Lajeado, fim de semana, 11 e 12 de fevereiro de 2017
Ano 14 - Nº 1782
Avulso: R$ 3,50
Fundado em julho de 2002
Fechamento da edição: 19h
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Lajeado, fim de semana, 11 e 12 de fevereiro de 2017
Ano 14 - Nº 1782
Avulso: R$ 3,50
Fundado em julho de 2002
Fechamento da edição: 19h
Na semana em que a Agência Nacional dos Transporte Terrestres detalhou a proposta de privatização da BR-386, a Hora percorre os 445 quilômetros da rodovia.
Principal via de escoamento da produção de grãos do Estado, a BR carece de investimentos, sobremaneira, de duplicação.
De Iraí até Canoas, reportagem aponta os principais problemas e gargalos, ouve moradores, líderes regionais e empresários. Traz um resumo completo da rodovia por onde mais de 30 mil veículos trafegam todos os dias e 522 pessoas morreram desde 2010.
Páginas 4 a 7



Ataque a lotérica central nessa sexta-feira foi o terceiro em apenas 25 dias. Pouco efetivo policial preocupa moradores e autoridades.

Centrodetreinopreparamodelos para concursos de beleza.
Prefeitos elaboram projeto para construir uma pista exclusiva para os ciclistas em trecho de 13 quilômetros.

Diretor Geral Adair G. Weiss
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Diretor de OperaÁıes Fabricio de Almeida
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Fundado em 1º de julho de 2002 Vale do Taquari - Lajeado - RS
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SALÁRIO MÍNIMO ANO: 2017 - R$ 937,00
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TR 12/2016 0,182,01
CDI MENSAL11/20161,0412,73
OURO E PETROLEO FECHAMENTO DATAHORÁRIO
OURO GOLD (Onça Troy) USD 1.235,10 10/02/201717:25 PETROLEO BRENT USD 53,00 10/02/201717:25
BOLSAS MUNDIAIS PONTOS % FECHAMENTO IBOVESPA (BRA)66.118,971,77
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Gilberto Soares gilberto@agea.com.br
“PobreMéxico,tanlejos deDios,tancercade losEstadosUnidos.”
PorfírioDiaz,presidente mexicano(1884a1911)
Há um problema grave com a humanidade quando se fecham fronteiras ricas para conter o desespero dos pobres. E tudo só piora com muros – obras inúteis como mostra o tempo. Barreiras do preconceito iniciam-se com ideias tortas, ganham o imaginário e eliminam o bom senso. Retêm pessoas e impedem o fluir do conhecimento não mais universal.
POBRE MÉXICO. O presidente dos Estados Unidos decidiu diversificar sua atuação no setor da construção civil. Depois de cassinos e hotéis, vai construir um muro. Arrogante, tal qual o tosco apresentador de tevê que foi, vociferou que iria cobrar a obra do vizinho. Humilhou o lindeiro, embora dependente de sua mão de obra barata. Certa feita, Porfírio Diaz, presidente mexicano disse: “PobreMéxico, tanlejosdeDios,tancercade losEstadosUnidos.” Previu coisas piores do que “perder” metade do território – Texas, Novo México, Utah, Arizona, Nevada, Alta California e Colorado – para os ianques.
A truculência misturou alhos com bugalhos e o muro estendeu-se para o novo Eixo do Mal. Moldou um só rosto

ir e vir sem reservas está na essência de seus conceitos. E seus produtos funcionam com a integração de ideias – independente de onde estão. Trump e trupe ignoram processos colaborativos e convergência. Usam de violência para proteger a ineficiência e encerram-se para deter o terror. Microsoft, Netflix, LinkedIn disseram não à volta ao passado.
*A National Fundation for American Policy concluiu que 40% das startups americanas com valor superior a US$ 1 bilhão foram fundadas por pessoas nascidas em outros países. Google, Yahoo, eBay e Tesla também. Ironia: o indiano Sundar Pichai é o CEO do Google e o compatriota dele, Satya Nadella, comanda a Microsoft. Já a israelense Safra Catz dirige a Oracle.
*40%dasstartups americanascomvalor superioraUS$1bilhão foramfundadaspor pessoasnascidasem outrospaíses
para terroristas, traficantes, esportistas, cientistas etc. Nasceu no Irã, Iraque, Líbia, Síria, Somália ou Sudão é criminoso.
BLOCO. Gigantes tecnológicos discordaram em bloco. O
CONCÓRDIA. O tempo de concórdia é recente na Europa Ocidental. Iniciou-se quando Robert Schuman propôs a administração conjunta da produção de aço em 1950 – apenas 67 anos. A acolhida entusiasmada de Konrad Adenauer, chanceler da República Federal da Alemanha, favoreceu o entendimento entre Alemanha, Bélgica, França, Itália, Luxemburgo e Países Baixos. O uso comum das principais matérias-primas para a siderurgia reduziu os riscos de conflitos.
A prosperidade da Europa voltou com o fim da beligerância. O grande arranjo vicejou e as pontes da diplomacia incorporaram antigos satélites da finada União Soviética. Agora,
porém, a pressão imigratória ameaça a bonança. Pra variar, a Inglaterra manteve-se como ilha. Desfrutou da proximidade benfazeja aos negócios e da barreira de água geladas. Quando aquela gente da África, Ásia e Oriente Médio começou a chegar, criou o Brexit. Interessante lembrar que as ciências do reino seriam menos exatas sem a contribuição original dos indianos. E o mundo, quem sabe, desconheceria o cricket.
PONTES. Há muros invisíveis em todos os lugares. No início da década de 1990, a riqueza de Teutônia atraiu migrantes. O provável impacto social gerou uma saída esdrúxula: conter a pobreza na divisa e devolvê-la ao local de origem.
Lajeado fez o contrário e evoluiu. A diversidade de ideias acresceu-lhe dinamismo, a ousadia dos empreendedores deu-lhe competitividade e a renovação dos nativos reteve as riquezas no lugar. Assim, gente de toda parte – como este escrevinhador – sorriram para a chance benfazeja de construir novos caminhos para o futuro. Muros aprisionam, ergam pontes.
*Estadão(7/2/2017)–Restrição aestrangeiros
Em tempo: escrevi com o olhar na outra ponte entre Estrela e Lajeado. Precisamos erguê-latambém.





Adair Weiss
adairweiss@jornalahora.inf.br
Mais uma vez o governo perde a vergonha em relação ao Vale do Taquari. Faz 30 anos que a região espera pela duplicação e, poucos dias após recomeçar as intermináveis obras de duplicação, acena com um pedágio de preços absurdos, ainda mais se considerarmos a proximidade entre ambos. Defendo a cobrança do pedágio por meio da iniciativa privada, mas com valores justos e coerentes. A proposta original em pauta penalizará o Vale com uma tarifa acentuada. Quem partir de Encantado pagará quase R$ 50 para ir e
Os setores produtivos do Vale devem aderir e engrossar o coro da contestação. Se aquietar, depois não adianta reclamar.

