CONTRIBUEM AUTÔNOMOS PARA CONTRIBUEM MAIORPARA PRODUTIVIDADE MAIOR PRODUTIVIDADE NA CANA NA CANA
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RANSPORTANDO DESDE INFORMAÇÃO 1970 TRANSPORTANDO | www.ocarreteiro.com.br INFORMAÇÃO | www.ocarreteiro.com.br | ano 51 | |Nº ano 51 | Nº
Distribuição gratuita para motoristas de caminhão
NDITA BENDITA RA SAFRA DE ÃOS GRÃOS
Escoamento Escoamento da colheita da colheita absorve absorve produção produção dede caminhões caminhões extrapesados extrapesados
FROTA RENOVAÇÃO AERODINÂMICA DE FROTA AERODINÂMICAROTA DEROTA CRESCIMENTO DE CRESCIMENTO
a compraNovo programa Pacote prevê aerodinâmico a compra Pacote oferecido aerodinâmicoVendas oferecido da Vendas Iveco da noIveco primeiro no primeiro r preço do caminhão para velho o Volvo por preço FH contribui para o Volvo paraFH contribui quadrimestre para quadrimestre colocam colocam a marca a marca teamentode mercado reduzir para consumo sucateamento de combustível reduzir consumo de combustível em sua melhor em suafase melhor no fase País no País ocarreteiro.com.br ocarreteiro.com.br 1
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EDITORIAL
FALTA DE VALORIZAÇÃO
E
JOÃO GERALDO Editor
mbora muitos jovens sonhem em ser carreteiro e viajar com caminhões grandes, modelos cheios de recursos tecnológicos, seguros e confortáveis, também é fato que nos últimos anos aumentou o número de caminhoneiros descontentes devido às dificuldades enfrentadas na profissão. Com o do litro do diesel cada vez mais alto, elevando com ele o preço de todo tipo de meercadoria, o sufoco vivido principalmente pelo autônomo tornou ainda mais dificil a sua permanência na profissão e, consequentemente, acirrou a vontade de muitos a mudar de área em busca melhores ganhos para sobreviver. Reclamações, tanto por parte do autônomo, quanto de motorista que dirige com registro em carteira nunca foi novidade, mas quem enfrenta o dia a dia das estradas no volante do caminhão convive também com outros problemas, os quais muitas vezes são esquecidos. E no caso específico do autônomo, quando somados a inconvenientes como valor do frete, baixa produtividade de seu caminhão e a impossibilidade de trocá-lo por outro menos rodado, ele se vê em um ‘beco sem saída’. Quando nos referimos ao autônomo (TAC), mais de 900 mil profissionais, segundo a Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT), é sabido que existem diferenças. Assim como em outras profissões, nem todos têm a mesma condição, porém, no transporte existem muitos caminhoneiros altamente qualificados que não conseguem obter a satisfação desejada por falta de um caminhão menos rodado e mais produtivo. Diante dessa realidade dura, da elevada idade da frota e suas consequências, mais os problemas de infraestrutura, valor do pedágio, insegurança etc, é praticamente impossível o caminhoneiro não ser impactado pela insatisfação e o desejo de mudar de área. Por outro lado, o desestimulo à profissão já se tornou uma grande preocupação além do motorista, porque a cada ano aumenta a apreensão em relação à falta de profissionais. Isso no Brasil e no mundo todo. Por isso, a necessidade de valorizar o caminhoneiro, a começar pelo real reconhecimento do seu valor para a sociedade, se torna cada vez mais evidente e urgente. Se essa importância tivesse o mesmo peso de certas profissões, provavelmente a condição do autônomo, empregado ou agregado seria muito melhor. Por isso, não cansamos de repetir o mantra: tudo, ou quase tudo que se come, bebe, veste ou usa, já viajou de caminhão. ocarreteiro.com.br
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SUMÁRIO
10 RENOVAÇÃO DE FROTA
Programa do governo vai propor a compra do caminhão velho para ser sucateado
16 AUTÔNOMOS NA CANA
Caminhões com direção autônoma fazem sucesso na colheita de cana de açúcar 4
REVISTA
DESDE 1970 TRANSPORTANDO INFORMAÇÃO
/OCARRETEIRO /OCARRETEIRO_ /OCARRETEIRO (11) 97362-0875 /REVISTAOCARRETEIRO
20 SAFRA
Safra de grãos é responsável pela venda de quase totalidade de caminhões extrapesados
30 PNEUS PROMETEON
Batizada de Sestante, nova gama de pneus de carga traz tecnologia ao setor de transporte
34 SONO
Distúrbios provocados pelo sono são grandes inimigos da segurança nas rodovias
36 TECNOLOGIA DIGITAL Digitalização agiliza operação Centro de Distribuição de peças automotivas
40 AERODINÂMICA
Pacote aerodinâmico contribui para a redução de consumo de combustível do Volvo FH
DIRETOR Edson Pereira Coelho REDAÇÃO | redacao@ggmidia.com.br Editor: João Geraldo (MTB 16.954) Reportagem: Daniela Giopato ARTE | arte@ggmidia.com.br Editor de Arte: Pedro Hiraoka DIGITAL Alexis Coelho Eduardo Arpassy COMERCIAL | comercial@ggmidia.com.br Erika Nardozza Coleta Eurico Alves de Assis Nilcéia Rocha ADMINISTRAÇÂO Ed Wilson Furlan Juliana Vieira DISTRIBUIÇÃO G.G. Ed. de Publicações Técnicas Ltda. Ricardo Lúcio Martins Rute Rollo ASSINATURA | assinatura@ggmidia. com.br Exemplar avulso: RS 11,00 ED. Nº 549 • JUNHO/2022
46 IVECO
Com vendas em alta, Iveco vive sua melhor fase no mercado desde sua chegada ao País
52 MERCEDES SPRINTER
Mercedes-Benz Sprinter chega às ruas com motor Euro VI mais avançado e potente
56 PNEUS GOODYEAR
Nova linha de pneus Goodyear promete maior vida útil e rendimento quilométrico
SEÇÕES 06 Notícias | 52 Classificados | 66 Na Mão Certa
Publicação de: G.G. Editora de Public. Téc. Ltda. Rua Palacete das Águias, 395 - Vila Alexandria CEP 04635-021-SP - Tel.: (11) 5035-0000 revista@ocarreteiro.com.br www.ocarreteiro.com.br A Revista O Carreteiro é dirigida a motoristas de caminhão, empresários donos de transportadoras, frotistas, chefes de oficinas e demais profissionais ligados ao transporte rodoviário de carga. A publicação é distribuída em cooperação com postos de serviços rodoviários “ROD” (Rede Oficial de Distribuidores da Revista O Carreteiro). É proibida a reprodução total ou parcial de matérias sem prévia autorização. Matérias e artigos assinados são de responsabilidade dos autores e não representam a opinião da Revista O Carreteiro. Impressão e Acabamento: Grafilar. Distribuição gratuita nos postos de rodovia cadastrados no ROD.
ocarreteiro.com.br
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Fotos DIVULGAÇÃO
ENGATES MAIS RÁPIDOS
No início de maio, a Volvo Trucks divulgou na Europa o aumento de 30% na velocidade de engates da caixa câmbio I-Shift. Segundo a montadora, a maior rapidez foi obtida por meio de várias melhorias de itens eletrônicos, peças e sistema de mudanças. Segundo a montadora, uma das melhorias para obter ganho de velocidade nas trocas de marchas foi alcançado com atualização dos sensores que fornecem dados com maior precisão para a unidade de controle da caixa, a qual também recebeu um novo microprocessador para cálculos em menor tempo. A adição de um disco no freio na 6
caixa de velocidades proporcionou reações mais rápidas antes de uma troca e atua para o engate das marchas acontecer mais cedo. Houve também redução do ar aplicado aos garfos de mudança, da embreagem e também em outros sistemas de atuação. A primeira transmissão automatizada projetada para caminhões pesados da marca, a caixa I-Shift, foi lançada em 2001 e atualmente está na sexta geração, lançada em 2020. Todos os modelos pesados da marca, a diesel e elétricos, têm o sistema da caixa adaptado ao motor e aos componentes do veículo ainda na fase desenvolvimento.
Projeto conta com 32 contêineres para vendas de pneus sem rodovias, em 12 Estados
CONTÊINERES DE PNEUS Iniciado em 2020, o projeto da Dunlop de instalação de contêineres exclusivos para venda de pneus de carga segue em expansão com a instalação de mais 12 unidades no primeiro semestre deste ano. Foram 05 na Bahia, 04 no Paraná e Rio Grande do Sul e 03 em São Paulo, totalizando 32 pontos em 12 Estados. Segundo a empresa, esse ano serão entregues mais 05 contêineres, Ceará,
Espírito Santo, Mato Grosso e mais 02 no Estado de São Paulo. Implementado em parceria com os distribuidores locais, os contêineres da Dunlop são instalados em postos de combustível de rodovias. O objetivo desse modelo de negócio é oferecer agilidade no atendimento ao motorista de caminhão sem ele precisar sair da rota e se deslocar para dentro das cidades para a compra de pneus. ocarreteiro.com.br
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NOVA FASE DE TESTES O rodotrem basculante Randon Concept Trailer, desenvolvido para o agronegócio em parceria com a Volvo, Continental Pneus e Hyva do Brasil, iniciou nova fase de testes na frota da Coamo Agroindustrial Cooperativa, de Campo Mourão/PR. Trata-se do primeiro protótipo desenvolvido especificamente para o agronegócio e nesta segunda etapa o rodotrem está circulando na rota de ligação entre Campo Mourão e o Porto de Paranaguá, bastante utilizada pela Cooperativa. O objetivo principal dos testes é ter parâmetros eficientes para avaliar a 8
redução de consumo de combustível da composição com os veículos já utilizados pela cooperativa operando no mesmo trecho. O diretor-superintendente da Divisão Montadora das Empresas Randon, Sandro Trentin, lembrou que o Concept Trailer emprega diversas tecnologias e novos materiais, unidos em um conceito de sustentabilidade, resultando em mais segurança e capacidade de transporte, e que os testes de campo cumprem uma importante função na evolução do conceito que a Randon está apresentando ao mercado.
