Lajeado, sexta-feira, 24 de março de 2017
Ano 14 - Nº 1810
Avulso: R$ 2,00
Fundado em julho de 2002
Fechamento da edição: 21h
TERCEIRIZAÇÃO IRRESTRITA

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Lajeado, sexta-feira, 24 de março de 2017
Ano 14 - Nº 1810
Avulso: R$ 2,00
Fundado em julho de 2002
Fechamento da edição: 21h

Aaprovação do projeto que autoriza a terceirização do trabalho para qualquer atividade gera divergências. Para setores empresariais, significa a possibilidade de
reduzir despesas com impostos e abrir mais vagas de trabalho. Entidades ligadas aos trabalhadores temem a perda de direitos constitucionais, como férias e 13º salário.
O trânsito constante de veículos, pedestres e ciclistas no entroncamento com a ferrovia preocupa o Executivo. Ideia é abrir uma rua lateral para evitar acidentes.
SESC MAIS LEITURA
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Primeira edição do ano do Programa Sesc Mais Leitura aborda os 40 anos da morte de Clarice Lispector.
COMBATE AO TRÁFICO
Conexão

CÂMERAS DE VIGILÂNCIA
Operação conjunta das forças de segurança resultou na prisão de um homem de 25 anos. Ele estava em um ônibus, com 40 quilos de maconha.
de chuva
Página 12
Cercamento eletrônico visa coibir assaltos e furtos em Estrela. Governo elabora licitação para colocar 20 câmeras. Definição dos pontos considera índice de criminalidade e possíveis rotas de fuga.
Página 6

Seminário apresentará resultados e limites das punições aplicadas a menores infratores que não são encaminhados à Fase. Encontro, marcado para o dia 7 de abril na Univates, terá palestras de especialistas e debates entre os participantes.
Página 4
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OURO E PETROLEO FECHAMENTO DATAHORÁRIO
OURO GOLD (Onça Troy) USD 1.246,70 23/03/201717:25
BOLSAS MUNDIAIS PONTOS % FECHAMENTO
DOWJONES (EUA) 18.199,000,17
Oprojeto que permite a terceirização de todas as atividades de uma empresa, aprovado pelo Congresso nessa quarta-feira, é polêmico. A proposta tem potencial para degradar ainda mais a situação do INSS, pois as mudanças devem reduzir a contribuição de trabalhadores e empresas à Previdência.
Para a ponta mais fraca, representa a precarização do trabalho, em especial para a mão de obra com pouca instrução e qualificação. Do ponto de vista dos empreendedores, é uma oportunidade de gastar menos com encargos trabalhistas e aumentar a abertura de vagas de trabalho. Para esse público, minoria da população, a Câmara de Deputados desengavetou o projeto de 1998, ano em que Michel Temer era presidente do parlamento.
O alerta para as perdas aos trabalhadores parte de diversas entidades, não só

A carga tributária para manter um trabalhador com carteira assinada é excessiva e tira o poder de competição das empresas”
(Anamatra).
Esse último órgão, inclusive, emitiu ontem uma nota de repúdio ao projeto de lei. No texto, afirma: “a proposta, induvidosamente, acarretará para milhões de trabalhadores no Brasil o rebaixamento de salários e de suas condições de trabalho, instituindo como regra a precarização nas relações laborais.”
Além disso, a associação chama a atenção para a alta rotatividade que acomete os trabalhadores terceirizados.
“(Os terceirizados) trabalham em média 3 horas a mais que os empregados diretos, além de ficarem em média 2,7 anos no emprego intermediado, enquanto os contratados permanentes ficam em seus postos de trabalho, em média, por 5,8 anos”, critica.
sindicatos representantes dos empregados, mas de instituições oficiais, como o Ministério Público do Trabalho e a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho
As mudanças propostas pelo governo de Michel Temer seguem a tendência de atender reivindicações dos empresários. Pesa a necessidade de equilibrar o tamanho e a vocação
de cada empreendimento. É indiscutível a urgência de mudar a relação capital-emprego, em especial para pequenas e médias organizações.
A carga tributária para manter um trabalhador com carteira assinada é excessiva e tira o poder de competição das empresas. Antes de interceder no formato de contratação, seria necessário dar mais condições para esses empreendimentos contratarem e manterem os trabalhadores. A política nacional tem um histórico de beneficiar grandes companhias e cobrar a conta das demais.
O ideal seria o oposto. Diminuir as obrigações de impostos para organizações de pequeno e médio porte. Mas a ânsia do governo por arrecadar torna utópico pensar em uma decisão dessas. Pelo contrário, já há uma vontade pública do ministro da Fazenda em aumentar os impostos. Entre os pontos, está a desoneração da folha de pagamento.
da ABNT
ADia da Água: como lidar com a falta do saneamento básico no Brasil?
vançamos muito pouco no quesito de saneamento e isso é grave, pois são inúmeros os danos que esse cenário pode trazer à população. De acordo com pesquisa realizada em 2015 pelo Instituto Trata Brasil, em parceria com a consultoria GO Associados, 50,3% dos brasileiros têm acesso à coleta de esgotos e, desse resultado, somente 42% dos esgotos são tratados.
Diante desses números, é importante aproveitar o Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, para debater a questão do saneamento básico.
IBOVESPA (BRA)63.531,000,01 cotação do dia anterior até 17h45min
S&P 500 (EUA)2.139,00-0,17 NASDAQ (EUA)5.832,000,18
DAX 30 (ALE)12.041,001,15 FSTE 100 (GRB)19.085,000,23
É que outro dado significativo apresentado nesse estudo também chama a atenção: em 24 capitais brasileiras, menos de 80% dos esgotos são tratados.
Basta olhar para um dos grandes problemas da saúde pública no momento: a proliferação do
mosquito aedes aegypti e o consequente aumento desenfreado dos casos de dengue, chikungunya e vírus zika. Isso ocorre porque o esgoto a céu aberto se acumula em poças, que se misturam às águas da chuva e se transformam em novos criadouros para o mosquito. Uma publicação da Organização Mundial da Saúde (OMS), de 2002, trata sobre a redução de riscos e promoção de uma vida saudável. O documento diz que efeitos adversos à saúde estão ligados à ingestão de água insegura associada à higiene inadequada e motivados pela falta de acesso ao saneamento e gestão inadequada dos recursos e sistemas hídricos, sendo que a diarreia infecciosa é o maior fator de contribuição para carga de doenças associadas à agua, ao saneamento e à higiene. A diarreia infecciosa é responsável por cerca de quatro bilhões de casos a cada ano.
Outras doenças, como a febre tifoide, hepatite A e E, pólio e cólera, também são potencialmente causadas pela falta de tratamento da água. Além das muitas vítimas, o combate a essas doenças também afeta diretamente os cofres públicos, afinal, investir em saneamento e prevenir os danos custa bem menos que cuidar de um paciente internado. Já é de conhecimento que, segundo a OMS, cada dólar gasto com o saneamento básico representa uma economia de US$ 4,3 com a saúde.
Embora seja uma realidade distante de boa parte da população, algumas soluções químicas são extremamente eficazes para minimizar os níveis de contaminação da água e capazes de contribuir diretamente com a qualidade de rios, lagos, represas e lençóis freáticos. Para auxiliar no tratamento
feito tanto por administrações públicas quanto por privadas, empresas nacionais trabalham constantemente no desenvolvimento de sistemas e produtos altamente eficazes e seguros, como o cloro ideal para desinfecção de águas e esgoto. Soluções à base de cloro já são aplicadas a mais de cem anos, por exemplo, em estações de tratamento e também em indústrias de alimentos e bebidas. É o meio mais eficaz e barato para prevenir doenças, eliminar parasitas, vírus, fungos e bactérias.
Ter água limpa e saneamento básico é mais que um direito, é sinônimo de qualidade de vida e saúde para a população. Por isso, o Dia da Água deve ser visto como uma oportunidade perfeita para chamarmos a atenção do poder público, da sociedade civil e da iniciativa privada para um dos grandes problemas do país que necessita urgente de uma solução.