voltar da capital. Um absurdo. Está correta a CIC Vale do Taquari ao enfrentar essa sacanagem. Os setores produtivos do Vale devem aderir e engrossar o coro da contestação. Se aquietar, depois não adianta reclamar.
Portanto, no dia 16 ocorre a audiência pública em Porto Alegre. Antes porém, os líderes do Vale se reúnem na segunda-feira para discutir estratégias de mobilização, uma vez que o acesso ao recinto da audiência pública será restrito. Os deputados devem ser acionados. Aliás, cadê o deputado Enio Bacci (PDT) que costuma fazer discursos depois que a coisa não tem mais solução. É hora de mostrar a que veio. Se vê pouca de sua atuação em defesa da região. Está distante das discussões e problemas que afligem o Vale.
EdsonBrum(PMDB)eLucasRedecker (PSDB) têm estado mais atentos aos pleitos da região do que o próprio deputado do Vale.
Não apenas o presidente da Câmara de Lajeado, Waldir Blau (PMDB), pretende se reunir com as 13 entidades de classe que sabatinaram os candidatos a prefeito, em outubro passado. O próprio prefeito Marcelo Caumo (PP)assumiucompromissoscom o grupo e pretende transformá-lo numa espécie de conselho. Se levada adiante, a ideia será uma sábia decisão do prefeito lajeadense que, em situações conflitantes e difíceis, poderá se
valer do pensamento dos líderes das entidades representativas da cidade.
Aliás, foi exatamente este diálogo mais constante com a comunidade que faltou nos governos anteriores.
Chama atenção o freio na contratação de cargos de confiança na prefeitura de Lajeado. Até agora, a nova gestão de Caumo preencheu apenas 10 cargos a mais do que a Câmara de vereadores.
Outro fator positivo ocorre com relação aos contratos de serviços terceirizados. Menos afoito que o governo anterior, o atual age com cautela e evita rompimentos unilaterais.
Entretanto, os contratos em desiquilíbrio de valores financei-
ros seguem suspensos. É o caso da Mecanicapina, a qual possui contrato de roçada com a prefeitura, mas não foi chamada para nenhum serviço até agora. Uma empresa lajeadense faz o mesmo serviço por um valor quatro vezes inferior. Por isso, o executivo optou pela local.
Um terceiro ponto é a mudança na comunicação. A gestão de Caumo não utilizará slogan de governo, e sim o nome e brasão do município. A rubrica da pu-
blicidade terá ajustes. O governo anterior investia cerca de R$ 1 milhão ao ano, incluindo uma agência de publicidade. A ideia de Caumo é democratizar o investimento.
A expectativa é grande em relação às próximas obras de asfalto na cidade. Historicamente uma empresa venceu as licitações. Não foi diferente no governo anterior. As 13 entidades podem auxiliar para ordenar uma prática mais saudável. Estou curioso.
Setores da cadeira leiteira do Rio Grande do Sul temem novas importações de leite uruguaio, nas próximas semanas. Nenhuma informação oficial sobre tal intenção, até o momento. Mas, os rumores se agigantam.
Se ocorrer, o estrago será enorme aos produtores que ainda não se recuperaram do recente baque das importações. Muitos ainda não recuperaram o prejuízo.
O prefeito de Colinas Sandro Hermann (PP) e o vereador João Braun (PP) de Estrela, articulam a construção de uma ciclovia entre as duas cidades. Esta semana se reuniram com o prefeito estrelense, Rafael Mallmann (PMDB)
Embora o engenheiro concursado da prefeitura, e atual presidente do PP de Lajeado, Isidoro Fornari, reclamar volta e meia da coluna, aqui vai um reconhecimento: Fornari articula com qualidade a construção da ponte entre Lajeado e Santa Clara do Sul. Se sair do papel, é dele o mérito maior.
Adilson Metz concorrerá à reeleição para presidente da Sicredi Vale do Taquari. Existe expectativa sobre quem será seu vice. Em princípio, não haverá oposição dessa vez.
UmempresáriomeperguntouquantasáreasverdesexistememLajeado, e o que será feito com elas? Ele quer saber quem vai mantê-las, ou se existe ao menos um plano para as referidas áreas.
A propósito, a pergunta veio após o debate promovido pelo jornal sobre o Plano Diretor, e quando houve críticas à falta de arborização na cidade.


TRANSPORTE DE CARGA:
construção foi iniciada na década de 60, durante a gestão de Leonel Brizola. Rodovia foi nomeada de Estrada da Produção por ser a principal via de escoamento

Na iminência de ser privatizada outra vez, A Hora percorre os 445 km da BR-386, de Iraí até Canoas. As condições de uma das principais rodovias do país pioram a cada ano. Pistas simples, sinalização precária, ondulações e buracos, máquinas agrícolas nas vias, falta de roçadas em curvas acentuadas e motoristas imprudentes deixam a viagem tensa. Nos 100,7 km de Lajeado até Canoas o percurso é mais tranquilo devido a pista dupla, mas trava nas obras de duplicação entre Estrela e Bom Retiro do Sul – e na ponte sobre a linha férrea em Nova Santa Rita.

IMPRUDÊNCIA DUPLA:
trator invade pista para roçar vegetação, enquanto o caminhão se arrisca na ultrapassagem, em Seberi
SEM FISCALIZAÇÃO:

o único posto de pesagem dos caminhões, entre as cidades de Soledade e Fontoura Xavier, é um retrato do abandono
Reportagemefotos, RodrigoMartini
Especial
Os problemas iniciam antes do primeiro quilômetro da rodovia. Na ponte de mil metros de extensão sobre o imponente Rio Uruguai, na divisa com Santa Catarina, ondulações e sensação de insegurança em função da pista simples dão as “boas vindas” a quem escolhe a BR-386 para entrar em solo gaúcho.
Em Iraí, onde as promessas de duplicação perpassam anos, a pista simples e com fluxo intenso de caminhões é o primeiro desafio. Antes do trevo de acesso à cidade, no quilômetro 1, diversas barracas estão instaladas sobre o acostamento. No local, moradores vendem diversos produtos artesanais.
É lá que Adão Valentin Aguirre, 72, passa a maior parte do tempo. Vive desde a década de 50 em Iraí. Perdeu a conta de quantos acidentes já viu e a quantidade de mortes. “Moro ao lado do trevo. É lá que a maioria morre. Tentando cruzar as pistas. São muitos choques frontais.”
Apesar do grande movimento, estima que o número de veículos diminuiu desde 2013. Segundo ele, tudo em função dos anúncios de problemas na ponte sobre o Rio Uruguai, que se potencializaram em junho de 2014, quando uma cheia interrompeu a passagem de veículos e forçou o Dnit a interditar a estrutura. A liberação ocorreu por completo um ano depois. “Ficou conhecida como a ‘ponte que balança’. E muitos procuram evitá-la.” Sobre a necessidade de duplicar a rodovia, debocha: “A gente aprendeu a não dar bola para essas promessas.” Adão, na
verdade, considera boas as condições de trafegabilidade no trecho, apesar dos buracos, desníveis e da pista simples.
Saindo de Iraí, a BR-386 segue em pista simples, avariada e com ondulações até chegar a Frederico Westphalen. Lá, a tensão vira impaciência. Em função dos cinco quebra-molas no trecho entre os quilômetros 31 e 41. Também há quatro lombadas eletrônicas. O motorista perde quase meia hora para cruzar o perímetro urbano. Animais domésticos soltos aumentam riscos de acidentes, em especial para os motociclistas. Os redutores de velocidade, segundo o morador do bairro São Cristóvão, Carlos Corbari, foram instalados após reivindicações da comunidade escolar do colégio Duque de Caxias, próximo da rodovia. “O Dnit havia retirado o quebra-mola para obras de melhorias, um ano antes. E os pais, alunos e professores ficaram inseguros.”
Sem passarelas – já houve quatro licitações no Dnit, mas não saíram do papel –, os quebra-molas garantem o mínimo de segurança para os pedestres. Mas, com pouca sinalização e iluminação, os redutores também causam acidentes. “Já vi diversas colisões traseiras e veículos perdendo o controle, pois as placas são pouco visíveis”, diz Corbari.
Parado em um posto de gasolina às margens da BR-386 em Seberi, o dono de uma empresa de guinchos, Kleiton Kuhn, é um veterano na rodovia. Trabalhou 15 anos na Univias, antiga conces-
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estrada em pista simples é um dos gargalos nos quilômetros finais
sionária responsável pela estrada. Conhece cada detalhe da via, também denominada de BR-158 naquela região.
“Acidentes são diários. Mas também retiro em função de panes ou outros problemas mecânicos. Acredito que, em média, até 50 carros por mês”, calcula.
Próximo dali, o caminhoneiro Lauro Conceição finaliza a inspeção da carreta. Ele é morador de Erval Seco Cristal do Sul Rio Grande
“Vou demorar umas 10 horas para chegar”, calcula. Questionado sobre o tempo até Lajeado – distante 300 quilômetros –, estima seis horas de viagem. “Eu demoraria uma hora a menos se o trecho até lá fosse duplicado. Mas, do jeito que está, tem que ir na ‘manha’.”

