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Guimarães Arte e Cultura | maio 2018

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CENTRO CULTURAL VILA FLOR —— CENTRO INTERNACIONAL DAS ARTES JOSÉ DE GUIMARÃES —— CASA DA MEMÓRIA —— CENTRO DE CRIAÇÃO DE CANDOSO —— ESPAÇO OFICINA —— FÁBRICA ASA —— CAAA CENTRO PARA OS ASSUNTOS DA ARTE E ARQUITETURA —— 2018


Maio é um mês para vivermos intensamente. Traz novas energias e temperaturas amenas, mas também mais de 10 espetáculos de música, teatro e dança, bem como uma nova exposição no Palácio Vila Flor e diferentes motivos para (re)visitar, sempre, a Casa da Memória e o Centro Internacional das Artes José de Guimarães. Maio é um mês (em) grande. “Tragédie”, peça que o consagrado coreógrafo Olivier Dubois já fez circular pelo mundo, chega finalmente a Portugal e o Centro Cultural Vila Flor acolhe a sua estreia nacional. Com dezoito bailarinos nus em palco, é um espetáculo vertiginoso e hipnótico. Absolutamente imperdível. Outras duas estreias – absolutas – marcam o ritmo da programação do quinto mês do ano. “Speaking of Chance”, um espetáculo audiovisual de André Gonçalves, Lloyd Cole e Luís Fernandes, promete um resultado tão único quanto irrepetível na Black Box do Centro Internacional das Artes José de Guimarães. Por sua vez, o palco do Grande Auditório do CCVF recebe de braços abertos a mais recente criação do grupo “Outra Voz” – projeto artístico singular que permaneceu após Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura. O encenador Nuno Cardoso regressa a Guimarães para apresentar “Timão de Atenas”, a mais implacável obra de Shakespeare, cujo retrato é surpreendente pela sua contemporaneidade; e Angel Olsen e Erlend Øye, nomes incontornáveis no panorama musical, protagonizam dois concertos que ficarão seguramente na memória do público. No âmbito da programação de Educação e Mediação Cultural, destaque para a apresentação de “Mapa” – projeto que engloba duas versões do mesmo espetáculo, Estórias de Mundos Distantes (para adultos) e Contos e Cantos (para a infância) – e “Crevescer”, uma reflexão sobre o tempo que passa e que faz do crescer envelhecer. A partir de maio, o Palácio Vila Flor será habitado por “Non-Fiction”, exposição composta por imagens fotográficas de André Príncipe cuja força interior e autenticidade permitem diferentes processos de subjetivação e diversas abordagens do olhar. Visita obrigatória, portanto. Indispensáveis são também as visitas à Casa da Memória e ao Centro Internacional das Artes José de Guimarães que, pela sua riqueza e diversidade, permitem sempre novos olhares e interpretações sobre a nossa cidade e o mundo.


P 29

TERÇA 01 · CDMG

A FESTA DAS CRUZES DE SERZEDELO FERNANDO OLIVEIRA

P 32

QUARTA 02 A SEXTA 04 · CIAJG / BLACK BOX

MAPA - CONTOS E CANTOS MAPA - ESTÓRIAS DE MUNDOS DISTANTES FERNANDO MOTA

P 07

SEXTA 04 · CCVF / CAFÉ CONCERTO

P 30

SÁBADO 05 · CDMG

ERMO GUIA DE VISITA PAULO CUNHA

P 08

05 MAIO A 28 JULHO · CCVF / PALÁCIO VILA FLOR

NON-FICTION ANDRÉ PRÍNCIPE

P 10

SÁBADO 05 · CCVF / GRANDE AUDITÓRIO

TIMÃO DE ATENAS NUNO CARDOSO

P 12

DOMINGO 13 · CCVF / GRANDE AUDITÓRIO

P 14

QUARTA 16 · CCVF / GRANDE AUDITÓRIO

ANGEL OLSEN TRAGÉDIE

[ESTREIA NACIONAL] OLIVIER DUBOIS P 33

SEXTA 18 E SÁBADO 19 · CCVF / PEQUENO AUDITÓRIO

CREVESCER

COMPANHIA CAÓTICA 4


P 30

SÁBADO 19 · CDMG

EDIÇÃO: PRISMA #1 COLECÇÃO DE FOTOGRAFIA DA MURALHA SUSANA LOURENÇO MARQUES

P 16

SÁBADO 19 · CCVF / GRANDE AUDITÓRIO

P 31

DOMINGO 20 · CDMG

ERLEND ØYE (ACÚSTICO) DOMINGOS EM CASA AS VOLTAS DA COLHER DE PAU

P 18

QUINTA 24 · CIAJG / BLACK BOX

SPEAKING OF CHANCE

[ESTREIA ABSOLUTA] ANDRÉ GONÇALVES, LLOYD COLE E LUÍS FERNANDES P 20

SÁBADO 26 · CCVF / GRANDE AUDITÓRIO

O OUTRO DE NÓS [ESTREIA ABSOLUTA] OUTRA VOZ

P 22

ATÉ 10 JUNHO · CIAJG

CHRISTIAN ANDERSSON WHEN SCIENCE FICTION WAS DEAD

P 24

ATÉ 10 JUNHO · CIAJG

MIGUEL LEAL DUPLO NEGATIVO

P 26

ATÉ 10 JUNHO · CIAJG

TEORIA DAS EXCEÇÕES ENSAIO PARA UMA HISTÓRIA NOTURNA COLEÇÃO PERMANENTE E OUTRAS OBRAS

P 28

TODO O ANO · CDMG

CASA DA MEMÓRIA

EXPOSIÇÃO TERRITÓRIO E COMUNIDADE 5


MAPA - ESTÓRIAS DE MUNDOS DISTANTES

SEXTA 04

CIAJG / BLACK BOX TEATRO E MÚSICA / 21H30

FERNANDO MOTA — A ficha técnica e artística completa pode ser consultada em www.ccvf.pt — Maiores de 16 Duração 60 min. Preço 2,00 eur  Espetáculo da programação de Educação e Mediação Cultural

Direitos Reservados

Criação e Interpretação Fernando Mota Dramaturgia e Traduções Francisco Luís Parreira Textos Adicionais Poesia Popular Afegã, Eduardo Galeano Direção Cénica Caroline Bergeron Coprodução Cine-Teatro Louletano, Teatro Aveirense e São Luiz Teatro Municipal

Mapa” (“Map”) is an undertaking which encompasses two versions of the same show: Estórias de Mundos Distantes (“Stories from Distant Lands”) for adults and Contos e Cantos (“Short Stories and Songs”) for children. The project began by researching the stories of resistance and escape from wartorn lands and countries with a special focus on the experiences of women and children. Created by using original texts, oral poetry from Afghan women, the music and sounds from various African and Middle Eastern cultures and other visual and audio-visual material, the goal is to reflect on the concepts of territory and borders and of belonging and freedom.

“Mapa” é um projeto que engloba duas versões do mesmo espetáculo: Estórias de Mundos Distantes (para adultos) e Contos e Cantos (para a infância). Na sua génese está a pesquisa de histórias de resistência e evasão em países e territórios em guerra, com especial enfoque nos universos feminino e infantil. Criado a partir de textos originais, poesia oral de mulheres afegãs, músicas e sonoridades de várias culturas de África e do Médio Oriente e outros materiais plásticos e audiovisuais, procura fazer uma reflexão sobre os conceitos de território e fronteira, de pertença e de liberdade. 6


ERMO

SEXTA 04

CCVF / CAFÉ CONCERTO MÚSICA / 23H00

Direitos Reservados

António da Costa voz, programação Bernardo Barbosa voz, programação — Maiores de 12 Preço 3,00 eur Cartão Quadrilátero Cultural

O Café Concerto do CCVF recebe as refrescantes músicas do duo bracarense Ermo que traz na bagagem “Lo-Fi Moda”, um disco de eletrónica pop, rompedor e impactante, que adota o modelo da canção enquanto ponto de partida para um discurso inventivo e surpreendente. Editado em 2017, “Lo-Fi Moda” foi nomeado em várias listas da especialidade como álbum do ano. A sua música já foi apelidada de ‘intervencionista’, descrevendo o estilo da banda como pop mergulhado em hip-hop e footwork com uma gíria pós-punk. O novo álbum é intrigante e retrata o comportamento humano engolido pelo mundo digital. Os Ermo começaram em 2012 com o lançamento do EP homónimo e, no ano seguinte, o primeiro longa duração (“Vem por aí”) recebeu largos elogios da crítica. Agora, chegam ao Café Concerto do CCVF com mais uma atuação envolta em mistério, conforme tem sido a sua assinatura. 7

The CCVF Café Concerto receives the refreshing music of the duo from Braga, Ermo, who will present “Lo-Fi Moda”, an electro-pop, cutting-edge, and impactful album which adopted the song model as the point of departure for an inventive and surprising discourse. Released in 2017, “Lo-Fi Moda” was nominated for Album of the Year on various specialized lists. Their music has already been labelled as “interventionist”, describing the band’s style as pop immersed in hip-hop and footwork expressed in post-punk slang. The new album is intriguing and depicts human behavior swallowed up by the digital world. Ermo got their start in 2012 with the release of a self-titled EP and in the following year the first LP (“Vem por aí”) was released to wide critical acclaim. Now they are the guests of the CCVF Café Concerto for another performance veiled in mystery, as is their custom.


