Fundado em julho de 2002

FUMICULTURA
Ministro visita produção
Lajeado, quinta-feira, 21 de julho de 2016
Ano 13 - Nº 1639
Avulso: R$ 2,00
Fechamento da edição: 21h
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Fundado em julho de 2002

FUMICULTURA
Lajeado, quinta-feira, 21 de julho de 2016
Ano 13 - Nº 1639
Avulso: R$ 2,00
Fechamento da edição: 21h
Industriários participam hoje de reunião com a direção da BRF em Marau. Dependendo do resuldado, sindicato não descarta greve na unidade de Lajeado. Desde segunda-feira, trabalhadores da Minuano
mantêm paralisação. Ontem, cerca de 1,4 mil pessoas integraram ato. O impasse sobre o reajuste da categoria ocorre desde março. Manifestantes pedem reposição da inflação. Empresa oferece 5,7%.
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Ministro da Agricultura, Blairo Maggi, visitou lavouras de tabaco e reforçou a importância da atividade.
Página 11
PREFEITURA DE LAJEADO
Edital de licitação está em fase final de homologação. Pintura e manutenção do prédio podem durar até 90 dias.
CRUZEIRO DO SUL
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Redutores instalados após atropelamento de criança estariam fora do padrão. Executivo atende orientação do MP.

Página 9
TEMPO NO VALE
Manhã de muito frio. Tarde com predomínio do sol
Mínima: 5°C - Máxima: 15ºC
INSTITUIÇÕES EM DIFICULDADES: o Hospital Bruno Born, de Lajeado, e o Hospital Estrela trabalham acima da capacidade. Leitos de emergência e de UTI estão sempre ocupados. Redução dos serviços na capital e falta de leito em outras casas da região provocam percalço
O anúncio das obras de asfaltamento em trecho de três quilômetros da rodovia anima moradores de Arroio do Ouro. Por outro lado, suscita o alerta sobre o excesso de velocidade. Famílias relatam abusos cometidos principalmente por caminhões, e sugerem a ins-
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talação de lombadas. Além do risco de acidentes e atropelamentos, ressaltam os estragos na estrada causados pelo fluxo de veículos pesados. Aguardada faz mais de 30 anos, a pavimentação custeada pelo município foi autorizada pelo governo do Estado.
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a visita ao Vale do Rio Pardo, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, falou aquilo que integrantes da cadeia produtiva do tabaco queriam ouvir. Na linguagem popular, jogou para a torcida. Prometeu defender os interesses dos produtores, realçou a importância de manter as receitas dos municípios que dependem da atividade. Ficou no raso e no comum. Um ato político para marcar território e aproveitar para denegrir um pouco mais o antigo governo petista.
A importância econômica no cultivo é indiscutível. Apesar dos esforços para diversificação, falta encontrar uma atividade paralela com a rentabilidade semelhante ao tabaco, cultura responsável pelo sustento de milhares de famílias. Sobre o hábito de fumar, a sociedade conhece seus malefícios. Agora pouco se fala sobre o impacto na saúde do produtor. O agrotóxico usado nas folhas do fumo causa diversos problemas. Atinge o sistema nervoso central, além de provocar danos no
fígado, nos rins e está associado a diversos tipos de câncer.
Além da aplicação do veneno, a colheita também é nociva. Como ocorre nas primeiras horas do dia, as folhas úmidas pelo orvalho soltam uma toxina. Ao entrar em contato com o trabalhador, pode causar a doença da folha verde, um tipo de intoxicação aguda provocada pela absorção de nicotina pela pele. Os sintomas parecem com os da leptospi-

Sobre o hábito de fumar, a sociedade conhece seus malefícios. Agora pouco se fala sobre o impacto na saúde do produtor.
rose e confundem no momento do diagnóstico. Contato com folha do fumo faz o nível de nicotina no sangue deles ser até 700% maior que o de fumantes. Estudos comprovam essa interferência da produção na qualidade de vida dos fumicultores. O agrotóxico interfere na saúde mental de muitas pessoas. Em alguns casos, estudiosos acreditam no desenvolvimento de depressão. No estágio mais elevado do mal, estão os suicídios. Venâncio Aires, por exemplo, lidera o número de casos no país.
É preciso encontrar um equilíbrio entre a renda dos agricultores e a saúde. As famílias envolvidas no cultivo precisam conhecer os riscos. A partir disso, é uma escolha. Implementar a diversificação de culturas exige trabalho. Mais do que na lavoura de fumo, pois em três meses de cultivo se alcança uma renda suficiente para o sustento em um ano. Em média, são R$ 20,3 mil gerados por hectare de tabaco.
A cadeia produtiva tem números expressivos. Gera para
os cofres públicos mais de R$ 13 bilhões em impostos. O país é o segundo maior produtor do mundo. Mas os métodos impostos na atividade precisam ser questionados e debatidos. O ganho financeiro vem carregado de malefícios. É claro que, enquanto houver fumantes, haverá plantio. Talvez tenha sido esse o principal motivo da visita de Maggi. Posicionar o governo interino como defensor da produção. O ministro, um dos maiores produtores de soja do país, não falou sobre a indústria fumageira. Se ateve à produção primária. Poderia ter avançado sobre o tema e prometido interferir na negociação desigual dos agricultores com as multinacionais que dominam esse mercado. Essa seria uma atitude que caberia manchete. “Ministro interfere em defesa dos fumicultores na queda de braço com a indústria.” Mas, estranhamente, nenhuma linha sobre esse assunto. Pois a cada ciclo, a cada plantio, a imposição empresarial se sobrepõe ao interesse das famílias de agricultores.
ÍNDICEMÊSÍNDICE MÊS (%) ACUMULADO ANO (%)
ICV Mes (DIEESE)06/160,454,72
IGP-DI (FGV)06/161,636,01
IGP-M (FGV)06/161,695,91
INPC (IBGE)06/160,475,09
INCC06/161,523,80
IPC-A (IBGE)06/160,354,42
Mínimo/2016 R$ 880,00
07/160,16211,0997
BOLSAS DE VALORES PONTO VARIAÇÃO
(ALE)9.9640,00 Merval (EUA)11.4000,00 Cotação do dia anterior até 17:45h, Valor econômico. Ouro
Comentário sobre a matéria“Vereadorprotela verba à Casa de Acolhimento”
Gostaria de saber onde está a prestação de contas de todas as entidades que recebem/receberam dinheiro público. Qual o local público, link, que o cidadão deve usar para ter acesso a esses documentos.
EduardoThomas


Comentáriosobreaco-
Esse deputado mesmo festejou o aumento do ICMs no RS. Agora sei por que tanta alegria.
ValmirOsterkamp












