EDIÇÃO Nº 2225 • R$ 1,50
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CAMPO GRANDE-MS, 10 DE NOVEMBRO DE 2024
DIRETOR EXECUTIVO: JORNALISTA LUIZ CARLOS FEITOSA
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EDITADO DESDE: 01 DE AGOSTO/1980 FOTOS: DIVULGAÇÃO
RESUMO Feira da Praça Bolívia A tradicional feira oferece uma diversidade de cultura, moda, gastronomia, artesanato e pratos típicos, além de apresentações artísticas. Data: 10/11 | Horário: 9h às 14h | Local: Praça da Bolívia - R. Barão da Torre, esquina com a R. das Garças - Santa Fé | Entrada: gratuita.
Garimpasso Com peças de primavera e verão, o evento oferece ainda venda de chope, drinks e produtos para casa. Data: 10/11 | Horário: 9h às 12h | Local: Praça da Bolívia - R. Barão da Torre, esquina com a R. das Garças - Santa Fé | Entrada: gratuita.
Feira do Panamá Um espaço que reúne artesanato, gastronomia, moda sustentável, música e muita diversão. Data: 10/11 | Horário: 9h às 15h | Local: entre as ruas Palestina e Beatriz C. Leal – Jardim Panamá | Entrada: gratuita.
MS tem o menor número de moradores em favelas do Brasil, aponta Censo do IBGE Levantamento mostra perfil jovem e desafios básicos nas comunidades urbanas do Estado
Domingo 10 NOV 2024
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n Segundo o Censo 2022, divulgado na última sexta-feira (8) pelo IBGE, Mato Grosso do Sul é o estado brasileiro com a menor quantidade de pessoas vivendo em favelas e comunidades urbanas. Apenas 0,6% da população do Estado, ou 16.678 pessoas, moram nesses locais – o menor percentual
do Brasil. Apesar do número baixo, o estudo revela um aumento no número de favelas e comunidades urbanas desde 2010. Campo Grande é a cidade com mais moradores em favelas e concentra 7.862 pessoas vivendo nessas áreas, divididas em 16 comunidades.
Aquidauana também chama atenção: com apenas duas comunidades, 4% da população local vive em áreas classificadas como favelas. A pesquisa revela problemas importantes de infraestrutura. Em cerca de 16% dos domicílios dessas comunidades, não há ligação à rede de água. Em Ponta Porã, o índice de falta de água chega a 9,35%, o mais alto do estado. Por outro lado, cidades como Novo Horizonte do Sul garantem acesso à rede de água em
100% dos domicílios dessas áreas. Outro dado interessante é a idade dos moradores dessas comunidades: a média é de 25 anos, enquanto a população geral do estado tem média de 33 anos. O Censo também mostra a diversidade racial nessas áreas: 61,7% dos moradores se identificam como pardos, e há uma pequena população indígena, com 539 pessoas, principalmente em Corumbá e Aquidauana. A taxa de alfabetização entre moradores de fa-
velas é menor do que a média do estado: 92,1% contra 94,6% da população geral. A maioria das moradias nessas áreas é composta por casas simples (98,7%), e espaços comunitários, como igrejas, são os locais de reunião mais comuns. Os dados revelam um retrato de juventude e diversidade, mas também de desafios básicos e carência de infraestrutura que ainda marcam a vida em comunidades urbanas de Mato Grosso do Sul.
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