05 MAIO A 28 JULHO

CCVF / PALÁCIO VILA FLOR EXPOSIÇÃO

NON-FICTION

ANDRÉ PRÍNCIPE

Com a exposição de André Príncipe, o Centro Cultural Vila Flor pretende dar a conhecer uma obra que, inexplicavelmente, não tem a merecida visibilidade. As fotografias de André Príncipe combinam pensamento, utopia, esperança, consciência, sonho, imaginação... embora assumam estes elementos de forma velada, como sombras informes, fantasmas. Os temas abordados expandem-se em diversas direções, vestígios de um mundo imperfeito, impuro, injusto, cruel... com o qual o artista se confrontou, por vezes de maneira violenta. A realidade dos factos em cada representação age por contraposição, tentando inverter a ordem estabelecida pelo discurso politicamente correto. As imagens dirigem-se às pessoas, propondo soluções alternativas indiretas ou ideias de mudança invertidas; não podendo escapar ao exterior, misturam-se com ele, ficando anos e anos submersas em composições subjetivadas, num inconsciente escondido, calado, anónimo... With the inauguration of the André Príncipe exhibition, the Vila Flor Cultural Center is aiming to present the work of an artist who, inexplicably, has not yet earned the level of visibility that he deserves. André Príncipe’s photographs bring together thought, utopia, hope, awareness, dreaming, and imagination even though these elements may assume the form of shapeless shadows and ghosts in a veiled way. The themes in question go off into different directions, the vestiges of an imperfect, impure, unjust and cruel world that confronts the artist, and many times violently. The reality of the facts in each representation acts in counter-position, trying to invert the order established by politically correct discourse. The images are directed at people, proposing alternative or indirect solutions or inverted ideas for change; unable to escape the exterior they blend with him, remaining for years and years submersed in subjective compositions in a hidden, silent, anonymous unconsciousness…

Horário da Exposição terça a sábado 10h00-13h00 14h00-19h00 — Todas as idades Preço 2,00 eur / 1,00 eur c/d Cartão Quadrilátero Cultural

SÁBADO 05 MAIO, 18H00 INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO — Entrada livre


Direitos reservados


SÁBADO 05

CCVF / GRANDE AUDITÓRIO TEATRO / 21H30

Encenação Nuno Cardoso Tradução Fernando Villas-Boas Assistente de Encenação Mafalda Lencastre Cenografia Fernando Ribeiro

Interpretação Afonso Santos, António Parra, João Melo, Joana Carvalho, Luís Araújo, Margarida Carvalho, Mário Santos, Miguel Loureiro, Pedro Frias, Rodrigo Santos, Sérgio Sá Cunha

Coprodução Ao Cabo Teatro, Teatro Municipal do Porto, Centro Cultural Vila Flor, Teatro Municipal São Luiz, Teatro Aveirense

A ficha técnica e artística completa pode ser consultada em www.ccvf.pt — Maiores de 16 Duração 2h20 c/ intervalo Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d Cartão Quadrilátero 10 Cultural


TIMÃO DE ATENAS NUNO CARDOSO

“Timão de Atenas”, nova encenação de Nuno Cardoso, é a mais implacável obra de Shakespeare sobre a misantropia e constitui quase um insulto moral à depravação humana.

Direitos Reservados

Na sua corrosiva visão da loucura humana, “Timão de Atenas” assemelha-se a “Coriolano” pelo desencanto na constatação da prevalência da futilidade como denominador comum da vida. Ontem como Hoje, conflitos políticos terminam em impasses ou na vitória dos oportunistas; a populaça e seus líderes são instáveis e medrosos; a virtude cede ao interesse. O retrato que Shakespeare faz de nós em “Timão de Atenas” é surpreendente na sua contemporaneidade. Na acuidade da reflexão e crítica da natureza política e social da humanidade, por mais globalizada e digitalmente comprimida que esteja. No sarcasmo e desânimo para com a absurdidade trágica da vida. Neste sentido esta peça permanece sombria e desalentadora até o final, constituindo um severo retrato da vilania humana e da corrupção. “Timon of Athens”, the new show from director Nuno Cardoso, is Shakespeare’s most ruthless play in terms of misanthropy to the point that it comes rather close to being a moral insult to human depravation. In its corrosive vision of human madness, “Timon of Athens” is similar to “Coriolanus” in its addressing the theme of how prevalent futility appears as a common denominator of life. Just as true yesterday as it is today, political conflicts often end in a stalemate or with the opportunists winning; the populace and its leaders are unstable and ridden with fear; virtue yields to self-interest. The portrait which Shakespeare paints of us in “Timon of Athens” is surprising given its modernity and the playwright’s acute reflection and criticism on the political and social nature of humanity, for as globalized and digitally compressed as it may be. It goes from sarcasm and despair to the tragic absurdity of life. In this sense, the play remains sombre and unrelenting until the end, offering a harsh portrayal of human villainy and corruption. 11


DOMINGO 13

CCVF / GRANDE AUDITÓRIO MÚSICA / 21H30

ANGEL OLSEN Angel Olsen traz ao Centro Cultural Vila Flor a sua voz inebriante e presença carismática. Fortes indícios de que será uma noite bonita. Angel Olsen atua em Guimarães antes de rumar à capital e espera-se um concerto memorável, não bastasse um percurso longínquo de inquestionável qualidade ao qual acrescem os mais recentes trabalhos da artista que apenas vêm comprovar que estamos perante uma das mais entusiasmantes intérpretes da atualidade. Com uma voz despretensiosa e intemporal e uma aura que emana graciosidade, Olsen permanece magistralmente no limbo entre os distintos universos do rock e da pop, sendo que nenhum rótulo lhe serve ou basta. Depois de ter passado por Guimarães no festival Manta, em 2015, é agora tempo de voltar a ver e ouvir uma das mais talentosas artistas da sua geração. Angel Olsen will treat the Vila Flor Cultural Center to an irresistible voice and a charismatic presence. All indications point to a truly lovely evening. Angel Olsen will perform in Guimarães heading off to the capital, and a memorable concert is in store, if it weren’t enough to note the artist’s long career of unquestionable quality to which is added more recent work which has only served to confirm that what we have here is one of the most exciting artists around today. With an unpretentious and timeless voice and an aura that emanates grace, Olsen masterfully hovers between the distinct worlds of rock and pop, with no label that truly fits or applies. Having already performed in Guimarães at the Manta Festival in 2015, once again we are excited to once again hear one of the most talented artists of a generation.