Rodrigo Martini
martini.jornal@gmail.com lentem.wordpress.com
Moral é o conjunto de regras adquiridas por meio da cultura, tradição, educação e cotidiano. Deveria orientar o bom comportamento do ser humano na sociedade. Na política, não passa de um termo frívolo e esquecido no fundo do bolso do paletó.
Faz pouco mais de dois meses escrevi sobre o constrangimento pairando sobre os ocupantes dos Cargos Comissionados (CCs) de Lajeado, outra vez questionados pelo Ministério Público Estadual. Esperava que a simples divulgação dos fatos fosse suficiente para cada um dos citados deixar de forma espontânea o emprego. Um amargo engano. Como era de se esperar – já que uma mesma decisão judicial fora tomadaumanoantes–,oTribunal de Justiça acatou o pedido do procurador-geral do Estado. A exigência é pela exoneração de 127 CCs, e posterior extinção desses cargos. Em um português inculto, o MP e a Justiça consideram “inúteis” tais funções.Umfardoparaoscofresdo município. Há, claro, formas mais brandas de descrever os cargos. “Inconstitucionais” ou “irregulares” são termos mais adequados. Até por respeito aos ocupantes, pois muitos têm capacidade para prosperar na iniciativa privada. Basta querer. Mas como é a segunda vez – em
dois anos – que o pleno do Tribunal gaúcho decide pelas exonerações, não há como ser sutil com o governo. É de se concluir, sem sombra de dúvidas, que 66 cargos de “chefe” em uma administração com 14 secretarias municipais é um despropósito.
Além desses, Lajeado tem mais 92 CCs disponíveis à farra dos partidos coligados, com salários que vão de R$ 1 mil a R$ 9,5 mil. São 158 no total. É muito. E como todos estão carecas de saber, a maioria é ocupadapelos“cumpádis”quevão às ruas buscar votos para o gestor. São aqueles mesmos que você vê nas redes sociais – ou botecos – defendendo com “unhas e dentes” o governo.
Nada diferente das gestões passadas. Essas, da mesma forma, sempre utilizaram da vulgar artimanha para torrar o dinheiro do contribuinte em detrimento aos concursos públicos para profissionais formados. Aliás, ações do MP do Estado pedindo a extinção de CCs também foram ajuizadas contra a ex-prefeita. E ela nada fez. Mas esse descompromisso com a moralidade e o bom uso dos recursos dos contribuintes não pode ser jogado só no colo dos prefeitos. É preciso – e muito – apontar o dedo para os nove vereadores que, no fundo, estavam bem cientes da ilegalidade ao aprovarem a recontratação dos CCs em setembro pas-

Segundo informações extra-oficiais, a lista prometida pelo MP sobre a Operação Lavoisier –que investiga a venda de alimentos vencidos em Lajeado – não trará restaurantes, pizzarias, minimercados e afins. O único estabelecimento comercial que supostamente comprou produtos estragados seria aquele já divulgado. Os demais compradores seriam só pessoas físicas.
sado, só quatro dias após o governo demiti-los a mando da Justiça. É incrivelmente constrangedora a situação em que esses parlamentares – e o prefeito – colocaram nossa Lajeado perante a Justiça estadual. Pensavam, eles, ser suficiente mudar algumas letras da antiga legislação para tornar tais CCs moralmente e juridicamente aceitáveis.
Diante desse “jeitinho” utilizado pelos agentes públicos para manter empregados seus fiéis correligionários, era óbvia a nova condenação do município. E o que fará o nosso gestor diante de tal imoralidade? Vai recorrer. Fará de tudo para não prejudicar aqueles que lhe ajudarão.
Estamos vendo claramente a forma politiqueira como a gestão pública é conduzida e, pior, fiscalizada. Afinal, como esperar uma análise mais apurada do projeto que recontratou os CCs se muitos vereadores são justamente os responsáveis pelas indicações de nomes para esses cargos?
Mais uma vez, a falta de probidade dos vereadores e do gestor ficou perceptível. E por mais que o constrangimento tenha sido insuficiente para evitar a nova lei, ao menos o embaraço transpareceu na sessão passada do Legislativo, quando nenhum parlamentar teve a hombridade de tocar no assunto.
Maquiavel MP

– O pastor Eric Nelson, da Comunidade Evangélica de Lajeado, puxa minha orelha: “Na coluna de 14/7/16, onde falas do PSC, dizes ‘a saída dos cristãos da base governista’. Fiquei quase chocado com o uso do termo. Sei que o ‘C’ significa ‘cristão’, mas não fica bem usar um termo tão caro, rico historicamente e abrangente para se referir a partido político.”
– Reiterando: na sessão filmada da câmara de vereadores de Lajeado do dia 5, que não foi ao ar, teve vereador fazendo campanha parapré-candidatoachefedoExecutivo.Seopromotoreleitoralquiser, as gravações ainda existem. Ainda...;
– O Conselho Superior do MP homologou o arquivamento do inquérito que investigava irregularidades nos contratos de limpeza urbana de Lajeado no período de 2009 a 2013. E faz um ano que o promotor local pediu – e não levou – o rompimento do contrato com a Mecanicapina;
– Em Bento Gonçalves, o Ministério Público Eleitoral ajuizou duas representações por propaganda eleitoral antecipada de pré-candidato a prefeito e de pré-candidato a vereador. Isso porque ambos mantinham páginas no Facebook com caráter patrocinado; – Ctrl C + Ctrl V? Projeto de lei protocolado pela mesa diretora da Câmara de Vereadores de Colinas estabelece subsídios. Mas, com uma gafe monstruosa. No artigo 1º da proposta, consta: “Os ocupantes de cargo em comissão de secretários municipais de Estrela”; – O escrivão designado do cartório da 2ª Vara Judicial da comarca de Teutônia mandou bem ao revelar publicamente o déficit de servidores. Espero que não sofra punição por isso;
– Na câmara de Lajeado, alguns vereadores estão atordoados com a suspensão das filmagens. Muito porque cada um tem direito a dez minutos de fala após as votações. E, com a transmissão na íntegra, esse tempo extra se tornou uma boa plataforma de campanha. É impressionante como tudo vira artimanha eleitoreira.
“Osquevencem,nãoimportacomovençam, nuncaconquistamavergonha.”

SANTA CLARA DO SUL – A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Rural informa a liberação do tráfego de veículos na avenida 28 de Maio. O trânsito estava interrompido devido à
colocação da camada asfáltica sobre a base de paralelepípedo, no trecho entre as ruas Otmar Jacob Ely e Capitão Nicolau Klein. A próxima etapa da obra prevê a pintura do local.

