FOLHA
DIOCESANA INFORMATIVO DA DIOCESE DE GUANHÃES | MG
ANO XXII | Nº 251 | Setembro de 2017
Folha Diocesana:
2 2 anos PÁGINAS 4 e 5
Grito
Façamos o elogio dos homens ilustres: Dom José Maria Pires
dos Excluídos PÁGINA
3
PÁGINA
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Comunicação a serviço da história 10º Mutirão Brasileiro de Comunicação (Muticom) PÁGINA
7
DAREDAÇÃO
Editorial
FOLHA
2 DIOCESANA setembro2017 Comunicação a serviço da história
Calendário Diocesano
A Folha Diocesana é um Jornal – tipo de informativo – que circula em nossa diocese há 22 anos. Atualmente são 5 mil exemplares espalhados por 27 paróquias, alcançando nosso povo nas comunidades mais distantes. Por ocasião do 10º Mutirão Brasileiro de Comunicação (MUTICOM), nos é proposto refletir sobre essa forma de comunicação da diocese de Guanhães. Um informativo pode ser um Boletim, Jornal, Jornal Mural ou uma Revista. Um boletim tem poucas páginas e conteúdo específico. Jornal Mural é voltado a um público interno, tem como objetivo dar visibilidade a algo e tem muitas fotos e ilustrações. Uma revista tem conteúdo predominantemente interpretativo e de interesse permanente; apresenta uma diversidade temática com layout e diagramação arrojados e atrativo visual. O jornal é mais abrangente que um boletim, por exemplo. É um veículo massivo de público
heterogêneo, número de páginas variável de conteúdo informativo, formativo, interpretativo, opinativo e de entretenimento. A igreja nasceu para comunicar e deve acompanhar, adaptarse também a essa realidade digital, um novo areópago. As redes sociais, por exemplo, são fun-
damentais para o diálogo entre os diocesanos e a diocese de Guanhães. É através delas que são divulgados e narrados importantes acontecimentos da história da diocese, mas é no jornal que esse conteúdo chega também às pessoas mais simples. Através dela – Folha Diocesana – também nosso povo simples, e que ainda não está familiarizado com a internet, tem contato com as orientações do nosso pastor Dom Jeremias. Através dela, podem ver o que de bom tem sido promovido no território diocesano, se informam e se formam a partir dos textos que tocam em assuntos eclesiais, como também sociais. Outra grande contribuição desse informativo é que, dos 31 anos de nossa
SETEMBRO 12 - PASCOM 15 - Colégio dos Consultores às 09h30 18 a 20 - Tríduo Servo de Deus Cônego Lafayette em todas as Paróquias da Diocese 19 - Escola de Teologia: Cristologia II (Pe. José Aparecido dos Santos) 20 - Rebanhão 21 - Festa no aniversário de morte do Servo de Deus Cônego Lafayette 29 - Missa com todos os padres na festa do padroeiro da Diocese e almoço na Paróquia São Miguel
OUTUBRO 01 a 08 - Semana Nacional da Vida 01 - Encontro Diocesano com MESCE, (todos os Ministros), em Guanhães 07 - Pastoral Vocacional. Encontro Vocacional, Catedral, 09h 11 - Encerramento do Ano Mariano 03 a 12 - FESTA NOSSA SENHORA APARECIDA DIVINOLÂNDIA 14 e 15 - Past. Carcerária Leste 2, em BH 17 e18 - Formação do Clero com Prof. William Castilho 21 - Escola de Teologia – Prática Pastoral – Eliana e Edelveis 22 - RCC, Rebanhão, Virginópolis 28 - Encontro diocesano da PASCOM 29 - DNJ em Peçanha 31 - Encontro temático
expediente
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DIOCESANA
Conselho Editorial: Padre Adão Soares de Souza, Padre Saint-Clair Ferreira Filho, Padre Bruno Costa Ribeiro Revisão: Mariza da Consolação Pimenta Dupim Jornalista Responsável: Luiz Eduardo Braga - SJPMG 3883 Tiragem: 5.000 exemplares Endereço para correspondência: Rua Amável Nunes, 55 - Centro Guanhães-MG - CEP: 39740-000
Fone:(33) 3421-3331 folhadiocesana@gmail.com Editora Folha Diocesana de Guanhães Ltda CNPJ: 11.364.024/0001-46 www.diocesedeguanhaes.com.br Produção Gráfica: Geração BHZ - 31 3243-3829 Av. Francisco Sales, 40/906 Floresta - Belo Horizonte - MG E-mail: geracaobhz@gmail.com
O jornal Folha Diocesana reserva-se o direito de condensar/editar as matérias enviadas como colaboração.Os artigos assinados não refletem necessariamente a opinião do jornal, sendo de total responsabilidade de seus autores.
