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Sim, receita típica ganha indicação geográfica
Pode até assustar no nome, mas basta uma mordida para entender porque a carne de onça conquistou gerações de curitibanos e agora também o selo de Indicação Geográfica, concedido pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial. Ficou com vontade? Então, dê só uma olhada em nossa seção de Gastronomia!
Em Celebridade, Andréia Horta, de volta em “Três Graças”, celebra seu retorno após a maternidade. A atriz nos conta que, apesar de ter ficado quase cinco anos de folga das novelas, sempre esteve presente no elenco de inúmeras séries e passeou pelos principais serviços de streaming. Confira!
O aumento do número de transtornos mentais em crianças e adolescentes está preocupando os profissionais da área da saúde e educação. Os dados da Organização Mundial de Saúde apontam que um em cada sete jovens entre 10 e 19 anos sofre de algum transtorno mental. Confira em nossa seção Comportamento.
Em Saúde, a dor cônica no ombro pode limitar movimentos simples como vestir uma camisa, levantar o braço ou apoiar-se em determinada posição. Por isso, segundo o ortopedista Gustavo Barboza de Oliveira, é essencial estar atento aos sinais persistentes de dor. Confira.
Já ouviu falar em atalhos estéticos? São procedimentos que potencializam resultados de academia e entregam aparência atlética em pouco tempo. Confira em Beleza & Estética!
Nosso Especial Educação traz um momento de reflexão para os pais que estão pensando em mudar os filhos, que estão cursando o Ensino Médio, de escola. Na opinião de alguns especialistas, manter o aluno na mesma escola favorece a adaptação, o equilíbrio emocional e o desempenho na hora da transição. Confira tudo isso e muito mais!
Boa Leitura!
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Andréia Horta
De volta ao ar em “Três Graças”, atriz celebra primeira novela após maternidade








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16 > Gastronomia
Carne de onça Transtornos mentais entre crianças e adolescentes
20 18 > Beleza & Estética
Dor no ombro > Saúde
26 > Especial Educação > Comportamento
Atalhos estéticos
Bilinguismo

























































































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AReforma Tributária que se inicia em 2026 é, sem dúvida, o evento mais significativo para o ambiente de negócios brasileiro nas últimas décadas. Seu objetivo central é claro: simplificar a cobrança de tributos e instituir um sistema fiscal mais justo, previsível e eficiente.
Essa simplificação se dará pela unificação de diversos impostos sobre o consumo na criação de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) Dual.
No entanto, essa grande mudança exige uma adaptação completa e imediata das empresas. Diante do calendário de transição, a inação é o maior risco. Pesquisas recentes indicam que uma parcela significativa das empresas ainda não discutiu internamente os impactos da reforma ou apenas iniciou o processo de adaptação, o que acende um alerta.
O ano de 2026 marca o início da transição, focando na introdução de dois novos impostos que substituirão os atuais:
-Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS): De competência federal, unificando IPI, PIS e COFINS.
-Imposto sobre Bens e Serviços (IBS): De competência estadual e municipal, unificando ICMS e ISS.
Nesta fase de teste, sua empresa não fará o recolhimento total. O principal impacto prático será a obrigatoriedade de destacar nas notas fiscais uma alíquota simbólica e não-cumulativa: 0,9% para a CBS e 0,1% para o IBS.
Essa etapa inicial é fundamental para que o Fisco e as empresas possam testar a nova metodologia de cálculo e apuração antes da vigência plena das alíquotas oficiais.
A conformidade com a nova legislação exige uma mudança completa na forma como as empresas calculam e recolhem seus impostos, indo além do simples destaque na nota fiscal. Empresas de todos os setores precisam se adaptar a novas regras de apuração e obrigações acessórias. Sua agenda de adaptação para 2026 deve incluir, prioritariamente:
1- Adequação de Sistemas: Garantir que o software de gestão e emissão de notas fiscais esteja apto a calcular e destacar corretamente as alíquotas de CBS e IBS.
2- Treinamento da Equipe: Capacitar as áreas de contabilidade, fiscal e compliance sobre os novos conceitos do IVA (crédito financeiro, base de cálculo, regimes específicos) para evitar erros na apuração.
A Reforma oferece a oportunidade de tornar o seu negócio mais competitivo e previsível. A melhor defesa contra incertezas é a preparação técnica e a busca por assessoria jurídica e contábil especializada o quanto antes.

Thiago Massicano, especialista em Direito Empresarial e do Consumidor, sócio-presidente da Massicano Advogados e presidente reeleito da OAB Subseção Tatuapé. Acompanhe outras informações sobre o Direito Empresarial e do Consumidor no site www.massicano.adv.br, que é atualizado semanalmente.