FLUIDO PARA RADIADOR Está chegando ao mercado um novo fluído de radiadores de caminhões e ônibus. Segundo a fabricante, o produto é para 650 mil quilômetros, 5 anos ou 8 mil horas de uso. Trata-se do Ipiranga Radiador Caminhão, recomendado também para outros veículos movidos a diesel, como utilitários, máquinas agrícolas e motores estacionários. Destinado também a radiadores de alumínio ou ligas de cobre e motores de ferro fundido ou alumínio, a função do produto é proteger todo o sistema de arrefecimento do veículo. O lançamento conta com inibidores de origem orgânica e tecnologia de carboxilatos
para proteção do arrefecimento contra ferrugem e incrustações no radiador e cavitação em bomba d’água. Além disso, devido a utilização da tecnologia orgânica proporciona eliminação da formação de depósito abrasivos. Sua formulação é isenta de fosfato, silicato, borato e aminas.
AJUDA A TRANSPORTADORAS A Fretebras divulgou em maio deste ano ter atingido a marca de R$ 140 milhões em financiamentos para transportadoras. O valor foi alcançado em menos de um ano após a plataforma online de transporte de cargas ter lançado sua operação de crédito. De acordo com o diretor da Fintech da Fretebras, Thiago Chueiri, as transportadoras estão embarcando de vez na busca de motoristas através de soluções digitais como uma forma de continuar atendendo clientes em todas as localidades. “O desafio é que as embarcadoras, donas das cargas,
passaram a pagar as transportadoras com prazos cada vez mais extensos, enquanto os custos da operação logística, como diesel, contratação de motoristas autônomos e manutenção da frota, são praticamente imediatos”. As transportadoras que atendem o ramo de construção foram as que mais buscaram capital de giro no período, com 32% do valor financiado", disse Thiago Chueiri. De acordo com a Fretebras, essas empresas buscaram crédito principalmente por conta do custo de mão de obra e despesas com equipamentos. ocarreteiro.com.br
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PROFISSÃO
RENOVAÇÃO DE FROTA
JOÃO GERALDO
A
expectativa de substituir o caminhão usado por um modelo zero quilômetro ou seminovo, por meio de um plano de renovação de frota do governo federal, ou do setor privado, acompanha há décadas a grande maioria dos caminhoneiros autônomos. Além de outros infortúnios vividos pela categoria, um dos mais contundentes é a idade avançada da frota, 10
especialmente pela baixa eficiência dos veículos mais antigos comparados aos modelos produzidos recentemente. De acordo com dados da Secretaria Nacional de Trânsito do Ministério da Infraestrutura, há mais de 3,5 milhões de caminhões em circulação no Brasil e cerca de 26% deles foram fabricados há mais de 30 anos. Programas de renovação de frota, entre outras tentativas para tornar o caminhoneiro autônomo mais produ-
Fotos DIVULGAÇÃO e ARQUIVO
Iniciativa para instituir um novo programa de renovação da frota de caminhões, em especial a do caminhoneiro autônomo, inclui a compra do veículo velho para desmonte e a busca de parcerias com empresas para o projeto decolar. A meta é tornar mais eficiênte a operação de transporte e reduzir emissões de poluentes
tivo, e melhorar sua qualidade de vida, equipando-o com caminhão mais novo, na prática não alcançaram até hoje o sucesso esperado pelos idealizadores. Entre os principais motivos, de sempre, constam o medo de não conseguir pagar as prestações, burocracia e exigências impostas pelos agentes financeiros, entre outras questões. Em maio do ano passado, quando o governo lançou o Gigantes do Asfalto, programa de apoio ao transporte rodo-
viário, prevendo mudanças nos limites de tolerância de peso por eixo, simplificação de documentos e investimentos em infraestrutura, entre outras propostas para facilitar a vida dos transportadores, havia também previsão da criação do Programa de Aumento da Produtividade da Frota Rodoviária via Medida Provisória, o que veio a contecer esse ano pela MP 1.112/2022. A proposta é a substituição gradual dos caminhões que rodam pelo País ocarreteiro.com.br
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PROFISSÃO
Equipamento para demonte de caminhões do programa Renovar, da concessionária Iveco Deva, instalado em Igarapé/MG
com poucas condições de uso e tecnologias ultrapassadas e assim tornar mais eficiente a operação do transporte, além de melhorar a qualidade de trabalho e de vida do caminhoneiro e promover a descarbonização por meio da redução das emissões de poluentes. Conhecido como Renovar, o programa tem por objetivo facilitar o acesso do pequeno transportador ao caminhão novo ou seminovo. Entre as ações se destaca a entrega do veículo antigo, pelo valor de mercado, para ser desmontado. Para a compra financiada de outro veículo, estão previstos juros e prazos facilitados, entre outras medidas que dependem ainda de regulamentação do governo federal e de Estados, bem co12
mo de empresas que irão se engajar ao projeto. Pela primeira vez, governos e setores privados deverão atuar juntos em um programa de renovação da frota de caminhões destinado a pessoas físicas e jurídicas. As operações serão realizadas via internet pela plataforma Renovar, priorizando os caminhoneiros autônomos a serem os primeiros transportadores atendidos pelo Renovar. O governo federal estima contar inicialmente R$ 500 milhões/ano de recursos para financiar o programa. Para obter recursos para o Renovar, a Medida Provisória 1.112/2022 muda quatro leis. Uma delas é 9.478, de 1997, que criou a ANP (Agência Nacional do Petróleo). A alteração permite as empresas destinarem recursos para o desmonte e destruição (como sucata) dos veículos pesados. O valor poderá ser descontado
Renovação da frota visa o aumento da eficiência dos transportadores e a redução das emissões
do total do investimento que essas empresas são obrigadas a fazer em áreas de pesquisa, desenvolvimento e inovação, entre 2022 e 2027. Também foi alterada a lei 9.503, de 1997, que instituiu o Código de Trânsito Brasileiro, cuja receita de arrecadação de multas poderá ser aplicada na melhoria das condições de trabalho dos caminhoneiros, segurança e no desempenho ambiental da frota. Até agora a receita era destinada exclusivamente para sinalização, engenharia de tráfego, policiamento, fiscalização e educação no trânsito. Outra lei alterada pela MP é a 10.336, de 2001, que criou a CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico sobre os combustíveis. Destinada ao financiamento de programas de infraestrutura de transportes, com a mudança a CIDE passa a incluir em suas ações a renovação da frota circulante.
Por último, a MP altera também o texto da Lei 11.080, de 2004, que criou a ABDI (Agência Nacional de Desenvolvimento Industrial). Com a mudança, entidade que atua em parceria com o governo federal em programas relacionados ao setor produtivo passará a prever ações de inovação, transformação digital e difusão de tecnologia e poderá também considerar como receitas adicionais a prestação de serviços pela operação da Plataforma Renovar. Até o fechamento desta edição da revista O Carreteiro, a Medida Provisória 1.112/2022 ainda aguardava análise nos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado, cujo texto do programa Renovar deverá ser votado até sua validade, em 29 de julho desse ano para se tornar lei. Em licitação para empresas aderirem ao Renovar, lançada em 2021 pela ABDI, ocarreteiro.com.br
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PROFISSÃO
Tentativas de reduzir idade média da frota de caminhões ocorrem há décadas no Brasil
que será a responsável por operar, captar recursos e disponibilizar a plataforma digital para realização das operações pelos interessados em aderir ao programa, a Iveco foi a vencedora. A montadora terá como parceira para testar a implementação do programa a concessionária Iveco Deva, localizada em Lavras/MG. A autorizada se encarregará de captar, desmontar e reciclar mais de 50 caminhões com mais de 30 anos de utilização. Para isso já conta com em estrutura própria instalada em área no município de Igarapé/MG. Autônomos e pequenos transportadores que ingressarem no programa receberão crédito entre R$ 20 mil e R$ 30 mil para a entrada na compra na concessionária de um modelo novo ou seminovo com motor atendendo às normas de emissões P7 (equivalente ao Euro 5). Para gerente de Licitações e Vendas Cor14
porativas da Iveco, George Carlotto, a renovação de frota continua sendo um ponto crucial para o segmento e deve ganhar fôlego a partir deste marco. Para a próxima fase vamos estruturar uma proposta mais robusta, com foco no médio e longo prazo”, acrescentou Carlotto destacando a maior competitividade para o setor de cargas e menor impacto dos gases nocivos no meio ambiente como principais benefícios a serem trazidos pela renovação da frota de caminhões. O projeto será ainda testado e aperfeiçoado pela Iveco. SONHO ANTIGO– No início da década de 1.990, entidades de classe como a Fetrabens (Federação dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens) e a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) já procuravam buscar junto ao governo
Foto SHUTTERSTOCK/SIDNEY DE ALMEIDA
federal soluções para a situação do autônomo. Uma das propostas à época foi a solicitação de isenção de impostos para a aquisição de caminhão no mesmo modelo que atendia aos taxistas. Em março de 2006, o BNDES lançou o programa Procaminhoneiro com R$300 milhões de recursos, podendo chegar a R$ 1 bilhão, com taxas de juros de até 13,5% ao ano para financiar caminhões novos e usados em até 84 meses. O veículo poderia ter até oito anos de fabricação e chassis e carrocerias produzidos no Brasil. No final daquele foram aprovadas 252 operações, além de outras 200 em análise nos agentes financeiros. Outra tentativa de viabilizar a renovação da frota veio em agosto de 20212 com alterações no programa Procaminhoneiro. O programa passou a financiar caminhões e semirreboques com até 15 anos de fabricação. Além do custo
Aquisição de implementos rodoviários também está prevista no Programa de Aumento da Produtividade da Frota
