Evento comemorativo aos 141 anos do município une atividades culturais, esportivas e diversão. Primeiro fim de semana também terá o 3º Encontro Nacional de Motorhomes, além do baile do Festival do Chucrute.
Conexão
ASSALTO A BANCOS
Investigação com mais de um ano sobre assaltos no interior resultou na Operação Tríade, da Polícia Civil. Foram cumpridos cem mandados em 13 cidades do RS. Na região, Lajeado e Teutônia tiveram ações. Dois suspeitos foram presos.
Página 13
FONTE:NIH/UNIVATES
VALE DOS ALIMENTOS
Debate aponta desafios e jornada mostra caminhos
Começou ontem a Jornada da Alimentação. O evento organizado pela Associação Comercial e Industrial de Lajeado (Acil) e pela agência Agea propõe momentos de discussão e troca de experiências sobre a principal atividade
econômica da região. Antes do lançamento oficial, A Hora promoveu mais uma edição do Pensar o Vale. Na terça-feira, painelistas abordaram a importância de o Vale criar uma marca para servir de identidade no estado e no país.
Páginas 4 a 6
Univates estuda abrigar nova sede
Governo e reitoria do Centro Universitário Uni vates iniciam tratativas para debater a instalação do hospital da FundeF no câmpus. Negociação é incipiente. Direção da fun dação se reúne hoje para reavaliar o uso de área já doada pelo município.
Página 8
Página 5
ÁGUA EM ESTRELA Página 10 MP exige da
A falta de água tratada para moradores da localidade de Santa Rita tem prazo para ser solucionada. O Ministério Público concedeu 60 dias à Corsan fazer a extensão da rede. Estimativa é que 85% do contrato com o município foi descumprido
Os artigos e colunas publicados não traduzem necessariamente a opinião do jornal e são de inteira responsabilidade de seus autores.
Tiragem média por edição: 6.000 exemplares. Disponível para verificação junto ao impressor (ZH Editora Jornalística)
Adecisão de regionalizar partos, restringindo o procedimento pelo SUS nas casas de saúde menores, evoca um sentimento de perda na população. As críticas são inevitáveis, pois o hospital é um ponto de referência das comunidades. Ainda assim, manter estruturas sem uma demanda diária para nascimentos se torna insustentável. Esse processo já ocorre quando se estabelecem as instituições de referência.
Editorial
Um processo inevitável
INDICADORES ECONÔMICOS
COMPRA VENDA
do dia anterior até 17:45h, Valor econômico.
Com o quadro de restrição nos investimentos públicos, em especial do Estado e da federação, os municípios precisam intervir e aumentar o custeio. Exemplos pelo Vale são notórios e de conhecimento público. A cada ano, direções das casas de saúde e prefeitos precisam negociar termos e percentuais de reajuste do contrato.
A discussão necessária deve partir dos custos da atividade hospitalar frente ao agravamento da situação financeira dos hospitais nos últimos dois anos. Junto com a defasagem da tabela do SUS, sem reajuste faz mais de uma década, o governo estadual reduziu os incentivos.”
A discussão necessária deve partir dos custos da atividade hospitalar frente ao agravamento da situação financeira dos hospitais nos últimos dois anos. Junto com a defasagem da tabela do SUS, sem reajuste faz mais de uma década, o governo estadual reduziu os incentivos.
Como resultado, as casas de saúde, tanto as pequenas quanto as grandes, entraram em um declínio alarmante. Na região, em 37 cidades, são 20 hospitais. Alguns têm um leito para 65 moradores. Enquanto isso, no HBB de Lajeado, são 592 habitantes por leito. Isso faz com que os recursos públicos fiquem espalhados. Os prefeitos dividem o mesmo recurso destinado às entidades.
O fechamento de um hospital, por menor que seja, causa um impacto político. Os agentes
públicos conhecem a repercussão de uma notícia dessas na comunidade. Tanto que, para ajudar, extrapolam o percentual de 15% exigido em lei. Algumas cidades destinam 12% só para os hospitais. Somado a isso, entram os custos para a atenção básica nos postos de saúde.
No debate Pensar o Vale, no dia 19 de abril, a temática foi a saúde pública. Na ocasião, o coordenador do curso de Medicina da Univates, médico Luiz Fernando Kehl, frisou que o “sistema está fadado a sucumbir, porque não há dinheiro que suporte o custo dos serviços.”
Durante a discussão, a solução foi unânime: é preciso criar uma rede regional de atendimento, com o fortalecimento da atenção básica e da divisão de referências entre as casas de saúde. A normativa dos partos vem nessa esteira.
Suicídio: quando falar é a melhor solução
Baleia azul. O nome parece remeter a um jogo inocente, mas os relatos sobre os jovens que participam dele têm preocupado pais e educadores. Com os primeiros relatos surgidos na Rússia, o jogo acontece por meio das redes sociais, com a presença de um moderador que é responsável por distribuir os desafios aos participantes.
Ao total são 50 desafios diários com características violentas, como cortar o próprio lábio, fazer desenhos de uma baleia ou escrever com uma navalha no
próprio corpo. O desafio final é tirar a própria vida, o suicídio.
Em virtude da sua rápida expansão pelo país, há poucos dados referentes ao jogo. No entanto, já sabemos que anualmente morrem mais de 800 mil pessoas por suicídio no mundo, segundo dados da agência da ONU.
Além disso, o suicídio é a segunda principal causa de morte entre os jovens de 15 a 29 anos. A adolescência é um período de muita turbulência no qual o controle do impulso ainda está em formação, por isso, esse é o públi-
co mais vulnerável a esses jogos. A boa notícia é que os suicídios podem ser evitados sim. Entre as medidas de prevenção, estão a conversa, seja com os pais, professores ou amigos. Precisamos falar sobre conflitos, depressão, violência, bullying e, especialmente, suicídio. As pessoas precisam ter a oportunidade de conversar e saber que podem pedir ajuda quando for necessário.
Os pais também precisam ter um papel fundamental e presente no crescimento e desenvolvimento dos adolescentes. Você sabe
dos problemas que seu filho está vivendo? Sabe se ele tem sofrido bullying na escola? Antigamente, os cuidados eram “terceirizados” com babás ou escolas. Hoje, estamos terceirizando a atenção aos nossos filhos com a internet. Portanto, é preciso participar da vida deles. Devemos saber o que eles assistem, com quem falam e o que falam. Precisamos rever a forma como estamos tratando uns aos outros, precisamos rever a forma como estamos cuidando uns dos outros. Urgentemente!
Fundado em 1º de julho de 2002 Vale do Taquari - Lajeado - RS
Cassiane Echevenguá dos Santos Amaral. Psicóloga clínica e professora universitária
Artigo
“Burrocracia”
Oalemão Max Weber é um dos mais renomados pensadores sociais. Dizia, ele, que “a burocracia tem como intuito maximizar a eficiência em uma empresa.” Para o fundador da teoria sociológica clássica, “a burocracia deveria ser vista como um recurso de organização em um sistema.” De fato, deveria. Mas no mundo real a burocracia é sinônimo de ineficiência. E isso enche o saco.
É impressionante como o Estado e suas ramificações atrapalham nosso dia a dia. É desgastante a forma como ele engessa certos mecanismos, transformando simples ações do cotidiano em verdadeiros martírios.
Nesta semana, tive o desprazer de iniciar o trâmite de renovação da minha carteira nacional de habilitação (CNH). Sabia, de antemão, que a empresa credenciada pelo Detran solicitaria um comprovante de residência para dar seguimento ao processo burocrático.
Levei ao Centro de Formação de Condutores, o CFC, um documento enviado pelo Detran para a minha residência. Nesse documento, o órgão regulador do CFC me avisava da necessidade de renovação, e solicitava que eu me dirigisse ao local para iniciar o trâmite. Eu recebi o documento no meu endereço. Fui até o CFC, mas o CFC não aceitou esse mes-
mo documento como comprovante de residência.
Pois bem. Tive então que sair em busca de um comprovante de residência que o CFC aceitasse. Algo que, sei, eu poderia ter evitado se tivesse buscado informações anteriormente. Em parte, é culpa minha. Mas é porque eu ainda confio no bom senso e tenho a otimista previsão de que tudo será simples e eficaz. Novamente dei com os burros n’água. Nada no Estado é simples.
