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Caminhando com Arte - Mediação cultural

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Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Fundação Itaú | Itaú Cultural

SCHENKEL, Camila.

Mediação cultural / Camila Schenkel – São Paulo : Itaú Cultural , 2026. (Coleção Caminhando com Arte) 12 p. : il. color. ; PDF.

Inclui bibliografia.

ISBN: 978-85-7979-217-5

1. Mediação cultural. 2. Educação não formal. 3. Arte-Educação. 4. Museologia. 5. Práticas educativas em museus. I. Fundação Itaú. II. Itaú Cultural. III. Enciclopédia Itaú Cultural. IV. Título. CDD 069.5

Bibliotecário Fernando Galante Silva CRB-8/10536

Capa:

Oficina educativa realizada pela equipe de Mediação cultural do Itaú Cultural, em São Paulo, 2025 Foto: Agência Ophelia/Fundação Itaú

A Coleção Caminhando com Arte é resultado de uma parceria entre o programa Caminhando com Arte e a Enciclopédia Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira . As publicações reúnem reflexões sobre conceitos, referências e práticas de mediação cultural e de educação não formal em museus, centros de memória e equipamentos culturais, oferecendo fundamentos teóricos e metodológicos para atividades educativas que promovem a diversidade de experiências, o pensamento crítico e a valorização da arte e da cultura.

Boa leitura!

Mediação cultural

Apresentação do tema

Este caderno apresenta reflexões e referências sobre os aspectos práticos e conceituais da mediação cultural – uma atividade especializada, heterogênea e em permanente processo de reconfiguração. A intenção deste material é incentivar a troca de saberes entre aqueles que atuam nesse campo e oferecer subsídios para explorar novas maneiras de encontro e convivência em torno da arte.

São Paulo, 2026.

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Glossário

Dicas

Perguntas ativadoras

Saiba mais

Mediação em questão

Afinal, de que mediação tratamos aqui?

A palavra mediação carrega a ideia de dividir ao meio, compartilhar e, sobretudo, intermediar. Trata-se, portanto, de uma atividade que se desenvolve a partir da relação entre pelo menos duas partes distintas. No caso da mediação em artes, uma dessas partes é a obra ou o processo artístico; a outra é o sujeito ou o grupo que entra em contato com essa produção. A mediação cultural, por meio de diferentes estratégias e abordagens, busca compreender os termos desse encontro para explorar e ampliar suas ressonâncias.

Desde o final do século XIX, atividades educativas têm sido realizadas em museus e exposições de arte, com nomes e formatos diferentes. Essas instituições integravam projetos de educação voltados para as classes trabalhadoras e suas ações tinham caráter essencialmente informativo, transmitindo valores culturais considerados universais e determinados por uma elite para um público considerado leigo. A partir dos anos 1970, no entanto, novas concepções no campo da museologia1 e da educação propuseram abordagens mais participativas e plurais. Influenciadas pela difusão da educação libertadora2 e pela emergência da Nova Museologia3, essas experiências passaram a valorizar a contribuição ativa de diferentes públicos, construindo conhecimento a partir da diversidade de saberes e experiências. É nesse contexto que o termo mediação cultural ganha destaque na Europa nos anos 1990.

glossário

1. Museologia é a àrea do conhecimento que estuda bens culturais, identidades, memórias e patrimônios, tendo museus e coleções como espaços de interpretação e articulação, por meio dos processos de musealização, relacionados à pesquisa, comunicação e preservação de bens culturais materiais e imateriais.

2. A educação libertadora, segundo Paulo Freire, é um processo pedagógico crítico e dialógico que busca a conscientização dos sujeitos, promovendo sua autonomia e emancipação social por meio da reflexão sobre a realidade e da ação transformadora sobre o mundo.

3. Movimento surgido na década de 1970 que propõe a redefinição do papel dos museus, enfatizando a participação comunitária, o compromisso social e o diálogo cultural na preservação e interpretação dos patrimônios.

Percurso educativo realizado no Centro Empresarial Itaú Unibanco em 2019, no contexto do programa Caminhando com Arte, com a obra Esfera negra y roja (2000), de Jesús Rafael Soto (1923-2025)

Foto: autoria desconhecida/ Fundação Itaú

glossário

4. Atividade de educação não formal desenvolvida a partir de um percurso educativo em uma mostra, uma exposição, um equipamento cultural ou um sítio musealizado a fim de promover diálogo, interpretação crítica e construção compartilhada de sentidos sobre as obras ou os temas apresentados.

5. Prática de diálogo coletivo no qual os participantes compartilham ideias, experiências e reflexões de forma horizontal, possibilitando a escuta, a troca e a construção conjunta de conhecimento.

6. Prática oral interativa e lúdica de relato de narrativas com o intuito de estimular a escuta, a imaginação e o pensamento crítico, usualmente voltada para o público infantil.