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© Kylie Coutts

Angel Olsen voz, guitarra — Maiores de 6 Duração 60 min. aprox. s/intervalo Preço 15,00 eur / 12,50 eur c/d


QUARTA 16

CCVF / GRANDE AUDITÓRIO DANÇA / 21H30

TRAGÉDIE [ESTREIA NACIONAL] OLIVIER DUBOIS

“Tragédie”, de Olivier Dubois, é um frenesim de corpos nus em palco para mostrar que o simples facto de sermos humanos não nos dá humanidade. “Tragédie”, peça que o consagrado coreógrafo francês Olivier Dubois faz circular pelo mundo desde 2012, chega finalmente a Portugal e o CCVF será o palco da sua estreia nacional. 18 bailarinos, nove homens e nove mulheres, entram em cena numa marcha de passos assertivos. A crueza dos corpos nus e os seus movimentos abruptos traduzem os impulsos mais arcaicos do homem e mostram que o corpo sem alma não faz de nós humanos. Dubois apresenta o homem na sua condição original e despe-o das condicionantes sociais, históricas e psicológicas, para criar um coro que se constrói de corpos refletindo sobre o poder telúrico que nos liga à terra, a importância da nossa consciência e dos atos voluntários que nos preenchem de humanidade. A peça culmina numa catarse em que os corpos se fundem numa mesma massa, num movimento coletivo hipnótico que deixa a plateia vigilante. “Tragédie” é uma libertação explosiva. 14


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© Francois Stemmer

“Tragédie”, by Olivier Dubois, is a frenzy of nude bodies on stage to show us the simple fact of our being human does not, of itself, afford us humanity. “Tragédie” (“Tragedy”), a piece which brought international recognition to the French choreographer Olivier Dubois in 2012, finally arrives in Portugal, and the CCVF will host the show’s premiere. Eighteen dancers, nine men and nine women, arrive on stage with assertive marching steps. The rawness of the naked bodies and their abrupt movements translate the most archaic impulses of man and show that a soulless body does not make us human. Dubois presents man in his original condition and unclothes him of his social, historical and psychological constraints to create a chorus which is built upon bodies reflecting on the telluric power that binds us to the Earth, the importance of our consciousness, and the voluntary acts which fill us with humanity. The play culminates in a catharsis in which the bodies assemble into a single mass in a collective and hypnotic movement that leaves the audience vigilant. “Tragédie” is explosive freedom.

Criação Olivier Dubois Assistência à criação Cyril Accorsi Interpretação Steven Berg, Benjamin Bertrand, Mathieu Calmelet, Marie-Laure Caradec, Jacquelyn Elder, Virginie Garcia, Karine Girard, Inés Hernández, Steven Hervouet, Aimée Lagrange, Sébastien Ledig, Thierry Micouin, Kouadri Mohamed, Jorge More Calderon, Aurélie Mouilhade, Loren Palmer, Sébastien Perrault, Sandra Savin — A ficha técnica e artística completa pode ser consultada em www.ccvf.pt — Maiores de 16 Duração 90 min. s/intervalo Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d Cartão Quadrilátero Cultural


SÁBADO 19

CCVF / GRANDE AUDITÓRIO MÚSICA / 21H30

ERLEND ØYE

(ACÚSTICO)

Erlend Øye, cantor e compositor norueguês que se tornou conhecido como uma das metades dos Kings of Convenience, regressa a Portugal para 3 concertos. A digressão em formato acústico, que teve início na América do Sul, passará por Lisboa, Coimbra e Guimarães. Depois de ter escrito novo material para os Kings of Convenience, mas ter tido muitas dificuldades em gravá-lo, Erlend Øye sentiu necessidade de se afastar e de entrar numa digressão acústica em que apresentará alguns temas sozinho e outros acompanhado. Nome incontornável no panorama musical, Erlend Øye toca uma música despretenciosamente simples, com uma sonoridade que cativa todos os que gostam de canções bonitas. Espera-se uma noite de festa e celebração no Grande Auditório do CCVF. Norwegian singer and composer Erlend Øye, known for being part of the Kings of Convenience, returns to Portugal for three concerts. This acoustic tour which began in South America will pass by Lisbon, Coimbra and Guimarães. After having written some new material for the Kings of Convenience but having trouble recording it, Erlend Øye felt the need

to take a step back and journey on an acoustic tour in which he will perform some pieces solo and others accompanied. An undeniably important name on the musical landscape, Erlend Øye plays unpretentiously simple music with a sound that captivates all those who love beautiful songs. A festival evening of celebration is in store in the Grand Auditorium of the CCVF.

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Erlend Øye solo — Maiores de 6 Duração 70 min. s/intervalo Preço 15,00 eur / 12,50 eur c/d


© Kylie Coutts

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QUINTA 24

CIAJG / BLACK BOX MÚSICA / 21H30

Composição e ideia original André Gonçalves, Lloyd Cole, Luís Fernandes — André Gonçalves sintetizador modular Lloyd Cole sintetizador modular Luís Fernandes sintetizador modular — Maiores de 12 Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d Cartão Quadrilátero Cultural

SPEAKING OF CHANCE

[ESTREIA ABSOLUTA] ANDRÉ GONÇALVES, LLOYD COLE E LUÍS FERNANDES

“Speaking of Chance” é um espetáculo audiovisual de André Gonçalves, Lloyd Cole e Luís Fernandes, cuja estreia absoluta acontece em Guimarães. O uso do termo “aleatoriedade” no contexto da composição musical disseminou-se a propósito da música dos séculos XX e XXI, através de nomes como John Cage, Pierre Boulez, Brian Eno ou Morton Feldman. Contudo já W.A. Mozart, de certa forma, recorria a este conceito nas suas improvisações. É esta herança que serve como ideia basilar para “Speaking of Chance”, espetáculo audiovisual de André Gonçalves, Lloyd Cole e Luís Fernandes.

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Direitos Reservados

Operando, em palco, uma armada de sintetizadores modulares, o trio recorre a técnicas de aleatoriedade controlada para esculpir um universo sonoro imersivo e etéreo baseado em padrões rítmicos, harmónicos e melódicos gerados pelas máquinas de acordo com as limitações que lhes são impostas. O acaso tratará de assegurar um resultado tão único quanto irrepetível.

“Speaking of Chance” is an audio-visual by André Gonçalves, Lloyd Cole and Luís Fernandes whose world première is set for Guimarães. The use of the term “randomness” in the context of musical composition has become more widespread in the 20th and 21st centuries thanks to such names as John Cage, Pierre Boulez, Brian Eno and Morton Feldman. However, to a certain extent Mozart is also an example of this concept given his Improvisations. It is this legacy which serves as the foundation for “Speaking of Chance”, an audio-visual performance by André Gonçalves, Lloyd Cole and Luís Fernandes. Using a veritable battery of modular synthesizers on stage, the trio uses controlled randomness techniques to sculpt a universe of immersive and ethereal sound based on rhythmic, harmonic and melodic patterns created by the equipment, yet still within the limitations imposed by them. The randomness will guarantee a result that is as unique as it is unrepeatable.

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SÁBADO 26

CCVF / GRANDE AUDITÓRIO TEATRO / 21H30

O OUTRO DE NÓS

[ESTREIA ABSOLUTA] OUTRA VOZ

“O Outro de Nós” é uma caminhada na orla do abismo. Quantas pessoas têm a coragem de procurar entender o mistério que são os outros que existem em si? O mistério que é existir nos outros? Não são assim tão poucas. Em primeiro lugar deixamo-nos inspirar pelas palavras do Raul Brandão para desnovelar as nossas próprias palavras, pelos pensamentos do Bernard Stiegler, do Gil, do Fals-Borda, para deixar fluir os nossos próprios pensamentos. Entoamos e ouvimos os arquivos vivos das memórias sonoras que nos rodeiam e tantas outras vozes que completam as peças deste enorme puzzle, que somos nós e os outros. Depois da fome, da miséria, do fascismo e da guerra, das escravaturas do passado e das austeridades do presente, talvez tenha sido enquanto se cantava ao desafio na sala do museu, que tenhamos encontrado a coragem para olhar para o abismo e dar um passo em frente. Agora, felizmente, não temos outra alternativa que não, juntos, voar. Felizmente, não somos assim tão poucos.

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APÓS O ESPETÁCULO CCVF / FOYER DO GRANDE AUDITÓRIO HÁ CONVERSA COM...

OUTRA VOZ

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A ficha técnica e artística completa pode ser consultada em www.ccvf.pt — Maiores de 12 Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d Cartão Quadrilátero Cultural

© Ivo Rainha

Criação original Outra Voz Direção de Projeto Carlos Correia, José Eduardo Silva Interpretação Elementos da Outra Voz Direção Musical Marisa Oliveira Coprodução e acolhimento A Oficina Apoio Câmara Municipal de Guimarães

“O Outro de Nós” (“The Other of Us”) is treading a path on the edge of the abyss. How many people have the courage to go in search of the mystery that are the others that exist inside themselves? The mystery that is our existing in others? There truly are not that many. First, we must allow ourselves to be inspired by the words of Raul Brandão in order to unravel our own words or by the thoughts of Bernard Stiegler, of Gil, or of Fals-Borda to let our own thoughts flow outward. We intone and hear the living archives of the sound-memories which surround us as well as the other voices which add the pieces to this enormous puzzle, which is the idea that we are ourselves and we are others. After all the hunger, the misery, the fascism and war, and slavery from the past and the austerity of the present, perhaps it was while we were being called to the challenge in the halls of a museum that indeed found the courage to look into the abyss and take a step forward. Now, fortunately, we have no other alternative than to all set off flying into the air together. Fortunately, there are more of us than you might imagine.


