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© Credits Beowulf Sheehan
Uma história inspiradora de uma mulher tão maravilhosamente complicada que não pode ser ninguém além de si mesma. “Eu não vira meu pai morrer. Eu ouvira e lera o relatório, o atestado de morte. Eu vira e segurara a caixa de cinzas. Os dois caracteres chineses do meu nome estavam escavados na pedra do seu túmulo, ao lado dos do meu irmão e abaixo dos da minha mãe. Mas também era possível que ele pudesse estar em qualquer lugar e que ainda pudesse me surpreender com seu surgimento.”
“Sagaz, inteligente e simplesmente espetacular.” PEOPLE
WEIKE WANG é sino-americana e formada
pela Universidade Harvard, onde obteve sua graduação em Química e seu doutorado em Saúde Pública. Em 2017, entrou na lista “5 Under 35” da National Book Foundation por Chemistry Chemistry,, seu romance de estreia, e no ano seguinte o livro ganhou o Prêmio PEN/Hemingway. Atualmente vive na cidade de Nova York e leciona na Universidade da Pensilvânia, na Universidade Columbia e no Barnard College. Joan vai bem foi escolhido como um dos melhores livros de 2022 pelo New York Times.
“O humor ácido de Joan é maravilhoso, seja quando ela o expressa sem querer, seja quando o usa como mecanismo de defesa. Wang equilibra magistralmente os terrores da pandemia com as lutas íntimas de sua protagonista, levantando questões provocativas sobre maternidade, pertencimento e as muitas definições de ‘lar’.” T H E N E W YO R K T I M E S B O O K R E V I E W
“Um relato profundo, traçado a partir de um poder de observação penetrante e com humor mordaz, sobre as incertezas existenciais de ser ‘outro’ nos Estados Unidos.” C E L E S T E N G , autora de
Pequenos incêndios por toda parte
“Um romance que nos faz rir, refletir, sentir um turbilhão de emoções e depois rir um pouco mais.” C H A R L E S Y U , autor de Interior Chinatown,
best-seller do New York Times ISBN 978-85-8235-692-0
Acompanhe a autora: weikewangwrites.com @weikewang
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788582 356920
oan tem 36 anos e é uma médica bemsucedida em um grande hospital de Nova York. Filha de pais chineses que emigraram para os Estados Unidos, ela dedica toda sua atenção e energia ao trabalho, a ponto de deixar sua vida pessoal totalmente em segundo plano. Na verdade, Joan se sente um pouco perdida entre sua herança chinesa e o estilo de vida norte-americano, como se tentasse fazer parte de dois mundos opostos: de um lado, enfrenta as expectativas da família para se casar e ter filhos; e, do outro, a pressão de ser uma mulher sino-americana em um ambiente de trabalho dominado por homens brancos. Inteligente, introvertida e com dificuldades para se relacionar, Joan busca se blindar dos problemas pessoais e das cobranças familiares planejando cuidadosamente cada passo de sua carreira. Mas a vida, ao contrário da medicina, nem sempre segue um conjunto prescrito de procedimentos, e eventos inesperados passam a ameaçar os limites que ela traçou ao seu redor, a começar pela morte repentina de seu pai. Enquanto isso, um novo vírus assola o mundo, lançando toda a humanidade a um futuro incerto. Agora, ela precisa rever seu passado, confrontar sentimentos há tanto reprimidos e questionar o lugar que ocupa na sociedade. Sensível, divertido e perspicaz, Joan vai bem aborda temas ao mesmo tempo contemporâneos e atemporais, como relações familiares, maternidade, pertencimento e luto. Uma história inspiradora de uma mulher tão maravilhosamente complicada que não pode ser ninguém além de si mesma.