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Maquinas 172 teste

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CAPA

A124 HiTech

O novo trator A124 HiTech lançado pela Valtra vem cheio de novidades e dotado de muita tecnologia, aliada à integração total entre motor e transmissão que garante ao modelo um diferencial entre tratores da mesma faixa de potência

A

pós o advento da Resolução No 433/2011, que dispôs sobre a inclusão das máquinas agrícolas no Programa de Controle da poluição do ar – Proconve MAR-I -, estamos tendo a possibilidade de ini-

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ciar uma série de testes com máquinas produzidas este ano e que atendem aos requisitos estabelecidos como limites, a partir do primeiro dia deste ano. Consideramos que agora o Brasil passa a fazer parte daquele grupo

seleto de países que buscam controles de emissões nos motores utilizados na agricultura. Nesta edição apresentamos o trator Valtra da série A, geração 4. O modelo que testamos em Jaboticabal para esta edição é o Valtra A124


HiTech. Na designação deste modelo, o A corresponde à série; o 12, à classe de potência do motor, e o 4, à geração, como mencionamos, a quarta. As principais novidades que encontramos neste modelo são a integração motor-transmissão, a nova e espaçosa cabine, além dos recursos de utilização que detalharemos durante esta matéria. Em geral, quando tivemos anteriormente a oportunidade de testar tratores da marca Valtra, destacamos algumas características, como a sensação de resistência do equipamento e a confiabilidade que sentimos nos modelos da

marca, em geral pelo depoimento dos clientes. No entanto, este novo modelo nos surpreendeu pelo incremento tecnológico e torcemos que os nossos leitores entendam as razões para esta surpresa positiva. É claro que muito desta nossa impressão reside no fato de que testamos a versão top em tecnologia, que é a especificação máxima, a HiTech. A série A terá três modelos, A114, A124 e A134 em duas versões: normal e HiTech. O trator A124 HiTech que testamos substituirá o atual BM 125, que sairá de linha com o lançamento deste

Fotos Charles Echer

Módulo eletrônico do motor à prova d’água

Cinco radiadores são responsáveis pelo arrefecimento dos líquidos do sistema hidráulico, ar-condicionado, motor e intercooler

Filtro de ar pode ser facilmente removido para manutenções periódicas e trocas

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Fotos Charles Echer

O eixo dianteiro é da marca ZF

novo modelo. O pré-lançamento nacional destes modelos ocorreu há poucos meses no evento Portas Abertas, na cidade de Ribeirão Preto, onde os concessionários e alguns clientes puderam conhecer as características dos novos modelos e versões. O lançamento oficial ao público ocorre na Agrishow de 2017, também em Ribeirão Preto. Embora atendam aos requisitos de exportação e qualidade, como não é comum entre tratores nacionais, todos estes modelos serão fabricados no Brasil e poderão ser entregues aos clientes logo depois da feira onde serão lançados. O portfólio da Valtra se moderniza bastante com os lançamentos que ocorrerão nesta Agrishow. Na série A4, além da versão HiTech da qual testamos o modelo A124, haverá uma outra versão standard, mais básica na mesma faixa de potência, com transmissão 12x12, reversor e com

Levante hidráulico é movimentado por pistões laterais

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O novo A124 HiTech possui design moderno e iluminação 360 graus para facilitar os trabalhos noturos

posto do condutor plataformado, sem cabine. Também terá um modelo com transmissão mecânica 12x12 cabinada e a versão HiTech que tivemos a

oportunidade de testar. A série A terá modelos de 115cv a 135cv, a série BM terá o modelo BM 100R e a série BH da geração 4 terá modelos entre 144cv


MOTOR

Acionamento do sistema de levantamento em três pontos e da TDP pode ser feito em dispositivos instalados nos para-lamas

e 220cv. Além destas, também será lançada a série T CVT, que terá modelos de 195cv, 210cv, 230cv e 250cv, todos com transmissão CVT. A oferta

de modelos da Valtra se completa com os tratores importados da Série S e os tratores de esteiras de borracha, modelo Challenger.

