
ANÁLISE, CURADORIA E OPINIÃO DE VALOR
Sexta-feira,
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Sexta-feira,

ENTRADA A CRUZEIRO DO SUL

OPINIÃO | RODRIGO MARTINI
Debate ao Piratini
Movimentos em diferentes pontos da Lajeado tornam bairros mais autônomos. grupoahora.net.br
O que o Vale do Taquari pode esperar dos pré-candidatos ao governo do RS?

OPINIÃO | VINI BILHAR
Pré-assembleias em Lajeado
Sicoob São Miguel promoverá 52 encontros presenciais nas cidades onde possui agência.

OPINIÃO | MATEUS SOUZA
PÁGINA | 6
Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) projeta o fechamento da conversão direta na ERS-130. Pelo modelo proposto, motorista que transita no sentido Lajeado a Venâncio Aires deve fazer o retorno na rótula da RSC-453. Objetivo é garantir mais segurança
Descentralização da cidade
Plano inicial projetava aproveitamento direto de agentes de trânsito de Lajeado já em atividade, bem como abertura de 13 vagas para concurso. No entanto, medida foi considerada inconstitucional pelo Tribunal de Justiça do RS. De acordo com a decisão, profissionais, mesmo
capacitados, precisam prestar concurso público. Uma nova estimativa aponta a necessidade aproximadamente 100 guardas municipais. Agora, a abertura de um novo certame e a implantação definitiva da equipe depende da capacidade orçamentária do município. PÁGINA | 7
Proposta envolve 10 municípios entre Santa Tereza e Bom Retiro do Sul e busca integrar experiências dentro e fora do rio. Articulada por diferentes entidades, pode viabilizar a segunda rota aquática oficial do RS.
Aproposta da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) para alterar o acesso a Cruzeiro do Sul, na ERS-130, aponta para um dilema recorrente da infraestrutura viária. Como equilibrar segurança e fluidez sem penalizar a rotina de quem depende da rodovia todos os dias? Os dados justificam a preocupação. Um trecho marcado por lentidão, filas sobre a pista e histórico de acidentes — inclusive com vítimas fatais — exige intervenção. Sob esse ponto de vista, o fechamento da conversão direta parece uma medida técnica coerente. Reduz conflitos de tráfego e elimina um dos principais fatores de risco: veículos parados em meio ao fluxo.
Segurança viária não pode ser tratada como teste. Exige planejamento integrado, diálogo com a comunidade e decisões que resolvam o problema na origem”
Mas a solução proposta levanta dúvidas legítimas. Ao deslocar o retorno para uma rótula a 600 metros, há o risco de apenas transferir o problema. O congestionamento pode mudar de endereço, sem desaparecer. Ou pode impactar novos pontos, como o acesso ao bairro Jardim do Cedro, ampliando efeitos colaterais urbanos.
A reação de moradores e comerciantes evidencia que a discussão ainda não amadureceu. Falta uma visão mais sistêmica, que considere alternativas complementares, como semaforização, melhorias de sinalização ou até intervenções estruturais mais amplas. Mais do que escolher entre manter ou fechar o acesso, o desafio é evitar soluções parciais. Segurança viária não pode ser tratada como teste. Exige planejamento integrado, diálogo com a comunidade e decisões que resolvam o problema na origem, não apenas alguns metros adiante.
à

em 1º de julho de 2002
do Taquari - Lajeado - RS
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Os artigos e colunas publicados não traduzem necessariamente a opinião do jornal e são de inteira responsabilidade de seus autores. Impressão Zero Hora Gráfica
Patrícia Padilha, 47, é diretora artística do CTG
Erva-Mate, deVenâncio Aires faz oito anos e tem comoobjetivoatraismais pessoasaotradicionalismo
Ezequiel Neitzke ezequiel@grupoahora.net.br
O que representa assumir a função de diretora artística do CTG Erva-Mate?
Assumir a função de diretora artística do CTG Erva-Mate representa uma grande honra e também uma responsabilidade muito significativa. É a oportunidade de contribuir diretamente para a valorização, preservação e transmissão da cultura gaúcha, mantendo vivas as nossas tradições através da arte, da dança, da música e das manifestações culturais. Vejo esse papel como um compromisso com a identidade do nosso povo, buscando sempre incentivar os integrantes a se desenvolverem, respeitando as raízes tradicionalistas, mas também trazendo criatividade, organização e sensibilidade para cada apresentação e projeto. Além disso, representa um trabalho coletivo de ouvir, orientar, motivar e crescer junto com o grupo, fortalecendo o espírito de união e pertencimento dentro do CTG. Quero poder inspirar, aprender e deixar uma contribuição positiva, ajudando a construir momentos que levem emoção ao público e orgulho a todos que fazem parte dessa entidade tão importante.
Como nasceu a ligação com o tradicionalismo?
Com os meus avós, meu avô paterno era domador de cavalos, e meu falecido pai dificilmente usava uma calça que não fosse bombacha.
Ser voluntária exige dedicação e compromisso. O que a motiva a seguir

contribuindo com o CTG?
Ser voluntária, para mim, vai muito além de doar tempo, é sobre fazer parte de algo que tem significado. O que me motiva a seguir contribuindo com o CTG é o amor pela cultura gaúcha e o orgulho de ajudar a manter vivas as nossas tradições. Também me motiva ver o crescimento das pessoas dentro do grupo, acompanhar a evolução dos dançarinos, a dedicação de cada integrante e a emoção que conseguimos transmitir em cada apresentação. Saber que, de alguma forma, estou contribuindo para formar não só artistas, mas também pessoas, é extremamente gratificante. O CTG se torna uma segunda família. O sentimento de pertencimento, a união e os laços que se criam fazem com que todo esforço valha a pena. É isso que
me impulsiona a continuar: a paixão pelo que fazemos e a certeza de que estamos construindo algo importante juntos.
Como avalia o envolvimento dos jovens com o tradicionalismo hoje? O que ainda pode ser feito para aproximá-los? Muitos jovens demonstram interesse e paixão pela cultura gaúcha, principalmente quando encontram um ambiente acolhedor, dinâmico e que valorize sua participação. No entanto, também enfrentamos a concorrência de outras formas de entretenimento e estilos de vida, o que torna esse engajamento um desafio contínuo. Para aproximá-los ainda mais, é fundamental criar espaços onde eles se sintam protagonistas, ouvidos e valorizados. Investir em atividades atrativas, usar a comunicação de forma mais próxima da realidade deles, inclusive nas redes sociais e propor projetos que unam tradição com criatividade são caminhos importantes. Além disso, o incentivo e o exemplo dentro da própria entidade fazem toda a diferença. Quando o jovem se sente parte, quando cria vínculos e percebe sentido no que está fazendo, ele permanece e se envolve cada vez mais. Por fim, acredito que o segredo está no equilíbrio: manter a essência do tradicionalismo, mas com uma abordagem acessível, inclusiva e inspiradora para as novas gerações.
O que me motiva a seguir contribuindo com o CTG é o amor pela cultura gaúcha e o orgulho de ajudar a manter vivas as nossas tradições”

ASSEMBLEIA DA AMVAT
Reunião dos gestores municipais faz parte da programação oficial da Westfália em Festa, que celebra os 30 anos do município
WESTFÁLIA
Sob a presidência da prefeita de Lajeado, Gláucia Schumacher (PP), a Associação dos Municípios do Vale do Taquari (Amvat) promove assembleia geral na manhã de hoje, 20, em Westfália.
A reunião ocorre no galpão de eventos do Parque Municipal, com início às 10h, e faz parte da programação oficial da Westfália em Festa, evento que celebra os 30 anos de emancipação do município.
O encontro dos gestores municipais terá pauta livre e servirá

para traçar futuras ações da entidade, que já havia promovido assembleia de prefeitos neste mês, em Sério, durante a programação da Feira da Pitaya.
A Westfália em Festa, que terá
Exposição Comercial, Industrial, Agropecuária e de Serviços, Feira da Agricultura Familiar e Feira de Artesanato, é promovida pelo governo municipal e teve início na noite de ontem, com a abertura oficial.
Hoje, entre outras atividades e atrações, haverá seminário e encontro de agricultores, às 14h, show de humor com Paulinho Mi-
xaria, às 20h, e shows musicais. A programação segue no sábado, 21, e domingo, 22, com variadas atrações.
Antes da abertura, ocorreu na tarde de ontem um seminário que abordou o tema “Turismo no espaço rural e suas potencialidades culturais”. O encontro ocorreu no Galpão de Eventos, espaço que também recebe a Feira de Artesanato durante a programação festiva.
A iniciativa teve como objetivo evidenciar tradições, oportunidades e o turismo rural como um case de sucesso para o desenvolvimento e o fortalecimento do sentimento de pertencimento nas comunidades, sendo também uma estratégia de desenvolvimento sustentável, com valorização do patrimônio cultural, da identidade local e das potencialidades regionais.
A organização foi da Associação dos Municípios de Turismo da Região dos Vales (Amturvales), em parceria com a administração de Westfália, com apoio da Associação Cultural Westfaliana, da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Westfália (Aciswest), da Secretaria de Turismo do Governo do Estado, da Emater/RS-Ascar e do curso de Gestão de Turismo da Universidade Federal do Pampa (Unipampa).


rodrigomartini@grupoahora.net.br
RODRIGO MARTINI

Osegundo encontro entre pré-candidatos a governador ou governadora do Rio Grande do Sul foi de pouquíssimas propostas, muitas divagações e algumas bravatas. E não há como ser diferente. São muitas as indefinições políticas e partidárias, e os planos de governo ainda precisam ser desenhados. Mesmo assim, o encontro organizado ontem pela Fecomércio serviu para apresentar um pouco mais do perfil de cada um, e, acima de tudo, uma leve amostra das
estratégias de cada partido na futura luta pelo Palácio Piratini. Como já era esperado, Edegar Pretto (PT) e Juliana Brizola (PDT) tentam se distanciar dos extremismos da esquerda (e dos impostos) e convergem naturalmente para uma coligação entre as siglas – resta saber quem será “cabeça de chapa”. Marcelo Maranata (PSDB), atual prefeito de Guaíba, se posicionou como um “candidato municipalista” e apresentou discurso muito semelhante ao do atual governador, Eduardo Leite (PSD), um ex-
Os municípios de Taquari e Estrela se associaram recentemente à Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre (Granpal). Eles permanecem na nossa Amvat, é claro, mas os gestores municipais também passaram a debater problemas e soluções com os prefeitos de Porto Alegre, Alvorada, Arroio dos Ratos, Cachoeirinha, Canoas, Eldorado do Sul, Esteio, Glorinha, Guaíba, Gravataí, Nova Santa Rita, Novo
Hamburgo e Santo Antônio da Patrulha. E não só isso. André Brito (PDT) e Carine Schwingel (União Brasil) já atuam como protagonistas. Brito foi presidente da associação na gestão passada, entregou o bastão a Douglas Martello, prefeito de Alvorada, e assume como Tesoureiro no Consórcio Granpal – instrumento semelhante ao nosso Consisa. Já a prefeita de Estrela assume como 2ª vice-presidente do referido consórcio.
tucano que sempre defendeu um Estado “enxuto e eficiente”. Mas, o que mais chamou a atenção do atento público foram as alfinetadas entre o atual vice-governador do RS, Gabriel Souza (MDB), e o deputado federal e ex-líder da oposição no Congresso, Luciano Zucco (PL), que disputam o voto da direita e do centro. Foi ali que a “chapa” esquentou. E nenhum deles ficou sem resposta às provocações que envolveram, sobremaneira, o conturbado processo de concessão das rodovias gaúchas.
- O governador Eduardo Leite (PSD) atende aos pedidos de algumas entidades e anuncia a criação da Secretaria Estadual de Defesa Civil, desvinculado a DC da Casa Militar. Com isso, a tendência é mais investimentos, autonomia e assertividade na relação com as DC regionais e municipais.
- Aliás, o governador confirmou presença na entrega de 24 casas em Santa Tereza. O evento ocorre na próxima segunda-feira, 23, às 14h30min. E, além de entregar moradias e receber novos pedidos de pavimentação à Rota do Pão e Vinho, Leite visita no mesmo dia o município de Venâncio Aires, onde participa da entrega do Loteamento Novo Horizonte II.
- Após passar mal e ser internado com sintomas de infarto e estresse emocional, o vereador Vavá (MDB) deve retornar ao plenário da câmara de Lajeado já na sessão da próxima terça-feira, 24.
- Curiosidade: a câmara de vereadores de Porto Alegre iniciou a análise e votação do novo Plano Diretor da capital gaúcha. E são quase 500 emendas apresentadas ao projeto original. Em Lajeado, os vereadores aprovaram o novo Plano Diretor em 2020. E foram apresentadas 44 emendas. Dessas, 30 foram aprovadas, 11 rejeitadas e três foram desconsideradas pelos próprios autores.
- Atenção: tem agente público querendo ser pré-candidato a deputado por razões, no mínimo, questionáveis. Entre essas, a recente diminuição de curtidas nas redes sociais. Estamos de olho!
- Em tempo, quem luta por melhores condições nas áreas da saúde e da educação merece aplausos. Mas, quem luta para “furar filas” e garantir atendimento aos próprios apoiadores, não.
- É fato. Os gestores municipais da região alta do Vale do Taquari seguem mais engajados na área do turismo. A bem da verdade, é uma realidade histórica. E não é “terra arrasada”, já que muitos prefeitos e prefeitas da região baixa atuam de forma exemplar em outras tantas demandas. Mas, é fato que a região baixa subestima e subaproveita o tema que está em alta em todo o Vale do Taquari.
O Núcleo de Informações Hidrometeorológicas (NIH) da Univates foi instituído em 2003 por meio de parceria entre universidade e governo de Lajeado. Os principais objetivos eram o monitoramento das condições meteorológicas no Vale do Taquari e o comportamento hidrológico do rio Taquari e afluentes, além de disponibilizar dados como a direção e velocidade do vento,
temperatura, pressão atmosférica e outros. Anos depois, o Conselho de Desenvolvimento Regional do Vale do Taquari (Codevat) provocou gestores municipais e sociedade civil para o fortalecimento do NIH. Por fim, eles não compraram a ideia e, em 2023 e 2024, todos perceberam o impacto da escassez de informações. Mas, as prioridades mudaram e a nova boa notícia é que o Codevat
não desistiu e, em parceria com Defesa Civil Regional e o Consisa, se articulou para investir R$ 800 mil no NIH para qualificar, reforçar e reaparelhar o centro, garantindo a edição de boletins e prognósticos regionais para complementar o monitoramento nacional e estadual. É mais um recurso da Consulta Popular e será um avanço e tanto à segurança regional.


