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ANÁLISE, CURADORIA E OPINIÃO DE VALOR
Sexta-feira, 10 de abril de 2026 | Ano 23 - Nº 4073 |
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Sexta-feira, 10 de abril de 2026 | Ano 23 - Nº 4073 |
Inundações estão ligadas à mudança no clima, conclui pesquisa
Estudo liderado pela Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) mostra que 90% dos moradores dos vales do Rio Pardo e Taquari associam as tragédias climáticas recentes ao aquecimento global. Conforme o estudo, houve avanço na percepção de que as alterações no

OPINIÃO | RODRIGO MARTINI
De prefeitos para deputados
Na política regional, poucos renunciaram para concorrer ao parlamento.
clima estão ligadas à ação humana. No entanto, a reação segue no plano individual, sem uma visão coletiva, na mobilização sobre a cobrança por políticas públicas voltadas à previsibilidade, monitoramento e organização de socorro.

OPINIÃO | VINI BILHAR
Mulher empreendedora
Acil retoma encontros para fortalecer atuação delas nos negócios.


Nova estrutura em Cruzeiro do Sul conta com pré-seleção automática e capacidade para processar até 110 mil ovos por hora. Produção total diária da granja sobe para 260 mil ovos.

Apercepção mudou nos vales do Taquari e Rio Pardo, mas a resposta ainda não acompanha na mesma medida. Pesquisa da Unisc mostra que 90% da população associam as enchentes de 2024 às mudanças climáticas, um dado relevante para quem vivenciou os episódios extremos. No entanto,o estudo revela um segundo movimento, mais silencioso e preocupante. A população reconhece o problema, mas ainda não transformou essa percepção em ação estruturada.
Há uma sensação difusa de gravidade, misturada a explicações incompletas. Quando a causa não é compreendida com precisão, a resposta também não se organiza. O resultado é um território que convive com o risco, mas ainda não atua de forma coordenada para reduzi-lo.
Quando a causa não é compreendida com precisão, a resposta também não se organiza.”
Isso aparece no comportamento. As mudanças existem, mas ficam restritas ao indivíduo. Ajustes na rotina, maior atenção, algum cuidado adicional. Falta o passo seguinte: transformar preocupação em decisão coletiva, em cobrança, em política pública.
E esse é o ponto central. O Vale não precisa mais ser convencido de que o problema existe. Precisa decidir como vai enfrentá-lo.
As inundações foram mais do que um desastre natural. Foram um teste de organização. E, nesse aspecto, a reconstrução ainda está em curso. Entre o susto e a decisão, a população está no meio do caminho.

Fundado em 1º de julho de 2002 Vale do Taquari - Lajeado - RS
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“Descobrimos o nosso propósito, o nosso sentido de ser soberanas”
Escolhida rainha da corte de Muçum para o período 2023-2025, Mariele Agostini, 21, viu o sonho de infância se transformar em uma missão que ultrapassou a faixa e a coroa. Ao lado das princesas Gabrieli
Gasperini e Luísa Gracioli
Zilio, ela assumiu um papel decisivo em um dos momentos mais delicados da história do município: ajudar a reerguer a autoestima, o sentimento de pertencimento e a esperança da comunidade após as enchentes. Mais do que representar festas e eventos, a corte tornouse símbolo de identidade e reconstrução para os muçunenses.
Jéssica R Mallmann jessicamallmann@grupoahora.net.br
Em que momento você decidiu que iria disputar a corte de Muçum?
Sempre foi um sonho. Literalmente, desde quando eu era criança, via as rainhas e princesas e eu achava aquilo o máximo. Sempre quis fazer parte de algo assim. Quando surgiu a oportunidade do concurso, que eu estava na idade de participar, pensei que realmente

era um momento único e eu tinha que aproveitar aquilo e sonhar, né? Mais do que sonhar, queria torná-lo realidade. E foi o que de fato aconteceu e que mudou totalmente minha vida.
Como foi participar do concurso? O que mudou na Mariele desde então?
Foi um processo transformador, principalmente no que diz respeito aos sentimentos: de se conhecer de verdade, lidar com medos e insegurança. Durante todo o processo do concurso, que foi de cerca de um mês, a gente teve várias provas, como as de oratória, cultura, história do município, prova de fotos… foi muito intenso e a gente viveu ali intensamente. De fato o concurso transformou a forma de nos enxergarmos e de lidar com a gente mesmo. Eu me descobri de uma forma diferente vivendo todo concurso. Por mais que talvez eu não tivesse ganha -
do, com certeza, ia transformar minha vida. A gente percebia isso em todas as meninas, na época do concurso foram nove candidatas.
A escolha da corte de Muçum ocorre a cada ano?
Na verdade, seria a cada dois anos. Porém, infelizmente, durante o nosso reinado teve as enchentes. Então, acabou sendo prorrogado por mais algum tempinho. Provavelmente, o próximo concurso vai ser em 2027.
Como é que é a questão da responsabilidade social?
Muitas pessoas acreditam que a escolha está atrelada somente à beleza, mas existe um outro olhar, certo?
Exatamente. A gente viveu todo o processo de tristeza, de medo e de angústia sobre o que seria o futuro da cidade. Passamos pelo processo que as pessoas estavam muito desacreditadas e até, de certa forma, com ódio e um sentimento ruim da cidade. Enquanto soberanas, a gente descobriu o nosso propósito, o nosso verdadeiro sentido de ser soberanas; Não só representar uma festa, usar uma faixa e uma coroa. É despertar nas pessoas que elas, de fato, amam Muçum. Relembrar o porquê de elas ficarem depois de tudo o que aconteceu na cidade, bem como que faz a gente se sentir tão especial nessa cidade. Fizemos todo esse trabalho de pertencimento e identidade, de conversar com as pessoas e nos descobrirmos Muçunense de novo. Eu acredito que a gente tenha sido fundamentais nesse processo.
Nós, enquanto soberanas, somos a cara da cidade. A gente tem que representar a cidade, as pessoas e tudo o que tem de melhor aqui. Então, a gente teve também que representar isso para as próprias pessoas da cidade. Realmente, foi uma responsabilidade gigantesca. Eu acho que foi a maior da minha vida até hoje. É muito especial ver o quanto as pessoas conseguem sentir que a gente ama ser Muçunense e ama representar essa terra.
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Os artigos e colunas publicados não traduzem necessariamente a opinião do jornal e são de inteira responsabilidade de seus autores. Impressão Zero Hora Gráfica





Eu já escrevi e reforço. Não é uma decisão fácil. É preciso coragem para renunciar ao cobiçado cargo de prefeito. E a recente decisão do ex-gestor de Muçum, Mateus Trojan (MDB) – que também confirmou a pré-candidatura a deputado estadual –, é rara no Vale do Taquari. Nos últimos dias, conversei com jornalistas com mais cabelos brancos do que eu, questionei articulistas e amantes da política regional para descobrir outros casos semelhantes. Inicialmente, hesitei em publicar, sob risco de esquecer alguém. Mas, e passados alguns dias sem
maiores novidades, acho que já posso arriscar uma quase certeza acerca dos prefeitos do Vale que renunciaram para concorrer a deputado estadual. E, conforme a minha pesquisa ainda inacabada, ao menos dois agentes públicos passaram por essa situação no Vale do Taquari. Em Encantado, Antônio Lorenzi renunciou à prefeitura em 1982 e foi eleito deputado estadual, permanecendo até 1998 na assembleia legislativa. Já em Estrela, Hélio Musskopf renunciou no mesmo ano de 1982, também foi eleito deputado, e atuou no parlamento gaúcho até o início da década de 90. Ambos ligados ao MDB, por supuesto.

rodrigomartini@grupoahora.net.br
RODRIGO MARTINI
É preciso falar mais sobre arborização urbana...
O tema é delicado e desperta os mais diversos sentimentos no leitor/ ouvinte. Por vezes, os excessos por parte de quem defende ou ignora os cortes ou supressões de árvores atrapalha o bom debate. E não pode ser assim. A arborização urbana é um assunto técnico e deve ser bem compreendido para não gerar falsas narrativas, ofensas, politicagem e afins. Pois bem. A recente e talvez exagerada poda de alguns ipês-amarelos na arborizada Av. Alberto Müller, em Lajeado, reacendeu o sempre aguardado embate. A comunidade local se manifestou com razão em grupos de Whatsapp, o MP foi provocado e prontamente instaurou procedimento investigatório, e sobraram cobranças contra a concessionária de energia elétrica e, claro, o poder público municipal. Mas, pouco se falou sobre a necessidade de debater melhor um Plano Municipal de Arborização, que muitas vezes pode apontar para a necessidade de cortes e supressões, sim, e também ao replantio em locais mais adequados. Ou seja, gritamos, gritamos, gritamos e, até o momento, não saímos do lugar.
Já estava ficando constrangedora a bravata contra a intervenção do PT nacional nas pretensões eleitorais do PT gaúcho. Afinal, ilustres figuras da esquerda no Rio Grande do Sul estavam expondo os nomes e imagens para bater de frente o líder maior da esquerda, e todos já sabiam como seria o fim dessa negociação conduzida nos corredores de Brasília. Ou seja, e ao fim das bravatas dos gaúchos,
deu o óbvio: o PT gaúcho vai ceder para que o PDT indique Juliana Brizola como pré-candidata a governadora, restando a Edegar Pretto (PT) a posição – ainda indefinida – de pré-candidato a vicegovernador. Menos mal para os petistas que tudo se decidiu rápido. Caso contrário, o constrangimento seria maior e as faíscas dos bastidores já seriam brasas no colo de Lula.

- Em Estrela, o governo municipal ainda não se manifestou sobre o polêmico projeto de lei aprovado por unanimidade na câmara, que exige exame toxicológico para o ingresso no serviço público da cidade. A prefeita já avisou que pretende incluir os cargos comissionados e eletivos. Aliás, foi justamente isso que fez a câmara de vereadores de Imbé, em 2025.
- O governo de Lajeado lançou edital de licitação para contratar empresa responsável pela disponibilização de mão de obra. Hoje, tal serviço ainda é prestado pela Arki, por meio de um contrato investigado pela Polícia Federal no âmbito da Operação Lamaçal. E o curioso disso tudo é que a Arki pode ser a vencedora deste novo processo licitatório.
- Perguntinha: quantos candidatos a deputado estadual e federal no Rio Grande do Sul terão alguma ligação com algum órgão de segurança pública?

Todos concordam que o estacionamento rotativo é necessário para garantir rotatividade nas vagas localizadas em determinadas vias públicas da área central, certo? Inclusive há pedidos para ampliação da chamada “zona azul” para outros pontos comerciais da cidade, com destaque à pujante região do bairro São Cristóvão, e o trecho da Av. Piraí entre a Av. Alberto Pasqualini e a Rua Coelho Neto. Até aí, tudo certo. O problema é que nem todos estão satisfeitos com o serviço da atual empresa, a Stacione Rotativo, cujo contrato já
venceu e foi renovado por duas oportunidades desde o início da gestão de Gláucia Schumacher (PP). E isso não para de reverberar na câmara. Na sessão passada, inclusive, o vereador Waldir Blau (MDB) chegou a sugerir um tipo de boicote. “Tenho dito ao povo: não paguem, não paguem essa multa. Se guincharem, vamos à justiça”, afirmou. Ele cobra o fim do uso das motocicletas que auxiliam na fiscalização dos débitos, e provocou o presidente Neco dos Santos (PL) a convocar a empresa. “Tenha coragem e convoque”.

Índice chega a 33%, com alta que preocupa comércio e acende alerta para concessão de crédito. Câmara de Dirigentes Lojistas amplia debate acerca do assunto e promove encontro para debater estratégias de cobrança
desde o início da série histórica, em abril de 2018.
LAJEADO
ACâmara de Dirigentes
Lojistas (CDL) de Lajeado divulgou os números de inadimplência no comércio neste início de ano. Em fevereiro, o índice voltou a crescer e alcançou um novo recorde ao atingir 33,2%, alta de 1,1% em relação ao mês anterior. O percentual é o maior
O índice também supera o recorde anterior, registrado em outubro de 2025, quando estava em 32,4%. Na comparação com fevereiro do ano passado, o crescimento é de 2,3%. Os dados foram coletados junto à CDL Porto Alegre, em parceria com a Equifax | Boa Vista.
A gerente da Equifax/Boa Vista da CDL Lajeado, Bárbara Hübner, destaca que no município o perfil de inadimplentes é majori-
tariamente masculino (43,3%), com idade entre 35 e 39 anos (13,4%) e renda média entre um e dois salários mínimos (56,8%). Entre os fatores que contribuem para o aumento da inadimplência estão as despesas típicas da virada de ano, como compras de Natal, férias e retorno do período letivo. “É nessa época que as pessoas têm maiores gastos e, sem planejamento financeiro, gera inadimplência. A volta às aulas, com compra de material escolar e uniformes, também contribui para atraso das contas”, avalia. Outra preocupação que já acende alerta para os comerciários é o crescimento das apostas online. “Muitas pessoas estão deixando de pagar contas para colocar dinheiro em bets. Todas estas questões trazem impactos negativos”, acrescenta Bárbara.

