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O Carreteiro 542

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UMENTAÇÃO PROFISSÃOCORRETA DOCUMENTAÇÃO É SEGURANÇA CORRETA É SEGURANÇA PARA AUTÔNOMO PARA AUTÔNOMO

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RANSPORTANDO DESDE INFORMAÇÃO 1970 TRANSPORTANDO | www.ocarreteiro.com.br INFORMAÇÃO | www.ocarreteiro.com.br | ano 50 || Nº ano 50 | Nº

A NOVA LINHA LINHA DAF DAFCF CF

Distribuição gratuita para motoristas de caminhão

o inclui Atualização motor, inclui tecnologias motor, tecnologias e versão e versão 8x2 8x2

A GÁS

TESTE: SERVIÇOS MOVIDO A GÁS CONECTADOS SERVIÇOS CONECTADOS CAMINHÕES CAMINHÕES ELÉTRICOS ELÉTRICOS

emissõesDesempenho Conectividade e baixas emissões e inteligência Conectividade e inteligência Modelos a Modelos bateriaa bateria começaram começaram aa o Scania são pontos artificial positivos colocam do Scaniaa Mercedesartificial colocam a Mercedesconquistar conquistar espaço na espaço operação na operação a gás R 410 Benz 6X2 comna motor eraados gás serviços Benz 4.0 na era dos serviços de distribuição 4.0 ocarreteiro.com.br de distribuição urbana urbana no País no País ocarreteiro.com.br 1

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SUMÁRIO

18 DAF NOVA LINHA CF Totalmente renovada, a nova linha CF traz novidades tecnológicas no campo da segurança, conforto e motorização. Outro destaque é a versão 8X2 que insere a marca no segmento de semipesados

26 TESTE

Scania 410 6X2 movido a gás não perde em nada para a versão a diesel nos quesitos desempenho e conforto e tem a vantagem de emitir menos dióxido de carbono 4


34 ELÉTRICOS

Caminhões a bateria de diferentes marcas começam a ganhar espaço em frotas brasileiras para operações de distribuição urbana de carga

REVISTA

DESDE 1970 TRANSPORTANDO INFORMAÇÃO

/OCARRETEIRO /OCARRETEIRO_ /OCARRETEIRO (11) 95428-8803 /REVISTAOCARRETEIRO

DIRETOR Edson Pereira Coelho REDAÇÃO | redacao@ggmidia.com.br Editor: João Geraldo (MTB 16.954) Reportagem: Daniela Giopato ARTE | arte@ggmidia.com.br Editor de Arte: Pedro Hiraoka DIGITAL Eduardo Arpassy COMERCIAL | comercial@ggmidia.com.br Eurico Alves de Assis Nilcéia Rocha

12 FREIO-MOTOR Uso correto do sistema proporciona redução de consumo de combustível e mais segurança

42 SERVIÇOS 4.0

Tecnologia do Novo Actros permite à Mercedes oferecer serviços avançados

48 EMISSÕES ZERO

ADMINISTRAÇÂO Ed Wilson Furlan TI DC Code Soluções em TI DISTRIBUIÇÃO G.G. Ed. de Publicações Técnicas Ltda. Ricardo Lúcio Martins Rute Rollo ASSINATURA | assinatura@ggmidia. com.br Exemplar avulso: RS 11,00 ED. Nº 542 • ABRIL-MAIO/2021

Grupos Daimler e Volvo Trucks já trabalham unidos em projeto de célula de combustível

54 DOCUMENTAÇÃO

Por garantia, autônomo deve transportar somente com documentação da carga

60 IMPLEMENTOS

Adquirida pela Rodofort, Guerra passa a operar no mercado junto com sua nova proprietária

SEÇÕES 07 Notícias | 33 Boletim de pneus 47 Na mão certa | 59 Brasil afora 64 lassificados | 66 Tabela

Publicação de: G.G. Editora de Public. Téc. Ltda. Rua Palacete das Águias, 395 - Vila Alexandria CEP 04635-021-SP - Tel.: (11) 5035-0000 revista@ocarreteiro.com.br www.ocarreteiro.com.br A Revista O Carreteiro é dirigida a motoristas de caminhão, empresários donos de transportadoras, frotistas, chefes de oficinas e demais profissionais ligados ao transporte rodoviário de carga. A publicação é distribuída em cooperação com postos de serviços rodoviários “ROD” (Rede Oficial de Distribuidores da Revista O Carreteiro). É proibida a reprodução total ou parcial de matérias sem prévia autorização. Matérias e artigos assinados são de responsabilidade dos autores e não representam a opinião da Revista O Carreteiro. Impressão e Acabamento: Grafilar. Distribuição gratuita nos postos de rodovia cadastrados no ROD.

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EDITORIAL

AVANÇOS E ATRASOS

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JOÃO GERALDO Editor

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m fevereiro, o motor a diesel completou 128 anos a contar do requerimento de sua patente pelo engenheiro Rudolf Diesel, em 1893. Desde de então, esse ma n fico prop lsor passo a movimentar vários tipos de má inas, vindo a anhar efici ncia de todo nero no transcorrer dos anos. Porém, apesar dos avanços tecnológicos, com st vel f ssil eimado pol i e, al m disso, há anos empresas e organizações forma ligadas de alguma ao setor a tomotivo t m tra alhado e investido em sol ç es para reduzir emissões. Quem acompanha as publicações O Carreteiro na versão impressa, ou pelo portal na Internet, provavelmente está a par das m danças em c rso no setor de transporte, assim como do exercício para otimizar novas formas de propulsão. Vivemos em um período da história repleto de novas formas de fazer as coisas e de diferentes rotinas, no qual o óleo diesel não tem mais a mesma popularidade do passado. Isso se explica tanto por ser poluente e ter preço alto quanto pela expectativa de um dia os poços de petróleo serem esgotados. Por isso ocorre também a incessante busca de outras soluções para movimentar veículos, como acontece em várias partes do m ndo. n o por acaso, a meta de ter um transporte com emissões zero até 2050 tem fortalecido o discurso da adoção de um substituto para o óleo diesel como meio para movimentar veículos comerciais, seja por meio de ener ia de aterias, hidro nio, ás o de o tra fonte de ener ia mais limpa e s stentável. ssa ornada pelo fim das emissões de CO2 á ca sa re e os nas frotas do rasil, pois grandes empresas estão rodando com caminhões elétricos em operaç es r anas. mais, com prod tos prod idos no a s. final, o transporte rodoviário m dos maiores emissores de Dióxido de Carbono (CO2 no planeta. i rasil, a sit aç o deve ser um pouco mais crítica se levada em conta a alta idade média da frota em operação, sobretudo a dos motoristas a t nomos, c a a isiç o do ve c lo novo há d cadas n o passa de m sonho inalcançável para a rande maioria. so re o fim do petr leo, ando se levanto essa est o no in cio da década de 1970, aliada à estimativa do produto se esgotar dentro de 70 anos, houve uma alta de 400% entre outubro de 1973 e março de 1974. No mais, às vezes a história se repete e em sa e, em , o caminh o movido a diesel será visto como hoje é para nós o caminhão a gasolina: coisa do passado.


150 MIL VW DELIVERY O Volkswagen Delivery atingiu em abril a marca de 150 mil unidades produzidas. Formada atualmente por oito versões, quando foi lançada em 2005 a família contava apenas com opções para modelos de 5 e 8 toneladas de PBT. Hoje, a gama Delivery atende a faixa de carga de 3,5 a 13 toneladas. A grande mudança aconteceu em 2017, quando a VWCO promoveu a renovação total da linha, restando dos produtos anteriores apenas o nome. Cabine, trem de força, chassi e tudo mais foi atualizado e modernizado. Do total produzido, 107 mil são da primeira versão, com a cabine antiga e o restante, 43 mil unidades, da nova linha. A VWCO inclui na conta os Delivery montados na fábrica de Querétaro, instalada no México. Projetada incialmente com seis versões (Express, 4.160, 6.160, 9.170, 11.180 e 13.180), depois a família ganhou mais dois

integrantes, o Delivery+ (ar-condicionado e trio elétrico de série) e o 11.180 4×4, para aplicações fora de estrada. Desde 2019 as versões para 9.170 e 11.180, para 9 e 11 toneladas respectivamente, são disponibilizadas com opção para transmissão automatizada. O vice-presidente de vendas, marketing e pós-vendas da VWCO, Ricardo Alouche, lembrou que foi investido mais R$ 1 bilhão de reais para a nova linha chegar ao mercado. “Nos inspiramos na receita de sucesso das mais de 100 mil unidades vendidas da primeira versão”, disse. Segundo Alouche, a nova gama Delivery foi totalmente desenvolvida ouvindo clientes. “O resultado pode ser visto nos números de vendas. Os caminhões Delivery lideram em grande parte dos segmentos em que atuam e hoje são a referência para motoristas e empresários”, concluiu. ocarreteiro.com.br

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SORTEIO DE CAMINHÕES O motorista Nilcélio Sufia Pina ganhou um Mercedes-Benz Accelo 1016/39 zero quilômetro e implementado em sorteio da campanha Juntos na Estrada com o Mercedes-Benz Club. Além de prêmios, Márcio Sposito e o autônomo Nilcélio Sufia participaram da campanha do Mercedes-Club e ganharam caminhão

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o autônomo de Cascavel/BA, recebeu também Plano de Manutenção BestBasic por um ano grãtis e tanque do veículo cheio. Outro ganhador é Márcio Sposito, de Adamantina/PR, da empresa de transportes que leva seu nome. Sorteado com um Novo Actros 2651 6×4, além do cavalo mecânico, ele também ganhou 12 meses de Plano de Manutenção BestBasic, 12 meses do serviço MB Uptime e tanque cheio. “Quando me falaram dessa promoção eu não acreditei, mas o próprio vendedor do concessionário que fez o meu cadastro me ligou para dizer que eu tinha ganhado um caminhão”, disse Nilcélio. Fã da marca, conforme afirmou, o autônomo ingressou na profissão dirigindo um Mercedes-Benz 1113; depois trabalhou com 1313, 1513, 1618 e 1620, modelo com qual ainda trabalha. Já Márcio Sposito agradeceu ao concessionário de sua região por tê-lo orientado a fazer o cadastro e participar da campanha.


VENDAS EM ALTA

Lançado em setembro de 2020, em abril o novo DAF XF ultrapassou a marca das duas mil unidades vendidas. Segundo o diretor de vendas da DAF Brasil, Antenor Frasão, a procura pelo modelo se deve ao design, robustez, conforto, segurança e tecnologia, além do consumo de combustível menor em até 14% na comparação com a versão anterior.

A nova linha de extrapesados conta com recursos tecnológicos como o Controle de Cruzeiro Preditivo, Sensores de Pressão dos Pneus, Monitoramento do Nível de Energia de Bateria, Sistema de Frenagem de Emergência Avançada, Controle de Estabilidade do Veículo, Sistema de Aviso de Saída da Faixa e Controle de Cruzeiro Adaptativo.