O motor do A124 HiTech é da marca AGCO Power, com injeção eletrônica marca Bosch e tem controle de emissões iEGR, que atende a normativa MAR-I. São quatro cilindros, com volume deslocado de 4,4 litros, com intercooler, Commom Rail, potência máxima de 92kW (125cv) e torque máximo de 528Nm. O fabricante informa que até 250cv utilizará o sistema iEGR, sem necessidade de uso do Arla, que somente será necessário nos modelos de maior potência e que utilizarão outro sistema de controle de emissões. Desde 2006, a AGCO no mundo inteiro pesquisa alternativas para a solução destes problemas de contaminantes à atmosfera e domina, em suas marcas, diferentes sistemas de controle. Ao abrir o capô dianteiro, que é basculante, é possível visualizar o módulo eletrônico do motor posicionado à frente e sobre os radiadores, com vedação à prova d’água e sustentado sobre coxins, para minimizar as vibrações. O arrefecimento do calor é muito importante nos modelos mais modernos e este não deixa por menos, com a presença de cinco radiadores: um para diminuir a temperatura do retorno do óleo diesel, outro para o ar-condicionado, um terceiro para o óleo do sistema hidráulico, outro para o intercooler e, por fim, o tradicional radiador de água para o líquido de arrefecimento do motor. Todos estão protegidos por uma pequena tela que impede a entrada de sujeira diretamente nas colmeias dos radiadores e que pode ser deslocada para a limpeza. Estrategicamente os filtros de combustível estão colocados no lado esquerdo, que é o lado mais frio do motor. Este modelo conta com um reservatório de expansão da água, impedindo que o sisAbril 2017 • www.revistacultivar.com.br

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Fotos Charles Echer

tema que proporciona o desligamento nas manobras de cabeceiras. O sensor de ângulo da roda é embutido no eixo, percebendo-se dele apenas o cabo de conexão.

CABINE

O posto do operador possui painel com muitas informações sobre a máquina e controles ergonomicamente posicionados

tema derrame água utilizada ao exterior. O tubo de descarga, como é padrão em tratores de gamas maiores, está posicionado atrás da coluna do lado direito da cabine, construção que favorece a visibilidade à frente.

TRANSMISSÃO

Uma das novidades que mais nos chamaram a atenção foi a transmissão de potência automática marca Gima, que equipará todos os modelos na versão HiTech. São 16 velocidades que podem ser utilizadas de diferentes formas, com reversor eletro-hidráulico Power Shuttle. Para aqueles clientes que optarem por uma solução mais econômica e com menor tecnologia, o fabricante oferecerá uma transmissão mecânica de 16 velocidades, com reversor. Para as duas versões o cliente poderá optar por ter uma opção creeper, que pode deslocar o trator a partir de velocidades reduzidas, da ordem de 150 metros por hora. O que mais nos impressionou neste modelo foi a possibilidade de integração total entre motor e transmissão. O usuário pode escolher entre quatro modos operacionais: manual, campo, transporte e pedal. O modo que mais utilizamos no teste e que contempla a maioria dos usuários é o Speed Drive HiTech 4, com trocas automáticas de Abril 2017 • www.revistacultivar.com.br

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acordo com a rotação definida, o qual, no entendimento do fabricante é o que pode proporcionar maior eficiência operacional.

EIXO DIANTEIRO

O eixo dianteiro é motriz, da marca Dana, com dois modos de bloqueio, permanente e automático, e com sis-

Desde a entrada, a nova cabine impressiona pelo espaço e a área de visão. É do tipo exportação e, exceto a disposição dos comandos que será diferente, é a mesma que será utilizada na série T CVT. Tem estrutura de proteção ao capotamento de seis pontos, não aparente, embutida na cabine. Na parte inferior da plataforma o fabricante colocou uma chave geral, para corte de corrente em situações de emergência. O depósito de combustível está posicionado no lado esquerdo, embaixo da plataforma, protegido por defletores metálicos no lado dos pneus dianteiros e traseiros, de forma a proteger contra objetos que possam ser levantados pelos pneus. A iluminação externa e de sinalização é colocada nos para-lamas, com tecnologia LED e proporciona luminosidade em 360 graus, cobrindo toda a volta da máquina. A escada para acesso à cabine é colocada somente no lado esquerdo. No