Segundo Gossmann, os valores são considerados baixos e as propostas de representantes das duas empresas estão atreladas pela relação de prestação de serviços entre ambas. O fator, afirma, motivou o manifestação em frente da BRF. “Como as negociações são as mesmas, resolvemos fazer esta mobilização. Dependendo do resultado, teremos greve. Este é um ato é simbólico.”
Em frente da unidade, o grupo usou carros de som e cartazes na tentativa de mobilizar trabalhadores. Representantes também mantinham mobilização em frente à Minuano. A BRF tem cerca de 3,2 mil trabalhadores na unidades, de acordo com estimativa do sindicalista. Com as linhas de produção ligadas à avicultura em férias coletivas, cerca de mil mantêm as atividades no abatedouro de suínos.
A concentração de trabalhado-
com o uso de carros de som para reunir os trabalhadores. Apesar de não haver registros por perturbação, reclamações quanto a barulho são relatadas por integrantes da Brigada Militar (BM).
Entre o início da mobilização e a tarde de ontem, existe o histó-
ampliar mobilização para BRF
rios à greve.
Pelas redes sociais, representantes do Stial reclamam da postura adotada durante a mobilização. Em uma das publicações de ontem, acusam dirigentes da Minuano de limitar o uso de transporte para trabalhadores que aderiram à paralisação. Na terça-feira, a queixa era pelo envio de mensagens por celular para oferecer bonificação a quem tivesse trabalhado na segunda-feira e mantivesse a carga horária. De acordo com o registro, também houve a divulgação de vagas de emprego para a unidade. As oportunidades constam nos perfis oficiais da Minuano.
Desde o início da mobilização, a Companhia Minuano de Alimentos tem restringido os posicionamentos sobre a greve a comunicados oficiais. Ontem, foi emitido o segundo. No documento, a empresa confirma reunião para tratar sobre o reajuste de salários. Destaca dificuldades no setor agropecuário, principalmente o avícola, assim como o andamento das atividades da unidade no município e com a cadeia produtiva. Karine
Segundo a capitã Karine Brum, um dos motivos é a falta de representação das testemunhas. A exigência de apresentação de uma testemunha para esse tipo de caso pelo Ministério Público tem dois anos. “Colegas têm recebido ligações sobre perturbação, mas as pessoas desistem de representar.”
Entre os moradores das proximidades da empresa, também existem percepções divergentes. Mesmo com o início da mobilização na madrugada, a moradora Miriam Fantoni, 56, vê o ato como parte da rotina de um município em desenvolvimento. Faz 30 anos que ela reside a meia quadra da unidade e classifica a ação como uma reivindicação de direitos. O aposentado Valdir Becker, 59, vê a situação com normalidade. Vizinho da empresa, acompanhou pelo menos quatro greves. “Eles estão certos. Não estão pedindo nada mais que o merecido e a movimentação está dentro do tolerável.”
A ação de interdito proibitório feita pela Minuano à Justiça foi negada pela 1ª e 2ª Varas Cíveis.
O recurso é utilizado para evitar a concretização de ameaças contra o patrimônio. A alegação da empresa era que havia a restrição do acesso à empresa de mercadoria ou funcionários contrá-
A Companhia Minuano de Alimentos, visando garantir a transparência com seus funcionários e parceiros, vem a público comunicar que já tem agendada reunião de negociação para discutir o Acordo Coletivo com o sindicato da categoria, para reajustamento de salários dos seus empregados. A reunião acontecerá nessa sexta-feira, dia 22 de julho, na sede do Sindicato dos Trabalhadores nas
Indústrias de Alimentação (Stial).
O setor agropecuário, principalmente o avícola, está enfrentando um dos momentos mais difíceis da sua história. A Minuano preocupa-se, não só com o andamento das atividades da sua unidade em Lajeado/RS, mas com uma cadeia de produção que gera renda para milhares de famílias que dependem direta ou indiretamente desse setor.
Vale do Taquari
As baixas temperaturas trouxeram à tona a dificuldade de atendimento nos hospitais da região. Com poucas opções nos demais municípios, pacientes do Vale recorrem ao Hospital Bruno Born (HBB), em Lajeado, ou ao Hospital Estrela.
Além de atender a população do Vale, o HBB tem recebido pacientes de outras regiões. De acordo com a administração, entre os dias 4 e 14, foi registrada superlotação nas UTIs em diversas ocasiões. A situação chegou a comprometer os atendimentos eletivos nos dias mais críticos.
O principal problema acontece nas UTI adulto, neonatal e pediátrica, todas registrando superlotação ao longo dos últimos meses.
A emergência também precisou oferecer um serviço além da capacidade, como explica o diretor-executivo do HBB, Cristiano Dickel, “A sala crítica da emergência também estava lotada ao máximo, o que restringia o acesso de casos graves, e com pacientes em espera nos outros ambientes do hospital.”
Até ontem à tarde, os atendimentos na emergência tinham sido normalizados.
Para tentar garantir o atendimento nos períodos mais críticos

Estamos tentando ampliar o tempo de permanência na UPA [...]
Glademir Schwingel
Secretário de Saúde de Lajeado
do HBB, os respiradores da UPA são emprestados para a emergência crítica. Outras medidas de curto prazo têm sido tomadas de acordo o secretário da Saúde, Glademir Schwingel. “Estamos tentando ampliar o tempo de permanência na UPA, além disso precisamos aperfeiçoar as informações de ocupação nas UTIs.”
Schwingel lembra que o problema não é exclusividade do Vale. “Não é um problema fácil de resolver, porque todo o estado
Lajeado
A Secretaria de Obras e Serviços Urbanos (Sosur) executou ontem, uma operação tapa buracos na Av. Senador Alberto Pasqualini. O trecho recuperado abrange toda extensão da avenida que corta o trevo de acesso principal à cidade, no sentido do Bairro
São Cristóvão ao Centro. Segundo o titular da pasta, Osmar Rossner, foram utilizadas 19,82 toneladas de asfalto para recuperação de uma das pistas do trecho. Fiscais do Departamento de Trânsito auxiliaram na sinalização das obras bem como na orientação dos motoristas. Nos próximos dias, a Av. Beira
Rio, no Bairro Conservas, receberá operação semelhante. Também há previsão para operação ocorrer na Av. Henrique Stein Filho,no Bairro Jardim do Cedro. Paralelamente, outra equipe da Sosur dá andamento à recuperação de estradas não pavimentadas nos bairros Centenário e Conventos.
UTI adulta
15 leitos SUS e 5 privados
UTI Neonatal
4 leitos SUS e 2 privados
UTI pediátrica
3 leitos SUS e 1 privado
ridos aos leitos. De acordo com a administração, a ocupação dos leitos ultrapassa a capacidade do hospital. Os setores mais procurados e com picos de lotação são as clínicas médica e cirúrgica, além do Pronto Socorro.
Projetos
está esgotado”, destaca. O secretário ressalta que as dificuldades aumentaram com a redução de internações nos hospitais de Porto Alegre. “É um efeito cascata, falta leitos na capital e isso acaba estourando aqui.” Mesmo com as dificuldades, o secretário garante que o problema está equalizado neste momento em Lajeado.
O problema se repete no município vizinho. No Hospital Estrela, pacientes aguardam na emergência para serem transfe-
Em reunião com representantes do governo do Estado na quinta-feira passada, algumas medidas foram apontadas para tentar resolver o problema. A principal cobrança é que os projetos de UTIs previstos para Teutônia, Arroio do Meio e Encantado saiam do papel.
Na avaliação de Schwingel, a realização desses projetos é fundamental para reduzir a sobrecarga dos hospitais regionais. “Nossa orientação é que a verba da Consulta Popular, totalizada em R$ 500 mil, seja usada para dar andamento a esses processos.”