diocese, 22 deles podem ser contados com o auxílio desse instrumento de informação, formação e evangelização. Ficando apenas os nove primeiros anos sem acompanhar essa história. Desde seus primórdios a igreja teve a preocupação em registrar sua história seja por meio de escritos ou por meio da arte. O livro do Apocalipse, por exemplo, nos conta a perseguição dos primeiros cristãos por romanos. Os evangelhos nos trazem relatos que são respostas sobre questionamentos a respeito da vida de Jesus. Atos dos Apóstolos mostra, principalmente, o processo da “conversão” de Pedro e as viagens de Paulo. Nos afrescos das catacumbas da igreja perseguida, nos vitrais das grandes igrejas, nas imagens, nos sinos, nas cores, enfim, a igreja sempre aproveitou os recursos disponíveis conforme a época para comunicar e registrar algo sobre ela. É claro que, em plena era digital, muitos dos nossos registros históricos estão sendo digitalizados e arquivados em programas de administração paroquial. No entanto, pode ser que o que está em âmbito digital seja esquecido, apagado, quase inacessível. O registro em papel não perde seu espaço e sua credibilidade. O digital chegou como complemento, fazendo uma parceria como que duas fontes nas quais se pode confiar. Em Joinville Irma Helena Corazza lembrou o que o primeiro MUTICOM em Belo Horizonte (de 1998) estabeleceu como uma das metas: suscitar agentes da Pastoral da Comunicação em cada Paróquia. Ainda hoje nossa diocese precisa trabalhar para que isso se concretize. Portanto, caminhemos todos juntos, animados e inspirados por aquele que é o comunicador entre Deus e os homens, o Espírito Santo. Pe Bruno Costa Ribeiro, editor
COMEMORAÇÃO - SETEMBRO e OUTUBRO de 2017 Padres, religiosas, consagradas e seminaristas da diocese de Guanhães SETEMBRO 01 02 06 07 19 22 23 26 27
Pe. Mário Gomes da Silva Ir. Regina Vieira (CMD) Pe. João Carlos de Sousa Maria Raquel M. Duarte Gracíola Gonzaga Dom José Maria Pires Tharley Kelves Edmilson Cândido Pe. Elair Sales Diniz
OUTUBRO 02 Pe. José Geraldo da Silva Alisson Sandro Anacleto da Silva 16 20 Pe. João Gomes Ferreira 26 Pe. Eduardo Dornelas da Cruz 27 Pe. Dilton Maria Pinto 31 Pe. Saint-Clair Ferreira Filho
Nascimento Nascimento Nascimento Nascimento Nascimento Ord. Episcopal Nascimento Nascimento Nascimento
Nascimento Nascimento Nascimento Ordenação Nascimento Nascimento
ARTIGOS
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GRITO DOS EXCLUÍDOS, O QUE É?
“O povo sai às ruas no dia 7 de setembro, dia da Pátria, em manifestação de animação e profecia para gritar por Vida Digna. O Grito brota do chão e tem o rosto de cada realidade. Objetiva ‘valorizar a vida e anunciar a esperança de um mundo melhor, construindo ações a fim de fortalecer e mobilizar pessoas para atuar nas lutas populares e denunciar as injustiças e os males causados por este modelo econômico excludente, que degrada e mata’. O Grito não tem ‘dono’, não é da Igreja, do Sindicato, da Pastoral; não se caracteriza por discursos de lideranças, nem pela centralização dos seus atos; o ecumenismo é vivido na prática das lutas, pois entendemos que os momentos e celebrações ecumênicas são importantes para fortalecer o compromisso”. (AdaptadoCNLB). “O retrocesso de direitos con-
quistados, com reformas que priorizam o mercado e não as necessidades do povo, voltadas para resolver a crise econômica no país não nos pode parar”. Por mais complexa e desafiadora que seja a situação atual, precisa provocar em nós, cristãos leigos e leigas, a solidariedade, a organização popular na luta por nossos direitos. Cresce em nós o desencanto com a política e com os políticos. Sentimos acuados, desprotegidos diante de tantos “desmandos”. Entretanto, não podemos abrir mão de nossos sonhos e compromisso, à luz da fé, com a defesa da vida, da dignidade da pessoa humana e promoção do bem comum. Mariza Pimenta Dupim PASCOM DIOCESANA, Guanhães.
