano, BRF e a JBS (duas investigadas pela PF).
A unidade da BRF em Lajeado, emprega cerca de 3,2 mil pessoas e abate 420 mil aves e 2,8 mil suínos por dia. A União Europeia decidiu vetar a compra de produtos da empresa, mesmo procedimento adotado pelo governo de Hong Kong.
Exportação de frango também é fundamental para a Languiru, que nessa sexta-feira, tinha 40 navios carregados do produto em direção ao Oriente Médio. A venda para fora do país representa aproximadamente 15% do faturamento mensal da empresa, o que sig-
nifica um valor de R$ 20 milhões por mês vindo do exterior. O presidente da Languiru, Dirceu Bayer, considera cedo para avaliar e projetar o impacto financeiro, mas lamenta o momento da operação. “Nós viemos de dois anos muito ruins, justamente quando seria o momento de recuperação acontece esse fato.” Bayer afirma ser favorável a operação, entretanto questiona o fato de todo o mercado ter sido prejudicado. “Ninguém está autorizado a comercializar produtos fora do padrão de qualidade, esses tem que ser penalizados. O problema é que afeta toda uma cadeia, então não acho correto a forma como foi divulgado.”
Uma semana após a divulgação da Carne Fraca a venda dentro do país foi a primeira a enfrentar problemas. “Até o momento a operação impactou no mercado interno da venda de frango, no suíno nem tanto.”
O bom resultado nas vendas para fora do país ocorre em razão do principal comprador da empresa. “Praticamente 90% do frango da Languiru é vendido para o Oriente Médio, então nós não somos tão afetados diretamente”, afirma Bayer. Mesmo assim, ele diz que a empresa enfrentará problemas. “O impacto nos atin-
Exportações do Vale
2013
US$ 50,8 mi
2014
US$ 43,6 mi 2015
US$ 42 mi
ge, mas pelo menos conseguimos acessar os mercados.”
Na avaliação do presidente da Languiru, a situação deve ficar mais problemática para quem está focado no mercado asiático. “O problema principal de todos é a China e Hong Kong, que são grandes mercados do frango. Vamos ter um reflexo muito grande se não conseguirmos exportar para esses locais.”
Déficit de fiscais
Uma das dificuldades para combater as fraudes é a dificuldade na fiscalização. O problema ocorre pela falta de profissionais para fazer o serviço. De acordo com o representante do Sindicato

Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical) no Vale do Taquari, Ricardo Cimirro, a situação é grave em todo país.
Levantamento da Anffa apon-

Dirceu Bayer Presidente da Languiru
gos técnicos e superintendências, evitando interferência política.”
Na avaliação de Cimirro, os problemas ocorrem também
e firgoríficos
devido a necessidade produção cada vez maior. “Em uma empresa da região, o gerente iniciou o trabalho e entregava o produto muito rápido, depois começou a aumentar a devolução. Ele queria mostrar produção, mas começou reduziu a qualidade.” Cimirro vai além da questão industrial ao avaliar os problemas nos produtos que chegam à mesa do consumidor. De acordo com ele, o problema muitas vezes decorre do processo que transcorre até os alimentos serem disponibilizados nas gôndolas de supermercados. “Muitas vezes os produtos saem muito bem da indústria, mas por falta de manutenção ou transporte, chega no mercado com problemas.”
Enquanto as grandes indústrias tentam recuperar a credibilidade arranhada após a Operação Carne Fraca, os pequenos produtores, frigoríficos e açougues tem a chance de melhorar as vendas. De acordo com números da Emater, o Vale do Taquari e Caí possuem 30 agroindústrias que trabalham com carnes. Estas vão desde cortes, até a produção de embutidos.
Proprietária de um pequeno açougue no centro de Arroio do Meio, Micheli Becker Delvin acredita que os clientes devem priorizar os negócios locais. “Em uma grande empresa é mais difícil de controlar tudo. Aqui, se o boi chega com problemas devolvemos na hora.”
Diferente de Michele, o açougueiro Felipe Renz é menos entusiasta sobre uma mudança no comportamento do consumidor. Ao contrário da colega, que compra seus produtos de um pequeno frigorífico, Renz escolheu como fornecedor grandes empresas da área de corte de gado.
“Trabalhamos com produtos mais selecionados, e portanto um pouco mais caros. E o consumidor ainda vai optar primeiro pelo preço do que pela qualidade.” Renz acredita que nos próximos meses as grandes empresas investigadas pela PF começarão a vender produtos mais baratos, conseguindo recuperar parte do mercado perdido.

A 11ª edição do Viva o Taquari Vivo inicia às 7h30min deste sábado. Em dez anos, cerca de 33 toneladas de lixo e entulhos foram retirados do leito e das margens. A iniciativa rompeu as fronteiras de Lajeado e já ocorre em seis cidades. Reconhecida em nível estadual e nacional, a ação busca conscientizar sobre importância de preservar o manancial.
Reportagem, RodrigoMartini
Vale do Taquari
“No passado, quando ainda havia a famosa ilha entre Lajeado e Estrela, a gente costumava beber água do Rio Taquari. Hoje, quase não encontramos peixes. E não dá para enxergar nem um palmo dentro d'água de tão escura.”
A lembrança do aposentado Celso Francisco da Silva, 64, morador do bairro São Cristóvão, é compartilhada entre outros tantos pescadores profissionais e amadores. Eles vivem próximos ao Rio Taquari e atestam a degradação do manancial.
Na tarde dessa sexta-feira, ao lado de amigos, Silva, pescava no Taquari, perto do Porto dos Bruder. Lá, nos meses mais quentes, dividem o espaço com banhistas, moradores e proprietários de veículos náuticos.
A precariedade do histórico porto lajeadense é mesma da água do rio. Na rampa de desembarque das lanchas, garrafas pet, sacolas plásticas e outros dejetos se acumulam. Parte do material fica preso entre os galhos da vegetação. São cenas comuns.
Nessa quarta-feira, no Dia Mundial da Água, a fiscalização da prefeitura retirou lixo depositado quase na barranca do rio. Sofás, restos de construção, roupas, colchão, eletrodomésticos – como caixas de som e televisores – foram descartados de forma irregular. Algo corriqueiro, segundo os moradores ribeirinhos.
A sujeira espanta os peixes, garante Nilson Schmidt, amigo de Silva. Aos 57 anos, morador do bairro Centenário, frequenta o principal rio da região desde “que

se conhece por gente”. Tomava banho no local onde hoje desemboca o poluído Arroio Forqueta, um dos mais comprometidos afluentes da bacia Taquari-Antas. “O gosto do peixe até não muda. Mas tem menos.”
Silva e Schmidt não garantem presença no evento deste sábado. “Eu já participei. Acho uma iniciativa muito positiva. Mas desta vez não tenho como ir”, diz o mais velho dos amigos. “Mas nossa vigília é constante. Estamos sempre levando algum lixo deixado pelos outros aqui. Não custa nada, né”, acrescenta o parceiro de pescaria, enquanto desvia a linha de restos de construção. Silva reitera que o local já foi considerado um balneário. Em dias de grande movimentação, centenas de pessoas se banhavam nas margens lajeadense e estrelensedoTaquari.Apósaconclusão da eclusa, em Bom Retiro do Sul, a ilha sumiu. “Hoje, então, não dá para colocar a boca n'água. Muito poluída. Culpa do pessoal que não consegue segurar o próprio lixo.”
A 11º edição do Viva o Taquari Vivo é organizado pela ONG Parceiros Voluntários, com apoio de diversas entidades e governos municipais de pelo menos seis cidades margeadas pelo rio – Lajeado, Estrela, Arroio do Meio, Bom Retiro do Sul, Cruzeiro do Sul e Venâncio Aires. O evento deste ano ocorre neste sábado, a partir das 7h30min. Em caso de chuva, será transferido.
Conforme a organização, os voluntários devem se encontrar no Porto dos Bruder, em Lajeado, no Parque Municipal da Lagoa, em Estrela, no bairro Navegantes, em
Arroio do Meio, no Clube Náutico Delta, em Cruzeiro do Sul, na Vila Mariante, em Venâncio Aires, e próximo a eclusa, em Bom Retiro do Sul.
Em 2016, a iniciativa teve a participação de mais de 600 voluntários. Foram 4,2 toneladas de lixo retirados das margens do rio. Desta vez, esperam recolher quantidade inferior em relação ao ano passado. Algo que até ocorre entre as duas últimas edições, mas de forma tímida. Há dois anos, foram retirados 4,7 toneladas. Desde o início das ações, em 2007, são cada vez mais inusitados os materiais recolhidos pelos voluntários. Em 2014, por exemplo, um revólver calibre 38 foi encontrado. Além disso, é comum a retirada de sofás, estofamentos de carro, colchões, roupas, pneus, televisores, garrafas, latas, sacolas plásticas, isopor, vidro, entre outros entulhos e dejetos.
“É preciso sensibilizar a
comunidade”
Keli Hepp, bióloga que atua na área ambiental da empresa lajeadense Docile, participa desde 2009 da ação voluntária. Neste sábado,

