Nova ameaça tributária
SUMÁRIO MENSAGEM DO PRESIDENTE
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CASAMENTOS MOVIMENTAM VENDAS
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BOA COMPRA GARANTE VENDAS
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MIX DE PRODUTOS
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CÂMARAS SETORIAIS
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DIA DO CONTABILISTA
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TERMÔMETRO DE VENDAS
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OBRIGAÇÕES DOS LOJISTAS
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COOPERAR PARA COMPETIR
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EXPEDIENTE Empresário Lojista - Publicação mensal do Sindicato dos Lojistas do Comércio do Município do Rio de Janeiro (Sindilojas-Rio) e do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDLRio) Redação e Publicidade: Rua da Quitanda, 3/11° andar CEP: 20011-030 - tel.: (21) 22175000 - e-mail: empresariolojista@sindilojas-rio.com.br - Diretoria do Sindilojas-Rio - Presidente: Aldo Carlos de Moura Gonçalves; Vice-Presidente: Julio Martin Piña Rodrigues; Vice-Presidente de Relações Institucionais: Roberto Cury; Vice-Presidente de Administração: Ruvin Masluch; Vice-Presidente de Finanças: Gilberto de Araújo Motta; Vice-Presidente de Patrimônio : Moysés Acher Cohen; Vice-Presidente de Marketing: Juedir Viana Teixeira; Vice-Presidente de Associativismo: Pedro Eugênio Moreira Conti; Vice-Presidente de Produtos e Serviços: Ênio Carlos Bittencourt; Superintendente: Carlos Henrique Martins; Diretoria do CDLRio – Presidente: Aldo Carlos de Moura Gonçalves; Vice-Presidente: Luiz Antônio Alves Corrêa; Diretor de Finanças: Szol Mendel Goldberg; Diretor de Administração: Carlos Alberto Pereira de Serqueiros; Diretor de Operações: Ricardo Beildeck; Diretor Jurídico: João Baptista Magalhães; Superintendente Operacional: Ubaldo Pompeu; Superintendente Administrativo: Abraão Flanzboym. Conselho de Redação: Juedir Teixeira e Carlos Henrique Martins, pelo Sindilojas-Rio; Ubaldo Pompeu, Abraão Flanzboym e Barbara Santiago pelo CDLRio, e Luiz Bravo, editor responsável (Reg.prof. MTE n° 7.750) Reportagens: Lúcia Tavares; Fotos: Dabney; Publicidade: Bravo ou Giane Tel.: 2217-5000 - Projeto Gráfico e Editoração: Roberto Tostes - (21) 8860-5854 - robertotostes@gmail.com; Capa: Roberto Tostes
Pensava-se que a CPMF - Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira já estivesse falecida, mas parece que a realidade é outra. Com o novo governo, há quem pense em ressuscitá-la, mesmo com outra denominação. Naturalmente quem deseja a volta da CPMF são os governantes dos três níveis - União, Estados e Municípios. Sedentos por mais dinheiro via impostos, estes executivos não querem seguir o exemplo do novo Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que em entrevista ao jornal Valor Econômico, afirmou que os governos precisam melhorar a gestão dos recursos existentes antes de pedir mais. Os lojistas sabem que o bom negócio é o que tem boa gestão, pois o equilíbrio financeiro de uma loja não está em tentar vender com preços mais elevados do que os dos concorrentes, pois dificilmente terão compradores. O equilíbrio financeiro na loja está em saber gerir o seu negócio, desde a compra até a venda. Para os governos é muito mais fácil e simples criar impostos ou mesmo aumentar alíquotas do que administrar com gestão eficaz. É possível que as declarações sobre nova CPMF sejam apenas um balão de ensaio. Querem saber a reação popular. Este é o momento de se dizer “não” ao novo imposto. É preciso que os legisladores percebam que não devem apoiar qualquer proposta de criação de tributo para a saúde. Pesquisa recente da CNI/Ibope, evidenciou que 72% da população entrevistada é contra a volta da CPMF. O balão de ensaio deve ser esvaziado com ações do empresariado. Impostos como a CPMF, que é acumulativo, afeta a todos, dos mais pobres aos mais ricos. É preciso que os empresários, independente de seu segmento econômico, saibam usar seu poder de união e ajam juntos aos seus políticos para que digam não ao ressuscitamente ou criação de nova CPMF. O Custo Brasil não comporta mais impostos, pois o peso da carga tributária no País é dos mais expressivos no mundo, o que compromete a economia empresarial e, em consequência, o mercado de trabalho. No final de 2010, empresários do Rio, liderados pela Federação das Indústrias do Estado do Rio, com apoio do Sindilojas-Rio, do CDLRio e de outras entidades, deram demonstração de força junto à Assembleia Legislativa do Estado. Em passeata foram até a ALERJ e argumentaram com os deputados os motivos que os levavam a serem contrários à prorrogação do Fundo Estadual de Combate à Pobreza. Os legisladores consideraram as argumentações dos empresários e buscaram o consenso na construção de nova proposta legislativa que atendesse ao Governo e ao empresariado. E o Governo fluminense concordou. O exemplo dos empresários do Rio deve ser repetido agora, em relação à ameaça de novo imposto em toda a nação. Aldo Carlos de Moura Gonçalves Presidente do Sindilojas-Rio e do CDLRio
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Empresário LOJISTA
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DO PRESIDENTE
MENSAGEM
CAPA
Mudanças de hábitos e novidades aquecem as lojas para casamentos Não é de hoje que se ouve falar que a instituição do casamento está falida. Embora a realidade em nenhum momento tenha dado motivos para isso, esta afirmativa nunca esteve tão anacrônica como agora. Com trajes tradicionais ou modernos, cerimônias e festas realizadas pela manhã, à tarde ou à noite, durante a semana ou nos sábados, domingos e feriados, o fato é que o casamento nestes tempos modernos continua sendo o sonho de milhares de mulheres, independentemente do enlace pela primeira, segunda ou até terceira vez. Para esta romântica, porém, exigente clientela, o que importa é entrar no templo ou em outro lugar, trajando vestimentas e acessórios de acordo com a ocasião. Com isso, os lojistas do segmento conseguem expandir seus negócios, oferecendo uma infinidade de outros artigos ligados ao grande acontecimento, como calçados, luvas, tiaras, brincos,
cordões, arranjos, lembrancinhas etc. Muita coisa mudou no segmento de noivas nos últimos tempos. Hoje, os vestidos aceitam modelos com decotes mais ousados e inovações que atendem plenamente às noivas como a cauda removível, possibilitando-as maior conforto durante a festa. Também a decoração do salão atualmente apresenta temas mais descontraídos e, em alguns casos, até nas cores do time de futebol do noivo. Os convites e o tradicional “casalzinho de noivos” em cima do bolo tiveram seus layouts modificados e a nova formatação vem fazendo maior sucesso nestes tempos modernos. Para atender a demanda, o comércio oferece, entre as inúmeras opções, convites com a caricatura dos noivos e enfeites sobre o bolo com a noiva arrastando o noivo pela gravata.
Fundador de uma das mais tradicionais lojas especializadas em vestidos para noivas no Brasil, a Glória Noivas, o empresário Mozes Fain, carinhosamente conhecido pela clientela como “Sr. Miguel”, acredita que o casamento nunca vai sair de moda. Para ele, o sonho de uma moça entrar na igreja vestida de noiva é uma fantasia alimentada por ela desde a infância e, daí, a sua realização ser muito importante. - É como um conto de fadas. A moça tem o seu dia de princesa e o vestido de noiva a faz se sentir como tal – exalta o empresário. Apesar de toda modernização, a cor branca continua sendo a preferida quando o assunto se refere à vestido de noiva. De acordo com Mozes Fain, até mesmo as noivas não muito jovens, as que casam grávidas e as que costumam se preparar para o segundo casamento - que antes preferiam cores mais discretas, passaram agora a optar pelo branco.
“O casamento é o grande acontecimento da família” Mozes Fain, da Glória Noivas
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- O casamento é sem dúvidas um grande acontecimento na família. Uma festa memorável. Tanto isso é verdade que hoje é muito comum a mulher divorciada se vestir de noiva, assim como os casais que já vivem juntos há anos. Essas pessoas querem oficializar a união através de um bonito casamento na igreja ou outro lugar especialmente escolhido por elas. Existem casos de o próprio homem fazer questão de se casar com a mulher vestida de noiva – acrescenta Mozes Fain.
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Com experiência de 58 anos no segmento de noivas, o dono da Glória Noivas acredita que o comércio neste ramo sempre será promissor, desde que os profissionais saibam se adaptar às mudanças impostas pelas transformações sociais e de comportamento ocorridas em nossa sociedade. - Creio que esta sensibilidade seja a principal razão da Glória Noivas se manter forte e atualizada no mercado. Sabemos que hoje as mulheres são mais in-
dependentes, têm mais liberdade e mais personalidade, e, para marcar o grande dia que é somente delas, querem um casamento de acordo com o seu estilo. Por isso procuramos nos adaptar a cada cliente, fazendo do atendimento personalizado, juntamente com a qualidade de nossos produtos, o maior diferencial. Trabalhamos dentro do orçamento da clientela, conforme o gosto, condições financeiras, local e horário do casamento – explica Mozes Fain.
“O casamento nunca esteve tão na moda” Solange Piffer dos Santos, da Raio de Sol
Há 30 anos no ramo de roupas para casamentos e festas em geral, a empresária Solange Piffer dos Santos, proprietária da rede de lojas Raio de Sol, destaca que o casamento nunca esteve tão na moda. Para Solange, o momento de entrar na igreja, vestida de noiva, é tão realizador e gratificante que muitas mulheres estão repetindo a experiência no segundo e até no terceiro casamento. - O mundo mudou demais. O que antes era considerado caretice, coisa brega, hoje é moda. Tanto que as grávidas e as mulheres de “meia-idade” que vão para a segunda união também fazem questão de usar vestido de noiva. Algumas têm até como pajens e daminhas, seus próprios filhos, pois ainda são crianças ou estão na fase da adolescência. Isso prova que o casamento está em alta - arremata Solange. Quanto às tendências, a empresária explica que a preferência é pelos modelos mais justos e ousados nos decotes como os “tomara que caia” e “frente única”. Mas, para dar maior comodidade, sem perder a classe, a empresária diz que os vestidos com caudas removíveis têm sido muito procurados pelas noivas, geralmente, mais jovens. - Essas noivas querem aproveitar ao máximo a festa e, por isso, algumas até trocam os sapatos por sandálias a fim de se sentirem mais à vontade para dançar e relaxar do estresse provocado pelos dias que antece-
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dem à cerimônia, afirma a empresária. Com duas lojas em Madureira, uma no Centro do Rio e outra em Duque de Caxias, a dona da Raio de Sol atribui o bom momento de seu segmento às facilidades hoje oferecidas pelo mercado, principalmente em relação às formas de pagamento. - Atualmente é muito fácil se vestir, se produzir para um evento, pois a facilidade do crédito vinda com a estabilidade econômica possibilitou isso – justifica. Solange lembra que desde a criação da Raio de Sol, em 1980, trabalhava somente com vendas, porém, há cerca de 15 anos, por exigência do mercado, passou a oferecer também o aluguel. A estratégia, segundo ela, deu tão certo que atualmente o aluguel de roupas representa 90% do faturamento de sua empresa. - A locação de roupas, tanto para homens como mulheres, não só tornou o casamento mais barato como incentivou às pessoas a se casarem mais. Além de economizar bastante, com o aluguel não existe a preocupação de lavar ou guardar o vestido depois da cerimônia. Hoje só quem compra vestido são algumas noivas que buscam manter a tradição na família já que a avó, a mãe e a irmã guardaram seus próprios vestidos. Ou então aquelas que querem que o vestido utilizado no seu dia do casamento seja somente usado por elas e mais ninguém – constata incisiva, Solange Piffer.
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CAPA
“O atendimento personalizado é fundamental para fidelizar clientes” Nazir Dionizio, da Só Núpcias
A gerente da loja Só Núpcias, no NorteShopping, Nazir Dionízio dos Santos, concorda e afirma que o aluguel de roupas para festas e casamentos, em especial, causou uma grande revolução no mercado. - Até há algum tempo havia muito preconceito em relação ao aluguel de roupas, porém, hoje, isso não existe mais. O rigoroso processo, nos dias atuais, utilizado pelas empresas que trabalham com este tipo de comércio, de higiene, lavagem e conservação das roupas, acabou por conscientizar as pessoas de que é muito mais vantajoso alugar do que comprar. Antigamente quando se comprava a roupa mais tarde tornava-se um “elefante branco” no armário. O aluguel permite também à noiva
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escolher o modelo de seus sonhos, no caso da primeira locação, tornando-o exclusivo para ela – detalha Nazir. Segundo a gerente da Só Núpcias, o sucesso da locação de roupas depende muito do atendimento personalizado. Afinal, o contato com o cliente que vai alugar, seja homem ou mulher, é muito maior do que o da compra, já que passa por várias etapas - desde quando entra na loja e escolhe o modelo que resulta na locação, até as provas, a entrega e a devolução. - Isso cria, na maioria das vezes, um vínculo de amizade entre os lojistas e os clientes. Por isso, o atendimento personalizado é fundamental para fidelizar a clientela - finaliza sorrindo, Nazir.
