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Um dos principais eixos da economia regional retoma a confiança. Investidores e empreendedores da construção civil anunciam investimentos e lançam novos prédios, condomínios e loteamentos.
A primeira edição do Vale Imóveis de 2017 destaca a recuperação desse setor, atingido com força pela crise econômica e política que acomete o país desde 2015. Em Lajeado e no Vale do Taquari, a construção civil ocupa lugar de destaque na economia e na geração de empregos.
A consolidação de marcas e empresas, aliada ao surgimento de novas construtoras, dá à região um conceito de qualidade e variedade singulares em comparação a outras regiões do estado.
O acelerado crescimento urbano das cidades emergentes é um dos grandes impulsores do desenvolvimento. Regiões antes pouco exploradas, ou até mesmo ocupadas pelas atividades agropastoris, se transformam em condomínios de alto padrão e qualidade.
Em Lajeado, por exemplo, a chegada de pelo menos mil novos moradores por ano estimula e encoraja investidores. O crescimento e o avanço da construção civil na maior cidade do Vale, nos últimos anos, é o retrato das oportunidades e da demanda existente.
Se a oferta de mão de obra e a localização geográfica estratégica são determinantes para conquistar novos habitantes, Lajeado ganha outro atrativo igual ou maior, chamado Univates. O centro universitário, ligado umbilicalmente ao Vale do Taquari, traz para a região um novo tipo de público. Ao passo que a instituição inova em cursos, especialmente na área da saúde, alunos e professores de todo o país voltam o olhar para Lajeado.
Diante dessa realidade, aumenta a procura por imóveis. Quem vem para a região lecionar, estudar, trabalhar e viver, precisa morar. É nessa necessidade que os empreende-


dores da construção civil estão atentos. Condomínios fechados de alto padrão, como os três em construção no bairro Conventos. Novos prédios, com design inovador atendendo os conceitos da contemporaneidade. Loteamentos customizados para quem procura produtos mais acessíveis, ou espaços nobres para quem busca um imóvel com melhor localização e conforto.
Novo momento. O mercado imobiliário teve desempenho negativo em 2016, reflexo da conjuntura econômica e a elevação do desemprego. Os bancos dificultaram os financiamentos e aumentaram os juros.



A primeira edição do Vale Imóveis de 2017 destaca a recuperação desse setor, atingido com força pela crise econômica e política que acomete o país desde 2015.
Contudo, 2017 começou diferente. A anunciada revisão dos parâmetros do Programa Minha Casa Minha Vida e a construção de 500 mil unidades tendem a refletir em maior confiança no mercado em âmbito de país.
Cabe observar ainda que o aumento dos lançamentos e vendas de imóveis é apenas o início do ciclo e que, até ele se traduzir na contratação de novos trabalhadores, levará ainda algum tempo. Significa prever que as demissões no mercado imobiliário ainda devem superar as contratações ao longo de 2017.
No Vale do Taquari, a maioria das construtoras diminuiu o ritmo e várias encerraram atividades. Os lançamentos mais tímidos e em menor escala causaram uma espécie de seleção natural. Houve baixa nos preços e o consumidor aos poucos retoma sua disposição em ter seu imóvel. Igualmente, os investidores estão voltando às compras.
Ainda assim, o mercado ficou mais seletivo. Construtoras conhecidas, saudáveis financeiramente e consolidadas levam vantagem nesse momento de maior oferta. É nisso que se apegam as tradicionais para lançar novos produtos ao mercado. As páginas a seguir apresentam variedade de ofertas para quem busca comprar casa própria, investir em terreno, condomínio, etc.
Mais uma edição do Vale Imóveis chega com a pretensão de servir como orientador para quem pensa em investir em imóveis. Boa leitura!





