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El Tiempo del Altiplano Edición 247

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LUNES 7 DE SEPTIEMBRE DE 2026 | AÑO 4 | NÚMERO 247 |

PERSONAJE

$10.00

Doña Licha conquista Matehuala con sus tortillas de harina

GASOLINEROS ACUSAN EXTORSIONES DE FGR

Pág.12

Pág.3

REPORTAJE El Altiplano que quedó bajo tierra (Quinta Parte): Villa de Arista y el ancestro del caballo

Pág.4

DESTINOS

El Cerro del Fraile y su base alienígena

Pág.13

LEYENDAS La novia muerta que recorre las calles del Altiplano

Pág.22

Cumple docientos años la constitución de SLP Pág.17

ESTADO

SLP es el ejercito social de Sheinbaum: Gallardo

Pág.16 INTERESANTE

www.eltiempodelaltiplano.com

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¡ADIÓS AL CALOR! LLEGARÁN 56 FRENTES FRÍOS

Pá g . 2

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Lunes 7 de septiembre de 2026 | El Tiempo del Altiplano

Tiempo de Hablar | Alcaldes de adorno y cuentas por rendir Por: Staff El Tiempo del Altiplano L l e g ó s e pt i e m b re , e l m e s e n q u e l a c l a s e p o l í t i c a d e s e m p o lva e l p roto co l o y l a retó r i c a p a ra re n d i r s u p u e s t a s c u e nt a s a l a c i u d a d a n í a . Es l a te m p o ra d a d e l o s i nfo r m e s d e g o b i e r n o , e s e r i t u a l e n e l q u e l o s a lc a l d e s p re p a ra n e s ce n a r i o s , d i s c u r s o s , foto g raf í a s y v i d e o s p a ra p re s u m i r u n a re a l i d a d q u e m u c h a s ve ce s n o co i n c i d e co n l a q u e v i ve n d i a r i a m e nte s u s g o b e rn a d o s . En e l A l t i p l a n o p oto s i n o , l o s i nfo r m e s s e h a n co nve r t i d o e n b u rd o s eve nto s d e l u c i m i e nto p e r s o n a l , p a s a re l a s d e e g o l at r í a d o n d e l o s e d i l e s s e a p l a u d e n a s í m i s m o s y p re s e nt a n ú n i c a m e nte a q u e l l o q u e l e s co nv i e n e p a ra m a q u i l l a r s u s a d m i n i s t ra c i o n e s . L a re a l i d a d , s i n e m b a rg o , e s t á e n l a s c a l l e s y n o n e ce s i t a d i s c u r s o s p a ra h a ce r s e ev i d e nte : e n l a re g i ó n h ay m u y p o co s m ot i vo s p a ra p re s u m i r g o b i e r n o s ef i c i e nte s . Ent re l o s p e r f i l e s m á s c u e s t i o n a d o s d e s t a c a Ra ú l O r te g a e n Mate h u a l a . En l a s f i l a s d e s u p ro p i o p a r t id o , e l PA N , e s u n s e c reto a vo ce s q u e s u a d m i n i s t ra c i ó n e nf re nt a u n f u e r te d e s g a s te y q u e e s t a s i t u a c i ó n p o d r í a te r m i n a r co b rá n d o l e fa c t u ra a s u g r up o p o l í t i co e n l a s p róx i m a s e l e cc i on e s . O r te g a s e rá re co rd a d o t a m b i é n p o r a q u e l m e d i át i co l i b ro d o n d e f i r m ó co m p ro m i s o s d e c a m p a ñ a co n b o mb o y p l at i l l o , u n d o c u m e nto q u e h oy p a re ce h a b e r q u e d a d o e n e l o lv i d o . Na d i e s a b e co n p re c i s i ó n q u é p a s ó co n a q u e l l a s p ro m e s a s , c u á l e s s e c u m p l i e ro n y c u á l e s te r m i n a ro n s i m p l e m e nte a rc h i va d a s j u nto co n l a s exp e c t at i va s d e q u i e n e s vot a ro n p o r é l . En C e d ra l , C i nt h i a S e g ov i a t a m p o co p a re ce te n e r d e m a s i a d o s m o t i vo s p a ra ce l e b ra r. S u a d m i n i s t ra c i ó n h a e nf re nt a d o c u e s t i o n a m i e nto s p o r l a fa l t a d e re s p u e s t a s a nte p ro b l e m a s q u e co nt i n ú a n afe c t a n d o a l a p o b l a c i ó n , p e s e a l re s p a l d o i n st i t u c i o n a l q u e h a re c i b i d o d e l g o b i e r n o e s t at a l . L a m i s m a i n e rc i a d e a b a n d o n o p u e d e o b s e r va r s e , co n s u s re s p e c t i va s p a r t i c u l a r i d a d e s , e n m u n i c i p i o s co m o G u a d a l c á z a r y V i l l a d e l a Pa z , d o n d e l a s a d m i n i s t ra c i o n e s p a re ce n m á s p re o c u p a d a s p o r m a nte n e r e l co nt ro l p o l í t i co q u e p o r co n s t r u i r p roye c to s d e l a rg o a lc a n ce . Y a q u í a p a re ce u n a p re g u nt a f u n d a m e nt a l : ¿e n q u é s e e s t á n g a s t a n d o l o s p re s u p u e s to s m u n i c i p a l e s ? Po rq u e d i n e ro s í h ay. Lo s ay u nt a m i e nto s re c i b e n m i l l o n e s d e p e s o s c a d a a ñ o e nt re p a r t i c i p a c i o n e s , a p o rt a c i o n e s e i n g re s o s p ro p i o s . E l c i u d a d a n o t i e n e d e re c h o a s a b e r c u á nto s e d e s t i n ó a n ó m i n a , c u á nto a v i át i co s , c u á nto a co m u n i c a c i ó n s o c i a l , c u á nto a a s e s o re s y c u á nto te r m i n ó re a l m e n te co nve r t i d o e n c a l l e s , a g u a , d re n a j e , s e g u r i d a d , c a m i n o s , a l u m b ra d o y e s p a c i o s p ú b l i co s . L a i m p re s i ó n q u e ex i s te e n b u e n a p a r te d e l A l t i p l a n o

es que los gobiernos municipales han privilegiado el g a s to a d m i n i s t rat i vo s o b re l a i nve r s i ó n . Es m á s fá c i l co nt rat a r p e r s o n a l , o rg a n i z a r u n eve nto o l l e n a r l a s red e s s o c i a l e s d e p ro p a g a n d a q u e e m p re n d e r u n a o b ra q u e re q u i e ra p l a n e a c i ó n , re c u r s o s y v i s i ó n d e f u t u ro . L a c r i s i s d e l a g u a e s q u i z á e l e j e m p l o m á s ev i d e nte . U n a re g i ó n q u e e nf re nt a s e r i o s p ro b l e m a s d e a b a s te c i m i e nto co nt i n ú a s i n u n a e s t rate g i a m u n i c i p a l q u e p e r m i t a ate n d e r e l p ro b l e m a d e m a n e ra e s t r u c t u ra l . No b a s t a co n re p a ra r u n p ozo c u a n d o fa l l a o e nv i a r p i p a s c u a n d o l a p re s i ó n s o c i a l a u m e nt a . S e n e ce s i t a n n u eva s re d e s , m a nte n i m i e nto , i nf ra e s t r u c t u ra d e a l m a ce n a m i e n to , re d u cc i ó n d e f u g a s y p roye c to s q u e g a ra nt i ce n e l s u m i n i s t ro p a ra l a s p róx i m a s g e n e ra c i o n e s . Lo m i s m o o c u r re co n l a s v i a l i d a d e s . C a m i n o s r ura l e s d ete r i o ra d o s , c a l l e s l l e n a s d e b a c h e s , d re n a j e s

Periódico El Tiempo del Altiplano, edición semanal. Número de Certificado de Reserva del Instituto Nacional del Derecho de Autor: en trámite. Domicilio: Cordillera Oriental 133, Lomas 3ra Secc, 78216 San Luis Potosí SLP, Teléfono: 4448251693. www.eltiempodelaltiplano.com www.facebook.com/ElTiempoDelAltiplano

q u e re q u i e re n ate n c i ó n y co m u n i d a d e s q u e co nt i n ú a n e s p e ra n d o m e j o re s v í a s d e co m u n i c a c i ó n fo r m a n p a r te d e l p a i s a j e cot i d i a n o . M i e nt ra s t a nto , l o s i nfo r m e s p re s u m i rá n g e s t i o n e s , re u n i o n e s y p e q u e ñ a s a cc i o n e s co m o s i f u e ra n g ra n d e s t ra n s fo r m a c i o n e s . L a c u l t u ra , e l d e p o r te y l a e d u c a c i ó n t a m p o co p a re ce n o c u p a r u n l u g a r p r i o r i t a r i o e n l a s a g e nd a s m u n i c i p a l e s . S o n te m a s q u e s i r ve n p a ra a d o rn a r u n d i s c u r s o , p e ro q u e f re c u e nte m e nte q u e d a n re l e g a d o s c u a n d o l l e g a e l m o m e nto d e re p a r t i r e l p re s u p u e s to . E l d e s a r ro l l o h u m a n o d e b e r í a s e r u n a i nve r s i ó n y n o u n g a s to p re s c i n d i b l e . Pe ro ex i s te u n p ro b l e m a to d av í a m ayo r : l a s e g u r i d a d . En m u n i c i p i o s co m o Mate h u a l a , C e d ra l , C h a rc a s , S a l i n a s , Va n e g a s y C ato rce , l a p o b l a c i ó n v i ve co n u n a p e rce p c i ó n d e i n s e g u r i d a d q u e n i n g ú n i nfo r m e p u e d e o c u l t a r. C u a n d o l o s c i u d a d a n o s m o d i f i c a n s u s h o ra r i o s , c u a n d o l o s co m e rc i a n te s p ref i e re n ce r ra r te m p ra n o o c u a n d o t ra n s i t a r p o r d ete r m i n a d a s c a r rete ra s g e n e ra te m o r, a l g o e s t á fa l l a n d o . Lo s s e ñ a l a m i e nto s s o b re l a p re s e n c i a d e g r u p o s d e l i c t i vo s y s u p o s i b l e i nf l u e n c i a e n a l g u n a s zo n a s s o n d e m a s i a d o d e l i c a d o s p a ra u t i l i z a r l o s ú n i c a m e nte co m o a rg u m e nto p o l í t i co , p e ro t a m b i é n d e m a s i a d o g rave s p a ra i g n o ra r l o s . S i ex i s te n d e n u nc i a s co n c ret a s s o b re co m p l i c i d a d e s o s u b o rd i n a c i ó n d e a u to r i d a d e s , cor re s p o n d e a l a s i n s t i t u c i o n e s i nve s t ig a r y d e s l i n d a r re s p o n s a b i l i d a d e s . E l c i u d a d a n o , m i e nt ra s t a nto , s i g u e p re g u nt á n d o s e q u i é n g o b i e r n a re a l m e nte . Po r e s o , l o s i nfo r m e s d e s e pt i e m b re deberían ser mucho más que una pas a re l a d e foto g raf í a s . D e b e r í a n ex p l i c a r c u á nto d i n e ro re c i b i ó c a d a ay u nt a m i e nto , e n q u é s e g a s tó , q u é o b ra s s e h i c i e ro n , c u á nto co s t a ro n y, s o b re to d o , q u é co m p ro m i s o s d e c a m p a ñ a f u e ro n c u m p l i d o s . Po rq u e e l d i n e ro p ú b l i co n o p e r te n e ce a l o s a l c a l d e s n i a s u s p a r t i d o s , p e r te n e ce a l a g e nte . Y s i d e s p u é s d e t re s a ñ o s l a p r i n c i p a l o b ra q u e p u e d e p re s u m i r u n p re s i d e nte m u n i c i p a l e s s u p ro p i a i m a g e n , e nto n ce s e l p rob l e m a n o e s q u e te n g a p o co q u e i nfo rm a r, s i n o q u e t i e n e p o co q u e p re s u m i r. E l A l t i p l a n o n o n e c e s i t a a l c a ldes de adorno. Necesita gobiernos que gobiernen, funcionarios que entiendan que administrar un municip i o n o s i g n i f i c a p re p a r a r l a s i g u i e n te c a m p a ñ a y a u to r i d a d e s c a p a c e s d e re c u p e r a r l a c o n f i a n z a c i u d a d a n a c o n re s u l t a d o s , n o c o n p ro p a g a n d a . Q u e n a d i e s e s o r p re n d a e n to n c e s s i , c u a n d o l l e g u e n u eva m e n te l a h o r a d e vo t a r, l a c i u d a d a n í a d e c i d e p a s a rl e s l a f a c t u r a . P o rq u e e l p u e b l o p o d r á o lv i d a r u n d i s c u r s o , p e ro d i f í c i lm e n te o lv i d a t re s a ñ o s d e c a re n c i a s .

Director: Hares Barragán Ortiz Editor: Brian Alexis Castillo Morán Fotografía: Juan Francisco Ibarra Tovar Socios fundadores: Francisco Acosta-Martínez María Luisa Paulín

Licel Morales


Matehuala

El Tiempo del Altiplano | Lunes 7 de septiembre de 2026

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Gasolineros acusan extorsiones de FGR A traves de políticos y abogados intermediarios, según denuncian Una presunta red de extorsión vinculada con actuaciones de la Fiscalía General de la República (FGR) en San Luis Potosí habría utilizado cateos, aseguramientos e investigaciones federales como mecanismo de presión contra empresarios del sector de hidrocarburos, de acuerdo con una denuncia anónima en poder de El Tiempo del Altiplano. El caso documentado refiere el aseguramiento y detención de más de 100 pipas, cuyos propietarios, según la denuncia, habrían acreditado legalmente tanto la propiedad de los vehículos como la procedencia de los hidrocarburos, sin que hasta el momento avance el proceso para su liberación. La carpeta de investigación señalada es la FED/SLP/ SLP/0001023/2026. De acuerdo con las fuentes consultadas, después de diversos cateos relacionados con dicha carpeta, agentes de la Policía de Investigación habrían solicitado hasta 10 millones de pesos para intervenir en la liberación de las pipas afectadas y solucionar las consecuencias jurídicas derivadas de los operativos. La exigencia económica, según el documento, habría sido comunicada a abogados relacionados

con la defensa y representación de la empresa y de las personas afectadas. El dinero presuntamente sería entregado a cambio de intervenir, gestionar, modificar, limitar o solucionar la situación jurídica de las pipas, tractocamiones, semirremolques, hidrocarburos, inmuebles y demás bienes asegurados. La denuncia sostiene que no se trataría de un hecho aislado, sino de una estructura organizada en la que presuntamente participarían particulares, intermediarios políticos y abogados, además de personas relacionadas con actuaciones ministeriales. Dentro de los señalamientos aparece también la empresa Grúas Tangamanga, cuya posible participación deberá ser investigada y acreditada por las autoridades correspondientes. Entre los nombres mencionados en la denuncia se encuentra Enrique Alejandro Flores Flores, exdiputado panista, identificado en el documento como “el diputado”. La acusación plantea que podría desempeñar funciones de coordinación, enlace, intermediación o interlocución con servidores públicos de la Fiscalía General de la República en San Luis Potosí. La información obtenida señala además al actual delegado de la FGR, Gabriel Campos Piña, como una de las personas cuya actuación debería ser investigada para determinar si existe algún vínculo con el presunto esquema. Este señalamiento forma parte de la denuncia y no constituye, por sí mismo, una determinación de responsabilidad.

Desabasto de agua golpea a familias matehualenses

Habitantes de diferentes sectores de Matehuala reportaron problemas en el suministro de agua potable, con viviendas donde el servicio presenta muy baja presión y otras en las que el vital líquido dejó de llegar por completo, situación que genera preocupación entre las familias ante las altas temperaturas que se registran en la ciudad. Ciudadanos señalaron que la falta de agua complica actividades básicas del hogar, como bañarse, lavar ropa y trastes, realizar labores de limpieza y mantener condiciones adecuadas de higiene. Ante el intenso calor, contar con el servicio se vuelve todavía más necesario, por lo que los usuarios esperan que el suministro pueda normalizarse lo antes posible. Los reportes se han presentado en diferentes puntos de la ciudad, donde algunas familias aseguran que la presión es insuficiente para llenar tinacos o mantener un flujo constante en las llaves de sus domicilios. En otros sectores, los habitantes señalan que durante varias horas

no han recibido una sola gota de agua. Ante las quejas, el Sistema de Agua Potable, Alcantarillado y Saneamiento de Matehuala (SAPSAM) informó que la falta de agua y las bajas presiones registradas en algunos sectores fueron ocasionadas por trabajos de mantenimiento y conexión realizados en el área de pozos de los acuíferos Cedral y Vanegas. De acuerdo con el organismo operador, como parte de estas maniobras fue necesario realizar la conexión de una abrazadera de 10 pulgadas, correspondiente al inicio de una línea de conducción destinada al Rancho Santa Martha, trabajos que tuvieron repercusiones temporales en el suministro de algunas zonas. SAPSAM señaló que estas labores forman parte de acciones de mantenimiento y ampliación de infraestructura hidráulica, aunque mientras se llevan a cabo los trabajos algunas familias han tenido que enfrentar la reducción o interrupción temporal del servicio.

