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Caminhando com Arte - Acervos e coleções

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Dados internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Fundação Itaú | Itaú Cultural

SILVA, Anna Paula da. Acervos e Coleções / Anna Paula da Silva – São Paulo : Itaú Cultural , 2026. (Coleção Caminhando com Arte) 14 p. : il. color. ; PDF.

Inclui bibliografia. ISBN: 978-85-7979-216-8

1. Mediação cultural. 2. Museologia. 3. Acervos. 4. Coleções. 5. Educação não formal. I. Fundação Itaú. II. Itaú Cultural. III. Enciclopédia Itaú Cultural. IV. Título.

CDD 069.5

Capa:

Vânia Mignone Sem título, 2017

Foto: André Seiti/Fundação Itaú

Bibliotecário Fernando Galante Silva CRB-8/10536

A Coleção Caminhando com Arte é resultado de uma parceria entre o programa Caminhando com Arte e a Enciclopédia Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. As publicações reúnem reflexões sobre conceitos, referências e práticas de mediação cultural e de educação não formal em museus, centros de memória e equipamentos culturais, oferecendo fundamentos teóricos e metodológicos para atividades educativas que promovem a diversidade de experiências, o pensamento crítico e a valorização da arte e da cultura.

Boa leitura!

Acervos e coleções

apresentação do tema

Este caderno apresenta uma introdução às ações de preservação realizadas nos bastidores de uma coleção e propõe reflexões sobre as possíveis relações entre mediação cultural e práticas envolvidas na formação e na gestão de acervos de obras de arte.

Em geral, o contato do público com obras de arte se dá por meio de exposições, ações educativas e culturais, publicações didáticas, atividades de difusão em redes sociais e aulas na educação formal.

Diante de uma obra em exposição, acompanhada de sua legenda, podemos nos perguntar como ela chegou até ali, quais são os processos de pesquisa, seleção e preservação que garantem sua exibição e sua recepção em um acervo específico. O que significa uma obra fazer parte de uma coleção? O que as instituições fazem para cuidar das obras? O que existe por trás e além do encontro com uma obra de arte em exibição?

São Paulo, 2026.

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Perguntas ativadoras

Contatos com a obra

Ao visitar uma mostra de arte e encontrar Paulista/97 , de Cildo Meireles (1948), em exposição, podemos nos perguntar sobre as escolhas que levaram à presença da obra naquele espaço. As informações disponibilizadas, na maioria das vezes, dizem respeito à curadoria, às relações entre os trabalhos expostos, às especificidades formais de cada obra (dimensões, técnicas empregadas, dados sobre autoria) ou mesmo às possibilidades de leitura que ela suscita.

É interessante perceber que experiências como Paulista/97 nos levam a refletir sobre a importância determinante de características temporais e espaciais em produções de arte contemporânea e sobre como esses aspectos podem desafiar modos tradicionais de institucionalização e preservação da arte. A intervenção de Cildo Meireles consistiu em incrustar parafusos de ouro nas pedras portuguesas das calçadas da Avenida Paulista, na cidade de São Paulo, em 1997. Posteriormente, algumas dessas pedras com parafusos e registros da ação foram incorporados ao Acervo Banco Itaú. Esse processo de seleção e guarda significa que a obra passou a integrar uma coleção e está submetida a processos museais.

Sobre Paulista/97 , recomendamos a leitura do texto “Alteração, atualização e versão: a performatividade de Paulista/97 ”, de Anna Paula da Silva e Fernanda Werneck Côrtes.

Sobre possibilidades de abordagens educativas da obra de Cildo Meireles, conheça a sequência didática Cildo Meireles: a arte é a vida!, do Caderno do Professor

Dezenove pedras portuguesas com parafusos de ouro da obra de Cildo Meireles Paulista/97, 2017 Foto: Sérgio Guerini/ Fundação Itaú

Detalhe de parafuso de ouro incrustado em pedra portuguesa da obra de Cildo Meireles Paulista/97, 2017

Foto: Sérgio Guerini/Fundação Itaú

glossário

1. Área do conhecimento que estuda os bens culturais, identidades, memórias e patrimônios, tendo museus e coleções como espaços de interpretação e articulação, por meio dos processos de musealização, relacionados à pesquisa, comunicação e preservação de bens culturais materiais e imateriais.