de financiamento ter sido reduzido para 2,5% ao ano, o prazo de pagamento foi ampliado para 96 meses e com opções de prestações com valor igual do início ao fim do financiamento, ou de prestações iniciais de maior com reduções ao longo do financiamento. As mudanças não provocaram o efeito esperado. De acordo com números publicados em 2021 pela a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), entidade que monitora o transporte rodoviário via RNTRC, registro obrigatório a todos os transportadores, os autônomos são donos de cerca de 900 mil caminhões com idade média acima de 20 anos, dos quais estima-se que mais de 450 mil tenham idade superior a 25 anos. ocarreteiro.com.br
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MONTADORA
TECNOLOGIA NO CA
Caminhão com direção autônoma em operação na colheita de cana não é novidade; trafegam em linha reta mas precisam ainda do motorista para realizar operações de frenagens e manobras. No entanto, as diversas vantagens desta em relação ao uso de trator-reboque estão provocando o aumento da frota nos canaviais 16
CANAVIAL A
JOÃO GERALDO
ssim como a tecnologia e a produtividade caminham de mãos dadas em praticamente todas as atividades, o caminhão também acompanha o compasso da evolução para proporcionar os melhores resultados nos diferentes setores onde sua aplicação seja elemento crucial. Um exemplo está nos modelos pesados com direção autônoma, os quais têm sido reconhecidos e destacados como solução vantajosa na colheita de cana de açúcar. Os resultados positivos da aplicação dizem respeito à comparação com uso de trator com reboque no transbordo da cana para caminhões que levam até as usinas. O Controlado por sistema que inclui o piloto automático, GPS e georreferenciamento em trechos do canavial mapeados, a tecnologia do veículo visualiza as linhas digitais da plantação e segue por elas ao lado da colhedora, com menos de 3 cm, margem impossível de ser atingida pelo motorista. Essa operação acontece sem interfência do condutor enquanto a máquina faz o corte, pica e lança a cana na sua carroçaria. Comparado ao conjunto trator-reboque, as vantagens desta tecnologia na-
Volvo VM 6x4 com direção Xxxx jorepe lendunt omro seSanta lovandra autônoma no canavial daquo usina siempre qiuestem vero mintia lindaguim Terezinha, Maringá/PR, em 2017atur martensis uapes rotten rubianne nuove ocarreteiro.com.br
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MONTADORA
Tecnologia conduz o caminhão por linhas no canavial de modo preciso para não pisotear brotos cana
colheita da cana são várias, a começar pela maior produtividade de cana. Com o caminhão autônomo a redução de perdas pode chegar a 10%, porque não há pisoteio das mudas durante a operação. Há vantagem também na redução de até 40% de consumo de diesel, de 40% no consumo de lubrificantes e de 30% nos custos de reparos e manutenção dos veículos no transbordo da cana. Outros benefícios destacados são os pneus 20% menores do que os do trator, característica que reduz a área de tráfego e aumenta a sua distância para a linha da planta, bem como maior velocidade no deslocamento para transbordamento e nas trocas de frente. Outros pontos são a vida útil de 8 anos do caminhão contra 6 do trator, considerando boas condições de manutenção; PBT menor (operando nas mes18
mas condições de transbordo do trator), menor compactação do solo, maior preservação da área de canteiro da cana e retomada mais rápida da operação nos período pós-chuvas, além de oferecer mais conforto para o motorista. A primeira montadora no Brasil a apresentar um caminhão com direção autônoma no canavial foi a Volvo, no primeiro semestre de 2017. O veículo, um VM 6x4 com pneus flutuantes foi desenvolvido pela área de engenharia avançada da montadora no Brasil, com apoio da matriz na Suécia. Cerca de um ano depois, 07 unidades com esta tecnologia entraram em operação na colheita de cana da Usina Santa Terezinha, em Maringá/PR. Outro modelo com direção autônoma é o Mercedes-Benz Axor 3131 8x4 e 6x4. Desenvolvido em parceria com a Grunner Tecnologia, o veículo foi anunciado
Mercedes-Benz Axor 3131 com direção autonôma foi desenvolvido em parceria com a empresa Grunner Tecnologia. Veículo opera em canaviais desde 2018 em setembro de 2018 pelo então CEO da companhia no Brasil, Philipp Schiemer. Na ocasião havia 02 unidades em operação. Outras 17 foram entregues em 2019, seguidas por mais 36 em 2020 e 237 no ano passado. Atualmente são cerca de 400 Axor operando na colheita de cana e outras atividades no setor canavieiro. O modelo mais recente com direção autônoma nos canaviais é o Scania P 280 8x4. O veículo foi apresentado ao público na Agrishow deste ano e assim como os veículos da Volvo e Mercedes-Benz, o caminhão da Scania atende ao nível 2 de automação (precisa do motorista para realizar operações de frenagens e manobras). O veículo é equipado com caixa de câmbio automatizada Optcruise de 14 velocidades e duas marchas superlentas para operar em sintonia com a colhedora de cana.
Scania P 280 8x4 foi apresentado pela primeira vez na Agrishow deste ano como solução da montadora para trazer vantagens na colheita de cana de açúcar ocarreteiro.com.br
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MERCADO
BENDITA SAFRA O agronegócio é responsável pelo maior volume de vendas de caminhões pesados no País, absorvendo mais de 40% das vendas das montadoras. Os extrapesados 6x4, para 57 e 74 toneladas de PBTC são os modelos preferidos pelos transportadores para o escoamento da safra de grãos
Fotos SHUTTERSTOCK e DIVULGAÇÃO
JOÃO GERALDO
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A
lém de colocar o País na posição de um dos maiores produtores de alimentos do planeta, o agronegócio se destaca cada vez mais como setor essencial para a economia brasileira, em especial devido aos altos volumes da safra de grãos, cujos milhões de toneladas colhidos anualmente são determinantes para alavancar as vendas de caminhões extrapesados. A demanda por veículos rodoviários de alta potência para a produção e escoamento de soja, arroz e milho, produtos que representam até mais
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MERCADO
Cavalcanti: cerca de 50% das vendas de caminhões Volvo são para o agronegócio
de 90% da estimativa de produção, tem sido fundamental para absorver mais de 40% das vendas anuais de caminhões no mercado brasileiro. O agronegócio é de fato o maior comprador de caminhões extrapesados, afirmam os executivos de vendas e de marketing das montadoras. Embora as quantidades possam oscilar para mais ou para menos, conforme a situação do mercado, os pedidos anuais para renovação e ampliação de frotas, em função da safra de grãos, principalmente, são normais aos transportadores. Tratam-se de compras bem planejadas, principalmente porque a programação e renovação são vitais para manter a rentabilidade produtividade do transportador. “O prazo de aquisição pode variar, dependendo do transportador e de suas 22
necessidades de renovação, porém, podemos dizer que os pedidos são feitos com pelo menos com seis meses de antecedência”, disse Alcides Cavalcanti, Diretor Executivo de Caminhões Volvo do Brasil. Ele acrescenta que em uma situação de mercado aquecido, como agora, o prazo pode ser ainda maior. Cavalcanti lembrou que o agronegócio compra caminhões também para o transporte de fertilizantes, hortifrutigranjeiros, cargas refrigeradas, carnes, derivados de leite e mais uma infinidade de outros itens vinculados ao mercado agrícola e insumos em geral. “Calculamos que este setor seja responsável por cerca de 50% das vendas de caminhões Volvo, considerando modelos pesados e semipesados”, complementou. De acordo com o diretor de Vendas
Ferrarez: renovação da frota é necessária para a produtividade e a rentabilidade
Nucci: tecnologia é imprescindivel para quem compra caminhões extrapesados
de Soluções de Transporte da Scania no Brasil, Alex Nucci, geralmente as programações são feitas para antes das safras e safrinhas, e variam de cliente para cliente, dependendo da demanda ou da necessidade de cada um. Conforme disse, além de o agronegócio refletir nas vendas de caminhões extrapesados, muitos clientes são parceiros da Scania em demonstrações e sugestões de melhorias dos produtos a marca. Nucci acrescentou que clientes de caminhões extrapesados consideram a tecnologia imprescindível aos veículos, especialmente aquelas que propiciam economia de combustível, segurança e melhor gestão dos dados e da operação, via conectividade. “Por isso estamos sempre na busca da melhoria continua e não esperamos um novo lançamento
para introduzir novas tecnologias. E os clientes estão sempre trocando experiências conosco e fazendo sugestões”, complementou. A importância do agronegócio para alavancar vendas de veículos extrapesados é comentada também pelo diretor de Vendas e Marketing Caminhões da Mercedes-Benz do Brasil, Jefferson Ferrarez. De acordo com ele, aproximadamente metade das vendas de caminhões no Brasil, bem como da Mercedes-Benz, são de modelos extrapesados. Reforçou que a renovação de frota é uma constante no setor, e também uma necessidade para manter a produtividade e a rentabilidade desejadas no transporte de grãos. “Afinal, a produção nacional é expressiva e constantemente bate recordes”, complementou. ocarreteiro.com.br
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MERCADO
Brandão: vendas de extrapesados acompanham o movimento da safra
Ferrarez disse ainda que os transportadores são muito profissionais, pois sempre planejam seus pedidos de compra, seja para renovação ou ampliação de frota, de acordo com as necessidades de cada um. “O cenário econômico e a safra são cruciais, temos clientes que fazem o planejamento já pensando na próxima colheita, enquanto outros colocam metas anuais para renovação ou ampliação”, ressaltou. Acrescentou que os impactos logísticos da pandemia fizeram todos os setores se planejarem ainda mais para poder atender suas necessidades. Com isso, as consultas para aquisições começam pelos menos com seis meses de antecedência”, concluiu. O crescimento de vendas de caminhões extrapesados acompanha o movimento de alta da safra, destacou o di24
