FOLHA
DIOCESANA INFORMATIVO DA DIOCESE DE GUANHÃES | MG
ANO XIX | Nº 237 | Maio de 2016
Bodas de pérola da diocese de Guanhães Diocese de Guanhães
PÁGINAS 4 e 5
30 anos
Veja nesta edição
Implementação da Cáritas Diocesana PÁGINA
3
Dia dos namorados PÁGINA
6
Formação Permanente do Clero PÁGINA
7
DAREDAÇÃO
Calendário Diocesano
Editorial
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2 DIOCESANA maio2016 Celebramos mais um aniversário de nossa diocese que completou 30 anos de existência a serviço do Reino de Deus. Este trigésimo aniversário é o que costumamos dizer “jubileu de pérola”. Para produzir a pérola a ostra geralmente usa um grão de areia – que a faça sofrer, inflamar, doer e para amenizar o sofrimento ela produz camadas de uma substância que aos poucos, encobre as arestas pontudas do grão de areia - no caso - que machucam a ostra dando origem a pérola No decorrer de nossa histó-
ria, entre dores e alegrias, não somos mais um pequeno grão de areia rústico mas aos poucos nos tornamos uma bela joia plantada no centro nordeste mineiro. Porém há muito chão pra percorrer. Neste sentido a Cáritas diocesana está se organizando cada vez mais em nossa diocese conforme podemos ver na reunião de implementação realizada no mês de Maio. Uma das datas importantes neste mês de Junho é o dia dos namorados seguindo esta proposta do calendário civil temos um texto que quer nos
ajudar a entender como é importante esse momento na vida do jovem que em desenvolvimento e se prepara para o futuro. Tudo isso deve ser vivido na responsabilidade. E atenção: preparemo-nos para o Jubileu dos catequistas e para o festival da música Cristã que se realizarão no mês seguinte (Julho). Boa leitura.
Diocese de Guanhães
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JUNHO 03 Festa do Sagrado Coração de Jesus – Dia de Oração pela santificação dos sacerdotes 7 a 9 Assembleia do Regional Leste II, em Mariana 14 PASCOM 13 a 24 Jubileu do Bom Jesus 18 Escola de Teologia: Sacramentos I – Pe. João Gomes Chegada dos Padres em Conceição do Mato Dentro para o Jubileu 21 Assembleia Ord. Da ASPREMONO em Conceição do Mato Dentro 22 reunião da Coordenação de Pastoral em Conceição do Mato Dentro 24-26 Assembleia da Pastoral da Criança 25 Encontro Diocesano Jovem da RCC 28 Dia de Convivência do Clero 29 Dia de São Pedro e São Paulo (Óbulo de São Pedro)
JULHO
Dados para depósito bancário:
02 Estudo da Laudato Si 05 Reunião dos Padres às 09:00h 09 Encontro da Pastoral Carcerária em Guanhães 12 Colégio de Consultores às 09:30h 12 PASCOM 14 a 17 IV Encontro Nacional da PASCOM em Aparecida/SP 22-24 Congresso Nacional ECC em BH 27-28 Encontro com Dom José Aristeu: Espiritualidade do Presbítero 28 e 29 Semana Catequética em Conceição do Mato Dentro 30 Romaria e jubileu dos Catequistas em Conceição do Mato Dentro 30 e 31 Festival da Música Cristã
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expediente
a m o c a u b i r t n o c A N A S E C O I D FOLHA
Conselho Editorial: Padre Adão Soares de Souza, padre Saint-Clair Ferreira Filho, Taisson dos Santos Bicalho, Padre Bruno Costa Ribeiro e Juliano Nunes Revisão: Mariza da Consolação Pimenta Dupim Jornalista Responsável: Luiz Eduardo Braga - SJPMG 3883 Endereço para correspondência: Rua Amável Nunes, 55 - Centro Guanhães-MG - CEP: 39740-000 Fone:(33) 3421-3331
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Editora Folha Diocesana de Guanhães Cooperativa: 4103-3 Conta Corrente: 10.643.001-7 SICOOB-CREDICENM
COMEMORAÇÃO - JUNHO e JULHO de 2016 Padres, religiosas, consagradas e seminaristas da diocese de Guanhães JUNHO 01 Maria do Carmo Grizante (RV) 06 Pe. Bruno Costa Ribeiro 18 Filipe Ferreira Coelho 17 Arminda Jesus Batista (Coop. F) 26 Pe. Itamar José Pereira 26 Pe. João Evangelista dos Santos 29 Pe. Pedro João Daalhuiezen 29 Ir. Maria Aparecida Chaves (RV)
Ordenação Nascimento Nascimento Nascimento Nascimento Ordenação Profissão Religiosa
JULHO 06 06 06 09 10 13 15 23
Ordenação Ordenação (1989) Nascimento Nascimento Ordenação Ordenação Ordenação Nascimento
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O jornal Folha Diocesana reserva-se o direito de condensar/editar as matérias enviadas como colaboração.Os artigos assinados não refletem necessariamente a opinião do jornal, sendo de total responsabilidade de seus autores.
