Foto: Aline Reis
Alexandre Coimbra Amaral é psicólogo, terapeuta familiar, palestrante e escritor. Atuou como psicólogo do programa Encontro com Fátima Bernardes, é colunista das revistas Vida Simples, Crescer e do Portal Lunetas e apresenta o popular podcast Cartas de um terapeuta. Em 2017, criou o Grupo Terapêutico de Homens, iniciativa pioneira, gratuita e online que oferece espaço terapêutico quinzenal para homens de todo o país. É autor dos best-sellers Cartas de um terapeuta para seus momentos de crise (2020) e Toda ansiedade merece um abraço (2023).
“Dizer de coisas complexas e profundas como quem toma um café com bolo no fim da tarde é de uma imensidão sem borda. Alexandre nos convida para dançar a vida em todos os ritmos que ela tem a oferecer. Um baile não coreografado de no mínimo dois e no máximo todos.” Prefácio de Alessandro Marimpietri,, autor de Manual de desinstrução para tempos de incertezas
ISBN 978-65-6002-144-0
9 786560 021440
Cuidar da solidão até virar encontro
Este livro é um convite para transformar ausência em presença.
Alexandre Coimbra Amaral
A solidão não é o fim da história. Ela pode ser o começo de um reencontro.
Cuidar da solidão até virar encontro Alexandre Coimbra Amaral
A
o longo da vida, aprendemos a entender a solidão como falha pessoal, fraqueza ou ausência do outro. Mas e se ela fosse, antes, um sinal do nosso tempo? E se pudéssemos encará-la como um sintoma coletivo de um modo de viver que promete conexão constante, mas produz relações apressadas e atenção fragmentada? É sob essa perspectiva que o psicólogo e escritor Alexandre Coimbra Amaral propõe cuidar da solidão. Com seu olhar sensível e afetuoso sobre um fenômeno global, ele oferece companhia para escutar dores antigas, revisitar vínculos e reconstruir redes afetivas. Como numa conversa íntima, somos convidados não só a examinar o impacto das telas e da aceleração do tempo na vida cotidiana, mas também a acolher nossas vulnerabilidades para transformá-las em verbos de ação e presença. Cuidar da solidão até virar encontro é um gesto de cuidado que aposta no vínculo como caminho e um lembrete de que nenhuma travessia precisa ser feita sozinho.