Não consegui juntar a documentação e voltei no dia seguinte. Após preencher a papelada, recebo um boleto de pagamento da guia de arrecadação do Detran, o GAD. São R$ 209,44 para carteira A e B. Desse valor, R$ 66 são para o “exame de aptidão física e mental”. Para minha surpresa, não é permitido quitar a taxa no mesmo local. Fui informado sobre alguns poucos bancos autorizados. Como o horário já estava um pouco avançado, não tive como pagar naquela tarde. Deixei para o dia seguinte.
Com a guia paga, consegui marcar o tal exame médico. Esse, sim, realizado na sede do CFC. Menos mal? Claro que não. Estamos falando do Estado, lembram? O exame é uma das principais razões deste meu desabafo. Afinal, tanta burocracia para agendá-lo me fez pensar que seria algo um tanto quanto extraordinário. Outra vez, com os burros n’ água.
O presidente da câmara de Guaporé, vereador Ademir Damo (PDT), teve o mandato cassado por unanimidade pelos procuradores do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Ele, que foi o terceiro mais votado na cidade, com 964 votos,
O exame durou menos de um minuto. Citei quatro letras dispostas em um quadro, acertei as três cores do semáforo em uma espécie de microscópio e disse que não tinha ideia da média da minha pressão arterial. O médico responsável não mediu minha pressão. Apertou quatro ou cinco teclas no computador, pediu minha assinatura e gritou: “Próximo!”
Vejam bem. Eu não sou um liberal e estou aqui falando mal do Estado. Por quê? É simples. Porque um Estado ineficiente é a maior propaganda contra o Estado. Não perceber essas discrepâncias entre o que é necessário e o que deveria ser imediatamente repassado para a iniciativa privada – sem interferências burras – é o desafio.
No caso da CNH, eu enfrentei um intenso processo burocrático exigido pelo Estado e, mesmo se estivesse com a saúde absolutamente debilitada para conduzir veículos, eu estaria aprovado no exame médico. Percebem o tamanho da ineficiência? E esse caso não é dos mais graves.
Após a criação da União Soviética, o termo burocracia apareceu como uma crítica à rigidez do aparelho do Estado. Surgiu como uma crítica aos partidos políticos que sufocavam a democracia. Já passou da hora de revermos as razões pelas quais o termo adquiriu fortes conotações negativas.
foi condenado em razão da oferta de dinheiro, exames médicos e cedência de horas-máquina pela prefeitura com a finalidade de obter os votos dos eleitores. Damo também foi condenado a pagar multa de R$ 5,3 mil. Durante as investigações, o vereador cassado foi flagrado em gravações de áudio e vídeo durante a campanha eleitoral do ano passado. Em uma delas, oferece R$ 150 a uma eleitora. Damo preside o diretório municipal do PDT e ainda tentará reverter a condenação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Heitor Hoppe no governo PP
O prefeito de Lajeado, Marcelo Caumo, confirma Heitor Hoppe, ex-presidente da câmara de vereadores, como coordenador da Defesa Civil. Hoppe foi, por muitos anos, filiado ao PT, principal adversário político do PP. Formado em Ciências Econômicas pela Univates, o ex-petista se aposentou no fim de 2016 como servidor do Banco do Brasil. Nos bastidores, a saída dele do PT pegou mal.
Tiro Curto
– O processo movido pelo Ministério Público contra o prefeito de Estrela, Carlos Rafael Malmann (PMDB), referente à compra – com recursos públicos – do Prêmio Gestor, será analisado na próxima sessão de julgamento da 4ª Câmara Criminal do TJ, no dia 25 de maio;
– Waldir Blau (PMDB), presidente da câmara de Lajeado, promete entrar na Justiça contra as obras de pavimentação pelo PAC. Diz que a ação será movida por moradores da rua Romeu Júlio Scherer, que estariam pagando valores quase 100% acima do normal pelo asfalto. A procuradoria jurídica do governo prefere aguardar decisão judicial;
– Em Roca Sales, as sessões do Legislativo passam a ser transmitidas pela internet. O mesmo já ocorre com Estrela. Em Lajeado, as transmissões são via TV a cabo;
– A Associação Cultural Vocalize, em parceria com a Escola de Música Josélia Jantsch Ferla, criou um grupo de formação de cantores de canto coral. Vale a pena acompanhar esses novos talentos;
– O artista lajeadense Alessandro Cenci está com uma exposição bacana no foyer do Teatro do Ceat. Esculturas de sucata, xilogravuras, telas, collage. Vale a pena dar uma espiadinha;
– Em Arroio do Meio, o PP realiza sua convenção para escolha do diretório 2017-2019 no dia 20, na câmara de vereadores. Dos atuais 72 membros, 20 ficam;
– A delação dos donos da JBS deveria ser destruidora para o presidente ilegítimo, Michel Temer, gravado em situações extremamente embaraçosas. Deveria. Pois, no Brasil, só isso não basta para derrubar um presidente. Boa quinta-feira a todos!
Onde se cria muita dificuldade, há sempre alguém vendendo facilidades. Lori Tansey
Poda em terreno particular não é prevista em lei
O vereador de Lajeado, Sérgio Kniphoff (PT), denuncia erros nos serviços de poda por parte da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Agricultura (Sedetag). Na terça-feira, mostrou fotos de um servidor público cortando galhos no pátio de uma empresa privada, instalada no mesmo imóvel do empreendimento do ex-vereador, Adir Cerutti, hoje lotado na Sedetag.
Inicialmente, a Sedetag confirmou a poda naquele local, argumentando se tratar de um “serviço público que foi pago pela empresa”, e que estaria balizado por um decreto municipal assinado em 2016. Entretanto, nesse decreto não consta a possibilidade de podas. E na nota fiscal referente ao acordo entre secretaria e empresa privada, consta apenas o aluguel de uma “retroescavadeira”.
VALE DOS ALIMENTOS
Criar uma agência, um selo e integrar os setores são urgências
Conquistar e explorar o conceito de Vale dos Alimentos estado e país afora depende de políticas público-privadas e de estratégias coletivas de organização
Reportagem, Carolina
Lajeado
Para avançar e ganhar destaque no mercado, o setor alimentício da região ainda enfrenta uma série de desafios. É o que apontam líderes regionais e especialistas do ramo que participaram da última edição do Pensar o Vale. Realizado na Docile Alimentos, nesta semana, o debate promovido pelo A Hora possibilitou que se definissem cinco grandes frentes para que o Vale dos Alimentos se consolide.
São elas: a integração dos empresários, produtores e entidades; a criação de um selo de origem, uma agência de desenvolvimento, um conceito gastronômico; e a introdução de novas tecnologias, que permitam a inovação. Desafios não só para a indústria, responsável por empregar mais de 17 mil pessoas, mas também para a produção primária, que chega a manter 80% das famílias em alguns municípios do Vale.
Participaram do debate a presidente do Conselho de Desenvolvimento do Vale do Taquari (Codevat) e gerente da Inovates, Cintia Agostini; o presidente da Câmara de Indústria e Comércio (CIC), Ito Lanius; o presidente da 1ª Jornada dos Alimentos, Gilberto Soares; o sociólogo e ex-secretário estadual de Ciência e Tecnologia, Renato de Oliveira; e um dos
diretores da Docile, Ricardo Heineck. De forma conjunta, em direções semelhantes, eles firmaram um diálogo, mediado pelo diretor de Redação do A Hora Fernando Weiss, e apontaram caminhos para melhorar o que já é feito por aqui, mantendo as raízes cooperativas, e associativistas, bem como a qualidade dos produtos.
Parceria entre empresariado
A falta de diálogo entre os entes do setor alimentício foi um dos desafios apontados pelos debatedores. Preocupados em manter o próprio negócio, os empresários estariam se esquecendo de olhar para o lado, planejar em conjunto e firmar parcerias locais.
“Não avançamos sem um ambiente adequado de discussão. As empresas precisam perder o medo de conversar. Precisamos expandir em conhecimento, trocar informações, começar a trabalhar em conjunto com a academia, Univates, Unisc. Temos a obrigação de sermos líderes”, aponta Soares.
