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Publicação governos municipais socialistas elaboração de projeto

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Governos Municipais SOCIALISTAS

ELABORAÇÃO DE PROJETOS

O que os municípios precisam fazer?

Brasília, 2016

Governos Municipais SOCIALISTAS

ELABORAÇÃO DE PROJETOS

O que os municípios precisam fazer?

Realização

Brasília, 2016

FUNDAÇÃO JOÃO MANGABEIRA

Sede própria – SHIS QI 5 – Conjunto 2 Casa 2 CEP: 71615-020 - Lago Sul - Brasília/DF (61) 3365-4099/3365-5277/3365-5279 www.fmangabeira.org.br www.tvjoaomangabeira.org.br facebook.com/Fjoaomangabeira twitter.com/f_mangabeira

Quanta Consultoria, Projetos e Editora

Rua Ouro Preto, 210 - CEP 06350-270 - São Paulo/SP + 55 (11) 4186-7222 - www.qcp.com.br

Coordenação

Pesquisa e Texto

Revisão

Editoração Ilustração

Sinoel Batista

Carlos Bachiega

Mariana Bachieg

Eva Barbosa

Adriana Silva (edição anterior)

Carlos Bachiega

Adriana Silva

Conselho Curador Presidente

Membros Titulares

No seu smartphone ou tablet, baixe aplicativos gratuitos para leitura da Cartilha

Catalogação na publicação (CIP)

DOX Gestão da Informação. Wilians Juvêncio da Silva CRB 620 – 1ªRegião tiragem - 2 mil exemplares

F981b

Membros Suplentes

Fundação João Mangabeira

Governos Municipais Socialistas - elaboração de projetos: O que os municípios precisam fazer/FJM – Brasília: Editora FJM –2016 88p. ; 21x29,7 cm; il., color

ISBN: 978-85-60441-23-5

Conselho Fiscal

1 Gestão Pública 2 Elaboração de Projetos 3 PSB I Título II FJM

CDD: 352.16

CDU:352

2 3 4 5

6 7

8

Apresentação

Carlos Siqueira - Presidente Nacional do PSB

Renato Casagrande - Presidente da FJM

Por onde começar o fazer?

Qual a situação -problema que se quer resolver?

O passo seguinte é?

Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse (Siconv)

Conhecer os programas do Governo Federal

Veja um modelo de plano de trabalho Estruturas ministeriais

Elaboração de projetos: o que os municípios

precisam fazer?

Presidente Nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB)

O tema relacionado à elaboração de projetos tem sido um dos maiores desafos a que fazem face os municípios brasileiros. A experiência demonstra que, como regra, com exceções geralmente relacionadas a municípios de grande porte, há pouco ou quase nenhum pessoal qualifcado para essa tarefa, o que repercute uma quase ausência de tradição em trabalhar por projetos.

Começo, então, do que é essencial ao tema: quem pretende trabalhar por projetos precisa gostar de planejamento e estar realmente preocupado com a efetividade de suas ações. Deve, em conformidade, conceber ações, organizar recursos materiais e fnanceiros, estabelecer métodos para alcançar suas fnalidades e defnir indicadores, que permitam medir de forma objetiva se o que se almejava foi de fato atingido.

Se pensarmos desse modo, veremos que o que parece ser matéria estritamente técnica é, a rigor, elemento necessário a projetos políticos que desejam mudar a realidade, em sentidos previamente eleitos e desejados. Trata-se de abordagem especialmente compatível com a atuação de partidos como o PSB, que se apresentam à arena pública para transformar de modo sensível a realidade do povo brasileiro.

Destaco, portanto, que um bom gestor socialista deve necessariamente se interessar pelo tema de elaboração de projetos. Evidentemente não lhe cabe encarregar-se da formulação, das tecnicalidades inerentes ao tema, mas seguramente é seu papel enunciar as prioridades

de governo e orientar sua equipe, com o propósito de desenvolver ferramentas de planejamento que permitam alcançar as metas pactuadas com a população, quando apresentou a ela a plataforma eleitoral da candidatura vitoriosa.

Entendido o fundamento político subjacente à elaboração de projetos, estimulo a todos(as) o(as) prefeitos(as) eleitos(as) pelo PSB a transformarem a presente publicação em instrumento de trabalho de suas equipes. O conteúdo apresentado e a didática empregada serão facilitadores nas tarefas de planejamento e, muito especialmente, na obtenção de recursos que dependam de projetos bem elaborados, para serem alcançados.

Cabe destacar, quanto a esse ponto, que a captação de recursos junto ao Governo Federal, de modo geral, tem fundamento na proposição de projetos que amparam a celebração de convênios com ministérios de diferentes naturezas. Saúde, educação, lazer, cultura, saneamento, desenvolvimento tecnológico, desenvolvimento agrário, regularização fundiárias estão entre as áreas que podem ser melhor geridas, se o município conseguir estabelecer parcerias, com o Governo Federal, por meio de convênios.

Desnecessário dizer que essa abordagem é particularmente relevante no cenário atual, em que as limitações orçamentárias estão entre os principais desafos dos gestores municipais e cuja superação defnirá, ao termo do mandato, seu verdadeiro êxito (ou não).

O êxito a que me refro aqui não tem por referência, evidentemente, apenas as probabilidades eleitorais, quando das novas eleições, mas diz respeito à melhoria da qualidade de vida da população, à ampliação das condições e prerrequisitos que permitirão sua emancipação, seuempoderament sua o e autonomia.

São essas marcas, ou seja, a afrmação dos valores programáticos de um partido compromissado com a população que nos devem servir essencialmente de indicadores de êxito.

Um partido como o PSB não pode, ou deve, ser um fm em si mesmo; não existe para atingir fnalidades exclusivamente eleitorais. Nesse terreno, a oferta já é grande o sufciente, a ponto de desgostar a população brasileira como um todo, exposta à mesmice que não mais lhe interessa.

Gestores, dirigentes e militantes socialistas, temos que saber que nossa luta essencial está vinculada a melhorar a vida da população e isso se faz, basicamente, por meio da concepção e implementação de políticas públicas que coloquem o Estado a trabalhar em benefício dos interesses populares.

Dar sentido prático a esse projeto político, contudo, não é tarefa de ou para amadores. Temos que nos valer das melhores técnicas de planejamento e gestão e acreditamos que a presente publicação seja uma contribuição relevante nesse sentido. Por esse motivo, espero que ela seja material de consulta em cada administração socialista, às quais cabe de forma indeclinável melhorar as condições de vida da população, com prioridade para os que até aqui têm estado à margem do desenvolvimento que o País pôde alcançar.

Difundir conhecimento para fortalecer as gestões públicas municipais socialistas

Renato Casagrande Presidente da Fundação João Mangabeira (FJM)

Desde 1990, quando foi criada, a Fundação João Mangabeira (FJM) tem atuado em várias frentes e colaborado ativamente na construção do socialismo democrático. Presente nos 26 estados da Federação e também no Distrito Federal, com ações organizadas pela Escola e difundidas pela TV, a FJM promove inúmeros projetos de formação, estudo, debate e mobilização, sedimentados na proposta de planejamento do futuro e expansão dos horizontes.

Apresentamos, aqui, mais uma dessas iniciativas. Ao concentrar as informações na cartilha Elaboração de Projetos – O que os Municípios Precisam Fazer?, geramos conhecimento que, acessado, subsidiará os prefeitos e as prefeitas e seus técnicos a avançarem em busca de alternativas que consolidem os Programas de Governo vitoriosos nas eleições de 2016. Esta publicação objetiva ser um instrumento de auxílio às novas administrações municipais na tarefa de planejar suas cidades.

A Fundação João Mangabeira tem sido, historicamente, aliada dos prefeitos na defesa e propagação dos ideais socialistas, por meio do desenvolvimento de ações de formação dos quadros partidários, seja em encontros presenciais, publicações de manuais e cartilhas, literatura crítica sobre os temas mais diversos, ou mesmo por meio da difusão de conhecimento pelos seus canais de mídia.

A unidade de medida que valora um líder político é o seu poder de execução. É a materialidade do discurso que promove a transformação social, inicialmente apresentada como retórica. Quando se tem a cidade como elemento central e o sujeito como o benefciário mais importante é preciso planejar ações integradas e estruturantes de maneira a elevar exponencialmente as chances de êxito. Nesses casos, o planejamento inicia-se com o diagnóstico da realidade municipal, o reconhecimento dos indicadores demográfcos, sociais e econômicos. A partir dessa base de dados, se dá a identifcação de situações-problemas e o encaminhamento de propostas, organizadas em projetos que possibilitem sua soluçãoimediata ou escalonada .

Com expertises técnicas/políticas, os enunciados projetos devem ser adequados à realidade municipal, com capacidade transformadora e, considerando as demandas legais, precisam ser sustentáveis social, ambiental e economicamente. Os desafos são muitos e, para não sucumbirem, os prefeitos necessitam reunir habilidades que transponham as ameaças em oportunidades.

Os eleitos sabem muito bem os seus principais problemas. Estamos falando, por exemplo, do direito de acesso à terra urbana, dotada de infraestrutura mínima, com prioridade para o saneamento básico e seus quatro componentes – água potável, esgotamento sanitário, dos resíduos sólidos e o controle das águas pluviais urbanas. A universalização desses serviços é, sem dúvida alguma, um objetivo a ser perseguido, e está contemplado nesta cartilha, como meta.

Mas não é só. O material contido nesta publicação aborda outras questões, como os serviços de saúde, organizados de maneira a priorizar as ações básicas de prevenção das doenças, estimular práticas pessoais de boa alimentação, atividades físicas e mentais; soluções locais que propiciem a melhoria da renda da família, com iniciativas criativas de associativismo, tecnologias ambientalmente corretas, sustentabilidade econômica, arranjos produtivos locais (APLs), entre outros; universalizar o ensino fundamental e oferta de educação profssionalizante, além de todas as modalidades da educação, para elencar alguns dos tópicos abordados.

Por fm, todos sabemos quanto é primordial a melhoria da gestão pública municipal. Em especial, no caso dos prefeitos e prefeitas do Partido Socialista Brasileiro, essa qualifcação deve se dar a partir da utilização de instrumentos democráticos de controle social das políticas e dos serviços públicos.

Esperamos que o material seja efetivamente útil a todos os prefeitos e prefeitas do PSB e que suas administrações, nesse período de 2017 a 2020, sejam transformadoras e propiciem a construção de comunidades mais justas socialmente e alinhadas com a proposta socialista de nosso partido.

Por onde começar o fazer? 2

Este material foi organizado de maneira a orientar o administrador municipal a elaborar projetos e inscrevê-los na plataforma do Siconv _ Sistema de Convênio entre Governo Federal e as prefeituras _ com o objetivo de acessar os recursos disponíveis para fnanciamento das propostas. Assim como para buscar outras fontes fnanciadoras, seja do Governo Federal e até mesmo programas privados. Desta forma, do item 2 ao 8, considerando as etapas do fazer, segue uma apresentação no formato de um guia sistematizando todas as fases, desde a refexão inicial sobre a realidade do município até a postagem no site do sistema.

A construção dos diagnósticos situacionais, setoriais ou gerais

O que é planejar a cidade?

Para iniciar o processo de elaboração do projeto, é necessário compreender a realidade municipal, suas carências e os estrangulamentos dos ser viços prestados à população, por meio da leitura de vários indicadores socioeconômicos e, a par tir deste diagnóstico, realizar o planejamento das ações. FAZER INCLUSÃO SOCIAL E TERRITORIAL ELIMINAR

FAZER A REFORMA URBANA

DISTRIBUIR SOCIALMENTE OS BENEFÍCIOS DA CIDADE

Planejar é pensar antes de agir ou preparar a maneira mais adequada para a ação.

O planejamento é uma etapa muito impor tante, no processo de elaboração de projetos, isso porque, ao escrever a proposta, o administrador municipal terá como meta reconhecer todas as fases de execução. Esse trabalho será melhor realizado se o planejamento anterior tiver sido

Entretanto, para garantir o êxito, nessa etapa, o administrador precisa ter em mãos todas as informações sobre o seu município. m

Construindo o diagnóstico.

Organize os indicadores de seu município, pois eles serão importantes para a defnição e as justifcativas de projetos a de projetos a serem apresentados aos órgãos fnanciadores. Muitos dos indicadores e dados que auxiliam na construção de diagnósticos são disponibilizados em sites de órgãos como:

e Estatística

http://cidades.ibge.gov.br/x tras/home.php

SNIS – Sistema Nacional de Informação sobre Saneamento /ww w.snis.gov.br

Diagnóstico água e esgoto de 2014

w w w.snis.gov.br/diagnostico -agua- e - esgotos/diagnostico -ae -2014

Diagnóstico Resíduos Sólidos Urbanos de 2014 w w w.snis.gov.br/diagnostico -residuos-solidos/diagnostico -rs-2014

MEC – M inistério da Educação ww w.mec.gov.br

Censo Escolar http://por tal.inep.gov.br/basica- censo Resultados do Ideb http://ideb.inep.gov.br/resultado

M inistério da Saúde http://por talsaude.saude.gov.br

Idsus – Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde http://idsus.saude.gov.br

M inistério do Desenvolvimento Social e Agrário www.mds.gov.br

Bolsa Família - http://mds.gov.br/assuntos/bolsa-familia

Pnud – w w w.undp.org/content/brazil/pt/home

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil/ IDHM w w w.atlasbrasil.org.br/2013

Os principais dados ou indicadores municipais que precisam ser conhecidos são:

Ocupação do território municipal

Dimensões da área urbana; Existência de distritos; Números de residências; Número de estabelecimentos comerciais e industriais; Qualidade das habitações.

Educação

Unidades escolares; Creche; Educação infantil; Ensino fundamental; Ensino médio e ensino superior; Quantas crianças e jovens são atendidos; Evasão escolar; Número de analfabetos; Posição do município no rank ing do MEC.

Segurança

Qual a estrutura de segurança existente no município. (Município, Estado, União – Polícia Civil, Polícia M ilitar, etc.);

Quais os indicadores de segurança. Índices de criminalidade; Existe registro de ocorrências; Há combate à exploração sexual de crianças e adolescentes;

O Conselho Tutelar está devidamente organizado e para o desempenho de suas funções.

Dinâmica geográfca

Pirâmide etária; Escolaridade; Renda familiar;

Acesso a programas o ciais de transferência de renda.

Saneamento

Quem presta os ser viços de saneamento básico no município (prefeitura, companhia estadual, empresa privada); Qual a porcentagem de cober tura de acesso à água potável e esgoto; Como é realizada a coleta de lixo doméstico. Qual a destinação nal; Como é a política de tarifas e taxas desses ser viços;

O município tem problemas de enchentes.