Pavimentação ocorre em trecho de 850 metros
Cruzeiro do Sul
Um trecho de 850 metros das ruas Laura Centeno de AzambujaeAlbinoFleck,achamadarua do Morro, está interditado. No local, são realizadas obras para a pavimentação asfáltica. Asmáquinaspreparamosolo. Segundo a responsável pelo Departamento do Meio Ambiente, Cristiane Welter, também estão sendo retiradas algumas árvores. Conforme a coordenadora do Departamento de Trânsito, Camila Scheibel, é necessário que os usuários procurem vias alternativas. Os ônibus também mudam o roteiro.
Santa Clara do Sul

Prefeitos dos municípios que integram o Consórcio Cipae G8 entregaram, na terça-feira, ofício ao delegado da Receita Federal de Santa Cruz do Sul, auditor fiscal Leomar Padilha. No documento, eles pedem a doação de um caminhão adaptado com uma prancha para transportar uma escavadeira hidráulica e um ônibus a ser utilizado para passeios turísticos dentro da rota Caminhos das Cascatas. Devido ao ano eleitoral, o delegado informou ser inviável fazer a doação neste momento. Há possibilidade de ela ser reavaliada no início de 2017.
obra por parte do município e renova as esperanças da comunidade. Porém, os moradores também demonstram preocupação com o excesso de velocidade na via.
A agricultora Sandra Petry Weber, 50, mora às margens da rodovia faz 29 anos. Segundo ela, todas as vezes em que a estrada é arrumada, motoristas exageram na velocidade deixando a população em perigo.
“Esses dias fui jogada para fora da estrada por um caminhão que seguia no sentido contrário”, alega. Conforme Sandra, o fluxo de veículos é intenso, mas as carretas são o principal foco das reclamações.
A preocupação aumenta devido ao grande número de crianças que aguardam o ônibus escolar às margens da rodovia,
relata. A moradora afirma que, além da ERS- 129, os excessos também acontecem na rua das Acácias, onde fica a propriedade dos pais dela.
“É uma via com curvas acentuadas, mas mesmo assim insistem em dirigir rápido”, ressalta. Para ela, a chegada do asfalto acabará com a poeira, mas pode gerar ainda mais casos de abusos na velocidade.
“Será preciso ao menos dois quebra-molas”, acredita. Nascido e criado na localidade, Nelson Hauschild, 54, concorda com Sandra. Para ele, se não houver a possibilidade de instalar lombadas, será necessário pensar em outros tipos de redutores.
“Se hoje ninguém respeita, imagina com o asfalto”, aponta. Segundo Hauschild, o excesso de velocidade só não ocorre quando a estrada apresenta poucas condições de trafegabilidade.
Também morador das margens da ERS-129, Dirson Hauschild, 57, afirma que o excesso de velocidade se tornou assunto
na comunidade. Para ele, os quebras-molas são a melhor forma de evitar acidentes ou mesmo atropelamentos.
Conforme o morador, além da alta velocidade, os caminhões também passam carregados com excesso de peso, a ponto de estragar a via. “As conservações nunca duram por causa do fluxo intenso de veículos pesados”, assinala.
De acordo com Hauschild, é preciso uma forma de evitar o problema para garantir a conservação do asfalto. “Esperamos por
muitos anos por essa conquista. Tem que fazer durar”, ressalta. Lembra que ouviu falar sobre a obra pela primeira vez ao fazer 18 anos e tirar o título de eleitor. “Meu pai dizia para votar em candidatos daqui para conseguirmos a pavimentação. Ainda estou aguardando”, alega. Mesmo com as diversas promessas ao longo dos anos, o morador confia na execução dos trabalhos ainda neste ano, principalmente após o convênio para municipalizar o trecho.
A administração municipal informa que o projeto para o asfaltamento do trecho está em elaboração. A permissão para a obra foi obtida por meio de um convênio assinado com a Secretaria Estadual de Transportes e o Daer no fim de junho. A proposta inclui a pavimentação em um trecho de três quilômetros. O valor total da obra é de R$
3.083.995,09 e os recursos são próprios do município. O Daer ficará responsável pela fiscalização da execução do convênio, com a prerrogativa de orientar e administrar os trabalhos. A ERS-129 é uma das principais vias de escoamento da produção. A rodovia também é uma ligação entre Estrela e Bom Retiro do Sul.

AJustiça concedeu recuperação judicial a Laticínios Hollmann. A sentença foi expedida pela juíza da 1ª Vara de Teutônia, Ângela Lucian. A empresa será acompanhada por dois anos durante a implementação do plano de recuperação. Se não houver descumprimento, o processo é arquivado após o período.
O plano de recuperação determina prazo de dez anos para o pagamento de R$ 15 milhões as três categorias de credores e demais encargos. A proposta foi aprovada em assembleia geral com 51,03% dos votos. Apenas a Caixa Econômica Federal e o Bradesco foram contrários à proposta.
Segundo o advogado, Alexander Froemming, os encargos dos ex-funcionários já foram acertados. Para os outros credores, os pagamentos terão um ano de carência, sendo feitos a partir de 2017. O total de desembolso mensal destinado para os credores será de R$ 125 mil.
Cada um receberá valor proporcional ao valor do crédito pendente. Conforme Froemming, a empresa oferece de 5% a 7% a mais no valor da parcela mensal aos credores que voltarem a atuar como fornecedores da empresa.
A Hollmann chegou a negociar o arrendamento da área industrial para a Languiru, mas o declinou da negociação. Logo após, um incêndio destruiu 40% das instalações da fábrica. Segundo Froem-
ming, a estrutura foi reformada e as atividades foram retomadas.
Plano de pagamento
As assembleias foram conturbadas. A primeira, realizada em março, foi suspensa por falta de credores habilitados. No segundo encontro, durante simulação, a Caixa demonstrou insatisfação com o plano e pediu prazo para rediscutir contrapropostas. Na terceira, a instituição bancária teve voto em duas classes e junto com o Bradesco rejeitou o plano, representando 48,97% dos credores.
• Classe 1 (composta pelos trabalhadores) – Houve aprovação em 100%, por meio da representação de único credor.
• Classe 2 (fornecedores) – Dos três representantes, dois foram favoráveis e apenas a Caixa foi contra, com crédito estimado em mais de R$ 2,3 milhões. O voto representou 57,38% dos créditos habilitados na categoria.
• Classe 3 (garantia real) – Dos 84 credores presentes, 61 aprovaram, 20 se abstiveram e três representantes (Caixa com dois votos e Bradesco) rejeitaram.

Aprefeitura vai passar por uma série de reformas até o fim de 2016. O Executivo estima investimentodeatéR$126milemserviços de pintura externa e consertos no reboco, nas infiltrações, divisórias e demais estruturas do prédio concluído em 1991, ano de comemoração do centenário do município. O processo licitatório foi aberto no dia 4 e aguarda homologação.
De acordo com a secretária de Planejamento (Seplan), Marta Peixoto, não há informação exata de quando foi realizada a última pintura externa do prédio. “Seguramente faz mais de dez anos, segundo servidores mais antigos da Seplan.” Hoje, são diversas falhas verificadas na fachada principal da prefeitura, resultado do desgaste causado pelo tempo.
Pela planilha de orçamento global do processo licitatório, a manutenção do prédio está orçada em R$ 129 mil, diferente do texto do edital. Desse valor, o maior montante se refere à “pintura acrílica sobre paredes e beirais 2 demãos”, com um investimento previsto de R$ 49,7 mil para pintar uma área total de 2,6 mil metros quadrados.