Após dois anos seguidos de resultados negativos, o setor imobiliário começa a dar sinais de retomada.
Se em 2015 e 2016 a área foi pressionada pela recessão, a alta nos juros e as restrições a financiamentos, neste ano, a perspectiva de melhoria na economia anima os investidores.
Mesmo vivendo uma realidade diferenciada na comparação com outras

regiões do país e do estado, o Vale do Taquari também sentiu os efeitos da crise. Com um novo cenário econômico, o número de lançamentos e construções reduziu, assim como a quantidade de empreendedores do segmento.
Dados da Associação Brasileira de Créditos Imobiliários (Abecip) mostram que o crescimento do setor chegou a 800% nos nove anos antes da crise. A partir de 2015, o mercado iniciou o ciclo de queda. Conforme a Abecip, o país alcançou naquele ano

um total de R$ 75,6 bilhões em financiamentos imobiliários, número 30% inferior na comparação com 2014. Parte da redução se explica pela alta da inflação e dos juros. Em 2015, o índice medido pelo IPCA fechou em 10,67%, enquanto a taxa Selic alcançou 14,25%. A taxa de juros se manteve elevada no ano seguinte como medida para frear a inflação, que fechou 2016 em 6,49%. Diante do controle inflacionário, o governo passou a instituir cortes na taxa básica de juros, previstos para

ocorrer ao longo de 2017. Junto com outras ações, como a revisão dos parâmetros do minha Casa Minha Vida, a medida animou investidores e deu boas perspectivas para o segmento. Se a tendência se confirmar, a Selic deve fechar o ano abaixo de 9%, o que diminui a atratividade dos fundos de renda fixa e deve acelerar ainda mais a retomada de investimentos no mercado imobiliário. Os resultados do primeiro bimestre confirmam essa probabilidade. A Caixa, principal responsável pelos fi-






nanciamentos habitacionais no país, liberou R$ 14 bilhões para a compra e a construção de imóveis. O valor disponível para crédito imobiliário no banco para este ano chega a R$ 84 bilhões, R$ 3 bilhões a mais na comparação com 2016.
Se a recuperação do mercado imobiliário alcança todo o país, no RS, a retomada ocorre em velo-
cidade maior. A venda de imóveis novos em fevereiro subiu 8,15% na comparação com o mesmo período de 2016, conforme pesquisa do Departamento de Economia e Estatística do Sinduscon-RS. Em janeiro, o índice alcançou 10,32% de alta.
De acordo com o estudo, os negócios com apartamentos de dois dormitórios representaram 77% do total comercializado. Em segundo lugar, aparecem os apartamentos com três dormitórios, com
12,7% da preferência.
Outro fator que demonstra a recuperação mais veloz no estado é a geração de empregos na construção civil. Nos dois primeiros meses do ano, enquanto no país foram fechadas 12.857 vagas, no RS houve criação de 901 novos postos de trabalho. Continua

A recuperação do setor imobiliário é percebida por uma das principais construtoras da região. Diretor da Diamond, Gustavo Schmidt afirma que a ampliação da confiança na economia influencia o crescimento no número de lançamentos do setor, em especial no Vale do Taquari.
Entre os empreendimentos da empresa, está um condomínio fechado de alto padrão no bairro Verdes Vales. O projeto inclui ampla infraestrutura, com quatro quadras esportivas, cancha de tênis e padel, academia, salão de festas e área de lazer, além de ser todo murado e cercado.
Ao todo, serão 94 lotes no empreendimento. Conforme Schmidt, a escolha do bairro ocorre devido à localização privilegiada. “É um lugar para o proprietário morar e trabalhar.”
De acordo com Schmidt, a empresa tem uma vasta gama de imóveis em andamento, tanto comerciais quando residenciais, todos com as mesmas características de acabamento em alto padrão.
Um dos empreendimentos é um edifício com 22 apartamentos na rua Salda-
É um lugar para o proprietário morar e trabalhar

nho Marinho, no centro. Serão unidades de três dormitórios e três suítes, com previsão de término da obra de três anos. Para diversificar os negócios, a Diamond também investe em empreendimentos em Gramado. O condomínio Diamond Garden inclui dois prédios, com apartamentos de dois dormitórios e
duas suítes, três dormitórios com suíte e lavabo e coberturas de três dormitórios. Conforme Schmidt, a escolha por Gramado ocorreu pelo fato de a cidade ser um polo de turismo gastronômico e de lazer. “Faz parte do planejamento da empresa, de manter o crescimento. Precisávamos avançar para além de Lajeado.”
Para o diretor, o mercado da maior cidade do Vale do Taquari ainda tem mar-
gem para crescer nos próximos anos. “Nossa região é um polo forte de serviços e indústrias, mas na comparação com outros polos o valor de mercado dos nossos imóveis ainda está baixo.”
Segundo ele, mesmo durante a crise, a cidade manteve bons negócios no setor. Lembra que o valor dos imóveis nos últimos dois anos cresceu, contrariando a tendência nacional.
Empresa consolidada no mercado do Vale do Taquari faz 13 anos, a Hilgert Construtora, Loteadora e Imobiliária aposta no potencial de Arroio do Meio.
Proprietário da empresa, João Hilgert ressalta a localização privilegiada do município no centro de uma região com forte diversificação econômica e poten-

