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Jornal A Crítica - Edição 2283

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EDIÇÃO Nº 2283 • R$ 1,50

CAMPO GRANDE-MS, 21 DE DEZEMBRO DE 2025

DIRETOR EXECUTIVO: JORNALISTA LUIZ CARLOS FEITOSA

EDITADO DESDE: 01 DE AGOSTO/1980 Foto: Divulgação

RESUMO Café com a Vizinhança – Histórias do Tombamento Última edição do ano do encontro que promove diálogos sobre memória urbana e patrimônio cultural. O convidado é Athayde Nery, que participou do processo de tombamento do Complexo Ferroviário de Campo Grande. Data: 21/12 / Horário: 8h30 / Local: Casa Amarela – Rua dos Ferroviários, 118 / Entrada: Gratuita.

Feira Bosque da Paz

Na última edição do ano, a Feira do Bosque da Paz recebe a banda Alziras para um especial com clássicos do Mamonas Assassinas. O evento reúne música, gastronomia, artesanato e atividades culturais. Data: 21/12 / Horário: 9h às 15h / Local: Praça Bosque da Paz / Entrada: Gratuita.

Campo Grande Jazz Festival

O festival segue ocupando espaços públicos com apresentações de jazz. Neste domingo, sobem ao palco Felipe Silveira (SP), Daniel D’Alcantara (SP) e músicos da cena local. Data: 21/12 / Horário: 17h30 / Local: Av. Calógeras, em frente à Plataforma Cultural / Entrada: Gratuita.

Acordo entre Paraguai e EUA pode reforçar combate ao crime na fronteira do Estado Parceria internacional busca frear o avanço do narcotráfico e do crime organizado; medida pode impactar diretamente cidades sul-mato-grossenses que fazem divisa com o Paraguai  Paraguai e Estados Unidos firmaram em Washington um acordo de cooperação na área de segurança na última segunda-feira (15) que deverá fortalecer o combate ao crime organizado e ao narcotráfico

na região. O documento foi assinado pelo ministro das Relações Exteriores do Paraguai, Rubén Ramírez Lezcano, e pelo secretário de Estado americano, Marco Rubio. Além de reforçar as ações

conjuntas entre os dois países, o entendimento pode trazer reflexos diretos para o Mato Grosso do Sul, que faz fronteira com o Paraguai em diversas cidades, como Ponta Porã, Bela Vista, Antônio João, Coronel Sapucaia e Sete Quedas. Essas regiões são frequentemente usadas como rota para o tráfico de drogas e contrabando. O acordo ainda precisa ser aprovado pelo Congresso paraguaio, mas já é visto como um passo importante para ampliar o

controle nas fronteiras e reduzir o poder de atuação de organizações criminosas que operam nos dois lados da divisa. O texto cria um plano de cooperação que inclui: ações conjuntas contra o crime transnacional programas de treinamento de militares e agentes de segurança troca de informações entre os dois países assistência humanitária e apoio em situações de crise

Na prática, isso pode significar operações mais integradas e rápidas, especialmente nas áreas de fronteira, onde o tráfico e o contrabando costumam se concentrar. Por estar em uma das principais rotas do tráfico internacional, o Mato Grosso do Sul é um dos Estados brasileiros que mais sofrem com a atuação de facções ligadas ao narcotráfico. Por isso, qualquer reforço na segurança do lado paraguaio tem impacto direto na região.

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