A coluna de direção é escamoteável e como novidade o painel se desloca junto com o volante


entanto, no lado direito há uma espera para escada, que poderá ser utilizada nos modelos de exportação em função de exigências particulares de outros países. A cabine possui saídas de emergência pela janela traseira e pela porta direita, que abre apenas por dentro. Não há escotilhas em face do cuidado do fabricante em vedar completamente a cabine para que não haja a entrada de pó, o que poderia afetar os comandos sensíveis. O assento do operador é de boa qualidade e ao lado há um banco de acompanhante, ambos dotados de cinto de segurança. Todos os comandos estão situados em posição transversal do ombro para a frente do operador, facilitando o uso e diminuindo o desgaste físico. Na parte traseira esquerda há um porta-objetos de razoável tamanho e na parte superior do teto, à direita, o fabricante colocou um ambiente refrigerado pelo ar-condicionado, para manter alimentos e bebidas. Também nos agradou a capacidade de regulagem do assento e do volante, que podem ser ajustados na posição mais à frente e outra mais atrás. O volante tem regulagem de profundidade que, de modo criativo, traz todo o painel para frente, quando aproximado ao operador.

PESOS E DIMENSÕES

Este trator segue a regra básica da relação massa/potência de 55kg/cv e distribuição de massa de 60% sobre o eixo traseiro e 40% no eixo dianteiro. O ajuste de bitola é feito pelo sistema tradicional de alteração de posição do disco e do offset do aro em toda a série. Durante o teste o trator estava montado com três discos de lastro em cada uma das rodas traseiras, com 60kg cada

Antena do sistema GPS instalada sobre o capô da cabine

O A124 HiTech possui portas nas duas laterais e uma janela basculante na parte traseira

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Fotos Charles Echer

O banco do operador possui diversas regulagens, permitindo que o operador tenha mais conforto em jornadas longas

disco, e lastragem hidráulica nos pneus, conforme orientação do fabricante. Na parte dianteira sobre o suporte estavam montadas dez placas de 55kg cada.

SISTEMA HIDRÁULICO

O sistema hidráulico de três pontos deste modelo tem capacidade de levantamento máximo de 4.950kg e, como característica, não há mais a bomba interna, com a força de levante sendo feita por pistões laterais, controlados internamente da cabine por interruptor, sem uso de alavancas. Nos dois braços inferiores do sistema hidráulico de três pontos foram colocados pinos sensores para controlar a flutuação do implemento. Embora seja opcional nas outras versões, na HiTech é padrão a montagem de terminais de engate rápido nos braços inferiores,

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algo que em geral só é disponível em modelos de maior potência. Quanto à vazão de óleo no sistema há duas opções: centro aberto com capacidade de 98 litros/minuto e centro fechado para uma vazão incrementada de 105 litros/ minuto, que é standard nesta versão. Quanto ao sistema de controle remoto, são duas válvulas como padrão e opcional para três, com ajuste independente para cada válvula. Também se visualiza na parte traseira, junto às válvulas de controle remoto, uma tomada elétrica de sete pinos. A tomada de potência (TDP) tem três velocidades, 540rpm, 540E rpm (tomada econômica) e 1.000rpm, sendo esta oferta standard nesta série. A barra de tração é do tipo oscilante. Também foi bom ver que dispositivos, antes somente disponíveis em

tratores maiores, começam a ser disponibilizados em modelos de menor potência, como o acionamento do sistema de levantamento em três pontos e o acionamento da TDP nos para-lamas. O acionamento do sistema hidráulico está disponível nos dois lados, enquanto que o da TDP somente no para-lamas do lado esquerdo.