“As partes estão organizadas, mas falta o todo se articular para mobilizar a força da região. Está tudo pronto, precisamos ligar a máquina, e articular com a indústria. O que podemos fazer para sermos diferentes de outros polos
produtores?”, questiona Lanius. Heineck também vê possibilidades nesse caminho, mas admite que o empresariado está se olhando pouco. “Uma justificativa talvez seria o enorme esforço que fazemos para nos mantermos em pé. Mas tudo é uma questão de prioridade, se quisermos, dá tempo. Precisamos perceber isso. Porque as ações em grupo são muito mais fortes que as individuais.” Ele ressalta que, apesar de ser grande, a empresa acredita que precisa se integrar aos demais, afinal, está inserida num contexto regional, que interfere em suas ações. “Pode até parecer meio político, mas se é importante para o Vale, é importante para nós, pois vamos crescer também. A medida que ocorrer essa troca de informação, experiências, troca de contatos, todos ganham”, considera.
Alimento que agrada
ao paladar e à saúde
A integração regional seria a propulsora de avanços regionais, em diferentes questões, avaliam os debatedores. Lanius acredita que trabalhar a junção de pro -
dutos hoje comercializados em diferentes feiras, como o leite, o suíno e o frango, seria uma alternativa para alavancar a cadeia. “A Agroind é um ensaio do que
empresas precisam perder o medo de conversar. Temos a obrigação de sermos líderes.”
conservadora. Sabemos produzir muito bem, mas como nos diferenciar e ser reconhecidos em outros mercados? Precisamos inovar.”
Gilberto Soares, presidente da 1ª Jornada da Alimentação Cintia Agostini, presidente do Codevat
Chaves
Desenvolvimento Regional Sustentável
Debate reuniu líderes regionais e
na Europa.“O mercado exige essas adaptações. Quer qualidade, feita com sustentabilidade. O que demanda o emprego de alta tecnologia para dominar essas propriedades.”
Na região, movimentos são feitos na busca por inovação. A Docile é um exemplo. “Quando vamos entrar num nicho novo, aprendemos, nos inteiramos primeiro. Mas o segundo passo sempre é O que vamos fazer de diferente? Isso sempre requer investimento em tecnologia, em pessoal, equipamentos. Ser completamente inovador é totalmente complicado. Mas quanto mais cuidado o produto necessita, maior o diferencial criado.”
Porém, no setor como um todo, a adaptação a esses novos mercados ainda é um processo
longo. Abrir o olhar para outras frentes e novas perspectivas seria um avanço, aponta Cintia. “Ainda temos uma indústria muito conservadora. Sabemos produzir muito bem, o frango, o suíno, o leite, mas como nos diferenciar e ser reconhecidos em outros mercados? Precisamos inovar, e parar de ser reconhecidos como vendedores de commodities.”
A Inovates, gerenciada por ela, pode ser uma parceira das empresas nessa empreitada. A parte laboratorial alimentícia é a melhor do RS, afirma. “Precisa ser melhor aproveitada.” Mas Lanius admite que a CIC ainda não é proativa nesse sentido, acaba remediando problemas, e buscando poucas novidades.
pode ser feito.”
Nesse contexto, além do produto, por si só, poderia ser agregado o fator gastronômico, aponta Oliveira. Ele percebe que falta uma identidade na comida feita no Vale, e também no estado. “É uma alternativa para chamar a atenção das pessoas. Uma maneira de induzir a demanda, senão sempre estaremos correndo atrás do consumo”, alerta.
Inovação aliada à tecnologia
Oliveira aponta que hoje o setor de alimentos sofre um processo de transformação no mundo. A produção standart, maioria no Brasil, perde espaço para produtos que mantenham a maior quantidade possível das características naturais dos
Que o próprio consumidor associe o alimento da nossa região a alguma coisa.”
alimentos, assim como aqueles que tenham benefícios funcionais em grande escala. Mudança ligada à modificação de hábitos de consumo, voltados cada vez mais à saúde, e também ao retorno das populações ao campo, o que já ocorre
é importante para o Vale, é importante para nós, pois vamos crescer também. À medida que ocorrer essa troca de informação, todos ganham”
Renato de Oliveira, sociólogo e professor da Univates
SELO DE ORIGEM: Vale dos Alimentos
Estabelecer uma marca da região, que permita ser reconhecida, é um dos desafios mais complexos. Isso porque exige, além da pesquisa tecnológica, a definição de modelos de controle, e padrões que nem sequer foram discutidos de modo regional. Em seu plano estratégico, o Codevat apresentará alguns projetos que possam dar início a esse processo.
falta o todo se articular para mobilizar a força da região. Está tudo pronto, precisamos ligar a máquina”
Ito Lanius, presidente da CIC especialistas no ramo alimentício. Cinco grandes frentes foram instituídas como princípios norteadores para a
Ricardo Heineck, diretor da Docile Alimentos
Porém, esse passo depende não só de planos, mas de execução. “Precisamos de políticas públicas, de apoio, para que isso seja implementado. É necessário fazer o controle das cadeias, principalmente do leite, e potencializar as agroindústrias.”
Soares cita como exemplo o Vale dos Vinhedos, que em cerca de 30 anos ganhou reconhecimento internacional por meio de sua produção local. “Eles se organizaram, trabalharam para melhorar a qualidade, e Garibaldi hoje tem um dos melhores espumantes.”
O mesmo caso ocorre no Vale dos Calçados. “Eles definiram o que é um bom sapato e, por meio da pesquisa tecnológica, conseguiram ser reconhecidos pelo conforto. Será que não é isso que falta para o alimento no Vale? Que o próprio consumidor associe o alimento da nossa região a alguma coisa?”, questiona Oliveira.
Na pauta há anos, a Agência de Desenvolvimento poderá ser a possibilitadora principal desse processo, apontam os debatedores. Hoje a região conta com o apoio voluntário de entidades, como a CIC e o Codevat, para alavancar os diferentes setores. Contratada, a agência poderia trabalhar especifica-
mente nesse sentido, unindo os empresários, pensando e executando alternativas para a cadeia.“Já falamos bastante nesse sentido. Não adianta ter o planejamento, se não há alguém que faça. Então esse assunto volta à nossa conversa, e precisa ter andamento”, considera Cintia.
região
ANDERSON LOPES
AlimentAçãoRS visa organizar segmento
Seminários da Jornada Técnica ocorrem hoje e amanhã no hotel Weiand, em Lajeado
go prazo capazes de promover o desenvolvimento.
“Temos muitas convergências para ser um polo estadual e nacional em alimentos”, alega. Entre elas, ressalta a existência de empresas de destaque no setor, e a presença do Tecnovates, centro tecnológico da Univates que tem a produção de alimentos como foco principal.
Representantes do setor produtivo mais relevante para a região se reuniram ontem para o coquetel de abertura
bricação, legislação e acesso ao crédito.
A abertura coube ao presidente da Associação Comercial e Industrial de Lajeado (Acil), Miguel Arenhart. Ele falou sobre a importância do tema para a economia da região. Segundo ele, a jornada reunirá em um único ambiente todos os agentes envolvidos no setor com a mesma intenção, a de produzir alimentos com qualidade cada vez mais elevada e fazer com que o Vale do Taquari seja reconhecido como o Vale
mentar, boas práticas de fa -
Coordenador da Jornada, o publicitário Gilberto Soares relatou as diferentes tentativas para construir um ambiente propício para a construção do
conceito “Vale dos Alimentos”. Segundo ele, a região precisa trabalhar com projetos de lon -
ALIMENTAR IDEIAS
Durante a abertura da Jornada Técnica da Alimentação, outro projeto voltado ao setor também foi lançado. É a revista Alimentar Ideias, desenvolvida por meio de parceria entre o A Hora, a Agea e o Tecnovates.
Conforme Soares, o segmento representa 80% do total da economia da região e 70% dos produtos industrializados no Vale. Porém, ressalta a carência de dados concretos sobre o setor capazes de apontar diretrizes para empresas e poder público.
De acordo com o diretor-geral do A Hora, Adair Weiss, a revista será trimestral e terá abrangência estadual. A intenção é publicar a primeira edição no segundo semestre. Conforme Weiss, o projeto une as expertises das três organizações envolvidas.
Segundo ele, ao mesmo tempo em que
Segundo ele, a estruturação do setor é fundamental para evitar a derrocada do segmento. Lembra que existem regiões que outrora foram polo em determinada cultura produtiva, mas que deixaram de ser referência devido à ausência de organização.
Coordenadora do Tecnovates, Simone Stulp ressaltou a construção coletiva voltada para o futuro. Segundo ela, o evento dará a energia necessária para dar seguimento ao projeto de transformar a região no Vale dos Alimentos. “Estamos semeando mais um passo nesse nosso sonho.”
o Tecnovates contribui com a experiência adquirida no complexo moderno e de alto potencial, a Agea tem, por meio de Gilberto Soares, o conhecimento estratégico do projeto Vale dos Alimentos. “O A Hora tem compromisso em ser parceiro de propostas relevantes para o desenvolvimento regional.”