Grupo Meta dilapida flora silvestre en nueva carretera a Matehuala La construcción del Entronque 75-D Matehuala continúa generando inconformidad entre integrantes del ejido San José de los Guajes y anexos, quienes denunciaron una nueva afectación a la flora del desierto potosino y señalaron que en la localidad de El Venadito se estaría extrayendo peyote durante los trabajos relacionados con el proyecto carretero. José Guadalupe Quiroz Tovar, presidente del Comisariado Ejidal de San José de los Guajes y anexos, afirmó que después del recorrido realizado el pasado 17 de agosto, en el que se documentó el derribo de vegetación nativa, se han detectado nuevos ejemplares afectados, principalmente biznagas y palmas. El representante ejidal sostuvo que también recibieron información sobre la presunta extracción de peyote en El Venadito. De acuerdo con su versión, mientras algunas especies son removidas o destruidas, el peyote estaría siendo retirado del terreno por personas relacionadas con los trabajos de construcción, situación que pidió sea investigada por las autoridades ambientales. La inconformidad se agrava debido a que, según Quiroz Tovar, existe una suspensión provisional dentro del amparo 598/2026, concedida el 7 de abril por el Juzgado Primero de Distrito. Aseguró que, pese a dicha determinación, desde el 1 de julio personal y maquinaria vinculados con empresas de Grupo Valoran habrían ingresado para realizar trabajos de remoción vegetal. El ejidatario señaló que las empresas Mexicana de Técnicos en Autopistas (META) e Infraestructura Potosina de Carreteras serían las responsables de los

trabajos cuestionados. Afirmó además que los ingresos al territorio ejidal se han realizado con presencia de elementos de la Guardia Civil Estatal y personal de seguridad privada, por lo que consideró necesario que se revise si las actividades realizadas son compatibles con la suspensión judicial vigente. Durante el recorrido efectuado el 17 de agosto con la participación del representante estatal de la Procuraduría Agraria, Ricardo Enrique Rivera Sierra, los ejidatarios reportaron el derribo de ejemplares de flora característica del desierto, entre ellos biznagas consideradas dentro de la categoría de protección especial de acuerdo con la NOM-059-SEMARNAT-2010. Ante las afectaciones denunciadas, el Comisariado Ejidal presentó el pasado 13 de agosto una denuncia por presuntos daños ambientales ante la Procuraduría Federal de Protección al Ambiente (Profepa). Hasta el momento, aseguró, no han recibido notificación sobre una inspección o alguna otra actuación derivada de la denuncia.


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Lunes 7 de septiembre de 2026 | El Tiempo del Altiplano

Por: Francisco Acosta-Martínez

El escenario que hoy caracteriza a Villa de Arista; con sus llanuras, zonas áridas y sierras que delimitan el horizonte, es el resultado de una historia geológica que comenzó mucho antes de que existieran los actuales asentamientos humanos. En las rocas y depósitos de la región permanece el registro de una época en la que el clima y los ecosistemas eran diferentes y en la que grandes mamíferos recorrían el territorio que hoy forma parte del Altiplano potosino. Entre las evidencias paleontológicas asociadas con Villa de Arista se encuentra el registro del caballo fósil Equus mexicanus, una especie del Pleistoceno identificada en la localidad de La Tinaja. La especie también ha sido registrada en otras localidades potosinas, entre ellas La Media Luna y Vanegas, de acuerdo con el inventario de especies fósiles de San Luis Potosí elaborado por especialistas de la Universidad Autónoma de San Luis Potosí (UASLP). El hallazgo forma parte de un registro más amplio de mamíferos que habitaron San Luis Potosí durante el Pleistoceno, periodo conocido también como Edad de Hielo. Aunque gran parte de la atención paleontológica del Altiplano se concentra en los restos de mamuts de Cedral y otras localidades, los caballos fueron igualmente parte de aquellos ecosistemas y su presencia permite reconstruir las condiciones ambientales que existieron en la región. El Pleistoceno comenzó hace aproximadamente 2.6 millones de años y terminó hace unos 11 mil 700 años. Durante ese largo periodo se produjeron importantes variaciones climáticas y se sucedieron etapas frías y cálidas que modificaron la distribución de la vegetación y de los animales. En distintas regiones de México coexistieron mamuts, camellos, bisontes, grandes felinos, venados, gliptodontes y diferentes especies de caballos. Villa de Arista se encuentra dentro de una zona geológicamente conocida como el Graben de Arista, una estructura que forma parte de la configuración tectónica de la región. Estudios geológicos han documentado en esta depresión depósitos continentales que contienen vertebrados fósiles del Plioceno-Pleistoceno. Estos depósitos son relevantes porque corresponden a ambientes terrestres, muy diferentes de los antiguos

mares que cubrieron otras partes del actual territorio potosino durante el Mesozoico. En Villa de Arista, el registro permite acercarse a una etapa mucho más reciente de la historia natural del Altiplano, cuando el territorio ya había adquirido características continentales y era ocupado por comunidades de grandes mamíferos. El caballo Equus mexicanus formaba parte de ese escenario. Se trataba de un équido extinto que habitó distintas regiones de México durante el Pleistoceno. Sus restos se encuentran representados principalmente por piezas dentales y elementos óseos que permiten identificarlo y compararlo con otros caballos fósiles. La presencia del caballo es significativa porque permite ampliar la imagen de la fauna que habitó el Altiplano. Los grandes mamíferos del Pleistoceno no estuvieron restringidos a un solo ambiente. Algunas especies estaban adaptadas a zonas abiertas, mientras otras dependían de áreas con mayor disponibilidad de agua y vegetación. El estudio de los caballos fósiles encontrados en San Luis Potosí muestra precisamente que estos animales podían ocupar ambientes diferentes. Investigaciones realizadas en la entidad han identificado dos especies de caballo del Pleistoceno, Equus conversidens y Equus mexicanus, y han planteado que su coexistencia podía explicarse por diferencias en dieta y hábitat. En la localidad de Presita Blanca fueron identificados restos de ambas especies, lo que permitió ampliar el conocimiento sobre la distribución de estos équidos en el estado. El registro de Villa de Arista debe entenderse dentro de esa diversidad. La existencia de caballos fósiles en la zona indica que durante el Pleistoceno hubo condiciones capaces de sostener grandes herbívoros. La presencia de estos animales, junto con otros registros encontrados en distintas localidades del estado, permite reconstruir un territorio con una fauna considerablemente diferente a la actual. El propio inventario de mamíferos fósiles de San Luis Potosí registra, además de Equus mexicanus, especies como el mamut de Columbia (Mammuthus columbi), el gliptodonte (Glyptotherium), distintas especies de roedores, murciélagos y carnívoros. En el caso de Villa de Arista, el registro de Equus mexicanus forma parte de esa historia regional de grandes mamíferos. La relación entre Villa de Arista y la paleontología no se limita a una referencia bibliográfica. La localidad aparece también entre los municipios de los que proceden piezas que forman parte del patrimonio paleontológico resguardado por la UASLP. De acuerdo con in-

Reportaje

formación difundida por la institución, especialistas han recuperado materiales fósiles en diversos puntos del estado y entre los municipios mencionados se encuentra Villa de Arista. El registro fósil permite, además, observar la transformación de los ambientes del Altiplano. Millones de años antes del Pleistoceno, otras regiones de San Luis Potosí estuvieron cubiertas por mares y acumularon sedimentos con organismos marinos. En Villa de Arista, la evidencia geológica de los depósitos continentales y el registro de vertebrados fósiles forman parte de esa transformación. La región dejó atrás los ambientes marinos de épocas mucho más antiguas y se convirtió en un territorio continental donde podían desplazarse grandes herbívoros. Los caballos fósiles representan una parte de esa fauna. Sus restos son evidencia de que el actual Altiplano no siempre tuvo la misma vegetación, clima ni composición animal. Las condiciones que permitieron la presencia de Equus mexicanus desaparecieron con el tiempo, al igual que las propias especies que habitaron la región. El Pleistoceno terminó, pero sus huellas permanecieron enterradas en los sedimentos. Algunos de esos restos fueron posteriormente localizados, estudiados y asociados con especies que ya no existen. En Villa de Arista, uno de esos registros corresponde a un animal que durante miles de años recorrió las llanuras del antiguo paisaje potosino. Hoy, las tierras de Villa de Arista forman parte de un Altiplano caracterizado por condiciones áridas y actividades agrícolas y ganaderas. Bajo ese paisaje permanece otro territorio, reconstruido a partir de rocas, sedimentos y fósiles, un territorio en el que los caballos recorrían espacios abiertos y compartían el ambiente con otras especies de la fauna pleistocénica. La historia fósil de Villa de Arista muestra así una etapa distinta de la evolución del Altiplano. Después de los antiguos mares y antes del paisaje actual, existió una región habitada por grandes mamíferos. Entre ellos estuvieron los caballos de Equus mexicanus, cuyos restos permiten identificar una parte de la fauna que ocupó este territorio durante la Edad de Hielo. El registro no conserva el paisaje completo, pero sí las evidencias necesarias para reconstruirlo. En cada pieza fósil queda una parte de aquella historia: la de un Altiplano diferente, recorrido por animales que desaparecieron hace miles de años y cuyos restos todavía permiten conocer cómo fue la región antes de adquirir la configuración que actualmente la caracteriza.


Altiplano

El Tiempo del Altiplano | Lunes 7 de septiembre de 2026

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Bacheos chafas de Reyitos se los lleva el agua

Las obras de bacheo ejecutadas por el Gobierno Municipal de Venado no son una solución; son un desperdicio sistemático de los recursos públicos. La administración que encabeza el edil José Reyes Martínez parece empeñada en tapar el sol con un dedom y los hoyancos con material de pésima calidad, en lugar de responder a las demandas de infraestructura digna que exige la población. A través de las propias redes del Ayuntamiento, los ciudadanos han calificado estas intervenciones como una auténtica burla hacia el pueblo, cansado de ver cómo el presupuesto se pulveriza en la primera llovizna. El descontento popular no es gratuito, pues responde a la ineficiencia municipal. La indignación escaló de nivel tras confirmarse que el asfalto colocado en el camino hacia Santa

Rita duró menos de tres meses antes de ser completamente arrastrado por las precipitaciones. A esta chapuza se suma el abandono total de la carretera a El Salitre, donde tramos específicos, como el ubicado a la altura de la pollería El Quijote, se han convertido en un auténtico viacrucis de baches que destruyen neumáticos y hacen prácticamente imposible la circulación vehicular. Ante la lluvia de reclamos por la pésima calidad de los materiales y la falta de planeación, la respuesta de la administración de José Reyes Martínez ha sido el conformismo y la excusa barata. Mediante un comunicado oficial, el gobierno municipal intentó escudarse tras el pretexto de contar con «recursos presupuestales limitados», argumentando que sus cuadrillas trabajan de manera permanente para mitigar riesgos. Sin

embargo, los habitantes de Venado entienden perfectamente la matemática básica de la gestión pública, sale más caro estar parchando torpemente el mismo tramo cada tres meses que ejecutar una obra de pavimentación bien hecha desde el principio. La ciudadanía ha sido clara y directa en sus exigencias al exigir el cese inmediato de estos parches superficiales que solo sirven para la toma de fotografía institucional. La población exige obras reales de repavimentación y proyectos duraderos que respeten el dinero de los contribuyentes. Mantener la postura de gastar en «soluciones» que se las lleva el agua no solo evidencia la incapacidad técnica del ayuntamiento, sino una alarmante falta de respeto de la alcaldía hacia la seguridad y el bolsillo de las familias de Venado.

El Altiplano pierde terreno en la producción de tuna

Aunque San Luis Potosí forma parte de la región conocida históricamente como el Gran Tunal y durante décadas ha sido identificado como un estado productor de tuna, actualmente se encuentra lejos de los primeros lugares a nivel nacional, una situación que refleja la crisis que atraviesa esta actividad agrícola en distintas zonas del Altiplano potosino. De acuerdo con cifras de la Dirección General del Servicio de Información Agroalimentaria y Pesquera (DGSIAP), de la Secretaría de Agricultura y Desarrollo Rural, al cierre de 2025 San Luis Potosí registró una producción de 16 mil 900 toneladas de tuna en 2 mil 186 hectáreas. La cifra lo coloca muy por debajo de las entidades que actualmente dominan el mercado nacional.

A nivel nacional, durante 2025 se produjeron 448 mil 303 toneladas de tuna en una superficie de 44 mil 527 hectáreas, con un valor de producción de 2 mil 216 millones de pesos. Esta cantidad representó un crecimiento de 9.4 por ciento respecto a 2024, cuando se obtuvieron 409 mil 595 toneladas. Dentro de San Luis Potosí, el principal productor fue Villa de Arriaga, con 4 mil 893 toneladas durante 2025. En el Altiplano, Vanegas registró mil 352 toneladas, Real de Catorce mil 136 y Matehuala mil 15 toneladas, municipios que mantienen viva una actividad que durante generaciones ha formado parte de la economía y la identidad de las comunidades rurales. La producción también se extiende a otros municipios potosinos,

entre ellos Cedral, Charcas, Salinas, Moctezuma, Venado, Villa de Guadalupe, Villa de la Paz, Villa de Arista, Ahualulco, Mexquitic, Villa Hidalgo y Zaragoza, entre otros. Sin embargo, el volumen acumulado de la entidad evidencia la distancia que existe frente a los grandes productores nacionales. La situación cobra especial relevancia en el Altiplano, donde las condiciones semidesérticas han permitido históricamente el desarrollo del nopal tunero y donde numerosas familias rurales han dependido de la agricultura para generar ingresos. La pérdida de capacidad productiva representa no solamente una reducción en el volumen de fruta, sino también un golpe para una actividad tradicional de la región.

Recibe Moctezuma nuevas obras y 500 luminarias El gobern ad or de S an Luis Potosí, Ricard o G allard o Card on a, arran có en Moctezum a la rehabilitación d e los cam in os d e Ex Ha cien d a d e En ram a da y Ran ch ería d e Juárez, con un a inversión d e 18.4 m illon es de pesos, obras que m ejorarán la m ovilid ad y las con d icion es d e traslad o d e m il 500 habitantes, ad em ás de ben eficiar a productores d el cam po, gan ad eros, trabaja dores y visitantes. El m an d atario estatal d etalló que los trabajos contem plan pavim enta ción , con strucción de guarn icion es y ban quetas, señ ala miento h orizontal y vertical, así com o infraestructura básica, con lo que las com unid ad es ten d rán vialid ad es m ás seguras y m ejores con d i cion es d e com un icación h acia la cabecera m un icipal y otras localid ad es d e la región . Com o parte d e esta gira d e trabajo por el A ltiplan o, Ricard o G allard o

tam bién entregó 500 lum in arias tipo L ED para m od ern izar el alum brad o público d e la cabecera m u n icipal y d iversas com un id ad es, con un a inversión ad icio n al d e 1.2 m illon es d e pesos en ben efi cio d e 2 m il h abitantes. L as n uevas lu m in arias perm itirán contar con calles, plazas, an d ad ores, accesos y espacios públicos m ejor ilum in ad os, ad em ás de red ucir zon as oscuras y brin d ar m ayor segurid ad a las fam ilias d urante sus activid ad es y traslad os n octurn os. Ricard o G allard o d estacó que estas accion es respon d en d irectam ente a las n ecesid ad es d e las com un id ad es y representan in fraestructura con m ayor d urabilid ad y eficien cia, tanto en cam in os com o en alum brad o, para que los recursos pú blicos se trad uzcan en m ejores servicios, con ectivid ad y calid ad d e vid a para las fam ilias d e Moctezum a.


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Opinión

Lunes 7 de septiembre de 2026 | El Tiempo del Altiplano semanas ha surgido una especie de cercanía entre el gobernador y la presidenta de MORENA, Rita Ozalia Rodríguez.