cial para crescimento. A proximidade com Porto Alegre e com a Serra Gaúcha, a boa disponibilidade de recursos naturais e o acesso facilitado por meio



da ERS-130 também contribuem para o desenvolvimento da cidade.
DeacordocomHilgert,aindacolaboram para o crescimento do setor imobiliário a fartaofertadeempregoseaqualidadedos serviços de saúde, educação e segurança. Mas a cidade ainda carece de planejamento de definições quanto a zoneamento e mobilidade urbana.
Conforme ele, a empresa nasceu a partir da execução do primeiro loteamento, Nascer do Sol, iniciado em 2004. O projeto avançou com a criação dos loteamentos Nascer do Sol II, III e IV, onde a empresa tem mais de 60 lotes novos com infraestrutura completa e calçamento.
Desde 2010, a Hilgert trabalha com os loteamentos Sol da Manhã I e II, situados próximos à ERS-130. Em 2013, investiu na criação do terceiro loteamento da série e, para os próximos anos, projeta mais duas etapas do empreendimento, com os loteamentos Sol da Manhã IV e V.
Ao longo da sua história, a empresa entregou mais de 210 unidades residenciais. Além de construir imóveis próprios para venda, a Hilgert volta a atenção para projetos personalizados e exclusivos.







A construtora Zagonel completou 40 anos de atividade em março. Consolidada como uma das principais construtoras do Estado, a companhia comandada por José Zagonel mantém uma política de expansão, com a cautela necessária diante da recessão.
De acordo com o diretor administrativo da empresa, Cezar Henrique Haberkamp, a recuperação do setor é percebível, mas não inviabiliza medidas de controle de custos.
“Não deixamos de investir. No momento em que a crise perder força precisamos estar preparados, seja com imóveis em estoque, seja com projetos aprovados e novos lançamentos”, ressalta.
A política de expansão da empresa inclui novos empreendimentos em Lajeado, Teutônia e Santa Cruz do Sul. Um dos lançamentos é Parque Bela Vista. Construído no bairro Canabarro, em Teutônia, o condomínio tem
96 apartamentos de 2 dormitórios.
Para este ano, também está previsto o lançamento de um empreendimento em Santa Cruz do Sul, voltado para a faixa 1,5 do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV). Em Lajeado, a Zagonel pretende lançar outros dois empreendimentos.
Conforme Haberkamp, a região sentiu menos os reflexos da recessão na comparação com as demais. Segundo ele, o potencial do Vale está relacionado a capacidade de trabalho e de criar iniciativas próprias da população regional.
“A Construtora Zagonel, como nos últimos quarenta anos, vai continuar investindo e colaborando nessa história de sucesso”, afirma. Segundo ele, apesar disso, a crise deve causar uma certa retração, resultando na permaneciadeempresastradicionaiseconstituídas com a seriedade exigida na região.

Com o lançamento do Megethos Residencial, a Construtora Ômega aposta em um empreendimento de alto padrão no coração do bairro Americano, um dos mais nobres de Lajeado. Em fase de finalização, o prédio de 16 pavimentos tem apartamentos de dois e três quartos com suítes.
De acordo com o diretor-executivo da Ômega, Ricardo Althaus, o edifício se destaca pelo acabamento de alto nível, com rebaixamento em gesso, porcelanato, laminados nos dormitórios e aberturas em PVC. “É voltado parafaixademercadoexigenteecom poder aquisitivo mais alto.”
A Construtora Richter Gruppe aposta em um novo conceito de empreendimento capaz de acelerar o desenvolvimento do bairro Conventos. Próximo de ser concluído, o Urban Center é um loteamento aberto, com áreas de uso comunitário e a união de conceitos de
mobilidade urbana e acessibilidade.
O projeto inclui espaço cultural público, pista de caminhada, ciclovia e uma área de recreação no canteiro central da avenida principal, construída com o conceito de boulevard. A via tem 25 metros de largura, conectando todos os
pontos do empreendimento.
De acordo com o proprietário da empresa, José Paulo Richter, a criação de um novo espaço público para a cidade é o principal diferencial do empreendimento. Segundo ele, a construtora realiza um trabalho nas escolas do bairro para incentivar a participação da comunidade.

