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A Hora - 10/03/2026

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grupoahora.net.br

ANÁLISE, CURADORIA E OPINIÃO DE VALOR

Terça-feira, 10 de março de 2026 | Ano 23 - Nº 4051 | R$ 5,00

9,00

Tensão global pressiona custos

Conflto no Oriente Médio eleva o preço do barril acima dos 100 dólares, reduz oferta e reflexo já é percebido nos combustíveis. No Vale do Taquari, empresários acompanham cenário com preocupação. Em postos, o temor é pela possibilidade da escassez do diesel.

OPINIÃO | RODRIGO MARTINI

Mais um capítulo da Arki

Em 17 anos, contrato junto à gestão de Lajeado movimentou mais de R$ 350 milhões.

OPINIÃO | VINI BILHAR

Docile em destaque no RS

Empresa lidera categoria Balas e Doces no Marcas de Quem Decide.

VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES

em cinco

cidades tem proteção

Estudo do TCE revela fragilidade nas políticas públicas em municípios do RS

Relatório do Tribunal de Contas do Estado mostra que apenas 20,8% das gestões municipais do RS estruturam políticas de enfrentamento à violência contra a mulher. Em 38,9% dos municípios, não há nenhum programa específico. O levantamento

também aponta falhas na integração de dados nos sistemas de segurança e ausência de verbas deter minadas nos orçamentos. Essa fragilidade institu cional, resume a corte, compromete o planejamento e enfraquece a rede de proteção às vítimas.

PÁGINA | 3

Em 4 dias, 40 mil pessoas

ALTA DO PETRÓLEO
PÁGINA | 6
FEIRA DA PITAYA
GABRIEL SANTOS
FOTOS: ALEXANDRE LABRES E GIOVANE WEBER

Aguerra no Irã reforça como conflitos geopolíticos distantes podem produzir efeitos concretos na economia local. A elevação do preço do petróleo acima dos 100 dólares por barril, impulsionada pelo temor de interrupções no Estreito de Ormuz, impacta em toda a cadeia global de combustíveis, em especial no diesel.

Como imediato, o transporte rodoviário é o primeiro a ser prejudicado. Em seguida vêm o agronegócio, a indústria e o comércio. O diesel mais caro pressiona o custo do frete, encarece a produção e reduz margens de empresas. Esse cenário cria um ambiente de

A economia sente o choque. Mas o país pode ampliar seu papel no mercado.

apreensão para quem depende da logística. A alta abrupta do combustível dificulta o planejamento e obriga empresas a renegociar contratos e tabelas de frete. Quando os reajustes superam patamares elevados, torna-se impossível absorver o aumento sem repassar custos. No curto prazo, portanto, o conflito internacional se traduz em inflação e incerteza econômica.

Mas crises também costumam abrir rearranjos no mercado global. Quando há instabilidade nas rotas tradicionais de petróleo, países com capacidade produtiva e estrutura industrial ganham espaço estratégico. Nesse contexto, o Brasil e a Petrobras surgem como atores com potencial para ampliar presença no cenário internacional.

Entre o risco imediato e a oportunidade futura, o desafio está em transformar uma turbulência global em vantagem estratégica. A economia sente o choque. Mas o país pode ampliar seu papel no mercado.

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Vale do Taquari - Lajeado - RS

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assinaturas@grupoahora.net.br comercial@grupoahora.net.br faturamento@grupoahora.net.br financeiro@grupoahora.net.br centraldejornalismo@grupoahora.net.br atendimento@grupoahora.net.br Editor-chefe da Central de Jornalismo: Felipe Neitzke

Os artigos e colunas publicados não traduzem necessariamente a opinião do jornal e são de inteira responsabilidade de seus autores. Impressão Zero Hora Gráfica

“Cuidar da saúde da mulher é investir na prevenção desde cedo”

FernandoConsPedroso,55, ginecologistaeobstetra, formadopelaUniversidade FederaldePelotas, acompanhaasaúdedas mulheres em Bom Retiro do Sul há cerca de 26 anos. Em 2025 ele recebeu o título de cidadão bom-retirense. Pedrosofalasobreprevenção, cuidado contínuo com a saúde feminina e o trabalho integradorealizadoentre o Centro Materno Infantil e as unidades de saúde do município

Lautenir Azevedo Junior lautenir@grupoahora.net.br

O doutor acompanha a saúde das mulheres de Bom Retiro do Sul há muitos anos. O que essa trajetória representa?

É uma satisfação muito grande poder acompanhar a cidade por cerca de 26 anos. Ao longo desse tempo tive a oportunidade de ver gerações crescerem, acompanhar gestantes, partos e também a evolução do cuidado com a saúde da mulher no município. Para um médico, é muito gratificante criar esse vínculo com a comunidade e participar de momentos muito importantes da vida das famílias.

Como funciona o acompanhamento das gestantes no município?

O trabalho é organizado de forma integrada. A gestante inicia o pré-natal na Unidade de Saúde de referência, conforme o bairro ou a localidade onde mora. Ali ela é acompanhada pela equipe da unidade, formada por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e também pelo Programa Primeira Infância Melhor. Paralelamente, essas gestantes também realizam consultas

comigo, como especialista, no Centro Materno Infantil. Esse modelo permite um cuidado mais completo durante toda a gestação. Depois do nascimento, o acompanhamento continua no próprio Centro, onde o bebê passa a ser atendido pela equipe e pela pediatra, garantindo continuidade no cuidado com a mãe e com a criança.

Por que é importante iniciar cedo o acompanhamento ginecológico?

O ideal é que o acompanhamento comece logo após a primeira menstruação. A partir desse momento inicia-se uma fase importante da vida da mulher, marcada por mudanças hormonais, desenvolvimento do aparelho reprodutor e início da vida sexual em muitos casos. O acompanhamento ginecológico permite orientar sobre saúde sexual e reprodutiva, prevenção de infecções sexualmente transmissíveis, além da escolha do método contraceptivo mais adequado para cada mulher. Também é nesse acompanhamento que se realizam exames preventivos regulares, como o exame citopatológico do colo do útero, conhecido como pré-câncer.

Depois dos 40 anos, quais cuidados passam a ser ainda mais importantes para a saúde da mulher?

A partir dessa fase da vida, o acompanhamento continua sendo fundamental, especialmente pela maior incidência de algumas

doenças, como o câncer de mama. No Brasil, são estimados mais de 73 mil novos casos por ano e mais de 20 mil mortes anuais relacionadas à doença. Por isso, a mamografia periódica é um exame essencial para o diagnóstico precoce. Além disso, a mulher deve manter atenção ao próprio corpo, observando qualquer alteração nas mamas, como nódulos, retrações na pele ou secreções. O autoexame não substitui os exames médicos, mas ajuda a perceber alterações e buscar atendimento rapidamente. Quanto mais cedo a doença é identificada, maiores são as chances de tratamento e cura.

No mês da mulher, por que é importante reforçar esse tema da prevenção?

Porque muitas das doenças que afetam a saúde feminina podem ser prevenidas ou tratadas com muito mais eficácia quando identificadas cedo. O câncer do colo do útero, por exemplo, é uma doença que pode ser praticamente evitada com acompanhamento regular e realização do exame preventivo. Da mesma forma, o diagnóstico precoce de vários tipos de câncer aumenta significativamente as chances de tratamento e recuperação. Falar sobre isso no mês da mulher é uma forma de lembrar que o autocuidado é fundamental. Procurar a unidade de saúde, fazer os exames recomendados e manter o acompanhamento médico são atitudes que salvam vidas e ajudam a garantir mais qualidade de vida para as mulheres.

