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Gazeta da Zona Leste - 1994

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GAZETA DA ZONA LESTE

DESDE 1978 nº 1.994

SÃO PAULO, 18 DE ABRIL DE 2026

PARQUE DO CARMO

Diversas obras em andamento

DISTRIBUIÇÃO GRATUITA

gazetavirtual.com.br

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A Prefeitura de São Paulo está avançando na ampla e histórica requalificação no Parque do Carmo – Olavo Egydio Setúbal, o segundo maior da capital. Uma das grandes atrações inéditas será a nova fonte flutuante, com entrega prevista para o segundo trimestre. > VEJA + PÁGINA 3

Obramax inaugura unidade em Aricanduva e marca expansão estratégica

A Obramax, maior rede de atacarejo de materiais de construção do Brasil, inaugurou, no último dia 14, sua mais nova unidade em São Paulo. Localizada no Shopping Interlar Aricanduva, a abertura representou um marco no plano de expansão da empresa, sendo a primeira loja da rede a operar dentro de um shopping center. > VEJA + PÁGINA 7

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Centros da Prefeitura usam estratégias terapêuticas

Nos Centros Especializados de Reabilitação (CERs) da Prefeitura de São Paulo, pacientes que sofreram Acidente Vascular Cerebral (AVC) contam com o apoio de um robô que utiliza dinâmicas semelhantes às de jogos de videogame. > VEJA + PÁGINA 5

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A

guerra

não fica onde começa

POR MARCIO PIMENTA

Aguerra não começa com o primeiro tiro nem termina quando o último cessa. De longe, parece organizada: mapas, briefings, objetivos claros. De perto, essa ordem desaparece. No norte do Iraque, em 2016 e 2017, vi isso de perto. A linha de frente existia, mas a guerra estava nas casas abandonadas às pressas: portas abertas, pratos na mesa, roupas dobradas, brinquedos espalhados. A vida interrompida no meio do gesto. E, ao lado disso, paredes marcadas e objetos destruídos — sinais de combate convivendo com o que insistia em permanecer. Essas cenas se repetiam, revelando que a guerra não apaga o passado: deposita-se sobre ele. Cada casa carregava histórias anteriores, outras rupturas. A guerra atual se somava às antigas — e dificilmente seria a última. Ela persiste na memória. Molda expectativas, ensina a desconfiar, a sobreviver. Crianças crescem reconhecendo perigos e levam isso para a vida adulta. A guerra se transfere de geração em geração como forma de interpretar o mundo, antecipar ameaças e alimentar novos conflitos.

Ainda assim, insistimos em tratá-la como algo controlável. Mas a guerra ignora limites. Começa com objetivos e logo os ultrapassa, absorvendo tensões antigas e criando novas. Quando se declara que terminou, apenas mudou de forma. Talvez o erro seja tratá-la como instrumento. Instrumentos pressupõem controle. A guerra não oferece isso. Uma vez iniciada, segue adiante, indiferente às intenções que a colocaram em movimento. A linha de frente é só a parte visível. O que define a guerra acontece fora dela: nas vidas que não voltam ao que eram, nas decisões não registradas, no que permanece depois. É nesse acúmulo silencioso de perdas e adaptações que a próxima guerra começa.

CULTURA E SOCIEDADE

A força da imigração árabe na construção do Brasil

Acomemoração do Dia Nacional da Comunidade Árabe no Brasil, em 25 de março, nos convida à reflexão e ao reconhecimento da contribuição de um povo que ajudou a construir a identidade cultural, econômica e social do nosso país. A imigração árabe, iniciada principalmente no final do século XIX, trouxe ao Brasil homens e mulheres movidos pela esperança, pela fé e pelo desejo de recomeçar. Vindos sobretudo do Líbano, da Síria e de outras regiões do Oriente Médio, esses imigrantes deixaram para trás suas terras, casas e histórias. Mesmo marcados pelas dores da partida e incertezas do futuro, não se entregaram à tristeza. Com coragem, perseverança e um espírito de dedicação ao trabalho, os imigrantes árabes transformaram desafios em oportunidades e lançaram sementes que até hoje geram frutos no Brasil.