Informe de resultados María Luisa Paulín

La presidenta Claudia Sheinbaum vino a San Luis Potosí para dar su informe de resultados correspondiente al segundo año de gobierno, pero lo que dejó, en conclusión, fueron tres cosas: 1.- El gobernador mostró músculo político; 2.- MORENA no quiere nada con el Verde; y 3.- La ausencia de la senadora Ruth González dio de qué hablar. Reunir a más de 20 mil personas para llenar la Arena Potosí en menos de 24 horas no es “échilame otra”. Ricardo Gallardo lo hizo prácticamente solo. La gente de MORENA y de la Secretaría del Bienestar movilizó adultos mayores beneficiarios de las pensiones; ofrecían 350 pesos por llegar a las 8:00 a. m. y concluir a las 5:00 p. m. A final de cuentas, se trata de población vulnerable que ya no aguanta esos trotes. El Partido del Trabajo, instalado en modo gandalla, quiso hacer presencia en el evento colocando banderas en el camellón para que la presidenta Sheinbaum las viera a su paso, pero se las quitaron. Luego se quisieron victimizar, pero a todo mundo le ha quedado claro que en el PT son más marrulleros que los que estafan con el juego de la bolita. En política es difícil engañar a los que conocen las técnicas de movilización de personas. A estas alturas, la presidenta y su equipo saben que el esfuerzo de ese evento macro en la Arena Potosí es mérito casi absoluto del gobernador Ricardo Gallardo. Pero, como nada es gratis, obviamente Gallardo sabe que se trató de una inversión política orientada a demostrar, una vez más, que en San Luis Potosí su movimiento es el que trae capacidad para jugar a ganar en las próximas elecciones. Gallardo y Sheinbaum se entienden bien; eso revienta a sus malquerientes y opositores, pero está claro que hay entendimiento y acuerdos. Además, en las últimas

En la antesala de las definiciones para el 2027, Ricardo Gallardo lleva mano y está enfocado en su sucesión. Tiene diálogo con el PRI de Alejandro Moreno, con Dante Delgado de Movimiento Ciudadano y cierta cercanía con la cúpula panista gracias a las relaciones del diputado Héctor Serrano, que conoce bien a Jorge Romero y su círculo cercano. En política no hay que tomarse nada personal porque la mayoría de los jugadores no sabe, al final de un proceso, dónde va a caer. Los iniciados saben que, sea cual sea el partido dominante, en política no te metes, te meten; y no te sales, te sacan. Así las cosas, los que hoy se dan por muertos están más vivos que nunca, y los que aseguran que las traen todas, mañana quedan fuera. En el Verde puede haber una sorpresa. ¡Al tiempo! Septiembre es mes clave; la espera llega a su fin.

aparece formalmente en las boletas, pero que ya puede observarse en el comportamiento de los partidos.

P.D.1.- Marcelo de los Santos Anaya dice que las encuestas lo favorecen, pero para ser candidato a la presidencia municipal de la capital potosina por el PAN necesita el favor de la dueña del comité estatal, Verónica Rodríguez, pero la senadora se queja de malos tratos por parte del empresario. Una perfecta hoguera de las vanidades es el Partido Acción Nacional.

Morena, PVEM, PAN, PRI, Movimiento Ciudadano y las demás fuerzas políticas tendrán que demostrar que su presencia en el Altiplano no se limita a aparecer durante los meses electorales. El ciudadano de la región conoce demasiado bien la diferencia entre una visita de campaña y una presencia política permanente.

P.D.2.- Juan Carlos Valladares, prospecto del Partido Verde para la alcaldía capitalina, avanza silenciosamente en su empresa. El empresario y también diputado federal construye una estructura sólida con personas que, además, saben lo que hacen. Una ventaja tiene Valladares: no está obsesionado, y eso vale mucho en política. P.D.3.- El exdiputado panista Enrique Flores Flores está metido de nuevo en un lío gordo. Existe una denuncia en el órgano de control interno de la Fiscalía General de la República donde lo señalan como presunto intermediario del delegado en San Luis Potosí, Gabriel Campos Piña. Famoso por su participación en aquel famoso episodio de “la ecuación corrupta”, donde extorsionaba alcaldes, Kike Flores ahora extorsiona gasolineros con cifras de 10, 18 y hasta 20 millones de pesos para “arreglar” el decomiso, por cierto, ilegal, de pipas y combustibles debidamente acreditados por empresarios del ramo. La cloaca está a punto de estallar y se van a sorprender de los involucrados en una denuncia que llegó a las manos de códigosanluis.com.

Cuenta regresiva Francisco Acosta-Martínez

El 10 de septiembre no será una fecha más en el calendario político. Con el inicio formal del Proceso Electoral Federal 2026-2027 comenzará también una etapa en la que, aunque las campañas todavía parezcan lejanas, buena parte de la clase política potosina empezará a mover sus piezas con bastante menos discreción de la que seguramente quisiera admitir el discurso institucional. El Instituto Nacional Electoral ha previsto más de 500 actividades para conducir el proceso que culminará el 6 de junio de 2027 con la elección de 500 diputaciones federales. Para San Luis Potosí, sin embargo, la elección tendrá una lectura particularmente interesante; el estado será escenario de competencia federal y local, y el Altiplano tendrá un peso político que difícilmente podrá ignorarse.

¡Hasta la próxima! La región no es solamente una extensión territorial al norte del estado. Es un espacio donde convergen municipios con realidades económicas, sociales y políticas distintas, pero también con una característica electoral relevante: buena parte de ellos forma parte del Distrito Federal 01, con cabecera en Matehuala. Ahí aparecen municipios como Catorce, Cedral, Charcas, Matehuala, Moctezuma, Salinas, Santo Domingo, Vanegas, Villa de Guadalupe, Villa de la Paz y Villa de Ramos, entre otros. Y es precisamente ahí donde comenzará una disputa que todavía no

En ese sentido, la elección federal puede convertirse en una especie de examen para los partidos. No solamente tendrán que presentar candidatos; tendrán que explicar qué hicieron, qué no hicieron y, sobre todo, qué pretenden hacer con una región que históricamente ha reclamado mayor atención. El riesgo para las fuerzas políticas será repetir la vieja fórmula: recorrer municipios, estrechar manos, tomarse fotografías, prometer soluciones y desaparecer hasta la siguiente elección. El método tiene una ventaja: es conocido. El problema es que también lo conocen los electores. El Altiplano, además, puede convertirse en un termómetro de la competencia política estatal. Las decisiones que se tomen en Matehuala, Cedral, Charcas, Salinas, Moctezuma, Villa de Ramos o Villa de la Paz no serán asuntos exclusivamente municipales. Cada resultado contribuirá a definir el mapa político con el que San Luis Potosí llegará a la segunda mitad de 2027. La cuenta regresiva, entonces, ya comenzó. El 10 de septiembre será el inicio institucional, aunque, políticamente, para algunos, la carrera empezó mucho antes. Y en el Altiplano, donde las distancias son largas, pero la memoria electoral puede ser bastante precisa, habrá que observar quién llega primero, quién llega tarde y quién descubre, demasiado tarde, que los votos no se conquistan con una visita de 30 minutos cada tres años.


Cedral

El Tiempo del Altiplano | Lunes 7 de septiembre de 2026

Continúan estafas en programa “La Escuela es Nuestra” Una ola de indignación e incertidumbre recorre los planteles educativos del municipio de Cedral tras destaparse graves anomalías en la administración de los recursos del programa federal «La Escuela es Nuestra». Lo que en el papel se concibió como un esquema transparente para otorgar autonomía financiera a los Comités Escolares de Administración Participativa (CEAP), hoy enfrenta serias acusaciones de condicionamiento, imposición y presunta corrupción que maniatan a los padres de familia y vulneran el espíritu de la iniciativa pública.

La alerta se encendió tras la denuncia anónima de la tesorera de un comité escolar, quien expuso cómo se despoja a los ciudadanos de la libertad para administrar los fondos otorgados a los planteles. Según el reporte, personal vinculado a la operación del programa estaría forzando a los comités a realizar las compras de materiales e insumos únicamente con una lista reducida de proveedores «sugeridos» o asignados por ellos mismos. Esta situación invalida el papel de las tesoreras y deja una interrogante en el aire sobre si los recursos realmente se utilizan para op-

timizar el presupuesto escolar o para favorecer a un grupo cerrado de comercios. A esta inconformidad se suman testimonios de familias que confirman patrones aún más preocupantes en la región. Integrantes de diversos comités señalan que, si no aceptan a los ingenieros o constructores impuestos por el programa, las autoridades operativas les bloquean el retiro de fondos en ventanilla bancaria, obligando a las tesoreras a sacar dinero a diario mediante cajeros automáticos. Peor aún, se denuncia que a los profesionales o constructores de confianza propuestos por la propia comunidad se les exige el pago de una «cuota» o moche obligatorio para permitirles trabajar libremente en las obras escolares. El temor entre la población escolar se ha visto alimentado por antecedentes drásticos como el caso del CBTIS local, donde el comité pagó por adelantado la totalidad de una obra de techado a un proveedor que dejó los tra-

bajos inconclusos a la mitad. Ese fraude no solo dejó a la institución sin infraestructura, sino que provocó su exclusión del programa federal, un precedente traumático que ahora parece ser utilizado de forma coercitiva para justificar el control centralizado sobre la contratación de servicios y empresas en la zona. Aunque se han registrado casos donde las obras han logrado terminarse con éxito, como la construcción del

Se descontrolan accidentes por caballos sueltos en la carretera a El Blanco Los accidentes provocados por la presencia de caballos sueltos en la carretera Cedral-El Blanco comienzan a convertirse en una situación cada vez más preocupante para quienes utilizan esta vía, luego de que durante la noche del pasado domingo un motociclista resultara lesionado al intentar esquivar a varios equinos que se atravesaron repentinamente en su camino. De acuerdo con los primeros reportes, el motociclista circulaba por la carretera cuando los animales ingresaron de manera inesperada a la carpeta asfáltica. Al encontrarse de frente con los equinos, el conductor realizó una maniobra para evitar golpearlos, pero perdió el control de la motocicleta y terminó derrapando sobre el pavimento. El accidente provocó la movilización de cuerpos de emergencia, luego de que personas que se encontraban cerca solicitaran apoyo. Paramédicos de Protección Civil acudieron para brindar atención al motociclista, quien presentó diversas lesiones como consecuencia de la caída.

Elementos de la Policía Municipal también se trasladaron hasta el lugar para tomar conocimiento de lo ocurrido, apoyar en las labores de atención y resguardar la zona mientras los cuerpos de emergencia trabajaban con el conductor lesionado. El hecho volvió a encender las alarmas entre automovilistas y motociclistas que utilizan esta carretera, debido a que la presencia de caballos y otros animales sueltos se ha vuelto una situación recurrente. Los usuarios señalan que no se trata de un caso aislado, pues constantemente deben enfrentarse al riesgo de encontrar equinos sobre la carretera. La problemática resulta todavía más peligrosa durante la noche, cuando la visibilidad disminuye considerablemente y los conductores tienen menos tiempo para reaccionar ante la aparición repentina de un caballo. Para motociclistas, un intento de esquivar a uno de estos animales puede terminar en una caída, mientras que para los automovilistas existe también el riesgo de una colisión de graves consecuencias.

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techado en la Escuela José Rosas Moreno, el patrón generalizado refleja una opacidad alarmante. Por ello, la ciudadanía de Cedral hace un llamado urgente a las autoridades de la Secretaría de Bienestar y a los órganos de fiscalización para que aclaren de inmediato las reglas de operación, garanticen la libertad de compra de los comités e investiguen a fondo los presuntos cobros de cuotas a los trabajadores de la construcción.

Cae joven armado durante operativo

Como resultado de las labores de inteligencia y vigilancia que mantiene la Guardia Civil Estatal (GCE), un joven fue detenido en el municipio de Cedral, donde además se aseguró un arma de fuego y una motocicleta en la que se desplazaba. De acuerdo con el reporte de la Secretaría de Seguridad y Protección Ciudadana (SSPC), en Cedral los elementos estatales detuvieron a Juan “N”, de 22 años de edad, durante una de las acciones implementadas para reforzar la seguridad en la región. Al momento de su detención, al joven presuntamente le fue asegurado un revólver, además de la motocicleta en la que viajaba. Tanto el arma como el vehículo quedaron bajo resguardo de las autoridades correspondientes para continuar con las investigaciones. En otros hechos re-

gistrados en Ciudad Valles, la Guardia Civil Estatal detuvo a Luis “N”, de 21 años, a quien se le aseguraron dosis de una sustancia con características de “cristal”, marihuana y un documento con posibles claves relacionadas con la venta de narcóticos en el fraccionamiento Praderas del Río. Asimismo, en la colonia Santa Rosa fue detenido Pedro “N”, de 22 años, quien presuntamente llevaba dosis de marihuana y “cristal”, además de tres objetos conocidos como “ponchallantas” y una motocicleta. Las tres personas detenidas, así como las armas, vehículos, sustancias y demás objetos asegurados, fueron puestos a disposición de las autoridades competentes, quienes serán las encargadas de determinar su situación jurídica conforme a las investigaciones correspondientes.


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Lunes 7 de septiembre de 2026 | El Tiempo del Altiplano

Altiplano

Apatía de Mario Díaz deja en ruinas la primaria David G. Berlanga

La reforma que obliga a los ayuntamientos de San Luis Potosí a pagar un mínimo de 14 mil pesos netos mensuales a sus policías no se limita a ordenar un aumento salarial. También establece cómo debe calcularse, qué ingresos no pueden reducirse, de dónde deberán salir los recursos y cómo se comprobará su cumplimiento. El nuevo piso salarial quedó incorporado a los artículos 114 y 133 de la Constitución Política del Estado mediante el Decreto 511, publicado el 16 de abril de 2026 en el Periódico Oficial del Estado. La primera precisión es que se trata de una remuneración de 14 mil pesos netos, es decir, de la cantidad que debe recibir el policía después de las retenciones correspondientes. No se refiere al sueldo bruto asentado en la nómina. El monto tampoco constituye un salario uniforme ni un límite máximo. Los municipios que antes de la reforma ya pagaban cantidades superiores deben conservarlas y podrán aumentarlas conforme a su capacidad financiera. Además, los ayuntamientos no pueden aparentar el cumplimiento mediante la reducción de bonos, compensaciones, prestaciones u otros conceptos previamente reconocidos. El propio decreto establece que la aplicación del nuevo ingreso mínimo no podrá disminuir percepciones ni afectar derechos adquiridos por los elementos. Otro punto relevante es que los 14 mil pesos quedaron expresados en su equivalente en Unidad de Medida y Actualización vigente. Por ello, el piso salarial deberá actualizarse anualmente conforme cambie el valor de la UMA, sin que ese mecanismo pueda ocasionar una reducción en los ingresos. La obligación debe reflejarse en los tabuladores y presupuestos de egresos municipales. Para cubrir el aumento durante 2026, los ayuntamientos podían utilizar economías, previsiones, ampliaciones o adecuaciones presupuestales permitidas por la ley. En los ejercicios siguientes deberán incluir partidas específicas para garantizar el pago. El decreto concedió 120 días naturales, contados desde su entrada en vigor el 17 de abril, para realizar los ajustes normativos, administrativos y presupuestales. Ese periodo concluyó a mediados de agosto. El 31 de agosto correspondió a una obligación distinta: fue la fecha fijada, por única ocasión durante 2026, para que los municipios entregaran al Secretariado Ejecutivo del Consejo Estatal de Seguridad Pública la documentación

que acreditara el pago. Esa fecha no aparece como plazo salarial dentro del Decreto 511, sino que fue establecida para comprobar administrativamente su cumplimiento. Hasta el último reporte previo al vencimiento, solamente 10 de los 59 ayuntamientos habían acreditado el incremento. Esto no permite afirmar todavía que los otros 49 incumplieron con el pago, porque algunos pudieron modificar sus nóminas sin presentar oportunamente la documentación. La cifra definitiva dependerá de la revisión de los expedientes recibidos. La reforma también ordena que los municipios informen anualmente al Secretariado Ejecutivo y al Instituto de Fiscalización Superior del Estado sobre el cumplimiento del ingreso mínimo. Para verificarlo, el Secretariado Ejecutivo, el IFSE y la Secretaría de Finanzas debían emitir criterios técnicos y lineamientos de observancia obligatoria. La revisión deberá comprobar no solamente que el salario aparezca en los tabuladores, sino que efectivamente sea pagado y que el incremento no se haya compensado con la eliminación de otras percepciones. La Secretaría de Finanzas puede celebrar convenios de coordinación con los ayuntamientos para facilitar una implementación progresiva. Sin embargo, esos acuerdos no trasladan al Gobierno estatal la responsabilidad permanente de cubrir la nómina ni eximen a los municipios de cumplir. En materia de sanciones, la reforma no establece multas determinadas ni castigos automáticos. Dispone que el IFSE formule observaciones y promueva las responsabilidades administrativas que correspondan cuando encuentre un incumplimiento injustificado. Las eventuales sanciones deberán resolverse mediante un procedimiento individual y podrán alcanzar a los servidores públicos responsables, no al municipio de manera automática. Dependiendo de la falta acreditada, pueden aplicarse las medidas previstas en la legislación de responsabilidades administrativas, desde amonestaciones hasta suspensión, destitución, inhabilitación o sanciones económicas. Si durante la fiscalización se detecta un posible uso irregular de recursos destinados a seguridad pública, el IFSE podrá presentar las denuncias correspondientes. Una responsabilidad penal no deriva directamente de la reforma: tendría que ser investigada por la Fiscalía y determinada por una autoridad judicial.