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VIOLÊNCIA

CONTRA

A MULHER

Quase 40% das cidades

gaúchas não têm políticas de proteção

Relatório do Tribunal de Contas do Estado (TCE) mostra falta de programas específicos para segurança delas, escassez de recursos previstos nos orçamentos e carência no acompanhamento dos índices sobre crimes de gênero

ESTADO

Quase duas décadas após a criação da Lei Maria da Penha, considerada uma das legislações mais avançadas do mundo no combate à violência doméstica, e os municípios gaúchos enfrentam um paradoxo. A lei existe, mas a estrutura para aplicá-la ainda é limitada, fragmentada e, em muitos casos, inexistente. Esse é o resumo do diagnóstico técnico feito pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-RS). Apresentado na tarde de ontem, busca dados estatísticos referentes ao segundo semestre de 2025 e revela que a rede de políticas públicas voltadas à proteção das mulheres apresenta falhas estruturais. O levantamento obteve respostas de 453 municípios, o equivalente a 91,1% do total do RS.

A análise aponta que a proteção institucional depende, muitas vezes, da estrutura local disponível. Na prática, isso significa que o nível de atendimento e suporte

oferecido às vítimas pode variar entre os municípios.

Apenas 20,8% das gestões municipais têm políticas ou programas instituídos e em funcionamento voltados ao enfrentamento da violência contra a mulher. Em números absolutos, são 94 cidades. Outros 25,6% afirmaram estar em fase de implementação ou com iniciativas pontuais ainda não estruturadas como política pública permanente. No extremo oposto, 38,9% das cidades declararam não possuir qualquer programa específico. Em 14,8% dos casos, os próprios gestores municipais afirmaram não saber informar se existem políticas nessa área. Para os técnicos do TCE, o quadro evidencia fragilidade institucional na gestão das políticas de proteção às mulheres. O relatório destaca que a ausência de estruturas formais compromete a capacidade de coordenação entre municípios, Estado e União, dificultando a integração com o Sistema Único de Segurança Pública.

Gestão sem dados

Outro ponto crítico identificado no diagnóstico é a falta de integração de dados entre municípios e sistemas estaduais ou federais de segurança pública. A chamada gestão por evidências, considerada essencial para o planejamento de políticas públicas, ainda é pouco difundida.

Apenas 8,4% dos municípios informaram integrar de forma regular os dados com outras instâncias de governo e outros 11%

afirmaram compartilhar informações de forma pontual. Por outro lado, 39,7% não fazem qualquer tipo de encadeamento de dados no sistema de segurança pública. O mais preocupante, analisa o estudo, está no desconhecimento institucional: 40,8% dos gestores afirmaram não saber informar se esse compartilhamento existe. Conforme o TCE, sem informações sistematizadas, as gestões das cidades ficam limitadas na capacidade de identificar áreas com maior incidência de violência, acompanhar medidas protetivas ou planejar serviços de acolhimento.

Orçamento limitado

A análise do ciclo orçamentário dos municípios também indica baixa prioridade fiscal para o tema. Nos Planos Plurianuais (PPA) vigentes entre 2022 e 2025, apenas 21% dos municípios registraram metas ou ações específicas relacionadas à segurança pública ou proteção à mulher.

Na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, o percentual é semelhante: apenas 19,2% das cidades indicam prioridades específicas para a área. O cenário se repete na Lei Orçamentária Anual. Em 60,7% dos municípios não há evidência de dotação orçamentária específica voltada ao enfrentamento da violência contra a mulher.

O estudo conclui que muitas ações existentes dependem de iniciativas isoladas de gestores ou de projetos pontuais, sem garantia de continuidade administrativa.

Municípios com políticas contra violência à mulher

• Medidas formalizadas e em funcionamento

20,8% (94 municípios)

• Em implementação

25,6% (116 municípios)

• Sem qualquer política específica

Lajeado é uma das cidades com políticas definidas para proteção. Conta com a Patrulha Maria da Penha e também com uma coordenadoria da mulher

Participação limitada

O diagnóstico também avaliou a participação da sociedade civil na formulação e acompanhamento dessas políticas. A Lei Maria da Penha prevê a participação comunitária como uma das diretrizes para o enfrentamento da violência doméstica.

No entanto, apenas 16,3% dos municípios afirmaram promover participação ativa da comunidade, por meio de conselhos, audiências públicas ou fóruns. Outros 30,7% informaram desenvolver mecanismos de participação, mas com atuação considerada limitada. Já 22,3% das cidades declararam não promover qualquer forma de envolvimento da sociedade civil nesse processo.

Ações existentes

Nos municípios com alguma estrutura organizada, as iniciativas mais recorrentes envolvem campanhas educativas sobre a Lei Maria da Penha, treinamento de servidores das áreas de segurança, saúde e assistência social, junto com a manutenção de Centros de Referência de Atendimento à Mulher. Também aparecem programas voltados à reeducação de agressores e acompanhamento de medidas protetivas. Mesmo assim, o diagnóstico aponta que essas ações ainda são concentradas em um número restrito de cidades.

Importância do estudo

O Tribunal de Contas destaca que o levantamento busca identificar a situação das cidades, sem apontar individualmente a relação do questionário. Todo o relatório foi elaborado com base em informações autodeclaradas pelos municípios. O estudo servirá como refe-

38,9% (176 municípios)

• Não sabem informar

14,8% (67 municípios)

Integração de dados

• Índices regular no sistema estadual ou federal

8,4% (38 municípios)

• Compartilhamento pontual 11% (50 municípios)

• Sem integração

39,7% (180 municípios)

• Não sabem

40,8% (185 municípios)

AÇÕES MAIS RECORRENTES (EM MUNICÍPIOS COM ESTRUTURA):

• Campanhas educativas sobre a Lei Maria da Penha.

• Treinamento de agentes municipais (Guardas, Saúde e Assistência Social).

• Manutenção de Centros de Referência (CRAM) e casas-abrigo.

• Programas de reeducação de agressores e monitoramento de medidas protetivas.

rência para futuras fiscalizações temáticas e orientações técnicas do órgão voltadas ao fortalecimento das políticas públicas na área. Para os técnicos do TCE, o principal desafio identificado é a chamada fragilidade informacional. Sem dados estruturados, planejamento institucional e orçamento definido, o enfrentamento da violência contra a mulher tende a ser reativo e fragmentado.