Para Weiss, transformar essas expertises em uma revista relevante para o estado é o principal desafio. O material terá conteúdo técnico, baseado em dados e pesquisas, além de artigos de opinião exclusivos assinados por pessoas reconhecidas no setor.
Vale do Taquari
Para o coordenador do evento, Gilberto Soares, o Vale do Taquari tem a oportunidade para se tornar referência nacional
FOTOS ANDERSON LOPES
Executivo leiloa veículos e equipamentos
Leilão ocorre no dia 2 de junho
Bens estão expostos no Parque de Máquinas e leilão ocorre no ginásio municipal
Santa Clara do Sul
Aadministração municipal realiza leilão público de uma retroescavadeira, uma ambulância Ducato, dois veículos Celta, um Corolla, uma carregadeira e uma roçadeira hidráulica, além de equipamentos gerais (mais detalhes abaixo), no dia 2 de junho. O início ocorre às 9h, no ginásio municipal, na rua Capi-
tão Nicolau Klein, 533, no centro. Os bens que serão vendidos podem ser visitados nos dias 31 de maio e 1º de junho, no horário das 9h às 11h e das 14h às 16h, no Parque de Máquinas. Os interessados devem retirar o edital no Departamento de Licitações no Centro Administrativo, das 8h às 11h30min, de segunda a sexta-feira, ou por meio do www. santaclaradosul-rs.com.br. Mais informações pelo 3782-2250
ALGUNS ITENS OFERTADOS
– Retroescavadeira CASE, ano/modelo 2010, avaliada em R$ 84 mil
– Ducato Ambulância, ano 2009/modelo 2010, avaliada em R$ 30 mil
– Celta, ano 2006/modelo 2007, avaliado em R$ 6 mil
– Corolla XEI 1.8, ano/modelo 2009, avaliado em R$ 24 mil
– Carregadeira modelo LW/350, ano 2011, avaliada em R$ 84 mil
– Celta 1.0 Spirit, ano 2010/modelo 2011, avaliado em R$ 7 mil
– Roçadeira hidráulica com braço, avaliada em R$ 7 mil
Obs: a lista completa está disponível em www.santaclaradosul-rs.com.br
Curso Técnico em Comunicação debate marketing digital
Lajeado
O curso técnico em Comunicação Visual da Univates traz a Lajeado, no dia 25, nomes do marketing digital para debater sobre o uso da internet nos negócios. A programação faz parte da 4ª Roda de Conversa do Técnico em Comunicação e inicia às
19h10min, no auditório do Prédio 7 da Univates.
O evento conta com três painéis: “Mercado Publicitário no Digital para alavancar negócios”, com Rafael Martins; “Presença digital da ZH e ampliação no segmento da Comunicação”, com Barbara Nickel, e “Big Data”, com Letícia Ange Pozza.
RAFAEL SIMONIS/DIVULGAÇÃO
Governo sugere acordo entre Univates e FundeF
Tratativas avaliam forma de construir hospital
Lajeado
OExecutivo tenta intermediar uma nova negociação entre a reitoria da Univates e a direção da FundeF. O objetivo é desfazer o acordo que previa a doação de uma área próxima ao Rio Forqueta para construção do hospital da entidade, e levar o empreendimento para dentro do câmpus.
As tratativas iniciaram na semana passada. Em reunião com um grupo de pessoas que fazem parte da direção da FundeF, o governo recebeu algumas reclamações acerca do terreno doado pelo município à fundação, que está localizado no bairro Universitário. Dificuldades
de acesso, de transporte público e outras foram apresentadas.
Entre os entraves, a direção da entidade reclama das contrapartidas definidas por meio do projeto de lei aprovado na câmara de vereadores, que autorizou a doação do imóvel com 6,2 mil metros quadrados de área. Segundo a lei, a FundeF teria que construir praças, academia ao ar livre, quadra de esportes, e ainda pavimentar duas vias públicas e algumas calçadas.
“O custo com toda essa contrapartida acaba ficando quase ou tão mais caro do que o valor do próprio terreno. Isso acaba inviabilizando as intenções da fundação”, avalia o assessor especial do Gabinete do Prefeito, Ítalo Re-
ali, que ajuda a intermediar as negociações.
Conforme Reali, a intenção é levar toda a estrutura da FundeF para dentro da Univates. Ele garante que o trâmite está “muito bem encaminhado”, e enaltece o relacionamento entre a reitoria do centro universitário e os integrantes do governo. “A instituição de ensino tem cursos de Medicina, Odontologia, Fisioterapia, são todas áreas que teriam muito a acrescentar no trabalho da fundação.”
Além disso, explica Reali, a presença da FundeF dentro da Univates abriria um novo leque para a busca por recursos públicos estaduais, federais e até internacionais. “É um novo nicho cheio de
O reitor da Univates, Ney Lazzari, também confirma o início das tratativas. “O prefeito nos contatou para ver se haveria algum tipo de interesse em ter o hospital da Fundef na área da Univates. Ainda não respondemos. Mas há uma decisão de não ter hospital e, sim, parceria.” Segundo ele, já existem acordos com convênios assinados por mais de dez anos com oito hospitais. Lazzari faz questão de enaltecer o trabalho da fundação. Entretanto, alerta para as dificuldades de a entidade se manter atendendo
oportunidades que estamos tentando abrir”, resume o assessor. A ideia inicial é instalar a equipe em um prédio próximo ao centro clínico da instituição e, em outro momento, concluir o hospital.
“Não houve proposta”
Um dos integrantes da diretoria da FundeF, e ex-secretário de Saúde de Lajeado no governo de Carmen Regina Cardoso, Renato Specht, confirma o início das tratativas. Entretanto, garante que as negociações são bastante incipientes. “Não houve proposta. Eles demonstraram interesse. Agora começam as tratativas. Pois a princípio ainda existe o terreno doado para nosso hospital próprio.”
Hoje, confirma Specht, a direção da FundeF volta a se reunir para debater o assunto. Na semana passada, o encontro foi com a reitoria da Univates. “A princípio, esse encontro foi só para ouvir as partes. Ver se há algum interes-
praticamente só pelo SUS. “O trabalho é espetacular, altamente meritório e de relevância social incomparável. Mas quem mantém, hoje, são empresas e indivíduos de Lajeado, por meio de doações, e de forma mais intensa o HBB.”
Ainda não há uma resposta oficial da Univates quanto à ideia aventada pelo governo municipal. “Mas há uma postura da Univates, que é histórica, de não assumir responsabilidades que não lhe competem para não pôr em risco aquilo que é o seu 'core business'”, finaliza o reitor.
se. E vagamente foram colocados alguns interesses”, reitera o ex-secretário municipal.
“Há vontade política”
Para o coordenador do curso de Medicina da Univates, Luiz Fernando Kehl, uma aproximação maior entre o centro universitário e a fundação é vista com bons olhos. No entanto, da mesma forma que outros agentes da negociação, ele alerta para a incipiência das tratativas. “São apenas conversações. Não há proposta concreta. Tudo está vago. Mas há vontade política”, resume. Segundo Kehl, Univates e FundeF já mantêm um convênio formal para a área de ensino, semelhante aos estágios realizados em hospitais da região. Sobre a proximidade da fundação com o curso de Medicina, o coordenador reitera que o trabalho já vem ocorrendo. “Temos trabalhado em torno disso desde o início do curdo”, garante.
Proposta inicial sugere a instalação do hospital da FundeF próximo aos prédios da área da saúde da Univates
RODRIGO MARTINI
Indústria de Laticínios da Languiru renova selo ambiental
Selo Carbono Neutro está impresso nas embalagens da linha de lácteos da cooperativa teutoniense
ACooperativa Languiru é adepta de iniciativas que visam à sustentabilidade em várias frentes. O Programa Energia Verde em Harmonia Ambiental, gerenciado pela coirmã Certel e que tem por finalidade neutralizar a emissão de gases do efeito estufa, é um desses exemplos. No mês de abril ocorreu a entrega do certificado que oficializou a renovação do Selo Carbono Neutro à Indústria de Laticínios da Languiru, instalada no bairro Teutônia.