La indiferencia institucional volvió a encender las alarmas en el ámbito educativo de Moctezuma, donde la falta de atención municipal amenaza directamente el bienestar de la niñez. Los padres de familia de la escuela primaria David G. Berlanga, ubicada en plena cabecera municipal, se vieron obligados a levantar nuevamente la voz ante las condiciones insalubres y de franco deterioro en las que sus hijos cursan sus estudios todos los días. Esta vez, el foco principal de la indignación ciudadana se centra en los sanitarios del plantel, los cuales han sido descritos como totalmente inservibles, representando un foco de infección permanente y una falta de respeto básica a los derechos fundamentales de la infancia. Sin embargo, el colapso de la infraestructura en la primaria Berlanga no se detiene en las puertas de los baños. La queja de las familias alcanza una dimensión mucho más grave al evidenciar que el abandono ha permeado cada rincón de la institución: las aulas presentan un desgaste acumulado sin mantenimiento, mientras

que los patios y áreas comunes lucen deteriorados y sin las condiciones mínimas para el esparcimiento seguro de los alumnos. Resulta contradictorio que una escuela emblemática en el corazón del municipio tenga que operar bajo deficiencias estructurales tan marcadas sin que exista un plan de intervención para solucionarlas. Frente a esta crisis, la responsabilidad recae de forma directa sobre la administración que encabeza el alcalde Mario Díaz, cuya postura ante las demandas de la comunidad escolar ha sido el silencio y la omisión. A pesar de que directivos y comités de padres le han presentado solicitudes formales de apoyo para la rehabilitación del centro educativo, el edil ha optado por ignorar los llamados de auxilio. Esta falta de empatía y de gestión pública deja al descubierto cuáles son las verdaderas prioridades del gobierno municipal, demostrando que la infraestructura educativa y la seguridad de los estudiantes de Moctezuma simplemente no forman parte de su agenda de trabajo.

Transportistas rurales se quejan de acoso de la Guardia Civil; piden apoyo de la SCT “Queremos trabajar en regla, pero no hay cómo”, es el reclamo que hicieron transportistas que prestan servicio entre Charcas, Venado, Moctezuma y comunidades cercanas, luego de que algunas de sus unidades fueran retiradas durante operativos de supervisión realizados por autoridades estatales. Inspectores de transporte público, acompañados por agentes de la Guardia Civil Estatal, llevaron a cabo revisiones en los municipios de Charcas y Venado como parte de los operativos que la dependencia mantiene en las cuatro regiones de San Luis Potosí. De acuerdo con la autoridad, estas acciones tienen como objetivo verificar que las unidades cumplan con la normativa vigente y brindar mayor seguridad a los usuarios. Sin embargo, los transportistas manifestaron su inconformidad ante el retiro de unidades y difundieron un desplegado en el que exponen las dificultades que enfrentan para regularizar el servicio. Aseguraron que no buscan estar por encima de la ley ni pretenden que se les permita trabajar fuera de las disposiciones oficiales, sino encontrar una alternativa que les permita cumplir con los requisitos establecidos. Los prestadores del servicio solicitaron que su situación sea revisada y que las autoridades les permitan exponer directamente las condiciones bajo las cuales trabajan. Entre sus principales peticiones se encuentra la instalación de una mesa de diálogo en la que puedan conocer qué necesitan para operar formalmente y cuáles son las alternativas para lograr su regularización. El servicio que ofrecen funciona mediante un punto fijo de reunión y reservaciones a través de WhatsApp, un esquema que los propios usuarios utilizan para apartar sus lugares y coordinar sus traslados. De esta manera, señalaron, se ha establecido una especie de pequeña central de transporte organizada mediante mensajes, ante las

necesidades de movilidad existentes en la región. Los transportistas argumentaron que sus unidades permiten conectar a habitantes de distintas comunidades con cabeceras municipales y otros puntos donde realizan actividades cotidianas. Entre los usuarios se encuentran personas que necesitan trasladarse a sus centros de trabajo, escuelas, hospitales, consultas médicas o dependencias para realizar diversos trámites. En su posicionamiento, los transportistas también destacaron que detrás de cada unidad existen familias que dependen directamente de esta actividad económica. Señalaron que los conductores encuentran en este servicio una fuente de ingresos y que el retiro de las unidades no solamente afecta a quienes manejan, sino también a sus hogares.


La Paz

El Tiempo del Altiplano | Lunes 7 de septiembre de 2026

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Narcos montan campamento en ruta peregrina de Villa de la Paz En las sombras de la sierra del Altiplano potosino, ahí donde la fe de miles de peregrinos y la tradición ancestral huichola trazan su camino sagrado desde Villa de la Paz hasta Real de Catorce para llegar a visitar a San Francisco, la delincuencia organizada había montado una guarida. Creyéndose intocables, miembros del crimen organizado convirtieron la zona de Jaquis en una fortaleza de impunidad, profanando una ruta venerada para transformarla en su centro de operaciones secretas. El sitio estaba estratégicamente calculado. Siguiendo el tramo de Laureles hacia Jaquis, el paisaje se encajona en un estrecho callejón minado de cavidades y oquedades naturales en las faldas del Cerro del Fraile. Escondidos entre los imponentes cerros y al amparo de una geografía ciega, donde la señal de telefonía celular es inexistente, los delincuentes entraban y salían con absoluta impunidad. Apostaban a la sombra de la sierra, convencidos de que nadie se daría cuenta de su presencia ni de la ruta clandestina que habían trazado en el corazón de la montaña. Sin embargo, el cálculo de los criminales falló. Un minucioso trabajo de inteligencia de la Secretaría de Seguridad y Protección Ciudadana del Estado (SSPCE) puso al descubierto el escondite. Conscientes de que un ataque frontal por la vía habitual de Laureles alertaría a

los sospechosos y les permitiría escapar entre los socavones, los elementos de la Guardia Civil Estatal (GCE) diseñaron una maniobra de emboscada implacable. En un despliegue de resistencia técnica y táctica, los agentes ejecutaron una caminata sigilosa de entre seis y siete horas por la espalda de la montaña, avanzando desde Potrero, en la antesala del Túnel Ogarri, para acorralar a los delincuentes en Jaquis, apoyados simultáneamente por vigilancia aérea. El factor sorpresa fue total. Al verse acorralados en su propio refugio, los sicarios abrieron fuego contra las fuerzas del orden. Los elementos de la GCE repelieron la agresión de inmediato, logrando neutralizar la amenaza y someter a los agresores sin que se registraran heridos en el enfrentamiento. El operativo culminó con la detención de tres hombres originarios de Tamaulipas y Guerrero, a quienes se les aseguraron dos armas largas de alto poder y diverso equipo táctico. Presuntamente vinculados al Cártel del Golfo, los detenidos declararon ante el Ministerio Público haber operado bajo un esquema de supuesta protección por parte de la autoridad local de Villa de la Paz, señalando directamente al edil conocido como «El Capibara». Mientras las autoridades ministeriales determinan su situación jurídica, el operativo devolvió la paz a un sendero sagrado que pretendía ser secuestrado por el crimen.

Convierten en basurero la Unidad Deportiva

Lo que debería ser un espacio para la convivencia, el deporte y el sano esparcimiento termina en ocasiones convertido en un tiradero de basura después de los encuentros deportivos que se realizan en la Unidad Deportiva de Villa de la Paz. Luego de los partidos, personal de la Dirección de Servicios Públicos Primarios debe realizar jornadas de limpieza para retirar los residuos que quedan esparcidos en diferentes puntos de las instalaciones, principalmente en las inmediaciones de las canchas, gradas y áreas verdes. Ante esta situación, la dependencia hizo un llamado a quienes acuden

regularmente a los encuentros para que asuman su responsabilidad y eviten dejar botellas, envolturas, vasos y demás desperdicios en el lugar. Se pidió utilizar los contenedores disponibles o llevar bolsas para concentrar la basura generada durante su estancia. El problema no solamente afecta la imagen de la Unidad Deportiva, sino que también representa una carga adicional para el personal encargado de mantener en condiciones adecuadas este espacio público, ya que después de cada jornada debe recorrer las instalaciones para recoger los residuos abandonados.

El exhorto también fue dirigido a los vendedores ambulantes que se colocan en los alrededores de las canchas. A ellos se les solicitó contar con bolsas de basura visibles en sus puestos, de manera que los consumidores tengan un sitio donde depositar los desechos y estos no terminen en las gradas, áreas verdes o zonas de paso. Las autoridades señalaron que mantener limpia la Unidad Deportiva no depende únicamente del personal de Servicios Públicos, sino también de la participación de deportistas, aficionados, familias y comerciantes que utilizan diariamente las instalaciones.


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Lunes 7 de septiembre de 2026 | El Tiempo del Altiplano

Deportes “Tayzon” Flores, el hombre más fuerte del mundo; levanta 511 kilos Raúl “Tayzon” Flores hizo historia para México al levantar 511 kilogramos en peso muerto y establecer un nuevo récord mundial de strongman, superando la marca que pertenecía al islandés Hafþór Björnsson, conocido mundialmente como “La Montaña” de Game of Thrones. El atleta tamaulipeco consiguió la hazaña durante el World Deadlift Championships 2026, celebrado en la Utilita Arena de Birmingham, donde se plantó frente a la barra y completó exitosamente el levantamiento de 511 kilos, apenas uno más que los 510 kilogramos establecidos por Björnsson un año antes. La cifra equivale a más de mil 126 libras y representa además la primera ocasión en que el mexicano supera oficialmente la barrera de los 500 kilogramos en una competencia. Para dimensionar la magnitud del levantamiento, Tayzon cargó un peso similar al de una vaca adulta, un oso polar, un gran oso de bosque o un alce de gran tamaño. La hazaña tampoco llegó por casualidad. Durante las semanas previas, Flores había mostrado en sus entrenamientos que se encontraba listo para buscar el récord mundial, llegando a levantar alrededor de 504 kilogramos. Sin embargo, aquellas marcas no tenían carácter oficial al haber sido realizadas fuera de una competencia. El camino de Tayzon comenzó en el powerlifting y posteriormente dio el salto al strongman en 2021. Desde entonces, su evolución lo llevó a convertirse en uno de los atletas mexicanos con mayor proyección internacional en las disciplinas de fuerza, particularmente en la prueba de peso muerto. Un año antes, durante el World Deadlift Championships 2025, Flores había conseguido levantar 453.5 kilogramos. En

apenas una temporada regresó al mismo escenario con una preparación mucho mayor y aumentó considerablemente su registro hasta alcanzar los históricos 511 kilos. Detrás de la hazaña también existe una historia personal. El sobrenombre “Tayzon” está relacionado con su perro, a quien el atleta consideraba su mejor amigo y a quien habría prometido alcanzar grandes objetivos. El nombre terminó acompañándolo en su carrera deportiva y ahora forma parte de una de las actuaciones más importantes de un mexicano en los deportes de fuerza

Rebeca Bernal, la primera mexicana en llegar al Manchester United

Todo listo para el Medio Maratón UASLP

Bajo el lema “Acepta el reto”, la Universidad Autónoma de San Luis Potosí (UASLP) presentó la edición 2026 del Medio Maratón UASLP (MMU), una fiesta deportiva, que, el próximo 27 de septiembre, reunirá de forma simultánea a miles de corredores en San Luis Potosí y Ciudad Valles, en sus distancias de 21, 10 y 5 kilómetros. Para algunos, el reto será completar por primera vez cinco kilómetros, para otros, alcanzar los 10 kilómetros o enfrentarse a los 21 kilómetros; el objetivo es que cada recorrido represente una experiencia de superación personal, dijo la jefa de la División de Servicios Estudiantiles de la UASLP, Dra. Ana Luisa González Sánchez, quien explicó que el lema de esta edición busca convocar tanto a atletas experimentados como a quienes comienzan a practicar la actividad física. “No todos empezamos en el mismo lugar ni todos tenemos la misma meta. Lo importante es avanzar y dar el siguiente paso, ese que ayer parecía difícil y que mañana podemos mirar con orgullo”, señaló. Por su parte, el rector de la UASLP, Dr. Alejandro Javier Zermeño Guerra, resaltó la dimensión que ha adquirido esta competencia, al recordar que en la edición anterior participaron más de 12 mil corredores, por lo que este año se espera mantener y superar esa cifra. “El Medio Maratón Universitario el evento atlético más grande del estado, en donde participan más deportistas, que, además de la comunidad universitaria, campo y el saludo respetuoso entre los futbolistas al som del

himno de la Champions League. Atlético de Madrid inició con

también involucra a toda la sociedad”, afirmó. Destacó, además, el carácter distintivo de la ruta, que atraviesa el Centro Histórico y algunos de los espacios más representativos de la UASLP. “Recorremos las principales calles de San Luis y gran parte de la infraestructura de la Universidad Autónoma de San Luis Potosí. Esto le da un realce especial al evento”, expresó. Como parte de la presentación, se dieron a conocer la playera oficial, calcetas, banda y la medalla conmemorativa de esta edición. La medalla representa los vínculos entre la comunidad universitaria y la sociedad y constituye la primera de las dos piezas que integrarán la nueva colección del MMU. Resaltaron que, el kit para esta edición para los 21 y 10 km lo conforma playera, calcetas y medalla al cruzar la meta; mientras que, para las y los participantes de 5km contiene playera, banda deportiva y medalla al cruzar la meta, además de dorsal, chip para cronometraje desechable, hidratación en ruta, zona de recuperación en meta, asistencia médica y seguridad durante el trayecto, para cada participante inscrito. Las inscripciones para esta edición continúan abiertas al público en general, los costos de registro son de 500 pesos para 21 kilómetros, 450 pesos para 10 kilómetros y 400 pesos para 5 kilómetros. La convocatoria completa e inscripciones en línea están disponible en el sitio https:// mediomaraton.uaslp.mx. Brian Castillo, Hares Barragán, Hermes Barragán, Edgar Martínez, Daniel Guerra, J u a n Carlos Covar r u bias y

Gerardo Lumbreras. En el primer tiempo, ambos equipos buscaron controlar el esférico, pero ninguno consiguió perforar la puerta rival tras los 10 minutos iniciales. En una jugada por la banda derecha, el arquero Brian Castillo sale rápido con Hares Barragán por la banda derecha; el capitán conecta en medio campo con su hermano

L a futbolista m ex ican a Rebeca Bern al h izo h istoria al convertirse en la prim era jugad ora m ex ican a en form ar parte d el equipo fem en il d el Man ch ester U n ited d e In glaterra, inform ó este m iércoles la Fe d eración Mex ican a d e Fútbol. L a d efen sora d e 2 9 añ os llega al con junto in glés d espués d e m ilitar con el Wash in gton Spirit d e la Nation al Wom en’s Soccer League (NWS L ) d e Estad os U n id os, con sid erad a un a d e las com peten cias fem en in as m ás im portantes y com petitivas d el m un d o. Bern al es tam bién un a h istórica d el Monterrey fem en il, club con el que d isputó 2 50 partid os d esd e su d ebut en 2 017. D urante su paso por las Rayad as con quistó cuatro títulos y con siguió 66 an otacion es, ad em ás d e convertirse en un a d e las referentes d e la in stitución . L a jugad ora perm an eció en Monterrey h asta 2 02 5, cuan d o em pren d ió su prim era aventura intern acion al con el Wash in gton S pirit. Con el con junto es tad oun id en se d isputó la fin al d e la Copa d e Cam peon es Con cacaf W, en la que cayó frente al A m érica d e Méx ico. Con su llegad a al Man ch ester U n ited , Bern al se convierte en la prim era futbolista form ad a en la L iga MX Fem en il, cread a en 2 017, en d ar el salto al futbol europeo. Tam bién será la prim era m ex ican a en d isputar la Wom en’s S uper League d e In glaterra. El fich aje represen ta un n uevo capítulo en la carrera d e la seleccion ad a n acion al, quien ah ora d efen d erá los colores d e un o d e los clubes m ás recon ocid os d el futbol m un d ial. El propio Man ch ester U n ited confirm ó este m iércoles la llegad a d e la m ex ican a a través d e sus can ales oficiales.