Para debater a questão, a CDL promove na próxima terça-feira, 14, às 19h, o Happy Hour com o tema “Crédito que vende, cobrança que recupera, estratégias que funcionam”, com participação do diretor das Lojas Dullius, Vinicius Dullius; do diretor das Lojas Calci, Nilton Colombo, e da gestora de Recursos Humanos Fabiana Beuren, especialista em gestão estratégica de crédito.
Eles irão compartilhar estratégias de análise de crédito, cobrança e recuperação para
auxiliar lojistas na redução da inadimplência.
No estado
Mesmo com o recorde, Lajeado ficou abaixo do índice estadual, que atingiu 36,5%, também o maior da série histórica, com alta de 2,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. No Rio Grande do Sul, o perfil de inadimplentes difere do registrado em Lajeado. No estado a predominância ocorre entre mulheres (43,7%), na faixa etária dos 25 a 29 anos (11,7%), também com renda entre um e dois salários mínimos (59,6%).

Pesquisa mostra que nove em cada dez pessoas relacionam a tragédia de 2024 às mudanças climáticas e revela que moradores dos vales do Rio Pardo e Taquari acreditam em novos episódios extremos em breve
VALE DO TAQUARI
Aexperiência das enchentes de 2023/24 mudou a forma como a população enxerga as mudanças climáticas nos vales do Taquari e do Rio Pardo. É o que concluí pesquisa da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc).
Conforme o estudo, 90% dos entrevistados percebem relação entre os eventos extremos e a crise climática causada pelo aquecimento global. Dentro desse grupo, 54,9% apontam vínculo forte e 35,3% consideram a relação parcial. Apenas 9,8% não associam as enchentes às mudanças climáticas.
“Detectamos forte inquietação frente às mudanças climáticas. A vivência de catástrofes aumenta a atenção das pessoas sobre o problema”, destaca a pesquisa.
O levantamento, intitulado Percepção pública sobre enchentes e mudanças climáticas nos vales do Rio Pardo e Taquari, foi feito entre setembro de 2025 e fevereiro de 2026, com 389 pessoas em 11 municípios atingidos pelas cheias.
A pesquisa integra um projeto sobre percepção pública, governos municipais e desastres climáticos, coordenado pelos professores Marco André Cadona e João Pedro Schmidt, com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do RS (Fapergs).
Embora a maioria reconheça a gravidade do tema, há distorções sobre as causas das mudanças climáticas. Apenas 26,9% dos

Para oito em cada dez entrevistados, eventos climáticos extremos vão acontecer de novo nos próximos anos. Mais de 70% não acredita que haverá reversão no aquecimento do planeta
entrevistados adotam a explicação científica, baseada na ação humana no ambiente.
A maior parte, 56%, mistura causas naturais e humanas. Outros 14,8% atribuem o problema a fatores naturais ou divinos. Para os pesquisadores, essa leitura prejudica o enfrentamento do problema. “A associação com causas naturais e divinas dificulta a compreensão do vínculo direto entre enchentes e mudanças do clima evidenciado pela ciência”, destaca o relatório.
Quase metade dos entrevistados (48%) teve prejuízos materiais e 17% registraram óbitos de familiares. O cenário futuro também preocupa, pois oito em cada dez pessoas acreditam que enchentes como as de 2024 voltarão a acontecer nos próximos anos ou décadas.
A confiança de que a crise vai
passar é baixa. Apenas 21% acreditam em retorno à normalidade na temperatura do planeta.
Sete em cada dez entrevistados afirmam que mudaram a forma de pensar após as enchentes. No entanto, isso não se traduz em mobilização social.
“As mudanças aparecem no nível individual. Não há indicativos de ações coletivas ou pressão por políticas públicas”, aponta a pesquisa.
O dado revela um dos principais desafios identificados pela pesquisa: transformar preocupação em ação estruturada. Entre as principais consequências das enchentes, os entrevistados apontam doenças mentais e assoreamento dos rios. Na prática, o estudo indica que o trauma não ficou restrito à destruição física de casas, empresas, estradas e pontes, também atingiu a percepção sobre segurança, previsibilidade e qualidade de vida.
A avaliação da resposta institucional também ajuda a entender esse ambiente. Voluntários e igrejas receberam as melhores avaliações entre os atores sociais. As prefeituras tiveram desempenho superior ao atribuído aos
Mais de 90% dos entrevistados defendem:
• sistemas de alerta e monitoramento;
• drenagem de rios; • replantio de matas ciliares;
• fortalecimento da Defesa Civil;
• investimento em pesquisa e tecnologia.
Para os pesquisadores, isso indica espaço político para avançar.
“Há apoio consistente a políticas de adaptação e mitigação. O desafio é transformar esse apoio em ação efetiva”, aponta o estudo.
• Levantamento da Unisc ouviu 389 pessoas em 11 municípios dos vales do Taquari e do Rio Pardo.
• A coleta foi presencial, com questionário de 28 perguntas aplicado entre setembro de 2025 e fevereiro de 2026.
• O estudo é coordenado pelos professores Marco André Cadona e João Pedro Schmidt, com financiamento da Fapergs.
A associação com causas naturais e divinas dificulta a compreensão do vínculo direto entre enchentes e mudanças do clima evidenciado pela ciência.”
TRECHO DA PESQUISA
“PERCEPÇÃO PÚBLICA
SOBRE ENCHENTES E MUDANÇAS CLIMÁTICAS”
governos federal e estadual. Empresários também aparecem com avaliação considerada positiva no recorte geral.
Os principais auxílios mencionados pela população foram o Auxílio Reconstrução de R$ 5,1 mil, pago pelo governo federal, o saque do FGTS de até R$ 6.220 e as doações de alimentos, roupas e produtos de limpeza.
A pesquisa identifica quatro perfis de percepção climática: 15% negacionistas
56% preocupados, mas com dúvidas
17% informados, porém passivos 12% mobilizados
Percepção climática
• 90% veem relação entre enchentes e mudanças climáticas
• 54,9% apontam relação forte
Impacto das enchentes
• 48% tiveram perdas materiais
• 17% perdas familiares
Expectativa
• 80% acreditam em novas enchentes
• 21% confiam na normalização
Comportamento
• 70% mudaram hábitos individuais
• Sem mobilização coletiva relevante
Município reforça frota, reorganiza rotas e estuda padronização de sacos para resíduos recicláveis. Campanha de orientação à população deve começar nos próximos dias
Fabiano Lautenschläger
Aprefeitura de Lajeado iniciou uma nova etapa na reorganização do sistema de coleta seletiva e prepara mudanças na forma como os moradores devem separar e descartar o lixo reciclável. O município ampliou a estrutura operacional do serviço com a entrada dos novos caminhões da coleta e trabalha, paralelamente, em um plano de educação ambiental para orientar a população sobre as novas regras.
Atualmente, a frota vinculada ao contrato de limpeza urbana conta com sete caminhões para a coleta orgânica, dois destinados à seletiva e um veículo reserva. Todos os veículos foram adesivados e identificados conforme a finalidade de uso, para facilitar a distinção entre os serviços.

Caminhões tem adesivagem diferente para melhor identificação
Segundo o fiscal da limpeza pública, Franklin Althaus, cada caminhão opera exclusivamente dentro de sua função. “O veículo da orgânica recolhe resíduos como restos de alimentos e lixo doméstico comum. Já os caminhões da seletiva fazem exclusivamente o recolhimento do material reciclável. As equipes também são diferentes e cada bairro tem seu cronograma específico”, explica.
A administração municipal prepara agora uma campanha de divulgação para reforçar junto à comunidade a importância da separação correta dos resíduos. O secretário municipal de Meio Ambiente, Saneamento, Sustentabilidade e Bem-Estar Animal, Valmir Zanatta, afirma que a ampliação
da coleta seletiva depende de uma mudança de hábito por parte da população.
Segundo ele, a proposta é estruturar um trabalho de orientação que envolva divulgação dos dias e horários da coleta, rotas dos caminhões e a forma correta de acondicionamento do lixo seco.
“A coleta seletiva não depende apenas do caminhão na rua. Existe toda uma cadeia que começa
dentro de casa, na forma como cada morador separa e disponibiliza esse material.”
Uma das medidas em estudo é a padronização da cor dos sacos utilizados para o descarte do lixo reciclável. A ideia é criar uma identificação visual única para facilitar tanto a separação pelos moradores quanto o trabalho das equipes de coleta.
Além da padronização dos sacos, a prefeitura também avalia mudanças futuras no sistema de disposição dos recicláveis. Entre as alternativas estudadas está a instalação de lixeiras ou contêineres específicos para esse tipo de resíduo, substituindo gradualmente o modelo atual de deixar o material ao lado das lixeiras convencionais. A adoção dessa etapa, porém, ainda depende de estudos técnicos e de viabilidade operacional. Outra frente de reorganização envolve ajustes no cronograma da coleta orgânica. A partir da próxima semana, alguns bairros terão alterações nos dias e turnos de recolhimento. Em determinadas regiões, o serviço deixará de ser diário e passará a operar em dias alternados. Também haverá mudanças de turnos em alguns trechos.


vinibilhar@grupoahora.net.br
VINI BILHAR
ADocile, foi novamente reconhecida entre as 100 maiores do mundo no segmento, conforme o ranking Global Top 100 Candy Companies 2026. O levantamento, divulgado pelo periódico internacional Candy Industry em 31 de março, considera critérios como faturamento, sustentabilidade, ética, inovação e crescimento. Nesta edição, apenas quatro empresas brasileiras integram a lista, o que reforça a relevância do desempenho da Docile no cenário global. Para o CEO da companhia, Ricardo Heineck, o reconhecimento reflete pilares construídos ao longo dos 35 anos de história da empresa. Segundo ele, a presença no ranking posiciona a marca ao lado de grandes players internacionais e evidencia sua competitividade.

O resultado também amplia a visibilidade da empresa no exterior. Atualmente, a Docile exporta para mais de 80 países, consolidando sua atuação internacional. De acordo com o diretor
de Exportação, Cristian Ahlert, a conquista pelo segundo ano consecutivo demonstra o avanço em mercados estratégicos e valida a estratégia de expansão adotada pela companhia.



Cresol sorteia prêmios e contempla primeiros ganhadores em 2026
A campanha Cooperar é Ganhar, da Cresol, realiza na próxima segunda-feira (13) o primeiro sorteio de 2026, contemplando mais de 270 cooperados de diferentes regiões do país com prêmios de R$ 3 mil. Neste ano, a iniciativa distribuirá R$ 12 milhões em premiações, incluindo três sorteios de R$ 1 milhão, além de prêmios mensais e sorteios especiais. Considerada a maior campanha do cooperativismo de crédito brasileiro, a ação busca incentivar investimentos, fortalecer o capital social e impulsionar o crescimento sustentável do sistema.
Na Cresol Essência, a campanha


O Fórum da Mulher Empresária (FME) da Associação Comercial e Industrial de Lajeado (Acil) retoma, na próxima terça-feira (14), a agenda dos tradicionais cafés da manhã. O encontro ocorre a partir das 7h30min, no salão de eventos da entidade, e abre a programação de 2026 com o tema “Conflitos geracionais nas empresas: desafios e oportunidades”. A atividade contará com a participação da mentora de carreira e escritora Cintia Schmidt e da Business Partner de RH da Docile, Vivian Lagemann. As palestrantes irão abordar estratégias para lidar com diferentes perfis profissio-
nais no ambiente corporativo, destacando caminhos para promover integração entre gerações e fortalecer equipes. Com atuação em desenvolvimento humano, Cintia é especialista em avaliação comportamental e gestão de pessoas. Já Vivian atua diretamente com lideranças e gestão de equipes em contextos marcados pela diversidade geracional. A proposta do encontro é fomentar a troca de experiências e reflexões práticas sobre um tema cada vez mais presente nas organizações, contribuindo para ambientes de trabalho mais colaborativos e produtivos.
também prevê um sorteio exclusivo de R$ 50 mil, programado para setembro, reforçando o estímulo à participação dos associados. A adesão ocorre por meio de aplicações financeiras e integralizações de capital. Para pessoas físicas, cada R$ 100 investidos em RDC ou LCA gera um número da sorte, enquanto aplicações em capital social e poupança rendem dois números. Já para pessoas jurídicas, a cada R$ 500 aplicados nas modalidades participantes é gerado um número, conforme regulamento. A campanha segue até dezembro.