AUTONÔMO E A GÁS Parceria entre a Cummins e a Plus (empresa especializada no fornecimento de tecnologia autônoma) tem por objetivo disponibilizar frotas de caminhões autônomos movidos a gás natural, com o motorista a bordo. A Cummins contribuirá com sua experiência em engenharia e mais um conjunto de recursos avançados para integrar o trem de força a gás ao sistema de direção autônomo da empresa Plus, o PlusDrive. Na visão da Cummins, os caminh es serão eficientes em termos de consumo devido aos algoritmos de

otimização de combustível habilitados e também aos recursos do seu trem de força integrados ao sistema de direção autônoma. A Plus, por sua vez, iniciará a produção em massa o sistema de direção autônoma PlusDrive no segundo semestre deste ano. Pela previsão das empresas, os caminhões começam a ser introduzidos no mercado em 2022. ocarreteiro.com.br

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PLANOS DE MANUTENÇÃO A Iveco está divulgando as vantagens proporcionadas pelos seus planos de manutenção e informa que a cada dois caminhões extrapesados produzidos um sai da fábrica com plano de manutenção fechado. O diretor de marketing e pós-venda da montadora, José Queiróz reforça que em média os planos de manutenção geram economia de 15% quando comparados às manutenções adquiridas diretamente no balcão. “Isso, sem falar na economia de tempo que re ete diretamente na disponi ilidade do caminhão e em reduções de custos de operação. Estas são apenas algumas das vantagens”, complementou. 10

Ainda de acordo com Queiróz, a Iveco aumentou as opções e a cobertura dos planos. O objetivo, acrescentou, é atender as reais necessidades dos clientes. “Hoje podemos dizer que temos um plano ideal para atender a cada perfil de transportador. Esta é a nossa estratégia para continuar oferecendo serviços de excelência aos parceiros da marca”, concluiu. As cinco modalidades de plano de manutenção da Iveco são as seguintes: Plano Básico, Essencial, Essencial Economy, Plano Trem de Força e Plano Absoluto, válidos nos 77 pontos de assistência da Iveco. O sorteio ocorreu pela loteria federal.


INFORMAÇÃO EM TEMPO REAL Enquanto aguarda eventual atendimento de emergência na rodovia, o motorista que trabalha com caminhão Volvo já pode acompanhar em tempo real todos os dados do seu atendimento até a chegada do veículo de apoio. Trata-se do Voar Mobile, plataforma digital de informação do serviço Volvo Atendimento Rápido (Voar). Segundo a montadora, esta é uma iniciativa inédita no segmento de veículos pesados no País para garantir mais tranquilidade a quem aguarda por socorro

mecânico. A plataforma fornece informações sobre o técnico responsável pelo atendimento, desdobramento da opera ão e notifica ão de impre istos Quem não puder acessar a plataforma via smartphone tem a opção de acompanhar as atualizações do atendimento por meio de notifica es S S Nosso foco est em manter o cliente informado em tempo real ainda com mais clareza e transparência durante todo o processo , afirmou line Steiner, coordenadora do Voar.

PESADOS MAIS VENDIDOS (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores). Pelo ranking da Fenabrave (Federação que reúne concessionárias) os 10 modelos mais emplacados mantém o Volvo FH 540 na primeira posição, como vem ocorrendo há mais de 12 meses.

No primeiro trimestre deste ano, o segmento de caminhões alcançou o licenciamento de 13.156 modelos pesados, crescimento 29% em relação às 10.195 unidades registradas no mesmo período de 2019, conforme dados divulgados pela Anfavea Modelo Volvo FH 540 Scania R450 DAF XF Volvo FH 460 Mercedes-Benz Actros 2651 Scania R540 Volkswagen /MAN 29.520 Mercedes-Benz Axor 3344 Scania R500 Mercedes-Benz Axor 2544

Janeiro 400 151 307 242 323 141 79 199 77 72

Fevereiro 613 349 319 263 241 171 75 92 144 125

Março 798 899 477 352 266 339 280 100 159 133

Total 1.811 1.399 1.103 857 830 651 434 391 380 330

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PROFISSÃO

ECONOMIA COM F Também conhecido como freio auxiliar, o uso correto do freio motor aumenta a vida útil dos pneus, de componentes do freio de serviço e contribui para a redução do consumo de combustível, entre outros benefícios JOÃO GERALDO

T

odo carreteiro já deve ter notado o quanto se fala hoje em dia da necessidade dde conduzir o caminhão de modo econômico com foco no melhor aproveitamento dos recursos do caminhão e redução das paradas para manutenção. E quando se trata de economia, a atenção maior recai habitualmente sobre consumo de combust vel, stificado pelo se peso no c sto da operação de transporte. A grande maioria dos profissionais do volante sa e e a forma de diri ir tem in ncia direta não somente no consumo de diesel como também na durabilidade de vários componentes e sistema do caminhão, além do quesito segurança. Um item de grande relevância para a redução de consumo de combustível e de componentes do caminhão é o freio motor, também conhecido como freio auxiliar. Todo motorista conhece e sabe que se trata de um sistema capaz de aumen-

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Fotos O CARRETEIRO

M FREIO MOTOR

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PROFISSÃO

tar a segurança, por evitar aquecimento e manter a efici ncia do sistema de freio, e também pela grande redução de paradas para manutenção do conjunto de freio de serviço. E mais, seu uso de modo correto traz também economia de diesel. Para entender como é possível reduzir o consumo do caminhão com o freio motor contamos com o conhecimento do especialista em direção econômica, o consultor, instrutor, Coach e palestrante, Luiz A. Pigozzo. De uma maneira bastante didática, ele começa explicando o funcionamento do freio de serviço, lembrando que o sistema consome ar do reservat rio ( al o . para ench lo e produzir ar para o sistema, o compressor precisa de aproximadamente entre 0,5 e cv de pot ncia. O cons mo de pot ncia vai depender do ar exigido pela aplicação e composição do veículo", explica. Um “cavalo mecânico "toco”, por exemplo, consome muito menos ar que uma composição de 9 eixos. "Se o caminhão possui motor de ai a pot ncia e tem e i ncia maior em relação ao consumo de ar, podemos considerar a proporção também para o cons mo de com st vel”, e emplifica. A partir do momento que o reservatório está completamente cheio, o compressor passa a trabalhar em suspens o, sem cons mo, sem ro ar pot ncia do motor e sem aumento de consumo de combustível. Mas quando o motorista pisa no pedal de freio há consumo de ar e a necessidade de abastecer o balão. Pigozzo observa que o consumo devido ao não uso do freio motor está diretamente relacionado ao estilo de condução do motorista. Explica que pode ocorrer por medo de que o sistema de frenagem não realize sua função, pelo incômodo provocado pelo ruído ou por 14

outros motivos. Ele acrescenta que além de reduzir o consumo entre 1% e 2%, o uso correto do freio motor aumenta a vida útil dos pneus e também a velocidade média devido ao menor esforço para retomada de aceleração. “Vamos imaginar que o caminhão faça, 2 km/l e consome 5.000 litros de diesel por m s. e estimarmos ma economia de 2% teremos redução de 100 litros m s, o . litros por ano. rata-se de uma economia de R$ 5.000,00 por ano somente em combustível, sem contar outras despesas e custos evitados com lonas de freios da carreta e do cavalo além de evitar possíveis acidentes.


Desaceleração do caminhão de forma planejada, estratégica e com previsibilidade expandida permite uma direção segura e econômica

Outras vantagens são redução de custos com manutenção do sistema de freio de serviço, aumento da disponibilidade do veículo e menos visitas à oficina, al m de contri ir com o meio ambiente com menos descarte de resíduos e material de lonas freio, tambores, pneus etc. De acordo com Luiz Pigozzo, em direção econômica necessário ser um motorista mais estratégico, dirigir com previsibilidade expandida e com distância de seguimento aumentada. "Assim, é possível realizar uma desaceleração planejada do caminh o e dependendo da pot ncia do freio motor, poderá fazer a parada to-

tal do veículo sem precisar o acionar do freio de serviço. Desta forma se economiza tempo de viagem, reduz custos com manutenção e evita acidentes", explica. Porém, a economia de combustível obtida com o uso do freio motor não ocorre somente porque o compressor de ar trabalhar menos para encher os balões. Isso porque tratando-se de caminhões modernos, com eletrônica embarcada, o compressor “inteligente” é monitorado em função de sua real necessidade, identificando e definindo o melhor momento para encher de os balões, que pode ser num trecho de descida, sem e trair a pot ncia do motor. ocarreteiro.com.br

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PROFISSÃO

Entre outras vantagens do uso correto do freio motor Pigozzo cita a redução do risco de acidentes, pois o sistema at a como m “modificador” de estilo de condução, exigindo que o motorista seja antecipativo nas suas ações, reações eexecute as frenagens programadas e planejadas. “No entanto, há empresas que isolam por entenderem que o custo de manutenção causado ao motor pelo freio auxiliar é alto”, acrescenta. Sobre isso, ele diz que se for levado em conta somente o gasto da manutenção, sem enxergar os benefícios, os gestores de frota podem cair na armadilha de desligar o sistema. Aliás, ele reconhece a contribuição do freio auxiliar para uma sensível redução da vida útil do motor, antecipando algu16

mas manutenções como troca de anéis, nta do ca eçote etc, mas afirma e este custo é compensado pelos benefícios com redução de consumo de combustível e do sistema de freio. Lembra da necessidade de cuidados com o freio motor devido a integração da parte mecânica, elétrica e pneumática que regularmente precisam de manutenção preventiva. “A falta de cuidados no sistema de acionamento pode acarretar outros danos. Se ele estiver travando fechado, por exemplo, pode reduzir consideravelmente a vida útil da turbina, provocar desgastes de anéis e aumentar o consumo de combustível, porque o motor vai trabalhar estrangulado”, detalha. Destaca que a grande maioria dos motoristas brasileiros conhece e sabe


O freio motor contribuiu para a redução de ocorrências de incêndio em caminhões em descidas de serra, provocados pelo superaquecimento do freio de serviço

usar o freio motor, porém observa que somente uma pequena parcela o utiliza com a má ima efici ncia. ita tam m a importância do motorista lembrar que o processo de frenagem com o freio de serviço ocorre da parte dianteira para a parte traseira do veículo, e toda a composição inicia uma frenagem com suas forças proporcionalmente da dianteira para a traseira. Já no caso do freio motor, a frenagem está concentrada no eixo de tração do veículo, ocasionando, no carro de uma carreta, redução de velocidade somente no cavalo mecânico. “Dependendo das condições da pista, escorregadia, chuva etc, pode ocorrer um desbalanceamento na frenagem da composição, com o risco de provocar o “L” ou “efei-

to canivete”. Por esse motivo é importante atenção às condições do momento para sa er al intensidade e a pot ncia/estágio do freio a ser aplicada” explica, sem esquecer que nos veículos mais modernos os sistemas de ABS e ESP ativos evitam o efeito “L”. Recorda que o freio motor ajudou a dimin ir as ocorr ncias de inc ndio em caminhão provocados pelo superaquecimento do freio, principalmente em descidas de serra. Entretanto, observa que muitos motoristas ainda passam por apuros por não utilizar corretamente ou por não ter um freio motor com a pot ncia necessária para s a aplicaç o, por falhas de manutenção ou mesmo pela aplicação do veículo. “Um fator positivo é que as novas gerações de caminhão possuem freios motores automáticos facilitando ao motorista uma velocidade de descida programada e com total segurança”, observou. ara finali ar, i o o comenta e existem dois tipos mais comuns de freio motor utilizados: um deles é o sistema de borboleta, que fecha a saída do escapamento, freio de escape; outro é o sistema que fecha as válvulas de admissão e escape, este conhecido como “Jake Brake” ou “Jacobs Engine Brake”. Ambos foram criados na década de 50 e passaram a ser utilizados a partir dos anos 60 pelas principais fabricantes de motores diesel da linha comercial pesada. “Hoje, além do freio motor temos o que chamamos de freios auxiliares, hidráulicos, eletroma n ticos”, finali a. ocarreteiro.com.br