Deportes

El Tiempo del Altiplano | Lunes 7 de septiembre de 2026

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Pulqueras arrolla 12-2 a la Selección de Dr. Arroyo Las Pulqueras tuvieron una destacada actuación en la Liga Femenil de Softball al imponerse con autoridad por marcador de 12 carreras a 2 sobre la Selección de Dr. Arroyo, en encuentro disputado en el campo El Llano Azul.

Desde los primeros episodios, el conjunto de Pulqueras mostró mayor contundencia con el bat y aprovechó las oportunidades para comenzar a construir una ventaja que poco a poco se hizo más amplia. La ofensiva respondió en los momentos impor-

tantes y permitió a las jugadoras tomar el control del encuentro. Por su parte, la Selección de Dr. Arroyo buscó mantenerse en la pelea y consiguió sumar dos carreras durante el partido, aunque tuvo dificultades para contener el ataque de sus

rivales. Las Pulqueras mantuvieron la presión hasta consolidar una diferencia de 10 carreras. Con el resultado final de 12-2, Pulqueras se llevó una importante victoria dentro de la competencia femenil, mientras que Dr. Arroyo tendrá que buscar re-

cuperarse en sus próximos compromisos. El encuentro celebrado en El Llano Azul volvió a reunir a las protagonistas del softball femenil, quienes continúan demostrando su nivel y pasión por este deporte en cada jornada.

Wirikuta Bike 2026 reúne a más de 400 ciclistas Má s de 4 00 ci c lis t as n ac i ona l es e intern ac i ona l es p ar ti c i pa ron en el W ir ik u ta B ike 20 26, comp etenc i a rea l i za da en D olores Tro mpet a , mu nic i pi o de Catorce, con repre se nt a ntes de c inco p aí s es y n u eve es ta dos d e l a Repú bl i ca . La t it u la r de la Sec ret ar í a de Tu r is mo (S ect ur ), Yo la nd a Jos efina C epe da Echavarría, a comp a ña da p o r i ntegrantes del comi té orga ni za dor, di o el ba ndera zo de s a li da a es t a comp etenc ia qu e reuni ó a dep or ti st a s y vi s i ta ntes en uno d e l o s des ti nos má s

re present ativos d el Al ti p la no potos ino. L a l l ega da d e c ientos de pa r tic ipa ntes y a compa ña ntes a Real de Catorce genera un a i mp or ta nte a c t ivid ad económi c a en b enefic i o de hotel es, rest a ura ntes, comerc ios , s ervi c i os de tra ns por te y p res ta dores t ur ís ticos , ad emá s de a mp li a r l a promo c ión del Pueb l o Má gico entre nu evos vi si ta ntes. C omo pa rte de l a es trategi a t urí st i c a de l Gob erna dor del Es ta do, Ri c a rdo Gal l ardo C a rdona , el W i rik u ta B i ke 20 26 t a mb i én promueve un a conviven c ia

resp ons abl e co n el entor no, med i ante el cu ida d o del medio am bi ente, el resp eto a l a fl ora y fa u na , l a protecci ón de l os eco si stema s y l a preser va ci ón per ma nente d e la s á rea s nat ural es por l a s qu e se desa rro l l a l a com petenc ia. El Gobi ern o del Es ta do manti ene una vis ión de tu r is mo si n lí mites , pero t a mbi én ord ena do y re spo nsabl e, qu e perm i ta d isfru t ar y proyect ar l a riq ueza n atura l, c ul tura l y t urí st ic a de l a región si n pon er e n r ies go su pat r imonio a m bienta l ni l a s especies qu e ha bit an en ell a.


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Personaje

Lunes 7 de septiembre de 2026 | El Tiempo del Altiplano

Doña Licha: 18 años conquistando a Matehuala con sus tortillas de harina

Hay negoc ios qu e n a cen d e un su eño, p e ro t a mbi én hay h is to r ia s que s e cons t r u ye n con el a mor d e u n a fa mi l ia , el es fuerzo dia r i o y el res p a ld o de una comu nid ad . Es e e s el c a so de Tort i l l a s de Ha ri na D oña L i c ha , u n negoc i o d e Matehu a la qu e duran te 1 8 a ños ha l leva do a la s mes a s de num e ro sa s fa mi l ia s el s ab or de la s t ra di ci ona l es to r ti l la s de ha rin a. Det rá s de es te proye cto s e en c uent ra l a se ñora Ma r ía Fel í c it a s S oto Gá mez , q uien rec uerda q ue ori gi na lmente su prop ós ito e ra cont in ua r con l a t ra di c ión comerc ia l de s u fa mi l ia . Su padre, Seba s t iá n Soto,

fu e q uien l a i mpu l s ó des de p equeñ a j unto con su s herm an os a con ocer el mu ndo del com erc i o, p or l o que dura nte mu c ho ti em p o i ma gi nó tener s u p rop i a t i end a d e ab ar rotes . Si n em ba rgo, l a vi da tení a p rep a ra do ot ro c am ino. Su esp oso ha bía per ma ne c i do dura nte u n l a rgo p eriod o en Est ad os Uni dos y, d esp ués del fa l l ec im iento d e su s p ad res , regresó pa ra reun irs e nuevam ente con l a fa mi l ia . Fu e entonces c u a ndo su s h ij os tu vi eron l a i dea de i ni c i ar u n n uevo pro yec to y prop us ieron est a bl ecer un a tor ti l l er ía , con l a i ntenc i ón de q u e s u p a dre p u -

di era qued a rse junto a el los. Con el a poyo de s us hi jos, quien es les ay uda ron a ad quir ir l a s m á qui na s nece s ar i as , co men zó un a nueva eta pa pa ra la fa mi li a. As í na ció Torti l l a s d e Ha ri na D oñ a Li c ha , un nego ci o que con el pa so de los a ños s e co nvi rt ió en una f uente d e tra baj o y, sobre to do, en un proyecto fam i li ar qu e ha l ogrado ma nten ers e gra cia s a l a preferenci a d e s us c li entes . La j orn ad a comi en za d esd e tempra no . Al red edor de l as 9:00 de la mañ an a se i ni cia l a prepara ció n y ll ega n la s t raba ja d ora s enc arga das d e ela borar el produ cto , a

qu ien es d oñ a Mar ía Fel íci ta s reco noce por s u compro mis o, efic ien ci a y dedi cac ión. C a da d ía, el t ra ba jo comi enza con la mism a il usió n de of recer to rti ll as d e ca li dad a l as fam i li as de Mate h ua la . U na de l as m a yores sat isfa cci on es pa ra la fa mil ia h a si do es cu ch ar la s recom end a ci on es d e sus pro pios cl ientes. El bu en sa bor del prod ucto h a per mit id o qu e la tor t il lerí a se d é a con ocer d e boca en bo ca , convi rti end o a s us co nsum ido res en pa rte f un da m ent al de u na hi stori a que ya s um a 18 a ño s. Act ua lm ente, To rt il l as d e Ha ri na D oñ a

Li ch a realiza repartos ún icam ente en Ma teh ual a , a d e m á s d e a te n d e r d i re c t a m e n te a s u s c l i e n te s e n s u e s t a b l e c i m i e n to . P a r a l a f a m i l i a , c a d a p e rsona que compra sus to r t i l l a s re p re s e n t a mucho más que una ve n t a : e s a l g u i e n q u e ha decidido confiar e n e l t r a b a j o q u e re a l i z a n to d o s l o s d í a s . Después de casi dos décadas, doña M a r í a Fe l í c i t a s a g r a dece p ro f u n d a m e n te a l a c i u d a d a n í a d e M a te h u a l a p o r h a b e r re c i b i d o t a n b i e n s u p ro d u c to y p o r c o n tinuar acompañándol o s . S u h i s to r i a d e muestra que detrás de un negocio local h ay s a c r i f i c i o s , s u e -

ñ o s f a m i l i a re s y m u chas horas de trabajo, p e ro t a m b i é n l a s a t i s f a c c i ó n d e ve r c re c e r u n p roye c to c o n e l re s p a l d o d e to d a u n a comunidad. To r t i l l a s d e H a rina Doña Licha se encuentra en calle Independencia número 304, en la colonia Fo r e s t a l , en Matehuala, San Luis Potosí. A 18 años de haber comenzado esta aventura, la familia Soto Gámez continúa trabajando con la misma ilusión: mantener vivo un negocio hecho en familia y seguir llevando a los hogares matehualenses un sabor que ya forma parte de su historia.


Destinos

El Tiempo del Altiplano | Lunes 7 de septiembre de 2026

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Cerro del Fraile: la leyenda de una base alienígena en Villa de la Paz

En las alturas de Villa de la Paz, entre el paisaje semidesértico del Altiplano potosino y la Sierra de Catorce, se encuentra el Cerro del Fraile, una elevación de aproximadamente 2 mil 558 metros sobre el nivel del mar que guarda una historia marcada por la tradición indígena, la minería y numerosas leyendas. Mucho antes de la llegada de los españoles, este sitio habría tenido importancia para los pueblos originarios de la región. La tradición señala que era considerado un espacio ritual relacionado con la cultura wixárika y con el agua. Su ubicación también lo convirtió en

un punto estratégico desde donde podían vigilarse los caminos utilizados por viajeros y diligencias. Fue durante la época de bonanza minera cuando comenzó a consolidarse el nombre de Cerro del Fraile. La actividad minera transformó profundamente esta zona y dejó una extensa red de túneles y excavaciones bajo tierra, elementos que con el paso del tiempo alimentaron numerosas historias y relatos entre los habitantes de Villa de la Paz y comunidades cercanas. Una de las leyendas más conocidas cuenta que un fraile franciscano que recorría los ca-

minos de la región se extravió en las inmediaciones del cerro y nunca fue encontrado. Tiempo después, viajeros y arrieros comenzaron a relatar que una figura semejante a la de un religioso aparecía en los caminos, convirtiendo al sitio en escenario de una de las historias más populares de la región. Según la tradición oral, un hombre que se encontró con aquella aparición le preguntó si pertenecía a este mundo o al otro. El supuesto fraile habría respondido que era un alma del más allá y que únicamente deseaba recibir cristiana sepultura. Con el tiempo, el relato quedó ligado al nombre de

la montaña y pasó de generación en generación. El cerro se localiza cerca de la comunidad de El Jato y actualmente también es apreciado por quienes practican senderismo. Sus recorridos permiten disfrutar de paisajes semidesérticos y amplias vistas del Altiplano potosino, convirtiéndolo en un sitio de interés tanto para los habitantes de la región como para visitantes atraídos por sus paisajes y su historia. Pero los misterios no terminan con la leyenda del fraile. Durante décadas, habitantes de Villa de la Paz y Matehuala han asegurado observar extrañas luces en las in-

mediaciones del cerro, algunas descritas como esferas luminosas que se desplazan rápidamente o que parecen desaparecer entre las faldas de la montaña. Estos relatos dieron origen a una de las leyendas contemporáneas más llamativas de la zona: la supuesta existencia de una base extraterrestre bajo el Cerro del Fraile. Los aficionados al fenómeno OVNI relacionan las historias con los antiguos túneles mineros, la concentración de minerales y la cercanía con Wirikuta, considerada una zona sagrada por el pueblo wixárika. Aunque no existe evidencia científica que

confirme la presencia de una base extraterrestre o fenómenos sobrenaturales, la leyenda permanece. Algunas de las luces observadas podrían tener explicaciones relacionadas con satélites, aeronaves, drones, reflejos atmosféricos o las propias condiciones del paisaje. Entre historia y tradición, el Cerro del Fraile continúa siendo uno de los lugares más enigmáticos de Villa de la Paz. Sus antiguas raíces, la memoria de la actividad minera y las historias sobre apariciones y luces extrañas han convertido a esta montaña en un sitio donde la realidad y la leyenda parecen encontrarse.


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Lunes 7 de septiembre de 2026 | El Tiempo del Altiplano

El escritor y académico mexicano Gonzalo Celorio y Blasco, recientemente distinguido con el Premio Cervantes de Literatura, recibirá el nombramiento de Doctor Honoris Causa por parte de la Universidad de Matehuala, como reconocimiento a su destacada trayectoria en las letras mexicanas y a los vínculos que mantiene con esta ciudad del Altiplano potosino. El rector de la Universidad de Matehuala, Dr. Alfonso Nava Díaz, destacó que además de ser uno de los escritores y académicos mexicanos más reconocidos, Celorio ha contribuido a poner a Matehuala en el mapa literario debido a sus lazos familiares con la región y a las referencias que ha realizado sobre la ciudad en algunas de sus obras. La ceremonia de entrega del reconocimiento se llevará a cabo el próximo 11 de septiembre en las instalaciones de la Academia Mexicana de la Lengua, en la Ciudad de México. La distinción se otorgará en el marco del trigésimo aniversario de la fundación de la Universidad de Matehuala. La relación de Gonzalo Celorio con Matehuala se remonta a su adolescencia. Cuando tenía apenas 13 años, el escritor pasó una temporada en esta ciudad, donde trabajó en la tienda de telas “La Central”, propiedad de uno de sus

Entérate

Gonzalo Celorio recibirá Doctorado Honoris Causa de la Universidad de Matehuala

hermanos. Aquella experiencia formó parte de una etapa de aprendizaje personal que posteriormente llevó a la literatura. El episodio quedó plasmado en su novela Y retiemble en sus centros la tierra, donde el autor hace referencia a su estancia en Matehuala y explica que aquella experiencia no estuvo relacionada con la búsqueda de un padre, como ocurre con el personaje Juan Preciado en Comala, sino con la intención de vivir una experiencia que le permitiera “hacerse hombre”. Los vínculos con Matehuala no quedaron únicamente en las páginas de sus libros. De acuerdo con familiares que aún radican en la región, Celorio ha regresado en distintas ocasiones a la ciudad, donde conserva lazos personales y familiares que mantienen vigente su relación con el Altiplano potosino. La trayectoria del escritor ha alcanzado recientemente uno de sus mayores reconocimientos, luego de que fuera distinguido con el Premio Cervantes de Literatura, considerado el máximo galardón de las letras en español. El reconocimiento le fue otorgado en una ceremonia solemne realizada el pasado 23 de abril, en el marco del Día Internacional del Libro.

Develan imagen de Nuestro Padre Jesús en Salinas

La imagen de Nuestro Padre Jesús quedó develada oficialmente ante decenas de habitantes que acudieron al sitio donde será colocada de manera permanente, convirtiéndose en uno de los principales elementos del nuevo espacio urbano que se desarrolla sobre el Bulevar Salinas. La presencia de esta figura religiosa representa más que la incorporación de una escultura a una obra pública, pues lleva al nuevo proyecto uno de los símbolos vinculados con la identidad y las tradiciones de la población. De esta manera, el proyecto urbano incorpora un elemento que forma parte de las expresiones de fe que se han mantenido entre generaciones. Durante la ceremonia, los ciudadanos pudieron acercarse al espacio que albergará la imagen y conocer parte del proyecto que se desarrolla en esta importante vialidad. La develación generó una respuesta positiva entre los asistentes, quienes observaron los avances y la transformación que tendrá este sector de la ciudad. El nuevo andador busca modificar la dinámica de la zona, al generar un espacio pensado no solamente para mejorar el aspecto de la avenida, sino también para facilitar el desplazamiento de peatones y propiciar lugares donde las familias puedan caminar, convivir y permanecer. Uno de los aspectos que distinguirá al proyecto será precisamente la combinación entre infraestructura y elementos representativos de la comunidad. La escultura de Nuestro Padre Jesús quedará integrada al paisaje cotidiano del bulevar y podrá ser apreciada por habitantes y visitantes una vez que la obra quede concluida. Con la develación de la imagen se dio así un paso más en la construcción de este nuevo espacio, que pretende cambiar el rostro de una de las zonas de acceso y tránsito de Salinas, conservando al mismo tiempo un vínculo visible con las tradiciones religiosas que identifican a su población.