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FISCO-TRIBUTÁRIO
Lojistas devem atentar para os estoques
A fiscal da Secretaria de Fazenda, Teresa Marina Cunha, de pé, deu orientações sobre tipos de PAC_ ECF. Sentados, a advogada do Sindilojas-Rio, Marta Brito, entre os auditores da Secretaria de Fazenda Cristiane Calazans e André Carneiro. Os varejistas do Rio devem ficar atentos em relação ao controle de estoque de suas lojas, pois poderão ter sérios problemas com o Fisco. O alerta foi feito por auditores da Secretaria de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro (SEFAZRJ) no seminário promovido pelo sindicato das Empresas de Informática no dia 16 de março, na sede do Sindicato dos Contabilistas do Rio de Janeiro (Sindicont-Rio). Os auditores explicaram que, através do “menu fiscal” inserido no PAF-ECF (Programa Aplicativo Fiscal – Emissor de Cupom Fiscal), o Fisco tem acesso a todas as operações realizadas nos estabelecimentos. O seminário contou com a participação dos auditores André Carneiro, Thereza Marina Cunha e Cristiane Calazans. No evento, que contou com o apoio do Sindilojas-Rio e do CDLRio, os palestrantes lembraram que a Secretaria de Fazenda do Estado do Rio, no início deste ano, encaminhou carta para contribuintes varejistas informandolhes sobre a inexistência de Emissores de Cupom Fiscal matriciais (sem Memória de Fita Detalhe – MFD) ou sem o Programa Aplicativo Fiscal (PAF) apropriados em seus estabelecimentos comerciais. - O varejista precisa ter controle total de seu estoque e registrar todas as mercadorias para não correr risco de ser penalizado. Caso os valores não coincidam, com certeza serão feitas autuações e aplicadas multas conforme a legislação atual. Com o PAF, o Fisco tem informações seguras de qualquer operação realizada nos estabeleci-
mentos, desde um simples orçamento de pré-venda até os arquivos e relatórios. Na realidade, o PAF dificulta o “caixa dois”, pois registra tudo o que se passa dentro da empresa – destacou a palestrante Cristiane Calazans no seminário que teve como tema “ECF com MFD / PAF-ECF. O que mudou?”. A fiscal Thereza Marina Cunha abriu o evento chamando a atenção dos participantes sobre a legislação que implantou o PAF-ECF no Estado do Rio de Janeiro. Falou dos tipos de equipamentos que devem ser usados pelos contribuintes, conforme o seu segmento de negócio: comércio, supermercados, mini-mercados, hortifrutis e similares, bares, restaurantes e lanchonetes. Também abordou outros assuntos como o Decreto 42.645/10, que concedeu crédito presumido de ICMS aos contribuintes que providenciaram a troca do ECF matricial para MFD. O auditor André Carneiro também tirou dúvidas dos participantes ao falar sobre assuntos relacionados a arquivos MFD e aos procedimentos que devem ser feitos para adequação e o uso do PAF-ECF. Alertou que todos os contribuintes estão obrigados a transmitir o arquivo MFD, inclusive as empresas inscritas no Simples Nacional e as que ainda não possuem ECF. Ao final, André Carneiro advertiu às empresas que ainda não regularizaram o PAF-ECF, sobre os prazos vigentes estabelecidos pela Secretaria de Fazenda do Estado do Rio visando corrigir a situação:
Receita Bruta Anual 2009
Prazo Até
Superior a R$ 2.400.000,00
31 de março de 2011
Superior a R$ 720.000,00 até R$ 2.400.000,00
30 de junho de 2011
Superior a R$ 240.000,00 até R$ 720.000,00
30 de setembro de 2011
Superior a R$ 240.000,00
31 de dezembro de 2011
120.000.00 até R$
Os lojistas que desejarem outras informações sobre PAF-ECF podem contatar o Núcleo Fisco-Tributário do Sindilojas-Rio pelo tel. 2217-5000 ou pessoalmente na Rua da Quitanda, 3, 10º andar, de 2ª a 6ª feira, de 9 as 17 horas.
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COMÉRCIO
A boa compra garante melhor venda
Veterano lojista, já falecido, afirmava que quem sabe comprar terá boas vendas. Lembrando este lojista, a antiga revista Diretor Lojista publicou em sua edição de fevereiro de 1981, interessante artigo sobre a importância de o lojista saber comprar os produtos que irá vender. É possível que o Dependendo da estrutura comercial de uma loja, a pessoa encarregada de efetuar as compras pode ser um profissional especializado, o gerente da loja ou até mesmo o próprio dono do estabelecimento. É indispensável, porém, que essa pessoa tenha profundos conhecimentos de comercialização. Isto significa: ●● ●● ●● ●● ●● ●● ●●
●● ●● ●●
Conhecer as características das mercadorias, marcas, modelos, qualidades, tamanhos. Conhecer os fornecedores que poderão servi-los nas melhores condições. Saber analisar a capacidade de compra da empresa. Fazer planos e cálculos a fim de comprar artigos certos, em quantidades certas, nas devidas épocas. Acompanhar a rotatividade do estoque da empresa. Os requisitos necessários, entretanto, não param aqui. É preciso ainda: Saber destacar nas mercadorias existentes na loja, os pontos de venda mais interessantes, que mais atraem o consumidor, a fim de contribuir na necessária orientação dos vendedores, facilitando a venda. Conhecer as épocas adequadas para a venda dos diferentes tipos de mercadorias. Colaborar no planejamento de promoções e campanhas de vendas. Idealizar a apresentação de mercadorias como se fossem ofertas, o que motiva um aumento de vendas.
Antes de se preocupar com a concorrência, a pessoa encarregada das compras deve consultar o seu cadastro de fornecedores com o objetivo de eliminar os menos idôneos, aqueles que costumam não dar garantias de seus produtos, os que não fornecem as mercadorias de acordo
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artigo possa ter alguns aspectos já ultrapassados, mas ainda é bem atual em grande parte, merecendo ser lido. Temos que considerar que na década de 80 o Marketing ainda estava na adolescência no comércio brasileiro. E também a Internet era um sonho. com os pedidos feitos e os que não cumprem os prazos de entrega. Partindo desse princípio, o comprador poderá aguardar a visita do fornecedor ou então fazer uso das conhecidas consultas por telefone (hoje é mais fácil pela Internet), a fim de obter as informações necessárias para ser bem atendido e melhor atender à necessidade que a sua empresa tem de determinados artigos. Se levarmos em consideração que uma compra é afetada pelo interesse de cada um –comprador e vendedor-, a experiência sugere que a pessoa encarregada das compras tome algumas precauções, a saber: ●● ●● ●● ●● ●● ●●
Faça com que a negociação seja realizada em seu estabelecimento, de acordo com seus propósitos. Dê ao vendedor (fabricante) a oportunidade de falar a maior parte do tempo. Quando sentir que chegou a sua vez de falar, não deixe escapar nenhum dado ou informação sigiloso. Evite reações emocionais em consequência de argumentos do vendedor, ou ao apresentar os seus próprios argumentos. Evite um desfecho apressado. Procure satisfazer, em termos, as necessidades dos homens com os quais está negociando.
Como a maior parte dos vendedores sente satisfação em persuadir e vender, porém é um tanto inseguro, dê a impressão de que foi persuadido e conseguirá concessões. Esta é uma maneira para se chegar a um denominador comum entre quem quer vender e quem precisa comprar. A compra deverá obedecer às reais necessidades da loja, condições e tendências da praça e disponibilidade financeira da loja.
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As compras devem atender as necessidades da loja, tendência do mercado e disponibilidade financeira
Tipos de compra
EMERGÊNCIA – É a compra realizada quando se apresenta a necessidade. Ela acontece quando na loja não existe um planejamento de compra ou quando este é mal executado. Este tipo de compra tem a vantagem, se é que se pode chamar assim, da loja estar evitando possíveis riscos com a alteração de preços. Todavia, tem a grande desvantagem de não poder oferecer mercadoria a bom preço. ESPECULATIVA – É a compra realizada em quantidades, antes de se apresentar a necessidade. É aconselhável que o lojista procure evitar esse tipo de compra, pelo fato de não haver informações adequadas do mercado, ficando sujeito a uma desastrosa experiência. ANTECIPADA – É a compra efetuada a fim de atender às necessidades reais de determinado período do ano e de acordo com a planificação preestabelecida CONTRATADA – É o tipo de compra com entrega em época especificada. Através de contrato, a loja tem condições de adquirir mercadorias especiais, modelos exclusivos, novidades ou produtos ainda não lançados na praça.
De acordo com o potencial da organização e das circunstâncias, as compras realizadas em grande quantidade oferecem inúmeras vantagens, tais como: 1. Preços e descontos especiais. 2. Maior percentual de lucratividade. 3. Existência no mercado da tendência de elevação de preços. 4. Condições para enfrentar melhor os preços da concorrência. Alinhadas algumas das vantagens que podem advir para a loja, encontramos, paralelamente, algumas desvantagens: 1. Descontrole do fluxo normal do estoque. 2. Demorando a vender, a mercadoria ficará exposta ao eventual perigo da queda de preço, ou cair de moda. 3. Imobilização de recursos financeiros. Com a demora de venda da mercadoria, podem advir prejuízos para as previsões orçamentárias da loja, e, conseqüentemente, aumento de custo operacional da empresa. O lojista não deve se esquecer de que tanto a venda quanto a margem de lucro da loja, dependem da habilidade na compra. Uma boa compra requer conhecimentos abalizados
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dos elementos de procura e oferta. Conhecimentos como esses podem ser adquiridos através de leituras especializadas, pesquisas de mercado, contratos diretos com os fabricantes, fornecedores, vendedores, representantes e consumidores. A provável procura de cada mercadoria é o termômetro, com relação à quantidade para a decisão de compra. Levando-se em consideração que tanto as vendas como as compras dependem diretamente da situação econômica-financeira e social do público consumidor, convém ficar com a “pulga atrás da orelha” quando um fornecedor oferecer condições super vantajosas. A verdade é que nenhum fornecedor é tão ingênuo para vender com menos lucro o que poderá vender conseguindo melhor margem. Além dos conhecimentos específicos e da experiência que o lojista possa ter, é preciso levar em conta outros fatores para a escolha acertada ou não da compra. A fim de atender às necessidades de cada empresa, ela deverá possuir seus próprios formulários de: - fichas de fornecedores; - fichas individuais de controle de estoque; - registros diversos, e - calendários de compras e vendas.
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COMÉRCIO
Lojistas do Rio apreciam proposta de reajuste salarial dos comerciários Os lojistas do Rio através de seu Sindilojas-Rio iniciaram os estudos para o reajuste salarial dos comerciários, a vigorar a partir de 12 de maio. Na Assembleia Geral Extraordinária do Sindilojas-Rio aberta a 29 de março, o aumento salarial e outras convenções coletivas de trabalho estiveram na pauta da reunião. O Sindicato dos Empregados no Comércio do Rio de Janeiro ofereceu propostas em relação às convenções a serem firmadas entre ambos os sindicatos. A Assembleia considerando que as propostas do Sindicato dos Comerciários relativas às convenções do reajuste salarial, como as do trabalho dos comerciários nos domingos, nos domingos de final de ano e nos feriados exigiriam estudo mais demorado, aprovou que as mesmas fossem apreciadas por Comissão de Negociação, formada por lojistas. Em conseqüencia, a Assembleia ficou em sessão per-
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manente, sendo reaberta para a apreciação das sugestões da Comissão de Negociação. O presidente da Assembleia, o empresário Roberto Cury, informou que a reabertura dos trabalhos será anunciada às empresas lojistas do Rio através de Notícias Expressas, e-mail de noticiário do Sindilojas-Rio. As empresas lojistas que não recebem Notícias Expressas podem solicitar a remessa, informando seu e-mail para comunicacao@sindilojasrio.com.br Na Assembleia de 29 de março foi ainda apreciada a questão dos meios alternativos de controle da jornada de trabalho na forma da Portaria 373/11, a serem negociados com o Sindicato dos Comerciários. Foi deliberado que o Sindilojas-Rio assessorará a Comissão Negocial nessa questão, buscando meios mais simples e práticos de controle de frequência ao trabalho.