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linha CF (novo trem de força e tecnologias de segurança e conforto) para apresentar seu primeiro caminhão rígido 8x2 LANÇAMENTO que será vendido no mercado brasileiro a partir deste ano. O maior diferencial em relação aos produtos concorrentes está no motor de 410cv, o de maior potência no segmento

DAF ATUALIZA LIN CF E LANÇA RÍGIDO A DAF aproveitou a atualização dos cavalos mecânicos da linha CF (novo trem de força e tecnologias de segurança e conforto) para apresentar seu primeiro caminhão rígido 8x2 que será vendido no mercado brasileiro a partir deste ano. O maior diferencial em relação aos produtos concorrentes está no motor de 410cv, o de maior potência no segmento

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LINHA DO 8X2

nha desta e o trem de força (motor, transmiss o e ei os mais at al, eficiente e avanços nos esitos economia de combustível, segurança e conforto. Começando pelo motor, a nova geJOÃO GERALDO ração de caminhões CF da linha ganhou eis anosmenor após oelançamento dalulium propulsor mais leve. No nha CF no mercado brasileiro, a gar doDAF Paccar MX13, de apresenta 12,9 litros, os moCaminhões a nova geração cavalos mecânicos para curdelos 4x2,de6x2 e o rígido 8x2 passam a tas e médias distâncias e aplicações foser tracionados por uma unidade de 10,8 ra de estrada totalmente renovada. Alinhada recentes lançamentos litros e aos seis mais cilindros. Trata-se do Paccar do setor, os veículos várias trazem muMX11, disponível em duas opções potêndanças si nificativas, entre as ais anha desta e o trem de força (motor, cias cv a . rpm e tor e de . transmiss o e ei os mais at al, eficienate2.100 Nm nanos faixa de 900economia a 1.400rpm; e avanços esitos de combustível, segurança e conforto. e cv a . rpm e tor e de . a Começando pelo motor, a nova ge2.300 Nmcaminhões na faixa deCF900 1.400rpm. ração de daalinha ganhou umFabricado propulsorem menor e mais leve. Noesse luPonta Grossa/PR, gar do Paccar MX13, de 12,9 litros, os momotor conta6x2 come sistema injeção com-a delos 4x2, o rígidode 8x2 passam ser uma unidade de 10,8 montracionados rail, turbo deporgeometria variável, colitros e seis cilindros. Trata-se do Paccar mandodisponível duplo no em cabeçote e freiopotênmotor MX11, duas opções cias cv a . rpm e tor e de . de 460cv com três estágios. De acordo a 2.100 Nm na faixa de 900 a 1.400rpm; com acvDAF, proporcioe a .o MX11 rpmé ecapaz tor de e de . a 2.300 Nm na faixa de 900 a 1.400rpm. nar até 15% de economia de combustível Fabricado em Ponta Grossa/PR, esse em compararação ao Paccar MX13compremotor conta com sistema de injeção mon de geometria variável, senterail, nosturbo extrapesados da linha XF. comando duplo no cabeçote e freio motor diretor de de O 460cv comde trêsdesenvolvimento estágios. De acordo com a DAF, MX11 é capaz deJarno proporcioproduto da oDAF Caminhões, Broenar até 15% de economia de combustível e, reforça e o sistema common de em compararação ao Paccar MX13rail presente nos extrapesados da linha XF. injeção contribui para reduzir o consumo O diretor de desenvolvimento de de combustível também asJarno emissões produto da DAF eCaminhões, Broee, reforça e o sistema common de de poluentes. Outro diferencial dorailmoinjeção contribui para reduzir o consumo tor está no seu peso de 997kg drenado, de combustível e também as emissões de poluentes. momais leve Outro e o diferencial . “ mdomotor

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tor está no seu peso de 997kg drenado, mais leve e o . “ m motor

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LANÇAMENTO Bitruk da DAF é equipado com motor de 10,8 litros, sistema de injeção common rail, turbo VGT e transmissão automatizada

eficiente, moderno, silencioso e econ mico”, afirma. Utilizado há anos pela DAF no continente europeu, este motor já acumulou mais de mil milh es de il metros rodados. Sua boa reputação se apoia também no fato de ter sido projetado para trabalhar em baixas rotações. Outras características técnicas como o turocompressor G (de eometria variável mais a tecnolo ia m ltitor e, e possibilita ao caminhão trabalhar por maior tempo na última marcha, contriem para s a eficácia. A exemplo dos novos extrapesados XF, a DAF adotou também para a nova linha CF a caixa de câmbio automatizada ZF Traxon de 12 velocidades à frente e duas à ré. Segundo a montadora, para e ipar os novos caminh es esta transmissão foi calibrada para trabalhar em baixas rotações e relações mais longas. “ s trocas de marchas ocorrem de maneira mais rápida, suave e silenciosa, trazendo conforto para o motorista” completou Broeze. 20

A nova linha CF é disponibilizada nas confi raç es de ei o , e , sendo o modelo traçado, para aplicações fora de estrada, e ipado com o motor MX13, de 12,9 litros e 480cv de potência a . rpm e tor e de . a . Nm a 1.365rpm. anto na vers o anto na , o cavalo mecânico CF sai de fábrica com relaç es no ei o traseiro e permitem rotações mais baixas do motor. São elas 2,64, 2,85, 3,08 e 3,40. O chassi, por sua vez, perdeu peso e ganhou resistência, en anto os tan es de com st vel ( litros e de rla ( litros) passaram a ter maior capacidade volumétrica. Tecnologias como o Assistente de erformance, e mostra em tempo real se o motorista está conduzindo da maneira mais eficiente, especialmente no esito economia de com st vel, também estão presentes no lançamento. O pacote de recursos inteligentes disponibiliza ainda o Controle de Cruzeiro Preditivo, m piloto a tomático e, com a


Motor da nova linha CF é moderno, fici silencioso, mais leve e econômico, relaciona Jarno Broeze ajuda do GPS faz a leitura do relevo até dois il metros frente, a sta a velocidade do caminhão ao percurso e faz o engate de marcha ideal. Presente também nos demais produtos da DAF e em modelos de outros fabricantes instalados no Brasil, esta tecnologia contribui para o consumo inteligente de combustível. Outros recursos tecnológicos são o Controle de Cruzeiro Adaptativo, para manter o caminhão em distância segura do ve c lo e se e frente viso de Colisão Frontal, Sistema de Frenagem de Emergência, Alerta sonoro de Saída de

Faixa de rolamento e Controle de Estabilidade, al m de o tros sistemas eletr nicos, como a gestão pneumática tornam os novos caminhões mais competitivos. o esito conforto, a linha conta com as cabines Space Cab, com altura de 2,23m entre o piso e o teto e Sleeper Cab, com 1,60m, ambas com cama. A montadora destaca e o sistema de s spensão foi desenvolvido para resultar em alto nível de absorção de energia e sua estrutura reforçada possui zonas de deformação dianteira e traseira pré-programadas, visando a fornecer seguranocarreteiro.com.br

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LANÇAMENTO

ça ao veículo e proteção aos passageiros. O acabamento interno as cabines disponibilizam diferentes opções de revestimento de paredes, colchão e cortina, novos detalhes cromados no volante e revestimento dos bancos renovado. Seguindo a tendência presente nos caminh es modernos, incl sive e rodam em países mais desenvolvidos e avançados, a ergonomia da cabine descomplica o trabalho do motorista, com facilidade de acesso a aparelhos e dispositivos. O novo CF traz o painel de instrumentos redesenhado de fácil manuseio e rápido acesso às informações. Em um conjunto com mostradores digitais e anal icos (com ponteiro , ma tela central traduz as informações necessárias sem o motorista retirar as mãos do volante. E o sistema de ar-condicionado inteligente mantém a temperatura interna mesmo acionando menos vezes o compressor. O pacote de itens no interior da cabine conta com opções de uso do sistema de iluminação, seja com o ca-

minhão estacionado ou em movimento. ca ine fico diferente tam m do lado de fora, ganhou desenho mais moderno e m certo re inte em ra o de detalhes cromados na grade e na logomarca da montadora em aço escovado. Também compõem o conjunto de mudanças externas os faróis com lentes de alta resistência a impactos,l uzes em LED, DRL, retrovisores bipartidos e para cho e na cor do caminh o. omo adicionais de conforto e segurança ao motorista e passageiro, a engenharia da DAF trabalhou também desenvolver uma suspensão de cabine com melhor absorção de energia e estrutura reforçada com zonas de deformação.

Expectativa com a nova gama de caminhões é grande, disse Luis Gambim. Entregas do 8x2 começam a partir do segundo semestre

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FORA DE ESTRADA - ale lem rar e no CF 6x4, destinado a aplicações fora de estrada, a montadora manteve o motor Paccar MX13 com potência de 480cv e red ç o nos c os ( , o , mais a transmissão automatizada ZF Traxon do XF. O gerente de projeto da DAF Caminh es, lan essias, acrescenta e o CF off road sai de fábrica com parachoe em aço alvani ado tripartido, proteção de cárter mais ampla e ângulo de ata e a mentado para ra s. Nessa versão o freio motor gera 490cv e a suspensão traseira para 26 toneladas permanece a mesma do modelo anterior. inta roda, por s a ve , foi pro etada e reforçada para pino rei de 3,5 polegadas, en anto o escapamento vertical e os conectores têm vedação especial. Outros detalhes estão no sistema Dual Drive de direç o e permite melhor troca de marchas em terrenos de baixa aderência, e o Assistente de Partida em Rampa. O modelo disponibiliza três tipos de cabine: Sleeper e Space com cama e uma mais simples com teto baixo e sem cama.

Diferente do restante da linha, o novo CF para aplicação fora de estrada é equipado com motor de 12,9 litros e 480cv

SEMIPESADO – Embora os novos cavalos mecânicos da linha CF chamem atenção principalmente em razão da atualização visual. conforto e tecnologias, a grande novidade da DAF é a versão 8x2 e marca s a estreia no se mento de caminhões semipesados no mercado rasileiro. ipado com as mesmas opções de cabine e pacote tecnológico dos cavalos mecânicos, o bitruk com segundo eixo direcional traz com ele a missão de aumentar a participação da marca no segmento de caminhões acima de 16 toneladas. Para não ser apenas mais uma opção e che o para disp tar a prefer ncia de em precisa de caminh o para distribuição urbana e regional, e operações de médias distâncias, CF rígido tem como principal diferencial em relação aos concorrentes ( ercedes en , ol s agen, Iveco, Volvo e Scania), o motor com ocarreteiro.com.br

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LANÇAMENTO

410cv. Com ele, o bitruk da DAF passa a ser a opção de maior potência neste segmento no mercado brasileiro. A maioria dos modelos está situada na faixa entre e cv, e ceto a cania e disponibiliza opção de com até 360cv. Com segundo eixo direcional e opções para suspensão pneumática e freio a disco, o CF 8x2 disponibiliza entre eixos de 6.400m e cabines Sleeper Cab e Space Cab, esta com 2,23m de altura. Outras características são transmissão automatizada Traxon de 12 velocidades e freio motor de 460cv de três estágios e tra alha em ai as rotaç es. O CF rígido abre espaço para a montadora estrear em segmentos como distribuição urbana, regional e construção e diversas aplicações com baú, contêiner, sider, prancha etc, como faz na Europa. arno roe e conto e ando se pensou no projeto do modelo rígido para o rasil havia a certe a de e o veículo elevaria o padrão desta categoria, oferecendo ao cliente uma nova experi ncia neste se mento. “O res ltado 24

Com a chegada dos novos cavalos mecânicos CF e o rígido 8x2, a DAF almeja 10% de participação em 2021

e atamente o e plane amos e estamos m ito feli es com o prod to e o cliente brasileiro terá disponível para as suas operações de transporte rodoviário e distribuição”, concluiu. A DAF encerrou 2020 com 8% de participação no mercado e tem expectativa de superar os 10% este ano, especialmente por conta das entregas do semipesado e começam a partir do se ndo semestre. O diretor comercial da DAF Caminhões do Brasil, Luis Gambim, observa e a marca está crescendo ano a ano. Portanto, a expectativa com a nova gama de caminh es alta. em ro e o carro chefe de vendas da DAF é a linha XF, sendo e a representa cerca de dos licenciamentos da marca, com grande potencial de crescimento com o 8x2. A DAF iniciou 2021 com rede autorizada formada por 44 concessionárias e planeja encerrar o ano com 54 casas.