STAR TREK: STARFLEET ACADEMY
Starfleet Academy apresentará um jovem grupo de cadetes que se reúne para perseguir um sonho comum de esperança e otimismo. Sob o olhar atento e exigente de seus instrutores, eles descobrirão o que é preciso para se tornarem oficiais da Frota Estelar enquanto navegam por amizades florescentes, rivalidades explosivas, primeiros amores e um novo inimigo que ameaça tanto a Academia quanto a própria Federação.


Em“A Empregada”, Millie é uma jovem mulher batalhadora que fica aliviada por ter um novo começo como empregada doméstica de Nina e Andrew, um casal rico. No entanto, ela logo descobre segredos familiares mais perigosos do que os seus próprios. Baseado no romance homônimo da autora Freida McFadden — que já vendeu milhões de cópias no mundo todo — a adaptação para o cinema reúne um time de peso: as atrizes Sydney Sweeney e Amanda Seyfried não só atuam, como também assinam como produtoras executivas, junto com a própria autora e a produtora executiva Alex Young.
Após uma resposta massiva do público e ingressos praticamente esgotados para a apresentação de 24 de janeiro, o Roupa Nova anuncia um show extra da turnê “Simplesmente Roupa Nova”, que acontecerá no dia 23 de janeiro de 2026, na Vibra São Paulo. Celebrando mais de quatro décadas de trajetória, o grupo promete uma noite inesquecível, revisitando os grandes clássicos que marcaram gerações, agora em um formato acústico, intimista e repleto de emoção. Os ingressos já estão à venda pelo site uhuu.com e em pontos autorizados.

Spor Caroline Borges / TV Press
e manter ativa diante das câmeras sempre esteve no radar de Andréia Horta. Apesar de ter ficado quase cinco anos de folga das novelas, a atriz esteve no elenco de inúmeras séries e passeou pelos principais serviços de streaming. Uma pausa na carreira realmente veio apenas quando a pequena Yolanda nasceu. Com quase um ano, a bebê é fruto do relacionamento da atriz de “Três Graças” com o também ator Ravel Andrade. “De novela eu fiz uma pausa de quatro anos, mas não parei de trabalhar. Engatei uma série atrás da outra, inclusive grávida de oito meses. Depois do nascimento da minha filha, fiquei quase um ano dedicada a ela. Nos primeiros seis meses não tinha babá, era só eu e meu companheiro. Agora, com uma rede de apoio, consigo conciliar melhor”, explica ela, que vive a elegante Zenilda na novela das nove.
No enredo de Aguinaldo Silva, Zenilda é esposa de Santiago Ferette, papel de Murilo Benício. Advogada, ela não exerceu a profissão para se dedicar integralmente à vida familiar. Com os filhos criados, começa a pensar em trabalhar. No entanto, sequer imagina que a melhor amiga Arminda, de Grazi Massafera, é amante de seu marido. “Ela foi mãe muito jovem, é casada e apaixonada pelo Ferette e se dedicou à família. Já começa um desejo de uma volta para si mesma. Tem uma amiga de infância, que é a Arminda. As duas têm uma relação até abusiva porque a Arminda é agressiva com ela. E minha personagem é o ponto de encontro dos dois vilões da novela, ao mesmo tempo que tem um certo humor”, afirma.
VOCÊ JÁ INTERPRETOU DIVERSAS MÃES NA TELEVISÃO. O QUE MUDA AGORA, VIVENDO A MATERNIDADE NA VIDA REAL E TRAZENDO ESSA EXPERIÊNCIA PARA A PERSONAGEM ZENILDA?
Já fiz muitas mães, inclusive em “José & Durval”, em que tinha oito filhos adultos e era mãe dos irmãos Simas. Mas agora é diferente. Conhecendo a maternidade, tudo se torna mais profundo. Eu olho para a Alanis, que faz minha filha na novela, e imagino ela bebê várias vezes. Esse exercício de memória e imaginação me conecta com um lugar muito íntimo. A maternidade me dá outra camada de sensibilidade para interpretar, porque não é mais apenas uma construção artística: é uma vivência que atravessa o meu olhar e a forma como me relaciono com a personagem.
COMO TEM SIDO CONCILIAR ESSA NOVA ROTINA ENTRE AS GRAVAÇÕES E A MATERNIDADE?
Eu sinto muita saudade dela e penso nela o tempo todo. Mas essa saudade também se transforma em força. Nos primeiros meses da vida dela eu não tinha babá, era só eu e meu companheiro o tempo inteiro. Agora tenho uma rede de apoio. Ao mesmo tempo, essa sensação me alimenta como atriz, porque me conecta com a dimensão real da maternidade e me ajuda a dar verdade às cenas.
ESSA EXPERIÊNCIA COM A MATERNIDADE AJUDOU NA CONSTRUÇÃO DA PERSONAGEM DE ALGUMA FORMA?
É uma construção cena a cena. A cada gravação, vamos descobrindo juntas, aprofundando as situações. Fora do set, também criamos vínculos: almoçamos juntas, convivemos, porque não nos conhecíamos antes. Essa proximidade fora das câmeras ajuda a dar naturalidade para a relação dentro da novela. Meu primeiro encontro com a Alanis, por exemplo, foi curioso (risos).
COMO ASSIM?
Foi muito simbólico. A primeira vez que ela me