espera levar ao menos 70 funcionários da empresa para auxiliar na limpeza. A participação dos funcio-
Em 2016, foram recolhidas mais de 4,2 mil quilos de lixo e entulhos.
Foram cerca de 600 voluntários.
nários já é praxe, comemora. “É preciso sensibilizar a comunidade sobre a importância de preservarmos nossos mananciais. E também aproveitamos para levar essa consciência para dentro da empresa”, afirma. Ela também costuma mobilizar amigos, vizinhos e familiares. “É uma forma de potencializar essa mensagem. Mostrar a importância de preservamos por uma melhor qualidade de vida”, conclui.
Um dos idealizadores do projeto, o publicitário Gilberto Soares, é outro voluntário com participação garantida. Ele faz questão de
• A ação tem o objetivo de coletar resíduos e lixo nas margens e dentro do Rio Taquari. Não há remuneração pelo serviço, que é voluntário. A ação inicia às 7h30min e deve durar até o meio-dia;
• No sábado pela manhã, haverá atividades recreativas e de educação ambiental, por meio das equipes de Educação Ambiental da Secretaria do Meio-Ambiente e da Secretaria da Educação de Lajeado. Também haverá pintura com uso de tintas naturais, distribuição de cartilhas e sacolas de câmbio para carros;
• Haverá sacolas para recolhimento de lixo. Se possível, leve também algum material;
• Caso as condições do clima possam prejudicar a ação ou a segurança dos voluntários, a atividade será transferida, e o aviso será feito pelos meios de comunicação.
• Use camiseta confortável e, se possível de manga longa, para proteção contra picada de insetos, e calças jeans para evitar animais peçonhentos, boné ou chapéu para proteger do sol, e sapatos ou tênis confortáveis e de fácil limpeza, se possível, impermeáveis;
• Se entrar em alguma embarcação, use colete salva-vidas;
relembrar que, em 2014, a Agência Nacional das Águas selecionou o projeto como um dos semifinalistas do Prêmio ANA, entre mais
de 400 inscritos no país. Em 2016, a ação foi finalista do Prêmio de Responsabilidade Social da Assembleia Legislativa do Estado.




Estado
Ocacique João Carlos Padilha encaminhou ofício à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) pedindo uma praça de pedágio para a comunidade indígena da Borboleta, formada por caingangues que vivem em um área entre os municípios de Salto do Jacuí, Jacuizinho e Espumoso, cidades próximas a Soledade. A cobrança seria na BR-386, em períodos intercalados.
A carta enviada por Padilha foi
recebida pela agência na segunda-feira da semana passada, dia 13. O cacique pede, conforme a íntegra do documento, “a liberação de um pedágio na rodovia BR-386, pelo período de três meses por ano, sendo três dias por semana, com abertura às 8h e fechamento às 18h”.
O cacique pede que a praça de pedágio seja instalada em uma das estruturas do “pedágio antigo entre Soledade e Estrela, com a presença da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para fiscalizar o evento”. O texto não cita valores
ou mais detalhes sobre a forma de cobrança, e tampouco sobre os funcionários que seriam responsáveis pelo atendimento.
Ainda de acordo com o documento protocolado na ANTT, os indígenas buscam “obter recursos para a sobrevivência da comunidade, em vista que passamos em estado de miséria e necessidade”. Padilha é o único a assinar a petição, que também foi registrada em cartório da capital gaúcha.
A reportagem encaminhou questões à ANTT, perguntando sobre as possibilidades de atender
Uma reunião apresentou para representantes da Administração Municipal o Fiscale. O aplicativo se tornar mais uma ferramenta de interação entre a população e o governo local. Além de centralizar atendimentos, o aplicativo permitirá aos estrelenses o acesso a informações, acompanhamento das reclamações ou mesmo sugestões. Desenvolvido pela empresa FortalezaTec, de Teutônia, o Fiscale
irá, a partir de agora, passar por um processo de adaptação às demandas e particularidades dos setores municipais para ser lançado e entrar em operação. Ele tem como objetivo possibilitar, de forma mais ágil, o trabalho da Ouvidoria de Estrela e os atendimentos da Administração como um todo.
Conforme avaliação geral do prefeito e secretários presentes à reunião, o Fiscale permitirá, por
parte da população e mesmo das autoridades e setores envolvidos, um melhor acompanhamento das pautas, com mais transparência, agilidade e qualidade aos atendimentos. Com isso tornando-se um elo de comunicação que incentive a participação dos estrelenses de forma ainda mais colaborativa e constante.
O prefeito inclusive apresentou o projeto aos empresários e comerciantes de Estrela na reunião-almoço da Cacis, nessa sexta-feira, onde foi o palestrante.
à solicitação dos indígenas. No entanto, até o fechamento desta edição, não houve respostas por parte da equipe de assessoria de imprensa da agência. A equipe técnica responsável da Funai também não retornou.
A proposta não é uma novidade. Em outras áreas isso ocorre. No Mato Grosso, na MT-235, a chamada “Rodovia do Índio”, o acordo sobre a cobrança foi firmado em assembleias entre o povo indí-
gena Pareci, a Funai e o governo estadual. E foi definido ainda antes da pavimentação da rodovia. Faz duas semanas, em outra rodovia daquele estado, a BR-158, índios foram flagrados cobrando pedágio ilegalmente. A região é rodeada de terras indígenas, entre Nova Xavantina e Água Boa, próximo a Aldeia Tripá. Os índios pediram pagamentos de R$ 20 para motociclista, R$ 50 para carro comum e R$ 100 reais para caminhos e carretas. A PRF foi chamada e encerrou a cobrança.
Alheios a reivindicação indígena, técnicos e assessores da ANTT participaram, nesta sexta-feira, da última audiência pública referente ao processo de concessão da rodovia federal para a iniciativa privada, cuja consequência mais impactante será a volta da cobrança de pedágios na BR-386. Desta vez, o encontro ocorreu em São João do Sul, em Santa Catarina. Cerca de 50 pessoas se manifestaram na sexta audiência. Antes, foram quatro encontros no Rio Grande do Sul – Porto Alegre, Lajeado, Soledade e Montenegro –, e um em
Brasília. Conforme a ANTT, as sugestões, reivindicações e petições recolhidas nessas reuniões públicas e encaminhadas por meio do site até a próxima sexta-feira serão reavaliadas por outras equipes da agência nacional. Além disto, o gabinete do deputado estadual, Enio Bacci, deve confirmar na próxima semana a data de uma audiência pública paralela ao processo, e organizada pela Assembleia Legislativa. O encontro deve ocorrer no Teatro da Univates, em Lajeado, com apoio do Codevat, CIC-VT e prefeitos das cidades lindeiras a rodovia federal.
Encerra neste sábado, o 2º Congresso Estadual de Relações Sindicais e do Trabalho. O evento conta com a participação do presidente do Sindilojas, Giraldo Sandri, e do diretor do Conselho de Relações do Trabalho, Sílvio Fröhlich. Promovido pela Fecomércio-RS, reúne empresários, autoridades e representantes de sindicatos patronais para debates o mercado de trabalho, das relações trabalhistas e sindicais
e da operacionalização. A programação contempla a discussão sobre o projeto da terceirização e tem como destaque a palestra Modernização da CLT, na qual o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, colocará em pauta a Reforma Trabalhista. Temas relacionados a negociações coletivas, Justiça do Trabalho e Projeto de Custeio da Atividade Sindical estão sendo abordados por especialistas renomados da área trabalhista, sindical e empresarial.
OCipae G8 está fragilizado. Nenhum dos oito prefeitos que compõem o grupo mostra interesse em assumir a direção. Além disso, um impasse quanto à condução administrativa dos projetos e ações gerou tensão entre o grupo na última reunião que ocorreu no início do mês em Canudos do Vale
Desde fevereiro, prefeitos dos oito municípios participaram de duas reuniões. Mais de 50% deles são de primeiro mandato e se consideram inexperientes para assumir o G8.
Os mais experientes evitam o assunto. O prefeito de Marques de Souza, Edmilson Dörr, o “Brida”, afirma que o grupo não está desunido. “Apenas alguns apontamentos foram feitos no último encontro, mas o consórcio é de extrema importância para o desenvolvimento das nossas cidades e precisa continuar.”
Oprefeitode Forquetinha,Paulo Grunewald, tem a mesma postura. Mas para ele, em algumas