O comércio foi um dos campos mais impactados por essa presença. Os mascates, figuras emblemáticas da história brasileira, percorriam cidades e vilas levando em suas malas tecidos, bordados e artigos finos. Mais do que mercadorias, levavam cultura, criatividade e beleza, apresentando cores, texturas e detalhes que refletiam a riqueza artesanal de seus países de

origem. Essa herança permanece viva e se reinventa em diversos setores, como o da moda, da beleza e do lar.

A gastronomia árabe também ocupa um lugar especial nesse legado cultural. Pratos como quibe, esfiha, tabule, homus, coalhada e pão sírio tornaram-se parte do cotidiano dos brasileiros, atravessando gerações e regiões do país. Mais do que sabores marcantes, essa culinária expressa valores como a hospitalidade, a partilha e o cuidado com a família, transformando a refeição em um verdadeiro encontro entre culturas.

Além das contribuições econômicas e culturais, a comunidade árabe trouxe valores humanos como a família, o respeito às tradições e a fé vivida com simplicidade e perseverança. Muitos trouxeram consigo uma espiritualidade marcada pela confiança em Deus. A Sagrada Escritura nos recorda: “O estrangeiro que reside convosco será para vós como um compatriota; vós o amareis como a vós mesmos” (Lv 19,34). Celebrar o Dia Nacional da Comunidade Árabe é reconhecer que o Brasil se fortalece na diversidade. É agradecer por uma herança marcada pelo trabalho, pela fé e pela capacidade de recomeçar. Que Deus derrame abundantes bênçãos sobre o povo árabe e que essa história continue enriquecendo o Brasil, hoje e sempre!

Graça Alves é empreendedora e missionária

DIREITO & LEGISLAÇÃO

O descompasso jurídico no financiamento de startups no Brasil

POR ASSIS CAMARGO

Ocrescimento do número de startups no Brasil escancarou um descompasso relevante: a distância entre a lógica do investimento em inovação e os instrumentos jurídicos usados para viabilizá-lo. Embora o Marco Legal das Startups tenha trazido avanços importantes, a prática de mercado ainda se apoia majoritariamente no “mútuo conversível”, opção contratual voltada a aportes em projetos muito iniciais. O problema não está na validade do instrumento, mas em sua natureza. O mútuo conversível é, na origem, um empréstimo que pode ser transformado em participação societária. Até que isso ocorra, o aporte é tratado como dívida, o que afeta a leitura financeira da empresa e cria uma assimetria em relação ao discurso do venture capital, que pressupõe risco e visão de longo prazo. Na prática, consolidou-se uma solução funcional, porém imperfeita. O investidor atua como um sócio em potencial, enquanto o contrato preserva características típicas de crédito, o que fragiliza a vida útil da empresa e limita sua capacidade de crescer com segurança jurídica. É nesse contexto que surge

a discussão sobre o Contrato de Investimento Conversível em Capital Social (CICC), proposto pelo PLP 252/23, que busca uma mudança mais alinhada à realidade do mercado. A lógica é simples: reconhecer o aporte como investimento de risco desde o início, sem expectativa de devolução, vinculando o retorno ao sucesso do negócio e não à estrutura de dívida. O ponto central é que o CICC ainda não está formalmente incorporado ao ordenamento jurídico brasileiro, embora já seja amplamente debatido. Sua relevância, porém, está menos na forma e mais no que representa: uma tentativa concreta de aproximar o Direito da dinâmica real das startups e do ecossistema de inovação.

O avanço desse debate expõe uma questão maior. O Brasil está disposto a ajustar seus instrumentos jurídicos à lógica da inovação ou continuará adaptando modelos tradicionais a uma realidade que já mudou profundamente? Enquanto essa resposta não for clara, o ecossistema seguirá operando em uma zona intermediária, na qual o investimento é de risco, mas o contrato ainda carrega a lógica da dívida — um descompasso que limita o potencial de crescimento das empresas emergentes.