A maternidade tem sido uma experiência completamente transformadora para Andréia Horta. Para a atriz, ser mãe é reencontrar a delicadeza das pequenas coisas
viu disse: “Ah! Eu assistia a você quando era criança”. Isso me marcou, porque sempre fui eu quem dizia isso para os outros, e de repente é ela quem diz para mim. Ainda bem que vou ser a mãe dela na trama, porque esse encontro de gerações traz uma camada especial para nossa relação em cena.
SUA ÚLTIMA NOVELA HAVIA SIDO “UM LUGAR AO SOL”, PRODUZIDA DURANTE A PANDEMIA E SOB RÍGIDOS PROTOCOLOS DE SEGURANÇA. COMO TEM SIDO ESSA VOLTA AO FORMATO?
Novela é uma aventura misteriosa. A gente aceita fazer sem saber que história vai contar. É um gesto de amor e confiança no personagem e na história. No teatro, na série ou no cinema, sabemos o que vai acontecer. Na novela, não. Tudo pode acontecer. É um encontro único com o público, porque os sentimentos humanos são complexos e se revelam ao longo da trama. Meu encontro com o Aguinaldo sempre foi muito especial.
DE QUE FORMA?
Zenilda é minha segunda personagem com
o Aguinaldo, e só sou rica nas novelas dele. Ela foi mãe muito jovem, casada e apaixonada pelo Ferette, dedicada à família. É o ponto de encontro dos dois vilões da novela, mas também traz humor. Representa abandono parental, gravidez precoce e a responsabilidade de quem tem privilégios. Zenilda era bolsista, vem de uma classe social mais baixa e ascende de classe com o casamento. É uma personagem leve, forte, consciente, que já no primeiro episódio é traída pela amiga e pelo marido.
A SUA CONSTRUÇÃO, VOCÊ BUSCOU APROXIMAR A ZENILDA DE MULHERES DO DIA A DIA?
Claro. Ela é formada em Direito, mas nunca exerceu a profissão. Abdicou totalmente para cuidar da família e só agora, com os filhos criados, começa a pensar na possibilidade de retomar a carreira. Isso é muito comum: muitas mulheres priorizam a vida em família e deixam de lado seus projetos pessoais. Na minha própria família, quase todas as mulheres abdicaram das suas carreiras. Zenilda, portanto, é um retrato fiel dessa realidade.




*consulte condições







Preparo, que é um grande sucesso nos bares da capital paranaense, agora conta com reconhecimento do INPI
Pode até assustar no nome, mas basta uma mordida para entender porque a carne de onça conquistou gerações de curitibanos — e, agora, também o selo de Indicação Geográfica (IG), concedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). A iguaria típica da capital paranaense entra para o seleto cardápio dos sabores brasileiros com origem protegida, ao lado de pratos como o Queijo Canastra e o Vinho do Vale dos Vinhedos.
‘BAFO FORTE’
Criada nos anos 1940, a Carne de Onça não tem nada a ver com o felino, mas com o “bafo forte” deixado pelo tempero marcante. Feita com carne bovina crua, moída na hora, ela é servida sobre uma fatia generosa de broa de centeio e finalizada com uma chuva de cebola picada, cebolinha verde, sal, pimenta e um fio de azeite. Uma explosão de sabores que conquista tanto os paladares mais tradicionais quanto os curiosos de primeira viagem.
“É um símbolo de quem somos. Essa conquista garante a preservação de uma receita que atravessa décadas e conta a história de Curitiba em cada garfada”, comemora Sérgio Medeiros, presidente da Associação dos Amigos da Onça, entidade que liderou o processo de reconhecimento.
Desde 2016, a carne de onça já era reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial de Curitiba. Agora, com o novo selo, passa a ter proteção legal quanto à sua origem e modo de preparo, valorizando os bares e restaurantes que mantêm viva essa tradição. Além disso, o título deve impulsionar o turismo gastronômico e movimentar a economia local.
Algumas dicas são importantes para quem vai preparar a “Carne de Onça”. De acordo com Luíz Breda, do bar curitibano Bávaro, existe um ingrediente chave. “O conhaque misturado a carne dá um toque especial, valoriza muito o prato”, conta o especialista. Para o chef Rogério Teixeira, do Coxa Sports Bar, a dica é usar uma carne de boa qualidade. “Cortes de carnes nobres sempre fazem a diferença. Finamente picados a ponta de faca e com azeite extravirgem de qualidade”, complementa.