retor de Marketing e Produto da Iveco para a América Latina, Bernardo Brandão. Ele também cita a necessidade de os transportadores manterem atualizada a frota para o transporte de grãos, destacando a procura por veículos principalmente nas regiões que englobam boa parte do agronegócio no País, como Sul, Sudeste e Centro-Oeste. “Podemos ter em 2022 um volume maior por conta da entrada em vigor, em 2023, da legislação Euro VI para todos os modelos de caminhões”, justificou. Brandão disse ainda que entre os extrapesados da marca Iveco o modelo mais indicado para esta operação de grãos é o Hi-Way 800S48TZ 6X4, assim como é apto também para o transporte rodoviário de cargas em geral, como por exemplo para segmentos do agronegó-
Schonhorst: mercado de caminhões está ligado ao PIB do agronegócio
Gambim: o agronegócio fortalece as projeções da indústria de caminhões
cio, alimentício e cargas refrigeradas. O gerente de Vendas de Extra Pesados da Volkswagen Caminhões, Bruno Schonhorst, também reforçou que o segmento tem por prática a compra programada de caminhões atrelada à safra de grãos, e normalmente com prazos entre 120 e 150 dias de antecedência. Ele destacou que o comportamento do mercado está diretamente ligado ao PIB do agro. “No entanto, a produtividade de todo o ciclo está em constante evolução; assim, esse segmento sempre demanda a evolução tecnológica dos caminhões e dos implementos rodoviários” explanou. Schonhorst destacou o avanço ano a ano do agronegócio com registros de safras recordes e a consequente demanda por veículos extrapesados como importante fator que puxa o segmento e alavanca o
crescimento do mercado. “Hoje, o agronegócio representa aproximadamente 40% de participação de mercado. Praticamente para cada dois caminhões vendidos, um é extrapesado”, afirmou. O cenário favorável do agronegócio fortalece as projeções também para fabricantes de modelos extrapesados instaladas no País há menos tempo, como é o caso da DAF Caminhões. Luis Gambim, Diretor Comercial da montadora, assegura que a marca está crescendo na participação da frota brasileira no agro e que isso comprova a qualidade e excelência dos caminhões da marca. O executivo comenta que para acompanhar esse movimento do mercado a rede de concessionários teve crescer em todo o País, encerrando 2021 com 52 pontos, cobrindo 100% do território naocarreteiro.com.br
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MERCADO
Volvo FH 540 se mantém há anos na posição de extrapesado mais vendido
O Scania R 540 apresenta reduçao de consumo de 20% em relação à geração anterior
cional. “Até dezembro desse ano, a DAF projeta ampliação da sua rede para cerca de 60 pontos, entre concessionárias e Lojas TRP. O desafio é ampliar a capilaridade da marca, aprimorar ainda mais o nosso serviço premium e estar mais próximo dos clientes”, afirmou. CAVALOS GRANELEIROS– Por ser o segmento mais rentável da indústria de caminhões, os modelos extrapesados seguem uma receita única a ser entregue aos clientes das diferentes marcas:
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avanços tecnológicos, segurança, eficiência, alto nível de qualidade, conforto, peças e serviços e mão de obra à altura das necessidades dos transportadores. E no caso específico de veículos para o escoamento de grãos no tiro longo, com semirreboques rodotrens e bitrens, os protagonistas são os cavalos mecânicos 6x4, e cada fabricante tem seu produto mais solicitado para essa operação. Tratando-se da Volvo, Alcides Cavalcanti ressalta que o FH é o caminhão mais procurado para carretas granelei-
Mercedes-Benz Actros se destaca como um dos extrapesados mais tecnológicos
ras e destacou o FH 540 6x4 é o modelo mais vendido em todas as categorias de caminhão desde 2019, bem como o usado mais comercializado devido menor desvalorização. O executivo citou também o FH 460 6x2, segundo mais vendido da marca, conforme afirmou, indicado para o transporte de cargas frigorificadas, bebidas e cargas industriais em geral. Cavalcanti disse ainda que a Volvo oferece vários pacotes de segurança otimizados para cada necessidade dos embarcadores e transportadores. “Hoje, os equipamentos mais procurados são o controle adaptativo de cruzeiro, frenagem de emergência, controle de faixa de rodagem e o sistema anti-L”, relacionou. No caso dos extrapesados Scania, o mais direcionado ao agronegócio é o R 540 6x4, primeiro cavalo mecânico da marca com motor de 540cv. O modelo estreou no mercado com a Nova Geração no final de 2018. “Desde então, ele tem ido muito bem", afirmou Alex Nucci relacionando a evolução dos emplacamentos: perto de 1.000 unidades em 2020 e 3.501 no ano seguinte devido às melhorias recebidas. Destacou também que os
cavalos mecânicos Scania extrapesados apresentam redução de consumo de até 20% em relação à geração anterior. A Mercedes-Benz, por sua vez, conta com cavalos mecânicos rodoviários extrapesados 6x2 e 6x4 das famílias Axor e Actros e modelos para demandas específicas. Jefferson Ferrarez explica que o maior volume de vendas concentra-se em modelos 6x4 devido à maior capacidade de transporte e ao uso de multicomposições que ampliam o volume transportado. Frisa ainda que os transportadores buscam em primeiro lugar eficiência e economia, por isso a tecnologia do caminhão é fator imprescindível. “Para atender a demanda, o Actros torna a tecnologia um excelente parceiro do motorista e do transportador. Esse caminhão utiliza diversos sistemas inteligentes e conectividade para potencializar sua condução e operação de transporte, visando economia e produtividade”, explicou. Ainda de acordo com Ferrarez, com base em sua inteligência e eficiência, como também na soma de todos os seus recursos, o Actros entrega até 12% de redução no consumo de comocarreteiro.com.br
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MERCADO
Iveco Hi-Way ficou mais econômico após receber pacote de melhorias técnicas
bustível e o menor custo operacional total (TCO) ao longo de sua vida útil. " Tecnologias que proporcionem alta potência e baixo consumo de combustível do caminhão são imprescindíveis para os transportadores", declarou Bernardo Brandão. Segundo o executivo de marketing e produto da Iveco, nesses quesitos, os pesados da marca evoluíram a partir de pesquisas com clientes e apoio da FPT Industrial. A montadora desenvolveu um pacote de melhorias técnicas que aumentaram de modo significativo o torque e a economia de combustível dos pesados e extrapesados. “Estas mudanças contemplaram a turbina, o coletor de escape, volante do motor e aumento da eficiência do sistema de arrefecimento, além da calibração geral de motor e da caixa de transmissão”, relacionou. Ainda de acordo com Brandão, com maior torque dos motores, o desempenho dos caminhões permitiu retomadas mais eficientes, resultando em menor tempo médio de viagem e maior produtividade. “Além disso, na linha Hi-Way, para otimizar os custos operacionais em todas as condições de 28
uso, o cliente tem a opção do “modo econômico”, acionado por meio da tecla ECO no painel, contribuindo para um menor consumo de combustível”, finalizou. Quando se trata de fatores indispensáveis no segmento de extrapesados, vários itens são valorizados, conforme lembrou Bruno Schonhorst, da Volkswagen. "A disponibilidade é fundamental para atender o ritmo do negócio, bem como a economia de combustível também é um fator importantíssimo que influencia diretamente no resultado operacional”, acrescentou. Conforto, segurança e performance também são indispensáveis a esse tipo de veículo", lembrou. “As funções eletrônicas disponíveis nos produtos desse segmento têm papel decisivo para trazer resultados positivos. Esse perfil de cliente tem um controle muito refinado de suas operações, e o TCO, que nada mais é que a junção de todos esses fatores, é o principal aspecto levado em consideração na hora de se decidir por uma aquisição”, concluiu Schonhorst. Há 40 anos produzindo caminhões no Brasil, a Volkswagen entrou no seg-
Linha Meteor, da Volkswagen, introduziu a marca no segmento de extrapesados
Novo DAF XF ficou entre os extrapesados mais vendidos em 2021
mento de extrapesados em setembro de 2020, com o lançamento linha Meteor, formada pelas versões 28.460 6x2 e 29.520 6x4, ambas alinhadas com as tecnologias exigidas pelo segmento. A DAF, por sua vez, estreou no Brasil em 2013 com a linha extrapesada, e desde então obtido tem se destacado no transporte de grãos. Gambim ressalta que em 2021 o XF foi o terceiro caminhão mais emplacado em sua categoria e esse ano segue nas primeiras posições entre os mais vendidos. O afiram que o cená-
rio positivo do agronegócio fortalece as projeções da indústria de caminhões no País e, consequentemente, da DAF. “Não é por acaso que os modelos pesados representam 50,9% do licenciamento total de caminhões, seguidos pelos semipesados, com 26,33%. A DAF está presente nos dois segmentos, dando o suporte necessário ao transportador com os Novos modelos XF e CF (pesado e semipesado, dependendo da motorização), nas versões rodoviária e o DAF CF também na versão off-road”, finalizou. ocarreteiro.com.br
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PNEUS
NOME DE NAVEGANTE Novos padrões de banda de rodagem e compostos formulados para oferecer tração e aderência, resistência a cortes e distâncias reduzidas de frenagem na chuva, baixo ruído, maior segurança e durabilidade, entre outras características, são pontos destacados pelo fabricante para sua nova gama de pneus identificada como Sestante 30
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esde o início de junho, está disponível no mercado os novos pneus de carga da Prometeon, cuja linha de produtos traz como proposta um melhor equilíbrio entre desempenho e custo operacional. Identificada como “Sestante”, a nova gama atende a operações de transporte realizadas por caminhões e ônibus em diferentes tipos de rotas e condições de rodagem. O nome sextante (com X no lugar do S), se refere a um antigo instrumento utilizado pelos navegadores e sua escolha, segundo a Prometeon, remete ao transporte, viagem e destinos a serem alcançados. A nova gama, informou a fabricante, é resultado do que há de mais moder-
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Fabricante afirma que a nova linha de pneus responde às necessidades mercado