O projeto orçamentário, assinado pelo engenheiro civil da administração municipal, Carlos Alfredo Gerhardt, também prevê outros R$ 15,8 mil para fixação de “brise soleil de alumínio”, e mais R$ 12,2 mil com pintura esmalte sobre o alumínio.
Conforme a proposta apresentada às empresas concorrentes, dos R$ 129 mil previstos na planilha orçamental, R$ 62,7 mil servirão para o custeio da matéria-prima necessária às obras de manutenção, e R$ 66,5 mil para a mão de obra. O prazo para conclusão dos

o então prefeito Darci José Corbelini anunciava início das obras
serviços será de até 90 dias após a ordem de início dos serviços.
Hoje, segundo a secretária de Planejamento, cinco secretarias funcionam no prédio principal do governo. Além da Seplan, o contribuinte tem acesso às secretarias de SegurançaeCidadania,deGoverno, de Administração e da Fazenda, Além disso, informa Marta, a prefeitura abriga também o Departamento de Trânsito e Serviços Concedidos, o Gabinete do Prefeito, a Procuradoria Geral, o Setor de In-
formática, o Controle Interno, a Ouvidoria, o Setor de Pessoal, além da garagem, recepção e um auditório.
A obra de construção da prefeitura iniciou em 15 de junho de 1982, durante a gestão do prefeito Darci José Corbelini. Na época, a previsão era construir um prédio com até oito andares. Mas, com o tombamento da Casa de Cultura – onde antes funcionava a sede administrativa da cidade –, em 1984, houve limitações na altura. Com isso, só três pavimentos foram permitidos. Os novos espaços foram inaugurados em etapas. De acordo com as placas comemorativas dispostas nas paredes da prefeitura, o terceiro e último piso foi inaugurado em 12 de maio de 1988, pelo então governo formado pelo prefeito Erni Ilmo Petry e vice Cláudio Schumacher. Outra placa, comemorativa aos cem anos de Lajeado, cita que "Esta obra foi concluída em 1991".
Cruzeiro do Sul
Por meio do projeto Educação Qualificando Vidas, a Secretaria de Educação incentiva os educandários a criar espaço para o plantio de chás e verduras. Coordenadora das Escolas Municipal, Roselene Marmitt, a Nina, destaca os benefícios da prática. "É uma questão de sustentabilidade. Por
exemplo, o lixo orgânico pode ser utilizado no próprio educandário, tendo-se a certeza de que terá um destino correto. Algumas escolas, que possuem espaço suficiente, inclusive construíram a sua composteira. Certamente é um ótimo exemplo para as crianças. Educando para a vida.”
Comaproduçãoprópriadechás, a escola não precisa mais adquirir
os produtos industrializados. "O principal objetivo é mostrar para as crianças que é possível produzir em qualquer lugar e educar para uma alimentação saudável", destaca a nutricionista Catia Dullius. Um exemplo de aproveitamento de espaço está na Escola Doce de Infância, no bairro Vila Rosa. Uma horta foi adaptada com a reutilização de pneus.

Na escola, pneus foram adaptados para produção de chás e hortaliças

Cruzeiro do Sul
Dois redutores de velocidade foram retirados da rua Ruben Feldens, na Vila Zwirtes. A remoção foi feita pelo Executivo e segue orientação do Ministério Público. A instalação foi considerada irregular.
Segundo o secretário da Administração e Finanças, Leandro Johner, tudo iniciou a partir de uma denúncia por parte de um servidor público, alegando que o material colocado no local não estaria em acordo com a determinação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).
“Nós entendemos que o material está de acordo. O MP acatou a denúncia e orientou a retirada. Coube ao município seguir.” Conforme o secretário, a Administração faz um estudo de viabilidade para a instalação de dois quebra-molas no local.
Os equipamentos haviam sido instalados a 200 metros da escola de Educação Infantil no fim do mês de março depois de um apelo da comunidade. A adoção

de medidas é uma demanda de anos da população.
O Conselho de Pais e Mestres da escola infantil protocolou dois abaixo-assinados solicitando mais segurança no local. Um em 2012 e outro em 2014.
Estopim
No fim do mês de março, depois da morte da menina Neyla Karlana, 4, os moradores protestaram exigindo a implantação de seis tachões na rua. Os pontos
reivindicados ficam em frente à escola, estabelecimentos comerciais e travessas.
A partir da manifestação, o governo municipal instalou tachões em dois pontos do trecho e dois redutores de velocidade. Os acidentes na via eram constantes. Na mesma semana em que a menina foi atropelada, outras duas colisões aconteceram na mesma rua. A via liga o município a Lajeado e tem tráfego intenso de veículos.
A administração municipal informa que a assinatura dos contratos de adesão à obra de
asfaltamento da rua Padre João Kreuz ocorre nos dias 28 e 29. A assinatura será feita entre os donos de terrenos e a empresa vencedora da licitação, no Centro
Administrativo.
Na quinta-feira, 28, o atendimento ocorre das 9h às 11h30min e das 13h30min às 16h. Na sexta-feira, 29, das 9h às 14h.
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Encantado
O Auditório Brasil sediou encontro da Assessoria Regionalizada, promovido pelo Departamento de Assistência Social (DAS) do RS. Representantes de 29 municípios do Vale participaram. Integrantes do governo de Encantado apresentaram trabalhosrealizadosnaáreadaAssistência Social. Após houve orientações sobre questões eleitorais e sobre o Cadastro Único.



Arroio do Meio
Oabandono de cães preocupa os voluntários da Associação de Proteção aos Animais Arroio-Meenses (Apaam). No mês passado, 11 cachorros foram deixados pelos donos e apenas um animal foi adotado.
“Não temos mais como recolher os animais”, lamenta a presidente Solange Beneduzi, 56. Conforme ela, na situação atual, o abrigo localizado no bairro Dom Pedro II está com 80 cachorros. A capacidade é para 32 animais.
Com a superlotação, os voluntários da Apaam precisam improvisar casinhas ou até agrupar vários animais nas baias. “Isso é muito ruim, pois facilita a transmissão de doen-

ças, além de deixar o cão sem um espaço adequado”, argumenta Solange. Ela classifica como irresponsáveis os donos que renunciam os
DIVULGAÇÃO