Em evento realizado na sede da Certel, a Languiru esteve representada pelo presidente Dirceu Bayer e pelo engenheiro ambiental Tiago Feldkircher. Representando a Certel, participaram o presidente Erineo Hennemann, o diretor-superintendente Ilvo Poersch, a engenheira ambiental Tatiana da Costa e o diretor operacional Ernani Aloisio Mallmann.
“Estamos felizes em participar desta iniciativa, dando a nossa contribuição para a preservação do meio ambiente. O Selo Carbono Neutro é um diferencial
oferecido pela Certel, que reconhece o esforço das empresas e entidades inscritas no programa. É uma ideia brilhante que, acima de tudo, busca a conscientização de todos para a preservação”, ressaltou Bayer, valorizando o selo estampado nos produtos lácteos da Languiru.
O Selo Carbono Neutro é um diferencial oferecido pela Certel, que reconhece o esforço das empresas e entidades inscritas no programa. É uma ideia brilhante que, acima de tudo, busca a conscientização de todos para a preservação.”
Dirceu Bayer, presidente da Languiru
à Languiru
Processo de avaliação A Indústria de Laticínios da Languiru é acompanhada pela Max Ambiental, empresa que realiza a auditoria do programa. Nesse processo foram analisados diferentes aspectos na unidade de beneficiamento de leite, como o número de funcionários, quantidade de lenha consumida, área da indústria,
consumo de energia elétrica, quantidade de óleo diesel e de gás utilizados e quantidade de resíduos gerados. O Selo Carbono Neutro está impresso nas embalagens da linha de lácteos e a Indústria de Laticínios da Languiru continua sendo a única unidade de beneficiamento de leite que ostenta o Selo Carbono Neutro fornecido pela Certel no Brasil.
O período de neutralização da emissão de gases do efeito estufa iniciou no dia 23 de dezembro de 2016 e encerra em 22 de dezembro de 2017. A Indústria de Laticínios estima neutralizar neste período 474,76 toneladas equivalentes de gás carbônico (CO²), o que corresponde ao plantio de 2.375 árvores nativas.
Mais de 2,3 mil árvores
Engenheiro ambiental Tiago Feldkircher (e), presidente Dirceu Bayer e coordenador administrativo Mauro Aschebrock com o certificado que comprova a renovação do selo ambiental entregue
Selo Carbono Neutro está impresso nas embalagens dos produtos lácteos
IMÓVEIS
VENDO SITIO 900M, com casa de 100m de madeira, ao lado da lagoa crispin, R$ 68.000,00, Aceito carro menos valor. Tr.:99992-1300
SERVIÇOS
BELEZA/ESTÉT.
CLÁUDIA -Salão de Beleza, Rua: Arno José Kramer, 22, Jardim do Cedro, Lajeado. Tr.: 99627-5074
Espaço da Beleza Joia Rara, tudo em cabelo, manicure e pedicure. Fone 3729-7121/ 99928-2716 e 99840-4215
SALÃO DE BELEZA RUTI UNISEX- Corte, manicure, pedicure,coloração e muito mais! PROMOÇÃO DE JULHO DE HIDRATAÇÃO CAPILAR E PROGRESSIVA PELA
METADE DO PREÇO! Venha conferir! Rua Cristiano Schneider, 301, Olarias, Lajeado, próximo ao posto de saúde. Contato: 3709-0096/ 99868-6857 (VIVO)
Chapeação e pintura Zé. Rua Benno Schmit, 256 - Conventos - Lajeado RS. Contate com Zé no (51) 3748-9791 ou 99816-2383.
CABRAL acessórios, ao lado da Toyota em Lajeado. Tr.: 3714-5100
AUDIO BASS. Um dos melhores serviços em som automotivo da região. Promoção de instalação de câmeras de ré, sensores de estacionamento e película. Tr.:51 3762-3460
Borracharia e auto elétrica Casaril. Aberto das 7:00 ao 12:00 e das 13:00 até 19:00. Contate pelos fones (51)3716-2047/9997-4061.
Rua Dr. Joao Carlos Machado, 424. Centro/Arroio Meio
MECANICA DO SILVIO manutenção freio, ar, embreagem em geral. Tr.: 998338059 / 99587-5847
OFICINA DE MOTOS- Dione Motomecânica Consertos em geral, injeção eletrônica, pintura e peças.Fone: 3748-9094
Guincho Rapidão-Serviços de plataforma e Serviços de taxi 24 horas, veículo Zafira . Fones: 9 99 94-3684/ 9 96919872/ 9 8170-1438 ou guinchorapidao@hotmail.com.
ESCRITÓRIO
ADVOGADO PAULO ROBERTO CLARO RODRIGUES ATENDE EM ESTRELA, NA RUA CORONEL MÜSSNICH, 581, SEGUNDO ANDAR, CENTRO, PERTINHO DA PADARIA SCHUCH, ÀS SEGUNDAS-FEIRAS, DAS 8H ÀS 18H. Celular 99974.2950
CONSTR./REF.
ESQUADRIAS Conventos.
RS421 – Conventos. Tr.: 37070312 ou 9952-5406 esquadriasconventos@gmail.com
PINTURAS e reformas em geral. Lavagem de telhados e casas. Marcação de canchas de esporte Tr.:9 9863-0689
ESQUADRIAS VS móveis e esquadrias de madeira. Arroio do Meio. Tr.: 998141578 com Volmir.
DIVERSOS
VENDE-SE e instala-se ar condicionados de 9, 12 e 18, e 24 mil btus , com garantia, ótimo Preço. Fone: 51 99809-3546 51 98202-9712
Leane Oliveira - Culinária para eventos: Doces e salgados para Aniversários, Formaturas, Casamentos e Empresariais. Tr. (51) 99750-2217
Terapia de Reiki: acompanhamento de superação, depressão, ansiedade, pânico e outras doenças psicossomáticas. Tr. 995479108.
Vinculo Direto - Carro som e panfletagem. Contate pelos fones: (51)9176-1094 e 9296-5469 ou carro.som@hotmail.com
SERVIÇO atendo como Massoterapeuta em Alto Arroio Alegre –Santa Clara. Tr.: 99399-3649
Corbel Carimbos - Carimbos a lazer e diversos.Fone: 37483736/ 9667-7867
PADARIA São Bernardo: Rua Afonso Celso, 414, bairro Santo André em Lajeado.
Óptica Encanto. Óculos de grau e de sol de conceituadas marcas do mercado. Rua Pedro Schneider, 641, Bairro Languiru, Teutônia. Fone: (51) 37623229.
SIDERAL Brindes Confecções Ltda - Agendas, Calendário, Chaveiro, Canecas, Copos, Brindes em Geral. TR.:3720 1140 ou www.sideralbrindes.com.br
Acordo obriga Corsan a ampliar abastecimento
MP exige rede de água para moradores de Santa Rita
Estrela
ACorsan terá 20 dias para apresentar uma solução ao problema de abastecimento de água em Santa Rita. O local é uma das três áreas previstas para receber ampliação da rede.
A extensão faz parte dos itens descumpridos pela estatal no contrato firmado com município. Pelo menos 85% das obras previstas não foram executadas. Pelo contrato, a estatal deveria ter feito a ampliação na localidade dentro de 18 meses, desde a assinatura do contrato, em 2014.
Para tentar resolver o problema de abastecimento, uma reunião mediada pelo Ministério Público determinou prazo de 60 dias para companhia garantir fornecimento de água potável na localidade. De acordo com a advogada Fernanda Goerck, o município sugeriu que a estatal fornecesse água com um caminhão-pipa aos moradores.
O assunto foi abordado pelo vereador Marco Aurélio Wermann (PV) na sessão da câmara. Como a ampliação da rede de abastecimento pode levar um tempo maior para ser executada, um acordo determina que sejam instalados reservatórios provisórios no local. Caso a Corsan descumpra o combinado, uma ação civil pública deve ser movida.
Segundo Fernanda, os moradores da localidade ingressaram com um inquérito civil
Durante período de chuva, água nas torneiras é turva
para tentar resolver o problema.
Investimentos
O impasse envolvendo o descumprimento dos itens contratuais pode resultar na rescisão do contrato assinado em 2014. A companhia deveria investir R$ 65 milhões da ampliação da rede de abastecimento em três áreas de expansão do município, tratamento de esgoto e substituição de redes precárias.