situações houve falhas no planejamento. A principal é em relação a distribuição dos contêineres de lixo aos municípios, sem que as cidades tivessem uma estrutura adequada para o recolhimento.
A situação gerou problemas para municípios que fizeram distribuição. Em parte dos locais, os produtos ainda estão estocados, até ter um sistema de recolhimento correto.
De acordo com os prefeitos, não há articulação de bastidores para
definir a nova direção. Segundo eles, o nome do prefeito de Santa Clara do Sul, Paulo Kohlrauch, é o mais cotado para assumir a presidência.
Kohlrauch é um dos fundadores do consórcio e tem experiência na gestão pública. A reportagem tentou entrevistá-lo, mas ele preferiu não se manifestar.
Outro nome possível é o do vice-prefeito de Sério, Paulinho Aroldi. Ele não confirma a informação. “Não há articulação prévia. Essa é uma construção que deve ser feita com todo o grupo.”
O ex-prefeito de Progresso, Edegar Cerbaro, ainda é o responsável legal pelo G8. No entanto, evitou a imprensa nos últimos 15 dias. O vice-presidente, o prefeito de Canudos do Vale, Luiz Alberto Reginatto, também não foi localizado pela reportagem.
O secretário executivo da entidade, Maicon Bergmann, acredita que o silêncio foi adotado para não impactar na articulação.
Segundo ele, sem a definição da nova direção, os projetos ficam parados.
A entidade recebe todos os meses R$ 16 mil. Cada município contribui com R$ 2 mil. O valor é referente a uma taxa administrativa para manutenção do consórcio, aquisições de produtos e contrapartidas em projetos. Ao ano, o G8 arrecada R$ 192 mil.
Conforme Bergmann, as sobras desse recurso viabilizaram cursos para professores, eventos, formação em turismo, serviços como
terraplanagem, instalação de rede de energia, entre outros. Na compra de produtos o consórcio faz o registro de preços. Os municípios fazem a adesão e contratam os itens direto das empresas. Segundo Bergmann, o volume de compra gera economia aos cofres municipais.
A condução das ações foi um dos pontos questionados no último encontro do G8. Gestores questionam o uso de equipamentos adquiridos pelo consórcio e apontam possíveis desvios em recursos de projetos.
Integrantes do grupo também cobram uma análise estratégica da atuação da entidade. Para parte deles essa reflexão precisa ser feita para assegurar o futuro da organização.
vo mais indicado.
A Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) lançou a campanha #VamosDecidirJuntos. O objetivo é promover o diálogo entre os médicos, pacientes e parceiros à escolha do método contracepti-
A federação acredita que o diálogo trará mais segurança e informações claras para a mulher que utiliza métodos contraceptivos, aumentando o nível de eficácia e reduzindo efeitos colaterais. No Brasil, 22,1% das mulheres adotam a pílula anticoncepcio-
nal como método para prevenir a gravidez. O preservativo masculino vem em segundo, com 12,9%. A injeção contraceptiva está bem mais abaixo, com 3,5% e o dispositivo intrauterino – DIU com 1,5%. Métodos tradicionais como a tabelinha e o coito interrompido ainda somam 2,4%.
Conforme o ginecologista e presidente da Febrasgo, César Eduardo Fernandes, a campanha pretende levar a discussão ao casal para incentivar o diálogo aberto e transparente. “Os homens costumam achar que esse é um problema feminino e não é. É uma decisão que deve
ser do casal.”
A intenção é ampliar a discussão sobre a contracepção, os métodos mais indicados a cada perfil e a cada momento da vida. Estimular a mulher a fazer uma reflexão sobre a vida sexual e a saúde para que leve as dúvidas ao médico.

Estrela
Ochefe do Executivo Rafael Mallmann apresentou as ações projetadas para o município a partir deste ano. Empresários, integrantes do governo e representantes de diferentes órgãos e entidades assistiram a explanação durante a primeira reunião Almoço de 2017 da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (Cacis). Mallmann iniciou os trabalhos com um balanço do último mandato. De acordo com os dados, de 2012 até 2016, o orçamento do município cresceu cerca de R$ 40 milhões. A arrecadação passou de R$64milhõesparaR$104milhões.
Mobilidade urbana
Ogovernoprojetainvestimentos na mobilidade e no planejamento paraocrescimentoordenado. Com o Plano de Mobilidade Urbana concluído, quer definir as prioridades junto com a comunidade. Entre os principais pontos está a implantação de sistema de estacionamento rotativo. O sentido de algumas ruas poderão ser alterados.
Contrato com a Corsan
Um dos desafios dos próximos anos é o tratamento de esgoto. Estrela firmou contrato com a Corsan em 2014. Segundo Mallmann, o companhia descumpre pelo menos 85% daquilo que está previsto. Reunião para discutir o assunto ocorre dia três de abril. “Nossa principal preocupação é com o saneamento básico. Não podemos mais continuar largando a carga orgânica que depositamos no Rio Taquari.”
O município trabalhou para implantar uma nova política de ocupação dos novos loteamentos. Uma sugestão é a criação de pequenas Estações de Tratamento de Esgoto (ETA). O mecanismo trataria de 50% a 60% do esgoto, mas a proposta não é aceita pela Corsan. “Isso não é o ideal. Mas hoje, ainda é melhor tratar 50% do que não tratarnada.” Aestatalconsiderao volumebaixoetemcomopadrãoo