TNey Arruda Filho ney@jornalahora.inf.br
ive dúvidas quanto ao título. Pensei na influência do modo de pensar da maioria das pessoas nas decisões judiciais. Ou ainda, na determinante participação da mídia na opinião da maioria das pessoas e sua influência nas decisões condenatórias coletivas. Optei por encurtar. Às vezes é complicado organizar as ideias e expô-las de maneira ordenada e compreensível. Esse foi o desafio. Nesta semana, nossos lares foram invadidos por uma avalanche de informações sobre a má qualidade dos alimentos que consumimos, em especial a carne e seus derivados. Indústrias foram interditadas, agentes públicos foram presos e a credibilidade do Tony Ramos despencou.
Mais perto daqui, outra pancada no setor leiteiro, mais uma morte de empresário, dessa vez por suicídio. Também perto, o Tribunal de Justiça do Estado decidiu que os réus do caso Kiss serão mesmo julgados por um júri popular, fato que foi amplamente noticiado e comemorado.
No caso das denúncias da carne, me questiono sobre os porquês de tamanho espetáculo midiático. Os prejuízos para a cadeia produtiva, especialmente para as exportações, são incalculáveis. O caminho de volta, para recuperar a credibilidade, pode demorar anos. Melhor seria constatar os problemas e arrumar a casa, sem que o vizinho se intrometesse.
No caso do setor leiteiro, já tão maltratado e sofrido, fica a nítida impressão de que existe uma campanha para enfraquecer a cadeia produtiva. Essa mesma que atrai os interesses de gigantes multinacionais, já alinhados com alguns agentes públicos e mirando incentivos


Não tenho dúvidas de que a opinião pública influiu fortemente na decisão do Tribunal.”
fiscais bilionários.
Quanto aos réus do caso Kiss, a decisão do TJ referenda a tese da acusação, de que eles tiveram a intenção de matar aquelas 242 pessoas. Ou, na pior das hipóteses, que assumiram o risco do resultado catastrófico. Praticaram homicídio ou tentativa de homicídio com dolo. Não tenho dúvidas de que a opinião pública influiu fortemente na decisão do Tribunal. E me salta aos olhos uma das tantas contradições da legislação penal.
O crime de latrocínio, por exemplo, que nada mais é do que um crime de homicídio (ou uma tentativa de) com o objetivo de roubo, seguido de morte ou de graves lesões corporais na vítima, não é julgado por um júri popular. Quem julga o assassino que matou para roubar é um juiz, sozinho com as suas convicções, na solidão de seu gabinete. E a justificativa para isso é que o latrocínio é um crime contra o patrimônio da pessoa, com resultado morte ou lesões.
O Paulo Germano escreveu, dia desses, que, quanto menos a gente sabe a respeito de algo, mais certeza se tem. A ignorância é a mãe do autoritarismo. E condenar alguém só pelo que se assiste na TV é muito perigoso.
Uma trabalhadora que exercia atividade junto às bombas de combustível de um posto de gasolina ganhou o direito de receber adicional de periculosidade. A decisão unânime é da 11ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região, confirmando, nesse aspecto, sentença da juíza Roberta Testani, da 3ª Vara do Trabalho de Gravataí
A autora da ação exercia função de vendedora em um posto de gasolina. Ela abordava clientes ao lado das bombas de combustíveis para oferecer serviços de uma empresa especializada em identificação automática de veículos. Devido à proximidade
a uma área de risco, durante a maior parte da jornada de trabalho, a vendedora ajuizou uma ação para receber adicional de periculosidade, entre outros pedidos.
Na sentença, a juíza concedeu o pagamento do adicional incidido sobre o salário básico, rejeitando o pedido de incidência sobre a remuneração, por entender que o adicional não pode incidir sobre o salário acrescido de outros adicionais.
Nota: quem terá que pagar o adicional de periculosidade não é o posto de combustíveis, mas a empregadora CGMP Centro de Gestão de Meios de Pagamento
Desde 2008, o Juizado do Torcedor e Grandes Eventos atende a ocorrências diversas, inclusive contravenções penais de menor potencial ofensivo que tenham ocorrido nos estádios de futebol de Porto Alegre. No caso dos grandes eventos, atende crimes em geral, com algumas exceções, como homicídio e flagrante, que são processados pela Justiça Comum. A posse de entorpecentes (maconha e cocaína) foi responsável pelos dois registros no Juizado do Torcedor e Grandes Eventos (JTGE) da Arena no domingo, 19, quando jogaram Grêmio e Veranópolis, pelo Campeonato
Gaúcho. Dentre as cinco pessoas flagradas e levadas ao Juizado, duas estão obrigadas a comparecer a uma Delegacia de Polícia nos dois próximos jogos do Tricolor, além de frequentar oito sessões de grupos de ajuda a narcóticos.
A decisão é do juiz Roberto Carvalho Fraga, em atendimento à proposta do Ministério Público. O caso de um terceiro torcedor será analisado em nova audiência marcada para abril, porque ele não tem direito a usufruir de transação penal. A acusação contra duas mulheres foi retirada por falta de provas.
Lajeado
Em comemoração aos dez anos da Secretaria do Trabalho, Habitação e Assistência Social (Sthas), o governo organiza o Seminário Regional das Medidas Socioeducativas em Meio Aberto. O evento ocorre no dia 7 de abril, no prédio 11 da Univates. Ao longo do dia, quatro profissionais das áreas de segurança e direito debatem a aplicação de punições a menores adolescentes. O evento é aberto, entretanto, as vagas são limitadas. As inscrições devem ser feitas pelos 3982-1240 e 3982 148 até o dia 4.
Participam o jornalista e doutor em Sociologia, Marcos Rolim, e o advogado e consultor em Direito da Criança e do Adolescente, João Batista Costa Saraiva. Também estarão presentes o promotor Carlos Augusto Fiorili e o juiz da comarca de Lajeado, Luís Antônio de Abreu Johnson.
Pela manhã, será apresentado o Serviço de Proteção Social a Adolescentes em Cumprimento de Medidas Socioeducativas em Meio Aberto do Creas de Lajeado. Fiorioli mediará essa primeira parte do encontro.
Integrante da equipe técnica Creas, o psicólogo e psicanalista,