Setembro — Mês da Bíblia
Senhor, vossa Palavra é luz que ilumina todo ser humano. Ela brilha em nosso coração e faz resplandecer os talentos que nos confiastes. Como a semente que germina na terra vem à luz, cresce e frutifica, assim Vossa Palavra, se encontrar um terreno bem disposto, não permanecerá escondida, mas transformada em fonte de luz. É o Sagrado deixando sua marca na história humana divinizada. Que o mês da Bíblia possa reavivar e encarnar as divinas palavras em cada um de nós. Como nos anos anteriores, neste mês da Bíblia, a Igreja traz para nós roteiros para círculos bíblicos e semana bíblica. Desta vez, somos convidados a olhar no espelho da comunidade de Tessalônica, que recebeu a pri-
meira carta escrita por Paulo e sua equipe missionária. Este é o “Livro” originário do Novo Testamento, escrito antes mesmo dos evangelhos: Primeira carta aos Tessalonicenses. Em tempos de grande opressão por parte do Império Romano, entre conflitos e perseguições, nasce uma jovem comunidade cristã em Tessalônica, graças ao ardor missionário de Paulo e sua equipe, pela força da Palavra e as moções do Espírito Santo. Esta Pequena comunidade descobriu a proposta originária de Jesus de Nazaré como concretização do Reino esperado para mudar a história dos pobres excluídos e dos fragilizados. Poderemos então verificar que esta comunidade eclesial abrigava, sobretudo, um contingente de pessoas ex-
ploradas por um sistema econômico, político, social ideológico, religioso opressor. Vamos descobrir também que a evangelização, dentro de um contexto opressor, proporcionou e aguçou no povo uma consciência crítica que gerou a coragem para a resistência, embora lhes desencadeando perseguições e sofrimentos. Mas, a união, o amor, a fé e a esperança fizeram desta comunidade um modelo para a Macedônia e toda a Acaia, para a alegria dos apóstolos. Também nós, em nossos dias, em meio às crises econômicas, políticas, sociais e religiosas que nos assolam, devemos ter a certeza de que “o melhor serviço que podemos prestar a
Deus, aos irmãos e irmãs, à comunidade é a resistência alegre até o fim, não permitindo que as tribulações, sufoquem a alegria em nossos corações”. (1Tss 2 , 6) Que a pequena comunidade cristã de Tessalônica, apesar das dificuldades, perseguições e sofrimentos que experimentou, nos inspire, hoje, a sermos fermento na massa, vivenciando uma fé madura, ativa e transformadora, no esforço de criarmos novas relações de amor, solidariedade e partilha. Kênia Maria Machado Elias Pinto - Guanhães
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A comunicação só existe quando a palavra não volta vazia “Toda bíblia é comunicação de um Deus amor, de um Deus irmão...” Qual de nós não pode completar pelo menos a primeira estrofe desta canção? Até os cristãos menos reticentes como eu sei sabem! Eu confesso que só recentemente soube que a música que tanto ouvi em celebrações religiosas é do poeta Padre Zezinho, mensageiro de Deus que várias gerações das 27 paróquias desta Diocese de Guanhães, aprenderam a ouvir e a respeitar. Muita gente quando vai meditar sobre um tema ligado à vida cristã, tem uma música na memória. Muitos não se lembrarão dela inteira, nem de toda a letra, quanto mais do autor. Mas do foco central da mensagem – da comunicação divina que nos chegou através dela, certamente todos saberão. Mesmo por que, cada um de nós a recebeu e reagiu a ela de acordo com sua maneira de ver e entender a vida, ou seja, aquilo que volta à nossa memória, geralmente de forma tão doce e acalentadora, não é a letra inteira, os nomes, as datas etc... E sim o sentimento, a sensação, enfim, a forma como nosso eu espiritual reagiu ao “recado” do Deus irmão. Entendo comunicação como uma “ação” “in” “comum”. Uma via de mão dupla. Um processo que só se completa quando a mensagem emitida é recebida e provoca uma reação. Se alguém disse “olá” e outro alguém ouviu, teoricamente, houve uma comunicação. Teoricamente, pois o receptor terá ouvido um som. Se não falar a mesma língua, provavelmente não entenderá exatamente o que foi dito. Mas o som ouvido vai provocar alguma reação. Quando essa reação se manifestar, seja uma virada de rosto, um apurar dos ouvidos, uma fuga silenciosa, um susto, ou enfim, uma resposta na mesma linguagem, aí sim, na prática, houve uma comunicação. Voltemos à canção do padre Zezinho: “Todo bíblia é COMUNICAÇÃO”. Isso comprova o que outro poeta, o projeta Isaías, deixou escrito na bíblia (a Comunicação do Deus Amor): “Porque assim como descem a chuva e a neve dos céus e para lá não tornam, sem que primeiro reguem a terra, e a fecundem, e a façam brotar, para dar semente ao semeador e pão ao que come, assim será a palavra que sair
da minha boca: não voltará para mim vazia, mas fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a designei”. (Is 55.10-11) Profetas, poetas, mensageiros, mestres, clérigos, leigos, seres humanos, enfim, em cada um de nós a mensagem provoca uma reação. Se você compartilhar a sua resposta, estará mostrando como foi que Deus tocou em seu coração. A sua reação está ligada com a parte de Deus que habita em você e que pode complementar a parte de Deus que habita nas pessoas de sua família e comunidade. A sua resposta quase natural no processo de comunicação pode ser essencial para outro irmão, que certamente terá uma outra resposta igualmente reveladora da obra do Grande Arquiteto do Universo. Se a parte do Universo onde habitamos está em ruína, talvez nós ainda não tenhamos captado a mensagem exata do Grande Arquiteto para a restauração de nosso ambiente para o bem de todos. Pensemos em fazer a terra brotar, em dar semente ao semeador e pão ao que come. Pensemos em completar a comunicação dentro do propósito
do Deus Comunicador. Eis aí a importância dos ministérios cristãos, das pastorais e comunidades de base. Eis a grande importância dos meios de comunicação que temos hoje à disposição dos cristãos. Eis a importância das mídias como esta Folha Diocesana, da Rádio Vida Nova FM e do esforço da Pascom e da Catequese no sentido de se renovar e se preparar para o uso de novas tecnologias. Cabe a cada um de nós participar, interagir, apoiar e além disso incentivar os meios de comunicação da Diocese, pois como já dizia o midiático Chacrinha, “quem não comunica se trumbica”.