Complexo tem nova cobertura desde a semana passada
O ginásio municipal de esportes, localizado no centro, tem uma nova cobertura desde a semana passada, quando os serviços de substituição de dois mil metros quadrados de telhado foram encerrados.
A obra soluciona os problemas das goteiras que atrapalhavam a prática esportiva nos dias de chuva. A estrutura antiga foi avariada pelo vendaval registrado em outubro de 2014 e pela queda de granizo ocorrida em outubro de 2015.
Também foi trocado o telhado na escola Frei Henrique de Coimbra, em Nova Santa Cruz. Os serviços iniciaram na segunda-feira.
animais. “Eles deveriam vir aqui conhecer a realidade do abrigo.”
O abandono ou maus-tratos aos animais é considerado crime. Pena é de detenção ou multa.
A Apaam é uma ONG sem fins lucrativos. Ela tem parceria com a administração municipal, responsável pelo custeio da água e luz. O poder público ainda cede o veterinário Eduardo Chiarelli para realizar as castrações.
Os gastos com alimentação são pagos com auxílio de cer-
ca de 20 sócios da Apaam. Eles doam valores entre R$ 5 a R$ 50 mensalmente. Conforme Solange, são necessários 28 quilos de ração por dia.
Com o aumento no número de cães, a presidente percebe dificuldades financeiras em manter a entidade. Interessados em ajudar ou adotar um animal podem contatar pelo 9269-7403.
A entidade foi fundada em 2004 e visa o bem-estar dos animais abandonados, além de incentivar a adoção. O abrigo da Apaam chegou a funcionar em uma cancha de bocha ao lado do campo do Bela Vista e no pátio da antiga empresa Ellfen, no bairro Bela Vista.
Em 2011, foi transferido para uma área cedida pelo Executivo, no bairro Dom Pedro II. No local, foram construídas 32 baias.
País
Pela oitava vez seguida, o Banco Central (BC) não mexeu nos juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic em 14,2% ao ano.
Os juros básicos estão nesse nível desde o fim de julho do ano passado.ComadecisãodoCopom, a taxa se mantém no mesmo percentual de outubro de 2006. A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob
controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Em comunicado, o Copom informou que as projeções para a inflação estão em queda. No entanto, o órgão aponta riscos de curto prazo, como a persistência nas elevações nos preços de alimentos, incertezas quanto à aprovação e à implementação dos ajustes necessários na economia e a indexação da economia, com a inflação passada alimentando a futura caso os índices de preços permaneçam
altos e acima da meta.
Oficialmente, o Conselho Monetário Nacional estabelece meta de 4,5%, com margem de tolerância de 2 pontos, podendo chegar a 6,5%. Segundo o IBGE, o IPCA acumulou 8,8% nos 12 meses encerrados em junho, depois de atingir o recorde de 10,7% nos 12 meses terminados em janeiro. No Relatório de Inflação, divulgado no fim de junho pelo Banco Central, a autoridade monetária estima que o IPCA encerre 2016 em 6,9%. O mercado está mais
14,2%
pessimista. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, o IPCA fechará o ano em 7,2%. Apesar da queda do dólar, o impacto de preços administrados, como a elevação da conta de água em várias capitais, tem contribuído para a manutenção dos índices de preços em níveis altos. Nos próximos meses, a expectativa é que a inflação desacelere por causa do agravamento da crise econômica.
A proposta de reforma trabalhista será encaminhada ao Congresso até o fim do ano. Um projeto para regulamentar a terceirização também será enviado pelo governo federal. O anúncio foi feito ontem pelo ministro do Trabalho e Previdência Social, Ronaldo Nogueira, durante café da manhã com jornalistas.
Ele lembrou que a legislação trabalhista brasileira data dos anos 40 e que, de lá para cá, novas atividades econômicas
foram incorporadas à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) fato que permite interpretações subjetivas.
Segundo o ministro, a proposta de reforma trabalhista vai valorizar a negociação coletiva e tratar de assuntos como salário e jornada, mas não vai permitir, por exemplo, o parcelamento de férias ou do 13o salário. “A CLT será atualizada com o objetivo de simplificar, para que a interpretação seja a mesma para o trabalhador, o empregador e o juiz.” Conforme ele, direitos não
serão revogados. Terceirização
Sobre regulamentar a terceirização, será criado um grupo de trabalho para definir o que são e quais serviços especializados poderão ser terceirizados. Ele declarou que a discussão sobre a atividade-fim e atividade-meio é “irrelevante neste momento”.
O governo pretende tornar permanente o Programa de Proteção ao Emprego (PPE). Um projeto de lei será encaminhado ao
Congresso para garantir.
A ferramenta foi criada para proteger empregos em momentos de redução temporária da atividade econômica e prevê, por exemplo, a redução de até 30% na jornada e no salário por meio de acordo coletivo.
O prazo de validade inicialmente previsto para o programa é até o fim de 2017. “As empresas não vão precisar do PPE, mas será um programa que estará à disposição para todos os setores que estiverem em crise”, concluiu.
Vales do Rio Pardo e Taquari
Acomitiva do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi, chegou às 10h43min à propriedade do casal Sanges Klafke e Roselene Seidel, em Linha Tangerinas, interior de Venâncio Aires. Foi recebido por líderes regionais e do setor fumageiro.
Em seguida Maggi, acompanhado do casal fez um roteiro para conhecer todas as etapas do ciclo produtivo, desde a formação de mudas, cuidados na hora de aplicar os agrotóxicos, o plantio, a colheita, cura, classificação e venda.
Ao lado dos canteiros comeu duas bergamotas enquanto conversava comrepresentantesdosetor.Cercado de produtores e autoridades, dirigiu-se à lavoura onde replantou uma muda em sinal de apoio ao setor. “Vou defender a fumicultura sempre”, afirmou.
Após deixar a lavoura, o produtor CelsoKrämer,deVenâncioAires,destacouaimportânciaeconômicaesocial da fumicultura para a pequena propriedade familiar, com média de cinco hectares. “Temos filhos que se formaram médicos. O dinheiro do curso veio do tabaco.”
O prefeito de Santa Cruz do Sul, TelmoKirstdizque52%daarrecadação de ICMS dos cofres públicos provém do setor. “Ao conhecer de perto o processo, o ministro saberá da importância de manter este cultivo.”
Para Iro Schünke, presidente do Sinditabaco, a visita fez o ministro entender o lado social e econômico, essencial para milhares de famílias no campo e na cidade. “Ele, com certeza, ajudará a formatar a posição

