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Apostila Senhoras - MAR 2026

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TRABALHO

DE SENHORAS

EDIÇÃO DE MARÇO

Copyright © 2026 Instituto Bíblico da Igreja Cristã Maranata

1ª edição: 2026

Publicado no Brasil com a devida autorização e com todos os direitos reservados pelo Instituto Bíblico da Igreja Cristã Maranata

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Área de conhecimento

Trabalho de Senhoras

Assunto Mensagens

Categoria Religião

Todos os direitos reservados

A reprodução total ou parcial desta publicação, de forma não autorizada, para fins comerciais ou não, constitui violação de direitos autorais (Lei 9610/98), sujeitando-se o infrator às penalidades cíveis e criminais cabíveis.

Presidente da Igreja Cristã Maranata

Alexandre Ruben Milito Gueiros

Presidente do Instituto Bíblico da Igreja

Cristã Maranata

Gilberto Ferreira da Silva

Diretor de Ensino do Instituto Bíblico da Igreja Cristã Maranata

Fábio Lúcio Soares Gomes

Assessora Pedagógica do Instituto Bíblico da Igreja Cristã Maranata

Leonice Monteiro Dias Rocha

Organização:

Wallace Rosetti

Diagramação

João Manuel Comério

MENSAGEM

Sumário

MENSAGEM 2

MENSAGEM 3

MENSAGEM

MENSAGEM 01 04.03.2026

O CULTO AGRADÁVEL A DEUS

“E dir-lhes-ás: Esta é a oferta queimada que oferecereis ao Senhor: dois cordeiros dum ano, sem mancha, cada dia, em contínuo holocausto.” Números 28:3

TEXTO BASE

“E dir-lhes-ás: Esta é a oferta queimada que oferecereis ao Senhor: dois cordeiros dum ano, sem mancha, cada dia, em contínuo holocausto.”

Números 28:3

OBJETIVO DA AULA

Mostrar qual é o culto agradável a Deus e nos tornar verdadeiros adoradores.

INTRODUÇÃO

O Senhor tem falado conosco sobre Jesus no Tabernáculo. E, quando olhamos para o Tabernáculo, vemos que Deus ensinava o Seu povo a se aproximar d'Ele do jeito certo. Nada era feito de qualquer maneira. Havia direção, reverência, ordem, santidade. E hoje, o Senhor quer nos mostrar a bênção que é um culto agradável a Ele.

DESENVOLVIMENTO

O texto que lemos nos mostra quatro marcas do culto agradável a Deus. A oferta queimada era colocada no altar e consumida totalmente. Isso nos fala de entrega total,

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sem reservas; nos fala do fogo. O culto agradável a Deus é um culto que tem a operação do fogo do Espírito Santo.

O culto agradável a Deus não nasce da natureza humana, nem do impulso da emoção. Ele é vivido na total dependência do Senhor. Os dons, os louvores, a Palavra, tudo isso é alinhado pelo Espírito Santo. Sem o Espírito Santo, nós até cantamos, até falamos, até fazemos, mas não há vida. Com o Espírito Santo, há revelação, há quebrantamento, há direção. Por isso, a nossa vida precisa ser uma vida de dependência do Espírito Santo. Não é força humana. Não é técnica. Não é aparência. É unção. É temor. É a presença do Espírito na nossa vida.

Oferta queimada é quando eu entrego tudo no altar do Senhor. É quando eu entrego ao Senhor aquilo que ninguém vê: meu orgulho, minha pressa, meu temperamento, minha necessidade de ter sempre a última palavra, minha ansiedade, minha autossuficiência. É quando eu paro e digo: “Senhor, eu quero Te servir de todo o meu coração.”

O cordeiro de um ano nos fala de Jesus. No culto agradável a Deus, Jesus está vivo e Se manifesta poderosamente no meio da Igreja. O Cordeiro nos lembra que o nosso acesso à presença de Deus não é por mérito, é pelo sangue de Jesus. A igreja só pode oferecer culto santo porque foi purificada. E, por isso, quando nos aproximamos para adorar, nos aproximamos com gratidão, reverência e ousadia, pois fomos purificados pelo sangue do Cordeiro.

“Sem mancha” fala de pureza. Deus é Santo. E o culto agradável é o culto de quem quer ser santo. Não é perfeição humana. É separação. É santificação. Às vezes, a mancha não é algo “grande” aos nossos olhos. Mas cada um sabe a sua necessidade, conhece suas falhas. O culto

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sem mancha é um culto onde há entrega total no altar do Senhor. No culto agradável ao Senhor, somos libertos de toda mancha e de todo pecado, pois estamos na presença de um Deus que é Santo, Santo, Santo.