Sérgio Guimar Pezzi, espera que o eventoajudeadesmistificaraideia de que adolescentes infratores não são punidos. “Há um senso comum de que não acontece nada com o adolescente infrator.”
Pezzi questiona a ideia, afirmando que as medidas em meio aberto têmumresultadopositivo.“Amedida socioeducativa em meio aberto consiste em uma responsabilidade penal, mas também em um aspecto educativo que ajuda a emancipar esse jovem.” Em Lajeado. o índice de reincidência de menores punidos sem internação na fase é de 15%. “Atendemos mais de 800 adolescentes ao longo de 10 anos, e em torno de 143 reincidiram. É um número bastante baixo.”
Na avaliação de Pezzi, as punições contra menores são inefi-
cientes apenas quando a rede de proteção não está estruturada. “As medidas quando devidamente aplicadas, quando a rede socioassistencial está consistente são muito eficazes.” Em média, após um mês de atendimento, os jovens estão inseridos na sociedade.
Mesmo defendendo o atual sistema, Pezzi não descarta uma discussãosobreotempodeinternação para crimes mais graves. “Penso, que poderíamos trabalhar com alguma diferenciação pelo tipo de ato infracional.”
Porém, Pezzi descarta que jovens com menos de 18 anos possam ser presos. “Nem de longe isso significa redução da maioridade penal.”

Marcos Rolim – Jornalista e doutor em Sociologia, é especialista em Segurança Pública. É professor de Direitos Humanos no IPA. Autor do livro A formação de Jovens Violentos: Estudos sobre a Etiologia da Violência Extrema.

Carlos Augusto Fiorioli – Promotor público na comarca de Lajeado
Para ele, existe uma inversão ao considerar os menores como causadores da violência.
Raízes da violência
À tarde o especialista em Segurança Pública, Marcos Rolim, e o advogado e João Batista Saraiva palestram. Rolim falará sobre a A Formação de Jovens Violentos. Por sua vez, Batista falará sobre aplicação de medidas socioeducativas a adolescentes na palestra O Adolescente e a Medida Socioeducativa:CidadaniaeResponsabilidade.
Depois das palestras, o juiz Jo-

João Batista Saraiva –Advogado e consultor em Direito da Criança e do Adolescente, com atuação na América Latina, Caribe e África. É professor no curso de pós graduação em Direito da Criança da Fundação Escola do Ministério Público do RS. Autor do livro Adolescente e Responsabilidade Penal: da Indiferença à Proteção Integral.

Luís Antônio de Abreu Johnson – Juiz de direito da comarca de Lajeado
hnson mediará um debate entre palestrantes e público.
•O quê: Seminário Regional das Medidas Socioeducativas em Meio Aberto
•Quando: 7 de abril a partir das 8h30min
•Inscrições: Até o dia 4 de abril pelos telefones (51) 3982-1240 e (51) 3982 1487. As vagas são limitadas
Lajeado
A Associação Comercial e Industrial de Lajeado (Acil) e Agea Marketing e Comunicação realizam, nos dias 18 e 19 de maio, a Jornada Técnica do Setor Alimentício 2017AlimentaAçãoRS.
O evento ocorre no Hotel Weiand, em Lajeado. Integram a programação oficinas, palestras, fornecedores para a indústria de alimentos e rodadas de negócios. A economia do Vale do Taquari, apesar da diversificação,temapredominânciadosetor daalimentação,umarelevânciaque o torna vital para a evolução social e econômica da região. Apesar dessa importância, as empresas do seg-
mento não têm uma organização coletiva capaz de proporcionar um ambiente propício ao compartilhamento de ideias. O objetivo do evento é reunir indústrias de alimentos e fornecedores para a indústria do segmento em um único espaço para adquirir conhecimento e a realizar negócios. A meta também é associar opotencialdaregiãoaoseureconhecimento como Vale dos Alimentos. É uma oportunidade única para qualificação de empresários e profissionais das indústrias do setor alimentício. Para as empresas fornecedoras de produtos e equipamentos do setor, a vantagem competitiva proporcionada é a de ocupar espaços como expositores.
Interessados em participar da Jornada Técnica do Setor Alimentício
Dia 18
Seminário Segurança de Alimentos com as palestras Manhã
•Protegendo o consumidor de riscos físicos, químicos e microbiológicos, com Cristina Leonhardt, da Tacta Foods School •Cuidados higiênicos sanitários para evitar a contaminação microbiológica de alimentos, com Mirian Herrmann, da Alta Consultoria •Controle integrado de pragas, com o professor doutor Noeli Juarez Ferla, da Univates.
2017 - AlimentaAçãoRS devem se inscrever no https://www.jornadadaalimentacaonews.com/. Mais
Tarde •Mercado e Investimentos - o professor doutor Sílvio Bittencourt da Silva, da Unisinos, fala sobre “Como obter verbas do governo para projetos inovadores”;
•Luis Mário Berbigier, do Sicredi, discorre sobre “Financiamentos: como comprar equipamentos”
•Leonardo Taufer, diretor-presidente da Rede Imec, palestra sobre “Como vender para as redes de supermercados”
Dia 19 Manhã
•Rodada de Negócios organizado
informações podem ser obtidas com Elaine Maria Warken, pelo 9 96618790. As vagas são limitadas.
pelo Sebrae Vale do Taquari e Rio Pardo
Tarde
•Seminário de Inovação – com as palestras “Rotulagem de alimentos: da legislação à inovação"”, com a professora doutora Daiana de Dousa, da Unisinos
•Inovação em alimentos: a ciência gerando novos negócios, com a professora doutora Renata Cristina Ramos, da Unisinos
•Inovação: a arte de fazer diferente - com Cristina Lenhardt, da Tacta Foods School

