Escola Bíblica Dominical
22 de março de 2026

A conquista da terra prometida

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22 de março de 2026


AEscola Bíblica Dominical do dia 22 de março de 2026 foi realizada, ao vivo, diretamente do Maanaim de Domingos Martins, Espírito Santo, com a participação dos pastores Alexandre Gueiros, Gilson Sousa e Wallace Rozetti.
Palavra do Pr. Wallace Rozetti:
Eu saúdo todos com a paz do Senhor Jesus. Nós vamos ler o texto de referência desta Escola Bíblica Dominical.
“Porque o Senhor teu Deus te mete numa boa terra, terra de ribeiros de águas, de fontes, e de abismos, que saem dos vales e das montanhas; Terra de trigo e cevada, e de vides, e figueiras, e romeiras; terra de oliveiras, abundante de azeite e mel; Terra em que comerás o pão sem escassez, e nada te faltará nela: terra cujas pedras são ferro, e de cujos montes tu cavarás o cobre. Quando, pois, tiveres comido, e fores farto, louvarás ao Senhor teu Deus pela boa terra que te deu.”
Deuteronômio 8:7-10.
Palavra do Pr. Gilson Sousa:
Eu saúdo todos com a paz do Senhor Jesus. Na última Escola Bíblica Dominical encerramos
a consideração das lições sobre a travessia do deserto. Naquele período, o Senhor alimentou o seu povo com o maná, em porções necessárias e suficientes para cada dia. Isso nos fala do Senhor Jesus na condição do Pão que desceu do céu, como nosso alimento diário.
“Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer desse pão, viverá para sempre; e o pão que eu der é a minha carne, que eu darei pela vida do mundo.” João 6:51.
“O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos disse são espírito e vida. Mas há alguns de vós que não creem. Porque
bem sabia Jesus, desde o princípio, quem eram os que não criam e quem era o que o havia de entregar. João 6:63-64. Mas a promessa para o povo de Israel era que, nos últimos dias, Deus daria abundância e variedade de alimentos na Terra Prometida. E, Israel poderia desfrutar dos frutos de uma terra onde haveria abundância de água. Isso nos fala do derramamento do Espírito no Pentecostes e, posteriormente, no fim da história da Igreja.
Essas promessas nos falam da fartura de alimento espiritual (a Palavra revelada) que recebemos quando somos


saciados com os rios de águas vivas – o batismo com o Espírito Santo. Saciados e alimentados espiritualmente, estamos preparados para empreender a conquista da terra, ou seja, a conquista de almas para o reino de Deus.
Com relação à preparação do povo para a conquista da terra, o capítulo 5 de Josué relata a
circuncisão dos filhos de Israel e a celebração da Páscoa.
Nossas experiências com o Senhor, para estarmos aptos a participar da semeadura e da ceifa espiritual, começam com a circuncisão dos nossos corações e com a participação do pão da vida, o Senhor Jesus, e do vinho do Espírito Santo.
A manifestação do Príncipe do