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VAREJO Juedir Teixeira,
Mix de Produtos e Mapa de Sortimento
Vice-Presidente de Marketing do Sindilojas-Rio e membro do Conselho Editorial da Empresário Lojista
Em trabalho de consultoria que tenho realizado para empresas varejistas uma das grandes deficiências de gestão observada está na definição do mix de produtos e do mapa de sortimento, que acaba trazendo consequências para as demais áreas da empresa: comercial, estoque e financeira. Mas o que significa? Mix de produtos são as categorias ou linhas de produtos com que a loja pretende trabalhar e o mapa de sortimento significa o número de modelos, tamanhos e cores que a marca pretende trabalhar dentro de cada categoria. No passado recente, ao abrir uma loja o empresário tinha que saber qual o produto que pretendia vender (foco no produto). Agora ele precisa primeiro saber para quem ele pretende vender, o que este cliente compra e como gosta de comprar (foco no cliente), para depois definir qual o mix de produtos e o mapa de sortimento a serem adotados. Como muitas empresas ainda trabalham com foco no produto e como não conhecem e entendem os seus clientes (você precisa conhecer o seu cliente para entender e entender para poder atender), acabam trabalhando com uma linha de produtos muito extensa e um mapa de sortimento muito grande, priorizando a variedade em detrimento da profundidade, o que traz duas consequencias graves: valor elevado imobilizado em estoque e perda de venda
por falta de produto em estoque, ou seja: o que vende não tem em estoque e o que tem em estoque não vende. Você conhece alguém que já vivenciou uma situação dessas? Nesse caso, normalmente se arruma logo um culpado: a equipe de vendas, que não consegue vender e a falta de capital de giro leva a recorrer a bancos, que com cobrança de juros elevados e vem a conclusão que o negócio é inviável. Na verdade, muitas vezes, o negócio é lucrativo, mas a prática de gestão não é a mais apropriada, o que leva a falência da empresa. Para sobreviver nesse mercado altamente competitivo atual, o empresário varejista precisa conhecer e aplicar as modernas ferramentas de gestão disponíveis, com bom planejamento de O empresário venda, de estoque, de compra e de custos, com definição de varejista indicadores de desempenho precisa conhecer e para medir e acompanhar a aplicar as modernas performance do negócio. Segue abaixo uma planilha ferramentas de para você entender melhor o gestão disponíveis conceito apresentado e aplicar na sua empresa, caso julgue oportuno:
Se você pretende conhecer melhor o assunto entre em contato com o Instituto do Varejo – IVAR, pelo telefone (21) 2506-1209 ou visite o meu site WWW.juedirconsultor.com.br.
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PERGUNTAS E RESPOSTAS
PERGUNTE! Empresário Lojista responde Os empresários lojistas, mesmo não tendo empresa associada ao Sindilojas-Rio, podem fazer consultas sobre questões jurídicas trabalhistas, cíveis e tributárias através do tel. 2217-5000, de 2ª a 6ª feira, de 9 às 17 horas. A seguir, algumas perguntas encaminhadas à advogada Luciana Mendonça, da Gerência Jurídica do Sindilojas-Rio, e suas respostas. A obrigatoriedade do uso do registrador do ponto eletrônico foi adiada? Sim. O Ministério do Trabalho, através da Portaria 373, de 25/02/2011, adiou, para 01/09/2011, o uso obrigatório do registrador eletrônico de ponto, que estava previsto para vigorar a partir de março de 2011. De acordo com a Portaria, os empregadores poderão adotar sistemas alternativos de controle da jornada, desde que autorizados por Convenção ou Acordo Coletivo de Trabalho. Desde quando o novo salário mínimo de R$ 545,00 está vigorando? Com a publicação da Lei 12.382/2011,
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o novo salário mínimo de R$ 545,00 está vigorando desde 01/03/2011. O vale transporte pode ser pago em dinheiro? Não. Embora a legislação estabeleça que o fornecimento do vale-transporte não tem natureza salarial e nem constitui remuneração para base de cálculo de INSS, FGTS ou IRPF, é vedado ao empregador substituir o vale-transporte por antecipação em dinheiro ou qualquer outra forma de pagamento, salvo se houver falta ou insuficiência de estoque de vale-transporte (dos fornecedores) necessário ao atendimento da demanda e ao funcionamento do sistema. Ocorrendo o falecimento do empregado, como fica a rescisão do contrato de trabalho? O falecimento do empregado constitui um dos meios de extinção do contrato individual de trabalho, extinguindo de imediato o contrato a partir do óbito. Para determinação do cálculo das verbas rescisórias considerar-se-á esta modalidade de rescisão do contrato de trabalho como pedido de demissão,
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sem aviso prévio. Os valores não recebidos em vida pelo empregado serão pagos em quotas iguais aos dependentes habilitados perante a Previdência Social ou, na sua falta, aos sucessores previstos na lei civil, indicados em alvará judicial, independentemente de inventário ou arrolamento. Qual a penalidade para o empregador que não concede intervalo para descanso? Quando o intervalo para repouso e alimentação não for concedido pelo empregador, este ficará obrigado a remunerar o período correspondente com acréscimo de, no mínimo, 50% sobre o valor da remuneração da hora normal de trabalho. Também, em processo de fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego, a empresa ficará sujeita à multa, dobrada na reincidência, por oposição ou desacato a infração ao artigo 71 da CLT, o qual dispõe que em qualquer trabalho contínuo, cuja duração exceda a seis horas, é obrigatória a concessão de intervalo para refeição e repouso de no mínimo uma hora. É devido o adicional noturno mesmo
DÚVIDAS JURÍDICAS
após as cinco horas do dia seguinte nos casos de prorrogação de jornada? Sim. A CLT estabelece que nos horários mistos, assim entendidos os que abrangem períodos diurnos e noturnos, bem como nos casos de prorrogação do trabalho noturno, também se aplica o disposto no art. 73 da CLT, sendo devido, portanto, o acréscimo na remuneração de, no mínimo, 20% sobre a hora diurna. Este entendimento está consubstanciado, inclusive, na Súmula 60 do TST, a qual dispõe que o adicional noturno será também devido quando houver a prorrogação da jornada noturna, ou seja, além das horas extraordinárias, o empregado terá direito ao adicional noturno ainda que o horário de trabalho ultrapasse às 05:00h da manhã. Quais os intervalos mínimos para a realização dos exames periódicos? Os exames periódicos devem ser realizados a cada ano para os trabalhadores menores de 18 anos e maiores de 45 anos de idade, ou a cada dois anos para os trabalhadores entre 18 e 45 anos, havendo periodicidade específica para trabalhadores expostos a agentes de risco à saúde que devem
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ser avaliados mediante a análise do caso concreto. O empregado com mais de 50 anos pode tirar férias em dois períodos? Não. Aos empregados menores de 18 anos e aos maiores de 50 anos de idade, as férias serão sempre concedidas de uma única vez. O que a empresa, associada ao Sindilojas-Rio, deve fazer ao receber uma Reclamação Trabalhista? Deve encaminhar imediatamente a notificação acompanhada da Reclamação ao Núcleo Jurídico Trabalhista do Sindilojas-Rio, na Rua da Quitanda, nº 3 – 10º andar, pois é necessário um prazo mínimo de cinco dias úteis para ser feita a defesa, excluindo-se o dia de entrada e o dia da audiência. O advogado solicitará uma relação de documentos a serem entregues em data marcada, para a elaboração da contestação. Quando poderá o locador propor Ação Revisional? Em todos os tipos de locação, depois de três anos de vigência do contrato, não havendo acordo entre as partes, poderá o locador, pedir atualização
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do valor da locação, mediante Ação Revisional, para adequá-lo ao valor de mercado. Poderá, também, ser proposta a Ação após três anos do último acordo do reajuste. Direção: J. Teotônio
Tel: (21) 2583-9797
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RECURSOS HUMANOS Luiz Bravo, editor da Empresário Lojista
Como superar tristezas
Na década de 60, mantive uma coluna de Relações Humanas no tradicional jornal carioca Correio da Manhã. Uma das correspondências recebidas que mais me emocionou foi a de uma leitora mineira, que nos pediu para omitir seu nome. O interessante é que ela ao invés de pedir orientação, ofereceu uma excelente colaboração. Embora sem Em sua carta, informa ter problemas que há três anos se ende natureza viuvou. Já com idade e econômica, tinha sem nenhum filho, pascarência afetiva. Nos sou a viver o seu drama meses seguintes à de viúva. Embora sem morte do marido, ter problemas de natureza econômica, tinha cavivia em casa. Não rência afetiva. Nos megostava nem de ses seguintes à morte do conversar. marido, vivia em casa. Não gostava nem de conversar. Como nos escreveu: “Vivia o meu drama. Até mesmo problemas de natureza orgânica surgiram, muitos sem diagnóstico, apesar dos vários médicos consultados”. - Felizmente, seis meses depois da morte de meu marido, uma velha amiga me procurou. Ao contrário de muitas outras que me visitavam para falar sobre a minha depressão ou mesmo sobre o meu marido, ela me deu uma grande ajuda. Graças a esta ajuda passei a ter outra razão de viver. Muitos dos meus males físicos desapareceram como por encanto. Hoje, sou alegre, procuro viver, embora não deixe de visitar a sepultura de meu marido sempre que posso. Esta amiga, prossegue a leitora, me convidou para lhe ajudar numa organização social que assiste, afetivamente, doentes, principalmente cancerosos. Desde então, todo o meu tempo livre é de-
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dicado a estes doentes. Até mesmo quando estou assistindo às minhas novelas na televisão, não fico parada, pois estou sempre fazendo tricô para carentes. Alguns parentes reclamam que eu não estou nem mais cuidando de minha saúde. Puro engano. Agora mesmo é que me sinto mais bem disposta, mais feliz mesmo. Ninguém é capaz de calcular como me sinto feliz quando visito a enfermaria de indigentes. Às vezes não levo nada material, apenas o meu carinho, a minha palavra. Como eles ficam contentes. Eu saio muito mais contente do que quando entrei na enfermaria. Agora vejo que eu perdi alguns anos de minha vida. Fiquei sempre preocupada comigo mesma. Principalmente quando perdi o marido, depois de 30 anos de excelente vida em comum. Tenho certeza de que se ele puder me ver, estará muito mais contente agora do que antes, quando ainda chorava a sua morte. Sr. Luiz Bravo, eu peço que o senhor transcreva e comente a minha carta. Há muitas pessoas, como eu que, apesar de poderem ser felizes mesmo com uma perda irreparável, nada fazem para superar a tristeza. Eu não sei, mas acho como o senhor já tem escrito, que as pessoas são infelizes porque se auto-preocupam. Quando passei a me preocupar mais com os outros, não tive mais tempo para pensar em minha desgraça. Eu acho até que não há mais tempo para sentir as diversas dores e mal-estares”. Prezada leitora, qualquer comentário de nossa parte seria desnecessário. A sua carta diz tudo. Apenas pedimos aos leitores que analisem esta carta e percebam a lição dada para quantos sofrem por grandes perdas, sejam elas pessoais ou mesmo materiais. E os nossos agradecimentos à leitora mineira pela excelente contribuição à coluna de “Relações Humanas”.
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A Audioteca Sal e Luz é uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, que produz e empresta livros falados (audiolivros). Os audiolivros são emprestados gratuitamente a cegos e a deficientes visuais, inclusive a idosos com dificuldades de visão pela idade avançada. Seu acervo conta com mais de 2.700 títulos de literatura em geral, passando por textos religiosos até textos e provas corrigidas voltadas para concursos públicos em geral. Se o leitor conhece cego ou deficiente visual fale da Audioteca Sal e Luz, divulgando que eles podem contar com empréstimos de livros em forma de K7, CVD ou MP3. Para ter acesso ao acervo da Audioteca basta se associar na sede, na Rua Primeiro de Março, 125 - Centro. Rio. Não precisa ser morador do Rio de Janeiro. Há outra opção face à dificuldade de locomoção dos deficientes na nossa Cidade. Os interessados podem solicitar o livro pelo telefone, escolhendo o título pelo site, e que
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SOCIAL
Ajude cegos e deficientes a a disporem de audiolivros será enviado gratuitamente pelos Correios. A maior preocupação da Audioteca é que, apesar do governo estar ajudando imensamente, é preciso apresentar resultados. É preciso atingir um número significativo de associados que realmente contemplem o trabalho, caso contrário poderá see extinta e os cegos e os deficientes não poderão desfrutar da magia da leitura. Só quem tem o prazer na leitura, sabe dizer que é impossível imaginar o mundo sem os livros... A Audioteca não precisa de ajuda financeira, mas de divulgação, para que um maior número de cegos e deficientes visuais e mesmo idosos com dificuldades para enxergar utilizem dos empréstimos da Audioteca Sal e Luz. Christiane Blume - Audioteca Sal e Luz. Rua Primeiro de Março, 125 - 7º Andar. Centro - Rio. CEP 20010-000. Telefone (21) 2233-8007 Horário de atendimento: 8 as 6 horas http://audioteca.org.br/noticias.htm.
