Trabalho com


OUTUBRO 2025
“[...] Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus está em vós e já vencestes o maligno.” I João 2:14
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“[...] Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus está em vós e já vencestes o maligno.” I João 2:14
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1ª edição: 2025
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Trabalho com Jovens
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Presidente da Igreja Cristã Maranata
Alexandre Ruben Milito Gueiros
Secretário Executivo da Igreja Cristã Maranata
Luiz Eugênio do Rosário Santos
Presidente do Instituto Bíblico da Igreja Cristã Maranata
Gilberto Ferreira da Silva
Diretor de Ensino do Instituto Bíblico da Igreja Cristã Maranata
Fábio Lúcio Soares Gomes
Assessora Pedagógica do Instituto Bíblico da Igreja Cristã Maranata
Leonice Monteiro Dias Rocha
Organização:
Maurilo Martins
Diagramação
João Manuel Comério
“E tomou o SENHOR Deus o homem e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar.” Gênesis 2:15
Pr. Fábio Canal
“E tomou o SENHOR Deus o homem e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar.» Gênesis 2:15
Mostrar, porém não de forma exauriente, a Obra de Deus no nosso meio.
Hoje vamos conhecer um pouco mais dos grupos e dos trabalhos da Igreja que o Senhor nos chamou para participar e servir, tudo com o propósito de nos aproximar d’Ele e nos preparar para morar com Ele.
Portanto, nós temos:
• Trabalho dos Pastores e dos Diáconos;
• Trabalho do Grupo de Intercessão;
• Trabalho do Grupo de Louvor e Instrumentistas;
• Trabalho dos Professores de Jovens, Bebês, Crianças, Intermediários e Adolescentes;
• Trabalho dos Grupos de Assistência;
• Trabalho de Acessibilidade;
• Grupos de trabalho de Evangelização;
• Grupos que se comprometem com o Culto Profético;
• Grupos que se comprometem com o Culto ao meiodia nas igrejas;
• Grupos que se comprometem com a madrugada;
• Grupos de Limpeza;
• Grupos de Sonoplastas;
• Grupo de Senhoras e, dentro do grupo de Senhoras, subgrupos que cuidam das grávidas, das idosas e viúvas, das necessitadas… bom, enfim, tantos outros...
Quero desde já dizer para os jovens que tudo isso funciona na nossa igreja. Esses trabalhos acontecem em cada igreja.
Imaginem agora como isso se multiplica. Pensem no Maanaim, seminários a cada 15 dias, toda aquela estrutura funcionando: trânsito, portaria, limpeza, paisagismo, aulas, professores, louvor, instrumentos, alojamento, banho, água, alimentação, cantina, livraria, segurança, bombeiro, energia, sistemas automatizados, coleta de lixo, etc. Além disso tem-se: Unidos em família, crianças no Maanaim, atividades lúdicas, porém educativas. Atividades instrutivas, quanta coisa…
Pensa que acabou? Acabou não.
TV e Rádio Maanaim, programas e mais programas sendo veiculados todos os dias, evangelizações de rua, Evangelho sem fronteiras, serenatas, Trombetas e Festas, Missão Amazônia, Missão Sertão, deslocamento de pessoas de bairro para bairro, cidades, países, na América do Sul, Central, do Norte, Europa, Ásia, Oceania…
Irmãos, é nessa estrutura que cada um de nós, tão pequenos e frágeis, que:
Deus se lembra de cada um de vocês. Ele se lembrou de cada um de nós.
Vejam, irmãos. Isso não começou em nosso tempo. Começou antes da formação do mundo.
Adão foi criado e recebeu uma função. Ele deveria lavrar e cuidar do Jardim. Como lemos em Gênesis 2:15:
“E tomou o SENHOR Deus o homem e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar.” Gênesis 2:15
E vale muito lembrar que o primeiro que trabalhou foi o próprio DEUS, O CRIADOR. E disse Deus “… Haja…”, conforme Gênesis 1:3: “E disse Deus: Haja luz. E houve luz.”
Adão trabalhou. Noé trabalhou construindo uma arca para a salvação da sua casa. Como está escrito em Gênesis 6:22:
“Assim fez Noé; conforme a tudo o que Deus lhe mandou, assim o fez.”
Abraão, Isaque, Jacó — todos envolvidos em um chamado para a formação de uma nação.
Moisés envolvido em um resgate.