Pe. Itamar José Pereira Pe. Ismar Dias de Matos Carmen Helena P. de Oliveira (Coop. Fam. Ghães) Anderson Alves Rocha Pe. Mário Gomes da Silva Pe. José Adriano Barbosa dos Santos Pe. Saint-Clair Ferreira Filho Pe. José Adriano Barbosa dos Santos
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Criada a Cáritas Diocesana de Guanhães m 17 de abril de 2016, realizou-se a assembleia de criação da Cáritas Diocesana de Guanhães, com objetivo de eleger pessoas para a composição de sua diretoria e formar um grupo de voluntários para dela participar. Dela fizeram parte os assessores da Cáritas Brasileira Regional MG, Geovane Assis e Márcio Adriano, padre José Martins – responsável por acompanhar e construir a Cáritas na Diocese, conforme deliberado pelo bispo diocesano Jeremias Antônio de Jesus, e cerca de 40 leigos da diocese. Houve apresentação do histórico da Cáritas no Brasil e no mundo, além de um debate sobre a atual conjuntura política e os desafios para o próximo período, como também os trabalhos que já estão sendo realiza-
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dos pela Cáritas de Conceição do Mato Dentro, Alvorada de Minas e Dom Joaquim, ligados aos Pequenos Projetos Comunitários. Para o Padre José Martins “depois de um processo de debate e participação, principalmente da juventude, a criação da Cáritas em nossa diocese é um importante passo para a nossa igreja diocesana, uma vez que era um sonho antigo que agora está sendo realizado. Este nosso encontro foi marcado pela alegria, esperança e o desejo de construirmos uma sociedade mais justa e solidária com os mais pobres desta nossa região. Que o Deus da vida nos ajude a levar vida aonde ela é negada”. No mês de maio será realizado um planejamento para construir as temáticas de atuação, e, partir daí, iniciar os trabalhos. A diretoria ficou composta com os seguintes nomes:
Presidente: Ivanderson
Subsecretário: Aline
Vice-Presidente: Rosiane
Conselho Fiscal - Titular:
Tesoureiro: Silvia
Vicente, Anelicia, Adenil
Vice-tesoureiro: Beatriz
Conselho Fiscal - Suplente
Secretária: Gisele
Ana Cristina, Joice, Everson
Saudamos nosso excelentíssimo bispo pela passagem dos seus cinquenta anos omo todos os anos, vários padres e leigos estiveram presentes na Igreja matriz da paróquia São Miguel e Almas – em Guanhães – para agradecer a Deus por mais um ano de vida do nosso bispo diocesano. Dom Jeremias nasceu na cidade de Atibaia (SP), no dia 27 de maio de 1966, filho de Abílio Cardoso de Jesus e Claudiana Pinheiro de Jesus. Ingressou no Seminário Arquidiocesano “Bom Jesus”, em Aparecida (SP), no ano de 1987, onde estudou Filosofia. Em 1990 iniciou o curso de Teologia no Instituto Teológico Pio XI, no Alto da Lapa, em São Paulo. Foi ordenado Presbítero no dia 10 de dezembro de 1993, na cidade de Atibaia, onde também estudou e trabalhou. Foi nomeado Bispo da Diocese de Guanhães (MG), pelo papa Bento XVI, no dia 30 de maio de 2012. Sua posse como bispo diocesano se deu em 19 de agosto do mesmo ano. Nós, membros da Diocese de Guanhães, sentimo-nos felizes e gratos a Deus pela vida desse servo de Deus e rogamos que sempre o abençoe e proteja, dando-lhe muita força e sabedoria para nos conduzir ao Reino de Deus.