Projeto retirado da Câmara previa limitação de horários para obras, município quer rever texto com setor e alinhar norma ao Código de Posturas
LAJEADO
Aproposta de regulamentação de ruídos na construção civil em Lajeado deve voltar à discussão antes de seguir novamente para a Câma-
ra de Vereadores. Encaminhado ao Legislativo e retirado poucos dias depois, o projeto abriu debate sobre limites de horário nas obras, uso de máquinas de maior impacto sonoro
e segurança jurídica para fiscalização e para o setor.
O texto tratava de uma demanda que cresce junto com o avanço imobiliário do município. Com novos empreendimentos em diferentes regiões e canteiros ativos em vários bairros, o barulho de obras passou a fazer parte da rotina urbana e, com ele, surgiram discussões sobre os limites dessa atividade em uma cidade cada vez mais adensada.
Secretário do Meio Ambiente, Valmir Zanatta afirma que a retirada não representa abandono da pauta, mas uma decisão para corrigir falhas e evitar conflito entre normas. Segundo ele, a intenção é revisar o conteúdo e reabrir a discussão com entidades ligadas à construção civil.
“A retirada do projeto não é um recuo, mas uma medida de responsabilidade administrativa e jurídica”, afirma. Conforme Zanatta, a meta é fazer com que a futura regulamentação dialogue com a Lei de Ruídos e com o Código de Posturas, sem criar sobreposição de regras ou dúvidas na aplicação.
Pelo texto apresentado, obras e reformas poderiam funcionar de segunda a sexta-feira, das 6h às 20h, e aos sábados, das 8h às 12h. Já o uso de equipamentos e máquinas de alto impacto sonoro ou que provoquem vibração intensa ficaria restrito ao horário das 8h às 18h, de segunda a sexta-feira. Aos domingos, a atividade seria vedada, salvo em situações emergenciais ligadas à segurança da edificação. Para o presidente do Sinduscon Vale do Taquari, Daniel Bergesch, o principal problema não esteve na existência de uma proposta, mas na forma como ela surgiu. Segundo ele, o setor não foi chamado a participar da elaboração e o texto deixou conceitos abertos demais. “A gente não é contra regramento. O que a gente quer é um texto claro, que não puna quem trabalha certo e não crie insegurança para todo mundo”, diz. Entre os pontos levantados por Bergesch está a dificuldade de definir, na prática, o que seria “alto impacto sonoro” ou “vibração intensa” sem parâmetros técnicos, equipamentos de medição e critérios objetivos de fiscalização. Para ele, limitar apenas os horários não resolve o tema por completo. Há etapas da obra que exigem continuidade, como concretagens e polimento de lajes, além de situações pontuais.


Mudança em estudo
desloca retorno para rótula a cerca de 600 metros e busca reduzir filas e acidentes no acesso junto à ponte do Saraquá LAJEADO
Fabiano Lautenschläger
centraldejornalismo@grupoahora.net.br
AEmpresa Gaúcha de Rodovias (EGR) estuda alterar o acesso de motoristas que seguem pela ERS-130, no sentido Lajeado-Venâncio Aires, e desejam ingressar em Cruzeiro do Sul. A proposta prevê o fechamento da conversão direta no entroncamento e o deslocamento do retorno para a rótula mais adiante, já no trecho da RSC-453, a cerca de 600 metros do ponto atual.
A mudança tem como justificativa um problema recorrente no trecho, a formação de filas sobre a pista principal, sobretudo em horários de pico, quando veículos reduzem ou param para entrar em Cruzeiro do Sul. O acúmulo se estende até as proximidades da ponte sobre o Arroio Saraquá e amplia o risco de colisões em
um segmento já conhecido pela lentidão.
Lentidão e acidentes
Diretor-presidente da EGR, Luís Fernando Vanacor afirma que o local exige intervenção. Segundo ele, “é um trecho recorrente de lentidão e oferece risco aos usuários”, além de concentrar acidentes. A alternativa em análise, diz, é “fechar a conversão direta para Cruzeiro do Sul e direcionar o retorno na rótula logo à frente”. Pelos dados repassados sobre a ERS-130 no trecho entre Lajeado e Venâncio Aires, foram registrados 28 acidentes no período analisado. Desse total, 11 resultaram apenas em danos materiais, 15 tiveram lesões e dois terminaram em morte. Os números abrangem toda a rodovia nesse segmento, embora parte das ocorrências esteja ligada à localidade do acesso a Cruzeiro do Sul.
Discussão ainda precisa amadurecer
A proposta, porém, divide opiniões entre usuários e comerciantes instalados na região. Sócio de um comércio da região, Jonas Mallmann avalia que a alteração pode reduzir parte do risco, mas não enxerga solução definitiva
para o congestionamento. “O problema assim não vai resolver”, afirma.
Mallmann entende que a principal consequência da medida pode ser a transferência do ponto de retenção para outro local. “Vai só ter que andar mais, 600 metros a mais, e vai trancar igual ali porque a fila vai continuar.” Para ele, o ganho possível estaria mais relacionado à segurança do que à fluidez, desde que a mudança venha acompanhada de outras intervenções.
Entre as alternativas, cita a instalação de semáforo. “A questão do acidente, talvez, com um semáforo ajudaria”, diz. Ao mesmo tempo, pondera que o retorno projetado pela EGR exigiria nova estrutura de apoio.
O comerciante relata que ainda vê a proposta com cautela, justamente por considerar que se trata mais de um teste do que de uma solução consolidada. Na leitura dele, a discussão ainda precisa amadurecer, porque a mudança mexe com a rotina de quem entra e sai de Cruzeiro do Sul diariamente.
No bairro Jardim do Cedro, um dos mais populosos de Lajeado e diretamente ligado a esse deslocamento, a preocupação é semelhante. Presidente da associação de moradores, Anuar Machado
dos Santos afirma que a alteração tende a impactar o acesso ao bairro, especialmente na parte baixa da ligação com a rodovia.
Ainda assim, prefere cautela antes de adotar posição fechada sobre o tema. “Vai impactar o bairro, pega a parte de baixo do acesso, então a tendência é de ficar mais difícil”, observa. Para ele, ainda é cedo para uma conclusão definitiva.
A EGR sustenta que as rótulas existentes no trecho têm capacidade para absorver a demanda e melhorar a fluidez geral da via. Se a conversão direta for mesmo bloqueada, o percurso adicional para quem precisa acessar a ligação com Cruzeiro do Sul chega a cerca de 1,2 quilômetro, considerando ida até o retorno e volta ao entroncamento.
Na prática, a discussão opõe dois problemas já conhecidos por quem passa pelo local, de um lado, o risco de acidentes gerado pela conversão direta e pelas filas sobre a pista, de outro, o receio de que a solução aumente o trajeto sem eliminar o congestionamento.
O trecho concentra fluxo intenso de veículos leves, caminhões e moradores que utilizam o acesso diariamente, o que torna qualquer mudança mais sensível.

Se a mudança for implementada, alternativa será rótula na RSC-453 @grupoahoraoficial

“Desviar o fluxo pode melhorar a fluidez e reduzir cruzamentos perigosos, ajudando a evitar acidentes.”

“A mudança não resolve o problema, apenas transfere o ponto de congestionamento.”
Por enquanto, a medida segue em análise no setor de engenharia da EGR e não há decisão final. Até lá, o debate deve continuar entre segurança viária, impacto urbano e a necessidade de encontrar uma saída que reduza o risco sem apenas deslocar o problema alguns metros adiante.
LAJEADO
Dois anos após a aprovação dos vereadores, a criação da Guarda Civil Municipal Armada ainda não se concretizou. O projeto, encaminhado pelo Executivo e aprovado em 19 de março de 2024, oito meses após ser protocolado, chegou a gerar expectativa de reforço na segurança pública, mas permanece sem efetiva implantação.
Na ocasião, o texto recebeu 13 emendas. Entre as principais mudanças, estavam a autorização para uso de instrumentos de força moderada, como algemas e armas de choque, além da adoção de câmeras corporais pelos agentes. Também foi incluída a atribuição de atender denúncias de perturbação do sossego.
Apesar da aprovação, o projeto nunca avançou para sua consolidação. A proposta de transformar automaticamente agentes de trânsito em guardas municipais, por exemplo, foi posteriormente considerada inconstitucional pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS). Com isso, todos os interessados, inclusive servidores que já haviam passado por capacitação, passaram a depender de concurso público específico para ingressar na futura corporação.
Dos 34 agentes que iniciaram o curso de formação custeado pelo município, apenas 10 concluíram a capacitação e seriam aproveitados no modelo original. Com a decisão judicial, no entanto, eles também precisarão participar de novo certame, ainda sem data definida.
Inicialmente, a estrutura previa o aproveitamento direto dos 33 agentes de trânsito já em atividade, além da abertura de concurso para outras 13 vagas. Agora, a estimati-

O cidadão não perdeu o serviço. Pelo contrário, ganhou profissionais mais preparados, com atuação mais preventiva e integrada às demais forças de segurança”

Projeto aprovado com emendas e expectativa de implantação nunca se consolidou e esbarra em entraves jurídicos
va técnica aponta a necessidade de cerca de 100 guardas municipais, número que dependerá da capacidade orçamentária do município. O cronograma original previa o início das atividades ainda em 2025, mas foi interrompido diante do impasse jurídico. Desde então, o projeto segue sem execução prática, mesmo após ter sido aprovado pelo Legislativo.
Segundo o secretário de Segurança Pública, Paulo Locatelli, o período foi marcado por avanços técnicos, embora sem a efetivação da Guarda. Ele afirma que houve evolução no preparo dos profissio-
nais e no entendimento jurídico do processo.
“O que mudou foi o patamar de profissionalismo. Hoje temos uma base legal sólida, estrutura em desenvolvimento e agentes com 840 horas de formação especializada. Sabemos o caminho técnico e jurídico para construir uma guarda qualificada”, destaca.
Atualmente, os servidores
seguem atuando como agentes de trânsito, ainda que com capacitação ampliada. Conforme Locatelli, a formação, realizada em parceria com a Guarda Municipal de Gravataí, trouxe ganhos operacionais importantes, mesmo sem o uso de armamento.
“O cidadão não perdeu o serviço. Pelo contrário, ganhou profissionais mais preparados, com atuação mais preventiva e integrada às demais forças de segurança”, afirma.
Apesar disso, a efetivação da Guarda Municipal armada ainda depende de definição judicial e da realização de concurso público. Enquanto isso, o projeto aprovado há dois anos segue sem sair do papel.


vinibilhar@grupoahora.net.br
VINI BILHAR
OSicoob São Miguel
inicia seu ciclo de Pré -Assembleias com 52 encontros presenciais nas cidades onde possui agências, nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Os eventos buscam ampliar a transparência, a participação e o diálogo com os cooperados. Durante as reuniões, serão apresentados os resultados do último exercício, as ações desenvolvidas, os investimentos nas comunidades e as perspectivas para o próximo período.
As Pré-Assembleias também antecipam pautas da Assembleia Geral, com a apresentação de dados institucionais e informações específicas de cada unidade.
Em Lajeado, conforme a gerente da agência São Cristóvão, Jaqueline Herrmann, o encontro ocorre no dia 7 de abril, às 19h30min, na Sociedade Tutti

Fratelli, no bairro Universitário. Já os associados da agência Conventos se reúnem no dia anterior, no mesmo horário, na Comunidade Evangélica do
bairro, com recepção do gerente Edson Castoldi e equipe
A iniciativa reforça a gestão democrática e o desenvolvimento regional.



Evento no Vibee aborda tendências e inovações que moldam vendas e consumo
O Vibee Unimed, em parceria com o Sebrae, abre a agenda de Meetups de 2026 com um encontro voltado às transformações nas vendas e no comportamento do consumidor.
Com o tema “Tendências e Inovações que Moldam as Vendas e o Consumo”, o evento propõe uma reflexão sobre as mudanças no mercado e a necessidade de adaptação por parte das empresas.
A programação inclui a apresentação de insights práticos sobre o
cenário atual e as perspectivas para o futuro do varejo.
A palestrante convidada é Fabi Nunes, especialista em liderança e vendas no varejo, com participação na NRF, referência global em consumo.
Ela trará ao público os principais aprendizados e tendências observadas na última edição do evento internacional. O meetup será realizado no dia 1º de abril, no Vibee. As inscrições podem ser feitas pela plataforma Sympla.
Dólar: R$ 5,21
Ibovespa: 180.270,63
SELIC: 14,75%


O Fórum dos Jovens Empreendedores (FJE) da Associação Comercial e Industrial de Lajeado (Acil) promove, na próxima terçafeira, 24, um encontro aberto voltado a empresários e gestores de até 40 anos.
A programação inicia às 18h30min, no salão de eventos da entidade, com participação gratuita mediante inscrição antecipada. Durante o evento, os coordenadores do núcleo irão apresentar os objetivos e as atividades previstas para 2026.
A programação inclui dinâmica de apresentação, incentivando a integração e o compartilhamento de desafios do cotidiano empresarial.
Além do networking, a iniciativa busca estimular o desenvolvimento de novas lideranças. O evento é aberto ao público interessado. Inscrições pelo site acilajeado.org. br. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone ou WhatsApp (51) 3011-6900.
A proposta é criar um ambiente de conexão, troca de experiências e geração de oportunidades entre os participantes.

Prefeito de Guaíba em segundo mandato é aposta de um PSDB em reestruturação após debandada. Ligada ao agro gaúcho, Elizabeth Cirne-Lima é a pré-candidata a vice

Mateus Souza mateus@grupoahora.net.br
ESTADO
Em agenda pelo Vale do Taquari nessa semana, os pré-candidatos ao governo do Estado pelo PSDB, Marcelo Maranata e Elizabeth Cirne -Lima, apresentaram as bases do projeto político visando as eleições de outubro. A dupla visitou lideranças regionais e municipais, em um momento que antecede a consolidação das candidaturas.
Prefeito reeleito de Guaíba com a maior votação da história do município – quase 80% dos votos válidos –, Maranata projeta a experiência administrativa como principal credencial para a disputa ao Palácio Piratini.
Ao lado de Elizabeth, que atua na gestão do Parque Assis Brasil – palco da Expointer – e tem trajetória ligada ao setor público e ao agronegócio, a chapa defende uma proposta centrada em eficiência, diálogo institucional e reconstrução econômica do RS.
Durante passagem pela região, os dois estiveram na sede do Grupo A Hora e abordaram o momento de reorganização do PSDB no RS após a saída do governador Eduardo Leite, e veem na reestruturação partidária uma oportunidade de atrair novos quadros e ampliar a base política.
MARCELO MARANATA E ELIZABETH CIRNE-LIMA
• pré-candidatos ao Piratini pelo PSDB
“O partido está se reconstruindo a partir da base”
A Hora: Quem é Marcelo Maranata, para o eleitor que ainda não te conhece?
Marcelo Maranata: Venho do varejo, fui presidente de entidades como CDL e Sindilojas, e levei essa experiência para a gestão pública. Assumi Guaíba com déficit orçamentário e hoje temos uma cidade reorganizada, com avanços em saúde, educação e segurança. Essa vivência no “Brasil real”, onde as pessoas batem na porta do prefeito todos os dias, me preparou para um desafio maior.
AH: Quais resultados da gestão em Guaíba o senhor destaca?
Maranata: Transformamos a cidade. Hoje Guaíba está entre as mais seguras do Brasil, avançamos mais de 100 posições na educação e estruturamos serviços essenciais, como hospital e atendimento de alta complexidade. Também atraímos investimentos privados importantes e desburocratizamos processos para facilitar a vida do empreendedor.
AH: Qual é a proposta central da pré-candidatura?
Maranata: É fazer mais com eficiência, sem aumentar custos, com gestão responsável. Também defendemos o diálogo. Como prefeito, busquei recursos tanto no governo Bolsonaro quanto no governo Lula. O Estado precisa disso: menos polarização e mais solução.
AH: Elizabeth, como veio o convite para compor a chapa?
Elizabeth Cirne-Lima: Foi uma surpresa e uma honra. Não fazia parte dos meus planos entrar na política, mas aceitei pelo projeto e pela confiança no Maranata. Tenho uma trajetória de mais de 30 anos no serviço público e hoje atuo na gestão do Parque Assis Brasil, ligado à Expointer.
AH: Que experiência você traz para a candidatura?
Elizabeth: Trabalhamos com gestão eficiente, mesmo com poucos recursos. No Parque Assis Brasil, reestruturamos toda a infraestrutura com recursos próprios, melhoramos indicadores e fortalecemos a Expointer. Essa lógica de gestão responsável pode ser aplicada ao Estado.
AH: Como o PSDB se reposiciona após a saída de lideranças no Estado?
Maranata: O partido está se reconstruindo a partir da base. Temos mais de 300 vereadores e uma estrutura sólida. A saída de nomes fortes abriu espaço para novas lideranças, o que torna o partido mais atrativo neste momento.
AH: Qual o principal desafio do RS hoje?
Maranata: Reter jovens, modernizar a economia e enfrentar o envelhecimento da população. O Estado perde cerca de 50 mil pessoas por ano. Isso impacta diretamente áreas como saúde e previdência. Precisamos de inovação e eficiência para mudar esse cenário