Em Deuteronômio 6, um chamado para, em casa, os pais ensinarem seus filhos. As palavras de Deuteronômio 6:6-7 nos lembram:
“E estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; e as intimarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantandote.”
Arão e sua família estavam envolvidos no sacerdócio. De acordo com Êxodo 28:1:
“Depois, tu farás chegar a ti teu irmão Arão e seus filhos com ele, do meio dos filhos de Israel, para me administrarem o ofício sacerdotal, a saber: Arão e seus filhos Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar.”
Os juízes foram chamados para julgar o povo e livrá-los das mãos dos povos em redor. Como registrado em Juízes 2:16:
“E levantou o SENHOR juízes, que os livraram da mão dos que os roubaram.”
Os reis tinham seu chamado para governar a nação. Os generais para liderar seus exércitos, os soldados para guerrear.
Os profetas tinham a missão de anunciar a vontade de Deus e, muitas vezes, serviam como exemplo ao entregarem sua vida ao serviço.
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Jesus Cristo, o Filho de Deus… Deixou o esplendor da Sua glória. Conforme as palavras de João 5:17:
“E Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também.”
A consumação do projeto. A Cruz. A salvação garantida. Até aqui foi, na verdade, muito trabalho.
A igreja primitiva. Nas cartas às igrejas na Ásia. “Eu sei as tuas obras…”. Uma referência a Apocalipse 2:2:
“Eu sei as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua paciência, e que não podes sofrer os maus; e puseste à prova os que dizem ser apóstolos, e o não são e tu os achaste mentirosos;”
A igreja do pós-Reforma Protestante. Muito trabalho evangelístico e, até agora, no tempo que estamos vivendo: os trabalhadores da última hora.
Todos envolvidos no “ide” de Jesus:
Mateus 28:18-20:
“E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra. Portanto ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos. Amém.”
Eu vos chamei para que vades e deis fruto, e vosso fruto permaneça. João 15:16:
“Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vos conceda.”
“Não vos deixarei órfãos…”, como disse Jesus em João 14:18
“Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós.”
“... estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos.” , conforme Mateus 28:20, já citado acima.
Até o arrebatamento temos um trabalho.
Conforme palavras de Filipenses 3:14:
“prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.”
O que resta agora é ser coroado com a coroa da justiça, porque o sangue de Jesus nos justificou. Como está escrito em II Timóteo 4:8:
“Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda.”
A graça nos salvou porque Jesus trabalhou.
“Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? — diz o Senhor; eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel.”
Jeremias 18:6
“Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? — diz o Senhor; eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel. Jeremias 18:6
Objetivo da aula
Mostrar, porém não de forma exauriente, a Obra de Deus no nosso meio.
Introdução
O que é instrumentalidade?
É o ato de se colocar como instrumento nas mãos de Deus. O vaso não tem vida própria, mas só cumpre o propósito quando está nas mãos do oleiro (Jeremias 18:6).
Isaías 6:8 - “...eis-me aqui, envia-me a mim.” -> O profeta se apresenta como instrumento da vontade divina.
Atos 9:15 - Paulo é chamado de “instrumento escolhido” para levar o nome do Senhor.
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Romanos 6:13b - “... apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça.”
A instrumentalidade do servo é a capacidade que o homem tem de se tornar um instrumento nas mãos do Senhor. Assim como um instrumento musical ou uma ferramenta, o servo não possui vontade própria, mas reflete a ação e a vontade de quem o utiliza. No contexto do Culto Profético, essa instrumentalidade significa estar completamente disponível para a direção do Espírito Santo, permitindo que Ele conduza cada aspecto do Culto.
Disponibilidade – estar pronto, ainda que não se sinta capaz.
• Isaías 6:8 – "Depois disso, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então, disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim."
• Jeremias 1:6-7 – "Então, disse eu: Ah! Senhor JEOVÁ! Eis que não sei falar; porque sou uma criança. Mas o SENHOR me disse: Não digas: Eu sou uma criança; porque, aonde quer que eu te enviar, irás; e tudo quanto te mandar dirás."
Santificação – vaso santificado é essencial para uso d’Aquele que é SANTO.
• II Timóteo 2:21 – "De sorte que, se alguém se purificar destas coisas, será vaso para honra, santificado e idôneo para uso do Senhor e preparado para toda boa obra."
• Salmos 24:3-4 – "Quem subirá ao monte do SENHOR ou quem estará no seu lugar santo? Aquele que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à vaidade, nem jura enganosamente."
