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Maquinas 17

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Do editor Edição Especial Número 17 - Ano III Fevereiro 2003 ISSN - 1676-0158 Grupo Cultivar de Publicações Ltda. CGCMF : 02783227/0001-86 Insc. Est. 093/0309480 Rua Sete de Setembro 160 – 7º andar Pelotas – RS 96015 – 300 E-mail: cultivar@cultivar.inf.br Site: www.cultivar.inf.br Assinatura anual (06 edições): R$ 38,00 •DIRETOR Newton Peter •EDITOR GERAL S.K.Peter •EDITOR ASSISTENTE Charles Ricardo Echer

O Show Rural da Coopavel, que acontece de 17 a 21 de fevereiro, em Cascavel, abre com grande estilo o circuito de feiras agrícolas de 2003. Realizado há 14 anos, o evento desponta como uma das maiores e mais bem organizadas feiras do Brasil. Sua estrutura dispensa elogios. É um verdadeiro show, como diz o nome. O objetivo desta edição temática da Cultivar Máquinas é antecipar aos leitores o que haverá de melhor no setor de máquinas agrícolas, mostrando as novas tecnologias, os lançamentos e o que cada empresa preparou como destaque para o Show Rural deste ano. Além das atrações da feira, não esquecemos dos artigos técnicos que o assinante está acostumado a encontra nas edições normais.

•CONSULTOR TÉCNICO Dr. Arno Dallmeyer •REDAÇÃO Pablo Rodrigues Gilvan Dutra Quevedo •DESIGN GRÁFICO Fabiane Rittmann

Índice

•MARKETING Otávio Pereira •DIAGRAMAÇÃO Fabiane Rittmann Christian Pablo C. Antunes

Ruídos em tratores ........................ 06

•CIRCULAÇÃO Edson Luiz Krause

Valtra ..................................................... 10

•SECRETÁRIA GERAL Simone Lopes

Case IH ................................................. 12

Nossa Capa Foto Imprensa Coopavel

Stihl ........................................................ 11 Goodyear ............................................. 14

•ASSINATURAS Jociane Bitencourt

Jacto ....................................................... 15

•PROMOÇÕES Marilanda Holz

Montana ............................................... 16

•REVISÃO Carolina Fassbender

Agrale ....................................... ......... 17

Mepel ..................................................... 16

•EDITORAÇÃO ELETRÔNICA Index Produções Gráficas

JF .............................................................. 18

•FOTOLITOS E IMPRESSÃO Kunde Indústrias Gráficas Ltda.

Goodyear ............................................. 19

Colhe Max ........................................... 18 GTS ......................................................... 20

NOSSOS TELEFONES:

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• GERAL / ASSINATURAS: 3028.4008 • ATENDIMENTO AO ASSINANTE: 3028.4006 • REDAÇÃO : 3028.4001 / 3028.4002 / 3028.4003 • MARKETING: 3028.4005 / 3028.4004 • EDITORAÇÃO: 3028.4007 • PROMOÇÕES: 3025.4254 • FAX: 3028.4001

Por falta de espaço não publicamos as referências bibliográficas citadas pelos autores dos artigos que integram esta edição. Os interessados podem solicitá-las à redação pelo e-mail: cultivar@cultivar.inf.br Os artigos em Cultivar não representam nenhum consenso. Não esperamos que todos os leitores simpatizem ou concordem com o que encontrarem aqui. Muitos irão, fatalmente, discordar. Mas todos os colaboradores serão mantidos. Eles foram selecionados entre os melhores do país em cada área. Acreditamos que podemos fazer mais pelo entendimento dos assuntos quando expomos diferentes opiniões, para que o leitor julgue. Não aceitamos a responsabilidade por conceitos emitidos nos artigos. Aceitamos, apenas, a responsabilidade por ter dado aos autores a oportunidade de divulgar seus conhecimentos e expressar suas opiniões.

Nogueira .............................................. 20 Ipacol ..................................................... 20 Nevoeiro .............................................. 20 Husqvarna .......................................... 21

ASSINE CULTIVAR MÁQUINAS E CONCORRA A UM VALTRA BM 110

John Deere .......................................... 24 Stara Sfil .............................................. 26 Macro Jet................................... ......... 26 Kepler Weber............................. ...... 27 Bandeirante............................... ....... 27 Imasa ....................................... ........... 28 Tatu ......................................... ............ 28 Incomagri ............................................ 29 New Holland ...................................... 30 Massey Ferguson ............................ 34 Fockink ................................................. 36 Baldan ................................................... 36 Altura do pivô central .................. 37 Biocombustíveis .............................. 41

O GRUPO CULTIVAR está lançando no Show Rural 2003 o maior concurso já realizado por uma publicação técnica no Brasil. Nada menos do que um trator Valtra BM 110 será sorteado entre os Assinantes das três Revistas da empresa. (Páginas 32 e 33)


Tratores ruídos

Barulho ensurdecedor Este artigo apresenta um estudo desenvolvido em três partes sobre o ruído em tratores e implementos agrícolas e o risco de perda auditiva dos operadores dessas máquinas. Numa primeira pesquisa foi encontrado um nível médio de ruído para tratores nacionais de 97 decibéis (para exposições de 8 h diárias, níveis de ruído acima de 80 dB já podem causar lesão auditiva) e 60% dos tratoristas com perda auditiva, indicando que a operação de tratores é altamente insalubre. Na tentativa de indicar possíveis soluções, um segundo estudo, analisando o ruído emitido em cada parte do trator, elegeu o escapamento como principal fonte de ruído. O terceiro passo foi propor alterações no escapamento de um trator, obtendo níveis de ruído inferiores a 80 dB

Erramos Na última edição trocamos o anúncio da Massey Ferguson, publicado na quarta capa do caderno técnico. O anúncio veiculado, na verdade, fazia parte de uma composição de página dupla. 06

Máquinas

O

Departamento de Engenharia Mecânica da Unesp, campus de Bauru, possui um grupo de pesquisa em Projeto e Segurança em Máquinas Agrícolas, no qual professores e alunos vêm desenvolvendo estudos sobre a relação homem/máquina em equipamentos agrícolas. Uma das pesquisas mais destacadas é a avaliação dos níveis de ruído existentes nessas máquinas. Do ponto de vista da ergonomia, o posto de trabalho do tratorista é um dos mais sacrificantes para o desempenho da função. Além do ruído, o operador do trator está sujeito à vibração, insolação, calor e gases do motor, poeira, insetos, defensivos agrícolas etc. A tudo isso se deve somar o fato de ele operar, ao mesmo tempo, o trator e o implemento, obrigando-se a olhar para trás várias vezes a cada minuto. Neste artigo vamos dar ênfase à questão do ruído.

LEVANTAMENTO DE DADOS Entre os anos de 1989 e 1991 realizamos uma pesquisa descritiva com o objeti-

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Fernande fal ruído do trat Fevereiro 2003


“Do ponto de vista da ergonomia, o posto de trabalho do tratorista é um dos mais sacrificantes para o desempenho da função

vo de avaliar os níveis de ruído em tratores agrícolas nacionais e o risco de perda auditiva de seus operadores. Foi medido o ruído de mais de 300 tratores, sendo 198 em condições reais de trabalho no campo e os demais em condições controladas. A Tabela 1 mostra o nível médio de ruído para cada grupo de potência. Quanto à operação agrícola executada, a roçagem e a colheita de milho apresentaram os maiores níveis de ruído (em função do ruído causado pelo implemento), enquanto que nas operações de preparo do solo, a subsolagem e a aração se mostraram mais ruidosas (em razão dos grandes esforços do motor, requeridos pelo implemento). Do ponto de vista de conforto do operador (Norma NBR 10152), os níveis de ruído apresentaram uma situação de extremo desconforto para o tratorista, gerando fadiga, desconcentração no serviço e diminuição na produtividade. Quanto ao risco auditivo, a Tabela 2 mostra o tempo máximo de exposição diária permissível para algumas operações agrícolas, estabelecido com base na NR-15, da Portaria 3214 da CLT. Como se sabe que a maioria dos operadores de máquinas agrícolas trabalha 8 horas por dia, raramente utilizando protetores auriculares, a situação de insalubridade existente nesse trabalho fica bastante clara. Para a análise do risco auditivo dos tratoristas, foram feitos exames audiológicos (consulta com um médico e audiometria com fonoaudióloga) em 111 trabalhadores. A Tabela 3 mostra o grupo de tratoristas testados. Os resultados revelaram um índice de 34,7 % de ouvidos normais; 59,8 % de ouvidos com perda de audição provocada por ruído; 2,3 % dos ouvidos com déficit auditivo de etiopatia mista, e 3,2% dos ouvidos com perda de audição provocada por causas diversas do ruído. Notou-se que o déficit auditivo evoluiu com a idade e com o tempo de exposição, comprovando ser o ruído a causa da perda auditiva (hipoacusia). Também ficou evidente a precocidade da perda auditiva: para tratoristas com até 5 anos de trabalho, 42,9 % já apresentavam déficit auditivo e, entre 5 e 10 anos de exposição ao ruído do trator, 58,0 % já tinham hipoacusia. Percebe-se, claramente, a severidade das condições de trabalho do tratorista.

ANÁLISE DA MÁQUINA

a sobre as principais fontes de or e possíveis soluções Fevereiro 2003

Dando prosseguimento aos estudos, foi desenvolvido uma pesquisa com o objetivo de identificar, isolar e analisar o ruído de cada parte do trator. Utilizou-se nos ensaios um trator Massey Ferguson 290 (4x2),

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Tabela 1 - Níveis de ruído para tratores de cada grupo GRUPO

Nível de Ruído dB(A)

Nº de Tratores

até 49 cv De 50 a 99 cv de 100 a 199 cv + que 200 cv Trat. Esteiras MÉDIA

96,97 96,49 98,23 87,17 102,17 97,06

20 137 29 01 11 198

Tabela 2 - Exposições máximas permissíveis (NR 15) Trator

Ruído Exposição máxima dB(A) permissível

Operação

Agrale 4300 Roçagem Yanmar 1040 Transporte M.F. 265 Roçagem Valmet 65 Colheita de milho Ford 4610 Aração CBT 8440 Subsolgem Caterpilar D6 Cultivo Fiatallis 7D Cultivo Komatsu Subsolagem

98,3 96,3 100,3 99,8 100,5 99,0 102,0 103,5 104,3

1:00 h 1:15 h 45 min. 1:00 h 45 min. 1:00 h 45 min. 35 min. 30 min.

Tabela 3 - Perfil dos tratoristas pesquisados Nº de Faixa de idade Tratoristas (anos) Entre 20 e 30 Entre 30 e 40 Entre 40 e 50 Entre 50 e 60 Mais que 60

29 34 34 12 02

Tempo de Operação (anos)

Nº de Tratoristas

Até 5 Entre 5 e 10 Entre 10 e 15 Entre 15 e 20 Entre 20 e 25 Mais que 25

21 25 26 10 16 13

sem cabine, com todos equipamentos originais. As cinco principais fontes de ruído (exaustão dos gases, admissão e filtragem do ar, hélice de ventilação, bomba injetora e a vibração geral do motor) foram isoladas. Foi medido o ruído de cada uma, sem a interferência das outras fontes. A Figura 1 apresenta o espectro do ruído de cada fonte, com valores corrigidos em função da distância entre a fonte e o operador. O ruído da exaustão dos gases se colocou como a fonte sonora mais intensa do trator. O pico de 109 dB (a 30 cm, com silencioso) deve atingir o ouvido do tratorista (a 1,71 metros dessa fonte) com valores próximos a 94 dB. A somatória de todos os ruídos (o ruído total) atinge o ouvido do tratorista com um nível de 99 dB (a 60 Hz). Esses valores indicam altos níveis de pressão sonora, com risco iminente de perda auditiva do operador, exigindo proteção auditiva adequada. A Portaria 3.214 do Ministério do Trabalho, em sua NR 15, Anexo1, obriga a proteção de todos os

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“Para a análise do risco auditivo dos tratoristas, foram feitos exames audiológicos (consulta com um médico e audiometria com fonoaudióloga) em 111 trabalhadores”

... trabalhadores expostos a níveis de ruído

acima de 85 dB(A) por 8 horas diárias. Outra consideração importante que deve ser feita é que esses níveis se referem ao trator parado; com o trator em movimento, executando uma operação agrícola, em razão do esforço do motor, a intensidade do ruído, comprovadamente, é maior.