- 500 g de alcatra (3 vezes moída);























































































Dados mostram crescimento nesta faixa etária; mudanças bruscas de comportamento, irritabilidade e isolamento estão entre os sinais
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que um em cada sete jovens entre 10 e 19 anos sofre de algum transtorno mental, o que representa cerca de 15% da carga global de doenças nessa faixa etária. Depressão, ansiedade e distúrbios comportamentais estão entre as principais causas de incapacidade entre adolescentes.
A psiquiatra Carla Vieira alerta que os transtornos mentais na infância e adolescência resultam de uma complexa combinação de fatores genéticos, ambientais, psicológicos e sociais.
“Traumas na infância, como violência doméstica, negligência, abuso, bullying e pobreza extrema, afetam diretamente o desenvolvimento do cérebro, especialmente regiões como o hipocampo e uma outra região do cérebro chamada amígdala, impactando áreas responsáveis pelo controle emocional, cognição e resposta ao estresse. Essas alterações aumentam a vulnerabilidade a quadros como depressão, TDAH, transtornos de conduta e até mesmo psicose”, explica a especialista.
Estudo da Faculdade de Medicina da USP, divulgado em fevereiro deste ano em parceria com a Universidade de Bath, indica que mais de 80% dos jovens brasileiros já passaram por pelo menos um evento traumático até os 18 anos, impactando a saúde mental.
De acordo com a Dra. Carla, a genética pode explicar de 30% a 50% da predisposição a transtornos mentais, mas são os fatores ambientais e sociais que costumam determinar a manifestação desses quadros, especialmente em contextos marcados pela exclusão, desigualdade, violência, negligência institucional e insegurança econômica, além do isolamento social imposto pela pandemia de Covid-19.
A médica destaca que jovens em sofrimento emocional, muitas vezes sem diagnóstico, tendem a buscar nas drogas uma forma de alívio. “Meninas vítimas de violência sexual e meninos expostos a contextos violentos estão entre os grupos mais vulneráveis. A busca por substâncias como válvula de escape é uma forma de lidar com o estresse e a ansiedade, o que pode agravar ainda mais a situação.”
CIRCUITOS DOPAMINÉRGICOS
A especialista ressalta ainda que o uso precoce de álcool e maconha também está associado ao desencadeamento

Depressão, ansiedade e distúrbios comportamentais estão entre as principais causas de incapacidade entre adolescente
ou agravamento de transtornos como esquizofrenia, transtorno bipolar e depressão. “Quanto mais precoce o uso (antes dos 15 anos), maior o risco de neurotoxicidade e de alterações em circuitos dopaminérgicos.”
Outro fator de risco em evidência é o uso excessivo das redes sociais. Para jovens emocionalmente fragilizados, o ambiente digital pode intensificar sentimentos de inadequação, estimular comparações constantes e facilitar o acesso a conteúdos prejudiciais. “O cyberbullying, por exemplo, está diretamente ligado a casos de automutilação, ideação suicida e transtornos depressivos”, afirma.
Entre os principais sinais de alerta estão mudanças bruscas de comportamento, irritabilidade, isolamento, queda no desempenho escolar, automutilações e falas sobre morte ou suicídio. “Esses sintomas devem ser levados a sério e acompanhados por profissionais de saúde mental”, reforça a psiquiatra.
O estigma em torno do tema ainda é um dos principais obstáculos para o diagnóstico e o tratamento. “O preconceito impede que famílias busquem ajuda, retardando o início do cuidado e contribuindo para o agravamento do quadro. Tratar saúde mental como prioridade é urgente e essencial para garantir o futuro desta geração”, conclui.













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Movimentos simples como vestir uma camisa, levantar o braço ou apoiar-se em determinada posição, tornam-se dolorosos e, em alguns casos, inviáveis