Capivara Nara e espetáculo Por Que mobilizam 280 estudantes em Santa Clara do Sul
Andreia Rabaiolli centraldejornalismo@grupoahora.net.br
ACaravana do Educame visitou, nessa quarta-feira, a Escola Estadual Santa Clara, em Santa Clara do Sul, para uma tarde de educação ambiental. A atividade reuniu 280 estudantes de diferentes turmas, que aprenderam, por meio do teatro e da música, sobre redução de resíduos, reciclagem e cuidados para evitar a poluição.
A abertura contou com a participação da coordenadora regional de Educação, Greice Weschenfelder, que defendeu a educação ambiental como ferramenta de transformação. “Os alunos são grandes incentivadores das causas ambientais porque levam essa conscientização para casa e se tornam multiplicadores. É pela educação que a gente transforma a comunidade”, afirmou.

Caravana do Educame visitou nessa quarta-feira, a Escola Estadual Santa Clara
A peça teatral Por Que?, abordou de forma leve a importância do destino correto do lixo e da preservação do meio ambiente. Com música, humor e questionamentos, o violeiro bem-humorado despertou a curiosidade e a reflexão dos adolescentes.
A proposta da caravana é tratar temas urgentes, como preservação, consumo consciente e cuidado com os recursos naturais, de maneira acessível e próxima da realidade


dos alunos.
Além da peça, a presença da Nara, a capivara leitora do programa Leia, provocou a movimentação mais forte. A mascote virou atração entre os estudantes, que
participaram da sessão de fotos com entusiasmo.
A escola recebeu a placa de parceira da jornada e Embaixada do Meio Ambiente, concedida pelo Grupo A Hora.
A apresentação mobilizou diferentes setores da comunidade escolar. Professoras acompanharam a atividade com atenção, e as merendeiras Sandra, Marciane e Graziela fizeram uma pausa na cantina para assistir ao espetáculo. O evento também contou com tradução em Libras da intérprete Maríndia Terres.
A estudante Ana Júlia, 16 anos, elogiou a iniciativa. “O planeta é a nossa casa, e a gente tem de cuidar bem dela. Quanto antes aprendermos isso na escola, melhor”, disse.
A Caravana do Educame vai visitar 30 escolas do Vale do Taquari até outubro, sempre às quartasfeiras. Além do espetáculo teatral, a iniciativa leva oficinas sobre jornalismo ambiental, água, resíduos sólidos e a bacia hidrográfica Taquari-Antas.
Nas três primeiras caravanas de 2026, a iniciativa envolveu mais de 1,2 mil alunos e reforçou, dentro das escolas, uma consciência mais atenta em relação às questões ambientais.





























Estrutura amplia produção e aposta em tecnologia, qualidade e bem-estar animal
Aempresa Ovos Primavis, localizada no bairro São Gabriel, em Cruzeiro do Sul, inaugura nesta sexta-feira seu novo parque industrial, marcando o início de um ciclo de inovação e crescimento. O projeto, planejado há cerca de dois anos e meio, foi estruturado para atender à expansão da produção e elevar os padrões de qualidade dos produtos.
Com um pavilhão de 2.600 metros quadrados, a nova unidade abriga equipamentos de alta tecnologia, incluindo uma máquina de classificação quatro vezes mais produtiva que a anterior. O sistema conta com pré-seleção automática, capaz de separar ovos sujos e trincados — processo que antes era manual — com capacidade de até 110 mil ovos por hora. O investimento acompanha o crescimento da empresa, que passou de 170 mil aves e produção diária de 150 mil ovos para um plantel de 300 mil aves, com cerca de 260 mil ovos produzidos por dia. A nova estrutura permite planejamento para os próximos cinco anos sem necessidade de novos aportes em equipamentos de classificação. Além disso, a Primavis investiu

na ampliação de aviários automatizados, recria de aves e tecnologias voltadas à produção de adubo orgânico. Outro destaque é a fábrica própria de ração, com 750 metros quadrados, capacidade de produção de 20 toneladas por hora e armazenamento superior a 1.400 toneladas de insumos. Atualmente, cerca de 10% do plantel é composto por aves livres de gaiola, com meta de dobrar esse número até 2028. Mais de
90% das aves são mantidas em ambientes climatizados, com rigorosos protocolos de ambiência e biosseguridade, priorizando o bem-estar animal.
A automação também é um diferencial: mais de 95% dos processos, desde a alimentação até a coleta e classificação, são mecanizados, reduzindo o contato manual — sendo o consumidor final o primeiro a tocar no produto. Fundada em 2004 pela família
Nova estrutura de 2,6 mil metros quadrados conta com pré-seleção automática com capacidade para processar até 110 mil ovos por hora. Produção total diária da granja sobe para 260 mil ovos
Wilgen, a Primavis conta hoje com mais de 50 colaboradores, considerados pilares essenciais para o desenvolvimento e consolidação da empresa no setor.


ESTRUTURA AMPLIADA
Atualmente, cerca de 11,5 mil alunos são atendidas entre Educação Infantil, Ensino Fundamental e Projeto Vida. Município contabiliza aproximadamente de 250 crianças na fila de espera para turmas nas Emeis. Gestão prioriza matrículas para idade obrigatória, a partir de quatro anos
Karine
LAJEADO
Em busca de superar o desafio por vagas na rede municipal de ensino, a Secretaria de Educação avança na ampliação da estrutura escolar em Lajeado. Atualmente, cerca de 11,5 mil alunos são atendidos nas turmas de Educação Infantil, Ensino Fundamental e Projeto Vida. No entanto, o crescimento populacional surge como uma preocupação para a demanda futura. Somente na Educação Infantil, cerca de 4 mil alunos estão matriculadas. Segundo a secretária Adriana Vettorello, aproximadamente 250 aguardam na fila por uma vaga, principalmente crianças de zero a 3 anos. No entanto, ela explica, nem todas estão

aptas a frequentar as instituições de ensino. A obrigatoriedade da matrícula, conforme legislação federal, ocorre após os 4 anos.
“Alguns responsáveis inscrevem os filhos logo após o nascimento, o que aumenta o número de crianças na fila. Eles permanecem na lista, mas só passam a concorrer a uma vaga a partir dos quatro meses de idade, considerando a data de referência de 31 de março do ano letivo. No momento, não há crianças com 4 anos ou mais aguardando vaga”, frisa a secretária.
Além dos projetos de ampliação da rede de ensino, o município recorre à compra de vagas em instituições privadas credenciadas para ampliar a oferta na faixa de zero a 3 anos de forma imediata.
Novas escolas
O governo trabalha na construção de escolas para ampliar o atendimento pela rede pública. Os projetos contemplam duas Escolas de Educação Infantil (Emei), nos bairros São Cristóvão e Campestre, e uma Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef), no bairro Moinhos D’Água. As iniciativas buscam atender a crescente demanda e garantir estruturas adequadas
Os investimentos são em novas obras e também na qualificação de estruturas já existentes. As intervenções das novas Emeis e a Emef têm previsão de início para o primeiro trimestre de 2026.

Escolas nos bairros Morro 25, Jardim do Cedro e Conventos passam por processo de reestruturação e reformas.
A qualificação deve resultar em milhares de vagas criadas em Lajeado. No entanto, a secretária reforça a necessidade de olhar para os investimentos em equipes de atendimentos. “A aplicação vai além da estrutura física. Contratação é algo que leva tempo, também enfrentamos a falta de professores”, ressalta. Embora exista demanda por mais vagas, a secretária diz que a expansão da estrutura também ocorre em função do aumento populacional. O objetivo é projetar espaços para atender bairros que seguem em crescimento, sobretudo em localidades mais afastada. Com isso, segundo ela, é possível reorganizar as turmas conforme a melhor localização.


Atividade do projeto “Tô no Jogo” reuniu alunos das duas instituições em uma tarde de aprendizado, troca e conscientização durante o Abril Azul
Aintegração entre a Apae
Lajeado e o Colégio
Madre Bárbara marcou a tarde dessa quintafeira, 9, no Espaço de Formação da Rede ICM, com uma proposta que uniu inclusão, esporte e aprendizado. A atividade fez parte do projeto “Apae está no jogo” e reuniu alunos da instituição com estudantes do turno extracurricular do colégio.
A diretora do Colégio Madre Bárbara, Maria Elena Jacques, destaca o significado do encontro. Segundo ela, a atividade proporcionou um momento diferenciado e muito aguardado pelos alunos. “É uma integração muito especial. O projeto é muito lindo, dá
para ver entusiasmo, amor e sintonia entre todos. Nossos alunos estavam com grande expectativa para vivenciar esse momento”, afirmou. Ela também ressaltou o papel do esporte no desenvolvimento dos jovens. “O esporte é transformador e uma das melhores escolas para a vida.”
Idealizadora do projeto, Claudia Chabalgoity explica que a iniciativa busca promover a inclusão por meio do esporte, especialmente o tênis, criando ambientes em que todos participam juntos, sem distinção. “A inclusão de fato acontece quando vemos essa mistura, todos fazendo os mesmos exercícios, conversando e se apresentando uns aos outros”, destacou.
A ação também integrou as atividades do Abril Azul, mês de conscientização sobre o autismo, reforçando a importância de práticas inclusivas no ambiente educacional. Conforme Claudia, a proposta vai além da atividade física. “Criamos uma aula em que realmente houve troca. É emocionante ver o quanto um momento simples pode ser tão proveitoso para alunos de ambas as instituições.”
O projeto “Tô no Jogo” tem como objetivo principal utilizar o esporte como ferramenta de

Atividade integrou alunos da Apae Lajeado e do turno extracurricular do Colégio Madre Bárbara no Espaço de Formação da Rede ICM
inclusão social e desenvolvimento pessoal, promovendo interação, respeito e aprendizado coletivo entre participantes com e sem deficiência. A iniciativa já prevê novas ações, ampliando as oportunidades de integração entre diferentes realidades.