2. Elementos e expressões – materiais ou imateriais –que constituem suportes para significados relativos a determinadas identidades, memórias e ações de grupos sociais.

No contexto da museologia , 1 processos museais são atividades científicas de pesquisa, documentação, conservação, exposição, ação cultural e educativa e gestão de bens culturais 2 pertencentes a acervos e/ou coleções. A museóloga Silvia Raquel de Souza Pantoja, a partir da noção de confluência proposta por Antônio Bispo dos Santos (1959-2023) , propõe o uso do conceito “sistema confluente museológico”.

A partir das várias referências de Antônio Bispo dos Santos, o Nego Bispo, é possível deduzir que sua noção de confluência se relaciona a um rio composto por afluentes que se encontram em determinados momentos, juntando seus fluxos para continuar a correr como um só rio. Trazendo essa concepção de Bispo para o contexto museal e museológico, os afluentes seriam as funções museais concernentes à salvaguarda e comunicação, colocadas em confluência com práticas de preservação do objeto de museu, convergindo para um objetivo comum, conforme o fluxo das coisas (Pantoja, 2022, p. 38)

Nesse sentido, o conjunto de decisões e ações que ocorrem muitas vezes nos bastidores das instituições descreve os percursos ou a con uência das obras de arte em uma coleção.

O que é um acervo? O que é uma coleção?

Os termos acervo e coleção são, na maioria das vezes, equivalentes e significam um conjunto de bens materiais e/ou imateriais que uma pessoa ou uma instituição seleciona , reúne , classifica , pesquisa e preserva . Em áreas específicas – como museologia, biblioteconomia e arquivística –, o acervo designa a reunião de diferentes coleções. A coleção, por sua vez, qualifica as especificidades de uma tipologia de objeto, obra ou linguagem. Um museu de arte pode abrigar em seu acervo diferentes coleções – como as de pintura ( pinacoteca), escultura e gravura.

O que significa colecionar?

Para algumas pessoas, colecionar é, como evoca Antonio Cicero (1945-2024) , atribuir significado à experiência no mundo, pois pode despertar memórias, revelar identidades e apontar caminhos ao longo da vida. Assim, o ato de colecionar expressa, nesse sentido, características do colecionador, mas também daquele que aprecia a coleção.

Guardar uma coisa não é escondê-la ou trancá-la.

Em cofre não se guarda coisa alguma.

Em cofre perde-se a coisa à vista.

Guardar uma coisa é olhá-la, fitá-la, mirá-la por admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela iluminado.

Guardar uma coisa é vigiá-la, isto é, fazer vigília por ela, isto é, velar por ela, isto é, estar acordado por ela, isto é, estar por ela e ser por ela

(Cicero, 1996, p. 11)

O acervo, por sua vez, possibilita olharmos e reconhecermos algumas diretrizes de instituições culturais, posto que elas possuem procedimentos próprios para constituição e preservação de suas coleções. Institucionalizar um bem cultural significa, portanto, relacioná-lo a outros bens por meio de um conjunto de ações, para torná-lo parte de um todo.

Se colecionar é guardar, então olhar para as coisas colecionadas significa também compreender a con uência de ações que visam salvaguardar os bens culturais, considerando todo o processo, desde a concepção de uma obra até seus percursos nos bastidores da coleção em uma instituição.

Como garantir o acesso e a preservação de uma obra ou coleção?

glossário

3. Documento estratégico que orienta as diretrizes, os objetivos e as ações para o planejamento, a gestão e o desenvolvimento de um museu em curto, médio e longo prazo.

4. Documento que define as funções, as diretrizes, o planejamento e os processos institucionais de um museu, estabelecendo suas prioridades, bem como os mecanismos de monitoramento e avaliação do cumprimento de seus objetivos.

