Bairro recebe totem revitalizado e novo subprefeito
DA REDAÇÃO
No sábado, dia 7, a Subprefeitura Mooca realizou a entrega de um novo totem em homenagem à Mooca, instalado na entrada do bairro, no cruzamento da Rua dos Trilhos com a Radial Leste. Estavam presentes o presidente interino da Câmara, vereador João Jorge, o secretário executivo de Limpeza Urbana, Osmário Ferreira, e o então subprefeito Coronel Marcus Vinícius Valério, que na semana passada foi transferido para a Subprefeitura Sé. Lideranças locais também acompanharam a atividade. O local já possuía um totem antigo, construído
pela equipe da subprefeitura, que agora foi substituído por uma nova
Na última quarta-feira, dia 10, o prefeito Ricardo Nunes nomeou o coronel Valmor Saraiva Racorti para assumir a Subprefeitura Mooca. Racordi é coronel da reserva da Polícia Militar do Estado de São Paulo, com ampla experiência em Segurança Pública e sóli-
estrutura. A iniciativa simboliza o cuidado e a valorização da região.
NOVO SUBPREFEITO da formação acadêmica. Ingressou na Academia de Polícia Militar do Barro Branco, formando-se no Curso de Formação de Oficiais em 1994. É bacharel em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública, graduado em Direito pela Unisul, e mestre e doutor em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública e Ciências Policiais e Segurança Pública pelo Centro de Altos Estudos de Segurança “Cel PM Nelson Freire Terra”. Possui certificação internacional em gerenciamento de incidentes pelo Fema, EUA.
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Vereador João Jorge, coronel Marcus Vinícius Valério e Osmário Ferreira, durante a entrega
edição do Avança Saúde
DA REDAÇÃO
APrefeitura de São Paulo promove a 9ª edição do Avança Saúde – Mulher no dia 28 de março. Nesse dia, todas as 481 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) da capital paulista estarão abertas, das 8 às 17 horas, ofertando serviços de prevenção e promoção à saúde para todas as mulheres. O evento é em alusão ao Dia Internacional da Mulher.
As atividades abordarão temas transversais, incluindo sobrepeso (obesidade), promoção de um território inclusivo e a saúde da população negra. O cuidado com esses grupos será uma prioridade em todas as iniciativas do Avança Saúde ao longo do ano. As ações ocorrerão
em formato de estações de atendimento. Confira.
• 1 Acolhimento e atualização cadastral;
• 2 Realização de testes rápidos - para sífilis, HIV e hepatites;
• 3 Atendimento de enfermagem;
• 4 Consulta médica;
• 5 Atenção à saúde da pessoa idosa;
• 6 Orientação farmacêutica;
• 7 ModeraSP e Tabagismo;
• 8 Saúde Bucal e Bem Viver.
“O Avança Saúde - Mulher já é reconhecido pelas mulheres paulistanas como uma boa oportunidade de fazer seus exames preventivos anuais. O fato dele ser realizado em um sábado favorece as mulheres que, durante a semana,
estão ocupadas com outros afazeres”, diz a secretária-executiva de Atenção Básica, Especialidades e Vigilância em Saúde (Seabevs) da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), Sandra Sabino.
BALANÇO
Nas últimas edições, realizadas em março e em outubro de 2025, foram atendidas mais de 18 mil e 33 mil pessoas, respectivamente. A pasta ressalta que, além do mutirão no dia 28 de março, as UBSs realizam ações voltadas à saúde da mulher ao longo de todo o mês.
Os munícipes podem encontrar a UBS mais próxima da sua residência pela plataforma Busca Saúde: http://buscasaude. prefeitura.sp.gov.br/
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Na data, todas as 481 Unidades Basicas de Saúde estarão abertas
Etapa São Bento do Circuito
Prova terá duas possibilidades de distância – 5 km e 10 km – e passará por locais como Mosteiro de São Bento, Pateo do Collegio, Praça da Sé, entre outros
DA REDAÇÃO
Aregião central da capital paulista será o cenário da próxima etapa do Circuito Sesc de Corridas, uma iniciativa promovida pelo Departamento Nacional do Sesc em todas as regiões do País, com mais de 130 etapas. A prova, coordenada pela unidade São Bento, ocorre no próximo dia 22 de março, com largada prevista para às 7 horas no Vale do Anhangabaú.
