professores e do avô. No entanto, tudo muda com a eclosão da Segunda Guerra Mundial. O Êxodo obriga a família a fugir, e Madeleine, acometida por uma tuberculose, é enviada a um sanatório nas montanhas. Nesse ambiente desafiador, a determinação de Madeleine cresce e ela elabora um plano ousado e necessário: lutar contra a contra a Ocupação.
“Nenhuma causa está perdida, a menos que você desista.”
Engajando-se na Resistência antes mesmo de atingir a maioridade, Madeleine é submetida a torturas e condenada à morte pela Gestapo. Essa corajosa jovem testemunha, de forma vívida, os horrores do regime nazista. Em A rosa engatilhada, Jean David-Morvan dá voz às memórias inesquecíveis de Madeleine Riffaud, enquanto Dominique Bertail a retrata com sensibilidade e precisão em seus desenhos. Essa obra, parte de uma trilogia excepcional, vai além de uma história em quadrinhos, tornando-se um manifesto de combate em prol da liberdade.
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Madeleine, resistente 1. A rosa engatilhada
1939, em Somme: a jovem Madeleine desfruta de uma vida feliz ao lado de seus pais
BERTAIL / MORVAN / RIFFAUD
– Como posso te chamar? – Madeleine. Madeleine Riff… – Shhh, não diga seu nome verdadeiro! Não tem um nome de guerra? – Não, eu... – Escolha um até nosso próximo encontro. O meu é Paul.
DOMINIQUE BERTAIL JEAN-DAVID MORVAN
MADELEINE RIFFAUD
Madeleine, resistente 1. A rosa engatilhada
“Aos 98 anos de idade, a ex-combatente da Resistência, poeta e jornalista concordou em reconstituir sua vida em quadrinhos, acompanhada pelo artista Dominique Bertail e pelo roteirista Jean-David Morvan. O primeiro volume dessa série recebeu o prêmio René Goscinny de melhor roteiro em 2022.” – Le Parisien “A história dos primeiros passos de Madeleine Riffaud na Resistência, em 1942, é emocionante. O magistral desenho em azul de Dominique Bertail acrescenta uma aura de mistério à história, mas também confere certa frieza ao cenário, o que se adequa ao tema.” – La Presse “Os autores optaram por dar ao álbum uma bela ressonância literária, intercalando os capítulos com os escritos de Madeleine. A narração fluida e poderosa de Jean-David Morvan é aprimorada pelo traço claro e expressivo de Dominique Bertail, em graciosos tons de azul. Uma biografia luminosa, apesar do contexto muitas vezes trágico.” – BoDoi “Madeleine é uma mulher de mil vidas: combatente da Resistência, grande repórter e poetisa, ela nunca deixa de conquistar os corações dos franceses.” – ActuaBD