Assis Camargo Costa Neto é advogado especialista em Direito Empresarial, Societário e Contratual; associado ao escritório GMP G&C

gazeta há 20 anos O QUE ERA NOTÍCIA EM 23 de ABRIL de 2006

EDIÇÃONº 998

DENÚNCIA - Piratas em Itaquera: problema continua

Na última quinta-feira, dia 20, exatamente às 10h30, camelos instalados na Rua Flores do Piauí, esquina com Américo Salvador Novelli, continuavam a vender CDs e DVDs livremente. O problema, levantado no domingo passado, dia 16, mostrou o trabalho clandestino de cerca de quatro barracas no local. Um deles está há três meses na rua e, por enquanto, não foi autuado pela fiscalização da Subprefeitura de Itaquera que,

aliás, fica a poucos metros dos ambulantes. O abuso de alguns é tão grande que, além de invadirem a calçada, posicionam a barraca em frente ao ponto destinado a ambulâncias e atendimento de emergências. Enquanto estes nada pagam à Prefeitura, outros nos Cofres do município mais de R$ 30,00 todos os meses. Os camelos irregulares reclamaram da queda nas vendas depois do dia 10, mas elogiaram a região para o comércio de CDs.

Jaime Braz Romano
Diretora de Redação: Antonia Cristina Romano
Revisão: Fabiana Nascimento
Mauro

Requalificação do Parque do Carmo

Após a entrega do “Acqua Sampa” estão sendo executadas as obras da fonte flutuante no lago central, dos novos quiosques, entre outras

APrefeitura de São Paulo está avançando na ampla e histórica requalificação no Parque do Carmo – Olavo Egydio Setúbal, o segundo maior da capital. Após a entrega do “Acqua Sampa”, do Núcleo Esportivo e da nova unidade de Educação Ambiental, estão sendo executadas as obras da fonte flutuante no lago central, dos novos quiosques, sanitários, parquinhos, restauro do pavilhão circular e pavimentação das vias.

Uma das grandes atrações inéditas será a nova fonte flutuante, com entrega prevista para o segundo trimestre. Instalada no lago, a estrutura em aço inox contará com 36 jatos de água que atingem até 10 metros

de altura, movimentando-se em sincronia com música e iluminação cênica. Estruturas de alimentação também ganharão uma nova identidade com a construção de 77 quiosques, que serão cedidos à Cooperativa dos Trabalhadores Ambulantes do Parque do Carmo, por meio de um Termo de Cooperação vigente. O projeto prioriza o conforto por meio de uma arquitetura em madeira laminada colada e infraestrutura integrada, respeitando a inserção paisagística local.

Valorizando o patrimônio arquitetônico, o icônico pavilhão circular passa por um restauro minucioso, preservando sua grande relevância histórica para a memória do parque. As crianças, por sua vez, terão um novo parquinho próximo ao sanitário 4. O espaço

adota o inovador conceito de parque naturalizado, integrando brinquedos de madeira diretamente à natureza ao redor. Já para garantir a eficiência hídrica de todo o complexo, um novo reservatório de água está em execução, com atividades de terraplenagem iniciadas, sendo o responsável pelo abastecimento de todas as edificações.

A infraestrutura de serviços e mobilidade também avança, com a execução do projeto em etapas, para manter o parque aberto e estrutura aos visitantes.

Os sanitários estão passando por uma reforma completa, privilegiando a ventilação e a iluminação natural, com quatro unidades já em obras e a primeira entrega prevista ainda para abril.

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Destinação fortalece projetos para a população idosa em SP

Contribuintes podem direcionar até 6% do imposto para financiar iniciativas de inclusão e qualidade de vida

Contribuintes do Estado de São Paulo têm a possibilidade de destinar parte do Imposto de Renda devido ao Fundo Estadual do Idoso (FEI), mecanismo que financia iniciativas voltadas à promoção de direitos e à melhoria da qualidade de vida da população idosa. Os recursos arrecadados são aplicados em projetos selecionados por meio de editais públicos lançados pelo Conselho Estadual do Idoso (CEI), vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo (SEDS). As propostas são analisadas por uma comissão de conselheiros, e os con-

tribuintes podem escolher diretamente quais projetos desejam apoiar. A execução das iniciativas, assim como a avaliação de seus resultados, é acompanhada pelo próprio Conselho, em conjunto com a SEDS e com o apoio dos Conselhos Municipais. A legislação federal permite que pessoas físicas destinem até 6% do imposto devido, desde que utilizem o modelo completo da declaração. Já as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real podem destinar até 1% do imposto. A contribuição é realizada por meio de depósito identificado na conta do Fundo Estadual do Idoso, vinculada ao Banco do Brasil. Para o recibo, necessário à comprovação da

destinação, o contribuinte deve realizar um depósito identificado (com nome, CPF/CNPJ e telefone) para o Fundo Estadual do Idoso: Banco 001 Banco do Brasil - Agência 1897-x Conta-corrente 8947-8CNPJ 13.885.657/0001-25