Saúde

Equipes da Estratégia de Saúde da Família; Unidades de saúde, por nível de complexidade (atenção básica, especialidades, urgência, hospitais, etc.);

Rede de referência e contrarreferência (onde são atendidos os casos mais graves);

Número de ambulâncias; Principais morbidades; Campanhas de Imunização e metas atingidas

Os principais dados ou indicadores municipais que precisam ser conhecidos são:

Habitação

Qual o dé cit habitacional do município;

Existem favelas ou concentrações de moradias subnormais; Existem áreas invadidas, em especial nas áreas de proteção ambiental;

Desenvolvimento urbano

O município tem Plano Diretor; Como funciona o transpor te coletivo urbano (frota municipal, empresas privadas, valores de tarifas, etc.); Condições de pavimentação das vias; Iluminação pública; Arborização, praças e parques.

Desenvolvimento econômico e social

Renda per capta do município; Vocação econômica; Potencialidades econômicas, turísticas, etc.

Administração e controle social

Qual a estrutura operacional da prefeitura: maquinários, veículos, número de ser vidores, nível de informatização dos ser viços;

Existem conselhos municipais; Qual o nível de par ticipação desses conselhos;

Existe a prática de orçamento par ticipativo; Foram desenvolvidos instrumentos de transparência pública; São realizadas Conferências Municipais (saúde, educação, assistência social, lazer e despor to, etc..).

Qual a situação-problema que se quer resolver? 3

Com base nas informações e nos indicadores técnicos colocados pelo diagnóstico situacional, a etapa seguinte é compreender a dimensão do problema e suas origens.

É muito importante conseguir dimensionar o problema, pois é dessa constatação que se defnem as prioridades, o montante dos recursos a serem destinados, a concentração de esforços para resolvê-lo.

Quanto a descobrir as origens dos problemas, trata-se do exercício de refexão sobre como as coisas chegaram àquele ponto; onde tudo começou; quem são os envolvidos; os mais atingidos; os mais benefciados com a resolução.

Quantas habitações preciso?

Como está o

Qual a evasão escolar?

Como está a saúde ?

Veja estes dois exemplos!!!

S AÚD E

1 2

Melhorar o atendimento em atenção básica em saúde, com ampliação da rede, conforme o aumento da população urbana do município (a população urbana teve considerável aumento devido à migração regional causada pela oferta de empregos gerados com a implantação de uma agroindústria na região; confrmar os dados com indicadores ofciais ou publicações na imprensa; outros indicadores).

educaca o O que fazer para resolver?

Défcit no número de salas de aulas em relação à população na faixa etária correspondente ao ensino fundamental (cruzando as informações do IBGE, quanto à população do município e o número de salas disponíveis; reforçar com a demanda espontânea por matrículas na educação fundamental que não está sendo atendida).

A primeira demanda é encontrar a melhor alternativa para resolver a situação-problema, considerando a realidade socioeconômica local; as possibilidades de parcerias, convênios e repasses. Então, identifcar os programas do Governo Estadual e do Governo Federal que possam disponibilizar recursos para o setor. Nessa etapa, é primordial que a Administração amplie o universo de debate sobre a situação-problema e as possíveis soluções, com outros segmentos da sociedade (associações de bairro, sindicatos. Igrejas, etc.).

O que é o projeto?

Projeto é a solução construída, para um determinado problema de forma que coordene a utilização de recursos humanos, fnanceiros e materiais, em determinado espaço de tempo, apresentando os objetivos, os meios para atingi-los, o fnanciamento e a forma de avaliação dos resultados!

urgência na solução, maior abrangência de atendimento, maior impac to na comunidade, maior poder de resolução, melhor relação custo benefício, disponibilidade de recursos federais.

Construir um banco de projetos

Uma atividade de planejamento que auxilia a captação de recursos é a construção de um BANCO DE PROJETOS. Isso facilita o trabalho, pois, muitas vezes, os prazos oferecidos pelos Editais dos Órgãos Federais são curtos!

Outro ponto importante é que esses projetos podem ser distribuídos entre os deputados estaduais, ou federais, quando do período de emendas parlamentares ao orçamento do Estado e/ou da União, agilizando assim o trabalho de captação de recursos.

Nessa publicação, você encontrará modelos de estrutura de projeto que poderão ser utilizados para a construção de vários projetos que integrarão o BANCO DE PROJETOS.

NESTA ETAPA É FUNDAMENTAL CONHECER AS DISPOSIÇÕES LEGAIS

QUE REGULAMENTAM OS CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE http://por tal.convenios.gov.br/

PORTARIA INTERMINISTERIAL 507, de 24 de novembro de 2011 http://w w w.governoeletronico.gov.br

Qual é o passo seguinte? 4

Identifcadas as carências de seu município, defnidas as prioridades, e elaborados os projetos básicos, é o momento de buscar os recursos necessários para implementá-los. O Governo Federal, por sua vez, também defne prioridades de investimentos, conforme o Orçamento da União, que é limitado e ainda sofre constantes contingenciamentos e cortes.

Importante então fazer a vinculação dos projetos municipais com os programas do Governo Federal, assim os projetos terão mais chances de aprovação e dos recursos liberados.

Os municípios podem conhecer os programas do Governo Federal acessando o sítio http://portal.convenios.gov.br

Se a sua prefeitura nunca acessou o Siconv, poderá fazê-lo seguindo as orientações constantes de tutorial existente no site da FJM.

Se a sua Prefeitura nunca acessou o SICONV, poderá fazê-lo seguindo as orientações constantes de tutorial existente na última parte deste Volume.

Vale lembrar que o acesso ao Siconv deve ser diário, de forma a conhecer os editais (chamamento público) e prazos disponibilizados pelos diferentes órgãos do Governo Federal.

Normalmente, o procedimento inicial colocado pelos editais é a apresentação, pelo município, via Siconv, de uma proposta de trabalho (ou projeto).

O que é a proposta de trabalho/projeto?

O município manifestará seu interesse em celebrar convênio ou contrato de repasse com o Governo Federal, por meio da apresentação de proposta de trabalho no Siconv.

A proposta de trabalho deverá conter, no mínimo, os seguintes pontos:

OBJETO

pretendido, conforme os exemplos:

• Construção de Escola de Ensino Fundamental no Bairro da Felicidade;

• Ampliação da Unidade Básica de Saúde da Vila Soledade;

• Realização de curso de capacitação em atenção básica para os ser vidores da Secretaria Municipal de Saúde;

• Aquisição de mobiliário e equipamentos de informática para a Escola Municipal de Ensino Fundamental Cora Coralina;

• Per furação de poço profundo para fornecimento de água potável nos Bairros Dois Irmãos e Padre Cícero;

• Aquisição de cestas básicas para fornecimento às famílias afetadas pela seca na zona rural do município.

O Objeto é o próprio nome que se dá ao projeto

Destacar que o projeto é a resposta a determinado problema percebido, a determinada situação-problema.

A questão, ou situação a ser enfrentada, deve ser apresentada de forma clara e com inforfundamental para que o planejamento e a execução do projeto tenha êxito

A per feita relação entre a situação a ser resolvida e o que se propõe para tanto

JUSTIFICATIVA

respostas à questão POR QUÊ?

Por que executar o projeto?

Falar de sua impor tância como solução ou mitigação de determinado problema ou situação local

Por que deve ser aprovado e implementado? parceria que se pretende formalizar.

motivo de

Qual a relevância desse problema/questão?

Destacar a impor tância do problema para a comunidade local ou para a melhoria da qualidade de determinado ser viço público prestado.

Qual o alcance do projeto diante do problema abordado?

Falar sobre quem o projeto atenderá; qual é o seu público- alvo; se sua abrangência é em determinado bairro, no município como um todo, ou, mesmo, se é regional

Quais os benefícios econômicos, sociais e ambientais a serem alcançados pela comunidade e os resultados para a região?

Detalhar quais são os benefícios que se espera com a implantação do projeto, desde aqueles mais imediatos e próximos como os de médio e longo prazos.

ORÇAMENTO

Indicar, para cada uma das atividades ou ações previstas, os seus respec tivos custos

pela sua natureza, como por exemplo: material de consumo; custos administrativos; ser viços de terceiros a serem contratados; diárias; hospedagem; material permanente; equipamentos; obras e instalações

Normalmente, se exige a apresentação de memória de cálculo em que conste o raciocínio utilizado para a quantifcação e o orçamento das atividades.

ros vinculados a cada atividade. Visualmente, devem existir duas colunas, uma que represente os recursos oriundos do programa do Governo Federal que será transferido e a outra serão disponibilizados pelo município

Isso vale para qualquer categoria de despesas, pois todo recurso a ser utilizado deve ter

O município pode ter acesso a esses sistemas, através do site: w w w.caixa.gov.br/site/paginas/downloads.aspx , te

Importante destacar que a maioria dos órgãos federais aceita somente orçamentos construídos com base em preços de materiais e valores de serviços constantes no Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi) e no Sistema de Custos de Obras Rodoviárias (Sicro) que defne os valores de referências para os serviços relativos à edifcações (Sinapi) e aqueles voltados a pavimentação, terraplenagem ou drenagem (Sicro).

CONTRAPARTIDA

Os limites mínimos da contrapar tida (responsabilidade do município no projeto)adores (concedentes).

O município deve obser var se no seu orçamento anual existe disponibilidade de recursos para cumprir a contrapar tida exigida, e que as despesas para exercícios f uturos devem estar previstas no Plano Plurianual (PPA) e nas Leis Orçamentárias Anuais futuras.e fundamentar, desde que economicamente mensurável.

Essa modalidade de contrapartida deve ter consulta prévia ao órgão concedente, pois a aceitação pode ocorrer em função do tipo de projeto pleiteado.

A comprovação da contrapar tida poderá ser feita por meio dos seguintes documentos:

• Lei Orçamentária do município aprovada ou projeto de Lei Orçamentária;

• Pedido de suplementação de crédito;

• Comprovação da propriedade ou posse de bem móvel;

• Comprovação da disponibilidade de recursos humanos, de bens ou ser viços economicamente mensuráveis com o respectivo valor/custo

CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO

execução das diferentes ações/atividades previstas para cada uma das metas.

As unidades de tempo (dia / mês / ano) dependem da natureza do projeto.

contratadas para o desenvolvimento das atividades propostas para a execução do projetoobjetivo proposto. ,

CAPACIDADE TÉCNICA

O que precisa ser obser vado quanto à natureza das despesas apresentadas no projeto?

Com relação à natureza das despesas, a Por taria Interministerial 507, de 24 de novemVEDAÇÕES que devem ser obser vadas quando da construção do orçamento, a saber:

I - realizar despesas a título de taxa de administração, de gerência ou similar;

II - pagar, a qualquer título, servidor ou empregado público, integrante de quadro de pessoal de órgão ou entidade pública da administração direta, ou indireta, por serviços de consultoria ou assistência técnica, salvo nas hipóteses previstas em leis específcas e na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO);

III - alterar o objeto do convênio ou contrato de repasse, exceto no caso de ampliação da execução do objeto pactuado ou para redução ou exclusão de meta, sem prejuízo da funcionalidade do objeto contratado;

IV - utilizar, ainda que em caráter emergencial, os recursos para fnalidade diversa da estabelecida no instrumento, ressalvado o custeio da implementação das medidas de preservação ambiental inerentes às obras constantes do Plano de Trabalho;

V - realizar despesa em data anterior à vigência do instrumento;

VI - efetuar pagamento em data posterior à vigência do instrumento, salvo se expressamente autorizada pela autoridade competente do concedente e desde que o fato gerador da despesa tenha ocorrido durante a vigência do instrumento pactuado;

VII - realizar despesas com taxas bancárias, multas, juros ou correção monetária, inclusive referentes a pagamentos ou recolhimentos fora dos prazos, exceto no que se refere às multas, se decorrentes de atraso na transferência de recursos pelo concedente, e desde que os prazos para pagamento e os percentuais sejam os mesmos aplicados no mercado;

VIII - transferir recursos para clubes, associações de servidores ou quaisquer entidades congêneres, exceto para creches e escolas para o atendimento pré-escolar; e

IX - realizar despesas com publicidade, salvo a de caráter educativo, informativo ou de orientação social, da qual não constem nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal e desde que previstas no Plano de Trabalho.

Veja outras vedações quanto à celebração!

A Portaria 507/2011 dispõe ainda sobre outras regras de VEDAÇÃO quanto aos valores mínimos a serem repassados e para que tipos de entidades são vedados os repasses, a saber:

I - com órgãos e entidades da administração pública direta e indireta dos Estados, Distrito Federal e municípios cujo valor seja inferior a R$ 100.000,00 (cem mil reais) ou, no caso de execução de obras e ser viços de engenharia, exceto elaboração de projetos de engenharia, nos quais o valor da transferência da União seja inferior a R$ 250.000,00 (duzentos e cinquenta mil reais);

político de Poder ou do Ministério Público, tanto quanto dirigente de órgão ou entidade da administração pública, de qualquer esfera governamental, ou respectivo

até o segundo grau;

até o segundo grau;

até o segundo grau;

até o segundo grau;

cônjuge ou companheiro, bem como parente em linha reta, colateral ou por a nidade, até o segundo grau;

cônjuge ou companheiro, bem como parente em linha reta, colateral ou por afnidade, até o segundo grau;

até o segundo grau;

até o segundo grau;

III - entre órgãos e entidades da Administração Pública federal, casos em que deverão

até o segundo grau;

até o segundo grau;

III - entre órgãos e entidades da Administração Pública federal, casos em que deverão

até o segundo grau;

até o segundo grau;

até o segundo grau;

até o segundo grau;

até o segundo grau;

III - entre órgãos e entidades da Administração Pública federal, casos em que deverão

III - entre órgãos e entidades da Administração Pública federal, casos em que deverão

III - entre órgãos e entidades da Administração Pública federal, casos em que deverão

III - entre órgãos e entidades da Administração Pública federal, casos em que deverão

III - entre órgãos e entidades da Administração Pública federal, casos em que deverão

III - entre órgãos e entidades da Administração Pública federal, casos em que deverão

III - entre órgãos e entidades da Administração Pública federal, casos em que deverão ser rmados termos de cooperação;

III - entre órgãos e entidades da Administração Pública federal, casos em que deverão ser frmados termos de cooperação;

III - entre órgãos e entidades da Administração Pública federal, casos em que deverão

III - entre órgãos e entidades da Administração Pública federal, casos em que deverão

III - entre órgãos e entidades da Administração Pública federal, casos em que deverão

III - entre órgãos e entidades da Administração Pública federal, casos em que deverão