Equipe aposta em atletas da base e nomes experientes para buscar bons resultados na abertura da temporada nacional
Competição, organizada pela Confederação Brasileira de Canoagem, marca a abertura oficial do calendário nacional e dá início à corrida por vagas olímpicas via ranking internacional
Ezequiel Neitzke
ezequiel@grupoahora.net.br
A Associação Ecologia e Canoagem (Aeca) inicia a temporada 2026 com expectativa positiva na disputa da Copa Brasil de Canoagem Velocidade, que ocorre entre os dias 10 e 12 de abril, na Lagoa Central, em Lagoa Santa, Minas Gerais. A competição, organizada pela Confederação Brasileira de Canoagem, marca a abertura oficial do calendário nacional e dá início à corrida por vagas olímpicas via ranking internacional. O diretor administrativo e financeiro da Aeca, Edson Carvalho, destaca o bom momento da equipe e a confiança no desempenho dos atletas. “Estamos otimistas com as meninas Lorena e Aghata, tanto no barco de equipe, como individual. Para a Lorena, será a primeira competição em nível nacional”, afirma. Outros nomes que chegam fortes
são Gabrielle Oestraem e Larissa Ahlert, que acumulam mais experiência e devem brigar por posições importantes no ranking da categoria Júnior. “Elas vão forte para brigar por uma boa colocação no ranking, na categoria Júnior. Também correm no barco de equipe e individual”, completa Carvalho.
No masculino, Diego Soares surge como uma das principais apostas da equipe. Considerado uma revelação, ele já garantiu classificação para o Mundial de Maratona, que será realizado na Argentina. “O Diego é uma revelação em sua categoria. Ele já está classificado para o Mundial de Maratona na Argentina, à frente do nosso ex-atleta Calebe, que atualmente é o número um do ranking nacional na categoria Júnior. Será uma briga boa entre dois amigos e ex-companheiros de equipe Aeca”, projeta.
A equipe ainda conta com o
técnico Francisco “Chico” Lepkoski Gonçalves, que também compete. “Além de treinar nossos atletas, o Chico também compete, faz uma dupla com o Théo, na categoria Sênior”, destaca o dirigente.
Ao todo, a delegação é composta por Larissa Ahlert, Gabrielle Oestrae, Lorena Soares, Diego Soares, Aghata Duarte e Francisco Lepkoski Gonçalves.
A programação da Copa Brasil prevê disputas em diversas categorias, como Sênior, Júnior, Cadete, Menor, Infantil e Máster, com provas em embarcações de caiaque e canoa. As distâncias variam entre 200, 500 e 1000 metros, além das provas de fundo de 3000 metros. O primeiro dia será dedicado às eliminatórias e finais dos 1000 metros, seguido pelas provas de 500 metros e fundo no segundo dia, e encerrando com as finais dos 200 metros no domingo.
por Franz Weiss


Vinte anos atrás, Rogério Nonnenmacher, promotor de Justiça aposentado, que atuava em Estrela e Lajeado, era condenado a 10 anos e 15 dias de prisão. Na época, ele era acusado de ter abusado sexualmente de uma de suas filhas. O processo corria em segredo na Justiça, mas as investigações apontavam para mais abusos. A promotoria tentava recorrer para aumentar a pena de prisão de Nonnenmacher. O caso gerou muita repercussão na época. O ex-promotor estava preso de forma preventiva desde 2004, quando as acusações de uma das filhas mais velhas veio à tona e motivou as investigações. A

prisão ocorreu devido à violência sexual cometida contra duas filhas menores de idade, frutos de relações extraconjugais. Nonnenmacher foi sentenciado em primeira instância e recorreu. No fim, a pena foi ampliada para 14 anos e 22 dias, mas ele viveu a maior parte em regime semiaberto.
O Governo do Estado indicava Jatir Radaelli, ex-prefeito de Relvado, para a direção do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer). Ele assumia no lugar de Adroaldo Conzatti, que deixava o cargo para concorrer a deputado federal nas eleições de 2006. Na época, Radaelli atuava junto ao gabinete do então deputado estadual Elmar Schneider.
- Dia da Engenharia
- Dia do Engenheiro Metalurgista
- Dia do Engenheiro Militar
- Dia Mundial da Homeopatia
Santo do dia: Santa Madalena de Canossa
O Banco Itaú América S/A inaugurava uma agência em Estrela, uma das 16 novas filiais que seriam instaladas no Rio Grande do Sul ao longo de 1976. Na época, a novidade era que a agência de Estrela seria equipada com telex e seus serviços seriam centralizados por computador. No início, a agência teria 16 colaboradores, cinco dos quais seriam transferidos para Estrela. Entre eles estava o gerente Teontonio Moreira Costa, que tinha vindo do Paraná. O subgerente Egídio Orth, o contador Bráulio Finco e o chefe de controle de negócios Adroaldo Kawlack tam-


O gerente da agência, Teontonio Moreira Costa
bém vinham transferidos. A agência seria instalada na rua Borges de Medeiros, 380, no prédio que tinha abrigado o Banco do Brasil há alguns anos.
O Clube dos Quinze promovia o Campeonato Feminino de Bolão. Naquele ano, o grupo Força Madame conseguiu a vitória, com 1.317 pinos, sobre o grupo Amizade, com 1.201 pinos. A campeã individual do torneio foi Silvina Petry, do Força Madame, com 176 pinos. A ursa geral foi Ivone Ahrend, com 141 pinos. Em outro torneio, as Tulipas venceram o grupo Meu Xodó, por uma diferença de 43 pinos. Na ocasião, a campeã individual foi Norma Schulte, das Tulipas, e a ursa geral foi Rosemari Rabello.
Os jogos eram disputados na antiga sede do clube, na rua Júlio de Castilhos


Jornalista

Basta uma breve menção ao tema “estacionamento rotativo de Lajeado” na redação do Grupo A Hora para que os repórteres da casa esbocem contrariedade e certa rejeição ao assunto. Afinal, jornalista que se preze não quer pauta velha, e este tema é bastante surrado em
Lajeado há mais de uma década. Em março deste ano, Gláucia Schumacher renovou o vínculo com a Stacione por mais um ano. A empresa faz a gestão do serviço em Lajeado desde 2014. Em breve, será encaminhado para análise dos vereadores um projeto com alterações no formato de cobrança pelas vagas
A última das polêmicas é o aumento no número de motocicletas que a Stacione mantém em circulação por Lajeado. Os veículos, na teoria, servem para auxiliar os monitores a identificar o uso inadequado das vagas que formam a zona azul, onde funciona o modelo pago.
Há quem alegue ter sido multado por meio dos equipamentos acoplados às motos. A prática não estaria prevista no contrato vigente. Seriam ao menos três veículos que percorrem as ruas da cidade diariamente. A denúncia gerou duras críticas de vereadores do MDB e até da base do governo na sessão da Câmara desta semana.
Além do sistema de fiscalização, outro pedido está na ampliação dos locais onde ocorre o sistema pago de estacionamento. E a prioridade está no bairro São Cristóvão, mais precisamente no complexo urbano criado próximo aos novos edifícios da Avenida Piraí.
Há uma desconfiança sobre a capacidade da Stacione em incluir novos roteiros no sistema, em função das dificuldades em administrar o volume atual de ruas. Em tempo, é fundamental que o rotativo seja implantado no São Cristóvão.
para veículos na área central. O problema é que os problemas seguem, todos os dias. E não são poucas as dificuldades. Se em uma rua a cobrança é contínua e, na esquina ao lado, oscila a presença de monitores, há uma injustiça, pois nem todos dispõem de aplicativos ou lidam bem com a tecnologia.

O mais coerente seria revisar os limites de velocidade em trechos da rodovia entre Lajeado e Encantado. Até lá, o mínimo a ser feito é melhorar a sinalização sobre quais são os limites permitidos para trafegar na ERS-130. A via é trajeto para o Cristo Protetor para quem chega da região metropolitana, por exemplo. Nesse aspecto, turistas circulam por ali e, em sua maioria, não sabem que há inclusive locais onde a velocidade máxima permitida é de 60 quilômetros por hora. É verdade que a ERS-130 não é a mais segura das rodovias do estado e ainda não tem estrutura de duplicação. Mesmo assim, é possível oferecer um fluxo melhor para esse acesso bastante utilizado em vários momentos do dia.
EZEQUIEL NEITZKE
ezequiel@grupoahora.net.br

Ofim de semana esportivo no Vale do Taquari carrega um simbolismo que vai além da definição de campeões. As finais em Progresso e Nova Bréscia estão entre as primeiras grandes festas do calendário 2026, mas também funcionam como um retrato fiel do momento vivido pelo futebol amador na região: apaixonado, resistente e, ao mesmo tempo, pressionado por mudanças profundas fora das quatro linhas. Em Progresso, o duelo entre Flamengo, da comunidade de Xaxim, e Gaúcho escancara duas realidades que se cruzam, mas não caminham no mesmo ritmo.
De um lado, o interior, onde o campo de futebol ainda é ponto de encontro, espaço de convivência e símbolo de identidade coletiva. Do outro, a sede, com mais estrutura, mais visibilidade e tradição, mas que enfrenta um desafio silencioso: a dificuldade de mobilizar pessoas.
Pode parecer contraditório, mas não é. No interior, mesmo com menos recursos financeiros, sobra engajamento. O clube é da comunidade e a comunidade é do clube. Já na área central, onde há mais opções de lazer, o futebol disputa atenção com uma série de outras atividades. O resultado é um cenário em que, muitas vezes, há mais dinheiro disponível, mas menos gente disposta a trabalhar. Esse contraste ajuda a entender não apenas a final, mas o momento do campeonato como um todo. Progresso, que por anos foi referência no futebol amador do Vale do Taquari, com altos investimentos, público expressivo e até dez equipes participantes. hoje encolheu. Em 2026, foram apenas cinco clubes. Um número que não apenas chama atenção, mas preocupa. A ponto de se cogitar, de forma realista, a ausência de competição municipal no próximo ano.
É a preservação de um patrimônio cultural que sempre ajudou a definir a identidade do Vale.”
Se em Progresso o sinal é de alerta, em Nova Bréscia o cenário aponta caminhos possíveis. A final entre Imigrante e Botafogo mostra que, mesmo em tempos de dificuldade, ainda há espaço para crescimento, desde que haja organização. O Imigrante, de Linha Tigrinho Alto, é exemplo de continuidade. Chega à terceira final em quatro anos, sustentado por uma comunidade participativa e por uma gestão que entende o futebol para além do jogo. Já o Botafogo talvez represente a história mais simbólica deste primeiro semestre no Vale. Eliminado precocemente no ano passado e sem diretoria, o clube parecia distante de qualquer protagonismo. Mas a chegada de novas lideranças mudou o rumo. A reorganização fora de campo trouxe reflexos imediatos dentro dele. O resultado é um time competitivo, novamente conectado com sua comunidade e muito próximo de um título.
Mais do que decidir campeões, os jogos deste fim de semana expõem uma verdade que precisa ser encarada: o futebol amador não vive apenas de tradição. Ele depende, cada vez mais, de gestão, planejamento e capacidade de adaptação. O romantismo ainda existe, mas sozinho já não sustenta campeonatos.
As finais são festas, e devem ser celebradas como tal. Mas também são um espelho. Mostram onde o futebol amador ainda é forte, onde está fragilizado e, principalmente, o que precisa ser feito para garantir sua continuidade. Porque, no fim das contas, o que está em jogo vai muito além de taças. É a preservação de um patrimônio cultural que sempre ajudou a definir a identidade das comunidades do Vale do Taquari.
Sexta-feira, 10 de abril de 2026
Fechamento da edição: 18h
14º |


ADMINISTRATIVO


Intervenção abrange infraestrutura, acessibilidade e paisagismo. Área de lazer é palco dos eventos que prospectam o município à região, como a Festa de Maio. Os serviços atendem uma área de 6,6 mil metros quadrados

Sexta-feira, 10 de abril 2026 | Ano 60 | Edição nº 3114


Espaço tradicional de eventos como a Festa de Maio e o Festival do Canto Coral em Teutônia, a estrutura que abriga a gestão municipal recebe investimento superior a R$ 1,8 milhão. O projeto contempla obras de paisagismo, calçadas, pavimentação e acessibilidade. A área atendida ultrapassa 6,6 mil metros quadrados.
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DA BERLIM ZONA DE ALERTA
Reocupação no bairro das Indústrias reacende alerta em áreas atingidas pelas enchentes e incluídas nas zonas de risco definidas por decreto.
Páginas 6 e 7
A maternidade atípica transforma a forma de ver o mundo e ressignifica cada conquista. Em Estrela, Vanessa Hagemann da Silva vive essa realidade ao lado do filho Bernardo, hoje com 7 anos. Aos 34, ela concilia trabalho, rotina intensa de terapias e a vivência construída dia após dia como mãe. Integrante da diretoria da ONG Cristal Azul, também encontrou no coletivo apoio, informação e acolhimento. No mês do Abril Azul, dedicado à conscientização sobre o autismo, ela compartilha a própria vivência.