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HOMILIA DE DOM JEREMIAS ANTÔNIO DE JESUS - 30 ANOS DE INSTALAÇÃO DA DIOCESE DE GUANHÃES HOMILIA DE DOM JEREMIAS ANTÔNIO DE JESUS BISPO DA DIOCESE DE GUANHÃES-MG “Meus queridos irmãos presbíteros, religiosas, consagradas, seminaristas! Querido povo de Deus aqui reunido! São muitos os motivos que nos reúnem aqui, hoje, para podermos celebrar com alegria e gratidão. Com os trinta anos da Diocese de Guanhães, celebramos também a dedicação desta Catedral, celebramos São José Operário, a quem pedimos a intercessão para nossa Diocese e para todos os trabalhadores e trabalhadoras, e, de modo especial, para com aqueles que estão desempregados. Celebramos os 3 anos de sacerdócio do Pe. João Gomes, Pe. Marinho, Pe. Osmar e do Pe. Amarildo; portanto, são tantos elementos, tantos os motivos que nos trazem aqui hoje para louvar e para agradecer; agradecer a caminhada da nossa Igreja Diocesana, agradecer por cada irmão que é padre e que é grande colaborador na construção desta história; também aos leigos e leigas engajados, tantos irmãos e irmãs que não medem esforços para trabalhar nesta grande vinha. Trazemos tudo isto para esta celebração, colocando todas estas intenções e agradecimentos no coração de Deus. Celebramos ainda, o início de uma caminhada rumo à V Assembleia Diocesana, no dia 15 de novembro deste ano. Pedimos ao bom Deus que acolha a nossa gratidão, atenda as nossas súplicas, ilumine-nos com o seu Santo Espírito e que nos irmanemos todos com fé e força em Jesus Cristo Vivo e Ressuscitado, para que continuemos a caminhada e a fazer parte desta história tão bonita. Nesta Celebração da Liturgia da Palavra, quero destacar três palavras: abertura, acolhimento, disponibilidade. São palavras que vêm sendo repetidas nos movimentos da Igreja, são
palavras que muitos de nós, ministros ordenados, repetimos continuamente porque é uma consciência que todos precisamos adquirir a cada dia para abrir os nossos braços, nossas portas, os nossos corações para acolhermos cada vez mais e melhor os filhos e filhas de Deus que nos buscam e que nos procuram. Para alguns, palavras de incentivo; talvez para outros, palavras desgastadas; mas como Igreja, jamais podemos dispensá-las; caso contrário, teremos que rever a nossa identidade, teremos de rever a nossa caminhada; como Igreja, estamos para acolher, estamos disponíveis para abraçar a todo momento, chamados a ter muita abertura de coração para entender a história que está acontecendo, o contexto no qual estamos inseridos, e abraçarmos a cada dia a causa do Reino do Senhor. A nossa Igreja é peregrina! Como Igreja peregrina que caminha, somos todos convidados hoje a buscar inspiração na Igreja descrita pelo vivente livro do Apocalipse, a Jerusalém Celeste, a Igreja atual, ricamente descrita na nossa Igreja que caminha e ainda está longe de atingir esta perfeição, mas não estamos dispensados de nos inspirarmos nela, com abertura, acolhimento, disponibilidade que são as grandes características desta Igreja atual, desta Jerusalém Celeste. Doze portas: três ao Sul, três ao norte, três ao poente e três ao nascente; doze portas para estarem sempre abertas, prontas para acolher, de modo que o peregrino, de modo que o transcendente não precise caminhar muito para encontrar uma entrada, doze portas abertas prontas para acolher os filhos e filhas de Deus. Nós, ao completarmos 30 anos de caminhada, precisamos ser esta consciência, chamados à abertura, chamados ao acolhimento e a estarmos disponíveis para servir. Nossas portas precisam continuar abertas; se por ventura alguém pensar em fechá-las, será preciso tor-