Folha Diocesana: 22 anos de caminhada! ossa Folha Diocesana já tem maioridade: 22 anos de existência. Tenho aqui comigo, encadernadas em três volumes, as 75 edições dos sete primeiros anos desse veículo por mim idealizado. Em fevereiro de 1995, a Folha nasceu na Paróquia de S. João Evangelista para ser um informativo paroquial. Tinha o formato de ofício e um conteúdo de quatro páginas, rodadas na Gráfica Marília, de Guanhães. Alguns padres gostaram da ideia do informativo e sugeriram que ele fosse estendido à Diocese. E assim, após duas edições paroquiais, em março de 1995 veio a lume a primeira edição diocesana, com o nome Folha Diocesana. Aquelas páginas, ainda em formato ofício, traziam, em vários artigos, a notícia do falecimento de Dom Antônio Felippe da Cunha, SDN, primeiro bispo da Diocese de Guanhães. A quinta edição, em setembro de 1995, foi em formato tabloide, com quatro páginas. E nesse formato, até a edição nº 16, foi impresso na Gráfica Marília. A partir da 17ª edição, em abril de 1997, foi editada em Belo Horizonte, no mesmo lugar até os dias atuais. Ganhou oito páginas a partir da 19ª edição. Além de seu fundador, a Folha contou com o grande apoio do Pe. Saint-Clair Ferreira Filho, pároco de Guanhães e Administrador Diocesano. Dom José Heleno, Administrador Apostólico da Diocese, deu apoio moral e financeiro para o informativo, que contou também com o apoio indispensável do Pe. Adão Soares de Souza. Dom Emanuel Messias viu no informativo uma grande importância e, por isso, foi um incentivador indispensável. É difícil dizer quem apoiou mais. Os acima citados foram os primeiros, os que ampararam os primeiros passos do informativo tão importante, quase poderíamos dizer “necessário” para informação na Diocese, e não deixa de ser também uma forma de registro histórico dos trabalhos realizados na Diocese.
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“Eis a importância das mídias como esta Folha Diocesana, da Rádio Vida Nova FM e do esforço da Pascom e da Catequese no sentido de se renovar e se preparar para o uso de novas tecnologias.”
Evandro Alvarenga
Informativo tão importante ...não deixa de ser também uma forma de registro histórico dos trabalhos realizados na Diocese.
Pe. Ismar Dias de Matos
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A comunicação só existe quando a palavra não volta vazia “Toda bíblia é comunicação de um Deus amor, de um Deus irmão...” Qual de nós não pode completar pelo menos a primeira estrofe desta canção? Até os cristãos menos reticentes como eu sei sabem! Eu confesso que só recentemente soube que a música que tanto ouvi em celebrações religiosas é do poeta Padre Zezinho, mensageiro de Deus que várias gerações das 27 paróquias desta Diocese de Guanhães, aprenderam a ouvir e a respeitar. Muita gente quando vai meditar sobre um tema ligado à vida cristã, tem uma música na memória. Muitos não se lembrarão dela inteira, nem de toda a letra, quanto mais do autor. Mas do foco central da mensagem – da comunicação divina que nos chegou através dela, certamente todos saberão. Mesmo por que, cada um de nós a recebeu e reagiu a ela de acordo com sua maneira de ver e entender a vida, ou seja, aquilo que volta à nossa memória, geralmente de forma tão doce e acalentadora, não é a letra inteira, os nomes, as datas etc... E sim o sentimento, a sensação, enfim, a forma como nosso eu espiritual reagiu ao “recado” do Deus irmão. Entendo comunicação como uma “ação” “in” “comum”. Uma via de mão dupla. Um processo que só se completa quando a mensagem emitida é recebida e provoca uma reação. Se alguém disse “olá” e outro alguém ouviu, teoricamente, houve uma comunicação. Teoricamente, pois o receptor terá ouvido um som. Se não falar a mesma língua, provavelmente não entenderá exatamente o que foi dito. Mas o som ouvido vai provocar alguma reação. Quando essa reação se manifestar, seja uma virada de rosto, um apurar dos ouvidos, uma fuga silenciosa, um susto, ou enfim, uma resposta na mesma linguagem, aí sim, na prática, houve uma comunicação. Voltemos à canção do padre Zezinho: “Todo bíblia é COMUNICAÇÃO”. Isso comprova o que outro poeta, o projeta Isaías, deixou escrito na bíblia (a Comunicação do Deus Amor): “Porque assim como descem a chuva e a neve dos céus e para lá não tornam, sem que primeiro reguem a terra, e a fecundem, e a façam brotar, para dar semente ao semeador e pão ao que come, assim será a palavra que sair
da minha boca: não voltará para mim vazia, mas fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a designei”. (Is 55.10-11) Profetas, poetas, mensageiros, mestres, clérigos, leigos, seres humanos, enfim, em cada um de nós a mensagem provoca uma reação. Se você compartilhar a sua resposta, estará mostrando como foi que Deus tocou em seu coração. A sua reação está ligada com a parte de Deus que habita em você e que pode complementar a parte de Deus que habita nas pessoas de sua família e comunidade. A sua resposta quase natural no processo de comunicação pode ser essencial para outro irmão, que certamente terá uma outra resposta igualmente reveladora da obra do Grande Arquiteto do Universo. Se a parte do Universo onde habitamos está em ruína, talvez nós ainda não tenhamos captado a mensagem exata do Grande Arquiteto para a restauração de nosso ambiente para o bem de todos. Pensemos em fazer a terra brotar, em dar semente ao semeador e pão ao que come. Pensemos em completar a comunicação dentro do propósito
do Deus Comunicador. Eis aí a importância dos ministérios cristãos, das pastorais e comunidades de base. Eis a grande importância dos meios de comunicação que temos hoje à disposição dos cristãos. Eis a importância das mídias como esta Folha Diocesana, da Rádio Vida Nova FM e do esforço da Pascom e da Catequese no sentido de se renovar e se preparar para o uso de novas tecnologias. Cabe a cada um de nós participar, interagir, apoiar e além disso incentivar os meios de comunicação da Diocese, pois como já dizia o midiático Chacrinha, “quem não comunica se trumbica”.