Filipe Faleiro filipe@grupoahora.net.br

O passado, o presente e o futuro da Arki em Lajeado

A Operação Lamaçal é mais um capítulo na conturbada história da Arki Serviços em Lajeado. E, sem sombra de dúvidas, é o capítulo mais sombrio na duradoura relação entre a empresa terceirizada e o principal município do Vale do Taquari. Uma relação contratual que movimentou mais de R$ 350 milhões de forma ininterrupta ao longo dos últimos 17 anos para disponibilizar, por meio de 10 contratos firmados entre 2009 e 2025, servidores terceirizados para os mais diversos setores e serviços públicos. Uma relação que vira e mexe foi debatida no plenário da câmara de vereadores. Ora para debater o suposto uso político da empresa por parte do poder concedente – indicações de servidores por parte de agentes públicos, principalmente –, ora para debater os valores dos serviços e a ligação jurídica da empresa

com o escritório de advocacia da família do ex-prefeito. Hoje, como muitos sabem, as suspeitas de corrupção recaem diretamente sobre a gestão de Marcelo Caumo (União Brasil) e a Polícia Federal coloca contra a parede o próprio ex-gestor e sua ex-chefe de Gabinete, Elisete Mayer. Eles precisam explicar uma série de indícios apontados pelo delegado e relacionados às supostas ligações da Arki com a empresa Plati, e os supostos direcionamentos de licitações e sobrepreços em contratos. Aliás, a Arki ainda mantém contratos com o poder público municipal, e tais serviços devem ser encerrados mediante novas licitações nas próximas semanas. Ao menos é esse o desejo de alguns agentes do Executivo. E sobre isso, o leitor questiona: a Arki pode participar dos novos editais? Por ora, a resposta é um sonoro “sim”.

INAUGURAÇÕES

rodrigomartini@grupoahora.net.br

Ramatis quer concorrer em 2026

Suplente de vereador em Lajeado, Ramatis de Oliveira (PL) oficializou junto ao diretório estadual do partido a pré-candidatura a deputado estadual. Na campanha, ele pretende fazer dobradinha com o deputado federal Marcelo Moraes (PL). Ocorre que o PL de Lajeado já possui um pré-candidato à Assembleia. No caso, o vereador e ex-secretário de Meio Ambiente, Luís Benoit. Sobre isso, Oliveira deixa claro. “Lá na frente, segue quem tiver mais chances”. Portanto, aguardemos!

PARQUES NAS ORLAS

Arroio do Meio

aguarda R$ 13 milhões da União

O governo de Arroio do Meio aguarda o anúncio de aproximadamente R$ 13 milhões à construção de parques e espaços de lazer, cultura, esporte e contemplação em ao menos três áreas consideradas “de arraste”, e localizadas às margens do Rio Taquari e do Arroio do Meio. Os espaços ficam nos bairros Navegantes, Maracangalha e São José, e os recursos devem vir da Defesa Civil Nacional.

Gentileza e maturidade em Pouso Novo

O sábado foi pra lá de festivo no acolhedor município de Pouso Novo. Por lá, agentes dos setores público, privado e associativista celebraram a inauguração da nova ponte na comunidade de Canhada Funda, construída com auxílio da CIC-VT por meio do projeto Construindo Pontes através do Associativismo. E mais. A programação também marcou a entrega de outras obras no município, como o ginásio da comunidade de Picada Taquari, duas novas salas de aula no local, a ponte da localidade de Arroio Leite, e a ampliação da Gruta Nossa Senhora de Lourdes, com asfaltamento da via e implantação de rua coberta. Foram mais de R$ 3 milhões em investimentos. E são demandas que perpassam gestões municipais. Não por menos, e é assim que deve ser, o atual prefeito Iti Bonacina (PRD) também concedeu a palavra ao ex-prefeito Moacir Severgnini (PDT).

TIRO

- Em Arroio do Meio, o governo realiza nova reunião comunitária para debater o futuro das “áreas de arraste” no município. O encontro ocorre hoje, às 19h, na sede da Acisam.

- Já em Lajeado, o vereador Marcos Schefer (MDB) apresenta projeto de lei para criar o Dia Municipal para Ação Climática, a ser realizado, anualmente, no dia dois de maio.

- Ainda em Lajeado, a câmara recebeu e deve apreciar hoje o projeto de lei que autoriza o repasse de R$ 51,7 mil do Executivo à Câmara de Dirigentes Lojistas para auxiliar na organização da 23ª Convenção da CDL, no dia 25 de junho.

- Pré-candidato a deputado estadual, o empresário Roberto Lucchese (MDB) prestigiou ontem a sessão da câmara de vereadores de Venâncio Aires. Em tempo, ele já conquistou apoio de muitos emedebistas no Vale do Rio Pardo.

ELEIÇÕES 2026

União Brasil (ainda) quer um

Com o evidente revés na pré-candidatura a deputado estadual do ex-prefeito de Lajeado, Marcelo Caumo, o União Brasil (UB) aponta as expectativas a outros agentes políticos ligados – ou por serem ligados – ao partido. Não por menos, o presidente estadual do UB e deputado federal Luiz Carlos Busato esteve em Estrela no sábado pela manhã, mais precisamente no Estrela Palace Hotel. O café da manhã foi na companhia do ex-secretário

estadual, ex-prefeito e atual secretário de Desenvolvimento Econômico no município, Rafael Mallmann (União Brasil), e do diretor do Sine/FGTAS e ex-prefeito de Arvorezinha, José Scorsatto (ainda no PDT, mas com um pé no UB). Em debate, a possibilidade do partido indicar novamente o secretário Estadual de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Sedur) e, também, uma possível candidatura regional à Assembleia.

PDT em Teutônia

Após oficializar união com PDT, o governo de Teutônia deve confirmar em breve os nomes dos pedetistas que assumem funções no alto escalão. Franciele Weimer deve assumir a Secretaria de Agricultura, Andreia Luersen a subsecretaria de Administração, Ricardo Suhre a subsecretaria da Fazenda. Em tempo, no Legislativo a base do governo ocupa agora oito das 11 cadeiras com o ingresso dos vereadores Werner Wiebusch e Jeferson Körner, ambos do PDT.

NOVA DIRETORIA

Acil oficializa hoje novo presidente

Eduardo Gravina encabeça chapa única inscrita na assembleia geral. Atuação como vice abriu caminho para indicação ao cargo, hoje ocupado por Joni Zagonel. Reunião inicia às 18h

LAJEADO

Assembleia geral ordinária, na noite de hoje, deve oficializar Eduardo Gravina como novo presidente da Associação Comercial e Industrial de Lajeado (Acil). O evento, que ocorrerá no salão de eventos da entidade, também vai marcar a eleição da nova diretoria para a gestão de 2026 a 2028.

A primeira chamada da reunião inicia às 18h, enquanto a segunda está prevista para as 18h30min. Além da eleição, o encontro também vai servir para apresentação do relatório de atividades desen-

volvidas em 2024 e 2025 e a prestação de contas do exercício social encerrado em 31 de dezembro do ano passado.

Gravina encabeça a única chapa inscrita ao pleito. Atual vice-presidente de Relações Institucionais, ele salienta que a composição da diretoria representa renovação e experiência, com o acréscimo de pessoas novas e outras que já contribuem há mais tempo com a associação. “Dessa forma, garantimos a sucessão, oxigenação das ideias e não perdemos a essência da entidade”, frisa.

Segundo ele, a chapa foi pensada de forma a manter o trabalho de excelência desempenhado pela Acil, além de suprir demandas es-

Depois de refletir com a família e meu sócio, e aceitar a missão, passei a me envolver em todas as agendas possíveis da instituição”

Entidade centenária terá nova diretoria, com renovações e nomes experientes

Decisões

pecíficas que foram identificadas, como uma atuação mais próxima aos núcleos. “Também, depois de passadas as enchentes, temos o desafio de retomar o crescimento do quadro de associados”.