Ações de preservação de uma obra

Toda instituição cultural possui documentos que estabelecem seu estado jurídico, o que envolve pensar sua missão, seus objetivos e suas políticas institucionais . A formação de uma coleção considera esses documentos que a constituem, inclusive os procedimentos para aquisição, documentação, conservação, exposição e gestão da coleção, bem como as ações culturais e educativas envolvidas em sua difusão. Essas ações estão definidas em pla nos dire tores 3 ou documentos correspondentes, e, no caso dos museus, em planos museológicos 4

O Estatuto de Museus (instituído pela Lei n. 11.904, de 14 de janeiro de 2009) determina que cada museu elabore e implemente seu plano museológico, do qual destacamos o programa de acervos. Esse item, complementado por outras documentações específicas, descreve as atividades-fim para o cuidado de uma coleção, a começar pelo estabelecimento de uma política de acervo, na qual estão definidos critérios de aquisição , proteção , utilização de coleções e descarte .

Processo de higienização da obra de Vânia Mignone Sem título, 2017

Foto: André Seiti/Fundação Itaú

Segundo o Código de Ética para Museus do Conselho Internacional de Museus ( ICOM), o descarte é parte do que se considera alienação de acervos. O processo de descarte ou exclusão de itens de um acervo envolve doação, transferência, troca, venda, repatriação ou destruição de objetos e obras, inclusive aqueles com dano irreversível. Cabe à instituição definir tecnicamente as medidas cabíveis para esse descarte.

Esses critérios compõem a chamada gestão de acervo ou de coleção. A seguir estão algumas etapas possíveis desse processo.

A aquisição é a etapa que envolve o ingresso de uma obra em uma coleção. Algumas instituições contam com comissões de aquisição, das quais podem fazer parte especialistas, profissionais da instituição e indivíduos ou grupos da sociedade civil. Essas comissões decidem sobre a aquisição ou recusa de uma obra, avaliando sua procedência e documentação, além de estabelecer a relação entre a política de acervos e o plano diretor da instituição. Uma obra pode ser adquirida de diferentes modos: doação, legado, 5 compra, 6 coleta, 7 permuta, 8 empréstimo, 9 comodato , 10 depósito 11 ou transferência 12

Para conhecer um pouco mais sobre os modos de aquisição, recomendamos o livro Documentação museológica e gestão de acervo , de Renata Cardozo Padilha. glossário

5. Herança ou doação póstuma, realizada por meio de testamento ou documento similar, que expressa o desejo de que um bem cultural seja integrado a uma coleção ou museu.

6. Aquisição de bem cultural por meio de pagamento, realizada diretamente com o proprietário ou por intermediários, seguindo critérios curatoriais e legais e alinhada com os objetivos institucionais e a missão do museu.

7. Processo planejado de seleção, obtenção e registro de bens culturais para integrar uma coleção museológica. Por exemplo, em um sítio arqueológico, a coleta envolve a escavação e o recolhimento de artefatos, que passam a compor um acervo museológico.

8. Troca de objetos entre acervos e coleções de museus ou outras instituições similares.

9. Transferência temporária de bens culturais entre instituições ou para uso externo, como exposições ou pesquisas, realizada mediante acordos formais que definem prazos, condições de conservação, transporte e responsabilidades, garantindo a preservação e o retorno dos objetos ao acervo de origem.

10. Guarda de obra ou objeto em uma instituição por tempo determinado, até seu retorno à coleção de origem. Durante esse período, a instituição que exerce guarda provisória é responsável pelos procedimentos de salvaguarda.

11. Objeto adquirido de modo similar à doação, contudo, não se torna propriedade do museu, apenas fica sob sua guarda de forma temporária ou definitiva.

12. Cessão de bem cultural para outra instituição de forma permanente.

glossário

13. Processo sistemático de registro, pesquisa, interpretação e organização das informações sobre uma coleção, visando à produção de conhecimento, à conservação e ao acesso às obras.