Segundo o ortopedista, é essencial estar atento aos sinais persistentes de dor ou limitação articular
Ador crônica no ombro é uma das principais causas de limitações funcionais entre os adultos. O desconforto costuma impactar de forma significativa a qualidade de vida das pessoas. Movimentos simples como vestir uma camisa, levantar o braço ou apoiar-se em determinada posição, tornam-se dolorosos e, em alguns casos, inviáveis.
Segundo Gustavo Barboza de Oliveira, ortopedista, é essencial estar atento aos sinais persistentes de dor ou limitação articular. “A dor no ombro que não melhora com repouso ou medicação deve ser investigada. Quanto antes o diagnóstico for feito, maiores as chances de
recuperação com tratamentos menos invasivos”, afirma o médico.
SOCIAIS
Além do impacto individual, o problema também tem reflexos sociais e econômicos. O ombro, por ser a articulação com o maior arco de movimento do corpo humano, figura entre as principais causas de afastamento do trabalho. Segundo dados do Ministério da Previdência e do Trabalho, em 2021, lesões nessa região afastaram 22.761 pessoas por mais de 15 dias, gerando concessão de benefícios pelo Regime Geral de Previdência Social (INSS).
Mas, qual o momento certo de procurar um especialista? Alguns sinais são considerados alertas para buscar avaliação médica. Confira.
#1 - Dor persistente mesmo após repouso ou uso de medicamentos;
#2 - Dificuldade para levantar o braço ou realizar tarefas simples do dia a dia;
#3 - Desconforto acentuado durante a noite, comprometendo o sono;
#4 - Inchaço ou sensação de calor na região do ombro;
#5 - Sensação de fraqueza ou perda de força nos movimentos cotidianos.
Entre as principais causas de dor no ombro estão as relacionadas às lesões nos tendões do manguito rotador, bursite, capsulite adesiva (conhecida como “ombro congelado), artrose, entre outras condições. Normalmente, antes de recorrer à cirurgia, os médicos costumam adotar uma abordagem mais conservadora com o intuito de aliviar os sintomas e recuperar a funcionalidade. Neste caso, o tratamento envolve o uso de medicamentos anti-inflamatório e analgésicos.
Além disso, infiltrações com corticosteroides ou ácido hialurônico podem ser indicadas em situações mais complexas ou quando os métodos convencionais não atingiram o resultado esperado. Essas aplicações são realizadas por especialistas e têm o objetivo de reduzir o processo inflamatório de maneira mais localizadas.
A cirurgia no ombro é indicada quando o paciente apresenta dores persistentes e limitações nos movimentos, mesmo após meses de tratamento conservador com fisioterapia, uso de medicamentos e mudanças nos hábitos diários. As principais condições que podem exigir intervenção cirúrgica incluem lesões do manguito rotador, que afetam os tendões responsáveis pelos movimentos do ombro; instabilidade articular, frequentemente observada em pessoas com histórico de luxações recorrentes; osteoartrose, que provoca a degeneração progressiva da articulação e dores contínuas; lesões no lábio glenoidal, estrutura essencial para a estabilidade do ombro; e fraturas graves, que não se consolidam de forma adequada apenas com imobilização. Em casos como esses, a cirurgia pode ser necessária para restaurar a funcionalidade e aliviar o desconforto..
“Quando os sintomas afetam a qualidade de vida e limitam atividades simples, como dirigir ou carregar um objeto leve, pode ser o momento de considerar a cirurgia. Adiar essa decisão pode agravar o quadro e tornar a recuperação mais difícil”, explica o especialista.
ATENDIMENTO ESPECIALIZADO
Para evitar que a dor no ombro se torne um obstáculo permanente, é fundamental adotar uma postura preventiva e buscar atendimento especializado. Com o diagnóstico correto e o tratamento adequado, é possível recuperar os movimentos e retomar a rotina com segurança. “O mais importante é não normalizar a dor. Hoje, temos recursos eficazes tanto para tratamento conservador quanto cirúrgico, com alto índice de sucesso. O primeiro passo é procurar ajuda”, finaliza o médico.

‘A cirurgia entrega aparência, mas não traz os ganhos de saúde, força e bem-estar que só o exercício pode oferecer’
Conquistar um corpo definido, antes associado a anos de treino e disciplina alimentar, hoje também pode ser resultado de uma passagem pelo consultório de cirurgia plástica. Celebridades como Virgínia Fonseca ajudaram a popularizar procedimentos que potencializam resultados de academia e entregam aparência atlética em pouco tempo. Segundo a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), o Brasil realizou mais de 2,3 milhões de cirurgias plásticas em 2023, ultrapassando os Estados Unidos e concentrando 13% de todos os procedimentos do mundo.
TREINOS INTENSOS
Entre os mais procurados está a Lipo de Alta Definição (Lipo HD), que remove gordura de pontos estratégicos para evidenciar os gomos do abdômen e criar a ilusão de um “tanquinho”. “A proposta é valorizar a musculatura que o paciente já tem, desenhando contornos que lembram o resultado de treinos intensos”, explica o médico Leandro Faustino. A procura por essa técnica cresceu de forma constante nos últimos cinco anos, sobretudo entre homens de 25 a 40 anos.
ENXERTO DE GORDURA OU PRÓTESE
A tendência também se espalhou para outras áreas do corpo. A gluteoplastia com enxerto de gordura ou prótese de silicone, popularizada como Brazilian Butt Lift, cria glúteos empinados e volumosos como os de séries de agachamento, mas em tempo reduzido. Globalmente, o procedimento cresceu 40% entre 2017 e 2022. Já os implantes musculares de silicone, como os de peitoral e panturrilha, atraem principalmente homens jovens que buscam um físico mais equilibrado. Dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica apontam aumento de 20% na procura nos últimos três anos.
Nos tratamentos minimamente invasivos, bioestimuladores e preenchimentos corporais vêm ganhando espaço. Substâncias como ácido hialurônico podem ser aplicadas em glúteos, abdômen e peitorais para criar projeções e definição semelhantes às conquistadas na academia. O setor cresceu 30% em 2022, refletindo a demanda por soluções rápidas e sem recuperação ci-