Sensibilidade – ouvir e discernir a voz do Espírito.
• João 10:27 – "As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem;"
• Apocalipse 2:7 – "Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas:..."
Humildade – não tomar para si a glória, mas sempre direcioná-la a Deus.
• João 3:30 – "É necessário que ele cresça e que eu diminua."
• I Coríntios 10:31 – "Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para a glória de Deus."
No culto Profético, a instrumentalidade do servo implica uma disposição completa em atender à vontade de
Deus. É fundamental que o homem esteja pronto para se colocar à disposição do Espírito Santo, buscando não a própria vontade, mas a vontade de Deus. Quando o Culto é conduzido segundo a direção de Deus, ele se torna agradável ao Senhor.
É importante lembrar que, embora o ser humano tenha o livre-arbítrio, o verdadeiro Culto é aquele em que a pessoa se entrega totalmente à vontade de Deus. Assim, à medida que o servo se dispõe a ouvir a voz do Senhor e a se render a Ele, o Culto se aprimora e se torna cada vez mais alinhado com o coração de Deus.
No Antigo Testamento, vemos isso claramente em personagens como José, Davi e Daniel, que, ao se colocarem à disposição de Deus, permitiram que o Senhor os usasse para grandes propósitos. Da mesma forma, no Novo Testamento, jovens como Timóteo, Paulo e João demonstraram que a disposição em atender à vontade divina é essencial para um Culto verdadeiro.
• José (Gênesis 37–50): Ainda jovem, foi vendido como escravo por seus irmãos e, através de sua fidelidade a Deus, tornou-se o salvador de sua família e de muitos outros durante a fome no Egito. Sua trajetória mostra como Deus usa jovens para propósitos maiores, mesmo em circunstâncias difíceis.
• Davi (I Samuel 17): Ainda um jovem pastor, foi escolhido por Deus para ser o rei de Israel. Sua
coragem ao enfrentar Golias não só libertou o povo de Israel, mas também o preparou para liderar com justiça e sabedoria.
• Daniel (Daniel 1–2): Adolescente levado cativo à Babilônia, demonstrou fidelidade e sabedoria diante dos reis, sendo um canal da revelação de Deus ao interpretar sonhos e visões.
Instrumentalidade no Novo Testamento
• Timóteo (I Timóteo 4:12): Jovem discípulo de Paulo, foi um pastor exemplar, guiando a Igreja com fidelidade e sabedoria, demonstrando que a juventude não é obstáculo para o ministério.
• João (João 13:23; Apocalipse 1:9–11): O apóstolo, também jovem quando seguiu Jesus, foi um dos mais próximos ao Mestre e instrumento da revelação final no Apocalipse.
• Paulo (Atos 9:15): Chamado de “instrumento escolhido”, Paulo teve sua vida transformada e, mesmo jovem, foi usado poderosamente como missionário e apóstolo dos gentios.
• Ao refletirmos sobre essas histórias bíblicas, percebemos que o chamado para a instrumentalidade é atemporal. Hoje, os jovens têm o mesmo chamado: serem instrumentos nas mãos
do Senhor para louvor, adoração e para a salvação de vidas ao seu redor. Esse propósito se cumpre quando buscamos o Culto profético, um ambiente onde Deus revela Sua vontade, direcionando cada aspecto do Culto.
• Quando o servo se dispõe a ser um instrumento, o Espírito Santo o usa para levar a Palavra revelada, alcançando aqueles que participam do Culto e demonstrando a operação maravilhosa do Senhor. Assim, cada vez que Deus Se revela a alguém, testemunhamos que Ele está vivo e atuante em nosso meio.
• Portanto, o Culto profético e a instrumentalidade do servo caminham juntos, convidando cada jovem a se tornar um vaso de bênção e de transformação.
“E, indo eles caminhando, chegaram ao pé de alguma água, e disse o eunuco: Eis aqui água; que impede que eu seja batizado?” Atos 8:36.
Pr. Fábio Lúcio Soares Gomes
TEXTO BASE
“E, indo eles caminhando, chegaram ao pé de alguma água, e disse o eunuco: Eis aqui água; que impede que eu seja batizado?” Atos 8:36.
O objetivo da aula é mostrar os resultados de uma boa assistência àqueles que visitam as nossas igrejas e aos novos convertidos. Para isso, a instrumentalidade do jovem é fundamental neste trabalho.