Estrela
Ogoverno licitará um sistema de monitoramento por câmeras. A expectativa é que entre em funcionamento até o fim deste ano. O projeto prevê o cercamento da cidade e contemplará pontos estratégicos como as entradas, saídas e locais com maior incidência de ocorrências. O objetivo é inibir a ação dos criminosos e auxiliar na identificação dos autores dos crimes.
Administração municipal e Brigada Militar trabalham no estudo de viabilidade desde 2015. Segundo o secretário de Planejamento, Paulo Ricardo Finck, o projeto está concluído. A Brigada Militar faz última revisão.
A licitação deve ser aberta dentro de dez dias. Pelo menos 20 pontos receberão câmeras. O governo articula com a Secretaria de Segurança Pública um convênio para direcionar efetivo para monitorar as imagens.
O Executivo não divulgou a projeção de investimento. Segundo o secretário, os equipamentos serão usados em comodato, dessa forma, todos os meses, o município pagará pelo uso. A intenção é estabelecer um acordo, para que, ao final do contrato, os equipamentos fiquem em posse da administração municipal.
O anúncio é comemorado pela população, em especial, pelos comerciantes. Segundo a funcionária de uma loja de vestuário, Rosana Ruffato, 28, o principal problema são os pequenos furtos.
A loja onde ela trabalha, no centro, foi assaltada em janeiro. O autor do crime chegou com a mão na cintura e pediu o dinheiro do caixa. “Pensamos que ele estivesse armado e entregamos o que tinha.”
A população também sofre assaltos. Áreas como a ponte baixa entre a avenida Rio Branco e a Tiradentes são um dos pontos mais perigosos. “Passar durante a noite

Lajeado
A administração municipal, concluiu a obra de contenção da erosão junto à barranca do Rio Taquari, nas ruas Oswaldo Aranha e Rio Branco. O local estava desmoronando por conta da ação do rio. Pedras grês, terra e reforço com vigamento de concreto e ferro foram usados para o reforço.
Projeto do
Executivo é cercar a cidade com câmeras. Em um primeiro momento, está prevista a instalação em 20 pontos
ali é complicado. É muito fácil ser assaltado. São usuários de crack que querem dinheiro para comprar mais droga.”
Em outras áreas centrais, isso também acontece. Ontem, no fim da tarde, Karine Sieben teve o carro, um Fiat Mobi prata, furtado na rua Júlio de Castilhos. Ela publicou o fato em uma rede social.
Comerciantes consideram essencial o monitoramento da avenida Rio Branco, desde a rodoviária até a rua Coronel Müssnich para inibir furtos e arrombamentos. O proprietário de uma loja de
suplementos alimentares, Luciano de Paula, 27, teve a empresa invadida três vezes. As ações ocorreram à noite.
O maior prejuízo foi material. Segundo ele, os autores levavam poucos produtos e o custo maior foi para repor o vidro que havia sido quebrado e para arrumar a porta. “Essa região está crescendo e é um ponto estratégico para fuga dos criminosos.”
Ao lado do estabelecimento dele, uma loja de vestuário também chegou a ser arrombada duas vezes. Na primeira, o vidro da fachada foi recolocado e, poucos dias depois, passou mais uma vez pela ação dos criminosos. A situação parou depois que grades foram colocadas.
Na região, o alvo preferido dos
criminosos é uma farmácia. A empresa se instalou no ponto faz dois anos e foi assaltada pelo menos cinco vezes. A gestora, Livanete Furnaletto, 28, conta que o último ocorreu há cinco meses.
Na maioria das situações, os criminosos agiram durante o dia. “Ele fez um pedido e, quando chegou no caixa para pagar, anunciou o assalto. Pegou todo dinheiro. Em outras vezes, levaram joias das funcionárias e dinheiro das bolsas também.”
A empresa também foi invadida durante a noite. Na oportunidade, itensdeperfumariaforamlevados.
A sequência de assaltos reduziu depois que um guarda foi contratado para auxiliar na segurança. “Aqui é um ponto estratégico, eles conseguem fugir para o Marmitt e outros bairros.”
Com relação à manutenção das estradas, outras equipes do Executivo trabalham na conclusão dos serviços de patrolamento, limpeza de valetas e depósito de material britado no Loteamento Mallmann, ruas Pedro Ruschel Sobrinho e Lindolfo Labres, no bairro Carneiros; rua José Bonifácio, no bairro Hidráulica; Aldino Henz, no Moinhos D'Água; Irmando Weisheimer, no Montanha; todas vias situadas entre as ruas João Mário Rockenbach e José Franz, em Conventos. Além disso, os serviços foram realizados na rua Henrique Eckhardt, Olinda Fleck, Jacob Purper e Érico Weber, nos bairros São Bento e Floresta. No bairro Imigrante, na rua Henrique Otto Scherer, e no Olarias, na rua José Kreutz e transversais e na rua Paulina Seibt.
A demanda por mais segurança no município iniciou em 2011, depois do aumento das ocorrências por furto e roubo. Na época, duas propostas foram apresentadas pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e pela Associação Comercial e Industrial (Acie).
As sugestões não prosperaram. Pelo menos oito pontos haviam sido mapeados e da mesma forma contemplavam possíveis rotas de fuga e os pontos mais críticos como o bairro Boa União, a rodoviária e a rua Geraldo Pereira, próximo do hospital, entre outros locais.
Na segunda-feira à tarde, o governo liberou a Rota do Desenvolvimento. O objetivo da estrada, com extensão de 650 metros, é desafogar o trânsito de veículos pesados no centro, beneficiando o acesso a grandes empresas do município. Também foi realizada a construção de uma ponte e executadas as caixas coletoras, para, futuramente, receberem a pavimentação asfáltica. Em abril, a administração participa de audiência em Brasília para buscar recursos destinados à conclusão da obra.

Idealizado pela Cooperativa Languiru de Teutônia, com apoio da Emater, sindicatos, Capa e secretarias da Agricultura, grupo de técnicos fará estudo para identificar as dificuldades enfrentadas pelos produtores de leite da região.
Conforme o presidente Dirceu Bayer, o projeto busca a viabilidade da atividade e sugere outras alternativas de produção às famílias, como o cultivo de milho. Para ele, com a união de esforços, aproveitando o potencial e as características produtivas regionais, será possível dar sustentabilidade e promover o crescimento das pequenas propriedades.
Em paralelo, será desenvolvido um trabalho de orientação técnica. “O sucesso da nossa iniciativa depende da vontade do produtor em querer melhorar”, afirma.