TECNOLOGIA

Em termos de tecnologia esta versão melhora muito em relação ao padrão da marca e da categoria de potência de outras marcas, possuindo espera (ready) para piloto automático, que pode vir totalmente instalado de fábrica ou colocado posteriormente pelo cliente. Quanto à configuração de trabalho, tivemos muitas surpresas positivas. Existe uma infinidade de itens de tecno-


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logia, para que o usuário possa marcar previamente configurações que deseje adaptar ao seu sistema de trabalho. O painel dispõe de uma infinidade de controles e formatos, entre os quais destacamos apenas alguns, como um sistema de gatilho, para que o conjunto comece a marcar a área trabalhada em um dia ou tarefa. Também destacamos a possibilidade de configurar uma rampa de progressividade de transmissão de força aos equipamentos, o que facilita o trabalho e diminui a sobrecarga da transmissão, da embreagem e de outros componentes. Também é possível que o usuário estabeleça na memória a posição do acelerador, da marcha e de outros comandos para retomar o trabalho antes e após uma manobra de cabeceira. Como é comum em tratores que

Local do teste

local dos testes era uma lavoura na cidade de Taiaçu, a 30km de Jaboticabal, próximo à Fazenda Santa Cândida, pertencente à Família Souza, que nos recebeu gentilmente em seu ambiente de trabalho para que pudéssemos conhecer a máquina. A Fazenda Santa Cândida pertence ao senhor José Luiz de Souza Filho e aos seus três filhos, senhores Walter Aparecido Luiz de Souza, Valdecir Luiz de Souza e Waldir Luiz de Souza. Fomos recebidos pelo produtor rural José Luiz de Souza Netto, de apenas 20 anos, já da terceira geração da família, mas que tem funções bem importantes dentro do processo de produção da fazenda. Em conjunto, a família produz aproximadamente 1.500 hectares de cana e mil hectares de amendoim, na rotação de cultura com a cana na renovação. São

clientes Valtra há mais de 20 anos e entre tantas máquinas possuem 15 tratores da marca. Dentro do contexto regional, a família é tradicional produtora de amendoim, estando entre as mais importantes em área e qualidade da região. Esta facilidade que percebemos em conhecer e demonstrar o produto é fruto de uma sólida parceria da fazenda e seus proprietários com a Valtra, tendo participado do desenvolvimento deste modelo de trator e de outras máquinas. Também esta facilidade em receber tecnologia os fez serem parceiros da Unesp - Campus de Jaboticabal, para estudarem técnicas, dentro do contexto da tecnologia de agricultura de precisão. O concessionário regional que atende a família em suas necessidades de novas máquinas e na manutenção é a Coopercitrus, principalmente na sua loja da cidade de Monte Alto.

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usam sistemas eletrônicos de injeção de combustível é padrão a existência de um modo de segurança, para quando da ocorrência de falhas graves. Em termos de ergonomia, vimos que o modelo possui uma proteção extra nas partes móveis do motor, impedindo o acesso com as mãos em mecanismos giratórios, como correias e polias. Não existe mais a tradicional vareta para verificação do nível de óleo da transmissão, podendo verificar-se o nível do depósito através de um pequeno visor transparente. Como era de se esperar, em termos ambientais e atendimento das normas mais modernas, há dispositivos de recuperação dos óleos que possam sair das válvulas VCR durante o engate. Há um recuperador interno que recebe e devolve ao sistema o óleo limpo do interior da válvula e outro externo, que recebe o óleo que já teve contato com o exterior, portanto contaminado, e o envia a um recuperador de óleo colocado na parte inferior, próximo à barra de tração.

O TESTE

A área destinada ao teste era uma lavoura em que havia sido colhido recentemente amendoim, em área de reforma da cana. A cultura do amendoim é intercalada entre a retirada e o plantio de cana no processo de renovação e caracteriza-se por utilizar operações pesadas, exigindo-se muita potência no somatório das operações. A Valtra, como se sabe, tem um mercado bem desenvolvido no estado de São Paulo e exerce liderança na cultura do amendoim. O implemento escolhido pelo marketing da Valtra foi uma grade niveladora marca Baldan de 42 discos, 22 polegadas de diâmetro, com espaçamento de 175mm entre eles. Embora estivéssemos predispostos a trabalhar com rotação de potência máxima, aceitamos a proposta do produtor Netto para testarmos a melhor opção que ele havia conseguido nos testes prévios, que era estabelecer uma rotação de trabalho mais reduzida, de 1.850rpm, que, ao seu ver, foi a que pelas características do motor apresentava o maior desempenho e o menor consumo. Escolhemos uma marcha mais alta, 3B, para desenvolver ao redor de Abril 2017 • www.revistacultivar.com.br