A experiência do mordomo da rainha de Candace é muito importante para entendermos como deve ser feita uma assistência.
A instrumentalidade de Filipe, que era um dos diáconos levantados para o serviço da igreja, foi fundamental para a realização do projeto de salvação de Deus.
O jovem nesta Obra possui todos os recursos necessários para a realização de uma assistência. Os mesmos requisitos
que foram estabelecidos no corpo para o levantamento daqueles sete primeiros diáconos se aplicam de forma muito clara aos jovens.
“Escolhei, pois, irmãos, dentre vós, sete varões de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais constituamos sobre este importante negócio.” Atos 6:3.
É importante notar que aqueles irmãos que foram levantados como diáconos, antes mesmo de estarem como diáconos já possuíam os requisitos necessários para o exercício daquele serviço.
O Senhor tem colocado todos os recursos à disposição dos jovens para realização da Sua Obra:
• A boa reputação: o jovem desta Obra tem essa característica. Ele sabe onde deve andar, o que dizer, a forma de agir, o seu testemunho. Isso o identifica como alguém diferente diante deste mundo.
• Cheios do Espírito Santo: isso tem sido visto nas nas evangelizações, no culto profético, com muitos jovens usados com poder nos dons espirituais.
• Cheios de sabedoria: a sabedoria está relacionada ao saber se portar em qualquer situação. Daniel foi cheio de sabedoria e inteligência. Soube muito bem se portar no palácio do rei da Babilônia, porque conhecia a Palavra e ao Deus a quem ele servia.
A necessidade de ouvir
A experiência de Filipe se inicia quando ele ouviu aquilo que o anjo do Senhor falou a ele. Não há como realizar a
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Obra de Deus se não estivermos prontos para ouvir aquilo que o Senhor quer falar conosco.
Há duas citações importantes relativas ao ouvir.
• É preciso ter ouvidos para ouvir
“Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.” Mateus 13:9.
Essas palavras foram do próprio Senhor Jesus quando contava a primeira das sete parábolas do reino. Esta colocação se refere àqueles que ainda não têm uma experiência. O próprio Senhor Jesus, no seu ministério, se referiu à esta necessidade. É preciso ter ouvidos para ouvir, ou seja, é preciso ter uma predisposição para receber a Palavra. Isso se aplica àqueles que estão ouvindo a Palavra pela primeira vez. Muitos têm ouvidos, mas não têm ouvidos para ouvir. As vozes do mundo são mais fortes do que aquilo que Deus quer falar.
O jovem precisa discernir isso. Porque, neste caso, somente pela operação dos dons espirituais, os ouvidos podem ser abertos. Jesus disse:
“[...] porque eles vendo, não vêem; e , ouvindo, não ouvem nem compreendem.” Mateus 13:14.
• É preciso ter ouvidos para ouvir o que o Espírito diz.
“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.”
Apocalipse 3:13.
Nesta colocação, o Senhor Jesus, já glorificado ressalta a necessidade de ouvir o que o Espírito diz às igrejas. No entanto, essa advertência já está relacionada à igreja, para aqueles que já tiveram uma experiência de salvação. É preciso ouvir o que o Espírito Santo está dizendo.
Essa foi a experiência de Filipe. O Espírito Santo tinha um
propósito: salvar uma vida, usando a Filipe.
Deus tinha um propósito na vida de um homem e usaria Filipe. Flipe ouviu o que o anjo disse a ele e atendeu a orientação.
“E o anjo do Senhor falou a Filipe, dizendo: Levanta-te e vai para a banda do Sul, ao caminho que desce de Jerusalém para Gaza, que está deserto.” Atos 8:26.
A distância entre Samaria e Gaza é da ordem de 100 Km. A orientação foi que ele fosse para a banda do Sul no caminho que desce de Jerusalém para Gaza.

Mapa de Israel (Samaria e Gaza)
No sentido racional, Filipe poderia desconsiderar a orientação do Senhor. O primeiro ensino para nós é esse:
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é necessário ouvir e aplicar o que o Senhor deseja. Em uma parábola, o Senhor Jesus deixa claro esta necessidade.
“Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha.” Mateus 7:24 (grifo nosso).
A prontidão do jovem para atender as orientações do Senhor (evangelizações, cantatas, distribuição de convites) é fundamental para que Deus possa usá-lo na sua presença.