7. Abordagens educativas que envolvem atividades práticas e experimentais relacionadas a diversos processos, técnicas e suportes artísticos.

A mediação em museus e instituições culturais realizada por educadores em contato direto com o público assume múltiplas abordagens e formatos: visitas mediadas4, rodas de conversa5, contação de histórias6 , ateliês educativos7 e diversas atividades práticas. Há, ainda, uma série de outros elementos que atuam na mediação da arte: a seleção e a organização de obras em uma mostra, as características dos espaços expositivos, a arquitetura do museu, as informações acessadas previamente em sites ou redes sociais, o modo de deslocamento até a exposição, a forma como o visitante é recebido, a interação com outras pessoas e os textos que acompanham as obras, por exemplo, modelam nossa experiência estética e de aprendizagem, podendo favorecer ou dificultar nossa atenção e interesse pelo que está sendo exibido.

Considere ler o verbete “mediação” da publicação Conceitos-chave de museologia, dos museólogos André Desvallées (1931-2024) e François Mairesse (1968), respectivamente francês e belga; e o texto “Mediação”, da educadora e pesquisadora Mirian Celeste Martins, disponível no Caderno da Política Nacional de Educação Museal (2018).

Conheça, também, o curso Experiências Educativas em Museus Comunitários, da Escola Fundação Itaú, que investiga práticas educativas desenvolvidas em ecomuseus, pontos de memória e museus comunitários nas cinco regiões do Brasil.

Oficina Laboratório de sonhos, no contexto da exposição Brasil de susto e sonho – um panorama da obra de Rivane Neuenschwander, realizada pela equipe de mediação cultural do Itaú Cultural com escolas municipais de São Paulo, 2025 Foto: Agência Ophelia/ Fundação Itaú

No Brasil, a mediação cultural não é regulamentada e pode ser exercida por profissionais de diferentes formações, de acordo com as diretrizes de cada equipamento cultural. A atividade ganhou destaque a partir do final da década de 1990 e início dos anos 2000, impulsionada por diversos fatores históricos, como a profusão de bienais , feiras de arte e grandes exposições internacionais ; a consolidação de novos modelos de financiamento da cultura , com isenções fiscais; e as mudanças no sistema educacional brasileiro, que reformulou o ensino de arte na Educação Básica e ampliou a demanda escolar por abordagens educativas em instituições culturais e exposições artísticas. Esse contexto levou a uma ampliação substancial de departamentos educativos em museus e institutos culturais.

A mediação cultural parte, portanto, do entendimento de que podemos aprender com e a partir da arte, ou seja, que o contato com objetos, práticas e processos artísticos nos permite experimentar o mundo de diferentes maneiras e criar novos sentidos para ele.

A mediação cultural serve para estabilizar e legitimar instituições culturais porque lhes fornece audiência e representa seus interesses para o mundo exterior. Ao mesmo tempo, a mediação cultural também se constitui como uma fonte permanente de perturbação: pelo simples fato de existir, acaba lembrando as pessoas de uma promessa até hoje não realizada – que a arte seja um bem público.

(Mörsch, 2014, tradução nossa).

Sobre o pensamento contemporâneo em mediação cultural, sugerimos a leitura de “O papel da educação nos museus em tempos e territórios ”, da educadora e pesquisadora Denise Grinspum (1959), e de “Si el museo es una escuela, ¿de qué tipo de escuela estamos hablando?”, de Mônica Hoff (1979).

Encontros e repertórios

Museus são espaços de negociação cultural e, diante disso, é importante reconhecer os diferentes interesses e objetivos – de visitantes, mediadores, artistas, curadores e instituições – que estão em jogo nos encontros operados.

Embora ainda seja comum a expectativa de que a mediação cultural reafirme os discursos institucionais, curatoriais ou de artistas, ela é uma prática autônoma de pesquisa e de construção de narrativas, e opera simultaneamente as dimensões pedagógica, criativa e política. As ações dos mediadores, nesse sentido, podem ter maior ou menor aderência a esses discursos, endossando-os ou tensionando-os para propor novos pontos de vista. Essas ações também podem assumir

Oficina educativa realizada pela equipe de mediação cultural do Itaú Cultural, em São Paulo, 2025 Foto: Agência Ophelia/ Fundação Itaú

um caráter mais informativo e unidirecional ou se dar como processos de aprendizagem recíproca.

Em entrevista, o curador uruguaio Luis Camnitzer (1937) afirmou:

Geralmente se espera que a mediação explique as obras. [...] Mas há outra mediação que se baseia em compartilhar o que não se sabe, em buscar em conjunto aqueles problemas que podem envolver o que se apresenta como uma solução, em discutir que perguntas velhas e novas são geradas pelo que se vê, em analisar quais interesses se representam com tudo isso e como se pode reagir a esses interesses. Ou seja, a mediação então se converte em um trabalho em equipe com o público e serve para ajudar a focar a investigação sem predeterminar seu resultado. Quando é fruto de uma boa didática, dirige o olhar para ver em quantas direções vão seus ecos e segui-los. Do contrário, só ajuda a entrar em um túnel sem saída.