IV - com órgão ou entidade, de direito público ou privado, que esteja em mora, inadimplente com outros convênios celebrados com órgãos ou entidades da Administração Pública Federal, ou irregular em qualquer das exigências desta Por taria;

IV - com órgão ou entidade, de direito público ou privado, que esteja em mora, inadimplente com outros convênios celebrados com órgãos ou entidades da Administração Pública Federal, ou irregular em qualquer das exigências desta Por taria;

III - entre órgãos e entidades da Administração Pública federal, casos em que deverão

IV - com órgão ou entidade, de direito público ou privado, que esteja em mora, inadimplente com outros convênios celebrados com órgãos ou entidades da Administração Pública Federal, ou irregular em qualquer das exigências desta Por taria;

IV - com órgão ou entidade, de direito público ou privado, que esteja em mora, inadimplente com outros convênios celebrados com órgãos ou entidades da Administração Pública Federal, ou irregular em qualquer das exigências desta Por taria;

IV - com órgão ou entidade, de direito público ou privado, que esteja em mora, inadimplente com outros convênios celebrados com órgãos ou entidades da Administração

Pública Federal, ou irregular em qualquer das exigências desta Por taria;

IV - com órgão ou entidade, de direito público ou privado, que esteja em mora, inadimplente com outros convênios celebrados com órgãos ou entidades da Administração Pública Federal, ou irregular em qualquer das exigências desta Por taria;

IV - com órgão ou entidade, de direito público ou privado, que esteja em mora, inadimplente com outros convênios celebrados com órgãos ou entidades da Administração Pública Federal, ou irregular em qualquer das exigências desta Por taria;

IV - com órgão ou entidade, de direito público ou privado, que esteja em mora, inadimplente com outros convênios celebrados com órgãos ou entidades da Administração Pública Federal, ou irregular em qualquer das exigências desta Por taria;

IV - com órgão ou entidade, de direito público ou privado, que esteja em mora, inadimplente com outros convênios celebrados com órgãos ou entidades da Administração Pública Federal, ou irregular em qualquer das exigências desta Por taria;

IV - com órgão ou entidade, de direito público ou privado, que esteja em mora, inadimplente com outros convênios celebrados com órgãos ou entidades da Administração Pública Federal, ou irregular em qualquer das exigências desta Portaria;

IV - com órgão ou entidade, de direito público ou privado, que esteja em mora, inadimplente com outros convênios celebrados com órgãos ou entidades da Administração Pública Federal, ou irregular em qualquer das exigências desta Por taria;

IV - com órgão ou entidade, de direito público ou privado, que esteja em mora, inadimplente com outros convênios celebrados com órgãos ou entidades da Administração Pública Federal, ou irregular em qualquer das exigências desta Por taria;

IV - com órgão ou entidade, de direito público ou privado, que esteja em mora, inadimplente com outros convênios celebrados com órgãos ou entidades da Administração Pública Federal, ou irregular em qualquer das exigências desta Por taria;

V - com pessoas físicas ou entidades privadas com ns lucrativos;

IV - com órgão ou entidade, de direito público ou privado, que esteja em mora, inadimplente com outros convênios celebrados com órgãos ou entidades da Administração Pública Federal, ou irregular em qualquer das exigências desta Por taria;

IV - com órgão ou entidade, de direito público ou privado, que esteja em mora, inadimplente com outros convênios celebrados com órgãos ou entidades da Administração Pública Federal, ou irregular em qualquer das exigências desta Por taria;

V - com pessoas físicas ou entidades privadas com fns lucrativos;

VI - visando à realização de ser viços ou execução de obras a serem custeadas, ainda que apenas parcialmente, com recursos externos sem a prévia contratação da operação de crédito externo;

VI - visando à realização de ser viços ou execução de obras a serem custeadas, ainda que apenas parcialmente, com recursos externos sem a prévia contratação da operação de crédito externo;

VII - com entidades públicas ou privadas cujo objeto social não se relacione às características do programa ou que não disponham de condições técnicas para executar o convênio; e

VI - visando à realização de ser viços ou execução de obras a serem custeadas, ainda que apenas parcialmente, com recursos externos sem a prévia contratação da operação de crédito externo;

VI - visando à realização de ser viços ou execução de obras a serem custeadas, ainda que apenas parcialmente, com recursos externos sem a prévia contratação da operação de crédito externo;

VI - visando à realização de ser viços ou execução de obras a serem custeadas, ainda que apenas parcialmente, com recursos externos sem a prévia contratação da operação de crédito externo;

VI - visando à realização de ser viços ou execução de obras a serem custeadas, ainda que apenas parcialmente, com recursos externos sem a prévia contratação da operação de crédito externo;

VI - visando à realização de ser viços ou execução de obras a serem custeadas, ainda que apenas parcialmente, com recursos externos sem a prévia contratação da operação de crédito externo;

VI - visando à realização de ser viços ou execução de obras a serem custeadas, ainda que apenas parcialmente, com recursos externos sem a prévia contratação da operação de crédito externo;

VI - visando à realização de ser viços ou execução de obras a serem custeadas, ainda que apenas parcialmente, com recursos externos sem a prévia contratação da operação de crédito externo;

VI - visando à realização de serviços ou execução de obras a serem custeadas, ainda que apenas parcialmente, com recursos externos sem a prévia contratação da operação de crédito externo;

VI - visando à realização de ser viços ou execução de obras a serem custeadas, ainda que apenas parcialmente, com recursos externos sem a prévia contratação da operação de crédito externo;

VI - visando à realização de ser viços ou execução de obras a serem custeadas, ainda que apenas parcialmente, com recursos externos sem a prévia contratação da operação de crédito externo;

VI - visando à realização de ser viços ou execução de obras a serem custeadas, ainda que apenas parcialmente, com recursos externos sem a prévia contratação da operação de crédito externo;

VI - visando à realização de ser viços ou execução de obras a serem custeadas, ainda que apenas parcialmente, com recursos externos sem a prévia contratação da operação de crédito externo;

VII - com entidades públicas ou privadas cujo objeto social não se relacione às características do programa ou que não disponham de condições técnicas para executar o convênio; e

VI - visando à realização de ser viços ou execução de obras a serem custeadas, ainda que apenas parcialmente, com recursos externos sem a prévia contratação da operação de crédito externo;

VII - com entidades públicas ou privadas cujo objeto social não se relacione às características do programa ou que não disponham de condições técnicas para executar o convênio; e

VII - com entidades públicas ou privadas cujo objeto social não se relacione às características do programa ou que não disponham de condições técnicas para executar o convênio; e

VII - com entidades públicas ou privadas cujo objeto social não se relacione às características do programa ou que não disponham de condições técnicas para executar o convênio; e

VII - com entidades públicas ou privadas cujo objeto social não se relacione às características do programa ou que não disponham de condições técnicas para executar o convênio; e

VII - com entidades públicas ou privadas cujo objeto social não se relacione às características do programa ou que não disponham de condições técnicas para executar o convênio; e

VII - com entidades públicas ou privadas cujo objeto social não se relacione às características do programa ou que não disponham de condições técnicas para executar o convênio; e

VII - com entidades públicas ou privadas cujo objeto social não se relacione às características do programa ou que não disponham de condições técnicas para executar o convênio; e

VII - com entidades públicas ou privadas cujo objeto social não se relacione às características do programa ou que não disponham de condições técnicas para executar o convênio; e

VII - com entidades públicas ou privadas cujo objeto social não se relacione às características do programa ou que não disponham de condições técnicas para executar o convênio; e

VII - com entidades públicas ou privadas cujo objeto social não se relacione às características do programa ou que não disponham de condições técnicas para executar o convênio; e

nos últimos três anos, atividades referentes à matéria objeto do convênio; e

VII - com entidades públicas ou privadas cujo objeto social não se relacione às características do programa ou que não disponham de condições técnicas para executar o convênio; e

nos últimos três anos, atividades referentes à matéria objeto do convênio; e -

VII - com entidades públicas ou privadas cujo objeto social não se relacione às características do programa ou que não disponham de condições técnicas para executar o convênio; e

nos últimos três anos, atividades referentes à matéria objeto do convênio; e

nos últimos três anos, atividades referentes à matéria objeto do convênio; e

VIII - com entidades privadas sem ns lucrativos que não comprovem ter desenvolvido, nos últimos três anos, atividades referentes à matéria objeto do convênio; e

VIII - com entidades privadas sem fns lucrativos que não comprovem ter desenvolvido, nos últimos três anos, atividades referentes à matéria objeto do convênio; e

nos últimos três anos, atividades referentes à matéria objeto do convênio; e

ores com a União, incorrido em pelo menos uma das seguintes condutas: a) omissão no dever de prestar contas;

nos últimos três anos, atividades referentes à matéria objeto do convênio; e -

ores com a União, incorrido em pelo menos uma das seguintes condutas: a) omissão no dever de prestar contas;

ores com a União, incorrido em pelo menos uma das seguintes condutas: a) omissão no dever de prestar contas;

a) omissão no dever de prestar contas;

termos de parceria;

ores com a União, incorrido em pelo menos uma das seguintes condutas: a) omissão no dever de prestar contas; termos de parceria;

ores com a União, incorrido em pelo menos uma das seguintes condutas: a) omissão no dever de prestar contas; termos de parceria;

ores com a União, incorrido em pelo menos uma das seguintes condutas: a) omissão no dever de prestar contas;

termos de parceria;

nos últimos três anos, atividades referentes à matéria objeto do convênio; eores com a União, incorrido em pelo menos uma das seguintes condutas: a) omissão no dever de prestar contas; termos de parceria;

nos últimos três anos, atividades referentes à matéria objeto do convênio; e -

IX - com entidades privadas sem ns lucrativos que tenham, em suas relações anteriores com a União, incorrido em pelo menos uma das seguintes condutas:

a) omissão no dever de prestar contas;

termos de parceria;

IX - com entidades privadas sem fns lucrativos que tenham, em suas relações anteriores com a União, incorrido em pelo menos uma das seguintes condutas:

nos últimos três anos, atividades referentes à matéria objeto do convênio; eores com a União, incorrido em pelo menos uma das seguintes condutas: a) omissão no dever de prestar contas;

nos últimos três anos, atividades referentes à matéria objeto do convênio; eores com a União, incorrido em pelo menos uma das seguintes condutas: a) omissão no dever de prestar contas;

termos de parceria;

nos últimos três anos, atividades referentes à matéria objeto do convênio; eores com a União, incorrido em pelo menos uma das seguintes condutas: a) omissão no dever de prestar contas; termos de parceria;

nos últimos três anos, atividades referentes à matéria objeto do convênio; eores com a União, incorrido em pelo menos uma das seguintes condutas: a) omissão no dever de prestar contas; termos de parceria;

VII - com entidades públicas ou privadas cujo objeto social não se relacione às características do programa ou que não disponham de condições técnicas para executar o convênio; e nos últimos três anos, atividades referentes à matéria objeto do convênio; eores com a União, incorrido em pelo menos uma das seguintes condutas: a) omissão no dever de prestar contas; termos de parceria;

b) descumprimento injusti cado do objeto de convênios, contratos de repasse ou termos de parceria;

termos de parceria;

ores com a União, incorrido em pelo menos uma das seguintes condutas: a) omissão no dever de prestar contas; termos de parceria;

d) ocorrência de dano ao Erário; ou

c) desvio de nalidade na aplicação dos recursos transferidos;

termos de parceria;

b) descumprimento injustifcado do objeto de convênios, contratos de repasse ou termos de parceria;

d) ocorrência de dano ao Erário; ou

c) desvio de fnalidade na aplicação dos recursos transferidos;

e) prática de outros atos ilícitos na execução de convênios, contratos de repasse ou termos de parceria.

d) ocorrência de dano ao Erário; ou e) prática de outros atos ilícitos na execução de convênios, contratos de repasse ou termos de parceria.

d) ocorrência de dano ao Erário; ou

d) ocorrência de dano ao Erário; ou e) prática de outros atos ilícitos na execução de convênios, contratos de repasse ou termos de parceria.

d) ocorrência de dano ao Erário; ou e) prática de outros atos ilícitos na execução de convênios, contratos de repasse ou termos de parceria.

d) ocorrência de dano ao Erário; ou e) prática de outros atos ilícitos na execução de convênios, contratos de repasse ou termos de parceria.

d) ocorrência de dano ao Erário; ou e) prática de outros atos ilícitos na execução de convênios, contratos de repasse ou termos de parceria.

d) ocorrência de dano ao Erário; ou e) prática de outros atos ilícitos na execução de convênios, contratos de repasse ou termos de parceria.

d) ocorrência de dano ao Erário; ou e) prática de outros atos ilícitos na execução de convênios, contratos de repasse ou termos de parceria.

d) ocorrência de dano ao Erário; ou e) prática de outros atos ilícitos na execução de convênios, contratos de repasse ou termos de parceria.

d) ocorrência de dano ao Erário; ou e) prática de outros atos ilícitos na execução de convênios, contratos de repasse ou termos de parceria

d) ocorrência de dano ao Erário; ou e) prática de outros atos ilícitos na execução de convênios, contratos de repasse ou termos de parceria

e) prática de outros atos ilícitos na execução de convênios, contratos de repasse ou termos de parceria.

d) ocorrência de dano ao Erário; ou e) prática de outros atos ilícitos na execução de convênios, contratos de repasse ou termos de parceria

d) ocorrência de dano ao Erário; ou e) prática de outros atos ilícitos na execução de convênios, contratos de repasse ou termos de parceria.

e) prática de outros atos ilícitos na execução de convênios, contratos de repasse ou termos de parceria.

Já podemos acessar o Sincov e inserir o PROJETO. Agora vamos ver como funciona o SISTEMA.

Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse 5

(Siconv)

O Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse (Siconv) foi criado em 2008 para administrar as transferências voluntárias de recursos da União nos convênios frmados com Estados, municípios, Distrito Federal e também com as entidades privadas sem fns lucrativos. Entre as vantagens desta ferramenta, está a agilidade na efetivação dos contratos, a transparência do repasse do dinheiro público e a qualifcação da gestão fnanceira.

A utilização do sistema contribui para a desburocratização da máquina pública e viabiliza investimentos para a educação, saúde, infraestrutura, emprego e outros setores que atendem diretamente a população.