Município busca solução
Desde março, o Executivo busca um mecanismo para pressionar a estatal a atender itens do contrato. Em abril, a Corsan apresentou um novo
Secretaria
RELEMBRE
O acesso à água impacta no orçamento dos moradores de Santa Rita. O fornecimento de parte das famílias ocorre por meio de uma fonte. Quando chove, a água que chega às torneiras é turva.
A alternativa para alguns moradores é comprar água mineral. Parte do fornecimento é feita com água de poços artesianos. No ano passado, o A Hora relatou história de moradores que não tinham recursos para aderir à rede de abastecimento.
Em julho de 2016, a reportagem narrou a história de Adélia Vargas, 59, e da filha, Jocieli, 24, e de outros moradores da localidade. A compra de água mineral é a única alternativa para consumo nas casas delas. No verão de 2015, gastaram mais de R$ 300 mensais na aquisição de água.
Na época, a Corsan aguardava liberação do Dnit. A rede passaria na área de domínio do departamento.
estudo. Dados passam pela análise da Secretaria de Meio Ambiente. Informações serão levadas para avaliação em audiência pública.
de Obras trabalha na recuperação de calçamento
Encantado
A Secretaria de Obras executa a recuperação de calçamen -
tos. As obras que atendem uma reivindicação antiga dos moradores consistem na reposição de pavimentação com
paralelepípedos, nas áreas deterioradas devido ao desgaste dos vários anos sem manutenção.
ARQUIVO/A HORA
Parlamento
Gaúcho
Espaço para divulgação de material de AI dos gabinetes e da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul
Audiência pública debate cadeia produtiva do leite
A ausência de políticas públicas para a cadeia leiteira provoca reações na Assembleia Legislativa. A Comissão de Economia, Desenvolvimento Sustentável e Turismo realiza audiência em Lajeado, na segunda-feira, 22, a partir das 18h30min, no auditório do prédio 7 da Univates.
Proposto pelo deputado Zé Nunes (PT), o encontro debaterá o enfraquecimento dos mecanismos de incentivo à cadeia produtiva, como o IGL, o Fundoleite e a política de créditos presumidos. De acordo o parlamentar, os in-
centivos ao setor foram cortados pelo governo do Estado sob a alegação de falta de recursos.
Conforme Nunes, o encontro servirá para esclarecer as decisões adotadas pelo Piratini, além de cobrar ações de prote-
Deputado quer manter negociação
Representantes de diversas regiões do RS se reuniram na semana passada para participar do Fórum dos Coredes. Em pauta, o processo para a Consulta Popular e os valores que serão destinados pelo Executivo em 2018.
De acordo com o secretário-geral de governo, Carlos Búrigo, estão reservados para a Consulta um total de R$ 50 milhões, devido ao momento econômico que o RS atravessa e todas as dificuldades que enfrenta para manter os serviços básicos à população.
O secretário ressaltou que essa é a postura exigida pelo governador Sartori, de total transparência com os gaúchos, sem prometer o que não poderá ser cumprido. Ressaltou, também, que as verbas acertadas para 2016 e 2017 foram repassadas de forma integral.
O deputado Edson Brum (PMDB)
pediu que o governo mantenha as negociações quanto aos valores que serão destinados no próximo ano. “Eu estou aqui para valorizar e elogiar a coragem do governador
Sartori e, principalmente, a franqueza e transparência. Mas é meu papel, por entender que o segundo semestre pode apresentar melhora, solicitar ao secretário que deixemos essa porta aberta”, frisou.
Búrigo sinalizou que o Estado trabalha de olho na economia, e que novos posicionamentos dependem da reação dela.
Pretto critica congelamento dos salários
O chefe do Parlamento gaúcho, deputado Edegar Pretto (PT), recebeu do secretário de Planejamento, Governança e Gestão, Carlos Búrigo, a proposta de
Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2018 (PL 78 2017).
Pretto fez questão de frisar que o acordo com o governo foi no sentido do valor do repasse para cada um dos poderes do Estado e a continuidade das negociações na busca de outras alternativas que reponham a inflação medida pelo IPCA. “Acho inaceitável nós termos no Estado do RS os salários dos servidores congelados faz três anos. Até o fim do ano, as perdas acumuladas pelos trabalhadores será de 30%”, frisou.
ção aos produtores, como uma maior fiscalização do leite em pó importado para o RS. Segundo a equipe do deputado, a escolha de Lajeado ocorre devido à relevância da cultura para o Vale do Taquari. Segunda maior bacia leiteira do país, o RS produz 12,5 milhões de litros por dia, sendo 95% proveniente da agricultura familiar. A atividade abrange 199 mil famílias em 94% dos municípios gaúchos, e é absorvida por 250 indústrias. Em 2013, a produção leiteira representou 9,3% do PIB gerado no RS.
Decreto
regulamentará manejo
Está praticamente concluída a minuta do decreto do governo estadual que regulamentará o manejo da erva-mate em Áreas de Preservação Permanente (APPs) e remanescentes de vegetação nativa no RS.
As secretarias da Agricultura, Pecuária e Irrigação, do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo e do Meio Ambiente formularão o texto. A informação foi dada ontem durante reunião da Frente Parlamentar da Erva-Mate da Assembleia Legislativa.
O coordenador da frente, deputado Elton Weber (PSB), salientou que, apesar do decreto ter avançado, garantindo maior segurança jurídica e área para o plantio, segue pendente uma legislação específica que permita a introdução de erva-mate em sub-bosques de floresta nativa.
Segundo o presidente do Instituto Brasileiro da Erva Mate (Ibramate), Valdir Zonin, apenas entre 10% e 15% da erva-mate é nativa no estado, sendo o restante erva plantada.
Redução de tributo para venda de suínos é aprovada
Foi aprovado na Assembleia Legislativa, por 50 votos a favor e um contra, o projeto de lei do Executivo que reduz em 50% a alíquota de ICMS na venda interestadual de suínos vivos. A taxa passará a ser de 6%. Também foi aprovada emenda do deputado Elton Weber (PSB) que concede o benefício retroativo a 1º de janeiro deste ano. Até o fim de 2016, a redução era feita via decreto. No período em que o ICMS integral, de 12%, vinha sendo pago, os produtores tiveram de desembolsar R$ 4 milhões a mais, dinheiro que deixou de ser investido na propriedade, afirma Folador.
Vice-presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo do parlamento gaúcho, o deputado estadual Sérgio Turra (PP) comemorou. Para ele, a medida dá condições de competitividade aos suinocultores. Segundo dados da Acsurs, somente no ano passado, foram vendidos cerca de 370 mil animais vivos para serem abatidos outros estados, uma produção excedente que não é absorvida pelo mercado interno, expõe.
Frente defende empregos
A Frente
Parlamentar em Defesa do Polo Naval de Rio Grande, presidida pelo deputado Nelsinho Metalúrgico (PT), tem o propósito de sensibilizar os governos estadual e federal para frear o desmonte da indústria naval. Depois de investir mais de R$ 15 bilhões e gerar 24 mil empregos diretos, o Polo Naval de Rio Grande corre o risco de desaparecer. Só em 2016, quatro mil trabalhadores foram demitidos
Nelsinho cobrou apoio do governador
com a transferência da construção da plataforma P-58 para o Espírito Santo. As perspectivas apontam para a demissão de mais 1,8 mil caso a Petrobras não firme novos contratos para a Plataforma P-54, que está em fase de finalização. O alerta foi feito pelo deputado Nelsinho. “Chega a ser constrangedor o silêncio do governo do Estado sobre esse quadro desastroso para todo o RS”, declarou.
Brum é homenageado
Presidente da Assembleia Legislativa em 2015, o deputado Edson Brum (PMDB) agora faz parte da Galeria de Ex-Presidentes. A solenidade de descerramento da fotografia ocorreu ontem. Brum foi o primeiro deputado a assumir a presidência da 45ª legislatura na Assembleia. O trabalho do parlamentar foi marcado pelo tripé diálogo, transparência e gestão. Entre as principais
ações, foi responsável pela economia de R$ 85 milhões nos cofres públicos e fundamental na aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal gaúcha, que deu início à reestruturação das finanças do Estado. “Avançamos muito além de listar supérfluos: cortamos na própria carne e, mais que solidários, fomos protagonistas nos esforços do Executivo pela superação da crise”, destaca.