É importante entender que os propósitos de Deus são diferentes dos nossos.
• Paulo queria anunciar o Evangelho na Bitínia e nas regiões superiores da Ásia. No entanto, o Espirito Santo o impediu e o levou à Macedônia. Havia um homem a ser alcançado: o carcereiro.
• Pedro vai à casa de Cornélio (gentio) enviado pelo Espírito Santo.
Deus tinha um propósito na vida de um homem e vai usar Filipe. Filipe ouviu o que o anjo disse e atendeu a orientação.
Na estrada que liga Jerusalém a Gaza (que estava deserta), descia de Jerusalém um mordomo da rainha de Candace, o qual lia o livro do profeta Isaías.
Alguns historiadores atribuem o reino de Candace à terra de Cuxe (Sudão).

Aquele homem, decerto, era um prosélito (convertido ao judaismo, não sendo judeu). Voltava de uma das festas em Jerusalém, sem no entanto, entender o significado profético daquela festa.
Muitos se encontram da mesma forma que aquele homem: participando de uma festa (os nossos cultos são uma festa), porém sem entender o significado do culto, da profecia, do momento que a igreja vive. Querem a bênção, mas não têm uma experiência com o mistério revelado (Jesus), o dono da bênção.
É dentro deste contexto que o Senhor quer usar o jovem desta Obra.
O Espírito Santo disse a Filipe: “Ajunta-te a este carro”. Foi quando ele pôde ver que aquele homem estava lendo o livro de Isaías.
Com ousadia, Filipe perguntou: “Entendes tu que lês?
A pergunta foi feita porque Filipe tinha uma palavra revelada para dar a Ele. Sem o conhecimento do mistério ele não teria condições de assistir e mostrar a profecia na Palavra.
Sem o conhecimento profético da Palavra, não há como assistir.
• Apresentar ao homem um conhecimento histórico?
Muitos livros já foram escritos para mostrar a geografia e a história riquíssima que a Bíblia traz.
• Apresentar ao homem um conhecimento teológico ou filosófico? As correntes teológicas e filosóficas já tratam de diversas questões da Palavra sem levar o homem a uma experiência de eternidade.
Era preciso descortinar o mistério para aquele homem. Mostrar que Jesus estava presente em todo o projeto de Deus: No Velho Testamento, no seu ministério como homem e na vida da igreja.
A partir da pergunta feita por Filipe, aquele homem o convidou a subir para que o ensinasse. E o texto que ele estava lendo era:
“E o lugar da Escritura que lia era este: Foi levado como a ovelha para o matadouro; e, como está mudo o cordeiro diante do que o tosquia, assim não abriu a sua boca. Na sua humilhação, foi tirado o seu julgamento; e quem contará a sua geração? Porque a sua vida é tirada da terra.” Atos 8:32-33.
E Filipe anunciou a Jesus, mostrando quem era o cordeiro mudo que foi levado ao matadouro.
“Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam.” João 5:39.
O resultado da Palavra viva no coração do homem gera uma nova posição diante do projeto de Deus. E essa posição acontece com o arrependimento.
“E, indo eles caminhando, chegaram ao pé de alguma água, e disse o eunuco: Eis aqui água; que impede que eu seja batizado? E disse Filipe: É lícito, se crês de todo o coração.
E, respondendo ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus.” Atos 8:36-37.
Aqueles que entendem o projeto de Deus, o mistério da salvação, não hesitam em iniciar uma nova vida na presença do Senhor.
E, mandando parar o carro, Filipe o batizou. E a Bíblia diz que o Espírito do Senhor arrebatou a Filipe e não viu mais aquele homem. E ele continuou jubiloso o seu caminho.
Há muitos pontos importantes nesta experiência para aplicação na vida da igreja e, especialmente, para a vida do jovem.
• É preciso dar ouvidos àquilo que o Espírito Santo diz. Quem deseja ser usado como Filipe é preciso estar integrado à vida da Igreja (culto profético, evangelizações, visitas, serenatas).
• Estar pronto para obedecer a vontade do Senhor, mesmo se tratando de algo que possa ser impossível aos nossos olhos.
“Mas ele respondeu: As coisas que são impossíveis aos homens são possíveis a Deus.” Lucas 18:27.
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• Ser ousado. Filipe foi ousado em atender aquilo que o Espírito Santo lhe disse: “Chega-te e ajunta-te a este carro”.
“Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no Santuário, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne.” Hebreus 10:19-20
• Ter o conhecimento da Palavra viva: do mistério que esteve oculto em todos os séculos e que foi manifesto aos seus santos.
“O mistério que estve oculto desde todos os séculos, e em todas as gerações, e que agora foi manifesto aqos seus santos.” Colossenses 1:26.
• Entender que os recursos filosóficos, teológicos ou racionais não trarão resuiltados de salvação na vida daqueles que o Senhor quer chamar para a sua presença.
“A minha palavra e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder.” I Coríntios 2:4.
• Acompanhar e assistir aqueles que têm sido evangelizados até que se definam diante de Deus. E essa posição acontece com o arrependimento para uma nova vida.
“E mandou parar o carro, e desceram ambos à água, tanto Filipe como o eunuco, e o batizou.” Atos 8:38.
O resultado daquela assistência trouxe júbilo a Filipe para continuar a sua jornada na presença do Senhor.
“ E, quando saíram da água, o Espírito do Senhor arrebatou a Filipe, e não o viu mais o eunuco; e, jubiloso, continuou o seu caminho.” Atos 8:39.
A palavra “jubiloso” no texto bíblico é “chairo” (grego) que significa: Alegrar-se com uma alegria que transcende as circunstâncias.
Quando o jovem é usado, o Senhor renova a alegria da salvação, o desejo de continuar ser usado e o fortalecimento do Espírito Santo para a sua caminhada. Essa a grande bênção que Deus tem preparado aos jovens.
“Ninguém despreze a tua mocidade; mas sê exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé, na pureza.” I Timóteo 4:12.
Pr. Wallace Rozeti
“Ninguém despreze a tua mocidade; mas sê exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé, na pureza.” I
Timóteo 4:12
Levar os jovens ao entendimento da importância de usarem a instrumentalidade (os meios e recursos) que Deus concede aos jovens para, em especial, serem evangelizadores e que possam levar boas novas ao mundo.
Incentivar e despertar os nossos jovens a serem instrumentos vivos nas mãos de Deus.
A história bíblica nos mostra que Deus sempre contou com os jovens como instrumentos ativos em Sua Obra. A juventude é um período marcado por energia, criatividade, coragem e sensibilidade, qualidades que, se colocadas nas mãos de Deus, se transformam em poderosos recursos para a evangelização.
A disposição do jovem em ser instrumento nas mãos de Deus, colocando seus recursos, experiências e oportunidades a serviço da Obra do Senhor, especialmente na evangelização, é uma das instrumentalidades mais visíveis e necessárias neste tempo final que vivemos.
Assim como Jesus usou conversas simples, milagres, parábolas e atitudes de amor para evangelizar, hoje Ele deseja usar os jovens como instrumentos usando de sua voz, suas habilidades, sua tecnologia, sua disposição e até mesmo suas lutas e experiências de vida.
A Bíblia nos mostra vários exemplos de jovens que, ao se colocarem à disposição, se tornaram parte essencial do plano de Deus: Samuel ouviu a voz do Senhor ainda menino (I Samuel 3:10); Davi enfrentou Golias com coragem (I Samuel 17:45); Ester se levantou em defesa do seu povo (Ester 4:14); Timóteo serviu como pastor e missionário, mesmo sendo jovem (I Timóteo 4:12). Todos eles foram instrumentos vivos nas mãos de Deus.
Da mesma forma, Deus tem enxergado e valorizado a participação dos jovens na evangelização. Os jovens podem alcançar lugares e pessoas que muitas vezes os adultos não alcançam: escolas, universidades, ambientes digitais, rodas de amizade, grupos culturais. Quando a juventude entende sua instrumentalidade, ela não apenas participa, mas se torna parte importante no cumprimento do projeto divino.
Neste estudo refletiremos sobre como Jesus, o nosso modelo maior, evangelizou, deixando aos jovens exemplos de que podem ser instrumentos nas mãos de Deus.
A juventude é um período precioso, em que há energia, ousadia e abertura para novos desafios. É nesta fase que muitos começaram na Bíblia. Deus levantou jovens como Daniel e seus amigos para testemunhar no meio de uma cultura pagã (Daniel 1:17-20), José para brilhar no Egito (Gênesis 41:39-40) e Maria para carregar o Salvador no ventre (Lucas 1:30-31). Da mesma forma, Deus deseja usar os jovens hoje para levar a esta geração a mensagem
do Evangelho.