Será inaugurada hoje a nova ponte da localidade de Sampainho, destruída pelas enchentes de maio de 2024
SANTA CLARA DO SUL
Nesta sexta-feira, 20, data em que Santa Clara do Sul celebra aniversário de emancipação político-administrativa, o governo municipal faz três importantes entregas à comunidade.
A programação inicia às 11h, na localidade de Sampainho, com a entrega da nova ponte reconstruída após ter sido destruída pelas enchentes de maio de 2024. A obra contou com investimento superior a R$ 270 mil, com recursos da Defesa Civil Nacional. Na ocasião, o prefeito Márcio Haas também fará a assinatura da Lei que denomina oficialmente a ponte Francisco Heissler, aprovada por unanimidade pela Câmara de Vereadores. O ato contará com a presença de autoridades municipais e federais.
À tarde, às 13h, será realizado o ato de instalação do novo espaço do Museu Municipal e da Biblioteca Pública, que passaram por remodelação, ampliando o acesso da comunidade à cultura, à história e ao conhecimento.
Em nota, Secretaria da Reconstrução Gaúcha afirma que pagamentos seguem cronograma técnico, enquanto trabalhadores ligados à concessionária haviam apontado interrupção por falta de recursos
Mateus Souza mateus@grupoahora.net.br
Ezequiel Neitzke ezequiel@grupoahora.net.br
ONa sequência, às 14h, ocorre a entrega do espaço do Serviço Municipal de Atendimento ao Educando (Semae – Bem Acolher). O local prestará atendimento aos alunos da Educação
Básica da rede municipal e da Escola Estadual de Ensino Médio Santa Clara, além de oferecer suporte especializado às instituições escolares.
Entre as principais ações do Semae – Bem Acolher estão o acolhimento individual e em grupo, com práticas restaurativas, orientações e atendimentos especializados nas áreas de fonoaudiologia, psicologia, psicopedagogia e assistência social, entre outros, conforme as demandas da infância e adolescência.
O serviço foi instituído como política pública por meio de lei municipal, e tem como objetivo promover o acolhimento de alunos, profissionais e famílias da educação básica, integrando ações das áreas de educação, saúde e assistência social.
governo do Estado reagiu com estranheza à interrupção dos trabalhos das obras de duplicação da RSC-287, em Vila Mariante, por suposto atraso nos repasses. Em nota encaminhada à reportagem, a Secretaria da Reconstrução Gaúcha (Serg) afirmou que não há pendências no pagamento dos recursos à concessionária Rota de Santa Maria. Segundo o governo gaúcho, o valor de R$ 110 milhões destinado às obras de resiliência da rodovia já foi aprovado pela
Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Agergs) e pelo Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs). A liberação dos recursos, no entanto, segue um modelo condicionado ao avanço físico das obras. De acordo com o posicionamento da Serg, foi instituído um grupo de trabalho técnico, por deliberação da Agergs, para definir as regras de pagamento à concessionária. A sistemática prevê que os repasses ocorram conforme a execução das obras e mediante apresentação da documentação exigida.
Na prática, isso significa, conforme o Estado, que não há um fluxo antecipado de recursos, mas sim liberações graduais, atreladas ao progresso dos serviços.
“Conforme os avanços físicos das obras forem ocorrendo, e as documentações necessárias forem apresentadas, os pagamentos serão efetuados”, diz a nota.
A paralisação atinge os quilômetros 57 e 59, na região de Mariante. Apesar de cerca de R$ 110 milhões já estarem aprovados por meio do Fundo da Reconstrução (Funrigs), trabalhadores ligados à concessionária Rota de Santa Maria afirmaram que os valores ainda não foram liberados. Sem o aporte financeiro, os serviços foram suspensos.
Nos pontos afetados, incluindo a localidade de Vila Mariante, equipes foram desmobilizadas e máquinas retiradas dos canteiros de obras. A interrupção impacta o cronograma de recuperação da rodovia, considerada estratégica para o escoamento da produção e a mobilidade regional.
Com a paralisação, profissionais e equipamentos foram deslocados para frentes de duplicação da própria RSC-287, no distrito de Vila Arlindo, em Venâncio Aires, e em Linha Pinheiral, em Santa Cruz do Sul. A RSC-287 é uma das principais ligações entre a região central e outras áreas do Estado.
Apesar do cenário atual de incertezas em Venâncio Aires, o governo estadual tem destacado avanços importantes na duplicação da RSC-287. Em janeiro deste ano, foram entregues 6 quilômetros de pista duplicada no trecho de Tabaí, entre o entroncamento com a BR-386 e a divisa com Taquari.
A obra integra um projeto amplo de modernização da rodovia, que inclui duplicações, melhorias de segurança e intervenções estruturais ao longo do trajeto. A expectativa é de que os investimentos ampliem a capacidade da via e reduzam o número de acidentes.

Feira começa na próxima terça-feira e trará o maior
Pavilhão da Agricultura
Familiar da história
Estevão Heisler projetoagro@grupoahora.net.br
A24ª Expoagro Afubra abre seus portões ao público na próxima terça-feira e segue com uma vasta oferta de programação e de expositores até a sexta-feira, dia 27. Com funcionamento das 8h às 18 e entrada gratuita, a feira reunirá o maior número de agroindústrias da história no Pavilhão da Agricultura Familiar (PAF), com 222 empreendimentos de 122 municípios gaúchos. O Vale do Taquari estará representado em 26 bancas com a oferta de ornamentação e gastronomia. O evento ocorre em Rincão Del Rey, em Rio Pardo. Do total, 177 são agroindústrias familiares, além de 23 empreendimentos de artesanato, 19 de plantas e flores e três iniciativas indígenas, evidenciando a diversidade produtiva e cultural do meio rural gaúcho. E março representa um período de trabalho intenso aos feirantes, pois há uma semana grande parte daqueles que irão expor na Expoagro estava participando da Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque. As duas feiras integram o trio das principais do segmento ao lado da Expointer, que ocorre entre agosto e setembro, em Esteio.
Uma das agroindústrias da região com dupla participação nas feiras deste mês é a Mate & Vida, de Putinga. O produtor Moisés Jardel Weber estará pela quarta vez na Expoagro e enaltece a importância dos eventos como forma de incremento financeiro e ampliação da visibilidade da marca no mercado. “Encerramos a Expodireto com excelentes resultados e estamos com grande expectativa para a próxima semana. É uma grande oportunidade para divulgar nossos produtos para todo o Estado.”
Outra que participa das duas feiras é a Cachaçaria Possamai, de Imigrante, fundada em 2023. Integrante da agroindústria familiar, Renata Possamai destaca os resultados da Expodireto e a expectativa sobre a Expoagro Afubra. Um dos grandes destaques deste ano é o lançamento da cachaça com dois anos de envelhecimento. “Além deste produto
ANTA GORDA
Agroindústria Furlanetto
ARROIO DO MEIO
Genésio Hammes Alimentos
BOM RETIRO DO SUL
Agroindústria Bom Retiro e Agroindústria Mel Primavera
COLINAS
Sabores da Vovó
DOIS LAJEADOS
Nostro Lavoro e Vinícola Baggio
ENCANTADO
Alma de Gato, Associação de Apicultores De Encantado
Asaen e Casa Slaifer
ESTRELA
Estrelat
FORQUETINHA
Agroindústria Cativa
ILÓPOLIS
Erva Mate Princesa Do Vale
IMIGRANTE
Cachaçaria Possamai
LAJEADO
Agroindústria Klahrsul
MATO LEITÃO
Cookies Do Vale, Horta E Sabor, Energize Seu Lar e Rosas Do Deserto
POÇO DAS ANTAS
Cachaça Wille
PUTINGA
Mate & Vida
RELVADO
Agroindústria Relvadense
SANTA CLARA DO SUL
Franz Alimentos
TEUTÔNIA
Delícias Da Emilli, Dorf Queijaria e Kolonie Haus
novo temos uma linha bem grande de licores e cachaças.”
Outro destaque da edição 2026 é o fortalecimento do protagonismo feminino e da juventude no campo. Entre os empreendimentos participantes, 96 são liderados por mulheres, enquanto 98 contam com jovens atuando na sucessão familiar, reforçando a renovação e a sustentabilidade das agroindústrias familiares. O PAF é organizado pela Secretaria do Desenvolvimento Rural (SDR) do Estado.



de 2026 será apresentada na
Evento tradicional enfrenta custos extras após ampliação para duas noites e mobiliza comunidade para arrecadação
MUÇUM
AAssociação Muçunense de Artes (AMA) lançou ontem uma campanha de arrecadação via Pix, para auxiliar na cobertura dos custos da encenação da Paixão de Cristo de Muçum, realizada há mais de duas décadas no município. Mesmo com parte significativa do orçamento já assegurada, ainda restam despesas. A edição de 2026 será apresentada na Sexta-Feira Santa e no Sábado Santo, dias 3 e 4 de abril, sempre às 20h, na Praça da Matriz, exigindo reforço em estrutura, logística e equipe técnica.
O espetáculo conta com financiamento da Prefeitura de Muçum e apoio de parceiros como Decibal Móveis, Sicredi e Edson Gomes Photo, responsáveis por garantir pouco mais de 70% dos recursos necessários. No entanto, a ampliação da programação para dois dias elevou consideravelmente os custos da produção.
O presidente da AMA e diretor
do espetáculo, Ranieri Zilio Moriggi, destaca que o momento exige mobilização coletiva, especialmente diante do cenário enfrentado pelo município nos últimos meses. “Mesmo com todas as dificuldades causadas pelas enchentes, a Prefeitura manteve a maior parte do financiamento, o que foi essencial para seguirmos com o projeto. Ainda assim, temos um valor importante a ser coberto para garantir a realização do espetáculo com a qualidade que a comunidade espera”, afirma. Moriggi também detalha as tentativas de captação de recursos junto ao Estado. “Ainda em 2025, encaminhamos à Secretaria de Cultura do Rio Grande do Sul, via LIC, um projeto para captação de recursos, mas não tivemos êxito e não fomos selecionados. Neste ano, na tentativa de buscar apoio por meio do governo do Estado, encaminhamos ofício à Secretaria de Turismo, que tem apoiado inú-
meros eventos culturais. Mandamos e-mail, fizemos contato com o secretário Ronaldo Santini, seguimos todos os trâmites solicitados e, até o momento, não tivemos nenhum retorno, nem positivo nem negativo”, relata.
Moriggi ressalta que a Paixão de Cristo de Muçum já é um evento consolidado no Vale do Taquari, sendo considerada uma das maiores encenações da região. “Talvez não tenha relevância aos olhos de quem valoriza apenas eventos que reúnem milhares de pessoas ou com a temática da tradição gaúcha, que obviamente merece destaque, mas, para uma região que ainda enfrenta os impactos de tantas tragédias recentes, iniciativas como essa são fundamentais. A encenação

Talvez não tenha relevância aos olhos de quem valoriza apenas eventos que reúnem milhares de pessoas ou com a temática da tradição gaúcha, que obviamente merece destaque. Mas, para uma região que ainda enfrenta os impactos de tantas tragédias recentes, iniciativas como essa são fundamentais”
A encenação da Paixão de Cristo de Muçum chega a 2026 com novidades e ampliação da programação. Pela primeira vez, o público poderá acompanhar o espetáculo em duas noites consecutivas, atendendo a uma demanda regional e ampliando o acesso de espectadores de outros municípios.
movimenta o turismo religioso, o setor hoteleiro, a alimentação e os serviços”, pontua.
Diante desse cenário, a AMA mobiliza a comunidade e apoiadores para contribuir com a realização do espetáculo. As doações podem ser feitas via Pix, pela chave CNPJ 22.234.503/0001-64 ou diretamente com integrantes da diretoria.
Com o tema “Ele fez morada em nós”, a montagem apresenta um texto totalmente reformulado, mantendo o compromisso histórico da encenação. Cerca de 70 pessoas, entre elenco e equipe técnica, participam da produção.
As apresentações ocorrem no Morro da Igreja Matriz, com o público acomodado na rua coberta. A expectativa é de ampliação do público, podendo chegar a oito mil pessoas nas duas noites.


Evento celebra os 34 anos do município com três dias de programação cultural, musical e gastronômica, shows locais e nacionais
TRAVESSEIRO
Para celebrar os 34 anos de emancipação do município de Travesseiro, a administração municipal, em parceria com a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Travesseiro (Acisat), preparou
uma grande feira voltada para toda a comunidade regional.
A 2ª Expofeira promete três dias de intensa programação, reunindo atrações culturais, musicais, turismo, agronegócio e gastronomia.
A abertura oficial ocorre nesta sexta-feira, 20, às 19h, seguida pelo show com Wilseu Pause e Mary Pause, às 20h. Na sequência, o público poderá prestigiar a Banda Werner e Cia, e, para encerrar a noite, o DJ Kamini anima o evento. No sábado, 21, a programação inicia às 9h com o Encontro Regional de Turismo. Ao longo do dia, haverá diversas apresentações locais e regionais. Às 16h30 ocorre o baile com a Banda Genial, seguido pelo show da Banda Studio, às 19h. Às 21h30, o destaque da noite é o show nacional da dupla Adson e Alana. Encerrando

a programação do dia, o DJ Tiago Loureiro sobe ao palco. Já no domingo, 22, último dia de feira, as atividades começam às 10h, com apresentações locais e exposição de carros antigos. À tarde, o público poderá aproveitar o baile com a Banda Estilo Brasileiro e, para fechar o evento, o show
nacional de Paulinho Mocelin. Além da programação artística, os visitantes poderão percorrer diversos estandes com produtos da agroindústria, artesanato, turismo, gastronomia, exposição de animais e muito mais. A entrada é gratuita todos os dias.
A 2ª Expofeira de Travesseiro
Evento tem abertura hoje
conta com patrocínio ouro do Sicredi, patrocínio prata da MCI Solar e patrocínio bronze da X-Tech Alimentos, sendo uma realização da Prefeitura de Travesseiro e da Acisat.