Quando surgiram os primeiros sinais?
A suspeita do diagnóstico do Bernardo começou com 2 anos, em uma consulta com a pediatra, que me orientou a procurar uma neuropediatra para uma avaliação. Fui atrás, marquei e começamos a investigação, que foi difícil, pois familiares falavam que ele não tinha nada, que ele ia falar, que cada criança tem seu tempo. Porém, eu não parei, continuei minha jornada de consultas com ele e, com 3 anos e meio, o diagnóstico veio. Foi um momento muito difícil, um luto interno.
De que forma a rotina foi impactada?
Minha rotina mudou completamente. Vieram as terapias, as idas na escola, as reclamações, as crises. Hoje o Bernardo tem 7 anos e continuamos com nove terapias semanais. E, no ano passado, em dezembro, fechou o diagnóstico de TDAH também.
Quais obstáculos aparecem no dia a dia?
Meus maiores desafios são a correria do dia a dia, tendo que me dividir entre trabalho e terapias, que sei que são essenciais pra ele. É uma corrida contra o tempo muitas vezes, pois saio do trabalho direto, busco ele na minha mãe e vamos até Lajeado realizar as terapias.
Hoje elas se concentram em três tardes, que se estendem por toda a tarde.
Como começou o vínculo com a ONG?
Minha participação na Cristal Azul começou logo após o diagnóstico, pois fiquei sabendo que existia a ONG em Estrela e fui atrás me informar. Na época, a presidente era a Neide. Logo de cara resolvi abraçar essa causa, pois sabia que seria meu amparo muitas vezes.
Mobilização na câmara defende enquadramento no magistério, com impacto sobre cerca de 100 concursados da educação infantil no município ARQUIVO
Hoje, qual a principal atuação do grupo?
Um dos principais papéis da Cristal Azul é promover o bem-estar, a proteção, o desenvolvimento pessoal e a inclusão em geral das pessoas que estejam no espectro autista.
Que recado deixaria para outras famílias?
Minha mensagem é pra que não desistam. Por mais difícil e doloroso que seja o dia a dia, tudo vai se encaixando e, aos poucos, os resultados começam a aparecer. Não desistam dos seus filhos. Hoje eu comemoro os avanços do meu filho, mas também já chorei muito. O mundo do autismo é um mundo de desafios todos os dias, mas as vitórias chegam. Sintam-se todas abraçadas por mim.


ingressado por concurso público.
Na prática, a adequação exige regulamentação do município.
Presidente da Amaee, Carla Ritter, 48, afirma que a mobilização busca valorização para profissionais que já atuam diretamente no processo de ensino.
Daniély Schwambach daniely@grupoahora.net.br
Oplenário da Câmara de Vereadores de Estrela recebeu, nesta semana, uma mobilização de profissionais da educação infantil que cobram a aplicação da Lei Federal 15.326/2026 no município. Representados pela Associação dos Monitores e Auxiliares da Educação de Estrela (Amaee), monitores e auxiliares acompanharam a sessão com cartazes e defenderam o reconhecimento da função exercida dentro das escolas.
A lei, sancionada em janeiro deste ano, alterou a legislação federal para incluir professores da educação infantil no magistério público, independentemente da denominação do cargo, desde que exerçam função docente, tenham formação exigida e tenham
“Nós já exercemos na prática a docência todos os dias. Essa lei foi criada justamente para corrigir uma injustiça histórica e reconhecer quem já atua na educação infantil com uma função pedagógica”, afirma.
Segundo ela, a mudança acompanha uma transformação já consolidada dentro da própria educação infantil. “Hoje o cuidar, o brincar e o educar andam juntos. Não existe mais separar isso. A educação infantil precisa ser vista com a seriedade que merece”, destaca.
Vice-presidente da associação, Carla Cunha, 37, monitora há 15 anos em Estrela, diz que a nova lei fortalece uma demanda antiga da categoria. Conforme ela, o município tem em torno de 100 concursados na função, e cerca de metade já teria formação que permitiria enquadramento imediato, enquanto outros seguem em processo de qualificação. “Essa lei veio para valorizar e representar a classe. A criança não pode ser tratada como algo secundário. Ela precisa de profissionais prepara-
Fundado em 13 de janeiro de 1966
Rua Treze de Maio, nº 360 - Estrela CEP: 95880-000
CONTATOS comercial@jornalng.net.br FONE: (51) 3712-1250
dos, e nós temos formação, experiência e compromisso”, afirma. A dirigente também ressalta que a mobilização não ocorre apenas em Estrela. “Esse é um movimento que acontece em várias cidades do país. Aqui, a gente veio mostrar aos vereadores que a lei existe e precisa ser vista”, diz.
A principal reivindicação da categoria é que o Executivo encaminhe projeto à Câmara para adequar a legislação municipal à nova regra federal. Esse ajuste envolve não apenas o enquadramento funcional, mas também o impacto financeiro da medida na estrutura do município. Durante a sessão, o presidente da Câmara afirmou que o Legislativo deve dialogar com a categoria e com o Executivo para buscar respaldo jurídico e orçamentário para eventual implantação. Conforme ele, além da legalidade, será necessário prever de onde virão os recursos e como o município deverá reorganizar a Lei de Diretrizes Orçamentárias e o orçamento para absorver o novo custo. Para Carla Ritter, a cobrança não rompe o diálogo já aberto com a administração. A mobilização deve seguir nas próximas semanas.
Norma veta novas moradias e reconstruções em zonas de arraste, mantém permanência de famílias já instaladas e terá validade até a aprovação do novo Plano Diretor
Daniély Schwambach daniely@grupoahora.net.br
ESTRELA
Quase dois anos após a enchente histórica de maio de 2024, Estrela passa a contar com novas regras para implantação, reconstrução e regularização de imóveis em áreas sujeitas a alagamentos e processos de erosão. O Decreto nº 52, assinado em 20 de março, estabelece critérios provisórios para zonas de arraste e áreas classificadas como de risco muito alto, alto e médio, com foco principal na proteção da vida e no ordenamento urbano até a aprovação do novo Plano Diretor. Na prática, a principal mudança recai sobre novas construções e reconstruções residenciais. Nas chamadas zonas de arraste, ficam proibidas novas moradias, reconstruções, ampliações, reformas residenciais e também a regularização de imóveis atingidos por eventos climáticos extremos. O decreto também veta novas ligações ou religações de água e energia elétrica para fins residenciais nesses pontos. Segundo o secretário de Planejamento e Sustentabilidade, Emerson Musskopf, as restrições estão diretamente ligadas a construções novas, reconstruções e regularizações. “Em princípio, tudo está relacionado com construções novas, reconstruções e regularizações. Essas estão impedidas, por força de legislação”, explica. Ele ressalta que a vedação atinge
Em princípio, tudo está relacionado com construções novas, reconstruções e regularizações. Essas estão impedidas, por força de legislação. Tudo de forma consensual, e em cooperação com programas federais e estaduais de habitação”

especificamente residências.
Apesar disso, o decreto não determina a retirada imediata de moradores que hoje vivem nessas áreas. Conforme Musskopf, quem já reside em área de risco não será forçado a sair. A intenção do município é buscar alternativas para retirar famílias das zonas de arraste de forma consensual, com apoio de programas habitacionais estaduais e federais. “Mas serão formas consensuais, e em cooperação com programas federais e estaduais de habitação”, afirma.
Diferenças entre os níveis
O decreto divide o território em quatro situações: zona de arraste, risco muito alto, risco alto e risco médio. A zona de arraste concentra as restrições mais
severas, por ser caracterizada por dinâmica hidrológica de alta energia, com erosão intensa, solapamento de margens e possibilidade de destruição de edificações.
Já nas áreas de risco muito alto que não sejam enquadradas como zona de arraste, o morador pode reformar ou recuperar imóveis residenciais existentes, mas sem ampliar a área construída. Também pode haver religação de água e energia, desde que o imóvel não tenha sido interditado pela Defesa Civil e que o proprietário assine declaração reconhecendo os riscos.
Nas áreas de risco alto e médio, seguem permitidas atividades residenciais, comerciais, industriais e de serviços, desde que respeitadas a legislação
urbanística e ambiental, as orientações da Defesa Civil e a assinatura de termo de ciência e compreensão dos riscos.
Para atividades econômicas, as regras são mais flexíveis. O decreto permite empreendimentos comerciais, industriais e de serviços em zonas de arraste e áreas de risco muito alto fora da zona de arraste, desde que haja plano de contingência, licenciamento quando necessário e assinatura de declaração formal de assunção de risco.
Nesses casos, o empreendedor assume formalmente que a área é de risco, reconhece a possibilidade de perda total ou parcial do investimento e declara ciência de que o município não responderá por danos materiais, lucros
cessantes ou benfeitorias privadas.
Medida provisória
O decreto tem caráter temporário e valerá até a aprovação da revisão do Plano Diretor ou até a publicação de novos estudos técnicos oficiais que redefinam a setorização de risco. Segundo Musskopf, o novo Plano Diretor já foi concluído pela Univates e entregue ao governo do Estado, que deve repassá-lo ao município. A expectativa é que, assim que isso ocorrer, a sociedade seja chamada para uma série de reuniões quinzenais ao longo dos próximos meses, com participação também dos vereadores. A intenção é concluir a tramitação ainda em 2026.


Fabiano Petter comercial@jornalng.net.br

A58ª edição do Festival do Chucrute foi oficialmente lançada no dia 27 de março, durante ato no Lar do Jovem, em Estrela. Integrando a programação dos 150 anos do município, o evento reafirma seu lugar como uma das celebrações mais tradicionais da cidade e da região. Secretário de Cultura e coordenador dos Grupos Folclóricos, Andréas Hamester destaca o peso histórico da
programação. Ao comparar o evento com outras grandes festas de origem germânica, ele chamou atenção para a longevidade. “As Oktoberfests têm 30 anos. E o Festival do Chucrute está perto dos 60 anos”, afirma.
A programação começa no dia 25 de abril, com o Desfile Típico, pelas ruas de Estrela, com saída do Parque Princesa do Vale. Já no primeiro fim de semana do Festival, nos dias 16 e 17 de maio, ocorre o 1º Baile
Típico, às 20h do sábado, no Centro Comunitário Cristo Rei, com animação da Orquestra La Montanara. No domingo, às 15h, é o momento do 1º Café Colonial.
No segundo fim de semana, dias 23 e 24 de maio, a programação se repete com o 2º Baile Típico, animado pela Super Banda Choppão, e o 2º Café Colonial. Mais informações e ingressos, junto a secretaria da IECLB ou pelo telefone (51) 98551-7742.
A PeD Bebidas anunciou uma parceria inédita com a Sanrio no Brasil, trazendo para o mercado nacional um lançamento exclusivo com alguns dos personagens mais amados da cultura pop mundial, como Hello Kitty, My Melody e Kuromi.
O lançamento apresenta quatro novos rótulos em edição especial, que unem o universo kawaii e colecionável da Sanrio à proposta da PeD de oferecer bebidas orgânicas e com identidade inovadora. Entre as novidades estão:


Veja as matérias completas no site: jornalng.net.br
- A Sicredi Ouro Branco RS/ MG continua com inscrições abertas para o Fundo Social 2026. Neste ano, serão destinados R$ 2 milhões para projetos de entidades sem fins lucrativos. O prazo para inscrição vai até 15 de abril e o regulamento completo está disponível no site sicrediourobranco.com.br.
- A 24ª Expoagro Afubra recebeu mais de 185 mil visitantes. A próxima edição está marcada para ocorrer entre os dias 22 e 25 de março de 2027, com ajuste no calendário em função da Sexta-feira Santa.
- Foi inaugurada, no dia 28 de março, uma loja da marca Rowe Motor Oil, em Estrela. De indústria 100% alemã, a unidade é a primeira representação aqui no Brasil. O espaço está localizado na rua João Lino Braun, 920, no bairro Boa União.
- A ExpoPrint Latin América, um dos maiores eventos do setor gráfico e de embalagens das Américas, contou com a presença de empresas do Vale Taquari. Entre elas, Rota Gráfica e New Pack, de Estrela, e Solupack, de Roca Sales.
- A Associação de Pais e Professores do Colégio Teutônia realizou Assembleia
Chá Mate Cola – Kuromi, Chá Mate Morango & Limão Siciliano – My Melody; Kombucha Blueberry – Hello Kitty and Friends; e Kombucha Maçã – Hello Kitty. Segundo Vitor Pies, CEO da PeD Bebidas, a parceria representa um novo momento para a empresa. “A Sanrio é uma das marcas mais icônicas do mundo. Para nós, essa parceria simboliza expansão, inovação e conexão cultural. Queremos que a experiência de consumir PeD seja tão marcante quanto os personagens que acompanham gerações.