“Cada dia” nos fala da experiência diária de vivermos esta tão grande salvação. Fala da perseverança em servir ao Senhor, da constância. É o culto que não depende do humor, nem da fase, nem das circunstâncias. Eu posso estar vivendo dias bons ou dias apertados. Posso estar alegre ou atribulado. Mas eu louvo, mesmo na luta. Eu glorifico, mesmo triste.

“Cada dia” significa que servir ao Senhor é a essência da nossa vida. É lembrar que estar na Casa de Deus é a nossa maior alegria, e que o nosso culto é feito para agradar ao Senhor, para adorar tão somente a Deus.

CONCLUSÃO

O Senhor nos chama para sermos verdadeiros adoradores. Adoradores que têm o fogo do Espírito Santo e a vida no altar. “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.” Jo 4:23-24.

11.03.2026

A PIA DE COBREA SANTIFICAÇÃO DO SERVO

“Fez também a pia de cobre com a sua base de cobre, dos espelhos das mulheres que se ajuntavam, ajuntando-se à porta da tenda da congregação.” Êx 38:8

TEXTO BASE

“Fez também a pia de cobre com a sua base de cobre, dos espelhos das mulheres que se ajuntavam, ajuntando-se à porta da tenda da congregação.”

Êx 38:8

OBJETIVO DA AULA

Levar as servas a se santificarem diante do Senhor a cada dia.

INTRODUÇÃO

Estamos conhecendo mais o Senhor Jesus através do Tabernáculo. Tudo ali nos revela Jesus. Hoje, Deus nos convida a olhar para um objeto muito especial: a pia de cobre. O que o Senhor quer nos ensinar por meio dela?

DESENVOLVIMENTO

Antes de entrar no Santuário, o sacerdote precisava passar pela pia de cobre (ou bronze). Não havia outro caminho. Primeiro a porta, depois o altar dos holocaustos, e, por fim, a pia. Ele vinha do deserto, andando sobre terra seca. A poeira se levantava e se prendia às mãos e aos pés. O sacerdote precisava se lavar antes de entrar na presença

de Deus: “E Arão e seus filhos nela lavarão as suas mãos e os seus pés.” Êx 30:19.

Em Jesus, fomos feitos sacerdotes: “Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido…” 1 Pe 2:9a.

E nós também caminhamos no deserto deste mundo. A poeira nos fala de doutrinas contrárias à Palavra de Deus, de conselhos baseados em razão humana que vão chegando e se acumulando na nossa mente, muitas vezes sem que percebamos. Por isso, todos os dias o Senhor coloca diante de nós a pia de cobre. O texto nos diz que a pia foi feita com os espelhos das mulheres. Naquela época os espelhos eram feitos de bronze polido. Então, para que a pia existisse, as mulheres precisaram ofertar seus espelhos. Aquilo que servia para olhar para si foi entregue à Obra de Deus. Isso nos ensina que santificação exige renúncia. Quando abrimos mão do nosso “eu”, da nossa razão, permitimos que o Senhor governe nossa mente e nossa vida.

Abrir mão do nosso “eu” é orar mais, jejuar mais, madrugar mais. É morrer para o mundo e viver para Cristo: “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim.” Gl 2:20a.

Interessante que essas mulheres se reuniam, ajuntando-se à porta da tenda. Elas estavam ali para servir. Sem serem notadas, serviam com zelo e temor. O Senhor nos levanta para sermos como aquelas mulheres. Todas as quartasfeiras nos ajuntamos, nos reunimos na Casa do Senhor, em oração. Isso é bênção para nossos filhos, nossos maridos, para nossa vida.

Na pia, o sacerdote via o seu rosto refletido e, ao mesmo tempo, se lavava. A água fala da Palavra de Deus: “Para

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a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra.” Ef 5:26.

A Palavra revela quem somos e nos limpa. Quantos estão tendo suas vidas impregnadas pela poeira do deserto deste mundo. Mas a Palavra lava os pensamentos, deixando-os santos. Ela firma a nossa mente na verdade e mostra o que precisa ser ajustado na nossa caminhada.

A Palavra é a verdade: “Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade.” Jo 17:17.

CONCLUSÃO

O Senhor nos chama a sermos servas valentes, que se ajuntam, que se doam e que vivem uma vida separada para Ele. Que possamos nos dedicar mais ao trabalho da Obra do Senhor a cada dia do nosso viver.