REDIMENSIONAR O ESCAPAMENTO Com a identificação da exaustão dos gases como a principal fonte de ruído do trator, passamos para a próxima etapa da pesquisa: uma proposta de redimensionamento do escapamento dos gases, visando a diminuição do ruído para níveis não insalubres. Utilizou-se o mesmo trator da pesquisa anterior. Foram ensaiadas duas propostas de alteração do escapamento: 1 - alteração na posição: passando os tubos do escapamento por baixo e para trás do trator (como em um automóvel) e posicionando a câmara de expansão no final da tubulação. 2 – redimensionamento da câmara de expansão: executou-se um novo projeto para o escapamento do trator, utilizandose uma câmara de expansão dupla e fator de expansão igual a 16. Os resultados revelaram um ruído de 79 dB(A) próximo ao ouvido do operador. A comparação desse nível com os limites de tolerância para ruído (Portaria 3.214) deixa claro que, ao serem processadas as citadas alterações no trator, a sua operação deixou de ser insalubre para ser apenas desconfortável.

Fig. 01 - Densidade espectral do ruído de todas as fontes no ouvido do tratorista (1800 RPM)

CONCLUSÕES As pesquisas descritas neste trabalho permitiram concluir-se que: • os tratores nacionais, sem cabines acústicas, emitem níveis de ruído acima dos limites toleráveis (média de 97 dB), o que torna insalubre a sua operação; • os operadores de tratores apresentam altas porcentagens de perda auditiva (60%), acima dos índices encontrados em trabalhadores da indústria; • a principal fonte de ruído dos tratores é a exaustão dos gases, em razão da pequena atenuação da câmara de expansão e da proximidade com o tratorista; • a colocação do escapamento por baixo do trator e o redimensionamento da câmara de expansão dos gases pode atenuar M o ruído para níveis não insalubres. João Candido Fernandes, UNESP

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Fig. 02 - Comparação entre o espectro do ruído do trator original e as modificações propostas www.cultivar.inf.br

Fevereiro 2003


CABINE HICOMFORT A Valtra do Brasil, antiga Valmet Tratores, pioneira na fabricação de tratores agrícolas no Brasil, conquistou o prêmio Inovação Tecnológica “MasterCana 2002”, com o lançamento da primeira cabine integrada Hicomfort fabricada no Brasil pela própria empresa. A cabine Valtra Hicomfort vem tornando-se sucesso absoluto, em vários setores da agricultura nacional e internacional, pelo fato de oferecer conforto ao operador e, conseqüentemente, passa a refletir em maior produtividade. As cabines Valtra Hicomfort estão disponíveis para os modelos BH 140, BH 160 e BH 180, de 140 a 180cv de potência. Entre as principais características dessa cabine está a estrutura integrada, que resulta em um único conjunto rígido, com total segurança do operador, além de oferecer baixo nível de ruído, entre outros aspectos. Atuando num mercado cada vez mais competitivo e exigente, a Valtra do Brasil, com conceito estratégico e arrojado, concentra as partes vitais dos tratores dentro de suas próprias unidades de desenvolvimento e produção, como motor, transmissão e as cabines são projetadas e fabricadas pela própria Valtra,

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em sua unidade fabril de Mogi das Cruzes (SP). As cabines Valtra Hicomfort possuem como principais características a estrutura integrada (piso, pára-lamas, painel dianteiro, teto, laterais, parte traseira e estrutura de proteção - rops), resultando em um único conjunto rígido; perfis em aço de alta resistência proporcionando segurança ao operador e baixo nível de ruído (máx. 82dB). Ela é apoiada sobre coxins de borracha de características amortecedoras para menor transferência de vibrações, com posição mais alta em relação à estrutura do trator para menor transferência de calor, vibrações e ruídos, proporcionando também melhor visibilidade. Possui ar condicionado de alta eficiência para trabalho em condições tropicais. Por ser um conjunto rígido, a entrada de pó é minimizada pela inexistência de movimento relativo entre as partes da cabine. Possui também ampla área envidraçada com total visibilidade, piso interno plano para maior conforto, maior espaço aos lados e atrás do banco do operador, acesso ao trator por ambos os lados, assento de luxo em tecido de alta resistência e conforto, comandos de transmissão e sistemas hidráulicos posicionados ao lado direito do operador com ótima ergonomia. Possui também como opcional CD player ou rádio/cassete com alto-falantes e conjunto

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de instalação preparados. A cabine Hicomfort possui acionamento da transmissão (marchas) e de engate da tração dianteira suaves e precisos, limpadores de pára-brisas dianteiro e traseiro como equipamento standard, espelhos retrovisores escamoteáveis com regulagem de posição lateral, design moderno e prático dos painéis laterais da cabine e filtros de ar na cabine com opção de filtro de carvão ativado para maior proteção quando da aplicação de defensivos agrícolas Fevereiro 2003


STIHL FS 85 R. A Stihl destaca a roçadeira FS 85 R, que se transforma em motopoda e podador com uma simples troca de ponteira. Com sua alta tecnologia é possível realizar uma infinidade de trabalhos como corte de grama e capim alto, acabamento junto a muros e calçadas, poda e até esqueletamento de café. Permite o acoplamento dos implementos HT e HL que são opcionais. Possui cobertura integrada que evita queimaduras em caso de descuido do operador. O tanque de combustível é transparente, com fácil visualização para reabastecimento. A bomba manual de combustível facilita o arranque, tornando-o mais rápido e confortável. A FS 85 R possui muitos itens de conforto e segurança, entre eles o exclusivo cabo loop que limita os passos do operador proporcionando maior segurança durante o trabalho. Pode-se destacar como principais atributos da FS 85 R a Bomba manual de combustível, que proporciona arranque mais rápido e confortável, reduzindo o número de puxadas em 40%. Possui cilindro com tecnologia de quatro canais, possibilitando melhor preparação dos gases por turbulência, menor consumo de combustível e menor contaminação. O novo carburador possui o limit-cap, que garante melhor otimização do carburador com menor emissão de gases. Ergonomia e conforto também foram contemplados na FS 85 R. A região de punho macia e antideslizante para um manejo mais cômodo e seguro, e o cabo multifuncional possibilitam todas as funções de comando. O sistema Elastostart reduz o esforço e proporciona maior conforto e suavidade.

FR 220. ROÇADEIRA COSTAL A FR 220 é outro destaque da Stihl, que foi desenvolvido para manutenção e limpeza de áreas verdes em terrenos sinuosos. É ideal para trabalhos acima da linha da cintura, como poda de plantas e árvores de pequena estatura. De conceito costal, permite o corte em terrenos íngremes, encostas acidentadas e valas com grande economia de tempo e esforço. Possui cabo loop para maior segurança durante o trabalho. O motor potente proporciona excelente rendimento, com boa capacidade de aceleração e uma melhor retomada. O conforto fica por conta dos três amortecedores elásticos que reduzem as vibrações diminuindo o cansaço do operador. A FR 220 permite total liberdade de movimentos, pois seu motor está apoiado em um suporte giratório com eixo flexível. A cobertura integrada do motor evita queimaduras em caso de descuido do operador e a mangueira de encosto permite o arranque a partir das costas. Possui cabo multifuncional com todas as funções de comando, haste de segurança que limita os passos dados pelo operador e protetores para ferramentas de corte, porporcionando muito mais segurança para o operador. A região de punho é macia e antideslizante garantindo um manejo mais cômodo e seguro.


EXTREME A família Case IH continua crescendo e confirmando sua liderança em tecnologia de colheita. Cada vez mais próxima dos produtores brasileiros, a empresa está lançando a sua mais nova campeã de produtividade: a Axial-Flow 2388 EXtreme. Desenvolvida para atuar nas condições extremas em que normalmente trabalham os produtores brasileiros - terrenos sujos, campos com muita massa verde ou ervas daninhas – a AxialFlow 2388 EXtreme utiliza um “rotor inteligente” que aumenta a capacidade de processamento do material colhido, melhora o rendimento da máquina, diminui as perdas e quebras dos grãos colhidos e reduz o consumo de combustível, melhorando a relação custo x benefício do investimento. “O produto que estamos lançando está adaptado ao tipo de colheita que é feita nas nossas principais regiões produtoras e responde melhor que qualquer outro existente hoje no mercado às condições adversas da lavoura”, explica Isomar Martinichen, diretor nacional de Vendas da Case IH. Nesse tipo de lavoura, a umidade da massa vegetal e a quantidade de folhas e massa verde que são colhidas pela máquina obrigam o operador a reduzir a velocidade drasticamente, ou até tadeiras com o sistema axial, e até o dobro do rendimento de uma máquina convencional”, explica Martinichen.

INTELIGENTE

mesmo parar a colheita para realizar o desembuchamento. “Isso não acontece com a Axial-Flow 2388 EXtreme, que pode ter um rendimento adicional de até 20% se comparada a outras colhei-

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mentador é encaminhado para o rotor AFX, que evita as oscilações de carga no motor em condições severas, resultando numa operação mais silenciosa, com diminuição de desgaste dos componentes de debulha e aumento da economia de combustível.

A principal novidade da Axial Flow EXtreme está dentro máquina, com o lançamento do “rotor inteligente” AFX. O novo rotor tem design melhorado e traz um novo cone de transição com aletas propulsoras graduadas, substituindo as hélices, que guiam cuidadosamente a cultura do canal alimentador para o rotor. Como resultado, há um fluxo mais contínuo e mais consistente da cultura que está sendo colhida. O canal proveniente do canal ali-

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MODIFICAÇÕES A Case IH tem investido na diferenciação cada vez maior de seus produtos no mercado com a idéia de transformar uma máquina especial em uma máquina imbatível em recursos, preço e qualidade. Por isso, introduziu outras modificações em toda linha Axial-Flow 2003 como itens standard. Os modelos sairão de fábrica com os seguintes itens de série: divisor de peneiras standard, côncavo de barras redondas instalado e côncavo de milho avulso. Soma-se a isso, o rodado duplo que é oferecido também como item opcional em toda a linha Axial– Flow 2003. O rodado duplo proporciona melhor estabilidade da máquina, especialmente com plataforma de 30 pés, o aumento da flutuação, reduzindo a compactação do solo, e melhora na capacidade de tração da máquina em terrenos úmidos.

MONITOR DE PRODUTIVIDADE Um grande avanço na linha Axial-Flow 2003 é disponibilização da nova versão do kit Monitor de Produtividade ou AFS-Advanced Farm System. O já consagrado sistema AFS ficou mais eficiente na nova versão. A principal novidade é a introdução do novo monitor Universal display, com o recurso Touch Screen que permite ao operador selecionar as funções desejadas com um simples toque na tela do aparelho. Além do monitor de produtividade, compõem o kit sensores de umidade e produtividade. “O sistema permite ao produtor o monitoramento da produtividade de sua lavoura detalhado em tempo real”, explica Christian Gonzalez, gerente de Marketing da Case IH. O sistema permite ainda a instalação de receptor e antena DGPS para a produção de mapas de produtividade de lavoura.