Folha Diocesana: 22 anos de caminhada! ossa Folha Diocesana já tem maioridade: 22 anos de existência. Tenho aqui comigo, encadernadas em três volumes, as 75 edições dos sete primeiros anos desse veículo por mim idealizado. Em fevereiro de 1995, a Folha nasceu na Paróquia de S. João Evangelista para ser um informativo paroquial. Tinha o formato de ofício e um conteúdo de quatro páginas, rodadas na Gráfica Marília, de Guanhães. Alguns padres gostaram da ideia do informativo e sugeriram que ele fosse estendido à Diocese. E assim, após duas edições paroquiais, em março de 1995 veio a lume a primeira edição diocesana, com o nome Folha Diocesana. Aquelas páginas, ainda em formato ofício, traziam, em vários artigos, a notícia do falecimento de Dom Antônio Felippe da Cunha, SDN, primeiro bispo da Diocese de Guanhães. A quinta edição, em setembro de 1995, foi em formato tabloide, com quatro páginas. E nesse formato, até a edição nº 16, foi impresso na Gráfica Marília. A partir da 17ª edição, em abril de 1997, foi editada em Belo Horizonte, no mesmo lugar até os dias atuais. Ganhou oito páginas a partir da 19ª edição. Além de seu fundador, a Folha contou com o grande apoio do Pe. Saint-Clair Ferreira Filho, pároco de Guanhães e Administrador Diocesano. Dom José Heleno, Administrador Apostólico da Diocese, deu apoio moral e financeiro para o informativo, que contou também com o apoio indispensável do Pe. Adão Soares de Souza. Dom Emanuel Messias viu no informativo uma grande importância e, por isso, foi um incentivador indispensável. É difícil dizer quem apoiou mais. Os acima citados foram os primeiros, os que ampararam os primeiros passos do informativo tão importante, quase poderíamos dizer “necessário” para informação na Diocese, e não deixa de ser também uma forma de registro histórico dos trabalhos realizados na Diocese.
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“Eis a importância das mídias como esta Folha Diocesana, da Rádio Vida Nova FM e do esforço da Pascom e da Catequese no sentido de se renovar e se preparar para o uso de novas tecnologias.”
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Informativo tão importante ...não deixa de ser também uma forma de registro histórico dos trabalhos realizados na Diocese.
Pe. Ismar Dias de Matos
HOMENAGEM
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Façamos o elogio dos homens ilustres: Dom José Maria Pires om essa inspiração bíblica elevamos nosso elogio a Dom José Maria Pires a partir da partilha de Padre Itamar José Pereira (eram amigos desde 1948) e Padre José Martins (ordenado por Dom José Maria). Padre Itamar lembra que Dom José era natural do Distrito de Córregos – lugar onde sempre demonstrou muito amor –, em Conceição do Mato Dentro/MG. Foi bispo de Araçuaí/MG e, ao ser transferido para João Pessoa/PB, ficou ainda mais próximo de seu amigo e aliado Dom Helder Câmara. Muito lutou
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e defendeu os lavradores na Paraíba. Também no distrito de Córregos se dedicou a um projeto de geração de renda para centenas de famílias carentes dessa região. Padre José Martins lembra que Dom José participou do Concílio Vaticano II, tendo sido um dos signatários do “Pacto das Catacumbas” que, aliás, está em plena consonância com a proposta do papa Francisco. Assumiu a causa do pobre, dos negros e publicou o livro “A cultura religiosa afro-brasileira e seu impacto na cultura universitária”, e a causa das mulheres.