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Fotos Charles Echer

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O acesso à cabine é feito pela porta da direita

10km/h. Constatamos que na verdade esta é uma boa opção para o motor com injeção eletrônica e a preocupação que tínhamos de produzir perda de rotação não se configurou. Com ângulo de trava máximo na grade e operando em profundidades entre 12cm e 15cm, a estabilização da rotação se deu em 1.830rpm com o trator em carga, o que era uma situação muito cômoda e pelos registros do produtor foi a que melhor resultado produziu nos diferentes testes de campo deste modelo. Programamos o trator para iniciar o trabalho em 3A e logo em seguida, quando estabilizado, trabalhar em 3B. Fizemos a marcação da linha A-B em contorno para o sistema de piloto automático e utilizamos com facilidade os recursos pelo painel lateral do console. O produtor utiliza sinal de correção de GPS tipo RTX, com o qual tem um custo de 1.295 dólares/ano. Utilizamos o modo normal, sempre ligado, e recorremos à pré-programação para estabelecer a rotina de manobras na cabeceira, com diminuição de velocidade e, se fosse o caso, levantamento do sistema hidráulico. Apenas com um toque em um interruptor do tipo botão, restabelecíamos as condições preestabelecidas ao retomar o trabalho.

Modelo MOTOR Marca Numero de cilindros Cilindrada- cm3 Aspiração TRANSMISSÃO Tipo de transmissão Reversor (Shoutle) Marchas/ Grupos Número de mudanças com creeper Velocidades sem “creeper” (20.8 R38) Velocidade minima com “creeper” (18.4-34) Embreagem principal SISTEMA HIDRAULICO Tipo de sistema ( bomba) Vazão maxima – l/min Opções de Vavulas Quantidade de valvulas Pressão maxima ( kgf/cm2) TDF Tipo de engate Rotação nominal 540/540E/1000 Rotação no motor SISTEMA LEVANTE 3 PONTOS Controle Capacidade de levante - kgf Capacidade de levante a 610mm do olhal –kgf VOLUMES Capacidade oleo transmissão - lts Capacidade do tamque de combustivel - lts Volume de oleo do carter - lts

CONCLUSÃO

Tínhamos muito a comentar sobre este trator e a versão HiTech devido à surpresa positiva que tivemos. Notamos uma quebra de paradigma da marca e alguns pontos nos impressionaram positivamente, como a qualidade da cabine e a sua estanqueidade ao pó e ao ruído em um ambiente empoeirado como o que trabalhamos. Também ficou marcado para a equipe de testes que o motor eletrônico deu margem para que uma série de novos comandos, controles e configurações fossem projetados e desenvolvidos e, somando-se a isto, a questão da possibilidade de integração plena entre motor e transmissão. Registramos a satisfação do produtor, tendo ouvido de Netto a men-

Hitech4 AgcoPower 4 4.400 Turbo Intercooler Hitech4 16x16 Eletro hidráulico 4/ 4 32 1,98 – 40,47 km/h 0,15 km/h Multidiscos húmidos acionamento eletro-hidráulico Engrenagem / Pistão 98 / 105 Dupla ação+ kickout + controle de fluxo+float 2/3/4 200 / 204 Electro-hidráulico 540/540E/1000 1920/1560/1920 Eletrônico com controle de posição, profundidade, reação e amortecedor para transporte 4950 4260 75 210 12

ção: “Esse eu posso assinar embaixo”, referendando a sua aprovação quanto ao trator e baseado na experiência de quem é cliente da marca. Acreditamos que o mercado potencial deste modelo e versão está associado àquele cliente que é, ao mesmo tempo, proprietário e operador, principalmente nas médias propriedades, onde se conseguem altas produtividades e busca-se a qualidade. Também acreditamos que outro perfil de usuário é aquele cliente que tem o operador treinado e que aceita e valoriza o uso da tecnologia, portanto sendo capaz de aproveitar os recursos tecnológicos que o pro.M jeto dispõe. José Fernando Schlosser, Nema/UFSM

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