Gravina recebeu a indicação para ser o próximo presidente da Acil ainda no ano passado. O anúncio oficial foi feito pelo atual gestor, Joni Zagonel, em agosto de 2025. “Depois de refletir com a família e meu sócio, e aceitar a missão, passei a me envolver em todas as agendas possíveis da instituição, para

entender como funciona o todo, interna e externamente”. A atuação como vice-presidente, segundo ele, possibilitou que se envolvesse em mais pautas de interesse da entidade, sobretudo após a indicação. “Participando de decisões estratégicas, representando a Acil em algumas oportunidades, e participando de discussões, entendo a força que o movimento associativo tem. É algo imensurável”.

Mateus Souza mateus@grupoahora.net.br
DIVULGAÇÃO

PREÇO DOS COMBUSTÍVEIS

Alta do petróleo gera apreensão e pressiona custos

Conflito no Oriente Médio eleva barril acima de US$ 100 e já provoca aumento no diesel e preocupação em setores que dependem do transporte

VALE DO TAQUARI

Aescalada do conflito no Oriente Médio interfere sobre o mercado internacional e traz instabilidade à economia. O barril de petróleo Brent, principal referência internacional, chegou a cerca de US$ 107, após o aumento das tensões envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel. Dentro dos EUA, o petróleo West Texas Intermediate (WTI), ultrapassou 118 dólares nas

primeiras negociações da semana, maior valor desde 2022, quando os preços dispararam após a invasão da Ucrânia pela Rússia. A alta ocorre em meio ao temor de interrupções no fluxo de petróleo no Estreito de Ormuz, corredor marítimo por onde passa cerca de 20% de todo o insumo vendido no mundo. O mercado reagiu ao risco geopolítico e passou a incorporar esse cenário aos preços do combustível. No fim de fevereiro, o barril do tipo Brent custava 70 a 75 dólares. No Vale, empresários acompanham o cenário com preocupação. Em postos, funcionários e gerentes expõem a possibilidade da escassez do diesel aumentar. Empresários do setor destacam que o momento é de cautela, diante da incerteza no cenário internacional. “Oficialmente ainda não podemos nos pronunciar, mas a palavra é apreensão. Se a guerra não cessar ou o governo

da alta já é observado nos postos da região

não ajudar, a tendência é dos preços dispararem”, afirma um gerente de uma das maiores redes da região, que preferiu não se identificar.

O sindicato representante do setor, a Sulpetro, destaca que um dos caminos para reduzir o impacto seria algum subsídio governamental temporário, como forma de reduzir o impacto imediato no preço dos combustíveis.

Transporte calcula impacto

Entre os setores mais sensíveis à variação do diesel está o setor de logística. O presidente da cooperativa de transportes Vale Log, Adelar Steffler, comenta que a situação preocupa empresas que dependem das entregas para manter as operações.

Percebemos que será inevitável algum tipo de movimentação na ponta da cadeia de combustíveis.”

Segundo ele, o aumento do petróleo tende a afetar tanto o transporte de cargas quanto o agronegócio, o comércio de commodities e, por consequência, as exportações. “Esse preço do petróleo, do jeito que está, vai dar muito problema aos negócios”, ressalta.

O diesel representa o principal custo operacional do transporte rodoviário, diz Steffler. Por isso, qualquer aumento significativo traz prejuízo frente à tabela do frete.

De acordo com ele, essa revisão ocorre de maneira mais lenta do que a variação no mercado internacional de combustíveis. Isso faz com que as transportadoras arquem com os prejuízos e redução nas margens de lucro.

Em algumas regiões do RS, o diesel teve elevação entre R$ 1,20 a R$ 1,30 por litro em poucos dias. Em casos de combustível importado, há relatos de elevação de até R$ 2,70. Quando os reajustes passam de determinados percentuais, explica, torna-se impossível absorver o impacto dentro das operações.

Reflexo nos postos

A alta do petróleo tende a continuar. Segundo a Sulpetro, refinarias e importadores repassam os ajustes às

Quando chega nesses aumentos que passam de 20% ou 30%, ninguém consegue absorver isso.”

Entenda

Por que a guerra afeta o preço dos combustíveis?

O conflito no Oriente Médio aumenta o risco de interrupção no fornecimento global de petróleo. A região abriga importantes produtores e rotas estratégicas de transporte da commodity.

Um dos pontos mais sensíveis é o Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo comercializado no mundo. Qualquer ameaça na região faz o mercado elevar o preço do barril. Com o petróleo mais caro no mercado internacional, refinarias e importadores repassam parte do aumento às distribuidoras e aos postos, o que acaba refletindo no valor da gasolina e do diesel e consequentemente nos produtos que são transportados via terrestre.

distribuidoras. Outro fator que pressiona o mercado é a imposição de cotas de retirada de combustíveis, em especial do diesel, por parte da Petrobras às distribuidoras.

O presidente do Sulpetro, João Carlos Dal’Aqua, afirma que isso vai chegar na bomba em curto prazo. “Percebemos que será inevitável algum tipo de movimentação na ponta da cadeia de combustíveis”, projeta.

Fabiano Lautenschläger fabiano@grupoahora.net.br
Impacto
FABIANO LAUTENSCHLÄGER

RECONSTRÓI RS

CIC-VT acompanha obras e inaugura nova ponte em Pouso Novo

Diretoria vistoria frentes em Muçum, Colinas e Poço das Antas. Estrutura inaugurada no interior de Pouso Novo é a sétima construída por meio do projeto Construindo Pontes através do Associativismo

Adiretoria da Câmara da Indústria, Comércio e Serviços do Vale do Taquari (CIC-VT) acompanha obras do programa Reconstrói RS. A agenda inclui vistorias técnicas em intervenções em Muçum, Colinas e Poço das Antas, além da inauguração de

uma nova ponte no interior de Pouso Novo.

As visitas fazem parte do monitoramento das obras executadas com recursos mobilizados por meio do programa, coordenado pela Federação das Entidades Empresariais do RS (Federasul), junto com os institutos Ling e Floresta, além de parcerias com municípios e com o Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs).

Em Muçum, a comitiva esteve na reconstrução de uma ponte destruída pelas cheias, obra considerada estratégica para restabelecer a mobilidade local.

Em Colinas, a vistoria ocorreu em uma obra de contenção de encosta, voltada à estabilização do terreno e redução de riscos em áreas urbanas afetadas pelas enchentes. Já em Poço das Antas, os dirigentes verificaram o andamento da reconstrução de uma ponte que integra o conjunto de obras da segunda fase do

No sábado, autoridades, comunidade e diretores da CIC-VT participaram de inauguração de ponte em Pouso Novo

programa.

Segundo o presidente da CICVT, Angelo Fontana, o acompanhamento em campo permite avaliar o andamento das intervenções e ajustar cronogramas quando necessário.

“O Reconstrói RS entra agora em uma fase mais complexa. Depois das pontes emergenciais, passamos a lidar com obras de engenharia mais elaboradas, como drenagens e contenções. Por isso o acompanhamento técnico é fundamental”, afirma.

Dados consolidados indicam que o Vale do Taquari concentra R$ 30,5 milhões dos R$ 83,5 milhões mobilizados na segunda fase do programa Reconstrói RS.