“Façamos o elogio dos homens ilustres, que são nossos antepassados, em sua linhagem. Eles governaram os povos do seu tempo e, com a firmeza de sua sabedoria, deram instruções muito santas ao povo.” (Eclo 44,1.4) Confira no texto transcrito do vídeo da “Verbo Filmes” (disponível na internet) em que “Dom Zumbi” explica o significado do Pacto das Catacumbas, com o qual os bispos se comprometeram em viver na pobreza, rejeitar símbolos e privilégios do poder e colocar os pobres no centro do seu ministério pastoral. “Para viver o Concílio era preciso mudar o estilo de vida: na simplicidade, sem nada de extraordinário.” No vídeo dom José diz ainda: “a despedida de vocês seria que o vosso trabalho pudesse recuperar muita coisa do Vaticano II. Hoje, passados 50 anos, parece que a gente se esqueceu de várias coisas. O Vaticano II deixou para nós uma
lição de pobreza muito grande: nós vivamos como o povo, conforme aquilo que ele (o povo local) tem, vivamos na simplicidade.” “Vivermos como o povo de Deus pode viver, se conseguirmos que isso retorne, com certeza será um progresso e um testemunho evangelizador. Mostrar ao mundo que podemos viver sem muita coisa. Podemos viver felizes, mesmo na pobreza do povo, não na miséria, tendo o necessário para viver.” Dom José, Proclamem os povos sua sabedoria, e cante a assembleia os seus louvores! (Eclo 44,15) Pascom, Diocese de Guanhães.
Seminário Acordo Brasil - Santa Sé reúne centenas de pessoas em Belo Horizonte O auditório da PUC Minas em Belo Horizonte, acolheu o seminário Acordo Brasil - Santa Sé nos dias 28 a 30 de agosto, uma iniciativa do Regional Leste II da CNBB. Dom Giovannini d’Aniello, núncio apostólico representante direto do Santo padre papa Francisco fez a abertura do evento. Também estiveram presentes na sessão solene de abertura, diversos bispos e arcebispos do nosso Regional Leste II da CNBB, entre eles, Dom Raimundo Damasceno Assis, cardeal arcebispo emérito de Aparecida e presidente da comissão episcopal para implementação do Acordo Brasil - Santa Sé; Dom Walmor Oliveira Azevedo, Arcebispo de Belo Horizonte; Dom Darci Nicioli, arcebispo de Diamantina; Dom Paulo Mendes Peixoto, arcebispo de Uberaba e presidente do Regional Leste II; Dom Gil Antônio Moreira, arcebispo metropolitano de Juiz de Fora; Dom Geraldo Lírio Rocha, ex-presidente da CNBB. Também participaram diversos padres, religiosas e religiosos, seminaristas, advogados e contadores do Regional Leste II. Da diocese de Guanhães foram: Simo-
ne Mendanha, secretária da cúria diocesana; Ednéia Silva, auxiliar administrativa representando a Rádio Vida Nova FM; Marina Carvalho, contadora da Diocese; os seminaristas Daniel, André e Edmilson, os advogados Dra. Maria Betânia Bicalho e Dr. Walter. O objetivo principal desse seminário foi o estudo do documento do acordo firmado entre o Brasil e a Santa Sé para melhor servir à sociedade e colaborar na vida política e religiosa do país. Também foi momento de tirar dúvidas e esclarecer direitos e deveres da igreja como instituição inserida na realidade atual, assim também como as garantias no âmbito econômico, administrativo e caritativo das diversas instituições que abrangem as inúmeras instituições ligadas à Igreja Católica Apostólica Romana. Seminarista Daniel Bueno
Partilha: No auditório do Museu de Ciências Naturais - PUC Minas - Campus Coração Eucarístico, Dom Joaquim Mol disse: "O Acordo Brasil - Santa Sé deve ser, como
nós mineiros costumamos e conhecemos, um chão bem batido, firme, um chão pavimentado para que a Igreja sobre ele cumpra a função primordial, a Evangelização". O Núncio Apostólico no Brasil, Dom Giovanni d'Aniello, disse ainda: "apesar de vários anos, a maioria ainda não conhece o Acordo, momento importante para conhecer. Visitando as dioceses, divulgar". Sugeriu que cada bispo tente fazer reunião com os prefeitos para que eles saibam que precisa ser incluído no Esta-
do, pois a maioria não o conhece e nem o aplica (vereadores e prefeitos). "Este Acordo Brasil - Santa Sé é necessário para a colaboração de uma sociedade melhor", completou o Núncio. "A Igreja reconhece a autonomia do Estado e o Estado reconhece a autonomia da Igreja". A iniciativa deste Acordo não partiu do Vaticano, mas da CNBB. De forma precisa e clara, Dom Geraldo Lyrio encerrou sua exposição. Simone Medanha
FORMAÇÃO
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O 10º Mutirão Brasileiro de Comunicação (Muticom), de Joinville/SC O 10º Mutirão Brasileiro de Comunicação (Muticom), de Joinville/SC, começou na quarta-feira (17) com a palestra de abertura ministrada pelo prefeito da Secretaria para a Comunicação da Santa Sé, Monsenhor Dario Viganó. No espaço da Expoville, o discurso inaugural do evento teve como tema:
"A Comunicação na Igreja na perspectiva do Papa Francisco" Num primeiro momento, Monsenhor Viganó tratou da comunicação do Papa Francisco para, em seguida, se concentrar nas explicações de todo o processo de reforma da mídia da Santa Sé. Segundo ele, “antes de compreen-
Pe Bruno Costa Ribeiro está participando do 10º Muticom em Joinville /SC, representando a Diocese de Guanhães.