Assim que a obra é adquirida, são realizados procedimentos de documentação museológica13 e conservação, que podem incluir a produção de contratos jurídicos específicos de aquisição, além de pesquisa sobre a obra e o artista. No caso de obras de arte, é necessário que a instituição colete documentos dos artistas e/ou dos responsáveis legais, como termo de doação ou compra, certificado de autenticidade, termo de cessão de direitos de propriedade e termo de autorização de uso de imagem e voz , bem como documentos relacionados a aspectos formais e contextuais da obra, como memoriais descritivos e roteiro de montagem, além da documentação do processo artístico , que pode envolver croquis , desenhos , entrevistas , escritos de artista , textos , amostras de materiais , imagens etc.

O passo seguinte é o diagnóstico do estado de conservação da obra, no qual um profissional especializado verifica e documenta suas condições físicas e consolida a análise sobre sua materialidade no laudo técnico ou laudo de conservação

Depois desse diagnóstico, é produzido o inventário da obra e lhe é atribuído um número de registro (em alguns casos, a obra tem esse número marcado em sua superfície). O inventário é fundamental para instituições que tenham coleções, uma vez que esse documento quantifica o número de peças que pertencem àquele acervo.

Atualmente, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) conta com a Resolução Normativa Ibram nº 6, de 31 de agosto de 2021, que “normatiza o Inventário Nacional dos Bens Culturais Musealizados”.

Na próxima etapa, a equipe técnica preenche a ficha de catalogação . Esse documento de identificação é mais completo, pois reúne imagem da obra , número de registro, título, autoria, data de produção, resumo descritivo, dimensão, material, técnica, linguagem, procedência, modo e data de aquisição, estado de conservação, participação em exposições e publicações e pesquisas relacionadas

Vale lembrar que a ficha de catalogação e o inventário são documentos que consideram as especificidades institucionais e a tipologia da coleção, bem como as informações sobre os pro fissionais envolvidos.

Há também a documentação administrativa , em que são incluídos, por exemplo, termos de empréstimo , contratos de seguro ou quaisquer outros documentos que asseguram a integridade física das obras nos processos de saída e retorno à instituição de origem.

As etapas e os procedimentos relatados anteriormente são parte do processo de pesquisa, no qual é necessário relacionar informações de diversas fontes, como relato de artistas, textos críticos especializados, informações sobre contexto histórico e social da produção etc.

As atividades de documentação e conservação não se restringem a oferecer subsídios para a difusão de informações sobre acervos e coleções. No contexto da educação não formal, 14 cujo objetivo é a democratização dos meios de acesso e de gestão do patrimôniocultural, essas atividades permitem refletir sobre as práticas de salvaguarda como forma de mediação cultural.

Reconhecendo a diversidade dos públicos e suas especificidades e interseccionalidades , 15 a mediação cultural promove a relação entre pessoas, discursos e territórios. Essa prática fomenta a reflexão sobre processos e agentes que atuam na produção de sentido dos bens culturais.

Conhecer os métodos de constituição e gestão de coleções e acervos contribui no fomento de práticas educativas mais participativas, no desenvolvimento de relações mais colaborativas da instituição com sua comunidade e no reconhecimento e articulação de diferentes práticas e saberes.

glossário

14. Processo de aprendizagem intencional, planejado e sistemático que ocorre fora do ambiente escolar, sendo promovido por organizações sociais, culturais e comunitárias ou por instituições não governamentais.

15. Termo cunhado pela jurista e intelectual Kimberlé Crenshaw que expressa como diferentes formas de opressão e desigualdade – como gênero, raça, classe e sexualidade – se cruzam e interagem, produzindo experiências sociais únicas e complexas de discriminação ou privilégio.

Instalação realizada em 2025 da obra de Jesús Rafael Soto Esfera negra y roja, 2000 Foto: Humberto Pimentel/ Fundação Itaú

reflexão final

Agestão de acervos demanda a ação conjunta de equipes transdisciplinares e tem por finalidade salvaguardar e conservar coleções de bens culturais, além de ampliar as oportunidades de acesso, pesquisa, difusão e fruição desses acervos.