Publicações
Legais

















EZEQUIEL NEITZKE
ezequiel@grupoahora.net.br

Ofutebol amador do Vale do Taquari tem algo que o diferencia de qualquer outro cenário: ele não começa no apito inicial, mas muito antes, nas conversas de bastidores, nos grupos de WhatsApp, nas promessas de retorno e nos sonhos de reconstrução. E é justamente isso que volta a ganhar forma com a largada da organização do Regional 2026 da Aslivata.
A partir da próxima terça-feira, 24, a engrenagem começa a girar oficialmente. Mas, convenhamos, ela nunca esteve parada. Com expectativa de mais de 70 equipes distribuídas entre titular, aspirante, veterano e master — sendo cerca de 29 apenas na força principal — o campeonato já nasce grande. Não apenas em números, mas em significado. Porque o Regional não é só competição. É pertencimento.
Os primeiros sinais reforçam isso. O retorno do São Luiz, de Santa Emília, em Venâncio Aires, na categoria titular e aspirante é um exemplo claro de um movimento que valoriza a essência. A aposta em atletas locais, muitos já conhecidos da Copa Serrana, revela mais do que contenção de gastos: mostra uma tentativa de reconectar o clube com a comunidade. Em tempos de elencos inflacionados até no amador, escolher o prata da casa é raro.
Mas nem todos os retornos são simples. O possível reingresso do 7 de Setembro, de Capitão, expõe um dilema recorrente: como competir quando os principais jogadores já estão espalhados por outras equipes? Se fala nos bastidores que o 7 de Setembro reunirá no próximo ano o quarteto responsável pela conquista de 2018 –Zequinha Possamai, Marrom, Marcos Fachini e Arley Haefliger.
O Rui Barbosa, de Arroio do Meio, tricampeão, reorganiza sua casa com a volta de Alípio Trasel à presidência e mira o tetra. Não é apenas ambição esportiva; é a busca por reafirmação de um legado.
Enquanto isso, cidades inteiras se movimentam para não ficar de fora. Cruzeiro do Sul deve garantir presença, ainda que sem definição oficial do clube, e Encantado aposta na união de forças para tentar levar o Serrano a um título inédito na categoria principal. Em ambos os casos, o que se vê é o futebol como projeto coletivo, que ultrapassa as quatro linhas.
E talvez seja esse o ponto central: o Regional da Aslivata não é decidido apenas por quem tem o melhor time, mas por quem consegue mobilizar mais gente, mais história, mais identidade. No fim das contas, a “peleia” que começa agora não é só por taças. É por espaço, por relevância e por sobrevivência de uma tradição que resiste ao tempo. E, como todo bom campeonato do interior, antes mesmo da bola rolar, já tem favorito, já tem dúvida e, principalmente, já tem paixão suficiente para lotar qualquer campo.
Nessa quinta-feira, a Secretaria de Juventude Esporte e Lazer, de Estrela, entregou o valor de arrecadação com a Run More para a Liga Feminina de Combate ao Câncer. O valor superior a R$ 100 mil é algo que ficará na história, pelo menos até a próxima edição, quando essa cifra será superada.


Competição ocorre no Centro de Cultura Alemã, localizado no Parque Histórico, e reúne equipes de diferentes entidades do estado
Acidade de Lajeado será o cenário de um tradicional evento esportivo no próximo domingo, 22: o 16º Torneio Misto de Eisstocksport. Organizado pela Federação Gaúcha Desportiva de Eisstocks-

port (FGDE), o torneio ocorre nas pistas do Centro de Cultura Alemã (CCA) e promete reunir atletas de diversas entidades em uma competição que celebra a tradição e o espírito esportivo da modalidade. O eisstocksport é um esporte de precisão com profundas raízes na cultura europeia, especialmente na Alemanha e Áustria. No Brasil, e particularmente no Rio Grande do Sul, a modalidade tem ganhado destaque, adaptando-se às condições locais com pistas de concreto que simulam o gelo. O torneio misto é um formato que enfatiza a integração e a participação equitativa de gênero, sendo um dos pontos altos do calendário da FGDE.
A programação do torneio será ajustada conforme o número de equipes inscritas. Se o total de participantes for inferior a oito equipes, as disputas terão início pontualmente às 13h30min. Em caso de um número maior de inscrições, o cronograma será adaptado para acomodar todas as partidas, podendo haver antecipação do horário de início.
MOVIMENTO NAS QUADRAS

Clube Tiro e Caça será o palco dos primeiros jogos do ano de sexta-feira a domingo
Caetano Pretto caetano@grupoahora.net.br
OCircuito de Tênis Gaúcho (CTG) promove a primeira etapa de 2026 neste fim de semana. O Clube Tiro e Caça, em Lajeado, recebe jovens atletas de todo o Rio Grande do Sul para a disputa do principal circuito infantojuvenil do estado. Os jogos
Quadras do Clube Tiro e Caça serão tomadas por jovens tenistas entre sexta e domingo
ocorrem desta sexta-feira a domingo, nas sete quadras de saibro do clube e em duas da Soges, em Estrela.
A expectativa é que o circuito movimente cerca de 300 tenistas. “É uma alegria imensa para o clube Tiro e Caça receber a primeira etapa do CTG. Serão tantos jovens atletas reunidos, cheios de energia, dedicação e espírito esportivo que nos enchem de orgulho e entusiasmo. Mais do que competição, o torneio representa amizade, aprendizado e incentivo ao esporte desde cedo. A participação ativa dos pais torna tudo ainda mais especial, apoiando, vibrando e criando memórias afetivas que os filhos levarão para toda a vida”, destaca Bárbara Eckert, diretora de tênis do Clube Tiro e Caça. O clube de Lajeado tem ganha-
do notoriedade por sediar grandes torneios de tênis. Além do Circuito Gaúcho de Tênis, realiza torneios internos e de integração com outros clubes e é a casa do Lajeado Open, torneio internacional que figura entre os principais do país.
“Cada vez mais temos nos preparado para receber esses eventos, sendo com estrutura para o pessoal do FGT e com quadristas treinados e preparados para manter a excelência das quadras. Momentos assim fortalecem o clube e deixam lembranças inesquecíveis para todos que participam e acompanham”, enfatiza Bárbara.
O Circuito de Tênis Gaúcho é realizado pela Associação Leopoldense de Esporte e Cultura, com supervisão da Federação Gaúcha de Tênis.


Cinquenta anos atrás, antes da Barragem Eclusa de Bom Retiro do Sul ser construída, o Rio Taquari era menos profundo e permitia uma série de atividades nas águas. As praias de cascalho eram movimentadas e, mais do que isso, a travessia a nado pelo rio era algo relativamente comum nos períodos mais quentes.
Prova disso é que na edição do jornal Nova Geração de 1976 consta que João Valmor Felzmann, de 20 anos, foi o vencedor da prova de na-
tação disputada na praia do Costão, em Estrela. A competição teve 15 participantes de várias cidades da região e consistia em atravessar o Rio Taquari a nado de uma margem à outra. Felzmann nadava desde os 13 anos e trabalhava no setor de enfermagem da Cervejaria Polar. Ele era de Estrela e ficou em primeiro lugar com um tempo de um minuto e 30 segundos. Ficou apenas oito segundos à frente do segundo lugar, que foi para o seu irmão, Roque Ignácio Felzmann,
O ano de 1976 foi marcado por eleições municipais em todo o país. Em Lajeado, os ânimos já movimentavam a cidade que, naquele tempo, tinha Alípio Hüffner (Arena) à frente do Executivo Municipal. Era tempo do Regime Militar e, por isso, existia somente o bipartidarismo: a Arena (partido do Governo Federal) e o MDB (a oposição).
Para as eleições de 1976, o MDB anunciava Darci José Corbellini para prefeito e Hans Cremer para vice. Os dois já tinham vencido em 1968, quando assumiram o governo de Lajeado até 1972. Conforme registros

históricos, de fato, Corbellini e Cremer concorreram e Corbellini (foto) assumiu como prefeito em 1977.
A 1ª Região Tradicionalista (RT) foi palco da cultura gaúcha na 18ª edição da Festa Campeira do Rio Grande do Sul. A programação ocorreu no Parque Ireno Michel, em Gravataí. A 24ª RT, que abrange os Vales do Taquari e Rio Pardo, conquistou classificações no evento. Do CTG Querência da Amizade, de Bom Retiro do Sul, Antônio Joaquim Cardoso, o Tonico,


também de Estrela. A terceira colocação foi para Celso Francisco da Silva, de Lajeado, que perdeu a vitória por dez segundos.
- Início do Outono
- Dia Mundial da Saúde Bucal
- Dia Nacional do Teatro para a Infância e Juventude
- Dia Nacional da Aquicultura
- Dia Mundial sem Carne
- Dia da Língua Francesa
- Dia do Contador de Histórias
Santo do dia: Santo Ambrósio de Sena

conquistou o terceiro lugar na categoria vaqueano, aos 75 anos de idade. E o pequeno Vinícius Reginatto, de 8 anos, também ficou em terceiro lugar no laço individual vaca parada, representando o CTG Quero-Quero de Lajeado.
As jovens Carolina Zagonel, de 18 anos, e Nattália Pretto, de 16, ficaram com o segundo lugar no laço prenda em dupla. Carolina era do CTG Tropilha Farrapa de Lajeado e Nattália do GAN Anita Garibaldi, de Encantado. A região foi representada em todas as categorias na época.

Jornalista


Veiculada na edição de fim de semana do A Hora, a reportagem
“Investimentos impulsionam “novo Centro” da cidade” causou reações diversas nos leitores. Se, por um lado, repercutiu muito bem entre moradores e empreendedores do bairro São Cristóvão – o foco da matéria –, por outro causou um certo desconforto entre líderes comunitários e empresariais ligados ao Centro de Lajeado.
Pois bem, a reportagem é de minha autoria e vou aproveitar o espaço aqui para esclarecer. Primeiro: não sou contra o Centro (sei que “circularam” alguns comentários neste sentido), reconheço e valorizo a importância histórica desta região para a cidade. Escrevi muitas vezes sobre. Inclusive na semana passada, onde abordei a necessária reivindicação para que o município reavalie o valor venal dos imóveis atingidos

pelas enchentes. Segundo, sei que, legalmente falando, só existe e existirá um bairro Centro em Lajeado. O que procurei abordar naquele texto – e, fazendo um mea-culpa, poderia ter utilizado outros termos e expressões – é um novo polo comercial, residencial e de serviços que se estabelece naquela região, tornando o São Cristóvão um bairro cada vez mais autônomo.
Não se trata de afirmar que o São Cristóvão será o “único Centro”. É uma área que, sim, tem se destacado em Lajeado. Mas não é a única. E o Centro sempre será o coração de Lajeado. Foi ali, às margens do Taquari, que o município começou a se desenvolver. É parte essencial da história. E, mesmo com os desafios pós-enchente, segue firme e forte, graças ao trabalho de suas lideranças, daqueles que apostam e investem na localidade e do Poder Público.
A reportagem foi sobre o São Cristóvão, mas há outros exemplos de descentralização em Lajeado. Alguns movimentos mais consolidados, outros ainda mais tímidos. Conventos é praticamente uma cidade, com um “centrinho” bem estabelecido. Florestal, Hidráulica, Moinhos e Montanha também se destacam pela diversificação.
Mais recentemente, temos visto bairros antes estritamente residenciais se desenvolverem neste sentido. O Alto do Parque avança como um polo gastronômico e de serviços. São Bento começa a despontar com alguns pequenos comércios. Jardim do Cedro também é um bairro que mira uma autonomia maior. E por aí vai. E o Centro? Continua pujante. A Júlio de Castilhos, por exemplo, é frequentemente destacada como um “shopping a céu aberto”. A questão é que o crescimento de Lajeado possibilita (e também exige) que tenhamos outros polos, espalhados pelos bairros.
Após dois anos à frente da Associação de Moradores do Bairro Florestal, Carlos Bonzanini encerra sua gestão neste fim de semana. A entidade promove Assembleia Geral a partir das 9h30min, no ginásio de esportes, na avenida dos Quinze, em frente a Draco, e contará com um novo presidente para o próximo biênio.
Conforme apurado pela reportagem, há uma chapa inscrita para o pleito até o momento, tendo Jamur Hofstatter como candidato a presidente e Sadi Marques de vice.
Com mais de 5 mil moradores, o Florestal é um dos bairros mais populosos de Lajeado e tem a localização privilegiada – próxima ao Centro e às rodovias BR-386 e ERS-130 –como um dos principais atrativos.

ARTIGO

IVANOR DANNEBROCK
Corretor de Imóveis e Professor
O que exatamente estamos deixando de aprender, de sentir e de viver enquanto terceirizamos cada pequeno esforço da nossa vida para a palma da mão?
Me assusto quando vejo um número de pessoas, cada vez mais crescente, que veem no aparelho celular um membro de seu corpo. E ainda pior, quando usado para substituir o cérebro. Já se tornou rotina para muitos, antes de responder um cliente por exemplo, perguntar a algum app de IA qual a resposta que precisa ser dada para tal situação. Acredito que no momento que passamos a subutilizar, ou não exercitar nosso sistema de pensamento, de inteligência, com o passar do tempo iremos nos tornar pessoas desprovidas de lucidez. Ao buscarmos o conforto a qualquer custo, tornamo-nos incautos diante das manipulações digitais, trocando nossa capacidade de pensar por uma conveniência obtusa. Podemos até ganhar tempo, mas perdemos a substância e experiências reais. Além disso, nos tornamos impacientes como nunca fomos, ansiosos e desconectados do mundo real. Ao trocarmos o esforço da reflexão pela conveniência do algoritmo, corremos o risco de nos tornarmos passageiros de nossa própria inteligência.
Ao aceitarmos a primeira resposta do algoritmo como verdade absoluta, abrimos mão do pensamento crítico.”
A Inteligência Artificial é, sem dúvida, o roteiro mais bem escrito da nossa história tecnológica recente. Mas não podemos esquecer que, no cotidiano da vida, o papel de intérprete e autor ainda pertence exclusivamente a nós. O verdadeiro conforto não deve ser o de não precisar pensar, mas o de ter ferramentas que nos permitam pensar mais longe.
O problema não reside na tecnologia em si, mas no modo como a consumimos. Estudos recentes de instituições como o MIT indicam que o uso acrítico de assistentes virtuais pode reduzir a carga cognitiva necessária para a aprendizagem real em mais de 30%. Quando pedimos que uma IA escreva um e-mail, resuma um livro ou resolva um conflito ético, deixamos de exercitar os “músculos” do discernimento e da síntese. O resultado é uma sociedade que processa informações com velocidade recorde, mas que retém e compreende cada vez menos o que produz. Tornamo-nos meros seres operando em um modo de “copiar e colar” existencial que ameaça a nossa originalidade, e para mim, até fere a hombridade. Ao aceitarmos a primeira resposta do algoritmo como verdade absoluta, abrimos mão do pensamento crítico. A capacidade tipicamente humana de duvidar, cruzar dados e sentir nuances que o código binário ainda não alcança. Se a IA nos entrega o conforto da certeza, ela nos rouba o benefício da dúvida, que é a semente de toda inovação e sabedoria.
Sexta-feira, 20 de março de 2026
Fechamento da edição: 18h
MÍN: 18º | MÁX: 35º O tempo volta a firmar na região, e ao longo do dia, o sol aparece com nebulosidade variada.