Domingo no SBT

às 7h

“BOA INFORMAÇÃO É O QUE MANTÉM O PROFISSIONAL DO VOLANTE COM O PÉ NA ESTRADA.” Pedro Trucão Olá, parceiro! Trucão com Pé na Estrada traz, a cada programa, novidades, dicas, lançamentos, informações, o dia a dia do trecho e o bom bate-papo de sempre. No SBT todos os domingos às 7h e no site www.trucao.com.br a toda hora.

Abraço estradeiro!

Realização:

Oferecimento:


TESTE

SCANIA A GÁS NA

O Scania R 410 6x2 movido a gás apresenta potencial para atender transportadores que desejam operar com caminhões menos pouluentes e mais econômicos. Equipe da revista O Carreteiro acompanhou parte de operação na rota São Paulo - Rio de Janeiro e constatou tratar-se um veículo ágil e silencioso que nada perde para o similar a diesel, exceto no quesito abastecimento devido as poucas opções de postos que oferecem este combustível 26


Fotos ALEXANDRE ANDRADE

NA OPERAÇÃO

MAURO CASSANE

P

or sugestão da Scania e gentileza da RN Transportes – empresa jovem e inovadora que vem investindo pesado em veículos livres de emissões, andamos com o primeiro caminhão a gás vendido no Brasil. A RN faz a logística para embarcadores preocupados em reduzir emissões como L´oréal, Samsung, Amazon e Nestlé. Para produzirmos essa matéria percorremos trecho da

via Dutra com o Scania R 410 6x2 atrelado a uma carreta baú com carga de 21 toneladas de carga líquida e em operação real de transporte. O motor a gás da Scania é um OC13, de 12,7 litros, seis cilindros em linha. Diferente do engenho convencional ciclo Diesel, esse motor é Ciclo Otto, portanto utiliza velas de ignição para conduzir a corrente elétrica até a câmara de combustão e dar início à queima da mistura ar/combustível. No caso do motor a ocarreteiro.com.br

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TESTE

diesel, a queima do combustível ocorre a partir do calor liberado pela alta compressão do ar na câmara de combustão. nfim, esse motor a ás da cania desenvolve 410 cv de potência a 1.900 rpm com torque 204 mkgf trabalhando na faixa entre 1.100 e 1.400 rpm. Há planos da montadora para oferecer motor a gás para outros modelos, mas por enquanto, diante do objetivo de atender aplicações de média distância, esse é o que há para venda ao mercado até o momento. OR a ás fa rota fi a levando carga de São Paulo ao Rio de Janeiro. Abastece em São Paulo com gás GNV e para retornar abastece no Rio com biogás (gás de origem vegetal ou, o que é mais comum, feito de metano extraído de lixo orgânico). Pasmem com esse dado: com gás GNV (extraído da natureza) a emissão é 15% menor quando compa28

rada com seu motor similar à diesel; já com o gás metano (extraído do lixo) as emissões caem 90%. Ou seja, neste caso único e curioso, lixo produz um gás mais amigável ao meio ambiente. Antes de abordarmos com mais pormenores o desempenho deste caminhão na estrada, vamos tocar logo no ponto mais importante, o preço. De acordo com a RN, esse produto, comprado na Fenatran de 2019, saiu por 650 mil reais, valor 30% acima de seu similar movido a diesel (450 mil reais). A RN está com cinco unidades na frota e já encomendou mais três. O valor atualizado é este: 780 mil reais. A transportadora tem conhecimento de causa para falar do produto. “O investimento compensa porque os veículos n o ficam m nico dia parado. ossos clientes exigem esse tipo de logística


Transmsissão Opticruise e interior da cabine são exatamente os mesmos da nova geração de caminhões Scania mais ecológica e nos remuneram de maneira justa por oferecermos este serviço”, comenta Rodrigo Navarro, presidente e fundador da empresa. De fato, com rota fi a, dist ncia m dia e frete justo, matemáticamente e comercialmente vale a pena trabalhar com veículos a gás. O problema, mesmo rodando cerca de 500 km em cada perna da viagem, esbarra ainda na infraestrutura de abastecimento. Na rota Rio-São Paulo tem um posto em cada ponta que assegura o correto carregamento dos cilindros, mas se houver problema em um desses postos, a entrega fica comprometida. Para abastecer caminhões cujos cilindros somam 230 metros cúbicos de gás, com bicos de alta vazão é possível fazê-lo em 20 minutos. Mas se o posto não tiver esses bicos especiais e só traba-

lhar com bicos comuns (os mesmos que abastecem carros de passeios adaptados para gás) o abastecimento completo pode levar quase duas horas (e caminhão parado, como todos sabem, é prejuízo). Por dentro o R 410 é o que se espera e o que se conhece da nova geração de caminhões Scania. Já testamos os novos modelos em edições anteriores e falamos diversas vezes dos atributos de uma cabina teto alto que oferece conforto. Em resumo, nada muda nem por dentro, nem por fora. A diferença é unicamente o motor. Até o câmbio é exatamente o mesmo dos Scania convencionais: transmissão Opticruise com 12 velocidades, sendo duas reduzidas (normalmente utilizadas para manobras e acoplamento de carreta). Com Ciclo Otto também não há o conhecido freio motor mas, neste caso, ocarreteiro.com.br

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TESTE

comprovamos no teste a efici ncia do Retarder, com cinco estágios de atuação, que realmente controla toda composição, mesmo nos mais severos declives (situação de serra). O Retarder é tecnologia que a Scania vem aperfeiçoando há mais de 20 anos. O sistema, que é um freio auxiliar hidráulico, trabalha conjugado com a transmissão Optcruise, e no quinto estágio gera uma força de frenagem de mais de 800 cv de potência (mais do que o dobro da potência máxima do motor). Para simular situação de serra, pegamos um trecho urbano de longa descida em Guarulhos/SP, próximo do local onde fica a sede da R ransportes. Ficou bastante claro como o motorista não precisa, em momento algum, pisar no freio para controlar todo o conjunto, inclusive para manter a velocidade mé30

dia a 15 km/h. Só pisa no freio para parar mesmo. Quem conhece Scania sabe bem como funciona o Retarder. Só destacamos acima para reforçar que o dispositivo pode sim dispensar o freio-motor. Agora, o que chama a atenção mesmo neste caminhão é o extraordinário silêncio na condução. Com vidros fechados, em tocada de cruzeiro a 70 km/h, conta-giros estável nos 1.100 giros, é preciso prestar atenção para ouvir o rugido do motor. Caminhões atuais são silenciosos, mas os motores do Ciclo Otto falam mesmo bem mais baixo que os engenhos do Ciclo Diesel. Carreteiro acostumado com o rugido do engenho a diesel pode estranhar. Porém, nunca subestime o poder do silêncio. Nem pense que anda menos. É exatamente o contrário. As respostas são mais rápidas. Basta apertar


Scania R 410 movido a gás opera na rota São Paulo Rio de Janeiro. Apesar das vantagens sobre o diesel, a falta de locais para abastecer é questão a ser resolvida o pé no acelerador para os 410 cavalos responderem com agilidade superior aos motores convencionais a diesel. Por isso mesmo a condução precisa ser mais cuidadosa, porque se o motorista se animar e não prestar atenção no giro do motor, vai botar o bicho para andar rápido e elevar também o consumo. O ideal é dosar o pé e fazer a condução segura e econômica. O R 410 6x2 a gás reboca 21 toneladas, por todo trajeto entre São Paulo e Rio de Janeiro, mantendo o giro na faixa econômica entre 1.100 e 1.250 rpm. Motores do Ciclo Otto, e de grande porte, normalmente consumem mais combustível. É preciso fazer conta e conversões para ter uma boa indicação de consumo uma vez que diesel e GNV têm diferentes quantidades de energia. Neste caso, a maneira mais correta e justa

de se medir consumo é valendo-se da medida em megajoules (MJ). A grosso modo, um MJ é a quantidade de energia necessária para se aumentar a temperatura de um combustível e, assim, fazer o motor funcionar. O GNV, por sua vez, tem um poder calor fico de (me a o les por , mas como tem densidade de 0,7 kg/m³ (a 20 ºC), temos que 1 m³ de GNV contém 33 MJ de energia. O diesel tem 42,5 MJ/ kg, mas com densidade de 0,85, dando 36 MJ/kg. Fazendo-se continha de conversão, temos o seguinte valor: 1 litro de diesel (36 MJ) equivale a 1,1 m³ de GNV. Com essa conversão em mãos temos um bom veredito com relação ao consumo do Scania a gás. É um caminhão econômico. A engenharia da Scania acertou a mão nos ajustes dos seis cilindros do OC13. O caminhão vem fazendo média ocarreteiro.com.br

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TESTE

O investimento em caminhão a gás compensa, os clientes remuneram de a i a u a afi a o i o Na a o

surpreendente para um pesadão: 3,4 km por kg de gás o que daria, se fosse comparar com um caminhão pesado a diesel, a de 3,2 km por litro. Equipado com oito cilindros acondicionados nos dois lados do chassi logo atrás da cabina, o caminhão tem auto32

nomia de apenas 500 quilômetros. Trata-se, portanto, ainda é um problema para que esse tipo de veículo seja empregado em trechos mais longos, mas caso haja melhoria da infraestrutura de abastecimento de gás por todo o Brasil, a solução pode se tornar bastante interessante por suas vantagens que superam o único problema que é a baixa autonomia. O caminhão anda mais, é silencioso e atende perfeitamente à nova legislação Euro 6 prevista para entrar em vigor no Brasil em.... além de ser 20% mais econômico. A somatória dessas vantagens compensa os 30% a mais que o transportadora vai pagar pelo produto. Mas ainda não é possível calcular a cesta básica de peças tampouco o valor de revenda. Saberemos isso com precisão em 2025.


MONTAGEM NA RODA

Q

uando um pneu é montado em um aro de tipo, medida e tamanho incorretos, ele fica mal assentado e forçado a assumir posições anormais. A montagem inadequada gera vários problemas, tais como fadiga prematura, deformações nos talões, perda da integridade da carcaça para futuras reformas e no caso do pneu sem câmara, causa perda da pressão de ar. Por isso, antes de proceder a montaem pne necessário verificar se o aro cumpre as dimensões de largura, comprimento e raios. Estes valores são especificados em man ais de entidades de normatização como a ALAPA (Associação Latino Americana de Pneus e Aros). É preciso ter cuidado especial e não tentar recuperar aros ou anéis, valendo-se de solda. Apesar de ser um procedimento simples, solda representa alto risco quando aplicada em peças submetidas a esforços, podendo vir a ocasionar tensões residuais e até ruptura da peça.