Administração promete investimentos na mobilidade urbana. Meta do governo é estabelecer crescimento ordenado
tratamento de 90% a 95%.
Executivo fechou o ano passado com R$ 7,4 milhões de superávit
A receita alcançou
R$ 104 milhões enquanto a despesa ficou em R$ 97 milhões
Do orçamento total do município, 4,7% está comprometido por financiamentos. A lei permite até 120%
Folha de pagamento abosorve 45% de toda receita. Executivo emprega 1.075 servidores
Para otimizar os recursos públicos, o governo pretende fazer Parceria Público Privada (PPP) no gerenciamento das operações da Usina de Tratamento do Lixo. Edital deve ser aberto em breve. Município espera economia de R$ 500 mil ao ano. Até 2010 deve atingir R$ 2 milhões.
Hoje, o custo com o tratamento do lixo atinge cerca de R$ 1,7 milhões por ano. A receita oriunda dos materiais vendidos a partir da reciclagem beira R$ 500 mil.
A contratação de pessoal para desempenhar funções em serviços de conservação e manutenção dos espaços públicos será terceirizada. De acordo com o prefeito, funcionários concursados para esses serviços, em cinco anos apresentam problemas de saúde por esforço repetitivo.
Hoje,dos198servidoresdaSecretaria de Obras, apenas 74 estão aptos a exercer a função. Os demais, diz Mallmann, estão afastados, readaptados em outras funções ou com restrições médicas.
De acordo com ele, apenas às
atividades meio serão terceirizadas. As atividades continuarão preenchidas por meio de concurso público.
Mallmann também falou e enalteceu a Multifeira e as festas de Natal. “Queremos fazer uma Multifeira maior e melhor em relação às edições anteriores. O Natal no nosso município já se tornou uma referência e vamos qualificar ainda mais.”
Quase R$ 500 mil do Ministério do Turismo e de recursos próprios serão investidos na terceira etapa das reformas da Escadaria. Praça, mirantes, área de passeio receberão adequações. Local terá obra de ajardinamento.
Para Mallmann, o Vale precisa ampliar a representação política. “Estamos abandonados, não temos deputado estadual e federal da nossa terra. Precisamos de representantes para fazer as nossas reivindicações. ” O assunto foi abordado diante da discussão sobre os impactos que a concessão da BR-386 pode trazer ao município.
Segundo ele, a representação
haverá vagas para os consumidores.”
Não sou pré-candidato. Sou prefeito até 2020. Meu compromisso é com Estrela”
política é um tema que a região precisa se posicionar. Questionado sobre a possibilidade de renunciar ao cargo de prefeito e se candidatar a deputado estadual, negou e garantiu permanecer no cargo.
Lajeado
Afeira do produtor representa uma oportunidade para os 16 produtores expandirem as vendas. Para o consumidor, possibilita a compra de produtos frescos, com preços acessíveis e livres de agrotóxicos.
Criada faz 34 anos, aniversário festejado nessa sexta-feira, o comércio movimenta mais de três mil pessoas por semana. A Associação de Feirantes, com apoio da Emater e do Executivo realizaram mateada e degustação de produtos durante a tarde, na Rua Santos Filho, esquina com a João Abott.
Para a presidente da associação, Ângela Klein, o espaço conquistado é muito importante para os agricultores. “Para a nossa família é a principal fonte de renda”, salienta. São vendidas frutas, verduras e panificados. Ela pede melhorias no espaço no centro. Em dias de chuva o telhado, além de baixo, é muito curto e nossos clientes se molham, diz. Ainda assim, se comparado

ao início da feira, faz mais de três décadas, o espaço atual é considerado mais adequado.
A afirmação é do agricultor e um dos fundadores, Bruno Becker. “Estacionávamos na frente do local (a Praça Mário Lampert) e levávamos os produtos com o carrinho de mão para cada estande”, lembra.
Segundo ele, a persistência dos
agricultores foi fundamental. “Enfrentávamos a desconfiança dos supermercadistas. Pensavam que a venda de frutas e verduras poderia ser considerada concorrência desleal”, comenta. Nos espaços ao lado de Ângela, são comercializados produtos diversos, como pães, derivados de carne suína, biscoitos, suco de uva, queijo, frango caipira e
hortigranjeiros.
Para a engenheira agrônoma da Emater, Andréia Binz, a feira do produtor, atualmente é um espaço consolidado, que possibilita aos agricultores a venda direta, com preço melhor, mais qualidade e geração de renda para Lajeado.
O técnico em agropecuária da Emater, Cláudio Boone, cita o exemplo da dona Wilma Weimer dos Santos que, aos 93 anos, não perde uma edição da feira. “Sou considerada a madrinha dos produtores”, brinca dona Wilma, que volta no tempo para explicar o carinho dispendido pelos agricultores – com direito até a presentes para eles no dia de seus aniversários. Em uma época em que ainda não havia telefone, era eu que ligava para a rádio local para divulgar a feira e dizer os dias em que ela estava acontecendo, recorda.
No Centro, a atividade ocorre sempre as terças e sextas-feiras das 14h às 18h e no sábado das 8h às 12h. No Bairro São Cristóvão os produtos são comercializados na Rua Piauí, nas quartas-feiras e nos sábados, das 8h às 12h.
Teutônia
Demanda de empresário e condutores dos coletivos gera mudanças no trânsito. A administração municipal determinou mão única em frente a empresa de Calaçados Piccadilly,
na rua 30 de Março, em Canabarro. O problema identificado era relacionado aos veículos que subiam da Capitão Schneider. O risco de acidentes e atropelamentos motivou a alteração.
O fluxo será mantido até a rua Costa e Silva. Segundo secretário
Estrela
A Secretaria da Agricultura de Estrela promove mais uma edição da Feira do Peixe, na praça Professor Henrique Roolaart. As reservas da carne para esta Páscoa deve ser feita neste sábado, a partir das 7h.
Este é o terceiro sábado seguido
com promoção da feira. No sábado passado, foram vendidos mais de 400 quilos das espécies Tilápia e Piava. Desta vez, a espécie oferecida ao público é a Carpa, com mais 600 quilos disponíveis.
Os peixes são vendidos vivos e os consumidores terão a possibilidade de levá-los limpos, sem as vísceras.
do Planejamento, Ricardo Wagner, os principais beneficiados serão os trabalhadores. Durante
os horários de entrada e saída havia confusão no trânsito. “Estamos atendendo uma solicita-
ção que teve aprovação de 80% dos funcionários da empresa,” comentou Wagner.

Oresultado da investigação da 12ª Operação Leite Compen$ado foi apresentado na tarde dessa quinta-feira. O Ministério Público Estadual (MPE) denunciou 41 pessoas por envolvimento na fraude do leite e de derivados.
Pela apuração, houve 19 fatos ilegais, entre os quais a adição de água e solutos para neutralizar a acidez no leite cru, no UHT Integral, creme e para fabricação de queijo. A operação foi desencadeada no dia 14, e prendeu de forma preventiva cinco pessoas. Entre os suspeitos, estão o proprietário da Indústria de Laticínios Rancho Belo, de Travesseiro, o outro empresário do Vale é Evandro Luís Kafer, da A.C Tressoldi Transportes, de Estrela. Pela denúncia, Eduardo Grave, comprava e fabricava produtos lácteosadulterados.OMPEafirma que ele era o líder da organização criminosa. Também era secretário da Cooperativa de Laticínios Glória (Coolag), em Fazenda Vilanova, cujo presidente era o pai dele. Eduardo era ainda responsável por uma das rotas de produtores da Cooperativa, cujo leite cru era entregue para a Rancho Belo. Os investigadores afirmam que Gra-