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CÂMARAS SETORIAIS
Câmaras Setoriais de Lojistas: Fórum de Representação do Comércio As Câmaras Setoriais de Lojistas do SindilojasRio criadas a partir do ano de 2003, têm por objetivo balizar e conhecer com maior profundidade os problemas e dificuldades da categoria, ou seja, a especificidade de cada segmento. Com a finalidade de “integrar os empresários de diversos segmentos, buscar alternativas para aumentar a rentabilidade de seus negócios e unir forças para defender os interesses da categoria empresarial”, as As Câmaras têm Câmaras Setoriais cono objetivo de tam com o respaldo da integrar empresários, tradição, experiência e unir forças e aumentar estrutura do Sindilojasa rentabilidade dos Rio, entidade represenseus negócios tativa do empresariado do varejo no Rio. Com o apoio do Sindilojas-Rio, os empresários das Câmaras Setoriais discutem seus problemas, analisam alternativas e propõem soluções para fortalecer a atuação das empresas no mercado, contribuindo, assim, para o aumento da representatividade sindical. O modelo simples das câmaras setoriais tem se mostrado ao longo de sua criação, dinâmico e coroado de pleno êxito. Dentro dessa filosofia já se encontra em andamento neste ano de 2011 a criação das câmaras setoriais de tecidos, cama, mesa e banho, do comércio de bicicletas e a efetiva formalização da Câmara de lojistas de tabacarias. Todas as câmaras existentes, num total de dez, foram criadas por demanda espontânea dos lojistas, cada uma com suas peculiaridades e as seguintes características:
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Ronaldo Rapozo, assessor do Sindilojas-Rio
A Câmara de Moda Infantil, por exemplo, nasceu da necessidade de regulamentar as “feirinhas” que, ao longo dos anos, prejudicam sobremaneira o comércio legalmente estabelecido; A Câmara de Papelarias e Livrarias desenvolve esforços para restringir a entrada e atuação de grandes redes atacadistas no varejo do Rio, que vem contribuindo negativamente nos resultados financeiros das empresas, gerando concorrência desleal em função dos preços praticados no mercado; A Câmara da Zona Sul participa diretamente junto aos órgãos da administração pública responsáveis pela segurança e controle urbano, ordenando e fiscalizando toda a parte comercial que compreende sua área de atuação; A Câmara do Centro produz levantamento dos problemas da cidade em parceria com a Prefeitura, Região Administrativa, 13º e 5º BPM, objetivando o ordenamento do comércio da região, focando sua atuação na segurança e no preocupante crescimento da economia informal (camelôs), que concorre deslealmente com o comércio estabelecido; Já a Câmara de Pet Shop iniciou suas atividades pela necessidade de unir o segmento, haja vista que os supermercados passaram a comercializar produtos comuns ao segmento pet, pois, inicialmente, só eram encontrados nas lojas do ramo. Com a prática de preços muito abaixo da tabela em função de melhor negociação com fornecedores, os lojistas tiveram grandes perdas nas vendas; A Câmara de Joalherias e Relojoarias atua no sentido de criar mecanismo que possa resolver a questão dos selos que soltam das mercadorias expostas em vitrines, em função da qualidade da cola utilizada pela indústria e que gera multas quando
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cais, Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), federações de lojistas, associações de lojistas de shoppings, câmaras de dirigentes lojistas e associações comerciais de todos os estados.
da atuação da fiscalização dos órgãos competentes; A Câmara de Sapatarias faz trabalho contínuo junto aos fornecedores objetivando acertar e consolidar o markup, visando principalmente à uniformização dos preços das mercadorias; A Câmara de Instrumentos Musicais nasceu da necessidade de acerto e consolidação de markup, em função da margem praticada não ser suficiente para o adimplemento da alta carga tributária praticada pelo governo; A Câmara de Brinquedos trabalha incessantemente desde a sua criação no sentido de equacionar junto ao governo estadual a questão da substituição tributária que obriga o comerciante a recolher antecipadamente o ICMS na entrada da mercadoria, sem ao menos saber se vai conseguir vendê-la; A Câmara de Shopping Centers, a primeira criada no Sindilojas-Rio em 2003, nasceu da necessidade dos lojistas buscarem maior equilíbrio na negociação dos contratos de locação entre as empresas e administradores de shoppings. Essa diferença entre as partes é tão desigual que um grupo de lojistas de Shopping Centers procurou o Sindilojas-Rio solicitando o apoio e intermediação na resolução do problema. As decisões tomadas pelo grupo que compõem a Câmara de Shopping Centers se mostraram de tal importância para o movimento que gerou a criação do CONECS - Conselho Nacional de Entidades do Comércio em Shopping Centers, entidade sem fins lucrativos com abrangência nacional e que, atualmente, encontra-se sob a coordenação do Sindicato dos Lojistas de Porto Alegre. O CONECS cresceu com tanta expressividade que hoje é composto por dezenas de entidades sindi-
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O principal objetivo do CONECS é concretizar a aprovação do PL 7.137/2002, de autoria da ex-deputada Zulaiê Cobra, que visa modificar a Lei nº 8245, promulgada em 1991(Lei do inquilinato), portanto, há 20 anos, antes do advento do Plano Real em 1º de julho de 1994. Não pairam quaisquer dúvidas de que o legislador naquela ocasião ateve-se a adaptá-la àqueles tempos de inflação galopante. O projeto em debate foi apresentado em todo o Brasil, nas capitais e principais cidades do interior, na qual foram constatados por pesquisa os problemas dos lojistas, sendo que através de uma simples análise, verificou-se a semelhança dos contratos de locação e seus anexos, identificando-se apenas uma diferença, uns contratos são ainda mais leoninos que os outros. A distorção existente nos aluguéis comerciais fez com que os lojistas, ficassem em situação financeira precária e sem nenhuma perspectiva, ocasionando grande número de empresas em total estado de insolvência e de lojas fechadas. Hoje, acreditam os componentes do CONECS que a aprovação do Projeto 7.137/2002 deve ser interpretada como fator social e econômico, em virtude do claro desequilíbrio que afeta todo mercado de locações e, em consequência, a população do País.
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DIREITO
Novas Regras do Cartão de Crédito Em recente reunião, o Conselho Monetário Nacional anunciou novas medidas para o uso do cartão de crédito já a partir do dia 1º de junho de 2011. Entre as adequações está o valor mínimo do pagamento da fatura mensal que aumentará dos atuais 10% para 15%, sendo que a partir de dezembro de 2011, o pagamento mínimo será de 20%. Além disso, o pacote de medidas determina quais são as cobranças que poderão ser feitas pelas Estas novas operadoras de cartões, regras quais os tipos de cartão de crédito que poderão beneficiarão a todos ser oferecidos etc.. os consumidores Estas novas regras beneficiarão a todos os consumidores brasileiros, primeiro por que se terá a exata noção do que se pode pagar, e, depois, por que as regras das cobranças tarifárias dos cartões de crédito serão unificadas. Hoje não há padronização de procedimentos e de cobranças, com a entrada em vigor do novo regramento as administradoras não poderão cobrar pelo que não está previsto na medida anunciada. Outro ponto que beneficiará aos consumido-
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Alexandre Lima, advogado do CDLRio
res é a obrigatoriedade das informações das taxas cobradas e a publicação destas no site do Banco Central, com esse procedimento poderá haver concorrência entre as instituições financeiras, e uma maior transparência para os captadores de crédito. Sobre o pagamento mínimo do valor da fatura, o Conselho Monetário Nacional pecou. Mesmo com o avanço no aumento do percentual mínimo de 15% no primeiro momento e, de 20% a partir de dezembro de 2011, tal regra não obstará o endividamento dos consumidores. Isso se dá em razão de que o consumidor brasileiro atraído pela compra a crédito tem se endividado mais que o normal pelo simples fato de poder “postergar” os seus pagamentos. Aliado a isso, os juros cobrados no Brasil são extorsivos e com isso o valor da fatura vira uma “bola de neve”, impossibilitando o pagamento no futuro, caso não seja utilizado de forma correta. Por isso, o pagamento integral da fatura continua sendo o melhor procedimento. Por fim, mesmo com as mudanças anunciadas pelo Conselho Monetário Nacional é necessária a atenção na utilização desse dinheiro de plástico, evitando-se, assim, contratempos maiores em sua vida financeira.
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CONTÁBIL
A importância do contabilista no comércio lojista 25 de abril é o Dia do Contabilista, profissional atento ao cumprimento das obrigações fisco-tributárias dos clientes, sempre assessorando os lojistas no êxito de seus empreendimentos. Profissão das mais antigas há muito tempo que a contabilidade está presente em praticamente todas as atividades humanas. Hoje, mais do nunca, com o desenvolvimento do comércio e da tecnologia, e as constantes alterações na legislação tributária, o contabilista passou a ser muito além do que um mero especialista em cálculos. Tornou-se um consultor de grande valor e importância, profissional que organiza e supervisiona a contabilidade da empresa e a vida do lojista em seu dia a dia. E, para comemorar o Dia do Contabilista, o Sindilojas-Rio e o CDLRio, através da Empresário Lojista, ouviu a presidente do Sindicont-Rio (Sindicato dos Contabilistas do Rio de Janeiro), Damaris Amaral, profissional das mais admiradas e respeitadas na área de Ciências Contábeis do Rio de Janeiro e do Brasil.
Empresário Lojista: Em sua opinião como deve ser a relação do contabilista com o lojista? Damaris Amaral: Deve ser de confiança, transparência nas informações e acima de tudo de respeito mútuo. A documentação deve ser enviada com rigor e rapidez, pois o trabalho a ser executado requer este procedimento. EL: Quais são os problemas mais freqüentes que o contabilista enfrenta nos dias atuais? Damaris: São muitos. Um relacionamento comprometido e eficiente já mencionado na resposta da pergunta anterior, o excesso de Obrigações Acessórias, dificultando um melhor desempenho na participação do gerenciamento contábil das empresas. EL: Além de ético, como deve ser o profissional que atua nesta área? Damaris: Transparente e cauteloso nas informações. EL: O perfil do contabilista de hoje é bem diferente comparado ao de antigamente. A senhora poderia definir resumidamente esta mudança? Damaris: Sim. O trabalho de hoje é executado com
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uma tecnologia avançada e requer um preparo maior. O contabilista de hoje participa da gestão da empresa. EL: O que o contabilista deve buscar para melhorar seu desempenho profissional e satisfazer sua clientela? Damaris: Precisa estar sempre se capacitando para que possa exercer com segurança o exercício profissional. EL: Como a senhora observa a trajetória vitoriosa das mulheres que hoje se destacam neste mundo da contabilidade? Damaris: A mulher veio avançando e mostrando a sua capacidade e eficiência. Hoje está sendo reconhecida e tem muito a contribuir. Entretanto, tem consciência de que há ainda um grande caminho a percorrer. EL: Qual a mensagem que a senhora gostaria de enviar para os contabilistas? Damaris: Que o momento da contabilidade está bastante agitado com mudanças frequentes e é nesta hora que a categoria deve procurar suas entidades, se unir e mostrar a sua força para superar os obstáculos.
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HOMENAGEM
Homenagem fortalece relação entre comerciários e lojistas O diretor de ensino da Associação dos Empregados no Comércio, Moisés Henrique Andrade, entregou o diploma de Sócio Honorário ao empresário Aldo Gonçalves, assistido por sua esposa, Dra. Tânia Gonçalves.