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INVESTIMENTOS O lançamento da colheitadeira Axial-Flow 2388 EXtreme exigiu pesados investimentos na pesquisa, desenvolvimento e testes da nova máquina. Os testes foram realizados em quatro fazendas no cerrado Brasileiro – no oeste da Bahia, e em Goiás, além dos campos gerais - Paraná - num total de mais de 1.000 horas e cerca de 4.000 hectares trabalhados. Os resultados revelam a superioridade do novo modelo de colheitadeira da Case IH em condições adversas. De forma geral, os testes apontam que o desempenho da Axial-Flow 2388 EXtreme na colheita da soja apresenta um rendimento adicional, em relação à Axial Flow 2388, que varia de 5% até 20%, dependendo das condições da cultura. A diferença nas quebras dos grãos, nesses mesmos testes, mostram que a versão Extreme conseguiu uma redução de até 22%. Nas mesmas condições, a mesma máquina conseguiu uma redução no

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consumo de óleo diesel que chegou a 28%. Em um dos testes realizados na fazenda de soja de Antônio Franciosi, em Luis Eduardo Magalhães (BA), num dos talhões onde a produtividade foi de 4.725 kg/ha, a Axial-Flow EXtreme obteve um rendimento adicional de 14% em relação à Axial-Flow 2388. Nessa mesma lavoura, o lançamento da Case IH conseguiu uma economia no consumo de combustível de 20% por hectare colhido. A diferença na quebra dos grãos também foi expressiva: 22% menor. Na colheita de feijão, com produtividade de 2.972 Kg/ha, a Extreme foi ainda melhor. Testes foram realizados na fazenda dos Irmãos Vanvlit, em Rio Verde, no sul goiano, onde o índice de perdas foi 36% menor. A versão Extreme alcançou um rendimento adicional de 14% com 30% menos de consumo de combustível.

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PNEU GOODYEAR SUPERFLOT O agrobusinnes brasileiro vem batendo seus próprios recordes, fato que mostra a tendência agrícola de nosso país. Outra realidade são os investimentos neste setor bem como a tecnologia aplicada e, com isto, torna-se irreversível a presença, cada vez maior, de máquinas transitando na lavoura, em todas as fases de produção. Os equipamentos, evoluindo em tecnologia, evoluem também em tamanho e peso a cada safra. Nesta evolução, o pneu é que faz o “link” entre o equipamento e o solo, tornando-se responsável por minimizar a compactação e aumentar a eficiência das máquinas. A Goodyear, atenta a estas necessidades,

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trouxe para o Brasil a produção do pneu Goodyear SUPERFLOT. Um pneu de alta flutuação que propicia a menor compactação do solo e, conseqüentemente, favorece o crescimento das raízes e o aumento da produtividade. O lançamento Superflot será produzido nas seguintes medidas: 400/60-15.5 Goodyear Superflot 14pr, 500/60-22.5 Goodyear Superflot 16pr, 600/50-22.5 Goodyear Superflot 16pr, 710/40-22.5 Goodyear Superflot 16pr. O lançamento da Goodyear possui construção diagonal em fibra têxtil 3T, que proporciona maior resistência a impactos laterais e, por ser composto climatizado, garante maior resistência a cortes e arrancamentos. O talão de 15 graus garante melhor vedação e resistência a deformações. A pressão de inflação menos agressiva ao solo, somada a uma maior área de contato reduzem a compactação do solo e garantem melhor estabilidade ao implemento e veículo. A produção nacional garante a disponibilidade do Superflot em toda a rede de distribuição Goodyear, além da garantia de assistência técnica mais eficaz feita por profissionais especializados. As vantagens do Superflot podem ser resumidas em poucas palavras: menor compactação, maior produtividade e menor custo. Além do lançamento Superflot, a Goodyear apresenta a completa linha de produtos que visam atender às necessidades específicas dos agricultores, com destaque aos pneus Dyna Torque III, Ultratorque Radial e o Traction Implement.

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Os pneus Dyna Torque III, com ombros alinhados permitem mais estabilidade, maior resposta à tração e maior conforto ao usuário. Os pneus Ultratorque Radial, devido ao maior contato da banda de rodagem com o solo, refletem em melhor desempenho, maior capacidade de carga e menor compactação do solo, para o Ultratorque Radial a Goodyear oferece uma garantia de 10.000 h, conforme seu certificado de garantia. Os pneus Traction Implement são para alta flutuação, projetados especialmente para minimizar o efeito da compactação do solo. Com uma banda de rodagem larga, distribui melhor a carga e tem, conseqüentemente, maior durabilidade a baixo custo por hora trabalhada.

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ADVANCE 3000 AM-18 E VORTEX

ARBUS 4000 A Jacto apresenta a versão 4000 turbo atomizador Arbus. O equipamento possui capacidade para 4000 litros no tanque mais 400 litros para lavagem das embalagens e do circuito de pulverização. Possui bomba de 150 litros por minuto, comando de pulverização a cabo posicionado ao lado do operador , agitação mecânica da calda e sistema de incorporador de defensivos para agilizar o preparo da calda. Como opcional, o Arbus 4000 possui o Sensorflow L., um sensor de plantas que proporciona uma pulverização mais precisa e uma considerável redução no uso de defensivos. O sistema permite pulverizar somente onde há plantas, de alto a baixo. Ele interrompe a pulverização nos espaços vazios entre plantas e acima das plantas mais baixas.

UNIPORT 2002 COM SENSOR DE BARRAS Uma novidade mundial da Jacto é o Uniport 2002 com barras que sobem e descem automaticamente. Os sensores instalados nas barras da máquina “lêem” a superfície do terreno ou da lavoura e, automaticamente, movimentam e mantêm as barras sempre na mesma distância da superfície, o que garante uma aplicação uniforme. Este recurso traz grandes benefícios ao agricultor, principalmente em regiões de relevo irregular, na presença de terraços de base larga, curvas ou qualquer outro desnível. O operador do Uniport com sensor de altura das barras não necessita Fevereiro 2003

ficar atento a este importante detalhe da pulverização que é o de controlar a altura das barras através das chaves do painel elétrico, podendo, assim, concentrar-se inteiramente na condução da máquina e nos outros instrumentos de bordo, como o JSC-4000, JSC-5100 I, GPS, e outros comandos. O sistema foi desenvolvido e testado pela Jacto e aprovado de acordo com a realidade brasileira.

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O Advance 3000 é outra grande novidade da Jacto na categoria de pulverizadores tratorizados. Disponível nas versões AM-18 e Vortex, ele garante um excelente desempenho operacional, cobrindo grandes áreas com qualidade e eficiência na aplicação. O equipamento possui tanque de defensivo com 3.000l de capacidade, produzido em PVC de alta resistência e de fácil limpeza. O modelo Vortex permite a redução da deriva de defensivo em dias de vento, evitando as interrupções do trabalho e melhorando a penetração do produto na copa da planta. Os dois modelos podem ser equipados, de acordo com a necessidade do agricultor. O comando de pulve-

rização básico ou a cabo, ativa o comando hidráulico para movimentação das barras e abertura de fechamento da pulverização. No sistema de comando elétrico, o operador movimenta as barras, abre e fecha a pulverização, através de chaves elétricas localizadas em um só painel. Um chicote simples liga o painel ao comando Masterflow elétrico, o que facilita sua instalação em tratores cabinados. O sistema Masterflow eletro-eletrônico possui computador JSC-5000 que programa e mantém constante o volume de pulverização, controla a operação e fornece importantes informações sobre o andamento do trabalho. No mesmo painel, o operador abre e fecha a pulverização e num controlador anexo movimenta as barras. O sistema eletrônico a cabo funciona de forma semelhante e vem equipado com computador JSC-4100. Os pulverizadores Advance possuem também um tanque extra de 200l com água limpa para lavagem de embalagens de defensivos e do circuito de defensivo da máquina.

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PULVERIZADOR PARRUDA MA 3025H A Pulverizadores Montana apresenta o novo pulverizador Parruda MA 3025H. O pulverizador possui barras de 25 metros divididas em 5 seções e sistema de pulverização de tubos de aço inoxidável com porta bicos quadrijet. Tem movimentos hidráulicos independentes e o quadro autoestável. O sistema de pulverização é composto por computador de pulverização, que mantém a vazão de aplicação determinada, independente da velocidade de deslocamento ou do número de seções abertas. Possui comando de pulverização elétrico, com 5 seções trabalhando, interligado ao computador e a bomba de pulverização centrífuga Hypro, com capacidade de 430 l/min. O sistema hidráulico divide-se em dois sistemas distintos. O sistema de propulsão é composto da bomba hidráulica principal, motores de roda, blocos distribuidores e radiador de óleo. Já o sistema industrial possui uma bomba tripla e

CARRETA GRANELEIRA A Mepel Máquinas e Equipamentos destaca a carreta graneleira metálica basculante com capacidade para 6 toneladas. Possui tampas removíveis, sobrecaixas com 300mm, construída em aço SAE 1020, e 2,65 mm de espessura. A tampa traseira é equipada com dispositivo de abertura automático. O sistema

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comandos elétricos responsáveis pelo funcionamento das barras de abertura de bitola, direção e bombas de pulverização e reabastecimento. O tanque principal, em fibra de vidro, tem capacidade para 3.000 litros e possui agitador hidráulico com capacidade de até 220 l/m à pressão de 5 bar. O reabastecimento do pulverizador é feito por bomba centrífuga auto-escorvante, com capacidade de 500 l/min. O reservatório para água limpa tem capacidade de 300 litros para a tríplice lavagem e limpeza do tanque principal. O tanque misturador de produtos e lava-frasco comporta 20 litros e serve também para fazer a tríplice lavagem com água limpa e introdução no tanque. O Parruda possui uma bomba hidrostática, com capacidade de 230 l/min, que alimenta os quatro motores hidráulicos acoplados às rodas, responsáveis pela movimentação do pulverizador. Para movimentá-lo basta o operador avançar a alavanca de propulsão existente no painel lateral da

cabine. A suspensão funciona através de molas pneumáticas independentes, com regulagem de altura de trabalho corrigida por válvulas reguladoras presentes nos eixos dianteiro e traseiro. Os pneus são de 12,4x36, com dez lonas. A cabine é climatizada com ar condicionado, banco com suspensão e regulagens para o operador, coluna de direção escamoteável com funções de contador de rpm, horímetro e marcador de temperatura de líquido refrigerante e combustível. No painel lateral é possível controlar todos os comandos de barra, abertura de bitola, nível do tanque e avanço do pulverizador. O computador existente registra e mostra a vazão de aplicação, o tipo de ponta de pulverização, a área aplicada, o volume de calda aplicado, a pressão de trabalho e pode, também, ser acoplado ao sistema GPS (barra luminosa e aplicação taxa variável). O Parruda MA 3025 H pode ser complementado com os opcionais marcador de linha, medidor de bitola digital e protetor de plantas de algodão.

hidráulico possui acionamento com mangueiras de engate rápido. A carreta pode ser montada com rodado duplo traseiro e simples no eixo dianteiro, com rodas aro 16”. A pintura é toda em pó poliéster. A Mepel dispõe também carretas graneleiras com capacidade de 4 a 8 toneladas, fabricadas com madeira de lei selecionada e dimensionada para os mais exigentes trabalhos da lavoura e do campo. Além de seu fácil manejo, sua acoplagem a qualquer veículo de tração de rodas é simples, podendo ser efetuada sem maiores esforços.

Robustez, segurança, qualidade e durabilidade são características próprias e fundamentais nas carretas Mepel.