ve e uma secretária da Coolag, gerenciavam as rotas de captação de leite cru in natura impróprio ao consumo humano.
O empresário da A.C Tressoldi, também é acusado de comercializar e transportava creme de leite industrial impróprio para consumo humano fabricados pela Rancho Belo. O irmão de Evandro também está no rol de denunciados. Para o Ministério Público, ele gerenciava as atividades de produção do laticínio. Uma funcioná-
ria da empresa seria responsável por coordenar o controle de qualidade e autorizava o recebimento de mercadoria imprópria. Outras três pessoas ligadas a empresa também aparecem no processo. Dois deles eram motoristas. Apontados por recolher o leite cru e vender as cargas falsificadas para Eduardo Grave.
A12ªLeiteCompen$adofoicoordenada pelo Ministério Público do Estado (MPE), com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate
ao Crime Organizado (Gaeco), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Receita Estadual e Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam).
A denúncia é assinada pelo promotor de Justiça Especializada Criminal Mauro Rockenbach, que coordenou a Operação, em conjunto com o promotor de Justiça de Defesa do Consumidor Alcindo Luz Bastos da Silva Filho. Ambos são coordenadores do Gaeco-Núcleo de Segurança Alimentar.
O advogado de Eduardo Grave, Ronaldo Eckhardt, aguarda o despacho do juiz para ter acesso aos autos do processo. “Em princípio, não vamos nos manifestar. Ficamos sabendo a pouco (na sexta-feira à tarde) da denúncia.” No dia da operação, o MPE não encontrou produtos vencidos ou adulterados na sede da empresa. Na tarde dessa quinta-feira, oito laudos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento com produtos apreendidos durante operação chegou à empresa.
Cada análise avalia itens que vão desde a acidez do leite, a presença de álcool, formaldeído e outros componentes químicos. Todas as amostras estão dentro do preconizado pela legislação.
A reportagem tentou contato com a empresa A.C Tressoldi e com seu representante legal, mas não conseguiu um posicionamento deles até o fim deste edição.
Westfália
Formada pelas localidades de Linha Frank, Linha Schmidt, Linha Berlim (Picada Moltke, Picada Bismark, Picada Horst, Berlim Centro e Fundos) e Linha Paissandu (antes conhecida como Picada Krupp), o município segue em desenvolvimento constante, tendo a produção primária como um dos principais pilares da economia.
São 21 anos de emancipação (24 de março de 1996) e 17 anos de instalação (1º de janeiro de 2001). A história inicia com a chegada de imigrantes alemães vindos, na maioria, da região da Westphalia, na Alemanha, e de descendentes de alemães, originários de Hunsrück, a partir do
ano de 1869. Linha Frank, Linha Schmidt e Linha Paissandu pertenciam ao município de Teutônia, enquanto que Linha Berlim pertencia a Imigrante. Westfália emancipou-se dos dois municípios no ano de 1996, sendo que recebeu o nome em homenagem aos imigrantes alemães vindos daquela região.
A criação do município se deve à luta e determinação de diversas pessoas, lideradas pelo empresário Enio Grave.
O grupo se uniu e então apresentou a proposta da emancipação nas diversas comunidades. Posteriormente, encaminhou o pleito à Assembleia Legislativa.
Após uma luta incansável, que durou anos, o pedido foi
aprovado e a realização do plebiscito ocorreu em 24 de março de 1996, tendo sido a manifestação da população em favor da emancipação. Em 16 de abril de 1996, através da Lei Estadual de nº 10.574, Westfália foi criada. Porém, a instalação, com administração própria, ocorreu somente no dia 1º de janeiro de 2001. Se Westfália é hoje destaque no Vale do Taquari e no RS, é graças a determinação da Comissão Emancipacionista. A história seguiu sendo escrita nas gestões dos prefeitos Alcido Lindemann e Sérgio Marasca.
O prefeito Otávio Landmeier e a vice-prefeita Evanete Inez Horst Grave assumiram o Poder Executivo em 2017. Ambos integraram a Comissão Emancipacionista. Para Landmeier, é uma honra fazer parte da história de Westfália. "Mas, acima de tudo, temos uma missão de muita responsabilidade com a comunidade
westfaliana. Precisamos, cada vez mais, trabalhar para que o nosso município cresça de forma ordenada, pensando na sustentabilidade", enaltece, reforçando que é preciso fazer com que o município seja um lugar bom de viver não somente agora, mas também para as futuras gerações. Para este ano, a Adminis-
tração Municipal tem, em vista, muitos projetos. Entre eles, está a ampliação das pavimentações asfálticas, tanto na cidade quanto no interior; recuperação de pavimentações; melhorar os incentivos à Produção Primária; apoio à indústria e comércio; continuar a estruturação do Parque Municipal de Eventos.

País
ODiário Oficial da União dessa sexta-feira confirmou novos critérios para seleção de beneficiários do programa Minha Casa, Minha Vida. O financiamento na faixa 1, para famílias com renda de até R$ 1,8 mil, será levado para cidades com até 50 mil habitantes, por meio do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR).
“Temos um novo Minha Casa Minha Vida e as mudanças são bem significativas. Agora o programa poderá chegar a qualquer município e melhorar a qualidade de vida dos beneficiários, com critérios mais humanizados”, afirma o ministro das Cidades,
Bruno Araújo. As mudanças também tratam da inserção urbana. Quanto mais próximo de bairros consolidados, melhor será a avaliação do empreendimento. Além disso, aqueles que apresentarem condições de contratação imediata terão prioridade, em função da possibilidade de geração de emprego e renda em curto prazo. Estados e municípios que doarem o terreno para a construção do empreendimento também serão os primeiros da fila.
A norma traça limites máximos de unidades habitacionais por empreendimento, de acordo com o porte populacional. Serão até 500
unidades por conjunto habitacional(admitindo-seagrupamentode até 2 mil). Antes, a quantidade de unidades por empreendimento era flexível e os conjuntos chegavam a ter mais cinco mil unidades. É possível haver agrupamento de até quatro empreendimentos, mas será necessário ter via pública em toda extensão e entre os conjuntos. Todas as ruas deverão ter árvores e os projetos precisam atender aos critérios de conectividade, mobilidade (calçadas livres de obstáculos de 1,50 metros), diversidade, infraestrutura e sustentabilidade e sistemas de espaços livres.
A prioridade de atendimento para todas as modalidades será para famílias residentes em áreas
Os empreendimentos deverão apresentar infraestrutura urbana básica, inseridos em áreas urbanas ou em zonas de expansão criadas há menos de dois anos. A zona de expansão urbana deverá dispor, em seu entorno, de áreas para atividades comerciais.
Podem participar do MCMV apenas famílias que não possuem casa própria ou financiamento em qualquer unidade da federação ou que não tenham recebido anteriormente benefícios de natureza habitacional do governo federal.
FAR – os novos projetos deverão respeitar os critérios de regionalização a partir da verificação da quantidade de unidades habitacionais já contratadas no município em relação ao déficit habitacional. Será observada também à distância de equipamentos educacionais, agências bancárias, correios e ponto de ônibus. Quem estiver mais próximo melhor avaliação terá.
Entidades urbanas –
Valem as mesmas regras aplicadas para a modalidade Empresas. As propostas deverão conter quantidades de unidades habitacionais já contratadas no município em relação ao déficit habitacional, distância do empreendimento de escolas, porte do empreendimento em relação ao porte populacional do município, gestão urbana e infraestrutura básica e estágio de elaboração do projeto, após apresentado ao agente financeiro.
Entidades Rurais –
A seleção final das propostas observará o déficit habitacional municipal rural, total de contratações no município no âmbito PNHR, condições de vulnerabilidade das famílias beneficiárias em conformidade com as suas características socioeconômicas, recorte territorial definido pelo Programa Territórios da Cidadania e características de projeto relacionadas ao desenvolvimento rural sustentável.
de risco ou insalubres que tenham sido desabrigadas, a partir de documento público que comprove, além de mulheres responsáveis pela unidade familiar e pessoas com deficiência. No FAR, a frequência de seleções passa a ser mensal. Na modalidade Entidades Urbanas, será permitido que as instituições atualizem as propostas junto à Caixa Econômica Federal (CEF) em um prazo
Durante a próxima semana, a Sicredi Vale do Taquari dá continuidade ao processo assemblear nas cidades onde atua, garantindo que seus associados decidam de forma coletiva os rumos da cooperativa. Na segunda-feira, o encontro ocorre em Boqueirão do Leão e na terça-feira é a vez dos as-
sociados de Cruzeiro do Sul se reunirem. Lajeado recebe as assembleias das agências do Florestal no dia 30 e de Conventos no dia 31.
Sob a coordenação do presidente Adilson Metz, os eventos divulgam a prestação de contas relativas a 2016 e abrem espaço para definição da destinação de sobras e eleição dos integrantes do Conselho de Administração.
A fixação do valor dos honorários e gratificações para o presidente e membros da diretoria executiva, bem como assuntos de interesse do quadro social também entram em pauta.
A Sicredi Vale do Taquari possui 15 agências distribuídas em 11 municípios da região, somando mais de 50 mil associados. Em 2016, a cooperativa atingiu R$ 144 milhões de pa-
trimônio líquido, administrando mais de R$ 1 bilhão de ativos totais e alcançando um resultado superior a R$ 26 milhões. A agenda de assembleias segue durante o mês de abril e acontecerá ainda em Travesseiro (3), Progresso (4), Forquetinha (6), Lajeado – São Cristóvão e Univates (7), Canudos do Vale (10), Lajeado – Centro (11) e Sério (12).
de 30 dias, após a publicação da portaria para enquadramento nas novas regras.
No Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR), será necessária habilitação prévia junto ao Ministério das Cidades para participar do processo de seleção. Com relação à seleção, o cadastramento das propostas junto aos agentes financeiros até o dia 30 de abril.
Cruzeiro do Sul
Parceria garante o recolhimento de embalagens de agrotóxicos nesta segunda-feira. Haverá diversos locais para coleta. Desde o ano 2000 os 25 municípios recolheram 620 mil embalagens. Apenas no ano passado, em Cruzeiro do Sul, foram recolhidas em torno de 7 mil.
Teutônia
Aconstrução de parque para rodeios surge como uma possibilidade para incrementar atrações turísticas na cidade. A administração municipal apresentou projeto aos representantes das grupos tradicionalistas da cidade. O encontro ocorreu na sala de reuniões da prefeitura, nessa quinta-feira e serviu para esclarecer os detalhes da obra. O objetivo do empreendimento é propor espaço adequado para campeonatos, torneios e eventos.
O Parque de Rodeios Municipal será construído em área verde aos fundos do Residencial Morada do Sul, Loteamento Oito, no bairro Canabarro. O projeto segue as normas do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG). Haverá pista para o rodeio, arquibancadas e cabine para locutores e julgadores das competições.
Para concretizar a obra, o Executivo usará R$ 250 mil oriundo de emenda parlamentar e R$ 100 mil como contrapartida. A licitação para contratar empreiteira deveocorrernospróximos60dias.
A iniciativa atende a demanda de piquetes e CTGs, para fortalecer a a criação de grupos e impulsiona