Nesse sentido, é preciso que as etapas de aquisição, documentação, pesquisa e exposição se relacionem profundamente com as ações educativas para ampliar a compreensão de processos, abordagens e etapas fundamentais para a gestão do patrimônio cultural.

fontes de pesquisa

ARAUJO, Marcelo Mattos. Apresentação. In: IBRAM – Instituto Brasileiro de Museus. Subsídios para elaboração de planos museológicos. Brasília, DF: Ibram, 2016.

BISPO DOS SANTOS, Antônio. A terra dá, a terra quer. São Paulo: Ubu; Piseagrama, 2023.

BRASIL. Lei nº 11.904, de 14 de janeiro de 2009. Institui o Estatuto de Museus e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 15 jan. 2009. Disponível em: planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/lei/l11904.htm. Acesso em: jun. 2025.

BRUNO, Maria Cristina Oliveira. Museologia: entre abandono e destino. Museologia & Interdisciplinaridade, Brasília, DF, v. 9, n. 17, p. 19-28, 2020. Disponível em: periodicos.unb.br/index.php/museologia/article/view/31590. Acesso em: jun. 2025.

CICERO, Antonio. Guardar: poemas escolhidos. Rio de Janeiro: Record, 1996.

DESVALLÉES, André; MAIRESSE, François (org.). Conceitos-chave de museologia. São Paulo: Comitê Brasileiro do Conselho Internacional de Museus; Pinacoteca do Estado de São Paulo; Secretaria de Estado da Cultura, 2013.

IBRAM – INSTITUTO BRASILEIRO DE MUSEUS. Resolução Normativa nº 6, de 31 de agosto de 2021. Normatiza o Inventário Nacional dos Bens Culturais Musealizados, em consonância com o Decreto nº 8.124, de 17 de outubro de 2013, que regulamenta dispositivos da Lei nº 11.904, de 14 de janeiro de 2009, que institui o Estatuto de Museus, e da Lei nº 11.906, de 20 de janeiro de 2009. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 2 set. 2021. Disponível em: in.gov.br/web/dou/-/resolucao-normativa-ibram-n--6-de-31-de-agosto-de-2021-342359740. Acesso em: jun. 2025.

ICOM – Conselho Internacional de Museus. Código de ética do ICOM para museus. Paris: ICOM, 2009. Disponível em: icom.museum/wp-content/uploads/2018/07/ Portuguese.pdf. Acesso em: jun. 2025.

PADILHA, Renata Cardozo. Documentação museológica e gestão de acervos. Florianópolis: FCC Edições, 2014. (Coleção Estudos Museológicos, 2). Disponível em: cultura. rs.gov.br/upload/arquivos/carga20190653/17105304-documentacao-museologica-gestao-acervo.pdf. Acesso em: jun. 2025.

PANTOJA, Silvia Raquel de Souza. Mulheres negras visualizadas e ignoradas: uma análise de narrativas expográficas no Museu de Arte de Belém (Mabe). 2022. 137 f. Dissertação (Mestrado em Museologia) – Faculdade de Ciências Humanas, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2022. Disponível em: repositorio.ufba.br/handle/ri/36463

Acesso em: 17 set. 2025.

SILVA, Anna Paula da; CORTÊS, Fernanda Werneck. Alteração, atualização e versão: a performatividade de Paulista/97. Museologia & Interdisciplinaridade, Brasília, DF, v. 9, n. 18, p. 265-280, 2020. Disponível em: doi.org/10.26512/museologia.v9i18.34967

Acesso em: jun. 2025.

verbetes

• Acervo e coleção

• Acervo Banco Itaú

• Antonio Cicero

• Arte contemporânea

• Bens materiais e imateriais

• Cildo Meireles

• Curadoria

• Diversidade da escultura contemporânea

• Esfera negra y roja

• Itaú contemporâneo: arte no Brasil 1981-2006

• Jesús Rafael Soto

• Museu

• Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (MAE/USP)

• Patrimônio cultural

• Paulista/97

• Pinacoteca

• Vânia Mignone, Sem título, 2017

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Supervisão de revisão de texto

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Revisão de texto

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