SHUTTERSTOCK

BOLETIM DE PNEUS

Antes de proceder a montagem de um pneu, o aro deve ser inspecionado e deve estar limpo, especialmente na área de assentamento dos talões. Essa inspeção deve contemplar uma análise criteriosa no que diz respeito a possíveis trincas e partes amassadas. Tanto a montagem quanto a desmontagem do conjunto pneu/aro são operações críticas e perigosas. Portanto, é recomendado a serem executadas somente por pessoas treinadas e alificadas para esse trabalho. Atualmente existem ferramentas, má inas, l rificantes e procedimentos espec ficos para monta em e desmontagem de pneus preservando a carcaça para futuras reformas e a redução do custo por quilômetro rodado. Na próxima edição da Revista O Carreteiro, a de número 543, vamos focar na montagem de um conjunto pneu/aro com câmara de ar e protetor. Bom trabalho e até lá.

Este boletim é de responsabilidade do consultor na área Automotiva Pesada, Guilherme Junqueira Franco, que tem a formação TTS - Truck Tire Specialist (Especialista em Pneus de Caminhão). Qualquer dúvida: guijunqueirafranco@gmail. ocarreteiro.com.br

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CAMINHÕES ELÉTRICOS

CAMINHÕES ELÉTRICOS

AMBIENTALMEN T Livres de emissões, os caminhões elétricos despertam atenção e interesse de empresas com frotas de grande porte e atuação em operações de distribuição urbana. Modelos importados e nacionais já rodam em ruas de cidades brasileiras e entre as grandes montadoras, a Volkswagen já anunciou início de produção do e-Delivery em Resende JOÃO GERALDO 34


Testado em operação real na distribuição de bebidas da Ambev, o VW e-Delivery já Testado em para operação real está pronto entrar emna produção. O de FNM Elétrico distribuição bebidas da também está na lista da Ambev, o VW e-Delivery já cervejaria para compor a frota está prontocom paraemissões entrar emzero de veículos

produção. O FNM Elétrico também está na lista da cervejaria para compor a frota de veículos com emissões zero

N TE CORRETOS S

ilenciosos, potentes, livres de emissões e de vários outros componentes comuns aos modelos convencionais, os caminhões elétricos já estão presentes nas ruas de várias cidades do mundo. Aqui no Brasil, um dos maiores mercados globais de veículos comerciais, vários modelos têm atraído interesse de grandes frotistas para operações dentro de cidades. A aplicação urbana se deve especialmente em razão

da baixa autonomia ainda proporcionada pelas baterias. A substituição do motor a explosão por uma unidade elétrica pode não ser t o atrativa para adeptos da filosofia “diesel na veia”, no entanto, o avanço dos veículos elétricos tem mostrado ser uma solução irreversível na mobilidade urbana e com potencial de expansão rápida em todos os mercados. Não por acaso, de modo geral a indústria auto-

N TE CORRETOS

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CAMINHÕES ELÉTRICOS

VWVW VW e-Delivery começa a ser entregue

no segundo semestre deste ano para a Ambev. Acordo com aempresa prevê fornecimento de 1.600 unidades

motiva está voltada a aperfeiçoar cada vez mais esta tecnologia. Umas dizem já ter veículos prontos para operação, outras an nciam estar em fase final de desenvolvimento do produto. Aqui no Brasil, a Volkswagen Caminhões e Ônibus acaba de anunciar o início de produção do modelo leve e-Delivery ainda no primeiro semestre deste ano. Em desenvolvimento desde 2016, o veículo sairá da linha de produção com um grande cliente garantido, a Cervejaria Ambev,. A parceria foi anunciado pela montadora há mais de dois anos. O acordo prevê o fornecimento de 1.600 unidades do e-Deliverye as primeiras 100 unidades serão entregues ainda este ano, anunciou a montadora. Por conta da parceria, desde 2018 a Cervejaria testa o e-Delivery e suas tecnologias, em operação real na distribuição de bebidas na cidade de São Paulo. Além de avaliar resultados relativos à 36

redução de emissões de CO2, o período de testes da empresa focou também em desempenho, produtividade e viabilidade de uso na operação urbana. A Ambev tem planos tornar metade da frota de veículos de distribuição de seus produtos livre de emissões de CO2 até 2023. Em testes de engenharia da VWCO no campo de provas e na operação real com a Ambev, o e-Delivery já rodou mais de 30 mil quilômetros. Essa quilometragem, informou a montadora, representa a não emissão de 22 mil toneladas de CO2 no meio ambiente e mais de 6.500 litros de diesel não consumidos. A VWCO é a primeira - e a única até agora entre as grandes montadoras instaladas no Brasil - a anunciar o desenvolvimento e produção de um caminhão elétrico para o mercado interno e externo. A iniciativa faz parte da estratégia do Grupo Traton (do qual a montadora faz parte, assim como MAN e Scania) de in-


Caminhão elétrico da JAC foi a a o oficial o a il em setembro de 2020 e já está em operação em várias frotas no País

Novo furgão T3 da BYD ganhou autonomia com bateria mais leve de maior tecnologia. O caminhão elétrico tem sido aplicado na operação coleta de lixo em várias cidades brasileiras

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CAMINHÕES ELÉTRICOS

vestir em mobilidade elétrica, com aporte inicial de 1.6 bilhão de euros até 2025. Outra empresa cujos veículos vão operar na distribuição de produtos da Ambev é a Fábrica Nacional de Mobilidade (FNM). A negociação com a cervejaria prevê o fornecimento de 1.000 caminhões e vans movidos a bateria. Produzidos dentro de instalações da Agrale, em Caxias do Sul/RS, nas versões 832 para 13 toneladas de PBT, e 833 para 18 toneladas, cada modelo tem potência equivalente a 355cv e autonomia de 130 quilômetros com carga total da bateria. A versão para 13 toneladas mede 6,2m de parachoque a parachoque e a maior 7,2m. Ambas são montadas com componentes vindos dos Estados Unidos. s tr s letras afi adas na rade frontal, assim como a aparência dos veículos, procuram remeter o novo FNM ao antigo estradeiro cara-chata produzido pela Fábrica Nacional de Motores do iní38

cio da década de 1950 até 1974. Os novos FNMs são dotados de recursos tecnológicos encontrados atualmente em cavalos mecânicos extrapesados. Entre eles se destacam o sistema anticolisão, aviso ao motorista em caso de o veículo sair involuntariamente da faixa de rolamento e câmeras para aumentar a segurança e contribuir para a redução de acidentes. DA CHINA – Mais conhecida no Brasil pelos seus automóveis de passeio, a JAC Motors já entrega caminhões urbanos movidos a bateria no Brasil. Trata-se do iEV1200T, modelo 100% elétrico para 7,5 toneladas de PBT importado da China. Um dos clientes deste veículo é a Pepsico, uma das líderes mundiais nos segmentos de alimentos e bebidas. As primeiras 10 unidades foram entregues à empresa em janeiro deste ano para operação de distribuição de seus


Em 2022 a Volvo começará a produzir os pesados FH, FM e FMX a bateria. Modelos FL e FE já são vendidos na Europa, assim como o VNR nos Estados Unidos, desde 2020 produtos na cidade de São Paulo. O caminhão leve JAC iEV1200T foi apresentado oficialmente ao mercado brasileiro em setembro do ano passado. Com potência equivalente a 277cv, torque de 1.200Nm (122,4kgfm) e autonomia de 200 quilômetros, o veículo é equipado com sistema de propulsão de ação regenerativa (chamado i-Pedal), para aproveitar as desacelerações e recarregar as baterias. Se o motorista não usar o ar-condicionado poderá ganhar até 50 quilômetros e atingir autonomia de 250 quilômetros. Um dos argumentos de vendas da JAC Motors para mostrar as vantagens do caminhão 100% elétrico é o baixo custo por km rodado, calculado na faixa de R$ 0,26 centavos. Na operação com veículo a diesel, baseado no valor médio praticado na maioria dos Estados brasileiros, o c sto do m rodado fica na fai a de R 0,55. Outro argumento é a inexistência de

manutenção de componentes como correias, icos in etores, om a d á a, filtros, óleo do motor, embreagem etc. Os caminhões elétricos têm ganhado destaque e chamado atenção de empresas de transporte procupadas em ser sustentáveis. Uma delas é a RN Logística, proprietária de 4 caminhões da JAC Motors e com previsão de adquirir mais nidades at o final de . frota da RN conta ainda com cinco cavalos mecânicos Scania a gás e furgões elétricos da BYD e Renault. E por falar em BYD, a empresa conta atualmente com 39 caminhões eT8 em operação na coleta de lixo em várias cidades dos Estados de São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro. Disponível nas versões 4x2 ou 6x2, o modelo é movido por bateria de 180Kw (equivalente a 245cv de potência). Outro veículo de carga da marca no País é o leve T7 com bateria de 150kw (204cv). ocarreteiro.com.br

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CAMINHÕES ELÉTRICOS

Em teste desde 2018, este ano o Mercedes-Benz e-Actros movido a bateria começa a ser produzido na Europa

Com fábrica instalada no Estado de São Paulo, a empresa iniciou este ano as vendas da nova versão de seu furgão eT3 100% elétrico no mercado brasileiro. A novidade é um novo tipo de bateria 700kg mais leve (menos 170 em relação à bateria anterior ) com tecnologia para proporcionar autonomia de até 300 quilômetros com carga completal. Até o início de abril, a empresa contabilizava 50 unidades do furgão T3 em operação no País. A previsão é de triplias vendas em 2021. De acordo com a BYD, as unidades em operação já deixaram de emitir 471 toneladas de CO2. No segmento de caminhões, a atuação da BYD teve início em 2012. Desde então, já entregou mais de 13 mil caminhões e chassis totalmente elétricos nos Estados Unidos, Canadá, Austrália e China, entre outros países. A empresa tem forte atuação no segmento de ônibus, inclusive com modelos rodando em vá40

rias do mundo. No último dia 13 de abril, a BYD e a Budweiser assinaram acordo para aquisição de 30 caminhões elétricos BYD Q3 (cavalo mecânico) para operação em cervejarias de cidades da China. Atualmente é consenso na industria automotiva sobre a maior viabilidade da aplicação de veículos comerciais elétricos na distribuição e outras operações urbanas. Porém, não está fora do radar das montadoras aplicações em veículos maiores para trechos de médias distâncias. A Volvo, por exemplo, acabou de anunciar a produção dos modelos FH, FM e FMX elétricos, para 44 toneladas de PBTC, no segundo semestre de 2022. No entanto, as vendas começam este ano, assim como já acontecem com outros caminhões elétricos da marca como o FL, para 16 toneladas de PBT, e o FE, para 27 toneladas de PBT. "Os novos caminhões elétricos pesados são um grande passo para atingir-