Atendimento a dúvidas e sugestões a respeito do Sistema de Convênios: 0800-942-9100 atendimento@convenios.gov.br

O M inistério do Planejamento, em parceria com a Escola Nacional de Administração Pública (Enap) e o Instituto Serzedello Corrêa (TCU), oferecem cursos a distância sobre o Siconv. Os cursos são gratuitos e têm ofer ta periódica. Paragrama e aos prazos de inscrição das turmas e realizar sua inscrição individualmente nos respec tivos sites Para informações, acess detalhadasar:

http://por tal.convenios.gov.br/treinamentos

O Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse (Siconv) foi criado em 2008 para administrar as transferências voluntárias de recursos da União nos convênios

Entre as vantagens desta ferramenta está a agilidade na efetivação dos contratos, a transparência do repasse do

O PRIMEIRO PASSO É FAZER O CREDENCIAMENTO DE SEU MUNICÍPIO.

No material disponível no site da Fundação João Mangabeira (FJM), você encontra o Manual Convenente - Orientações/Passo a Passo – Credenciamento de Proponente Administração Pública Estadual, Municipal ou do Distrito Federal, Consórcio Público, Entidades Privada sem fns lucrativos.

Veja o passo a passo para realizar o credenciamento (informações retiradas do Manual Convenente).

Acessar o sistema Siconv no endereço https://ww w.convenios.gov.br

Cique no link Cadastramento Proponente, selecione a Natureza Jurídica

Abra a janela e clique na Administração Pública Municipal

"Incluir".

Clique no botão Selecionar para avançar.

• O sistema retornará o nome do usuário no banco de dados da Receita Federal, e exibirá para preenchimento os dados do Representante do Proponente

• Informe os dados do usuário e clique em "Salvar".

"Consultar".

• Informe o CPF do representante do proponente, os caracteres da fgura e clique em Incluir.

• O sistema retornará o nome do usuário no banco de dados da Receita Federal e exibirá para preenchimento os dados do representante do proponente.

• Informe os dados do usuário e clique em Salvar.

• Informe o CNPJ do proponente e digite os caracteres da fgura e clique em Consultar.

• O sistema retornará os campos Natureza Jurídica, CNPJ, CNAE Primário (principal atividade do proponente), CNAEs Secundário (atividades secundárias) e o Nome/Razão Social extraídos do banco de dados da Receita Federal, e exibirá para preenchimento os dados do proponente.

• Informe os dados do proponente e clique em Cadastrar Participe.

• Em seguida, o sistema exibirá a tela de inclusão dos dados do Responsável pelo Proponente.

• Se o representante for também o responsável, o usuário deverá assinalar o campo Eu Sou o Responsável pelo Proponente digitar os caracteres da fgura e clicar em Incluir.

• Se o Representante não for o responsável pelo proponente, o usuário deverá informar no campo CPF, o CPF do responsável pelo proponente, digite os caracteres da fgura e clique em Incluir.

• Observe que na tela de inclusão, não solicita a senha do responsável pelo Proponente. A senha será enviada por e-mail e alterada, posteriormente, pelo próprio Responsável pelo Proponente.

• Após o preenchimento dos campos, clique em Salvar.

• O sistema exibirá tela preenchida com os dados do responsável pelo proponente. Nesta tela poderão ser alterados os dados do proponente, do responsável pelo proponente e do usuário (Quem está credenciando (representante).

• Role o conteúdo da tela e clique em Confrmar Inclusão. O sistema exibirá a mensagem: Proponente credenciado com sucesso. A situação do Proponente é alterada paraCadastramento Pendente.

• Estas opções estarão ativas para a edição somente enquanto o cadastro do proponente estiver pendente. Após o cadastro ter sido aprovado (confrmada a inclusão) essas substituições só poderão ser feitas pela Unidade Cadastradora.

• Esse credenciamento dará ao Proponente login e senha para acesso ao sistema.

• De posse do login e senha, o proponente poderá enviar propostas para os programas disponibilizados que aceitam propostas de proponentes não cadastrados, ou seja, apenas credenciados, observando que, depois de enviada e sendo a proposta aprovada, o Proponente deverá se cadastrar.

• Para efetivar o cadastramento no sistema Siconv, o representante do proponente deverá comparecer a uma Unidade Cadastradora, munido de todos os documentos, para aprovação do seu cadastro.

A relação das Unidades Cadastradoras encontra-se no site da FJM

Conhecer os programas do Governo Federal 6

Os diferentes órgãos do Governo Federal (ministérios, secretarias nacionais, etc.) possuem programas voltados para diferentes áreas de ação das políticas públicas e com recursos disponíveis para transferência.

Esse assunto é tratado com detalhes no segundo volume dessa publicação.

Necessário que o município conheça esses programas, seus objetivos, precondições para apresentação de projetos e editais disponíveis.

No Siconv, é possível acessar a lista de programas disponíveis para convênios! É o que veremos a seguir. Trata-se do segundo passo para postagem do projeto na plataforma do Siconv.

É oportuno orientar ainda sobre a necessidade de acessar a plataforma com frequência. Novos programas podem ser ofertados em períodos diferentes com datas para aceitação de propostas.

O SEGUNDO PASSO É CONHECER OS PROGRAMAS DO GOVERNO FEDERAL

Veja como proceder.

Na coluna da esquerda ACESSO AOS SISTEMAS clique em Acesso ao Siconv-Treinamento.

Clique em Veja Lista de Programas Disponíveis.

A página permite a expor tação da lista de órgãos para diferentes ex tensões de arquivo. Selecione o órgão de interesse para conhecer seus programas.

As opções para exportação do arquivo permanecem.

Todas as informações sobre o programa estão disponíveis nesta página. A linha superior contém vários botões que podem ser acionados cnforme o interesse sobre o programa.

Conhecido os programas, seus objetivos e precondições de acesso aos seus recursos deve-se fazer a correlação com o projeto do município que se quer implementar.

O TERCEIRO PASSO É O CADASTRO DA PROPOSTA

Identi cados quais os programas de interesse do município e sua relação com os projetos esboçados, necessário fazer a inclusão das propostas no Siconv.

Essa tarefa necessita bastante atenção e treinamento para operar o sistema. Para tanto, existem manuais produzidos por diferentes instituições, disponibilizados na Internet, que orientam no passo a passo de como fazer essa atividade

Vale lembrar que no por tal do Siconv você tem possibilidade de se cadastrar em cursos, presenciais ou on-line, oferecidos pelo M inistério de Planejamento.

Na mídia que compõe esta publicação, está disponível o Manual - Inclusão e Envio de Propostas Perfl Convenente.

Existem outras ferramentas que podem auxiliar no esclarecimento de dúvidas especí cas sobre a operação do Siconv, como o https://groups.google.com/forum/#!forum/convenios

Reforçando alguns pontos

O Plano de Trabalho é o instrumento que integra as solicitações de convênios que contêm o detalhamento das responsabilidades assumidas pelos par ticipantes.

Não pode ser elaborado de forma genérica, mas trazer de forma clara e sucinta todas as informações sufcientes para a identi cação do projeto, atividade, ou evento de duração cer ta.

A celebração do instrumento depende da aprovação prévia do plano de trabalho, apresentado pelo bene ciário dos recursos. O proponente credenciado no Por tal dos ConvêniosSiconv poderá manifestar seu interesse em celebrar os instrumentos mediante apresentação de proposta de trabalho

No momento do cadastramento do programa, o concedente tem a possibilidade de exigir que o proponente, obrigatoriamente, apresente, na proposta, o plano de trabalho:

No momento do cadastramento do programa, o Concedente tem a possibilidade de exigir que o proponente, obrigatoriamente, apresente na proposta, o plano de trabalho:

• Cronograma físico;

• Cronograma Físico;

• Cronograma de desembolso; e

• Cronograma de Desembolso; e

• Plano de aplicação detalhado.

• Plano de Aplicação Detalhado.

Se for determinado que será obrigatória a apresentação dos itens citados, no ato de cadastramento da proposta, essas informações serão requeridas pelo sistema. Caso se opte pela não obrigatoriedade, essas informações deverão ser prestadas em momento anterior à celebração do instrumento.

Se for determinado que será obrigatória a apresentação dos itens citados, no ato de cadastramento da proposta essas informações serão requeridas pelo sistema. Caso se opte pela não obrigatoriedade, essas informações deverão ser prestadas em momento anterior a celebração do instrumento.

A proposta de trabalho deverá ser enviada ao órgão concedente por meio do Por tal dos Convênios – Siconv.

A proposta de trabalho deverá ser enviada ao órgão concedente por meio do Por tal dos Convênios – SICONV.

MÃOS À OBRA!

Leia com atenção os Manuais, utilize todas as ferramentas disponíveis e inclua suas propostas no Siconv.

O QUE ACONTECE DEPOIS DE

FEITA A INSERÇÃO DA PROPOSTA DE TRABALHO?

Feita a inserção, no Siconv da Proposta de Trabalho, a entidade da Administração Pública federal repassadora dos recursos nanceiros analisará a proposta de trabalho e:

I - No caso da aceitação: o órgão ou entidade concedente dos recursos realizará o pré - empenho, que será vinculado à proposta e só poderá ser alterado por intermédio do Siconv Informará ao proponente as exigências e pendências verifcadas solicitando correções e, estando tudo em conformidade, será solicitada a inclusão do Plano de Trabalho no Siconv (próxima fase).

II - No caso de recusa: o órgão ou a entidade da Administração Pública federal repassadora dos recursos nanceiros registrará o indeferimento no Siconv e comunicará ao proponente o indeferimento da proposta.

ACEITA A PROPOSTA, QUAL O PRÓXIMO PASSO?

Após a aprovação da proposta apresentada no Siconv será solicitado ao Município a apresentação do PLANO DE TRABALHO, que no mínimo deverá conter:

I - justi cativa para a celebração do instrumento;

II - descrição completa do objeto a ser executado: Descrever com a maior precisão e detalhamento possível qual será o objeto do convênio ou do contrato de repasse;

III - descrição das metas a serem atingidas: As metas estão relacionadas aos objetivos especí cos e tratam das inter venções/atividade que se pretende realizar no âmbito do projeto. As metas devem ser de nidas de maneira que possam ser quanti cadas e executadas em determinado tempo, de forma que se possa veri car com precisão os resultados alcançados;

IV - de nição das etapas ou fases da execução: Aqui é preciso de nir com clareza quais serão as etapas para a execução do objeto. Tratando -se de obra de construção, as etapas são aquelas relacionadas ao andamento da obra, como fundações, estruturas, alvenaria, lajes, cober tura, etc.;

V - cronograma de execução do objeto e cronograma de desembolso: O cronograma de execução retrata as diferentes fases do objeto, em dias, semanas ou meses, dependendo da carac terística do objeto. O cronograma de desembolso retrata as etapas de liberação de recursos, podendo englobar mais de uma fase de execução;

VI - plano de aplicação dos recursos a serem desembolsados pelo concedente e da contrapar tida nanceira do proponente, se for o caso: Deve retratar de que forma os recursos serão aplicados, em cada etapa, separando o que são recursos de responsabilidade do concedente e quais são do proponente (contrapar tida).

A par tir dessas informações, o plano de trabalho será analisado quanto à sua viabilidade e adequação aos objetivos do programa, de acordo com critérios estabelecidos pelo órgão ou entidade repassador de recursos.

Será comunicada ao proponente qualquer irregularidade ou imprecisão, constatada no plano de trabalho, que deverá ser sanada no prazo estabelecido.

A falta da manifestação do proponente no prazo estipulado implicará a desistência no prosseguimento do processo

Os ajustes realizados durante a execução do objeto integrarão o plano de trabalho, desde que submetidos e aprovados previamente pela autoridade competente.

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Veja um modelo de plano de trabalho

O momento da elaboração do plano de trabalho é quando o administrador reúne todas as informações geradas ao longo do processo. O preenchimento do cronograma exigirá conhecimento da proposta de maneira abrangente, retomando ao planejamento de execução, pois trata-se da apresentação das metas e etapas, relacionando-as ao cronograma de desembolso. Ou seja, o administrador, ao preencher esta fase do formulário, terá que responder: quando tal etapa será executada, de acordo com a meta estabelecida; com qual disponibilidade de recursos; e em quanto tempo esta ação se dará.

Um cronograma bem preenchido servirá de fo condutor ao administrador municipal e à sua equipe de gestores. Nesse momento, ter feito um planejamento adequado contribui muito para o êxito da iniciativa e até mesmo para facilitar o preenchimento.

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São documentos que normalmente são exigidos pelo órgão concedente dos recursos, antes da celebração do convênio ou do contrato de repasse. São de responsabilidades do município!

Inserido o plano de trabalho e os demais documentos exigidos, resta acompanhar periodicamente o andamento do processo no Siconv!

O que é o projeto básico, ou termo de referência? Dicas importantes

• Manter boa ar ticulação com deputados estaduais, federais e senadores que representem seu município ou região, de maneira que eles possam auxiliar na viabilização de recursos!

• Lembrar que boa par te dos recursos federais é disponibilizada na forma de Emenda Parlamentar, uma modalidade de transferência de recursos de autoria individual de deputado federal ou de bancada de par tido.

• Com aprovação da proposta encaminhada e de toda a documentação, a parceria será formalizada em convênio, devidamente publicado nos órgãos o ciais de imprensa.

• É hora então de começar a sua execução, a par tir da liberação da primeira parcela, ou parcela única, conforme disposto no termo de convênio

• Impor tante executar o convênio, seguindo a legislação sobre gastos de recursos públicos – processos licitatórios; contabilidade pública e outras e nos prazos xados.

• Organize a documentação ao longo da execução do convênio de maneira a facilitar a prestação de contas nal sobre a aplicação dos recursos

• Convênio bem executado e com prestação adequada de contas é essencial para o sucesso da administração municipal e garantia de novas possibilidades de captação de recursos.

Estruturas ministeriais 8

Com o objetivo de mapear o trajeto dos administradores municipais em busca de estabelecer relações entre as prefeituras e os órgãos federais, organizamos, isoladamente, cada um dos ministérios que apresentam programas de interlocução com os municípios. São informações indicativas e a estrutura organizacional da equipe de trabalho mais próxima do gabinete do ministro. Importante esclarecer que a pesquisa foi realizada pelos sites, no período de 15 a 29 de novembro de 2016.

Casa Civil Cidades

Cultura

Agricultura

Defesa

Desenvolvimento Social e Agrário

Espor te Fazenda I ndústria

Justiça M eio Ambiente

Ciência e Tecnologia

Educação

I ntegração Social

M inas e Energia Saúde

Transparência Turismo

Incra

Transpor te

Casa Civil – Presidência da Repúblic a

A Casa Civil é responsável por assistir à Presidência da República na coordenação e integração das ações executadas pelo governo federal, na veri cação prévia da constitucionalidade dos atos presidenciais e na análise do mérito, da opor tunidade e compatibilidade das propostas, inclusive das matérias em tramitação no Congresso Nacional, com as diretrizes governamentais. Também é atribuição da Casa Civil a avaliação e monitoramento da ação governamental e da gestão dos órgãos e entidades da Administração Pública federal. O órgão não desenvolve programas, ações, projetos e atividades nalísticas. (Decreto nº 7.724/2012, ar t. 7º, § 3º, II).