Sétima ponte inaugurada

A agenda da diretoria da CICVT também marcou a inauguração da sétima ponte construída por meio do projeto Construindo Pontes através do Associativismo, iniciativa desenvolvida pela entidade em parceria com organizações empresariais, institutos financiadores e prefeituras.

A nova estrutura foi entregue à comunidade de Canhada Funda, no interior de Pouso Novo. A ponte possui 12 metros de extensão e substitui uma travessia que havia sido destruída pelas enchentes.

Para moradores da localidade, a estrutura altera de forma significativa a mobilidade da região e o escoamento da produção rural.

O agricultor João Merlo, que

vive nas proximidades da ponte, afirma que antes da reconstrução era necessário utilizar um desvio que aumentava o trajeto até o centro do município em cerca de 20 quilômetros.

“Agora ficou muito melhor para escoar a produção da granja”, destaca. A região tem forte presença de produção agropecuária, com granjas de aves, criação de suínos e atividade leiteira. Fontana avalia que o projeto demonstrou a capacidade de mobilização regional por meio do associativismo.

“O trabalho foi tão bem executado que a CIC-VT foi procurada para contribuir também na nova fase do Reconstrói RS. São obras que muitas vezes demorariam anos para acontecer e que agora estão sendo realizadas ou iniciadas”, afirma.

Filipe Faleiro filipe@grupoahora.net.br

vinibilhar@grupoahora.net.br

Docile lidera categoria Balas e Doces na Marcas de Quem Decide

A Docile conquistou, pelo terceiro ano consecutivo, a liderança na categoria Balas e Doces da pesquisa Marcas de Quem Decide, promovida pelo Jornal do Comércio.

Em sua 28ª edição, o levantamento é o único no Rio Grande do Sul que mede os índices de lembrança e preferência entre gestores e lideranças empresariais. A cerimônia de premiação ocorreu na manhã de terça-feira, 3. O presidente da Docile, Ricardo Heineck, destacou que o reconhecimento reforça a ligação da empresa com o Estado onde iniciou sua tra-

Associados da Sicredi Ouro Branco ainda podem votar na Assembleia Digital

A Sicredi Ouro Branco RS/ MG realizou na noite de 3 de março a Assembleia Digital 2026, aproximando os associados das decisões, números e resultados da cooperativa.

A apresentação foi conduzida pelo presidente Neori Ernani Abel, pelo diretor executivo Francisco José Diel e pela gerente de Relacionamento Pauline Klein Grave. Entre os temas da pauta estiveram a eleição dos coordenadores de núcleo, a prestação de contas do último exercício, a escolha dos integrantes do Conselho Fiscal e a proposta de distribuição de resultados aos associados.

A assembleia também marcou o lançamento da campanha comemorativa dos 45 anos da cooperativa, que serão celebrados ao longo de 2026.

Quem ainda não participou

pode assistir à assembleia e votar ainda hoje, prazo máximo para a coleta dos dados ainda e último dia que a live estará disponível. Ao vivo, 21 mil associados estiveram

participando O acesso pode ser feito pelo aplicativo do Sicredi ou pelo site sicredi.com.br/assembleias, mediante login individual.

jetória. Segundo ele, a companhia mantém investimentos contínuos em estrutura, inovação e desenvolvimento de pessoas, dentro de uma estratégia de crescimento e ampliação de mercado. Entre as iniciativas estão ações para ampliar a visibilidade nos pontos de venda e a participação em eventos ligados à cultura gaúcha, como o Natal Luz e o Planeta Atlântida. Essas estratégias, segundo a gerente de Marketing da empresa, Jaqueline Hartmann, contribuem para manter a marca na lembrança e na preferência dos consumidores.

Dólar: R$ 5,16

Ibovespa: 180.915,36

Girando Sol destaca inovação e gestão no Tecnovates

A Girando Sol participou do Café da Manhã Tecnovates 2026. O encontro ocorreu em formato de bate-papo e reuniu empresários, gestores e incubados. Representaram a empresa o diretor Gilmar Borscheid e o gerente industrial Jeremias Becker Soares Junior, com mediação da gestora do Tecnovates, Cristiani Reimers.

Durante a conversa, os executivos compartilharam aprendizados da trajetória da companhia e como a inovação passou a integrar a cultura organizacional.

Um dos marcos destacados foi a modernização industrial iniciada com a unificação das unidades produtivas no bairro São Caetano, em Arroio do Meio.

Entre os exemplos de inovação estão a automação de formulações e o uso de robôs nos processos produtivos. Os gestores ressaltaram ainda o papel das equipes na geração de ideias e melhorias contínuas. Segundo eles, muitas soluções surgem do diálogo com colaboradores e da busca por resolver desafios do dia a dia com mais eficiência.

IVO GONÇALVES/DIVULGAÇÃO
SIMONE ROCKENBACH/DIVULGAÇÃO
DIVULGAÇÃO

EXPOVALE

Dezesseis candidatas concorrem à corte

Sete municípios da região estão representados no concurso. Rainha e princesa serão conhecidas na noite de 17 de abril. Feira ocorre em novembro, no Parque do Imigrante, em Lajeado

Candidatas a uma nova corte para representar a região entram em fase de preparação. A Associação Comercial e Industrial de Lajeado (Acil) confirmou a participação de 16 concorrentes no concurso que elegerá a nova corte da Feira Industrial, Comercial e de Serviços do Vale do Taquari (Expovale) 2026.

Sete municípios da região estão representados no concurso. As candidatas são de Lajeado, Sério, Imigrante, Taquari, Teutônia, Colinas e Arroio do Meio. A nova corte eleita terá a missão de representar a Expovale e divulgar os valores culturais, sociais e econômicos do Vale do Taquari pelos próximos dois anos.

A rotina de atividades do concurso iniciou na sexta-feira, 6, com a produção das fotos indi-

viduais e coletivas que devem ser utilizadas nas diferentes etapas da programação. Nos próximos dias, as candidatas também participam de uma série de compromissos, como a gravação de vídeo de apresentação, uma das etapas de avaliação do concurso.

A agenda das representantes também está composta por ações que integram a região. Entre as iniciativas, elas participam da atividade “Viva o Taquari-Antas Vivo”, doação de sangue ao Hemovale, realização de ação social na região, passeio em pontos turísticos, encontros com os patrocinadores e teste cultural.

As candidatas serão avaliadas ao longo de todas as etapas do concurso. Além disso, o público poderá votar na candidata favorita por meio do site oficial da feira.

A participante mais votada pela internet receberá pontos extras na etapa final.