Clero da Diocese de Guanhães em Retiro: “é preciso cuidar dos cuidadores” Todos os anos, no mês de agosto – tempo em que a igreja no Brasil convoca-nos a oração pelas vocações –, o clero da diocese de Guanhães se reúne para o Retiro Espiritual anual. No segundo ano consecutivo este retiro aconteceu no centro Pastoral Enrichetta Onorante Michisanti, da Arquidiocese de Diamantina/MG, nos dias 28 a 31 de agosto de 2017. São Gregório, na sua Regra Pastoral, orienta: “O pastor não deixe, nas suas ocupações exteriores, enfraquecer seu cuidado com a vida interior; que na sua aplicação à vida interior, não negligencie o cuidado das ocupações exteriores”. Desse modo, deverá conciliar contemplação e missão no seu cotidiano. O sacerdote precisa de um momento de qualidade para “deixar de fazer coisas” e se preocupar com o seu “ser”. Deixar de cuidar, por um instante, dos outros e cuidar de si e assim voltar para a missão revigorado. É por isso que o pregador do retiro, Dom Edson Oriolo, usou como uma das inspirações bíblicas o trecho de Ex 3,1-5 em que Moisés é convidado a deixar um pouco o rebanho que apascentava, deixar suas atividades e “problemas” para traz, tirando as sandálias dos pés e deixando-as para fora do ambiente de encontro com Deus, para em seguida se tornar o líder do Povo. E como aconselha Santo Anselmo – disse o pregador – vamos fugir das nossas ocupações para
estar com Deus. Dom Oriolo, entre outros assuntos, falou da “violência neuronal” que boa parte dos sacerdotes padecem ou estão expostos devido às exigências do dia a dia, ao “superdesempenho”, à “supercomunicação” e à “superprodução” resultando num colapso. Os sintomas dessa violência neuronal é o esgotamento, a fadiga, a sensação de asfixia. Esse excesso de atividades que gera essa violência neuronal faz com que pessoas mais próximas sofram também, já que ficamos intolerantes e perdemos paciência por qualquer motivo com o povo, principalmente os mais próximos, os que estão engajados nas pastorais. São João Paulo afirma que “os encontros de espiritualidade sacerdotal, tais como os retiros, os dias de recolhimento e de espiritualidade, constituem ocasião para um crescimento espiritual e pastoral, para uma oração mais prolongada e calma, para um regresso às raízes do ‘seu ser padre’, para reencontrar vigor de motivações para a fidelidade e o impulso pastoral” (Pastores dabo vobis, n 80). Coloquemo-nos igualmente e sempre, em oração pelos sacerdotes, para que Deus os revigore e o Espírito Santo os ilumine na missão. Pe Bruno Costa Ribeiro
der o sentido profundo da reforma é necessário entender alguns aspectos próprios da comunicação do Papa Bergoglio, uma comunicação que poderíamos dizer ‘unconventional’, nada convencional, muito pragmática. Em mais de uma vez tive a possibilidade de sublinhar como Francisco tem a capacidade de redefinir códigos e formas de comunicação, utilizando com criatividade, por nada convencional, situações curiosas, parábolas e metáforas. Um modo para se comunicar com o outro, para diminuir as distâncias e favorecer o diálogo”, comentou Viganó. A linguagem de Francisco, segundo o prefeito da Secretaria para a Comunicação, não para naquela exigência de “sentir” e na voz do destinatário da mensagem, mas “implica a capacidade de ‘ouvir’: a escuta é uma atividade muito mais desafiadora que consiste em aprofundar a relação com o outro”.
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As características da comunicação do Papa Francisco, continou o Monsenhor, são importantes para bem compreender a reforma da mídia da Santa Sé, com origens já no Jubileu do ano 2000, “como uma necessidade e uma urgência”: uma reforma que se desenvolve num “novo Renascimento, fazendo parte, hoje, de um contexto digital que modifica as práticas e as dinâmicas de todos os âmbitos da nossa vida, daquela social àquela política, até àquela religiosa”. A reforma, prosseguiu Viganó, “não é simplesmente uma ‘pintura’”, ao lembrar as palavras do próprio Papa Francisco quando disse: “reforma não é clarear um pouco as coisas. Reforma é dar uma outra forma às coisas, organizá-las de uma outra maneira”. O Monsenhor enfatizou que isso significa que não se trata de uma simples coordenação dos veículos, mas de repensar produtivamente a comunicação da Santa Sé. O Muticom de Joinville é um instrumento para auxiliar profissionais da área a fazer uma nova leitura do uso das novas tecnologias, além incentivar a formação de senso crítico na era digital, para desfrutar ao máximo o potencial da mídia - em comunhão e para o progresso humano. O evento termina no próximo domingo e é promovido pela Conferência Episcopal do Brasil. (AC/SIR) Do site Rádio Vaticano
FOLHA
8 DIOCESANA setembro2017
Papa: Maria nos capacita a atravessar com fé os momentos dolorosos
Braunas
Materlândia
Morro do Pilar
Rio Vermelho
'o melhor instrumento para evangelizar o jovem é outro jovem' (Papa Francisco)
#Programa Nova Geração Um canal de comunicação com a juventude.