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NOVOS TRATORES A Agrale apresenta seus mais novos tratores médios, os modelos 5075.4 e 5085.4. Com motorização nacional MWM, os modelos aumentaram a oferta de tratores da Agrale no segmento de médios e estendem a faixa de potência da linha 5.000 para até 85 cv. O diferencial dos dois novos tratores é o motor MWM D229-4. Robusto e econômico, o propulsor permite fácil manutenção, maior vida útil e redução do consumo de óleo lubrificante devido às menores variações térmicas. Em caso de reparos, o motor não precisa ser removido do equipamento, o que diminui o tempo perdido com a máquina parada. O MWM D229-4 tem camisas úmidas e removíveis, além de cabeçotes individuais com guias e sedes de válvulas substituíveis, concepção encontrada normalmente em motores de maior cilindrada. O trator Agrale 5075.4 possui potência de 75 cv a 2.400 rpm e o modelo 5085.4, 85 cv a 2.300 rpm. Projetados especificamente para uso na agricultura, os tratores possuem sistema hidráulico com capacidade de levante de 2.600 kg. Os novos modelos apresentam ainda embreagem de duplo disco a seco e câmbio de 10 marchas à frente e duas à ré, que oferecem velocidades adequadas para as mais diversas operações agrícolas.

4X4 MAIS COMPACTO DO MERCADO O trator Agrale 4100.4 foi desenvolvido para atender às necessidades dos horticultores, fruticultores, pecuaristas, avicultores e suinocultores, que buscavam um modelo de pequeno porte com tração nas quatro rodas. Seu uso é indicado para pequenas propriedades, já que apresenta baixo custo operacional e consumo médio de um litro de óleo diesel por hora de trabalho. Com motor monocilíndrico diesel Agrale M-93, de 14,7 cv, o Agrale 4100.4 possui tração auxiliar, que permite o aproveitamento de 25% a mais de potência, comparado com os demais comercializados em sua faixa. O modelo também é equipado com direção hidrostática, que exige menor esforço do operador. Ainda na linha 4.000, a Agrale também expõe o modelo 4230.4. O trator possui motor diesel Agrale M 790 refrigerado a ar, direção hidrostática e melhor escalonamento de marchas que garante maior rendimento operacional. Com ótima relação peso/potência e excelente desempenho, o 4230.4 adapta-se perfeitamente às mais variadas condições de trabalho agrícola e se destaca pela durabilidade, versatilidade e economia.

LINHA 6.000 A linha 6000 da Agrale estará representada pelo modelo BX 6.150, de 135 cv, equipado com motor MWM TD 229 ECG Turboalimentado e caixa de câmbio totalmente sincronizada com 12 velocidades à frente e quatro à ré, o melhor escalonamento de marchas do mercado. De avançado design, vem com freio incorporado na carcaça, variador de bitolas Fevereiro 2003

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das rodas traseiras com nove posições e redução epicicloidal, que diminui o torque sobre a coroa e o pinhão e proporciona maior durabilidade. Também é equipado com transmissão TWA 1125, uma das mais robustas do mercado, tomada de potência com acionamento eletro-hidráulico 540/ 1000 rpm e bomba de controle remoto com vazão de 74 l/min. Máquinas

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JF - COLHEDORA DE FORRAGENS 192 Z10 A JF Máquinas apresenta seu mais recente lançamento – A Colhedora de Forragens JF192 Z10, mais produtiva, robusta e com características modulares, que possibilitam partir de uma Colhedora de Forragens básica e transformá-la em Colhedora de Capim ou Colhedora de 2 linhas de milho ou sorgo substituindo-se apenas a plataforma. A máquina em sua configuração básica é ideal para a colheita de cana-de-acúcar ou qualquer capim forrageiro plantado em linha (JF192Z10). Quando acoplada à plataforma de capim, transforma-se num eficiente sistema de corte de capim com a finalidade de produção de silagem, viabilizando definitivamente esta prática (JF192Z10 / JF2002). Quando acoplada à plataforma 2 linhas de milho ou sorgo, transforma-se na colhedora de forragens de 2 linhas mais produtiva e robusta do mercado (JF192Z10/ JF1802).

Quando acoplada com a Plataforma de Capim, a colhedora apresenta como grande inovação e diferencial para com as demais similares já existentes no mercado, o sistema 3 em 1, ou seja, possui 3 funções distintas numa única operação (corta, recolhe e pica). O sistema de corte do capim é similar a uma segadeira de discos e a já tradicional uniformidade do picado. Tais diferenciais possibilitam uma melhor capacidade de rebrota da capineira e um maior consumo da silagem pelo animal devido à melhor qualidade da silagem. A JF192Z10 pode ser acoplada no hidráulico ou de arrasto do trator e pode ser acionada com motores de 95cv a 140cv, dependendo unicamente do produto e plataforma que for utilizada. A largura de corte chega a dois metros quando está com a plataforma de capim, possui 10 facas de corte e tem a capacidade produtiva de 25 a 40 toneladas por hora.

PLATAFORMA DE MILHO A Irmãos Thonnigs apresenta a plataforma de colher milho Colhe Max, uma plataforma universal, que pode ser acoplada em diversos tipos de colhedora, desde que use o kit específico de adaptação. A plataforma possui um excelente ângulo de colheita, acoplamento fácil, rápido e seguro na colhedora. A troca de espaçamento entre linhas é fácil e rápida. Ela é adaptável nas seguintes máquinas: SLC, JOHN DEERE, NEW HOLLAND, MASSEY FERGUNSON E IDEAL.

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MANGUEIRAS INDUSTRIAIS Além de apresentar toda a linha de pneus agrícolas e fora de estrada e a linha de correias de alta tecnologia, a Goodyear destaca a Divisão de Mangueiras Industriais Goodyear, que alia à sua tradicional linha de mangueiras de borracha a reconhecida linha de mangueiras de PVC Spiraflex. Todas as necessidades do parque industrial brasileiro, dos equipamentos originais da linha branca e os equipamentos originais e revenda de máquinas agrícolas são totalmente satisfeitas com garantia, qualidade e pronto atendimento. No cultivo em geral, as mangueiras pulverização laranja e ouro, as mangueiras SVS e SVL azul e cinza, as Spiraflats laranja, azul e preta, as SL azul e as SSL amarelas, dominam o cenário. Para a manutenção geral de máquinas e equipamentos agrícolas, as mangueiras GAA, WINGFOOT, GLA azul e preta, GOG e as GCOM, são insubstituíveis.

A Goodyear destaca a sua linha de correias agrícolas de alta tecnologia que podem ser submetidas a diversos tipos de esforço, pois são produzidas especificamente para atender às características de plantio da nossa terra, além da exposição ao calor, umidade, óleo e graxa.

CORREIAS EM ´V´ As correias em “V” são construídas com tecido impregnado de borracha especial, resistente à abrasão, óleo, intempéries e ozônio, responsável pela proteção de todos os componentes. Sua composição garante a transmissão integral de potência, com baixo alongamento e resistência à fadiga causada pela compressão. As correias em “V” podem ser encontradas no modelo lisa ou com dentes moldados.

CORREIAS EM ´V´

TORQUE-TEAM O modelo Torque-Team é do tipo “V” com dois ou mais canais unidos por uma lona de topo, especialmente projetada para suportar transmissões, sujeitas a vibrações, excessivas cargas de choque que viram a correia na polia (Turn Over).

TORQUE-TEAM

VARIADORAS DE VELOCIDADE As correias variadoras de velocidade são resistentes à carga, impacto e baixo esticamento, preparadas para resistir à fadiga causada pela compressão e flexão. Seu topo arqueado evita achatamento e oferece maior eficiência ao cordonel, distribuindo a carga uniformemente. VARIADORAS DE VELOCIDADE

PLANAS Já as correias planas são especialmente projetadas para aplicações em colheitadeiras. São construídas com matérias-primas nobres e o alinhamento dos cordonéis oferece o equilíbrio perfeito à correia, evitando assim deslocamentos laterais.

POLY “V” As correias do tipo Poly “V” têm projeto de alta eficiência para transmitir potência em alta velocidade e seu encaixe perfeito e continuo com os canais das polias garante melhor desempenho e transmissão integral da força. Fevereiro 2003

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PLANAS

POLY “V” Máquinas

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PLATAFORMA 17 LINHAS A GTS do Brasil destaca em 2003 a Plataforma para Colheita de Milho mais leve do mercado, sucesso em vendas nas feiras de 2002. Idealizada para atender às necessidades tanto do pequeno, médio e grande produtor, possui a estrutura principal de Alumínio em Liga Especial, com bicos divisores das linhas em Polietileno e inédito sistema anti-impacto, que garante vida longa aos mesmos. Dotada de sistema de segurança (catraca) individual por linha, caixa de transmissão compacta e leve, número reduzido de engrenagens e componentes, proporciona maior velocidade com menor força de tração.

A soma de toda a tecnologia resulta em uma plataforma 40% mais leve que as plataformas convencionais. A Plataforma GTS é acoplável em todas as marcas e modelos de colheitadeiras, montada com diversas opções que vão de 05 a 17 linhas em espaçamentos de 45, 50, 60, 70 e 80cm. Outra vantagem é a sua leveza, que possibilita maior segurança aliada a um ótimo desempenho do conjunto plataforma/colheitadeira.

VFN-8000 PREMIUM INOX Com estrutura altamente reforçada em guardas de aço inoxidável (maior durabilidade, resistência e proteção contra a ação do tempo e ferrugem) , o vagão forrageiro VFN-8000 INOX da Nogueira vem para se tornar o top de linha dos já renomados vagões Nogueira.

MASTERFLOW TRACTION O Masterflow Traction é o mais novo integrante da série de carretas distribuidoras de fertilizantes, calcário e adubo orgânico da Nogueira. Montado com rodas aro 24 e pneus de trator, possui uma área de distribuição de 6 a 25 metros e capacidade de carga de 2,5m². É o equipamento mais indicado para o trabalho em terrenos pantaneiros.

ROTAFLOW RS-N PREMIUM INOX A Nogueira destaca o distribuidor duplo disco de fertilizantes RS-N INOX, totalmente montado em chapa inox e soldas especiais, que proporciona uma maior durabilidade, evitando qualquer tipo de desgaste, seja qual for a cultura trabalhada.

CARRETA GRANELEIRA SVELTO 120

DISTRIBUIDORES E CORRETIVOS

A Ipacol destaca a Carreta Graneleira Svelto 120, com uma estrutura simples, que proporciona agilidade em todas as operações. A descarga é rápida, feita através de uma rosca sem fim de 350 mm. A Svelto vem equipada com chassi reforçado e rodas de 30. A Ipacol também destaca os vagões

A Nevoeiro visando a necessidade de melhorar o seu desempenho em correções de solo acaba de lançar o novo distribuidor, o Nevoeiro ST-4, com maior desempenho em seu trabalho, menor compactação, maior distribuição de peso sob seus chassis Desta forma é possível evitar a excessiva concentração de peso, facilitando assim o tracionamento, o que diminui o grau de patinação e da potência necessária para tracioná–lá. Pensando em atender as necessidades de seus clientes foi desenvolvido o mais novo sistema de regulagens para aplicação de fertilizantes em pequenas quantidades, com fácil adaptação em pequenas quantidades com fácil adaptação para a agricultura de precisão.

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forrageiros e graneleiro agrícola, para transporte de forragens na ensilagem, distribuição para o gado no cocho e transporte de grãos em geral. O sistema de descarga pode ser traseiro ou com caracol. O de sistema de descarga traseiro possibilita esvaziar a carreta em um minuto.