Para Turra, medida garante competitividade ao setor
Nunes cobra mais fiscalização sobre as importações
Brum destaca transparência do governo estadual
Pretto colocará projeto em votação até julho
Acesso à ERS-129 divide opinião de moradores
Abaixo-assinados solicitam medidas diferentes
Encantado
Oacesso à ERS-129 pela rua Rafael Peretti, conhecido como Goleirinha, é motivo de divergência entre moradores. Este mês, residentes do bairro Santo Antão elaboraram um abaixo-assinado solicitando o não fechamento do acesso. No ano passado, moradores do centro, no outro lado da via, contataram com a Promotoria de Justiça pedindo a interdição do local. Quem vive no Santo Antão alega ser o acesso mais perto, rápido e fácil para chegar ao centro. Segundo o morador Albino Enderle, os trevos são longe para ir até a zona central da cidade. “Querem
trancar. Estamos tentando ter o direito de mantermos a nossa passagem. Temos o acesso a cerca de 500 metros. Se fecharem, teremos que fazer cerca de quatro quilômetros”, diz Enderle.
Para o morador do outro lado da rodovia, Vitório Alba, o acesso tornou-se uma das principais entradas. Além de ser rota de fuga de criminosos. Ele reclama ainda do barulho nos fins de semana “Carros passam com o som no último volume durante a madrugada.”
No trecho, conforme informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Encantado, aconteceram dois acidentes neste ano com dois feridos. No ano passado, foram quatro acidentes e três pessoas ficaram feridas. O comandante da PRF, sargento Paulo Renato Bernardi da Silva, informa que em 2016 foi enviado um ofício à promotoria. Nele, é destacado que o local é de risco e propício a acidentes, bem como serve de rota de fuga para criminosos. Segundo Silva, a Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) já fechou alguns acessos, entre eles, o nas proximidades do trevo de entrada da cidade.
A rodovia está sob a concessão da EGR. Segundo a empresa, no acesso da Goleirinha, foi feito o recapeamento em ambos os acostamentos para servir de área de desaceleração e refúgio, com 105 metros em cada lado. Ainda será feita a sinalização horizontal (pintura). Conforme a EGR, no momento, não há previsão de novas intervenções no local. O recapeamento foi realizado junto com a interseção implantada no km 73 (trevo do Peteba). O valor aproximado do investimento, conforme a EGR, foi de R$ 2,3 milhões.
GISELE
Polícia Civil desarticula quadrilhas especializadas em roubos a bancos
Operação resultou em 34 prisões, duas no Vale do Taquari
Estado
Uma megaoperação da Polícia Civil resultou na prisão de 34 inte grantes de três orga nizações criminosas que realiza ram ataques contra instituições financeiras com a utilização de reféns. A ação ocorreu na manhã de ontem em 14 municípios, com participação de 400 agentes e o cumprimento de cem mandados judiciais.
Dois dos envolvidos foram presos no Vale do Taquari. Em Lajeado, agentes cumpriram mandado de prisão preventiva contra Marcos Brettin, 42. Ele foi encontrado no bairro Florestal. Em Teutônia, foram cumpridas ordens judiciais contra Ivan Kovalski, que se encontrava preso por outros crimes.
Ação estadual
Denominada de Operação Tríade, as ações foram lideradas pelos delegados Joel Henrique Wagner e João Paulo de Abreu, da Dele-
gacia de Roubos (Deic). Conforme os agentes, as quadrilhas não se relacionavam entre si, e realizaram ataques na região da Serra Gaúcha e em Porto Alegre entre 2016 e 2017.
De acordo com eles, todas as ações tiveram características violentas. Usando armas de grosso calibre, os criminosos faziam reféns e montavam um cordão humano em frente aos estabeleci-
Piscicultura será tema de seminário técnico
A cidade recebe no dia 26 a quarta edição do Seminário Técnico Regional de Piscicultura. Com o tema “As oportunidades da piscicultura no Vale do Taquari”, o evento inicia às 8h no salão comunitário de Fazenda Lohmann. Na ocasião, ocorrem palestras e painéis para desenvolver a piscicultura regionalmente, nivelar informações relativas à atividade e oportunizar a troca de experiências entre os envolvidos. Entre os palestrantes, estará o assistente técnico regional em Sistema de Produção Animal da Emater/RS-Ascar, zootecnista João Sampaio, que trará informações estaduais e regionais
sobre o tema. Ele estará acompanhado do assistente técnico estadual em Piscicultura da Emater/ RS-Ascar, Henrique Bartels. O técnico em Agropecuária Deoclésio Piccoli apresentará os resultados da unidade de referência em piscicultura local.
A atividade é promovida pela Emater/RS-Ascar, governo de Roca Sales, Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR) e Puro Trato Nutrição Animal. O apoio é da Associação Rocassalense de Piscicultura, Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR), cooperativa Sicredi e Machado Agropecuária. Mais informações podem ser obtidas na Emater de Roca Sales ou pelo 3753-2367.
mentos para facilitar a fuga. No ano passado, dois dos grupos foram responsáveis por ataques em Muitos Capões, Planalto, Monte Belo do Sul e Tupanci do Sul, no ano passado. Em 2017, os roubos ocorreram em Putinga, Maximiliano de Almeida e Fontoura Xavier O terceiro grupo seria responsável pelo roubo a um estabelecimento comercial em Seberi ,
além de ataques a bancos em Redentora e Rodeio Bonito. Mesmo sem terem relação diretas, os núcleos tinham vínculos pontuais entre si.
Operação em 13 cidades
Além de Teutônia e Lajeado, a operação simultânea ocorreu em Caxias do Sul, Flores da Cunha, São Marcos, Boa Vista das Missões, Seberi, Lajeado do Bugre, Jaboticaba, Rodeio Bonito, Redentora, Esteio e Novo Hamburgo.
Ataque frustrado
Conforme a polícia, a prisão de membros de um dos núcleos criminosos pela Brigada Militar, durante tentativa de ataque em Fontoura Xavier, deu origem às investigações.
Na ocasião, duas mulheres abordadas em um carro após ataque ao Banrisul e ao Banco do Brasil foram detidas para averiguação, mas depois liberadas. Posteriormente, a polícia comprovou o apoio no assalto ao interceptar
Outro diretor do Deic, o delegado Rodrigo Bozzetto, destaca que a Operação Tríade faz parte do planejamento estratégico da corporação, pois trata de crimes que não atingem apenas o patrimônio. “Também repercutem de forma negativa no meio social em que são praticados, especialmente nas pequenas cidades do interior gaúcho.”
mensagens trocadas entre elas e os investigados.
De acordo com o chefe da Polícia Civil gaúcha, Emerson Wendt, as ações eram comandadas por líderes que já se encontravam presos. Segundo ele, mesmo cumprindo pena em regime fechado, os criminosos serão responsabilizados e devem ter a pena aumentada. Segundo o diretor de investigações do Deic, delegado Sander Cajal, as investigações produziram elementos suficientes para comprovar não apenas os participantes das ações, mas também pessoas que ajudaram na prática criminosa, seja no resgate dos participantes dos ataques ou na ocultação de armas e de dinheiro.
Lajeado. Polícia cumpriu mandado de prisão, busca e apreensão contra um suspeito de 42 anos. Ao todo, 34 pessoas foram detidas em 14 municípios
FOTOS DIVULGAÇÃO
Roca Sales
Internacional
Tabajara e Renegados B dispu tam o título
Clube Sete de Setembro-
A Copa Sete/CBM/STR de Minifutebol conhece hoje os campeões na categoria veterano. A partir das 19h15min, Polê -
micos e EC Coringa disputam o título da Série Prata. Depois o Tabajara enfrenta o Renegados B pela decisão da Série Ouro.
Ingressos para jogo com o ABC estão à venda
Estreia em casa no Brasileirão Série B ocorre neste sábado, a partir das 19h, no Beira-Rio
Depois de golear o Lon drina na estreia do Brasileiro Série B, o Internacional faz o primeiro jogo em casa neste sá bado. A partir das 19h, o time re cebe o ABC, pela segunda rodada da competição nacional.
As entradas têm preços po pulares, a partir de R$ 20 para sócios nas cadeiras inferior e superior livre. No mesmo setor, demais torcedores pagam R$ 40 (confira a tabela de preços Os bilhetes podem ser adquiridos no site oficial do clube. As bilhete rias do Gigantinho estão abertas das 10h às 18h. No dia do jogo, atendem a partir das 10h. Os asso ciados que não precisam comprar entradas devem efetuar o check-in ou o check-out no site do clube.