A prova terá duas possibilidades de distância - 5 km e 10 km – e percorrerá pontos icônicos do centro histórico de São Paulo, como Mosteiro de São
Bento, Pateo do Collegio, Praça da Sé, Biblioteca Mário de Andrade, Theatro Municipal, Viaduto do Chá, entre outros, além do cruzamento mais famoso de São Paulo, a Av. Ipiranga com Av. São João. Vale ressaltar que na véspera da prova, dia 21 de março, das 9 às 18 horas, serão realizados testes físicos gratuitos no Vale do Anhangabaú, para avaliar o condicionamento físico, melhorar o desempenho e prevenir lesões. Serão aplicados os testes de velocidade, impulsão vertical e baropodometria.
O objetivo do Circuito Sesc de Corridas é democratizar o acesso às provas de rua e destacar a
importância da prática esportiva regular por meio da corrida e caminhada, sendo um convite à prática de exercícios físicos e a uma vida saudável. Outro importante diferencial do circuito no estado de São Paulo são os valores acessíveis. A taxa de inscrição é de R$ 20 (Credencial Plena e Meia Entrada) e R$ 40 (Inteira), contemplando camiseta, número de peito, chip de cronometragem, medalha de participação e itens de alimentação.
As inscrições acontecem sempre a partir das 14 horas, conforme o calendário, por meio do site centralrelacionamento.sescsp. org.br ou pelo aplicativo Credencial Sesc SP.
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‘Otto Lara Resende ou Bonitinha, mas ordinária ou no Brasil todo mundo é Peixoto’
Opremiado diretor Nelson Baskerville parte de uma das famosas tragédias cariocas de Nelson Rodrigues (1912-1980) para criar um espelho cruel das hipocrisias brasileiras na distopia Otto Lara Resende ou Bonitinha, mas ordinária ou no Brasil todo mundo é Peixoto.
O espetáculo da Cia da Borracha volta em cartaz para a sua temporada de despedida de 12 a 29 de março de 2026 no Teatro de Arena.
No elenco, estão Afonso Bispo Jr, Carol Rainatto, Duda Paiva, Filipe Barral, Gui De Rose, Isa Scoralick, João Rodriguez , Juliana Roberta, Lauro Fagundes, Leonardo Van der Neut, Luciana Marcon, Lia Bennatti, Marcio Araujo, Manu Nahas, Maria Estela Modena, Naiara de Castro, Nelson Fioque, Sabrina Larisse.
Em um cenário sufocante de pneus e borracha, a peça acompanha Edgard (Lauro Fagundes), um homem marcado pela miséria
apesar de anos de dedicação ao patrão Werneck (Nelson Fioque). Ele recebe do chefe uma proposta tentadora: casar-se com Maria Cecília (Sabrina Larisse), jovem rica e “bonitinha”, mas envolta em um passado controverso. O dilema entre dinheiro e moralidade o arrasta por um universo de desejos reprimidos, traições e valores distorcidos.