Nome: Andresa Ayone de Oliveira Mörs

Idade: 27 anos

Cidade: Arroio do Meio

Representa: Vanilla

Odontologia Estética, Caroline Diehl

Contabilidade e Alexandre

Lands Negócios

Imobiliários

Nome: Emily Gabrielly

Mattje

Idade: 21 anos

Cidade: Lajeado

Representa: Sandra Weber Beleza e Bem Estar, Banda Destaque Nacional e Minato Sushi Nikkei

Nome: Isabela Marquetto

Zappe

Idade: 20 anos

Cidade: Lajeado

Representa: Cremolatto

Montanha, Saffe Store e Madrejoy

Nome: Rayssa Daniele Augustin Cardoso

Idade: 21 anos

Cidade: Lajeado

Representa: Minha Ótica

Nome: Amanda Felisberto

Idade: 22 anos

Cidade: Colinas

Representa: New Tintas, CT Monte Olimpo e Prefeitura de Colinas

Nome: Bruna Giane Soto

Idade: 28 anos

Cidade: Lajeado

Representa: Joalheria e Ótica Conventos, Octa

Filmes e Blessed Beauty

Nome: Fernanda Thais

Kolling

Idade: 26 anos

Cidade: Teutônia

Representa: Loja Fascinius e KM Produções

Nome: Manuela Petry Bitdinger

Idade: 19 anos

Cidade: Lajeado

Representa: Pienna Jóias, Studio AURA e BUDO

Visuals

Nome: Vitória Corbellini Feix

Idade: 23 anos

Cidade: Sério

Representa: Luciano

Style, Triauto Proteção

Veicular e G.F. Internet Ltda

Escolha da corte

Nome: Caroline Costa de Souza

Idade: 26 anos

Cidade: Taquari

Representa: KTM

Montagem e Manutenção

Industrial e Prefeitura de Taquari

Nome: Gabriela

Grossmann Heissler

Idade: 26 anos

Cidade: Lajeado

Representa: Django Promoções, Tarteri Jóias e Studio Glowe

Nome: Mariana Vale Brito

Idade: 24 anos

Cidade: Lajeado

Representa: Weiand

Toyota, Clube Esportivo Lajeadense e Espaço

Maison 18

Nome: Yasmin Rafaela

Lagemann

Idade: 22 anos

Cidade: Lajeado

Representa: Espaço

Carmem Saiva e Pada

Criativa

Nome: Gabriela Pereira dos Santos

Idade: 26 anos

Cidade: Lajeado

Representa: Girando Sol, Grupo Passarela e Sandra Weber Beleza e Bem Estar

Nome: Raíssa Schuster

Idade: 25 anos

Cidade: Lajeado

Representa: Clínica Liberte, Supermercado

Três Guris e Supnet Telecomunicações

Nome: Yasmin Victória

Scheer Mattuella

Idade: 19 anos

Cidade: Imigrante

Representa: Metalúrgica

Hassmann S.A., Grupo Lumi e Gota Limpa

A nova corte da Expovale será conhecida na noite de 17 de abril, em evento com transmissão ao vivo pelos canais da feira no Facebook e YouTube. O concurso de soberanas da Expovale 2026 conta com o patrocínio de Ane Stefani Moda Festa, Librelotto Tour, Maria Piccoli Cirurgia Plástica e Pienna Jóias.

VALE DO TAQUARI

Feira da Pitaya reúne mais de 40 mil visitantes em quatro dias

Evento chega à terceira edição e reforça a produção da fruta e o potencial turístico do município

A3ª Feira da Pitaya movimentou o município os últimos dias e reuniu mais de 40 mil visitantes ao longo dos quatro dias de programação. A edição deste ano é considerada a maior, e consolida a feira como uma das principais iniciativas de valorização da produção da fruta na região.

A programação contou com a participação de expositores, produtores e visitantes de diferentes cidades do Vale do Taquari e de outras regiões do estado. Além da comercialização da fruta e de produtos derivados, a feira também teve atividades culturais, espaços gastronômicos e atrações voltadas à comunidade.

Segundo o prefeito de Sério, Moisés de Freitas, o evento representa um marco para o município e demonstra o potencial da cidade para sediar grandes atividades voltadas à agricultura e ao turismo.

“O resultado alcançado foi possível graças ao trabalho coletivo envolvendo poder público, voluntários e parceiros da iniciativa”, salienta. O prefeito também agra-

Programação contou com a participação de expositores, produtores e visitantes de diferentes cidades do Vale e de outras regiões do estado

dece o envolvimento de expositores, produtores e patrocinadores.

Cadeia produtiva

Para a administração municipal, a feira contribui para fortalecer a cadeia produtiva da pitaya, incentivar a agricultura familiar e ampliar a visibilidade do município dentro do Vale do Taquari. Com a consolidação da terceira edição, a expectativa da organização é manter o evento no calendário regional e ampliar ainda mais a participação nas próximas edições. Segundo Freitas, a feira reforça o potencial de Sério para desenvolver iniciativas que valorizem a produção local e movimentem a economia do município.

Seis anos

A fruta leva aproximadamente dois anos para iniciar a produção após o plantio. Cada pé pode render até 20 quilos por safra, com cinco a seis floradas entre dezembro e maio. O cultivo se adapta melhor a climas quentes e úmidos, sendo sensível ao frio. Atualmente, seis produtores cultivam pitaya no município, mas a expectativa é chegar a cerca de 15 nos próximos anos. Entre as variedades, destacam-se as de polpa branca e roxa, além da amarela, que começa a ser introduzida. VOCAÇÃO

A introdução da pitaya no

município começou há cerca de seis anos, quando lideranças locais buscaram alternativas para ampliar a rentabilidade das propriedades rurais. Após visitas a produtores de Santa Catarina, Sério decidiu apostar na fruta exótica, tornando-se pioneiro na produção na região.

www.coquetel.com.br

Perturbação de espírito por desejo

Animal como o Gaguinho (inf.)

CRUZADAS

Técnica de tratamento da hemofilia Roedora

Que não é lógico

Compõem a paisagem do interior de Minas

Caminha rápido como os cavalos

Supressão de fonema (Gram.)

Descarga emocional Encher de pessoas

Letra que identifica o sotaque inglês Setor de cultivos (red.)

Autônomo; independente

Comandei; governei

Prática executada por assaltantes (pl.)

Ordem zoológica dos sapos

Cantora de "Royals"

Inofensivos Gás de minas de carvão

Dispositivo intrauterino (sigla)

A zona mais oleosa do rosto

"(?) de Nós Está Mentindo", série de TV Grupo sanguíneo do doador universal Som para imitar supostos fantasmas

Formato de certos decotes

Forma de tratamento dado às freiras

Monarca

Período que encerra a Antiguidade Clássica Raça de cães gigantes

Mechas de cabelos

Erasmo Carlos, cantor

Profissionais de escolas

Véspera, em inglês

Parte de casas onde fica o varal

BANCO 23 3/eve — tas. 5/grisu — lorde.

ÁRIES: Pesquise cursos de idioma, atualize o passaporte e dê o primeiro passo rumo à próxima aventura. 21/03 a 19/04

TOURO: Resolva as pendências financeiras com outras pessoas e ganhe alívio ao recuperar o controle da situação.

GÊMEOS: Aposte no diálogo para alinhar as expectativas no amor, sociedade ou parceria de negócios.

CÂNCER: Conte com uma dose extra de otimismo nas suas tarefas diárias e descubra formas de tornar o trabalho muito mais agradável.

LEÃO: Solte a criatividade e retome projetos pessoais que ficaram pausados. Encontros especiais animarão o clima.

VIRGEM: Aproveite para resolver pendências com a família, perdoar velhas mágoas e reaproximar pessoas queridas que andaram distantes.

LIBRA: Trocas de ideias estimulantes movimentarão o dia, que trará decisões importantes no trabalho e iniciativas para manter a saúde equilibrada.

ESCORPIÃO: Mantenha os pés no chão e coloque as estratégias em prática para multiplicar seus ganhos ao longo dos próximos dias.