Geral Ordinária em 31 de março e elegeu a nova diretoria para o biênio 2026/2028.
A nova formatação é composta pelo presidente Diogo Dickel, vice-presidente Roberto Müller, tesoureira Marli Menegussi, vicetesoureira Ingrid Rückert dos Santos, secretária Jaqueline Spellmeier e vice-secretária Cirlei Jasper.
- As assembleias da Certel resultaram na eleição de Erineo Hennemann como presidente da cooperativa. Os encontros ocorreram em março e trataram, além da eleição, das prestações de contas do exercício de 2025. Os eventos ocorreram em Taquara, Boqueirão do Leão, Salvador do Sul, Lajeado, Marques de Souza e Teutônia. - O governo gaúcho publicou o regulamento geral da 49ª Expointer, feira que ocorre de 29 de agosto a 6 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. O documento reúne as normas gerais do evento, incluindo regras para expositores, credenciamento, funcionamento, montagem e desmontagem de estandes. Também estabelece a tabela de preços dos ingressos para esta edição.
Dia 11 de abril:
14h: ONG Cristal Azul e Banda Rosa na Praça Mena Barreto, em Estrela
Dia 12 de abril:
8h: Meia Maratona dos Vales, em Teutônia
20h: Musical Maria, em Santa Cruz do Sul
Dia 16 de abril:
12h: Almoço Empresarial CIC, em Teutônia
Dia 23 de abril:
8h: IV Congresso de Negócios
CDL, em Taquari
Dia 24 de abril:
12h: Reunião-almoço da Cacis, em Estrela
Dia 29 de abril:
19h: Case Hour Empresarial da CIC, em Teutônia
Aniversariantes da semana
7 de abril – Geração Própria Energia (4 anos) 9 de abril – Nexsul Conectividade (13 anos) 9 de abril – Viver Bem Imobiliária (14 anos)
Sua empresa também pode ser mencionada neste espaço. Envie a data comemorativa. Parabéns e um cordial abraço a todos!

Intervenção abrange infraestrutura, acessibilidade e paisagismo. Área de lazer é palco dos eventos que prospectam o município à região, como a Festa de Maio
Lautenir Junior centraldejornalismo@grupoahora.net.br
Espaço de convivência, lazer e eventos de Teutônia, o Centro Administrativo começa a receber obras de reforma nesta quinta-feira, 26 de março. Com investimento superior a R$ 1,8 milhão, a intervenção abrange uma área de 6.611 metros quadrados e inclui os quatro quadrantes do bairro Centro Administrativo.
A obra contempla melhorias em pavimentação, iluminação, mobiliário urbano e intervenções paisagísticas, além da requalificação das calçadas de passeio. O projeto prevê inspeção, limpeza e desobstrução dos sistemas de drenagem nos pontos finais dos quatro quadrantes, com foco na durabilidade das estruturas.
Também estão previstas adaptações de acessibilidade, com adequações que ampliam as condições de circulação e uso do espaço por toda a população.

O Centro Administrativo concentra atividades públicas, encontros comunitários e eventos que mobilizam moradores e visitantes. Entre eles, o festival de canto coral promove em novembro, que na última edição reuniu mais de 300 músicos no pavilhão de eventos, e a Festa de


Maio, um dos principais eventos
Comunidade reforça importância
A relação da comunidade com o espaço aparece no relato de quem convive diariamente com o local.
A funcionária da Igreja Evangélica próxima ao Centro Administrativo, Louvane Walbrinch, 58 anos, afirma que o espaço fortalece o

vínculo entre moradores e atrai visitantes de outras cidades. Ela defende o investimento e destaca a importância da área para eventos e lazer.
O servidor público Celso Aloísio Morschbacher, que atua na zeladoria há dez anos, acompanhou a etapa de medição do projeto ao lado da equipe técnica. Com o início da obra, ele relata satisfação em ver a execução do planejamento e a transformação do espaço.

Em 2026, a Festa de Maio ocorre em dois finais de semana, de 14 a 17 e de 22 a 24 de maio, no pavilhão multiuso do Centro Administrativo. A programação reúne atrações diversas e amplia o fluxo de público na área.
De acordo com a prefeitura de Teutônia, os recursos aplicados na obra possuem destinação específica para manutenção e qualificação do patrimônio público, sem possibilidade
Projeto contempla melhorias em pavimentação, iluminação, mobiliário urbano e intervenções paisagísticas, além da requalificação das calçadas de passei
de uso em outras áreas. A intervenção integra ações voltadas à melhoria dos espaços urbanos e à valorização de áreas que fazem parte da rotina da população de Teutônia.

Pacote de R$ 14,47 milhões prevê recuperação da rodovia, área de escape e dispositivos de segurança no trecho entre Imigrante e Westfália
IMIGRANTE
Um ano após o acidente com um ônibus que vitimou sete pessoas no acesso ao município de Imigrante, o governo do Estado anunciou o início das obras na VRS-863, no trecho conhecido como Estrada da Berlim, entre Imigrante e Westfália. A intervenção integra um pacote de R$ 14,47 milhões aprovado pelo Comitê Gestor do Funrigs, com previsão de início até junho de 2026.
O anúncio foi feito em abril de 2025 pelo diretor do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer), Luciano Faustino, e pelo secretário de Logística e Transportes, Juvir Costella, em reunião com o prefeito Germano Stevens, no Palácio Piratini. Apesar do anúncio, nenhuma intervenção estrutural foi realizada ao longo do

Nós estamos com uma esperança muito grande de que nessa rodovia que já ceifou tantas vidas tenha uma intervenção importante e possa diminuir os riscos de novos acidentes.”
ano de 2025.
O contrato da obra foi assinado em dezembro de 2025 entre o Daer e a empresa Plano Norte Engenharia, de Carlos Barbosa, com prazo de execução de 12 meses. A obra segue o modelo integrado, que concentra na mesma empresa a elaboração do projeto e a execução.
O planejamento inclui a recuperação de 4,3 quilômetros da rodovia entre Imigrante e Westfália, abrangendo reconstrução de trechos
danificados, ajustes na drenagem, estabilização de encostas afetadas pela enxurrada de maio de 2024, melhorias no pavimento e obras de contenção em áreas com risco de deslizamento.
Também estão previstas nova sinalização, implantação de dispositivos de segurança e pontos de refúgio ao longo do trecho.
Entre as intervenções, está prevista a construção de uma área de escape no km 3,8 da rodovia. O local foi definido por apresentar área de recuo e aterro adequada. A estrutura terá 100 metros de extensão e 10 metros de largura, com camada de areia de 50 centímetros, além de uma pista auxiliar de 5 metros entre a faixa de rolamento e a área de escape, com função de reduzir a velocidade de veículos em situação de emergência.
O anteprojeto foi desenvolvido em abril de 2025, logo após o acidente, com estudos apresentados pela STE Engenharia. Há cerca de dois meses, foram realizados serviços de roçada e limpeza no trecho, e o projeto básico encontra-se em fase final de elaboração, com previsão de início das obras até junho de 2026.
De acordo com o prefeito Germano Stevens, a área de escape será a segunda do Estado, e o projeto inclui reconstrução de trechos atingidos por deslizamentos próximos à pista.


Ele destaca que os investimentos no local visam garantir maior segurança e estabilidade na rodovia, considerada estratégica para a logística regional. A execução faz parte de um pacote de obras do Daer na VRS-863, que prevê recuperação de pontos mais danificados, implantação de drenagem adequada, contenção de encostas, nova sinalização e reforço dos dispositivos de segurança.
A comunidade local mantém preocupação com a segurança do trecho. A moradora Iria Altervogt, de 78 anos, que reside próxima à curva onde ocorreu o acidente, afirma que a situação permanece de risco. “A gente tem medo de ingressar na rua com o carro, ninguém respeita mais. Tem motorista que faz ultrapassagem onde é proibido. É um perigo. Excesso de velocidade. As pessoas andam voando”, relata. Moradores destacam a necessidade de intervenções efetivas para reduzir a probabilidade de novos acidentes, reforçando a importância da execução completa do projeto.
O acidente ocorrido em abril de 2025 ocorreu em curva sinuosa com sinalização considerada precária pela comunidade, embora o Daer tenha informado que na época não foram constatados problemas no pavimento ou na sinalização. O trecho seguiu sem alterações efetivas até a assinatura do contrato com a empresa responsável. A rodovia apresenta pontos críticos de instabilidade em trechos que sofreram deslizamentos durante a enchente de maio de 2024.
A inclusão da Estrada da Berlim no pacote do Funrigs permite a execução de obras definitivas de reconstrução, contenção e instalação de dispositivos de segurança, buscando reduzir riscos e garantir condições seguras de circulação.
Além da área de escape, o projeto prevê recuperação de áreas de circulação, instalação de rampas de acesso, ajustes na sinalização e serviços de manutenção ao longo da via.
Conforme o Daer, não foi constatado na época do acidente falha na sinalização do trecho
O investimento do governo do Estado de R$ 14,47 milhões contempla todas as etapas, incluindo planejamento, projeto básico, execução das obras e instalação de equipamentos de segurança. Segundo o prefeito, o trecho será reorganizado de forma a facilitar a circulação de veículos, proteger motoristas em casos de emergência e permitir a realização de eventos com segurança, considerando que

a rodovia é estratégica para a região e integra o sistema viário entre Imigrante e Westfália.
Segundo relatos da comunidade, trecho sinuoso apresenta perigo pelo excesso de velocidade e falta de medidas de segurança

Em 4 de abril de 2025, um ônibus partiu da Universidade Federal de Santa Maria, com destino a um cactário no município de Imigrante. Ao todo, 33 pessoas, entre motorista, professoras e alunos, estavam na excursão. Próximo ao acesso do município de Imigrante, o ônibus saiu da pista, desceu uma ribanceira e percorreu cerca de 50 metros até parar em uma lavoura. O acidente resultou na morte de sete pessoas e deixou outras 26 feridas. O veículo era de propriedade da UFSM, enquanto a condução estava sob responsabilidade de um motorista terceirizado.
Em relato posterior, o condutor descreveu a gravidade do episódio. Ele afirma que não conseguiu evitar o acidente após a perda do sistema de freios. O caso ainda não tem definição. A Polícia Civil concluiu o inquérito em maio de 2025, cerca de 40 dias após o acidente. Três pessoas foram indiciadas: o motorista do ônibus, o responsável pelo setor de transportes da UFSM e o representante da empresa que fazia a contratação dos motoristas. Em junho, o inquérito foi encaminhado ao Ministério Público do Rio Grande do Sul. O caso não chegou à

A gente tem medo de ingressar na rua com o carro, ninguém respeita mais. Tem motorista que faz ultrapassagem onde é proibido. É um perigo. Excesso de velocidade. As pessoas andam voando.”
Justiça. O MP solicitou perícias complementares à Polícia Civil e ao Instituto-Geral de Perícias. Também requisitou à UFSM a sindicância interna, já entregue. O MP informou que recebeu a sindicância da UFSM, com cerca de 3 mil páginas. O material não tem prazo para análise. O órgão aguarda o retorno dos laudos solicitados à Polícia Civil e ao IGP.



Após vistoria técnica, município busca apoio do Estado para conter erosão no Rio Taquari e garantir segurança a produtores
Daniély Schwambach daniely@grupoahora.net.br
Após a visita técnica feita no início de março na localidade de Arroio do Ouro, o processo de recuperação da margem do Rio Taquari avança para uma nova etapa. O município passou a articular apoio técnico e financeiro junto ao Governo do Estado para viabilizar a intervenção em um dos pontos mais críticos afetados pelas enchentes.
A área, onde houve rompimento de talude e avanço do processo erosivo, já havia sido analisada por equipes da Embrapa, universidades e instituições parceiras dentro do Plano Recupera Rural RS. Agora, o foco passa a ser a execução do projeto. Em agenda na Secretaria Estadual do Meio Ambiente, em Porto Alegre, o vice-prefeito Márcio Mallmann apresentou o Projeto de Recuperação de Área Degradada do Arroio do Ouro, solicitando apoio para implantação das ações.
Segundo ele, a intervenção é considerada estratégica para conter o avanço da erosão e
garantir segurança para quem vive e produz no interior. “Não se trata apenas de reconstruir, mas de evitar que o problema volte a acontecer”, afirma.
Planejamento técnico e revegetação
O projeto prevê uma combinação de soluções de engenharia natural e estabilização geotécnica. Entre as medidas estão a reconfiguração da inclinação do talude, recomposição do solo e implantação de sistemas de drenagem. Um dos principais pontos é a revegetação da margem com espécies nativas, estratégia considerada essencial para dar estabilidade ao solo e reduzir o impacto da correnteza. Conforme o pesquisador Ernestino Guarino, da Embrapa, a instituição seguirá atuando no planejamento técnico dessa etapa. A proposta é aplicar soluções que respeitem a dinâmica do rio e tragam resultados duradouros. “A ideia é trabalhar com alternativas que estabilizem a margem e tragam mais segurança para as áreas produtivas, sempre considerando o comportamento natural do rio”, reforça. O trecho analisado compreende cerca de 200 metros da margem do Rio Taquari e influencia diretamente uma área de aproximadamente 800 hectares já recuperados e atualmente em produção, que podem voltar a ser afetados em novos eventos de cheia.
Entre as medidas estão a reconfiguração da inclinação do talude, recomposição do solo e implantação de sistemas de drenagem. Um dos principais pontos é a revegetação da margem com espécies nativas
A iniciativa integra o Plano Recupera Rural RS e marca a transição do diagnóstico para a execução das soluções. A proposta reúne poder público, instituições de pesquisa e universidades em um trabalho conjunto de recuperação ambiental e produtiva. Paralelamente, o município também acompanha junto à Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) o processo de liberação de uma cascalheira na localidade de Chá da Índia, que deve contribuir para as próximas etapas de obras e infraestrutura rural.
“Estamos atuando em várias frentes, sempre com responsabilidade técnica e diálogo institucional, para avançar com segurança e dar suporte às comunidades do interior”, destaca Mallmann. A expectativa agora é de definição dos recursos e do cronograma para início das intervenções no local.