A Associação dos Empregados no Comércio do Rio de Janeiro (AEC) homenageou em 30 de março, o presidente do Sindilojas-Rio e do CDLRio, Aldo Gonçalves, com o título de “Associado Honorário”. A cerimônia foi presidida pelo diretor da AEC, Moisés Henrique de Andrade, que destacou a importância de fortalecer cada vez mais a relação entre os comerciários e os varejistas do Rio. Falando em nome das duas entidades que dirige, o empresário Aldo Gonçalves afirmou que a homenagem recebida reforçará a união do Sindilojas-Rio e do CDLRio com a centenária Associação dos Empregados no Comércio. - Estou realmente engrandecido por começar a fazer parte desta Associação que tem em sua história, não apenas serviços culturais, médicos e sociais, mas, principalmente, a memória da trajetória de defesa do direito do trabalho e a busca da harmonia entre empregados e empresários - disse o homenageado. Durante a solenidade, o presidente do Sindilojas-Rio e do CDLRio exaltou a importância do comércio no contexto social, especificamente, ao se referir que o segmento é o grande responsável pelo primeiro emprego de jovens que ingressam no mercado de trabalho. Também citou exemplos de brasileiros que iniciaram suas atividades no comér-
cio antes de se tornarem empresários como o próprio pai, Aldo Gonçalves, que trabalhou na Casa Gebara e depois fundou a Silhueta Infantil, rede de lojas de moda infantil, assim como o ex-vice-presidente da República, José Alencar, que iniciou suas atividades trabalhando na empresa do pai, em Minas Gerais. O empresário Aldo Gonçalves lembrou ainda a trajetória de Sylvio de Siqueira Cunha que dedicou sua vida ao comércio do Rio, trabalhando nas Casas Pernambucanas, José Silva e na rede de calçados Insinuante, e mais tarde assumiu a presidência do CDLRio e do Sindilojas-Rio, tornando-se um ícone no segmento do varejo. A seguir fez exposição sobre as atividades e serviços do Sindilojas-Rio e do CDLRio. A homenagem ao presidente Aldo Gonçalves fez parte da programação da comemoração dos 131 anos de fundação da AECRJ (oficialmente a 7 de março). Compareceram à solenidade, a presidente da 13ª AISP (Área de Integração de Segurança Pública), Maria João Bastos Gaio, a esposa do homenageado, a médica Tânia Gonçalves, além de representantes de entidades de classe e da sociedade civil.
Café comunitário da 13ª AISP O Café Comunitário da 13ª AISP (Área de Integração de Segurança Pública) ocorreu a 31 de março, no Sindilojas-Rio, contando com as presenças de autoridades ligadas aos governos do Estado e da Prefeitura do Rio, de representantes de órgãos públicos e de entidades de classe e da sociedade civil organizada, além de comerciantes do Centro. Durante o evento foram discutidas várias questões, destacando-se as relacionadas à segurança e camelotagem. O presidente do Sindilojas-Rio, Aldo Gonçalves, saudou os presentes e disse da importância das reuniões das AISPs para as respectivas comunidades. Na foto, da esquerda para a direita, o presidente da Associação de Moradores da Praça Cruz Vermelha, Carlos Augusto da Cidade; a delegada titular da DEAM-Centro (Delegacia de Atendimento à Mulher), Célia Silva Rosa; o vice-presidente de Relações Institucionais do Sindilojas-Rio, Roberto Cury; a presidente da 13ª AISP (Área de Integração de Segurança Pública), Maria João Bastos Gaio; o novo comandante do 13º BPM (Praça Tiradentes), tenentecoronel Hugo Freire de Vasconcellos Filho, e a coordenadora de doações do Hemorio, Naura Aparecida Faria.
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Os perigos da desobediência
A primeira cena que nos vem à cabeça é a desobediência caseira, aquela predominante e eternizada no dia a dia de pais e filhos. Recomendação de estudar, não chegar tarde em casa, escolher as amizades e locais a serem frequentados, evitar a todo custo se envolver com drogas e cuidar da saúde, ingerindo alimentos saudáveis. Detalhe importante: o simples ato de desobedecer gera conflitos e, por consequência, sérios aborrecimentos até esbarrar na punição. Lógico, os limites são ultrapassados, provoca-se desequilíbrio, preocupação, desarmonia. Vai querer receber o quê? Sorrisos e tapinhas nas costas? Só faltava essa! Em nome da criatividade, pelo mundo afora, empresas estão se utilizando de passagens bíblicas para mostrar aos empregados noções de obediência, hierarquia, bondade, amor, amizade, organização e regras de convivência. O episódio que nos chamou a atenção foi o relato histórico de Sansão e Dalila. Sansão tinha tudo para se tornar um predestinado, uma vez que foi criado com o objetivo de defender Israel da submissão dos filisteus. Por isso, veio ao mundo com poderes especiais. Por ser um nazireu de Deus, era um homem diferente dos outros e possuidor de uma força extraordinária, dom divino que só ele teria. Mas lhe foram estabelecidas três regras: 1) Não poderia cortar o cabelo (na época as cabeças eram raspadas com navalha); 2) Não poderia ingerir bebida alcoólica; 3) Não poderia se alimentar de proteínas vindas de animais mortos. Trazido para os dias de hoje, um vegetariano nato. Sansão nasceu, ficou adulto e foi à luta. Quase todo dia botava uns cem filisteus para correr, defendendo a sua gente. Ficou conhecido e começou a ser caçado pelos adversários no padrão “Procura-se Vivo ou Morto”. Ocorre que Sansão se interessou justamente por uma mulher da tribo dos filisteus. O pai e a mãe não aceitaram a união de jeito nenhum, mas fazer o quê? Gosto é gosto. Renderam-se às evidências. Passado um tempo, afastouse da esposa e ao retornar, o seu lugar estava ocupado. Ofertaram-lhe a irmã caçula, mas ele não aceitou. Chateado, caiu na “gandaia”. Vida irregular, bebendo todas e comendo de tudo, sem cerimônia, descumprindo o que havia sido estabelecido. Para fechar o ciclo, se encantou por Dalila, seu grande erro. Um belo dia, embriagado e apaixonado, contou-lhe o grande segredo: sua força estava nos cabelos. Dalila, além de receber o dinheiro a ela prometido, denunciou a descoberta e os príncipes dos filisteus ordenaram: - Corta o cabelo dele!
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Valmir de Oliveira, gerente Administrativo/ Financeiro do Sindilojas-Rio
Para completar, furaram-lhe os olhos e prenderam-no numa masmorra. Cego, foi humilhado de todas as maneiras. Ocorre que os seus cabelos cresceram o suficiente para, estando exposto à chacota, num último e derradeiro esforço, derrubar as colunas do palácio e acabar com muitos filisteus. Foi junto, mas morreu com dignidade. Um fim trágico, patrocinado e corroborado pela desobediência. Dirão alguns: nas empresas não existe a figura de Sansão e nem a de Dalila. É verdade. Mas existe uma regra chamada regulamento, subsidiária da hierarquia. São os famosos direitos e deveres. Quando há desobediência generalizada, os conflitos se iniciam e os problemas afloram. Ninguém se entende, é um disse me disse irritante, uns ingressam na seara dos outros, há inQuando há gerência de toda ordem, a comunicação fica uma desobediência, droga, gerências não se os conflitos se respeitam e o resultado é um ambiente ruim. O iniciam e os desgaste, a desarmonia, a problemas afloram desmotivação e a instabilidade interferem diretamente na vontade de sair de casa para o trabalho. Surge a sensação de um querendo derrubar o outro. Isso nos faz lembrar os ensinamentos de um monge, conforme relato de uma colega de trabalho. O aprendiz se aproxima e pergunta: “Mestre, qual é a diferença entre céu e inferno? – Bem, no inferno existem muitas plantações de arroz, frutas, legumes, localizadas em um vale que fica entre dois penhascos. Por essa razão, há muitos famintos lá, pois os garfos possuem cabos compridos e há uma dificuldade muito grande para se buscar os alimentos. Além disso, eles são orgulhosos, desorganizados e desobedientes. – E no céu? – Ah, no céu existem as mesmas plantações, no mesmo local, os penhascos têm a mesma altura e os garfos são iguais aos do inferno, também com cabos compridos. Mas lá, todos se alimentam, pois se organizaram, são obedientes, solidários e se ajudam mutuamente, ou seja, uns alimentam os outros.” Por falar nisso, como estamos fazendo a colheita dos frutos fornecidos pelas plantações existentes nas nossas empresas? Contatos: rh@sindilojas-rio.com.br
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COMÉRCIO
Prepare-se para a negociação ou perderá a venda Aquele que trabalha com vendas ou depende dela para o ganhar o pão de cada dia, sabe que agir sem preparo, muitas vezes, leva ao desperdício de oportunidades. Não basta ser aquele tipo de vendedor, orientado para a ação, que vira para o Sucesso seu líder e em esbraveja: vendas é fruto “Dai-me as metas e saia do meu da disciplina de caminho”. O vendedor inteligenjamais agir sem te precisa saber que é preciso inantes estar bem vestir bastante tempo treinando técnicas de negociação se quiser preparado obter sucesso em suas investidas, caso contrário perderá tempo, dinheiro e amolará o cliente. É como disse Louis Pasteur: “A oportunidade favorece a mente bem preparada”. Preparar-se adequadamente para ser um negociador competente é o mesmo que trabalhar no projeto de construção da casa de seus sonhos, ou você cuida, criteriosamente de todos os detalhes antes de jogar a primeira pá de cimento, ou gastará muito dinheiro e jamais terá a casa que tanto desejou. Não é que os vendedores não saibam disso. Eles até sabem, só que o desejo de agir, muitas vezes, supera a vontade de se preparar adequadamente. Ao longo de mais de três décadas de atuação em vendas, já visitei mais de 40 países e apertei as mãos de muitos campeões de vendas. Todos me disseram que seu sucesso em vendas foi fruto da disciplina de jamais agir sem antes estar bem preparado para fazê-lo. O problema é conceitual, pois se você pedir ao vendedor para definir negociação é bem provável que a maioria deles responda que é a última etapa da venda, na qual se envolve com o cliente para resolver as diferenças e chegar a um acordo satisfatório. Não seria melhor se ele acrescentasse a esse conceito as prédefinições de sua estratégia de abertura e de concessão? Assim, estaria mais bem preparado para vencer
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*Evaldo Costa, escritor, consultor, conferencista e professor
as objeções que, costumeiramente, surgem durante o processo de negociação. Mas, por onde começar? Para obter sucesso você pode, por exemplo, na fase de preparação, perguntarse: que tipo de negociação estou envolvido? Qual o perfil do cliente que estou negociando: é alguém ponderado ou do tipo que só quer ganhar às minhas custas? Também saber quais são os parâmetros da negociação ajuda muito, pois esta questão determinará o quanto você poderá ceder. Para isso, recomenda-se imaginar o pior, o melhor e o cenário aceitável de fechamento. Conhecer os extremos irá ajudar a identificar uma alternativa que seja mais próxima do seu ideal. Além disso será muito útil saber quais são os seus e os interesses do cliente. Conhecendo-os lhe permitirá antecipar, abordar ou contornar questões que surgirem durante as negociações. Sabendo, por exemplo, que o interesse do seu cliente é o preço, você poderá construir argumentos persuasivos para que o seu valor seja aceito. Finalmente, preocupe-se em saber como você define valor? É importante considerar que existem várias formas não-monetárias para entregar valor ao cliente. Quanto mais ampla for a definição do valor, maiores serão as suas chances de sucesso. A verdade é que o vendedor que se preparar adequadamente para os desafios que enfrentará durante as transações, alcançará maior sucesso na mesa de negociação. Pense nisso, ótimo mês e que Deus nos abençoe. *Evaldo Costa é diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil Autor dos livros: “Alavancando resultados através da gestão da qualidade”, “Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia” e co-autor do livro “Gigantes das Vendas” Site: www.evaldocosta.com; blog: http://evaldocosta.blogspot.com; e-mail: evaldocosta@evaldocosta.com
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Acesso a site pornográfico no trabalho dá justa causa A 2ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho do Rio Grande do Sul (TRT-RS) confirmou a demissão por justa causa de empregado que acessou sites pornográficos durante o expediente. O empregado estava tentando anular a justa causa e revertera dispensa para “imotivada”, o que lhe daria direito às verbas rescisórias. Ele chegou a ganhar em primeiro grau, mas os desembargadores do TRT-RS reverteram a sentença; Conforme a perícia, um software na empresa bloqueava sites impróprios, mas alguns passavam pelo filtro. Além disso, também era possível burlar o controle. O juiz Adair Magnaguagno, da Vara do Trabalho de Farroupilha, reprovou a conduta do empregado. “O fato de o sistema bloquear o acesso ao usuário somente em determinados sites, de modo algum significa a plena liberdade para acesso aos demais. Isso porque o sistema de controle é incapaz de filtrar, automaticamente, todos os conteúdos impróprios” destaca o texto da sentença. “Assim, o uso do poder disciplinar pelo empregador, cabendo ao empregado ter o bom senso necessário quanto à seleção dos conteúdos que pretende acessar”, argumentou. Porém, o juiz considerou que a atitude do empregado não foi grave o suficiente para ocasionar de imediato a despedida por justa causa. No seu entendimento, a empresa deveria ter seguido o critério de aplicação de sanções gradativas, em proporções crescentes, começando, por exemplo, com uma suspensão. Por isso, acolheu o pedido do autor e reverteu a demissão. Entretanto, ao apreciar o recurso da empresa, a desembargadora Vania Mattos “julgou que a medida do empregador foi adequada e proporcional à gravidade do fato. A utilização da internet corporativa para visitação de sites com conteúdo pornográfico é atitude que não pode ser admitida pelo empregador, sob pena de chancelar comportamento totalmente impróprio ao ambiente de trabalho”, escreveu no acórdão. Conforme a magistrada, o empregado descumpriu o regulamento interno da empresa, que proíbe o acesso a sites não relacionados à atividade profissional. Um documento anexado ao processo, assinado pelo funcionário, comprovou que ele estava ciente das regras de uso da internet desde a admissão. Ainda no entendimento da desembargadora, a aplicação de penalidades progressivas antes da demissão por justa causa não é obrigatória por lei. Ainda cabe recurso, podendo o processo ser levado ao TST para análise final. (Uol/TJrs/idg now)
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DIREITO
Juizado Especial da Fazenda Pública: ações contra os governos do RJ e do Rio Processos que demorariam dois anos para ter uma sentença são solucionados em apenas três meses. Este é o objetivo do Juizado Especial da Fazenda Pública, que recebe ações contra o Estado do Rio de Janeiro, a Prefeitura do Rio e suasinstituições, com pedidos de indenização de até 60 salários mínimos (R$ 32.400). Em funcionamento desde janeiro, o órgão tem 40 ações em andamento, com as primeiras audiências em março. O juizado pretende agilizar a solução de processos simples. Se, por exemplo, for uma questão de erro médico, não pode ser feita, pois não pode haver necessidade de perícia ou recolhimento de provas. Outras ações que não são de competência da Fazenda Pública, como as relacionadas a mandados de segurança, desapropriação, divisão e demarcação de imóveis, improbidade administrativa, execuções fiscais e impugnação de demissão de servidores públicos civis ou sanções disciplinares militares. A falta de pagamento de gratificações e férias, descontos indevidos nos salários dos servidores, questões relacionadas a concursos públicos e problemas com transferência de veículos e renovações da carteira de habilitação são alguns exemplos do que é da competência do juizado. A responsabilidade civil, como um cidadão que caiu num buraco na rua ou acidentes envolvendo carros oficiais também pode ser julgado pelo Juizado, mas problemas relacionados a multas de trânsito não estão nesta lista.
