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Informativo IPC - 925

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A ÉTICA NA POLÍTICA Cremos que cada cristão – como cidadão do Reino de Deus e cidadão da sociedade terrena – deve discernir espiritualmente o seu papel no meio em que o Senhor o colocou, onde quer que esteja. Diante desta animadora condição: o estar sob o comando e cuidado dAquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz, dando-nos o privilégio da filiação, deve ser um dever inarredável de cada crente o participar dos acontecimentos do seu tempo como um cidadão, sempre considerando essas duas dimensões de sua existência. A grande diferença entre um cidadão comum, cônscio dos seus deveres cívicos e comunitários e um cidadão em tal condição, mas que também seja servo de Deus está, precisamente, na tarefa confiada pelo Senhor a cada filho Seu, a saber: “Vós sois o sal da terra... vós sois a luz do mundo...” (Mt 5.13 e 14). A claridade própria da luz - que afasta o desconhecimento natural que as trevas impõem como também os efeitos de purificação, preservação e de atribuição de sabor que há no sal precisam ser efetivados na vida dos cristãos, na sociedade política em que vivem. Quer atuem na atividade política propriamente dita ou apenas tomem parte no processo de escolha de representantes (vereadores, deputados e senadores) e governantes (prefeitos, governadores e presidente) como eleitores, a cada cristão está confiada a missão de ser um embaixador do Reino de Deus e de Sua forma perfeita de governar o mundo. Isto só se efetiva mediante uma atuação verdadeiramente compromissada com Deus (na doutrina e na prática) e com os Seus propósitos revelados nas Escrituras. O resultado disto, inevitavelmente, se materializa em um desempenho de funções pessoais e públicas que se afasta da desonestidade, da corrupção, da imoralidade e outros erros pecaminosos. Sim! E pela busca de fazer o bem, continuamente. É absolutamente contrassensual ou um disparate a situação em que um cristão ativo participante da vida política esteja envolvido com as – lamentavelmente – muito conhecidas práticas de crimes de corrupção ativa ou passiva, irresponsabilidade fiscal, desprezo da função pública e outras mazelas. Além do grande dano causado à representação política recebida do cidadão-eleitor ou contribuinte fiscal, no caso do cristão, verifica-se a terrível prática de um grave pecado, de duas facetas: a infidelidade nos contratos (Romanos 1.31), posto que o eleito e investido no cargo público presta compromisso de servir ao próximo e ao Estado, para cujas funções deveria se empenhar, ao extremo, em cumprir, sempre prestando contas aos seus eleitores; simultaneamente, entendemos que tais práticas reprováveis trazem em si, ainda, o pecado de desprezo à escolha de Deus

daquela pessoa à ocupação do cargo e suas atribuições funcionais (à luz de Romanos 13). Se toda autoridade é constituída por Deus, como o texto afirma, os agentes políticos prestarão contas a Ele, do mandato divino que lhes foi confiado. Seria de extrema prudência e sabedoria aos que assumem cargos públicos o levarem em conta estes dois aspectos. Por fim, uma responsabilidade grande também está sobre os cristãos que, mesmo sem atuarem diretamente na atividade político-partidária, ocupam um dos papéis mais importantes para andamento da política: os eleitores. Somos todos nós – inclusos os chamados agentes políticos – que, pelo exercício da participação direta, pelo voto, escolhemos aqueles que nos representam. No direito ao voto há uma oportunidade preciosa para que cada crente em Jesus Cristo manifeste sua opinião (iluminada pela Lâmpada para os Nossos Pés) sobre os rumos que a sociedade deve tomar. Olhando mais centradamente, ao votar, podemos externar a nossa vontade quanto à gestão dos negócios públicos e a respeito da administração do mundo de Deus entregue ao homem para dele cuidar. Assim, cada voto tem de ser valorizado e o ato de votar tem de ser considerado uma oportunidade de apresentar (como portador da mensagem divina e ciente do papel de testemunha da graça divina) a posição do servo de Deus a respeito dos assuntos inerentes à sociedade de seu tempo. A Bíblia afirma em Mateus 16.20 que a Igreja está edificada sobre a Rocha, que é Cristo, sendo resultante disto as portas do inferno não prevalecerem contra ela. A Igreja Presbiteriana do Brasil, nos seus 163 anos de existência, tem primado pela fiel observância da Palavra de Deus, com o compromisso de instruir os crentes a ela filiados, bem como o de proclamar o Evangelho aos descrentes. Assim, lastreando-se nos conceitos éticos e morais constantes na Bíblia, esta Igreja se empenha para que os seus membros sejam contados - cada um deles - como alguém que “não tem de que se envergonhar e que maneja bem a palavra da verdade” (2Tm 2.15). Nosso modo de ver a participação política do cristão está ancorada no chamamento de Deus a nós, como na relevância que, nas Escrituras, o próprio Senhor atribui a essa esfera da sociedade. Por consequência, a atuação política de cada presbiteriano deve, num compromisso de consciência santa e fé pura, ser reflexo desta compreensão bíblica. Parte da Carta Pastoral sobre Ética na Política aprova pelo SC/IPB 2022