Que a pia de cobre esteja presente na nossa vida, na vida dos nossos filhos, dos nossos maridos, das nossas famílias. Que todos os dias permitamos que a Palavra lave a nossa mente, nossos pensamentos e nossas atitudes. Que nossas palavras e nosso viver revelem que o Espírito Santo habita em nós.

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18.03.2026

A OFERTA DE MANJARES 1ª PARTE: UMA VIDA OFERTADA A DEUS

“E quando alguma pessoa oferecer oferta de manjares ao Senhor, a sua oferta será de flor de farinha, nela, deitará azeite, e porá o incenso sobre ela.” Lv 2:1

TEXTO BASE

“E quando alguma pessoa oferecer oferta de manjares ao Senhor, a sua oferta será de flor de farinha, nela, deitará azeite, e porá o incenso sobre ela.” Lv 2:1

OBJETIVO DA AULA

Levar-nos a viver uma vida de oferta diária agradável a Deus.

INTRODUÇÃO

O Tabernáculo e as ofertas apontavam para o Senhor Jesus, a oferta perfeita. Mas também revelam como deve ser a nossa vida. A oferta de manjares era feita de flor de farinha, azeite, sal e incenso. Nada era por acaso. Cada elemento nos ensina como viver como oferta diária ao Senhor.

DESENVOLVIMENTO

A oferta era de flor de farinha, das primícias. Era a parte mais fina do trigo, bem moída, sem impurezas. O trigo precisava ser esmagado, moído e peneirado. Isso fala de

uma vida trabalhada pelo Senhor. Ser flor de farinha é permitir que Deus trabalhe o nosso caráter. É deixar que Ele trate o orgulho, a vontade própria, o “eu”. É compreender que as lutas são instrumentos para forjar nossa vida, nos fazendo mais fortes no Senhor.

A massa era amassada com azeite (Lv 2:4). A farinha sozinha não toma forma, mas, com o azeite, ela é moldada. E depois de amassada deitava-se azeite sobre ela. Isso nos lembra do Senhor Jesus. Ele foi formado pelo Espírito Santo e, no início do Seu ministério, foi ungido e cheio do Espírito.

Conosco também é assim. Fomos moldadas como a farinha amassada com azeite. Um dia nós passamos pelo processo de sermos moldadas: fomos salvas, geradas pelo Espírito, nascidas de novo, moldadas no nosso caráter. Quando o Espírito Santo nos molda, essa diferença é notória na nossa vida.

Como na oferta de manjares, o azeite também precisa ser deitado. Precisamos da presença do Espírito Santo para nos ensinar o que falar, quando falar, e para nos lembrar da Palavra de Deus. É um derramar contínuo; é uma vida de experiências diárias na presença do Senhor.

A oferta tinha sal. “E toda a oferta dos teus manjares salgarás com sal...” Lv 2:13a. O sal evita a corrupção da oferta. Fala de vigilância e de preservar o que Deus começou em nós. Sem sal, o que era santo se torna comum.

Muitas vezes começamos nossa caminhada na presença do Senhor, mas, com o tempo, vamos nos corrompendo, deixando de orar, de madrugar, de ler a Palavra... Por isso, a importância da vigilância para que o nosso testemunho de servas do Senhor seja notório diante de todos.

Trabalho de Senhoras

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Jesus disse: “Vós sois o sal da terra; e, se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens.” Mt 5:13. Que nossa vida mostre a verdade da Palavra, a fé viva, um modo de agir santo, livre da contaminação com este mundo. Por fim, colocava-se o incenso sobre a oferta. Ela subia como cheiro suave diante do Senhor. “Suba a minha oração perante a tua face como incenso...” Sl 141:2.

O incenso fala de oração sincera, de dependência e de louvor que nasce da confiança. “Irá a minha presença contigo para te fazer descansar.” Êx 33:14. Descanso não é ausência de lutas, mas certeza da presença do Senhor.

CONCLUSÃO

O Senhor continua procurando ofertas de manjares. Ele procura servas que se entregam inteiramente, que permitem que o Espírito Santo molde suas vidas e cujas orações sobem como incenso suave.

Podemos colocar no altar nossas lutas, famílias e lágrimas. Mas, acima de tudo, precisamos colocar a nossa própria vida. Jesus é a oferta perfeita. Nele, nossa vida se torna agradável a Deus. Que sejamos ofertas vivas. Que o Senhor encontre em nós um cheiro suave. E que, quando nossa vida subir diante d'Ele, suba como incenso puro, como uma oferta que chegue ao trono do Deus vivo. Aleluia!