17 FEVEREIRO A 10 JUNHO CIAJG / SALAS #9-11 EXPOSIÇÃO

CHRISTIAN ANDERSSON

WHEN SCIENCE FICTION WAS DEAD

Concebida em estreito diálogo com o programa museológico do Centro, a ampla intervenção de Christian Andersson (Estocolmo, 1973) reúne um conjunto de peças icónicas e incontornáveis da produção do artista — como são, por exemplo, Scanner e From Lucy with Love, instaladas em duas das salas mais simbólicas do percurso expositivo, as salas 2 e 3 do piso que alberga a coleção permanente — e de peças inéditas, especificamente produzidas para esta exposição. Conceived in intimate dialogue with the CIAJG’s museum programme, this major exhibition of the work of Christian Andersson (Stockholm, 1973) combines a set of iconic and compelling works by the artist –

such as Scanner and From Lucy with Love, installed in two of the exhibition’s most symbolic rooms (rooms 2 and 3 of the permanent collection’s floor) – plus brand new works specifically produced for this exhibition.

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Curadoria Nuno Faria — Horário da Exposição terça a domingo 10h00-13h00 14h00-19h00 — Todas as idades Preço 4,00 eur / 3,00 eur c/d Cartão Quadrilátero Cultural —  Preço Visita ao CIAJG  + Visita à Casa  da Memória  5,00 eur /   3,50 eur c/d


Vista da exposição © Filipe Farinha / Stills

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17 FEVEREIRO A 10 JUNHO

CIAJG / SALAS #12-13 EXPOSIÇÃO

MIGUEL LEAL

DUPLO NEGATIVO

Vista da exposição © Filipe Farinha / Stills

Curadoria Nuno Faria — Horário da Exposição terça a domingo 10h00-13h00 14h00-19h00 — Todas as idades Preço 4,00 eur / 3,00 eur c/d Cartão Quadrilátero Cultural —  Preço Visita ao CIAJG  + Visita à Casa  da Memória  5,00 eur /   3,50 eur c/d

Duplo Negativo é a mais ampla exposição realizada por Miguel Leal (Porto, 1967) em contexto institucional. Nesta intervenção,especificamente concebida para o espaço expositivo do CIAJG, o autor põe em evidência algumas das principais caraterísticas do seu trabalho — sensibilidade ao espaço e ao tempo, atenção à construção do dispositivo e às condições de apresentação e uma capacidade discursiva marcada pelo engenho narrativo. Double Negative is the biggest-ever exhibition of the work of Miguel Leal (Porto, 1967) in an institutional context. In this intervention, specifically designed for the CIAJG’s exhibition space, the author highlights some of the main features of

his oeuvre – sensitivity to space and time, attention to construction of the device and the presentation conditions, and a discursive capacity marked by narrative ingenuity.

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Vista da exposição © Filipe Farinha / Stills

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17 FEVEREIRO A 10 JUNHO CIAJG / SALAS #1-8 EXPOSIÇÃO

TEORIA DAS EXCEÇÕES ENSAIO PARA UMA HISTÓRIA NOTURNA

: Vista da exposição © Filipe Farinha / Stills

COLEÇÃO PERMANENTE E OUTRAS OBRAS

Circular logic, the eternal return, repetition and difference: the new montage from the permanent collection on display in 2018 returns to the map drawn out in at the inaugural exhibition at the José de Guimarães International Arts Centre-CIAJG, “Beyond History”. The notion is to follow a timeless project but fully aware of the time frame in question, affirmatively contemporary without being exclusively made up of contemporary art objects. Its nature is porous, impure, open and circular, seeking out possible nexus, relationships, and points of permanence; in other words, it probes the imperceptible that historical time – so marked by a selective and fatally vulgar memory – manages to purge in the end.

Lógica circular, eterno retorno, repetição e diferença: a nova montagem da coleção permanente, vigente durante o ano de 2018, regressa ao mapa delineado pela exposição inaugural do CIAJG, “Para além da história”. Trata-se de prosseguir um projeto sem tempo plenamente consciente do tempo em que é realizado, afirmativamente contemporâneo sem ser exclusivamente constituído por objetos de arte contemporânea. A sua natureza é ser transversal, poroso, impuro, aberto e circular, procurando nexos, relações, permanências; por outras palavras, sonda o impercetível que o tempo histórico, tão marcado por uma memória seletiva e fatalmente grosseira, acaba por expurgar.

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CARTÃO AMIGO CIAJG O cartão AMIGO CIAJG foi criado para juntar a comunidade em torno de um projeto museológico sem fronteiras e que reúne objetos de diferentes culturas, tempos e lugares. Queremos que o CIAJG seja um ponto de encontro, um lugar sem limites para a reflexão, onde a única regra seja a do prazer de ver e de pensar, a liberdade de formar um pensamento próprio. Ambicionamos tornar o CIAJG um lugar de referência na cidade, na região, à escala nacional e internacional, e para atingir esse ambicioso objetivo precisamos de si. Bem-vindos ao CIAJG: um museu com a forma do mundo!

Obras de / Works by José de Guimarães, Vasco Araújo, f.marquespenteado, Ernesto de Sousa, Franklin Vilas Boas, Rosa Ramalho, Jaroslaw Fliciński, Mumtazz, Jorge Feijão, Christian Andersson e/and Arte Africana, Arte Pré-Colombiana e Arte Chinesa Antiga da Coleção de José de Guimarães — Horário da Exposição terça a domingo 10h00-13h00 14h00-19h00 Todas as idades — Preço 4,00 eur / 3,00 eur c/d Cartão Quadrilátero Cultural  Preço Visita ao CIAJG  + Visita à Casa  da Memória  5,00 eur /   3,50 eur c/d

VALOR DA ANUIDADE Cartão AMIGO CIAJG INDIVIDUAL 50,00 eur Cartão AMIGO CIAJG FAMÍLIA 75,00 eur (pai, mãe e filhos)

FORMAS DE ADESÃO A adesão ao Cartão AMIGO CIAJG poderá ser efetuada na bilheteira do Centro Internacional das Artes José de Guimarães. Para tornar mais cómodo o processo de adesão, o CIAJG disponibiliza-lhe ainda um formulário online em www.ciajg.pt, que depois deverá ser submetido por e-mail para amigo@ciajg.pt.

• Acesso gratuito às atividades para famílias do CIAJG (até ao limite da lotação disponível mediante marcação prévia com, pelo menos, 48 horas de antecedência através do e-mail mediacaocultural@aoficina.pt); • 10% de desconto em todas as compras na loja do CIAJG (exceto produtos à consignação); • 25% de desconto na compra de edições do CIAJG; • Convites para as inaugurações, lançamentos de catálogos e outros eventos; • Envio de newsletters regulares sobre a programação do CIAJG;

REGALIAS Como forma de estímulo, o cartão AMIGO CIAJG reserva várias regalias aos seus portadores: • Entrada livre nas exposições do CIAJG; • 50% de desconto nas visitas orientadas às exposições do CIAJG (por marcação através do e-mail mediacaocultural@ aoficina.pt); • Visita exclusiva com o Diretor Artístico do CIAJG para Amigos, por ciclo expositivo; • Museu Fora de Horas: encontros/leituras seguidas de conversa sobre questões de arte contemporânea;

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• Parque de estacionamento gratuito na Plataforma das Artes e da Criatividade, sempre que for visitar as exposições do CIAJG, num período máximo de 2 horas, condicionado à lotação do parque; • 50% de desconto nos espetáculos na Plataforma das Artes e da Criatividade (espetáculos promovidos pela Oficina); • Entrada livre nas exposições do Palácio Vila Flor.


TODO O ANO

CDMG EXPOSIÇÃO / TERRITÓRIO E COMUNIDADE

CASA DA MEMÓRIA

© Paulo Pacheco

Horário terça a domingo 10h00-13h00 14h00-19h00 — Todas as idades Preço 3,00 eur /  2,00 eur c/d Cartão Quadrilátero Cultural

A Casa da Memória de Guimarães é um centro de interpretação e conhecimento que dá a conhecer, através da exposição Território e Comunidade, a memória de um lugar e vários dos seus prismas. Situada na antiga fábrica de plásticos Pátria, na Av. Conde Margaride, é um local de encontro, acolhimento, partilha e reflexão sobre Guimarães: no espaço expositivo da Casa da Memória poderá encontrar imagens, histórias, documentos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos da comunidade vimaranense através de um largo arco temporal: da Pré-História à Fundação da Nacionalidade, passando pelas Sociedades Rurais e Festividades e Industrialização do Vale do Ave, até à Contemporaneidade. Mais do que uma visita, a Casa da Memória oferece aos visitantes uma experiência, através de uma viagem por memórias coletivas e individuais.