no em inovações no seu portifólio tecnológico, competência e know-how no desenvolvimento de pneus e que aliam desempenho com foco especial na durabilidade e segurança. De acordo com a empresa, essa nova linha responde às necessidades de um mercado caracterizado por operadores e profissionais de transporte com suas demandas específicas e em constante evolução. Segundo o CEO da Prometeon para as Américas, Eduardo Fonseca, a gama de produtos Sestante representa um novo e importante passo à frente e também dá continuidade à estratégia multimarcas e multiníveis da companhia anunciada em 2019, na ocasião do lançamento da primeira marca proprietário Anteo. “Isso nos permitirá crescer e fortalecer nossa posição, por meio de mais ocarreteiro.com.br
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PNEUS
sinergias com a oferta de produtos e serviços", disse o executivo. Os pneus da gama Sestante são divididos entre as linhas Steer, Drive e Trailer para os diversos eixos de veículos entre 17,5", 20”, 22” e 22,5". Para atender as exigências dos transportadores e se posicionar no mercado de pneus de carga, todos os novos produtos são produzidos com uma formulação inovadora dos compostos e dos padrões de banda de rodagem, os quais melhoram as características de regularidade de desgaste e de resistência dos pneus a danos. De acordo com o Diretor de Pesquisa & Desenvolvimento da Prometeon para as Américas, Luiz Mari, o desafio pa32
ra desenvolver a gama Sestante era o de oferecer produtos de alto desempenho com durabilidade e confiabilidade garantindo vantagens econômicas para os parceiros da empresa. “Como resultado alcançamos um excelente nível, capitalizando o know-how na base da nossa oferta e integrando-a com inovações em projetos de banda de rodagem e materiais”, revelou. Ainda de acordo com Luiz Mari, os novos padrões de banda de rodagem e formulação dos compostos foram projetados para oferecer tração e aderência, resistência a cortes e lacerações também em rotas fora de estrada (vias de terra, cascalho e lama), aderência no molhado, distâncias reduzidas de frenagem na
Fabricante reforça que os novos padrões da banda de rodagem dos pneus da gama Sestante foram projetados para oferecer tração, aderência e resistência a cortes chuva e baixo nível ruídos no asfalto. O executivo reforçou que para garantir aos clientes o máximo retorno ao investimento, a Prometeon desenvolveu a gama Sestante™ totalmente apta para receber as bandas Prometec pelo serviço Pro Retread até a segunda reforma, caso o pneu seja avaliado e aprovado após inspeção técnica. Os pneus da família Sestante são produzidos nas fábricas da Prometeon de santo André, no ABC Paulista, e em Gravataí, região Metropolitana de Porto Alegre/RS, os novos produtos são disponibilizados em vários modelos e medidas (veja relação abaixo). Toda a gama de pneus Sestante™ já está disponível nos pontos de venda de
pneus da Prometeon em todo o Brasil desde o início de junho e podem ser encontrados nos seguintes modelos e medidas listados abaixo: MODELOS E MEDIDAS DA GAMA SESTANTE 9.00R20TT 140/137L Steer 10.00R20TT 146/143L Steer 11.00R22TT 150/146L Steer 215/75R17.5TL 126/124L Steer 275/80R22.5TL 149/146M Steer 295/80R22.5TL 152/148M Steer 295/80R22.5TL 152/148M Traction 10.00R20TT 146/143KM+S On-Off Multiaxle 11.00R22TT 150/146KM+S On-Off Multiaxle 275/80R22.5TL 149/146LM+S On-Off Multiaxle 295/80R22.5TL 152/148LM+S On-Off Multiaxle
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SEGURANÇA
INIMIGOS DA SEGURANÇA
Fotos SHUTTERSTOCK e ARQUIVO O CARRETEIRO
Sono e direção resultam em uma perigosa mistura, porque induzem o motorista a pensamentos desconexos e perda da percepção do caminho JOÃO GERALDO
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erca de 42% dos acidentes de trânsito no Brasil acontecem por motivos relacionados ao sono. A informação vem de pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), trabalho desenvolvido em parceria com a academia Brasileira de Neurologia e o Conselho Regional de Medicina. Assim como o álcool, sono e direção não combinam, por isso, não raramente resultam em acidente. É de conhecimento geral e todo profissional do volante sabe o quanto é arriscado dirigir com sono. Sob esta condição, o motorista perde maior parte de suas habilidades, sente dificuldade em manter os olhos abertos e focados na pista, além de ter os pensamentos desconexos e vagos. Este estado pode gerar descontração, levando o motorista a perder a percepção da sinalização de trânsito e do caminho. O doutor Geraldo Lorenzi Filho, médico e professor associado da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e diretor do laboratório de sono do Incor, diz que existem evidências científicas claras de que a sonolência pode gerar desconcentração e ocasionar acidentes. De acordo com o médico, sonolência e direção formam uma mistura muito perigosa porque aos pou-
cos o sono vai se instalando e a pessoa não percebe. “Como dirigir já faz parte da rotina de muita gente, o indivíduo pode não se dar conta de que está sonolento ao volante”, conclui o médico. No entanto, é preciso considerar que o sono pode ser afetado não apenas por longas jornadas ao volante, mas também por distúrbios e outros problemas a ele relacionados como a Apneia Obstrutiva do Sono (AOS) que fragmentam o sono, causa fadiga e sonolência durante o dia, diz Lorenzi Filho. Especialistas alertam que medidas como tomar café ou bebidas energéticas, lavar o rosto com água fria e e baixar os vidros das janelas do caminhão contribuem para manter o condutor alerta, mas na prática essas receitas não funcionam, pois seus efeitos são apenas momentâneos e não isentam o motorista das situações de curtos espaços de sonos com duração de até cinco segundos, suficientes para resultar em tragédia, tratando-se de caminhão. Pesquisas apontam que os horários com maior índice de acidentes são entre às 12h40 e 14h e também das 22h às 6 horas da manhã, sendo o período mais crítico entre 3h30 e 5h30. Quanto menos horas de sono maior é o risco de acidentes, comprovam as ocorrências. Nem todos os acidentes estão relacionados ao sono, mas muitos são causados por ele
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AUTOPEÇAS
CENTRO DE DIS T Tecnologia digital agiliza processos de centro de distribuição de peças automotivas, quadruplica a velocidade de atendimento e possibilita a movimentação mensal de 5 milhões de autopeças
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S TRIBUIÇÃO 4.0 O
Centro de Distribuição de autopeças da ZF Aftermarket no Brasil acabou de completar cinco anos de atividades com operação estruturada nos conceitos 4.0 e iniciativas de digitalização em todos os seus processos logísticos. Essa condição classificou a unidade brasileira como uma das mais avançadas e digitalizadas do Grupo ZF em todo o mundo. A divisão de pós-vendas da ZF responde globalmentepor 7% dos negócios do Grupo. Localizado em Itú/SP, e com área de 21.000m², o CD movimenta mensalmente 5 milhões de entradas e saídas de autopeças de 40 linhas de produtos divididas em 16 mil diferentes itens das marcas Sachs, TRW, Wabco e Lemförder. São componentes de variados tamanhos e tipos destinados a veículos pesados, leves, equipamentos fora de estrada e máquinas agrícolas, além de reversores marítimos. Os embarques seguem para mais de 750 pontos da América do Sul. Vários equipamentos utilizados na operação são robotizados e permitem integração de dados, bem como a aplicação de soluções digitais e de automação. Desde o final de 2021, a tecnologia possibilitou a retirada definitiva de papéis das operações do CD. Segundo Bruno Silva, Gerente Sênior de Operações da ZF Aftermarket, as otimizações e transformações digitais baseadas em Big Data, IoT - Inteligência Artificial e Machine Learning, têm trazido cada vez mais eficiência à logística de peças da empresa na América do Sul. Os sistemas operacionais adotados ocarreteiro.com.br
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PROFISSÃO
Elevadores automáticos quadruplicaram a velocidade de atendimento de pedidos
impactaram diretamente no modo de trabalho dos operadores e equipes de apoio (cerca de 150 pessoas) voltadas a compras de materiais, qualidade, planejamento e operações do Centro de Distribuição. Para cada uma das atividades desenvolvidas passaram a ser utilizados recursos digitais, desde as operações de recebimento, armazenamento, embalagem e separação até a expedição final do pedido para o cliente. Bruno Silva acrescenta que o armazém conta com cinco elevadores automáticos capazes de quadruplicar a ve38
locidade do atendimento de pedidos. O sistema facilita a preparação de pedidos por indicações de lasers, sem necessidade papéis. “Além disso, há máquinas de embalagens automatizadas para separação de peças a partir de comandos de voz dos operadores, entre inúmeros outros avanços”, complementou. GÊMEO VIRTUAL – Em meados de abril, foi integrado ao Centro de Distribuição um sistema que produz réplicas virtuais dos processos para simular as melhores versões de trabalho na realidade. De acordo com Silva, essa tecnologia permite a análise de todo o armazém em um ambiente totalmente virtual, além da introdução de elementos ou mudanças estratégias que podem ser aplicadas no ambiente físico promovendo melhorias constantes. “Esse sistema nos permite repre-
sentar virtualmente os processos logísticos pelos quais passa um produto, desde o momento da entrada no armazém até sua expedição. Assim, conseguimos obter as informações necessárias para identificar os pontos fortes e fracos das etapas da operação”, explicou. Em outras palavras, o Gêmeo Digital possibilita testar novas situações antes de colocá-las em funcionamento real, identificando pontos que podem ser melhorados e prever erros, entre várias outras vantagens que impactam fornecedores e clientes. Em 2021 a empresa obteve crescimento superior a 26% no mercado brasileiro de reposição. Um dos principais motivos do impacto positivo no resultado das vendas para o mercado de reposição foi a alta das vendas de veículos de passeio usados. A perspectiva para esse é de avançar aproximadamente mais 12%.