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Procedimento Depois da petição, o processo é encaminhado para o réu, que tem até 60 dias para dizer se há ou não acordo. Se houver, é marcada a audiência. Se não, o processo é encaminhado para o Ministério Público Estadual dar a sentença. Saiba mais sobre o serviço: Requerimento No caso de processos de até 20 salários mínimos (R$ 10.900), não há necessidade de advogado. O próprio requerente pode ir até a sede do Tribunal de Justiça e dar entrada. Os atendentes fazem a petição on-line, na hora. Atendimento O atendimento é feito no Núcleo de Distribuição, Autuação e Citação (Nadac) do Juizado, na Avenida Erasmo Braga 115, sala 603. O posto funciona de 2ª a 6ª feira, das 11 às 18h. Documentação É preciso levar carteira de identidade, CPF, comprovante de residência e os documentos que comprovem o direito reivindicado. Advogado No caso de processos entre 20 e 60 salários mínimos, o advogado pode dar entrada diretamente pelo site do Tribunal de Justiça (www.tjrj.jus.br).
Recursos No Juizado cabe apenas um recurso. Depois, apenas no Superior Tribunal de Justiça (STJ).
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LEIS E DECRETOS CONSUMO
O Centro de Estudos do CDLRio acompanha a legislação da União, do Estado do Rio de Janeiro e da cidade do Rio. Os textos das legislações mencionadas poderão ser solicitados, sem ônus, ao Centro de Estudos do CDLRio através dos telefones 2506.1234 e 2506 1254. LEGISLAÇÕES EM VIGOR FISCAL ELETRÔNICA - Dispõe sobre a obrigatoriedade de emissão de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) pelos contribuintes que especifica. Res. SEFAZ nº 378 de 14 de fevereiro de 2011 (DOE de 16.02.2011). SALÁRIO MÍNIMO - Dispõe sobre o valor do salário mínimo em 2011 e a sua política de valorização de longo prazo; disciplina a representação fiscal para fins penais nos casos em que houve parcelamento do crédito tributário; altera a Lei no 9.430, de 27 de dezembro de 1996, e revoga a Lei no 12.255, de 15 de junho de 2010. Lei nº 12.382, de 25 de fevereiro de 2011. (DOU de 28.02.2011). CARTAZ – ENTREGA DE MERCADORIA MARCADA - Altera a Lei nº 3.669, de 21.6.2001. Lei nº 5.911, de 3 de março de 2011 (DOE de 04.3.2011). BENEFÍCIOS – INSS - Dispõe sobre o valor dos benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social - INSS com base no valor do salário mínimo, vigente a partir de 1º de março de 2011. Portaria MPS nº115, de 3 de março de 2011. (DOU de 04.03.2011). SIMPLES NACIONAL – PRORROGAÇÃO - Altera a Resolução CGSN n° 4, de 30 de maio de 2007. Res. CGSN nº 85, de 9 de março de 2011 (DOU de 10.3.2011). DCTF - Prorroga o prazo de apresentação da Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF), de que trata a Instrução Normativa RFB Nº 974, de 27 de novembro de 2009, relativa ao mês de dezembro de 2010. Inst. Norm. RFB nº 1.129, de 17 de fevereiro de 2011 (DOU de 18.2.2011). DCTF - Altera a Instrução Normativa RFB nº 1.110, de 24 de dezembro de 2010, que dispõe sobre a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF). Inst. Norm. SRF nº 1.130, de 18 de fevereiro de 2011 (DOU de 21.02.2011). IMPOSTO DE RENDA – DIRF - Altera a Instrução Normativa RFB nº 1.033, de 14 de maio de 2010, que dispõe sobre a Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (Dirf) e o programa gerador da Dirf 2011. Instrução Normativa nº 1.132, de 22 de fevereiro de 2011 (DOU de 23.02.2011).
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ADIAMENTO DO PONTO ELETRÔNICO - Dispõe sobre a possibilidade de adoção pelos empregadores de sistemas alternativos de controle de jornada de trabalho. Port. MTE nº 373, de 25 de fevereiro de 2011. (DOU de 28.02.2011). SEGURO DESEMPREGO - Dispõe sobre o reajuste do valor do benefício seguro-desemprego e revoga a Resolução nº 658, de 30 de dezembro de 2010. Res. CODEFAT nº 663 de 28 de fevereiro de 2011 (DOU de 01.03.2011). NOTA CARIOCA - Dispõe sobre a concessão de incentivo na modalidade de crédito a favor de tomadores de serviços que receberem a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica – NFS-e – NOTA CARIOCA, para fins de abatimento no Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana – IPTU Dec. nº 33.442 de 28 de fevereiro de 2011. (DOM de 01.3.2011). NOTA CARIOCA – SORTEIO - Dispõe sobre a concessão de incentivo na modalidade de sorteio de prêmios entre pessoas naturais tomadoras de serviços que receberem a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica – NFS-e – NOTA CARIOCA. Dec. nº 33.443, de 28 de fevereiro de 2011 (DOM de 01.3.2011). BENEFÍCIOS TRIBUTÁRIOS - Atualiza o Manual de diferimento, ampliação de prazo de recolhimento, suspensão e de incentivos e benefícios de natureza tributária. Port. ST nº 722, de 28, de fevereiro de 2011. (DO de 3/03/2011). CRÉDITO PRESUMIDO - Dispõe sobre os procedimentos a serem adotados pelos contribuintes e pelas repartições fazendárias relativos à opção de crédito presumido prevista no art. 1º-A da Lei nº 5.703/2010. Res. SEFAZ Nº 381, de 01 de março de 2011. (DOE de 3/03/2011). DÉBITOS TRIBUTÁRIOS - Regulamenta o Decreto nº 42.646/10, que disciplina a utilização ou transferência de saldos credores acumulados do ICMS para liquidação de débito tributário relativo a fato gerador ocorrido até 30.6.2010. Res. Conj. SEFAZ/PGE nº 105, de 2 de março de 2011 (DOE de 3/03/2011). LEGISLAÇÕES EM TRAMITAÇÃO Empresário LOJISTA
ASSEMBLEIA LEGISLATIVA VENDAS A CRÉDITO – CONSULTAS REFERÊNCIA - Obriga a todas as empresas que operam com financiamento ou sistema de crediário fixarem em local visível a Lei nº 3.299/1999, de 26.11.99, que proíbe qualquer tipo de consulta para complemento de informações cadastrais que tenham como fonte de consulta pessoas amigas, familiares ou vizinhos do cliente pesquisa. Proj. de Lei nº 113/2011 (DOE, Poder Legislativo, de 23.02.2011). Autor: Dep. Bebeto. LIXO TECNOLÓGICO - Dispõe sobre a obrigação de recolhimento e destinação final do lixo tecnológico e dá outras providências. Proj. de Lei nº 102/2011 (DOE, Poder Legislativo, de 23.02.2011). Autor: Dep. Edino Fonseca. EMBALAGENS RECICLÁVEIS - Dispõe sobre a obrigatoriedade de fornecimento de embalagens recicláveis para o acondicionamento de produtos adquiridos pelos seus clientes, e dá outras providências. Proj. de Lei nº 101/2011 (DOE, Poder Legislativo, 23.02.2011). Autor: Dep. Edino Fonseca. NA CÂMARA DOS VEREADORES ATENDIMENTO – SACOLAS RETORNÁVEIS - Dispõe sobre o atendimento em estabelecimentos comerciais do Município a pessoas que utilizem sacolas retornáveis. Proj. de Lei nº 823/2011 (DCM de 28.02.2011). Autor: Ver. Adilson Pires. HIGIENIZAÇÃO DE CARRINHOS E CESTOS - Dispõe sobre a obrigatoriedade dos Hipermercados, Supermercados, Farmácias e demais estabelecimentos comerciais de higienizar os carrinhos, cestas e demais utensílios disponibilizados aos clientes. Proj. de Lei nº 830/2011 (DCM de 28.02.2011). Autor: Ver. Dr. Fernando Moraes. GERADOR EM PRÉDIOS COM ELEVADOR - Dispõe sobre a obrigatoriedade de instalação de geradores nos prédios de edifícios com elevador. Proj. de Lei nº 838/2011 (DCM, de 04.3.2011). Autor: Ver. Chiquinho Brazão.
COMÉRCIO
Pesquisa: consumidores insatisfeitos com o atendimento nas lojas
Pesquisa da Vidi Shopper House revelou que 70% das
A Consultoria Plano CDE, que fez pesquisa similar a da
pessoas emergentes entrevistadas declararam-se insatis-
Vidi, constatou que os consumidores das classes popula-
feitas com a maneira com que os vendedores entendem
res não se sentem bem atendidos. O estudo oferece uma
suas necessidades e apresentam produtos. Para o diretor
percepção do próprio consumidor, que nota diferença no
executivo da pesquisadora, Marco Flávio Cardoso, esta si-
atendimento aos públicos A e B. Cerca de 25% dos clientes
tuação no comércio é a falta de treinamento do pessoal da
populares entrevistados declararam não sentirem confian-
loja. Para ele, o principal desafio das empresas hoje é pre-
ça no ato de compra.
parar seus vendedores para entender as necessidades do
Deve-se considerar a questão do relacionamento do
cliente e saber engajá-los com as experiências do produto
consumidor emergente com o vendedor. Este pode estar
ou serviço.
familiarizado com o consumidor das classes A e B. Ocor-
Para os consultores de varejo a ideia de colocar dentro
re que os emergentes estão também consumindo como os
de uma mesma loja de departamentos a classe emergente,
das classes superiores. E estão tendo acesso e querendo
que experimenta pela primeira vez o poder de consumir
comprar nas lojas que atendiam só os das classes A e B. A
com a classe A e B, tem gerado conflitos, pois quem está
cultura e comportamento são diferente e, em consequên-
no local pela primeira vez necessita de informações que o
cia, os atendimentos nas lojas não são iguais. Portanto, é
vendedor não tem e, assim, se assusta com o excesso de
necessário que os vendedores estejam preparados para es-
pessoas na loja.
sas mudanças sociais, sob pena de escassear a freguesia...