Hoje, vemos jovens evangelizando com criatividade e ousadia: grupos em escolas e universidades, em praças com louvores, vídeos de testemunhos nas redes sociais, visitas a lares levando alimento e Palavra, e jovens influenciando seus familiares pelo exemplo.
A Bíblia nos mostra que Jesus é o modelo perfeito de evangelização e vida cristã. Ele nos mostrou como se aproximar das pessoas com amor, compaixão e sabedoria, alcançando diferentes realidades e necessidades, seja conversando com a mulher samaritana no poço (João 4:526), falando com Nicodemos, um professor (João 3:1-21), ensinando multidões no monte (Mateus 5-7), ou levando perdão e esperança aos necessitados.
Cada atitude, palavra e gesto de Jesus revela que evangelizar não é apenas falar, mas viver o Evangelho de forma prática e transformadora. Ele nos ensina que devemos ser instrumentos nas mãos de Deus, prontos para servir, amar e levar a boa nova a todos.
Vejamos o encontro de Jesus e a mulher samaritana. O texto de João 4:6-8 diz:
“E estava ali a fonte de Jacó. Jesus, pois, cansado do caminho, assentou-se assim junto da fonte. Era isto quase à hora sexta. Veio uma mulher de Samaria tirar água; disse-lhe Jesus: Dáme de beber. Porque os seus discípulos tinham ido à cidade comprar comida.”
O encontro de Jesus com a mulher samaritana nos ensina
como quebrar barreiras sociais e religiosas para anunciar a salvação. Também nos mostra como aproveitar o tempo, a oportunidade.
Ele usou a conversa simples, sem expor, sem ataques, mas sendo um instrumento para abrir o coração daquela mulher, cheia de problemas sociais, familiares e uma vida às margens da sociedade.
Jesus, ao abordar aquela mulher, utilizou algo que a fez refletir e saber que não estava falando com uma pessoa qualquer, pois em meio à conversa, Ele fala de algo que somente ela e alguém com conhecimento divino poderia saber — falou de um segredo. Temos visto vários jovens sendo usados da mesma forma com os dons espirituais em visitas, evangelizações que têm acessado o coração do necessitado.
Hoje, os jovens podem usar o diálogo, as redes sociais e amizades como pontes para evangelizar. Assim como Jesus aproveitou o tempo, os jovens podem, em uma conversa no intervalo da escola ou uma postagem, ser o “poço de Jacó” dos dias atuais para resgatar a vida de pessoas sem direção.
Como posso usar minha comunicação (conversa, WhatsApp, Instagram, etc.) para falar de Jesus?
Outro exemplo que o Senhor Jesus nos deixou foi o encontro com um mestre (professor), Nicodemos – João 3:1-4:
“E havia entre os fariseus um homem, chamado Nicodemos, príncipe dos judeus. Este foi ter de noite com Jesus, e disselhe: Rabi, bem sabemos que és Mestre, vindo de Deus: porque
ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for com ele. Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Porventura pode tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer?”
A distância entre Samaria e Gaza é da ordem de 100 Km.
A orientação foi que ele fosse para a banda do sul, no caminho que desce de Jerusalém para Gaza.
Diferente da mulher samaritana, Nicodemos era alguém “sem problemas”, na verdade era uma referência diante da sociedade, era um professor, um mestre que, ao ser confrontado por Jesus, vê que a sua filosofia, teologia não o fazia conhecedor do Reino dos Céus, aquilo que verdadeiramente tinha e tem valor.
Atualmente, em especial os jovens têm tido contato com pessoas semelhantes a Nicodemos, pessoas bem resolvidas do ponto de vista social e até mesmo religioso, mas que não sabem o que é vida eterna, pessoas que precisam mudar totalmente a rota de suas vidas, como dito a Nicodemos: nascer de novo.
É preciso coragem para, assim como Jesus, confrontar o homem, mas a Bíblia diz que os jovens são fortes e preparados para isso. Estamos num momento em que, de forma especial, Deus tem despertado os jovens para este chamado, seja em suas faculdades, locais de trabalho e em todo o trabalho e instrumentalidade no Corpo, na Igreja à qual Deus os chamou.