Entre os mais procurados está a Lipo de Alta Definição (Lipo HD), que remove gordura de pontos estratégicos para evidenciar os gomos do abdômen
rúrgica. Tecnologias como o Emsculpt, aparelho de eletroestimulação que simula milhares de contrações musculares em minutos, também chegaram ao Brasil. O método promete aumento médio de 25% da massa muscular e redução de 30% da gordura após o protocolo completo, e virou febre em cidades como Nova York e Miami.
Apesar da popularidade, médicos reforçam que nenhuma técnica substitui os benefícios da atividade física. “A cirurgia entrega aparência, mas não traz os ganhos de saúde, força e bem-estar que só o exercício pode oferecer”, lembra Faustino. Sem dieta equilibrada e rotina ativa, os resultados também podem se perder rapidamente. A ascensão desses procedimentos mostra como o conceito de corpo fitness se expandiu: se antes dependia de treino e disciplina, hoje também pode nascer da estética. Mas, enquanto a medicina oferece atalhos cada vez mais sofisticados, é o estilo de vida saudável que continua sendo o verdadeiro diferencial para sustentar o que aparece no espelho.



Dra. Carla Bocuto, especialista, entende que, a busca por realçar a beleza natural, mantendo a autenticidade, nunca esteve tão em alta. Se você está acompanhando as tendências do universo estético, certamente já ouviu falar da Harmonização Facial e Corporal. Mas o que realmente significa essa abordagem e por que ela se tornou o pilar da estética moderna?
Não se trata apenas de corrigir imperfeições isoladas. A verdadeira revolução reside em uma visão 360º, que compreende o indivíduo em sua totalidade. A harmonização é a arte de criar um equilíbrio simétrico e proporcional, otimizando traços e contornos para que o resultado final seja uma versão aprimorada e mais confiante de você mesmo, sem perder sua essência.



A Harmonização Facial é uma área de expertise que utiliza um arsenal de técnicas injetáveis – como o uso estratégico de ácido hialurônico e a aplicação de toxina botulínica – para esculpir, preencher e rejuvenescer.
O Contorno Mandibular e Malar define o ângulo da mandíbula e o volume das maçãs do rosto pode transformar a estrutura facial, conferindo um ar mais jovem e elegante. O Preenchimento Labial promove lábios volumosos e bem definidos, com naturalidade, são uma tendência perene.





A Rinomodelação ajusta o formato do nariz sem cirurgia, harmonizando-o com o restante do rosto.
Os Bioestimuladores de Colágeno não apenas preenchem, mas incentivam a produção natural de colágeno, promovendo uma melhoria contínua na firmeza e textura da pele ao longo do tempo.
Diz a dra. Carla Bocuto que, o segredo do sucesso está na Análise Facial Personalizada. Um profissional qualificado não apenas injeta; ele estuda as linhas de expressão, os pontos de luz e sombra, e as proporções faciais para garantir que cada detalhe contribua para um resultado elegante e verdadeiramente harmonioso, respeitando a identidade única do paciente.