Segundo o gerente regional da Emater/RS-Ascar, Marcelo Brandoli, a proposta tenta evitar a exclusão de produtores com pouca escala do setor. Sugere um levantamento individual de cada propriedade para conhecer a realidade e os gargalos a serem resolvidos, para depois montar um
Lajeado
A Associação Rural de Lajeado (Arla) realiza, amanhã, assembleia geral no Parque do Imigrante.Aúltimaconvocaçãodoquadro social ocorre às 11h, quando serão tratados os seguintes assuntos: apresentação e votação do balanço financeiro do último exercício; apresentação do relatório do pre-
sidente; deliberação e votação de prorrogação do mandato da atual diretoria.
Também haverá a eleição do conselho fiscal de 2017 e discussão de assuntos diversos. Após, será servido almoço a todos os participantes. A Arla, hoje presidida por Orlando Stein, tem cerca de 400 associados de diversos municípios da região.
plano de ação. O secretário da Agricultura de Estrela, José Adão Braun, reforçou o pedido. “Precisamos realizar um raio-X dos municípios para definição do público-alvo. Hoje muitos produtores estão ‘sobrevivendo’, sem o melhor aproveitamento das suas reais poten-
cialidades”, diz.
Inicialmente, deve ocorrer a coleta de indicadores técnicos, econômicos, sociais e ambientais das propriedades participantes, para, a partir disso, sugerir oportunidades de melhoria.
A presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Teutô-
nia/Westfália, Liane Brackmann, elogiou a proposta e destacou que o cooperativismo é uma alternativa para viabilizar a manutenção da agricultura familiar e levar ao produtor mais conhecimento.
O grupo passa a definir detalhes de como executar o levantamento nas propriedades e de que forma convencer as famílias a participar das ações. Os dados de cada município serão apresentados em uma reunião coletiva com participação dos envolvidos no projeto. A meta é lançar o programa ainda neste semestre.
Embalagens de agrotóxicos podem contaminar o ambiente e causar problemas à saúde humana. Diante desse risco, o município promove a campanha de recolhimento nos dias 24 e 25 de abril. Serão 32 pontos de coleta, abrangendo todas as comunidades. O recolhimento será feito pelas empresas Associação Rural de Lajeado (Arla) e Tritec Equipamentos, sob a coordenação
da Fundação Pró-Rio Taquari e acompanhamento da administração municipal. É essencial que o produtor faça a tríplice lavagem, que deve ser realizado nas embalagens logo após o uso da última dose do agrotóxico. O agricultor deve esvaziar todo o conteúdo no pulverizador, adicionar 1/4 de água ao recipiente, tampar bem, agitar por 30 segundos e despejar a água no tanque do pulverizador, repetindo o procedimento por
três vezes.
Após a lavagem, o recipiente deve ser inutilizado (perfurar o fundo) e armazenado em local coberto até o momento da coleta. Já as tampas das embalagens precisam ser retiradas e guardadas separadamente. Isso possibilitará que os recipientes sejam reciclados e transformados em novos produtos, como embalagens de lubrificantes, caixas de luz e bateria, canos e bombonas de plástico.

Teutônia
Omovimento de carros, pedestres e ciclistas na faixa de domínio da ferrovia obriga o governo a pensar uma alternativa para garantir mais segurança. O Departamento de Trânsito negocia com a Rumo América Latina Logística (ALL), responsável por administrar a linha ferroviária que cruza a cidade. A tratativa iniciou em fevereiro. A intervenção municipal no trecho próximo ao Loteamento Oito, no bairro Canabarro, demanda recursos para estabelecer convênio e possibilitar a pavimentação. A proposta para a Vila Esperança está avançada e integra projeto para abrir uma rua. O fato mais recente de atropelamento aconteceu em julho do ano passado. Um homem de 50

anos caminhava nas proximidades quando sofreu um mal-estar. Ele teve as duas pernas decepadas por um trem de carga. Apesar dos riscos, a comunidade insiste em utilizar os trilhos como atalho para chegar ao centro.
Jovens, idosos e crianças se aventuram na ferrovia. Alunos aproveitam o cruzamento para chegar à Escola Municipal de Ensino Fundamental 24 de Maio.
Em um outro trecho, no fim da rua 20 de Maio, a falta de sinalização e de uma proteção sobre a ponte causa acidentes. Por vezes, carros caem no barranco e ficam sobre os trilhos. Nem todos os incidentes desse tipo chegam ao conhecimento da polícia, mas moradores próximos afirmam que acontecem com frequência.
Segundo o coordenador de
Trânsito, Carlos da Silva, existe a demanda e a proposta para qualificar as margens do trecho que cruza a cidade. A ALL concede a área para pavimentação diante de aluguel. A despesa está fora do orçamento, mas integra pla-
nejamento e estudo para médio ou longo prazo. “É apenas um estudo. Entendemos a necessidade e a importância de qualificar esse ponto para evitar fatalidades, mas a demanda de recursos é o grande empecilho.”
O projeto para prolongar a avenida 1 Leste e ligar ao bairro Canabarro está em estágio avançado. O município recebeu área de terras como doação para abertura da estrada. Segundo Silva, falta aprovação de dois moradores da Vila Esperança. A proposta é criar rota alternativa, em paralelo à Dom Pedro II, passando aos fundos do antigo Parque Ipê e campo do Esporte Clube Canabar-
rense.
Hoje, Canabarro tem duas ruas principais de acesso ao Centro Administrativo e Languiru. A Dom Pedro II e Carlos Arnt estão sobrecarregadas, principalmente em horários de pico. “Temos saídas de empresas, escolas e cruzamentos onde impossibilitam a vazão do trânsito. Precisamos planejar as mudanças para resultar em qualidade e segurança”.

Em Lajeado, por exemplo, cerca de 20% dos mais de 10 mil empreendimentos comerciais são Microempresas Individuais (MEIs). Em todo o país, mais de 50% dos MEIs estão inadimplentes e, hoje, não conseguiriam acesso aos benefícios previstos pela lei

Projeto gera divergências entre sindicatos e patronais. De um lado, críticas a uma possível precarização das condições de trabalho. De outro, otimismo em relação à possibilidade de maior flexibilização nas relações trabalhistas. Textobase foi aprovado na Câmara dos Deputados por 231 votos a favor, e 188 contra. O texto já foi enviado à sanção presidencial.
Reportagem, RodrigoMartini
ACâmara dos Deputados aprovou o projeto de lei 4302, protocolado pelo Executivo em 1998, quando o presidente da República era Fernando Henrique Cardoso, e do Legislativo, Michel Temer. Agora, cabe a Temer, alçado a chefe da nação após o impeachment, sancionar a terceirização irrestrita em empresas privadas e no serviço público.
Com a mudança, as relações trabalhistas serão acordadas entre empregados (pessoa jurídica) e empregadores. Férias, horas extras, piso, salário mínimo, vales, auxílios e demais benefícios assegurados pela CLT passam a depender dessa negociação. As alterações geram divergências,