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The Casa da Memória of Guimarães is a center of interpretation and knowledge that exposes, through the exhibition Territory and Community, the memory of a place and its several perspectives. Located in the old plastic factory Pátria, in Av. Conde Margaride, is a place where citizens of Guimarães share and reflect on their roots, traditions and memories. Casa da Memória brings together a set of stories, documents, facts and objects enabling us to get to know different aspects of the community from Prehistory to the Dawn of Portugal’s Nationhood, from Rural Societies and Festivities to the Industrialization of the Ave River Valley and Contemporary Times. More than a contemplative visit, Casa da Memória offers an experience to the visitors, through a journey by the collective and individual memories.


© Paulo Pacheco

Todas as idades — Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente

TERÇA 01

CDMG · CONVERSA / 11H00

A FESTA DAS CRUZES DE SERZEDELO FERNANDO OLIVEIRA

Fernando Oliveira, um dos conhecedores do saber-fazer dos tapetes floridos dos caminhos de Serzedelo na Festa das Cruzes, que decorre anualmente nos dias 05 e 06 de maio, vem à CDMG conversar sobre esta tradição com rituais de festa ancestrais, cujo legado se vai transmitindo entre a sua comunidade, geração após geração. Este momento integra também uma demonstração das técnicas de manufatura associadas.

A person quite knowledgeable in the art of creating the carpets of flowers for the Festa das Cruzes in Serzedelo (occurring every year on the 5th and 6th of May), Fernando Oliveira has been invited to the CDMG to discuss this tradition of ancestral festival rituals whose legacy is being passed down through the generations in his community. The event will feature a demonstration of some of the techniques associated with these flora displays.

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Avenida Alberto Sampaio: vista da parte construída dos Paços do Concelho e dos Paços dos Duques de Bragança. Primeira metade da década de 1950. Colecção de Fotografia da Muralha, Associação de Guimarães para a Defesa do Património PTRMGMRCFM0346.

Direitos Reservados

SÁBADO 05

SÁBADO 19

GUIA DE VISITA

EDIÇÃO: PRISMA #1 COLECÇÃO DE FOTOGRAFIA DA MURALHA

CDMG VISITA/CONVERSA PELA EXPOSIÇÃO PERMANENTE DA CASA DA MEMÓRIA / 17H00

PAULO CUNHA

O Guia de Visita de maio da CDMG é Paulo Cunha, investigador em História do Cinema Português. Doutorado em Estudos Contemporâneos pela Universidade de Coimbra, é docente na Universidade da Beira Interior, onde dirige o curso de Mestrado em Cinema. Em mês de 60º aniversário do Cineclube de Guimarães, a visita guiada deste cineclubista e vimaranense militante terá paragens obrigatórias nestes predicados: o cinema de (e em) Guimarães.

CDMG · APRESENTAÇÃO DE PUBLICAÇÃO / 17H00

SUSANA LOURENÇO MARQUES

Este é o primeiro número de uma coleção de livros centrada na interpretação e representação fotográfica de Guimarães. A investigadora Susana Lourenço Marques debruça-se sobre a Colecção de Fotografia da Muralha, através de um ensaio sobre a temática da ausência neste espólio fotográfico. Esta publicação assinala também a chegada da referida Colecção ao Repositório da Casa da Memória de Guimarães. A apresentação contará com a presença da investigadora.

For the Guided Tour of the CDMG in May we have Paulo Cunha, a researcher in the History of Portuguese Cinema. He holds a PhD in Contemporary Studies from the University of Coimbra and he presently teaches at the University of Beira Interior where he also directs the Master’s Program in Cinema. In the month where we commemorate the 60th anniversary of the founding of the Guimarães Cineclube, the guided tour by the club member and Guimarães native will make mandatory stops to discuss the highpoints of the cinema of and in Guimarães.

This is the first issue of a collection of books focusing on the photographic interpretation and representation of Guimarães. Researcher Susana Lourenço Marques has elaborated on the Muralha Photography Collection through her study on the theme of absence in the photographic holdings. This publication also marks the Collection’s arrival at the Repository of the CASA. Susana Lourenço Marques will be in attendance at the book presentation.

Todas as idades — Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente

Todas as idades — Atividade gratuita, com limite de participação condicionada ao espaço existente

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Direitos Reservados

DOMINGO 20

CDMG · OFICINA / 11H00

DOMINGOS EM CASA AS VOLTAS DA COLHER DE PAU

Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. O mês de maio chega-nos com cobertura de açúcar! Foi em 1907 que a Sra. Joaquina da Silva descobriu a receita do Bolinhol, o pão-de-ló de Vizela, que é cozido numa forma com uma característica muito especial… Thinking, seeing, listening, creating, doing, feeling. In the living room, in the kitchen, at the table or outdoors. There are Sundays when all you want to do is stay home. So come to our home, the Casa. One Sunday per month, we go in search of different ways of seeing stories, traditions, legends, persons, places, or objects that we find in the exhibition space. In the coziness of the Casa, we offer a space of encounter for families, friends, different generations, artists and artisans. And ideas as well. We will create labyrinths, invent stories, use clay, linen or paper, we will make food, music and promises, with our hands, our heads and our entire body. The month of May is covered with a nice sugary topping! It was in 1907 that Mrs Joaquina da Silva created the recipe for Bolinhol, the famous pão-de-ló from Vizela which is baked in in a mould with a very special characteristic…

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Criação e Orientação Álvaro Dinis Mendes e Liliana Duarte (Cor de Tangerina) Público-alvo Maiores de 3 Duração c. 90 min. Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas Preço 2,00 eur — Inscrição até 17 de maio, através de telefone 253424700, e-mail mediacaocultural@ aoficina.pt ou formulário disponível no site www. casadamemoria.pt


EDUCAÇÃO E MEDIAÇÃO CULTURAL

Direitos Reservados

ESPETÁCULOS

QUARTA 02 A SEXTA 04 CIAJG / BLACK BOX TEATRO E MÚSICA / 10H30 E 15H00 (QUA E QUI) | 21H30 (SEX)

MAPA - CONTOS E CANTOS MAPA - ESTÓRIAS DE MUNDOS DISTANTES FERNANDO MOTA

“Mapa” é um projeto que engloba duas versões do mesmo espetáculo: Estórias de Mundos Distantes (para adultos) e Contos e Cantos (para a infância). Na sua génese, está a pesquisa de histórias de resistência e evasão em países e territórios em guerra, com especial enfoque nos universos feminino e infantil. Criado a partir de textos originais, poesia oral de mulheres afegãs, músicas e sonoridades de várias culturas de África e do Médio Oriente e outros materiais plásticos e audiovisuais, procura fazer uma reflexão sobre os conceitos de território e fronteira, de pertença e de liberdade. “Mapa” (“Map”) is an undertaking which encompasses two versions of the same show: Estórias de Mundos Distantes (“Stories from Distant Lands”) for adults and Contos e Cantos (“Short Stories and Songs”) for children. The project began by researching the stories of resistance and escape from war-torn lands and countries with a special focus on the experiences of women and children. Created by using original texts, oral poetry from Afghan women, the music and sounds from various African and Middle Eastern cultures and other visual and audio-visual material, the goal is to reflect on the concepts of territory and borders and of belonging and freedom.