Airton Engster Baú de Memórias
Marcas e construções de Bruno Schwertner em Estrela
Proposta apresentada pelo Legislativo sugere aplicação de exame toxicológico para ingresso no funcionalismo público. Além de causar discussão entres os parlamentares, votação do projeto foi adiada após pedido de vistas.
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Cresol Essência finaliza período de assembleias
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MOBILIDADE URBANA NA CÂMARA
PARQUE LINEAR
O recurso de R$ 17 milhões para construção do parque sustentável às margens do Rio Taquari está assegurado. No entanto, entraves jurídicos trancam o avanço da proposta. Município busca alternativas junto ao Estado.
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Investimento histórico na via localizada no bairro Pinheiros atende a um antigo anseio da comunidade. Com aporte de R$ 2,8 milhões, rua será reconstruída. Intervenções antecedem a nova função de ligar a BR-386 entre o bairro Imigrantes e a Rota do Sol. PÁGINA | 5
Daniély Schwambach daniely@grupoahora.net.br
O Planeta Hambúrguer, de Estrela, completa nove anos nesta sexta-feira, dia 20. O negócio surgiu a partir de uma mudança de rumo, quando os proprietários deixaram o setor metalúrgico para apostar no ramo alimentício. Desde então, Vitor Hugo Prado, 50 anos, acompanha de perto a trajetória do empreendimento, atuando como gerente comercial e também diretamente na produção. À frente da preparação de carnes e na chapa durante a noite, ele fala sobre a construção do negócio, os desafios do dia a dia e a relação com os clientes.
Como começou tua trajetória no Planeta Hambúrguer?
Vitor Hugo Prado – Antes a gente trabalhava no setor metalúrgico. Decidimos mudar de área e fomos para o ramo alimentício. Antes de abrir aqui, fizemos um período de cerca de 30 dias em uma hamburgueria da família, em Venâncio Aires, para aprender na prática. Depois disso, abrimos o Planeta Hambúrguer já com uma base. Com o tempo fomos aprimorando, melhorando processos e hoje seguimos evoluindo.
Tu sempre quis trabalhar com alimentação?
Vitor – Eu sempre gostei de cozinhar, desde casa mesmo. Quando tinha algo diferente, eu que fazia. Então foi uma experiência nova, mas que acabou dando muito certo. Eu e a Simônia gostamos disso e conseguimos unir o útil ao agradável.
Hoje, qual é a tua principal função dentro do negócio?
Vitor – Eu atuo bastante na parte de produção, principalmente na preparação das carnes. É a área que eu mais gosto. Durante a noite também trabalho como chapeiro. A Simone e a equipe ficam mais na parte de saladas, pratos e organização geral.
Quais são os principais desafios do dia a dia no ramo?
Vitor – Hoje o maior desafio é a falta de mão de obra. É algo geral, não só aqui. No nosso ramo é ainda mais complicado, porque envolve trabalhar à noite, finais de semana. Fora isso, o restante a gente consegue administrar bem.
O negócio passou por mudanças ao longo desses nove anos?
Vitor – Sim. No início trabalhávamos com buffet de almoço e também com delivery de à la minuta. Depois ampliamos o buffet ao meio-dia e, à noite, focamos nos lanches.

Proposta que exige teste para ingresso no serviço público teve votação adiada após pedido de vistas
Daniély Schwambach daniely@grupoahora.net.br
Foi uma forma de organizar melhor a produção. Agora também estamos estudando trazer novidades, como pratos diferentes à noite, para atender outros públicos.
Como é a relação com a comunidade e com os clientes?
Vitor – A gente tenta sempre estar próximo. Quando podemos ajudar em alguma ação ou projeto social, a gente ajuda. No almoço temos muitos clientes fixos, que vêm todos os dias. À noite já é mais variado, com gente de outros municípios também. Isso é muito legal. O delivery também cresceu bastante ao longo dos anos.
Depois de nove anos, o que te mantém motivado?
Vitor – Quando a gente faz uma coisa que gosta, faz com prazer. Não enjoa. Pelo contrário, vai se aperfeiçoando cada vez mais. É isso que motiva a seguir.
Que mensagem deixa para quem acompanha o trabalho de vocês?
Vitor – Só agradecer a todos os clientes que estiveram com a gente nesses nove anos. E dizer que vamos seguir buscando melhorar cada vez mais para atender bem todo mundo.
Oprojeto que propõe a exigência de exame toxicológico para ingresso no serviço público municipal provocou debate entre vereadores e teve a votação adiada na sessão de segunda-feira, 16, na câmara de Estrela.
A proposta é de autoria de Éder Follmann (PP) e Volnei Zancanaro (PP), com apoio de Magdiel Turatti (PSD). O texto determina que candidatos aprovados em concursos públicos, processos seletivos e contratações temporárias apresentem resultado negativo para substâncias psicotrópicas proibidas e drogas ilícitas como condição para assumir o cargo. O exame deve ser feito por laboratório especializado, com método de larga janela de detecção, capaz de identificar o uso de substâncias em período de até 180 dias. A exigência passa a integrar os exames admissionais e deve constar nos editais. O custo fica sob responsabilidade do candidato, com possibilidade de contraprova em caso de resultado positivo. Segundo os autores, a proposta tem caráter preventivo e busca qualificar o atendimento prestado à população, especialmente em áreas consideradas sensíveis. “A gente quer melhorar o atendimento em escolas, no Cras e no geral. A ideia é dar mais tranquilidade para as famílias, saber que quem está ali está em plenas condições de exercer a função”, afirmou Follmann.
Zancanaro reforçou que o projeto não parte de denúncias específicas, mas de uma preocupação com a qualidade

do serviço público. “Não tem denúncia formal. É prevenção. O servidor público precisa prestar um atendimento de excelência para a comunidade”, disse.
Apesar do apoio declarado à proposta, o vereador Felipe Diehl (DEM) solicitou pedido de vistas, o que suspendeu a votação por uma semana. “Sou totalmente favorável ao projeto, mas precisamos incluir mais pessoas no exame toxicológico”, afirmou. Segundo ele, a discussão pode ser ampliada para contemplar também agentes políticos. Diehl sugeriu que vereadores façam o exame de forma voluntária e mencionou a possibilidade de uso de bafômetro antes das sessões e reuniões de comissões. “Se não há possibilidade legal de incluir os vereadores, então que a gente dê o exemplo. Podemos fazer de forma voluntária”, disse.
A manifestação gerou reação no plenário. Zancanaro afirmou que a proposta já havia sido debatida nas comissões e criticou a forma como o pedido foi apresentado.
“O projeto foi construído com diálogo, passou pelas comissões e sempre esteve aberto a contribuições. Se havia sugestões,
poderiam ter sido apresentadas antes”, declarou. O vereador também afirmou que não vê necessidade de levantar dúvidas sobre a conduta dos parlamentares. “Cada vereador é responsável pelos seus atos. Não vejo essa situação dentro da câmara”, disse.
Se aprovado, o exame toxicológico passa a ser exigido apenas no momento da admissão no serviço público municipal. Candidatos com resultado positivo não poderão assumir o cargo, mas terão direito à contraprova. A proposta não prevê custos para o município, já que o exame será custeado pelo próprio candidato e incluído na rotina já existente de exames admissionais. Para os autores, a medida também pode servir como referência para outras cidades. “É um projeto com impacto direto na qualidade do serviço público e na confiança da população”, destacou Follmann. Com a aprovação do pedido de vistas, o texto retorna à pauta na próxima sessão do Legislativo, quando poderá ser novamente debatido e votado, podendo receber ajustes a partir das sugestões apresentadas em plenário.
Projeto de R$ 17 milhões é apontado como referência em urbanismo sustentável, mas início das obras esbarra na regularização das áreas atingidas pelas enchentes
Projeto desenvolvido para dar vida nova às áreas afetadas pelas enchentes de 2024, o parque linear às margens do Rio Taquari, em Estrela, tem recursos garantidos. Mas a iniciativa ainda não saiu do papel por conta da necessidade do município em resolver a situação das famílias atingidas pelas enchentes.
Em entrevista à Rádio A Hora 102,9 na manhã dessa terça-feira, 17, a prefeita Carine Schwingel reforçou que o município optou por priorizar a segurança jurídica e social antes de iniciar qualquer intervenção.
“Eu não vou começar a implantação de um parque numa área que ainda não é da prefeitura. A gente quer garantir primeiro as famílias, que elas tenham ou indenização ou então que tenham a sua casa, para daí poder avançar”, afirmou.
O parque linear integra o conceito de parques esponja, baseado em soluções que utilizam a natureza como aliada na drenagem urbana e na mitigação de cheias. A proposta já vinha sendo construída antes mesmo da

Projeto prevê a recuperação de áreas degradadas e a criação de espaços públicos voltados ao lazer e à convivência
enchente histórica, mas ganhou novo contorno após a destruição de áreas ribeirinhas.
Com investimento de R$ 17 milhões do governo federal, o projeto prevê a recuperação de áreas degradadas e a criação de espaços públicos voltados ao lazer e à convivência.
Apesar dos recursos assegurados para a obra, a
prefeita admite que o principal desafio está na indenização dos proprietários atingidos.
“Dentro do projeto há cerca de R$ 3 milhões para indenizações, mas esse valor não é suficiente. Por isso, estamos buscando alternativas junto ao governo do Estado”, explicou.
A complexidade do processo aumenta devido à realidade fundiária das áreas atingidas.
Em muitos casos, há mais de uma residência em um mesmo terreno ou imóveis sem regularização formal.
Outro ponto levantado por Carine diz respeito às consequências da política do programa Compra Assistida após a enchente. Segundo ela, houve
situações consideradas injustas.
“Em Estrela, mais de 500 famílias foram beneficiadas, mas menos da metade eram proprietárias. Então como é que a prefeitura vai lá e destrói a casa de quem não recebeu nada em troca?”, questionou.
Para enfrentar essa situação, o município criou um programa próprio de habitação, com o objetivo de garantir compensações também aos proprietários que perderam seus imóveis.
Outros temas foram abordados

Eu não vou começar a implantação de um parque numa área que ainda não é da prefeitura. A gente quer garantir primeiro as famílias, que elas tenham ou indenização ou então que tenham a sua casa, para daí poder avançar.”
pela prefeita durante a entrevista, como a requalificação da área do Porto de Estrela, onde a proposta é criar um grande centro de eventos e fazer a integração com outros espaços públicos.
Também foram detalhados o andamento de projetos como o tradicional ZigueZague, o Caminhos do Rio, a reconstrução da Trilha do Fritz e a revitalização da antiga fábrica da Cervejaria Polar. Este último será viabilizado com recursos do Funrigs, dependendo da assinatura do convênio.


Fabiano Petter comercial@jornalng.net.br

Com a presença do presidente Vitoldo Scharneck e da diretoria, vindos da matriz em Santo Cristo, a cooperativa Cresol Essência reuniu mais de 800 associados e parceiros para as assembleias municipais da região do Vale do Taquari. Sob comando regional de Raphael Botega, participaram também gerentes das agências locais:
Diego Appel, de Lajeado; Tatiana Feliceti, de Estrela; Simone Dessoy, de Teutônia, Vanderlei Luiz Cardoso, de Encantado; Guilherme Cabanellos de Bom Retiro do Sul; e Bianca Rodrigues de Oliveira, de Arroio do Meio. Na ocasião foram detalhados dados da cooperativa que celebra 30 anos de atividades, com mais de 1,6 milhão de
associados no Brasil. Além disso, foi apresentada a nova campanha de prêmios “Cooperar é ganhar Cresol”, que entregará R$ 12 milhões em prêmios até o final de 2026.
A Cresol Essência possui 22 agências sob sua jurisdição, com 35 mil cooperados e registrou crescimento de mais de 21% no último exercício de 2025.

A Padaria e Restaurante Bruxel retomou atividades no ponto que se tornou referência. Reinaugurada no último dia 13, uma das padarias mais tradicionais da comunidade estrelense inicia um novo capítulo após as enchentes de 2024. A Padaria e Restaurante Bruxel retorna ao endereço histórico em frente à Praça Henrique Roolaart, no centro da cidade, após a reconstrução
do espaço atingido pela cheia. Atuantge na cidade desde maio de 1994, o negócio familiar funcionou por muitos anos no ponto localizado na Rua Coronel Mussnich, próximo também à câmara de Vereadores. Com a enchente do ano passado, o prédio foi destruído e a família precisou reorganizar o atendimento em outro endereço no centro de Estrela, ao lado do salão da Soges, que continua

Veja as matérias completas no site: jornalng.net.br
- A Cacis Estrela lançou, dia 12, a campanha “Páscoa Fantástica”, abrindo a temporada de promoções do comércio em 2026. A iniciativa reúne mais de 70 empresas participantes e tem como objetivo incentivar as compras e valorizar o comércio local. A campanha segue até o dia 4 de abril. Consumidores que realizarem compras nas lojas participantes ganham, a cada R$ 50, uma cartela, com limite de dez cupons por compra. O sorteio ocorre no dia 7 de abril, às 9h, na sede da entidade.
- A corretora de seguros Rakel Miorando alcançou um feito de grande relevância no cenário internacional ao ser classificada para dois dos mais importantes reconhecimentos no mercado de seguros: a PIIC 2026 (Prudential International Insurance Conference), que ocorre em Londres, e a PTC 2026 (Premier Top Conference), nas Bahamas, ambos promovidos pela Prudential.
Dia 20 de março: 12h: Reunião almoço da Cacis, em Estrela.
Dia 21 de março: 7h45: Viva o Taquari Antas Vivo, no Parque da Lagoa, em Estrela.
Dia 22 de março: 12h: Festa Anual Com. São José, em Estrela. 20h: Musical Maria, em Encantado.
Dia 27 de março: 20h: Paixão de Cristo, em Imigrante. 20h: Musical Maria, em Venâncio Aires.
Dias 28 e 29 de março: 19h30: Paixão de Cristo, em Imigrante.

- A Ortobom Estrela, localizada no centro da cidade, está sob nova direção e reinaugurou a loja no dia 5 de março. O evento contou com apresentação musical e especial da harpista Leticia Piasentin, e a presença de familiares, clientes e parceiros de negócios. Sucesso ao Diego e à Emilly.
- O Colégio Teutônia promoveu o lançamento oficial da parceria como escola licenciada da Associação Carlos Barbosa de Futsal. O momento marcou o início de uma nova etapa para o futsal no educandário e reuniu estudantes, pais, familiares, representantes da ACBF, patrocinadores, convidados e imprensa.
- A empresa RotaInox confirmou presença na 16ª Envase Brasil 2026, considerada uma das maiores feiras da América Latina do segmento. O evento ocorre entre os dias 14 e 16 de abril, em Bento Gonçalves.

da semana
13 de março – Cacis Estrela (14 anos)
15 de março – EEEB Vidal de Negreiros (106 anos)
17 de março – Padaria Forneria 844 (1º ano)
20 de março – Município de Colinas (34 anos) 20 de março – Planeta Hambúrguer (9 anos)
Sua empresa também pode ser mencionada neste espaço. Envie a data comemorativa. Parabéns e um cordial abraço a todos!
com atendimento normal.
Segundo o proprietário Luiz Ângelo Bruxel, o retorno ao ponto tradicional representa um momento simbólico para a família e para os clientes que acompanharam a história do negócio. “É um lugar que faz parte da nossa história. Muitas pessoas têm lembranças desse espaço e agora conseguimos retomar as atividades aqui novamente”, afirma.