“Queremos que conheçam o que estamos fazendo e se sintam parte do processo”, aponta. O projeto prevê a instalação de diferentes empreendimentos âncoras, além de lotes residenciais. A intenção é oferecer em um mesmo local comércio, serviços e moradia, em uma localização que une a BR-386 e a ERS-421.
“Estamos buscando a atração de supermercados, bancos, lotéricas, farmácias, cafés, restaurantes, academias, órgãos públicos e hotéis”, destaca.
O Richter Gruppe também inicia neste ano outro empreendimento às margens da BR-386. O projeto é voltado para investimentos em comércio, serviços e logística e tem a promessa de ser um dos mais relevantes do segmento na rodovia.
Conforme Richter, o projeto visa contemplar as potencialidades da região e de uma das principais vias de escoamento da produção do país.

Althaus confirma a retomada de otimismo do mercado. Segundo ele, a procura por imóveis começa a retomar patamares regulares após dois anos de reduções. Aponta entre os motivos a diminuição na taxa básica de juros. “Quando a Selic está alta, muitas pessoas preferem deixar o dinheiro rendendo no banco.”
A empresa projeta novos investimentos para a cidade. Um deles é o edifício Ideale, no bairro São Cristóvão, com apartamentos de um e dois dormitórios. A Ômega inicia no mesmo bairro a construção de outro prédio, com unidades de dois e três quartos com suítes, além de coberturas.
Em construção nas proximidades do câmpus da Univates, o First Residence é o lançamento da Lebber no bairro Universitário. O edifício já está disponível para vendas e tem apartamentos de um e dois quartos em sete pavimentos, totalizando 30 unidades.
De acordo com o engenheiro civil Ney Neves da Silva Neto, a presença da Univates faz com que o bairro seja um dos melhores para se investir em Lajeado devido à probabilidade de valorização. Conforme Neto, a Lebber é uma empresa nova no mercado do Vale e pretende mostrar credibilidade com o empreendimento.
O investimento em Lajeado ocorre após anos de experiência em grandes empresas de Porto Alegre. “Decidi vir para cá e montar o negócio em função das características do Vale do Taquari, cuja população tem um bom poder aquisitivo.”
Segundo ele, o mercado imobiliário sofreu reduções nos últimos anos, mas os efeitos foram menores em Lajeado. “Ao andar pela cidade, percebemos uma série de obras andando, o que demonstra a força da cidade.”

Se nos dois últimos anos o mercado imobiliário contabilizou prejuízos, os resultados obtidos pela Construtora Lyall no período surpreendem. De acordo com um dos sócios da empresa, Roberto Lucchese, houve expressivo aumento nas vendas.
“Poderia se repetir pelos próximos 20 anos”, alega. A empresa tem em seu planejamento estratégico a previsão de realizar em Lajeado um lançamento por ano ou, no mínimo, três nos próximos quatro anos. Em 2016, lançou o residencial Guanabara, edifício com apartamentos de dois e três dormitórios no bairro São Cristóvão.
Em 2017, a empresa apresentou o Condomínio Viva Conventos, no bairro que apresenta maior crescimento da cidade. “Vendemos cerca de 24 terrenos em 40 dias, muitos deles pagos à vista”, destaca. Segundo ele, a previsão para o ano é ainda mais positiva.
“Nos três primeiros meses, chegam próximos das vendas de todo 2016”, relata. Para os próximos anos, a Lyall planeja o lançamento de um empreendimento comercial no bairro São