Motor a gás é uma solução para veículos leves e pesados da Iveco, como o S-Way na Europa. Na América do Sul a marca oferece essa opção no Chile e Argentina mos a ambiciosa meta de 50% das vendas da marca na Europa em 2030 sejam de veículos elétricos", disse o presidente da Volvo Truck, Roger Alm. Nos Estados Unidos, o Volvo bicudo VNR já se encontra à venda desde dezembro de 2020. Caminhões de marcas globais, como Mercedes¬-Benz, Volvo, Scania e DAF para distribuição movidos a bateria já deixaram de ser novidade na Europa, América do Norte e Ásia. Mesmo que seja através de outras marcas frutos de parcerias dos grandes grupos automotivos. A Mercedes-Benz do Brasil, por sua vez, explicou que a renovação da frota é mais urgente no País antes de abordar ma tecnolo ia espec fica. “ empre persistiremos nessa questão, que vai trazer efeitos muito importantes para a sociedade e o meio ambiente – já que mais de 90% dos caminhões no rasil s o ainda ro e at ro ero”,

diz o comunicado. Na Europa, a empresa começará a produção do Actros elétrico para distribuição em 2022. Outros fabricantes no continente e como DAF e Scania e Renault também tem veículos de carga movidos a bateria. Aqui no Brasil, a busca por alternativas ao diesel passa também pelo caminhão a gás, opção oferecida por enquanto somente pela Scania. Já o líder da Iveco na América Latina, Márcio Querichelli, anunciou que há sinal verdade para início dos testes no Brasil com gás natural. A marca já comercializada modelos pesados a gás nos vizinhos Chile e Argentina. Na Europa a montadora superou os 25 mil motores a gás e mais de um bilhão de quilômetros rodados. Seu modelo rodoviário no velho continente, com opções para biometano (com até 95% menos emissões de CO2) ou GNL (Gás Natural Líquido), é o S-Way Natural Power, um avançado cavalo mecânico. ocarreteiro.com.br

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SERVIÇOS

ATENDIMENTO E M Cada dia mais presentes na rotina dos transportadores, conectividade, inteligência artificial, compartilhamento de dados e sistemas para manter o caminh o rodando por mais tempo facilitam a vida do motorista, mas exigem atendimento e serviços de man tenç o com tecnolo ia altura por parte da montadora e rede de concessionários JOÃO GERALDO

S

e a indústria automotiva evolui e os veículos de carga também, as atividades de atendimento e de serviços devem acompanhar os avanços dos produtos para aplicar e disponibilizar aos clientes os benefícios trazidos pela tecnologia. Assim tem sido desde o tempo dos caminh es com motores alimentados por bomba injetora mecânica, da cai a de marchas sem an is sincroniadores, direç o sem assist ncia e o tras coisas do passado. No entanto, atualmente a cada dia mais empresas e or ani aç es de diferentes se mentos scam alinhamento com as recentes tecnologias de manufat ra e serviços para entre ar efici ncia, tanto em produtos quanto em serviços.

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esta linha de evol ç o, em a ercedes-Benz do Brasil passou a produzir caminh es e ni s pelos conceitos da ind stria . e a ora leva avanços também para os serviços da marca e atendimento aos clientes. O termo . fa refer ncia arta revol ç o ind strial, assim definida por especialistas de diferentes áreas devido a tend ncia da a tomaç o total e da cominaç o de processos di itais capa es de tomar decis es descentrali adas entre


Fotos ARQUIVO/FENATRAN

E MANUTENÇÃO 4.0

sistemas e pessoas por meio da internet. Historicamente, a primeira revoluç o ind strial ocorrida no per odo entre . e . provoco o salto da prod ç o man al mecani ada, raças a che ada do motor a vapor. se nda, iniciada apro imadamente em . , trouxe a eletricidade e a manufatura em massa e com a terceira, a partir de . , a eletr nica e a tecnolo ia da informaç o e das telecom nicaç es. ortanto, na ind stria . , o na

arta revol ç o ind strial, como eira, os processos produtivos se valem das ltimas tecnolo ias para anhar a ilidade, escala de prod ç o e maior alidade ao prod to final. esta fase da ind striali aç o, os caminh es, por e emplo, incorporam tecnologias que os tornam m ito mais eficientes. o caso do ovo Actros, os avanços no campo digital permitiram ercedes e rede atendimento diferenciado, classificado pela montadora como serviços . . proposocarreteiro.com.br

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SERVIÇOS

Arquitetura eletrônica do Novo Actros permite uso de avançadas tecnologias de segurança do caminhão e da carga

ta atendimento mais di ital na relaç o com os clientes. Em outras palavras, trata se de várias inovaç es disponi ili adas pela companhia aseadas em telemetria, inteli ncia artificial, al oritmos, tecnologia digital, Internet das Coisas e a tomati aç o, t do com foco maior no Novo Actros. “As tecnologias trazem mais disponi ilidade do caminh o, conveni ncia e rentabilidade para os clientes, explica o diretor de peças e serviços ao cliente da ercedes en do rasil, ilvio Renan. s inovaç es a ran em tam m o motorista, pois o profissional passará a contar com mais recursos, interatividade e a desfrutar da conectividade com o gestor da frota, com a sua empresa e com o cliente que receberá a carga, complemento Renan. “ t mesmo em s as relaç es com pessoais e familiares. a cone o din mica entre o motorista, o caminh o, os 44

nossos serviços e a operaç o do cliente. Equipes da fábrica e dos concessionários est o na reta arda para arantir melhores res ltados para em está lá na ponta fazendo o transporte de carga”, acrescentou. m dos itens do serviço . destacados pela ercedes en a parceria com a ascar com o etivo de a mentar a se rança do caminh o e da car a. lassificada como ma nova modalidade agregada ao sistema FleetBoard de gest o de risco de frotas, essa sol ç o está disponível inicialmente apenas para os modelos extrapesados, e será estendida em reve para toda a linha de ve c los comerciais da marca. Conforme lembra o vice-presidente de endas e ar etin aminh es e ni s da ercedes en do rasil, Roberto Leoncini, o FleetBoard já oferecia f nç es de rastreamento e controle, mas agora o sistema Fleetboard powered by


Renan: as inovações abrangem também o motorista, que passa a contar com mais recursos da conectividade

ascar passo a a re ar mais e peri ncia e conhecimento est o de risco. Os concessionários da rede ercedes-Benz já iniciaram as vendas dessa sol ç o de se rança para car a e caminh es. O primeiro cliente foi a o , empresa de logística de Goiânia, cujo contrato deve alcançar caminh es Actros monitorados, disse Leoncini. “Cliente antenado com as novidades conhece m ito em os enef cios e as tecnologias podem agregar ao dia a dia do caminh o e do motorista em como para a est o de s a frota no transporte e logística”, reforçou o executivo. UPTIME- Ferramenta de inteligência artificial, o ptime erencia as man tenç es e dá s porte para melhorar a est o da frota. O sistema perce e al er alteraç o no caminh o e avisa a central para possi ilitar a antecipaç o da man tenç o. o entendimento de Ro erto

eoncini, o ptime ercedes en crio um novo patamar de serviços de manutenç o preventiva e preditiva no mercado brasileiro. “É uma tecnologia exclusiva do Novo Actros, porque demanda de uma arquitet ra eletr nica mais sofisticada, mas logo todos os novos veículos da marca tam m a ter o”, acrescento . inda nas palavras do executivo, todo mundo tem serviço, mas ninguém conta ainda inteli ncia artificial e al oritmos, pois o Novo Actros é o único no mercado brasileiro com essa tecnologia. “O ercedes en ptime inovo também no relacionamento e assist ncia t cnica entre a ercedes en e seus concessionários com os clientes da marca”, complemento ilvio Renan. e ndo s a avaliaç o, os motoristas e clientes est o ostando do sistema. or meio do projeto “Conectados”, concessionários est o replicando o conceito ocarreteiro.com.br

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SERVIÇOS

Leoncini: cliente antenado conhece os benefícios que as tecnologias podem agregar ao caminhão e ao motorista de monitoramento e est o de frota em s as áreas de at aç o. t in cio de a ril, revendas da rede á tinham criado minitorres de controle para oferecer serviços Uptime e do Fleetboard powered by ascar aos se s clientes. O tra inovaç o o c los de Reali46

dade mentada, sol ç o para a reali aç o dist ncia de dia n sticos do caminh o mais rapidamente. sta tecnolo ia possibilita aos técnicos da montadora aseados na nidade de ampinas , darem s porte on line de dia n sticos e reparos para profissionais de oficinas da rede de concessionários. e ndo ilvio Renan, a aplicaç o desta tecnolo ia iniciativa pioneira na ercedes en do rasil e na Daimler r c s, com a primeira tili aç o na linha de prod ç o de caminh es na fá rica de o ernardo do ampo . om os serviços . , o o etivo da arcedes en , conforme afirmo Renan, é atender todas as necessidades dos clientes. emos várias ferramentas para o vi los, pois s assim podemos constr ir a melhor sol ç o e replicar para outros clientes”,concluiu, observando e a tecnolo ia veio para simplificar a vida dos transportadores.


se

V

ocê sabia, carreteiro, que o mês de maio marca o Dia Nacional de Combate ao Abuso Sexual e à Exploração de Crianças e Adolescentes? Essa é uma data importante de re e o. p s m ano intenso de desafios, convidamos voc a estar ao nosso lado nessa l ta: a proteção de crianças e adolescentes contra a viol ncia se al. Todos os anos, milhares de crianças e adolescentes s o v timas de e ploraç o se al nas rodovias rasileiras, e a crise econômica gerada pela pandemia do novo coronav r s os dei a ainda mais v lneráveis. Neste e em todos os meses do ano, carreteiro, o seu papel como agente de proteç o f ndamental. O fim da exploração de crianças e adolescentes s será poss -

Foto SHUTTERSTOCK

PROTEGER OS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES É DEVER DE TODOS vel ando todos n s enfrentarmos ntos este pro lema. antenha os olhos abertos nas estradas e fora delas e Disque 100 para denunciar al er sit aç o s speita de violação de direitos humanos de meninas e meninos. este canal o atendimento rápido, rat ito e pode ser an nimo. Se preferir, a denúncia pode ser feita tam m pelo aplicativo Direitos Humanos Brasil ou pelo Whatsapp no número (61) 99656-5008. e voc estiver n ma rodovia federal ligue direto para o telefone de emer ncia da ol cia Rodoviária Federal (Ligue 191). Precisamos de sua ajuda, carreteiro, para mudar essa realidade e construir um mundo mais seguro para crianças e adolescentes!

Para saber mais, acesse: Childhood Brasil – www.childhood.org.br Programa Na Mão Certa – www.namaocerta.org.br

ocarreteiro.com.br

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Fotos DIVULGAÇÃO

Fotos SHUTTERSTOCK, O CARRETEIRO (CLAITON DORNELLES) e ARQUIVO PESSOAL

TECNOLOGIA

CAMINHADA NA R

EMISSÕES ZE

48


A ROTA

ZERO

oficiali aç o da parceria entre os Gr pos Daimler e olvo r c s, mais o in cio das atividades para desenvolver, prod ir e comerciali ar sistemas de c l las de com st vel para aplicaç es em ve c los pesados fortalece a ornada em direç o a m transporte livre de emiss es at JOÃO GERALDO

E

atamente m ano ap s os Gr pos Daimler r c s e olvo r c s div l arem a intenç o de nir forças para acelerar tecnolo ias aseadas em hidro nio para movimentar caminh es rodoviários e o tras aplicaç es, a aliança entre os dois dos maiores prod tores m ndiais de ve c los comerciais se concreti o . O acordo indica o anto a c l la de com st vel se mostra importante como sol ç o livre de emiss es para movimentar os ve c los em perc rsos de lon as dist ncias. Da parceria s r i a ellcentric Gm o. G, empresa com participaç o de de cada Gr po para se tornar m fa ricante lo al com a finalidade de desenvolver, prod ir e comerciali ar sistemas de c l las de com st vel para aplicaç es em ve c los pesados. rovável s stit to do diesel, o hidro nio tra com ele a e pectativa de ter at , ao menos na ropa, m transporte s stentável e livre de emiss es de O . anto o Gr po Daimler anto o Gr ocarreteiro.com.br