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MOTOSSERRA 359 A Husqvarna apresenta ao mercado sua nova motosserra de média cilindrada: a 359. O novo modelo 359 não pode ser considerado mais um modelo, mas uma inovação dentro de sua categoria: uma motosserra profissional de alto desempenho, que agrega todas as inovações tecnológicas desenvolvidas pela Husqvarna. O conforto do operador está assegurado através de um sistema anti-vibratório extremamente moderno, o “Lowvib”, que garante o isolamento do motor em relação ao cabo e o tanque de combustível, reduzindo consideravelmente as vibrações transmitidas. Este é considerado o mais avançado sistema do mercado mundial. Vale lembrar que a Husqvarna foi a pioneira no desenvolvimento de sistemas anti-vibratórios para o mercado mundial. O sofisticado projeto desta máquina resulta em um equipamento compacto, com baixo centro de gravidade, leve e extremamente confortável de utilizar. O sistema “Air Injection” reduz o nível de partículas que circulam no sistema, reduzindo a necessidade de limpeza do filtro de ar. Por outro lado, a posição do filtro foi projetada para facilitar a manutenção, proporcionando um fácil acesso. A válvula de descompressão “Smart Start”, que reduz o esforço nas partidas e o exclusivo sistema “E-tech”, um catalisador que reduz consideravelmente a emissão de gases poluentes, reforçam a preocupação da Husqvarna com o usuário e o meio ambiente. Estas são algumas das características que fazem da motosserra 359 um equipamento destinado a usuários exigentes acostumados a trabalhar com máquinas profissionais.

SOLUÇÃO TOTAL Eficiência e economia na manutenção de áreas verdes. O conceito “Solução Total Husqvarna” originou-se da necessidade de oferecer aos usuários mais exigentes equipamentos que contribuíssem para o trabalho de limpeza e manutenção de áreas verdes. A experiência como fabricante de equipamentos, aliado aos conhecimentos de nossa equipe técnica, nos possibilitou lançar no mercado nacional um conceito já empregado com muito sucesso nos EUA. Trata-se de um conjunto de equipamentos destinados aos mais variados tipos de trabalhos que buscam como resultado aumentar a produtividade e reduzir o tempo e os custos operacionais. “Solução Total Husqvarna” consiste

em um método de trabalho que, através do auxílio técnico especializado de nossas revendas e do emprego do equipamento correto, consegue-se consideráveis reduções nos custos operacionais e considerável aumento na produtividade. Equipamentos versáteis, com alta tecnologia, proporcionam o manuseio mais agradável pois têm baixo peso, possuem sistemas anti-vibratórios e desenho ergonômico, características que tornam o serviço mais prazeroso e menos cansativo ao operador. Levando-se em consideração as questões ambientais cada vez mais restritas, os equipamentos Husqvarna foram desenvolvidos para emitir baixos níveis de poluentes e de ruídos, proporcionando menos per-

turbações às pessoas ao redor . É por estes motivos que a maioria dos equipamentos oferecidos neste conjunto são dotados de motores E-TECH, que juntamente com o catalisador, integrado ao escapamento, reduzem substancialmente os níveis de poluentes e aumentam a economia de combustível. Ao oferecer uma linha completa de motosserras, roçadeiras, podadores e tratores de cortar grama, incluindo a exclusiva linha “Turf Care” (tratores de cortar grama de alto desempenho), a empresa tem a certeza de colocar no mercado uma nova solução em trabalhos profissionais.


JOHN DEERE NA COOPAVEL A John Deere Brasil S.A. estará presente no Show Rural da Coopavel 2003, de 17 a 21 de fevereiro. Através de 9 concessionários do Paraná e um do Paraguai, a empresa estará expondo três colheitadeiras, uma plantadeira e toda sua linha de tratores. Num estande de 400 m2, numa área de 1.800 m2, a Companhia marca presença nesta que é a primeira feira agrícola do ano com equipamentos do porte das colheitadeiras 9650 STS com plataforma de corte de 25 pés, da colheitadeira 1550 com plataforma de corte de 23 pés e do modelo 1450 com plataforma para milho de 5 linhas. Da sua linha de plantadeiras, estará sendo exposto na Feira o modelo 9200 com 11 linhas. Já em tratores, a John Deere levará as séries 5000, 6000 e 7000.

COLHEDORA 1550

COLHEDORA 9650 STS

As colhedoras 1550 possuem motor agrícola John Deere turbinado e pós-resfriado, com 225 cv de potência , baixo consumo de combustível, longa vida útil e excelente desempenho, transmissão hidrostática com caixa de câmbio de 03 marchas. Isto proporciona maior produtividade e conforto para o operador. A unidade de trilha é acionada por variador hidráulico PosiTorq® com ajustes elétricos da rotação do cilindro e abertura do côncavo acionados e monitorados à partir da cabine. Assegura uma trilha eficiente e suave com baixo índice de dano ao grão. A 1550 é equipada com unidade de separação com 6 saca-palhas longos de 5 degraus e 6,81 m² de área total, que proporcionam revolvimento e separação eficiente dos grãos. Possui tanque graneleiro com 6000 litros de capacidade, tubo de descarga de grande vazão que permite o descarregamento em qualquer posição, e plataformas de corte de 19 e 23 pés, para 5, 6 ou 8 linhas, com Controle Automático de Altura standard para plataforma flexível e sistema de inclinação lateral MASTER® opcional.

A colheitadeira 9650 STS é um único sistema, exclusivo e patenteado pela Deere & Company e recebe a denominação de STS – Single Tine Separation. O novo conceito garante uma infinita versatilidade operacional em todas as condições e culturas, sem a necessidade de mudanças de configuração e/ou substituição de componentes. Os elementos que promovem a trilha apresentam uma geometria que proporciona uma excelente e suave ação trilhadora sem danificar o grão mesmo em condições de severidade. Seguem para a seção de separação onde os componentes, em forma de dedos com as grades autolimpantes, propiciam a completa separação do grão. O sistema de limpeza Dyna-Flo®, composto pelos sem-fim alimentadores, peneira de pré-limpeza, peneira superior e inferior e o ventilador Dual-Flo® de alta vazão de ar, proporciona uma completa limpeza do grão e, com o elevador de grão limpo, que tem capacidade de 40 sacos/minuto, garante uma alta produtividade da colheitadeira. A colheitadeira 9650 STS tem motor 8.1 litros com 290 cv de potência nominal e tanque graneleiro com capacidade para 8.850 litros. O tempo de descarga é de 129 segundos, o que garante maior disponibilidade para o trabalho e menor tempo com paradas, otimizando, assim, o período efetivamente trabalhado durante a colheita. O modelo possui bomba injetora com governador eletrônico que, além da maior economia de combustível, proporciona características especiais, como a reserva de potência de 7%, em caso de sobrecargas, e potência extra de até 33 cv , utilizada quando descarregar em movimento. Assegurando a grande eficiência produtiva da colheitadeira STS, a John Deere disponibiliza plataformas de corte flexível de 25 pés (7,60 m) e 30 pés (9,14 m) e plataforma para milho de 8 linhas (90cm entre linhas) e 10 linhas (70 cm entre linhas).

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TRATORES A John Deere está destacando também as linhas de tratores 5000, 6000 e 7000. São modelos com potência que variam de 75 a 175 cv. Um exemplo da série 6000 é o modelo 6405, compatível com uma grande variedade de implementos e apresenta reduzido consumo de combustível. Estes tratores oferecem duas opções de transmissão: SynchroPlus® e PowrQuad®, além da exclusiva embreagem PermaClutchII®. O sistema hidráulico de centro fechado com até 3 Válvulas de Controle Remoto possibilita acionar todo tipo de implemento, inclusive motores hidráulicos. Um exemplo da família 5000 é o trator 6605, com potência de 121 CV, motor John Deere da Série 350 modelo 6068T, seis cilindros, turboalimentado e 6,8 litros, chega ao mercado com ampla faixa de potência

constante e reserva de torque de 43%. O motor com camisas úmidas recambiáveis assegura alta eficiência, maior durabilidade, menor custo e facilidade de manutenção. A preocupação com a servicibilidade também aparece em itens como a correia PoliV com tensionamento automático que além de reduzir a necessidade de manutenção aumenta a confiabilidade e a vida útil do conjunto. Esses tratores também são oferecidos com duas opções de transmissão: SynchroPlus® e PowrQuad® , além da exclusiva embreagem PermaClutchII®. O modelo 7505 da série 7000 tem potência de 140 CV, motor John Deere da Série 350 modelo 6068T, seis cilindros, turboalimentado e 6,8 litros, tem volante de alta

inércia que reduz a vibração do conjunto. Esse trator oferece níveis de desempenho e confiabilidade superiores, resultando em incomparável produtividade. A exclusiva transmissão PowrQuad® conta agora com cinco discos e o eixo dianteiro tem maior capacidade de carga. O modelo 7505 apresenta braços do sistema de levante hidráulico com engates rápidos em todas as versões. As reduções finais do tipo “heavy-duty” significam maior durabilidade e, associada ao exclusivo sistema de embreagem PermaClutchII® trazem para os produtores rurais a certeza de maior disponibilidade do equipamento e baixo custo operacional, resultando em maior performance e rentabilidade.

COLHEDORA 1450 A John Deere destaca também as colhedoras 1450, com motor agrícola John Deere turbinado, com a maior potência da categoria, 180 cv , baixo consumo de combustível, longa vida útil e excelente desempenho. Possui transmissão hidrostática com caixa de câmbio de 03 marchas. Proporciona maior produtividade e conforto para o operador. A Unidade de trilha é acionada por variador hidráulico PosiTorq® com ajustes elétricos da rotação do cilindro e abertura do côncavo acionados e monitorados a partir da cabine. Assegura uma trilha eficiente e suave com baixo índice de dano ao grão. Possui tanque graneleiro com 5500 litros de capacidade, tubo de descarga de grande vazão que permite o descarregamento em qualquer posição, plataformas de corte de 14, 16 e 19 pés, com 4, 5 e 6 linhas, controle Automático de Altura standard para plataforma flexível e sistema de inclinação lateral MASTER® opcional. Fevereiro 2003

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ST ARA SFIL - REBOKE STARA 15000 A Carreta Reboke 15000 da Stara Sfil

As caixas individuais de polietileno, resistentes à corrosão, proporcionam maior vida útil em relação às carretas convencionais e permitem fácil limpeza e manutenção. O eixo dianteiro com direção pantográfica confere maior estabilidade e segurança no transporte de produtos. Este possui uma articulação de 10º, permitindo ao eixo copiar o relevo do terreno sem comprometer a estabilidade, não forçando a estrutura da carreta. Possibilita o uso de fertilizantes a granel ou em Big-Bag, conferindo economia na aquisição. O tubo de descarga uni-

possui uma sobretampa para cereais que amplia a capacidade de carga para 15 m³ conferindo versatilidade para auxiliar na colheita, otimizando o uso durante o ano inteiro. Proporciona uma redução de mão-de-obra empregada no abastecimento e movimentação de fertilizantes e grãos.

versal em PVC realiza com agilidade a descarga de adubo e de grãos. A Reboke 15000 possui agilidade e durabilidade no trabalho com fertilizantes a granel. A carreta possui reservatório em polietileno linear com proteção contra raios ultra-violetas e tem capacidade de carga de 15m³ ou 12 toneladas. O caracol é do tipo universal, para fertilizantes e grãos, todo em PVC 250mm, e possibilita uma vazão adubo de 600kg por minuto e de 800 kg por

minuto para grãos. O Funil centralizado, em aço inoxidável, permite a descarga simultânea dos reservatórios, conferindo maior autonomia de trabalho. O acionamento é feito com a bomba e comando hidráulico do trator. O chassi é de aço carbono 1020, e possui rodados 10.00x20”/ 9.00x20”, simples ou duplo.