A viagem segue por Boa Vista das Missões, Sagrada Família, Sarandi e Carazinho. É um trecho onde a pista simples é quase invadida pelas plantações de soja.
O maior problema é a pista simples. [...] o desenho da rodovia, [...] exige alto grau de atenção, disciplina e perícia.”
Diego Tomasi Diretor de uma empresa de Logística


A maioria dos produtores é associado às cooperativas locais. São diversos silos erguidos em terrenos lindeiros.
O perigo são os caminhões entrando e saindo das propriedades. Além disso, é corriqueiro ver máquinas agrícolas trafegando na rodovia ou sobre acostamentos esburacados. Em ofício encaminhado ao Dnit, o governo municipal solicita melhorias nestes acessos, a construção de vias marginais e
de um trevo no quilômetro 136,8, na localidade de Beira Campo.
O fato mais trágico dos últimos anos naquele trecho aconteceu em 2015. Um veículo VW Gol colidiu de frente em uma carreta.
O condutor tentou desviar de uma colheitadeira. Sílvio Petri, 60 anos, Juraci Petri, 42 e Gilmar Junker, 54, morreram no local.
Já no quilômetro 130, a estrada vicinal que leva ao aeroporto municipal de Sarandi é uma
imagem do descaso. Não há rótulas, trevo ou vias marginais para veículos acessarem a via. Um pouco antes do ponto de travessia da pista, no sentido interior-capital, só há uma placa alertando o risco: “Aguarde no acostamento”.
“Custo em trecho duplicado é 30% menor”
Diretor comercial da empresa Tomasi Logística, o empresário


Diego Tomasi esteve recentemente em viagem de negócios nos estados de Goiás e Minas Gerais. Foi verificar, entre outros pontos, a infraestrutura viária. “As estradas são muito melhores que as nossas. É impressionante.”
A empresa do Vale do Taquari tem unidades em Lajeado, Estrela, Canoas, Caxias do Sul, e ainda nas cidades de Itumbiara (GO), Itapecerica da Serra (SP) e na capital paulista. Pela BR-386, conta Tomasi, são pelo menos 320 viagens por mês, carregando mais de oito mil toneladas.
“O Vale do Taquari é um importante entroncamento rodoviário do Estado. Nossa localização é estratégica. Temos ligações para os principais polos”, realça.
No entanto, alerta às condições de outros estados. Para ele, as soluções apresentadas para os problemas da BR-386 são insuficientes e impedem o dinamismo da logística, gerando prejuízos. Cita a instalação de semáforos em detrimento as elevadas ou viadutos, e critica a escassez de trechos duplicados.
Ofluxodeveículoséintensoeodesenho da rodovia, principalmente entre Soledade a Lajeado, exige alto grau de atenção, disciplina e perícia.” Foi neste trecho, na descida da serra de Pouso Novo, que sete pessoas morreram em 2014

norte-americana, 5%.”
Em função da precariedade da malha rodoviária, entre elas a BR386, estima que os gastos durante o transporte representam cerca de 1% da receita global, conforme valores de 2016.

“O maior problema é a pista simples. Torna a viagem perigosa.
e manutenção na BR. Segundo ele, as operações de logística da Gemelli Sorvetes, com sede em Lajeado, consomem 11% do total de custos operacionais gerais da empresa. “A média nacional é 13%. A
Temos que ter manutenção e investimentos Falamos em economia, mas, fundamentalmente, em vidas”
Cíntia Agostini Presidente do Codevat
Os prejuízos combinam gastos com manutenção, avarias em produtos, segurança, tempo e distância percorrida. “O maior são as perdas de negócios. E temos que pensar que o custo de manutenção poderia ser baixado em 10% com uma boa malha rodoviária.”
Gemelli alerta para o não aproveitamento do tempo. “Um caminhão estragado e parado por um dia, deixa de entregar R$ 7 mil em produtos. Um vendedor com o carro estragado deixa de fechar pedidos em um dia no total de R$ 12 mil na alta temporada.”
Ele também fala sobre a dificuldade de visitar diferentes regiões. Cita um plano de vendas no Vale do Rio Pardo e outro no Vale dos Sinos. “O primeiro está mais próximo, mas todo o trajeto é de uma pista, o segundo, não. A frequência de visitas e efetivação de negócios é 30% maior no Vale dos Sinos.”
A presidente do Codevat, Cíntia Agostini, aponta alguns aspectos positivos. Cita as duplicações entre Lajeado e Estrela, e de Bom Retiro do Sul até Canoas (trecho tem avarias no asfalto novo e carece de manutenção a partir de Tabaí); também a duplicação do viaduto no quilômetro 441, na divisa de Canoas e Nova Santa Rita; o policiamento rodoviário, e as parcialidades no atendimento de urgência em acidentes e na iluminação da rodovia em trechos urbanos.
Como aspectos negativos, chama a atenção para problemas de manutenção, e avarias que resultam da falta de fiscalização quanto a sobrecarga dos caminhões. Realça ainda a necessidade de duplicação e de melhorias em acessos municipais; qualificação do atendimento de urgência médica e das poucas passarelas. “As melhorias resultam da mobilização regional. Temos que ter manutenção e investimentos Falamos em economia, mas, fundamentalmente, em vidas.”

Uma proposta controversa quer permitir três dias de folga às mulheres durante o período menstrual. O projeto, de autoria do deputado Carlos Bezerra (PMDB/MT), tramita na Câmara desde o fim do ano passado. Na justificativa, o parlamentar garante que a medida tem respaldo científico.
De acordo com Barbosa, “o afastamento é defendido por médicos levando-se em conta as alterações sofridas pelo corpo feminino durante esse período.” O parlamentar se baseia em medidas adotadas em outros países, como uma pequena empresa britânica citada em matéria do jornal Folha de São Paulo.
No texto, Barbosa afirma que 70% das mulheres tem queda de produtividade no período menstrual. A ginecologista

Daiane Bonella Coltro, reconhece as dificuldades enfrentadas por muitas mulheres, mas chama atenção para a necessidade de tratamento. “Muitas têm dores, fluxo aumentado, reten-
ção líquida, e tudo isso é real. Tem algumas que sofrem com a questão da TPM. Todas precisam ser tratadas.”
De acordo com Daiane, cada mulher reage de forma dife-
rente, e muitas têm utilizado anticoncepcionais contínuos para evitar a menstruação.
O projeto de Barbosa tramita em caráter definitivo, isso significa que ele precisa apenas
ser avaliado em três comissões para começar a valer como lei.
Na avaliação da ginecologista, nos casos mais sérios, quando mulheres sofrem em demasia com cólicas, sangramentos e Tensão Pré-menstrual (TPM), é necessário a busca por tratamento. “Com avaliação médica, alimentação orientada por nutricionistas e exercício físico acompanhado por profissionais da área, tem como melhorar muito a qualidade de vida e sintomas.”
Daiane ressalta que o importante é o tratamento ao longo do período menstrual. “Não adianta dar os três dias de folga e não melhorar a vida da mulher ao longo do mês, porque não impacta só no trabalho mas também na vida pessoal e familiar.
A lista de pessoas aguardando cirurgia nos olhos começa a ser atendida a partir do dia 20 de fevereiro, data em que os procedimentos voltam a ser feitos no Centro Oftalmológico. Fechado em 2015, o centro deixou de atender cerca de duas mil pessoas. Para ter o aval de atendimento, o Centro precisou
passar por uma série de adequações.
Nas última vistoria, o Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVs), avaliou as condições do local e autorizou a retomada dos atendimentos.
O Centro está autorizado a atender pacientes do SUS, mas o repasse permite apenas 40 cirurgias/mês. Dessa forma, a demanda reprimida levaria
quatro anos e dois meses para ser atendida.
O presidente do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Vale do Rio Taquari (CONSISA VRT), Adroaldo Conzatti, afirmou que vai avaliar a possibilidade dos municípios custearem com recursos próprios os atendimentos em espera. Na tabela do SUS, a cirurgia de catarata custa R$ 643.
O Centro Oftalmológico de Encantado foi denunciado, em fevereiro de 2015, pelo Ministério Público (MP) após 16 pacientes perderem a visão, depois de realizar cirurgia de catarata.
Em dezembro, a vigilância proibiu a realização de novas cirurgias no local. Desde então, diversas vistorias foram realizadas e adequações exigidas.
As investigações apontaram a presença de uma bactéria, causando cegueira nos pacientes. Na época, as autoridades relataram não haver procedimentos operacionais adequados para evitar as infecções. Também foi apontada a falta de equipamentos e materiais básicos para as cirurgias e falhas nos recursos humanos, com poucos profissionais para atender a demanda.