Hilda Aurora logra primer lugar en examen de la UASLP La joven Hilda Aurora Flores Nava fue reconocida por la Universidad Autónoma de San Luis Potosí (UASLP) tras obtener el primer lugar general en el examen de admisión de la Escuela Preparatoria de Matehuala, correspondiente al proceso de selección para el ciclo escolar 2026-2027. Con un desempeño académico sobresaliente, Flores Nava consiguió el puntaje más alto entre todos los aspirantes que presentaron la evaluación de ingreso a la institución en la región del Altiplano potosino, resultado que refleja su dedicación, preparación y capacidad durante el proceso de admisión. El logro de la estudiante representa un motivo de orgullo para su comunidad educativa y para Matehuala, al tratarse del resultado más destacado obtenido entre quienes buscaron ingresar a la Escuela Preparatoria de Matehuala de la UASLP para el próximo ciclo escolar. Como reconocimiento a su desempeño, Hilda Aurora Flores Nava recibió una

distinción por parte de la máxima casa de estudios potosina, destacando su esfuerzo y excelencia académica demostrados durante las pruebas de selección. La entrega estuvo encabezada por el rector de la UASLP, Dr. Alejandro Javier Zermeño Guerra, quien felicitó personalmente a la joven por haber alcanzado el primer lugar y encabezar la lista de estudiantes admitidos de la institución. El resultado también pone de manifiesto el talento académico que existe entre los jóvenes del Altiplano potosino y la importancia de la preparación previa para enfrentar procesos de admisión cada vez más competitivos. Con este reconocimiento, Hilda Aurora Flores Nava inicia una nueva etapa académica como una de las estudiantes más destacadas del proceso de ingreso 2026-2027, llevando el nombre de Matehuala a lo más alto dentro de la evaluación de admisión de la UASLP.


Espiritual

El Tiempo del Altiplano | Lunes 7 de septiembre de 2026

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¿Buscas conectar con tu espiritualidad? Asiste a la ceremonia del Arcángel Miguel Una experiencia dedicada a la espiritualidad, la meditación y el trabajo energético se prepara para el próximo 3 de octubre con la Ceremonia del Arcángel Miguel 2026, encuentro que tendrá como escenario el Museo Laberinto de las Ciencias y las Artes. La actividad está dirigida a personas interesadas en vivir un espacio de reflexión y conexión espiritual, mediante una jornada que combinará canalizaciones, meditaciones y ejercicios de carácter energético. De acuerdo con los organizadores, cada edición se desarrolla de manera diferente a partir de las experiencias y dinámicas que surgen durante la ceremonia. El encuentro contará además con la participación de Jairo Franco, quien estará a cargo de una sesión de sonoterapia, disciplina que utiliza sonidos y vibraciones como parte de prácticas de relajación y bienestar. Su intervención se incorporará a las diferentes actividades previstas durante la jornada. La ceremonia será realizada en colaboración con Armonía Corporal, espacio dedicado a actividades rela-

cionadas con el bienestar y procesos de conciencia. Los organizadores señalaron que buscan que la experiencia comience desde el momento en que los participantes lleguen al recinto. Como parte de la inscripción, los asistentes recibirán un denominado Kit Angelical de Bienvenida, que incluirá un termo para agua con diseño alusivo al Arcángel Miguel, velas, una tabla de trabajo con los Nombres Sagrados de Dios y otros elementos que serán entregados durante el encuentro. La Ceremonia del Arcángel Miguel 2026 está programada para iniciar a las 18:00 horas del sábado 3 de octubre en el Museo Laberinto de las Ciencias y las Artes. La aportación anunciada es de 444 pesos y el cupo será limitado. Las reservaciones se realizan mediante WhatsApp con Juanjo Flores, en el número 444 574 6661, o con Ivette, en el 444 848 5798. La convocatoria invita a quienes buscan una experiencia de carácter espiritual a participar en este encuentro bajo la figura simbólica del Arcángel Miguel.

Ritual para mejorar en la escuela Con el regreso a clases, también resurgen algunos rituales y prácticas simbólicas que buscan acompañar a los estudiantes durante el ciclo escolar. Entre ellos se encuentra un sencillo ejercicio con una vela amarilla, al que se atribuye un significado relacionado con la concentración, la claridad mental y el desempeño académico. La práctica consiste en encender una vela de color amarillo y acompañar el momento con una intención escrita. Dentro de algunas tradiciones espirituales, este color se relaciona con el conocimiento, la inteligencia y la capacidad para mantener la atención, por lo que es utilizado simbólicamente para establecer metas relacionadas con los estudios. Para realizarlo se necesita una vela amarilla, una hoja de papel, un plumón o bolígrafo rojo y, de manera opcional, unas gotas de esencia de limón. En el papel se recomienda escribir el nombre de la persona que realizará el ritual y tres objetivos concretos, como mejorar la memoria, concentrarse con mayor facilidad o aprobar los exámenes.

Posteriormente, quienes practican este ritual colocan la vela en un sitio seguro, la encienden y leen en voz alta las metas que escribieron. Después, se realiza un breve ejercicio de visualización, imaginando situaciones como comprender los temas de clase, responder correctamente un examen o sentirse tranquilo durante la jornada escolar. Una vez terminado el ejercicio, el papel puede doblarse y guardarse dentro de un cuaderno o en la mochila, como un recordatorio de los objetivos planteados. Si se utiliza una vela, es importante mantenerla siempre bajo supervisión y apagarla correctamente al terminar; no debe dejarse encendida sin vigilancia. Más allá de su significado espiritual o simbólico, este tipo de ritual puede funcionar para algunas personas como una forma de establecer intenciones y concentrarse en sus objetivos. Sin embargo, el rendimiento escolar depende principalmente de hábitos como estudiar, cumplir con las tareas, descansar adecuadamente, asistir a clases y prepararse para los exámenes.


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Lunes 7 de septiembre de 2026 | El Tiempo del Altiplano

Estado

SLP es el ejercito social de Sheinbaum: Gallardo

Ante una Arena Potosí abarrotada por alrededor de 21 mil personas, el gobernador Ricardo Gallardo Cardona refrendó el respaldo de San Luis Potosí a la presidenta de México, Claudia Sheinbaum Pardo, a quien calificó como una aliada para continuar con el proyecto de transformación del país. Durante la recepción que ofreció a la mandataria federal este viernes 4 de septiembre, Gallardo Cardona aseguró que las y los potosinos representan “el ejército social” de la Presidenta y afirmó que existe disposición para acompañarla durante su administración. “Aquí la queremos, la apoyamos y estamos con usted, en las buenas, en las malas y en las peores”, expresó ante los asistentes. La visita de Sheinbaum también convirtió su presentación de resultados en uno de los acontecimientos con mayor convocatoria registrados en la Arena Potosí. El gobernador destacó que, antes de la Presidenta, solamente el cantante Luis Miguel había logrado llenar el recinto con una asistencia similar. Gallardo Cardona sostuvo que la coordinación entre el Gobierno del Estado y la administración federal ha permitido concretar proyectos en distintas áreas, entre ellas infraestructura, educación, salud, desarrollo económico y programas sociales. Como parte de los resultados señalados, afirmó que 340 mil potosinos han salido de la pobreza

extrema y que los Programas para el Bienestar mantienen presencia en las cuatro regiones. En materia de infraestructura, el mandatario estatal informó que durante su administración se han destinado más de 27 mil 600 millones de pesos a carreteras, vialidades y espacios públicos. A estos recursos se suman proyectos impulsados desde la Federación, como la ampliación del Aeropuerto de Tamuín, las carreteras Ciudad Valles-Tampico y Tamazunchale-Huejutla, además de proyectos ferroviarios de pasajeros y obras relacionadas con el abasto y manejo del agua. El gobernador también destacó los proyectos que se mantienen en materia educativa y de salud, entre ellos la Universidad Nacional Rosario Castellanos y las próximas acciones del IMSS-Bienestar para instalar 400 consultorios médicos gratuitos en municipios de las cuatro regiones del estado, con prioridad para comunidades que enfrentan mayores dificultades para acceder a servicios médicos. En seguridad, Gallardo Cardona resaltó que la coordinación con el Gobierno de México, la Guardia Nacional y la Secretaría de la Defensa Nacional permitió que San Luis Potosí registrara, entre enero y julio de 2026, una reducción de 80.5 por ciento en homicidios dolosos respecto al mismo periodo de 2025, de acuerdo con las cifras mencionadas durante el evento.

Municipios llenan su nómina con fantasmas

Revisiones realizadas a las nóminas de ayuntamientos de San Luis Potosí permitieron detectar casos de personas fallecidas que continuaban registradas como trabajadores, así como posibles aviadores con doble contratación incompatible, informó Rodrigo Lecourtois, titular del Instituto de Fiscalización Superior del Estado. El funcionario explicó que estos hallazgos fueron posibles mediante cruces de información con bases de datos a las que tiene acceso la Auditoría Superior de la Federación, entre ellas registros del Registro Civil, el Servicio de Administración Tributaria

y la Unidad de Inteligencia Financiera. Entre las principales irregularidades detectadas se encuentran contrataciones indebidas y casos de personas que ya habían fallecido pero todavía aparecían dentro de las nóminas municipales. Lecourtois también señaló la existencia de trabajadores registrados simultáneamente en ayuntamientos y en otras dependencias públicas o empresas privadas, con horarios que resultarían incompatibles. Estos casos son considerados como posibles “aviadores”, aunque deberán ser revisados de manera individual para

determinar si efectivamente existió una contratación irregular y, en su caso, establecer responsabilidades. El titular del Instituto indicó que durante este año se prevé auditar 114 entes, mientras que la Auditoría Superior de la Federación mantiene revisiones sobre los 59 ayuntamientos potosinos por el ejercicio de recursos federales. Además, adelantó que a partir de la próxima semana comenzarán inspecciones de campo relacionadas con obras públicas contratadas con recursos federales, como parte del proceso de fiscalización que se realiza en los municipios.

¡Cayó la ley! Despliegan operativo sorpresa en comandancias de SLP El e me nto s d e l a Guard ia Civil Estatal d e s pl e garo n un o pe rativo e spe cial d e revisió n e n l as co man d an cias mun icipal e s d e Santa María d e l Río y T ie rran ueva, co mo parte d e l as accio n e s d e supe rvisió n que se mantie n e n so bre l as co rpo racio n e s d e se gurid ad d e l a re gió n . El o pe rativo se re al izó d e man e ra so rpresiva y sin previo aviso a l o s e l e me nto s mu n icipal e s. D urante l a in spe cció n , pe rso n al d e l a co rpo ració n e statal so l icitó l a d o cume ntació n y l o s pe rmiso s co rre spo n d ie nte s, ad e más d e re al izar e l pase d e l ista para verificar l a pre se n cia d e l pe rso n al asign ad o a l as co rpo racio n e s. Las auto rid ad e s tambié n revisaro n que l o s e l e me nto s cumpl ie ran co n l as d ispo sicio n e s e stabl e cid as para e l d e se mpe ñ o d e sus fun cio n e s, así co mo co n l as ce rtificacio n e s y re quisito s n o rmativo s co rre spo n d ie nte s para pe rman e ce r activo s d e ntro d e l as co rpo racio n e s po l icial e s. Este tipo d e revisio n e s se h a re al izad o e n d istintas o casio n e s e n co man d an cias mun icipal e s d e San Luis Poto sí. En o pe rativo s ante rio re s se h an d ete ctad o situacio n e s co mo l a pre se n cia d e sustan cias pro h ibid as e in cl uso civil e s que pre suntame nte usurpaban fun cio n e s d e po l icías. D e man e ra pre l imin ar, l as revisió n efe c tuad a e n Santa María d e l Río n o h abrían arro jad o in cid e n cias n i situacio n e s ex trao rd in arias, sin e mbargo , e n e l caso d e T ie rran ueva se d ete ctó que d o s pe rso n as n o pud ie ro n acre d itarse co mo e l e me nto s e n activo a pe sar d e que se e n co ntraban un ifo rmad o s po r l o que se pro ce d ió a su ase guramie nto . Lo s o pe rativo s fo rman parte d e l as accion e s d e supe rvisió n d e l as co rpo racio n e s mun icipal e s y buscan ve rificar que e l pe rso n al e n cargad o d e l as tare as d e se gurid ad o pe re d e ntro d e l marco e stabl e cid o y cue nte co n l o s re quisito s n e ce sario s para d e se mpe ñ ar sus fun cio n e s.


Estado

El Tiempo del Altiplano | Lunes 7 de septiembre de 2026

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Congreso conmemora bicentenario de la Constitución Política de SLP

En el marco del inicio de la celebración por el Bicentenario de la promulgación de la Constitución Política del Estado de San Luis Potosí de 1826, el Congreso del Estado presentó el programa de actividades conmemorativas que se desarrollará del 4 de septiembre al 17 de octubre, con el propósito de reconocer la trascendencia histórica de este documento y fortalecer la identidad legislativa de la entidad. El programa contempla conferencias magistrales, conversatorios, presentación de publicaciones y eventos deportivos, que concluirán el próximo 17 de octubre en el Teatro de la Paz, con la realización de la Sesión Solemne de Clausura de los Festejos del Bicentenario. La presentación se llevó a cabo en el Lobby del Recinto Legislativo y fue encabezada por la diputada Ma. Sara Rocha Medina, presidenta de la Directiva de la LXIV Legislatura; el diputado José Roberto García Castillo, presidente de la Junta de Coordinación Política (Jucopo) y sus integrantes, la diputada María Leticia Vázquez Hernández, y los legisladores Rubén Guajardo Barrera, Héctor Serrano Cortés, Marco Antonio Gama Basarte y Crisógono Pérez López. Durante su intervención, la diputada Ma. Sara Rocha

Medina destacó que hace 200 años San Luis Potosí tomó una decisión visionaria al asumir la responsabilidad de forjar su propio destino mediante la construcción de instituciones y un marco constitucional basado en el bien común. Recordó que el 16 de octubre de 1826, las y los constituyentes potosinos dieron identidad e instituciones a la entidad, dejando un legado que permanece vigente y que tuvo entre sus principales exponentes a Ponciano Arriaga Leija, cuya trayectoria representa el compromiso con la justicia y con los sectores más vulnerables. “No hay Constitución sin justicia para los que menos tienen”, señaló la legisladora al destacar la responsabilidad que tienen las actuales generaciones de legisladoras y legisladores de dar continuidad a la construcción y actualización de un marco normativo acorde con las necesidades de la ciudadanía. La presidenta de la Directiva hizo además un llamado a los periodistas potosinos para sumarse a esta conmemoración y contribuir a difundir entre la sociedad la importancia histórica de la Constitución de 1826. “Necesitamos de ustedes para que cada potosina y potosino conozca y se enorgullezca de nuestra tradición legislativa”, expresó.

Intensifica Galindo arranques de obra pública

El peligro de las novatadas: estudiante potosino termina en terapia intensiva El Gobierno de la Capital mantiene un ritmo intenso de obra pública con ocho nuevos frentes de trabajo en San Luis Capital, impulsados por el Alcalde Enrique Galindo Ceballos para atender necesidades de infraestructura en distintos sectores. El paquete incluye más de 16 mil metros cuadrados de nuevas pavimentaciones, 580 metros lineales de redes de agua potable y drenaje, así como un puente vehicular. “La obra pública tiene que sentirse en la vida diaria de las familias. Por eso mantenemos un ritmo constante, llevando infraestructura donde hace falta y atendiendo necesidades que durante años estuvieron pendientes”, afirmó. Las obras recientes comprenden pavimentaciones en Manuel M. Ponce, Camino a Huizachillos,

Pedro Vallejo, Privada Ruhr, Simón de la Cruz y Leyva; infraestructura hidrosanitaria en distintos sectores, y un puente vehicular en Vicente Guerrero, en Escalerillas. A este conjunto se suma América del Centro, donde se intervienen 1,350 metros cuadrados con pavimento, banquetas, guarniciones, rampas, pasos peatonales y señalética. “No queremos obras aisladas; queremos obras que resuelvan problemas. Cuando una calle necesita pavimento, también tenemos que revisar sus servicios, su seguridad y las condiciones para quienes caminan o circulan por ella”, señaló Galindo Ceballos. Esta visión se complementa con Por Buen Camino, que ya atendió 22 calles, con mil 5 metros cuadrados intervenidos y 183 baches reparados en

solo una semana, además de las acciones de conservación realizadas en el Centro Histórico. El alcalde sostuvo que mantener este ritmo de trabajo responde a una prioridad de su administración: convertir las necesidades planteadas por la ciudadanía en respuestas concretas. “Hemos recorrido las colonias y hemos escuchado a las familias; ahora estamos convirtiendo esas peticiones en obras. Hay sectores que esperaron muchos años y hoy estamos llegando con infraestructura que cambia su entorno y mejora su calidad de vida”, afirmó. Con estas acciones, el Gobierno de la Capital amplía la cobertura de obra pública y mantiene la intervención simultánea de vialidades, servicios e infraestructura urbana en San Luis Capital.