CABINE PARA TRATOR A Macro Jet, após o grande sucesso alcançado nos pulverizadores autopropelido e cabines para colheitadeira, agora está lançando a cabine para trator,com vidros curvos, ar condicionado digital, som, totalmente isolada.As cabines são adaptáveis em tratores das marcas New Holland, Ford, e Massey Ferguson. A Macrojet destaca também os pulverizadores Millenium 2000 equipados com o que há de mais moderno em sistemas de aplicação de agroquímicos e defensivos. Os computadores possuem computador de bordo, ar condicionado digital, barras frontais e suspensão dianteira. O acabamento em fibra de vidro reduz a corrosão e facilita a limpeza.

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FORNALHA METÁLICA A Kepler Weber apresenta a fornalha metálica, usada para gerar o calor necessário pra que o secador KW DRM possa evaporar a umidade que se deseja retirar dos grãos. A fornalha aumenta a temperatura do ar de secagem da temperatura ambiente de 20ºC para a temperatura desejada na secagem (110ºC). As fornalhas metálicas proporcionam uma melhor qualidade e rendimento ao secador. Possuem como principais características: fechamento metálico; construção de forma modular; pré-aquecimento do ar de mistura; difusores com união externa; redemoinhador metálico; revestimento das paredes internas com tijolos refratários (42% de Alumina);cobertura da fornalha será revestida com módulo piro-block; acabamento galvanizado com cobertura e redemoinhador pintados.

Com o uso da fornalha é possível diminuir o desperdício de caloria gerada, reduzir o consumo de lenha e o custo da parte civil e agilidade na construção. A fornalha possui também redemoinhadores mais eficientes, maior câmara de combustão de cinzas, reduzindo o risco de incêndio, e planta com menor área física. Todos os itens para montagem são de fornecimento KW.

TRATAMENTO DE SEMENTES A MTSB-1060, utilizada para o tratamento de sementes com produtos químicos, líquidos e pó, destaca-se pelas inovações nas caixas de produtos químicos e de sementes, feitas em polietileno, e na rosca helicoidal transportadora, feita de poliuretano para evitar danos mecânicos à semente. Têm capacidade de 15 litros e proporcionam o esgotamento total do fungicida. Com capacidade de produção de 60 sacas/hora e cobertura homogênea das sementes, a máquina pode ser acionada por motor elétrico de 1cv monofásico ou tomada de força do trator. Ela pesa 110kg e pode ser facilmente transportada.

TRANSPORTADOR HELICOIDAL Outro destaque da Bandeirante é o Transportador Helicoidal, utilizado para movimentação de cereais a granel. Com modelos que variam entre 4 e 12 metros, e capacidade de 18 a 60 toneladas por hora, o transportador possui rosca tubular ou meia calha, com capacidade calculada para um ângulo de até 45º. O acionamento é feito por motor elétrico ou tomada de força do trator. O Transportador Helicoidal possui ainda tripé com pneu aro 13, chave e cabo elétrico e mancalização com engraxamento forçado a cada 3 metros. Fevereiro 2003

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PLANTADORA E ADUBADORA PLANTUM A IMASA destaca a plantadora e adubadora PLANTUM, com modelos de 3 a 16 linhas, projetadas para plantio direto ou convencional de culturas com espaçamento acima de 40cm, como soja, feijão, girassol e milho. O chassi é feito com monobloco reforçado de 21 cm, proporcionando regulagens das linhas de adubo e semente, que podem ser feitas sem o uso de ferramentas e possibilitam 96 combinações para adubo e 32 para sementes, independentes uma da outra. O dosador pneumático de sementes é a grande novidade na PLANTUM, que elimina o problema causado pela variação do tamanho das sementes, permitindo uma dosagem mais tecnificada e precisa do que a feita com discos. O dosador de adubo é de rosca sem fim flutuante, com 3 opções de tamanho e condutores de nylon, materiais resistentes à corosão.

Ela possui sulcador facão acoplado ao disco de corte de 17”, tipo “pula pedra”, desenvolvido para plantio em áreas com existência de pedras superficiais, e regulagem para ajuste conforme o desgaste do disco, possibilitando a acoplagem de diferentes navalhas. Permite ainda a escolha de diversas opções de sulcadores, com adaptação de acordo com a necessidade. Os reservatórios de semente e adubo são em polietileno de alta intensidade, com opcional para adubos em chapa USICAC 41 ou em aço inoxidável. O reservatório de sementes pode ser desacoplado da base sem o uso de ferramentas. A PLANTUM possui suporte para disco com dupla furação, possibilitando o uso de discos desencontrados de 15”x15”, 15”x151/2” ou discos encontrados de 15”x15”. As rodas de compactação em formato “V” permitem a regulagem de pressão ao solo e do ângulo de ataque sem o uso de ferramentas. O cabeçalho é articulado com rótula no puxador, permitindo ajustes na altura

versatilidade no manuseio de cargas. Acoplada aos acessórios, a plaina agiliza inúmeras tarefas, com redução de esforço, economia de mão-de-obra e maior segurança. A PCA-P 800 possui como acessórios o LDA (Lâmina Dianteira Agrícola), GSA (Garfo de Silagem Agrícola), SAB (Suporte Agrícola para Big-Bag), SAE (Suporte Agrícola para Empilhamento) e EAG (Emleirador Agrícola).

PCA-P 800 A Marchesan destaca a Plaina Carregadeira Agrícola que possui como principal vantagem o fácil manuseio e um rápido acoplamento ao trator. Aliada ao sistema pantográfico, a PCA-P 800, garante o nivelamento da carga durante o levante, permitindo um melhor desempenho e maior

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para nivelamento da máquina, servindo também como regulagem de ataque dos discos de corte. A viga reforçada, com suportes livres facilita a transformação de espaçamentos e possibilita maior desencontro entre as linhas do adubo e semente. As rodas de manutenção de profundidade permitem 8 regulagens diferentes sem uso de ferramentas e possuem batedores independentes que mantêm a profundidade constante. São feitas com rolamentos duplos e cônicos ajustáveis, com maior diâmetro, de borracha flexível, proporcionando menores espaçamentos entre linhas e trabalho com maior umidade do solo. A catraca é de alta resistência, fácil acesso e com poucos pontos de lubrificação. O desarme manual permite o uso de meia máquina para arremates. A largura útil da PLANTUM varia de 2000mm a 6300mm, e o rendimento médio varia de 15ha/dia a 40ha/ dia, dependendo do modelo utilizado.

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SEMEADEIRA SEMBRA 1300-P.AH A Incomagri oferece ao produtor mais uma inovação na linha de fertilizantes. É a Semeadeira Sembra 1300-P.AH. A nova semeadeira aplica com precisão em faixas de 12 a 24 metros de largura. Ela possui agitador horizontal de baixa rotação que não danifica adubos e sementes, proporcionando uma perfeita distribuição. O conjunto comando dosador graduado de acionamento individual facilita o perfeito ajuste na faixa de aplicação. Construída com chassi moderno e robusto, possui reservatório em polietileno com capacidade de 1300 L.

PULVERIZADOR CHAMPION 2000 A Incomagri destaca o Pulverizador Champion 2000, uma máquina moderna e versátil com tanque em polietileno, que oferece todos os acessórios obrigatórios para proteger o homem e o meio ambiente. Na linha 2000 litros as barras podem ser hidráulicas ou manuais, variando de 12 a 25 metros. Acompanha os seguintes acessórios: Incorporador de defensivos e lava frascos, reduzindo o desperdício e protegendo o meio ambiente; tanque para a lavagem das mãos; caixa de acessórios para transporte de EPI. Os Pulverizadores Champion 2000 possuem modernos componentes projetados especificamente para pulverização, como bomba de pistões com membranas de 80 a 160 litros. Possuem comandos de acionamento manual ou a cabo, assim como comandos elétricos ou eletrônicos, filtro de aspiração com travamento e sistema de fixação dos bicos por engate rápido.


LINHA TS Todo o expertise da New Holland em fabricar máquinas sob medida para a agricultura brasileira está reunido na Série TS, sua mais nova linha de tratores de 100 cv a 120 cv, que será lançada oficialmente para o mercado paranaense no Show Rural Coopavel, em Cascavel (PR), entre os dias 17 e 21 de fevereiro. “Conseguimos reunir numa única série de tratores os principais recursos exigidos pelos produtores brasileiros, com a melhor relação entre tecnologia e robustez”, afirma Valentino Rizzioli, presidente de Operações para a América Latina da CNH, holding do Grupo Fiat que fabrica máquinas agrícolas e de construção. Com características específicas que atendem às necessidades de pequenos, médios e grandes produtores, a Linha TS está disponível em três versões - TS100, TS110, TS120 - com motorização de 103 hp, 108 hp (ambos quatro cilindros, turbo) e 118 hp (seis cilindros, aspirado). Os tratores da Linha TS são resultado de pelo menos cinco anos de pesquisas e desenvolvimento, agregados a toda experiência da New Holland nessa faixa de potência, onde a marca é líder de mercado. “É o lançamento mais importante dos últimos anos e a nossa resposta a uma tendência de mercado predominante: a de preferir máquinas de maior potência”, diz Rizzioli. Nos últimos dez anos, a relação potência/hectare saltou de aproximadamente 75 cv/hectare para quase 100 cv/hectare. “Por isso, investimos US$ 20 milhões no desenvolvimento dessa linha”, explica ele.

LIDERANÇA RENOVADA Líder no segmento de potência de 100 cv a 120 cv, a New Holland deverá ampliar sua fatia de mercado no Brasil com a série TS. Segundo o Diretor Comercial da New Holland para a América Latina, Francesco Pallaro, os tratores com essa motorização são responsáveis por cerca de 30% das vendas de toda a indústria de máquinas agrícolas. O segmento foi também o que mais cresceu nos últimos anos: 28% entre 2000 e 2001. “Esse aumento revela a opção crescente do produtor por tratores versáteis, mais potentes, de maior produtividade e eficiência e de utilização cada vez mais específica”, diz Pallaro.