nar a abri-la, para podermos continuar receber, continuar a acolher. A liturgia da Palavra de hoje, através dos Atos dos Apóstolos, nos dá este testemunho. A Igreja de Antioquia teve que adaptar àquela cultura, teve de entrar naquela realidade, portas abertas, corações abertos para acolher, mas também para discernir. E, nesta consciência de acolher e ajudar aqueles que peregrinam, precisamos ter discernimento do que é essencial e do que é secundário. Rumo à V Assembleia Diocesana, esta pergunta precisa ecoar em nossos ouvidos: O que é essencial para a nossa Igreja Diocesana? O que é secundário? Também é preciso, no decorrer da nossa caminhada, que tantas coisas consideradas essenciais, já foram dispensadas, tantas outras coisas, hoje, que ainda são essenciais podem ser que no caminhar do tempo e da história também venham a ser consideradas secundárias. Nosso querido Papa, o Papa Francisco, tem nos dado testemunho disso, aquilo que é essencial precisa e deve permanecer, assim como os Apóstolos aconselharam à comunidade de Antioquia, o ver e ouvir as opiniões e queixinhas … As outras coisas, outros elementos considerados escandalosos naquele tempo passaram a ser secundários e já nem existem mais. Mas a pergunta permanece: o que é essencial para a nossa Igreja? O que é importante para a vida Diocesana? O que é importante para as nossas comunidades? O que é essencial para esta Igreja que peregrina no tempo e na história? Jesus nos dá a resposta hoje no Evangelho: ouvidos atentos, corações abertos para acolher a sua Palavra. ‘Quem me ama, guarda os meus mandamentos, quem me ama, guarda as minhas palavras’. A Palavra de Deus, a Palavra de Jesus, guardada no coração, deve ser aquecida com o nosso afeto,
com o nosso carinho, com o nosso amor para depois ser levada à prática. É o Espírito Santo quem vai continuar nos conduzindo, ‘eu voltarei para o Pai, enviarei outro paráclito que vai recordar tudo que eu já lhes ensinei, para renascer, para que nada se escape’ “. Dom Jeremias concluiu a homilia conclamando a todos a continuarem abertos, disponíveis, acolhendo no coração a Palavra como sinal do nosso amor para com Jesus Cristo, e aquecendo o coração com afeto, com amor, colocando-os em prática conduzidos pelo espírito, em direção à realização deste grande sonho da Igreja atual, da Jerusalém Celeste toda montada, bem vestida, brilhante, iluminada, onde não precisará mais de tempo como mediação, e Deus conviverá harmoniosamente com os homens e Ele será a nossa luz. Nosso bispo agradeceu aos que se empenharam e se empenham nesta caminhada de 30 anos da Diocese (religiosas, consagradas, movimentos e pastorais, os que trabalham com os padres, os servidores diocesanos, leigos e leigas, homens e mulheres que dedicam seu serviço ao Reino de Deus nas diversas comunidades). Convocou todos a se prepararem para a V ASSEMBLEIA DIOCESANA, que acontecerá em novembro de 2016; reforçou estarmos celebrando as bodas de pérola: ‘Hoje Guanhães é a nossa Pérola! Vale a pena sacrificar-se por ela, vale a pena deixar muitas coisas para dedicar-se a ela’. Agradeceu a todos que contribuíram para a realização da festa, especialmente ao padre Jacy e aos paroquianos de Guanhães. Após a homilia, padre José Aparecido dos Santos, Coordenador Diocesano de Pastoral, leu a carta convocatória para a V Assembleia Diocesana. Gracíula, Cooperadora da Família