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Criação e Interpretação Fernando Mota Dramaturgia e Traduções Francisco Luís Parreira Textos Adicionais Poesia Popular Afegã, Eduardo Galeano Direção Cénica Caroline Bergeron Música Fernando Mota Música Adicional Braima Galissa, George Gurdjieff, Woody Guthrie Cenografia Fernando Ribeiro Desenho de Luz José Álvaro Correia Vídeos Miguel Quental Operação Técnica Catarina Côdea Produção Executiva Violeta Mandillo Atrizes nos Vídeos Ana Sofia Paiva, Cláudia Andrade e Lucília Raimundo

Espetáculo integrado no MAIS DOIS – Programa de Aprendizagem na área das Artes Performativas

Vozes Gravadas Ana Sofia Paiva, Cláudia Andrade, Lucília Raimundo, Serena Sabat e Tiago Mota Agradecimentos Braima Galissa, Cláudia Andrade, Domingos Morais, José Grossinho, Laura Mendes Pinto, Moz Carrapa, Nuno Figueira, Rabat Dabah, Serena Sabat Coprodução Cine-Teatro Louletano, Teatro Aveirense e São Luiz Teatro Municipal, Apoio República PortuguesaCultura| DGArtes-Direção Geral das Artes — Público-Alvo Maiores 6 anos (versão crianças), público geral (versão adultos) Duração 60 min. Lotação 5 turmas/ 125 pessoas Preço 2,00 eur


Direitos Reservados

SEXTA 18 E SÁBADO 19 CCVF / PEQUENO AUDITÓRIO TEATRO, MÚSICA E CINEMA / 10H30 E 15H00 (SEX) E 11H00 (SÁB)

CREVESCER COMPANHIA CAÓTICA

“Crevescer” é o tempo que passa e que faz do crescer envelhecer. É uma reflexão em forma de espetáculo sobre este processo contínuo que muda de nome pelo caminho. Com o que há de comum e de diferente entre crescer e envelhecer, com o que imaginamos ser quando formos grandes e o que recordamos ser quando fomos crianças. É o mesmo para todos nós: aceitar o tempo que passa para podermos crevescer em paz. “Crevescer” is time which passes and makes growing up (‘crescer’) get a bit older (‘envelhecer’). It is a reflection in the form of a performance on this continuing processes that change their names along the way as they meet up with those things in common and different amongst the notions of growing up and getting old. It’s what we have in mind when imagine things ‘when I get older’ and what we recall from the time ‘when I was younger’. This show is for all of us: accepting the passage of time so that we can grow up and grow old in peace.

Direção Artística António-Pedro e Caroline Bergeron Conceção e Dramaturgia António-Pedro e Caroline Bergeron e Gonçalo Alegria A partir de uma ideia original de António-Pedro Encenação e Cenografia Caroline Bergeron Interpretação Palco António-Pedro, Rui Rebelo e Nuno Figueira Interpretação Filme Rosa Vieira Avelino, Nicolas Brites, Carlos Nery, Paula Bárcia, Maila Dimas, Maria João Garcia, Monsieur Gen, Maria Bárcia, Catarina Mota, Francisca Teixeira, Brigitte Degen, Nuno Pedro, Ricardo Freitas, José Maria Lobo 33

Antunes, Gaspar Vasques, Jorge Avelino e a voz de Cândido Ferreira Direção de Imagem Iana Ferreira Câmara e Fotografia Márcio Loureiro Captação de Som Nuno Morão Pós-Produção Imagem Rui Carvalheira Foley e Pós-Produção Som Moz Carrapa Figurinos Filmes Mafalda Estácio Realização e Montagem Filmes António-Pedro Música António-Pedro, Gonçalo Alegria e Rui Rebelo Vídeo Mapping, Desenho de Luzes e Operação de Luz, Som e Vídeo Nuno Figueira Philosophe de Service Dina Mendonça Produção Executiva José Miguel Rodrigues

Difusão Nacional Carina Lourenço Difusão Internacional Alain Baczynsky Produção Companhia Caótica Uma encomenda do Centro Cultural de Belém/ Fábrica das Artes Coprodução Teatro Municipal do Porto–Programa Paralelo Apoio República Portuguesa-Cultura | DGArtes-Direção Geral das Artes, Câmara Municipal de Lisboa, Bazar do Vídeo — Público-Alvo Maiores 6 anos (famílias) / maiores 8 anos (escolas) Duração 60 min. Lotação 6 turmas/ 150 pessoas Preço 2,00 eur


Direitos Reservados

EDUCAÇÃO E MEDIAÇÃO CULTURAL

DOMINGO 20 CDMG · OFICINA / 11H00

DOMINGOS EM CASA AS VOLTAS DA COLHER DE PAU

Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. O mês de maio chega-nos com cobertura de açúcar! Foi em 1907 que a Sra. Joaquina da Silva descobriu a receita do Bolinhol, o pão-de-ló de Vizela, que é cozido numa forma com uma característica muito especial… Thinking, seeing, listening, creating, doing, feeling. In the living room, in the kitchen, at the table or outdoors. There are Sundays when all you want to do is stay home. So come to our home, the Casa. One Sunday per month, we go in search of different ways of seeing stories, traditions, legends, persons, places, or objects that we find in the exhibition space. In the coziness of the Casa, we offer a space of encounter for families, friends, different generations, artists and artisans. And ideas as well. We will create labyrinths, invent stories, use clay, linen or paper, we will make food, music and promises, with our hands, our heads and our entire body. The month of May is covered with a nice sugary topping! It was in 1907 that Mrs Joaquina da Silva created the recipe for Bolinhol, the famous pão-de-ló from Vizela which is baked in in a mould with a very special characteristic… 34

Criação e Orientação Álvaro Dinis Mendes e Liliana Duarte (Cor de Tangerina) — Público-alvo Maiores de 3 Duração c. 90 min. Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas Preço 2,00 eur — Inscrição até 17 de maio, através de telefone 253424700, e-mail mediacaocultural@ aoficina.pt ou formulário disponível no site www. casadamemoria.pt


Direitos Reservados

ATIVIDADES PERMANENTES

TODO O ANO

TODO O ANO

VISITAS ORIENTADAS

OFICINAS CRIATIVAS

CCVF | CIAJG | PALÁCIO VILA FLOR | CDMG

CCVF | CIAJG | PALÁCIO VILA FLOR | CDMG

VISITA CONJUNTA CIAJG + CDMG

Estas experiências criativas são desafios para descobrir, questionar, experimentar e criar, a partir de novas linguagens e saberes. Entre artes visuais e artes performativas, do património material ao património imaterial, sugerem-se espaços de liberdade e de saber-fazer, com artistas, artesãos, professores, crianças, jovens e outros aventureiros.

Um teatro, um museu, um palácio e uma casa. Todos de portas e janelas abertas para a cidade e para o mundo, num convite à entrada de pessoas e ideias. Cá dentro, encontram histórias e sentidos que nascem do encontro com objetos, tempos e lugares extraordinários. Cada visita é única, com um percurso desenhado à medida da curiosidade de cada um. A theatre, a museum, a palace and a house – all with doors and windows wide open to the city and to the world, each one inviting people and ideas to come in. Inside, you will find stories and feelings which are born of the encounter with objects, by-gone times, and extraordinary places. Each visit is a unique experience, with its path and dimension made-to-order and thus suited to each person’s depth of curiosity. CCVF | Palácio Vila Flor Terça a sábado, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 (a última visita terá início às 17h30) — CIAJG | CDMG Terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 (a última visita terá início às 17h30)

Criação e Orientação Francisco Neves, João Lopes, João Terras, Juliana Sá, Maria Côrte-Real, Marta Silva, Melissa Rodrigues, Miguel Teixeira e Rita Faustino Público-alvo Maiores de 3 Duração c. 90 min. Lotação mín. 10 / máx. 25 pessoas

Preços Visitas Orientadas 1,50 eur a 2,00 eur (grupos escolares) e 4 eur (outros grupos)Preços Visitas Conjuntas 2,00 eur (grupos escolares) e 5,00 eur (outros grupos Marcação com, pelo menos, uma semana de antecedência, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@ aoficina.pt

These creative experiences are challenges to discover, to inquire, to experience and to create, based on new languages and new knowledge. In the area between the visual and the performing arts, between the material and the immaterial heritage, a space is created for freedom and knowhow, with artists, artisans, teachers, children, and other adventurers. Programa Vai e Vem: 1 visita a um dos espaços + 1 oficina na escola Terça a sexta, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 (a última visita terá início às 17h30)

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Criação e Orientação Adélia Faria, Álvaro Dinis Mendes, Conceição Ferreira, Fernanda Braga, Francisco Neves, Isabel Oliveira, João Terras, Juliana Sá, Liliana Duarte, Maria Côrte-Real Melissa Rodrigues e Rita Faustino

Público-alvo Maiores de 3 Duração 90 min. a 2 horas Lotação mín. 10 / máx. 25 pessoas Preço 2,00 eur — Marcação com, pelo menos, uma semana de antecedência, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@ aoficina.pt


EDUCAÇÃO E MEDIAÇÃO CULTURAL PROJETOS DE CONTINUIDADE ANO LETIVO 2017/2018

A PARTIR DE JANEIRO 2018

ANO LETIVO 2017/2018

MAIS DOIS

ANTE PÉ

PERGUNTA AO TEMPO

Mais dois modos de ver, dois saberes, duas formas de conhecer o mundo. Dois pés para fazer o caminho. Dois braços num abraço. E os DOIS, nunca estão sozinhos. Mais dois é um programa de aprendizagem na área das artes performativas, integrado nas Atividades de Enriquecimento Curricular, para todas as cerca de 2500 crianças dos 1º e 2º anos do 1º CEB, do concelho de Guimarães. No terreno desde o ano letivo de 2014/2015, tem como missão o desenvolvimento de competências para a aprendizagem de um modo geral e para a literacia artística em particular.