É algo óbvio. A prestadora de serviço contratada pela empresa precisa de lucro. Logo, vai pagar menos ao funcionário. O mais fraco sempre perde.”
É um avanço, pois define regras claras para algo que já é uma realidade no mundo. São normas compatíveis com as praticadas internacionalmente.”
principalmente entre as entidades representativas dos trabalhadores e as patronais.
Além da terceirização irrestrita em todas as áreas, inclusive na atividade-fim – hoje o Tribunal Superior do Trabalho (TST) só permite terceirizar a atividade-meio –, a câmara também aprovou o aumento do tempo do trabalho temporário de três para seis meses. Tal prazo poderá ser alterado por meio de acordo ou convenção coletiva de trabalho.
Em relação ás obrigações trabalhistas, o texto aprovado nessa quarta-feira estabelece a responsabilidade “subsidiária” da empresa contratante em relação à responsabilidade da empresa de serviços terceirizados pelas obrigações trabalhistas. Antes da alteração, a lei previa a responsabilidade “solidária”.
Heitor müller
Marco Rockembach Presidente da Fiergs Pres. Sindicomerciários
Com o novo método, por exemplo, os bens da empresa contratante só podem ser penhorados pela Justiça se não houver mais bens da fornecedora de terceirizados para o pagamento da condenação relativa a direitos eventualmente não pagos. Já na solidária, contratante e terceirizada respondiam ao mesmo tempo com seus bens para o pagamento das causas trabalhistas. As obrigações previdenciárias, entretanto, devem seguir a regra estipulada na Lei da Seguridade Social, que prevê o recolhimento de 11% da fatura de serviços de
“Um
Opositores à proposta afirmam que as mudanças, de forma gradual, farão com que os empregadores – empresas terceirizadas – passem a substituir a carteira assinada e os direitos trabalhistas ligados a essa por contratos temporários. É essa a posição de Adão Gossmann, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Avícolas e Alimentação em Geral de Lajeado e Região (Stial). “É um golpe contra o trabalhador. Estão rasgando a nossa CLT. Contratos temporários e terceirizados pagam cerca de 30% menos, dobram os acidentes de trabalho e não respeitam os direitos básicos do trabalhador. Terceirizar é lascar com a vida do trabalhador”, opina, citando que 90% dos trabalhadores resgatados em condições de trabalho análogo ao escravo são terceirizados. Hoje, segundo Gossmann, são mais de seis mil pessoas vinculadas ao Stial. Todas trabalham por meio da CLT. “Eles anunciam que com a mudança será possível aumentar salário. Mas não colocam nessa conta todos os benefícios perdidos. Agora, não sabemos qual será o destino desses seis mil trabalhadores. Se forem terceirizados, e o patrão não pagar, quero ver como irão cobrar”, reclama. Para o presidente do Sindicomerciários de Lajeado, Marco Daniel Rockembach, a mudança permite que empresas descumpram as normas coletivas estabelecidas pelos sindicatos. Entre essas, cita benefícios como auxílio-creche e auxílio-doença. Ele rechaça a informação de que a terceirização gera melhor remuneração. “É algo óbvio. A prestadora de serviço contratada pela empresa precisa de lucro. Logo, vai pagar menos ao funcionário. O mais fraco sempre perde.” Ainda sobre as promessas maior oferta de emprego, faz um alerta. “O que vai ocorrer é que as empresas vão demitir quem tem CLT para recontratar via MEI, ou cooperativa, pagando menos. Isso gera, de fato, mais subemprego.”
Segundo Rockembach, já houve casos de médicos arrependidos de terem migrado de um emprego via CLT para uma cooperativa de profissionais terceirizados. “Eles mudaram de regime pensando em ganhar mais. Mas, tão logo perceberam que estavam perdendo todos os direitos básicos, como 13º salário, horas extras e férias, e o único direito era o de trabalhar, se arrependeram.”
Câmara aprova projeto de 1998, que agora vai à sanção de Temer
COMO É HOJE: Não há lei; jurisprudência do TST indica vedação à terceirização da atividade-fim da empresa e permite a contratação para atividades-meio
PROJETO APROVADO: Permite a terceirização de todas as atividades, sem a maioria das regras de proteção ao trabalhador do texto que está em tramitação no Sen
Exigências
COMO É HOJE: Não há; exigências são aplicadas caso a caso, através da Justiça do Trabalho
PROJETO APROVADO: A empresa-mãe deve garantir, por exemplo, em sua dependência, condições de segurança para trabalhadores da contratada. Fica a critério da empresa estender serviços de alimentção e atendimento médico aos terceirizados
COMO É HOJE: A empresa-mãe responde, de forma subsidiária, apenas se fracassar a cobrança da contratada
PROJETO APROVADO: Lei explicita a regra atual, de cobrança subsidiária, que já era aplicada nos tribunais
cessão de mão de obra a título de contribuição previdenciária patronal. Esse recolhimento é feito pela empresa contratante e descontado do valor a pagar à empresa de terceirização. O projeto também define que a empresa terceirizada será responsável por contratar, remunerar e gerenciar os trabalhadores. Ainda, caberá à empresa contratante garantir segurança, higie-
ne e salubridade dos trabalhadores terceirizados. No entanto, a proposta torna isso facultativo a garantia, aos terceirizados, do mesmo atendimento médico e ambulatorial destinado aos empregados da contratante. Além disso, o texto aprovado exclui cláusulas sobre a forma de fiscalização do recolhimento de obrigações previdenciárias e trabalhistas, e também retira
a previsão de multa de R$ 5 mil – por trabalhador prejudicado – por descumprimento dessas obrigações.
“Quarteirização” dos serviços
Outra mudança prevista na legislação trabalhista permite à empresa de terceirização subcontratar outras empresas para
“É viável em algumas empresas”
Giraldo Sandri, presidente do Sindilojas do Vale do Taquari, considera positiva a proposta de alteração dos critérios de contratação. Para ele, a possibilidade de terceirizar alguns serviços facilita a relação entre empreendedores, contratantes e trabalhadores.
“Vejo que é viável em algumas empresas, quando não há a necessidade de tempo integral do funcionário. Daí, ele pode ser contratado por hora. A empresa consegue diminuir custos e o profissional tem a oportunidade de conciliar seu tempo e realizar atividades em mais de um lugar”.
Já o o presidente da Fecomércio, Luiz Carlos Bohn, vê com mais otimismo a aprovação da mudança. “A possibilidade de uma empresa contratar, com segurança jurídica, outra empresa para determinada etapa da produção constitui uma relação simples no funcionamento de uma economia, e permite maior especialização, produtividade e aumento de renda dos trabalhadores”, afirma.”
Quem também acredita em uma maior segurança jurídica às empresas é o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), Heitor José Müller. Para ele, o projeto dá mais proteção ao trabalhador. “É um avanço, pois define regras claras para algo que já é uma realidade no mundo. São normas compatíveis com as praticadas internacionalmente na prestação de serviços ou fornecimento de bens especializados”, diz. O presidente da Fiergs também comenta que a proposta é um passo importante para resolver o principal foco de conflito jurídico nos contratos de terceirização. Segundo ele, o conceito genérico entre atividade-meio e atividade-fim permite interpretações subjetivas. “Isso provoca incertezas nas empresas que, muitas vezes, deixam de contratar por temer sanções da Justiça do Trabalho.”
Por fim, Müller destaca que o trabalhador terá proteção assegurada com a nova legislação. “Isso porque o projeto garante, em contratos de prestação de serviços terceirizados, a responsabilidade subsidiária da contratante por eventuais débitos trabalhistas e previdenciários, já previstos na jurisprudência da Justiça do Trabalho”, afirma.
realizar serviços de contratação, remuneração e direção do trabalho a ser realizado por seus trabalhadores nas dependências da contratante. Esse artifício, entre parlamentares, trabalhadores e dirigentes patronais, é apelidado de “quarteirização”.
A redação do Senado ainda cria um escalonamento segundo o número de empregados da empresa de terceirização. Para aquelas com até dez empregados, o capital mínimo será de R$ 10 mil; de dez a 20, R$ 25 mil; de 20 a 50, R$ 45 mil; de 50 a 100, R$ 100 mil; e mais de cem funcionários, R$ 250 mil. O texto, também já foi aprovado no Senado, permite a contratação para prestação de serviços entre empresas do mesmo grupo econômico. Assim, ambas podem ser comandadas pelos mesmos controladores.
Paverama
Um homem de 25 anos foi preso em flagrante, na tarde de ontem, com 42 tijolos de maconha. Conforme informações