Idosos concentram casos graves e óbitos por síndromes respiratórias; campanha ocorre até 30 de maio
Neusa Souza da Silva, 64 anos, mantém a vacinação em dia e procura a unidade de saúde todos os anos como forma de prevenção. Ela integra o grupo mais atingido pelas síndromes respiratórias em Teutônia: pessoas com 60 anos ou mais, que concentram a maior parte dos casos graves e óbitos registrados no município.
Em 2025, o município registrou 151 internações e 12 mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Do total de óbitos, 75% ocorreram nessa faixa etária. Nove das vítimas não estavam vacinadas contra a Influenza e cinco não haviam recebido nenhuma dose contra a Covid-19. A cobertura vacinal ficou em 52,9%, abaixo da meta de 90% definida pelo Ministério da Saúde.
O que é a SRAG
Segundo o médico Humberto Costa, a SRAG é uma condição caracterizada por infecção aguda do trato respiratório que pode levar a complicações graves. “A
SRAG é causada principalmente por vírus, como Influenza, Sars-CoV-2 e outros tipos de coronavírus, mas também pode ocorrer por adenovírus e outros agentes respiratórios. Ela se manifesta por febre alta, tosse persistente, dor de garganta, dificuldade para respirar e, em casos mais graves, falta de oxigenação adequada, podendo evoluir para pneumonia e insuficiência respiratória”, explica.
O médico ressalta que determinados grupos apresentam risco elevado de complicações. “Idosos, crianças menores de 5 anos, pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão ou problemas respiratórios, e indivíduos imunocomprometidos têm maior probabilidade de desenvolver quadros graves.”
A campanha de vacinação no município ocorre de 28 de março a 30 de maio, das 8h às 12h e das 13h às 17h. No sábado, 18 de abril, será realizado o Dia D de vacinação, com atendimento das 8h às 17h, sem fechamento ao meio-dia. “É importante que a população procure as unidades de saúde dentro desse período. A vacina é uma forma de proteção individual e também coletiva, pois diminui a circulação do vírus e protege pessoas vulneráveis que não podem receber a vacina”, acrescenta o médico.
Humberto Costa explica que quem apresenta sintomas de SRAG deve buscar atendimento
Todas as unidades de saúde do município atendem público para vacina, durante todos os dias da semana. Sábado dia 18 de abril ocorre o dia D de vacinação
A vacina é uma forma de proteção individual e também coletiva, pois diminui a circulação do vírus e protege pessoas vulneráveis que não podem receber a vacina”
HUMBERTO COSTA MÉDICO
médico imediato, evitar automedicação e informar ao profissional de saúde se possui comorbidades ou está em grupo de risco.
A SRAG pode se desenvolver de forma repetina e exigir internação. Os sintomas iniciais incluem febre acima de 38°C, tosse persistente, dor de garganta, dor muscular e cansaço intenso. Nos casos graves, a dificuldade respiratória se intensifica, podendo exigir oxigenoterapia ou ventilação mecânica. A detecção precoce é fundamental para reduzir complicações e risco de óbito, principalmente em idosos, crianças pequenas e pessoas com doenças crônicas.
Com base nos registros do município, Costa reforça a importância de manter o calendário vacinal atualizado. “Os casos mais graves estão muito ligados à falta de vacinação”, lamenta.


A partir do Programa Compra Assistida, do governo federal, e de uma parceria entre Estado e a ONG Movimento União BR, o município se encaminha para encerrar a necessidade habitacional causada pelos desastres naturais
BOM RETIRO DO SUL
Após a enchente de maio de 2024, Bom Retiro do Sul registrou mais de 90 famílias com casas destruídas ou condenadas. Dessas, 26 foram contempladas pelo programa federal, que concede até R$ 200 mil para aquisição de moradia.
Agora, com a parceria entre município, Estado e a ONG, a cidade anunciou que conseguirá zerar a fila de espera por habitação decorrente da cheia.
Esforço coletivo
Por meio de uma rede colaborativa que integra setor privado e sociedade civil, a ONG capta recursos para atuação em causas sociais e humanitárias. Com articulação do Estado e do município, Bom Retiro foi

contemplado com um plano habitacional de 66 casas. As unidades têm cerca de 50 metros quadrados, serão entregues mobiliadas e foram construídas em sistema Steel Frame, que utiliza perfis de aço galvanizado, com placas cimentícias externas e drywall interno.
Ao município coube a cedência da área e a infraestrutura, com investimento estimado em R$ 2 milhões. O Estado participou com a terraplanagem.
Parte das casas está em fase de acabamento, enquanto outra já recebe mobília. Antes da entrega, o município também executa a pavimentação das ruas do loteamento.
Segundo o prefeito Celso
Pazuch, a área escolhida abriga o polo industrial do município, que reúne empresas responsáveis por mais de mil empregos.
A localização, entre os bairros Laranjeiras e São João, conta ainda com duas escolas próximas, uma unidade de saúde em fase final e projeto para construção de uma nova creche. “A escolha desse espaço busca garantir acesso a uma nova vida às famílias atingidas”, afirma.
Famílias atendidas
A seleção das famílias é feita pela Secretaria de Habitação e Desenvolvimento Social. O secretário Adilson Martins destaca que o processo é técnico, conduzido por assistentes sociais, e deve ser concluído até maio.



Iniciativa incentiva emissão de notas fiscais e movimenta comércio com sorteios de até R$ 5 mil em vales-compras
Daniély Schwambach daniely@grupoahora.net.br
APrefeitura lançou a campanha “Colinas da Sorte 2026”, com foco em estimular a emissão de notas fiscais, fortalecer a arrecadação e impulsionar o comércio local ao longo do ano.
A proposta envolve diferentes públicos e amplia a participação da comunidade nas ações de desenvolvimento econômico do município. Consumidores, produtores rurais, empresários e contribuintes passam a concorrer a prêmios por meio da troca de comprovantes por cupons.
Na prática, cada R$ 120,00 em compras no comércio local, contratação de serviços ou pagamento de tributos municipais garante um cupom. Para produtores rurais, a conversão ocorre a cada R$ 600,00 em notas de venda, enquanto proprietários de veículos recebem cinco cupons mediante a quitação do IPVA em Colinas. Empresas com inscrição no município também participam da campanha, conforme critérios relacionados ao valor adicionado, ampliando o alcance da iniciativa.
Consumidores, serviços e contribuintes
A cada R$ 120,00 em compras, serviços ou tributos = 1 cupom
Produtores rurais
A cada R$ 600,00 em notas de produtor = 1 cupom
Proprietários de veículos
IPVA pago no município = 5 cupom por veículo
Empresas
Participação conforme valor adicionado
A retirada dos cupons ocorre no Centro Administrativo e, no caso dos produtores, também na Secretaria da Agricultura. Após o preenchimento com dados pessoais, os cupons devem ser depositados nas urnas disponibilizadas no local.
Dois momentos principais concentram os sorteios: 30 de junho e 30 de dezembro, sempre às 17h. Ao longo do ano, dezenas de participantes serão contemplados com vales-compras que variam entre R$ 200,00 e R$ 5.000,00, com uso exclusivo no comércio local.
Outro ponto que amplia o interesse da comunidade é a validade contínua das cautelas. Os cupons não sorteados na primeira etapa
Quando o cidadão pede a nota, ele fortalece o comércio, contribui com a arrecadação e ajuda a cidade a crescer. É um gesto simples, mas que gera retorno para toda a comunidade”
seguem automaticamente concorrendo na segunda, aumentando as chances de premiação. Mais do que a distribuição de prêmios, a campanha busca estimular um comportamento que impacta diretamente o município. Para o prefeito Marcelo Schröer, a emissão da nota fiscal tem efeito coletivo. “Quando o cidadão pede a nota, ele fortalece o comércio, contribui com a arrecadação e ajuda a cidade a crescer. É um gesto simples, mas que gera retorno para toda a comunidade”, afirma.
A iniciativa segue até o fim de 2026 e integra as estratégias da administração municipal para incentivar a economia local, valorizar os contribuintes e manter recursos circulando dentro do próprio município.


O Dr. Lauro Reinaldo Müller chegou a Estrela em 1941, em uma época em que a cidade ainda estava se desenvolvendo na área da saúde. Formado em Medicina pela UFRGS em 1939, ele atuou como cirurgião, ginecologista e obstetra no Hospital Estrela. Como médico, ele era conhecido por atender as pessoas com atenção e respeito. Em tempos difíceis, com poucos recursos, seu trabalho foi fundamental para ajudar muitas famílias. Por isso, seu nome ficou marcado na memória dos estrelenses.
Além da medicina, o Dr. Lauro Reinaldo Müller também se destacou na área cultural. Ele foi membro do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul e participou do Conselho Estadual de Cultura.
Gostava de estudar e escrever sobre a História do Brasil, ajudando a preservar a memória do país. Seu trabalho foi reconhecido com prêmios importantes, como o “Colar D. Pedro I”.
Acreditava que conhecer o passado é essencial para construir um futuro melhor. Por isso, deixou uma contribuição importante também na área da cultura.
O Dr. Lauro Reinaldo Müller também foi um grande filatelista, ou seja, colecionador de selos. Em 1949, fundou a Socieda-

de Filatélica do Alto Taquari, incentivando outras pessoas a conhecerem esse hobby. Ele organizava seus selos por temas, como música, transportes e datas
importantes. Ao longo da vida, ganhou vários prêmios no Brasil e no exterior, incluindo uma Medalha de Ouro dos Correios. Para ele, os selos eram pedaços



da história. Por meio da filatelia, ajudou a preservar memórias importantes.
Dr. Lauro deixou
sua marca em Estrela
Uma das maiores contribuições do Dr. Lauro Reinaldo Müller foi a criação do brasão de Estrela, em 1953. Esse símbolo representa a identidade da cidade até hoje. A forma oval do brasão lembra a ideia de Estrela como a “Princesa do Vale do Taquari”.
Ele também participou da organização de grandes eventos,
como o Jubileu de Diamantes da cidade, em 1951, e a festa dos 90 anos de emancipação, em 1966.
Além disso, foi o idealizador da bandeira de Estrela, criada em 1968, reforçando ainda mais sua contribuição para os símbolos oficiais do município.
O Dr. Lauro foi uma pessoa muito ativa na comunidade. Participou de várias entidades e sempre buscou contribuir para o crescimento da cidade. Teve participação na criação e organização do Aeroclube Alto Taquari (ACAT). Foi fundador do Rotary Club em 1949.
Seu legado continua vivo, sendo motivo de orgulho para todos os estrelenses.