Prefeitos se reúnem com o Daer
Vale do Taquari
C129. A via que liga os dois municípios, dá acesso a Sales para os ciclistas.
noite e nos fins de semana, e precisa ocupar a mesma pista usada pelos veículos automotores. O prefeito de Colinas, Sandro Herrmann, relata que o movimento tem se intensificadonosúltimosanos,oquepreocupa.
tar. Precisamos garantir que se desloquem de modo seguro. Além de ser uma obra muito importante a nível regional.”
fael Mallmann, prefeito de Estrela, iniciaram logo após as eleições, em novembro.“Concordou de modo imediato. É algo necessário ao turismo e à prática do ciclismo, que cresceu muito no Vale”, comenta. Herrmann também se reuniu com o secretário estadual de Transportes e Mobilidade Pedro Westphalen, que prometeu apoio a iniciativa. No próximo dia 21, eles realizarão o primeiro encontro com o Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer).

Porém, exige cuidado de ambas as partes, pela falta de acostamento. Todos precisam dividir o mesmo espaço “Muitos motoristas não respeitam os ciclistas. Mas os direitos e deveres sobre a pista são os mesmos.” Nenhum acidente foi registrado notrecho.Mas,porvezes,osveículos passam rentes as bicicletas. “Para acontecer algum acidente é questão de centímetros.”
Sehn ainda relata que à noite o problema se agrava, tendo em vista que além do acostamento, não há iluminação na pista. “Mesmo com a luz de segurança fica difícil enxergar.”
Ciclofaixa: Não há separação física. O espaço da ciclofaixa é determinado apenas por uma pintura na via.
Aideiadosprefeitoséqueoestado pague pela obra. “São os responsáveis pela ERS. Então achamos que
Ciclovia: É uma via exclusiva para os ciclistas, com uma separação física que os isola dos demais veículos.
devem arcar com isso.”
Depois da reunião, as administrações devem contratar um enge-
nheiro para fazer o projeto e calcular os custos da construção da ciclovia. Caso não seja possível o repasse da verba pelo estado, Herrmann e Mallmann pretendem buscar recursos através de emendas parlamentares.
Ciclista há dois anos, o fotógrafo Frederico Sehn, de Estrela, usa o trajeto pelo menos uma vez por semana. Ele relata que andar pelo trecho é tranquilo em determinados horários, quando o fluxo de veículos é baixo.
O integrante do grupo ValeCiclismo, Fabrício Meneghini, apoia a proposta. Ele usa o local com frequência, e nesta quinta-feira passou pelo trecho com outros 40 ciclistas. “Acho muito importante, pois é a área que mais usamos para pedalar.”
Porém, ele ressalta a necessidade de consulta aos ciclistas e comunidade, antes do início do projeto, a fim de evitar problemas posteriores. “Aqui na região mesmo há muitas ciclovias estreitas, cheias de cocurutos, o que deixa ainda mais inseguro para todos. Cheguei a quebrar um braço por causa disso. Então precisamos pensar bem antes de fazer.”

APolícia Rodoviária Estadual adiou o período para iniciar a fiscalização em trechos cuja velocidade máxima permitida seja abaixo de 80 km/h. A partir do dia 20, uma série de fiscalizações em locais de 60 km/h serão feitas com o objetivo de reduzir o número de acidentes, alega o comando.
A praça da PRE de Cruzeiro do Sul abrange dez municípios, por meio de seis rodovias, entre elas as de maior índice de acidentes ERS-130 e a RST-413.
O Pelotão de Teutônia vai atuar com radar na ERS-128, a Via Láctea, também em partes em que a via seja de velocidade permitida de 60 km/h
De acordo com o comandante do Grupo Rodoviário Estadual de Cruzeiro do Sul, sargento Fábio Railander Dias Silveira, há locais críticos de maior periculosidade como nas rodovias RST-413 e RS-130.
O comandante está na praça desde julho de 2016 e realizou pesquisas de acidentes durante todo o ano de 2016. A RS-130 contabiliza o maior índice de periculosidade. O trecho entre Arroio do Meio e Lajeado é o líder de acidentes nas rodovias

estaduais da região.
No ano passado, foram 19 acidentes com danos materiais, 19 com lesões e um com óbito, totalizando 39 em um trecho que vai do km 70 ao 75. “Esta é uma maneira experimental de fiscalização, porque até agora percebemos altos índices de acidentes nestes pontos.”
Afirma que o histórico das pessoas que se envolvem em acidentes relatam que o trânsito ficou lento e dificultou a parada do veículo. O semáforodoPostodoArcoéoprincipal
O objetivo não é a multa, mas reduzir os acidentes e preservar vidas
Railander Dias Silveira
PRE de Cruzeiro do Sul
motivador para deixar o trânsito lento. “Se os motoristas percebem que está parado ou lento, e mesmo assim não conseguem evitar a colisão, é porque estão acima da velocidadeoudistraídos,possivelmentefalandoouusandoocelular.”
Segundo o comandante, a sinalização está adequada, inclusive, avisando gradativamente a redução da velocidade em cruzamentos ou lugares de maior perigo. “Em um acidente, é possível que o motorista não tenha seguido a sinalização. Se estivessem dentro
fiscalizados
das normas de circulação e conduta, perceberiam quando há lentidão em algum trecho.”
É preciso divulgar
O comando da PRE havia divulgado na quinta-feira que a fiscalização iria iniciar na próxima semana. Entretanto, resolveu adiar o prazo para que haja maior adaptação dos motoristas, embora as sinalizações horizontais e verticais passem estas informações. “Ampliamos o prazo para que as pessoas tenham conhecimento e se deem conta que é preciso reduzir a velocidade.”
Segundo Railander, a divulgação nos meios de comunicação é um alerta e uma forma para contribuir com a redução de danos. “O objetivo não é a multa, mas reduzir os acidentes e preservar vidas, para que este ano estes índices sejam reduzidos.”
A maioria das multas aplicadas apontam para motoristas que trafegam até 50% acima da velocidade máxima permitida. Casos de veículos trafegando acima disso são mais esporádicos. O equipamento metrológico, mais conhecido como radar, tem um alcance de até três quilômetros. Mas nas rodovias locais, não chega a atingir esta distância devido à geografia das estradas sinuosas.