Francisco recordou que “na casa de Isabel e de seu marido Zacarias, onde antes reinava a tristeza pela falta de filhos, agora existe a alegria de uma criança que chega, uma criança que se tornará o grande João Batista, precursor do Messias”. E completou: “E quando chega Maria, a alegria transborda e explode nos corações, porque a presença invisível, mas real de Jesus preenche tudo com um sentido: a vida, a família, a salvação do povo, tudo!” “E esta alegria plena – explica o Santo Padre – se expressa com a voz de Maria na oração estupenda do Magnificat”: “É o canto de louvor a Deus que opera grandes coisas por meio das pessoas humildes, desconhecidas para o mundo, como é a própria Maria, como é o seu esposo José, e como é também o local onde vivem, Nazaré. As grandes coisas que Deus fez com as pessoas humildes! As grandes coisas que o Senhor faz no mundo com os humildes, porque a humildade é como um vazio, que deixa espaço para Deus. O humilde é poderoso, não porque é forte. E esta é a grandeza do humilde, da humildade.” “Gostaria de perguntar a vocês, e também a mim - completou Francisco. Mas não se responde em voz alta, cada um responde no coração. Como está a minha humildade?” “O Magnificat – disse o Papa – canta o Deus misericordioso e fiel que cumpre o seu plano de salvação com os pequenos e os pobres, com aqueles que têm fé n’Ele, que confiam na sua palavra como Maria”. “A vinda de Jesus naquela casa por meio de Maria – sublinhou Francisco – criou não somente um clima de alegria e de comunhão fraterna, mas também um clima de fé que leva à esperança, à oração, ao louvor”: “Tudo isto nós gostaríamos que acontecesse hoje em nossas casas. Celebrando Maria Santíssima Assunta ao Céu, gostaríamos que ela, mais uma vez, trouxesse a nós, às nossas famílias, às nossas comunidades, o dom imenso, a graça única que devemos sempre pedir por primeiro e acima das outras graças que também estão no coração: a graça que é Jesus Cristo”. “Maria – disse o Papa ao concluir sua reflexão – é modelo de virtude e de fé”, “agradeçamos a ela porque sempre nos precede na peregrinação da vida e da fé”, pedindo que “nos proteja e nos susten-
te”. “Que possamos ter uma fé forte, alegre e misericordiosa, que nos ajude a sermos santos, para nos encontrarmos com ela um dia no Paraíso”. “Trazendo Jesus, Nossa Senhora traz também a nós uma nova alegria, cheia de significado; nos traz uma nova capacidade de atravessar com fé os momentos mais dolorosos e difíceis; nos traz a capacidade de misericórdia para perdoarnos, compreender-nos, apoiarmonos uns aos outros”, disse o papa Francisco falando aos milhares de fiéis presentes na Praça São Pedro
para o Angelus na Solenidade da Assunção. É na ocasião desta solenidade que em algumas paróquias da diocese de Guanhães é celebrado os variados títulos de Nossa Senhora: Santa Maria Eterna, em Santa Maria do Suaçuí; N. Sra. do Amparo, em Braúnas; N. Sra Mãe dos Homens, em Materlândia; N. Sra. Do Pilar, em Morro do Pilar; N. Sra. Do Porto, em Senhora do Porto; N. Sra. Da Pena, em Rio Vermelho; N. Sra. Do Rosário, em Sabinópolis. Fonte: br.radiovaticana.va
Sabinópolis Sta Maria do Suaçuí
Senhora do Porto
A Pastoral da Juventude exerce sua missão de evangelizar os jovens também através do #Programa Nova Geração. Todos os sábados, às 15:00 horas na Rádio Vida Nova Fm 91,5 Mhz ou pela internet em www.vidanovafm.com.br. Curta e acompanhe a nossa página no facebook e nos dê sua opinião e sugestão!
Dr. Marco Aurélio de Assis Otorrinolaringologista/Alergologista
Pastoral da Juventude Diocese de Guanhães/MG
CRM-MG: 29104
Dra. Renata Coelho Argolo Assis Endodontista/ Tratamento de canal CRO-MG: 23126
Dra. Georgia R. Oliveira Carvalhaes Fonoaudióloga CRFA-MG 8.160
Dr. Fábio de Morais Ramos Endocrinologista CRM-MG: 29753
Dr. Marco Lino do Carmo Vieira Gastroenterologia clínica/ Endoscopia digestiva
Dra. Marina Coelho Argolo Vieira Dermatologista
CRM-MG: 47248
CRM-MG: 47459
Dr. Rodrigo Magalhães Otorrinolaringologista/Cirurgia de cabeça e pescoço CRM-MG: 46174
Rua das Flores, 43 Centro – Capelinha/MG CEP: 39680-000 Fone: (33) 3516.1556 Cel.: (33) 99146.5453
Praça Batista Lopes, 30 Centro – Santa Maria/MG CEP: 39780-000 Fone: (33) 3431.1360
Rua Dr. Odilon Behrens, 164 – 2 andar Centro – Guanhães/MG CEP: 39740-000 Fone: (33) 3421.1804 (33) 3421.1645