Obra na Rua Ermindo Lohmann prevê reconstrução completa e deve reforçar ligação entre BR-386 e Rota do Sol
Daniély Schwambach daniely@grupoahora.net.br
Depois de anos marcados por buracos, ondulações e constantes manutenções, a Rua Ermindo Lohmann, no Bairro Pinheiros, entra em uma nova etapa. A via será totalmente reconstruída com investimento de R$ 2.803.183,60, em uma intervenção que vai além da simples pavimentação e reposiciona a rua dentro do sistema viário do município. Com 1.064 metros de extensão e área de 9.576 metros quadrados, a obra prevê a retirada completa do pavimento existente, atualmente em blocos intertravados, além da escavação do solo abaixo da estrutura atual. A proposta inclui a recomposição da base com reforço em rachão e brita graduada, instalação de 33 novas bocas de lobo para drenagem, aplicação de asfalto e nova sinalização ao longo de toda a via.
A decisão pela reconstrução total está diretamente ligada às condições estruturais do pavimento, que ao longo dos anos apresentou falhas recorrentes, exigindo intervenções frequentes e comprometendo a trafegabilidade. Em diversos pontos, a via apresenta desníveis acentuados, acúmulo de água e desgaste da base, cenário que torna inviável apenas a recuperação superficial.



Mais do que resolver um problema antigo, a obra projeta uma nova função para a Rua Ermindo Lohmann. A via deve se consolidar como um dos principais eixos de ligação entre a BR-386 e a Rota do Sol, especialmente com a futura implantação da elevada no bairro Pinheiros.
A estrutura, que ainda está em fase de projeto sob responsabilidade da concessionária CCR, deve
redefinir o fluxo viário da região. A expectativa é que o projeto da elevada seja concluído até a metade do ano, enquanto a homologação por parte da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) deve ocorrer até abril.
Com isso, a rua passa a integrar um novo desenho de mobilidade urbana, conectando bairros, facilitando deslocamentos e reduzindo a dependência de rotas mais longas para acesso ao centro.
Intervenção deve beneficiar cerca de 118 residências ao longo da via, além de impactar diretamente o fluxo de veículos na região
A prefeita Carine Schwingel destaca que a obra integra um conjunto de ações voltadas à qualificação da infraestrutura urbana, com foco em soluções duradouras.
“Não se trata apenas de trocar o pavimento. Estamos falando de uma reconstrução completa, pensada para resolver problemas históricos da via e preparar essa região para um novo momento de mobilidade em Estrela”, afirma.
Segundo ela, a intervenção considera tanto a necessidade imediata dos moradores quanto o papel estratégico da
rua no futuro.“É uma obra que nasce de uma demanda antiga da comunidade, mas que também olha para frente. A Rua Ermindo Lohmann passa a ter uma importância maior dentro do sistema viário, especialmente com a futura elevada. Estamos trabalhando com planejamento, com base técnica e com responsabilidade, para garantir que essa estrutura tenha durabilidade e realmente melhore a vida das pessoas”, complementa.
A prefeita também ressalta que a melhoria na drenagem será um dos pontos centrais da intervenção. “A água é um dos principais fatores de desgaste das vias. Ao qualificar esse sistema, evitamos retrabalho e garantimos mais segurança e conforto para quem utiliza a rua no dia a dia”, pontua.
Para quem vive no Bairro, a obra representa o fim de um problema que se arrasta há anos. O aposentado José Ataíde Porn, 72 anos, mora na região desde a juventude e acompanha de perto a situação da via.
“É muito importante, porque hoje não temos acesso direto ao centro. Precisamos usar a Rota do Sol para tudo. Com essa melhoria e a elevada, vai facilitar muito a nossa vida”, afirma.
Ele também relembra intervenções anteriores. “Já foi feito uma vez, mas mal feito. Não compactaram direito, e por isso a rua ficou cheia de buracos e irregularidades”, relata.
A moradora Marli Rodrigues da Silva, 58 anos, vive há 27 anos na rua e destaca que a comunidade aguarda a obra há mais de uma década.


Proposta envolve 10 municípios entre Santa Tereza e Bom Retiro do Sul, busca integrar experiências dentro e fora do rio e pode se tornar a segunda rota aquática oficial do RS
VALE DO TAQUARI
ORio Taquari, que nos últimos anos ficou marcado pelos impactos das enchentes, passa a ser reposicionado como eixo de desenvolvimento regional. A partir da união de entidades e municípios, surge a proposta de criação de uma trilha aquática que pretende transformar o curso do rio em rota de turismo de natureza, esporte e contemplação.
A iniciativa é articulada pela Amturvales, em parceria com a Associação de Ecologia e Canoagem (Aeca) e a Rede Gaúcha de Trilhas. O trajeto projetado liga Santa Tereza, na Serra, a Bom Retiro do Sul, passando por cerca de 10
municípios do Vale do Taquari, com o objetivo de estruturar uma rota navegável, sinalizada e integrada a outros atrativos da região. Caso seja consolidada, poderá se tornar a segunda trilha aquática oficial do Rio Grande do Sul — hoje, o Estado conta com uma rota no Corredor Ecológico da Quarta Colônia, no Rio Jacuí, com cerca de 152 quilômetros e integrada à Rede Brasileira de Trilhas.
A proposta faz parte do programa Caminhos do Vale do Taquari, lançado em 2025 durante evento estadual realizado em Lajeado, e que reúne diferentes modalidades de turismo, como trilhas de caminhada, cicloturismo, roteiros religiosos e, agora, o modal aquático. Segundo a executiva da Amturvales, Vanessa Spindler, a trilha surge como uma nova forma de apresentar o território de maneira organizada e com potencial de crescimento.
“A trilha aquática é um dos modais do Caminhos do Vale do Taquari. A partir dela, queremos mostrar as potencialidades da região de forma estruturada, criando novos produtos turísticos e oportunidades para os municípios e empreendedores”, afirma.
diretor administrativo e financeiro da Aeca, Edson Carvalho. A entidade tem papel central na construção da proposta, especialmente pela ligação histórica com o rio. Foi em Estrela, em 1943, que a canoagem teve início no Brasil, marco que deu origem, décadas depois, à Aeca, hoje referência nacional na modalidade. “Somos o berço da canoagem brasileira. E é nosso dever preservar esse legado e ampliar as possibilidades de uso do rio”, reforça Carvalho.
Um dos diferenciais do projeto é a integração com estruturas e atrativos ao longo do trajeto.
A proposta não se limita à navegação, mas busca conectar o rio a experiências em terra, incentivando o turismo de permanência.
Municípios ao longo do percurso já iniciam o diálogo para identificar pontos de embarque, desembarque, apoio e visitação. A ideia é que cada cidade possa agregar elementos próprios, como trilhas ecológicas, parques, espaços culturais e gastronomia local.
Em Estrela, por exemplo, o projeto se conecta diretamente com a estrutura já existente.
A ideia é mapear, testar e, depois, sinalizar o trajeto conforme as orientações nacionais. Isso permite que a trilha seja reconhecida oficialmente e integrada à Rede Brasileira de Trilhas.”
O novo projeto prevê uma estrutura mais resistente, com passarelas segmentadas, contenção de encostas e implantação de um pier flutuante, pensado para se adaptar às cheias. A proposta mantém o conceito original de conexão com o rio e amplia o potencial turístico da área. A proximidade entre a trilha ecológica e o espaço utilizado pela Aeca evidencia, na prática, o conceito defendido pelo projeto: unir natureza, esporte e vivência em torno do Rio Taquari.
Vanessa explica que o projeto ainda está em fase de construção, com reuniões técnicas, articulações institucionais e planejamento das próximas etapas. Entre elas, estão encontros com secretarias municipais de turismo, grupos que já utilizam o rio para esporte e lazer, além da realização de uma expedição para avaliar a navegabilidade em todo o percurso.
“A ideia é mapear, testar e, depois, sinalizar o trajeto conforme as orientações nacionais. Isso permite que a trilha seja reconhecida oficialmente e integrada à Rede Brasileira de Trilhas”, destaca.
A proposta da trilha aquática tem origem em experiências já existentes na região, como descidas de caiaque e atividades esportivas ao longo do Rio Taquari. A intenção, agora, é organizar essas práticas, garantindo segurança, visibilidade e potencial turístico.
“Hoje temos um pequeno projeto, mas um grande sonho. A partir das próximas reuniões, devemos ter definições mais concretas sobre a rota”, afirma o
A sede da Aeca, a escadaria de acesso ao rio, o Porto de Estrela e a área do Parque da Lagoa são utilizados para treinos e atividades esportivas, consolidando o município como um dos pontos estratégicos da rota. Além disso, a reconstrução da Trilha do Fritz reforça essa integração. O espaço, um dos principais pontos de lazer da cidade, passa por reestruturação após a enchente de 2024, com investimento de R$ 1,3 milhão da Defesa Civil Nacional.
A expectativa das entidades é que a trilha aquática se consolide como mais um produto turístico do Vale do Taquari, ampliando o fluxo de visitantes e gerando oportunidades para diferentes setores. Com a chancela da Rede Gaúcha de Trilhas e possibilidade de integração à rede nacional, o projeto ganha força como estratégia de desenvolvimento regional sustentável. Mais do que um trajeto, a proposta busca reposicionar o rio no cotidiano da região.


Grupo prioritário acompanha andamento das obras no Bairro Boa União e aguarda definição do cronograma de entrega
A Secretaria de Habitação de Estrela reuniu, na quartafeira, 18, as 34 famílias que integram o grupo prioritário da política habitacional destinada a atingidos pelas enchentes. O encontro ocorreu no Loteamento Popular, no Bairro Boa União, e apresentou o andamento das obras, além das etapas finais antes da entrega das moradias.
Das famílias contempladas, 20 devem receber as casas nesta primeira fase, com unidades em fase final de construção. Outras 14 terão as moradias edificadas na sequência, na mesma área, pela empresa responsável pelas obras. As casas possuem estrutura em concreto, dois quartos, sala e cozinha integradas, além de área de serviço. O loteamento foi implantado em área doada pelo município, com recursos do Governo do Estado.
A secretária de Habitação, Regina Mallmann, destaca
que o encontro teve como foco orientar as famílias e apresentar o andamento do projeto. “Estamos próximos de um momento aguardado. É um trabalho acompanhado de perto pela equipe técnica, com atenção à qualidade das moradias”, afirma.
A prefeita Carine Schwingel ressalta que a iniciativa representa um avanço na reconstrução após as enchentes. “Cada moradia entregue é um passo importante na vida dessas famílias. Trabalhamos com planejamento e compromisso para garantir esse recomeço”, afirma.
Entre os futuros moradores, Dulce Bruch aguarda a mudança após perder a residência e viver em aluguel social. “Estou muito feliz por ter sido contemplada. Meu sonho é arrumar a casa e fazer um canteiro de flores na frente”, relata.
A definição do cronograma final de entrega depende da conclusão das obras, prevista para as próximas semanas.


Sábado de vacinação no Posto Central busca ampliar cobertura entre adolescentes e atualizar cadernetas da população
Daniély Schwambach daniely@grupoahora.net.br
ESTRELA
Diante da baixa adesão à vacina contra a dengue, especialmente entre adolescentes, o Município de Estrela promove neste sábado, 21, mais uma edição do Sábado de Vacinação.
A ação ocorre das 8h às 14h, no Posto Central, com foco na ampliação da cobertura vacinal e na atualização das cadernetas da população.
A mobilização tem como público prioritário crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, faixa etária indicada para a imunização contra a dengue e considerada estratégica diante do aumento de casos no período de temperaturas mais elevadas. Apesar da disponibilidade da vacina na rede pública, a procura ainda é considerada abaixo do esperado, cenário que
Data 21 de março; Horário das 8 horas às 14 horas; Local Posto Central, Rua General Osório, nº 427, Bairro Oriental; Documentos necessários cartão do SUS, documento de identificação e carteirinha de vacinação
também se repete em outros municípios da região.
O secretário municipal da Saúde, Silas Alves, destaca que o momento exige atenção e conscientização das famílias. “A procura pela vacina contra a dengue ainda está abaixo do esperado, e isso nos preocupa. Não sabemos se é falta de informação ou resistência, mas precisamos reforçar que a vacina está disponível e é fundamental neste momento”, afirma.
Segundo ele, a ação de sábado representa uma oportunidade de ampliar o acesso e facilitar a imunização. “Estamos retomando os sábados de vacinação justamente para atender quem não consegue comparecer durante a semana. É uma estratégia para aproximar o serviço da comunidade e
garantir que mais pessoas estejam protegidas”, completa.
Além da vacina contra a dengue, estarão disponíveis todas as doses do Programa Nacional de Imunizações (PNI), permitindo a atualização completa da carteira vacinal de crianças, adolescentes e também adultos.
A Secretaria da Saúde reforça que a imunização é uma das principais estratégias de prevenção, especialmente em períodos de maior circulação do vírus. A vacina contribui para reduzir casos graves, hospitalizações e a sobrecarga do sistema de saúde, além de fortalecer a proteção coletiva. “Quando a população se vacina, protege a si e aos outros. A dengue não depende apenas do poder público, mas também da conscientização e do cuidado de cada pessoa”, destaca Alves.
A mobilização integra um conjunto de ações desenvolvidas no município para enfrentamento da doença, que inclui monitoramento de casos, visitas domiciliares, orientação à população e eliminação de focos do mosquito Aedes aegypti.