Endereço

Palácio do Planalto, Praça dos Três Poderes, 4º andar.

CEP 70150-900 / Brasília - DF

Telefone: (61) 3411-1221 http://ww w.casacivil.gov.br/

Principais unidades

Secretaria Executiva

Secretaria do Conselho do Desenvolvimento Econômico e Social | Sedes

CASA CIVIL da PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

Secretaria da Comissão de Ética Pública CEP

M inistro chefe da Casa Civil - Eliseu Padilha

Telefone: (61) 3411-1573/ 1935 casacivil@presidencia.gov.br

S ecretaria Executiva

Secretaria Especial de Comunicação Social | Secom

Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário

Imprensa Nacional

S ecretário -Executivo - Daniel Sigelmann

Telefone: (61) 3411-1034/ 1855 se.casacivil@presidencia.gov.br

S ecretaria do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (S edes)

S ecretária - Patricia Souto Audi

Telefone: (61) 3411-2199 / 3411-3393 patricia.audi@presidencia.gov.br ww w.cdes.gov.br

S ecretaria (CEP)

Secretaria da Comissão de Ética Pública (CEP)

S ecretário

Secretário -Executivo - Gustavo Caldas Guimarães de Campos

Casa Civil – Presidência da Repúblic a

Telefone: (61) 3411 2952

Caldas Guimarães (61) gustavo.caldas@presidencia.gov.br

E-mail: gustavo caldas@presidencia.gov.br http://etica.planalto.gov.br/

A Casa Civil é responsável por assistir à Presidência da República na coordenação e integração das ações executadas pelo governo federal, na veri cação prévia da constitucionalidade dos atos presidenciais e na análise do mérito, da opor tunidade e compatibilidade das propostas, inclusive das matérias em tramitação no Congresso Nacional, com as diretrizes governamentais Também é atribuição da Casa Civil a avaliação e monitoramento da ação governamental e da gestão dos órgãos e entidades da administração pública federal. O órgão não desenvolve programas, ações, projetos e atividades nalísticas. (Decreto nº 7.724/2012, ar t. 7º, § 3º, II).

S ecretaria

S ocial

Secretaria Especial de Comunicação Social (S ecom)

Secretário Especial - M árcio de Freitas Gomes

Telefone: (61) 3411-1279/ 3411-1280

S ecretário (61)

3226-8316

Fax: (61) 3226-8316

http://w w

http://ww w.secom.gov.br/acesso -a-informacao/institucional/quem- e - quem

I mprensa Nacional

Endereço

Direção - Geral - Pedro Antonio Ber tone Ataíde

Palácio do Planalto, Praça dos Três Poderes, 4º andar.

Telefone: (61) 3441-9450

Direção- Geral(61)

CEP 70150-900 / Brasília - DF

Telefone: (61) 3411-1221

http://por tal.imprensanacional.gov.br/acesso -a-informacao/institucional/fale - conosco

http://w w w casacivil.gov.br/

S ecretaria

Agrário

Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário

Secretário Especial - José R icardo Roseno

Telefone: (61) 2020-0002/0003

S ecretário (61)

http://w w

http://ww w.mda.gov.br/sitemda/

Destaque!

S ecretaria

Agrário

Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead)

A S ecretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead) tem como competências: reforma agrária; promoção do desenvolvimento sustentável do segmento rural constituído pelos agricultores familiares; identi cação, reconhecimento, delimitação, demarcação e titulação das terras ocupadas pelos remanescentes das comunidades dos quilombos. Ex traordinariamente, também exerce competências relativas à regularização fundiária na Amazônia, conforme disposto na Lei 11.952/2009.

G abinete do M inistro

M inistro - chefe da Casa Civil - Eliseu Padilha

Missão

Secretaria tem do à Amazônia conforme disposto na Lei nº 11.952/09. issão

Telefone: (61) 3411-1573/ 1935 casacivil@presidencia.gov.br

negociação política com representantes da sociedade, respeitando os desejos e anseios das organizações sociais e praticando democracia, com

S ecretaria Executiva

S ecretário -Executivo - Daniel Sigelmann

Telefone: (61) 3411-1034/ 1855

Consolidar o conjunto da agricultura familiar de modo a promover o desenvolvimento local sustentável por meio da valorização humana e da negociação política com representantes da sociedade, respeitando os desejos e anseios das organizações sociais e praticando os princípios da descentralização, da democracia, da transparência e da parceria, com responsabilidade. Atuando de forma par ticipativa, descentralizada e ar ticulada com os Estados, municípios e a sociedade civil organizada.

se.casacivil@presidencia.gov.br

Objetivos

S ecretária - Patricia S outo Audi

Telefone: (61) 3411-2199 / 3411-3393 patricia.audi@presidencia.gov.br w w w cdes.gov.br

S ecretaria do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (S edes)

• Direcionar todo o trabalho para a promoção do ser humano e da sociedade como agentes e bene ciários do desenvolvimento.

Atuando descentralizada ar e sociedade civil organizada. o ser agentes

• Criar, desenvolver, adaptar e aper feiçoar programas, projetos e atividades de apoio diferenciado aos agricultores familiares nas linhas de crédito rural, infraestrutura e ser viços municipais, assistência técnica, ex tensão rural, pesquisa agropecuária, capacitação, pro ssionalização e inserção no mercado.

• Criar, desenvolver, adaptar e aper feiçoar programas, projetos e atividades de apoio diferenciado aos agricultores familiares nas linhas de crédito rural, infra- estrutura e ser viços municipais, assistência técnica, ex tensão rural, pesquisa agropecuária, capacitação, pro ssionalização e inserção no mercado.

• Promover a ar ticulação e a complementaridade dos programas, projetos e atividades de apoio à agricultura familiar, utilizando como instrumento principal os planos estaduais e municipais de desenvolvimento rural

• Promover a ar ticulação e a complementaridade dos programas, projetos e atividades de apoio à agricultura familiar, utilizando como instrumento principal os planos estaduais e municipais de desenvolvimento rural.

• I ntegrar as ações do Pronaf com as ações dos programas de acesso à terra do MDA, apoiando a consolidação econômica das unidades familiares criadas.

• I ntegrar as ações do Pronaf com as ações dos programas de acesso à terra, do MDA, apoiando a consolidação econômica das unidades familiares criadas.

• Sintonizar, preferencialmente no âmbito dos Conselhos de Desenvolvimento Rural, as ações do Pronaf com as propostas dos bene ciários, dos parceiros do setor público e dos demais agentes atuantes na questão da agricultura familiar.

• Sintonizar, preferencialmente no âmbito dos Conselhos de Desenvolvimento Rural, as ações do Pronaf com as propostas dos bene ciários, dos parceiros do setor público e dos demais agentes atuantes na questão da agricultura familiar.

• Dar prioridade aos grupos de agricultores familiares de menor renda, visando a promovê -los a patamares superiores de bem- estar

• Dar prioridade aos grupos de agricultores familiares de menor renda, visando promovê -los a patamares superiores de bem- estar.

• Valorizar e divulgar o conceito de agricultura familiar como atividade econômica fundamental para o desenvolvimento socio - econômico sustentado do meio rural.

• Valorizar e divulgar o conceito de agricultura familiar como atividade econômica fundamental para o desenvolvimento socio - econômico sustentado do meio rural.

• Buscar, junto a organismos públicos multilaterais e a organizações não - governamentais internacionais, novas fontes de recursos para projetos de apoio à agricultura familiar, principalmente para projetos relacionados à viabilização dos produtores de menor renda

• Buscar, nos organismos públicos multilaterais e nas organizações não governamentais internacionais, novas fontes de recursos para projetos de apoio à agricultura familiar, principalmente para projetos relacionados à viabilização dos produtores de menor renda.

• Promover agregação de valor aos produtos do agricultor familiar, seu acesso competitivo ao mercado, e a geração de renda a par tir de atividades não agrícolas.

• Promover agregação de valor aos produtos do agricultor familiar, seu acesso competitivo ao mercado, e a geração de renda a par tir de atividades não -agrícolas.

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Mapa

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) é responsável pela gestão das políticas públicas de estímulo à agropecuária, pelo fomento do agronegócio e pela regulação e normatização de serviços vinculados ao setor. No Brasil, o agronegócio contempla o pequeno, o médio e o grande produtor rural e reúne atividades de fornecimento de bens e serviços à agricultura, produção agropecuária, ao processamento, àtransformação e distribuição de produtos de

Assim, o Ministério da Agricultura busca integrar sob sua gestão os aspectos mercadológico, abastecimento, armazenagem e transporte de safras, além da gestão das políticas econômica etividade, o Mapa visa à garantia da segurança alimentar da população brasileira e produção de excedentes para exportação, fortalecendo o setor produtivo nacional e favorecendo a inserção do Brasil no mercado internacional.

Endereço

Esplanada dos Ministérios - Bloco D - Brasília/DF

CEP: 70.043-900

Telefone: (61)3218-2828

http://agricultura.gov.br/

Principais unidades

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO

MAPA

Secretaria de Agricultura e Pesca SAP

Secretaria de Defesa

Agropecuária SDA

Secretaria de Política Agrícola SPA

Secretaria de Mobilidade

Social, do Produtor

Rural e do Cooperativismo

Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio SRI

Ministro - Blairo Maggi

Telefone: (61) 3218-2800/2801

http://www.agricultura.gov.br/portal/page/portal/Internet-MAPA/pagina-inicial

MINISTÉRIO

Ministério da Defesa

Secretaria de aquicultura e pesca

Secretaria de Aquicultura e Pesca

Secretário – Dayvson Franklin de Souza

Secretário – Dayvson Franklin de Souza

Telefone: (61) 3218-2365/3720 dayvson.souza@agricultura.gov.br

Telefone: (61) 3218-2365/3720 dayvson.souza@agricultura.gov.br

O M inistério da Defesa é o órgão do Governo Federal incumbido de exercer a direção superior das Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica. Uma de suas principais atribuições é o estabelecimento de políticas ligadas à defesa e à segurança do país, além da implementação da Estratégia Nacional de Defesa (END). Também fazem par te de seu escopo de atuação temas de grande alcance, como o r viço M ilitar, o orçamento de defesa, as operações militares e a cooperação internacional em defesa, entre outros.

Endereço

Secretaria de Defesa Agropecuária

Secretaria de defesa agropecuária

Secretário – Luis Eduardo Paci ci Rangel

Telefone: (61)3218-3205 luis.rangel@agricultura.gov.br

Telefone: (61)3218-3205 luis.rangel@agricultura.gov.br

Secretaria de política agrícola

Secretaria de Política Agrícola

Secretário - Neri Geller

Secretário - Neri Geller

Esplanada dos M inistérios Bl. Q - Ed Sede - 6º andar

Telefone: (61)3218-2507 / 2505 / 2559 spa@agricultura.gov.br

Telefone: (61)3218-2507 / 2505 / 2559 spa@agricultura.gov.br

CEP: 70.049-900 - Brasília - DF

Telefone: (61) 3312-8520/8525 http://ww w.defesa.gov.br/

Secretaria de mobilidade social, do produtor rural e do cooperativismo

Secretaria de Mobilidade Social, do Produtor Rural e do Cooperativismo

Secretário – José Rodrigues Pinheiro Dória

Secretário – José Rodrigues Pinheiro Dória

M inistro da Defesa - R aul Jungmann

Telefone: (61)3218-2461/ 2462 jose.doria@agricultura.gov.br

Telefone: (61)3218-2461/ 2462 jose.doria@agricultura.gov.br

Telefone: (61) 3312-8520/8525

Secretária- geral

Secretaria de relações internacionais do agronegócio

Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio

Secretário - Odilson Luiz Ribeiro E Silva

Secretário - Odilson Luiz Ribeiro E Silva

Telefone: (61) 3312-9095 / 2023-9200 sg@defesa.gov.br

Telefone: (61)3218-2510 / 2468 / 2798 sri@agricultura.gov.br odilson.silva@agricultura.gov.br

Secretário- Geral - General de Exército (R1) Joaquim Silva e Luna

Telefone: (61)3218-2510 / 2468 / 2798 sri@agricultura.gov.br odilson.silva@agricultura.gov.br

Ministério das Cidades

Constituem áreas de competência do M inistério das Cidades: a) política de desenvolvimento urbano; b) políticas setoriais de habitação, saneamento ambiental, transpor te urbano e trânsito; c) promoção, em ar ticulação com as diversas esferas de governo, com o setor privado e organizações não governamentais, de ações e programas de urbanização, de habitação, de saneamento básico e ambiental, transpor te urbano, trânsito e desenvolvimento urbano; d) política de subsídio à habitação popular, saneamento e transpor te urbano; e) planejamento, regulação, normatização e gestão da aplicação de recursos em políticas de desenvolvimento urbano, urbanização, habitação, saneamento básico e ambiental, transpor te urbano e trânsito; f ) par ticipação na formulação das diretrizes gerais para conser vação dos sistemas urbanos de água, bem como para a adoção de bacias hidrográcas como unidades básicas do planejamento e gestão do saneamento;

Integram o M inistério das Cidades:

Conselho Curador do Fundo de Desenvolvimento Social; Conselho das Cidades (ConCidades);

Conselho Nacional de Trânsito (COntran); Companhia Brasileira de Transpor te Urbano (CBTU); Companhia de Trens Urbanos de Por to Alegre ( Trensurb).

