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A Globo - Vol. 1 (Hegemonia) 1965-1984

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Foto: Studio H Fotografia

ERNESTO RODRIGUES

Silvio de Abreu | Autor de novelas e diretor Trabalhei na Globo por 28 anos, e as pessoas me fazem perguntas para decidir se a amam ou a odeiam. Não podemos negar sua influência na informação, na política, no entretenimento, no esporte e na cultura durante mais de meio século. Se não temos o país com que sonhamos, a causa é a Globo ou somos nós, os brasileiros? Essa é a resposta a ser dada, e este livro nos ajudará nisso.

Carlos Nascimento | Jornalista

ISBN 978-65-5928-472-6

9 786559 284726

HEGEMONIA

Maria Adelaide Amaral | Romancista e autora de séries e novelas

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E

ERNESTO RODRIGUES

A GLOBO HEGEMONIA 1965 • 1984

1965 • 1984

Hegemonia, o primeiro volume de Ernesto Rodrigues sobre a Rede Globo, é uma grande obra de jornalismo e boa literatura também. O texto é ágil e fluido, agudo e objetivo, com toques de ironia e humor, que só os melhores jornalistas são capazes de escrever. Todos os aspectos foram contemplados pelo autor: Jornalismo, Dramaturgia, Entretenimento, Tecnologia, a saga de muitos heróis, histórias de alcova e redes de intrigas. Ao fim da leitura, quero saber mais. Ansiosa pelos próximos capítulos, me pergunto se a melhor novela da Rede Globo não é sua própria história.

A GLOBO

Ernesto Rodrigues, 70 anos, mineiro de Lambari, formado pela PUC Minas e repórter desde 1978, trabalhou nos jornais O Globo e Jornal do Brasil, e nas revistas IstoÉ e Veja, antes de iniciar, em 1986, uma carreira de quinze anos como editor e executivo de telejornais e programas da TV Globo, e como chefe da sucursal da emissora em Londres. A partir de 2001, passou a se dedicar às aulas de Jornalismo na PUC-Rio; foi ombudsman da TV Cultura de São Paulo, entre 2008 e 2010, e montou, em 2013, a Bizum, produtora na qual roteirizou e dirigiu mais de vinte documentários sobre temas e personagens diversos. Como escritor e biógrafo, além de Ayrton: o herói revelado (Tordesilhas, 2024), escreveu e organizou o livro No próximo bloco... O jornalismo brasileiro na TV e na internet (Edições Loyola; Editora PUC-Rio, 2005). Também é autor de Jogo duro: a história de João Havelange (Record, 2007); O traço da Cultura: o desafio de ser ombudsman da TV Cultura, a emissora mais festejada e menos assistida do Brasil (Editora Reflexão; Editora PUC-Rio, 2014); e Zilda Arns: uma biografia (Rocco, 2018). Ernesto vive e trabalha no Rio de Janeiro.

Toda a verdade que o público sempre quis saber sobre a gigante Rede Globo, que não fosse contaminada por fofocas irresponsáveis e futilidades maldosas, agora é revelada de forma abrangente, responsável e cuidadosamente pesquisada por Ernesto Rodrigues, jornalista que viveu os bastidores, acompanhou e refletiu profundamente sobre os acertos e os desacertos da terceira maior rede de televisão do mundo. Uma leitura fascinante, altamente informativa, plena de relatos sinceros em situações divertidas e curiosas, que amenizam o peso da responsabilidade de viver e trabalhar dentro desse universo mágico do entretenimento. Este primeiro volume, Hegemonia, de uma muito aguardada trilogia, nos faz ansiar avidamente pelos próximos.

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VOLUME

ste livro chega num momento delicado da história da Globo. A maior empresa brasileira de mídia permanece na liderança, mas perde audiência, talentos e, além da internet, enfrenta oposição política e popular. Quatro anos antes da inauguração da emissora, Iuri Gagarin anunciou que a Terra é azul. No caso da Globo, seria dourada. Contar como isso aconteceu é a principal obra de Ernesto Rodrigues, além de reconhecido escritor, um repórter de primeira. A Globo é um êxito artístico, jornalístico e empresarial ou fruto da ditadura que originou programas de viés militar como o Ordem do Dia? Por que Roberto Marinho portava uma arma e foi chamado pelos inimigos de “neguinho”, “crioulo” e “africano de trezentos anos de senzala”? O empréstimo do grupo americano Time-Life; o dinheiro e o talento de Silvio Santos, que, quando quis, deu e tirou audiência da Globo; a montagem do elenco e o apelo a novelas mexicanas e shows popularescos; a enchente e o incêndio salvadores; o Jornal Nacional com Cid Moreira, início da Rede Globo de Televisão. Walter Clark ou Boni: quem foi mais importante na consolidação de uma das emissoras mais importantes do mundo? Trabalhei na Globo por 28 anos, e as pessoas me fazem perguntas para decidir se a amam ou a odeiam. Não podemos negar sua influência na informação, na política, no entretenimento, no esporte e na cultura durante mais de meio século. Se não temos o país com que sonhamos, a causa é a Globo ou somos nós, os brasileiros? Essa é a resposta a ser dada, e este livro nos ajudará nisso. Carlos Nascimento Jornalista


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A Globo - Vol. 1 (Hegemonia) 1965-1984 by Grupo Autentica - Issuu