Evento homenageou voluntários, lideranças e instituições que atuaram nas cheias e exalta a força coletiva da região
Um gesto coletivo de fé, memória e reconhecimento marcou o movimento Travessia, no último sábado, 14, no Porto de Estrela. Evento reuniu comunidade, voluntários, lideranças e instituições para homenagear as pessoas que estiveram na linha de frente durante as enchentes de 2023 e 2024, reforçando o espírito de solidariedade que mobilizou a região.
Um dos momentos mais simbólicos da programação foi a travessia de embarcações que partiram do Atracadouro VF, em Estrela, e do Porto dos Bruder, em Lajeado, e se encontraram no meio do Rio Taquari, representando a união das margens e a força coletiva que emergiu nos períodos mais difíceis. Durante o encontro, cerca de 40 pessoas e entidades receberam medalhas de honra ao mérito de bravura, em reconhecimento à atuação no resgate de vidas e no apoio às famílias atingidas. Entre os homenageados esteve o Insanos Moto Clube – base de Santa Cruz do Sul. Cláudio Al-
berto Rodrigues Marques (Ghost, como é chamado) é um dos integrantes do clube. Para ele, foi uma honra receber a homenagem, mas ainda mais importante é saber que o grupo fez a diferença na vida das famílias afetadas pela enchente.
“A sensação é de gratidão. Gratidão por poder ajudar, por ter força e união para fazer acontecer e, principalmente, por cruzar o caminho de pessoas que valorizam isso. Seguimos firmes com o mesmo propósito: ajudar, apoiar e fazer a diferença, porque é isso que nos move”, ressaltou.
Idealizador do movimento, o apóstolo Wagner Calheirana destacou o propósito do encontro. “Esse evento nada mais é do que um grito de gratidão. É uma forma de reconhecer pessoas
comuns que fizeram algo extraordinário, que entraram nas águas, que ajudaram a salvar vidas e apoiaram quem mais precisava. Hoje é também um momento de mostrar que seguimos em pé, resilientes”, afirmou. O evento também contou com apresentações musicais abertas ao público. A cantora paraense Aymeê Rocha ressaltou a emoção de estar na região. “Fiquei sem chão. Eu vinha orando por este lugar, e ao ver de perto a reconstrução, só consigo pensar na força e na resiliência desse povo. Há vida, há esperança”, declarou.
Já a cantora Thais Avila, natural de Estrela, destacou o simbolismo do momento. “Estou na minha cidade. Eu também fui atingida e perdi tudo. Estar aqui hoje, cantando e celebrando com tantas pessoas que ajudaram a nossa região, é muito especial. É sobre recomeçar e seguir em frente”, disse.


formalizou em fevereiro o acordo de cooperação técnica com a Caixa Econômica Federal
Projeto com a Caixa avança para etapa técnica e inclui soluções para reduzir impactos das cheias
Depois de enfrentar uma das maiores enchentes da sua história recente, Estrela passa a olhar para o futuro com planejamento técnico e estratégia. O município avança na construção de soluções para eventos extremos a partir de uma parceria inédita com a Caixa Econômica Federal, que posiciona a cidade como referência nacional na estruturação de projetos voltados à resiliência climática.
Formalizado em fevereiro, o acordo entra agora em uma nova fase. As equipes técnicas iniciam a organização dos trabalhos e os primeiros levantamentos de campo, etapa que deve orientar as decisões sobre intervenções no território.
A cooperação prevê a elaboração de um relatório técnico e do termo de referência que irá subsidiar a futura contratação de estudos e projetos estruturantes. A proposta está alinhada ao Programa Cidades Verdes Resilientes e busca qualificar diagnósticos, definir estratégias e ampliar a capacidade do município na captação de recursos.
Na prática, o trabalho envolve apoio metodológico da Caixa, definição de prioridades, organi-
zação de plano conjunto e análise das áreas mais vulneráveis. Estão previstas visitas técnicas, reuniões de alinhamento e construção de documentos como diagnóstico territorial, prognóstico e definição de metas.
Entre as alternativas já colocadas em análise está a implantação de um sistema de contenção no Arroio Estrela, com possibilidade de construção de um dique integrado ao sistema hídrico local, que envolve também o Arroio Boa Vista e o Rio Taquari. A proposta parte da leitura do comportamento das cheias, especialmente nos momentos de retorno da água pelos arroios.
De acordo com o secretário de Planejamento e Sustentabilidade, Rafael Mallmann, o objetivo é atuar na origem do problema. “Estamos avaliando soluções que reduzam os impactos das cheias com medidas estruturais e integradas, sem transferir o problema para outras áreas”, afirma.
O avanço do projeto também dialoga com um novo momento do município, marcado pela desocupação gradual de áreas atingidas e pela construção de uma lógica urbana mais segura.
A proposta inclui intervenções baseadas na natureza e ações de requalificação, como os programas Verde Urbano Centro e Verde Urbano Bairros.
A prefeita Carine Schwingel destaca que a parceria representa um salto na forma de planejar o
– Sistema de contenção no Arroio Estrela
– Possível construção de dique na área central
– Análise integrada com Arroio Boa Vista e Rio Taquari
– Diagnóstico territorial e mapeamento de áreas vulneráveis
– Programas de requalificação como Verde Urbano Centro e Bairros
– Intervenções baseadas na natureza
município. “Estamos estruturando soluções com base técnica e visão de longo prazo. Isso permite avançar com mais segurança e ampliar o acesso a investimentos”, afirma.
A cooperação com a Caixa não prevê repasse de recursos financeiros, concentrando-se no suporte técnico e institucional. Por ter caráter piloto, a iniciativa pode servir de referência para outros municípios brasileiros na área de planejamento e requalificação territorial. Nos próximos dias, as equipes avançam para a etapa de campo, com levantamento de dados e análise das áreas prioritárias. A expectativa é de que o cronograma seja consolidado nas próximas semanas, com desenvolvimento dos estudos ao longo do ano e definição das intervenções futuras.


BOM RETIRO DO SUL
A Secretaria de Indústria e Comércio de Bom Retiro do Sul abre vagas para cursos de qualificação profissional por meio do programa RS Qualificação – Recomeçar, do Governo do Estado do Rio Grande do Sul.
A iniciativa é da Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento Profissional e integra o Plano Rio Grande. O programa tem como objetivo ampliar a empregabilidade e apoiar a retomada socioeconômica do Estado. O investimento é de cerca de R$ 40 milhões, com recursos do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs), destinados à oferta de cursos e ao pagamento de bolsa permanência aos alunos. Municípios em estado de calamidade ou emergência após os eventos meteorológicos de 2024 têm prioridade.
Em Bom Retiro do Sul, estão disponíveis duas formações. O curso de Atendimento ao Cliente oferece 20 vagas, com carga horária de 40 horas. As aulas ocorrem às terças e quartas-feiras, das 18h30 às 22h30, entre 2 de junho e 1º de julho de 2026. O requisito é idade mínima de 16 anos e ensino fundamental completo. O curso de Eletricista Predial disponibiliza até 15 vagas, com carga horária de 80 horas. As aulas ocorrem nas segundas, terças e quartas-feiras, das 18h30 às 22h30, no período de 4 de maio a 16 de junho de 2026. O requisito é idade mínima de 16 anos e ensino fundamental incompleto. As atividades ocorrem em espaço disponibilizado pela Prefeitura ou no SENAI de Lajeado. Os participantes devem ter frequência mínima de 75% e serão selecionados conforme critérios do edital do programa. Os cursos preveem bolsa
O curso de Atendimento ao Cliente fortalece o comércio local, com qualificação voltada ao contato direto com o público. Já o curso de Eletricista Predial forma prestadores de serviço para atender a demanda da cidade.”

Com 43 anos de história, a SERBC Inhandava leva para a avenida um samba-enredo que celebra a trajetória da Sociedade União, fundada em 1932
BOM RETIRO DO SUL
auxílio. O valor é de R$ 750 para formações de 40 horas e de R$ 1.500 para formações de 80 horas. O secretário de Indústria e Comércio, Clovis Pereira dos Santos, destaca o impacto das formações no município. “O curso de Atendimento ao Cliente fortalece o comércio local, com qualificação voltada ao contato direto com o público. Já o curso de Eletricista Predial forma prestadores de serviço para atender a demanda da cidade”, afirma. As inscrições são feitas diretamente na secretaria, no segundo piso da prefeitura.
Programa municipal
Bom Retiro trabalha com o programa Bom Retiro + Forte, que foca no desenvolvimento econômico local. Um dos eixos é a qualificação da mão de obra, mas iniciativas como fomento ao comércio e cedência de áreas de terras são trabalhadas em paralelo.
Otradicional Carnaval de Rua de Bom Retiro do Sul promete reunir a comunidade em mais uma noite de celebração da cultura e da música no dia 21 de março, na Avenida Jorge Fett. Entre as atrações do evento está o desfile da escola de samba SERBC Inhandava, que neste ano apresenta um samba-enredo em homenagem à história da Sociedade União. Com 43 anos de trajetória, a Inhandava é uma das principais representantes do carnaval local e, neste ano, leva para a avenida um enredo que celebra a Sociedade União, instituição fundada em 20 de setembro de 1932 e que faz parte da história social e cultural do município.
Sociedade
União na história
Tradicional ponto de
convivência da comunidade, a Sociedade União se consolidou ao longo das décadas como um espaço marcante para encontros e celebrações. O local foi palco de bailes, casamentos, formaturas e reuniões comunitárias, além de eventos importantes da história do município, como as comemorações da emancipação de Bom Retiro do Sul e celebrações após a inauguração da Barragem Eclusa. A origem da entidade está ligada a antigas associações locais, como sociedades de atiradores e recreio familiar.
Hoje, o espaço também abriga um restaurante e, recentemente, passou por um processo de reforma, reforçando a importância do local como ponto de encontro da comunidade e preservação da memória cultural do município.
Para o coordenador de Cultura, Denilson de Oliveira, o desfile da Inhandava representa um momento especial para valorizar a história local. “O carnaval também é uma forma de contar a nossa história. Quando a escola leva para a avenida a trajetória da Sociedade União, ela ajuda a manter viva a memória de um espaço que faz parte da identidade da nossa comunidade”, destaca.
O secretário de Turismo, Esporte, Lazer e Cultura, José Luis Costa, reforça que o Carnaval de Rua é um evento que une cultura, tradição e participação popular. “É uma festa construída com muito
Desfile ocorre na tradicional Avenida Jorge Fett com programação a partir das 18h45
Quando a escola leva para a avenida a trajetória da Sociedade União, ela ajuda a manter viva a memória de um espaço que faz parte da identidade da nossa comunidade.”
envolvimento da comunidade. Ter uma escola como a Inhandava, com mais de quatro décadas de história, homenageando um espaço tão simbólico como a Sociedade União, mostra a força das nossas tradições e da cultura local”, afirma.
A programação do carnaval inicia às 18h45, com abertura oficial e apresentações culturais, seguida pelos desfiles das escolas de samba convidadas e show musical, reunindo moradores e visitantes em uma grande celebração popular no município.

Proposta teve como objetivo ajudar os alunos a compreender o verdadeiro papel de um líder
Os estudantes do 5º ao 9º ano das EMEFs Arco-Íris e Santo Antônio, em Imigrante, participaram recentemente de um trabalho formativo sobre liderança e representação de turma, conduzido pela Coordenação Pedagógica do Ensino Fundamental II da Rede Municipal.
A proposta teve como objetivo ajudar os alunos a compreender o verdadeiro papel de um líder, refletindo sobre responsabilidade, diálogo e participação coletiva no ambiente escolar.
A atividade foi organizada em três momentos. No primeiro, os estudantes discutiram o que significa ser líder de turma, refletindo sobre características importantes como escuta, responsabilidade, respeito e capacidade de representar o grupo. A reflexão buscou desconstruir ideias comuns, como a de que o líder “manda”
ou decide sozinho, reforçando que liderar é servir e representar o coletivo. Em seguida, os alunos participaram de uma dinâmica em pequenos grupos, na qual precisaram discutir temas relacionados à convivência e ao cotidiano escolar, escolhendo um porta-voz para apresentar as ideias do grupo. A atividade permitiu que os estudantes experimentassem, na prática, o desafio de representar os colegas e comunicar decisões coletivas. No terceiro momento, foi realizada a escolha dos líderes por meio de votação secreta, permitindo que os estudantes vivenciassem também práticas de cidadania e participação democrática dentro da escola. A iniciativa busca fortalecer valores como responsabilidade, cooperação, escuta e protagonismo estudantil, incentivando os alunos a assumirem um papel ativo na construção de um ambiente escolar mais colaborativo.
Diagnóstico coletivo aponta principais riscos e integra ações do projeto Tchê Prepara, com foco na segurança da população
Moradores do município participaram, nesta semana, de um encontro no Teatro Municipal voltado à preparação para situações de emergência. A atividade reuniu lideranças, autoridades e moradores, que contribuíram com relatos, sugestões e reflexões para fortalecer as estratégias de prevenção no município. Durante a programação, foram identificados os principais riscos enfrentados pela cidade. Entre eles, estão inundações, deslizamentos, temporais, queda de granizo, apagões e bloqueio de acessos. A partir desse levantamento, construído de forma coletiva, o município avança no planejamento de ações mais eficazes para reduzir impactos e ampliar a proteção da população em cenários de crise.
A iniciativa integra o projeto Tchê Prepara, desenvolvido pela Organização Internacional para as Migrações (OIM). A proposta busca fortalecer a cultura de

prevenção e qualificar a resposta a desastres, com foco na segurança e no cuidado com as pessoas. O prefeito Marcelo Schroer ressaltou a importância do engajamento da comunidade no processo. Segundo ele, a participação popular é fundamental para que as ações sejam efetivas. “Prevenir é sempre o melhor caminho quando o assunto é salvar vidas”, destacou. Além das ações de planejamento, o município segue investindo no fortalecimento da Defesa Civil e na reconstrução das áreas atingidas pelas enchentes de 2024. Nos próximos meses, o projeto prevê novas etapas, como a realização de treinamentos e um simulado do plano de contingência, ampliando a capacidade de resposta do município diante de possíveis emergências.


aepan.ong@gmail.com COM AIRTON
A trajetória de Bruno Schwertner começa longe do Vale do Taquari, na antiga Prússia, onde nasceu em 1874. Ainda menino, atravessou o oceano com a família rumo ao Brasil, trazendo consigo a esperança e a disposição para o trabalho. Como tantos imigrantes, não encontrou facilidades. Foi auxiliar de cozinheiro, depois sapateiro, moldando desde cedo o caráter de quem aprenderia a trilhar o próprio caminho com as mãos e com a persistência.
Ao se estabelecer em Estrela, Schwertner revelou um talento incomum: a capacidade de compreender e transformar o funcionamento das coisas. Em uma época em que quase tudo precisava ser consertado manualmente, tornou-se referência como artesão e solucionador de problemas.

Foi nesse caminho que encontrou sua verdadeira vocação: a construção de relógios, especialmente os imponentes relógios de torres de igrejas, que passaram a marcar o tempo. Seus mecanismos, precisos e duradouros, ecoam
ainda hoje, em diferentes cidades, organizando o cotidiano de gerações inteiras. A fotografia que preserva sua memória ao lado de sua esposa, Florentina Mallmann, revela uma história de parceria e construção conjunta.
Antes da eletricidade dominar as cidades, o tempo era anunciado de forma solene: pelos sinos e pelos relógios de torre. Foi nesse contexto que Bruno Schwertner construiu sua trajetória, iniciada, segundo registros, em 1892, com a instalação de um relógio no Santuário Santo Antônio de Estrela. A partir desse marco, seu nome passou a circular entre comunidades que buscavam medir as horas e organizar a vida coletiva.
Seus relógios passaram a marcar o ritmo de igrejas em diferentes cidades brasileiras, alcançando um número expressivo de 200 exemplares.
A fotografia da família de Bruno e Florentina reforça a dimensão humana dessa história. Entre pais e filhos, percebe-se a base que sustentou essa trajetória: o núcleo familiar como espaço de trabalho, transmissão de saberes e continuidade.