Gerente de operações, Cristina
Entre as necessidades do ser humano, um dos fatores prioritários, além do conforto, é a segurança. Para isso, os seguros são a melhor solução. Junto com a crise econômica, a disparada nos índices de violência sensibilizou as pessoas para a necessidade de adquirir este tipo de produto.
Conforme Ervino Scheeren, diretor da corretora Poolseg com atuação no Vale do Taquari, “o crescimento e diversificação das opções faz as pessoas adquirirem consciência que o produto deixou de ser uma despesa e se transformou em investimento. Mesmo tendo que desembolsar quantias mensalmente, semestralmente ou anualmente, são eles que nos asseguram um mínimo de conforto no caso de qualquer tipo de perda”, afirma.
Segundo Scheeren, o seguro tem por objetivo fortalecer o equilíbrio patrimonial e econômico da população. Entre os desafios na hora de oferecer os planos aos clientes, Ervino destaca a impor-
A necessidade de proteger o patrimônio torna o seguro um investimento que gera segurança e tranquilidade.
Ervino Scheeren, diretor da Poolseg
tância de ressaltar o custo benefício. “As pessoas compram algo em função da percepção de valor”.
O gerente de desenvolvimento da Poolseg, Vinícius Scheeren, diz que nos últimos anos se verifica uma mudança cultural. “Seguro é investimento em tranquilidade. As pessoas têm a necessidade de resguardar seu patrimônio, ficarem
protegidas de qualquer risco”. Para a gerente de operações da corretora, Cristina Wahlbrink, a venda de uma apólice de seguros ocorre quando o corretor consegue conscientizar a pessoa da necessidade de se proteger contra situações inesperadas. “Temos a missão de garantir a tranquilidade das pessoas em todos os momentos”. Ela reforça a importância de analisar a credibilidade da empresa e o conhecimento do corretor antes de adquirir um plano. “É fundamental que o profissional esclareça as informações sobre os produtos e serviços comercializados e mostre, de forma mais ampla, a real importância de se contratar o produto para a proteção no dia a dia”, explica.
A Poolseg também oferece uma ampla linha de produtos, serviços e proteções que ajudam a garantir o patrimônio e deixam a família ou a empresa mais assistidas diante de situações inesperadas. “Faça uma cotação conosco e confira as melhores oportunidades de seguro no mercado”, garante a gerente.
O seguro de automóvel protege o veículo segurado contra danos acidentais ou roubo/furto bem como o ressarcimento de danos materiais ou corporais causados a veículos terceiros. Na Poolseg podem ser simulados na hora em www.poolseg.com.br/calculo-auto
O seguro residencial é um seguro multirisco que possui coberturas para proteger a residência do segurado contra eventos como incêndio, roubo, danos elétricos a equipamentos, vendaval, granizo, entre outros. Um residência de alvenaria com coberturas básicas custa a partir de R$ 300,00 ao ano.
Seguro de vida
O seguro de vida é uma garantia da proteção financeira da família em caso o segurado venha a faltar. Também beneficia diretamente o segurado em caso de doença grave ou invalidez permanente. Para um segurado de 30 anos com um capital segurado de R$ 100.000,00 o custo mensal é a partir de R$ 30,00
Seguros empresariais
Protegem o patrimônio das empresas contra eventos como incêndio, vendaval, roubo, responsabilidade civil, entre outros. Abrange geralmente a proteção dos imóveis, equipamentos, mercadorias e móveis e utensílios. Veja mais em www.poolseg.com.br
Seguro viagem
Garante a indenização ao segurado na ocorrência de riscos cobertos ocorridos durante uma viagem, tais como despesas médicas, perda de bagagem, translado médico, entre outros.
Seguro de responsabilidade civil profissional
Proteção contra erros e omissões no exercício da profissão de profissionais liberais como dentistas, contadores, médicos, advogados, engenheiros, entre outros.
O diretor Ervino Scheeren chama a atenção para a busca de conhecimento de forma constante sobre os produtos e serviços oferecidos, além de um relacionamento transparente, próximo, consistente e pró-ativo na busca de soluções para o segurado.
A gerente Cristina Wahlbrink destaca a necessidade do corretor apresentar aos consumidores novos ramos além do seguro de automóvel. Muitas pessoas desconhecem certas modalidades devido à falta de oferta do próprio profissional. Para ela, o setor existe para garantir tranquilidade e segurança às pessoas. “O seguro deve fazer parte da rotina de consumo, além de estimular a economia e proteger nosso patrimônio”, declara.

Afaculdade La Salle pretende ampliar o projeto
“Desvelando o que queremos esconder” para os cinco maiores municípios da região. Um diagnóstico foi desenvolvido no ano passado em Estrela. Durante o Fórum de apresentação dos resultados, foi sugerido expandir a pesquisa para outras cidades do Vale do Taquari.
De acordo com o coordenador do projeto, o irmão Marcos Corbellini, a pesquisa terá outra conotação.
“Queremos verificar o percentual de pessoas que tiveram experiência negativa em relação a algum tipo de discriminação de gênero, renda e etnia.”
No ano passado, o estudo analisou a percepção das pessoas em relação a comportamentos discriminatórios. Os resultados apontaram uma tendência em não admitir esse tipo de situação no entorno onde se vive, mas apontar para outros locais.
O estudo permite verificar o comportamento social e as influências nos municípios próximos

de Estrela. Além disso, viabiliza a comparação de dados entre as cidades.
Nesta edição a análise ocorre em Lajeado, Arroio do Meio, Estrela, Teutônia e Encantado As cidades foram escolhidas por serem as maiores da região em densidade populacional. A pesquisa tem perfil quantitativo.
Segundo Corbellini, 108 pessoas serão ouvidas em três bairros de cada cidade. “Os pesquisadores aplicam os questionários na região central, em um bairro mais favorecido e outro menos.” Ao
todo mais de 540 pessoas serão entrevistadas. Nove alunos serão treinados para sair a campo.
Os trabalhos iniciam em fevereiro e se estendem até junho, quando a pesquisa será publica. A preparação dos questionários inicia neste mês e serão concluídas em março. A aplicação ocorre durante o mês de abril. Os dados serão tabulados e analisados em maio. O projeto conta com o apoio do A Hora e do jornal Nova Geração.
Desde o início do mês, a Unidade Básica de Saúde conta com uma nova profissional. A cirurgiã dentista, Guadalupe Dumcke Cobalchini, 42, atende 40 horas semanais. Natural de Santana da Boa Vista, a profissional é forma-
da pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Pucrs) desde 1997. Atuou de forma temporária no Exército, em Uruguaiana, assim como na prefeitura e foi proprietária de clínica particular em Lajeado. É especialista em prótese dentária.
A dentista faz restauração,
limpeza, raspagem, aplicação de flúor e extração, se necessário. As consultas ocorrem de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 12h; segunda-feira e quintas-feiras das 13h às 19h; e terças-feira e quartas-feiras das 13h às 17h. O agendamento poderá ser feito na recepção do Posto de Saúde.
O estudo feito no ano passado apontou um cenário desigual. Mulheres, negros, pardos e indígenas são segregados em situações comuns que passam despercebidas. Uma das disparidades é apontada na distribuição de renda. Aspectos culturais e históricos também exercem influência nesse cenário. A pesquisa foi feita entre agosto e setembro.
Ao todo, 399 pessoas foram entrevistadas, em 17 bairros. Elas responderam a 30 perguntas baseadas em dados estatísticos do IBGE,


do censo demográfico de 2010. As perguntas eram relativas a questões de gênero, raça, renda, escolaridade e idade.
Os dados mostram uma sociedade em que prevalece a discriminação em virtude de gênero ou etnia. Os brancos têm mais oportunidades em relação aos outros grupos étnicos. As mulheres, apesar do mesmo nível de formação que os homens, recebem salários inferiores. Os mais pobres têm menos oportunidades e enfrentam o preconceito devido a renda obtida.




Lajeado
Os mais de 53,3 mil carnês de IPTU serão entregues até a próxima terça. Quem não receber pode se dirigir à Agência de Correios Lajeado, na Rua Benjamin Constant,
670 para retirar o carnê. Dúvidas podem ser enviadas para o setor, fale com os Correios, no site da instituição ou pelo telefone 30030100. O horário de funcionamento é de segunda à sexta-feira, das 8h às20h.Aossábados,das8hàs14h.