Após efetuar o pagamento, encaminhe o comprovante ao Conselho Estadual do Idoso através do e-mail cei@sp.gov. br com os mesmos dados utilizados no depósito. A iniciativa busca ampliar o financiamento de políticas públicas e projetos sociais voltados à população idosa, fortalecendo ações que garantam direitos, inclusão e melhores condições de vida no estado.

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Robótica ajuda pacientes a retomar a rotina após AVC

Centros de Reabilitação da Prefeitura adotam a robótica como forma complementar de tratamento em suas estratégias terapêuticas

Nos Centros Especializados de Reabilitação (CERs) da Prefeitura de São Paulo, pacientes que sofreram Acidente Vascular Cerebral (AVC) contam com o apoio de um robô que utiliza dinâmicas semelhantes às de jogos de videogame para auxiliar na recuperação dos movimentos, tornando as sessões mais interativas e estimulantes.

Diante de uma tela com atividades interativas, exercícios repetitivos dão lugar a tarefas inspiradas no cotidiano, como arremessar uma bola, pescar, pintar ou servir uma refeição. Cada movimento é monitorado

em tempo real, com registro de dados como força, velocidade, trajetória e precisão. Entre as estratégias terapêuticas, a robótica vem ganhando espaço como aliada. Utilizado de forma complementar aos demais atendimentos, o Assistive Rehabilitation Machine (ARM) — robô portátil desenvolvido no Brasil — auxilia na recuperação dos movimentos dos membros superiores por meio de uma manopla que conduz o paciente em atividades virtuais.

TRATAMENTO

PERSONALIZADO

O sistema também ajusta automaticamente o nível de dificuldade, aumentando gradualmente os desafios conforme a evolução clíni-

ca. Essa lógica, semelhante à de jogos eletrônicos, contribui para maior adesão ao tratamento e permite um volume elevado de repetições — fator essencial para a recuperação motora. A terapia robótica não substitui os demais cuidados e integra um plano amplo, que pode incluir fisioterapia, fonoaudiologia, neuropsicologia, acupuntura, hidroterapia e estimulação cognitiva, conforme a necessidade de cada paciente. De acordo com especialistas da rede, a combinação entre tecnologia e acompanhamento multiprofissional tem contribuído para resultados mais consistentes — especialmente diante de uma mudança no perfil dos pacientes.

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TEATRO - ESTREIA Na medida do possível: a comédia da crise do homem moderno

OTeatro UOL retoma o projeto Grandes Baratos, iniciativa que marcou o cenário teatral paulistano ao oferecer espetáculos consagrados a preços populares.

Em sua sexta edição, o projeto retoma a proposta de ampliar o acesso ao teatro, sem abrir mão da qualidade artística, apresentando cinco espetáculos que ficarão em temporada por seis semanas cada. As apresentações serão sempre às segundas e terças-feiras, de 20 de abril a 10 de outubro.

“Na Medida do Possível – A Comédia da Crise do Homem Moderno”, interpretada por Eduardo Martini e dirigida por Marcelo Saback, mantém o humor afiado ao abordar as transformações e inseguranças do homem contemporâneo. O espetáculo é estruturado em quatro

esquetes, escritas por Léo Jaime, João Baptista, Luiz Carlos Góes e pelo próprio Marcelo Saback. Amigos de longa data, Martini e Saback procuravam um texto com personagens masculinos que fugissem dos estereótipos tradicionais. Diante da dificuldade de encontrar um texto pronto, decidiram criar a própria peça. O resultado foi uma espécie de mosaico cômico que expõe, de forma crítica e divertida, a sensibilidade por trás dos chamados “machões”.

SERVIÇO: Teatro UOL - Shopping Pátio Higienópolis - Avenida Higienópolis, 618. Duração: 70 min. Temporada: de 20 de abril a 26 de maio, segundas e terças-feiras, às 20h. Televendas: (11) / 3823-2423 / 3823-2737 / 38232323. Vendas online: www.teatrouol.com.br.