r a tradição nativa. Conforme secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Marcelo Brentano, as organizações do município estão direcionadas ao lado artístico da cultura tradicionalista. Exemplo disso, é a formação de grupos de dança, ingresso em competições como Enart, apresentações locais, desfiles e encontros. “Queremos propor espaço dedica a questão campeira. A tradição é preservada faz mui-
tos anos, mas queremos que ela tenha mais força por meio da realização de rodeios”.
AequipedaSecretariadeCultura faz um levantamento de quantas grupos tradicionalistas existem na cidade. Apenas o Centro Tradições Gaúchas (CTG) Porteira dos Pampas, de Canabarro e o Rincão das Coxilhas, de Languiru estão cadas-
Teutônia
Atividade proposta pelo Sesi ocorre no sábado, na sede da instituição, na Avenida Um Leste, Centro Administrativo, em frente ao Centro Municipal de Ensino Fundamental Leonel de Moura Brizola (CEMEF). A programação inicia às 13h30min e tem entrada gratuita. Com isso, a organização espera preencher vagas e mostrar os benefícios ofertados no turno inverso ao escolar. O projeto Aprender@aprender oferta vagas para alunos de seis a 12anos.Asfamíliasquetrabalham em indústrias recebem desconto nas mensalidades. A matrícula é válida até dezembro, compreendendo cinco horas diárias de atividades, com direito a duas refeições.
Em Teutônia ainda há vagas. Os interessados podem se inscrever na sede, pelo 3981-2410, 0800 518555 ou www.sesirs.org.br
Para a matrícula é necessário apresentar RG ou Certidão de Nascimento, Carteira de Vacinação, foto 3 x 4 e comprovante de matrícula do ensino fundamental. Os responsáveis devem estar munidos de RG, CPF, comprovante de residência, Carteira de Trabalho e o último contracheque.
O planejamento pedagógico do Aprender@ aprender oferta modelo de aprendizagem baseado em robótica, pesquisa e no desafio ético. A busca por hipóteses e informações instigam o pensamento científico.
Com base na faixa etária, os alunos constroem projetos. Em paralelo, a institui-
ção preza pela autonomia, criatividade e motivação dos estudantes ao empreendedorismo. A prática de esportes, atividades lúdicas e de lazer estão inclusas. A infraestrutura para atender a demanda é composta por laboratório de informática, salas amplas, área verde, playground, biblioteca, sala de robótica e refeitório.
trados. Ambos mantém ensino da dança, promovem encontros, bailes, jantares e apresentações.
O Centro de Culturas Tradicionalistas (CCT) Querência Amada, do Loteamento Oito é expressivo, mas não tem registro junto ao movimento estadual. O cerne da instituição é ensinar as diretrizes do capeirismo. No galpão são promovidos jantares, cursos de danças, cultos, missa, teatro e jogos de bocha.
“Temos muitos piquetes também. Eles têm belos galpões, mas não estão associados. Agora estamos registrando as instituições para ter número exato”, explica Brentano. Apesar da proposta de incentivo à diversidade, Brentano ressalta a necessidade de fortalecer os grupos existentes no primeiro ano de trabalho. Encontros com grupos de danças, corais e organizações artísticas visam identificar a demanda e buscar alternativas viáveis para o desenvolvimento. A preocupação está em tranquilizar e auxiliar os grupos que dependem de recursos públicos para subsistência. O rigor da lei que regulariza o repasse às associações é o fator principal para a decisão. “Neste primeiro ano, precisamos trabalhar o que já temos. Mesmo assim, estamos pensando em novidades, em reinventar e trazer a diversidade”.
Marques de Souza
O prefeito Edmilson Dörr, o “Brida”, anunciou que o governo estará ainda mais próximo da população. Isso vai ocorrer porque o Gabinete, assim como dos secretários e coordenadores, estarão mais próximo da comunidade.
Segundo Brida, haverá transferência do atendimento em dias agendados para as localidades. “Queremos ouvir a nossa população. E pensando em facilitar essaaproximação,vamosiraté as comunidades”. A primeira visita já está agendada. Será dia 4 de abril a partir das 8h no Posto de Saúde do Distrito de Bela Vista do Fão, que fica a 26 quilômetros do centro da cidade. Os moradores terão a oportunidade de conversar com o prefeito e com os assessores para manifestar as demandas e opiniões sobre a atuação do Executivo. “Fica o convite para todos que quiserem se fazer presente. Será a volta do atendimento médico no posto de saúde e a presença do gabinete do prefeito. Essas ações ocorrerão também em Tamanduá e nas outras localidades do interior”, afirma Brida.



Santa Clara do Sul
A administração municipal prepara a contração para serviços de pediatria,ginecologiaeobstetrícia.O pregão está marcado para as 9h da próximasexta-feira,dia31demarço, nasaladoSetordeLicitações,situada
pediatria e ginecologia será oferecido no serviço público
noCentroAdministrativo.Naoportunidade, deverão ser entregues os envelopes contendo os documentos de habilitaçãoepropostas.
Um dos objetos da licitação prevê acontrataçãodeempresaparaprestar serviços médicos de pediatria em até três turnos semanais, em
dias alternados e conforme a necessidade. Cada turno de atendimento terá até 12 pacientes, sendo realizadonoconsultóriodaUnidadeBásica de Saúde.
No caso da empresa de ginecologia e obstetrícia, o objeto visa à prestação de serviços em dois tur-
nos semanais e em dias alternados, de acordo com a necessidade. Cada turno de atendimento terá até 20 pacientes, sendo o serviço prestado no posto de saúde.
O valor de referência é de R$ 708 por turno para a empresa de pediatria e de R$ 1,1 mil por turno para
a empresa de ginecologia e obstetrícia. A prestação dos serviços terá a duração de um ano, podendo ser prorrogada por iguais períodos. Mais detalhes do edital estão disponíveis no portal do município (santaclaradosul-rs.com.br) ou pelo número 3782-2250.