Lajeado

da Brigada Militar, ele viajava em um ônibus da empresa Ouro e Prata com destino a Porto Alegre, e levava a droga dentro da própria mala.
A interceptação do veículo foi feita pela BM na BR-386, em frente ao Posto Rosinha.
Participaram da operação cerca de 30 policiais do serviço de inteligência do Comando de Policiamento da Capital (CPC), do Batalhão de Aviação (BAvBM) e Patrulhas


Especiais (Patres) do BOE. Eles usaram um helicóptero na ação. Antes, haviam feito levantamento e monitoramento do homem. Ele estaria transportando drogas oriundas de Guaíra (PR) para Porto Alegre e Região Metropolitana.
Após a prisão, o homem foi conduzido à Polícia Federal de Porto Alegre. Ele não teria antecedentes criminais, e seria morador de Novo Hamburgo

Quatro suspeitos de tráfico foram detidos pela Brigada Militar na noite dessa quarta-feira. Por volta das 22h, durante patrulhamento no bairro Igrejinha, policiais perceberam um homem correndo após ver a aproximação da viatura. Ele entrou em uma casa. Ponto conhecido por venda de entorpecentes.
Os militares encontraram outros três indivíduos dentro da residência. Em uma mesa na garagem, encontraram 103

gramas de maconha, 3,4 gramas de cocaína, balança de precisão, material para embalar droga, R$ 667 em dinheiro, além de um caderno com anotações.
Lajeado
A Polícia Civil (PC) deteve no fim da manhã de ontem um homem que havia fugido do Presídio Estadual de Lajeado. João Vitor da Silva, 25, foi encontrado por volta das 11h20min na rua Osvaldo Aranha. Ao ser abordado pelos policiais ele se jogou no Rio Taquari para tentar fugir dos policiais.
A tentativa de fuga não deu certo, pois João foi capturado poucos minutos depois pelos agentes da Seção de Investiga-


Ao ser abordado pelos policiais, homem tentou fugir pelo Rio Taquari
ção da PC. Ele foi encaminhado à Delegacia de Pronto Atendimento (DPPA) e, logo após, reconduzido ao sistema prisional.


Municipal Futebol 7
O Departamento de Esportes de Paverama convoca os representantes dos clubes interessados em participar do Campeonato de Futebol 7 do
Parque 13 de Abril para a reunião decisiva. Ocorre na quinta-feira, 30, às 19h, na Biblioteca Municipal. A competição inicia no dia 4 de abril, em três categorias (feminino, força livre e máster).
Depois do empate com o Ypiranga, o técnico Antônio Carlos Zago pensa na equipe para o duelo com o São José neste domingo. No jogo em Erechim, o volante Rodrigo Dourado recebeu o terceiro cartão amarelo.
Antônio Carlos também contabiliza tem as baixas de Marcelo Lomba (dores na região lombar), Alemão (quadril),

Carlinhos (lesão muscular na coxa esquerda), Eduardo Sasha (cirurgia no tornozelo direito) e Carlos (cirurgia na mão esquerda).
O São José confirmou nessa quarta-feira a alteração do local da partida contra o Inter, marcada para domingo, às 16h, pelo Campeonato Gaúcho. O
jogo será disputado no Estádio do Vale, em Novo Hamburgo O confronto pode ser decisivo na briga por classificação à próxima fase do Gauchão.
O Zequinha enfrenta problemas para conseguir a liberação por parte do Corpo de Bombeiros para receber público no Estádio Passo D'Areia. Na segunda-feira, o jogo contra o Brasil de Pelotas ocorreu com portões fechados.
Grêmio
Neste domingo, 26, a partir das 13h, ocorre a Copa dos Refugiados na Arena. Participam 110 atletas migrantes e refugiados. Eles representam seus países de origem, como Senegal, Angola, Haiti, Venezuela, Colômbia e Peru. O evento de inclusão social faz parte do calendário da 58ª Semana de Porto Alegre
O ingresso será um quilo de alimento não perecível, dentro da
validade e em embalagem lacrada, a ser enviado aos refugiados atendidos pela Paróquia Nossa Senhora da Pompéia, na capital.
A Copa, dividida em oito equipes, inicia às 13h, com o cerimonial de abertura e sorteio dos jogos, entre 14h e 16h, e premiação e encerramento às 17h. De acordo com um dos organizadores, Rodrigo Vicêncio, a iniciativa busca gerar maior protagonismo a essas pessoas que escolheram o Brasil como seu novo lar e proporcionar
maior integração com a cidade. Na ocasião, refugiados e migrantes poderão enviar e receber mensagens às famílias. Também farão parte do álbum de figurinhas da Copa, para compartilhar currículos e encontrar oportunidades de emprego. Além disso, serviços complementares gratuitos, como exames básicos de saúde e auxílio jurídico, serão oferecidos. Mais informações sobre o evento podem ser encontradas no www.copadosrefugiados.com

Após quatro meses em recuperação de três cirurgias, Raul voltou a treinar com bola na segunda-feira. Uma das grandes promessas das categorias de base do Grêmio, o lateral-direito quer aproveitar as chances que receberá com o grupo de transição para conquistar a atenção do técnico Renato Portaluppi.

Gilmar Dell Osbel, o “Pantera”, e Fabrício Barbieri organizam eventos esportivos em Progresso. Faz anos, comandam a Liga de Futebol Amador de Progresso (Lifap) e preparam para abril o início do campeonato municipal de veterano.


