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Sismógrafo

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Foto: Fabio Audi

“Sismógrafo tem uma rara beleza por ser um livro fotográfico sem imagens, sensorial, como se as palavras printadas em suas páginas montassem uma galeria de objetos singelos e, ao mesmo tempo, caros para quem se apaixonou cedo demais.”

Matheus Lopes Quirino – Estadão

“Sismógrafo é um romance que cumpre exatamente o que a literatura, a grande, promete: uma leitura prazerosa, esteticamente, que, por meio da empatia, nos tira do nosso conforto para nos devolver mais humanos.” Luiz Ruffato LEONARDO PIANA nasceu em Andra-

das, Minas Gerais, em 1992. É escritor e servidor público. Seu romance de estreia, Sismógrafo Sismógrafo,, recebeu o Prêmio Cidade de Belo Horizonte, foi finalista dos prêmios Jabuti, São Paulo de Literatura e Mix Literário, teve os direitos vendidos para o cinema e ganha reedição em 2026 pela Autêntica Contemporânea. Seu segundo romance, Tarde no planeta (Autêntica Contemporânea, 2025), também foi vencedor do Prêmio Cidade de Belo Horizonte. É autor, ainda, do livro de poemas Escalar cansa (Senac, 2025), vencedor do Prêmio Sesc de Literatura.

“A história de um amor cujo desenlace obscuro fica impresso na película fotográfica da memória não apenas do narrador, mas também do leitor, como uma ausência que põe a narrativa em marcha ao ritmo de um road movie afetivo, um vazio que anima esse enredo de retorno às origens de traumas e desejos.” Manuel da Costa Pinto Leia também:

ISBN 978-65-5928-710-9

9 786559 287109

Sismógrafo Leonardo Piana

Eduardo retorna a Andradas, pequena cidade mineira onde viveu uma adolescência marcada por conflitos familiares e pela paixão por Tomás. Entre fotos e memórias, vestígios de um tempo perdido, este é um romance sobre precisar crescer, sobre apaixonar-se e saber a hora de ir embora ou de simplesmente voltar para casa.

Vencedor do Prêmio Cidade de Belo Horizonte

Finalista do Prêmio Jabuti

Finalista do Prêmio São Paulo de Literatura

Sismógrafo Leonardo Piana

Este é um livro sobre precisar crescer, sobre apaixonar-se e saber a hora de ir embora ou de simplesmente voltar para casa – experiências que provocam terremotos íntimos, mas ainda capazes de mover placas tectônicas. Em sua estreia literária, Leonardo Piana apresenta um romance de formação fundamental para compreendermos as descobertas e violências vividas por homens gays que cresceram no Brasil entre meados da década de 1990 e o alvorecer do novo século. Aqui, acompanhamos o retorno de Eduardo a Andradas, pequena cidade mineira onde viveu uma adolescência marcada por conflitos familiares e pela paixão por Tomás. “Quantas imagens são necessárias para contar esta história?”, pergunta o narrador logo na abertura deste livro de fotos extraviadas, recuperadas pela escrita em tecnicolor de Piana. Cabe ao leitor reuni-las. Como indicam os versos da poeta Adelaide Ivánova – “um sismógrafo vai em frente como faria uma pessoa/ decente e entregue” –, na epígrafe da obra temos uma pista de como o objeto (ou certo personagem) se move e avança. São, afinal, os vestígios de um tempo perdido, entre fotos e memórias, que somos convidados a perseguir ao longo deste romance.


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Sismógrafo by Grupo Autentica - Issuu