Aprincipal novidade da vacinação contra a gripe neste ano é a inclusão de professores das redes pública e privada no público-alvo da campanha. O anúncio foi feito nessa sexta-feira pelo secretário da Saúde, João Gabbardo dos Reis. No RS, a campanha começa no dia 10 de abril (segunda-feira) e se encerra em 26 de maio. Conforme o secretário, a recomendação às prefeituras é que na primeira semana sejam priorizados os profissionais de saúde, que serão vacinados nos locais de trabalho, como postos e hospitais. Outradiferençaemrelaçãoaoano passado é a elevação da meta de 80% para 90% de vacinação dos profissionais de saúde, indígenas, crianças de seis meses até cinco anos, gestantes, puérperas (mulheres até 45 dias após o parto) e idosos (60 anos ou mais). O grupo prioritário inclui doentes crônicos, pessoas privadas de liberdade e funcionários de presídios. Gabbardo informou que o Es-


tado vai receber mais de quatro milhões de doses, que chegarão a partir de 4 de abril em sete lotes semanais, alcançando a totalidade em 9 de maio. Gabbardo pediu
tranquilidade à população na procura pela imunização, que deverá ser gradual, seguindo o ritmo de distribuição das doses pelo Ministério da Saúde.
CRONOGRAMA DA CAMPANHA
10 de abril a 26 de maio
A primeira semana será de prioridade para os trabalhadores em saúde (postos e hospitais)
Dia D será 6 de maio
Público Alvo
• 60 anos ou mais
• Crianças de 6 meses a 5 anos
• Gestantes e puérperas
• Trabalhadores em saúde
• Indígenas
• Doenças crônicas (com prescrição médica)
• Privados de liberdade e funcionários dos presídios
• Professores das escolas públicas e privadas
Transmissão
• Partículas de pessoas infectadas (mãos e objetos contaminados por secreções)
• Ambiente domiciliar, creches, escolas, aviões, navios, ônibus
Sintomas
• Incubação 1 a 4 dias
• Excreção viral surge 24h antes dos sintomas
• Excreção máxima nos primeiros três dias após início dos sintomas


As partidas da Liga de Voleibol Independente Willian Morgan que seriam realizados neste
Otécnico Renato Portaluppi pode ter a volta de três titulares para a partida deste sábado, às 19h, diante do Juventude, na Arena. O goleiro Marcelo Grohe, o zagueiro Geromel e o volante Maicon voltaram a treinar. Outro afastado, Edílson retormou aos treinos na semana passada e fica a disposição.
O lateral chegou a atuar pelo time de transição para recuperar ritmo de jogo. Grohe, Maicon e Geromel devem passar por testes antes da partida, caso tenham condições, podem aparecer entre os 11 escolhidos. O provável time tricolor deve ser: Marcelo Grohe (ou Léo), Léo Moura (Edilson), Kannemann, Pedro Geromel (Rafael Thyere), Marcelo Oliveira, Maicon (Michel), Jaílson, Ramiro, Lincoln (Everton), Luan e Pedro Rocha.
Lesão de Barrios
domingo do Ginásio do Colégio Castelo Branco foram transferidos para o Parque do Imigrante. Os confrontos iniciam às 9h e se estendem por todo dia.
O treino do Inter na manhã dessa sexta-feira, no CT Parque Gigante, serviu para o técnico Antônio Carlos Zago encaminhar o time que enfrenta o São José, às 16h de domingo, pelo Gauchão. A única dúvida é na lateral-esquerda, mas a tendência é que Uendel re-

A primeira parte das atividades foi fechada à imprensa. Os jogadores que foram titulares contra o Ypiranga, nessa quarta, trabalharam separado dos demais. O zagueiro Paulão e o volante Rodrigo Dourado (suspenso) realizaram os exercícios no gramado com os atletas reservas.
que Gigante foi a presença do atacante Eduardo Sasha. O atleta se recupera de cirurgia no tornozelo feita em janeiro e apenas correu no gramado. O Inter volta aos trabalhos na manhã deste sábado. O Colorado entra em campo no domingo pela 10ª rodada do Campeonato Gaúcho.

EquipesPGSG Novo Hamburgo199 Ser Caxias155
Grêmio144
Veranópolis142
Cruzeiro 141 São José132
Juventude11-3 Internacional110
Quem também apareceu no gramado do CT Luiz Carvalho foi o argentino naturalizado paraguaio Lucas Barrios. O centroa-
vante fez um trabalho de corridas ao lado do atacante Beto da Silva, que também se recupera de lesão. Constatado com um edema na coxa, Barrios não jogou na quinta-feira contra o Novo Hamburgo e ficará fora da partida contra o Juventude.
A tendência é de que ele fique à disposição para a próxima quarta, quando o Tricolor enfrenta o São Paulo em Rio Grande.
Ao que tudo indica, Victor Cuesta deve assumir a titularidade ao lado do jovem Léo Ortiz. Sem Rodrigo Dourado, Zago deve optar pelo garoto Charles na posição ao lado de Anselmo, que segue ganhando sequência no Colorado. O provável time que deve iniciar a partida: Danilo Fernandes, Willian, Cuesta, Ortiz, Uendel, Charles, Anselmo, D'Alessandro, Nico López, Roberson (Valdívia) e Brenner.
Uma novidade no CT Par-
Brasil9-1 Ypiranga8-5 São Paulo8-6 Passo Fundo6-8
Sábado
19hGrêmio x Juventude
Domingo
16hSão José x Internacional
16hCaxias x Passo Fundo
16hCruzeiro x Ypiranga
19h30minBrasil x Novo Hamburgo 18h30minVeranópolis x São Paulo

e duas
Após dois meses de competições, muitos municipais começam a definir neste fim de semana os classificados à próxima fase. No total, 42 jogos movimentam 12 cidades no Vale do Taquari.
O destaque fica para Teutônia. Maiores campeões do municipal, Esperança e Gaúcho voltam a se encontrar depois de vários anos. A partida ocorre na sede do Gaúcho, no bairro Teutônia. Se os donos da casa vencerem, estão classificados. Faltando quatro rodadas, o Esperança é o único assegurado na próxima fase. Outros que podem se garantir neste domingo são Catarinense, Bangu e Atlético Gaúcho. Para isso ocorrer, o União precisa perder.
Após cinco rodadas, a classificação é : Esperança (13 pontos), Atlético Gaúcho e Bangu (10), Catarinense (9), Gaúcho (8), Ribeirense e Flamengo (3), Saidera (2) e União (sem pontuar).
Ecas, de Imigrante, Serc Poço das Antas, de Poço das Antas, e Juventude, de Westfália, estão a um empate da classificação matemática. Na chave A, o Boavistense pode se classificar se vencer o Palmeiras.
A duas rodadas do fim da primeira fase, Botafogo e Copalto já estão definidos na semifinal. Neste domingo, a competição pode ter um desfecho. Se o Juventude vencer o Esperança, também se garante entre os quatro. Outro que torce por um tropeço do Esperança é o Toma 10, que precisa derrotar o Real Lions para não ser alcançado.
A classificação do municipal de Roca Sales tem o Botafogo na liderança com

3, fecham a zona de classificação. Sete de Setembro, com 1, e Cruzeiro, sem pontuar, completam a tabela.
Na aspirante, Rui Barbosa lidera com 9 pontos. Depois vêm Sete de Setembro e Palmense (7), Esperança (3), Amigos e Cruzeiro (sem pontuar).
A fase do returno da Copa Camillo Mallmann, em Cruzeiro do Sul, inicia no domingo. Em Progresso, os jogos ocorrem no sábado.
Em Boqueirão do Leão, as partidas são disputadas no sábado e domingo.