Exército do Senhor, na experiência de Josué capítulo 5 nos fala do próprio Senhor Jesus. Ele revela a Josué os planos de batalha para a conquista de Jericó.
“E sucedeu que, estando Josué ao pé de Jericó, levantou os seus olhos, e olhou; e eis que se pôs em pé diante dele um homem que tinha na mão uma espada nua; e chegou-se Josué a ele e disse-lhe: És tu dos nossos ou dos nossos inimigos? E disse ele: Não, mas venho agora como príncipe do exército do Senhor. Então, Josué se prostrou sobre o seu rosto na terra, e o adorou, e disse-lhe: Que diz meu Senhor ao seu servo? Então, disse o príncipe do exército do Senhor a Josué: Descalça os sapatos de teus pés, porque o lugar em que estás é santo. E fez Josué assim.” Josué 5:13-15.
Semelhantemente, nossa luta, hoje, é contra principados espirituais, contra toda resistência armada pelo Inimigo para criar obstáculos à salvação de
vidas. E o Senhor nos revela o Seu projeto e os planos de evangelização que devemos seguir. Toda a estratégia para a conquista de Jericó foi revelada pelo Senhor. Rodear a cidade por 6 dias, com os sete sacerdotes tocando buzinas de carneiro diante da arca do Senhor.
“Vós, pois, todos os homens de guerra, rodeareis a cidade, cercando a cidade uma vez; assim fareis por seis dias. E sete sacerdotes levarão sete buzinas de chifre de carneiro diante da arca, e no sétimo dia rodeareis a cidade sete vezes; e os sacerdotes tocarão as buzinas.
E será que, tocando-se longamente a buzina de chifre de carneiro, ouvindo vós o sonido da buzina, todo o povo gritará com grande grita; e o muro da cidade cairá abaixo, e o povo subirá nele, cada qual em frente de si. Então, chamou Josué, filho de Num, os sacerdotes e disse-lhes: Levai a arca do concerto; e sete sacerdotes levem sete buzinas de chifre de carneiro diante da arca do Senhor. E disse ao povo: Passai e rodeai a cidade; e quem estiver armado passe adiante da arca do Senhor.” Josué 6:3-7.
E os homens armados, adiante dos sacerdotes que tocavam as buzinas. Somente o som das trombetas era ouvido. O povo os seguiria em silêncio. No sétimo dia, rodeariam a cidade 7 vezes com os sacerdotes tocando as buzinas de carneiro. Então, Josué diria: “Gritai!”. Notamos aí que o plano de batalha era absolutamente original. Não era assim que os exércitos costumavam cercar e conquistar as cidades.
Vemos, nessa passagem, a importância da revelação no que diz respeito ao projeto de salvação de vidas: o homem deve silenciar-se e buscar ao Senhor,
para que Ele fale e revele os detalhes do plano de evangelização, em obediência ao “Ide” do Senhor Jesus.
O som das trombetas feitas de chifres de carneiro nos fala de como, pelo sopro do Espírito, recebemos as revelações do Senhor. O Senhor revela planos originais de conquista espiritual, planos que “olho não viu, o ouvido não ouviu, nem subiu ao coração (à imaginação) do homem”. A igreja tem, assim, o privilégio de conhecer a mente de Cristo, por meio da revelação do Espírito Santo.
A exemplo da orientação de Josué, quando o Senhor nos fala hoje, nós nos prostramos com o rosto em terra e adoramos, em atitude de submissão e disposição para obedecer, e dizendo: “Que diz meu Senhor a seu servo?”.
“E disse ele: Não, mas venho agora como príncipe do exército do Senhor. Então, Josué se prostrou sobre o seu rosto na terra, e o adorou, e disse-lhe: Que diz meu Senhor ao seu servo?” Josué 5:14.
Que mudança de estratégia! Não seria mais da forma racional como fazíamos antes. Não usamos técnicas humanas de marketing para ganhar almas para o Senhor Jesus. Não usamos isso, mas seguimos orientações que o Senhor nos revela para alcançarmos as almas perdidas para o Senhor.
Para Israel, o Senhor havia requerido a santificação para que o povo desfrutasse da operação de maravilhas. Hoje, na Igreja, o Senhor também tem requerido santificação, que é uma condição para podermos ouvir a voz do Espírito.
O Senhor não tem falhado co-
nosco. Revelou-nos um plano de evangelização para determinados meses do ano; revelou-nos o preparo necessário (madrugadas, jejuns, cultos ao meio-dia, convites – que nos falam do grito! - e o culto do fim do mês).
Palavra do Pr. Alexandre Gueiros:
Saúdo todos os irmãos com a paz do Senhor. Continuamos nosso estudo sobre a conquista da terra prometida.