do governo a ser levada à COP 7, em novembro, na Índia”, afirma.
Segundo Airton Artus, presidente da Câmara Setorial do Tabaco e prefeito de Venâncio Aires, o fato do ministro querer conhecer a cadeia produtiva desde a lavoura até a indústria demonstra a preocupação do governo federal em ajudar o setor, frisou.
No início da tarde, a comitiva liderada pelo ministro da Agricultura visitou a indústria Souza Cruz e a fábrica de cigarros da Philip Morris, em Santa Cruz do Sul.
Cledoir e Cleci da Rosa, da Linha Mangueirão – interior de Venâncio Aires,cultivaramnoúltimociclo400 mil pés de fumo em parceria com outras cinco famílias. Produtores faz 40 anos, destacam que sem o cultivo de tabaco, as comunidades do interior virariam um deserto. “Estas famílias que nos ajudam na lavoura teriam que morar debaixo da ponte. Em áreas pequenas, inexiste outra cultura tão rentável”, afirma Cleci. Com o lucro obtido, um dos filhos conseguiu cursar uma faculdade de
Medicina. O outro retornou à propriedade para dar sequencia ao trabalhodepoisdetrêsanos.Nadadisso seria possível com outras culturas poisarendaémuitobaixa.“Nósnão teríamos terras, casa ou sequer um automóvel”, resume Cledoir.
OvizinhoClécioGoettens,voltoua cultivar tabaco após atuar 24 anos
como marceneiro. Por ciclo são cultivados 100 mil pés em parceria com o filho.Comapenas11hectares,dizser a única cultura viável e lucrativa.
Vani José Gaertner, plantou 50 mil plantas na última safra. Graças ao lucro obtido com a cultura, o único filho, Maicon, permanece na lavoura. “Por hectare o rendimento com o tabaco chega a R$ 15 mil, enquanto o milho alcança apenas R$ 1 mil. Seria possível investir e se manter na propriedade sem o fumo?”, questiona.
Área plantada – 271 mil hectares
Produção no Sul do Brasil – 557,6 mil toneladas
Pessoas ocupadas na produção – 577 mil
Produtores – 144 mil famílias
Municípios – 614 na região Sul
Valor bruto – R$ 5,5 bilhões injetados na economia com a venda
Receita bruta – R$ 20,3 mil por hectare
Tributos – R$ 13 bilhões
Faturamento total do setor – R$ 25 bilhões em 2014
Empregos na indústria – 40 mil
Qual a impressão que o senhor leva do tabaco?
Ministro da Agricultura, Blairo Maggi –Saio daqui surpreso com o que vi e conheci. Vou defender a fumicultura sempre. O ministério da Agricultura é o órgão indicado para tratar sobre este assunto com o produtor rural, independente do tamanho. Nós somos apoiadores da cadeia produtiva do tabaco, tendo em vista sua importância social e econômica. Existe um viés ideológico contra o fumo. Sempre vai haver embates sobre isso dentro do governo, mas nossa inclinação ideológica é diferente do governo anterior.
O que mais chamou atenção?
Maggi – A quantidade de agrotóxicos utilizados durante todo ciclo produtivo. Pelo que me falaram é apenas 1,1 quilos e isso ainda
é aplicado nos canteiros, enquanto na lavoura se usa apenas um dessecante e nada mais. Tinham me contado que os produtores tomavam banho com veneno todos os dias.
Diante da situação atual da fumicultura, que tipo de considerações o senhor faz?
Maggi – Nossa preocupação é com a saúde dos produtores, de quem está na propriedade e mexe direto com as plantas. Quanto aos males causados pelo cigarro, isso quem fuma sabe. Não vamos proibir. É um direito. Todos tem o livre arbítrio. Deputados e senadores, representantes aqui do Sul do país defendem muito a atividade. Repito aqui que o ministro da Agricultura e o governo querem entender o segmento. Eu, como produtor rural, reafirmo meu apoio.

Teutônia
Audiência transfere ao município a responsabilidade de conduzir menino autista à Apae
de Lajeado. A juíza Patrícia Stelmar Netto definiu nessa terça-feira que o Executivo precisará garantir o transporte.
Em abril, a família solicitou via Ministério Público (MP) o



afastamento da professora para que o menino continuasse na instituição. O pedido foi negado pela Justiça. A segunda opção foi pedir transporte ao Executivo. Por meio de documento protocolado, assinado pelo prefeito
Renato Airton Altmann, o município não dispunha de veículo para a finalidade. A terceirização de um carro para condução seria onerosa. Além disso, alega que Arthur poderia frequentar o educandário na cidade por não ter contato direto com a suposta agressora.
Como último apelo, abriram processo paralelo pleiteando vaga em escola regular. Para a mãe, Karen Vargas, 30, Arthur
precisa frequentar alguma instituição de ensino e não pode esperar mais. Desde os 8 anos, o menino deixou de frequentar a Apae de Teutônia. A professora acusada de agressão é coordenadora pedagógica do educandário e no processo declarou que apenas se defendia do aluno.
Karen deixou o trabalho e passou a cuidar do filho em tempo integral. Hoje paga sessões com pedagoga e psicopedagoga, três vezes por semana. “Estamos tentando de várias formas. Isso não pode ficar assim. Tudo ocorreu dentro da Apae, na frente de duas monitoras”, desabafa.

A história sobre a dificuldade de encontrar uma escola para Arthur foi tema de matéria do A Hora. Na edição desse fim de semana, a mãe, Karen, contou os motivos para o afastamento dele da Apae de Teutônia.
A psicopedagoga Rosangela Moraes de Moraes comenta sobre as necessidades de Arthur e a importância de ensino constante.
A Hora – O que é o autismo? Tem cura?
Rosangela – O transtorno do espectro autista se caracteriza por alterações significativas em três eixos do desenvolvimento. São eles: comunicação, interação social e comportamento do indivíduo.
A pessoa nasce com autismo e os primeiros sinais surgem durante os primeiros 36 meses de vida. Porém, esses sinais geralmente são sutis em função do próprio desenvolvimento da criança, no entanto, depois dos 2 anos, são mais visíveis. Estudos atuais indicam uma forte relação entre o autismo e a hereditariedade, no entanto, as causas ainda não estão claramente identificadas. Sabe-se, porém, que o autismo é mais comum em crianças do sexo masculino e independente da etnia, origem geográfica ou situação socioeconômica.
Pode-se identificar ainda o autismo como uma comorbidade em outras síndromes ou transtornos.
O autismo não tem cura,
mas a intervenção precoce e os atendimentos especializados, não só ao indivíduo acometido, mas à sua família e ao ambiente escolar, podem conferir ao mesmo um grau de desenvolvimento mais próximo do que consideramos como típico. Essa intervenção poderá oferecer um prognóstico de vida mais funcional, produtiva e adaptada socialmente.
Para que essa intervenção precoce aconteça, é necessário que, sendo o pediatra o primeiro médico a estabelecer contato com a criança, tenha um olhar mais apurado acerca dos desvios do desenvolvimento manifestados pelo paciente.
Em geral, qual o ritmo de aprendizado de uma criança autista?
Rosangela – O ritmo de aprendizado está diretamente relacionado com as manifestações comportamentais de cada indivíduo.
É importante salientar que cada pessoa dentro do transtorno do espectro autista responde de maneira diferente às intervenções feitas. Portanto, não existe um padrão de aprendizagem a seguir, existe, sim, a possibilidade de, por meio de um ensino estruturado, com



rotina estabelecida, uso da linguagem alternativa quando necessário e adaptações, tanto na família como na escola, melhorar a qualidade e o aproveitamento no processo de aprendizagem.
Na avaliação de vocês, como é o comportamento do Arthur e quais as demandas dele?
Rosangela – O Arthur está hoje com 10 anos completos e no momento já observamos muitos avanços em seu comportamento e aquisições cognitivas. Como todo o autista, a previsibilidade das atividades ajuda a mantê-lo mais organizado, diminuindo a ansiedade. Todas as mudanças que se fazem necessárias são previamente trabalhadas com o aluno, o que tem contribuído para seu melhor desempenho. Hoje o avanço mais significativo e importante nesses dois anos de atendimento pedagógico e psicopedagógico é a permanência de Arthur sentado e realizando jogos estruturados através do TEACCH. As demandas atuais de Arthur são uma metodologia de aprendizagem estruturada e adaptada às suas necessidades e linguagem alternativa.