Endereço

Setor de Autarquias Sul - Quadra 01- lote 01/06 - bloco "H"- Ed. Telemundi II

CEP: 70070-010 – Brasília / DF Telefone: (61) 2108-1621/1625

http://w w w.cidades.gov.br/ Gabinete

M inistro – Bruno Araújo

Telefone: (61) 2108-1621/1625 ministro@cidades.gov.br

Principais unidades

MINISTÉRIO

DAS CIDADES

Secretaria Nacional de Habitação

Secretaria Nacional de Acessibilidade e Programas Urbanos

Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental

Secretaria Nacional de Transpor te e da Mobilidade Urbana

MINISTÉRIO DAS CIDADES

Gabinete M inistro – Bruno Araújo

Telefone: (61) 2108-1621/1625 ministro@cidades.gov.br

Secretaria Nacional de Habitação

Secretária - Maria Henriqueta Arantes

Telefone: (61) 2108-1912 snh@cidades.gov.br

Secretaria Nacional de Acessibilidade e Programas Urbanos

Secretário - Eleoterio Codato - (Elio)

Telefone: (61) 2108-1696/1642 gab.snapu@cidades.gov.br

Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental

Secretário - Alceu Segamarchi Júnior

Telefone: (61) 2108-1931 sanearbrasil@cidades.gov.br

Secretaria Nacional de Transpor te e da Mobilidade Urbana

Secretário - José Rober to Generoso

Telefone: (61) 2108-1989/1232 gab.semob@cidades.gov.br

Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações

Como órgão da administração direta, o MC TIC tem como competências os seguintes assuntos:

• Política nacional de pesquisas científca, tecnológica e inovação;

• Planejamento, coordenação, super visão e controle das atividades da ciência e tecnologia;

• Política de desenvolvimento de informática e automação;

• Política nacional de biossegurança;

• Política espacial;

• Política nuclear e

• Controle da expor tação de bens e ser viços sensíveis

Endereço

Esplanada dos M inistérios, Bloco E

CEP 70067-900 / Brasília - DF

Telefone: (61) 2033-7500

http://w w w.mc ti.gov.br/inicio

Gabinete do M inistro

M inistro - Gilber to K assab

Telefone: (61) 2033-7505

ministro@mc tic.gov.br

Principais unidades

MINISTÉRIO

Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento

DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÃO

Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social

Secretaria de Desenvolvimento Tecnologia e Inovação

Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento

Secretário - Jailson Bittencour t de Andrade

Telefone: (61) 2033-8128/ 2033-8015

jailson.andrade@mc tic.gov.br

seped@mc tic.gov.br

Secretaria de Políticas de Informática

MINISTÉRIO

Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social

Secretário - Edward Madureira Brasil

Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações

Telefone: (61) 2033-7608/ 2033-8633

secis@mc tic.gov.br

Como órgão da administração direta, o MC TIC tem como competências os seguintes assuntos:

Secretaria de Desenvolvimento Tecnologico e I novação

Secretário - Àlvaro Toubes Prata

• Política nacional de pesquisa cientí ca, tecnológica e inovação;

Telefone: (61) 2033-7800

setec@mc tic.gov.br

• Planejamento, coordenação, super visão e controle das atividades da ciência e tecnologia;

• Política de desenvolvimento de informática e automação;

Secretaria de Políticas de I nformática

• Política nacional de biossegurança;

Secretário - Maximiliano Salvadori Mar tinhão

• Política espacial;

Telefone: (61) 2033-7951/2033-8403

• Política nuclear e

gab.sepin@mc tic.gov.br

• Controle da expor tação de bens e ser viços sensíveis.

Endereço

Esplanada dos M inistérios, Bloco E

CEP 70067-900 / Brasília - DF

Telefone: (61) 2033-7500

http://w w w.mc ti.gov.br/inicio

Gabinete do M inistro

M inistro - Gilber to K assab

Telefone: (61) 2033-7505

ministro@mc tic.gov.br

Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento

Secretário - Jailson Bittencour t de Andrade

Telefone: (61) 2033-8128/ 2033-8015

jailson.andrade@mc tic.gov.br

seped@mc tic.gov.br

Ministério da Cultura (MinC)

O M inC desenvolve políticas de fomento e incentivo nas áreas de letras, ar tes, folclore e nas diversas formas de expressão da cultura nacional, bem como preserva os patrimônios histórico, arqueológico, ar tístico e nacional.

O M inC também é composto por órgãos colegiados: Instituto do Patrimônio Histórico e Ar tístico Nacional (Iphan), Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Agência Nacional do Cinema (Ancine), Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB), Fundação Cultural Palmares (FCP), Fundação Nacional das Ar tes (Funar te) e Fundação Biblioteca Nacional (FBN).

Também fazem par te da estrutura regimental do M inC as representações regionais, que hoje totalizam oito e abrangem o País territorialmente, prestando, entre outras funções, apoios logístico e operacional aos eventos realizados pelo M inistério. São elas: Nor te; Nordeste; Sul; Centro-Oeste; Bahia e Sergipe; Minas Gerais; São Paulo; e Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Endereço

Edifício sede

Esplanada dos M inistérios, Bloco B

CEP: 70068-900 – Brasília/DF

Edifício Parque Cidade Corporate

SCS Quadra 09 Lote C Torre B

CEP: 70308-200 - Brasília-DF

http://w w w.cultura.gov.br/

M inistro de Estado – Rober to Freire

Telefone: (61) 2024-2460 gm@cultura.gov.br

MINISTÉRIO

Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural SCDC

Secretaria do Audiovisual SAv

Principais unidades

MINISTÉRIO DA CULTURA MINC

Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura Se c

Secretaria de Ar ticulação e Desenvolvimento Institucional Sadi

Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural

Secretário*

Telefone: (61) 2024.2780 agenda.scdc@cultura.gov.br

Secretaria do Audiovisual

Secretário *

Telefone: (61) 2024-2940 agendasav@cultura.gov.br

Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura

Secretário*

Telefone: (61) 2024-2113 / 2112

Secretaria da Economia da Cultura SEC

Secretaria de Infraestrutura Cultural Seinfra

Secretaria de Ar ticulação e Desenvolvimento Institucional

Secretário*

Telefone: (61) 2024-2287/2335 sadi@cultura.gov.br

Secretaria da Economia da Cultura

Secretário*

Telefone: (61) 2024-2027/2227

Secretaria de Infraestrutura Cultural

Secretário*

Telefone: (61) 2024-2679/2859

* na data de fechamento deste material, o site do M inc não havia atualizado os nomes dos secretário.

Ministério da Defesa

O M inistério da Defesa é o órgão do Governo Federal incumbido de exercer a direção superior das Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica. Uma de suas principais atribuições é o estabelecimento de políticas ligadas à defesa e à segurança do País, além da implementação da Estratégia Nacional de Defesa (END).

Também fazem par te de seu escopo de atuação temas de grande alcance, como o Ser viço M ilitar, o orçamento de defesa, as operações militares e a cooperação internacional em defesa, entre outros.

Endereço

Esplanada dos M inistérios Bl. Q - Ed. Sede - 6º andar

CEP: 70.049-900 - Brasília - DF Telefone: (61) 3312-8520/8525 http://w w w.defesa.gov.br/

M inistro da Defesa - R aul Jungmann Telefone: (61) 3312-8520/8525

Secretária- geral

Secretário - Geral - General de Exército (R1) Joaquim Silva e Luna Telefone: (61) 3312-9095 / 2023-9200 sg@defesa.gov.br

Principais unidades

MINISTÉRIO DA DEFESA

Secretaria Geral SG

Secretaria de Organização Institucional SEORI

Secretaria de Pessoal, Ensino, Saúde e Despor to SEPESD

Secretaria de Produtos de Defesa SEPROD

Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia CENSIPAM

Estado -Maior Conjunto das Forças Armadas EMCFA

MINISTÉRIO DA DEFESA

Secretaria de Organização Institucional

Secretário - Franselmo Araújo Costa

Telefone: (61) 3312-4224

seori@defesa.gov.br

Secretaria de Pessoal, Ensino, Saúde e Despor to

Secretário - Ten Brig Ar R/1 Ricardo Machado Vieira

Telefone: 2023-5149 / 5172 / 5173 sepesd@defesa.gov.br

Secretaria de Produtos de Defesa

Secretário - Flávio Augusto Corrêa Basilio

Telefone: (61) 3312-9096 seprod@defesa.gov.br

Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia

Diretor- Geral - Rogério Guedes Soares

Telefone: (61) 3214-0201

rogerio.guedes@sipam.gov.br

Estado -Maior Conjunto das Forças Armadas

Chefe do Estado -Maior - Almirante - de -Esquadra Ademir Sobrinho

Telefone: (61) 3312-4271

ademir.sobrinho@defesa.gov.br

Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário

O ministério mantém um sistema de proteção social como estratégia de combate à pobreza, em especial, da pobreza ex trema. Uma das políticas encampadas é o programa Criança Feliz, impor tante inciativa para que famílias com crianças de idades até seis anos ofereçam a elas ferramentas para promover seu desenvolvimento integral. O órgão coordena ainda o Sistema Único de Assistência Social (SUAS); dá supor te ao funcionamento do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN); faz a coordenação das ações intersetoriais de superação da pobreza ex trema e é responsável pelo maior programa de transferência de renda condicionada do mundo, o Programa Bolsa Família, que bene cia diretamente cerca de 50 milhões de pessoas.

As políticas são desenvolvidas e implementadas em parceria com estados e municípios, com ações conjuntamente pac tuadas e por meio de repasses fundo a fundo. Organizações da sociedade civil também estão integradas aos sistemas uni cados e desempenham funções impor tantes, tanto na área de assistência social quanto de inclusão produtiva e seguranças alimentar e nutricional.

Essa ar ticulação entre gestores federais, estaduais, municipais e sociedade civil estabelece uma sólida rede de proteção e promoção social que quebra o ciclo de pobreza e promove a conquista da cidadania para milhões de brasileiros

Endereço

Esplanada dos M inistérios - Bloco C

CEP 70.050-902 – Brasília/DF

Telefone: 0800 707 2003

http://ww w.mds.gov.br

M inistro de Estado

Osmar Terra

Gabinete do M inistro

M inistro – Osmar Terra

Telefones: (61) 2030 - 1677/ 1527/ 1531 henrique.pires@mds.gov.br

Secretaria Executiva

Secretaria Nacional de Renda de Cidadania

Principais unidades

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E AGRÁRIO

Secretaria Executiva

Secretaria Nacional de Assistência Social

Secretaria Nacional de Segurança e Nutricional

Secretaria Nacional e Gestão da Informação

Secretaria Ex traordinária para Superação da Ex trema Pobreza

Secretário - Alber to Beltrame

Telefone: (61) 2020-0006/0018

secretaria.executiva@mds.gov.br

Secretaria Nacional de Renda de Cidadania

Secretário - Tiago Falcão

Telefone: (61) 2030-1939/1841/1842 tiago.falcao@mds.gov.br

Secretaria Nacional de Assistência Social

Secretária - Maria do Carmo Brant de Car valho

Telefone: (61) 2030-2911

Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional

Secretário - Caio Rocha

Telefone: (61) 2030-1120 caio rocha@mds.gov.br

Secretaria Nacional de Avaliação e Gestão da Informação

Secretário - Vinícius de Oliveira Botelho

Telefone: (61) 2030-1501/1512

Secretaria Ex traordinária para Superação da Ex trema Pobreza

Secretária - Elisabete Ferrarezi

Telefone: (61) 2030-1003

Ministério da Educação (MEC)

O Ministério da Educação, órgão da administração federal direta, tem como áreas de competência a política nacional de educação; a educação infantil; a educação em geral, compreendendo o ensino fundamental, ensino médio, a educação superior, educação de jovens e adultos, educação pro ssional e tecnológica, educação especial e educação a distância, exceto ensino militar; a avaliação, informação e pesquisa educacionais; a pesquisa e ex tensão universitárias; o magistério e a assistência fnanceira a famílias carentes para a escolarização de seus flhos ou dependentes.

Endereço

Esplanada dos M inistérios, Bl. L - 8º Andar - Gabinete

70047-900 - Brasília - DF

Telefone: (61) 0800 616161 http://por tal.mec.gov.br/

GABINE TE

M inistro - José Mendonça Bezerra Filho

Fone: (61) 2022-7828 / 7822 gabinetedoministro@mec.gov.br

Principais unidades

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MEC

Secretaria de Ar ticulação com os Sistemas de Ensino SASE

Secretaria de Educação Básica SEB

Secretaria Executiva

Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão

Secretaria de Educação

Pro ssional e Tecnológica SE TEC

Secretaria de Regulação e Super visão da Educação Superior SERES

Secretaria de Educação Superior SESu

Secretária - Maria Helena Guimarães de Castro

Telefone: (61) 2022-8731 / 8717 executiva@mec.gov.br

Secretaria de Ar ticulação com os Sistemas de Ensino

Secretária - Regina de Assis

Telefone: (61) 2022 7671 / 7631 sasegab@mec.gov.br

MINISTÉRIO

Secretaria de Educação Básica

Secretária - Rossieli Soares da Silva

Telefone: (61) 2022 8318 / 8320 / 8319 gabinete -seb@mec.gov.br

Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão

Secretária - Ivana de Siqueira

Telefone: (61) 2022 9217 / 9018 secadi@mec.gov.br

Secretaria de Educação Pro ssional e Tecnológica

Secretária - Eline Neves Braga Nascimento

Telefone: (61) 2022 8581 / 8582 / 8684 gabinetesetec@mec.gov.br

Secretaria de Regulação e Super visão da Educação Superior

Secretário - Maurício Eliseu Costa Romão

Telefone: (61) 2022 9500 / 9503 / 9504 / 9531 gabineteseres@mec.gov.br

Secretaria de Educação Superior

Secretário - Paulo Barone

Telefone: (61) 2022 8125 / 8012 / 8108 / 8118

gabsesu@mec.gov.br

Destaque!

Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE)

Para alcançar a melhoria e garantir uma educação de qualidade a todos, em especial a educação básica da rede pública, o FNDE tornou-se o maior parceiro dos 26 estados, dos 5.565 municípios e do Distrito Federal.

Nesse contex to, os repasses de dinheiro são divididos em constitucionais, automáticos e voluntários (convênios).

Além de inovar o modelo de compras governamentais, os diversos projetos e programas em execução – Alimentação Escolar, Livro Didático, Dinheiro Direto na Escola, Biblioteca da Escola, Transpor te do Escolar, Caminho da Escola, Reestruturação e Aquisição de Equipamentos para a Rede Escolar Pública de Educação Infantil – fazem do FNDE uma instituição de referência na educação brasileira.

Presidência - Gastão Dias Vieira

Telefone: (61) 2022-4806 presidencia@fnde.gov.br

Ministério do Espor te

O M inistério do Espor te é responsável por construir uma Política Nacional de Espor te. Além de desenvolver o espor te de alto rendimento, o M inistério trabalha ações de inclusão social por meio do espor te, garantindo à população brasileira o acesso gratuito à prática espor tiva, qualidade de vida e desenvolvimento humano.