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TECNOLOGIA

Sistema de célula dupla-combustível para aplicações em caminhões pesados gera potência de aproximadamente 300 Kw, equivalente a 408cv

po olvo r c s s o fa ricantes de diferentes marcas de caminh es em várias partes do m ndo. or m, a parceria restrita ao desenvolvimento e prod ç o de c l las de com st vel. as demais áreas, am os contin ar o a ser concorrentes, especialmente na elas li adas tecnolo ia e inte raç o do hidro nio em se s respectivos ve c los. Os testes de caminh es movidos a c l la de comst vel com clientes est o previstos para ter in cio em cerca de tr s anos. á a prod ç o em s rie entre e . a vis o de am os os parceiros, a 50

ener ia das c l las de com st vel aseadas em hidro nio tende a ser no f t ro a opç o preferida para o transporte pesado de lon as dist ncias. ara ve c los mais leves aplicados em operaç es de distri iç o r ana, e at perc rsos de c rtas dist ncias, entende se hoe e a ener ia de aterias se a a sol ç o mais viável. o entanto, a estrat ia do Gr po olvo r c s, e á tem caminh es el tricos prontos em operaç es r ana, iniciar em a prod ç o de modelos pesados com essa forma de prop ls o, conforme á foi an nciado. empresa ellcentric á se encontra tra alhando para a prod ç o de c l la de com st vel. O o etivo com m c mprir as metas de tornar o transporte ne tro de emiss es dentro dos pr -


Empresa Cellcentric de propriedade dos Grupos Daimler e Volvo Trucks já está trabalhando para preparar a produção de células de combustível

imos anos. “ stamos convencidos de e a tecnolo ia de c l las de comst vel aseadas em hidro nio desempenhará m papel essencial para nos a dar a alcançar esse marco. as sa emos e há m ito mais a alcançar do e apenas a eletrificaç o de má inas e ve c los”, afirmo o presidente e O do Gr po olvo, artin ndstedt. O e ec tivo destaca a necessidade de haver mais cooperaç o entre o setor p lico e o privado para desenvolver tecnolo ia e infraestr t ra necessárias, al m de aç o nida de le isladores e o-

vernos em todo o m ndo para a dar a tornar m s cesso a tecnolo ia das c l las de com st vel aseadas em hidro nio. “ arcerias como a ellcentric s o vitais para o nosso compromisso de descar oni ar o transporte rodoviário”, complemento ndstedt. Os caminh es movidos a c l las de com st vel aseadas em hidro nio ser o a chave para permitir o transporte ne tro de O no f t ro, complemento o O da Daimler r c G e memro do conselho de administraç o da Daimler G, artin Da m. “ m com inaç o com caminh es el tricos movidos a ateria, a cel la de hidro nio nos permite oferecer aos nossos clientes as melhores opç es de ve c los en inamente ne tros de O , dependendo da ocarreteiro.com.br

51


TECNOLOGIA

aplicaç o. o inhos, os caminh es el tricos movidos a ateria n o tornar o isso poss vel”, disse o e ec tivo Da m reforço o comprometimento da parceria em relaç o c l la de comst vel, e destaco falo de avanços da ellcentric no desenvolvimento desta tecnolo ia, em como tam m nos preparativos para inicio da prod ç o em s rie. a ropa, por e emplo, os principais fa ricantes de caminh es do continente á est o pedindo a instalaç o de apro imadamente postos de a astecimento de hidro nio de alto desempenho at che ando a . no má imo at . sso por e m com st vel para movimentar ve c los de car a livre de emiss es de di ido de car ono interessa a toda ind stria do setor. 52

Primeiros testes de caminhões movidos a hidrogênio com clientes estão previstos para ter início em aproximadamente três anos

tili ado há m itos anos para mover espaçonaves e diferente do motor a e plos o, o hidro nio n o eimado, e sim f ndido com o i nio para prod ir eletricidade e alimentar m motor el trico o tam m a mentar a a tonomia de m ve c lo a ateria. O processo ocorre em m con nto de placas separadas por mem ranas. ode ser sado tam m para alimentar m motor de com st o interna, semelhante a m prop lsor a ás nat ral comprimido. m tan e de de hidro enio fornece ener ia para m caminh o rodar m.


OUTRAS EMPRESAS- m de em ro de , a veco e a (am as do Gr po haviam an nciado parceria com a i ola otor ompan , a prod ç o do cavalo mec nico i ola re movido tanto a c l la de com st vel anto a ateria em fá rica da veco, em lm, na lemanha. elos planos, an nciados no final de , os primeiros modelos seriam caminh es e com aterias e tam m com c l la de com st vel todos montados na mesma plataforma, seriam testados d rante o ano de e lançamento previsto para . O tra aliança da i ola e veco, esta f ndamental para levar o hidro nio at os postos de a astecimento e acelerar a implantaç o do novo com st vel na ropa, incl i a empresa OG , do-

Mais de 300 pessoas altamente especializadas trabalham nas unidades dos Grupos para o sucesso dos sistemas de células de combustível

na de mais de mil il metros de asod tos na lemanha. O presidente do conselho de administraç o da Daimler r c G, e memro do conselho de administraç o da Daimler G, artin Da m, destaco e o transporte e a lo stica mant m o m ndo em movimento, e a necessidade de transporte contin ará a crescer. atividade, verdadeiramente ne tra em O , poderá ser reali ada atrav s de trens de força el tricos com ener ia proveniente de aterias o convertendo hidro nio a ordo em eletricidade. ocarreteiro.com.br

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PROFISSÃO

DEVERES E BENE Recolhimento e pagamento de impostos municipais e federais fazem parte da lista de obrigações fiscais do motorista autônomo, pois garantem benefícios como aposentadoria, auxílioacidente, auxílio-doença e mais credibilidade no mercado DANIELA GIOPATO

P

ara atuar legalmente como autônomo, sem qualquer vínculo empregatício, o motorista tem de c mprir com as o ri aç es fiscais e arcar com pagamentos de impostos e taxas, tanto as municipais as quanto as federais. Também é importante exigir da empresa que o contratou o recolhimento dos impostos, como o INSS, e pagamento do frete de maneira formal. sso por e mesmo depois do fim da carta frete como pagamento e a exincia do O ( di o dentificador da Operação de Transporte) e do PEF (Pa54

gamento Eletrônico de Frete), ainda existem empresas atuando na informalidade e se arriscando a ser multadas em ma poss vel operaç o de fiscali aç o. O fato da empresa não agir de maneira legal interfere diretamente no negócio do autônomo, pois ele deixa de ter alguns direitos garantidos. O primeiro deles a aposentadoria. final, ando o motorista presta serviço para uma empresa, a contratante é responsável por abater do frete o valor do INSS e repassá-lo à Previdência Social. Outro direito está relacionado aos casos de acidentes


Fotos O CARRETEIRO

NEFÍCIOS

ou doenças quando o motorista é obrigado a se ausentar do trabalho. Em tempos de pandemia, essa preocupação deve ser ainda maior, porque muitas pessoas acometidas pela Covid 19, mesmo após estarem livres da doença, mantêm-se ainda afastadas das atividades diárias por causa de sequelas causadas pelo vírus. No caso do motorista de caminh o, profissional e posto diariamente ao risco de contaminação, é fundamental haver preocupação em ter benefícios na eventualidade de desenvolver a forma grave da doença.

No caso de um autônomo que não recolhe devidamente seus impostos e aceita o pagamento de frete de maneira informal, um eventual afastamento das atividades si nifica rendimento ero durante todo o período. Já o motorista que se resguardou e atuou dentro dos procedimentos legais e formais, terá garantido alguns direitos como aposentadoria (idade, tempo de profiss o, invalide , a lio doença e a ilio acidente, entre outros benefícios. “Com a entrada em vigor da Lei 11.442, em 2007, todo aquele que conocarreteiro.com.br

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PROFISSÃO

tratar um TAC (Transportador Autônomo de Cargas) está obrigado à emissão do O ( di o dentificador da Operação de Transporte) e ao pagamento eletrônico dos fretes”, explica o gerente tributário da empresa Paulicon Contábil, Diogo Lessa. Ainda de acordo com Lessa, o CIOT substituiu o RPA (Recibo de Pagamento a Autônomo) e sendo assim o motorista autônomo não precisa mais emitir nenh m o tro doc mento e fica res ardado quanto ao recolhimento dos impostos devidos e ao pagamento de frete feito de maneira eletrônica, segura e formal e evitando pre os para toda a cadeia do transporte. O objetivo dessa mudança é incluir o produtor e o distribuidor de produtos nessa responsabilidade, diminuindo fraudes, desvios de cargas e garantindo ao motorista que receba todos os paga56

mentos de forma legal e transparente. Em resumo, embora seja bastante conhecido pelos motoristas, o CIOT é tili ado para re lari ar o pa amento do frete em relação à prestação de serviço de transporte rodoviário de carga. Sua numeração é única para cada contrato de frete e deve estar descrita na Declaração de Operação de Transporte e nos doc mentos fiscais. ma arantia junto aos órgãos competentes de que todas as partes irão cumprir o acordado no processo de transporte de cargas, desde a coleta até a entrega, principalmente em relação ao pagamento do frete. tratando se especificamente do motorista autônomo, é mais uma garantia de pagamento integral, pontual e regulamentado do frete. Em relação aos descontos que devem ser retidos no pagamento do autônomo, são os mesmos do RPA, explica Lessa.


TIPOS DE EMPRESA E TRIBUTAÇÕES MEI: o micro empresário individual pagar alor fi o mensal de R$ 49,00, porém não poderá faturar mais de R$ 81.000,00 no ano, ou seja, R$ 6.750,00 por mês e, sua aposentadoria será de um salário mínimo e somente por idade;

Com a entrada em vigor da Lei 11.442, em 2007, empresa que contrata motorista autônomo deve emitir CIOT e pagamento eletrônico do frete

São eles o INSS (11% sobre 20% do valor contratado), IRRF (aplica-se a tabela progressiva do IRRF sobre 10% do valor do contratado) e SEST/SENAT (2,5% sobre 20% do valor contratado). “Além dos impostos citados, pode ser descontado o valor do vale-pedágio fornecido antecipadamente pelo embarcador. Não existe previsão legal para efetuar qualquer desconto na quitação do CIOT, além dos impostos e do vale-pedágio antecipado. O valor depositado eletronicamente deve estar disponível para ser tili ado livremente pelo a t nomo”, complementou. Muitos motoristas optam em abrir uma empresa acreditando ser mais fácil gerenciar o seu negócio. Apesar de ser ma possi ilidade, Dio o fa ma alerta so re a necessidade de or ani aç o e responsabilidade dos deveres. “Caso o autônomo possua apenas um veículo