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Nos últimos dez anos, cursos, palestras e conteúdos sobre educação financeira para crianças e adolescentes ganharam espaço em eventos, nas redes sociais e em documentos que regem a educação no País, como a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) identificou que, em países desenvolvidos, a população possui alto letramento financeiro. Em outras palavras, mantém boa relação com o consumo, com as instituições financeiras e com o planejamento financeiro pessoal, fatores que costumam impulsionar o desenvolvimento econômico desses países.
ADULTOS MAIS RESPONSÁVEIS
De fato, aprender a lidar com situações que envolvem dinheiro é uma habilidade útil nos planos individual e coletivo. Essa abordagem, além de preparar melhor as pessoas para cuidar da própria vida financeira, contribui para formar adultos mais responsáveis e empáticos.
Assim como ler e escrever, a educação financeira pode ser ensinada ainda na infância. Para a editora de conteúdo da Aprende Brasil Educação, Janile Oliveira, trabalhar essas habilidades com crianças promove não apenas responsabilidade, mas também valores como respeito e solidariedade. “Quando o jovem aprende a se relacionar bem com o dinheiro, percebe que ele é um recurso geralmente limitado e que precisa ser controlado com cuidado. Isso ajuda a desenvolver disciplina e a entender o valor de suas escolhas, um processo que reforça valores como cooperação, responsabilidade e empatia”, explica.
BOAS OPORTUNIDADES
Antes de falar sobre educação financeira, é preciso entender que ela não se limita a dinheiro, contas e maneiras de poupar. Envolve comportamento, consumo, estratégia, organização e cooperação. Por isso, o cotidiano de uma família pode render boas oportunidades, tal como fazer a lista do supermercado, reaproveitar alimentos em uma receita, separar brinquedos para doação ou brincar com jogos que envolvam escolhas e trocas. Em casa, quando fizer sentido, a mesada pode ser uma aliada. Ajustada à realidade da família, ela ajuda a planejar gastos, diferenciar o essencial do supérfluo e valorizar o que já se tem.

Trabalhar essas habilidades com crianças promove não apenas responsabilidade, mas também valores como respeito e solidariedade
Já para pré-adolescentes, recursos como contas-poupança e investimentos simples introduzem noções de rendimento e de funcionamento do mercado. Para Janile, “o importante é que crianças e jovens entendam que o dinheiro é um aspecto da vida e que a educação financeira vai além de valores monetários, pois ela oferece referências para planejar e tomar decisões responsáveis”. Ela acrescenta que, assim como a formação acadêmica contribui para a vida profissional, a formação financeira fornece base para organização e escolhas conscientes.
Especialistas ressaltam que é importante ensinar às crianças e adolescentes que o dinheiro pode ir além do consumo, sendo também fonte de empatia. Nesse sentido, espera-se que eles desenvolvam a capacidade de tomar decisões responsáveis, evitando prejudicar outras pessoas ou a sociedade em si. A partilha e doação podem ser incorporadas ao planejamento financeiro da criança, motivando desde cedo a prática da solidariedade e responsabilidade social. “Cidadania vai além de direitos e deveres, é também a capacidade de olhar para o outro. Muitas vezes, pessoas ao nosso redor precisam de ajuda e, com a educação financeira, a criança aprende que pode ser um ponto de transformação dessa realidade”, ressalta.

Na opinião de especialistas, manter o aluno na mesma escola favorece a adaptação, o equilíbrio emocional e o desempenho na transição para o novo ciclo
Achegada ao Ensino Médio é um dos momentos mais marcantes da vida escolar. Nessa etapa, muitas famílias e estudantes concluintes do Ensino Fundamental se perguntam se vale mudar de escola em busca de uma melhor preparação para o vestibular, outra abordagem de ensino ou novas oportunidades acadêmicas. Mas especialistas em educação alertam que embora a mudança possa ser positiva em alguns casos, permanecer na mesma instituição geralmente favorece o desempenho e o equilíbrio emocional do estudante.
A decisão envolve não apenas aspectos acadêmicos, mas também emocionais, sociais e até de adaptação a uma nova rotina. “Essa é uma fase de grandes transformações. O aluno passa a lidar com uma carga de conteúdos mais densa, novas responsabilidades e uma preparação mais direta para os vestibulares e para o futuro profissional. Fazer essa transição dentro de um ambiente já conhecido ajuda a reduzir a ansiedade e a manter o foco nos estudos”, explica a pedagoga Audrey Taguti.
ENGAJAMENTO ESCOLAR
O Ensino Fundamental tem uma carga horária mínima obrigatória de 800 horas. Ao avançar para o Ensino Médio, o aluno passar a ter uma formação mínima de 1000 horas em cada um dos três anos que compõem o novo ciclo. Além das mudanças acadêmicas, o Ensino Médio costuma vir acompanhado de novas dinâmicas sociais, em uma fase pessoal marcada por uma explosão de hormônios e emoções, a adolescência. A busca por pertencimento e o medo de não se encaixar são fatores que podem gerar insegurança. Por isso, segundo a professora e pedagoga Fatima Lopes, é importante considerar o impacto emocional de trocar de instituição nesse momento. “Quando o estudante permanece em um ambiente onde já construiu vínculos, ele se sente mais confiante para lidar com os desafios dessa nova etapa. A continuidade ajuda a preservar sua autoestima e seu engajamento escolar.”
COMO REDUZIR OS IMPACTOS DA MUDANÇA?
Para alguns alunos, a mudança é inevitável, seja por motivos como mudança de cidade, incompatibilidade de metodologia ou necessidade de um projeto pedagógico mais alinhado aos objetivos do aluno. Nesses casos, especialistas recomendam um processo de transição cuidadoso. “É fundamental que a família visite a nova escola com o estudante,