ORAÇÃO PARA A 5ª ASSEMBLEIA DIOCESANA DE PASTORAL Santíssima Trindade, nós, pastores e rebanho da Diocese de Guanhães, Vos louvamos e bendizemos por nos acompanhar em nossa caminhada e em nossa história Diocesana. Ajudai-nos a viver este tempo de preparação para a 5ª Assembleia da Ação Evangelizadora da nossa Igreja Particular de Guanhães com alegria e entusiasmo. Alimentados pelo Corpo e Sangue do Senhor Jesus na Eucaristia, assumamos o compromisso da vivência da unidade e da fraternidade, formando um só corpo. Concedei-nos a Vossa terna companhia e inspiração para que, nas etapas deste importante evento, possamos identificar nossas deficiências e demandas, nossas sombras e friezas, nossos recuos e retrocessos. Seja feita, ó Santíssima Trindade, a Vossa Vontade, e não a nossa! Dai-nos enxergar as urgências e os serviços, as pessoas, os lugares e os grupos que, por algum motivo, foram abandonados e esquecidos, sobretudo os irmãos e irmãs mais pobres e aqueles que mais sofrem. Senhora Aparecida, acompanhai-nos nesta caminhada, fazendo de nossa vida um “sim” constante ao Deus, Uno e Trino. São Miguel Arcanjo, Padroeiro da nossa Diocese, ajudainos com a sua intercessão e proteção. Caminhai conosco, Trindade Santa! Orientai-nos com a Vossa Palavra! Fortalecei-nos em nossa Missão cotidiana nesta Igreja Particular de Guanhães que a Vossa benevolência nos confiou. Amém!
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HOMILIA DE DOM JEREMIAS ANTÔNIO DE JESUS - 30 ANOS DE INSTALAÇÃO DA DIOCESE DE GUANHÃES HOMILIA DE DOM JEREMIAS ANTÔNIO DE JESUS BISPO DA DIOCESE DE GUANHÃES-MG “Meus queridos irmãos presbíteros, religiosas, consagradas, seminaristas! Querido povo de Deus aqui reunido! São muitos os motivos que nos reúnem aqui, hoje, para podermos celebrar com alegria e gratidão. Com os trinta anos da Diocese de Guanhães, celebramos também a dedicação desta Catedral, celebramos São José Operário, a quem pedimos a intercessão para nossa Diocese e para todos os trabalhadores e trabalhadoras, e, de modo especial, para com aqueles que estão desempregados. Celebramos os 3 anos de sacerdócio do Pe. João Gomes, Pe. Marinho, Pe. Osmar e do Pe. Amarildo; portanto, são tantos elementos, tantos os motivos que nos trazem aqui hoje para louvar e para agradecer; agradecer a caminhada da nossa Igreja Diocesana, agradecer por cada irmão que é padre e que é grande colaborador na construção desta história; também aos leigos e leigas engajados, tantos irmãos e irmãs que não medem esforços para trabalhar nesta grande vinha. Trazemos tudo isto para esta celebração, colocando todas estas intenções e agradecimentos no coração de Deus. Celebramos ainda, o início de uma caminhada rumo à V Assembleia Diocesana, no dia 15 de novembro deste ano. Pedimos ao bom Deus que acolha a nossa gratidão, atenda as nossas súplicas, ilumine-nos com o seu Santo Espírito e que nos irmanemos todos com fé e força em Jesus Cristo Vivo e Ressuscitado, para que continuemos a caminhada e a fazer parte desta história tão bonita. Nesta Celebração da Liturgia da Palavra, quero destacar três palavras: abertura, acolhimento, disponibilidade. São palavras que vêm sendo repetidas nos movimentos da Igreja, são
palavras que muitos de nós, ministros ordenados, repetimos continuamente porque é uma consciência que todos precisamos adquirir a cada dia para abrir os nossos braços, nossas portas, os nossos corações para acolhermos cada vez mais e melhor os filhos e filhas de Deus que nos buscam e que nos procuram. Para alguns, palavras de incentivo; talvez para outros, palavras desgastadas; mas como Igreja, jamais podemos dispensá-las; caso contrário, teremos que rever a nossa identidade, teremos de rever a nossa caminhada; como Igreja, estamos para acolher, estamos disponíveis para abraçar a todo