SIMPLES NACIONAL: as empresas do Simples Nacional pagam seus impostos em função do seu faturamento de forma unificada atra és do DAS, ou seja, quanto maior o faturamento, maior será a alíquota dos impostos. Via de regra, quando o faturamento mensal do transportador é superior a R$ 150.000,00, essa op ão dei a de ser anta osa Nesta opção o faturamento anual não pode ser superior a R$ 4.800.000,00. LUCRO PRESUMIDO: no lucro presumido, o Imposto de Renda e a Contribuição Social são pagos sobre um percentual do faturamento que estima-se ser o lucro da empresa. Os demais impostos obedecem al uotas fi as O faturamento das empresas que optam pelo Lucro Presumido deve ser entre R$ 4.800.000,01 e R$ 78.000.000,00. LUCRO REAL: no lucro real o Imposto de Renda e a Contribuição Social são pagos sobre o lucro apurado pela empresa. Caso apresente prejuízo, não haverá o recolhimento. Os demais impostos o edecem al uotas fi as

ocarreteiro.com.br

57


PROFISSÃO

Autônomo dono de um caminhão apenas não tem necessidade de abrir empresa, diz especialista em tributos

para a prestação de serviços de transportes, não há necessidade dele constituir uma empresa, nem de contratar um contador, de administrar o recolhimento do INSS para a sua futura aposentadoria e apurar os impostos correspondentes. Na condição de TAC, a empresa contratante praticamente fica obrigada a cumprir com todas essas obrigações”, reforça. De acordo com a explicação de Lessa, quando o autônomo decide abrir um CNPJ ele tem de ter em mente que haverá custos envolvidos em sua administraç o. O profissional precisará do a lio de um contador para a apuração dos impostos e também para o atendimento de todas as obrigações exigidas pelos órgãos. Neste caso, a tributação deixa de acontecer através do CPF e passa a ser pelo CNPJ da empresa. importante sa er e o a t nomo 58

e a empresa são “pessoas” totalmente distintas, portanto é necessário ter uma conta bancária em nome da empresa e outra em nome da pessoa física. “Ao abrir uma empresa, o “empresário” deverá ter controles internos para uma maior or ani aç o das o ri aç es entregues ao governo pelo contador, além do balanço anual. Em relação às facilidades para conseguir crédito e trocar de caminhão, Lessa alerta sobre a importância da saúde financeira e do n vel de or ani aç o da empresa. “Para obtenção de crédito, o banco exigirá a documentação que comprove a sit aç o financeira, principalmente o balanço patrimonial. Por outro lado, existem planos do governo que atendem a condição do motorista autônomo para a compra ou troca de veículo, não sendo, portanto, necessário a abertura de empresa”, concluiu.


não

Fotos FABIANO GUMA

BRASIL AFORA

Importados por empresários apaixonados por caminhões, 10 PeterBilt 389 desembarcados no Porto de Paranaguá/PR no mês de março, vindos dos EUA, seguiram para a concessionária DAF Birigui, em São José do Pinhais, região metropolitana da capital paranaense, onde foram entregues aos compradores dos Estados de São Paulo, Minas erais io ra de do e a a a ari a o fi a de abri Com cabine toda em alumínio, os caminhões são equipados com cama de casal, TV e frigobar, acabamento interior de couro e pacote tecnológico para proporcionar conforto e segurança ao motorista, e re o ros de a es de o e ec o ogia Produzidos nos Estados Unidos pela Paccar, dona da DAF e também fabricante dos caminhões Kenworth, estima-se que cada Peterbilt tenha custado em torno de R$ 2 milhões, incluindo taxas e impostos de i or aç o o e arece a i o rasi os e c os ser o sados e iage s de a er e eças de co ecio adores ocarreteiro.com.br

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IMPLEMENTOS

Fotos O CARRETEIRO e DIVULGAÇÃO

GUERRA E RODOF JUNTAS NO SEGME DE IMPLEMENTOS

60

o

a cia decre ada o fi a de er o de co e ar a os de a aç o o seg e o de i e e os rodo i rios esados a erra o a ao ercado a s er sido arre a ada e ei o e a e resa e co ro a odo or e


OFORT, MENTO OS

os da

JOÃO GERALDO

A

Guerra, tradicional marca de implementos rodoviários pesados, cuja falência foi decretada em 2017, está volta ao mercado. Arrematada em leilão da massa falida ocorrido em 22 de março deste ano, a fabricante gaúcha de semirreboques passou a ser controlada pela empresa LIH, dona da AB Rodofort e também de propriedade do Grupo I.Riedi (formado por empresas dos setores agrícola, de transportes, automotivo, consórcios, seguros e locação de veículos). O objetivo da LIH com a aquisição é recolocar a marca Guerra no mercado de forma gradual, operando de forma complementar à Rodofort e assim atender à sua estratégia de expansão no mercado de implementos rodoviários. O diretor-geral da Rodofort, Alves Pereira, disse que as duas marcas atuarão juntas no segmento de implementos pesados. Com a marca Guerra, a Rodofort planeja expandir sua rede distribuição para 30 representantes entre distribuidores e pontos de assistência técnica. Atualmente a marca conta com 18 empresas parceiras. Em 2020 a Rodofort encerrou o exercício com 1.350 implementos rodoviários da linha pesada entregues a clientes. A expectativa para 2021 é aumentar a presença no mercado com volume de 2.350 unidades das duas marcas, sendo 2.100 Rodofort e 250 da Guerra. Os implementos da marca gaúcha estão previstos para começar a ser entregues no quarto trimestre de 2021. Pela estratégia prevista, a fábrica da Guerra em Caxias do Sul/RS será responsável pelos produtos pesados nas linhas basculante, tanque e granel. Sider, baú, ocarreteiro.com.br

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IMPLEMENTOS

Fundada em 1970, a Guerra esteve por vários anos entre as grandes fabricantes de implementos do País

porta cont iner e orestal ser o prod zidos na Rodofort, em Sumaré/SP. Em ambas as unidades haverá espaço para customização de produtos, conforme explicou Alves. “Nossa engenharia tem capacidade para entregar ao cliente o produto adeado s s as necessidades espec ficas, desenvolvidos a partir da linha de produtos”, acrescentou. O executi-

Rodofort foi adquirida pela LIH em 2018 62

vo falou também sobre a adoção de um processo de produção enxuto na unidade da Guerra em Caxias do Sul, como forma de tornar a fábrica altamente competitiva, podendo chegar a 1.000 funcionários dentro de cinco anos. Atualmente a fábrica de Sumaré/SP emprega 317 pessoas. Em 2018, quando quando a LIH comprou


a Rodofort, eram somente 12 empregados, lembrou Alves. Naquele ano, a fábrica produziu 110 implementos e no ano seguinte a empresa registrou emplacamento de 654 produtos. E, em 2020, entregou 1.350 implementos pesados. O executivo destacou a decisão acertada do Grupo ter estreado no mercado de implementos rodoviários com uma marca conhecida como a Rodofort. Citou o período de operação desde então ter servido para o acúmulo de experiência, demodo que o resultado positivo levou a buscar novas oportunidades no segmento. A LIH pagou cerca de R$ 90 milhões pela Guerra e estima investir outros R$ 10 milhões para deixar a empresa pronta para retomar a produção. Foram leiloadas quatro áreas. Duas em Caxias do Sul: uma delas com 20,2 mil metros quadrados e 12,7 mil metros quadrados de área construída, avaliada em R$ 19,1 milhões; e outra de 151,1 mil metros quadrados e 31,3 mil metros de área construída, avaliada em R$ 67,5 milhões. Outras duas são em Farroupilha, tendo uma delas 5 mil metros quadrados de área construída, no valor de R$ 2,9 milhões, e uma segunda de 8,1 mil metros quadrados de área construída, avaliada em R$ 5,1 milhões. O arremate incluiu móveis, equipamentos, todas as máquinas e linhas de produção da Guerra, além de patentes e desenhos industriais registrados pela Guerra S/A. “Com Guerra e Rodofort juntas vamos seguir no caminho da expansão de nossos negócios disputando o mercado com duas marcas de grande tradição”, concluiu o diretor-geral. Nos planos da empresa consta a expansão da rede para 30 representantes entre distribuido-

Guerra será recolocada no mercado de forma gradual e complementar à Rodofort, disse Alves Pereira. Produtos chegam ao mercado ainda este ano

res e pontos de assistência técnica. Com mais capacidade de produção, o objetivo é também vender implementos para outros países, a começar para transportadores da Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai. PAZ NA ESTRADA– Fundada no Rio Grande do Sul em 1970, e também conhecida pelo slogan “Guerra é paz na estrada”, durante anos a Guerra se manteve na segunda posição entre os fabricantes de implementos rodoviários no Brasil. A partir de 2008, a empresa passou a ser controlada por um fundo francês e desde a metade de 2015 encontrava-se em recuperação judicial, porém, os sócios majoritários e minoritários nunca chegaram a um acordo, o que levou a uma decisão do Poder Judiciário. ocarreteiro.com.br

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CLASSIFICADOS

Amigo motorista, mande sua mensagem para a Revista O Carreteiro redacao@ocarreteiro. com.br www.ocarreteiro.com.br (11) 95428-8803 facebook. com ocarreteiro. Rua Palacete das Águias, 395 - Vila Alexandria - São Paulo SP - CEP 04635-021 EMPREGO Tenho CNH categoria AE (EAR, CETPP e CETCP), ensino médio completo e procuro emprego como motorista de caminhão. Tenho cursos de TAC – Transportador Autônomo de Cargas, Administração de Garagens e RT – Responsável Técnico. Trabalhei na Parx Estacionamentos Ltda, como manobrista, e na Empresa Brasileira de Estacionamentos Ltda. (Multipark), como orientador de pátio. Disponho-me para possíveis testes, pois eu espero a oportunidade para adquirir a experiência no ramo de transportes. 64


Arlécio Claudino de Oliveira arlecio.claudino@ hotmail.com Tels.: (11) 2964-5899 (11) 98685-8838 Cidade Tiradentes/SP EMPREGO Tenho 40 anos de idade e CNH categoria D, ensino médio completo, curso do MOPP atualizado em outubro, cartão da Pamcary e experiência em várias estradas brasileiras com diversos veículos de carga. Não fumo e nem bebo e tenho disponibilidade para morar em outras cidades ou Estados. Fabiano Freitas de Matos etffm2020@gmail.com Tel. (55) 99174-0229 Santa Maria/RS

Amigo e parafuso a gente conhece na hora do aperto RECADO Um grande abraço ao meu irmão Kiko Pesci, que mesmo rodando longe, nas estradas deste Brasil, nunca esquece de felicitar seus familiares, sempre que pode, com seus áudios inusitados. Parabéns, Kikão, por persistir no legado do nosso avô e do nosso pai. Nós te amamos. Rogério Antonio Pesci Sorocaba/SP ocarreteiro.com.br

65


MERCADO DE CAMINHÕES

UNIDADES

ABRIL/2021

MARÇO/2021

JAN-MARÇO/2021

TOTAL DE CAMINHÕES

9.785

10.759

35.952

SEMILEVES

465

514

2..045

FCA (DODGE)

40

51

.510

IVECO

43

49

181

VOLKSWAGEN

66

63

165

MERCEDES-BENZ

301

338

1.107

PEUGEOT

9

12

65

CITROEN

4

0

10

LEVES

971

990

3.488

AGRALE CAOA HYUNDAI

1

6

38

104

FORD

4

2

11

IVECO

79

62

283

VOLKSWAGEN

329

316

1.038

MERCEDES-BENZ

517

551

2.014

816

933

3.062

AGRALE

0

0

3

FORD

1

3

9

MÉDIOS

IVECO

65

68

262

VOLKSWAGEN

631

715

2.264

MERCEDES-BENZ

119

146

522 8.946

SEMIPESADOS

2.368

2.484

FORD

8

6

14

IVECO

165

187

644

1.269

1.301

4.574

650

778

2.926

VOLKSWAGEN MERCEDES-BENZ SCANIA

0

VOLVO 147

275

PESADOS

66

3 35

2

2

210

783

5.165

5.838

18.321

DAF

511

481

1.632

IVECO

277

181

730

MAN/VOLKSWAGEN

535

740

2.060

MERCEDES-BENZ

1.150

1.210

4.480

SCANIA

1.529

1.713

4.640

VOLVO

1,162

1.513

4.777

Fonte: ANFAVEA

LICENCIAMENTO 2021


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