Endereço

Setor de Indústrias Grá cas (SIG), Quadra 4 – lote 83

Centro Empresarial Capital Financial Center, Bloco C

CEP 70.610-440 - Brasília - DF Telefone geral: (61) 3217-1800

http://w w w.espor te.gov.br

Gabinete do M inistro

M inistro - Leonardo Carneiro Monteiro Picciani

Telefones: (61) 3217 -1861 | gabmin@espor te.gov.br

Secretaria Nacional de Espor te, Educação, Lazer e Inclusão Social SNELIS

Sec

MINISTÉRIO DO ESPORTE

Secretaria Nacional de Espor te de Alto Rendimento SNEAR

Secretário - Leandro Cruz Fróes da Silva

Telefones: (61) 3217 –9554

gabinete.snelis@espor te.gov.br

Secretaria Nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor SNFDT

Secretaria Nacional de Espor te de Alto Rendimento

Secretário - Luiz Eduardo Carneiro da Silva de Souza Lima

Telefones: (61) 3217 –6660

snear@espor te.gov.br

Secretaria Nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor

Secretário - Gustavo Henrique Perrella Amaral Costa

Telefones: (61) 3217 –1932 / 1778

snfdt@espor te.gov.br

MINISTÉRIO DO

Ministério da Fazenda

O Ministério da Fazenda é o órgão que na estrutura administrativa da República Federativa do Brasil, cuida basicamente da formulação e execução da política econômica

Endereço

Esplanada dos Ministérios BL P

CEP 70297-400 - Brasília, DF Telefone:0800 702 1111 http://www.fazenda.gov.br

Principais unidades

MINISTÉRIO

DA FAZENDA

Secretaria do Tesouro Nacional

Gabinete do Ministro

Secretaria de Política Econômica

Secretaria de Acompanhamento Econômico

Ministro - Henrique de Campos Meirelles

Telefone: (61) 3412-2515 / Fax: (61) 3412-1721 gabinete.ministro@fazenda.gov.br

Secretaria do Tesouro Nacional

Secretária - Ana Paula Vitali Janes Vescovi http://tesouro.fazenda.gov.br/

Secretaria de Política Econômica

Secretário - Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo Telefone: (61) 3412 2321 gabinete.df.spe@fazenda.gov.br

Secretaria de Acompanhamento Econômico

Secretaria de Assuntos Internacionais

Secretaria de Assuntos Internacionais

Secretário - Luís Antonio Balduino Carneiro Telefones: (61) 3412-2290 / 3412-2227 gabiente.df.sain@fazenda.gov.br

Secretário – Mansueto Facundo de Almeida Junior Telefones: (61) 3412-2358/60/62 http://seae.fazenda.gov.br/

Ministério da Indústria, Comércio Ex terior e Ser viços

O M inistério da Indústria, Comércio Ex terior e Ser viços (MDIC ) tem como atribuição formular, executar e avaliar políticas públicas para a promoção da competitividade, do comércio ex terior, do investimento e da inovação nas empresas e do bem- estar do consumidor.

Ao MDIC estão vinculadas as seguintes entidades:

• Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa);

• Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi);

• Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro);

Soma-se às organizações vinculadas acima citadas, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), entidade privada sem ns lucrativos que celebra contrato de gestão com o MDIC e recebe recursos para a realização de ações de interesse público.

Endereço

Esplanada dos M inistérios J - Zona Cívico -Administrativa CEP 70053-900 – Brasília DF Telefones: (61) 2027-9000 http://w w w.mdic.gov.br/

Principais unidades

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, COMÉRCIO EXTERIOR E SERVIÇOS

Secretaria

Executiva do Conselho

Nacional das Zonas de Processamento de Expor tação

Secretaria de Desenvolvimento e Competitividade Industrial SDCI

Secretaria de Comércio Ex terior SECEX

Secretaria de Comércio e Ser viços SCS

Secretaria de Inovação e Novos Negócios SIN

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA , COMÉRCIO EXTERIOR E SERVIÇOS

Gabinete do M inistro

M inistro – Marcos Pereira

Telefone: (61) 2027-7002 ministro@mdic.gov.br

Secretaria Executiva do Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Expor tação – CZPE

Secretária - Thaise Pereira Pessoa Dutra

Telefone: (61) 2027-7499 seczpe@mdic.gov.br

Secretaria de Desenvolvimento e Competitividade Industrial – SDCI

Secretário - Igor Nogueira Calvet

Telefone: (61) 2027-7070

sdci.gabinete@mdic.gov.br

Secretaria de Comércio Ex terior – SECEX

Secretário - Abrão M iguel Árabe Neto

Telefone: (61) 2027-7077

secex.audiencia@mdic.gov.br

Secretaria de Comércio e Ser viços – SCS

Secretário - Marcelo Maia Tavares de Araújo

Telefone: (61) 2027-7977 scs@mdic.gov.br

Secretaria de Inovação e Novos Negócios - SIN

Secretário - Marcos Vinícius de Souza

Telefone: (61) 2027-7133 si@mdic.gov.br

Ministério da Integração Nacional

O M inistério da Integração Nacional (MI), conforme disposto na Lei 10.683, de 28 de maio de 2003, tem as seguintes competências:

• Formulação e condução da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR);

• Formulação dos planos e programas regionais de desenvolvimento;

• Estabelecimento de estratégias de integração das economias regionais;

• Estabelecimento das diretrizes e prioridades na aplicação dos recursos dos programas de nanciamento de que trata a alínea "c" do inciso I do ar t. 159 da Constituição Federal;

• Estabelecimento das diretrizes e prioridades na aplicação dos recursos do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia e do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste;

• Estabelecimento de normas para cumprimento dos programas de nanciamento dos fundos constitucionais e das programações orçamentárias dos fundos de investimentos regionais;

• Acompanhamento e avaliação dos programas integrados de desenvolvimento nacional;

• Defesa civil;

• Obras contra as secas e de infraestrutura hídrica;

• Formulação e condução da política nacional de irrigação;

• Ordenação territorial; e

• Obras públicas em faixas de fronteiras

Principais unidades

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL MIN

Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil SEDE

Secretaria de Desenvolvimento Regional SDR

Secretaria de Fundos Regionais e Incentivos

Fiscais - SFRI

Secretaria de Infraestrutura

Hídrica SIH

Secretaria Nacional de Irrigação SENIR

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL

Endereço

Esplanada dos M inistérios, Bloco E, S/N - Zona Cívico -Administrativa.

CEP 70 067-901 - Brasília/DF

Telefone: (61) 2034-5814 / 5815

http://w w w.mi.gov.br/web/guest

Gabinete do M inistro

M inistro - Helder Zahluth Barbalho

Telefone: (61) 2034-5827 / 5768 gabinete@integracao.gov.br

Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil

Secretário - Renato Newton R amlow

Telefone: (61) 2034-5513

http://w w w.mi.gov.br/web/guest/defesacivil sedec@integracao.gov.br

Secretaria de Desenvolvimento Regional

Secretário - Marlon Car valho Cambraia

Telefone: (61) 2034-5619

http://w w w.mi.gov.br/web/guest/desenvolvimento -regional gab.sdr@integracao.gov.br

Secretaria de Fundos Regionais e Incentivos Fiscais

Secretário - Djalma Bezerra Mello

Telefone: (61) 2034-5867

http://w w w.mi.gov.br/web/guest/fundos- e -incentivos- scais sfri@integracao.gov.br

Secretaria de Infraestrutura Hídrica

Secretário - Rodrigo Mendes de Mendes

Telefone: (61) 2034-5828 / 5701

http://w w w.mi.gov.br/web/guest/infraestrutura-hidrica sih@integracao.gov.br

Secretaria Nacional de Irrigação

Secretário - Ricardo de Araújo Santa Ritta

Telefone: (61) 2034-5481

http://w w w.mi.gov.br/web/guest/apresentacao -senir senir@integracao.gov.br

Ministério da Justiça

O Ministério da Justiça tem por missão garantir e promover a cidadania, a justiça e a segurança pública, por meio de ação conjunta entre o Estado e a sociedade

Endereço

Esplanada dos Ministérios, Bloco T, CEP: 70064-900 – Brasília - DF Telefones: (61) 2025.3088/3733/3735 http://www.justica.gov.br

Gabinete do Ministro

Ministro: Alexandre de Moraes

Telefone: (61) 2025.9556 http://www.justica.gov.br/

Principais unidades

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

Secretaria Executiva SE

Secretaria Nacional de Justiça e Cidadania SNJC

Secretaria de Assuntos Legislativos SAL

Secretaria Nacional de Segurança Pública Senasp

Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas Senad

Secretaria Nacional do Consumidor Senacon

Secretaria Ex traordinária de Segurança para Grandes Eventos SESGE

MINISTÉRIO

Secretaria Executiva

Secretário - José Levi Mello do Amaral Júnior

Telefones: (61) 2025.3277 / 3335 / 3914

Secretaria Nacional de Justiça e Cidadania (SNJC)

Secretário - Gustavo José Marrone de Castro Sampaio

Telefones: (61) 2025.3145 / 3394 snj@mj.gov.br

Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp)

Secretário - Celso Perioli

Telefones: (61) 2025.3780 / 3854 http://www.justica.gov.br/sua-seguranca/seguranca-publica

Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon)

Secretário - Armando Luiz Rovai

Telefones: (61) 2025.3112 gab.senacon@mj.gov.br

Secretaria de Assuntos Legislativos (SAL)

Secretário - Marcelo Dias Varella

agendasecretariosal@mj.gov b

Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad)

Secretário - Roberto Allegretti

senad@mj.gov.br

Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos (Sesge)

Secretário - Andrei Augusto Passos Rodrigues

Telefones: (61) 2025.2000 / 2001

Ministério do Meio Ambiente

Tem como missão promover a adoção de princípios e estratégias para o conhecimento, a proteção e a recuperação do meio ambiente; o uso sustentável dos recursos naturais, a valorização dos serviços ambientais e a inserção do desenvolvimento sustentável na formulação e implementação de políticas públicas, de forma transversal e compartilhada, participativa e democrática, em todos os níveis e instâncias de governo e sociedade.

Sua área de competência abrange os seguintes assuntos:

I - política nacional do meio ambiente e dos recursos hídricos;

II - política de preservação, conservação e utilização sustentável de ecossistemas, e biodiversidade e orestas;

III - proposição de estratégias, mecanismos e instrumentos econômicos e sociais para a melhoria da qualidade ambiental e o uso sustentável dos recursos naturais;

IV - políticas para a integração do meio ambiente e da produção;

V - políticas e programas ambientais para a Amazônia Legal; e

VI - zoneamento ecológico-econômico.

Endereço

Esplanada dos Ministérios, Bloco B

CEP: 70068-900 - Brasília - DF http://www.mma.gov.br/

Principais

unidades

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE

Secretaria Executiva

Secretaria de Ar ticulação Institucional e Cidadania Ambiental

Secretaria de Biodiversidade e Florestas

Secretaria de Ex trativismo e Desenvolvimento Rural

Sustentável

Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental

Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano

Ministro - José Sarney Filho

Telefones: (61) 2028-1057/1289/1422 diva.carvalho@mma.gov.br

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE

Secretaria Executiva

Secretário - Marcelo Cruz

Telefones: (61) 2028-1205/1224/1504 marcelo.cruz@mma.gov.br

Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental

Secretário - Edson Duarte

Telefone: (61) 2028-1430/1404 edson.duarte@mma.gov.br

Secretaria de Biodiversidade e Florestas

Secretário - José Pedro de Oliveira Costa

Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável

Secretária - Juliana Ferreira Simões

Telefones: (61)2028-1091/1092/1097 juliana.simoes@mma.gov.br

Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental

Secretário - Everton Frask Lucero

Telefone: (61) 2028 2025 / 2019 / 2250 gabinete.smcq@mma.gov.br

Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano

Secretário - Jair Vieira Tannus Junior

Telefones: (61) 2028-2138/2100 gabinete.srhu@mma.gov.br (

Ministério de Minas e Energia

O Ministério de Minas e Energia, órgão da administração federal direta, representa a União como poder concedente e formulador de políticas públicas, bem como indutor e supervisor da implementação dessas políticas nos seguintes segmentos:

I - geologia, recursos minerais e energéticos;

II - aproveitamento da energia hidráulica;

III - mineração e metalurgia; e

IV - petróleo, combustível e energia elétrica, inclusive nuclear.

Cabe, ainda, ao Ministério de Minas e Energia:

I - energização rural, agroenergia, inclusive eletri cação rural, quando custeada com recursos vinculados ao Sistema Elétrico Nacional; e

II - zelar pelo equilíbrio conjuntural e estrutural entre a oferta e a demanda de recursos energéticos no País.

Endereço

Esplanada dos Ministérios, Bloco "U"

CEP: 70065-900 - Brasília – DF

Telefones: (61) 2032-5914 / 5932 / 5401 http://www.mme.gov.br

Gabinete do Ministro

Ministro – Fernando Coelho Filho

Telefone: (61) 2032-5914 gabinete@mme.gov.br

Principais unidades

Secretaria de Planejamento e de Desenvolvimento Energético

Secretaria de Energia Elétrica

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA

Secretaria de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis

Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA

Secretaria de Planejamento e de Desenvolvimento Energético

Secretário- Eduardo Azevedo Rodrigues

Telefone: (61) 2032-5019 / 5762 / 5802 spe@mme.gov.br

Secretaria de Energia Elétrica

Secretário – Fábio Lopes Alves

Telefone: (61) 2032-5923 / 5924 see@mme.gov.br

Secretaria de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis

Secretário – Márcio Félix Carvalho Bezerra

Telefone: (61) 2032-5103 spg@mme.gov.br

Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral

Secretário – Vicente Humberto Lôbo Cruz

Telefone: (61) 2032-5103 sgm.gab@mme.gov.br

Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde tem a função de oferecer condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde da população, reduzindo as enfermidades, controlando as doenças endêmicas e parasitárias e melhorando a vigilância à saúde, dando, assim, mais qualidade de vida ao brasileiro

O ministério tem o desa o de garantir o direito do cidadão ao atendimento à saúde e dar condições para que esse direito esteja ao alcance de todos, independentemente da condição social de cada um.

Os assuntos de competência do Ministério da Saúde são:

• Política Nacional de Saúde;

• Coordenação e scalização do Sistema Único de Saúde;

• Saúde ambiental e ações de promoção, proteção e recuperação da saúde individual e coletiva, inclusive a dos trabalhadores e índios;

• Informações de saúde;

• Insumos críticos para a saúde;

• Ação preventiva em geral, vigilância e controle sanitário de fronteiras e de portos marítimos, uviais e aéreos;

• Vigilância de saúde, especialmente drogas, medicamentos e alimentos;

• Pesquisa cientí ca e tecnologia na área de saúde.