* * * *
abril 2011
Empresário LOJISTA
25
EVENTO
Cuiabá sediará o 27° Encontro Nacional de Sindicatos Patronais do Comércio O 27° Encontro Na-
–
Estimulando
cional de Sindicatos Pa-
o
Sociativismo”
tronais do Comércio de
(PDA – CNC), co-
Bens, Serviços e Turis-
ordenado
mo será de 25 a 27 de
empresário Fre-
maio próximo, em Cuia-
derico Leal, pre-
bá, Mato Grosso. Com o
sidente do Sin-
tema geral “Responsa-
dilojas-Recife,
bilidade Socioambiental
terá como paine-
nos Negócios”, o evento
listas o chefe do
se desenvolverá no Cen-
Departamento de
tro de Eventos do Pantanal, na capital matogrossense. A cerimônia de abertura será no dia 25, às 20 horas, no salão principal do Centro de Eventos do Pantanal. Na ocasião será homenageado o Patrono do XXVII Encontro Nacional, o empresário Ari Bittencourt, presidente do Sindicato do Comércio de Curitiba.
pelo
Planejamento da Confederação Nacional do Comércio, Daniel Lopes, os empresários Ronaldo Sielichow, presidente do Sindilojas-Porto Alegre, e Aldo Gonçalves, presidente do Sindilojas-Rio. A seguir, haverá as palestras “A Importância da Representação dos Sindicatos”, pelo Pedro Nadaf, e coordenada por Zildo Costa, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Máquinas, Ferra-
Foi programado na manhã do dia 26 de maio, o painel
gens e Tintas de Curitiba; a palestra “Tudo por Motiva-
“Responsabilidade Socioambiental nos Negócios, sob a
ção”, pelo empresário Ricardo Nunes da Ricardo Eletro,
coordenação do empresário Roberto Perón, do Sindilojas-
e coordenada por Pedro Nadaf.
Cuiabá. Foram convidados para painelistas, a Senadora Marina Silva e o empresário Artur Grynbaum, presidente do Grupo O Boticário. A seguir, o Senador Paulo Paim fará palestra intitulada “Organização Sindical e Fontes de Custeio”. Será debatedor o advogado Flávio Obino Filho, do Rio Grande do Sul. No dia seguinte, também, de manhã, o painel “Desafios da Administração Sindical
26
No dia 25, de manhã e à tarde, haverá os eventos paralelos, de 18ª Reunião Assessores Jurídicos e de 17ª Reunião de Executivos de Sindicatos Patronais do Comércio. Informações sobre o XXVII Encontro Nacional de Cuiabá estão no portal: enspmt.com.br .
Empresário LOJISTA
Movimento de Cheques
GRÁFICOS DE CHEQUES - CDLRIO
Segundo o registro do cadastro do LIG Cheque do CDLRio, fevereiro, em relação ao mesmo mês de 2010, as consultas, as dívidas quitadas e a inadimplência cresceram, respectivamente, 6,2%, 4% e 0,8%. No acumulado dos dois primeiros meses do ano (janeiro/fevereiro de 2011) em comparação com o mesmo período de 2010, as consultas, as dívidas quitadas e a inadimplência aumentaram, respectivamente, 6,2%, 3,7% e 0,5%. FEVEREIRO DE 2011 EM RELAÇÃO A FEVEREIRO DE 2010
+6,2%
CONSULTAS INADIMPLÊNCIA
+0,8%
DÍVIDAS QUITADAS
+4,0%
TERMÔMETRO DE VENDAS
MOVIMENTO DE CHEQUES
Acumulada do ano: JAN. A FEV. DE 2011 EM RELAÇÃO A JAN. A FEV. DE 2010
Percentual CONSULTAS
+6,2%
INADIMPLÊNCIA
+0,5%
DÍVIDAS QUITADAS
+3,7%
FEVEREIRO DE 2011 EM RELAÇÃO A JANEIRO A DE 2011
Percentual CONSULTAS
– 13,0%
INADIMPLÊNCIA
– 10,8%
DÍVIDAS QUITADAS
– 16,7%
ACUMULADA DOS ÚLTIMOS 12 MESES
FEV/11 - MAR/10
Percentual
CONSULTAS
+12,1%
INADIMPLÊNCIA
+0,6%
DÍVIDAS QUITADAS
+7,7%
Procura por informações referentes aos produtos do CDLRio?
Quer conhecer produtos que possam auxiliar na otimização da análise de crédito? Então entre em contato com a Central de Relacionamento, atendimento Help Desk do CDLRio, no telefone (21) 2506-5533, de segunda a sábado de 8:30 às 21h.
abril 2011
Empresário LOJISTA
27
TERMÔMETRO DE VENDAS
Comércio do Rio vendeu mais 8,2% em fevereiro Alavancado pelo bom desempenho dos setores de calçados, confecções e moda infantil, tecidos, eletrodomésticos e móveis o comércio lojista da Cidade do Rio de Janeiro registrou um crescimento de 8,2% nas vendas em fevereiro em relação ao mesmo mês de 2010, de acordo com a pesquisa Termômetro de Vendas divulgadas mensalmente pelo Centro de Estudos do CDLRio, que abrange cerca de 750 estabelecimentos comerciais da Cidade. Foi o segundo mês consecutivo com crescimento positivo (janeiro foi de mais 7,8%). No acumulado do ano (janeiro/ fevereiro) comparado com o mesmo período de 2010 o aumento foi de 8%. Segundo o presidente do CDLRio, Aldo Gonçalves, fevereiro normalmente não é um mês de grandes vendas. “Mas este ano ele foi influenciado pelo grande número de turistas que vieram à cidade passar o verão e esticaram até o Carnaval, que aconteceu no início de março, resultando em mais vendas principalmente para o comércio especializado. Acrescente-se a isso que os lojistas também fizeram o dever de casa, estimulando os consumidores com promoções, liquidações e facilidades de crédito”, explica Aldo. Os setores do Ramo Mole (bens não duráveis) com melhor desempenho foram o de calçados (+11,5%), tecidos (+10,9%), confecções e moda infantil (+7,5%). No Ramo Duro (bens duráveis) os melhores índices foram dos setores de móveis (+9,8%), eletrodomésticos (+8,4%), jóias (+5,4%), e óticas (+4%). Nos ramos de atividades, o Ramo Duro, com +8,3%, ficou em melhor posição do que o Ramo Mole, que obteve +7,6%. A pesquisa mostrou que em relação às vendas conforme a localização dos estabelecimentos comerciais, no Ramo Mole, as lojas do Centro com mais 8,4% foram as que mais venderam seguidas da Zona Norte com mais 7,8% e as da Zona Sul com mais 7%. No Ramo Duro, as lojas da Zona Norte com mais 8,5% faturaram mais que as do Centro (+ 8,1%) e as da Zona Sul (+7,9%). Quanto à forma de pagamento das compras, a modalidade preferida foi pela venda a prazo com 9,5% contra 6,6% à vista. No Ramo Mole as vendas a prazo com +8,4% ficaram a frente das vendas à vista que obteve 7,2%. No Ramo Duro, as vendas a prazo registraram mais 9,9% e as vendas à vista mais 6,4%.
FEVEREIRO 2011 / FEVEREIRO 2010
FEVEREIRO/11
V. Real
Vendas à vista
Vendas a prazo
MÉDIA GERAL
+8,2%
+6,6%
+9,5%
RAMO MOLE
+7,6%
+7,2%
+8,3%
RAMO DURO
+8,3%
+6,4%
+9,9%
FEVEREIRO 2011 / FEVEREIRO 2010 - Localização
Localização
Ramo Mole
Ramo Duro
CENTRO
+8,4%
+8,1%
NORTE
+7,8%
+8,5%
SUL
+7,0%
+7,9%
FEVEREIRO 2011 / FEVEREIRO 2010 - Categorias
Ramo Mole
Ramo Duro
Confecções
+7,5%
Eletro
+8,4%
Calçados
+11,5%
Móveis
+9,8%
Tecidos
+10,9%
Jóias
+5,4%
Óticas
+4,0%
ACUMULADA DO ANO (JAN-FEV/11 - JAN-FEV/10)
JAN-FEV/11
V. Real
Vendas à vista Vendas a prazo
MÉDIA GERAL
+8,0%
+6,6%
+9,2%
RAMO MOLE
+7,1%
+7,7%
+6,9%
RAMO DURO
+8,2%
+6,3%
+9,8%
Caso sua empresa se interesse em participar desta estatística, contate o
FEV/11 - MAR/10
V. Real
Vendas à vista
Vendas a prazo
(21) 2506.1234 e 2506.1254 ou
MÉDIA GERAL
+13,3%
+10,6%
+14,8%
RAMO MOLE
+11,6%
+9,7%
+12,7%
e-mail: estudos@cdlrio.com.br.
RAMO DURO
+13,9%
+11,0%
+15,5%
Centro de Estudos pelos telefones
28
ACUMULADA DOS ÚLTIMOS DOZE MESES
Empresário LOJISTA
Inadimplência no comércio cresceu 0,2% em fevereiro
GRÁFICOS CDLRIO
A inadimplência no comércio lojista da Cidade do Rio de Janeiro aumentou 0,2% em fevereiro em relação ao mesmo mês do ano passado, de acordo com os registros do Serviço de Proteção ao Crédito do CDL-Rio - Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro. As dívidas quitadas, índice que mostra o número de consumidores que colocaram suas compras em dia, aumentaram 9% e as consultas, item que indica o movimento do comércio, cresceram 14,9%, também em relação a fevereiro de 2010. No acumulado dos dois primeiros meses do ano (janeiro/fevereiro de 2011) em relação ao mesmo período do ano anterior, as consultas e as dívidas quitadas au-
TERMÔMETRO DE VENDAS
Movimento do Serviço de Proteção ao Crédito - CDLRIO
mentaram, respectivamente, 12,5% e 10,4%, e a inadimplência caiu 0,6%.
FEVEREIRO DE 2011 EM RELAÇÃO A FEVEREIRO DE 2010
Percentual CONSULTAS
+14,9%
INADIMPLÊNCIA
+0,2%
DÍVIDAS QUITADAS
+9,0%
Acumulada do ano: JAN. A FEV. DE 2011 EM RELAÇÃO A JAN. A FEV. DE 2010
Percentual CONSULTAS
+12,5%
INADIMPLÊNCIA
– 0,6%
DÍVIDAS QUITADAS
+10,4%
FEVEREIRO DE 2011 EM RELAÇÃO A JANEIRO DE 2011
Percentual CONSULTAS
– 8,4%
INADIMPLÊNCIA
+13,4%
DÍVIDAS QUITADAS
– 20,3%
ACUMULADA DOS ÚLTIMOS 12 MESES
FEV/11 - MAR/10
Percentual
CONSULTAS
+10,9%
INADIMPLÊNCIA
– 1,0%
DÍVIDAS QUITADAS
+7,9%
abril 2011
Empresário LOJISTA
29
Obrigações dos lojistas para maio/2011
ÍNDICES
02/05 - DCT Imediatamente após a admissão de funcionário não cadastrado no PIS, preencher o DCT, apresentando-o à CEF, para efetuar o cadastramento. 05/05 – ICMS Pagamento do imposto pelos contribuintes relacionados no anexo único do Decreto nº 31.235/2002, referente à apuração do mês anterior.
06/05 – ISS Recolhimento referente ao mês anterior pelos contribuintes submetidos ao regime de apuração mensal, por serviços prestados, retenção de terceiros ou substituição tributária (inclusive, empresas localizadas fora do município, e sociedades uniprofissionais e pessoas físicas e equiparadas a empresa), exceto os que tenham prazo específico (grupo 2).
06/05– DACON – Mensal
10/05 – IR/FONTE
Prazo de entrega do Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sindical para o PIS/Pasep e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) referente ao mês de março/2011.
Referente a fatos geradores ocorridos no mês anterior.
06/05 – FGTS Efetuar o depósito correspondente ao mês anterior. 06/05 – CAGED Cadastro de Empregados. Remeter via Internet através do programa ACI, informando sobre admissões, desligamentos e transferências de funcionários ocorridos no mês anterior. 06/05 – ISS Recolhimento do imposto referente ao mês anterior, para empresas com faturamento médio mensal igual ou superior a R$ 968.705,62 (grupo 1).