EFICIÊNCIA NA MEDIDA Recomendada para tarefas pesadas como preparo de solo, tanto no plantio direto como

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no convencional – gradagem, aração, subsolagem, descompactação – e carregamento de carretas, além da tração de outros implementos, a Linha TS oferece a melhor relação potência x transmissão x sistema hidráulico. Além da garantia de durabilidade dos componentes, característica comum a todos os tratores New Holland. Plantio Direto: para atender às necessidades dos agricultores que trabalham com plantio direto, a New Holland colocou mais reserva de torque e maior vazão no sistema hidráulico para a tração e acionamento dos implementos. No TS 110, por exemplo, a reserva de torque chega a 29%, garantindo o desempenho quando o trator trabalha em terrenos irregulares, em aclives ou em so-

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los compactados. Os tratores da Linha TS oferecem também como opcional uma bomba hidráulica auxiliar, que dá maior vazão ao sistema hidráulico do trator para o acionamento do sistema hidráulico das plantadeiras. Esse recurso ga-

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rante uniformidade na semeadura: mesmo número de grãos com o mesmo espaçamento. Outra vantagem dos tratores TS para quem faz plantio direto é a visualização total das operações, tanto nas versões cabinadas quanto nas plataformadas. Gradagem e Subsolagem: para operações que exigem muita força e desempenho, como gradagem e subsolagem, os tratores da Linha TS oferecem robustez, reserva de torque de até 32% e agilidade. A reserva de torque permite ao motor recuperar a rotação sem a troca de marchas e evita a parada do trator quando o implemento encontra solos compactados. Nesses trabalhos mais pesados, a potência dos tratores TS garante rendimento de arrasto de 10% a 15% superior ao dos outros modelos existentes no mercado. A boa esterção do eixo dianteiro e o raio de giro de aproximadamente quatro metros evita manobras e dá mais agilidade quando o trator chega ao final do curso. Outro recurso importante que a Linha TS oferece para essas operações está no sistema hidráulico, que utiliza válvulas de controle remoto de centro fechado com duas posições. Uma, que permite a flutuação do implemento de acordo com a ondulação do terreno, dando maior uniformidade nas operações. A outra posição permite o arme e desarme da alavanca do hidráulico, que levanta ou abaixa o implemento. Nesse caso, o travamento ou destravamento é automático: o operador não precisa acompanhar a posição do implemento e fica com as duas mãos livres para manobrar com maior rapidez e agilidade a máquina. Para os serviços de subsolagem, principalmente em usinas de cana, a reserva de torque e a sensibilidade do hidráulico dos tratores TS são fundamentais para o maior rendimento e uniformidade das operações. Aração: o sistema hidráulico dos tratores TS oferece precisão e confiabilidade para quem utiliza arados, principalmente arados Aivecas reversíveis de três pontos. Nos serviFevereiro 2003

ços de descompactação de solo, por exemplo, o hidráulico “sente” as características do terreno, garante precisão na operação e responde com rapidez e agilidade às irregularidades do solo, mantendo uma variação que fica entre 1 cm ou 2 cm na profundidade escolhida para o implemento, sem perder velocidade na operação. Tração de cargas e carretas: versátil, a Linha TS oferece desempenho acima da média para os produtores que precisam de um trator para tracionar carretas ou cargas em geral. Além da potência do motor, que garante maior capacidade de transporte, a Linha TS oferece eficiente sistema de freios para a parada total da máquina em condições de risco. O sistema de frenagem a disco em banho de óleo oferece maior segurança. As opções de câmbio, principalmente a transmissão 12x12, são favoráveis a deslocamentos que exigem trocas constantes de marcha, ou quando a variação da velocidade é constante (como nos automóveis). A Linha TS vem equipada com completo sistema de sinalização para trafegar em estradas, inclusive à noite.

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NOVIDADES Os tratores da série 200 Advanced, lançados na Agrishow de 2002, chegam à Coopavel com novidades. A equipe de engenharia da AGCO desenvolveu cabinas para os modelos, oferecendo um opcional a mais aos produtores. Os tratores MF 275 e MF 292 estarão desfilando com modelos cabinados na feira. São cabinas climatizadas e pressurizadas, que oferecem mais conforto e segurança ao operador, com a qualidade e garantia dos produtos Massey Ferguson. Os novos modelos das séries 200 cabinados, desenvolvidos para operações múltiplas, se ajustam às novas necessidades da agricultura brasileira, em termos de segurança, particularmente na aplicação de defensivos, já que o operador fica protegido dentro da cabina e imune ao ambiente externo.

ESTRÉIA NA COOPAVEL A série 200 Advanced de tratores será exposta pela primeira vez no Paraná. Os consagrados modelos de 50 a 130 cv ganharam inovações tecnológicas de última geração e o design tradicional evoluiu para formas arredondadas que conferem um visual mais moderno às máquinas. Pensando no operador, a série Advanced passou a contar com melhorias na ergonomia e na estrutura de proteção contra capotamento. Uma das principais características da série é o novo sistema de vazão hidráulica, que proporciona melhor velocidade operacional, acompanhando a evolução dos novos implementos agrícolas. A embreagem auto-ajustável dispensa a interferência humana para a regulagem da folga do pedal, ocasionada pelo desgaste natural das peças. Estas e outras inovações foram implementadas depois de consultados clientes, revendedores e fabricantes de implementos. “O resultado é uma linha que agrega produtividade e economia e reduz a manutenção”, explica o diretor de marketing da AGCO, Werner Santos.

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NOVO ESTANDE O estande da AGGO na Coopavel foi ampliado e remodelado para receber as novidades tecnológicas da marca líder Massey Ferguson e dos demais produtos para o campo fabricados no Brasil e no exterior. Além de receber toques arquitetônicos mais funcionais, o estande contará com a presença dos concessionários da região destacados para mostrar aos clientes as vantagens tecnológicas dos tratores e colheitadeiras Massey e outras linhas produzidas e comercializados pela AGCO.

TRATOR COLLECTOR O trator mais vendido do Brasil, o MF 275, vai ao Show Rural com sua versão ecológica. É o MF 275 Collector, com motor Green (com baixa emissão de poluentes). ¨Os motores Green já são utilizados pela AGCO em seus tratores exportados para os Estados Unidos, mercado que segue as rígidas normas de emissão de poluentes da Agência de Proteção Ambiental (EPA)¨, explica Rubens Sandri de Moura, Gerente de Marketing do Produto. Em 2002, a AGCO comercializou no Brasil cerca de 100 unidades deste modelo, para atender o trabalho de coleta de lixo de prefeituras, buscando assim reduzir o índice de poluição dos centros urbanos.

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ESPALHADOR DE GRÃOS A Fockink apresenta um novo modelo do Espalhador de Grãos para 60 ton/h. Criado para resolver o problema de distribuição de grãos nos silos e armazéns e, principalmente, das impurezas que vêem junto, o Espalhador de Grãos Fockink, é solução criativa para atender cada vez mais às demandas do produtor rural, dentro deste segmento. Existem modelos para capacidades de 120 toneladas/hora, 270 e 500 ton/ hora, o que atende desde o pequeno produtor até grandes unidades de armazenagem. A criação deste equipamento surge pela observação dos problemas causados pelo acúmulo, de forma irregular, das impurezas dentro dos silos ou armazéns. Quando isto acontece, fica mais difícil obter bons resultados no processo de aeração, o que provoca danos aos grãos e, se a situação ficar muito crítica, pode provocar incêndios.

O Sistema Espalhador Autopropelido Fockink funciona de forma a distribuir as impurezas em uma perímetro maior em relação aos outros sistemas. Pelo fato de possuir uma bandeja giratória o sistema possibilita distribuir as impurezas sem formar tubos. Desde os modelos de 60 t/h até 500 t/h o espalhador – que trabalha pela energia cinética dos grãos - forma um círculo de distribuição de impurezas/grãos de 10 a 15 metros de diâmetro. Desta forma as impurezas ficam distribuídas de modo que o ar do sistema de aeração possa facilmente passar por toda a massa sem problemas de concentração de focos de calor. Conforme diz Heuert, em testes já realizados em silos este espalhador reduz os gastos com energia elétrica dos sistemas de aeração pois com um tempo no mínimo 50% inferior de ventilação a massa atinge o resfriamento necessário para uma boa conservação. O en-

genheiro assinala que devido aos resultados obtidos, já foram vendidos cerca de 300 unidades, até o momento.

PPSOLO SPEED BOX EVOLUTION A Baldan apresenta a semeadora de precição PPSolo Speed Box Evolution pneumática, que pode ser utilizada para plantar e adubar na mesma operação, soja, milho, amendoim, algodão, girassol em sistemas de plantio direto ou convencional. A nova plantadora possui depósito de adubo de grande capacidade com sistema de mola helicoidal condutora de distribuição espiral flutuante exclusivo, com bicas individuais a cada 220 mm para a saída do adubo. Os depósitos de semente têm capacidade aproximada de 65 litros cada. O distribuidor de sementes é dotado de mecanismo de acionamento através de pinhão e rolamentos esferas, discos de inox perfurados. A Evolution é equipada com dosador de precisão exclusivo Balda, proporcionando uniformidade na distribuição das sementes. O acionamento da turbina geradora do vácuo pode ser feito por motor hidráulico, por cardan com junta homocinética ou motor hidráulico de sistema independente. A rotação da turbina é de 5500 rpm. Um vacuômetro permite conferir a sucção adequada para sementes de diferentes pesos por linha.

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As linhas de adubo e semente desencontradas são montadas com diferentes comprimentos, permitindo menores espaçamentos e maior vazão da palha. Possui molas de pressão individuais em cada linha para que a mesma acompanhe as irregularidades do solo. As rodas limitadoras de profundidade, com 18 pontos de regulagens, são duplas, independentes com um só ponto de apoio, que transpõe obstáculos na superfície do solo, mantendo as sementes em profundidade uniforme. O disco de corte é de 18”, com mola independente e regulagem de profundidade. O sistema de rodas, fixas ou articuladas, proporciona o acompanhamento das irregularidades do terreno, mantendo a aderência ao solo e reduzindo o índice de patinagem e a compactação. A PPSolo Evolution possui plataforma de livre acesso antiderrapante com proteção dos varões. A caixa de engrenagens a banho de óleo, de troca rápida, possibilita 62 regulagens para distribuição de adubo e sementes. O sistema de lubrificação central reduz o tempo utilizado para lubrificar a máquina, o que proporciona mais agilidade no momento do plantio. A Evolution possui também marcadores de linhas com acionamento hidráulico de dupla ação. Fevereiro 2003


Irrigação Pivô Central

A altura do emissor do pivô central influencia bastante na uniformidade de distribuição da água. Estudo mostra que dependendo da regulagem, a redução no volume aplicado pode chegar a 16%

Altura certa A

tualmente, o conceito de uniformidade de distribuição da água em irrigação por aspersão tem tido um grande avanço. Devido à crescente necessidade de conservação do recurso água; à competitividade pela água; ao custo da energia; ao custo dos insumos, e à estabilização dos preços dos produtos agrícolas, os sistemas de irrigação e os métodos de manejo da água devem proporcionar uma aplicação uniforme e eficiente. A uniformidade tem impacto na eficiência da irrigação, a qual se caracteriza pela quantidade de água necessária ao desenvolvimento e ao rendimento de determinada cultura. Bernardo (1989) afirma que a uniformidade da irrigação tem efeito no rendimento das culturas, sendo considerada um dos fatores mais importantes na operação de sistemas de irrigação. Fevereiro 2003

A melhora da uniformidade de um sistema de irrigação é uma das decisões mais importantes para o manejo adequado da água aplicada. Heinemann & Frizzone (1995) concluíram que o aumento do coeficiente de uniformidade de Christiansen (CUC), em um sistema pivô central, de 81,21% para 94%, em relação aos graus de adequação de 75, 80 e 85%, foi o fator que causou uma economia, no volume de água aplicada, de: 11,86, 14,24 e 16,68% respectivamente. A uniformidade de distribuição da água é quantificada por coeficientes de uniformidade. Para sistemas de irrigação pivô central, o coeficiente mais utilizado é o de Christiansen, modificado por Heermann & Hein (1968). Os fatores que afetam a uniformidade de distribuição da água podem ser classifi-

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cados em climáticos e não-climáticos. Os fatores climáticos são: evaporação, temperatura do ar, umidade relativa e condições locais do vento. Os fatores não-climáticos são os relacionados ao equipamento e ao método de avaliação. Quanto ao equipamento, os fatores são: pressão de operação do emissor, velocidade e alinhamento da linha lateral do equipamento, e altura do emissor. A redução da altura do emissor em relação à cultura é uma técnica muito utilizada para reduzir as perdas por evaporação e deriva. De acordo com James & Blair (1984), Denículi et al. (1993) e Miranda et al. (1994), a utilização de tubos de descida prejudica a sobreposição dos jatos, provocando um decréscimo na uniformidade de distribuição da água. Quanto ao método de avaliação, os fatores são: o espaçamento, e o número de li-

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“De acordo com a ABNT, os coletores à frente do raio final do equipamento, com volumes inferiores a 70% da média aritmética do total das medições, foram eliminados”

... nhas radiais de coletores. De acordo com

Davis (1966), o número de coletores a utilizar e o espaçamento entre eles dependem da relação entre a quantidade de amostras necessárias para se obter um valor preciso e a facilidade e economia na utilização de poucas amostras nos testes. Quanto maior a não-uniformidade de um sistema de irrigação, maior o número de amostras necessárias para obtenção de um valor preciso. Este trabalho teve como objetivo analisar a influência do número de linhas radiais de coletores e da altura dos emissores em relação à superfície de captação dos coletores, na estimativa da uniformidade de distribuição da água em um pivô central.