No fim de semana, duas situações chamaram a atenção dos esportistas na região. Na decisão do Intercamping, em Marques de Souza, um dos árbitros, após se sentir acuado, agrediu um dos atletas. Depois foi atacado por outros jogadores.
Em Cruzeiro do Sul, uma partida do municipal de campo, pela categoria titular, foi apitada por dois árbitros e não teve bandei-



A Liga de Futebol Amador de Progresso (Lifap) escolheu no sábado a nova corte do esporte. Representante do Flamengo, de Xaxim, Taís Ferla recebeu a faixa de rainha. As princesas são Francine Kich e Alice Markmann.
A terceira edição do ValeCiclismo ocorreu no fim de semana. O evento circulou por diversos municípios e reuniu 245 ciclistas.

rinhas. A situação aconteceu porque um dos responsáveis por apitar não tinha condições de trabalhar. No jogo pela categoria aspirante, ele foi substituído por um morador do município.
Após o episódio, a administração municipal, organizadora do evento, cancelou o contrato com a equipe de arbitragem. A partir de agora, a Solar/ARA será responsável por dirigir as partidas. Tem coisas que só acontecem no futebol amador.
Presidente da Lilafa, Danrlei Christ informa que hoje deve haver uma definição sobre o municipal de Lajeado. Segundo ele, existe a possibilidade de o campeonato ser disputado apenas na categoria titular.
ezequiel@jornalahora.inf.br
Languiru

Os finalistas do Abertão da Languiru, em Teutônia, e da Copa Pituca, em Arroio do Meio, serão definidos hoje.
A partir das 19h30min, em Teutônia, inicia o confronto entre Mega Embalagens e Flamengo, pela categoria feminino.
Após, o Frigorífico Angus enfrenta o IMEEC Sião pela máster.
A rodada segue com Rudi Bar versus Força Jovem (veterano),
Karandiru versus Celtic (sub-20) e Flamengo versus Belport Sistemas e Segurança.
Na semana passada, avançaram para as finais Eletro Diesel Hirt (feminino), Teuto Luz (máster), Beija Flor (veterano), IMEEC (sub-20) e Kaxa-Baxa (força livre).
Os jogos da Copa Pituca iniciam às 20h15min, com Atrevidos versus Terça 7 e Esbórnia versus Contra Ordem 21.
Divisão de Acesso
Depois de perder por 2 a 1 para o Brasil, em Farroupilha, e sair da zona de classificação para a próxima fase, o Lajeadense foca na partida contra o São Luiz, de Ijuí. O jogo ocorre neste domingo, às 16h, na Arena Alviazul. Os ingressos serão vendidos na hora ao preço de R$ 10 (arquibancada) R$ 20 (cadeira) e R$ 30 (visitante). Sócios em dia não pagam. Estudantes, apresentando carteirinha 2017, pagam meia-entrada.
No primeiro minuto, Gustavo cruzou e Maikel abriu o placar para o Brasil. Aos 26 minutos da segunda etapa, Rafael, o “Alemão”,acertouumchutesensacional e ampliou a vantagem. Aos 33 minutos, Maranhão tocou para Flávio Torres, que descontou para o Lajeadense. O representante do Vale do Taquari criou novas oportunidadesparaempatar,masnão obteve êxito. Antes do apito final, ainda perdeu Kaiser, expulso por levar o segundo cartão amarelo.
Acompetição de veteranos deste semestre inicia no dia 30 com a participação de sete equipes. As rodadas ocorrem em terças e quintas-feiras, a partir das 19h15min, no gramado sintético.
Os sete clubes se enfrentarão em turno único, jogando todos contra todos. Os dois melhores avançam para as semifinais. O terceiro colocado enfrenta o sexto e o quarto enfrenta o quinto em jogo extra. Os vencedores se juntam aos semifinalistas e os perdedores se enfrentam na final da Série Prata.
Participantes Alcatraz FC, Tabajara/CBM, Coringa/ Gesso Piá, Renegados A, Renegados B, Kamikazi/Polêmicos e Cataluna.


AGENDA 3ª RODADA
Sábado
Primeira divisão 12h15minGaleraxViracopos 13h30minMercenáriosxCataluña 14h30minRenegadosxTabajara/ Agaeletro 15h30minR7xTabajara/CBM 16h30minFuteBar AvaíxArranca Toco 17h30minPolêmicosxReal Madruga

Duas equipes tentam manter o 100% na elite
A terceira rodada da Copa Sete/CBM/ STR Supermercados ficará marcada por confrontos entre equipes invictas. Abrindo a etapa, Galera e Viracopos buscam a primeira vitória, depois de empatarem na estreia. Mesma situação de Renegados e Tabajara/Agaeletro, às 14h30min. Outro jogo que colocará equipes invictas frente a frente ocorre às 15h30min – R7 e Tabajara CBM.

R7 e FuteBar Avaí têm 100% de aproveitamento.
Galera, Tabajara/CBM, Tabajara/Agaeletro, Viracopos e Renegados estão invictos.
Claiton e Neura dos Santos acom panharam no sábado os jogos dos filhos Diogo e Daniel pela se gunda rodada da Copa Sete.

Renegados/Cheff Leon e Sobras têm 100% de aproveitamento. Taurus, Só Pela Ceva, Alcatraz e UFC também não sabem o que é perder.
Segunda divisão 12h15minCoringaxUFC 13h30minSó Pela CevaxSobras 14h30minFuteBar AvaíxDogs United 15h30minAlcatrazxSó Na Sorte 16h30minMercenáriosxDinamite 17h30minKamikazixKanxeiros
A segunda rodada pôs frente a frente os Tabajara/CBM e Tabajara/Agaeletro. O

Segunda divisão 9h15minDebilitadosxJéDuCa 10h30minTaurusxRenegados/Chef Leon 11h30minCopeirosxRenegados/Vidroauto
Domingo Veterano
Dia 30 - 1ª rodada 19h15minRenegados BxTabajara/CBM 20h30minCataluñaxRenegados A 21h20minCoringaxKamikazi
Primeira divisão Tabajara/CBM1x1Tabajara/Agaeletro R72x1Cataluña Polêmicos0x2FuteBar/Avaí Futebolzinho3x1Real Madruga Cervejetarianos0x1UFC Barsemlona4x1Arranca Toco
Segunda divisão Mercenários3x5Só Pela Ceva Copeiros1x3Sobras Taurus5x3Dinamite Debilitados1x2Renegados/Vidroauto FuteBar Avaí1x4Renegados/Chef Leon Kamikazi5x3JéDuCa Coringa4x2Dogs United Só Na Sorte4x2Kanxeiros Alcatraz3x3UFC
Lajeado, Sexta-feira, 24 de março de 2017
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