Não podemos esquecer que o plano traçado pelo Senhor, garantiria a vitória. Exigia que a Arca fosse com o povo. A Arca representava a presença do Deus vivo no meio de Israel como aquele que ia adiante do povo para lutar por Israel e destruir seus inimigos. A Arca também encontrava um lugar de descanso para Israel.
A Arca, para nós, é um símbolo do Senhor Jesus presente em Sua Igreja como Deus. Ele é Emanuel, Deus conosco. Sua presença conosco é a certeza da vitória em nossas lutas espirituais, em particular na luta pela conquista de almas para o Reino do Senhor. A promessa do Senhor é clara:
“Mas graças a Deus, que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo.” I Coríntios 15:57.
A Arca se movendo adiante do povo era a resposta do Senhor a Moisés, que disse ao Senhor: “Se a tua presença não for conosco, não nos faça subir daqui” (Êxodo 33:15). Queremos o abençoador conosco. Foi quando o Senhor disse: “Irá a minha presença contigo para te fazer descansar” (Josué 33:14).
“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre
vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para a vossa alma.” Mateus 11:28-29. (grifo nosso)
Deus operou o milagre de derrubar o muro, em resposta à obediência do povo a todas as suas orientações. O muro foi derrubado e nos fala da resistência, dos obstáculos à salvação de vidas. Moisés já havia falado a Israel:
“Sabe, pois, hoje, que o Senhor, teu Deus, que passa diante de ti, é um fogo que consome, e os destruirá, e os derrubará de diante de ti; e tu os lançarás fora e cedo os desfarás, como o Senhor te tem dito.” Deuteronômio 9:3.
Na conquista, nota-se o silêncio dos israelitas e o som das buzinas, que eram trombetas de chifres de carneiro. O carneiro precisava morrer para que o sacerdote pudesse soprar e sair o som. Isso nos fala da morte do Senhor Jesus, para que o sopro do Espírito Santo possa operar em nosso favor.
“E assim foi, como Josué dissera ao povo, que os sete sacerdotes, levando as sete buzinas de chifre de carneiro diante do Senhor, passaram e tocaram as buzinas; e a arca do concerto do Senhor os seguia.” Josué 6:8.
Isso nos mostra que tudo começa quando o homem se cala e se dispõe a ouvir a revelação, a profecia e o dom espiritual que nos falam da voz do Cordeiro de Deus. Na Obra de Deus, o homem é dependente da orientação do Espírito Santo: só fala quando o Senhor manda: “Gritai!
Seguindo as orientações do Senhor, a vitória chegou conforme profetizado. Só se salvaram
uma mulher – Raabe – e sua família. Eles foram salvos por terem crido.
“E disse aos homens: Bem sei que o Senhor vos deu esta terra, e que o pavor de vós caiu sobre nós, e que todos os moradores da terra estão desmaiados diante de vós.” Josué 2:9.
Uma alma vale muito diante do Senhor. Isso aconteceu com Felipe. O Espírito Santo o mandou para um caminho deserto que liga Jerusalém a Gaza. Era uma alma. O propósito de Deus foi realizado.
Raabe creu. Ela pediu um benefício da salvação para si e para todos os seus familiares, pedindo “um sinal certo”.
“Agora, pois, jurai-me, vos peço, pelo Senhor, pois que vos fiz beneficência, que vós também fareis beneficência à casa de meu pai, e dai-me um sinal certo,” Josué 2:12.
E a resposta deles foi:
“Se, vindo nós à terra, não atares este cordão de fio de escarlata à janela por onde nos fizeste descer; e se não recolheres em casa contigo a teu pai, e a tua mãe, e a teus irmãos, e a toda a família de teu pai.” Josué 2:18.
E assim ela fez e foi salva. Isso nos fala, hoje, que a salvação de Raabe foi pela fé, e não pelas obras. Fala também da fé no poder do sangue de Jesus, representado pelo fio de escarlata. O significado do fio de escarlata era um mistério para todos na cidade, mas só Raabe creu na palavra dos espias, alcançando o mistério e atou o fio de escarlata à sua janela. O autor da carta aos Hebreus diz:
“Pela fé, Raabe, a meretriz, não pereceu com os incrédulos, acolhendo em paz os espias.”
Hebreus 11:31.
Da mesa forma a Palavra de Deus nos faz hoje essa promessa quando Paulo anunciou o projeto ao carcereiro de Filipos:
“E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa.” Atos 16:31.
Certamente que, para a cidade, aquele fio significava nada. Não poderiam compreender que se tratava da garantia da salvação. Não sabiam que era o sinal de uma aliança, de um pacto celebrado entre Josué e Raabe.
O mesmo ocorre hoje quanto ao clamor pelo sangue de Jesus.