9 pontos, Copalto (7), Juventude (6), Toma 10 (4), Esperança (3) e Real Lions (sem pontuar). Arroio do Meio
A três rodadas do fim da primeira fase, os primeiros classificados podem ser definidos. Se
Rui Barbosa e Esperança vencerem, respectivamente, Palmense e Amigos estão garantidos na próxima etapa.
A classificação da categoria titular tem Rui Barbosa e Esperança na liderança com 7 pontos. Palmense, com 6, e Amigos, com
Jogos
Sábado
Boqueirão do Leão
Pedras Brancas – Internacional X São Roque
Progresso
Xaxim – Sempre Unidos x São João
Xaxim – Flamengo B x Cruzeiro de Tiririca
Domingo
Cruzeiro do Sul – 4ª rodada
São Gabriel – XV de Novembro x 25 de Julho
Bom Fim – Bom Fim x Independente
São Bento – Canarinho x 22 de Novembro
Copa Integração/Pouso Novo – 4ª rodada
10h – São José x Juventus
14h – Guarani x 7 de Setembro 16h – Juventude x Pouso Novo
Arroio do Meio – 4ª rodada
Palmas – Palmense x Rui Barbosa
São Caetano – Sete de Setembro x Cruzeiro
Rui Barbosa – Esperança x Amigos
Roca Sales – 5ª rodada
Campo do Concórdia/Centro 10h – Esperança x Juventude 14h – Copalto x Botafogo 16h – Toma 10 x Real Lions
Teutônia – 7ª rodada
Bairro Teutônia – Gaúcho x Esperança
Linha Germano – Flamengo x Saidera
Linha Germano – União x Catarinense
Linha Ribeiro – Ribeirense x Bangu
Taça da Amizade – 8ª rodada
Centro/Brochier – Juventude x 11 Amigos
Centro/Boa Vista do Sul – Boavistense x Palmeiras
Daltro Filho/Imigrante – Riograndense x Ecas
Linha Berlim/Westfália – Juventude x Fluminense
Boqueirão do Leão
Centro – Grêmio 5 de Junho X Esportivo
Asegunda rodada da Copa CTC/Construtora Diamond tem 15 jogos neste sábado à tarde. Destaque para a estreia do atual campeão da primeira divisão – AC Banguzinho, e das equipes da quarta divisão. As partidas ocorrem nos três camposeiniciamàs12h15min(veja tabela).
No sábado passado, 15 partidas foram disputadas pela primeirarodada.Asequipesbalançaram as redes em 52 oportunidades – média de 3,4 gols por confronto.
Na elite, destaque foi a goleada de 4 a 0 do Rebordose sobre o Aliança. Os gols foram de Tiaguinho Nyland, em duas oportunidades, Alex Goergen e PepeDemichei.Nosoutrosjogos da primeira divisão, o Coroas Mirim D venceu o EPTG por 5 a 2. Tadeu Scherer, duas vezes, JosimardaRosa,o“Índio”,Evinho e Adriano Schneider marcaram os gols.Atual vice-campeão, o CoroasMirim/Charruaderrotou o Tocafogo por 3 a 1. Diego Marder,TiagoConrad,o“Polenta”,e Felipe Diego Cardoso, o “Mendi-





•Primeira divisão
Luís Humberto Kolling (Tocafogo) – 2 jogos
•Segunda divisão
Mateus Bucker (Coroas Mirim/Arco Gás) – 1 jogo
Rangel Schneider (100 Pressão) – 1 jogo
Lenilson Alves (AF Executivos) – 1 jogo
Sílvio Rodrigues (Lesionados) – 2 jogos
•Terceira divisão
Rafael da Rosa (Ghost) – 1 jogo
Ijair Bolsi Filho (Supérfluos) – 2 jogos
Paulo Henrique Ely (Supérfluos) – 3 jogos
•Quarta divisão
Diego Coletti Schuck (FC Baile de Monique) – 2 jogos
Vinicius Renner (FC Baile de Monique) – 3 jogos
Estevão Seltenreich (Pampero) – 13 jogos

Nesta temporada, o Clube Tiro e Caça tem um novo parceiro, o Subway Lajeado. A assinatura do contrato de patrocínio do Ranking CTC/Subway de Tênis teve a presença do presidente do CTC, André Bücker, do representante do Subway Lajeado, Ijair Bolsi, e do diretor de tênis do clube, Pedro Bald. O Ranking CTC/Subway de tênis começou no sábado, 18, e tem disputas nas 1ª, 2ª, 3ª e 4ª classes e categoria iniciantes. Os jogos ocorrem nas sete quadras do clube.

Atual campeão da quarta divisão, o Pumas estreou na terceirona com goleada. Diógenes Cunha, Gabriel Faleiro, Augusto Costa, Dilsinho Piloneto e Rodrigo Bald foram responsáveis pela vitória de 5 a 0 sobre o SER Sodabeb.

Pereira Duarte e amigos prestigiaram a rodada inaugural da Copa CTC/Construtora Diamond de Minifutebol go”, foram os autores dos gols, Na segundona, o destaque ficou para o Lesionados, que derrotou o Coroas Mirim D por 5 a 1. Eduardo de Moura, duas vezes, Henrique Piedade, Rodrigo Sbaraini e José Firmino marcaram para o Lesionados.
CTC recebe atletas para treino da Federação Gaúcha de Tênis
O Clube Tiro e Caça será sede do primeiro treinamento para a Copa das Federações 2017 de tênis. A Federação Gaúcha de Tênis convocou, na semana passada, os atletas que participarão do treino nas quadras do CTC, neste sábado. Entre eles, está a associada do CTC, Ana Saeki, da categoria 16 feminino.
Para o diretor de tênis do CTC, Pedro Bald, o evento estadual é importante para valorizar os jovens associados e adeptos ao esporte, além de uma oportunidade de ver os atletas e a evolução de cada um na prática do tênis. “Os próprios pais podem prestigiar esses adolescentes e perceber que eles têm um nível de treinamento bastante elevado.”

Lajeado, Fim de semana, 25 e 26 de março de 2017
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Depois de perder para o Brasil, em Farroupilha, o Lajeadense tenta a recuperação.
A partir das 16h, a equipe recebe o São Luiz, de Ijuí, pela sexta rodada da Divisão de Acesso.
Ingressos serão vendidos na hora ao preço de R$ 10 (arquibancada) R$ 20 (cadeira) e R$ 30 (visitante). Sócios em dia não pagam. Estudantes, apresentando carteirinha 2017, pagam meia-entrada.
Para a partida, o treinador Rodrigo Bandeira não conta com o zagueiro Kaiser, expulso no último jogo.
O time deve ser definido no treinamento desse sábado, mas a tendência é de que inicie o mesmo time que goleou o Tupi, há duas semanas. Paulo Henrique, Luís Fellipe, Danilo Mendes, Duh, Vitor, Germano, Darlã, Dantas, Ijuí, Cidinho e Flávio Torres.
O adversário
Com os mesmos 7 pontos do Lajeadense e com pior saldo de gols, o São Luiz disputou cinco jogos. Venceu uma partida e empatou outros quatro jogos. Marcou quatro gols e sofreu três.

Para a partida deste domingo, o técnico técnico Paulo Henrique Marques conta com o desfalque do meia Tiago Gaúcho, que levou o terceiro cartão amarelo.
A novidade na equipe pode ser o centroavante Giovane Rosa. Contratado na quarta-feira, ele já está registrado no BID e pode fazer a estreia diante do alviazul.
O provável time que deve iniciar a partida é Jonatas, Adriano, Gonçalves, Ricardo, Ronaldinho Gramadense, Zé Lucas, Prill, Thiago Silva, Ari, Léo Mineiro e Jean Dias.

ClubesPGSG
Brasil91
Glória92
União Frederiquense80 Esportivo73
Lajeadense 73 São Luiz71 Tupi2-7 Panambi1-3

Canudos do Vale
Depois de transferida a rodada final em virtude do mau tempo, Minuano e Canarinho disputam neste domingo o título da categoria força livre. A partida do municipal de 7 ocorre na praça esportiva da sede. No confronto de ida, o Canarinho, de Rui Barbosa,
venceu por 1 a 0, por isso, joga pelo empate. Já o Minuano precisa vencer no tempo normal para a decisão ir aos pênaltis. Pela categoria sub-23, o time de Nova Berlim venceu o Roundup no jogo de ida por 2 a 0.
Após as partidas, haverá entrega da premiação e apresentação dos destaques.
Campeonato Stial
As semifinais do Campeonato de Futebol Stial ocorrem neste sábado, a partir das 14h, na sede Recanto do Peão, em Laje-
ado. Pela categoria força livre, os jogos são Leão da Ilha versus Roma e Só Pela Boia versus Chape. Na máster, se enfrentam BRF Cia versus Os Veteras e Florestal versus Caça Ceva.