Cruzeiro e Atlético-MG
sondam Valdívia
analisar o negócio. O Atlético-MG também analisa a situação e o Palmeiras, que buscou a contratação no início do ano, ainda não teria desistido do meia.
Ainda de acordo com o veículo de comunicação, o diretor de futebol do Cruzeiro, Klauss Câmara, confirmou o interesse em Valdívia e também em Sassá,
INGRESSOS
afastado do elenco principal do Botafogo.
Valdívia tem contrato com o Inter até dezembro de 2020. O meia era um dos destaques do time em 2015, mas uma lesão grave no joelho em um jogo da seleção olímpica prejudicou seu rendimento. Hoje é reserva no time de Antônio Carlos Zago.
Superior/inferior – R$ 20 (sócio)
Superior/inferior – R$ 40 (não sócio)
Cadeira central – R$ 30 (sócio)
Cadeira central – R$ 60 (não sócio)
Área VIP – Premiere Club
Libertadores – R$ 75 (sócio) e R$ 100 (não sócio)
Destaque do Internacional nas Grêmio
temporadas anteriores, o meia Valdívia desperta o interesse dos principais clubes de Minas Gerais – Atlético-MG e Cruzeiro.
De acordo com informações da imprensa de Minas Gerais, o Cruzeiro contatou com Jair Peixoto, empresário de Valdívia, para
Mundial – R$ 112 (sócio) e R$ 150 (não sócio)
Sky Box – R$ 90 (sócio) e R$ 120 (não sócio)
Direção monitora situação do volante Lucas Leiva
Preparando-se para o segundo semestre, a direção do Grêmio trabalha com uma lista de quatro opções de volantes para reforçar o grupo. O que mais se destaca é Lucas Leiva. O atleta revelado pelo Tricolor tem contrato com o Liverpool apenas até o dia 30 de junho, e estará livre para definir o futuro. Mesmo sem a necessidade de pagar ao clube inglês, os valores necessários para atrair Lucas a Porto Alegre serão discutidos com cautela.
Outro nome estudado é o de Musto, atleta do Rosario Central. O que inviabiliza a contratação é a alta pedida do clube argentino
mantém tratativas, mas já sinalizou que abandonará a mesa de
negociações se o valor não for reduzido.
Esteban Rolón, do Argentinos Jr., é um outro perfil de negócio avaliado pelo clube. Com 22 anos, o jogador é considerado uma promessa na Argentina. Rolón é titular desde 2016, destro, e também pode atuar um pouco mais avançado. O quarto atleta estudado pela direção é o de um brasileiro que atua no exterior.
Maxi Rodriguez segue no Tricolor
A negociação de Maxi Rodriguez com o Avaí, que o buscava por empréstimo, foi encerrada. Diante disso, o jovem lateral-es-
querdo Lucas Lovat, que estava sendo oferecido em troca, volta ao clube catarinense. O futuro do uruguaio, porém, não está garantido em Porto Alegre. Desde o início do ano, o Tricolor tenta envolvê-lo em negociações.
Libertadores
19h30min Barcelona x Estudiantes
21h – Melgar x River Plate
21h45min – Botafogo x Atlético Nacional
JOGOS DE HOJE
Com contrato encerrando em junho, Lucas Leiva é um nome estudado
DIVULGAÇÃO
DIVULGAÇÃO
Depois de golear o Londrina, o Internacional faz o primeiro jogo em casa neste sábado
Disputa pela artilharia
m virtude das programações da Maifest, a Copa Soges de Futebol Sete dá folga aos clubes e retorna no dia 27. Até o momento, a competição registrou 523 gols em 112 jogos, média de 4,66 por partida.
Os clubes da primeira divisão balançaram as redes em 205 oportunidades. O artilheiro é Renato Marin, do Anjos da Noite, com 12 gols. Ele é seguido de Paulinho Araújo, do Sombras, com sete gols, além de Álvaro Pons, do Anjos da Noite, com seis. O melhor ataque é do Anjos da Noite, com 28 gols marcados, já o Donos da Bola tem o pior aproveitamento, marcou em apenas cinco oportunidades.
Joe Dutra, do Cetudos, é o artilheiro da competição com nove gols. Eliel Sulzbach vem logo atrás com seis. Alex Junior de Andrade (Brocadores) e Junior Costa, o “Japa” (Cetudos), ocupam a terceira colocação no ranking dos artilheiros com cinco gols marcados. A divisão registrou até o momento 168 gols marcados e tem no Cetudos a equipe de melhor ataque –23 gols. Enquanto o Manguaça tem o pior ataque – seis gols.
Pela terceira divisão, os artilhei-
ros balançaram as redes 150 vezes. Destaque para o Sokanelinhas que marcou 18 gols, enquanto o LDU fez apenas dois.
O artilheiro da competição é Fernando Roberto Rupp, do Sokanelinhas, autor de dez gols. É seguido por Diego Pacheco Rodrigues (Limitados) com seis gols. Luciano da Silva (Rejeitados) e Luís Wickert (Smoking) marcaram cinco cada.
Destaques da competição
Primeira divisão
Defesa menos vazada: Saidera – 8 gols sofridos
Artilheiro: Renato Marin (Anjos da Noite) – 12 gols
Melhor disciplina: Saidera – 3 pontos
Segunda divisão
Defesa menos vazada: Cetudos – 6 gols
Artilheiro: Joe Dutra (Cetudos) – 9 gols
Melhor disciplina: Capote – 3 pontos
Terceira divisão
Defesa menos vazada: Los Hermanos – 2 gols
Artilheiro: Fernando Rupp (Sokanelinhas) – 10 gols
Melhor disciplina: Sokanelinhas – 2 pontos
Série Ouro
Série Prata
Até o momento, a competição registrou 523 gols em 112 jogos, média de 4,66 por partida
EZEQUIEL NEITZKE
Lajeado, Quinta-feira, 18 de maio de 2017
Taça da Amizade
Jornalismo / redação: ahora@jornalahora.inf.br
Publicidade: comercial@jornalahora.inf.br
Assinaturas: assinaturas@jornalahora.inf.br
Décima terceira edição reúne 12 times
Competição para jogadores de 15 anos inicia hoje, às 10h, em Roca Sales
em quatro grupos. Na primeira fase, os times jogam dentro da chave em turno único. Os oito melhores avançam para as eliminatórias. A final ocorre no domingo, às 15h30min, no campo do Concórdia.
Participantes
Chave A – CTE Roca Sales (Roca Sales), EC Juventude ( Caxias do
Sul ) e Chapecoense (Chapecó/SC)
Chave B – EC São José (Porto Alegre), SC Internacional (Porto Alegre) e CE Lajeadense (Lajeado )
Chave C – S.C Ivoti/Globalfut ( Ivoti ), Grêmio (Porto Alegre) e Apafut UCS (Caxias do Sul)
Chave D – Avaí FC (Santa Catarina), EC Novo Hamburgo (Novo Hamburgo ) e Grêmio Santo Antônio (Mato Grosso do Sul).
JOGOS DA PRIMEIRA FASE
Hoje
Campo do Concórdia
11h – CTE Roca Sales x Chapecoense
14h – São José x Internacional
15h15min – Avaí x Novo Hamburgo 16h30min – Grêmio x Ivoti
Mais de 350 atletas participam da 13ª Taça da Amizade. O certame é uma promoção anual da Administração Municipal de Roca Sales. A abertura oficial ocorre hoje, às 10h, no campo do Concórdia. Haverá solenidade, seguida de quatro partidas.
Doze equipes participam do certame para atletas de 15 anos. Entre elas, destacam-se Grêmio e Internacional, de Porto Alegre, e
Avaí e Chapecoense, de Santa Catarina. Dois clubes representam o Vale do Taquari.
A primeira edição do certame ocorreu em 2005. Os jogos desta edição ocorrem entre os dias 18 e 21 nos estádios do Concórdia e Copalto. A organização é do Departamento de Esportes. Cerca de 120 pessoas trabalharão nos estádios.
Fórmula de disputa
As 12 equipes são divididas
Amanhã
Campo do Concórdia
9h – Novo Hamburgo x Grêmio Santo Antônio 10h30min – Globalfut/Ivoti x Apafut UCS 14h – Juventude x CTE Roca Sales 15h30min – Apafut UCS x Grêmio
Campo do Copalto
9h – Chapecoense x Juventude 10h30min – Lajeadense x São José 14h – Grêmio Santo Antônio x Avaí 15h30min – Internacional x Lajeadense