Equipamentos e transformações digitais têm trazido cada vez mais eficiência à logística de peças do Centro de Distribuição, disse Bruno Silva ocarreteiro.com.br
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TECNOLOGIA
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CORTANDO VENTO
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Oferecido como solução adicional para redução de consumo de combustível, pacote aerodinâmico para o Volvo FH reúne dispositivos instalados na cabine, configuração de tração, distância entre-eixo e relação de diferencial JOÃO GERALDO
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custo do combustível este ve sempre entre os maiores valores na planilha do transportador rodoviário de carga. Isso não é novidade, assim como também não é que essa conta ficou mais pesada ainda com os frequentes aumentos de preços aplicados ao óleo diesel desde o ano passado. Além do transportador, redução de consumo passou a ser item essencial também para fabricantes de caminhão, com a oferta de diferentes recursos técnicos para proporcionar economia além do modo de condução. Uma das soluções para se gastar menos combustível é a melhoria da aerodinâmica por meio de dispositivos que permitam o veículo trafegar com menos resistência do ar. Transportadores e motoristas entendem a importância do arrasto aerodinâmico do do caminhão quando se trata de redução de consumo.
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TECNOLOGIA
A busca da melhor aerodinânima começa no desenho da cabine de cada novo caminhão. Mais ganhos são possíveis com dispositivos que ajudam o ar fluir ao redor do veículo Por conta dessa necessidade, a Volvo passou a oferecer um pacote aerodinâmico exclusivo para linha FH. Identificado como Pacote Aero, segundo a montadora a solução permite a obtenção de economia de combustível de 3% a 8%. Composto por defletores laterais, defletor de teto, spoiler dianteiro, defletores de chassis e de para-lamas traseiros integrais e dianteiros envolventes, o pacote conta também com a retirada do para-sol (acima do para-brisa). Além disso, pontos específicos da cabine tiveram as frestas tampadas e o fluxo de ar alterado para o ar fluir melhor pelo veículo. A redução de consumo anunciada pela montadora está atrelada também à configuração da carreta e, opcionalmente, ao posicionamento do tanque de Arla32 atrás da cabine. Essa medida tam42
bém permite a instalação de tanques de combustível maiores. No caso do cavalo mecânico FH 6X2, o ideal para obter 8% de economia é com a relação 2,85:1 (longa). Em outras configurações de eixo do modelo, a redução de consumo é menor: 5% para o cavalo 6x4 e de 3% na versão 4x2. Para não haver engano, a configuração de tração (6x2, 6x4 e 4x2), para se obter os melhores resultados pode ser analisada pela consultoria técnica da Volvo. Segundo a engenharia da montadora, a maior redução de consumo do cavalo mecânico 6X2, com relação mais longa, se deve à velocidade final um pouco maior obtida dentro da faixa verde de rotações. Dependendo da carga e da rota percorrida, há ganho também na operação com o motor do veículo traba-
FUNÇÕES DO PACOTE AERO DEFLETORES DE AR LATERAIS Segundo a Volvo foram desenvolvidos em testes no túnel de vento e nas estradas, em conjunto com o design da cabine do Volvo FH, para proporcionar baixa resistência aerodinâmica do cavalo-mecânico e da carreta e assim reduzir o consumo de combustível. DEFLETORES DE CHASSI De acordo com a engenharia da Volvo, a aerodinâmica ao longo do chassi é importante porque quanto mais fluído o ar percorrer a composição, menor arrasto ao movimento o veículo terá. Esse dispositivo atua em harmonia com os demais itens aerodinâmicos do Pacote Aero. DEFLETOR DE TETO Esse elemento leva em conta todo o formato aerodinâmico da cabine. Veículos com implementos rodoviários mais altos que a cabine se beneficiam com expressivo ganho aerodinâmico.
O dispositivo deve ser ajustado de acordo com a altura do implemento. SPOILER DIANTEIRO Esse dispositivo é uma extensão do para-choque dianteiro e sua função como elemento aerodinâmico é direcionar o ar por baixo do caminhão contribuindo para a diminuição da turbulência. PARA-LAMA DIANTEIRO ENVOLVENTE SUa função é contribuir para redução da turbulência na região das caixas de rodas dianteiras, trabalhando em equilíbrio com o spoiler dianteiro e os defletores de chassi. PARA-LAMA TRASEIRO INTEGRAL Além da contribuição aerodinâmica com a redução da turbulência entre a cabine e o implemento, contribui na manutenção da limpeza do conjunto e também traz ganhos estéticos.
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TECNOLOGIA
OUTROS RECURSOS Os caminhões Volvo das linhas FH, FM e FMX trazem também como tecnologia para redução de consumo novo dispositivo "Modos de Condução", com cinco opções (econômica, standard, performance, off-road e heavy duty, também dependendo da versão do veículo. Para obter economia de combustível, a inteligência da transmissão I-Shift que atua em diferentes situações mudando pontos e rotações das trocas de marcha. Outra tecnologia da marca para reduzir consumo de combustível, também
Montadoras utilizam túnel de vento para desenvolver veículos que sofram menos resistência do ar quando em movimento 44
presente em caminhões de outros fabricantes, é o sistema que utiliza a conectividade do caminhão para identificar antecipadamente a topografia da estrada e escolher de forma automática as melhores marchas para cada trecho. Identificado na Volvo como I-See, os dados da rota são recebidos antes do veículo passar por ela. Outro recurso tecnológico é a função I-Roll da caixa de câmbio I-Shift, que identifica quando o caminhão pode trafegar em ponto morto para aproveitar o embalo nas descidas.
lhando em rotações mais baixas. "A economia é obtida devido ao menor arrasto do conjunto cavalo mecânico e carreta após a instalação do pacote aerodinâmico. Alguns itens ajudam inclusive a reduzir a resistência do ar no implemento, porque um dos objetivos do pacote completo é diminuir a turbulência do ar que pode ocorrer entre o cavalo-mecânico e a carreta", explicou o gerente de engenharia de vendas da Volvo, Jeseniel Valério. Os ganhos em economia podem variar conforme aplicação, tipo de implemento, rota, topografia e velocidades, entre outros itens. Trata-se de uma recriação na área de aerodinâmica não somente do cavalo mecânico, mas de todo o conjunto incluindo o semirreboque, conforme adicionou o engenheiro de vendas da Volvo, Júlio Lodetti. “Os benefícios são muitos: economia de combustível, aerodinâmica, mais segurança e conforto, diminuição do atrito de rodagem, design e diferenciação da parte externa, além de ganhos ambientais”, concluiu.
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DE VENTO EM POPA
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s vendas da Iveco nos primeiros cinco meses de 2022 mostram acerto na estratégia adotada pela empresa nos últimos anos para alavancar o crescimento da marca no País. Os resultados positivos se devem principalmente a ações como investimentos, aprimoramento de veículos, serviços, rede de concessionárias, atendimento e novos produtos. Já no final do primeiro trimestre, a empresa celebrou o crescimento de 77,7% em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto o mercado cresceu 3%.
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No fechamento de abril, apesar do volume de emplacamentos da marca ter caído 17,3% em relação a março, no acumulado do ano os 3.400 veículos licenciados ficaram 61,9% acima das 2.100 unidades alcançadas em 2021. Ainda em relação ao desempenho no primeiro quadrimestre deste ano, além da Iveco, entre as grandes montadoras somente Volkswagen e Volvo registraram resultados positivos no período em relação ao ano passado, com respectivas altas de 7,1% e 27%. Os resultados positivos obtidos pe-
la montadora seguem uma tendência de crescimento de vendas registrados em anos anteriores. Em 2018, o volume de emplacamentos da marca cresceu 44,8% em relação a 2017, havendo avanço também no ano seguinte de 39,6%, seguido de 30,2% em 2020 e de 69,6% em 2021. Em números absolutos, o volume de licenciamentos da marca saltou de 1.924 unidades em 2017 para 8.590 no final de 2021. Para o presidente da companhia no Brasil e América Latina, Márcio Querichelli, por trás das boas notícias exis-
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A Iveco atravessa uma de suas melhores fases desde o início de suas atividades no País, em 1997. A montadora encerrou o primeiro quadrimestre de 2022 na inédita terceira posição no ranking de licenciamento de veículos comerciais com PBT acima de 3,5 toneladas e garante estar preparada para seguir na rota de crescimento
Por trás das boas notícias há um trabalho permanente para satisfazer os clientes da marca, afirmou Márcio Querichelli ocarreteiro.com.br
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MONTADORA
te um incessante trabalho do time da Iveco para atuar em diferentes frentes, sempre com o objetivo de satisfazer necessidades e expectativas dos clientes. “Esse resultado é fruto de um planejamento estratégico de longo prazo muito bem estruturado, e também de uma mudança completa de postura da marca”, afirmou o executivo, reforçando que a montadora agora é integrante do Iveco Group, o qual gerencia unidades de produção em sete países na Europa, Ásia, África, Oceania e América Latina. No comando das operações da com-
Fábrica da Iveco em Sete Lagoas/MG
Iveco Hi-Road, lançado no final de 2018, trouxe avanços à oferta de pesados da marca
panhia na América do Sul desde abril de 2020, Querichelli atribui os resultados também à qualidade dos veículos e serviços em todas as faixas de mercado para os clientes da marca, dos modelos semileves aos extrapesados e em todo o território nacional. Em 2021, os licenciamentos da Iveco avançaram 69,6%, com maior crescimento no segmento de caminhões médios (104,6%), seguido pelos pesados, com avanço de 95,1%. No início desse ano, a montadora apresentou o Daily F1C MAX, equipado com motor atendendo às normas do 48
Crescimento das vendas se deve também à melhoria dos serviços nas oficinas da rede
Proconve P8 (equivalente ao Euro VI) bem como anunciou o investimento de R$ 1 bilhão para as atividades da companhia na América Latina. Outro movimento da empresa foi a exposição pública do primeiro caminhão pesado da marca, um cavalo mecânico Hi-Way, movido a biometano e gás natural. Previsto para ser o primeiro modelo da marca no Brasil com essa opção de combustível, o veículo foi apresentado em Brasília, em março desse ano, durante assinatura do decreto do Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimen-
Painel do HiRoad alinhado com o mercado
to da Infraestrutura (Reidi) para o biometano. O veículo é parte integrante do programa da Iveco “Brasil Natural Power”, e seu desenvolvimento segue em testes com clientes-chave da marca. O diretor de Marketing e Portifólio de Produtos Iveco para a América Latina, Bernardo Brandão, lembra que a montadora já possui um amplo portifólio de veículos movidos a gás natural e biometano fora do País. Disse que o programa Brasil Natural Power conta com diversos parceiros estratégicos para o desenvolvimento em conjunto do gás natural, principalmenocarreteiro.com.br
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te o biometano como um combustível operacionalmente competitivo para os transportadores. REDE DE CONCESSIONÁRIOS– A expansão da rede Iveco também continua em andamento, com a meta de ultrapassar os 100 pontos de atendimento no território nacional até o final de 2021. “Estamos preparados para encarar os desafios do mercado. Isso prova que a gente não para de crescer e não para de O extrapesado Hi-Way é o primeiro caminhão Iveco movido a gás previsto para o Brasil. O presidente da montadora destaca a liderança da marca na Europa com essa solução e afirma que chegou a vez de implementar essa tecnologia aqui no País trabalhar com foco total no cliente”, concluiu Brnadão. Em maio desse ano a Iveco inaugurou a Andes Motor unidade localizada em Pudahuel, no Chile, responsável pela comercialização das linhas Daily, Tector, S-Way e Trakker Hi-Land, este último para segmentos off road, como construção e mineração. O portifólio de veículos inclui modelos movidos a GNV (Daily, Tector e Hi-Way). A concessionária atende também ao mercado peruano. 50
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Mercedes-Benz do Brasil atingiu no final de maio a venda de 10 mil veículos com modificações desenvolvidas pelo seu Centro de Customização de Caminhões (CTT), instalado dentro da fábrica de São Bernardo do Campo/SP. Esse volume inclui modelos de todas as linhas produzidas pela montadora no País (Accelo, Atego, Axor, e Arocs) e do total cerca de 8 mil foram vendidos no mercado brasileiro. Outros 2 mil foram exportados, dos quais cerca de 50% para países da América Latina e os demais para mercados de outros continentes onde marca tem atuação. Os veículos são desenvolvidos por equipe formada por engenheiros, técnicos e operadores de produção com experiência em fabricação de protótipos. O CTT conta com apoio do Centro de Customização da Daimler Truck, na França, e em parceria as equipes estão preparadas para atender solicitações ou modificações em veículos de série, conforme solicitação de clientes.