Os trabalhadores da saúde iniciam campanha salarial. A reivindicação pede a reposição da inflação, mais 5% de aumento real. A assembleia regional ocorreu nessa quinta-feira no Parque Theobaldo Dick. O encontro reuniu representantes de instituições do Vale do Taquari, Rio Pardo e Santa Maria.
A Federação dos Empregados em Estabelecimentos e Serviços de Saúde do Rio Grande do Sul (Feessers) promove assembleias regionais de janeiro a maio. Uma série de ações são programadas durante os eventos. Em Lajeado, a atividade previa um abraço simbólico ao Hospital Bruno Born (HBB). Em virtude da possibilidade de chuva, foi cancelado.
A data-base dos servidores ocorre no mês de março. Os trabalhadores aguardam a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do próximo mês, para confirmar o percentual exato de reajuste.
Segundo o presidente, do Sindisaúde Vale do Taquari, Carlos Luis Gewehr, no ano passado os profissionais tiveram uma reposição abaixo da inflação do período. “Queremos empatar ou reduzir as perdasinflacionáriasacumuladas.”
Negociações
esbarram na crise
A negociação dos valores ocorre em um período de dificuldades financeiras para os hospitais. Os atrasos nos repasses do Estado para as instituições têm atingido os funcionários. Na região, um dos
sos no salários dos trabalhadores, das férias e do 13º.
A situação ocorreu no Hospital Estrela e Ouro Branco. No HBB, no ano passado 50 profissionais foram desligados. A mais grave foi registrada no São José de Taquari.
Na última semana, hospitais conseguiram um empréstimo para quitar despesas pendentes. O governo do Estado se comprometeu a pagar o financiamento. A medida é paliativa. Ameniza as dificuldades de forma momentânea, mas não favorece as finanças nos próximos meses, em especial, com as pendências fixas como a folha de pagamento.
Gewehr compreende a situação, mas afirma que o funcionário não pode pagar essa conta sozinho. “O empréstimo feito na semana passada, resolve a situação dos hospitais. Mas quem vai resolver o problema do funcionário, se não for a instituição”, questiona.
A campanha salarial unificada tem o objetivo da categoria unir forças para obter a reposição. Segundo ele, várias ações contra instituições foram abertas em virtude dos atrasos de salários. “Entendemos que o problema não é pontual. A situação vem da União e do Estado. Estamos notificando eles também, chamando-os para responsabilidade.”
Na avaliação dele, mesmo com o atraso nos repasses, às casas de saúde não podem estagnar os salários dos funcionários. “Os funcionários não tem culpa.”
Gewehr não descarta a possibilidade de fazer greve caso a demanda não seja atendida. “Faremos com pé no chão. Lidamos com vi-

As dificuldades enfrentadas pelos trabalhadores fazem parte dos relatos das assembleias. Taquari tem a situação mais difícil. “Em algumas situações, pessoas relataramestarsemdinheiroparapagar aluguel, no dia 15 do mês.”
Segundo ele, o próprio grupo se reuniu para ajudar o trabalhador. A folha foi regularizada neste mês depois de uma série de ações do sindicato e outras organizações. Município, Estado e a União foram notificados para tomar providências sobre a situação.
“Estamos adoecendo”
A sobrecarga de trabalho e a incerteza em relação ao atraso da remuneração tem feito diversos profissionais se afastar das atividades. “Tenho colegas em atestado, fazendo acompanhamento com psicólogos e psiquiatras.”

Trabalhadores serão identificados com coletes. Entrega


As primeiras medidas para qualificar a coleta de lixo foram iniciadas essa semana. Nesta sexta-feira, o secretário de Agricultura eMeioAmbiente,GilsonHollmann, reuniu 11 catadores para entrega de coletes. As 100 unidades na cor laranja foram doação de empresa que realiza triagem.
O material serve para destacar a categoria no trabalho. Além de identificar, o objetivo é estabelecer novo relacionamento entre a comunidade e os catadores. Hollmann afirma que muitas pessoas ainda olham para eles como lixeiros. Entretanto, ressalta a importância da atividade para reduzir descarte no aterro municipal e gerar renda para as famílias. “Antes que o caminhão do lixo passe,
já estão fazendo a seleção. Muitas vezes o que é reaproveitável está no meio da sujeira.”
Por meio de campanhas pretende incentivar a população a separar o lixo em frente as casas. O descarte correto, conforme os dias de coleta orgânica e de resíduos secos é outro pedido. Também sugere a colocação de duas lixeiras. Uma para receber apenas aquilo que pode gerar renda para os catadores, como latas de alumínio, papelão e garrafas pet. A outra para embalagens ou descartes.
A empresa responsável pela coleta seletiva apresentou os garis ao Executivo. Os profissionais receberam orientações de Hollmann sobre a importância no manejo do lixo na quinta-feira. Episódios relatados pela comunidade como resíduos espalhados pela estrada não podem ser repetidos.

O plano de qualificar a gestão dos resíduos também será aplicado aos empreendedores. O biólogo Leonardo Crestani conseguiu aval do Ministério Público para cobrar a logística reversa. A alternativa está sendo apresentada aos comerciantes. Lojas que vendem tintas são orientadas a solicitarem as latas vazias. Em paralelo terão que destinar corretamente o material. As lâmpadas também devem ser inclusas no sistema. – não jogue lixo ou entulho nas vias públicas, córregos, lotes vagos, bueiros e encostas; – no trânsito, respeite os cones de sinalização, eles estão ali para proteger os varredores; – respeite os dias e horários de exposição do lixo para coleta, evite deixar seu lixo na rua por mais tempo que o necessário; – embale corretamente seu lixo, em sacolas resistentes, bem fechadas e de tamanho adequado; – proteja o vidro e outros materiais cortantes (estiletes, pregos, lâminas) com material resistente, antes de colocá-lo na sacola e pressione as tampas das latas para dentro.
Ocalor favorável a proliferação do mosquito da dengue exige iniciativas de conscientização. A agente responsável pelo setor de endemia, Andressa Radavelli, elabora um concurso para desenvolver nas escolas a partir do segundo semestre. O projeto incentiva os alunos a desenharem algo relacionado ao combate contra o mosquito da dengue. As melhores produções serão escolhidas e usadas em campanhas da administração municipal.
Andressa é a única servidora exclusiva no setor de endemia. Ela conta com o apoio das agentes de

Pleito antigo da comunidade e promessa de campanha de todos os candidatos a prefeito em 2016, a construção da nova ponte sobre o Arroio Alegre em Forquetinha tem uma nova etapa na próxima semana. Para tentar viabilizar o projeto de construção, o prefeito Paulo Grunewald vai a Brasília na próxima segunda-feira, 13, buscar verbas junto aos deputados federais.
A expectativa de Grunewald é que o projeto, orçado em aproximadamente R$ 800 mil, seja contemplado por emendas parlamentares. De acordo com ele, os deputados Afonso Hamm e Covatti Filho, ambos do PP, demonstraram interesse na obra. “Eles vão ajudar, pois entendem que é uma obra prioritária, não só para Forquetinha, mas também

para os municípios vizinhos.” Grunewald também vai se reunir com outros parlamentares que tenham interesse no tema. De acordo com ele, outros projetos também serão apresentados aos deputados. A proposta é que os cerca de 70 metros da ponte, que hoje é de de mão única, seja duplicada. Além disso, ele pretende modificar o material da pas-
sagem, que hoje está em condições precárias. Caso as verbas da União não sejam liberadas, Grunewald estuda uma alternativa para concluir a obra. “Temos que ver nosso orçamento e teremos que usar recursos próprios se as verbas não forem liberadas.” O prefeito fica na capital até quinta-feira, 16.
Progresso
A Administração Municipal, através da Secretaria de Turismo, Indústria, Comércio e Desporto,
avisa aos interessados que estão abertas as inscrições para as oficinas do projeto Esporte e Lazer ano II (Ginástica, Judô e Patinação).
Os interessados devem realizar
saúde no complemento de visitas. Para atuação efetiva aposta na conscientização para evitar a proliferação do inseto transmissor da dengue, febre chikungunya e zika vírus. “Nosso maior desafio é a resistência das pessoas. Eles nos recebem, mas ficam preocupados em saber o que há no terreno deles”.
As visitas foram intensificadas na semana passada porque a agente encontrou larva em uma armadilha, na Unidade Básica de Saúde. A 16ª Coordenadoria Regional de Saúde confirmou ser do Aedes aegypti. Em um raio de 300 metros, iniciou o monitoramento.
Caso outra larva da mesma espécie fosse encontrada no perímetro,
o município passaria a ser considerado infestado.
Durante visitas complementares, realizadas durante a semana, foram encontradas duas larvas, as amostras foram encaminhadas para análise. O resultado deve retornar nos próximos dias. As armadilhas na Unidade Básica de Saúde, Brigada Militar e na prefeitura são vistoriadas com intervalo de sete dias.
No Parque de Máquinas, dois postos de combustíveis, uma borracharia e o cemitério evangélico entram no cronograma a cada 15 dias. Os pontos estratégicos servem para atrair a fêmea e identificar áreas de possíveis infestações.
inscrição na prefeitura, no setor de Protocolo durante o horário de atendimento. Mais informações pelo telefone 3788 1122 com Simone Berté.