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LITURGIA DOMINICAL MATUTINA

Domingo, 27 de setembro de 2026, 9h. IPC – UMA IGREJA EM EXPANSÃO INTERCEDENDO PELAS ELEIÇÕES NO BRASIL Prelúdio RECONHECE QUE JESUS CRISTO É O SENHOR SOBRE TODAS AS NAÇÕES - Credo Apostólico - Leitura bíblica alternada: Salmo 144 - Hino “Intercessão pela Pátria” nº 376 - Oração pastoral RECONHECE QUE AS AUTORIDADES SÃO CONSTITUÍDAS POR DEUS E POR ISSO ORA POR ELAS - Leitura bíblica alternada: Romanos 13.1-7 - Leitura bíblica uníssona: 1ª Timóteo 2.1-2 - Oração silenciosa (Interlúdio musical) - Oração pelas autoridades já constituídas e pelas que serão estabelecidas na próxima eleição - Consagração de Dízimos e Ofertas - Cânticos congregacionais RECONHECE QUE É ATRIBUTO DO DEUS SOBERANO LEVANTAR OU DESTITUIR GOVERNANTES - Oração pelas crianças (Pai Nosso) - Pregação: Rev. Daniel Alves RECONHECE A NECESSIDADE DE CLAMAR PELA INTERVENÇÃO DE DEUS SOBRE A NOSSA NAÇÃO - Hino do mês “Dedicação Pessoal” nº 225 - Oração final - Benção Apostólica - Tríplice amém Poslúdio


LITURGIA DOMINICAL VESPERTINA

CULTO SOLENE AO SENHOR Domingo, 27 de setembro de 2026, 18h. IPC – UMA IGREJA EM EXPANSÃO TRABALHANDO EM PAZ COM SEUS IRMÃOS Prelúdio GLORIFICA A CRISTO VIVENDO EM UNIÃO - Leitura bíblica: Salmo 133 - Oração de adoração - Hino “Amor fraternal” 180 - Pai Nosso VENCE O MAL COM O BEM - Leitura bíblica alternada: Romanos 12 - Oração silenciosa (interlúdio musical) - Oração de confissão - Hino do mês “Dedicação Pessoal” nº 225 POTENCIALIZA O SERVIÇO PRESTADO - Leitura bíblica: Neemias 2.17-20 - Leitura bíblica uníssona: Neemias 4.6 - Oração pastoral - Consagração de dízimos e ofertas - Cânticos Congregacionais EXPANDE O SERVIÇO ECLESIÁSTICO - Oração pelas crianças - Cântico reflexivo - Pregação: Rev. Daniel Alves INSPIRA OUTROS A SERVIR COM MAIS DEDICAÇÃO - Hino “Serviço do crente” nº 315 - Oração final - Bênção apostólica - Tríplice Amém Poslúdio


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