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Centro de Customização de Caminhões da MercedesBenz modifica veículos para deixá-los mais adequados à aplicação
Em alguns casos, as alterações passam a ser oferecidas ao mercado com montagem diretamente na linha de produção de caminhões. Um desses casos é o Pacote Robustez desenvolvido originalmente para o Atego fora de estrada e que passou a ser disponibilizado também para a linha Axor. A Mercedes-Benz oferece também kit de peças para implementação de 4º eixo nos dois modelos. O pacote Robustez inclui itens como parachoque dianteiro tripartido, para permitir maior ângulo de entrada; grade metálica de proteção do farol; reposicionamento da luz de seta; primeiro degrau da cabina em metal e nova posição do suporte para placa, para facilitar acesso ao engate do cambão. O CTT promove mudanças também para reduzir a tara do caminhão e várias outras soluções visando a aplicação do veículo, como é caso do Arocs 8x4, para o qual foram desenvolvidos uma série de itens para deixá-lo mais adequado à operação na mineração (JG). ocarreteiro.com.br
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CARGA URBANA
MAIS POTÊNCIA, MENOS GASTOS
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Equipado com motor de 150cv, o Sprinter Truck é dimensionado para 3,5 toneladas de PBT
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A nova linha MercedesBenz Sprinter chassi cabine e furgão 2023 traz como principal novidade o motor Euro VI de maior potência e mais econômico. Com 7,5% de aumento no preço em relação à versão anterior, os veículos começaram a ser entregues aos clientes em maio
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om a chegada da fase P-8 do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve), os veículos semileves movidos a diesel (chassis-cabine, furgões e vans) produzidos a partir deste ano passaram a ser equipados com motores menos poluentes, de maior potencia e mais econômicos, especialmente no quesito consumo de diesel. O lançamento mais recente para este segmento é o Mercedes-Benz Sprinter Street, cuja família de produtos completa em agosto deste ano 25 anos de presença no mercado brasileiro. Neste período foram vendidas mais de 31 mil unidades no mercado brasileiro. A identificação 315 CDI faz alusão às 3,5 toneladas de PBT e aos 150cv de potência do motor OM654, propulsor substituto do OM651, de 143cv. Produzida inicialmente nas versões chassi cabine e furgão de carga, a nova Sprinter Street da linha 2023 começou a ser entregue aos transportadores em maio. Segundo a Mercedes-Benz, a economia de combustível da nova linha em relação à anterior chega a ser de até 6% no uso urbano e de 11% em rodovias, dependo da aplicação, rota, condições climáticas, velocidade de condução, combinação de carga e qualidade do diesel. Produzido na Argentina, o motor na versão OM654 atende a quatro principais requerimentos técnicos exigidos pela Mercedes-Benz: potência, menos peso (168kg), baixo nível de atrito e máximo desempenho. Na Europa este propulsor está em uso desde 2016. A construção desse motor reúne soluções técnicas como turbo de geometria variável e um balanceador identifiocarreteiro.com.br
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CARGA URBANA
Em 2022 a linha Sprinter completa 25 anos de presença no mercado brasileiro, com mais de 31 mil unidades vendidas
cado como "lanchester", cuja função é manter a suavidade da rotação e reduzir sua altura. O bloco em alumínio, ao invés de ferro fundido, reduziu seu peso em 31 quilos em relaçao ao OM651. O sistema de distribuição desse propulsor foi desenvolvido para promover ajuste e regulagem mais finas, bem co54
mo melhorar a distribuição do líquido de arrefecimento e do diesel na câmara de combustão. O bico injetor, de maior potência, trabalha em três faixas de operação para que a dosagem de combustível seja exata, entregando somente a quantidade necessária de diesel. A tecnologia de pós-tratamento reúne os sistemas EGR (recirculação dos gases, com parte deles reaproveitada na combustão) e o SCR (Selective Catalytic Reduction), que necessita de Arla32 para transformar os gases que poluem o meio ambiente em materiais não nocivos, como nitrogênio e água. A caixa de câmbio, por sua vez, é a mesma unidade manual de seis marchas da linha anterior, bem como o chassi,
Nova Sprinter Street oferece performance superior, afirma Carlos Garcia, presidente e CEO da Mercedes-Benz Cars & Vans suspensão, entre-eixos e itens de segurança ativa já disponibilizados na 314 CDI. "A nova linha Street com o motor OM654 oferece uma performance superior, com mais economia. É a combinação perfeita para um motor mais eficiente e robusto, proporcionando agilidade e conforto em todas as demandas do cliente", disse Carlos Garcia, presidente e CEO da Mercedes-Benz Cars & vans Brasil. Com a nova motorização, a linha Sprinter Street sofreu reajuste de 7,5% no preço. O pessoal de vendas da Mercedes-Benz afirma que o aumento é compensado pela economia de combustível proporcionada pelo novo motor, cuja eficiência já está testada e comprovada em outras partes do mundo devido
ao seu tempo no mercado. O objetivo da montadora com os novos produtos é aumentar em 10% a participação da marca no segmento em relação a 2021. Os preços públicos sugeridos são a partir de R$ 239.600,00 para os modelos chassi-cabine (Sprinter Truck) e a partir de R$ 249.000,00 para o furgão. ocarreteiro.com.br
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NOVA GERAÇÃO NAS ESTRADAS
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Produzido em série desde o dia 01 de junho, o novo pneu de carga da Goodyear, identificado como KMax S GEN2, chega ao mercado com a promessa de proporcionar maior rendimento quilométrico e vários outros benefícios ao transportador devido principalmente à tecnologia empregada em sua construção JOÃO GERALDO
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ada vez mais, os fabricantes de pneus de carga têm disponibilizado ao mercado produtos capazes de proporcionar maior rendimento quilométrico e redução do consumo de combustível, entre outros benefícios que possam contribuir para redução do custo dos transportadores rodoviários. O pneu está entre os maiores custos da operação, seja do grande, médio ou pequeno frotista, principalmente do caminhoneiro autônomo. Por esse motivo, cada nova geração traz impreterivelmente atributos e vantagens para o transportador. É justamente dentro dessa regra do mercado que a Goodyear está lançando uma nova geração de pneus para caminhões e ônibus, com a promessa de proporcionar vida longa e alta quilometragem. Trata-se do KMax S GEN2 (segunda geração do KMax S), desenvolvido com novas tecnologias para oferecer melhor performance durante sua vida total. O novo produto chega ao mercado sete anos após o lançamento primeira geração, em 2015 e segundo a fabricante, foi testado e aprovado por grandes frotistas. De acordo com gerente de Marketing da Goodyear no Brasil, Fabio Garcia, o KMax S GEN2 conta com banda de rodaocarreteiro.com.br
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gem mais larga, a qual proporciona melhor dirigibilidade ao veículo. Além disso, o composto de borracha entrega maior quilometragem e desgaste mais regular devido à tecnologia de raias interligadas IntelliMax Rib, a qual melhora a resistência ao rolamento e aderência em piso molhado. “Esse novo pneu tem vários atributos imbatíveis, como carcaça resistente, garantia de sete anos, chip integrado de fábrica e as várias tecnologias desenvolvidas para esta nova geração. O KMax S GEN2 chega para ser uma excelente opção aos frotistas”, assegura. Ainda segundo Garcia, quando comparado com a primeira geração, esse novo produto apresenta vários diferenciais, com destaque para capacidade de 11% a mais de quilometragem duran-
te sua vida útil. Segundo cálculo da fabricante, esse percentual adicional pode ser traduzido em mais de 750 toneladas de grãos transportadas, tratando-se de transportadores que atuam no segmento graneleiro. No caso de operação com ônibus, representa mais de 2 mil passageiros transportados. Garcia lembra que as várias condições e tipos de aplicações encontradas no transporte rodoviário, como viagens de curtas e médias distâncias, diferentes tipos de relevo e de condições de rodagem e cargas transportadas exigem pneus que garantam maior quilometragem. "Isso não somente na primeira vida, ou em banda original, como também de uma carcaça resistente que permita maior quilometragem na vida total do pneu e, consequentemente, reduzindo o custo por quilômetro rodado", adicionou. A quantidade de recapagens, ponto de grande interesse por parte dos transportadores, também é destacada por pelo executivo da Goodyear como mais um diferencial a ser levado em conta graças à carcaça reforçada com quatro cintas de aço do novo produto. Assim como outros pneus de carga produzidos pela fabricante, o KMax S GEN2 disponibiliza identificação por radiofrequência, por meio de chip integrado em sua parte interna na própria fábrica. Identificado como RFID, o dispositivo é item opcional e permite o monitoramento, gerenciamento e controle total dos pneus de uma frota por meio do Control Max. Banda de rodagem mais larga, carcaça reforçada e vida útil maior estão entre os atributos do novo pneu