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PATROCÍNIO:



Depois de oito anos em busca de uma posição de destaque em âmbito nacional, os esforços das representantes do Clube Esportivo Sete de Setembro foram recompensados. Os 1.660 quilômetros percorridos no trajeto de ida e volta a Marechal Cândido Rondon (PR), de 16 a 19 de junho, tiveram um gostinho especial.



A equipe do Vale do Taquari conquistou a terceira colocação no Campeonato Brasileiro de Bolão Veterano. Ficou 22 pinos atrás da Associação Atlética e Cultural Copagril, de Marechal Cândido Rondon, e 47 do campeão, o CTG Gaudérios do Oeste, de Cascavel (PR).
O Sete já havia participado do certame em quatro ocasiões: duas em Cascavel, uma em São Miguel do Oeste (SC) e outra em Blumenau (SC), mas não havia se destacado.
A disputa era entre cinco representantes de cada estado da Região Sul. No primeiro dia de competição, a equipe do Sete ficou entre as oito melhores. No segundo, terminou a rodada em sexto lugar. No úl-
timo dia de competição, o clube ficou na terceira colocação. O capitão Eugenio Pandolfo avaliou de forma positiva a campanha da equipe “Foi uma conquista expressiva em âmbito de Brasil. Já tínhamos conquistas no estado, mas essa foi inédita. A receita foi a união e a parceria dentro e fora das quadras.”
Para comemorar a campanha inédita no Campeonato Brasileiro de Bolão Veterano, as integran-
tes da seleção, o coordenador, os diretores de bolão e o presidente
do clube confraternizaram no dia 28 de junho.
O grupo foi formado pelas bolonistas: Neusa B. Nunes, Alaíde Morschheiter, Rejane Giovanella, Sandra Mara Gisch, Melitina Vettorazzi, Cledi da Silva, Adilse da Silva,
Elaine Diedrich, Maria Luisa Ribeiro, Elaine Schneider, Regina Maria Purper, Ivoni Pandolfo, Delci Ulsenheimer, Elisa Rieth, Valesca Gallas, Iraci Becker. Coordenador: Eugenio Pandolfo.
OIntercomunitários, competição promovida pela Secretaria de Esportes e Lazer (Smel), realiza amanhã mais uma rodada da fase classificatória do futsal masculino. Os jogos ocorrem em Geralda Alta e Linha Lenz, a partir das 19h30min.
Em Geralda Alta, jogam Costão versus Delfina (sênior), Lenz A versus Geraldo Alta (veterano) e Geraldo Alto B versus Lenz A (livre). Em Linha Lenz, os jogos são Arroio do Ouro versus Lenz B (veterano), Lenz versus Arroio do Ouro (máster) e Costão C versus São Luís (livre). Na semana passada, os resultados foram: Arroio do Ouro 5 a 4 Lenz (máster), Arroio do Ouro 4 a 4 Costão (sênior), Lenz A 2 a 8 Arroio do Ouro (veterano), Lenz B 3 a 4 Geraldo Alto (ve-
Cafusal
Maior competição de futsal do Vale do Taquari, o Campeonato de Futsal Lajeado (Cafusal) recebe inscrições até 2 de agosto. O certame inicia uma semana depois, dia 9, nas categorias força livre, feminino e sub-17
As inscrições da sub-17 e feminino custam R$ 250, mais caução de R$ 750. Na força livre, o valor é de R$ 450, mais caução de R$ 750. Alémdetroféusemedalhas,osmelhorescolocadosreceberãopremiaçãoemdinheiro.Maisinformações pelo 3982-1140 (Vanusa) ou pelo sejel@lajeado.rs.gov.br.

terano), Arroio do Ouro A 4 a 6
Geraldo Alto B (livre) Costão C 1
a 17 Lenz A (livre) e Glória 6 a 2
Costão A (livre).
A Secretaria de Turismo, Esporte e Lazer de Bom Retiro do Sul convida todos os interessados, com idade até 15 anos, para participar da Copa Garoto de Futebol 7. As inscrições gratuitas podem ser feitas até o dia 12 de agosto na secretaria.
Só podem participar atletas de Bom Retiro do Sul.
Os jogos iniciam no dia 20 de agosto e ocorrem todos os sábados de manhã. As inscrições podem ser feitas nas categorias pré-mirim ( até 7 anos), mirim (8 a 9 anos), infantil (10 a 12 anos), infanto (13 a 14 anos) e feminino (até 15 anos).
Amador de Lajeado
A festa de encerramento do amador de Lajeado – Copa Gastão Valandro marcada para o dia 26 foi transferida para o dia 27. Conforme o presidente da Liga Lajeadense de Futebol
Amador (Lilafa), Danrlei Christ, o local do evento, o Clube dos Quinze, já tinha outra programação agendada para o dia 26. Christ informa que estão convidados três representantes de cada clube e os atletas premiados.



RESULTADOS DA ÚLTIMA RODADA
1ª divisão
Cevaria2 x3 Xtotz United Anjos da Noite 1 x1 Saidera
Sokanelas3 x5 Sangue Frio
AGENDA 19ª rodada
2ª divisão – Campo 1
12h30minHooligans x Os Kururus NC
13h30minBud FC x Sem Bronca FTA 14h30minGeral Estrela x Smoking 15h30minLDU x Manguaça 16h30minTsunami x Patriots SB 17h30minOs Kururus GR x Donos da Bola 18h30minCapote x Thundercats

Já Sombras, Xtotz United, Cevaria, mais próxima é o Cevaria, com 8.
equilibrada
A quatro rodadas do fim da primeira fase, apenas três times não têm mais chances de classificação – LDU, Thundercats e Os Kururus NC. Eles disputam a repescagem a partir do dia 27 de agosto.

Sombras13
Xtotz United10
Cevaria8
Meninos da Vila6 Passa Bola B4
3ª divisão – Campo 2 12h30minSuper 10 x Finotrato 13h30minBrocadores x Galácticos 14h30minSokanelinhas x Cetudos 15h30minSó Pela Ceva x Gunners
16h30min Alambique Original x Ser Nata
17h30minRenegados FC x Firma 18h30minCevaria B x Falkatrua
Hooligans13
Os Kururus GR11
Tsunami10
Os Kururus NC5 LDU1
Thundercats1
Terceira divisão
EquipesPG
Brocadores24
Sokanelinhas21
Firma16
Cetudos16
Falkatrua15
Galácticos14
Gunners13
Falcons12
Só Pela Ceva12
Cevaria B12
Alambique Original11
Renegados11
Super 1010
Finotrato9 Ser Nata4

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