Andar de pé, caminhar, saltar, esticar os pés para espreitar. E olhar. Este projeto é o irmão mais novo do Mais Dois, que, para os primeiros passos, se apoia no ante pé. Em articulação com as Atividades de Animação e Apoio à Família, as práticas da dança, do teatro e da música passam a fazer parte da rotina das cerca de 1350 crianças do Ensino Pré-Escolar do concelho de Guimarães.

Como pensamos a memória e as suas formas de representação? Pergunta ao Tempo… Este é um projeto educativo sobre o património, que envolve cerca de 300 alunos e professores do 4º ano do 1º CEB dos 14 agrupamentos de escolas de Guimarães. O desafio passa pela descoberta de memórias e elementos para a reinterpretação de cada um dos núcleos expositivos permanentes da Casa da Memória. Ao longo de um ano letivo, desenvolvemse estratégias criativas de pesquisa, recolha e documentação do património cultural do território, na sua materialidade e imaterialidade, numa relação de proximidade com crianças, famílias, professores e comunidade local. Desta experiência, para além de visitas e oficinas, resulta uma exposição final, integrada no espaço museológico da CDMG.

Two more ways to see things, two more types of knowledge, two more ways to get to know our world. Two feet to set off on the journey. Two arms to embrace. And the TWO are never alone. ‘Mais Dois’ (‘Two More’) is a performing arts education program that is part of the Curricular Enrichment Activities geared toward the nearly 2500 elementary school children in the first two years of the 1st Cycle of Primary Education in Guimarães County. Operating since the 2014-2015 school year, the goal of the program is to develop learning skills overall and to focus on artistic literacy in particular. Coordenação Vera Santos

Apoio Pedagógico Carla Oliveira

Mais Dois e Ante Pé são uma parceria entre a Câmara Municipal de Guimarães (Vereação da Educação) e A Oficina (Educação e Mediação Cultural). Para além da promoção de uma educação integral, estes programas permitem o reconhecimento e a valorização da educação artística como uma área de conhecimento. Slowly tiptoeing, walking, toddling along to catch a glimpse of something. And looking intently at it. This project is the younger sibling to the ‘Two More’ project which steps off on its journey on tiptoes. In coordination with the Family Entertainment and Support Activities Program, these dance, theatre and music activities have now become a common pastime for nearly 1350 pre-school children in Guimarães County. Mais Dois and Ante Pé operate in partnership between the City Hall of Guimarães (Department of Education) and A Oficina (Education and Cultural Affairs). In addition to promoting overall education, these programs allow for greater recognition and valorization of arts education as a field of study and knowledge. Coordenação Vera Santos

Apoio Pedagógico Carla Oliveira

How do we think of memory and the various forms in which it is represented? – By asking time! This educational project focusing on heritage involves approximately 300 4th-year students and teachers (1st Cycle of Primary Education) in Guimarães area schools. The challenge is one of discovering the memories and the elements to reinterpret each one of the main exhibition nuclei in the permanent collection at the Casa da Memória. During the school, participants develop creative research, collection and documentation strategies relative to our region’s cultural heritage, in both material and immaterial aspects, in an activity which brings children, families, teachers, and the local community closer together. In addition to student field trips and workshops, participants will organize a final exhibition, to but put on display at the CDMG.

Coordenação Marta Silva 36

Apoio Criativo Rita Faustino


MAIO

CCVF / GRANDE AUDITÓRIO 21H45 Bilheteira da responsabilidade do Cineclube de Guimarães

CINEMA ORGANIZAÇÃO CINECLUBE DE GUIMARÃES

DOMINGO 06 LADY BIRD DE GRETA GERWIG COM SAOIRSE RONAN, LAURIE METCALF, TRACY LETTS, LUCAS HEDGES 2017 | M/14 | 94 MIN. EUA, 2002. A terminar o liceu, Christine McPherson mal pode esperar por entrar na faculdade, de preferência bem longe de Sacramento (Califórnia), a cidade de onde nunca saiu. Contudo, determinada a conquistar o mundo a qualquer custo, Christine não deixa de lutar para concretizar esse sonho. Enquanto setembro não chega, ela vai vivendo o dia-a-dia com a naturalidade própria da adolescência, entre amores, desamores, conflitos e reconciliações…

QUINTA 10 COLO DE TERESA VILLAVERDE COM JOÃO PEDRO VAZ, BEATRIZ BATARDA, RITA BLANCO, SIMONE DE OLIVEIRA E CLARA JOST 2017 | M/16 | 136 MIN. Quando o pai fica desempregado, a mãe vê-se subitamente sobrecarregada com todas as despesas familiares. Por causa disso, arranja um segundo emprego, o que a desgasta ainda mais e lhe retira tempo para a família. Descurada por um pai desalentado e uma mãe esgotada, a filha adolescente revolta-se…

QUINTA 17 CINEMA PARAÍSO DE GIUSEPPE TORNATORE COM ANTONELLA ATTILI, ENZO CANNAVALE, ISA DANIELI, LEO GULLOTTA 1988 | M/12 | 120 MIN. Salvatore Di Vitta, um reconhecido cineasta italiano, recebe um telefonema inesperado da sua mãe na Sicília, onde nasceu e cresceu, que lhe dá a conhecer a morte de Alfredo, o projecionista local que o deixava ver todos os filmes que passavam pelo Cinema Paraíso.

Direitos Reservados

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MAIO

CCVF / PEQUENO AUDITÓRIO 21H45

DOMINGO 20 EU, TONYA DE CRAIG GILLESPIE COM MARGOT ROBBIE, SEBASTIAN STAN, ALLISON JANNEY 2017 | M/16 | 120 MIN. Aguentando maus-tratos e humilhações por parte da progenitora – uma mulher autoritária e ambiciosa que esperava enriquecer à custa do sucesso da filha – e, mais tarde, de Jeff Gillooly, o homem com quem casou aos 18 anos, a atleta Tonya Harding acaba por sofrer pressões de vários tipos. A um mês das Olimpíadas de Inverno de 1994, Tonya vê-se envolvida num escândalo com a sua compatriota e rival Nancy Kerrigan.

Bilheteira da responsabilidade do Cineclube de Guimarães

CICLO DE CINEMA DO BAÚ DO CINECLUBE

ORGANIZAÇÃO CINECLUBE DE GUIMARÃES E A OFICINA

TERÇA 08 U2: RATTLE AND HUM DE PHIL JOANOU COM BONO, THE EDGE, ADAM CLAYTON E LARRY MULLEN JR. | 1989 | M/12 | 99 MIN. Um concerto numa escala sem precedentes, Rattle And Hum regista a banda irlandesa U2 dentro e fora do palco durante a sua tournée do álbum Joshua Tree. Da multidão vibrante dos estádios e espaços abertos em cores à intensidade do preto-e-branco dos espetáculos fechados, este filme segue a banda por toda a América, explorando as novas influências. A banda visita lugares históricos de importância musical, incluindo Graceland de Elvis Presley e Sun Studio em Memphis, Tennessee, e passa o tempo no estúdio de gravação trabalhando em covers de músicas de rock clássicos e novas canções com convidados como o guitarrista de blues BB King e um coral gospel.

DOMINGO 27 THE FLORIDA PROJECT

TERÇA 22 O COURAÇADO POTEMKINE

DE SEAN BAKER COM BROOKLYNN PRINCE, BRIA VINAITE, WILLEM DAFOE, VALERIA COTTO 2017 | M/14 | 111 MIN.

DE SERGEI M. EISENSTEIN COM BEATRICE VITOLDI, I. BOBROV, N. POLTAVSEVA | 1925 | M/12 | 74 MIN.

Moonee tem seis anos e vive com Halley, a mãe, num motel de beira de estrada próximo do parque da Walt Disney. Ela é alegre e inteligente e os seus dias são passados a brincar com as crianças que ali habitam; já Halley é uma jovem inconsequente que sobrevive graças a subsídios estatais e alguns biscates mais ou menos legais. Mas é Bobby, o gerente, quem vai garantindo a segurança necessária àquele pequeno grupo de crianças, que o olham como se de um verdadeiro pai se tratasse…

Pondo em prática as suas teorias sobre a montagem, elemento fundamental em todo o cinema de vanguarda, Eisenstein fez deste filme de encomenda sobre a Revolução de 1905 um momento absolutamente eletrizante de cinema. Dividido em duas partes, uma no couraçado que dá ao filme o seu título, com o motim dos marinheiros, transparente metáfora da revolução, e a segunda no porto de Odessa, com a célebre sequência do massacre na escadaria, “Bronenosets Potiomkine” permanece um momento genial na história do cinema.