A designação dos discípulos como evangelistas – Lucas 10:17-20:
“E voltaram os setenta com alegria, dizendo: Senhor, pelo teu
nome, até os demônios se nos sujeitam. E disse-lhes: Eu via Satanás, como raio, cair do céu. Eis que vos dou poder para pisar serpentes e escorpiões, e toda a força do inimigo, e nada vos fará dano algum. Mas não vos alegreis porque se vos sujeitem os espíritos; alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos céus.”
Atualmente, temos visto a designação do Senhor aos novos discípulos, os jovens de hoje, para o trabalho de evangelização — em especial o trabalho do Evangelho sem Fronteiras — e o resultado do trabalho dos jovens tem sido e será o mesmo alcançado pelos discípulos. Voltaram contando as experiências, os milagres, e é o que Deus quer conceder aos jovens em nossos dias. Mas lembremse jovens: a bênção maior é a vida eterna com Jesus na eternidade.
Jesus nos deixou uma missão, nos comissionou – Mateus 28:18-20:
“Portanto ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.”
Após a ressurreição, o próprio Senhor Jesus nos comissionou — na verdade, deixou uma ordenança: Ide!
A pergunta que podemos fazer hoje é: - Como estão vossas vidas, jovens? Estão desenvolvendo sua instrumentalidade conforme ordenança do Senhor Jesus? Têm colocado sua vida à disposição?
O trabalho de evangelização não é uma invenção humana, mas sim uma ordenança divina. “Fazei discípulos!”
O Espírito Santo tem concedido aos jovens autoridade
espiritual para cumprir a missão a eles dada. Eles não são coadjuvantes, mas participantes ativos e necessários. Como na igreja primitiva, quando jovens faziam parte dos grupos missionários (Atos 16:1-3 — Timóteo), Deus deseja levantar uma geração que evangeliza com intrepidez, seja pregando nas ruas, seja influenciando no ambiente acadêmico, seja alcançando corações nas plataformas digitais. Deus não espera que os jovens “cresçam para depois serem usados”; Ele quer usá-los agora, onde estão.
“... do meu Espírito derramarei sobre toda carne; e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos mancebos [jovens] terão visões,…”. Atos 2:17.
Ao longo deste estudo, vimos que Jesus é o modelo supremo de evangelização: Ele alcançou pessoas em diferentes lugares, com diferentes métodos, sempre guiado pelo amor às almas perdidas e pela sabedoria de Deus. Da mesma forma, a Bíblia nos mostra jovens que se colocaram à disposição de Deus e se tornaram instrumentos vivos em Sua Obra, como Samuel, Davi, Ester e Timóteo.
Hoje, os jovens também são chamados a participar ativamente da evangelização, sendo instrumentos nas mãos do Senhor, em todos os rumos, tais como:
Em visitas a lares, levando cuidado, oração e a Palavra de Deus;
Nos grupos da igreja, servindo como instrumentos em seus respectivos grupos;
Em suas faculdades e escolas, compartilhando a fé com
Trabalho de Jovens
colegas e testemunhando do Deus a quem servem; Em suas famílias, sendo testemunhos de amor, paciência e fidelidade, influenciando pais, irmãos e parentes.
Evangelho sem Fronteiras: O chamado e comissionamento para este trabalho é real e atual. Deus tem chamado e feito de vossas vidas vasos de bênçãos.
Ser instrumento de Deus significa usar talentos, oportunidades, relacionamentos e recursos para levar Cristo aonde Ele ainda não foi reconhecido, vivendo o Evangelho de forma prática e visível.
Cada jovem que se dispõe a este chamado torna-se um agente nas mãos de Deus, contribuindo para que mais pessoas conheçam e experimentem a tão grande Salvação do nosso Deus.
Portanto, que os jovens compreendam seu papel, abracem sua instrumentalidade e caminhem corajosamente na missão de evangelizar, sabendo que Deus os fortalece, guia e capacita para impactar vidas em todos os ambientes em que atuam.
E que nenhum jovem despreze a sua mocidade; mas sê exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé, na pureza.
O chamado dos jovens não é para ficarem apenas ouvindo sobre grandes feitos. Deus os chama para serem os instrumentos desses feitos em sua geração. O Evangelho está à disposição de jovens que podem alcançar escolas, redes sociais, universidades e famílias com rapidez.
Assim como Isaías disse “... Eis-me aqui, envia-me a mim.” (Isaías 6:8), cada jovem é despertado hoje a responder ao chamado do Senhor!
Que o Senhor possa continuar usando a cada jovem na instrumentalidade da evangelização.