Lutador de arenas na Roma Antiga
Agentes da destruição da camada de ozônio
Peças do revezamento, no atletismo
Graduado que recebe ajuda de custo mensal para fazer pesquisa Fruta-de-conde
Óleo (?), combustível de caminhões (?)-delta, aeronave usada no voo livre
Aveia, em inglês Os números como o pi (Mat.)
Três dos símbolos da monarquia
Enfeite de cabelos Objeto do testamento Pular Período do ciclo menstrual
Continente onde se localiza Cingapura
Esporte muito popular na Austrália
Símbolo natalino visto no presépio
Naipe do zap, no truco
Duas das moedas cotadas no mercado financeiro
Só um (?): um momento
Cavaleiro (?), personagem lendário
(?) T, estilista e modelo mineira
Sucesso de Sandy e Junior
Cláudia Ohana, atriz carioca
Preços (?), consequência da inflação
Atletas serão recebidos hoje em Lajeado com carreta. Time venceu torneio no Rio de Janeiro
Equipe sub-14 do Colégio Evangélico
Sexta-feira – 10/4
Alberto Torres foi campeã do Jogos Escolares
19h30min: Catequese de noivos, Matriz São Cristóvão
Sábado – 11/4
Brasileiros
11h às 13h: Galeto comunitário, ECC São Cristóvão
No mesmo palco das Olímpiadas de 2016, o time de bas -
14h: Encontrão da Crisma e CLJ
18h: Missa, Matriz São Cristóvão, com batizados
Domingo – 12/4
8h30min: Missa, Matriz São Cristóvão
10h: Missa São Miguel, Linha Geraldo Baixa, após almoço e festa anual
Tapira (Zool.) Tecla de micros
"(?) seja louvado!", saudação islâmica
Axl (?), roqueiro Parte posterior
"Uni (?) Tê", canção infantil Portal de templos japoneses
Atentas (p. ext.)
Em tão grande quantidade (fem.)
Entrada (abrev.)
Civilização que habitou o México Período em que se destacou Mário Lago
Rododendro (Bot.) Almofada, em inglês
Irmão da mãe O ângulo com 180o Basta (interj.) Pronome indefinido
Órgão de defesa do consumidor (sigla) (?) nouveau, estilo decorativo
3/art — oat — pad. 4/rose. 5/enter. 6/a lenda — azálea.


Terça-feira – 14/4
15h: Missa São Francisco, Loteamento 31 de Outubro, Colinas
Quarta-feira – 15/4
19h30min: Missa Loteamento Nova Morada (missa nas casas)
PARÓQUIA SANTO ANTÔNIO
Sexta-feira – 10/4
15h30min: Missa São Pedro, Vovolândia
Sábado – 11/4
17h: Matrimônio Diogo Martins e Ana Paula Becker Martins, Santuário


Conheça as histórias e os segredos do talento teen por trás das câmeras!
GÊMEOS: Melhor não se sobrecarregar, comer direito e ficar ligado/a nos avisos que o seu corpo envia. inclua uma atividade física também.
CÂNCER: Pena que nem tudo será perfeito sem defeito no romance. Logo cedo, respire fundo e faça sua parte para evitar uma briga com o mozão.
LEÃO: Lembranças do passado podem aquecer seu coração, mas também há chance de brigar com o mozão ou com um familiar.
VIRGEM: Bora lá agitar a sua rede de contatos, trocar ideias com os colegas ou melhorar o contato com o público em geral.

ARMELINDO JÚLIO FUSIGER
Morreu na quinta-feira, 9, aos 95 anos. Foi sepultado no Cemitério Católico de Colinas, em Colinas.



CAPRICÓRNIO: Você vai se sentir melhor se puder colocar a conversa em dia com os amigos e matar a saudade.
AQUÁRIO: Foque no que é importante e não entre em disputas bobas, que não levam a nada. Também vale a pena investir na sua imagem.
PEIXES: Ser responsável é chato, sem graça e pode tirar sua espontaneidade, mas não se arrisque por um impulso bobo, tá?
quete do Colégio Evangélico
17h: Missa São José, Hospital
Alberto Torres (CEAT), de Lajeado, foi campeão dos Jogos Escolares Brasileiros (JEB’s).
18h30min: Missa Santo Antônio, Santuário
A competição não era disputada há 17 anos.
18h30min: Missa Nossa Senhora Auxiliadora, Auxiliadora
PARÓQUIA EVANGÉLICA DE ESTRELA
Sexta-feira – 10/4
A competição foi aberta a estudantes de 12 a 14 anos e contou com representantes dos 27 estados brasileiros.
14h30min: Comemoração de Páscoa do Caminhando Juntos
20h: Missa São João Batista, São João
Domingo – 12/4
8h30min: Missa Santo Antônio, Santuário
O evento ocorre no Parque Olímpico da Barra e encerra hoje. Entre delegados, técnicos, árbitros e equipe de organização, os Jogos reúnem quase sete mil pessoas.
8h30min: Missa Santa Rita de Cássia, Santa Rita
10h: Missa São Pedro Apóstolo e Festa do Coral, Delfina
10h: Missa São Francisco Xavier, Glória
19h: Missa Santo Antônio, Santuário
Terça-feira – 14/4
18h30min: Missa Santo Antônio, Santuário
Quarta-feira – 15/4
14h: Reunião das Zeladoras de Capelinhas, Santuário
18h30min: Missa São José, Hospital
19h30min: Reunião de Catequistas (Eucaristia e Crisma), Salão Paroquial
Quinta-feira – 16/4
18h30min: Missa Santo Antônio, Santuário
19h30min: Reunião de Catequistas (Matrimônio), Salão Paroquial
ALI MELANIA PREDIGER JACOBS
Morreu na segunda-feira, 6, aos 93 anos. Foi sepultada no Cemitério Católico de Colinas, em Colinas.
Sábado – 11/4
MILTON ANTONIO MACIEL
Morreu na quarta-feira, 8, aos 76 anos. Foi sepultado no Cemitério Católico da Hidráulica, em Lajeado.
RONALD DIEHL WATHIER
Morreu no domingo, 5, aos 69 anos. Foi sepultado no Cemitério Católico, em Estrela.
Os meninos e meninas disputaram as medalhas em atletismo, basquete, futsal, handebol, judô, vôlei, vôlei de praia, natação, tênis de mesa, xadrez, caratê, wrestling, ginástica artística, ginástica rítmica, badminton, ciclismo e taekwondo.
8h15min: Ensino Confirmatório, Comunidade São Lucas, Linha Wink
9h30min: Ensino Confirmatório, Novo Paraíso
14h30min: Grupo de Senhoras, Novo Paraíso
18h: Início passa-noite JE e confirmandos
Domingo – 12/4
10h: Culto com almoço
Terça-feira – 14/4
15h: OASE, Estrela
18h: Ensino Confirmatório 1º ano
Quarta-feira – 15/4
18h: Ensino Confirmatório 2º ano
19h30min: Culto São José
Quinta-feira – 16/4
10h: Culto Vó Eli
13h30min: Grupo Saúde, Comunidade São Lucas, Linha Wink
19h: Reunião Conselho Sinodal
Sexta-feira – 17/4
15h15min: Culto na Vovolândia 19h30min: LELUT
Sexta-feira, 5 novembro 2021
Hidráulica, em Lajeado.
OSMAR AGOSTINI
Morreu no sábado, 4, aos 88 anos. Foi sepultado no Cemitério Católico do Florestal, em Lajeado.
LIA HAIDI GERHARDT
LEONEL HENRIQUE DA SILVA
Morreu na quarta-feira, 8, aos 55 anos.
Foi sepultado no Cemitério Municipal de Bela Vista, em Arroio do Meio.
MARIA AMÁLIA LOPES DE MELO
Morreu na terça-feira, 7, aos 89 anos. Foi sepultada no Cemitério Anjo Janjoca, em Passo do Sobrado.
RAINOLDO BRAUN
Morreu na terça-feira, 7, aos 95 anos. Foi sepultado no Cemitério Católico de São José, em Estrela.
FERNANDO BRESCOVIT
Morreu na segunda-feira, 6, aos 95 anos. Foi sepultado no Cemitério Católico da Hidráulica, em Lajeado.
ADAUTO DE AZEVEDO
Morreu no sábado, 4, aos 83 anos. Foi sepultado no Cemitério Católico da Hidráulica, em Lajeado.
LAURI ANTONIO BIRCK
Morreu no sábado, 4, aos 77 anos. Foi sepultado no Cemitério Católico de Linha Lenz, em Estrela.
ARACI MARIA SCHMATZ
Morreu no sábado, 4, aos 81 anos. Foi sepultada no Cemitério Católico da
Morreu na sexta-feira, 3, aos 69 anos. Foi sepultada no Cemitério Católico da Hidráulica, em Lajeado.
RUBERT TITZE
Morreu na sexta-feira, 3, aos 92 anos. Foi sepultado no Crematório Jardim Montanha dos Vales, em Santa Cruz do Sul.
JOÃO DE BRITO
Morreu na quinta-feira, 2, aos 74 anos. Foi sepultado no Cemitério Católico de Concórdia, em Fazenda Vilanova.

10º MTB Riders Estrela ocorre no dia 26 de abril, com percurso de 30 km e caráter beneficente
Ezequiel Neitzke ezequiel@grupoahora.net.br
O10º MTB Riders
Estrela ocorre em 26 de abril, reunindo ciclistas em um pedal solidário com renda totalmente destinada à Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE). O evento ocorre no Parque Princesa do Vale, com concentração a partir das 7h e largada pontualmente às 8h30min.
A programação inicia com recepção dos participantes entre 7h e 8h, seguida de protocolo de abertura e briefing às 8h. O trajeto será único, com 30 quilômetros e cerca de 250 metros de elevação, caracterizado como um passeio leve e acessível. As inscrições podem ser feitas de forma online, com valores de R$ 40 até o dia 25 de abril. No dia do evento, haverá vagas limitadas a 200 participantes, ao custo de R$ 50. Os ciclistas inscritos recebem placa de identificação para a bike e medalha de participação.
O passeio é autossuficiente, ou seja, cada participante deve ser responsável por sua alimentação e hidratação durante o percurso. Para garantir a organização, o grupo contará com um “puxador”, que conduzirá o ritmo na frente, e um “varredor”, responsável por acompanhar os últimos ciclistas.
Além da proposta esportiva, o evento reforça o caráter solidário, mobilizando a comunidade em apoio à APAE e promovendo integração entre os participantes por meio do ciclismo.




FUTEBOL AMADOR
Jogos ocorrem neste domingo no Bairro Alto da Bronze e em Linha Geraldo
Ocampeonato municipal de Estrela retorna neste domingo após uma semana sem atividade. Os confrontos ocorrem em Linha Geraldo e também no Bairro Alto da Bronze. O destaque fica para os jogos válidos pela liderança.
No Bairro Alto da Bronze, o líder São Luís encara o terceiro colocado Alto da Bronze A. A diferença entre os times é de apenas dois pontos na tabela de classificação. Já vice-líder Alto da Bronze B, também com 9 pontos, joga

jogos ocorrem neste domingo e podem alterar a tabela de classificação do amador de Estrela
contra o quinto colocado União, que tem seis. Já em Linha Geraldo, o Aimoré, quarto colocado com 7 pontos, encara o Geraldense, que tem apenas um. A rodada tem
ainda o confronto direto por uma vaga na semifinal entre Atlântico e Delfinense.
A classificação tem o São Luís e Alto da Bronze B na liderança com
9 pontos. A tabela segue com Alto da Bronze A e Aimoré (7), União (6), Amigos Dossul (4), Geraldense e Atlântico (1) e Delfinense (sem pontuar)

Imigrante conhece os semifinalistas. Intermunicipal e Bom Retiro do Sul promovem rodada pela fase classificatória
O domingo pós-Páscoa será de muitas emoções no esporte amador do Vale do Taquari. Bom Retiro do Sul, Imigrante e o Intermunicipal terão rodadas com muita emoção.
Em Imigrante a última rodada ocorre neste domingo, em Linha Imhoff. Apenas o Riograndense está classificado. O time fecha a rodada contra o Avante. Juventude, Canarinho, Avante, Cruzeiro e Ecas brigam pelas três vagas restantes para semifinal.
Em Bom Retiro do Sul, a rodada ocorre no campo do Rudibar. Às 10h, o Laranjeiras encara o Floriano. A rodada segue com Pinhal x Arkanjos e Rudibar x Aecosajo, no clássico do Bairro Goiabeira. No Intermunicipal, a rodada terá quatro partidas, três em Teutônia – Atlético Gaúcho x Gaúcho, Ouro Verde x Juventude e Ribeirense x Poço das Antas. Em Boa Vista, Poço das Antas, o 11 Amigos encara o Flamengo.