Obramax inaugura unidade em Aricanduva e marca expansão estratégica

AObramax, maior rede de atacarejo de materiais de construção do Brasil, inaugurou, no último dia 14, sua mais nova unidade em São Paulo. Localizada no Shopping Interlar Aricanduva, a abertura representou um marco no plano de expansão da empresa, sendo a primeira loja da rede a operar dentro de um shopping center. A solenidade de inauguração contou com a presença de Michael Reins, CEO da Obramax, e Wellington Medeiros, diretor da nova unidade, que recepcionaram autoridades locais e representantes do poder público.

Com um investimento robusto de R$ 100 milhões, a nova unidade ocupa um terreno de mais de 34 mil m² e uma área construída de aproximadamente 22 mil m². Este formato inédito promete transformar a experiência de compra tanto para profissionais da construção civil quanto para consumidores finais, oferecendo um ambiente diferenciado e acessível. A inauguração gerou 200 empregos diretos, além de postos de trabalho indiretos durante a fase de construção, reforçando o compromisso da empresa com a economia local.

ACADEMIA DE PROFISSIONAIS

Para complementar a oferta de produtos e serviços, a Obramax também levou para a nova unidade a Academia de Profissionais, seu programa de cursos gratuitos. Nascida com o propósito de capacitar, apoiar, valorizar e impulsionar o crescimento dos profissionais da construção civil, a iniciativa já qualificou mais de 80 mil pessoas em diferentes estados do Brasil. Agora, o público da zona leste de São Paulo terá acesso direto à oportunidade de ampliar seus conhecimentos e habilidades no setor.

Os cursos continuarão a serem realizados mensalmente na

unidade. As inscrições serão realizadas pelo site https://academiadeprofissionais.obramax. com.br/ ou pelo APP da marca. Durante a inauguração, Michael Reins, CEO da Obramax, destacou a relevância da nova localização, uma das áreas mais populosas de São Paulo, que abriga cerca de 4 milhões de habitantes: “Nossa decisão de investir em Aricanduva, especificamente no Shopping Interlar, foi norteada por uma visão estratégica clara”, afirmou Michael Reins. “A localização privilegiada na Avenida Aricanduva, que serve como uma importante ligação entre a zona leste e o Centro da cidade, nos insere em um ecossistema extremamente favorável ao desenvolvimento da Obramax. Ao mesmo tempo, esta é uma oportunidade de ampliar nosso impacto positivo, gerando empregos, apoiando o desenvolvimento profissional e contribuindo para empoderar os profissionais da construção civil”, comentou o CEO.

SOBRE A LOJA

Localizada na Av. Aricanduva, 5555, em Aricanduva, São Paulo, a unidade conta com 22 mil m² de área construída em um terreno de 34 mil m² e mais de 15 mil itens à pronta entrega.

O formato segue o modelo de atacarejo da marca, que combina a praticidade do autosserviço com a expertise de um time técnico especializado. O horário de funcionamento é de segunda a sábado, das 7h às 22h; domin-

gos e feriados, das 9h às 19h. A Obramax foi criada com o propósito de democratizar e facilitar o acesso de todos os brasileiros a materiais de construção de qualidade, em um modelo baseado em disponibilidade (com grandes volumes de estoque à pronta entrega), atendimento por especialistas e sortimento amplo a preços competitivos.

O público também tem acesso a serviços como o Drive da Construção, Retira Fácil, além da venda e atendimento por canais digitais — site, portal do cliente, WhatsApp, plataforma Orçamax e telefone. Os produtos disponíveis são de marcas reconhecidas e, para boa parte deles, a empresa oferece dois preços de forma transparente: varejo e atacado, para compras em maiores quantidades.

A Obramax opera no modelo de autosserviço, que proporciona uma experiência de compra mais ágil e prática. No entanto, clientes que necessitam de suporte contam com a orientação de vendedores técnicos e especializados, que oferecem atendimento personalizado conforme cada necessidade.

Primeira loja da rede a operar dentro de um shopping center recebeu investimento de R$ 100 milhões
A solenidade de inauguração contou com a presença de Michael Reins, CEO da Obramax

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