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Jornal A Crítica - Edição 2239

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EDIÇÃO Nº 2238 • R$ 1,50

CAMPO GRANDE-MS, 16 DE FEVEREIRO DE 2025

DIRETOR EXECUTIVO: JORNALISTA LUIZ CARLOS FEITOSA

EDITADO DESDE: 01 DE AGOSTO/1980 Foto: Divulgação

RESUMO Feijoada da Verde e Rosa O carnaval começa mais cedo com a Feijoada da Verde e Rosa, promovida pela escola de samba Vila Carvalho. Vai ter muita música e samba no pé, com Netinho de Paula, Daran Junior, Bateria “Surdo Um” da Mangueira, Bateria Poderosa da Vila Carvalho e grupo Sampri. Data: 16/02 | Horário: 11h | Local: Clube Estoril – R. Silvina Tomé Veríssimo, 20 - Jardim Autonomista | Entrada: a partir de R$ 100, com vendas pelo WhatsApp (67) 99270-6330.

Esquenta do Bloco Forrozeiros MS O segundo esquenta do Bloco Forrozeiros MS acontece neste domingo, com show da banda Flor de Pequi. Com muito forró, o bloco vai animar os foliões rumo ao carnaval 2025. Data: 16/02 | Horário: 19h | Local: Esplanada Ferroviária - R. Temístocles, 112 - Centro | Entrada: gratuita.

Estado tem o 8º maior rendimento médio, mas desigualdade salarial ainda é grande Mulheres ganham quase 20% a menos que os homens, e diferença entre brancos e pardos chega a 30,4%  Mato Grosso do Sul registrou o 8º maior rendimento médio do Brasil no terceiro trimestre de 2024, com um salário médio real habitual de R$ 3.505,00. Os dados indicam estabilidade estatística em relação ao trimestre anterior (R$

3.341,00) e ao mesmo período de 2023 (R$ 3.460,00). Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). O Distrito Federal lidera

o ranking nacional, com R$ 5.220,00 de rendimento médio, seguido por São Paulo, onde a média é de R$ 3.991,00. Na outra ponta, o Maranhão tem o menor rendimento (R$ 2.017,00), acompanhado pela Bahia (R$ 2.066,00). Apesar da posição relativamente alta no ranking, Mato Grosso do Sul não escapa de um problema nacional: as desigualdades salariais de gênero e raça seguem evidentes no estado.

Mulheres e pardos ganham menos em MS - O levantamento mostra que as mulheres sul-mato-grossenses recebem, em média, R$ 3.081,00, enquanto os homens ganham R$ 3.838,00 – uma diferença de 19,7% a menos para elas. A disparidade é ainda maior quando se observa a renda por cor ou raça. Trabalhadores brancos em MS ganham, em média, R$ 4.251,00, enquanto pardos recebem R$ 2.961,00, o

que representa 30,4% a menos. No Estado, 67 mil pessoas atuam como empregadores, número que se manteve estável em relação ao trimestre anterior (-10,5%) e ao mesmo período de 2023 (-9,2%). Já entre os trabalhadores por conta própria, 303 mil pessoas estavam nessa categoria no último trimestre de 2024, registrando um leve crescimento de 2,6% em comparação ao trimestre anterior.

PSDB busca fusão para evitar desaparecimento e discute futuro VEJA NA PÁGINA 5•A Foto: Divulgação

Capital lidera alta da inflação nos alimentos, segundo IBGE

Deputados de MS pedem reforço para Casa da Mulher Brasileira

Foto: Divulgação

Veja na página 6•A

Capital irá receber R$ 110 mi para construção de dois viadutos Veja na página 1•B

Onda de calor em MS gera alerta na saúde da população Veja na página 3•B

‘Compliance não é burocracia, é segurança e eficiência’, afirma advogado Pedro Garcia

Consórcio deverá renovar frota de quase 200 ônibus em 2025

Veja na página 4•B

Veja na página 1•B

Veja na página 5•A


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