Endereço

Esplanada dos Ministérios, Bloco G

CEP 70.058-900 - Brasília - DF

Telefone: (61) 3315-2788 / 2789 / 2399 http://portalsaude.saude.gov.br

Gabinete do Ministro

Ministro - Ricardo José Magalhães Barros

Telefone: (61) 3315-2788 / 2789 / 2399 che a.gm@saude.gov.br

Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos

Secretário - Marco Antônio de Araújo Fireman

Telefone: (61) 3315-2839 / 2904 gabinete.sctie@saude.gov.br

Secretaria de Atenção à Saúde

Secretário - Francisco de Assis Figueiredo

Telefone: (61) 3315-2626 / 2627 sas@saude.gov.br

MINISTÉRIO DA SAÚDE

Secretaria Executiva

Principais unidades

Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos

MINISTÉRIO DA SAÚDE

Secretaria de Gestão do Trabalho e Educação em Saúde

Secretaria Especial de Saúde Indígena

Secretaria de Atenção à Saúde

Secretaria de Vigilância em Saúde

Secretaria de Gestão Estratégica e Par ticipativa

Secretário Executivo - Antônio Carlos Figueiredo Nardi Telefone: (61) 3315-2130 / 2133 / 2079 gabinete se@saude.gov.br

Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa

Secretária - Gerlane Baccarin Telefone: (61) 3315-3326 / 3616 / 2512 agenda.sgep@saude.gov.br

Secretaria de Gestão do Trabalho e Educação em Saúde

Secretário - Rogério Luiz Zeraik Abdalla Telefone: (61) 3315-2248 / 2224 sgtes@saude.gov.br

Secretaria Especial de saúde indígena

Secretário - Rodrigo Sergio Garcia Rodrigues Telefone: (61) 3315-3785 / 3784 / 3774 sesai@saude.gov.br

Secretaria de Vigilância em Saúde

Secretário - Adeilson Loureiro Cavalcante Telefone: (61) 3315 3777/ 3706/ 3155 gabinetesvs@saude.gov.br

Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União

O Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU) é o órgão do Governo Federal responsável por realizar atividades relacionadas à defesa do patrimônio público e ao incremento da transparência da gestão, por meio de ações de controle interno, auditoria pública, correição, prevenção e combate à corrupção e ouvidoria.

A CGU também deve exercer, como órgão central, a supervisão técnica dos órgãos que compõem o Sistema de Controle Interno e o Sistema de Correição e das unidades de ouvidoria do Poder Executivo federal, prestando a orientação normativa necessária.

Endereço

Setor de Autarquias Sul (SAS), Quadra 01, Bloco A, Edifício Darcy Ribeiro

CEP: 70070-905 – Brasília - DF Telefones: (61) 2020-7241 / 2020-7242 http://www.cgu.gov.br

Principais unidades

MINISTÉRIO DA TRANSPARÊNCIA

Secretaria Executiva

Secretaria Federal de Controle Interno SFC

Secretaria de Transparência e Prevenção da Corrupção STPC

CorregedoriaGeral da União CRG

OuvidoriaGeral da União OGU

Gabinete

Gabinete

Gabinete

Ministro - Torquato Jardim

Gabinete

Ministro - Torquato Jardim

Ministro - Torquato Jardim

Ministro - Torquato Jardim

Fax: (61) 2020-7230

Fax: (61) 2020-7230 cgugabin@cgu.gov.br

Fax: (61) 2020-7230 cgugabin@cgu.gov.br

Fax: (61) 2020-7230

cgugabin@cgu.gov.br

cgugabin@cgu.gov.br

(Cerimonial e Agenda): gm.agenda@cgu.gov.br

(Cerimonial e Agenda): gm.agenda@cgu.gov.br

(Cerimonial e Agenda): gm.agenda@cgu.gov.br

(Cerimonial e Agenda): gm.agenda@cgu.gov.br

Secretaria Executiva

Secretaria Executiva

Secretaria Executiva

Secretário - Wagner de Campos Rosário

Secretaria Executiva

Secretário - Wagner de Campos Rosário

Secretário - Wagner de Campos Rosário

Telefones: (61) 2020-7250 / 2020-7251

Secretário - Wagner de Campos Rosário

Telefones: (61) 2020-7250 / 2020-7251

Telefones: (61) 2020-7250 / 2020-7251 secretaria.executiva@cgu.gov.br

Telefones: (61) 2020-7250 / 2020-7251

secretaria.executiva@cgu.gov.br

secretaria.executiva@cgu.gov.br

secretaria.executiva@cgu.gov.br

Secretaria Federal de Controle Interno

Secretaria Federal de Controle Interno

Secretaria Federal de Controle Interno

Secretário - Antônio Carlos Bezerra Leonel

Secretaria Federal de Controle Interno

Secretário - Antônio Carlos Bezerra Leonel

Secretário - Antônio Carlos Bezerra Leonel

Secretário - Antônio Carlos Bezerra Leonel

Telefones: (61) 2020-7116 / 2020-7115

Telefones: (61) 2020-7116 / 2020-7115

Telefones: (61) 2020-7116 / 2020-7115 sfcgsgab@cgu.gov.br

Telefones: (61) 2020-7116 / 2020-7115

sfcgsgab@cgu.gov.br

sfcgsgab@cgu.gov.br

sfcgsgab@cgu.gov.br

Secretaria de Transparência e Prevenção da Corrupção

Secretaria de Transparência e Prevenção da Corrupção

Secretaria de Transparência e Prevenção da Corrupção

Secretaria de Transparência e Prevenção da Corrupção

Secretária - Cláudia Taya

Secretária - Cláudia Taya

Secretária - Cláudia Taya

Secretária - Cláudia Taya

Telefones: (61) 2020-6501 / 2020-6502

Telefones: (61) 2020-6501 / 2020-6502 stpc@cgu.gov.br

stpc@cgu.gov.br

Telefones: (61) 2020-6501 / 2020-6502 stpc@cgu.gov.br

Telefones: (61) 2020-6501 / 2020-6502 stpc@cgu.gov.br

Corregedoria-Geral da União

Corregedoria-Geral da União

Corregedoria-Geral da União

Corregedor-Geral - Antônio Carlos Vasconcellos Nóbrega

Corregedor-Geral - Antônio Carlos Vasconcellos Nóbrega

Corregedoria-Geral da União

Corregedor-Geral - Antônio Carlos Vasconcellos Nóbrega

Telefone: (61) 2020-7501

Telefone: (61) 2020-7501 crg@cgu.gov.br

crg@cgu.gov.br

Telefone: (61) 2020-7501 crg@cgu.gov.br

Corregedor-Geral - Antônio Carlos Vasconcellos Nóbrega

Telefone: (61) 2020-7501 crg@cgu.gov.br

Ouvidoria-Geral da União

Ouvidoria-Geral da União

Ouvidoria-Geral da União

Ouvidor-Geral - Gilberto Waller Junior

Ouvidoria-Geral da União

Ouvidor-Geral - Gilberto Waller Junior

Ouvidor-Geral - Gilberto Waller Junior

Telefone: (61) 2020-6782 cguouvidor@cgu.gov.br

Telefone: (61) 2020-6782 cguouvidor@cgu.gov.br

Ouvidor-Geral - Gilberto Waller Junior

Telefone: (61) 2020-6782 cguouvidor@cgu.gov.br

Telefone: (61) 2020-6782 cguouvidor@cgu.gov.br

Ministério dos Transportes

O M inistério dos Transpor tes, Por tos e Aviação Civil é o órgão da administração pública federal direta que tem como áreas de atuação a política nacional de transpor tes dos modais ferroviário, rodoviário, aquaviário e aeroviário, além de realizar ações no âmbito da marinha mercante, das vias navegáveis e dos por tos uviais e lacustres (excetuados os que estão sob a responsabilidade das companhias docas).

As ações do ministério abrangem a formulação, coordenação e supervisão das políticas nacionais para o setor, a participação no planejamento estratégico, a elaboração de diretrizes para a sua implementação e a defnição das prioridades dos programas de investimentos. Para que o órgão execute suas competências e possa desenvolver programas e projetos, as ações e os programas agem como ferramentas que auxiliam a pasta e os órgãos vinculados para as tomadas de decisão que defnirão as ações do sistema de transportes dos País.

Endereço

Esplanada dos Ministérios, Bloco "R"

CEP: 70.044-902 - Brasília/DF

Telefones: 55 (61) 2029-7863 / 7885 / 7851 / 7881 / 7001 / 7002 / 7003 / 7004

http://www.transportes.gov.br

Gabinete do Ministro

Ministro - Maurício Quintella

Principais unidades

MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES

Secretaria de Política

Nacional de Transpor tes SPNT

Nacional de Transpor tes SPNT

Secretaria de Gestão dos Programas de Transpor tes SEGES

Secretaria de Fomento para Ações de Transpor tes SFAT

MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES

Programas de Transpor tes SEGES

Ações de Transpor tes SFAT s

Secretaria de Política Nacional de Transportes - SPNT

Secretário - Herbert Drummond

Telefone: (61) 2029-7589 / 7591 / 7600 spnt.mt@transportes.gov.brSecretaria de Gestão dos Programas de Transportes - SEGES

Secretário – Luciano de Souza Castro

Telefone: (61) 2029-7758 / 7759 / 7465 / 7962 luciano.castro@transportes.gov.br

Secretaria de Fomento para Ações de Transportes - SFAT

Secretário - Dino Antunes Dias Batista

Telefone: (61) 2029-7737 / 7739 / 7212 dino.batista@transportes.gov.br

Ministério do Turismo

Desenvolver o turismo como uma atividade econômica sustentável, com papel relevante na geração de empregos e divisas, proporcionando a inclusão social. O M inistério do Turismo inova na condução de políticas públicas com um modelo de gestão descentralizado, orientado pelo pensamento estratégico.

O Instituto Brasileiro de Turismo, criado em 18 de novembro de 1966, como Empresa Brasileira de Turismo (Embratur), tinha o objetivo de fomentar a atividade turística ao viabilizar condições para a geração de emprego, renda e desenvolvimento em todo o país

Desde janeiro de 2003, com a instituição do M inistério do Turismo, a atuação da Embratur concentrou-se na promoção, no marketing e apoio à comercialização dos produtos, ser viços e destinos turísticos brasileiros no ex terior.

Pontos Turísticos
MINISTÉRIO

Endereço

Scs Qd 03 Bl A Ed José Barros 1

CEP 70313-914 - Brasília - DF

Telefone:(61) 2023-8450 http://w w w.turismo.gov.br/

Gabinete do M inistro

M inistro - Mar x Beltrão

Telefones: (61) 2023-7005 agenda@turismo.gov.br

Principais unidades

MINISTÉRIO DO TURISMO

Secretaria Executiva

Secretaria Nacional de Estruturação do Turismo

Secretaria Nacional de Quali cação e Promoção do Turismo

Secretaria Executiva

Secretário - Alber to Alves

Telefones: (61) 2023 – 7111/7123/7117 se@turismo.gov.br

Secretaria Nacional de Estruturação do Turismo

Secretário - Neusvaldo Ferreira Lima

Telefones: (61) 2023–7883/7887 snetur@turismo.gov.br

Secretaria Nacional de Quali cação e Promoção do Turismo

Secretário - Aparecida Maria Borges de Bezerra

Telefones: (61) 2023-7701/7702/7703 snptur@turismo.gov.br

Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra)

O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra,) é uma autarquia federal cuja missão prioritária é executar a reforma agrária e realizar o ordenamento fundiário nacional.

Criado pelo Decreto 1.110, de 9 de julho de 1970, atualmente o Incra está implantado em todo o território nacional, por meio de 30 superintendências regionais.

Endereço

Setor Bancário Nor te (SBN), Quadra 1, Bloco D, Edifício Palácio do Desenvolvimento

CEP 70057-900 / Brasília - DF

Telefone: (61)3411-7474

http://w w w.incra.gov.br/

Principais unidades

PRESIDÊNCIA DO INCRA

Diretoria de Gestão Estratégica DE

Diretoria de Ordenamento da Estrutura Fundiária DF

Diretoria de Obtenção de Terras e Implantação de Projetos de Assentamento

Diretoria de Desenvolvimento de Projetos de Assentamento DO

Diretoria de Gestão Administrativa DA

Leonardo Góes Silva

Telefone: (61) 3411-7731/7732/7661 presidencia@incra.gov.br

Diretoria de Obtenção de Terras e Implantação de Projetos de Assentamento – DT

Diretor - Luiz Antônio Possas de Car valho

Telefone: (61) 3411-7125 /7588/7660 Fax: (61) 3411-7838/7837 http://w w w.incra.gov.br/diretoria_obtencao_dt

Diretoria de Desenvolvimento de Projetos de Assentamento - DD

Diretor - Ewer ton Giovanni dos Santos

Telefone: (61) 3411-7439 /7659

http://w w w.incra.gov.br/diretoria_desenvolvimento

Diretoria de Ordenamento da Estrutura Fundiária - DF

Diretor - Rogério Papalardo Arantes

Telefone: (61) 3411-7379/7138

http://w w w.incra.gov.br/diretoria_fundiaria

Diretoria de Gestão Estratégica Compar tilhar - DE

Diretor - Juarez Del no da Silveira

Telefone: (61) 3411-7679 / 7490

http://w w w.incra.gov.br/diretoria_gestao_estrategica

Diretoria de Gestão Administrativa - DA

Diretor - Delano Geraldo Camargos

Telefone: (61) 3411-7292 / 7715

http://w w w.incra.gov.br/diretoria_gestao_administrativa

FUNDAÇÃO JOÃO MANGABEIRA

Diretoria Executiva

Diretor Presidente

Diretor Financeiro

Diretor Administrativo

Diretor de Assessoria

Equipe da FJM

Gerente Executiva

Coordenação da Escola

JOÃO MANGABEIRA

Assessoria de Comunicação

Assistentes

Renato Casagrande

Renato Xavier Thiebaut

Milton Coelho da Silva Neto

Jocelino Francisco de Menezes

Márcia H. G. Rollemberg

Adriano Sandri

Handerson Siqueira

Luciana Capiberibe

Elsa Medeiros

Mohammad Sadegh Kharazmi

Bruna Lacerda

Filipe Gomes Franca

Fernanda Regis Cavicchiolli

Auxiliares

Daniela Ferreira dos Santos

Edson Martins dos Santos

Sebastião Antônio Correia

Conselho Curador Presidente

Membros Titulares

Carlos Siqueira

Serafm Corrêa

Dalvino Troccoli França

Kátia Born

Álvaro Cabral

Adilson Gomes da Silva

Eliane Novais

Paulo Afonso Bracarense

Manoel Alexandre

James Lewis

Silvânio Medeiros dos Santos

Francisco Cortez

Gabriel Gelpke

Joilson Cardoso

Felipe Rocha Martins

Jairon Alcir do Nascimento

Paulo Blanco Barroso

Conselho Fiscal

Cacilda de Oliveira Chequer

Ana Lúcia de Faria Nogueira

Gerson Bento da Silva Filho

FUNDAÇÃO JOÃO MANGABEIRA Sede Nacional

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