A trilha sonora do espetáculo, executada ao vivo, mescla sucessos de Astor Piazzolla (Vuelvo al Sur e Adios Nonino) com uma variada lista de músicas brasileiras, que vão de Roberto Carlos a José Augusto. Elas embalam as desventuras de Edgard que, por uma situação de miserabilidade, vê-se na encruzilhada entre tornar-se um “próspero” milionário ou honrar a educação e ética transmitida por seu pai. Teatro de Arena Eugênio Kusnet - Rua Teodoro Baima, 94 - Consolação
‘A Nobreza do Amor’ cria parábola que junta realeza africana e Nordeste brasileiro
Tradição e modernidade se fundem na trama de “A Nobreza do Amor”, próxima novela das seis, que estreia dia 16 de março. Ambientada em 1920, a trama se destaca por construir uma ponte entre África e o Nordeste brasileiro, misturando culturas e realidades em uma parábola que tem como protagonista uma princesa negra. “Essa história conecta a África e o Nordeste do Brasil, misturando culturas e realidades. É uma fábula sobre uma princesa preta, e isso, por si só, é muito significativo. Nesse sentido, apesar de ser uma história que se passa em 1920, ela também aborda temas contemporâneos”, defende Duca Rachid, que assina o folhetim ao lado de Júlio Fischer e Elisio Lopes Jr. De mundos que, inicialmente, parecem completamente distintos, dois jovens destemidos se conhecem na cidade fictícia de Barro Preto, no interior do Rio Grande do Norte, nos anos 1920. A partir desse encontro improvável, esse casal, além de perseguir seus sonhos e lutar por justiça, descobre um grande amor. Assim são os caminhos de Alika, papel de Duda Santos, e Tonho, de Ronald Sotto, uma princesa africana e um trabalhador brasileiro. A trama mergulha no continente africano representado pelo reino fictício de Batanga, uma ex-colônia portuguesa, onde se desenrola parte da história. “Estou emocionada por dar vida a essa personagem. Interpretar uma princesa africana em uma novela que valoriza nossa ancestralidade e abre espaço para discutir questões essenciais, como identidade e representatividade”, defende Duda.
É de Batanga que a Princesa Alika foge para o Brasil com sua mãe, a Rainha Niara, de Erika Januza, para escapar do tirano Jendal, vivido por Lázaro Ramos, primeiro-ministro e homem de confiança do Rei Cayman II, de Welket Bungué, que tem o trono usurpado pelo vilão. “O que me atraiu nesse projeto, primeiramente, foi a possibilidade de fazer um vilão, algo pelo que ainda não havia transitado na carreira, principalmente em televisão. Além disso, o texto da novela é muito bonito, importante. Eu queria muito participar desse momento, dessa história que vamos contar. Jendal é um personagem muito desejado”, valoriza Lázaro.
A chegada das duas forasteiras, que assumem as identidades de Lúcia e Vera, não passa despercebida pela sociedade de Barro Preto. De início, quem mais presta atenção é Tonho, um rapaz simples e honesto, trabalhador da maior fazenda de cana-de-açúcar da região, que sonha em conquistar um pedaço de terra para ajudar seu povo. O senso de responsabilidade com suas comunidades, tão forte em ambos, cria uma ponte entre Tonho e Alika, um sentimento que encarna, na trama, a conexão Brasil-África. “Na trama, cada personagem vai ter um despertar e isso está conectado à construção e ao fortalecimento da nossa autoestima, tão negligenciada pela forma como a história do nosso país nos foi contada. Alika, por exemplo, descobre o amor verdadeiro, mas não abre mão de seu ideal, que é recuperar o trono de Batanga. Tonho desperta para a sua origem e sua missão, entendendo os limites impostos por sua cor”, define Elisio.
PRIMEIRAS MALDADES
Lázaro Ramos não é o único estreando na vilania. Nicolas Prattes também interpretará um antagonista pela primeira vez diante das câmeras na pele do bon-vivant Mirinho. Filho do Coronel Casemiro Bonafé, de Cássio Gabus Mendes, o personagem só quer saber do dinheiro do pai, é atraído pela beleza de Alika, em quem decide fazer investidas, rivalizando com Tonho, seu ex-amigo de infância, que agora trata como um empregado. “Mirinho é a inauguração de um novo jeito de atuar para mim, porque é meu primeiro personagem em novelas que não é movido por um bom sentimento. Ele vai ser uma figura muito rica, cheio de camadas, em todos os aspectos”, explica Prattes.
A conduta de Mirinho desperta a fúria de sua namorada Virgínia, de Theresa Fonseca, herdeira da família mais rica da região, com quem pretende se casar. Obcecada pelo rapaz, ela vai fazer de tudo para tirar Alika de seu caminho, ainda que a princesa não corresponda ao assédio de Mirinho. “O que mais me atraiu neste projeto foi a oportunidade de interpretar minha primeira vilã e explorar um lado divertido e autêntico, característico de um papel desse tipo”, aponta Theresa.
Ambientada em 1920, a trama se destaca por construir uma ponte entre África e o Nordeste brasileiro