A decisão envolve não apenas aspectos acadêmicos, mas também emocionais, sociais e até de adaptação a uma nova rotina
conheça o corpo docente e incentive uma adaptação gradual, respeitando o ritmo emocional do jovem”, orienta Fatima. Outros fatores práticos também devem ser observados: diferenças de calendário e conteúdo, metodologias de ensino, perfil das turmas e suporte socioemocional oferecido pela nova instituição. “Uma boa acolhida no início do ano, acompanhamento próximo e a criação de espaços de diálogo ajudam muito na adaptação”, complementa Audrey.
Ao considerar uma possível mudança de escola, é essencial que a família ouça e leve em conta a opinião do aluno. Afinal, ele é quem viverá o novo ambiente e enfrentará os desafios da adaptação e transição para o Ensino Médio, um período de amadurecimento, descobertas e definição de caminhos. Respeitar os sentimentos e percepções sobre o que o motiva o jovem, seja a busca por novos estímulos, amizades ou uma metodologia diferente, ajuda a construir um processo mais consciente e saudável. “Quando o estudante se sente ouvido e participa da decisão, ele encara a transição com mais segurança e engajamento, o que impacta diretamente em seu bem-estar e rendimento escolar”, destaca Audrey. “Quando há estabilidade e confiança no ambiente escolar, o estudante tem mais condições de desenvolver seu potencial e se preparar para o que vem depois”, finaliza Fatima.





Contato precoce com outro idioma estimula o cérebro, favorece a fluência natural e desenvolve habilidades socioemocionais
Aprender uma segunda língua ainda na infância é um investimento para a vida toda. Nos últimos anos, o ensino bilíngue vem crescendo em todo o país e despertando o interesse de famílias que buscam uma formação completa e conectada com o mundo. De acordo com a Associação Brasileira do Ensino Bilíngue (ABEBI), já são mais de 1,2 mil escolas bilíngues no Brasil — um aumento de 10% em cinco anos — e, apenas em 2023, a procura cresceu 64%, com destaque para grandes centros como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.
A coordenadora pedagógica explica que a infância é a fase ideal para inserir as crianças no bilinguismo. “Pesquisas e especialistas mostram que quanto mais cedo ocorre a exposição a um segundo idioma, mais natural e efetivo é o aprendizado. O cérebro infantil é altamente plástico, ou seja, está em constante formação, e isso permite que as crianças absorvam sons, pronúncias e estruturas gramaticais com espontaneidade e prazer”, afirma.
Durante muito tempo, acreditou-se que o contato com dois idiomas poderia confundir ou atrasar o desenvolvimento da fala. Hoje, a neurociência comprova exatamente o contrário: o bilinguismo fortalece o cérebro, aprimora a atenção e amplia a capacidade de concentração, memória e raciocínio lógico. Crianças bilíngues tendem a desenvolver maior flexibilidade cognitiva e consciência linguística — compreendendo com mais facilidade como os idiomas funcionam. Nas escolas bilíngues, o segundo idioma não é ensinado apenas como disciplina, mas vivenciado de forma natural, dentro de contextos reais de comunicação; onde o inglês e o português são parte do cotidiano desde a Educação Infantil.
A alfabetização deve acontecer primeiramente em Língua Portuguesa, respeitando o processo natural de construção do código escrito. Em seguida, inicia-se a transposição gradual para o inglês, apoiada pela abordagem CLIL (Content and Language Integrated Learning) — uma metodologia em que os conteúdos acadêmicos são ensinados de forma integrada à língua, para que o aprendizado ocorra de maneira significativa e contextualizada.
“O objetivo não é apenas ensinar dois idiomas, mas formar crianças que se comunicam com confiança, empatia e curiosidade sobre o mundo”, explica Beatriz. “A vivência bilíngue favorece tanto o desenvolvimento lin-

A infância é a fase ideal para inserir as crianças no bilinguismo
guístico quanto o socioemocional, porque envolve escuta, respeito, colaboração e autoconhecimento.”
MUNDO INTERCONECTADO
Um dos pilares da International Schools Partnership (ISP), rede global da qual o BIS faz parte, é o multilinguismo, entendido como um caminho essencial para o desenvolvimento integral dos alunos. A ISP acredita que falar mais de uma língua amplia horizontes culturais e cognitivos, promove a compreensão entre diferentes culturas e prepara as crianças para atuar em um mundo interconectado. Ser bilíngue e, cada vez mais, multilíngue, significa desenvolver competências que vão além da comunicação: envolve empatia, pensamento crítico, colaboração e adaptabilidade, habilidades indispensáveis para o século XXI.












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