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CAAA CENTRO PARA OS ASSUNTOS DA ARTE E ARQUITETURA

CRIAÇÃO E CIRCULAÇÃO ··················································· RESIDÊNCIAS ARTÍSTICAS CENTRO DE CRIAÇÃO DE CANDOSO (CCC) ···················································

ATÉ 26 MAIO EXPOSIÇÃO / GALERIAS #1, #2

ATÉ 26 MAIO EXPOSIÇÃO / GALERIA #3

DO SINTOMA INDELÉVEL

ARCHIVILIZATION

LUDGERO ALMEIDA

INÊS NORTON

Ludgero Almeida traz para a exposição uma série de pinturas produzidas entre 2015 e 2018 em território brasileiro e português. As obras nascem de uma investigação que monta e desmonta os enunciados históricos ¬a partir de memórias fotográficas e elementos obliterados de ambos os países, particularmente centrando-se em arquivos das ditaduras e da colonização.

O projeto de vídeo-instalação “Archivilization”, de Inês Norton, aborda o tema da Memória e a sua relação com conceito de civilização, estabelecendo o paralelismo entre a civilização criada a partir da construção de edificações populacionais e a civilização gerada a partir da memória.

Ludgero Almeida brings to the exhibition a series of paintings produced from 2015 to 2018 in both Brazil and Portugal. The works were created out of research that constructs and deconstructs adverts from the past by using photographical memories and elements removed from both countries, particularly concentrating on archives from periods of dictatorship and colonization.

The video-installation project “Archivilization” by Inês Norton addresses the topic of memory and its relationship with the concept of civilization, establishing a parallelism between the civilization created from the construction of population-based edifications and civilization that originates from memory.

Curadoria Pat Lemos

Bilheteira da responsabilidade do CAAA

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24 ABRIL A 13 MAIO AÇÃO/DECISÃO MARIANA VITERBO BRANDÃO ·············································· 21 A 24 MAIO SPEAKING OF CHANCE ANDRÉ GONÇALVES, LLOYD COLE E LUÍS FERNANDES


N101 BRAGA

CIAJG

CASA DA MEMÓRIA

Av. Conde Margaride

Av. Conde Margaride

HOSPITAL

A11 BRAGA

CAAA Rua Padre Augusto Borges de Sá

CCVF Av. D. Afonso Henriques

GUIMARÃES SHOPPING

ESPAÇO OFICINA Av. D. João IV

GUIMARÃES ESTAÇÃO CP CCC Rua de Moure

SÃO MARTINHO DE CANDOSO

ESTAÇÃO COVAS CP

A7 PORTO FÁBRICA ASA

Rua da Estrada Nacional 105

A7

COVAS - POLVOREIRA N105 PORTO IP9 A7 VILA REAL

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VENDA DE BILHETES • oficina.bol.pt • www.ccvf.pt • Centro Cultural Vila Flor •C entro Internacional das Artes José de Guimarães • Casa da Memória •M ultiusos e Complexo de Piscinas de Guimarães • Lojas Fnac, El Corte Inglés, Worten • Entidades aderentes da bilheteira online

DESCONTOS (C/D) •C artão jovem, menores de 30 anos e estudantes; •C artão municipal de idoso, reformados e maiores de 65 anos; •C artão municipal das pessoas com deficiência; • Deficientes e acompanhante;

DESCONTO CARTÃO CENTRO DE CIÊNCIA VIVA • Visita à Casa da Memória 1,50 eur • Visita ao Centro Internacional das Artes José de Guimarães 2,00 eur

INFORMAÇÕES E RESERVAS • Pedidos de informação e reservas de bilhetes poderão ser efetuados através do telefone 253 424 700 ou do e-mail bilheteira@aoficina.pt •A s reservas deverão ser obrigatoriamente levantadas num período máximo de 5 dias após a reserva. •Q uaisquer reservas deverão ser levantadas até 2 dias antes da data do espetáculo. Após estes períodos serão automaticamente canceladas.

HORÁRIO DE BILHETEIRA Centro Cultural Vila Flor segunda-feira das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 Local Serviços Administrativos terça-feira a sábado das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 Local Palácio Vila Flor

Em dias de espetáculo Duas horas antes até 30 minutos após o seu início Local Bilheteira Central Centro Internacional das Artes José de Guimarães terça-feira a domingo das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 Em dias de espetáculo Uma hora antes até 30 minutos após o seu início Casa da Memória terça-feira a domingo das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00

VISITAS ORIENTADAS Centro Cultural Vila Flor terça-feira a sábado das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 Centro Internacional das Artes José de Guimarães terça-feira a domingo das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 Casa da Memória terça-feira a domingo das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 Marcação prévia através do e-mail mediacaocultural@aoficina.pt

SERVIÇO DE BABY-SITTING Espaço Oficina, Centro de Criação de Candoso e Fábrica Asa Uma hora antes do espetáculo até 30 minutos após o seu início

LOJAS Loja CIAJG Av. Conde Margaride, 175 4810 535 Guimarães Telefone 253 424 715 Horário de Funcionamento terça-feira a domingo das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 Venda de Produtos Artesanais Contemporâneos e Publicações

ESTACIONAMENTO Centro Cultural Vila Flor 150 lugares em parque subterrâneo Centro Internacional das Artes José de Guimarães 70 lugares em parque subterrâneo

Centro Cultural Vila Flor Funcionamento em dias de espetáculo e durante o período de apresentação Dos 3 aos 9 anos Capacidade máxima 20 crianças Preço 1 euro

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Contactos Centro Cultural Vila Flor Tlf +351 253 424 700 · geral@ccvf.pt · www.ccvf.pt Centro Internacional das Artes José de Guimarães Tlf + 351 253 424 715 · www.ciajg.pt Casa da Memória Tlf +351 253 424 716 · casadamemoria@aoficina.pt · www.casadamemoria.pt Presidente da Direção Adelina Paula Pinto Assistente de Direção Anabela Portilha Direção Artística João Pedro Vaz Programação Ana Lúcia Figueiredo (Educação e Mediação Cultural), Catarina Pereira (Casa da Memória de Guimarães), Ivo Martins (Guimarães Jazz e Área Expositiva do Palácio Vila Flor), João Pedro Vaz (Teatro Oficina), Nuno Faria (Centro Internacional das Artes José de Guimarães), Rui Torrinha (Centro Cultural Vila Flor) Educação e Mediação Cultural Ana Lúcia Figueiredo (Direção), Carla Oliveira, João Lopes, Marta Silva, Vera Santos Produção Pedro Silva (Direção), Andreia Abreu, Andreia Novais, Hugo Dias, Nuno Ribeiro, Rui Salazar, Sofia Leite, Susana Pinheiro Técnica José Patacão (Direção), Carlos Ribeiro, Helena Ribeiro, João Castro, Nuno Eiras, Sérgio Sá Serviços Administrativos / Financeiros Helena Pereira de Castro (Direção), Susana Costa, Marta Miranda, Ana Carneiro, Liliana Pina Instalações Luís Antero Silva (Direção), Jacinto Cunha, Joaquim Mendes (Manutenção e Logística), Amélia Pereira, Anabela Novais, Cristina Marques, Conceição Leite, Conceição Oliveira, Rosa Fernandes, Maria Conceição Martins, Maria Fátima Faria (Manutenção e Limpeza) Comunicação e Marketing Marta Ferreira (Direção), Bruno Barreto, Carlos Rego, Susana Magalhães, Susana Sousa, Eduarda Fontes (Design Interno), Andreia Martins, Cláudia Fontes, Jacinta Correia, Josefa Cunha, Marisa Moreira, Sylvie Simões (Atendimento ao Público) Património e Artesanato Catarina Pereira (Direção), Inês Oliveira, Felicidade Bela (Olaria) | maio 2018


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PALCO // STAGE PALCO STAGE

CENTRO CULTURAL VILA FLOR GRANDE AUDITÓRIO E PEQUENO AUDITÓRIO GRAND AUDITORIUM AND SMALL AUDITORIUM

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Central de Informação | 2018


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