SAGITÁRIO: Assuntos de família cobrarão revisões, tolerância com as falhas alheias e diálogos num tom profundo.

CAPRICÓRNIO: Desacelere, durma mais e organize os pensamentos. O dia pedirá momentos de relaxamento e sintonia com sua força interior.

AQUÁRIO: Motive a equipe, enriqueça sua rede com discussões estimulantes e amplie conexões e engajamentos.

PEIXES: Ambições profissionais ficarão claras. Mostre competência e assuma responsabilidades maiores.

Fere; machuca Samba, MPB e funk Marcelo (?), apresentador
SÉRIO
Fabiano Lautenschläger centraldejornalismo@grupoahora.net.br
FABIANO LAUTENSCHLAGER

ATLETAS DO VALE COMEMORAM TÍTULOS ESTADUAIS

Léo Gaúcho conquista paranaense pelo Operário. Chico da Costa é campeão mineiro com o Cruzeiro

Caetano Pretto caetano@grupoahora.net.br

Ofim de semana foi de festa Brasil afora com decisões dos principais campeonatos estaduais. Dois jogadores do Vale do Taquari deram a volta olímpica: Léo Gaúcho, do Operário, e Chico da Costa, do Cruzeiro. A final do Campeonato Paranaense ocorreu no sábado e teve o mesmo resultado da ida: empate em 0 a 0 entre Londrina e Operário. O confronto foi decidido nos pênaltis, quando o “Fastasma” levou a melhor ao vencer por 4 a 3. Natural de Lajeado, Léo Gaú-

Centroavante Léo Gaúcho foi peça fundamental no título do Operário no Paraná

cho foi peça fundamental do título paranaense. Disputou 12 jogos na competição, marcou três gols e contribuiu com uma assistência. O gol mais importante ocorreu na semifinal, em empate por 2 a 2 com o Coritiba no Couto Pereira. A atacante jogou os 90 minutos da decisão e foi um dos atletas

que desperdiçou o pênalti nas cobranças, nada que atrapalhasse o título. A conquista foi a segunda consecutiva do Operário.

TÍTULO E BRIGA EM MINAS GERAIS

Natural de Taquari, o centroavante Chico da Costa defende o Cruzeiro após boa passagem pelo Mirassol. O jogador atuou em cinco partidas no Campeonato Mineiro e levantou a taça nesse domingo.

A decisão do campeonato teve vitória do Cruzeiro por 1 a 0 sobre o Atlético-MG, mas foi marcada principalmente pela briga generalizada dentro de campo ao fim do jogo. 23 jogadores foram expulsos no confronto.

Chico da Costa não atuou na final, mas estava relacionado para a partida. O jogador ainda persegue o primeiro gol com a camisa cruzeirense.

Chico da Costa foi campeão mineiro atuando pelo Cruzeiro
FOTOS DIVULGAÇÃO

Equipe venceu o Gaúcho por 4 a 2 na partida de ida da semifinal

Ofim de semana esportivo no Vale do Taquari teve como destaque a partida de ida da semifinal em Progresso. A competição é a primeira a chegar na fase eliminatória na região.

Jogando em casa, o Gaúcho perdeu para o São João por 4 a 2. Robson e Bagé marcaram para a equipe da casa. Emerson, Petrini e Luiz Gustavo, em duas oportunidades, anotaram para o São João. Na volta, o Gaúcho necessitará vencer para levar a decisão aos pênaltis. O atual campeão São João joga pelo empate.

No veterano, o Flamengo de Cabeceira venceu o Flamengo de Xaxim por 5 a 0.

NOVA BRÉSCIA

Em Nova Bréscia, o Canarinho segue com chances de classificação. O time de Linha Pinheiros venceu o Esperança por 2 a 0 e viu o Imigrante perder para o Botafogo. Com isso a decisão da última vaga ficou para o próximo domingo.

ARROIO DO MEIO

Em Rui Barbosa, o Rui Barbosa venceu o Esperança por 5 a 2. O destaque ficou para João Moura, autor de gol e duas assistências. No outro jogo, o União aplicou 4 a 2 no Palmense. Já Cruzeiro e Forquetense empataram em 0 a 0. Com os resultados, a situação de Palmense e Esperança ficou complicada. Os times ainda não pontuaram e estão distantes cinco pontos do Cruzeiro, primeiro time na zona de classificação para semifinal.

SÃO JOÃO LARGA NA FRENTE EM PROGRESSO

RESULTADOS

TITULAR

Progresso – semifinal/ida

Gaúcho 2 x 4 São João

Monte Alverne – 8ª rodada

São Martinho 0 x 1 Boa Vista

Encantado – 3ª rodada

União 2 x 1 Cruzeiro

CAN 2 x 2 Ouro Verde

Nacional 0 x 0 Lago Azul

Imigrante – 2ª rodada

Canarinho 1 x 1 Riograndense

Cruzeiro 3 x 1 Ecas

Juventude 1 x 1 Avante

Arroio do Meio – 3ª rodada

Forquetense 0 x 0 Cruzeiro

Rui Barbosa 5 x 2 Esperança

Palmense 2 x 4 União

Estrela

Delfinense 0 x 1 São Luís

Aimoré 2 x 1 Atlântico

Boqueirão do Leão – 4ª rodada

São Roque 4 x 1 5 de Junho

Copa Vale do Sampaio – 4ª rodada

XV de Novembro 1 x 2 Santo

Antônio

Avante 4 x 1

Deodoro

Assoessa 3 x 0 Duvidosa

Nova Bréscia – 7ª rodada

Botafogo 2 x 0 Imigrante

Canarinho 3 x 1 Esperança

Intermunicipal – 3ª rodada

11 Amigos 1 x 3 Poço das Antas

Atlético Gaúcho 4 x 1 Flamengo

Juventude 0 x 4 Canabarrense

Ribeirense 1 x 4 Ouro Verde

Ezequiel Neitzke ezequiel@grupoahora.net.br
São João venceu o Gaúcho por 4 a 2 no jogo de ida das semifinais em Progresso
DIVULGAÇÃO
FUTEBOL AMADOR

Demandas antigas (e atuais)

A então prefeita de Lajeado, Carmen Regina Pereira Cardoso, firmava termo de concessão de uso de uma área de 525 metros quadrados, entre os bairros Nações e Jardim do Cedro, para a construção de cinco casas para famílias indígenas. Cada residência teria um custo de R$ 7 mil. Na época, a aldeia ficava às margens da ERS-130.

Em 2006, Lajeado foi o primeiro município a ceder a área por meio do Programa Estadual de Inclusão Indígena nas Políticas Públicas. Em todo o Rio Grande do Sul, cerca de

1,7 mil casas estavam projetadas para famílias indígenas. Vinte anos depois, na semana passada, as 60 famílias indígenas que vivem na Aldeia Kaingang Foxá de Lajeado, às margens da ERS-130, entre os bairros Santo Antônio e Jardim do Cedro, celebram uma conquista histórica.

A Câmara de Vereadores aprovou a regularização e doação de uma área de 44,3 mil metros quadrados, que será repassada à Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).

