CARTA-MANIFESTO DOS PARLAMENTARES DO PSD DO RIO GRANDE DO SUL EM RECONHECIMENTO À LIDERANÇA DO GOVERNADOR EDUARDO LEITE
Nós, deputados federais e deputados estaduais do Partido Social Democrático no Rio Grande do Sul, vimos a público manifestar nossa posição unânime de reconhecimento, confiança e lealdade ao Governador Eduardo Leite, líder que nos reúne e inspira na construção de um projeto político sério, consistente e voltado ao bem comum. Eduardo Leite é um líder que se forjou na prática, nos desafios reais da gestão pública e no diálogo permanente com a sociedade gaúcha. Sob sua liderança como Governador do Estado e presidente do PSD no Rio Grande do Sul, nosso partido viveu um crescimento sem precedentes: saímos de uma presença modesta para nos tornarmos a segunda maior bancada da Assembleia Legislativa gaúcha, com nove deputados estaduais, e ampliamos de um para três os nossos representantes na Câmara dos Deputados. Esse resultado não é fruto do acaso. É fruto da confiança que Eduardo inspira — confiança que nós, parlamentares de trajetórias e histórias diversas, depositamos em sua visão de futuro e em sua capacidade de liderar. Escolhemos o PSD porque escolhemos Eduardo Leite. Viemos de partidos diferentes, de regiões distintas do Estado, de tradições políticas variadas. Se hoje estamos unidos sob a mesma bandeira, é porque reconhecemos nele as qualidades que o cenário político brasileiro mais precisa: seriedade, competência, equilíbrio, coragem reformista e um compromisso genuíno com resultados concretos para a população. Como Governador, Eduardo Leite promoveu reformas estruturais que transformaram o Rio Grande do Sul. Equilibrou as finanças de um Estado que estava à beira do colapso, modernizou a gestão pública, investiu em infraestrutura, liderou a reconstrução após a maior tragédia climática da história gaúcha e posicionou o Rio Grande do Sul como referência nacional em transição energética, desenvolvimento sustentável e governança responsável. Fez tudo isso com diálogo, sem sectarismo, unindo forças políticas que antes pareciam inconciliáveis.