Da sapataria à indústria: o espírito empreendedor

A fotografia das irmãs Otília, Lúcia, Olga, Geny e Olívia, filhas de Bruno e Florentina Schwertner, revela um momento em que a família era o centro da vida. Nos traços e na postura de cada uma, percebese uma formação marcada pela disciplina, pelo cuidado e pela convivência em um ambiente onde o fazer tinha valor.
Bruno Schwertner construiu sua trajetória com esforço e versatilidade. Começou
com uma sapataria e, pouco a pouco, ampliou suas atividades até transformar seu estabelecimento em um ponto de referência na região, onde se consertavam e comercializavam objetos ligados às inovações do período. Em 1924, deu um passo decisivo ao fundar a Fábrica de Relógios Públicos, inserindo Estrela em um cenário produtivo mais amplo e demonstrando capacidade de adaptação e iniciativa.
O retrato de uma època: Bruno Schwertner e o vigor de uma linhagem

A história de Estrela é feita pelas mãos de homens, como Bruno Schwertner, souberam equilibrar o sucesso no empreendedorismo com um profundo senso de dever comunitário. Ex-presidente da Soges e peça-chave no desenvolvimento econômico local, Bruno deu nome a uma das ruas do município, mas também edificou, ao lado de Florentina Mallmann, uma das bases familiares mais sólidas da região. O registro fotográfico de oito de seus treze filhos — Guido, Lino, Mário, José, Rudy, Francisco,
Oscar e Aloysio — é um testemunho de um tempo onde o respeito e a união eram os pilares que sustentavam o sobrenome e o prestígio social. A elegância e o semblante dos irmãos Schwertner na imagem refletem a disciplina de uma criação pautada pelo trabalho e pela participação na sociedade. Enquanto Bruno se dedicava à empresa e aos rumos da coletividade estrelense, seus filhos cresceram como extensões vivas desse legado.

próximas
Retomada do concurso emociona participantes e reforça ações de valorização cultural
FAZENDA VILANOVA
Após mais de uma década sem realizar o concurso interno, o CTG Pousada dos Tropeiros, de Fazenda Vilanova, voltou a promover a Ciranda Cultural de Prendas e Peões, marcando um momento histórico para a entidade e para a comunidade tradicionalista. O evento reuniu dezenas de participantes e foi marcado por emoção, surpresas e celebração da cultura gaúcha. A patroa da entidade, Zilda Seben dos Anjos, destacou o sentimento vivido durante a escolha dos representantes. “É um imenso orgulho, eu estou muito orgulhosa de ser a patroa neste momento tão esperado e almejado por essas crianças. Foi um momento de muita emoção, teve choro, teve vibração, foi muito emocionante e muitas surpresas também”, relatou. Segundo ela, o concurso evidenciou histórias marcantes, com participantes superando expectativas. “Teve crianças que jamais imaginaram entrar e uma delas recebeu até o primeiro lugar. Isso para mim foi muito prazeroso e gratificante”, completou. Mais do que eleger representantes, a retomada da Ciranda Cultural simboliza um novo ciclo para o CTG, com foco na valorização e
disseminação das tradições gaúchas. Entre as próximas ações, a patronagem pretende intensificar o trabalho junto às escolas.
“A principal atividade que a gente quer fazer agora é a promoção da cultura. A gente vai iniciar nas escolas, com divulgação e convite para participar da entidade, para essas crianças saberem o que é a cultura gaúcha e o valor que ela representa para nós”, explicou Zilda. Além disso, a entidade projeta ações sociais, como a arrecadação de brinquedos e o resgate de práticas antigas. “Eles pretendem fazer uma ação em prol da arrecadação de brinquedos antigos, retomando essa cultura de fazer o próprio brinquedo”, acrescentou.
A retomada do concurso reforça o papel do CTG na formação cultural de crianças e jovens, mantendo vivas as tradições e fortalecendo os laços comunitários em Fazenda Vilanova.
A principal atividade que a gente quer fazer agora é a promoção da cultura. A gente vai iniciar nas escolas, com divulgação e convite para participar da entidade, para essas crianças saberem o que é a cultura gaúcha e o valor que ela representa para nós”
1ª Prenda Pré-Mirim: Ana Vitória Feliz Rodrigues
1ª Prenda Mirim: Talita Lourenço de Vargas
1ª Prenda Juvenil: Karem Luiza Flores Nolli
1ª Prenda Adulta: Larissa da Silva Reis
1ª Prenda Veterana: Maria Eduarda do Nascimento Alves
1ª Prenda Xiru: Denise Regina Feliz
1º Piazito Farroupilha: Moacir da Silva
1º Piá Farroupilha: Miguel Quadros de Souza
1º Guri Farroupilha: Kaio Vettorazzi dos Santos
1º Peão Farroupilha: João Francisco da Cruz Vargas
1º Veterano Farroupilha: Diego Vedoy
1º Bebezito Farroupilha: Bento Couto Becker

Grito de entusiasmo no flamenco Cosmético usado como realçador de cílios
"Triticum", em relação ao trigo (?) Santana, cantor de "Escreve Aí"
A geração de pessoas nascidas entre 1981 e 1995
Início de poemas Unidade molecular Neurologista (red.)
Muito (apócope) Queijo de soja "Máximo",
Partido de Lacerda Artigo indefinido (pl.)
"(?) Teológica", obra de Tomás de Aquino
Mascote dos Jogos Olímpicos de 2020
Gênero musical de Amália Rodrigues
Peça que mata vampiros (Lit.)
Produto da cevada usado na cerveja
BANCO
Posição de Beyoncé, para a música
Utensílio para modelar biscoitos (Cul.)
Observatório Nacional (sigla)
(?) free: grátis (ing.)
Ate; aperte
Capital peruana Título (abrev.)
"Você", em chats Enfeita; adorna
Mastro de bandeiras Obras distribuídas pelo PNLD (BR)
Sábado – 21/3
10h30min: Recolhimento para Mulheres, Santuário
Game (?): fim de jogo, em inglês
Império que conquistou Constantinopla
(?)-pronóbis, planta comestível
Saco de couro para líquidos
Principal curso fluvial da Itália
Taxa acrescida à poupança (sigla)
Cobertura rústica de casas
Unidade de venda da pipoca
O paciente da cirurgiã bariátrica

ÁRIES: Conversas em família resolverão antigos conflitos. Encontre seu lugar e assuma novos desafios. No amor, vire o jogo e reformule planos de moradia.
TOURO: Encontros do dia terão um caráter transformador. Você poderá formalizar uma parceria ou firmar um acordo comercial, converse sobre detalhes.
GÊMEOS: Será um bom momento para finalizar um projeto e iniciar outro com melhor perspectiva de retorno.
CÂNCER: Se estiver planejando uma viagem, aproveite o período da noite para encontrar boas condições.
LEÃO: Aproveite este momento para conversas importantes com a família. Reencontros trarão revelações e entendimento de experiências passadas.
VIRGEM: Uma nova jornada começará com bons acordos e relações estimulantes. Conversas de hoje poderão mudar sua opinião sobre alguém.
15h: Celebração do Batismo, Santuário
15h30min: Missa Sagrada Família, Porongos
16h30min: Encontro do Cenáculo de Maria, Centro Catequético
17h: Missa São José, Hospital 17h: Missa São José Operário, Imigrantes
18h30min: Missa Santo
Antônio, Santuário
20h: Missa São Luiz Gonzaga, São Luís
Domingo – 22/3
8h30min: Missa Santo Antônio, Santuário
10h: Missa São Pedro Apóstolo, Delfina
16h: Encontro de Acólitos, Centro Catequético
19h: Missa Santo Antônio, Santuário
Terça-feira – 24/3
18h30min: Missa Santo Antônio, Santuário
Quarta-feira – 25/3
18h30min: Missa São José, Hospital
Quinta-feira – 26/3
18h30min: Missa Santo Antônio, Santuário
PARÓQUIA EVANGÉLICA DE ESTRELA
Sexta-feira – 20/3
9h: Coordenação Sinodal Idosos
15h15min: Culto na Vovolândia
19h30min: LELUT
Sábado – 21/3
8h15min: Ensino Confirmatório, Comunidade Linha Wink 9h30min: Ensino Confirmatório, Novo Paraíso
Domingo – 22/3
9h: Culto com Batismo
Terça-feira – 24/3
14h30min: OASE nos bairros 18h: Ensino Confirmatório 1º ano
Quarta-feira – 25/3
14h30min: Grupo de Idosas, Comunidade São Lucas 18h: Ensino Confirmatório 2º ano 19h30min: Assembleia Comunidade Estrela
Quinta-feira – 26/3 19h: Assembleia Creche Colmeia
Sexta-feira – 27/3 14h: Culto de Páscoa da Diaconia
MARIA SALETE AREND
Morreu na quinta-feira, 19, aos 73 anos. Foi sepultada no Cemitério Luterano do Florestal, em Lajeado.
LEONTINO GARCIA DA ROSA
Morreu na quarta-feira, 18, aos 97 anos. Foi sepultado no Cemitério Católico de Roca Sales, em Roca Sales.
MARIA LUCIA SEHN
Morreu na segunda-feira, 16, aos 87 anos. Foi sepultada no Cemitério Católico de Linha Sítio, em Cruzeiro do Sul.
GUILHERME SILVEIRA OLIVERA
Morreu no sábado, 14, aos 26 anos. Foi sepultado no Cemitério Municipal de Novo Paraíso, em Estrela.
ERNO WENDLER (BIGULHO)
Morreu no sábado, 14, aos 90 anos. Foi sepultado no Cemitério Evangélico Luterano de Bela Vista, em Arroio do Meio.
JAIME LIMA SILVA
Morreu na sexta-feira, 13, aos 87 anos. Foi cremado no Memorial e Crematório Jardim Montanha dos Vales, em Santa Cruz do Sul.
SIDNEI ESTANISLAU FERNANDES CASTRO
Morreu na sexta-feira, 13, aos 75 anos. Foi cremado no Memorial e Crematório Jardim Montanha dos Vales, em Santa Cruz do Sul.
BOM RETIRO DO SUL
LIBRA: Aproveite uma oportunidade de se associar ou de renegociar um contrato profissional e pense a longo prazo. Sucesso!
ESCORPIÃO: Conexões com estrangeiros, mestres e autoridades estarão aquecidas. Repense objetivos e determine prioridades do orçamento.
SAGITÁRIO: Aproveite o dia para circular, descobrir novidades, surpreender em entrevistas ou reuniões de trabalho e implantar novos conceitos.
CAPRICÓRNIO: Assuntos financeiros pedirão calma nas decisões e visão estratégica, evite repetir erros do passado, pense diferente.
AQUÁRIO: Se puder, tire um tempo só para você. Será bom momento para renovar sua imagem e encerrar processos do passado.
PEIXES: Valerá fazer terapia e atividades que promovam equilíbrio emocional e bem-estar. Portas se abrirão na carreira em breve.
A primeira edição da Páscoa no Parque ocorre dia 4 de abril, em Bom Retiro do Sul. O evento será no Parque Pôr do Sol e tem organização do gabinete da primeira-dama Fabiana Ferreira Frohlich, da Secretaria de Turismo, Esporte Lazer e Cultura, em parceria com as secretarias de Obras, Educação, Saúde, Cras e patrocínio do Sicredi.
A programação inicia às 16h e inclui paradas recreativas com atividades para crianças, presença do Coelho da Páscoa, pintura de rosto, passeio de trenzinho pedal pelo parque, brinquedos infláveis, distribuição de algodão doce e pipoca às crianças, show com a Banda Boomeryoung e entrega de pacotinhos. O encerramento ocorre às 19h.
A ornamentação do parque foi produzida por meio de oficina que funciona junto ao Parque Pôr do Sol. A iniciativa segue o mesmo formato adotado no período de

Parque Pôr do Sol recebe a primeira edição da Páscoa no Parque
Natal, com produção artesanal e reutilização de materiais na confecção dos enfeites. A primeira-dama afirma que o evento busca reunir famílias no espaço público. “A proposta é
oferecer um momento de encontro para as crianças e para as famílias, com atividades voltadas à Páscoa e participação da comunidade na produção de toda a decoração”, frisa Fabiana.


Considerado um dos maiores circuitos de corrida rua do interior do Rio Grande do Sul, a prova recebe cerca de 1,8 mil participantes.
O Circuito dos Vales deste ano terá as modalidades de Corrida (3km, 5km e 10 km), Caminhada (3km e 5km) e Corrida Kids (1km e 500 metros). Mais uma vez, o Circuito repete uma programação com cinco etapas programadas para acontecer ao longo do ano. Arroio do Meio volta a receber uma prova após três anos. Outro destaque é Cruzeiro do Sul que é a estreante na temporada. Venâncio Aires e Lajeado também receberão provas. A programação inicia nesta sexta-feira com a entrega dos kits de participantes, entre 17h30min até às 20h. Já no sábado o momento ocorre das 9h às 16h. Em ambos os casos, a retirada será no Supermercado Imec do Bairro Montanha, em Lajeado. A comissão organizadora informa que quem retirar antecipado concorre à brindes. No domingo, dia da prova,
o evento tem início às 6h com a entrega dos kits que segue até às 7h. Às 7h30min inicia o aquecimento. Já as largadas iniciam a partir das 8h.
Entre as novidades neste ano estão a mudança dos combos. Segundo Deivid Tirp, o Deivão, um dos organizadores da prova. A iniciativa de criar o Vip e o Gold foi para dar mais experiências
aos participantes. “Queremos atender melhor o público que está participando do evento”, cita. Deivão salienta que a entrega do evento vai muito além das pessoas irem para prova correr. “Em nenhum lugar você vai encontrar pessoas feliz e dedicada como se encontra no CV, seja quem trabalha ou quem participa, isso faz com que a entrega do evento seja algo extraordinário”, salienta. Mais informações podem ser conferidas em circuitodosvales. com.br ou na página do evento no Instagram.




Recurso foi entregue em cerimônia e reforça o impacto social do evento esportivo feminino
Ezequiel Neitzke ezequiel@grupoahora.net.br
A força da mobilização feminina se transformou em solidariedade concreta. A organização da Run More promoveu, nessa quinta-feira, a entrega de R$ 100.219,27 à Liga Feminina de Combate ao Câncer, valor arrecadado a partir da última edição da corrida, realizada em 8 de março. O ato ocorreu em cerimônia e marcou mais um capítulo de uma parceria que alia esporte e impacto social na comunidade.
De acordo com uma das organizadoras da prova, Jéssica Silveira, o resultado superou expectativas. “A avaliação desta edição é extremamente positiva. O número recorde de inscrições em tão pouco tempo reforça a força e a união de uma corrida
pensada exclusivamente para mulheres, que vai muito além do esporte”, destaca.
Ela ressalta que o evento tem um forte cunho social e que o engajamento das participantes se converte diretamente em apoio à entidade. “É muito gratificante perceber que essa mobilização feminina está cada vez mais forte, tanto no número de participantes quanto no impacto gerado. Essa prova é, acima de tudo, uma demonstração de solidariedade, empoderamento e cuidado coletivo”, afirma.
Jéssica também enfatiza a importância do valor repassado. “Sabemos o quanto cada centavo destinado auxilia as pessoas assistidas pela Liga, que faz um trabalho incrível e vem ampliando seus atendimentos”, completa. Para o secretário municipal de Juventude, Esporte e Lazer, Cristian Eidelwein, o Dumbo, a iniciativa simboliza o papel do esporte como agente de transformação social. “A Run More é um dos maiores eventos que realizamos e exige muito

planejamento. Mas a gratificação é proporcional. Mais do que um evento esportivo, ela carrega um propósito social muito forte”, pontua.
Segundo ele, a parceria com a Liga vai além do repasse financeiro. “A Secretaria atua
como ponte na mobilização da comunidade, incentivando a participação e dando visibilidade às causas da entidade. Nosso objetivo é fortalecer essa rede de apoio, utilizando o esporte como ferramenta de engajamento e transformação”, ressalta. Com crescimento a cada edição, a Run More se consolida não apenas como um dos principais eventos esportivos do município, mas também como um exemplo de como a união entre esporte e solidariedade pode gerar impacto direto na vida de quem mais precisa.