Ardêmio Heineck era eleito presidente da CIC-VT

O economista Oreno Ardêmio Heineck era reeleito presidente da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CIC) do Vale do Taquari. A gestão iria até 2008. A CIC-VT recém tinha sido fundada, em junho de 2005, quando Heineck assumiu a presidência da entidade junto à diretoria provisória. Como vice-presidente, estava Paulo Frehlich. O secretário era Jorge Mörschbächer e o tesoureiro era Joselito Pariz.

A grande novidade que a gestão implementaria seria a criação de sete departamentos dentro da CIC: assuntos regionais; relações com entidades associadas; relações com entidades externas e Poder Público; divulgação e marketing; indústria; comércio; e serviços. Na época, entre os projetos que a CIC regional defendia era o asfalto na ERS-332, entre Arvorezinha e Soledade. Além da reativação e privatização do Porto de Estrela.

Hoje é

- Dia do Sogro

- Dia do Telefone

- Dia do Conservador

- Dia Nacional de Combate ao Sedentarismo

- Dia Internacional das Juízas

- Dia Internacional da Peruca

- Dia Internacional da Gaita de Foles

Santo do dia: Quarenta Mártires de Sebaste

O velho problema dos buracos…

A Secretaria de Obras fazia reparos no calçamento das ruas principais de Lajeado, em especial, daquelas que recebiam tráfego de veículos pesados. Naqule tempo, as vias eram pavimentadas com paralelepípedos, que sofriam com as intempéries do tempo.

Esquina da Acil,

Esquina do Colégio

por Raica Franz Weiss
Em 2026, Aldeia Foxá finalmente terá sua área regularizada

HENRIQUE PEDERSINI

Jornalista

Solução ao trânsito passa por obras

Alterações no fluxo de veículos, novos acessos, pavimentações, reprogramação de semáforos… Tudo contribui para amenizar o desafiador cenário do trânsito de Lajeado em vários pontos da maior cidade do Vale. Mas todos os caminhos levam, literalmente, a investimentos em infraestrutura de grande impacto. Verdade que são obras milionárias e com uma complexidade em termos de engenharia, porém é a alternativa mais viável para

evitar um colapso na mobilidade. A última semana foi marcada por anúncios de novos grandes empreendimentos na construção civil, e tem sido assim com muita frequência. O crescimento orgânico e, de certa forma, desordenado, complica o deslocamento de um bairro a outro em vários horários. É a realidade da Pedro Theobaldo Breidenbach, em Conventos, que carece de mais “fugas” para a BR-386, ou da Avenida Benjamin Constant, onde o alargamento é tão urgente quanto na Avenida

Acolhimento aos imigrantes

A sugestão chegou até este jornalista em uma entrevista no programa da Rádio A Hora chamado “Rumo – O Futuro da Mão de Obra”, com Everaldo Delazeri, do Sine de Lajeado, e Franklin Lisboa, do Sine de Encantado. Eles indicam a necessidade de um suporte mais abrangente para estrangeiros que chegam até a região em busca de um recomeço.

Haitianos, senegaleses, dominicanos e filhos de muitas outras nações chegam ao Vale pelo cartaz de pleno emprego e boa qualidade de vida. E, como a carência por trabalhadores é grande, cabe pensar em um “boasvindas” mais completo a esse público.

A sugestão de quem atua nesta interlocução é uma unidade regional para elaboração de documentos, contato com líderes do país de origem desses imigrantes já instalados no Vale e auxílio para obter moradia, acesso à escola para os filhos e integração com a comunidade.

Senador Alberto Pasqualini, no Centro, Americano, São Cristóvão e Universitário.

Viadutos, túneis, trincheiras, rótulas… A engenharia responde quais investimentos são adequados para cada ponto crítico. Mas o governo de Lajeado está provocado e autorizado a aportar ainda mais recursos e até buscar linhas de crédito, se for necessário, para viabilizar projetos que não tornem os deslocamentos uma experiência tão desafiadora. O investimento se justifica pelo resultado.

Rapidinho…

- Obras na ERS-130, entre Arroio do Meio e Lajeado, seguem até 20 de março. O serviço cria condições temporárias no fluxo, e isso é natural. Um exemplo está na pintura da sinalização que divide as faixas e indica trechos liberados para ultrapassagem. Isso requer bom senso do policiamento rodoviário sobre eventuais dúvidas dos motoristas em função da falta de sinalização adequada.

- Passam as semanas e Encantado ainda não conseguiu se desligar do cenário negativo na entrada da cidade, junto ao seu pórtico. O antigo prédio do Curtume Aimoré não condiz em nada com a inovação implementada na gestão pública ou com a imponência e beleza do complexo do Boulevard e do Cristo Protetor. A informação é que passivos ambientais anteriores ao leilão do ano passado atrapalham o aproveitamento da estrutura.

GABRIEL

Estabilidade gera confiança, confiança gera investimento

Investimento de longo prazo exige mais do que oportunidades pontuais. Depende, sobretudo, de confiança. No Rio Grande do Sul, o que se consolidou não foi apenas um ciclo de crescimento, mas a construção de um ambiente que transmite credibilidade. Isso é resultado de escolhas feitas ao longo do tempo, com contas organizadas, menor incerteza política e foco em resultados concretos, criando segurança jurídica e solidez, combustível do investimento privado. Os números ajudam a dimensionar essa mudança, que colocou o Estado em um patamar muito superior ao vivido antes da agenda de reformas que colocou as contas em dia. Entre 2020 e 2024, o volume anual de investimentos privados praticamente quadruplicou, passando de R$ 26,5 bilhões para R$ 104,7 bilhões. Já em 2025, mesmo diante de um cenário adverso, esse volume se manteve elevado, com R$ 91,4 bilhões em aportes anunciados ou realizados. Além disso, 2025 registrou o maior número de abertura de empresas dos últimos 22 anos, com quase 300 mil novos negócios, alta de quase 14% em relação a 2024.

Entre 2020 e 2024, o volume anual de investimentos privados praticamente quadruplicou, passando de R$ 26,5 bilhões para R$ 104,7 bilhões”

Grande parte desses investimentos está concentrada em setores estratégicos, como energia, especialmente renovável, indústria de transformação e grandes operações logísticas. Esse perfil revela uma mudança estrutural, na qual o investidor, diante da responsabilidade fiscal e da estabilidade institucional, define onde alocar recursos com olhar no futuro. O desempenho recente da economia confirma essa trajetória. No 3º trimestre de 2025, o PIB gaúcho cresceu 4,5% em relação ao trimestre anterior, acima da média nacional.

Nesse contexto, o governo também faz a sua parte. Em 2025, foram R$ 4,1 bilhões em investimentos públicos direcionados à infraestrutura. Investimento público responsável não substitui o privado, mas cria as condições para que ele aconteça. Mais do que uma virtude administrativa, um ambiente político menos polarizado, com contas organizadas e gestão eficiente se transforma em ativo econômico. O Rio Grande do Sul está diferente e vem demonstrando que estabilidade gera confiança e confiança gera investimento, crescimento e oportunidades para os gaúchos.

Terça-feira, 10 de março de 2026

Fechamento da edição: 18h

MÍN: 18º | MÁX: 27º

No decorrer do dia, ocorrem períodos de maior nebulosidade com pancadas de chuva e temporais muito isolados, intercalados por intervalos de melhoria, com possíveis aberturas.

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A Hora - 10/03/2026 by Jornal A Hora - Issuu