Santa Clara do Sul
Uma sequência de assaltos traz medo aos moradores. Pela terceira vez desde o dia 16 de janeiro, a lotérica no centro foi alvo de bandidos. O crime aconteceu por volta das 9h40min dessa sexta-feira, e gerou críticas sobre a falta de policiamento.
Testemunhas afirmam que dois criminosos entraram no estabelecimento “de cara limpa” e entraram na fila de atendimento como se fossem clientes. Uma mulher acompanhada da filha se preparava para pagar as contas do mês quando um dos homens anunciou o assalto.
“No início pensei que era brincadeira, mas ele gritou de novo e pressionou a arma contra as minhas costelas”, lembra. A vítima e a filha foram empurradas contra a parede, que pegou o dinheiro das contas antes de pular em direção ao balcão da lotérica. Ao mesmo tempo um comparsa recolhia pertences dos clientes. Eles fugiram pela Av. Emancipação. Um policial militar a paisana teria visto a cena e tentado intervir. Os bandidos fizeram um disparo antes de entrar em um automóvel Santana, onde outro homem aguardava.
Uma senhora que passava pelo local ouviu o disparo e viu a movimentação. “Primeiro pensei que eram fogos de artifício, mas

depois vi eles correndo e percebi que eram ladrões.” No local onde o carro estava estacionado, ela percebeu um bolo de notas jogado no chão.
“Peguei e trouxe direto para a lotérica”, afirma. Os moradores reclamam da demora para a Brigada Militar chegar até o local. Segundo eles, apenas três policiais são responsáveis por fazer o patrulhamento de Santa Clara do Sul e mais quatro cidades da região.
De acordo com uma das proprietárias da lotérica, o primeiro dos três ataques acontece no dia 16 de janeiro. Dois homens entraram no estabelecimento armados e com capacetes. “Anunciaram o assalto, recolheram o dinheiro e fugiram.”
O segundo ataque foi na segunda-feira, 6. Uma dupla en-
trou no estabelecimento, mas dessa vez um estava de capacete e outro sem. “Parece que foram perdendo o medo de serem reconhecidos”, disse uma das vítimas.
Para a funcionária, o mais surpreendente nesse último ataque foi a tranquilidade dos assaltantes. “Eles chegaram com toda a calma, estacionaram, entraram sem capacete e ficaram na fila, sem se importar com as câmeras de segurança.”
De acordo com um morador das proximidades, os arrombamentos a residências e assaltos a estabelecimentos comerciais se tornaram rotina no município. Ele afirma que a preocupação é ainda maior no interior. “Tem que ligar para o celular para chamar a Brigada, mas raramente o telefone tem sinal e como eles cobrem outras cidades, demoram muito para chegar.”
A Hora - Qual a avaliação da administração quanto a segurança da cidade?
Paulo Kohlrauschsegurança é um problema nacional. Assim como as demais cidades do Brasil, Santa Clara do Sul também convive com a carência de policiais militares, de armamento e de viaturas, o que inviabiliza um patrulhamento mais ostensivo e eficaz.
Já houve alguma conversa com a BM para ampliar o efetivo do município?
Kohlrauschcias com órgãos de segurança municipal e regional para discutir a realidade em que vivemos, fazendo um diagnóstico das nossas necessidades e visando encontrar alternativas viáveis que possam auxiliar.

O primeiro encontro ocorreu no dia 24 de janeiro, quando nos reunimos com o comandante interino, Juliano Schmier, para avaliar a estrutura local e planejar ações. Da mesma forma, realizamos uma audiência com o tenente-coronel Paulo Rogério Medeiros, que é comandante do 22º Batalhão de Polícia Militar.
Uma das propostas de campanha era a implementação da guarda municipal. Este projeto está em andamento?
Kohlrausch - Uma das propostas em análise é a criação de uma guarda municipal armada, que atuaria em consonância com a Brigada Militar local.
Está em fase implantação um sistema de videomonitoramento em pontos estratégicos do município. Outra medida é a criação de um Conselho Municipal de Segurança Pública que terá a atribuição de auxiliar e dialogar com o governo e a BM na busca por melhorias na área.
Após o assalto, a BM recebeu informações sobre a placa do veículo, que não constava como furtado ou roubado,easimagensdascâmeras de segurança. Na tarde, o companheiro da dona do carro foi até a o quartel da BM de Arroio do Meio para registrar ocorrência de furto. Ao analisar as imagens da lotérica, os policiais perceberam a semelhança entre o homem que prestava depoimento e um dos assaltantes. Os policiais encaminhara o suspeito até a delegacia. No caminho ele teria confessado o crime.
Policiais de Santa Clara do Sul, Cruzeiro do Sul e Arroio do Meio participaram da ocorrência e fizeram buscas pelo carro e os demais assaltantes. Até o fechamento da edição, eles não tinham sido encontrados.

PATROCÍNIO:


Cdevem iniciar entre a próxima semana e a segunda quinzena março. Quatro estão em andamento
competições de futebol de campo neste primeiro semestre. São sete campeonatos que devem iniciar entre a próxima semana e a primeira quinzena de março. Em outros quatro municípios os certames estão em andamento. Em está na sexta rodada. No sábado, em Tiririca, o Flamengo B enfrenta o Amizade, às 15h. Já às 17, o Cruzeiro, de Tiririca, encara o São João. No domingo, as partidas ocorrem em Alto Honorato. Às 15h, o Achados e Perdidos enfrenta o Sempre Unidos, e às 17h, o Cruzeiro, de Alto Honorato, encara o Flamengo A. Neste fim de semana haverá novamente rodada dupla pelo amador de Boqueirão do Leão
Na tarde de sábado o EC São Roque busca pontuar contra o Internacional de Pedras Brancas. A partida ocorre em São Roque. No domingo em Matão, o São José encara o Independente.
Em Teutônia, a segunda rodada ocorre em três comunidades.
Na Linha Germano, dois jogos di-
• Arroio do Meio – O certame reúne seis clubes: Esperança e EC Rui Barbosa (Rui Barbosa), Amigos (Picada Arroio do Meio), Cruzeiro (Linha 32), Palmense (Palmas) e Sete de Setembro (São Caetano). A entrega das fichas ocorre no dia 30 de janeiro. O início está previsto para 19 de fevereiro.
• Bom Retiro do Sul – A competição contará com a participação de cinco clubes – Grêmio, Floriano, Palmeiras, Aecosajo e Rudibar. A rodada inaugural será no dia 19 deste mês com Grêmio versus Floriano e Palmeiras versus Aecosajo. Os clubes jogarão em turno e returno, se classificando os quatro primeiros de cada categoria para a semifinal.
• Cruzeiro do Sul – Tamoio, 25 de Julho, 22 de Novembro, Bom Fim, Canarinho, XV de Novembro e
videm a atenção do público. No campo do Flamengo, os donos da casa recebem o Atlético Gaúcho, já o União enfrenta o Esperança. Em Linha Posses, o Bangu duela com o Catarinense. Fechando a rodada, em Linha Ribeiro, o Ribeirense encara o Gaúcho. A folga é do Saídera.
A Taça da Amizade realiza a segunda rodada. Pela chave A, o Juventude recebe em Brochier o Palmeiras. Em Colinas jogam Rui Barbosa e Boavistense. No grupo B, em Linha Berlim, Westfália, o Juventude encara o Poço das Antas e em Imigrante o Ecas pega o Fluminense.
Taça da Amizade é exemplo
Organizada pela Associação de Clubes Amadores de Teutônia (Acat), a Taça da Amizade integra os municípios de Colinas, Imigrante, Poço das Antas e Westfália. Neste ano, um time de Boa Vista do Sul (Boavistense) e outro de Brochier (Juventude), participam pela primeira vez. No total, dez clubes buscam a taça. Travesseiro tenta seguir o exemplo da Taça da Amizade. Sem condições de realizar o municipal de futebol de campo, a Liga Traves-
Independente disputam o título nas categorias titular e aspirante. A competição será disputada no formato todos contra todos em apenas um turno, classificando-se as quatro melhores equipes para as semifinais. A rodada inaugural será no dia 5 de março.
• Estrela – Município promove apenas o Intercomunitários, certame entre as comunidades do interior.
• Encantado – Competição segue indefinida.
• Lajeado – Na quinta-feira ocorreu a primeira reunião com os clubes. Estiveram presentes representantes de quatro agremiações – Internacional, Delfino Costa, União Campestre e o Jardim do Cedro. Na próxima quinta-feira, dia 16 haverá uma segunda reunião. Segundo o presidente Danrlei Christ, a competição deve iniciar no dia 12 de março
com a participação de 8 times.
• Paverama – Segundo o coordenador de esportes, Jair Delfino foi proposto para os clubes um campeonato com disputas na categoria titular e aspirante, mas não foi aceito. Delfino salienta que entre o final de fevereiro e o inicio de março, será realizada uma nova reunião, onde será apresentado um novo modelo de campeonato com disputas apenas em uma categoria.
• Roca Sales – O municipal deste ano terá a participação de seis equipes e inicia dia 26, em Linha Constância. Antes do dia 19, no centro da cidade, ocorre o torneio de início entre todos os participantes. Copalto, Toma Dez, Esperança, Botafogo e Juventude, Real Lions disputam o título da competição, que será disputada apenas na categoria titular.
seirense de Futebol Amador (Litrafa) decidiu por convidar clubes de Capitão, Coqueiro Baixo, Pouso Novo e Marques de Souza. Com jogos apenas pela categoria titular, sete clubes, representando cinco cidades disputam o título da Copa Integração. A competição inicia no dia 19, na sede do Clube Esportivo Travesseirense, em Travesseiro. Outro campeonato que deve seguir os mesmos moldes da região germânica do Vale é a copa que integra as cidades de Mato Leitão, Santa Clara do Sul, Sério, Forquetinha e Canudos do Vale. Organizada pela Liga Santa-Clarense de Futebol Amador (Lisafa), o torneio terá amparo da Aslivata e pode ter a participação de até dez equipes. Segundo o presidente da Aslivata, Volnei Kochhann, o encontro que deve sacramentar a competição ocorre no próximo dia 13, em Arroio Alegre, Forquetinha.
• Copa Integração – No dia 19 será dado início ao primeira edição da Copa Integração. A competição movimentará sete clubes de cinco cidades, são eles: São José e Juventus (Coqueiro Baixo), Travesseirense e Juventude (Travesseiro), 7 de Setembro (Capitão), CMD Pouso Novo (Pouso Novo) e Guarani (Marques de Souza).
• Mato Leitão, Santa Clara do Sul, Sério, Forquetinha e Canudos do Vale - Organizada pela Liga Santa-Clarense de Futebol Amador (Lisafa), o torneio terá amparo da Aslivata e pode ter a participação de 10 a 12 equipes. Segundo o presidente da Aslivata, Volnei Kochhann, a competição será disputada na categoria aspirante e titular. O encontro que deve sacramentar a competição ocorre no próximo dia 13, em Arroio Alegre, Forquetinha.