10/05 – ICMS Empresas varejistas e atacadistas devem efetuar o recolhimento do tributo apurado relativamente ao mês anterior. 15/05 – PIS, COFINS, CSLL Referente a fatos geradores ocorridos na 2ª quinzena do mês de abril/2011 (Retenção de contribuições – pagamentos de PJ a PJ de direito privado (Cofins, PIS/ Pasep, CSLL ). 20/05 – SUPER SIMPLES/SIMPLES NACIONAL Pagamento do DAS referente ao período de apuração do mês anterior (abril/2011) *20/05 – INSS Recolher a contribuição previdenciária referente ao mês anterior *(Prorrogado o prazo para o dia 20
pela Medida Provisória nº 447 publicada do DOU em 17/11/08). 20/05 – DCTF – Mensal Prazo de entrega da Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais referente ao mês de março/2010. *25/05 - COFINS Recolher 3% sobre a receita do mês anterior, exceto as empresas tributadas no lucro real. *(Prorrogado o prazo para o dia 25 pela Medida Provisória nº 447 publicada no DOU em 17/11/08). *25/05 - COFINS Recolher 7,6% para empresas tributadas no lucro real. *(Prorrogado o prazo para o dia 25 pela Medida Provisória nº 447 publicada do DOU em 17/11/08). *25/05 - PIS Recolher 0,65% sobre as operações do mês anterior. *(Prorrogado o prazo para o dia 25 pela Medida Provisória nº 447 publicada do DOU em 17/11/08). 31/05 – CONTRIBUIÇÃO SINDICAL DE EMPREGADOS Efetuar o desconto de 1/30 do salário dos empregados para recolhimento a favor do sindicato profissional. 31/05 – PIS, COFINS, CSLL Referente a fatos geradores ocorridos na 1ª quinzena do mês de maio/2011 (Retenção de contribuições – pagamentos de PJ a PJ de direito privado (Cofins, PIS/Pasep, CSLL). 31/05 – IR/PJ Empresas devem efetuar o recolhimento do tributo incidente sobre o período de apuração do mês anterior. 31/05 – CONTRIBUIÇÃO SINDICAL Empresas tributadas com base no lucro real, presumido ou arbitrado, devem efetuar o recolhimento do tributo incidente sobre o período de apuração do mês anterior.
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Empresário LOJISTA
PERCENTUAIS APLICADOS ANEXO I Comércio
ANEXO II Indústria
ANEXO III Serviço (I)
ANEXO IV Serviço (II)
ANEXO V Serviço (III)
Receita Bruta Acumulada nos 12 meses anteriores
4,00%
4,50%
6,00%
4,50%
4,00%
De R$ 120.000,01 a R$
240.000,00
5,47%
5,97%
8,21%
6,54%
4,48%
De R$ 240.000,01 a R$
360.000,00
6,84%
7,34%
10,26%
7,70%
4,96%
De R$ 360.000,01 a R$
480.000,00
7,54%
8,04%
11,31%
8,49%
5,44%
De R$ 480.000,01 a R$
600.000,00
7,60%
8,10%
11,40%
8,97%
5,92%
De R$ 600.000,01 a R$
720.000,00
8,28%
8,78%
12,42%
9,78%
6,40%
De R$ 720.000,01 a R$
840.000,00
8,36%
8,86%
12,54%
10,26%
6,88%
De R$ 840.000,01 a R$
960.000,00
8,45%
8,95%
12,68%
10,76%
7,36%
De R$ 960.000,01 a R$ 1.080.000,00
9,03%
9,53%
13,55%
11,51%
7,84%
De R$ 1.080.000,01 a R$ 1.200.000,00
9,12%
9,62%
13,68%
12,00%
8,32%
De R$ 1.200.000,01 a R$ 1.320.000,00
9,95%
10,45%
14,93%
12,80%
8,80%
De R$ 1.320.000,01 a R$ 1.440.000,00
10,04%
10,54%
15,06%
13,25%
9,28%
De R$ 1.440.000,01 a R$ 1.560.000,00
10,13%
10,63%
15,20%
13,70%
9,76%
De R$ 1.560.000,01 a R$ 1.680.000,00
10,23%
10,73%
15,35%
14,15%
10,24%
De R$ 1.680.000,01 a R$ 1.800.000,00
10,32%
10,82%
15,48%
14,60%
10,72%
De R$ 1.800.000,01 a R$ 1.920.000,00
11,23%
11,73%
16,85%
15,05%
11,20%
Enquadramento (R$) Microempresa
Empresa de Pequeno Porte
Até R$ 120.000,00
> Tabela de contribuição para segurados contribuinte individual e facultativo para pagamento de remuneração a partir de 1º de janeiro de 2011
Plano Simplificado de Previdência Social (PSPS)
Salário de contribuição (R$)
Alíquota para fins de recolhimento ao INSS (%)
540,00 (valor mínimo)
11
De 540,01 (valor mínimo) até 3.689,66 (valor máximo)
20
A alíquota de contribuição dos segurados contribuinte individual e facultativo é de vinte por cento (20%) sobre o salário-de-contribuição, respeitados os limites mínimo e máximo deste. Aos optantes pelo Plano Simplificado de Previdência Social, a alíquota é de onze por cento (11%), observados os critérios abaixo. Plano Simplificado de Previdência Social (PSPS) - Desde a competência abril/2007, podem contribuir com 11% sobre o valor do salário-mínimo os seguintes segurados: contribuintes individuais que trabalham por conta própria (antigo autônomo), segurados facultativos e empresários ou sócios de empresa cuja receita bruta anual seja de até R$ 36.000,00. Tal opção implica exclusão do direito ao benefício de aposentadoria por tempo de contribuição (LC 123, de 14/12/2006). A opção para contribuir com 11% decorre automaticamente do recolhimento da contribuição em código de pagamento específico a ser informado na Guia da Previdência Social. Além disso, não é vitalícia, o que significa que aqueles que optarem pelo plano simplificado podem, a qualquer tempo, voltar a contribuir com 20%, bastando alterar o código de pagamento na GPS.
> SALÁRIO FAMÍLIA - a partir de 1º de janeiro de 2011 Remuneração
Valor da Quota - R$
Até R$ 573,58
29,41
De R$ 1.920.000,01 a R$ 2.040.000,00
11,32%
11,82%
16,98%
15,50%
11,68%
De R$ 2.040.000,01 a R$ 2.160.000,00
11,42%
11,92%
17,13%
15,95%
12,16%
Acima de R$ 862,11
De R$ 2.160.000,01 a R$ 2.280.000,00
11,51%
12,01%
17,27%
16,40%
12,64%
De R$ 2.280.000,01 a R$ 2.400.000,00
11,61%
12,11%
17,42%
16,85%
13,50%
A partir de 01-01-2011 conforme Portaria nº 568 MPS-MF, de 31-12-2010, publicada no DOU de 03/01/2011 e com algumas retificações no DOU de 04/01/2011 passa a valer tabela acima, com forme o limite para cocessão da quota do Salário-Família por filho ou equiparado de qualquer condição, até 14 anos, ou invalidado com qualquer idade. A Previdência Social reembolsa as empresas.
De R$ 573,59 até R$ 862,11
Ref.: Lei Complementar n° 123/2006
20,73 Sem direito
> ALÍQUOTAS DO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE INSS- segurados empregados, inclusive domésticos e trabalhadores avulsos > Tabela de contribuição dos segurados empregado, empregado doméstico e trabalhador avulso, para pagamento de remuneração a partir de 1º de Janeiro de 2011 Salário de contribuição (R$)
Alíquota para fins de recolhimento ao INSS (%)
Tabela Progressiva para o cálculo mensal do Imposto de Renda de Pessoa Física a partir de abril de 2011 Base de Cáculo mensal em R$
Alíquota %
Parcela a Deduzir do imposto em R$
Até 1.566,61
-
-
7,5
117,49
8,00
De 1.566,62 a R$ 2.347,85
De 1.106,91 até 1.844,83
9,00
De 2.347,86 a R$ 3.130,51
15
293,58
De 1.844,84 até 3.689,66
11,00
De 3.130,52 a R$ 3.911,63
22,5
528,37
27,5
723,95
Até 1.106,90
Portaria nº 568, de 31 de dezembro de 2010, publicado no DOU de 03/01/2011 e com algumas retificações no DOU de 04/01/2011.
Acima de R$ 3.911,63 Ano-calendário
Quantia a deduzir, por dependente, em R$
2011
157,47
> GIA/ICMS - 05/2011 Último número da raiz do CNPJ do estabelecimento
abril 2011
Prazo-limite de entrega referente ao mês 04/2011
1
11/05
2
12/05
3
13/05
4, 5 e 6
16/05
7
17/05
8
18/05
9
19/05
0
20/05
Empresário LOJISTA
> Calendário de IPTU 2011 Final de Inscrição
4ª Cota
0e1
10/05
2e3
10/05
4e5
10/05
6e7
11/05
8e9
11/05
31
ÍNDICES
SIMPLES NACIONAL
OPINIÃO
Cooperar para competir ou “salve-se quem puder” O Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, o Inmetro, a FIRJAN e o MBC (Movimento Brasil Competitivo) fazem parte da Rede de Cooperação Brasil. Estas instituições realizaram em conjunto com a FIRJAN, o “Encontro da Gestão para a Competitividade”, apoiados pelos Grupos Gerdau, Sebrae, BNDES entre outros, na qual compareceram inúmeros empresários e representantes das mais diversas classes, com intuito de se prepararem para as novidades discutidas com referência ao tema acima. Neste encontro foi entregue a cada participante, um folheto, do qual tiramos algumas informações, de nosso interesse (micro e pequenas empresas) como segue. Estas parcerias - O mundo passa por transformações em pratide compras e camente todas as atividacooperativas gerariam des humanas, o que inclui mais empregos e renda o universo empresarial. Sistemas de produção foram modernizados, novos mercados surgiram, as informações se multiplicaram e o consumidor ficou mais exigente. A globalização derrubou fronteiras e hoje não existem regiões remotas no mundo; o que acontece em um extremo do planeta repercute imediatamente no outro extremo, mas se, por um lado, os mercados se ampliaram, por outro lado, a competição cresceu... A competitividade está presente em tudo... A competitividade envolve parcerias, e começa na empresa... é por isso que a indústria vem se unindo em consórcios para atingir objetivos e mercados comuns, dentro de um mundo globalizado e cada vez mais competitivo. É com esse objetivo que voltamos ao polêmico assunto
32
Pedro Conti, vice-presidente de Associativismo do Sindilojas-Rio
já publicado anteriormente, onde falamos em parcerias, câmaras setoriais, cooperativismo e, por conseguinte, consórcios, num mercado cada vez mais estreito, onde cada vez mais se terceirizam serviços e a internet é mais do que uma realidade. Aí volto à pergunta: porque tanta relutância na formação de grupos representativos de segmentos de mercado, onde está a união para criação de câmaras setoriais ou outro instrumento em áreas específica que podem, por exemplo, otimizar os preços de compra, de produtos comuns a esses grupos (super mercados, farmácias, comércio em geral, moda, papelarias entre outros), podendo conseguir prazos mais dilatados de pagamento. Além disso, estes grupos representativos unidos de determinados segmentos e mercado e da sociedade poderiam influir nas decisões de alto interesse de todos, como a redução dos impostos e taxas. Estas parcerias de compras e cooperativas gerariam mais empregos e renda tão necessários ao crescimento de nosso país. Por que relutamos na tomada desta decisão? por desconfiança... Se nós não ocuparmos este espaço, os grupos globalizados estão aí para tomá-los pela nossa inércia e ineficácia em fazer isto, pois estes grupos ocuparam o espaço deixado por empresas que se desestimularam e desistiram de competir, por isso a união em câmaras setoriais, cooperativas ou parcerias e tão importante. Continuo na minha ideia de que os micros e pequenos empresários devam se unir cada vez mais, e não continuarem a ser números estatísticos, assim como fizeram estas empresas que visualizaram estas oportunidades. Ocupemos estes espaços. Ou acompanhamos estas modificações e nos unimos em grupos ou “salve-se quem puder?” Aproveito para lembrar a frase do prof. Luciano Castelo: “Em tempo de mudança quem não muda, dança.”
Empresário LOJISTA
FIQUE POR DENTRO DAS OBRIGAÇÕES DA LEI E EVITE PREJUÍZOS
PPRA & PCMSO
São programas obrigatórios, de acordo com a Lei 6514/77 e Portarias 3214/78, 29/94 e 08/98. Toda empresa que possui pelo menos um empregado está obrigada a manter o PPRA e o PCMSO, seja qual for a sua atividade (NR-7 e NR-9).
PPRA
Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. Da área de Engenharia e Segurança do Trabalho tem o objetivo de analisar e gerar programas de prevenção e saúde profissional. Só é isenta a empresa sem empregados!
PCMSO
Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. Da área de Medicina Ocupacional, tem como objetivo avaliar a capacidade do empregado dentro do ambiente levantado no PPRA.
ASO
Atestado de Saúde Ocupacional (antigo atestado médico). Só é válido, portanto, quando decorrente dos dois programas anteriores.
Atenção! Nosso dever é alertá-lo que qualquer procedimento fora dessa ordem não tem validade!
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