25.03.2026

A OFERTA DE MANJARES 2ª PARTE: AS TRÊS FORMAS DA OFERTA DE MANJARES - AS NOSSAS PROVAS

“E, quando ofereceres oferta de manjares, cozida no forno... E se a tua oferta for oferta de manjares, cozida na caçoula, será da flor de farinha sem fermento, amassada com azeite. Em pedaços a partirás, e sobre ela deitarás azeite; oferta é de manjares. E se a tua oferta for oferta de manjares da sertã, far-se-á da flor de farinha com azeite.” Lv 2:4a-7

TEXTO BASE

“E, quando ofereceres oferta de manjares, cozida no forno... E se a tua oferta for oferta de manjares, cozida na caçoula, será da flor de farinha sem fermento, amassada com azeite. Em pedaços a partirás, e sobre ela deitarás azeite; oferta é de manjares. E se a tua oferta for oferta de manjares da sertã, far-se-á da flor de farinha com azeite.” Lv 2:4a-7

OBJETIVO DA AULA

Ensinar-nos a portar-nos diante das lutas e provas para que a nossa oferta chegue ao trono de Deus como oferta agradável.

INTRODUÇÃO

Já aprendemos quais eram os ingredientes da oferta de manjares. Na oferta de manjares, não importava a forma de preparo, todas passavam pelo fogo. O fogo nos fala das provas que passamos. Interessante que as provas não vêm da mesma maneira. E, hoje, o Espírito Santo é quem nos ensina como agir, como nos posicionar diante das lutas e provas.

DESENVOLVIMENTO

Havia a oferta de manjares preparada na sertã, ou frigideira. A sertã era aberta. O que estava ali podia ser visto. Ela fala das provas visíveis, aquelas que todos sabem que estamos enfrentando: uma enfermidade, um lar incompleto, um filho longe do Senhor.

São situações que levamos à Igreja, ao grupo de assistência, à intercessão de toda a Igreja. Nessas horas aprendemos que não caminhamos sozinhas. Temos a Igreja que ora, intercede... Há consolo e fortalecimento no Corpo.

Mesmo sendo visível, a oferta precisava estar amassada com azeite. A prova precisa ser vivida no Espírito. Não é aflição, é descanso, é confiança em Deus. Se a presença do Senhor está conosco, nós descansamos.

Havia também a oferta de manjares preparada na caçoula: “Cozida na caçoula…” (v. 5). A caçoula tinha tampa. Não era totalmente exposta.

Ela fala das lutas que não levamos ao conhecimento de todos. São situações delicadas dentro do lar, questões que exigem prudência.

A oferta era partida em pedaços (v. 6). Isso nos ensina discernimento. Compartilhamos apenas com pessoas maduras espiritualmente: o pastor, o diácono, uma irmã amadurecida e fiel em oração. Nem tudo deve ser exposto. É preciso sabedoria. Isso também é maturidade espiritual.

Havia a oferta preparada no forno (v. 4). O forno era fechado. Calor intenso. Só quem preparava sabia o que estava acontecendo ali dentro.

Há provas que ninguém pode resolver por nós. São dores

Trabalho de Senhoras

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silenciosas, lutas internas, aflições profundas. É você e o Senhor. São as madrugadas, os jejuns, as lágrimas derramadas aos pés do nosso Salvador.

No calor da prova, o Espírito Santo nos sustenta. Ele intercede por nós e nos fortalece. É nesse lugar secreto que ouvimos a voz do Senhor: “Não te deixarei nem te desampararei, Minha filha amada.” É nas provas que vivemos grandes experiências que marcam nossas vidas. “E assim com confiança ousemos dizer: O Senhor é o meu ajudador, e não temerei o que me possa fazer o homem.” Hb 13:6.

Seja na sertã, na caçoula ou no forno, a oferta continuava sendo oferta de manjares. O fogo não destrói a oferta. Ele a prepara. O importante não é a intensidade da prova, mas a forma como a levamos ao altar.

CONCLUSÃO

Que todas as nossas provas sejam colocadas no altar. O Senhor conhece cada uma delas. Ele vê a sertã aberta, a caçoula e o forno fechado.

Nada está oculto aos Seus olhos. Que aprendamos a viver cada prova com azeite. Que não percamos a fé no calor da aflição. Que sejamos mulheres sábias, cheias de fé, que sabem quando falar e quando calar, quando compartilhar e quando se render, em secreto, diante do nosso Deus.

E que, ao final, nossa vida — mesmo marcada pelo fogo — suba como oferta agradável diante do Senhor. Porque Jesus é a nossa vitória!

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