Una novatada es una actividad de bienvenida que algunas instituciones educativas realizan para integrar a los estudiantes de nuevo ingreso, pero cuando incluye humillaciones, agresiones físicas, consumo forzado de sustancias o alimentos, puede convertirse en una práctica peligrosa con consecuencias graves. Este tipo de actividades puede provocar lesiones, intoxicaciones, reacciones alérgicas, deshidratación, golpes de calor e incluso poner en riesgo la vida de quienes participan. Un estudiante originario de Tamuín, San Luis Potosí, permanece en terapia intensiva luego de una presunta novatada realizada en la Facultad de Medicina Veterinaria y Zootecnia de la Universidad Autónoma de Tamaulipas (UAT). El caso ha generado cuestionamientos sobre las condiciones de seguridad, vigilancia y supervisión dentro de las instalaciones universitarias. De acuerdo con la versión proporcionada por la familia, Tadeo Ortiz, alumno de primer semestre y con apenas tres días de haber iniciado sus clases, habría sido obligado a consumir un alimento al que es alérgico, pese a que previamente habría advertido sobre esta condición. Posteriormente, presuntamente fue amarrado y colocado de cabeza durante la actividad.

La situación habría escalado hasta que el joven comenzó a presentar convulsiones, por lo que tuvo que ser trasladado para recibir atención médica y posteriormente ingresó a terapia intensiva. La familia ha expresado preocupación por la gravedad del estado de salud del estudiante y cuestionado cómo una actividad de estas características pudo desarrollarse dentro del campus. Tras el incidente también han circulado testimonios sobre otras situaciones ocurridas durante la presunta novatada. Entre los señalamientos se menciona que varios estudiantes habrían terminado cubiertos de sangre, excremento de animales y una sustancia descrita como semen, mientras que algunas alumnas presuntamente habrían presentado síntomas compatibles con golpe de calor. Asimismo, denunciantes sostienen que personas ajenas a la Facultad de Medicina Veterinaria y Zootecnia habrían ingresado al plantel para participar en la actividad. También se han mencionado posibles videos en los que aparecerían estudiantes consumiendo bebidas alcohólicas dentro de las instalaciones universitarias, aunque estos señalamientos deberán ser corroborados por las autoridades correspondientes.


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Estefanía López Paulín

Lunes 7 de septiembre de 2026 | El Tiempo del Altiplano

Salud

Psicóloga

psc.estefaniapaulin_uaslp@hotmail.com Teléfono: 4881154435

¿Qué pasa después de una perdida?

No todo lo que sientes es verdad Hay una frase que puede resultar incómoda cuando estamos atravesando un momento difícil: no todo lo que sientes es verdad. No significa que nuestras emociones sean falsas. Todo lo contrario. Si sentimos miedo, tristeza, enojo o ansiedad, esa experiencia es completamente real. Lo que puede no ser completamente cierto es la conclusión que nuestra mente construye a partir de esa emoción. Sentir que alguien está molesto con nosotros no significa necesariamente que lo esté. Sentir que vamos a fracasar no significa que vayamos a hacerlo. Sentir que nadie nos quiere tampoco demuestra que nadie nos quiera. La psicología ha estudiado ampliamente esta relación entre emociones, pensamientos e interpretaciones. Nuestra mente no funciona como una cámara que registra objetivamente lo que sucede. Constantemente interpreta, anticipa y busca explicaciones. Y cuando estamos cansados, preocupados o bajo estrés, esas interpretaciones pueden volverse todavía más negativas. Pensemos en algo cotidiano. Mandamos un mensaje y pasan varias horas sin recibir respuesta. Primero aparece una sensación de inquietud. Después surge el pensamiento: “Seguro está enojado conmigo”. Luego podemos avanzar un poco más: “Probablemente hice algo mal”. Y finalmente llegamos a una conclusión mucho más dolorosa: “Ya no le importo”. En realidad, solo tenemos un dato: no ha respondido. Todo lo demás es una historia que nuestra mente construyó alrededor de ese dato. Esto no significa que debamos desconfiar de nuestras emociones o intentar eliminarlas. Las emociones cumplen una función. El miedo puede advertirnos de un peligro; la tristeza puede señalar una pérdida; el enojo puede mostrarnos que percibimos una injusticia. El problema aparece cuando confundimos la emoción con una sentencia.

Sentir algo es información, pero no necesariamente una instrucción. Quizá por eso una de las habilidades más importantes para nuestra salud emocional sea aprender a hacer una pausa antes de actuar. Cuando aparece una emoción intensa, podemos preguntarnos: “¿Qué estoy sintiendo?”, pero también: “¿Qué estoy pensando a partir de lo que siento?” La diferencia es enorme. Podemos sentirnos rechazados y preguntarnos si realmente fuimos rechazados. Podemos sentir miedo y preguntarnos si existe un peligro concreto. Podemos sentir que no somos suficientes y cuestionar si esa sensación está describiendo una realidad o una inseguridad. Esta distancia no elimina el malestar, pero puede evitar que tomemos decisiones importantes desde un estado emocional pasajero. Porque nuestras emociones también cambian. La persona que por la mañana siente que todo está perdido puede mirar el mismo problema por la tarde con otra perspectiva. No necesariamente cambió la realidad; quizá cambió su estado interno. Y esto también nos invita a tener más paciencia con nosotros mismos. No tenemos que creer cada pensamiento que aparece en nuestra cabeza, del mismo modo que no tenemos que actuar sobre cada emoción que sentimos. Tal vez madurar emocionalmente no consiste en dejar de sentir intensamente, sino en aprender a convivir con lo que sentimos sin permitir que cada emoción se convierta automáticamente en una verdad. Porque sentir es humano. Interpretar también. Pero entre ambas cosas existe un espacio. Y en ese espacio podemos detenernos, cuestionar nuestra primera conclusión y recordar algo que puede ahorrarnos mucho sufrimiento: lo que siento merece ser escuchado, pero no necesariamente merece ser creído sin cuestionarlo.

Hay muertes que dejan una ausencia. Y hay otras que dejan, además, una habitación llena de preguntas. Cuando una persona muere por suicidio, quienes permanecen suelen enfrentarse a un duelo distinto, atravesado no solamente por el dolor de la pérdida, sino también por la incertidumbre. ¿Por qué no lo vimos? ¿Por qué no nos lo dijo? ¿Pudimos haber hecho algo? ¿Por qué no pidió ayuda? Son preguntas humanas, comprensibles, pero también profundamente dolorosas. Para los familiares y amigos, aceptar que alguien a quien amaban pudo estar sufriendo de una manera que ellos no alcanzaron a comprender puede producir una sensación enorme de impotencia. Se revisan conversaciones, mensajes, llamadas y recuerdos intentando encontrar aquella señal que, después de lo ocurrido, parece tan evidente. El pasado comienza a mirarse con otros ojos. Y ahí aparece la culpa. “Debí haberlo notado.” “Debí haber insistido.” “Debí haber estado más cerca.” Pero hay algo que, desde la tanatología, resulta importante recordar: el duelo no es un ejercicio para encontrar culpables. Y mirar hacia atrás con la información que tenemos hoy no significa que hubiéramos podido conocer entonces aquello que desconocíamos. No podemos controlar por completo el sufrimiento de otra persona. Podemos acompañar, escuchar, preguntar, ofrecer ayuda y estar presentes, pero no tenemos la capacidad de vivir por alguien más sus batallas internas. Aceptar esto no significa dejar de amar a quien murió. Tampoco significa dejar de preguntarnos qué ocurrió. Significa comenzar a transformar, poco a poco, la culpa en comprensión y el reproche en compasión. Porque quienes

se quedan también necesitan ser cuidados. El duelo no sigue un calendario. Habrá días en los que será posible hablar de esa persona con una sonrisa y otros en los que su ausencia volverá a sentirse con una fuerza inesperada. Puede existir tristeza, enojo, confusión, alivio, culpa o incluso momentos de tranquilidad. Ninguna de estas emociones convierte a alguien en una mala persona ni significa que esté viviendo incorrectamente su duelo. Por eso es importante no atravesarlo en soledad. Hablar con familiares o amigos de confianza, buscar acompañamiento psicológico o tanatológico y acercarse a grupos de apoyo puede ofrecer un espacio donde no sea necesario explicar constantemente aquello que se siente. También debemos aprender a acompañar a quienes viven este duelo. A veces queremos encontrar las palabras perfectas y terminamos diciendo frases que intentan apresurar el dolor: “tienes que ser fuerte”, “ya pasará” o “hay que dejarlo ir”. Quizá sea más humano simplemente decir: “Estoy aquí”, “puedes hablar conmigo” o “no tienes que atravesar esto solo”. Este 10 de septiembre, Día Mundial para la Prevención del Suicidio, también deberíamos mirar hacia quienes permanecen. Hacia las familias que tienen que aprender a vivir con una ausencia que quizá nunca termine de comprenderse. Prevenir el suicidio también significa acompañar después de la pérdida. Porque sanar no necesariamente significa encontrar todas las respuestas. A veces significa aprender a vivir con las preguntas, recordar sin destruirnos por lo que no pudimos cambiar y entender que amar a quien se fue también implica aprender, con el tiempo, a cuidar a quien se quedó.


Entérate

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César Ortega “El Imparable” será embajador de Ruta Logística MX El empresario potosino César Ortega, conocido como “El Imparable”, anunció su incorporación como Embajador y Ponente de “Ruta Logística MX”, iniciativa vinculada con la Secretaría de Economía que busca fortalecer al sector logístico y posicionar a México como un punto estratégico para el comercio internacional. Ortega compartió la noticia con su comunidad bajo el mensaje “Imparables, les tengo una gran noticia”, al destacar que tendrá la oportunidad de aportar su experiencia dentro de un programa nacional que reúne a empresas y especialistas de diferentes áreas de la cadena logística. “Ruta Logística MX” funciona como una plataforma digital gratuita y reúne a más de 80 aliados relacionados con el transporte y la logística. La iniciativa contempla los sectores marítimo, terrestre, ferroviario y aéreo, con el propósito de acercar herramientas y conocimientos a emprendedores y empresarios mexicanos interesados en ampliar sus operaciones. La participación de Ortega está relacionada con una trayectoria de más de una década en operaciones comerciales con China. El empresario potosino relató que comenzó desde cero y tuvo contacto directo con fabricantes y proveedores, experiencia

que posteriormente le permitió involucrarse en la importación de maquinaria y en la gestión de operaciones internacionales. Desde Grupo La Carreta, Ortega ha desarrollado actividades relacionadas con la importación y los negocios internacionales, experiencia que ahora llevará a sus participaciones dentro de Ruta Logística MX. Su propuesta se centra en compartir conocimientos adquiridos directamente en el terreno y no únicamente desde la teoría. Durante sus ponencias abordará temas como la identificación de oportunidades comerciales en otros países, selección de proveedores, negociación internacional, prevención de riesgos relacionados con las importaciones y el aprovechamiento de la logística como una herramienta para hacer crecer los negocios. El empresario también ha construido una comunidad digital de más de 182 mil seguidores entre Instagram, TikTok y Facebook, además de desarrollar actividades como conferencista, autor y creador de contenido. Su experiencia en distintos idiomas y sus vínculos con el comercio internacional han contribuido a proyectar su perfil empresarial fuera de San Luis Potosí

Potosino Pedro J. Acuña obtiene Premio de Bellas Artes y Literatura

El Gobierno de México y el Instituto Nacional de Bellas Artes y Literatura, en colaboración con la Secretaría de Cultura de San Luis Potosí (Secult), otorgaron el Premio Bellas Artes de Cuento San Luis Potosí Amparo Dávila a Pedro J. Acuña por su obra La carne antes que la nuestra. El jurado destacó la originalidad de la obra y su capacidad

para explorar relaciones familiares marcadas por enfermedades graves, así como el deseo de escapar del dolor mediante recursos como la fantasía y la locura. El volumen reúne ocho cuentos escritos por Acuña en distintos momentos de su trayectoria, sin una relación temática deliberada entre ellos. El autor comenzó a escribir relatos des-

de la preparatoria y desde hace más de una década participa de manera constante en talleres literarios. Entre sus trabajos anteriores se encuentran Metástasis McFly (2014), La compañía de las liendres, ganadora del Premio Juan José Arreola 2016, y La burocracia celeste, reconocida con el Premio Efrén Hernández 2023.


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Nacionales

Lunes 7 de septiembre de 2026 | El Tiempo del Altiplano

¡Adiós al calor! Llegarán 56 frentes fríos a México México se prepara para el inicio de una nueva temporada de frentes fríos, que de acuerdo con el Servicio Meteorológico Nacional (SMN) se extenderá de septiembre de 2026 a mayo de 2027. Para este periodo se pronostica la llegada de al menos 56 sistemas frontales al territorio nacional, por lo que autoridades mantienen el llamado a tomar precauciones ante los descensos de temperatura. De acuerdo con Fabián Vázquez Romaña, coordinador general del SMN, el pronóstico contempla tres frentes fríos para septiembre, siete en octubre, ocho en noviembre y nueve durante diciembre. Para enero de 2027 se prevén ocho sistemas, mientras que febrero tendría siete, marzo seis, abril seis y mayo únicamente dos frentes fríos. Diciembre será el mes con mayor número de sistemas frontales previstos, seguido de enero, aunque la cantidad de

fenómenos no necesariamente significa que esos serán los días con temperaturas más bajas. La intensidad y duración del frío dependerán de las características de cada masa de aire, así como de su interacción con otros sistemas atmosféricos. En regiones como el Altiplano potosino, donde suelen presentarse bajas temperaturas durante la temporada invernal, será importante mantener atención a los avisos meteorológicos conforme avance el otoño y el invierno. Municipios como Matehuala, Cedral, Villa de la Paz, Real de Catorce y Villa de Guadalupe pueden registrar descensos importantes de temperatura cuando las masas de aire frío alcancen la región. El SMN estima que diciembre de 2026 y enero de 2027 concentrarán las condiciones más frías de la temporada. Las masas de aire provenientes de Canadá y Estados Unidos podrían desplazarse

¿Qué se sabe del asesinato del tecladista de Camilo Séptimo?

hacia México y, dependiendo de las condiciones de humedad, favorecer lluvias, fuertes vientos, heladas e incluso otros fenómenos invernales en distintas zonas del país. Además, las autoridades meteorológicas darán seguimiento a factores como la evolución de El Niño, la actividad de ciclones tropicales y otros patrones atmosféricos que pueden modificar el comportamiento del clima. Por ello, el pronóstico podrá actualizarse conforme se acerquen los meses de mayor actividad invernal. Ante la llegada de los frentes fríos, Protección Civil recomienda a la población mantenerse abrigada, utilizar varias capas de ropa y proteger especialmente cabeza, rostro, manos y oídos. También se aconseja consumir alimentos nutritivos y bebidas calientes, además de evitar cambios bruscos de temperatura.

Brote de Salmonella afecta a 135 médicos del Hospital General de México Un brote de gastroenteritis infecciosa aguda afectó a 135 médicos residentes y de alta especialidad del Hospital General de México “Dr. Eduardo Liceaga”, luego de que el pasado 31 de agosto se detectara un incremento súbito de personas con síntomas gastrointestinales. El propio hospital confirmó este jueves 3 de septiembre la situación y detalló que entre los principales síntomas presentados por los médicos se encuentran dolor abdominal, diarrea, febrícula y vómito. Ante el aumento de casos, las autoridades sanitarias iniciaron de inmediato las investigaciones correspondientes. De acuerdo con el reporte actualizado al 3 de septiembre, 41 personas permanecen hospitalizadas para recibir vigilancia y tratamiento médico. El nosocomio

aseguró que todos los pacientes se encuentran estables y bajo supervisión del personal de salud. Como parte de la investigación epidemiológica, se realizaron diversos estudios de laboratorio que confirmaron la presencia de Salmonella spp. en los casos analizados. Además, en dos de los pacientes se identificó una coinfección con Escherichia coli enterotoxigénica, conocida como ETEC. Ante la posibilidad de que el brote estuviera relacionado con una fuente común de exposición, el Hospital General de México determinó suspender de manera inmediata el servicio subrogado de comedor destinado a los médicos residentes. La institución también mantiene una estrategia de búsqueda y seguimiento de personas que pudieron haber

estado expuestas, con el propósito de identificar oportunamente nuevos casos y evitar una mayor propagación de la infección. La investigación epidemiológica y sanitaria continúa para determinar cuál fue la fuente específica de contaminación que originó el brote. Las autoridades analizan la información disponible y realizan las acciones necesarias para establecer medidas adicionales de prevención y control. Mientras continúan las investigaciones, el hospital mantiene bajo vigilancia a los pacientes afectados y dará seguimiento a la evolución de los casos, luego de que el brote provocara síntomas gastrointestinales en más de un centenar de médicos residentes y de alta especialidad.