dia de gols. Em 14 jogos, as redes balançaram 64 vezes – média superior a quatro por confronto. A maior goleada foi registrada na vitória do Ademar Gessos sobre o Avenida – 9 a 0. Fernando Rupp, o “Fritz” marcou seis gols e assumiu a artilharia da competição. As outras goleadas desta fase foram aplicadas por Bohemios, Camping da Pedra, Barsemlona e Maravilha.
Goleadores: Fernando Rupp (Ademar Gessos) – 9 gols Alexandre Piccinini (Sombras) e Carlos Rodrigues (Cruzeirinho) – 6 gols
Competição de futebol 7 conhece neste sábado as oito equipes classificadas as quartas de final

Lajeado, Bohemios, de Arroio do Meio, versus Amigos do Léo, de Teutônia, e Ademar Gessos, de Travesseiro, versus Caí na Farra,
A segunda fase encerrou no sá-
Goleiros menos vazados Frederico Josué Muller e Diego Santos (Illuminatti's), Lucas Feil e Miguel Bettio (Ademar Gessos) – 2 gols sofridos

Competição de futebol sete terá a participação de nove equipes

Atacante não participou do treinamento
Otreinamento do Grêmio nesta sexta-feira trouxe mais uma preocupação para o técnico Renato Portaluppi. Depois de perder Douglas por lesão, o atacante Pedro Rocha não participou da atividade e passou a ser dúvida para os próximos jogos. Everton ou Jael devem ser o substituto na partida de domingo contra o Passo Fundo.
Outro atleta que não participou do trabalho foi o zagueiro
Kannemann, que se recupera de uma gripe, mas segundo o treinador, o defensor vai para o jogo. “O Kannemann não treinou porque está um pouco gripado. Está com a imunidade baixa, mas está concentrado e sem dúvida alguma vai para o jogo”, afirmou o treinador.
O provável time que deve iniciar a partida é Marcelo Grohe, Léo Moura, Geromel, Thyere, Marcelo Oliveira, Jaílson, Maicon, Ramiro, Bolaños, Luan e Jael (Everton).
Depois da bela atuação e a vitória diante do Fluminense pela Copa da Primeira Liga, o Inter volta as atenções para o Campeonato Gaúcho. No sábado, o colorado recebe o Caxias, no Beira-Rio, às 21h.
A tendência é que o time titular sofra alterações para poupar alguns jogadores, como D’Alessandro. O sistema deve ser
mantido, assim como a titularidade do volante Charles. “Ele ainda tem muito a melhorar, mas o Inter está começando a ganhar um jogador de verdade”, elogiou o técnico Antônio Carlos Zago, apósotreinamentodesexta-feira. O provável time que deve iniciar a partida é Danilo Fernandes, Alemão (Ceará), Eduardo, Ernando (Klaus), Uendel, Rodrigo Dourado, FernandoBob,Charles,Seijas,Diego, Roberson (Brenner).





Onal. Restando oito partidas, a competição está perto de anunciar o campeão. Na próxima semana ocorrem os jogos das quartas de finais e semifinais.
Na terça-feira, às 19h, o Supérfluos encara o Bitterflex, quem perder se despede do torneio, mesma situação ocorre no confronto entre Shark Ataque e Lesionados. Às 21h, será conhecido o primeiro finalista da competição. Coroas Mirim D e Aliança chegam a semifinal após dois jogos equilibrados nas quartas de final. Quem perder o confronto, volta para o campo na quinta-feira quando enfrenta o Amnésia pelas oitavas de finais.
Nesta semana, mais três equipes deram adeus ao campeonato – tratam-se de Pumas, que perdeu por 5 a 2 para o Rebordose, Coroas Mirim/ Charrua que foi derrotado para o Bitterflex por 3 a 2 e Coroas Mirim D – 3º, que foi goleado pelo o Amnésia por 7 a 1.
9ª rodada – 14/02
19h – Supérfluos x Bitterflex
20h – Shark Ataque x Lesionados
21h – Coroas Mirim D x Aliança
10ª rodada – 16/02
19h – Amnésia x Perdedor do confronto Aliança x Coroas Mirim D
20h – Vencedor do confronto Supérfluos x Bitterflex X vencedor do confronto Coroas Mirim D x Aliança
Ser Falcatrua 0 x 3 Rebordose
Amnésia 7 x 1 Coroas Mirim D – 3ª
Coroas Mirim/Charrua 2 x 3 Bitterflex
8ª rodada
Coroas Mirim D 2 x 1 Shark Ataque Aliança 5 x 4 Lesionados
Pumas 2 x 5 Rebordose
Inscrições para torneio de futevôlei
Estão abertas as inscrições para o Torneio de Futevôlei CTC 2017 de duplas masculinas. Os atletas interessados devem se inscrever até o dia 1º de março, pelo e-mail esporte2@ctclajeado.com.br ou diretamente com o Setor de Esporte e Lazer, pelo telefone (51) 3726-4980. A competição é exclusiva para associados e não há custo para participação. Os jogos serão realizados no dia 4 de março, a partir das 13h30min, na quadra de areia do Clube.

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