momento, chamados a ter muita abertura de coração para entender a história que está acontecendo, o contexto no qual estamos inseridos, e abraçarmos a cada dia a causa do Reino do Senhor. A nossa Igreja é peregrina! Como Igreja peregrina que caminha, somos todos convidados hoje a buscar inspiração na Igreja descrita pelo vivente livro do Apocalipse, a Jerusalém Celeste, a Igreja atual, ricamente descrita na nossa Igreja que caminha e ainda está longe de atingir esta perfeição, mas não estamos dispensados de nos inspirarmos nela, com abertura, acolhimento, disponibilidade que são as grandes características desta Igreja atual, desta Jerusalém Celeste. Doze portas: três ao Sul, três ao norte, três ao poente e três ao nascente; doze portas para estarem sempre abertas, prontas para acolher, de modo que o peregrino, de modo que o transcendente não precise caminhar muito para encontrar uma entrada, doze portas abertas prontas para acolher os filhos e filhas de Deus. Nós, ao completarmos 30 anos de caminhada, precisamos ser esta consciência, chamados à abertura, chamados ao acolhimento e a estarmos disponíveis para servir. Nossas portas precisam continuar abertas; se por ventura alguém pensar em fechá-las, será preciso tor-
nar a abri-la, para podermos continuar receber, continuar a acolher. A liturgia da Palavra de hoje, através dos Atos dos Apóstolos, nos dá este testemunho. A Igreja de Antioquia teve que adaptar àquela cultura, teve de entrar naquela realidade, portas abertas, corações abertos para acolher, mas também para discernir. E, nesta consciência de acolher e ajudar aqueles que peregrinam, precisamos ter discernimento do que é essencial e do que é secundário. Rumo à V Assembleia Diocesana, esta pergunta precisa ecoar em nossos ouvidos: O que é essencial para a nossa Igreja Diocesana? O que é secundário? Também é preciso, no decorrer da nossa caminhada, que tantas coisas consideradas essenciais, já foram dispensadas, tantas outras coisas, hoje, que ainda são essenciais podem ser que no caminhar do tempo e da história também venham a ser consideradas secundárias. Nosso querido Papa, o Papa Francisco, tem nos dado testemunho disso, aquilo que é essencial precisa e deve permanecer, assim como os Apóstolos aconselharam à comunidade de Antioquia, o ver e ouvir as opiniões e queixinhas … As outras coisas, outros elementos considerados escandalosos naquele tempo passaram a ser secundários e já nem existem mais. Mas a pergunta permanece: o que é essencial para a nossa Igreja? O que é importante para a vida Diocesana? O que é importante para as nossas comunidades? O que é essencial para esta Igreja que peregrina no tempo e na história? Jesus nos dá a resposta hoje no Evangelho: ouvidos atentos, corações abertos para acolher a sua Palavra. ‘Quem me ama, guarda os meus mandamentos, quem me ama, guarda as minhas palavras’. A Palavra de Deus, a Palavra de Jesus, guardada no coração, deve ser aquecida com o nosso afeto,
com o nosso carinho, com o nosso amor para depois ser levada à prática. É o Espírito Santo quem vai continuar nos conduzindo, ‘eu voltarei para o Pai, enviarei outro paráclito que vai recordar tudo que eu já lhes ensinei, para renascer, para que nada se escape’ “. Dom Jeremias concluiu a homilia conclamando a todos a continuarem abertos, disponíveis, acolhendo no coração a Palavra como sinal do nosso amor para com Jesus Cristo, e aquecendo o coração com afeto, com amor, colocando-os em prática conduzidos pelo espírito, em direção à realização deste grande sonho da Igreja atual, da Jerusalém Celeste toda montada, bem vestida, brilhante, iluminada, onde