Diego Sebastián R. F. fue detenido y señalado como presunto autor material del multihomicidio en el que perdió la vida Jonathan Meléndez, conocido como “Honas” y tecladista de la banda Camilo Séptimo, además de su esposa embarazada, su hija de tres años, una trabajadora del hogar y la mascota de la familia. Los hechos ocurrieron la noche del 1 de septiembre en un departamento ubicado en Bosques Esmeralda, en Atizapán de Zaragoza, Estado de México. El caso provocó conmoción debido a que entre las víctimas se encontraba el músico, integrante fundador de la agrupación mexicana. De acuerdo con información del Gobierno federal, fueron detenidas dos personas presuntamente relacionadas con el crimen. El primero es Diego Sebastián R. F., quien habría tenido una relación de negocios con Jonathan Meléndez; el segundo fue identificado como Gerardo C., señalado como la persona que habría trasladado a Diego Sebastián hasta el domicilio de “Honas”. Antes del crimen, Jonathan Meléndez habría informado a un amigo que tenía previsto reunirse con Diego Sebastián y le pidió que, si no tenía noticias suyas después de algunas horas, avisara a la Policía, debido a que presuntamente mantenía problemas con su socio. La presidenta Claudia Sheinbaum señaló que, de acuerdo con las investigaciones, el multihomicidio estaría relacionado con una disputa entre el músico y su socio. Sin embargo, las autoridades continúan con las indagatorias para establecer con precisión cómo ocurrieron los hechos y determinar las responsabilidades correspondientes. Versiones difundidas posteriormente por el periodista Carlos Jiménez señalan que, durante su primera declaración, Diego Sebastián habría manifestado que acudió al domicilio de Jonathan Meléndez para solicitarle un préstamo de 300 mil pesos, dinero que presuntamente no recibió y que habría desencadenado el ataque. No obstante, el detenido habría modificado posteriormente su versión y declarado que exigió al músico dólares y 30 millones de pesos en bitcoins, asegurando que “las cosas se salieron de control”. Estas declaraciones forman parte de las líneas de investigación y deberán ser corroboradas por las autoridades ministeriales. El caso permanece bajo investigación para esclarecer el móvil y la mecánica del multihomicidio, así como para determinar la participación que habría tenido cada uno de los detenidos en los hechos ocurridos en el domicilio de la familia.


Entretenimiento

HORÓSCOPOS ARIES (21 DE MARZO AL 20 DE ABRIL) Esta semana tendrás energía para retomar proyectos que habías dejado pendientes. En el trabajo, evita actuar con demasiada prisa y revisa bien tus decisiones. En el amor, una conversación sincera puede ayudarte a aclarar una situación. Cuida tu descanso y evita acumular estrés. TAURO (21 DE ABRIL AL 21 DE MAYO) Los asuntos económicos ocuparán buena parte de tu atención. Podrías encontrar una oportunidad para mejorar tus ingresos, pero será importante analizarla antes de comprometerte. En el amor, la paciencia será clave para evitar discusiones innecesarias. Tómate tiempo para disfrutar actividades que te hagan sentir tranquilo. GÉMINIS (22 DE MAYO AL 20 DE JUNIO) Tu capacidad para comunicarte será tu mejor herramienta durante estos días. Una conversación podría abrirte una puerta en el ámbito académico o profesional. En el amor, alguien podría sorprenderte con una propuesta o mensaje inesperado. Evita querer resolver demasiadas cosas al mismo tiempo.

CÁNCER (21 DE JUNIO AL 22 DE JULIO) La semana te llevará a concentrarte en asuntos familiares y personales que habías dejado en segundo plano. En el trabajo, podrás avanzar si organizas mejor tus prioridades. En el amor, expresar lo que sientes evitará malos entendidos. Busca momentos de tranquilidad para recuperar energía. LEO (23 DE JULIO AL 22 DE AGOSTO) Serás protagonista de varias situaciones importantes durante la semana. Tu seguridad puede ayudarte a defender tus ideas y conseguir reconocimiento. En el amor, tendrás oportunidad de fortalecer una relación mediante pequeños detalles. Cuida que tu confianza no se convierta en impulsividad. VIRGO (23 DE AGOSTO AL 21 DE SEPTIEMBRE) Una semana favorable para ordenar pendientes y establecer nuevas metas. Podrías recibir una noticia relacionada con trabajo, estudios o dinero que te obligue a reorganizar tus planes. En el amor, será mejor escuchar antes de sacar conclusiones. Tu bienestar mejorará si estableces límites a tus responsabilidades. LIBRA (22 DE SEPTIEMBRE AL 22 DE OCTUBRE) Las relaciones personales estarán en el centro de tu atención. Una persona cercana podría necesitar tu apoyo o pedirte consejo. En el trabajo, evita involucrarte en discusiones que no te corresponden. En el amor, una conversación pendiente puede finalmente encontrar un momento adecuado para darse. ESCORPIO (23 DE OCTUBRE AL 22 DE NOVIEMBRE) Tendrás una semana de decisiones. Algo que llevas tiempo considerando podría comenzar a tomar forma, especialmente en asuntos profesionales o personales. En el amor, procura no guardar demasiado tiempo lo que piensas. Hacia el fin de semana encontrarás una oportunidad para desconectarte de las preocupaciones. SAGITARIO (23 DE NOVIEMBRE AL 21 DE DICIEMBRE) Tu espíritu aventurero estará más presente de lo habitual. Será una buena semana para conocer lugares, personas o actividades diferentes. En el trabajo, una nueva idea puede llamar la atención de quienes te rodean. En el amor, evita prometer más de lo que realmente puedes cumplir. CAPRICORNIO (22 DE DICIEMBRE AL 20 DE ENERO) La organización será fundamental para aprovechar la semana. Podrías tener varias responsabilidades al mismo tiempo, pero avanzarás si estableces prioridades. En el amor, una situación que parecía complicada puede comenzar a mejorar. No descuides tus momentos de descanso por cumplir con todo. ACUARIO (21 DE ENERO AL 18 DE FEBRERO) Una idea que parecía poco viable podría encontrar una nueva oportunidad. Escucha las propuestas de quienes te rodean, especialmente en asuntos laborales o académicos. En el amor, tendrás que ser claro con tus intenciones para evitar confusiones. El fin de semana será ideal para cambiar de rutina. PISCIS (19 DE FEBRERO AL 20 DE MARZO) Tu intuición estará especialmente activa esta semana. Podrías notar detalles que otras personas pasan por alto y utilizarlos para tomar mejores decisiones. En el amor, será importante no interpretar demasiado las acciones de los demás sin hablar primero. Dedica tiempo a actividades creativas o relajantes.

El Tiempo del Altiplano | Lunes 7 de septiembre de 2026

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Leyendas

Lunes 7 de septiembre de 2026 | El Tiempo del Altiplano

La novia muerta que todavía recorre los caminos del Altiplano Las noches del Altiplano Potosino guardan historias que durante generaciones han pasado de boca en boca. Entre caminos solitarios, antiguas brechas y carreteras que atraviesan grandes extensiones de desierto, existe una leyenda que todavía provoca temor entre quienes conocen el relato: la de una novia que, después de morir, habría quedado condenada a recorrer los caminos. La historia habla de una joven que estaba a punto de casarse. Vestida de blanco y con todos los preparativos listos para llegar al altar, su vida habría terminado de manera inesperada antes de poder cumplir el destino que había imaginado junto a su prometido. Las versiones de la tragedia cambian dependiendo de quién cuente la historia. Algunos relatos aseguran que la joven sufrió un accidente mientras viajaba para encontrarse con su familia, mientras que otros señalan que murió cuando se dirigía a la celebración de su boda. Con el paso de los años, comenzaron a surgir historias sobre una mujer vestida de blanco que podía ser vista durante la

noche en algunos caminos del Altiplano. Quienes aseguran haberla encontrado describen una figura femenina que permanece a la orilla de la carretera o que camina lentamente entre la oscuridad. Una de las versiones más conocidas cuenta que la mujer intenta detener a los viajeros. Al verla sola en medio de la noche, algunos conductores deciden detenerse pensando que se trata de una persona que necesita ayuda. Sin embargo, cuando el vehículo se acerca, la figura desaparece. Otros relatos aseguran que la aparición puede subir al automóvil y permanecer en silencio durante algunos minutos. El conductor continúa su recorrido sin sospechar nada extraño, hasta que en algún momento mira hacia el asiento donde viajaba la mujer y descubre que ya no hay nadie. También existe la historia de quienes aseguran haberla visto a través del espejo retrovisor. La mujer aparece durante algunos segundos detrás del vehículo, pero cuando el conductor vuelve la mirada hacia el camino o intenta detenerse, la figura simplemente se desvanece.

El paisaje del Altiplano Potosino contribuye a que este tipo de relatos permanezcan vivos. Las grandes distancias entre comunidades, los caminos con poca iluminación y el silencio que domina durante la noche crean escenarios donde una sombra, una persona a la distancia o incluso el reflejo de los faros puede convertirse en el origen de una nueva historia. La figura de la novia también tiene un significado dentro de la propia leyenda. Su vestido blanco representa la boda que nunca ocurrió y una vida que quedó interrumpida antes de comenzar. Por eso, a diferencia de otras historias de aparecidos, su presencia suele estar relacionada con caminos y lugares donde alguien habría perdido la vida. Como ocurre con muchas leyendas del Altiplano, no existe una única versión de la historia. Los nombres de los personajes, los lugares donde habría ocurrido la tragedia y las circunstancias de su muerte cambian con el paso de las generaciones. Lo que permanece es la imagen de una mujer vestida de blanco caminando en medio de la noche,

esperando a los viajeros que pasan por caminos solitarios. Para algunos, la historia no es más que una leyenda nacida de las noches oscuras y del aislamiento de las antiguas rutas del Altiplano. Para otros, especialmente quienes aseguran haber visto una figura inexplicable al borde de la carretera, la historia tiene un significado diferente. No hay una fecha precisa para el origen del relato ni un lugar único que pueda señalarse como el escenario de la aparición. Su fuerza está precisamente en la tradición oral: cada generación agrega detalles, modifica otros y mantiene viva la historia. Y mientras las carreteras continúen atravesando las llanuras, cerros y comunidades del Altiplano Potosino, la leyenda seguirá encontrando un escenario perfecto. Porque, según cuentan quienes conocen la historia, cuando la noche cae y una figura vestida de blanco aparece a la distancia, lo mejor es continuar el camino. Dicen que la novia todavía está esperando llegar al altar.


Policiaca Dos hombres fueron detenidos durante un operativo de vigilancia realizado en el fraccionamiento Benito Juárez, donde además de ser señalados por su presunta participación en varios robos a casa habitación de la zona oriente, fueron asegurados con envoltorios que contenían sustancias con características similares a la cocaína y marihuana. De acuerdo con el reporte policial, las acciones se desplegaron luego de que habitantes de distintos sectores alertaran sobre la presencia de personas ajenas a la zona, a quienes relacionaban con presuntos robos registrados en viviendas. Ante los señalamientos, los elementos reforzaron los recorridos preventivos por las calles del fraccionamiento. Durante el operativo, los agentes detectaron a dos sujetos cuya conducta llamó su atención. Al percatarse de la presencia de las unidades policiales, ambos intentaron ocultarse entre una camioneta que se encontraba estacionada, por lo que los oficiales se aproximaron para verificar la situación.

Según el informe, los hombres adoptaron una actitud agresiva al momento de ser abordados por los uniformados, motivo por el que fueron asegurados y se procedió a realizarles una revisión preventiva, con el o b j e t i v o d e d e s c a r t a r q u e p o rtaran objetos que representaran algún riesgo. Durante la inspección, a uno de los individuos le fue localizado un envoltorio con una sustancia blanca con características similares a la droga conocida como cocaína. Al segundo hombre le fueron encontrados cuatro envoltorios que contenían hierba seca y verde con características similares a la marihuana. Ambos fueron puestos a disposición de las autoridades correspondientes para determinar su situación jurídica y realizar las investigaciones necesarias. Asimismo, las autoridades deberán establecer si existe responsabilidad de los detenidos en los robos a viviendas denunciados por habitantes de la zona oriente.

El Tiempo del Altiplano | Lunes 7 de septiembre de 2026

Detienen a dos sujetos por posesión de droga y robos a viviendas

Desaparece David Juárez tras ser bajado de un autobús en Matehuala

La Comisión Estatal de Búsqueda de Personas de San Luis Potosí mantiene activa una alerta para localizar a David Juárez Vargas, de 39 años de edad, quien fue visto por última vez en el municipio de Matehuala y es buscado desde el pasado 28 de agosto de 2026. De acuerdo con la ficha de búsqueda, David mide aproximadamente 1.75 metros, pesa 95 kilogramos, es de complexión mediana y tez morena clara. Tiene cabello calvo, rostro ovalado, ojos medianos de color café claro, cejas pobladas y nariz de base ancha. Al momento de su desaparición vestía pantalón de mezclilla azul, playera roja y tenis negros, características que podrían ayudar a identificarlo. La autoridad solicitó el apoyo de la ciudadanía para aportar cualquier dato que permita establecer su ubicación. De manera preliminar, se dio a conocer que David habría viajado en un autobús procedente de Reynosa

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y que presuntamente fue bajado en Matehuala. Después de ese momento, sus familiares perdieron contacto con él y desconocen cuál pudo haber sido su destino. Ante la falta de comunicación, su esposa intentó localizarlo, sin embargo, tampoco logró obtener información sobre su paradero, por lo que se activó el proceso de búsqueda correspondiente ante las autoridades. La Comisión Estatal de Búsqueda pidió a cualquier persona que tenga información relacionada con David Juárez Vargas o que pudiera haberlo visto en Matehuala comunicarse de inmediato con las autoridades. Los datos pueden reportarse al teléfono 444 524 1481, al correo electrónico sgg_cebp@slp.gob.mx o mediante el número de emergencias 911. La colaboración ciudadana puede ser fundamental para avanzar en su localización

Capturan a Juan “N”, presunto responsable del feminicidio de Tatiana La Fiscalía General del Estado de San Luis Potosí (FGESLP) cumplimentó una orden de aprehensión contra Juan “N”, señalado por su presunta participación en el feminicidio de Tatiana “N”, una mujer de 32 años, de origen colombiano, cuyo cuerpo fue localizado sin vida en una comunidad del municipio de Villa de Reyes. La víctima fue reportada como no localizada por sus familiares, quienes señalaron ante la Fiscalía que habían perdido comunicación con ella desde el pasado 25 de agosto. Ante esta situación, acudieron a las autoridades estatales para solicitar apoyo en las labores de búsqueda, mientras que la Coordinación Estatal de Alerta Amber y Personas No Localizadas emitió una ficha de búsqueda el primero de septiembre. De acuerdo con las investigaciones de la FGESLP, Tatiana “N” habría sido privada de la vida el 28 de agosto al interior de un establecimiento ubicado sobre la carretera 57, en la capital potosina. Posteriormente, su cuerpo habría sido trasladado a bordo de un vehículo y abandonado en una comunidad perteneciente al municipio de Villa de Reyes. Luego de que se reportara su desaparición, agentes ministeriales y elementos de la Policía de Investigación (PDI) desplegaron diversas acciones para esta-

blecer su paradero. Los trabajos permitieron localizar a la joven sin vida el primero de septiembre, por lo que la Fiscalía amplió las investigaciones para esclarecer las circunstancias del crimen. Como parte de las diligencias, los agentes recuperaron y analizaron videograbaciones de distintos puntos cercanos al lugar donde la víctima habría sido vista por última vez. A partir de estas imágenes y otros elementos de investigación, la Policía de Investigación logró establecer la identidad del probable responsable. Con los datos obtenidos, la Fiscalía solicitó a un Juez de Control una orden de aprehensión contra Juan “N”, misma que posteriormente fue cumplimentada por agentes de la Coordinación Estatal de Alerta Amber y Personas No Localizadas. El detenido es señalado por su presunta participación en el delito de feminicidio, en concurso real con un delito relacionado con la desaparición de personas. Juan “N” será puesto a disposición del Juez de Control, quien determinará su situación jurídica conforme al procedimiento establecido por la ley. Será durante las audiencias correspondientes cuando se definan las responsabilidades legales que pudieran derivarse de los hechos investigados.


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NARCOS MONTAN CAMPAMENTO EN RUTA PEREGRINA DE VILLA DE LA PAZ Pág. 9


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