(Camnitzer, 2022, p. 557-558, tradução nossa).

A mediação cultural é marcada pela imprevisibilidade e pela incerteza de encontros pontuais entre desconhecidos, exigindo flexibilidade e preparação dos educadores. Nesse sentido, conhecimentos sobre processos artísticos e educativos são tão fundamentais quanto o conhecimento sobre a quem a mediação se dirige ou o contexto no qual é desenvolvida. Observar, planejar e experimentar diferentes recursos e estratégias ajudam a vislumbrar caminhos e escolher entre diferentes possibilidades.

Uma prática de mediação pode combinar conversas informais e abertas, que criam um ambiente de pertencimento, diálogos exploratórios e colaborativos e perguntas dirigidas. Em uma única visita mediada, é comum observarmos sucessivas transições entre diferentes tipos de trocas e também entre os papéis desempenhados por seus participantes – ora de maneira mais ativa sobre determinados temas ou ideias, ora mais dedicados à observação e à escuta.

É importante lembrar, no entanto, que a riqueza de uma exposição de arte é justamente possibilitar o contato direto com objetos e práticas artísticas a partir de todos os nossos sentidos. O burburinho de um grupo recém-chegado, a expectativa de silêncio de outro visitante, o cansaço ao percorrer obra por obra, a necessidade de se curvar para ler uma legenda ou a fome perto da hora do almoço, por exemplo, revelam que o modo como nossos corpos se colocam e se movimentam em um espaço expositivo também é matéria de mediação.

Para ampliar a reflexão sobre diferentes modelos de abordagem na mediação cultural, recomendamos a leitura dos textos “Numa encruzilhada de quatro discursos. Mediação e educação na Documenta 12: entre afirmação, reprodução, desconstrução e transformação”, da pesquisadora e educadora alemã Carmen Mörsch (1968), e “A arte de ensinar no museu”, dos pesquisadores e educadores estadunidenses Elliott Kai-Kee e Rika Burnham.

Para

continuar...

Os processos de mediação cultural envolvem descobertas e encantamentos, mas também conflitos, vazios e fracassos. Documentar e examinar essas experiências sob diferentes perspectivas e construir formas de avaliação trazem importantes aportes não apenas para os próprios mediadores, mas também para os artistas, os curadores e, sobretudo, as instituições. Pode ser um caminho, também, para examinar os diferentes vetores que atravessam essa prática e desacomodar uma visão hierárquica que subordina as atividades de mediação aos discursos curatorial e artístico

O conhecimento produzido nesse processo, fruto de convívio intenso e prolongado com obras de arte, práticas institucionais e públicos, é, no entanto, ainda pouco reconhecido. Compreender a mediação como um campo de pesquisa e de produção de conhecimento é fundamental para assegurar o tempo necessário à reflexão e para desenvolver estratégias que tornem seus resultados públicos.

A noção da mediação cultural como um campo de desenvolvimento de pesquisas pode ser aprofundada com a leitura de “Mediação cultural como pesquisa e documentação em museus de arte: relatos a partir do Programa Educativa do Museu Nacional em Brasília”, dos pesquisadores e educadores Cayo Honorato (1979) e Viviane Pinto

reflexão final

Aexpansão contínua das práticas e dos processos considerados como “arte” demonstra que o sentido artístico não é inerente a um objeto, mas atribuído a ele por meio de sucessivos enquadramentos discursivos e institucionais. A mediação cultural atua como um desses agentes, mas também pode, de maneira mais propositiva e crítica, criar espaços de reflexão sobre esses discursos e cultivar outras formas de relação com a produção artística.

Nossos encontros com a arte passam por inúmeras mediações – visíveis ou não –, sendo atravessados por questões sociais, políticas, culturais, institucionais e subjetivas No entanto, a experiência da arte depende, sobretudo, da nossa disponibilidade de envolvimento, da curiosidade, da atenção e da abertura ao desconhecido. A mediação, nos encontros com seus diferentes interlocutores, pode ajudar a encontrar e sustentar essas aberturas.

fontes de pesquisa

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ACASO, Maria (coord.). Educar la instituición: encuentro de educadorxs en torno a la mediación artística. Santiago: Ministerio de las Culturas, las Artes y el Patrimonio, 2018. Disponível em: cultura.gob.cl/wp-content/uploads/2018/12/educar-la-institucion.pdf. Acesso em: jul. 2025.

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verbetes

• Arte Moderna

• Cayo Honorato

• Denise Grinspum

• Luis Camnitzer

• Museu

• Museu Nacional

• Mônica Hoff

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