Cristóvão. Lucchese promete surpreender o mercado com uma obra grande, bem localizada e com alto padrão de qualidade. Na sequência, a empresa pretende construir mais um prédio de apartamentos.
Conforme o empresário, a escolha por Lajeado ocorre, principalmente, devido ao potencial financeiro. Segundo Lucchese, o Vale do Taquari é uma das regiões mais importantes do país em termos de investimentos. “Temos uma grande concentração de recursos em um espaço pequeno.”
A estratégia da Lyall é voltada para os bairros São Cristóvão e Conventos. Para Lucchese, o primeiro corresponde ao novo centro de Lajeado, enquanto o segundo tem o maior potencial para crescimento na cidade. “O que aconteceu nos Verdes Vales há 15 anos está ocorrendo no Conventos, e o São Cristóvão terá a mesma importância da Júlio de Castilhos.” Pensando em empreendimentos para o futuro, a empresa também realizou diversas aquisições de terras nos últimos anos. Conforme Lucchese, o valor investido supera R$ 5 milhões.
14/ ABRIL DE 2017
CONTEÚDO PATROCINADO




Localização estratégica, fácil acesso, oferta de emprego, qualidade dos serviços de saúde, educação e segurança contribuem para o crescimento do setor imobiliário em Arroio do Meio.
Novos núcleos urbanos se erguem em vários bairros com desenvolvimento acelerado.
A Secretaria Municipal de Planejamentoaprovounoúltimo ano 337 projetos para inicio de obras e regularizações.
ConformeFernandoEnéias Bruxel, coordenador da Secretaria de Planejamento, em média são 28 projetos são liberados por mês. “Nos últimos dois anos foram emitidas licenças para iniciar a criação de 14 novos loteamentos”, comenta.




O empresário João Hilgert aposta no setor imobiliário desde 2004. Destaca a necessidade de planejar de forma organizada o crescimento da cidade.
Cortado por uma rodovia estadual que liga à zona alta do Vale do Taquari, o município está localizado em uma área estratégica.
“Este acesso facilitado, permite as pessoas trabalharem em outras cidades e fixar moradia aqui”, destaca. Outra prioridade da administração municipal é a melhoria constante na infraestrutura.
Com a alteração da lei, os novos loteamentos passam a contar com a instalação das redes de drenagem pluvial, iluminação pública e pavimentação.
Os bairros São Caetano, Bela Vista e Aimoré lideram o índice de crescimento. Para Bruxel, a estabilidade da economia aliada a qualidade de vida atrai novos moradores. “Nossa meta é manter um crescimento ordenado e buscar oferecer à população boas condições de viver e trabalhar aqui”, resume.
mobilidade urbana e rever o zo-

neamento, sempre com visão de futuro”, sugere.
Segundo Hilgert, um dos diferenciais do Vale do Taquari
proximidade com a capital do Estado e Serra Gaúcha além dos recursos naturais, infraes-
portantes de diversos setores.
“Acredito que estas e muitas outras questões fazem a diferença na hora de escolher onde trabalhar ou morar”, destaca.
Com as interligações asfálticas existentes e em execução, e com algumas grandes demandas a serem supridas, comoporexemplomaispontes sobre o Rio Taquari, haverá um -
çãoentreosmunicípiosdoVale.
Nestecontexto,segundoele,Arroio do Meio está “bem no centro” da região, o que possibilita o deslocamento a qualquer cidadepara
Arroio do Meio conquistou o 2º lugar, entre 497 municípios e o 19º no país, entre 5 mil, no índice que avalia o Desenvolvimento Municipal, a partir das áreas de emprego e renda, saúde e educação. Os dados são referentes ao ano base de 2013 (última estatística divulgada).
Com ações voltadas pararação de emprego e renda, o setor de comércio e indústria representa mais de 80% da economia da cidade.
É possível destacar os investimentos na área da Saúde Preventiva (com postos nos bairros, grupos de apoio e acompanhamento individual das famílias), médico 24h no hospital São José, Educação Inclusiva (com atendimento humanizado e acompanhamento de monitores a crianças com necessidades especiais), Educação em Turno Integral (garante tranquilidade e condições das famílias trabalharem e terem um lugar se-ração de empresas e incentivo aosempreendedoreslocais.