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MONTADORA
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TIRO CERTO
As vendas de caminhões extrapesados Volkswagen da linha Meteor têm sido motivo de comemoração da montadora. Lançada em setembro de 2020, até maio desse ano foram emplacadas mais de 5 mil unidades e a partir do segundo semestre o modelo será vendido também na Argentina JOÃO GERALDO
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ntre o lançamento dos modelos Volkswagen 11.130 e 13.130, no início da década de 1980, e os modelos produzidos pela marca hoje, muitos produtos para diferentes faixas de 60
carga e segmentos, e até mudanças de nome, fizeram parte da trajetória da montadora. Atualmente, os caminhões e ônibus da marca rodam em mais de 30 países de diferentes continentes. Um dos mais importantes lançamentos da empresa, a linha Meteor, que inseriu a
marca no segmento de cavalos mecânicos extrapesados, superou em maio desse ano 5 mil unidades licenciadas. O volume de vendas dos modelos extrapesados menos de dois de anos após terem sido lançados, foi motivo de comemoração da Volkswagen principalmente por tratar-se de produtos para atender um segmento novo para a marca, no qual o atendimento ao cliente é diferenciado de caminhões de outras categorias do mercado. Até o lançamento da família Meteor, os modelos mais potentes produzidos pela montadora em Resende/RJ, eram os cavalos mecânicos da linha MAN TGX, os quais atualmente são produzidos somente sob pedidos. De acordo com Ricardo Alouche, vicepresidente de Vendas, Marketing e Serviços da VW Caminhões e Ônibus, quando os VW Meteor foram lançados já se sabia da tendência de crescimento do mercado brasileiro de extrapesados, por isso a decisão de inovar. “São um sucesso absoluto e não poderia ser diferente, pois são o resultado de toda a nossa expertise em mercados emergentes, com produtos sob medida e o conceito de ‘menos você não quer, mais você não precisa’. Um sucesso absoluto e não poderia ser diferente. Que venham os próximos mil”, comemorou o executivo. Os cavalos mecânicos VW Meteor 28.460 e VW 29.520 são disponibilizados com oito bolsões de ar em ambos os modelos, seja no 6x2 ou no 6x4. Os veículos oferecem também opção de distância entre eixos de 3.200, 3.400 ou 3.600 mm, de acordo com o implemento para a melhor distribuição de carga na sua aplicação. A suspensão pneumática conta com um sistema inteligente de leitura da carga transportada por eixo, e com a pos-
Volkswagen Meteor 28.460 em exposição na Expoagro, na Argentina, este ano sibilidade para redistribuição de forma a equilibrar o peso em cada eixo. Por controle remoto, o motorista tem a opção de programar os bolsões de ar para ajustar a altura do implemento durante a carga ou descarga do veículo. Atualmente a versão mais vendida Meteor é a 29.520 6x4, para aplicações no agronegócio e transporte de longa distâncias em geral. Alouche adiantou que no segundo semestre deste ano Volkswagen Caminhões e Ônibus iniciará a oferta do VW Meteor 28.460 6x2 na Argentina. O modelo foi apresentado na Expoagro, a feira rural mais importante do país, em março desse ano. “Historicamente a Argentina é nosso maior mercado de exportação, com grande potencial para os caminhões e ônibus Volkswagen. Essa foi a primeira vez que levamos o Meteor para apresentação no exterior, e a escolha pela Argentina ratifica nossa decisão de continuar investindo no desenvolvimento do mercado do país”, concluiu. Desde maio desse ano, a então Volkswagen Caminhões e Ônibus, que também já foi também MAN Latin America, passou a se chamar Volkswagen Truck & Bus. A nova razão social foi anunciada dia 18 de maio, na Suécia, durante reunião do Grupo TRATON, com investidores e analistas. ocarreteiro.com.br
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atrás”, disse Douglas Pina, Diretor-Geral de Mainstream da Divisão de Frota e Mobilidade da Edenred Brasil. De acordo com análise regional, o Norte lidera o maior preço médio para o diesel comum, comercializado a R$ 7,43, e a maior alta no preço, de 4,83%. Os postos da região também registraram a média mais cara para o diesel S-10 (R$ 7,56), com alta de 4,03%.
Hoje é dia de parabenizar aqueles que transportam pelo país todo! 30 de junho – dia do Caminhoneiro GAN 15% D HE ESCO saiba m NTO
TUDO QUE VOCÊ USA OU COME JÁ ESTEVE NUM CAMINHÃO SEGURANÇA Entre as novas resoluções do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), publicadas em março desse ano, e normas recém-publicadas do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO) constam mais de 50 pontos que os motoristas, transportadoras e donos de veículos precisam estar atentos. São itens como a instala-ção de protetores laterais, normatização para modificação de veículos, faixa refletivas, indicadores de desgaste dos pneus são alguns dos temas abrangidos por 49 novas resoluções do Contran.
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PNEU REFORMADO A alta superior a 100% do preço da borracha no mercado internacional em 2021, valorizou o profissional da reforma de pneus junto ao setor do transporte. A observação é de Giulio Claro, diretor da NSA Pneus, empresa especializada em reforma há mais de 70 anos. Ele lembra que o valor de uma reforma representa, em média, menos de 40% do valor da compra de um pneu novo, e com igual desempenho quilométrico, ou superior quando comparado às marcas de preço baixo. “O reformador é um grande aliado da economia na conta de pneus do frotista”, afirmou.
NÃO É A CERCA QUE SEGURA O BOI NO PASTO, E SIM O QUE ELE COME REDUÇÃO DE CO2 A Michelin trabalha para reduzir em 15% as emissões de CO2 em suas operações logísticas até 2030. Chamada de “Tudo Sustentável”, a estratégia prevê o desenvolvimento de ações além dos pneus, alcançando a neutralidade de carbono até 2050. A logística da empresa trabalha para que os produtos sejam recebidos
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e entregues no lugar certo, no prazo definido e na quantidade solicitada. O modelo prevê entregas diretas aos clientes e ampliação da capacidade no transporte de carga, com o aumento da ocupação dos caminhões e início da utilização de seis bitrens movidos a GNV. O primeiro está previsto para entrar em operação em julho e os demais até dezembro de 2022.
É MELHOR CHEGAR ATRASADO NEStE MUNDO DO QUE CEDO NO OUTRO RECICLAGEM A Reciclanip, instituição sem fins lucrativos criada para cuidar da logística reversa de pneus, coletou mais de 5,23 milhões de toneladas de pneus, desde o início de suas operações de logística reversa, em 1999. “O Brasil é o sétimo produtor mundial de pneus para automóveis e o quinto para caminhões e ônibus, por isso temos o compromisso frente à opinião pública de apresentar os dados mais relevantes da indústria pneumática”, afirmou Klaus Curt Müller, presidente da ANIP, Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos.
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PROTEÇÃO A CRIANÇAS E ADOLESCENTES NAS RODOVIAS pioneira que nasceu em 2005 com o objetivo de entender como vive e o que pensa o profissional da estrada. Ela busca desvendar o dia a dia de quem passa a maior parte dos dias longe de casa e sujeito a condições de trabalho muitas vezes exaustivas e difíceis. E fique ligado: nos próximos meses, vamos divulgar outros resultados muito importantes por aqui. Não perca! Lembramos que dia 18 de maio celebramos o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração de Crianças e Adolescentes e gostaríamos de convidá-lo a seguir conosco nessa empreitada. Seja um agente de proteção durante suas viagens: Disque 100, caso tenha qualquer suspeita ou presencie uma situação de violência nas estradas e conscientize outros motoristas a fazerem o mesmo. O fim da exploração sexual só será possível quando todos nós enfrentarmos juntos este problema!
Imagem SHUTTERSTOCK
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arreteiro, você sabia que com a sua ajuda e colaboração continuamos a ver uma diminuição significativa do relato de envolvimento com a exploração sexual de crianças e adolescentes nas rodovias brasileiras? Essa é a conclusão da nova edição da pesquisa “O Perfil do Caminhoneiro Brasileiro” de 2021 organizada pela Childhood Brasil, em parceria com a Universidade Federal de Sergipe. O estudo aponta que 90% dos profissionais da estrada entrevistados não se envolveram em programas com crianças e adolescentes nos últimos cinco anos. Em 2015, 87% responderam não se envolver, uma mudança de postura significativa comparada à 2005 - quando apenas 63% afirmavam não ter se envolvido com programas sexuais com crianças e adolescentes. Essa pesquisa é uma iniciativa
Para saber mais, acesse: Childhood Brasil – www.childhood.org.br Programa Na Mão Certa – www.namaocerta.org.br
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