MATERIAL E MÉTODOS Utilizou-se um pivô central, de baixa pressão, com comprimento lateral de 526,40 m, e espaçamento, entre emissores, de 2,13 m. Para a avaliação do sistema, foi utilizado como base o projeto de norma n.º 12:02.08-005 - para caracterização de desempenho - da Associação Brasileira de Normas Técnicas (1985). Foram locadas quatro linhas de coletores, denominadas A, B, C e D, conforme mostra a Fig. 1. A distância utilizada entre os coletores foi de 5,0 m. Os coletores apresentavam uma área de captação de 50,26 cm2. Esses coletores foram instalados sobre suportes, ficando a uma altura média de 60 cm do solo. De acordo com a ABNT, os coletores à frente do raio final do equipamento, com volumes inferiores a 70% da média aritmética do total das medições, foram eliminados. Foram considerados, para cálculo dos

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valores de CUC, somente os coletores que no início das linhas radiais receberam um volume de água. No experimento, foram realizadas seis avaliações de desempenho, a saber: duas, na altura de 1,10 m dos emissores em relação à superfície de captação dos coletores (Tubo de descida e prolongador); duas, na altura de 1,65 m (Tubo de descida), e duas, na altura de 3,20 m (Difusor sobre a linha lateral), conforme se ilustra na Fig. 2. Em cada avaliação, o equipamento passou uma vez sobre

de linhas radiais, foram obtidos 15 valores de CUC, conforme apresenta a Tabela 1.

RESULTADOS E DISCUSSÃO Na Tabela 2 são apresentados os valores médios de CUC e os resultados da análise estatística obtidos com relação a uma, duas, três e quatro linhas radiais e com os emissores a 1,10, 1,65 e 3,20 m em relação à seção de captação dos coletores. Pelo teste de Tukey a 5% de probabili-

FIG. 1. Esquema da área experimental

as quatro linhas radiais de coletores (Fig. 1). Foram determinados 90 valores de CUC, mediante a combinação de linhas radiais e as três alturas dos emissores. Para cada combinação entre altura dos emissores e número

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dade, os valores de CUC diferiram entre si somente em relação a uma linha radial; não apresentaram diferença significativa ao se utilizarem duas, três ou quatro linhas radiais, nos respectivos espaçamentos (Tabela

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FIG. 2. Ilustração da posição dos emissores

TABELA 3. Valores médios de coeficiente de uniformidade de Christiansen e resultado da análise estatística, em função da altura dos emissores para o espaçamento de 5,0 m entre coletores e uma, duas, três e quatro linhas radiais1. Número de linhas 1 2 3 4

TABELA 1. Combinações possíveis com 4 linhas radiais. Nº de linhas radiais

Nº de valores de coeficiente de uniformidade de Christiansen

Combinações de linhas radiais

1 2 3 4

4 6 4 1

(A), (B), (C) e (D) (A e B), (A e C),(A e D), (B e C),(B e D) e (C e D) (A, B e C), (B, C e D), (A, B e D) e (A, C e D) (A, B, C e D)

Altura dos emissores (m) 1,65 1,10 77,04 b 68,61 a 82,11 b 74,98 a 84,14 b 78,47 a 85,40 b 80,53 a

Média 3,20 88,13 c 90,08 c 91,09 c 91,43 b

77,93 82,39 84,57 85,79

da altura dos emissores, ocorre menor variação dos valores de CUC na mudança de uma para duas, três e quatro linhas radiais. Isso ocorre porque com o aumento da altura dos emissores ocorre aumento da área de recobrimento dos jatos dos emissores e melhor uniformidade do sistema, reduzindo a influência do número de linhas radiais (número de amostras) no cálculo dos valores de CUC. Esses resultados estão de acordo com James & Blair (1984), Denículi et al. (1993) e Miranda et al. (1994). A equação de regressão para estimativa do CUC, em face do número de linhas radiais e da altura dos emissores para o espaçamento de 5,0 m entre os coletores é apresentada a seguir: CUC = 53,03 + 9,46 NL - 0,81 NL 2 + 7,84 A + + 0,74 A2 - 1,42 A.NL (R2 = 0,9928) em que:

... 2). Observa-se que as médias dos valores de

CUC, referentes às três alturas, estão mais próximas dos valores médios obtidos com apenas duas linhas radiais (Tabela 2). Os valores de CUC aumentaram à medida que se aumentou o número de linhas radiais numa mesma altura dos emissores. Isso ocorre porque o volume de água coletado em determinado ponto distante da base do pivô é somado ao volume de água de outro coletor, no mesmo ponto distante da base do pivô, mas em outra linha radial, e assim por diante. Pela média aritmética da soma dos TABELA 2. Valores médios de coeficiente de uniformidade de Christiansen, em função do número de linhas de coletores e de três alturas dos emissores em relação à superfície de captação1. Altura dos emissores (m)

Nº de linhas de coletores Uma 68,61 a 77,04 a 88,13 a

1,10 1,65 3,20

40

Duas 74,98 b 82,11 b 90,08 b

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Três 78,47 b 84,14 b 91,09 b

Média Quatro 80,53 b 75,65 85,40 b 82,17 91,43 b 90,18

volumes, obtém-se um valor médio do volume coletado num determinado ponto. Esse valor será utilizado no cálculo da lâmina coletada nesse ponto. Assim, volumes discrepantes coletados no momento em que ocorreram alguns distúrbios - como rajadas de vento, desalinhamento do equipamento pivô central, e vazamentos - são diluídos. Isso evidencia a importância do uso de mais de uma linha de coletores nas avaliações de desempenho, pois aumenta a precisão do valor do CUC obtido. A Tabela 3 apresenta a influência da altura dos emissores nos valores médios de CUC. Pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade, os valores de CUC diferiram entre si, nas três alturas dos emissores, em relação à superfície de captação dos coletores, para uma, duas e três linhas radiais. Quanto a quatro linhas radiais, não houve diferença estatística com relação às alturas de 1,65 m e 3,20 m dos emissores (Tabela 2, análise na vertical). Observa-se que, em face do aumento

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NL = número de linhas radiais; A = altura dos emissores, m. As variáveis número de linhas radiais (NL e NL 2) e altura dos emissores (A e A2) e a interação entre A.NL foram significativas, a 5% de probabilidade, pelo teste F.

CONCLUSÕES 1. A utilização de duas linhas radiais constitui a melhor condição para a determinação do coeficiente de uniformidade de Christiansen. 2. A altura dos emissores apresenta efeito significativo sobre o coeficiente de uniformidade de Christiansen. M

Alexandre Bryan Heinemann, Jose Antonio Frizzone, Jose Maria Pinto e Jose Crispiniano Feitosa Filho, Esalq Fevereiro 2003


Pesquisa combustíveis

Biocombustível Na França trigo, beterraba e colza são os principais produtos utilizados na fabricação de biocombustíveis, que podem ser utilizados puros ou adicionados à gasolina

A

França pesquisa os biocombustíveis há aproximadamente vinte anos. O país optou por dois modos de transformação. Um deles é o etanol de beterrabas e de trigo, que pode ser misturado à gasolina. O outro é o éster metílico de colza, que substitui o gasoóleo. Após uma fase de controle da produção nas unidades piloto, os biocombustíveis passaram à fase industrial. As indústrias conseguiram produzir, na mesma unidade industrial, etanol de beterrabas durante o período de colheita (outono), e de trigo durante o resto do ano. O etanol pode ser utilizado como combustível puro ou misturado à gasolina. Ele pode também ser transformado Fevereiro 2003

em ETBE e misturado à gasolina super. “Para produzir o etanol é preciso antes extrair o açúcar das beterrabas ou do trigo”, explica Etienne Poitrat, responsável pelos biocombustíveis da Agência Francesa de Meio Ambiente e de Controle da Energia – Ademe. A sacarose da beterraba é extraída por cozimento e concentração para ser transformada em glicose. Já o amido de trigo é hidrolisado em glicose. A hidrólise do trigo é feita com coquetéis de enzimas. O etanol é obtido em seguida por fermentação anaeróbia, com ausência de oxigênio, dos açúcares simples de beterraba ou de trigo por fermentos, essencialmente o Saccharomyces cerevisiae. A BENP de Origny-Ste-Be-

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noite (na região Aisne, nordeste da França) é a principal empresa produtora de etanol de trigo da França (e de beterrabas). A BENP entrou com um pedido de patente para proteger seu processo de produção.

TRANSFORMAÇÃO EM ETBE “A França inovou em matéria de produção de ETBE graças ao Instituto Francês do Petróleo – IFP”, diz Jean-Pierre Leroudier, diretor da Associação para o Desenvolvimento dos Combustíveis de Origem Agrícola – Adeca. O ETBE (Ethyl Tertio Butyl Ether) é um composto de oxigênio incorporado à razão de 5% Máquinas

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veis na França. Isto é, mais do que a indústria açucareira e a indústria cervejeira.

VANTAGENS DO BIOCOMBUSTÍVEL A substituição de produtos de origem petrolífera pelo etanol agrícola evita gases na atmosfera, sobretudo gás carbônico. Ou seja, cerca de 1,6t de CO2/m3 de etanol, se for usado sob a forma de ETBE, e cerca de 2,2t CO2/ m3 de etanol, se for incorporado diretamente à gasolina. O éster de colza também reduz as emissões de CO2 de 2 a 2,5t de CO2/m3 de biocombustível utilizado no lugar do gasóleo. Os biocombustíveis diminuem as partícuM las de fuligem. O etanol produzido na França é constituído de dois terços de beterraba e um terço de trigo

Blandine Caillez, Cultivar - França

... a 15% (7% em média) aos combustíveis sem chumbo. Ele é obtido a partir do etanol por reação com o isobutileno. Por conseguinte, ganhou a preferência dos construtores de automóveis pelo alto índice de octano e baixa volatilidade. A França possui três zonas de produção de ETBE com produção de 210 mil toneladas. Esse número equivale à necessidade de 1,2 milhões de hl de etanol. O fornecimento é garantido em dois terços pelas beterrabas e em um terço pelo trigo. A BENP, de Origny-Ste-Benoite e a BCE, de Provins, próximo a Paris são duas unidades de produção de cereais.

O ÉSTER DE METIL DE COLZA Com os resultados, foram construídas indústrias de ésteres de colza. O princípio de esterificação ocorre em uma tonelada de óleo associado a 0,1t de metanol, 1t de éster de metil e 0,1t de glicerina. Até agora, o procedimento usado em química era relativamente sofisticado e caro. “Inventamos um primeiro procedimento de fabricação que foi patenteado”, conta Alain Feugier, diretor de meio ambiente do IFP. A primeira unidade de produção foi inaugurada em 1992 em Compiègne. Atualmente, a França dispõe de 317, 5 mil toneladas de incrementos para a fabricação de éster metílico de colza. A incorporação em média de 2% de biocombustível no gasoóleo representaria para o biodiesel uma produção de 530 mil toneladas. No setor agrícola, a superfície semeada de oleaginosas é de 440 mil hectares. Com o éster de colza, somam um total de quase 1,3 milhões de ha que poderiam estar ligados aos biocombustí-

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Fábrica de Durkerque, norte da França, onde o etanol é incorporado à gasolina em forma de ETBE www.cultivar.inf.br

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