não precisará mais de tempo como mediação, e Deus conviverá harmoniosamente com os homens e Ele será a nossa luz. Nosso bispo agradeceu aos que se empenharam e se empenham nesta caminhada de 30 anos da Diocese (religiosas, consagradas, movimentos e pastorais, os que trabalham com os padres, os servidores diocesanos, leigos e leigas, homens e mulheres que dedicam seu serviço ao Reino de Deus nas diversas comunidades). Convocou todos a se prepararem para a V ASSEMBLEIA DIOCESANA, que acontecerá em novembro de 2016; reforçou estarmos celebrando as bodas de pérola: ‘Hoje Guanhães é a nossa Pérola! Vale a pena sacrificar-se por ela, vale a pena deixar muitas coisas para dedicar-se a ela’. Agradeceu a todos que contribuíram para a realização da festa, especialmente ao padre Jacy e aos paroquianos de Guanhães. Após a homilia, padre José Aparecido dos Santos, Coordenador Diocesano de Pastoral, leu a carta convocatória para a V Assembleia Diocesana. Gracíula, Cooperadora da Família
ORAÇÃO PARA A 5ª ASSEMBLEIA DIOCESANA DE PASTORAL Santíssima Trindade, nós, pastores e rebanho da Diocese de Guanhães, Vos louvamos e bendizemos por nos acompanhar em nossa caminhada e em nossa história Diocesana. Ajudai-nos a viver este tempo de preparação para a 5ª Assembleia da Ação Evangelizadora da nossa Igreja Particular de Guanhães com alegria e entusiasmo. Alimentados pelo Corpo e Sangue do Senhor Jesus na Eucaristia, assumamos o compromisso da vivência da unidade e da fraternidade, formando um só corpo. Concedei-nos a Vossa terna companhia e inspiração para que, nas etapas deste importante evento, possamos identificar nossas deficiências e demandas, nossas sombras e friezas, nossos recuos e retrocessos. Seja feita, ó Santíssima Trindade, a Vossa Vontade, e não a nossa! Dai-nos enxergar as urgências e os serviços, as pessoas, os lugares e os grupos que, por algum motivo, foram abandonados e esquecidos, sobretudo os irmãos e irmãs mais pobres e aqueles que mais sofrem. Senhora Aparecida, acompanhai-nos nesta caminhada, fazendo de nossa vida um “sim” constante ao Deus, Uno e Trino. São Miguel Arcanjo, Padroeiro da nossa Diocese, ajudainos com a sua intercessão e proteção. Caminhai conosco, Trindade Santa! Orientai-nos com a Vossa Palavra! Fortalecei-nos em nossa Missão cotidiana nesta Igreja Particular de Guanhães que a Vossa benevolência nos confiou. Amém!
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EVANGELIZAÇÃO Uma reflexão sobre o Namoro Quando o autor sagrado afirma que “Deus criou o homem à sua imagem” (Gn 1,27) significa afirmar aquilo que Deus desejou, pensou, e que agora, sob o poder de sua palavra criadora, faz acontecer. É na vivência do amor que homem e mulher se completam. A relação homem- mulher neste texto nos aponta para uma relação amorosa. “Amor é responsabilidade de um ‘Eu’ para um ‘Tu’ – conforme o pensador Martin Buber em sua obra Eu e Tu – Nisto consiste a igualdade daqueles que amam, igualdade que não pode consistir em um sentimento qualquer”. O autor bíblico demonstra a dimensão social do ser humano quando afirma “Não é bom que o homem esteja só. Vou fazer-lhe uma auxiliar que lhe corresponda”. (Gn 2,18ss). Apresenta-nos o ser humano como “Ser-voltado-para-o-outro”. Assim nos aponta uma característica humana importante. Que a pessoa humana, a partir de um determinado mo-