O mundo não compreende o significado do sangue. Para o mundo pode parecer uma superstição; a doutrina do sangue está fundamentada de Gênesis a Apocalipse, como um fio de escarlata. O mundo não sabe que é uma orientação do Senhor para a Sua igreja.
O mundo não sabe que é um sinal claro da Nova Aliança que o Senhor celebrou conosco. O clamor pelo poder do sangue de Jesus é um mistério cujo significado somente a Igreja conhece. Só rejeita o clamor quem não conhece o mistério. Por isso, somente a Igreja crê no poder do sangue de Jesus e se beneficia dele.
Josué se lembrou do pacto celebrado com Raabe. E o resultado foi: “Deu vida Josué a Raabe”.
“Assim, deu Josué vida à prostituta Raabe, e à família de seu pai, e a tudo quanto tinha; e habitou no meio de Israel até ao dia de hoje, porquanto escondera os mensageiros que Josué tinha enviado a espiar a Jericó.” Josué 6:25.
E Raabe teve o privilégio de constar da genealogia do Senhor Jesus, registrado no capítulo primeiro do Evangelho de Mateus. Trata-se de uma notável expressão da maravilhosa graça de Deus! Josué, sabemos, é um tipo do Senhor Jesus. Seu nome em hebraico –Yêhoshua – tem a mesma raiz do nome Yêshua, cujo significado em português é mesmo: Jeová é salvação.
Verdadeiramente, como disse o Senhor, “quem crê em mim já passou da morte para a vida”. E, em outra ocasião, ao referir-se às suas ovelhas, “dou-lhes a vida eterna e elas jamais perecerão; e ninguém as arrebatará
de minha mão”.
Finalmente, a cidade e tudo quanto nela havia foi queimado a fogo. Tão somente a prata e o ouro e os vasos de metal e de ferro deram para o tesouro da casa do Senhor. Isso nos fala sobre como as pessoas conquistadas pelo Senhor mudam de vida e são transformadas. Os seus talentos e aptidões naturais são, então, consagrados ao serviço do Senhor e à realização de Sua Obra de Salvação. Somente são queimados os vícios, os hábitos mundanos e pecaminosos.
E, também são eliminadas da Igreja as práticas de manipulação de pessoas, de marketing, de animação de auditório. Passamos a viver uma nova vida com o Senhor:
“Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.” II Coríntios 5:17.
A fama de Josué corria por toda a terra.
“Assim, era o Senhor com Josué; e corria a sua fama por toda a terra.” Josué 6:27.
À medida que a Igreja anuncia o Evangelho em todo o mundo, a fama do Senhor Jesus corre por toda a terra.
“E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda a criatura.” Marcos 16:15.
O Senhor Jesus é anunciado como Senhor, Salvador, Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, o único Mediador entre Deus e os homens! E como se isso não fosse suficiente para nós, Ele é aquele que nos ama!
Esse Jesus, conselheiro, Deus forte, é o que nos ama!
Que o Senhor nos abençoe.
Pr. Alexandre Ruben Milito Gueiros Presidente da Igreja Cristã Maranata



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