mento do seu desenvolvimento, sente a necessidade e a sadia curiosidade de relacionarse com o sexo oposto e descobrir parte da riqueza, da diversidade da obra de Deus. Não somos idênticos, iguais uns aos outros, e por isso sentimos a necessidade natural de nos enriquecer e nos completar a partir do mistério do outro e crescermos enquanto pessoa. No entanto, vivemos num ambiente poluído pelo “ter”, “poder” e “prazer” que deturpa a beleza da criação de Deus. É aí que o pecado age provocando o desrespeito ao mistério do outro, “coisificando-o” como se fosse um objeto que pode ser usado para satisfazer o desejo compulsivo do “ter”, “poder” e “prazer”. Vemos situações assim nos namoros precipitados, baseados só na atração física, carências ou sentimentos efêmeros, que fazem alguns mudarem de namorado/a como se troca de roupa, gerando feridas, dores e marcas na pessoa e nos futuros relaciona-
mentos ao invés de crescimento. Isto por que não há amizade e respeito pelo “mistério do outro”. É preciso entender que o tempo do namoro é aquele momento de amizade que se aprofunda e fortalece numa caminhada a dois. Em nada se assemelha com dito “ficar”, pois os namorados devem passar juntos animados pelo diálogo e a abertura para se conhecerem e revela-se um ao outro sem fugir para atitudes precipitadas e impróprias para o momento do casal que está se conhecendo. Desse modo, o namoro é um momento para evolução do indivíduo no crescimento maduro. Ali se estabelece raiz para assumirem juntos os sacramentos do matrimônio fundamentados no amor. Duas palavras se fazem necessárias: respeito, conhecimento. Vivese o presente, mas com compromisso com o futuro. Padre Bruno Costa Ribeiro
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Formação Permanente do Clero
clero da diocese de Guanhães se reúne 17 e 18 de Maio - para mais uma formação, promovido pela Diocese e ministrado pelo professor William César Castilho Pereira (Psicólogo Clínico, Doutor pela UFRJ, Analista Institucional, professor emérito da PUC Minas, assessor do CELAM, autor de Livros e artigos. A formação permanente é
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Dr. Marco Aurélio de Assis Otorrinolaringologista/Alergologista
destinada a assimilação e atualização progressiva pois também o clero tem necessidade de aperfeiçoar-se em todos os aspectos da sua existência humana e espiritual visando conformar-se com Cristo. Nesta época de mudanças vertiginosas o presbítero deve estar adequadamente preparado para não perder a sua identidade e para responder às necessidades da evangelização.
Dra. Renata Coelho Argolo Assis Endodontista/ Tratamento de canal
CRM-MG: 29104
CRO-MG: 23126
Dra. Georgia R. Oliveira Carvalhaes Fonoaudióloga
'o melhor instrumento para evangelizar o jovem é outro jovem' (Papa Francisco)
#Programa Nova Geração Um canal de comunicação com a juventude.
A Pastoral da Juventude exerce sua missão de evangelizar os jovens também através do #Programa Nova Geração. Todos os sábados, às 15:00 horas na Rádio Vida Nova Fm 91,5 Mhz ou pela internet em www.vidanovafm.com.br. Curta e acompanhe a nossa página no facebook e nos dê sua opinião e sugestão!
Pastoral da Juventude Diocese de Guanhães/MG
CRFA-MG 8.160
Dr. Fábio de Morais Ramos Endocrinologista CRM-MG: 29753
Dr. Marco Lino do Carmo Vieira Gastroenterologia clínica/ Endoscopia digestiva
Dra. Marina Coelho Argolo Vieira Dermatologista
CRM-MG: 47248
CRM-MG: 47459
Dr. Rodrigo Magalhães Otorrinolaringologista/Cirurgia de cabeça e pescoço CRM-MG: 46174
Rua das Flores, 43 Centro – Capelinha/MG CEP: 39680-000 Fone: (33) 3516.1556 Cel.: (33) 99146.5453
Praça Batista Lopes, 30 Centro – Santa Maria/MG CEP: 39780-000 Fone: (33) 3431.1360
Rua Dr. Odilon Behrens, 164 – 2 andar Centro – Guanhães/MG CEP: 39740-000 Fone: (33) 3421.1804 (33) 3421.1645
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FESTIVAL